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8 de abr. de 2008

Circunstâncias, Determinismo Psíquico, Genes ou ... Escolha?

Martin Bobgan
"Então disse o homem: A mulher que me deste por esposa, ela me deu da árvore, e eu comi. Disse o Senhor Deus à mulher: Que é isso que fizeste? Respondeu a mulher: A serpente me enganou, e eu comi" (Gn 3.12-13).
No Jardim do Éden, Deus disse: "Adão!", Adão disse: "Eva" e Eva disse: "a serpente". Assim começou o costume de culpar os outros ("Não fui eu, Senhor"), esquivando-se da responsabilidade (foi alguém ou outra coisa) e fazendo o papel de vítima. O papel de vítima da humanidade ("não me acuse – eu não sou responsável") é um tema repetido continuamente na história humana. A humanidade parece ter um desejo férreo de culpar e transferir a responsabilidade a outros, fazendo o papel de vítima.
Determinismo Circunstancial
Quando Adão disse "Eva", ele estava transmitindo uma forma determinística de ver a vida. Ele estava dizendo que a única razão da violação do mandamento de Deus tinha sido a mulher. É possível ouvi-lo dizendo: "Se não fosse por essa mulher, eu não teria deixado de cumprir Seu mandamento." Adão se negou a assumir responsabilidade interior ("Eu o fiz") e, ao invés disso, atribui sua quebra do mandamento a um fator externo (Eva). Eva é acusada: "Ela é responsável por me tentar; eu sou a vítima. Se não fosse por Eva, eu nunca teria feito tal coisa." Tratava-se de determinismo baseado em razões externas, não em decisões interiores. Eva, por seu lado, acusou a serpente, transferindo a responsabilidade por aquilo que tinha feito, e também se colocou no papel de vítima.
O que vemos com Adão e Eva é um desejo de agradar a si mesmo e não a Deus, e uma resposta pecaminosa imediata para externalizar a culpa e a responsabilidade, fazendo o papel de vítima. "Sim", diria Adão, "eu o fiz, MAS fui forçado a fazê-lo. Naquelas circunstâncias, eu não tinha outra escolha." A era do determinismo circunstancial começou com nossos primeiros pais. As circunstâncias incluíam a disponibilidade da árvore e o encorajamento de Eva. Adão até poderia ter acrescentado: "Meu desejo de agradar à minha mulher me levou a fazê-lo."
Determinismo psíquico
Essa longa era de determinismo circunstancial continua até hoje. Entretanto, começando no século passado e prosseguindo até hoje, há um outro determinismo muito influente. Esse novo determinismo começou com o trabalho de Sigmund Freud. No livro "The Freudian Fallacy" ("A Falácia Freudiana"), E. M. Thornton escreveu:
Provavelmente nenhum outro indivíduo teve maior influência sobre o pensamento do século 20 do que Sigmund Freud. Suas obras influenciaram a psiquiatria, a antropologia, o serviço social, a penalística, a educação, e forneceram material praticamente sem limites para novelistas e dramaturgos. Freud criou "um clima de opiniões totalmente novo"; para o bem ou para o mal, ele mudou a face da sociedade. O vocabulário da psicanálise passou para a linguagem do dia-a-dia.[1]
Freud postulou que a razão porque pensamos da maneira como pensamos é que no início da vida (do nascimento até aos 5 anos) passamos pelo que ele chamou de fases psicossexuais de desenvolvimento. Em conseqüência, supostamente incorporamos nossa história humana inicial em nosso inconsciente. Freud ensinou que nossa infância então determina o que fazemos. A mesma coisa que aconteceu no Jardim do Éden, onde Adão e Eva transferiram a culpa, esquivaram-se da responsabilidade e se colocaram no papel de vítimas, dá-se também com o determinismo psíquico de Freud.
De acordo com Freud, a razão porque fazemos o que fazemos e pensamos o que pensamos é que somos psiquicamente determinados a fazê-lo. No sistema freudiano, culpo minhas fases iniciais de desenvolvimento psicossexual; eu não sou responsável, porque fui programado para agir e pensar pelas experiências iniciais da vida; e sou uma vítima dos resultados das minhas fases psicossexuais, que foram programadas em meu inconsciente.
Determinismo genético
Atualmente, entretanto, não estamos limitados às possibilidades de culpar o determinismo circunstancial e o determinismo psíquico. Um novo tipo de determinismo começou nesse século e sua popularidade tem crescido rapidamente durante os últimos dez anos. Trata-se do determinismo genético, biológico, orgânico. Enquanto as circunstâncias e o inconsciente foram os modos populares de transferir a culpa e a responsabilidade no passado, o determinismo genético, biológico e orgânico é o atual acusado dos atos e pensamentos.
Homossexualismo
Uma das melhores maneiras de examinar o determinismo genético é sua aplicação ao homossexualismo. Explicar o homossexualismo a partir do sistema freudiano de determinismo psíquico é bem diferente do que explicá-lo com base no determinismo genético. No determinismo psíquico, o homossexualismo seria relacionado a uma falha de se resolver o conflito edipiano. A explicação de Freud envolveria um pai supostamente passivo e uma mãe dominadora.
Agora analisemos o determinismo genético aplicado ao homossexualismo. A pergunta que temos que responder é: o homossexualismo é uma questão de determinismo genético? Em outras palavras, "algumas pessoas nasceram assim?"
Cérebros homossexuais
O ativista dos direitos dos gays e neurocientista Simon LeVay, do Salk Institute de La Jolla (Califórnia/EUA), provocou manchetes internacionais em 1991 ao declarar que uma certa área do cérebro tendia a ser menor em homens homossexuais do que em homens heterossexuais. Se bem que LeVay tem sido cauteloso em interpretar seus resultados, ele sugeriu que, tendo em vista que essa área específica do cérebro poderia ser intimamente relacionada com o comportamento sexual, ela poderia afetar a orientação sexual.[2]
LeVay autopsiou o cérebro de 19 homens homossexuais, de 16 homens heterossexuais e de 6 mulheres. A parte do cérebro que Simon LeVay informou ser menor em homens homossexuais, conhecida como o terceiro núcleo intersticial do hipotálamo anterior (INAH 3), é de tamanho mais próximo ao da área correspondente em cérebros de mulheres.[3]
Entretanto, essa pesquisa sobre o cérebro tem sido colocada em dúvida por diversas razões. Por exemplo, três dos homens homossexuais no estudo de LeVay tinham as áreas "INAH 3" tão grandes quanto as de homens heterossexuais, do mesmo modo como as de duas mulheres presumivelmente heterossexuais. Outro problema foi que todos os homens homossexuais e alguns dos homens heterossexuais do estudo tinham morrido de AIDS e ninguém conhece os efeitos reais da AIDS e das suas complicações sobre o tamanho e a forma do cérebro moribundo. Além disso, ninguém demonstrou uma relação entre a área "INAH 3" e o comportamento sexual em humanos. Ainda mais: somente os pacientes masculinos com AIDS no estudo de LeVay – e não os heterossexuais presumidos que morreram de outras causas – foram consultados sobre sua orientação sexual antes de morrerem.[4] Desse modo, os resultados são inconclusivos. O próprio LeVay diz:
Isso não provou que o homossexualismo é genético, nem que há uma causa genética para ser gay. Eu não mostrei que os homens gays "nasceram assim", que é o erro mais freqüente que as pessoas fazem ao interpretar meu trabalho. Eu também não localizei um centro gay no cérebro.[5]
Há muitos outros estudos examinando os fatores genéticos e biológicos relacionados com o homossexualismo. Nas conclusões, lemos palavras como: "parece haver", "é possível que" e "poderia ser que". Nada é conclusivo.
Um relatório recente no boletim da Escola de Medicina de Harvard afirma:
Se bem que a teoria de que a orientação sexual é inata tenha se tornado crescentemente popular, estudos genéticos e hormonais e observações da estrutura cerebral indicam que as evidências que apóiam essa teoria são muito fracas.[6]
Neuro-imagens (imagens do cérebro) e alterações cerebrais
Os cientistas estão agora fotografando e fazendo imagens detalhadas da estrutura, do metabolismo e da atividade elétrica do cérebro. Pesquisadores da UCLA, utilizando técnicas de neuro-imagens, concluíram que "terapias de alterações do comportamento produzem mudanças metabólicas funcionais no cérebro do mesmo modo que as terapias com drogas."[7]
Essas pesquisas são bastante preliminares, mas pense a respeito: se as terapias comportamentais podem alterar fisicamente as funções do cérebro em uma desordem mental específica (obsessiva, compulsiva), então é possível que nossos cérebros sejam alterados pelos nossos pensamentos e atos momentâneos. Se alguém segue o Espírito Santo ou segue a carne, o resultado pode ser alguma alteração cerebral. As autópsias de aidéticos feitas por LeVay podem ter meramente revelado um cérebro alterado pelo comportamento. Uma das razões porque o estudo de LeVay foi inconclusivo foi que ninguém sabe se o comportamento homossexual foi encorajado pela anormalidade do cérebro ou se ocorreu o inverso.
Genética e crime
Estamos definitivamente em uma era de determinismo genético. Sim, o determinismo circunstancial e o determinismo psíquico continuam por aí e até florescem. Entretanto, eles estão dando lugar a desculpas genéticas, biológicas e orgânicas para o comportamento.
