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13 de mar. de 2013

Como identificar se uma igreja é verdadeiramente pastoreada e fundada por pastores que seguem os padrões bíblicos nas suas consagrações a ministros do Evangelho.



Como identificar se uma igreja é verdadeiramente pastoreada e fundada por pastores que seguem os padrões bíblicos nas suas consagrações a ministros do Evangelho.

Jorge Nilson

Estive analisando uma rede intitulada Rede Fale, que juntos com os ativistas gays, são contrários a eleição do Pastor e deputado federal Marcos Feliciano à presidência da Comissão de Diretos Humanos e Minorias da Câmara. Eles fazem uma forte campanha contra a permanência do pastor na presidência. Na sua maioria, os "pastores" associados a essa Rede Fale, são batistas, luteranos, presbiterianos, metodistas e outros conforme lista do próprio site:

Adriano Trajano - Pastor Batista
Alessandro Rodrigues Rocha - Pastor Batista
Alexandre de Silva - Pastor Igreja do Nazareno
Aluísio Faria de Siqueira - Pastor Metodista
Alzira dos Reis Silva – Presbítera Presbiteriana Unida
Ana Elizabete Barreira Machado - Rede Fale Goiânia
Ana Paula Calixto – Irmã Igreja do Nosso Senhor Jesus Cristo - Ministério Profético
André Esteves – Pastor Presbiteriano
André Sidnei Musskopf - Escola Superior de Teologia/EST
André Tadeu de Oliveira - Licenciado Presbiteriana Independente
Anivaldo Padilha – Koinonia
Anselmo Melo - Pastor Comunidade Apostólica Operação Resgate
Antonio Carlos Costa - Pastor Presbiteriano/Rio de Paz
Antônio Carlos Ribeiro – Pastor Luterano
Antonio Carlos Rosalino – Pastor Luterana Livre
Ariovaldo Ramos – Pastor Batista
Bruno dos Santos - Pastor Apostólica Vida Nova
Bruno Privatti - Pastor Batista
Bruno Santos Nascimento Dias - Rede FALE Rio
Caio Marçal – Missionário Rede Fale
Carlos Alberto Bezerra Junior – Pastor da Comunidade da Graça
Carlos Alberto Rodrigues Alves - Reverendo Presbiteriano
Carlos Augusto Lopes Pastor Assembleia de Deus Independente
Carlos Eduardo Calvani - Reverendo Episcopal Anglicana
Carlos Eduardo Fernandes - Rede Fale Marabá
Carlos Eduardo Mattos - Pastor Metodista
Carlos Jeremias Klein - Reverendo Presbiteriana Independente
Carlos Queiroz – Pastor da Igreja de Cristo
Christian Gillis - Pastor Batista
Cibele Kuss – Pastora Luterana
Clarise Holzschuh – Pastora Luterana
Cleber Diniz Torres - Reverendo Presbiteriana Independente
Clemir Fernandes Silva – Pastor Batista
Cristina Scherer - Pastora Luterana
Daniel Costa - Capelão Batista El Shadai
Daniel de Almeida e Souza Jr – Pastor Batista
Daniel Mário Alves de Paula - Pastor Assembléia de Deus
Daniel Rocha – Pastor Metodista
Daniel Souza - Rede Ecumênica da Juventude/REJU
Daniela Zeidan - Seminarista Batista
Djalma Torres - Pastor da Igreja Evangélica Antioquia
Domingos Amauri Massa – Pastor Batista
Douglas Rezende - Rede Fale Paraná
Éber Ferreira Silveira Lima - Ministro Presbiteriana Independente
Edson Fernando de Almeida – Pastor da Igreja Cristã de Ipanema
Edson Igre Insarraldi - Pastor Batista Aliança Bíblica
Eliana Aparecida Amancio Cerqueira – Ministério de Mulheres Batistas
Eliana Rolemberg - Coordenadoria Ecumênica de Serviço/CESE
Eliandro Viana - Pastor Batista
Eliel Amaral – Pastor Igreja Maanaim
Ely Eser Barreto César - pastor metodista
Elza Zenkner - Revda. Metodista
Ênio Caldeira Pinto - Universidade Filadélfia/Unifil
Érick Rodrigo da Silva - Assembléia de Deus Ministério de Madureira
Filadelfo Oliveira – Bispo Episcopal Anglicana
Flávio Conrado - Novos Diálogos
Francisco Cézar Fernandes Alves – Reverendo Episcopal Anglicana
Francisco Simão Neto - Pastor Assembléia de Deus
Francisco Thiago de Almeida - Pastor Metodista
Genilma Boehler – Pastora Metodista
Geter Borges de Sousa - Evangélicos Pela Justiça/EPJ
Gilberto Carmo dos Santos – Pastor CEEA
Giselle Gomes da Silva Prazeres Souza - Reverenda Episcopal Anglicana
Guilherme Schaper - Pastor Luterano
Gustavo Lima – Pastor Presbiteriano
Hélio Sales Rios – Pastor Presbiteriano
Herminio Garcez – Pastor Batista
Inailda Bicudo - Presbitera Presbiteriana Independente
Ismar do Amaral – Pastor Presbiteriano
Israel Mazzacorati - Faculdade Latino Americana de Teologia Integral
Jane Maria Vilas Bôas - Presbiteriana do Planalto
Jefferson Ramalho - Instituto Cristão de Estudos Contemporâneos
Jefferson Silva - Pastor Batista
Joanildo Burity - Espiscopal Anglicana
Joaquim Xavier de Souza Neto - Rede FALE Triângulo Mineiro
Joel Zeferino - Pastor Batista
Johannes Wille - Pastor Luterano
John Medcraft – Pastor da Ação Evangélica
Jônatas Souza de Abreu - Rede Fale Campina Grande
Jonathan Menezes – Pastor Presbiteriano
Jony Wagner de Almeida – Pastor Presbiteriano
Jorge Eduardo Diniz - Reverendo Presbiteriana Unida
Jorge L. D. Oliveira – Pastor Igreja do Avivamento Getsêmani
Jose Antonio Gonçalves - Pastor Presbiteriana independente
José Carlos Silva - Pastor Batista Nacional
José do Carmo da Silva – Reverendo Metodista
José do Nascimento - Instituto de Direitos Humanos do Mato Grosso do Sul (IDHMS)
Jose Romulo de Magalhaes Filho – Pastor Presbiteriana Independente
José Wendel Cavalcante Ferreira - Rede FALE Fortaleza
Josias de Souza Novais - Pastor Batista
Juliano Fabricio - Sal da Terra
Julio Paulo Tavares Zabatiero - Faculdade Unida de Vitória
Kathlen Luana de Oliveira- Escola Superior de Teologia/EST
Keiny Moreira da Cunha – Pastor Batista
Lays Gonçalves da Silva - Rede FALE Paraná
Léa Cordeiro - Pastora Metodista
Leomar Erlei Fenner - Pastor Luterano
Leonara Almeida - Rede Fale São Paulo
Levi Araújo - Pastor Batista
Lirian Angélica Rezende de Moraes - Rede FALE BH
Luiz Caetano Grecco Teixeira - Rev. Episcopal Anglicana
Luiz Carlos Gabas - Reverendo Episcopal Anglicana 
Luiz de Jesus - Pastor Batista Boas Novas
Luiz Mattos - Instituto Anima
Lyndon Araujo – Pastor Congregacional
Manoel Ribeiro de Moraes Junior - Pastor Batista
Marcelo Gualberto da Silva – Pastor Presbiteriano
Marco Aurélio Alves Vicente – Pastor Assembléia de Deus - Catedral da Família
Marcos Custódio - CADI-Origem
Marcos Fellipe Marques - Pastor Comunidade de Jesus
Marcos Machado - Pastor Batista
Marcos Monteiro – Pastor Comunidade de Jesus em Feira de Santana
Marcos Viana – Pastor Comunidade Cristã em Amsterdam
Marcus Vinicius Matos - Rede Fale Coordenação Nacional
Mardes Silva - Pastor Igreja Betesda do Ceará
Mauricio Andrade – Bispo da Episcopal Anglicana
Mauro Ferreira - Reverendo Presbiteriano
Mersia Lisboa Costa – Missionária Batista
Miguel Ângelo - Presbítero Igreja de Cristo
Moisés Abdon Coppe - Pastor Metodista
Morgana Boostel - Rede FALE
Mozart João de Noronha Melo - Reverendo Luterano
Nancy Cardoso Pereira - Pastora Metodista
Nello Pulcinelli - Pastor Batista
Nelson Gervoni - Pastor Batista
Neusa Butzlaff - Pastora Luterana
Neusa Tetzner - Pastora Luterana
Octavio A. S. Filho - Pastor Metodista
Odja Barros – Pastora Aliança de Batistas do Brasil
Orivaldo Lopes Junior – Pastor Batista
Orvandil Moreira Brabosa – Bispo Igreja Anglicana Tradicional do Brasil
Paltiel de Souza Ferreira - Bispo Comunidade Evangélica Cristã
Patrick Timmer - Missionário da Aliança Bíblica Universitária do Brasil/ABUB
Paulo Ayres Mattos - Bispo Metodista
Paulo Cesar Garcia - Pastor Comunidade Milícia
Paulo Saraiva - Pastor Batista
Pericles Gonzaga de Souza - Pastor Presbiteriana Unida
Rafael Lira - Juventude Batista do Estado de SP
Raul Matamala Seminarista Batista
Regis Augusto Domingues – Reverendo Episcopal Anglicana
Reinaldo Castro – Pastor Comunidade Cristã Novo Nascimento
Renan Nery Porto - Fale Uberaba
Ricardo Bitun – Pastor da Igreja Manaim
Ricardo Matense - Evangélicos Pela Justiça/EPJ
Robson Gomes - Pastor da Igreja Missional
Rodrigo Guimarães Pinheiro – Pastor Batista
Romi Becker – Pastora Luterana
Ronny Clayton - Pastor Batista
Rosilea Maria Roldi Wille - Luterana
Sandro Amadeu Cerveira – Reverendo Presbiteriana Unida
Sérgio Andrade - Deão Episcopal Anglicana
Serguem Jessui Machado da Silva - Tearfund
Simei Marcondes de Carvalho - O Brasil para Cristo
Thomaz Werneck - Seminarista Congregacional
Valdir Steuernagel - Pastor Luterano
Valmir Paze – Pastor da Ig Nazareno/Mov. Evangélico Progressista/MEP
Vanda Aparecida Fernandes Massa – Capelã Batista
Vilma Petsch - Diácona Luterana
Vitor Louredo de Souza - Grupo de Ações Evangelísticas - Missões Urbanas
Wagner Lemos Junior - Movimento pela Ética Evangélica Brasileira
Waldir Benevides- Reverendo Presbiteriano
Wanderson Campos – Seminarista Metodista
Welinton Pereira – Pastor Metodista 
Wellerson de Almeida – Reverendo Anglicano
Wellington Santos – Pastor Batista 
Wellington Vieira – Pastor Federação das Comunidades Terapêuticas Evangélicas do Brasil/FETEB
Wellison Magalhães Paula – Pastor Batista
Werner Fuchs - Pastor Luterano
Wertson Brasil - Presbítero Presbiteriana Unida
Yokimi Yuaça – Pastora da Igreja Holiness
Ziel Machado – Pastor Metodista Livre
Zwinglio Mota Dias - Pastor Presbiteriana Unida.