Uma das áreas de pesquisa mais delicadas nos EUA é a que pretende relacionar a genética com o crime. Considera-se que os EUA são a nação mais violenta no mundo industrializado.[8] Havia grande preocupação de que a culpa iria recair sobre os americanos de origem africana, por causa do seu envolvimento desproporcional na criminalidade. Vinte milhões de dólares seriam gastos no estudo de anomalias bioquímicas relacionadas com comportamento agressivo. O furor provocado obrigou o então Secretário de Saúde e Serviços Humanos a renunciar. É politicamente correto relacionar genética e homossexualismo, mas politicamente incorreto relacionar genética, crime e raça.
A Biologia pode estar envolvida
Mesmo que a Biologia se mostre eventualmente implicada no homossexualismo, no crime e em outros comportamentos, não existe obrigação de seguir a Biologia. A noção de que o homossexualismo é uma orientação inescapável para alguns não tem apoio em pesquisas. Na verdade, a maior parte dos homens homossexuais mudaram sua preferência sexual (a mesma ou oposta) ao menos uma vez e 13% mudaram a orientação no mínimo 5 vezes.
A concupiscência dos olhos, a concupiscência da carne e a soberba da vida (veja 1 Jo 2.16) determinam todos os homens. A testosterona é um hormônio relacionado com o desejo sexual, mas ele nunca impõe ou obriga um homem a estuprar uma mulher. Do mesmo modo, os homens não são compelidos pela Biologia a assassinar, assaltar e violentar.
Os mandamentos e as maldições de Deus
Deus tanto prescreveu como proscreveu a área da sexualidade e das relações sexuais humanas. As conseqüências da desobediência têm sido desastrosas. A promiscuidade sexual em muitos países alcançou proporções epidêmicas. O "New York Times" informou: "mais de um quinto de todos os americanos, ou 56 milhões de pessoas, estão infectados com alguma doença sexualmente transmissível."[9]
Em um livro intitulado "The Catastrofe Ahead" ("A Catástrofe Adiante") os autores estabelecem três cenários sobre a disseminação do HIV no ano 2002. Eles crêem que, com alterações de comportamento modestas e sem solução médica significativa, haverá até 15 milhões de pessoas que terão sido afetadas pelo HIV. Outra projeção é de 34 milhões de pessoas no final desta década.[10] Estima-se que a epidemia poderá drenar mais de 500 bilhões de dólares da economia mundial.
As verdadeiras questões
A Palavra de Deus diz: "Mas todos nós somos como o imundo, e todas as nossas justiças como trapo da imundícia; todos nós murchamos como a folha, e as nossas iniqüidades como um vento nos arrebatam" (Is 64.6).
"pois todos pecaram e carecem da glória de Deus" (Rm 3.23).
"Portanto, assim como por um só homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado a morte, assim também a morte passou a todos os homens porque todos pecaram" (Rm 5.12).
"Ele vos deu vida, estando vós mortos nos vossos delitos e pecados, nos quais andastes outrora, segundo o curso deste mundo, segundo o príncipe da potestade do ar, do espírito que agora atua nos filhos da desobediência; entre os quais também todos nós andamos outrora, segundo as inclinações da nossa carne, fazendo a vontade da carne e dos pensamentos; e éramos por natureza filhos da ira, como também os demais" (Ef 2.1-3).
Enquanto o mundo procura desculpas através do determinismo circunstancial, psíquico e genético, ele ignora o que Deus disse sobre a raça humana: NASCIDA EM PECADO e PECAMINOSA POR NATUREZA. Sem a intervenção de Deus pela graça e Sua dádiva de nova vida, qualquer pessoa nascida neste mundo está determinada a ser um pecador. Isso é determinismo bíblico.
Determinismo bíblico – um pecador por natureza – permite que as pessoas ajam e até decidam de acordo com sua própria natureza. Entretanto, como cada aspecto dessa natureza está corrompido pela depravação, elas não podem agradar a Deus ou salvar a si mesmas. Porém, no âmbito da sua natureza, o homem toma decisões individuais e Deus o considera responsável por elas.
Deus chamou Adão, Adão culpou Eva, Eva culpou a serpente. E desde então, para escapar da verdade de Deus a respeito da depravação humana, os homens disseram:
1. "Não fui eu, foram as circunstâncias" ou
2. "Não fui eu, foi meu determinismo psíquico (foi culpa dos meus pais)" ou
3. "Não fui eu, foi minha genética (ou biologia, ou cérebro, ou hormônios, ou...)".
Deus, porém, nos considera responsáveis e nos diz o porquê em Romanos 1.21-25: "porquanto, tendo conhecimento de Deus não o glorificaram como Deus, nem lhe deram graças, antes se tornaram nulos em seus próprios raciocínios, obscurecendo-se-lhes o coração insensato. Inculcando-se por sábios, tornaram-se loucos, e mudaram a glória do Deus incorruptível em semelhança da imagem de homem corruptível, bem como de aves, quadrúpedes e répteis. Por isso Deus entregou tais homens à imundícia, pelas concupiscências de seus próprios corações, para desonrarem os seus corpos entre si; pois eles mudaram a verdade de Deus em mentira, adorando e servindo a criatura, em lugar do Criador, o qual é bendito eternamente. Amém."
O Senhor inspirou Paulo a escrever aos coríntios: "Ou não sabeis que os injustos não herdarão o reino de Deus? Não vos enganeis: nem impuros, nem idólatras, nem adúlteros, nem efeminados, nem sodomitas, nem ladrões, nem avarentos, nem bêbados, nem maldizentes, nem roubadores herdarão o reino de Deus. Tais fostes alguns de vós; mas vós vos lavastes, mas fostes santificados, mas fostes justificados, em o nome do Senhor Jesus Cristo e no Espírito do nosso Deus" (1 Co 6.9-11).
Conclusão
Em Gênesis 3.1, a serpente pergunta a Eva: "É assim que Deus disse...?" E não é isso que acontece atualmente? Vamos seguir a Deus ou à concupiscência da carne, à concupiscência dos olhos e à soberba da vida?
No livro "Gay Theology without Apology" ("Teologia Gay Sem Apologia") o autor diz: "Eu gostaria de sugerir que analisemos a Bíblia de forma menos apologética e mais crítica – que a analisemos não como uma autoridade da qual queremos aprovação, mas como um documento cujas falhas devem ser citadas."[11] Ao menos o autor compreende que a Bíblia condena o homossexualismo. Mas, ele deixou Deus e Sua Palavra para trás. Em contraste, um autor desconhecido escreveu:
A Bíblia contém a mente de Deus, o estado do homem, o caminho da salvação, a recompensa dos santos e o julgamento dos pecadores. Suas histórias são verdadeiras, suas doutrinas sagradas, seus preceitos determinantes. Ela contém luz para guiá-lo, alimento para sustentá-lo, conforto para animá-lo. Ela é o mapa do viajante, o cajado do peregrino, a bússola do piloto, a espada do soldado e o manual do cristão. A Bíblia é um rio de prazer, uma mina de riqueza, um paraíso de glória. Leia-a para ser sábio, creia nela para estar seguro e pratique-a para ser santo.
Quando o Espírito Santo convence um coração, nunca se ouve que tal pessoa faz acusações, se esquiva da responsabilidade ou se coloca no papel de vítima. Nunca se ouve: "Eu fui levado a pecar por causa do meu cérebro, da minha biologia ou do meu nascimento." O que se ouve é o clamor de um pecador, genuinamente convencido pelo Espírito Santo, que agora vê a Deus e clama: "Deus, sê propício a mim, pecador!" (Lc 18.13). (Martin Bobgan – PsychoHeresy Awareness Letter, volume 2, nº 3 – www.psychoheresy-aware.org)
Adaptado de uma palestra de Martin Bobgan na Escola de Teologia de Verão no Tabernáculo Metropolitano em Londres. Pouco tempo depois da palestra, o pastor, Dr. Peter Masters, enviou a seguinte observação ao autor: "Em uma carta intitulada "Genes em Extinção", o professor James Busvine diz: "Se, como se afirma, o homossexualismo tem base genética e tais indivíduos geralmente tem pouca ou nenhuma descendência, é bastante surpreendente que ele não tenha sido eliminado no decorrer da evolução"."[12]
Notas:
1. E. M. Thornton. The Freudian Fallacy (A Falácia Freudiana). Garden City: Doubleday & Company, 1984, p. ix.
2. American Health (Saúde Americana), março 1993, p. 72.
3. Ibid., p. 74.
4. Ibid., pp. 74-75.
5. David Nimmons, "Sex and the Brain" ("Sexo e o Cérebro"). Discover, março de 1994, p. 66.
6. William Byne e Bruce Parsons, "Biology and Human Sexual Orientation" ("Biologia e Orientação Sexual Humana"). The Harvard Mental Health Letter (Boletim de Saúde Mental da Universidade de Harvard), Vol. 10. Nº 8, fevereiro de 1994, p. 5.
7. "Behavior therapy may help alter some disorders in brain" ("É possível que a terapia comportamental ajude a alterar certas desordens no cérebro"), Santa Barbara News-Press (Noticiário de Santa Barbara), 16 de setembro de 1992, p. A-3.
8. Time, 19 abril de 1993.
9. "Sex-linked Diseases on Rise, Study Says" ("Estudo Afirma que as Moléstias Ligadas ao Sexo Estão Aumentando"), Santa Barbara News-Press, 1/4/93, p. A-3.
10. Santa Barbara News-Press, 13/6/93, p. A-12.
11. Gary D. Comstock. Gay Theology without Apology (Teologia Gay Sem Apologia). Cleveland: The Pilgrim Press, 1993, pp. 38-39.
12. James Busvine, "Fading Genes" ("Genes em Extinção"). London Daily Telegraph, 19 de julho de 1993.
Fonte: Chamada da Meia-Noite

6 de abr. de 2008

PL 122/06: mobilização contra restrição à liberdade religiosa

PL 122/06: mobilização contra restrição à liberdade religiosa
Tsuli NarimatsuJornalista da Portas Abertas
Com o fim do recesso parlamentar por conta das festas de fim de ano e do Carnaval, o Congresso Nacional começa a retomar os trabalhos que ficaram parados. Isso inclui o trâmite de votação do PLC 122/06, que está novamente prestes a ser apreciado pela Comissão de Direitos Humanos do Senado.
Faz parte da estratégia usada pelos senadores (e também por deputados e vereadores) a falta de transparência na agenda dos trabalhos legislativos – o que impede que o povo conheça com antecedência o que está para ser votado, e portanto, não consiga se mobilizar em tempo.
No dia 19/03/2008, o PLC 122/06 quase chegou a ser votado pela Comissão de Direitos Humanos do Senado. Mas a relatora Fátima Cleide (PT-RS) – que é uma das principais defensoras da aprovação da lei de homofobia tal como está – resolveu tirá-lo da pauta, provavelmente pela falta de quórum para a sua aprovação.
Corre à boca pequena que existiria um acordo para que um senador pedisse novamente vistas do processo, ou seja, um prazo maior para avaliação.
Ocorre que essa é uma ferramenta geralmente usada para ganhar tempo. Na prática, por causa da falta de transparência na agenda, o relator espera o dia mais apropriado, ou seja, que tenha mais senadores favoráveis ao projeto, para colocá-lo em votação.
Desse modo, diversas leis que interferem diretamente na vida dos cidadãos são aprovadas. E foi exatamente assim que o projeto foi aprovado na Câmara dos Deputados, em uma sessão esvaziada, quando a bancada evangélica estava ausente.
Muitos deputados à época não criam na aprovação de uma lei tão absurda que fere a liberdade de pregação da Bíblia Sagrada (leia mais), entre outros pontos. Mas o projeto chegou ao Senado e, se aprovado, dali seguirá direto para a sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que já se manifestou ser a favor.
É por esses motivos que conclamamos todos os cidadãos a se engajarem em uma ampla mobilização para exigir a participação maciça dos 36 senadores que integram a Comissão de Direitos Humanos nas reuniões que vão definir o futuro do projeto no Senado. Só assim poderemos garantir que manobras de última hora não sejam usadas por ativistas defensores do projeto.
Lembre-se: nossa liberdade religiosa, de interpretação e pregação – não apenas de trechos bíblicos como também do Alcorão e da Torá – podem sofrer um “cala boca”.
Se o PLC 122/06 for aprovado como está, você poderá assistir pastores, padres, rabinos e xeiques presos. A realidade da Igreja Perseguida pode se tornar a realidade da Igreja Brasileira. Sem contar que seremos obrigados a “contrabandear” Bíblias cujo original não foi censurado!
Clique aqui para saber o endereço e o telefone dos 36 senadores e ver uma sugestão de modelo de carta.
Entenda toda a polêmica e o risco que os brasileiros estão correndo por meio do PLC 122/06 e do PL 6418/2005 aqui!
Modelo de carta: "Senador, hora de voltar ao trabalho!"
Fonte: Missão Portas Abertas

4 de abr. de 2008

Gênero: o que é isso?