Há também os genéricos das Assembleias de Deus, genéricos por serem de igrejas surgidas por divisões, e não da original. Tais pastores, não digo que todos, são incentivados por políticos partidários do PTralhas e mensaleiros, ativistas homossexuais que são evangélicofóbicos, e igrejas que são contras os pentecostais. Na história da igreja evangélica brasileira, são muitas as divisões, rebeliões, autoconsagrações, e a cada ano surgem novas igrejas que se intitulam evangélicas. O que faz um pastor ser realmente um pastor? Como reconhecer  se a sua consagração é verdadeira? Quais os critérios usados para tais reconhecimentos ministeriais? Como essas igrejas surgiram? Apóstolos, bispos, profetas, missionários e etc, títulos que são colocados em tais homens, e mulheres também, dando uma áurea de luz e espiritualidade. Jesus disse que pelos frutos conhecereis as árvores. Apoiar o homossexualismo, o aborto, a liberação das drogas e coisas semelhantes, não constituem frutos de verdadeiros cristãos. Não sei que tipo de teologia é essa destes "pastores e igrejas". No próximo artigo, falarei biblicamente como se instituem pastores, igrejas e denominações ministeriais bíblicas. Aproveito e indico este artigo de Julio Severo:

http://juliosevero.blogspot.com.br/2013/03/parceria-nada-celestial-alianca.html

LIÇÃO 11 OS MILAGRES DE ELISEU


LIÇÃO 11
OS MILAGRES DE ELISEU




LIÇÃO 11
OS MILAGRES DE ELISEU

INTRODUÇÃO
I. OS MILAGRES DE PROVISÃO
II. OS MILAGRES DE RESTITUIÇÃO
III. OS MILAGRES DE RESTAURAÇÃO
IV. OS MILAGRES DE JULGAMENTO

CONCLUSÃO

A NATUREZA TEOLÓGICA DE UM MILAGRE

Cada uma destas três palavras que se referem a eventos sobrenaturais (sinal, maravilha e poder) delineia um aspecto do milagre. Um milagre é um evento incomum (maravilha) que transmite e confirma uma mensagem incomum (sinal) por intermédio de uma habilidade incomum (poder). Do ponto de vista divino privilegiado, o milagre é um ato de Deus (poder) que atrai a atenção do povo de Deus (maravilha) para a Palavra de Deus (por meio de um sinal). Estas palavras designam, respectivamente, a “fonte” (o poder de Deus), a “natureza” (maravilhosa, incomum) e o “propósito” (sinalizar algo que vai além do fato em si) de um milagre. Eles são normalmente utilizados como sinais para confirmar um sermão; como maravilhas para verificar as palavras de um profeta; como milagre para ajudar a estabelecer a sua mensagem (Jo 3.2; At 2.22; Hb 2.3,4).
Um milagre, portanto, é uma intervenção divina, ou uma interrupção, no curso regular do mundo que produz um evento com um objetivo definido, o qual, apesar de incomum, não ocorreria (ou não poderia ocorrer) de outra forma. Nessa definição, as leis naturais são compreendidas como sendo a forma normal, regular e geral pela qual o mundo funciona. Entretanto, o milagre ocorre como um ato incomum, não-padronizado e específico de um Deus que transcende o universo.
Isto não significa que os milagres são contrários às leis naturais; significa simplesmente que eles são originados em uma fonte que está além da natureza. Em outras palavras os milagres não violam as leis naturais da “causa e efeito”, eles simplesmente tem uma causa que transcende a natureza.