04 Abril 2008
(por trás dessa palavra esconde-se toda uma ideologia...)
Hoje em dia, muitas vezes a palavra “gênero” aparece em contextos onde esperávamos encontrar a palavra “sexo”. Em vez de se falar de diferença entre os sexos, fala-se de diferença entre os gêneros. Em vez de discriminação por causa de sexo, fala-se em discriminação por causa de gênero. As pessoas desavisadas podem achar que o termo “gênero” é inofensivo. Seria apenas um sinônimo de sexo. No entanto tal palavra esconde toda uma ideologia: a “ideologia de gênero”. Sobre este assunto, a Conferência Episcopal Peruana elaborou um documento “La ideología de género: sus peligros y sus alcances”[1], publicado em abril de 1998, cujo conteúdo pretendo resumir aqui. A chamada “perspectiva de gênero” resume-se nos seguintes princípios:
1. Não existe um homem natural nem uma mulher natural. O ente humano nasce sexualmente neutro. A sociedade é que constrói os papéis masculinos ou femininos. “Gêneros” são papéis socialmente construídos.
2. Não é a natureza, mas a sociedade que impõe à mulher e ao homem certos comportamentos e certas normas diferentes. Assim, se desde pequena a mulher brinca de boneca e casinha, isso não se deve a um instinto materno (que para as feministas de gênero não existe), mas simplesmente a uma convenção social. Se as mulheres casam-se com homens, e não com outras mulheres, isso não se deve a uma lei da natureza, mas uma construção da sociedade. Se os homens sentem-se na obrigação de trabalhar fora de casa para sustentar a família, enquanto as mulheres sentem necessidade de ficar junto aos filhos, nada disso é natural. São meros papéis, desempenhados por tradição, mas que poderiam perfeitamente ser trocados.
3. Tais idéias, que são meras construções sociais, servem para justificar o domínio da mulher pelo homem. Assim, a mulher, ingenuamente, “acredita” que seu lugar mais importante é o lar, que nasceu para se mãe, que deve sacrificar-se pelos filhos, que deve ser fiel ao marido... Tais “construções sociais” não têm fundamento, dizem as feministas. Assim, é preciso “desconstruir” tais idéias, conscientizando a mulher de que ela está sendo enganada e explorada.
4. Uma vez liberta de tais “construções sociais”, a mulher vê-se livre para construir a si mesma: pode livremente optar por ser lésbica, por não ser mãe ou por matar o filho concebido (ou, como se diz, “interromper a gravidez”). Tudo passa a ser permitido.
O marxismo: origem da ideologia de gênero
A ideologia de gênero, que causou enorme discussão na IV Conferência Mundial das Nações Unidas sobre a Mulher (Pequim, 1995), tem sua origem em Frederick Engels , amigo inseparável de Karl Marx. Em seu livro “A origem da família, da propriedade e do Estado” (1884), Engels dizia:
“O primeiro antagonismo de classes da história coincide com o desenvolvimento do antagonismo entre o homem e a mulher, unidos em matrimônio monógamo, e a primeira opressão de uma classe por outra, com a do sexo feminino pelo masculino”[2].
Segundo a doutrina marxista, não há conciliação possível entre as classes. Operários e patrões são necessariamente inimigos. Os operários não devem buscar melhorias para sua classe. Devem fazer uma revolução, que terá por fim acabar com as classes. Marx pregava uma tomada do poder pelo proletariado. Depois de algum tempo, o Estado iria desaparecer, não haveria mais classes sociais e tudo seria comum. Seria instaurado o comunismo.
Seguindo a mesma linha, o feminismo atual, com bases no marxismo, não deseja simplesmente melhorias para as mulheres. Deseja eliminar as “classes sexuais”. Diz a feminista radical Shulamith Firestone, em seu livro “The Dialectic of Sex” (A dialética do sexo):
“... assegurar a eliminação das classes sexuais requer que a classe subjugada (as mulheres) faça uma revolução e se apodere do controle da reprodução, que se restaure à mulher a propriedade sobre seus próprios corpos, como também o controle feminino da fertilidade humana, incluindo tanto as novas tecnologias como todas as instituições sociais de nascimento e cuidado de crianças. E assim como a meta final da revolução socialista era não só acabar com o privilégio da classe econômica, mas com a própria distinção entre classes econômicas, a meta definitiva da revolução feminista deve ser igualmente — à diferença do primeiro movimento feminista — não simplesmente acabar com o privilégio masculino, mas com a própria distinção de sexos: as diferenças genitais entre os seres humanos já não importariam culturalmente”.
As feministas de gênero, fiéis à visão marxista, dizem que toda desigualdade é injusta. Que o trabalho exercido pelo homem seja diferente do exercido pela mulher é simplesmente uma injustiça institucionalizada. É preciso acabar com ela. A respeito da mulher que opta por ficar em seu lar cuidando dos filhos, diz a feminista Christina Hoff Sommers:
“Pensamos que nenhuma mulher deveria ter esta opção. Não se deveria autorizar a nenhuma mulher ficar em casa para cuidar de seus filhos. A sociedade deve ser totalmente diferente. As mulheres não devem ter essa opção, porque se essa opção existe, demasiadas mulheres decidirão por ela”[3].
(Até aqui o resumo do documento da Conferência Episcopal Peruana)
Redefinição de família
O feminismo de gênero é inimigo frontal da família, lugar em que os papéis de cada sexo são “socialmente construídos”. Para abolir a família, é mais eficiente conservar seu nome e mudar o seu sentido. Família poderia significar não apenas a união perpétua entre um homem e uma mulher com seus filhos (como nós a conhecemos), mas também, por exemplo, a união de duas lésbicas e mais uma criança gerada por inseminação artificial; ou então dois homossexuais e um filho “adotivo”.
A recém-aprovada Lei 11.340, de 7 de agosto de 2006, conhecida como “Lei Maria da Penha”, redefine família como “a comunidade formada por indivíduos que são ou se consideram aparentados, unidos por laços naturais, por afinidade ou por vontade expressa” (art. 5°, II). E acrescenta: “As relações pessoais enunciadas neste artigo independem de orientação sexual” (art. 5°, parágrafo único). Essa lei, sancionada com o objetivo de coibir a violência contra a mulher, pretende ser o cumprimento da Convenção sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação contra as Mulheres (CEDAW), que o Brasil assinou em 1981 e ratificou em 1984. O texto da Convenção nada fala em favor do aborto ou do homossexualismo. Mas o Comitê internacional estabelecido para acompanhar o cumprimento da Convenção tem defendido abertamente tais idéias. Curioso é o texto em que o Comitê critica a Bielo-Rússia (também chamada Belarus) pela reintrodução do “Dia das Mães” e do “Prêmio das Mães”:
“Preocupa o Comitê a contínua prevalência dos estereótipos do papel de cada sexo e a reintrodução de símbolos como o ‘Dia das Mães’ e o ‘Prêmio das Mães’, que é visto como um encorajamento aos papéis tradicionais das mulheres. Preocupa também se a introdução da educação dos direitos humanos e de gênero, em oposição a tal estereotipação, está sendo efetivamente implementada.”[4]
Como se vê, a educação sob perspectiva de gênero é indicada pelo Comitê como remédio para a falta cometida pela Bielo-Rússia, de instituir um dia para valorizar a maternidade da mulher, que é apenas um “papel tradicional” a ser eliminado.
Homofobia
Se nada há de natural na complementação homem-mulher, os que criticam o homossexualismo devem ser punidos como “homofóbicos”. Pelo Projeto de Lei 5003-B, de 2001, aprovado pela Câmara em 23/11/2006, a prática de atos de homossexualidade deixa de ser vício e passa a ser direito humano. Essa proposição, que vai agora à apreciação pelo Senado, cria várias condutas consideradas crimes de “homofobia”. A punição para o reitor de um seminário que não admitir o ingresso de um aluno homossexual está prevista para 3 a 5 anos de reclusão (art. 5°)[5]. Aquele que ousar proibir ou impedir a prática de um ato obsceno (“manifestação de afetividade”) praticado em público por homossexuais receberá idêntica sanção penal (art. 7°). Interessante é como a palavra “gênero” aparece tantas vezes na proposta legislativa. Já em seu artigo 1°, ela diz que pretende definir “os crimes resultantes de discriminação ou preconceito de gênero, sexo, orientação sexual e identidade de gênero”.
É preocupante que a “perspectiva de gênero” esteja presente entre os propósitos do segundo governo Lula. À promoção do homossexualismo é dedicado um caderno de 14 páginas: “Lula presidente: construindo um Brasil sem homofobia: Programa Setorial Cidadania GLBT 2007 / 2010” . Sem o menor escrúpulo, o presidente se compromete a aprovar a “união civil entre pessoas do mesmo sexo, estendendo aos casais homossexuais os mesmos direitos que os casais heterossexuais possuem. Inclusive o reconhecimento e proteção de suas famílias, garantindo o direito à adoção” (p. 13).[6]
A doutrina cristã sobre a sexualidade
Homens e mulheres são diferentes, mas não são inimigos natos. Ao contrário, são mutuamente complementares. Um precisa do outro e completa-se no outro.[7] Porém, pela ideologia de gênero, esta visão cristã que vê em cada sexo uma vocação e missão específica é taxada de visão “sexista”. O “sexismo” e a “homofobia” são dois inimigos a serem combatidos por essa ideologia. Como se percebe, quem tem coragem para defender a doutrina cristã deve estar pronto para ser perseguido.
Pe. Luiz Carlos Lodi da CruzPresidente do Pró-Vida de Anápolis
[1] CONFERENCIA EPISCOPAL PERUANA. Comisión Episcopal de Apostolado Laical. Comisión ad–hoc de la mujer. La ideología de género: sus peligros y alcances. Lima, abr. 1998. Disponível em http://www.vidahumana.org/vidafam/iglesia/genero.html.
[2] ENGELS, Frederick , The Origin of the Family, Property and the State, International Publishers, New York , 1972, pp. 65-66.
[3] SOMMERS, Christina Hoff. Who Stole Feminism?, Simon & Shuster , New York , 1994, p.257.
[4] Concluding Observations of the Committee on the Elimination of Discrimination Against Women: Belarus . 31/01/2000, n. 361.
[5] Recusar, negar, impedir, preterir, prejudicar, retardar ou excluir, em qualquer sistema de seleção educacional, recrutamento ou promoção funcional ou profissional: Pena – reclusão de 3 (três) a 5 (cinco) anos.
[6] Disponível em:
[7] Cf. CONGREGAÇÃO PARA A DOUTRINA DA FÉ. Carta aos Bispos da Igreja Católica sobre a colaboração do homem e da mulher na Igreja e no mundo. 31 maio 2004.

Educação em Casa

Educação em Casa: Solução Oportuna para as Fracassadas Escolas Públicas Bill Fancher23 de novembro de 2005(AgapePress) — Uma campanha para dobrar o número de estudantes americanos na educação escolar em casa já decolou e está em plena movimentação. A resposta tem sido positiva. E. Roy Moore, o homem por trás do lançamento do projeto “Educando em Casa Família por Família”, crê que chegou o tempo certo de promover a educação em casa.“Nos EUA, o movimento de educação escolar em casa entre os evangélicos amadureceu”, diz Moore, “e chegou a hora de ir ao ataque e se envolver mais em objetivos evangelísticos em nossas apresentações”. Ele crê que a educação em casa com base na fé é uma opção cada vez mais atraente, principalmente porque a crescente influência homossexual nas escolas públicas e as políticas escolares que desrespeitam os pais na questão da educação sexual e do aborto estão aumentando o nível de preocupação de muitos pais hoje.Além disso, observa o defensor da educação em casa, os padrões fracos da educação, a engenharia social na sala de aula e as drogas e a violência nos locais das escolas levaram a um crescimento do movimento de educação escolar em casa nos anos recentes. Enquanto isso, ele aponta, a educação escolar em casa tem experimentado mudanças tremendas. No começo, esse movimento era visto com suspeita e ceticismo pelo governo e pelas autoridades da área da educação, mas o movimento cresceu tanto que agora tem a capacidade de realizar grandes convenções estaduais e feiras de currículos e até exercer influência nas assembléias legislativas em toda a nação americana.No passado, as famílias envolvidas na educação em casa eram rejeitadas pela sociedade, Moore afirma, “mas a maré mudou, e hoje são os cristãos que enviam os filhos à escola pública que estão na defensiva”. Agora são os pais que têm filhos nas escolas do governo, diz ele, que devem “dar explicações do motivo por que fazem tal coisa terrível”.A campanha Educando em Casa Família por Família está encorajando os educadores bem experientes da educação em casa a estender a mão de comunhão como conselheiros, ajudando outras famílias a lançar fora o medo a fim de explorar a opção da educação escolar em casa. O projeto incentiva os educadores experientes de educação em casa a ajudar pelo menos uma família novata por ano alcançando parentes e amigos e auxiliando-os enquanto eles dão seus primeiros passos na educação em casa — e além disso, à medida que surgem as oportunidades, partilhando o Evangelho com os pais que estão começando a dar a seus filhos educação escolar em casa.A educação escolar cristã em casa, afirma Moore, dá uma resposta aos pais e mães aflitos que estão procurando uma alternativa que respeite a fé e os valores da família, no lugar das escolas públicas que estão fracassando e se corrompendo cada vez mais. O diretor do projeto Educando em Casa Família por Família diz que ele espera ver milhões mais de crianças sendo educadas em casa durante os próximos cinco a sete anos, à medida que essa opção educacional cada vez mais popular demonstra ser “uma dos lugares mais claros de reavivamento e renovação de nossas famílias e igrejas em nossa nação”.Bill Fancher, colaborador regular de AgapePress, trabalha como jornalista de American Family Radio News.Traduzido e adaptado por Julio Severo

1 de abr. de 2008

O SEGREDO DO HOMOSSEXUALISMO - PARTE I

JORGE NILSON
Sabemos que a palavra homossexualismo ganhou muito vulto nesta última década em todo o mundo. No Brasil a mídia, os “intelectuais”, os livres pensadores, e até certos religiosos defendem essa pratica abertamente. Falar, discutir, apoiar, defender, se opor sobre essa pratica tem sido o passa tempo de muita gente. Qual o segredo? De tempos em tempos surgem temas polêmicos e controversos para serem discutidos calorosamente. Se recapitularmos os assuntos mais debatidos nas ultimas décadas, veremos que a situação vai se agravando a cada período. À proporção que o tempo passa, as trevas parecem que vai se tornando luz e chegamos até a pensar que toda a nossa vida foi de ilusão e perda de tempo. Defendemos valorosamente posições que hoje são tidas como dúbias. Certa vez alguém disse que toda a verdade é relativa. Imaginemos se os nossos antepassados ressurgissem hoje, certamente eles morreriam no mesmo instante, ao perceberem que à sua volta tudo está tão diferente da sua época.
Os ativistas homossexuais lutam desesperadamente para impor a sua vida pecaminosa e depravada a toda a humanidade. Lutam através da imprensa tendenciosa; lutam pela criação de leis direcionadas a seu favor. Através de novelas, filmes, seriados, programas de auditório, “debates”, comissões previamente escolhidas no Congresso Nacional pela libertação da sua causa; influenciam e pressionam a mídia a seu favor. São tantas as armas que o espaço não permite citá-las.
As leis mais absurdas estão sendo aprovadas em várias partes do mundo. Leis como o divórcio, o aborto, descriminalização das drogas, e agora mais recentemente o homossexualismo. Aos poucos vemos que um abismo chama outro abismo. O mundo está indo de mal a pior. Apodrecendo mesmo. Todas essas leis foram aprovadas com argumentos dos mais absurdos. Sobre o divórcio a justificativa era que as pessoas não são obrigadas a viver sem o mesmo sentimento do inicio do relacionamento. É melhor separar que viver em brigas constantes. O amor acabou e descobriu outro parceiro (a). “Invoca-se o divórcio como uma necessidade para ajudar as famílias e cônjuges que estão em crise e que não conseguem resolvê-la. Alega-se que será uma solução positiva para todos os envolvidos e que os possíveis problemas que possam originar-se dele se resolvem com o tempo” MujerNueva. Ainda segundo Mujer Nueva, Elementos que se invocam como causadores de divórcios:
Infidelidade (1) (2). Fatores sexuais: Erotização do ambiente. Problemas externos: econômicos (2). Falta de comunicação: (um dos fatores que condiciona isto é a tecnologia, que diminui a comunicação e a capacidade para estabelecer vínculos entre as pessoas) (2). Incompatibilidade de caráter ou imaturidade emocional (que origina falta de comunicação e violência física) (2) (4). Crença dos adultos de que o divórcio é melhor para toda a família do que viver com o matrimonio em crise. Desejo de "refazer" a vida. Pensar que para os filhos será algo superável. (4) (3)
Daí as separações se multiplicaram e devido ao seu grande número as leis foram sendo criadas e assim foi implantado o divórcio em muitas nações. Porém, quem ou que motivou esse aumento de separações? Foram muitas as justificativas que até no meio evangélico as circunstancias tem sido favoráveis a essa pratica. Biblicamente o divórcio é aceito em caso de infidelidade Mar.10:2-12“Então se aproximaram dele alguns fariseus e, para o experimentarem, lhe perguntaram: É lícito ao homem repudiar sua mulher? 3 Ele, porém, respondeu-lhes: Que vos ordenou Moisés? 4 Replicaram eles: Moisés permitiu escrever carta de divórcio, e repudiar a mulher. 5 Disse-lhes Jesus: Pela dureza dos vossos corações ele vos deixou escrito esse mandamento. 6 Mas desde o princípio da criação, Deus os fez homem e mulher. 7 Por isso deixará o homem a seu pai e a sua mãe, [e unir-se-á à sua mulher,] 8 e serão os dois uma só carne; assim já não são mais dois, mas uma só carne. 9 Porquanto o que Deus ajuntou, não o separe o homem. 10 Em casa os discípulos interrogaram-no de novo sobre isso. 11 Ao que lhes respondeu: Qualquer que repudiar sua mulher e casar com outra comete adultério contra ela; 12 e se ela repudiar seu marido e casar com outro, comete adultério”.
Em relação a liberação das drogas também se criaram um sem números de justificativas que até nos assombram. Com o titulo reprimir não resolve a revista Época (nº 333, 04/10/2004 – http://www.epoca.com.br/) publicou uma entrevista com a psicoterapeuta Mônica Gorgulho, Diretora da Associação Internacional de Redução de Danos (International Harm Reduction Association - IHRA) e ex-Presidente da Rede Brasileira de Redução de Danos (REDUC). “Nesta entrevista ela defendeu a idéia de que repressão não funciona para reduzir os problemas de abuso de drogas e suas conseqüências sociais, (grifo nosso) e apoiou programas governamentais para estimular “o uso seguro dessas substâncias”, políticas já seguidas pelo governo brasileiro nos últimos anos. “O Brasil é o único País da América Latina que adotou a redução de risco como política oficial”. As políticas “repressivas” do passado foram paulatinamente substituídas por outras nas quais predominam as distribuições de seringas, cachimbos para uso de crack e camisinhas, “numa atitude mais compreensiva com relação aos usuários de drogas”. A razão aparente é protegê-los da AIDS e da Hepatite tipo C”. © 2004 MidiaSemMascara.org.
Ainda, segundo este artigo, “As antigas políticas repressivas foram identificadas pela entrevistada, bem assim como por todas as instituições e fundações internacionais ligadas às práticas da redução de risco, como oriundas de duas fontes. Em primeiro lugar, os usuários de drogas eram vistos como criminosos e submetidos a sentenças judiciais severas, inclusive prisão; em segundo lugar, e ela não vê nenhuma diferença entre elas, eram diagnosticados como doentes mentais e “submetidos” a tratamentos médicos. Dentro desta nova visão baseada em “estratégias mais avançadas”, eles passam a ser vistos como “cidadãos com seus direitos, que podem ou não cometer crimes e ter ou não alguma perturbação mental”. No entanto, ela repetiu diversas vezes, “redução de risco não significa legalização de drogas ilegais”. Mas para onde estas práticas apontam? Se não é para a legalização é pior ainda, pois sugeririam aos governos agirem contra a lei! Sugerem ao Executivo desprezar as leis aprovadas pelo Legislativo e reforçadas pelo Judiciário! Em minha opinião a intenção é criar um fait accompli que tornará impossível a não aprovação de novas leis que legalizem as drogas”.
É claro que concordo que “a civilização convive com as drogas desde o início” e de que é pouco provável que no futuro possa existir “um mundo sem drogas”, porém isso a meu ver não parece justificativas para a liberação do uso das drogas. Não é porque a civilização sempre usou drogas que devemos liberá-las. Outrossim, deveríamos liberar também a corrupção, pois sempre os governos na sua vasta maioria foram e são corruptos. E o que dizer da violência? Vamos liberar somente porque também as civilizações praticaram?
No Brasil é grande o lobby para a descriminalização das drogas e usam dentre vários motivos a débil força dos governos de controlar e punir os traficantes. Cerca de 45000 homicídios por ano ocorrem no Brasil, e destes somente cerca de 5% são esclarecidos e punidos na sua integra só 3%. Vamos então liberar o assassinato por não podermos evitar e punir os criminosos? Que coisa ridícula.
O aborto
“O aborto é a morte de um menino ou menina no ventre de sua mãe produzida durante qualquer momento da etapa que vai desde a fecundação (união do óvulo com o espermatozóide) até o momento prévio ao nascimento. Fala-se de aborto espontâneo quando a morte é produto de alguma anomalia ou disfunção não prevista nem desejada pela mãe; e de aborto provocado (que é o que se entende quando falamos simplesmente aborto) quando a morte do bebê é procurada de qualquer maneira: doméstica, química ou cirúrgica. Os defensores do aborto procuraram cobrir sua natureza criminal mediante terminologia confusa ou evasiva, ocultando o assassinato com jargão como "interrupção da gravidez" ou sob conceitos como "direito de decidir" ou "direito à saúde reprodutiva". Nenhum destes artifícios da linguagem, entretanto, podem ocultar o fato de que o aborto é um infanticídio”. Prof. Humberto L. Vieira (Portal Aci Digital).
Desde a década de setenta há discussões sobre a legalização do aborto. No Congresso Nacional há vários projetos leis que descriminaliza o aborto com o nome sugestivo de “interrupção de gravidez”. Há também projetos que legaliza a educação sexual infanto-juvenil, legalização da esterilização e da união civil de pessoas do mesmo sexo.
O Prof. Humberto L. Vieira - Presidente da Associação Nacional Pró-Vida e Pró-Família - faz perguntas que nos deixam com uma grande interrogação na cabeça: “Atualmente tramitam na Câmara dos Deputados 9 projetos para legalização do aborto nas diversas situações, desde para as crianças com má formação fetal até o aborto a pedido em qualquer caso e um projeto de legalização da união civil de pessoas do mesmo sexo (casamento “gay”). Mas o que motivou essa enxurrada de projetos antivida e antifamília? Quem são seus autores? Quais interesses movem essas tomadas de iniciativas contrárias à vida? Que partidos se destacam na apresentação e na aprovação desses projetos nas várias comissões técnicas do Legislativo?”. E em resposta eles nos fornecem alguns aspectos que nos preocupam:
O aspecto político: Para compreendermos os mecanismos e estratégias estabelecidas para a legalização do aborto, da esterilização, do casamento “gay”, da obrigatoriedade da educação sexual nas escolas etc é necessário conhecer um documento “Confidencial” produzido pelo Conselho de Segurança dos Estados Unidos, liberado em 1989. Esse documento foi intitulado de “Implicações do Crescimento da População Mundial para a Segurança e os Interesses Externos dos EE. UU”, classificado como NSSM 200, também conhecido por “Relatório Kissinger” por ter sido assinado pelo Sr. Henry Kissinger, quando Secretário de Estado. Esse documento foi enviado a todas as embaixadas norte-americanas do mundo por aquele Secretário de Estado.
Segundo o professor consta neste documento, “Implicações do Crescimento da População Mundial para a Segurança e os Interesses Externos dos EE. UU”, os seguintes argumentos (o n° da página de cada citação aparece entre parênteses) (citarei vários em partes ou em todo para ganharmos espaço): “o crescimento da população mundial, notadamente dos países em desenvolvimento, colocava em perigo o acesso dos EUA aos minerais e, portanto, ameaçava a segurança política e econômica americana. A solução aventada foi o controle em massa da população, notadamente nos países que representavam maiores ameaças – países chaves . Esses países relacionados naquele documento são 13 entre os quais o Brasil”, “A localização de reservas conhecidas de minérios de alta qualidade e principalmente de minerais favorece a crescente dependência de importação dos países menos desenvolvidos para todas as regiões industrializadas”(37), “... Ainda que a pressão popular obviamente não seja o único fator envolvido, esses tipos de transtornos são mais difíceis de acontecer sob condições de baixo ou nenhum crescimento populacional.” (37-38), “Deve-se dar prioridade no programa geral de assistência às políticas seletivas de desenvolvimento nos setores que ofereçam a maior perspectiva de motivar mais as pessoas a querer famílias menores” (17), “... uma política de população se torna importante para o suprimento de recursos e para os interesses econômicos dos Estados Unidos” (43),”... Os EUA podem ajudar a diminuir as acusações de um movimento imperialista, por trás de seu apoio aos programas populacionais, declarando reiteradamente que tal apoio vem da preocupação com:
o direito de cada casal determinar livremente e de maneira responsável o número e o espaçamento de seus filhos e o direito de eles terem informações, educação e meios para realizar isso; e b) o desenvolvimento social e econômico fundamental dos países pobres” (115), “Finalmente, o fornecimento integrado de planejamento familiar e serviços de saúde de forma ampla ajudaria os EUA a se defenderem da acusação ideológica de que os EUA estão mais interessados em conter a população nos países menos desenvolvidos do que em seu futuro e bem-estar... a contribuição dos EUA para os programas de desenvolvimento e os programas de saúde está constantemente diminuindo, ao passo que o financiamento de programas de controle de população tem aumentado consideravelmente” (177), “...“Talvez haja a necessidade de lançar programas obrigatórios e precisamos considerar essas possibilidades já” (118), ”Alguns experimentos controversos, mas admiravelmente bem-sucedidos, [foram feitos] na Índia, em que incentivos financeiros juntamente com outros dispositivos de motivação foram usados para convencer multidões de homens a aceitar a vasectomia” (138). “nenhum país já reduziu o crescimento de sua população sem recorrer ao aborto” (182).
Mais trechos do NSSM 200 podem ser encontrados em: http://www.providafamilia.org/, site “Controle de População”.
Como vimos nenhuma destas ações (aborto, descriminalização das drogas, homossexualismo, são ações voluntárias da população. Criam-se dificuldades para vender facilidades. Na realidade a população é manipulada É claro que há principalmente o distanciamento dos princípios bíblicos.
Fala-se muito sobre o direito das mulheres e pouco ou quase nada sobre os direitos das crianças. Chamam-nas simplesmente de fetos. Dizem ainda que a mulher é quem deve decidir sobre o seu corpo porém, ela deve decidir sobre o seu corpo e não sobre o corpo da criança. As feministas com suas várias ONGs, assessoram, manipulam e dão total apoio aos parlamentares para defenderem a sua causa: matar as crianças.
Ainda segundo o professor Humberto L. Vieira “O CFÊMEA exerce um forte lobby no Congresso Nacional no sentido de apresentar projetos, colocá-los em pauta de votação, realizam seminários, workshops, encontros etc, além de assessorar parlamentares na elaboração de projetos, apresentação de emendas e pronunciamentos. Além do CFÊMEA outras organizações feministas trabalham para a modificação da legislação brasileira no sentido de atender às propostas dos grupos de controle de população”. Há partidos que nunca apresentam projetos que sejam em defesa da vida e da família. Usam argumentos como o “direito do cidadão” e “direitos da mulher”.
Homossexualismo
Com o argumento de que os homossexuais são vitimas de violência, o presidente do Grupo Gay da Bahia Luiz Mott em sua crônica pró-homossexualismo disse que “Nosso país - que ostenta a fama internacional de ser umas das partes do mundo onde os gays e lésbicas são mais visíveis e socialmente aceitos - esconde uma desconcertante realidade: é o campeão mundial em assassinatos de homossexuais. Nos Estados Unidos, com cem milhões de habitantes a mais que nosso país, entre 1992-1994, foram registrados 151 assassinatos de homossexuais, enquanto no Brasil, no mesmo período, foram 180 os gays e lésbicas vítimas de crimes de ódio. Tal número deve ser ainda muito maior, dada a precariedade de nossas estatísticas criminais”.(The New York Times, 21-12-94, "Survey details gay slayings around USA").
Utilizando de reportagens de jornais em que alguns desvairados e irresponsáveis falam sobre pena de morte aos homossexuais, defende veementemente a prisão não só dos que odeiam os homossexuais a ponto de desejarem sua morte mas, também daqueles que amam os homossexuais porém, rejeitam o homossexualismo. Segundo ele a família, a escola, os órgãos governamentais, a mídia, são os responsáveis pela discriminação e do preconceito aos homossexuais. Para ele todos devem ser processados e presos somente por ser contrários ao homossexualismo. Os órgãos governamentais já se converteram ao homossexualismo; a escola também; a mídia já é uma forte defensora e incentivadora; quanto a família, muitos são os jovens que tem se enveredado por este caminho de perversidade. Agora só restam os evangélicos e a Igreja Católica. A Igreja Católica na teoria é contra, na prática, nem tanto.
A revista Veja, do dia 21 de março de 2001, publicou matéria de capa sobre o comportamento sexual do brasileiro. ”Há uma peculiaridade brasileira que aumenta a preocupação dos especialistas: a erotização do cotidiano... Trata-se de um fenômeno relativamente recente, que nasceu há cerca de quinze anos, com o fim da censura imposta pelo regime militar. Desde então, ele vem assumindo proporções impressionantes. De comercial de sandálias a concursos de programas de auditório, de revistas para adolescentes a letras de música, quase todos os produtos dirigidos ao grande público são marcados por alusões maliciosas ou por situações mais explícitas... Essa intensa erotização atinge em cheio a infância, despertando antes da hora o interesse pelo sexo.”
Como vimos há manipulação nos meios de comunicação em massa. E isto reflete no comportamento da sociedade.