O PROPÓSITO DOS MILAGRES

A Bíblia informa pelo menos três propósitos para um milagre:

(1)   glorificar a natureza de Deus (Jo 2.11; 11.40);
(2)   confirmar as credenciais de certas pessoas na posição de porta-vozes de Deus (At 2.22; Hb 2.3,4); e
(3)   propiciar evidências para que haja fé em Deus (Jo 6.2,14; 20.30,31).

Obviamente, nem todas as pessoas acreditam que um evento assim seja um ato de Deus, mesmo tendo testemunhado um milagre. Mas neste evento, de acordo com o Novo Testamento, o milagre é uma testemunha contra elas. João se lamentou pelo povo: “E, ainda que tivesse feito tantos sinais diante deles, não criam nele” (Jo 12.37). O próprio Jesus falou nestes termos ao se referir a algumas pessoas: “Se não ouvem a Moisés e aos Profetas, tampouco acreditarão, ainda que algum dos mortos ressuscite” (Lc 16.31). Portanto, neste sentido, o resultado (e não o propósito) da descrença em milagres se constitui em condenação para o incrédulo (cf. Jo 12.31,37).

Texto extraído da obra “Teologia Sistemática: Introdução à Teologia, A Bíblia, Deus, a Criação”, editada pela CPAD.



ELIAS E ELIZEUUm Ministério de Poder para toda a Igreja

OS MILAGRES DE ELISEU
Lição 11 - 17 de Março de 2013
Texto Áureo: 2 Reis 8.4 "Ora, o rei falava a Geazi, moço do homem de Deus, dizendo: conta-me, peço-te, todas as grandes obras que Eliseu tem feito".
Leitura Bíblica em Classe: 2 Reis 2.9-14

9 Sucedeu que, havendo eles passado, Elias disse a Eliseu: Pede-me o que queres que te faça, antes que seja tomado de ti. E disse Eliseu: Peço-te que haja porção dobrada de teu espírito sobre mim.
10 E disse: Coisa difícil pediste; se me vires quando for tomado de ti, assim se te fará, porém, se não, não se fará.
11 E sucedeu que, indo eles andando e falando, eis que um carro de fogo, com cavalos de fogo, os separou um do outro; e Elias subiu ao céu num redemoinho.
12 O que vendo Eliseu, clamou: Meu pai, meu pai, carros de Israel, e seus cavaleiros! E nunca mais o viu; e, pegando as suas vestes, rasgou-as em duas partes.
13 Também levantou a capa de Elias, que dele caíra; e, voltando-se, parou à margem do Jordão.
14 E tomou a capa de Elias, que dele caíra, e feriu as águas, e disse: Onde está o Senhor Deus de Elias? Quando feriu as águas elas se dividiram de um ao outro lado; e Eliseu passou.

Obs: O esboço do texto acima será publicado na semana correspondente a lição.

O Esboço é elaborado pelo texto bíblico da lição.

Pastor Adilson Guilhermel

Divulgação: www.jorgenilson.com

11 de mar. de 2013

Ativistas gays tumultuam culto e tentam agredir Marco Feliciano


Ativistas gays tumultuam culto e tentam agredir Marco Feliciano

“Repudio qualquer ato de violência e rogo a oração das igrejas para que tenhamos paz”, disse o pastor.


Neste domingo (10) o Pastor Marco Feliciano, deputado federal pelo Partido Social Cristão (PSC) que tem enfrentado duras críticas de movimentos gays por assumir a presidência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara (CDHM) denunciou através de seu site pessoal uma tentativa de agressão durante um evento na igreja Catedral do Avivamento em Franca, interior de São Paulo.
Movimentos LGBT organizaram uma manifestação na igreja ao qual Feliciano preside e tentaram invadir o local para constranger o parlamentar a desistir de sua vaga como presidente da CDHM. De acordo com relatos os ativistas tentaram agredir o pastor e pronunciavam palavras de baixo calão.
“Não se contentando o movimento começou a ofender com palavras de baixo calão, ameaças de violência e depredação. Feliciano estava acompanhado de sua família, inclusive com suas filhas pequenas que choraram muito quando os manifestantes atacaram o carro onde estavam”, relatou a assessoria.
Após o tumulto o pastor teve que ser escoltado até seu carro, devido às tentativas de agressões por parte dos ativistas que são contra sua liderança no colegiado. Feliciano disse que denunciará as ameaças a Polícia Federal e solicitará proteção policial ao Governo.
“Já estou com um dossiê pra entregar a policia Federal com dezenas de páginas impressas com ameaças de morte. Me ajudem em oração!”, publicou o parlamentar em sua conta no Twitter.
Hackers tentam invadir site e redes sociais
Feliciano também denunciou as diversas tentativas de invadir seu site e suas contas nas redes sociais. O parlamentar afirmou que apresentará um dossiê a PF pedindo investigação, além de denunciar as tentativas de retirar sua fanpage do Facebook do ar. O deputado quer saber quem esta por trás desta mobilização e de onde saíram os recursos financeiros.




Fonte: GospelPrime
Divulgação: www.jorgenilson.com

8 de mar. de 2013

A farsa sobre Abraham Lincoln


A farsa sobre Abraham Lincoln


O filme Lincoln, de Steven Spielberg, vem sendo um grande sucesso de bilheteria e ganhou doze indicações para o Oscar, inclusive de melhor filme, melhor diretor e melhor ator para Daniel Day-Lewis, que fez o papel do 16º presidente americano.  Como não vi o filme, este artigo não será sobre ele, mas sim sobre o homem que é até hoje endeusado por muitos.
Abraham Lincoln
Meu colega Thomas DiLorenzo, professor de economia da Loyola University de Maryland, já expôs vários mitos a respeito de Lincoln em seu livro de 2006, Lincoln Unmasked.  Agora ele acaba de receber o reforço de Joseph Fallon, analista de inteligência cultural e ex-instrutor do Centro de Inteligência do Exército dos EUA, com seu novo e-book, Lincoln Uncensored.  O livro de Fallon examina 10 volumes compilados de discursos e escritos de Lincoln, os quais incluem passagens sobre escravidão, secessão, igualdade para os negros e emancipação.  Não é necessário se basear na interpretação de ninguém. Apenas leia as palavras de Lincoln e veja o que você conclui delas.
Em uma carta escrita em 1858, Lincoln diz:
Já declarei mil vezes e volto a repetir que é minha firme opinião que nem o Governo Geral e nem qualquer outro poder externo aos estados escravagistas podem constitucionalmente ou por direito interferir na escravidão onde quer que ela já exista.
Em um discurso proferido em Springfield, Illinois, ele explicou:
Minhas declarações sobre este assunto da escravidão negra podem até ser deturpadas, mas não podem ser mal interpretados.  Já disse que não vejo a Declaração (de Independência) como sendo uma afirmação de que todos os homens foram criados iguais sob todos os aspectos.
Debatendo com o senador Stephen Douglas, Lincoln disse:
Digo, portanto, que não sou, nem jamais fui, a favor de criar, de qualquer maneira que seja, a igualdade social e política das raças branca e preta; que não sou, nem nunca fui, a favor de transformar negros em eleitores ou jurados, nem de habilitá-los a exercer cargos públicos, nem de permitir seu casamento com pessoas brancas; e direi, adicionalmente, que há uma diferença física entre as raças branca e preta que, creio eu, irá para sempre proibir as duas de viverem juntas em termos de igualdade social e política. E, visto que elas não podem conviver desta forma, enquanto elas permanecerem em coexistência terá de haver a posição do superior e do inferior, e eu, assim como qualquer outro homem, sou a favor de que a posição superior seja atribuída à raça branca. [....] O que eu mais gostaria de ver seria a separação das raças branca e negra. (Abraham Lincoln, First Lincoln-Douglas Debate, Ottawa, Illinois, Sept. 18, 1858, in The Collected Works of Abraham Lincoln vol.3, pp. 145-146; 521).
E então você dirá, “Mas, professor Williams, a Proclamação de Emancipação publicada por Lincoln libertou os escravos! Isso prova que ele era contra a escravidão!”
Nas palavras do próprio Lincoln:
Vejo a questão (a Proclamação de Emancipação) como uma medida prática para a guerra (de secessão), algo a ser decidido de acordo com as vantagens ou desvantagens que ela possa oferecer à supressão da rebelião. (…) Também irei admitir que a emancipação irá melhorar nossa situação perante a Europa, convencendo aquele continente de que estamos sendo impelidos por algo mais do que a ambição.
Na época em que Lincoln escreveu a proclamação, a guerra de secessão estava indo mal para a União. Londres e Paris já estavam considerando reconhecer os Estados Confederados e estavam também considerando auxiliá-los em seus esforços de guerra.
Thomas DiLorenzo, em um recente artigo, apontou que o historiador de Harvard David Donald, vencedor do Prêmio Pulitzer e um dos mais proeminentes historiadores de Lincoln da atualidade, escreveu em sua biografia sobre Lincoln (página 545) que Abraham na realidade não teve praticamente nada a ver com a aprovação da Décima Terceira Emenda, contrariamente ao que é mostrado no filme de Spielberg. Com efeito, como escreveu Donald, quando perguntado por genuínos abolicionistas no Congresso se ele iria ajudá-los a aprovar a Emenda, Lincoln disse que não.
Mas ele, no entanto, se empenhou bastante em tentar aprovar, em 1861, uma versão de uma outra décima terceira emenda, conhecida como a Emenda Corwin, a qual visava a consagrar explicitamente a escravidão na Constituição americana.  Essa emenda chegou a ser aprovada pelo Congresso.
A Emenda Corwin proibia o governo federal de interferir, sob qualquer circunstância, na escravidão do sul dos EUA.  A Emanda Corwin dizia:
Nenhuma emenda será feita à Constituição autorizando ou dando ao Congresso o poder de abolir ou interferir nas instituições domésticas de nenhum estado, inclusive no que tange às pessoas mantidas para trabalho ou serviço pelas leis do referido Estado.
“Pessoas mantidas para trabalho ou serviço” é como a Convenção Constitucional se referia aos escravos, e “instituições domésticas” se referia à escravidão. Em seu discurso de posse, Lincoln anunciou ao mundo que ele apoiava a Emenda Corwin:
Entendo que uma emenda proposta à Constituição — emenda essa que, no entanto, ainda não vi — foi aprovada no Congresso com o propósito de assegurar que o Governo Federal jamais interfira nas instituições domésticas dos Estados, inclusive nas pessoas mantidas para trabalho ou serviço . . . . Considerando que tal provisão resultará em lei constitucional, afirmo que não tenho nenhuma objeção a ela se tornar manifesta e irrevogável. (Ênfase minha).
Permita-me introduzi-los agora a Lerone Bennet, Jr., que foi editor executivo da revista Ebony por várias décadas (começando em 1958) e autor de vários livros, entre eles uma biografia de Martin Luther King, Jr.(What Manner of Man: A Biography of Martin Luther King) e uma obra monumental sobre Lincoln, Forced into Glory: Abraham Lincoln’s White Dream. Bennet é formado pela Morehouse College, em Atlanta, e escreveu vários artigos sobre a cultura e a história afro-americana durante sua carreira na Ebony.  Ele passou mais de vinte anos pesquisando e escrevendo Forced into Glory, uma severa e rigorosa crítica a Abraham Lincoln baseada em montanhas de fatos e verdades. Segundo Bennet Jr.,
Quem libertou os escravos? Se é que eles foram de fato ‘libertados’, isso ocorreu por causa da Décima Terceira Emenda, a qual foi escrita e pressionada para ser aprovada não por Lincoln, mas sim pelos grandes emancipadores que ninguém conhece, os abolicionistas e líderes congressistas que criaram o clima e geraram a pressão política que incitou, empurrou e finalmente forçou Lincoln à glória ao associá-lo a uma política à qual ele resolutamente se opusera por pelo menos cinquenta e quatro de seus cinquenta e seis anos de vida. (Bennett, Jr.,Forced into Glory: Abraham Lincoln’ s White Dream, p. 19).
Vale dizer que a Proclamação de Emancipação não foi uma declaração universal. Ela especificava onde os escravos estariam livres: somente naqueles estados que estavam “em rebelião contra os Estados Unidos”. Os escravos permaneceram escravos naqueles estados que não estavam em rebelião — tais como Kentucky, Maryland e Delaware. A hipocrisia da Proclamação de Emancipação foi alvo de pesadas críticas. O próprio Secretário de Estado de Lincoln, William Seward, ironizou: “Mostramos nossa desaprovação à escravidão emancipando escravos onde nossa jurisdição não é aceita e mantendo escravos onde podemos de fato libertá-los”.
Incoerências à parte, houve sim um momento em que Lincoln articulou um ponto de vista sobre secessão que teria sido muito bem-vindo em 1776:
Quaisquer pessoas, em qualquer lugar do mundo, que estejam dispostas e tenham o poder para tal, têm o direito de se insurgirem e se desvencilharem do governo vigente, e de formarem um novo governo que lhes seja mais apropriado. … Tampouco está este direito restrito apenas a casos em que todos os cidadãos devem escolher exercê-lo. Qualquer fatia de um povo que se sinta capaz pode fazer uma revolução, se seceder e se apossar de toda a área daquele território em que habitam.
Mas isso foi dito por Lincoln em 1848 em um discurso na Câmara dos Deputados dos EUA. Ele se referia à guerra contra o México e à subsequente secessão do Texas em relação àquele país.
O que nos leva à grande pergunta. Por que Lincoln não aplicou aos estados do sul dos EUA essa mesma lógica do direito à secessão? Por que ele decidiu enviar tropas federais para massacrar os confederados? Para chegar à resposta, basta ‘seguir o dinheiro’. Ao longo de toda a história dos EUA até o início do século XX, o governo federal possuía apenas duas fontes de receita: impostos cobrados sobre a venda de alguns bens específicos (que geravam uma receita muito baixa) e tarifas de importação. Durante a década de 1850, as tarifas de importação representavam nada menos que 90% de toda a receita do governo federal. E em 1859, os portos dos estados do Sul dos EUA foram responsáveis por nada menos que 75% do total arrecadado pelo governo federal. Qual político “responsável” aceitaria abrir mão de tamanha receita?
O preço desta recusa: 750 mil compatriotas assassinados pelo seu próprio governo.
Walter Williams
Tradução: Leandro Roque.
Publicado no site do Instituto Ludwig von Mises Brasil.
Divulgado: www.jorgenilson.com