(1) Citando al dr Ramón Florenzano, psiquiatra y profesor de psiquiatria de varias universidades. Fue Profesor invitado en las universidades de Stanford y Georgetown. En revista COSAS de Chile, 21 de septiembre de 2001. (2) Eugenia Weinstein, psicóloga, coautora de "La sexualidad secreta de las mujeres". En revista COSAS de Chile, 21 de septiembre de 2001.(3) Patrick Fagan. "Consecuencias del divorcio en Estados Unidos". Conferencia en la Universidad Finis Terrae de Santiago de Chile, colaboración en Corriente de Opinión nº 50 (www.chileunido.cl )
Vamos nos prender um pouco sobre o movimento gay.
Primeiro veio a liberação sexual das mulheres, e daí foi o ponto de partida para a liberação sexual do homossexualismo. É como disse o rei Davi “um abismo chama outro abismo”. No começo da militância gay eles queriam apenas respeito. Depois veio o direito de casar com pessoas do mesmo sexo. Agora adoção de crianças. Criminalizar quem expor suas opiniões contra o homossexualismo. Depois virá aqui no Brasil o direito de ter sexo entre adultos e crianças. Depois o direito de haver várias crianças como seus parceiros sexuais, seja homo ou hetero. Certamente virá o direito de ter relações com animais, com os pais, irmãos, tios, avôs e todo tipo de perversão sexual. Na não limites para o desejo abominável do homossexualismo. Baseado no falso estudo de um certo Dr. Kinsey, eles propagandeiam a pratica homossexual como normal.
Ai esta o segredo do homossexualismo: a liberalização de todas as praticas de sexo; pederastia, pedofilia, sexo com parentes, sejam eles pais, tios, irmãos. E por fim a liberação oficial de sexo com animais. Certamente vão criar em todas as esferas do governo cotas para homossexuais. Obrigaram as empresas e igrejas aceitarem os homossexuais em seus recintos. Já estão reinterpretando a Bíblia favorecendo o homossexualismo.
Com efeito, pelos últimos quinze anos a comunidade homossexual e seus aliados acadêmicos têm publicado uma grande quantidade de artigos afirmando que sexo com crianças não é prejudicial às crianças, mas, como declararam em um jornal homossexual, "constituem um aspecto da vida gay e lésbica.” [1][28]Na realidade o que os ativistas gays defendem não é impopular e sim irracional. o Journal of Homosexuality é o mais importante jornal acadêmico da alta cúpula do mundo homossexual e ainda publicou duas edições especiais intituladas Male Intergenerational Intimacy, contendo dúzias de artigos retratando sexo entre homens e garotos menores como amantes de relacionamentos. Um artigo expressa que os pais deveriam conceber que o pedófilo ama seu filho "não como um rival ou competidor, não como um ladrão de sua propriedade, mas como um parceiro na criação do garoto, alguém para ser bem vindo no interior de suas casas."[2][29] O principal jornal homossexual de San Francisco, The Sentinel, incisivamente expressou as idéias do autor, "O amor entre homens e garotos é o fundamento da homossexualidade."[3][31] Em 1995, a revista homossexual magazine Guide declarou:
“Nós podemos nos orgulhar de que o movimento gay tem se familiarizado a poucas vozes que tem tido a coragem de dizer em alto e bom som que crianças são naturalmente sexuais, que elas merecem o direito de expressão sexual com quem elas escolherem. . . . Nós devemos ouvir nossos profetas. Em vez de temermos ser rotulados de pedófilos, nós devemos orgulhosamente proclamar que sexo é bom, incluindo a sexualidade de crianças. . . . Nós devemos fazer isso por causa das crianças” .[4][32]
Sem dúvida, o Guia está dizendo que gays devem molestar crianças por sua própria causa!
Porém, deve ser notado que homossexuais totalizam apenas 2% da população. Isso significa que estatisticamente um molestador de crianças é dez a vinte vezes mais provável ser homossexual do que heterossexual. Em outras palavras, assédios heterossexuais são proporcionalmente uma fração comparados aos assédios homossexuais. Estudos mais recentes confirmam essa estatística. Em 2000, os Archives of Sexual Behavior publicaram um artigo de sete investigadores sexuais concluindo que ‘‘em torno de 25-40% dos homens são atraídos por crianças, de preferência garotos. Dessa forma, a percentagem de atração homossexual é 6 a 20 vezes maior entre pedófilos."[5][48]
Repito: O que os homossexuais pretendem na verdade, ainda que levemente exposto na mídia, pois só nos sites, revistas, encontros, paradas, e programas gays, é a liberação de sexo com as crianças e também com animais. Sexo entre parentes de 1º grau.
Parece absurdo, porém o projeto de lei que tramita no Senado Federal pede a prisão de pessoas e entidades, que tão somente opinem contra a relação homossexual. Eles logo vão exigir sexo em locais público. Cotas para homossexuais em universidades. Percentagens de funcionários gays em empresas públicas e privadas. Muitas outras práticas impuras e desprezíveis surgirão como "direitos". Conforme um recente estudo do CDC "que abalou a população homossexual, ao descobrir que embora os HSH sejam apenas um a dois por cento da população geral, eles são responsáveis por 64 por cento de todos os casos da epidemia de sífilis. E Matt Foreman, ex-diretor executivo da Força Tarefa Nacional de Gays e Lésbicas, abalou mais ainda seus camaradas ativistas gays ao confessar: “O HIV é uma Doença Gay”. (Fonte: Matt BarberCNSNews.com), as doenças sexualmente transmissíveis crescerão geometricamente. As consequencias serão as mais terríveis possíveis.
Se Deus não poupou Sodoma e Gomorra, certamente não poupará a geração atual.