7 de mar. de 2013

Pastor Marco Feliciano é o novo presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara; Confira o discurso da posse e a oração emocionada



Pastor Marco Feliciano é o novo presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara; Confira o discurso da posse e a oração emocionada



Pastor Marco Feliciano é o novo presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara; Confira o discurso da posse e a oração emocionada Após a formalidade da votação sobre a aceitação da posse dopastor Marco Feliciano como presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM) da Câmara dos Deputados, o líder evangélico concedeu uma entrevista coletiva onde desabafou sobre toda a polêmica de sua indicação pelo PSC para assumir a comissão.
A posse do Feliciano aconteceria ontem, quarta-feira (7 de março), mas um tumulto generalizado ocasionado pelos protestos de ativistas gays, negros e de religiões afro acabou adiando a sessão. Nesta quinta, já sem os manifestantes, o pastor foi eleito com 11 dos 17 votos possíveis da comissão. O então presidente da comissão, deputado Domingos Dutra e os representantes dos partidos PT, PSOL e PSB se retiraram da votação tentando obstrui-la, mas a manobra não teve êxito já que conseguiram somente seis abstenções e o pastor precisava de pelo menos 10 votos a favor (confira outras manobras dos militantes de oposição para retirar o pastor da presidência da CDHM).
Em seu discurso a imprensa o pastor Marco Feliciano se emocionou e foi aplaudido por membros de seu partido e outros deputados apoiadores. O deputado rebateu as acusações de que seria racista afirmando que sua mãe seria negra e assim ele também seria, e disse que sua esposa grávida perdeu um filho por não ter ficado cinco horas em uma fila para ser atendida pelo SUS.
O novo presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias lamentou a ameaça do deputado e militante gay Jean Wyllys de deixar a CDHM e revelou que procurou o ex BBB para tentar unir forças e aproximar os cristãos dos gays. “(…) muito triste não vê-lo aqui, porque ele tem uma bandeira e a sua bandeira é legítima”, disse o Pastor Marco.

Vídeo: Discurso do presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias, o Pastor Marco Feliciano


Após a oficialização da posse de Marco Feliciano como presidente da CDHM, a assessoria de imprensa do deputado criou um vídeo onde mostra o pastor e outros deputados e assessores orando dentro de um dos gabinetes da Câmara. Assista:

Veja também a opinião do Dr Rubens Teixeira, bacharel em direito pela URFJ, sobre as críticas e a escolha do Pastor Marco Feliciano para presidir a CDHM.
Por Renato Cavallera, para o Gospel+
Divulgação: www.jorgenilson.com

6 de mar. de 2013

LIÇÕES BÍBLICAS - DIA 10 de março de 2013

LIÇÕES BÍBLICAS - DIA 10 de março de 2013

HÁ UM MILAGRE EM SUA CASA




LIÇÃO 10
HÁ UM MILAGRE EM SUA CASA

INTRODUÇÃO

I – A MOTIVAÇÃO DO MILAGRE
II – A DINÂMICA DO MILAGRE
III – OS INSTRUMENTOS DO MILAGRE
IV – O OBJEIVO DO MILAGRE

CONCLUSÃO

MILAGRES: O PRESSUPOSTO SOBRENATURAL

INTRODUÇÃO AOS MILAGRES

A teologia evangélica está edificada sobre o sobrenatural. O nascimento virginal de Cristo, o seu ministério cheio de milagres, a sua ressurreição física dos mortos e a sua ascensão corpórea ao céu são apenas alguns numerosos milagres essenciais para o Cristianismo bíblico. O sobrenatural é um pressuposto tão importante para a teologia ortodoxa que, sem ele, o Cristianismo histórico ruiria. Para citar o apóstolo Paulo: “E, se Cristo não ressuscitou, logo é vã a nossa pregação, e também é vã a vossa fé. E assim somos também considerados como falsas testemunhas de Deus [...] E, se Cristo não ressuscitou, é vã a vossa fé, e ainda permaneceis nos vossos pecados. E também os que dormiram em Cristo estão perdidos” (1 Co 15.14-18).
Antes que um milagre possa ser identificado, sem entrarmos no mérito da verificação da veracidade deste milagre – o que, obviamente, deve ser feito –, ele precisa ser definido; não existe modo de descobrir um milagre a menos que saibamos o que procuramos. Os teólogos têm definido os milagres de duas maneiras diferentes.

DUAS DEFNINIÇÕES DE MILAGRE

Historicamente, os milagres têm sido definidos em sentido rígido ou moderado. Seguindo a linha de Agostinho (354-430), alguns descrevem o milagre como sendo “um prodígio [que] não é contrário à natureza, mas contrário ao nosso conhecimento da natureza” (CG, 21.8).
O problema com esta visão moderada dos milagres é que o evento pode não ser, de forma alguma, sobrenatural; ele pode simplesmente se tratar de um evento natural para o qual o observador, até aquele instante, desconhece qualquer tipo de explicação natural. Isto significa que todas as anomalias naturais, incluindo-se aqui os meteoros, os terremotos, os vulcões e os eclipses, foram, em alguma época, considerados milagres pelas pessoas – e continuam a ser para algumas. Seguramente, este tipo de milagres não apresenta qualquer valor apologético, do tipo que se atribui aos milagres bíblicos (Mt 12.39,40; Mc 2.10,11; Jo 3.2; At 2.22; Hb 2.3,4; 2 Co 12.12).
Outros, seguindo a linha de Tomás de Aquino, definem o milagre no sentido rígido, como sendo um evento que vai além dos poderes da natureza e que somente poderia ser produzido por uma força sobrenatural (Deus) (SGG, Livro 3). Como vimos, os milagres só podem ser identificados com atos de Deus se utilizarmos esta definição rígida, já que no sentido moderado não há como distinguí-los dos acontecimentos incomuns da natureza.  Além disso, os milagres somente apresentam valor apologético quando os vemos no sentido rígido, já que, nesta definição, eles ocorrem por intervenção sobrenatural direta. Neste sentido, o milagre é uma intervenção divina no mundo natural. Como disse o ateísta Antony Flew: “Um milagre é algo que jamais teria acontecido se a natureza, por si só, fosse deixada para operar pelos seus próprios mecanismos” (Flew, “M”, in: Edwards, ed., EP, 346). A lei natural descreve as regularidades causadas de forma natural; um milagre se trata de uma singularidade causada de forma sobrenatural.

A DISTINÇÃO ENTRE MILAGRE E A LEI NATURAL

A fim de explicar o que se quer dizer com um ato sobrenatural, precisamos de uma compreensão inicial do que significa a lei natural. A lei natural é entendida como forma normal, ordenada e geral através da qual o mundo opera. Em contraste, um milagre – na sua definição mais básica – é uma forma incomum, irregular e específica através da qual Deus age nos limites deste nosso mundo.
Os milagres são sobrenaturais, mas não antinaturais. Como declarou o famoso físico Sir George Stokes: “Pode ser que o evento o qual chamamos de milagre tenha ocorrido não pela suspensão das leis de operação normal, mas pela superadição de algo que, normalmente, não entra em operação” (ISBE, 2063). Em outras palavras, quando um milagre ocorre, não se trata de uma violação ou contradição das leis naturais de causa e efeito, mas sim um novo efeito produzido pela introdução de uma causa sobrenatural.