Comparação

Olavo de CarvalhoDiário do Comércio (editorial)
Já fazia um ano que a revista Newsmax havia descoberto a ligação perigosa de Barack Obama com o pastor racista e pró-comunista Jeremiah A. Wright, Jr., quando a mídia chique por fim resolveu, timidamente, perguntar algo a respeito ao queridinho e intocável pré-candidato democrata. Daí por diante foi vexame atrás de vexame. Obama primeiro negou que conhecia as idéias do pastor, mas logo veio a prova de que sabia de tudo. Depois tentou embelezar a imagem do sujeito, mas os vídeos da pregação histericamente esquerdista e anti-americana começaram a circular pelo país inteiro. Por fim, todo mundo se deu conta de que a apresentadora Oprah Winfrey , a mais popular aliada de Obama, já havia prudentemente se afastado do pastor desde 2007, prevendo encrenca.
É uma mancha de batom na cuéca, como diria o falecido dr. Ulysses Guimarães. Não tem explicação que convença. A candidatura Obama despencou ruidosamente nas preferências do eleitorado democrata, e parece não haver guindaste que possa levantá-la. O comentarista de TV Sean Hannity, um dos que mais vigorosamente denunciaram a farsa, recebe diariamente centenas de mensagens de eleitores democratas agradecendo o aviso que os salvou do erro.
O que todos se perguntam agora, o que se discute acaloradamente na TV e no rádio é o papel feio a que tantos órgãos de mídia se prestaram, ocultando por meses a fio a história comprometedora para não manchar a reputação de seu candidato preferido. Mais do que com Obama, o público está furioso com o New York Times , a CNN, a CBS e, em geral, todo o presunçoso establishment jornalístico.
Ninguém ignora que, se o eleitorado americano costumeiramente se divide meio a meio entre democratas e republicanos, a proporção destes últimos na classe jornalística é de quinze por cento para menos – um abismo de diferença entre o público e a elite supostamente “formadora de opinião”.
O episódio Obama-Wright teve o mérito de fazer com que a consciência desse desequilíbrio ameaçador extravasasse em protestos gerais, mostrando que, com a credibilidade de Barack Obama, caiu também a da “grande mídia”, mais até do que já vinha caindo fazia mais de uma década.
Agora comparem isso com o que acontece no Brasil.
(1) Conservadores em sentido estrito inexistem nas redações. Na melhor das hipóteses há meia dúzia de socialdemocratas, que representam o máximo de direitismo permitido nesse ambiente seletíssimo, e são vistos por seus colegas como tipos anormais, tolerados apenas por formalismo jurídico.
(2) O que se ocultou na mídia brasileira não foi uma amizade espúria de um pré-candidato, mas a colaboração explícita e constante de um partido inteiro e de um presidente da República com dezenas de organizações comunistas, algumas delas envolvidas diretamente em atividades criminosas, especialmente narcotráfico e seqüestros.
(3) Esse escândalo dos escândalos não foi encoberto durante alguns meses, mas ao longo de pelo menos dezesseis anos.
(4) A grande mídia não se limitou a esconder os fatos, mas com freqüência se empenhou em negá-los explicitamente, até que o assunto se tornou objeto de atenção internacional e o muro de silêncio ruiu por si, de podre, de velho, de insustentável.
(5) O público, até agora, não deu o menor sinal de indignação ou revolta por ter sido enganado ao longo de tanto tempo. Chefes de redação, colunistas, repórteres soi disant investigativos, analistas políticos que, nos EUA, estariam totalmente desmoralizados -- isto se não perdessem seus empregos nem sofressem processos judiciais --, continuam firmes nos seus postos, respeitadíssimos, bem remunerados, falando com a mesma voz de autoridade com que ludibriaram o povo durante mais de uma década e meia.
Evidentemente, esse povo já não tem mais a noção do que é imprensa livre, já nem faz mais idéia do que é o direito à informação, já se acostumou a pagar para que o enganem, já perdeu totalmente o senso da própria honra, já acha normal e justo que o façam de palhaço.
Fonte: Olavo de Carvalho