Texto extraído da obra “Teologia Sistemática: Introdução à Teologia, A Bíblia, Deus, a Criação”, editada pela CPAD.

VÍDEO DO PRÓXIMO TRIMESTRE

5 de mar. de 2013

10 razões para não crer no papado !


10 razões para não crer no papado !


1 - Seu título "Vicário de Jesus Cristo" é uma afronta ao Espírito Santo. Ele é o verdadeiro substituto de Jesus Cristo.
João 14:16 - E eu rogarei ao Pai, e ele vos dará outro Consolador, para que fique convosco para sempre;

2 - A igreja não poderia ter sido fundada sobre Pedro, pois seria um fundamento fraco. Pedro é apenas uma pedra colocada sobre a verdadeira pedra angular, que é Cristo.
Efésios 2:20 - Edificados sobre o fundamento dos apóstolos e dos profetas, de que Jesus Cristo é a principal pedra da esquina;

3 - Papa e padre querem dizer pai. Jesus explicitamente falou para a ninguém chamarmos nosso pai (mestre espiritual) aqui na terra.
Mateus 23:9 - E a ninguém na terra chameis vosso pai, porque um só é o vosso Pai, o qual está nos céus.

4 - Pedro não sabia que era papa. Em sua carta ele deixa claro:
I Pedro 5:1 - Aos presbíteros, que estão entre vós, admoesto eu, que sou também presbítero com eles, e testemunha das aflições de Cristo, e participante da glória que se há de revelar

5 - Pedro não era infalível.
Gálatas 2:
11 - E, chegando Pedro à Antioquia, lhe resisti na cara, porque era repreensível.
12 - Porque, antes que alguns tivessem chegado da parte de Tiago, comia com os gentios; mas, depois que chegaram, se foi retirando, e se apartou deles, temendo os que eram da circuncisão.
13 - E os outros judeus também dissimulavam com ele, de maneira que até Barnabé se deixou levar pela sua dissimulação.
14 - Mas, quando vi que não andavam bem e direitamente conforme a verdade do evangelho, disse a Pedro na presença de todos: Se tu, sendo judeu, vives como os gentios, e não como judeu, por que obrigas os gentios a viverem como judeus?

6 - Pedro não era superior aos demais apóstolos. Se ele fosse superior seria ele a ditar as ordens. Aqui vemos Pedro apenas como um enviado.
Atos 8:14 - Os apóstolos, pois, que estavam em Jerusalém, ouvindo que Samaria recebera a palavra de Deus, enviaram para lá Pedro e João.

7 - Pedro não se declarava Sua Santidade como os papas hoje em dia se declaram. Ele não aceitava que ninguém prostrasse aos seus pés, como o papa hoje aceita.
Atos 10:
25 - E aconteceu que, entrando Pedro, saiu Cornélio a recebê-lo, e, prostrando-se a seus pés o adorou.
26 - Mas Pedro o levantou, dizendo: Levanta-te, que eu também sou homem.

8 - Paulo escreveu sua carta aos romanos no ano de 56 d.C, quando os católicos afirmam que Pedro já era papa. Mas Paulo saúda 27 crentes mas não fala nada a respeito de Pedro.
Romanos 16:3-16

9 - Pedro era casado.
Mateus 8:14 - E Jesus, entrando em casa de Pedro, viu a sogra deste acamada, e com febre.
I Coríntios 9:5 - Não temos nós direito de levar conosco uma esposa crente, como também os demais apóstolos, e os irmãos do Senhor, e Cefas?

10 - Pedro era pobre.
Atos 3:6 - E disse Pedro: Não tenho prata nem ouro; mas o que tenho isso te dou. Em nome de Jesus Cristo, o Nazareno, levanta-te e anda.


Fonte: Vários estudos bíblicos

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RESPOSTA ÀS AFIRMAÇÕES DE UM ADVENTISTA


RESPOSTA ÀS AFIRMAÇÕES DE UM ADVENTISTA



Caros irmãos,

É comum nos depararmos com frases de efeito proferidas por aqueles que participam de alguma seita. Dentre as muitas que posso lembrar dos Adventistas uma eles realmente "adoram". Dizem o seguinte: "Texto, fora de contexto, é pretexto para pecar!" Ora, dizem isso afirmando que àqueles que rejeitam suas doutrinas mal concebidas e sem fundamento algum, falta-lhes a investigação mais apurada da própria Bíblia para comprovarem que todo o cristianismo convergirá, mais cedo ou mais tarde, ao "adventismo ellen-whiteano". Mas, como de praxe, os participantes de seitas em100% dos casos, podemos sem constrangimento afirmar, acabam caindo na própria arapuca. Vejamos pois um exemplo recente da (má) utilização de três textos bíblicos por parte de um adventista que investiu vorazmente sobre uma pessoa doente e acamada que, além da dor teve de ouvir as afirmativas "revelações" do seguidor do sabatismo.

1.a) Afirmativa: O Sábado é obrigatório para os gentios também, não somente para os judeus. Texto bíblico (mal) utilizado:

"E aos filhos dos estrangeiros, que se unirem ao Senhor, para o servirem, e para amarem o nome do Senhor, e para serem seus servos, todos os que guardarem o sábado, não o profanando, e os que abraçarem a minha aliança, Também os levarei ao meu santo monte, e os alegrarei na minha casa de oração; os seus holocaustos e os seus sacrifícios serão aceitos no meu altar; porque a minha casa será chamada casa de oração para todos os povos." - Isaías 56:6 e 7


2.a) Jesus veio obedecer a  Lei para nos dar o exemplo a ser seguido Texto bíblico (mal) utilizado:

"Não cuideis que vim destruir a lei ou os profetas: não vim abrogar, mas cumprir." - Mateus 5:17

3.a) O Apóstolo Pedro nos advertiu sobre os "infiéis" que não guardariam o sábado Texto bíblico (mal) utilizado:

"AMADOS, escrevo-vos agora esta segunda carta, em ambas as quais desperto com exortação o vosso ânimo sincero; Para que vos lembreis das palavras que primeiramente foram ditas pelos santos profetas, e do nosso mandamento, como apóstolos do Senhor e Salvador. Sabendo primeiro isto, que nos últimos dias virão escarnecedores, andando segundo as suas próprias concupiscências," - 2Pedro 3:1-3


Vejamos agora como estas falácias caem por terra diante do esclarecimento que a própria Palavra de Deus nos dá a respeito de tais questões, uma à uma:


1. O texto de Isaías 56:6 e 7  não se refere aos nossos dias atuais, mas aos dias antes da vinda do messias, aos tempos que vigoravam o concerto mosaico, à Dispensação da Lei. Por isso o profeta começa afirmando no primeiro versículo do capítulo 56

"ASSIM diz o Senhor: Guardai o juízo, e fazei justiça, porque a minha salvação está prestes a vir, e a minha justiça, para se manifestar." Isaías 56:1

Como tudo que era feito pela Lei no Antigo Testamento possuía um significado no  futuro (O Cordeiro sacrificado representava O Messias que viria morrer para cumprir a Justiça de Deus, o Azeite o representava o derramamento do  Espírito Santo, etc...) O Sabath judaico apontava para a redenção, para o descanso eterno, para a salvação que o Messias viria estabelecer a todos os que cressem na promessa. Ora, se hoje a fé que nos é concedida por Deus (Efésios 2:8-9), nos torna aptos para sermos servos fiéis na Igreja constituída pelo Salvador Jesus, nos tempos antes do cumprimento da promessa a fé concedida por Deus habilitava aos gentios fazerem parte do pacto mosaico e assim sendo, eles obedeciam aos preceitos da lei como uma confirmação pública da sua fé no Deus dos Hebreus e no cumprimento da promessa da vinda do Salvador e Redentor. Como este pacto era exclusivo aos FILHOS DE ISRAEL, como podemos ver em:

"Tu, pois, fala aos filhos de Israel, dizendo: Certamente guardareis meus sábados; porquanto isso é um sinal entre mim e vós nas vossas gerações; para que saibais que eu sou o Senhor, que vos santifica... Entre mim e os filhos de Israel será um sinal para sempre; porque em seis dias fez o Senhor os céus e a terra, e ao sétimo dia descansou, e restaurou-se."  Êxodo 31:13 e 17

os gentios deveriam obrigatoriamente tornar-se um entre os filhos de Israel, sendo participantes da Promessa da Vinda do Messias, que cumpriria o sacrifício da Justiça, exigido  pela Santidade do Soberano Deus. Dizer que o mesmo se aplica aos dias de hoje é rejeitar o sacrifício do Senhor Jesus, negando que ele É o Messias, o Filho de Deus encarnado e dar um passo em direção oposta á fé que norteia o Cristão. É portanto o oposto da obediência que os adventistas apregoam, constituindo-se esta atitude em  rebeldia, pecado e blasfêmia.

2. A palavra usada por Jesus em questão é cumprir (tornar efetivo, o que foi determinado ou prescrito, ou a que nos obrigamos perante nós mesmos; executar, realizar), indicando que Ele viria consumar a obra da Redenção concebida antes da fundação do mundo.

Basta atentarmos para o que Jesus nos diz no versículo seguinte:  "Porque em verdade vos digo que, até que o céu e a terra passem, nem um jota ou um til se omitirá da lei, sem que tudo seja cumprido." - Mateus 5:18

Ora o Senhor Jesus não estava dizendo que após sua morte os verdadeiros cristãos iriam guardar o Sabath judaico. Dizer isso é torcer as palavras do Salvador aos limites do absurdo e um pouco mais. O Senhor Jesus estava afirmando aos Líderes Judeus e ao povo Judeu que Ele iria cumprir (tornar efetivo, o que foi determinado ou prescrito, ou a que nos obrigamos perante nós mesmos; executar, realizar) aquilo que havia sido dito pelos profetas, que o Messias deveria morrer, ser sacrificado, redimir, derramar Seu sangue. Ele estava afirmando que o cordeiro (Ele mesmo) seria sacrificado. Emboram os Judesu não cressem assim. Isto era o oposto do que os Judeus esperavam. Eles esperavam (e ainda esperam) um Messias forte e poderoso que os livraria de Roma, libertando-os da escravidão física, econômica do império pagão. Quando o Senhor Jesus afirmou isto Ele referia-se a si mesmo como o Messias de Isaías 53, que pelas suas feridas salvaria àqueles que nEle cressem. Por isso o Senhor repreendeu a Pedro (Mateus 16:21-23), pois até mesmo os discípulos não entendiam e compreendiam isto, o que só ocorreu após Jesus ter ressuscitado (Lucas 24:21, 2527; João 20:8-9). Por isso os Judeus clamavam diante da Cruz para que Jesus descesse da cruz, assim creriam que Ele era o Messias (Mateus 27:39-44; Marcos 15:28-32; Lucas 23:35-37).


 3. Na Segunda Epístola do Apóstolo Pedro, capítulo 3, ele roga aos fiíes que permaneçam firmes na promessa da Volta de Cristo à terra, e não que continuem guardando o Sabtah Judaico.


Nem o apóstolo Pedro  está afirmando que nos últimos dias surgiriam escarnecedores dos adventistas, como eles querem fazer parecer o texto. (Que tremenda presunção!) Basta ler o versículo 4:
 "E dizendo: Onde está a promessa da sua vinda? porque desde que os pais dormiram, todas as coisas permanecem como desde o princípio da criação." 2 Pe. 3:4

É muita falta de querer enxergar o que se trata no texto. No restante do capítulo todo o apóstolo trata sobre a fé que devemos ter na volta do Senhor Jesus para buscar Sua Igreja.

O Senhor não retarda a sua promessa, ainda que alguns a têm por tardia; mas é longânimo para conosco, não querendo que alguns se percam, senão que todos venham a arrepender-se. 9

Mas o dia do Senhor virá como o ladrão de noite; no qual os céus passarão com grande estrondo, e os elementos, ardendo, se desfarão, e a terra, e as obrasque nela há, se queimarão. 10

Vemos portanto que daquilo que os adventistas tanto se orgulham, na verdade  significa aquilo que mais fazem: Distorcem textos de forma a fundamentar seus rotos preceitos humanos.  Meus irmãos, não se deixem levar pela aparência destas pessoas que podem até  tem aparência mas que são como sepulcros por dentro, negando ao Senhor e afirmando que se deve ganhar os céus pelas obras. Faço minhas as palavras do Apóstolo Pedro no final do mesmo texto que eles distorceram:

E tende por salvação a longanimidade de nosso Senhor; como também o nosso amado irmão Paulo vos escreveu, segundo a sabedoria que lhe foi dada; Falando disto, como em todas as suas epístolas, entre as quais há pontos difíceis de entender, que os indoutos e inconstantes torcem, e igualmente as outras Escrituras, para sua própria perdição. Vós, portanto, amados, sabendo isto de antemão, guardai-vos de que, pelo engano dos homens abomináveis, sejais juntamente arrebatados, e descaiais da vossa firmeza; Antes crescei na graça e conhecimento de nosso Senhor e Salvador, Jesus Cristo. A ele seja dada a glória, assim agora, como no dia da eternidade. Amém. 2 Pe. 3:17-18


Deus vos abençoe a todos. Em Cristo,

Miguel Ângelo L. Maciel 

ex adventista, hoje um salvo pela Graça do Senhor Jesus Cristo


Todas as citações bíblicas são da ACF (Almeida Corrigida Fiel, da SBTB). As ACF e ARC (ARC idealmente até 1894, no máximo até a edição IBB-1948, não a SBB-1995) são as únicas Bíblias impressas que o crente deve usar, pois são boas herdeiras da Bíblia da Reforma (Almeida 1681/1753), fielmente traduzida somente da Palavra de Deus infalivelmente preservada (e finalmente impressa, na Reforma, como o Textus Receptus).

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3 de mar. de 2013

Facebook, Google e sites de mídia social energicamente censuram conteúdos cristãos


Facebook, Google e sites de mídia social energicamente censuram conteúdos cristãos

MANASSAS, VA, EUA, 21 de setembro de 2011 (Notícias Pró-Família) — Um novo estudo revelou que o Google e outros grandes sites de mídia social como Facebook de forma enérgica estão censurando as opiniões cristãs e conservadoras.
O relatório, conduzido pela Mídia Religiosa Nacional (MRN) e pelo Centro Americano de Lei e Justiça, examinou as políticas e práticas de várias grandes plataformas de comunicação da “nova mídia” interativa de internet e provedores de serviço de internet, inclusive a Apple e sua Loja de Aplicativos iTunes, Facebook, Google e outros.
O estudo revelou que algumas empresas de tecnologia da nova mídia estão de forma descarada banindo conteúdo cristão, e que todos os sites de mídia social, exceto o Twitter, têm políticas de liberdade de expressão que são mais restritivas do que os direitos de livre expressão garantidos na Constituição dos EUA.
De acordo com o estudo, sete grandes sites de mídia social baniram “expressões de ódio”, um termo que os autores do estudo apontam que “é muitas vezes aplicado na cultura para reprimir comunicadores cristãos”.
Os autores do estudo também revelaram que algumas das empresas de mídia reagem de forma favorável às exigências de grupos de pressão que pedem que as opiniões conservadoras ou cristãs sejam censuradas.
O estudo nota que quando estabeleceu novas normas para seu “Google para Uso Sem Fins Lucrativos” em março de 2011, o Google recusou colocar na lista “igrejas e outros grupos religiosos” que consideram “a religião ou orientação sexual em práticas de contratação”. As igrejas cristãs que solicitaram o software completo das ferramentas do Google produzidas para uso sem fins lucrativos foram rejeitadas.
Em outra ocasião o mais potente programa de busca do mundo inicialmente proibiu o Instituto Cristão Britânico de comprar espaço para um anúncio sobre aborto. O mecanismo de busca só permitiu o anúncio depois que o Instituto Cristão Britânico processou o Google.
Por duas vezes, a Apple removeu, de sua Loja de Aplicativos do iTunes, aplicativos que continham conteúdo cristão, documentou o estudo. Em ambos os exemplos, a Apple confessou que esses aplicativos tiveram acesso negado porque a Apple considerou as opiniões cristãs expressas nesses aplicativos como “ofensivas”.
“Dos 425.000 aplicativos disponíveis no iPhone da Apple, os únicos censurados pela Apple por expressarem opiniões normalmente legais foram aplicativos com conteúdo cristão”, comenta o estudo.
Por sua parte, o Facebook vem de forma pública fazendo parceria com ativistas homossexuais para “erradicar comentários anti-homossexualismo em sua plataforma”, revelou o relatório. “Tudo isso indica que conteúdos cristãos que critiquem a homossexualidade, o casamento de mesmo sexo ou práticas semelhantes estarão em risco de sofrer censura [por parte do Facebook]”, diz o estudo. Aliás, em alguns casos tais conteúdos já foram removidos pelo site de rede social.
Myspace, outro site de rede social semelhante, mas menos popular do que o Facebook, também tem uma política de banir conteúdo “homofóbico”.
A organização pró-vida Live Action tem enfrentando muitos casos de censura da nova mídia. Numa conversa com LifeSiteNews sobre o estudo da MRN, David Schmidt, diretor de meios de comunicação de Live Action, recordou uma ameaça de censura vinda do YouTube no começo deste ano.
“Fomos ameaçados no começo deste ano”, disse ele. “Depois que nosso advogado enviou uma carta ao YouTube, eles não removeram nossos vídeos. Felizmente, eles foram considerados como vídeos que ‘merecem ser publicados’, uma política padrão para todos os usuários”.
Schmidt disse que a maioria dos vídeos de Live Action foram rejeitados pelos Vídeos Promovidos pelo YouTube por causa “de alguma questão de conteúdo”.
Os autores do estudo da MRN apontam para o fato de que as atitudes das empresas da nova mídia para com os conteúdos cristãos são importantes, pois atualmente “algumas das gigantescas empresas da ‘nova mídia’ são os guardiões das novas plataformas de comunicação com base na internet”.
“Há um perigo real e presente de que essas empresas possam, e em alguns exemplos realmente tenham, feito o compromisso de censurar opiniões como consequência de seu controle exclusivo dessas tecnologias”.
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1 de mar. de 2013

Bancada evangélica presidirá Comissão de Direitos Humanos na Câmara dos Deputados


Bancada evangélica presidirá Comissão de Direitos Humanos na Câmara dos Deputados

Pr. Marcos Feliciano, nome mais provável para dirigir a Comissão de Direitos Humanos (CDH), tem atraído a ira da imprensa esquerdista, que o acusa de “ódio e crime” nas questões da agenda gay

Julio Severo
A Comissão de Direitos Humanos (CDH), comissão na Câmara dos Deputados palco de grandes embates onde o PT usa mão de ferro para impor a agenda da esquerda sexual nas políticas do Brasil, está passando por uma estranha reviravolta.
Um acordo de lideranças políticas fechado na quarta-feira, 27, entregou a presidência da CDH ao Partido Social Cristão (PSC). Ninguém até agora conseguiu compreender o motivo real por que o PT, que tradicionalmente domina a CDH, abriu mão da presidência em favor do PSC, partido que, embora tenha o rótulo de cristão, faz parte da base de apoio do governo socialista de Dilma Rousseff.
Marcos Feliciano afirmou no início da tarde de quarta-feira, 28, que seu nome seria o escolhido, e passou imediatamente a ser atacado pela grande imprensa esquerdista, que está bombardeando sua imagem e torcendo suas palavras envolvendo a agenda gay.
Marcos Feliciano
Entre os projetos de lei apresentados por ele, há um que institui o programa “Papai do Céu na Escola” na rede pública de ensino e outro que pretende suspender a decisão do Supremo Tribunal Federal que impôs sobre o Brasil a união homossexual como entidade familiar. Outro projeto de lei dele pune quem sacrifica animais em rituais religiosos, prática adotada pelo candomblé.
Feliciano afirma que a CDH hoje se tornou um lugar de defesa de “privilégios” para os ativistas homossexuais. De acordo com ele, 90% do tempo da última gestão da CDH foi dedicado a assuntos relacionados à agenda gay, deixando para trás a segurança e o bem-estar das crianças.
O pastor afirma que o Cristianismo lhe dá condições de fazer um bom trabalho à frente do CDH. “O Cristianismo foi a religião que mais sofreu até hoje na Terra”, disse ele.
A possibilidade de Feliciano assumir a presidência da CDH causou revolta no deputado Jean Wyllys (PSOL-SP), que afirmou ser “assustador” que o pastor assuma a CDH. “Ele é confessadamente homofóbico”, disse o supremacista gay.
Para a deputada Erika Kokay (PT-DF), ativista gayzista que foi ex-vice-presidente da CDH, a escolha do pastor marcaria uma fase “obscura” da CDH. Segundo a parlamentar, o comportamento cristão de Feliciano é uma violência “aos princípios básicos dos direitos humanos”.
Wyllys atacou o PT por ter entregado a CDH à bancada evangélica. “A gente já sabia dessa articulação dos evangélicos para tomar a comissão de direitos humanos. E o PT abriu mão deliberadamente, mesmo sabendo. É um problema grave que deve ser jogado nas costas do PT”, vociferou ele.
Kokay discorda que seu partido assuma o possível peso da nomeação de Feliciano. “Tem que se responsabilizar quem o colocou lá (na Câmara)”, afirmou ela, se referindo à população, que escolheu eleger o pastor.
É difícil saber, nesse ponto, qual é a intenção ou jogada do PT de largar mão da CDH e entregá-la “bondosamente” à influência da bancada evangélica. Mas esperemos — e oremos — para que Feliciano não faça jogos políticos com o governo que seu partido vergonhosamente apoia.
Que ele consiga se colocar acima das alianças políticas, espertezas, manobras e maquinações do PT, dos supremacistas homossexuais e até do próprio PSC.
Com informações do Estado de S. Paulo.
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