30 de mar. de 2008

Ativistas gays arriscam nossa vida - e somos obrigados a tolerar

Matt Barber
CNSNews.com
A ciência moderna às vezes serve para confirmar verdades eternas da Bíblia (não que a verdade objetiva precise de confirmação). Romanos 6:23 contém duas verdades nesse sentido, mostrando-nos o outro lado de uma preciosa moeda e oferecendo-nos tanto uma advertência nua e crua quanto uma promessa eterna: “Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna, por Cristo Jesus nosso Senhor”.
Vezes sem conta lançamos essa moeda, apostando nossos melhores interesses na cara ou coroa. Todos nós pecamos, mas pelo fato de que Cristo voluntariamente pagou a pena — sofrendo morte na cruz em nosso lugar — somos redimidos. Precisamos apenas crer nele, e o dom da vida eternal é nosso. Podemos confessar nossos pecados, nos arrepender (o que inclui nos esforçar para não repetir esses pecados) e seguir em frente.
No entanto, há gente que, em vez do lado polido da moeda, prefere o lado manchado. Com coração altivo e “orgulho” cínico, eles deliberadamente escolhem o pecado, em vez de Cristo; a morte, em vez da vida.
É uma verdade que todos vêem e a própria ciência médica a sustenta, mas a Palavra de Deus vai mais além ao nos fazer recordar que tanto no Antigo quanto no Novo Testamento aqueles que escolhem se envolver na conduta homossexual fazem essa opção correndo riscos deliberados.
Considere Romanos 1:26-27 (NVI), que um candidato presidencial esquerdista recentemente mencionou como uma “passagem obscura em Romanos”: “Por causa disso Deus os entregou a paixões vergonhosas. Até suas mulheres trocaram suas relações sexuais naturais por outras, contrárias à natureza. Da mesma forma, os homens também abandonaram as relações naturais com as mulheres e se inflamaram de paixão uns pelos outros. Começaram a cometer atos indecentes, homens com homens, e receberam em si mesmos o castigo merecido pela sua perversão”.
É triste quando as pessoas cedem a tentações sexuais descontroladas que podem literalmente matá-las espiritualmente, emocionalmente e fisicamente. Ninguém com algum sentimento de compaixão sente prazer em ver os outros “receberem em si mesmos o castigo merecido pela sua perversão”. Mas uma das conseqüências do livre arbítrio é viver (ou morrer) com as escolhas que fizemos.
Entretanto, o assunto é totalmente diferente quando condutas depravadas colocam os outros em risco. Isso não deveria — e não deve — ser “tolerado”.
Os atuais regulamentos sanitários dos EUA proíbem homens que têm sexo com homens (HSH) de doar sangue. Estudos realizados pela Vigilância Sanitária (CDC e FDA) confirmam categoricamente que se os HSH tivessem permissão de doar sangue, a população geral seria colocada em risco.
De acordo com o FDA, os HSH “têm uma preponderância de ter o HIV 60 vezes mais elevada do que a população geral, 800 vezes mais elevada do que os doadores de sangue iniciantes e 8.000 vezes mais elevada do que freqüentes doadores de sangue. [Os HSH] também têm risco mais elevado de ter outras infecções que podem ser transmitidas a outros mediante transfusão de sangue. Por exemplo, a infecção com o vírus da Hepatite B é até 6 vezes mais comum, e as infecções do vírus da Hepatite C são até 2 vezes mais comum em [HSH] do que na população geral”, de acordo com o FDA.
Um recente estudo do CDC abalou a população homossexual ao descobrir que embora os HSH sejam apenas um a dois por cento da população geral, eles são responsáveis por 64 por cento de todos os casos da epidemia de sífilis.
E Matt Foreman, ex-diretor executivo da Força Tarefa Nacional de Gays e Lésbicas, abalou mais ainda seus camaradas ativistas gays ao confessar: “O HIV é uma Doença Gay”.
Embora os riscos se estendam muito além da infecção potencial do HIV, o FDA comenta: “Todo o sangue doado é testado para se descobrir a presença do HIV, mas se o sistema imunológico do doador não tiver produzido uma quantidade testável de anticorpos, o vírus pode passar sem ser detectado”. Isso representaria um “risco absolutamente maior para as pessoas que recebem transfusões de sangue, se houver uma mudança nas leis”.
Mas arriscar vidas é ao que tudo indica algo que preocupa muito pouco os ativistas homossexuais radicais, como Joe Solmonese, presidente da tão chamada “Campanha de Direitos Humanos” (CDH), o maior e mais radical grupo homossexual de pressão política dos EUA.
Solmonese recentemente colocou interesses políticos acima da ciência, declarando falsamente que essa precaução prudente de saúde pública é “discriminatória”. Ele exigiu a eliminação da proibição, alegando de forma extremamente irresponsável: “Não há argumento médico ou científico para sustentar essa política discriminatória”.
À luz dos dados médicos irrefutáveis, a exigência de Solmonese não é só negligente, mas incrivelmente perigosa. Infelizmente, seus colegas extremistas também fazem a mesma exigência.
Na África do Sul, militantes homossexuais fazem “manifestações de protesto” deliberadamente e secretamente violando a proibição dessa nação, tencionando inundar os bancos de sangue com 70.000 unidades. Quem é que sabe agora quanto sangue foi contaminado ou quantas pessoas inocentes foram infectadas? Isso não é forma de protestar. Isso é agir com violência.
Recentemente, a deputada estadual Sally Kern, de Oklahoma, foi cruelmente atacada e brutalmente difamada, até mesmo recebendo ameaças de morte, por dizer publicamente que “a agenda homossexual está destruindo a nação”. Ela foi ao ponto de dizer que, em sua opinião, as condutas homossexuais e o ativismo gay representam uma ameaça maior do que o terrorismo.
Pessoas inteligentes conseguem debater essa opinião, mas as ações dos ativistas gays da África do Sul dão um exemplo entre muitos que pareceriam ilustrar o que ela quis dizer. Deliberadamente e dissimuladamente desobedecer a legítimos regulamentos de saúde e segurança — com muita probabilidade contaminando o abastecimento de sangue e infectando incontável número de pessoas inocentes — parece bastante como terrorismo para mim.
Sally Kern não precisa se preocupar, pois sua declaração é bem confirmada, mas Joe Solmonese terá muita dificuldade para defender que não há perigo os homossexuais doarem sangue. Com seu erro estúpido, ele prejudicou seriamente sua própria credibilidade e provocou um tremendo atraso no movimento radical que ele lidera (o que em si é realmente algo muito bom).
É falta de consciência que ele queira colocar uma agenda política enganosa e perigosa acima da saúde e bem-estar de homens, mulheres e crianças. Os ativistas homossexuais que desonestamente clamam por “direitos iguais” deveriam colocar acima de suas próprias ambições egoístas os “direitos” dos outros que são saudáveis.
Não se deve ignorar — nem se deve eliminar — importantes regulamentos de saúde simplesmente para promover alguma noção torcida de “tolerância” e “diversidade” ou de modo que uma minoria pequena de pessoas possa se sentir melhor acerca das escolhas de estilo anormal de vida que fizeram.
Os usuários de drogas injetáveis também são proibidos de doar sangue, mas ninguém em sã consciência exigiria que os viciados tivessem permissão de doar. Não é por causa de quem eles são; é por causa do que eles fazem. Os estudos acima mencionados, e muitos outros como eles, provam que, como no caso do uso de drogas injetáveis, a sodomia anal homem com homem é uma conduta de risco extremamente elevado.
Como eu já disse muitas vezes, condutas anormais geram conseqüências naturais. Lamentavelmente, doenças infecciosas prejudiciais e muitas vezes mortais podem ser exatamente uma dessas conseqüências.
Traduzido e adaptado por Julio Severo: www.juliosevero.com; www.juliosevero.com.br
Fonte: CNSNews

14 de mar. de 2008

Rede Globo e o Preconceito

Euder Faber
A história da Igreja Cristã é marcada por perseguições e todo tipo de discriminação. Durante o Império Romano os cristãos eram jogados às feras como parte do entretenimento das massas. Outros foram mortos ao fio da espada e lançados em tachos quentes, dentre outras barbaridades.
Na Idade Média não foram poucos que terminaram na fogueira. Hoje em diversos lugares do mundo a perseguição continua. Países como Coréia do Norte, Arábia Saudita, China, Irã, Cuba, Vietnã e outras dezenas de nações têm imprimido um intenso estado de perseguição e discriminação aos cristãos, onde muitos têm pago com o próprio sangue para não negarem a fé em Jesus.
No Brasil, em especial no Nordeste, muitos foram os relatos de perseguição no passado, onde muitas Igrejas foram apedrejadas, principalmente no interior da região.
Hoje temos assistido ao surgimento de outro tipo de perseguição. São leis que estão sendo preparadas e que, caso aprovadas, farão ressurgir o fantasma da perseguição, discriminação e preconceito, que no passado assolou muitos cristãos no Brasil.
Parte da grande mídia tem estado a serviço desses movimentos que visam amordaçar o discurso evangélico no país. Uma demonstração de tudo isso se deu na última quarta-feira, dia 12, onde em horário nobre a Rede Globo veiculou em uma de suas novelas (Duas Caras), uma das cenas mais discriminatórias e preconceituosas que se tem notícia na TV brasileira(http://duascaras.globo.com/Novela/Duascaras/Capitulos/0,,AA1674499-9156,00.html).
No capitulo da referida novela é mostrado uma turma, sendo comandada por um grupo de “evangélicos”, se dirigindo a uma casa onde dois homens e uma mulher mantêm um suposto triângulo amoroso — sendo um deles gays. Na cena vemos os “evangélicos” de Bíblia na mão e uma das “irmãs” gritando: “Nós vamos tirar o demônio de seu corpo e vai debaixo de pau e pedra”. Em outro momento se ouve uma delas dizer: “Eu sou a mão da força divina”. Daí, em certo momento, uma das “evangélicas” atira uma pedra na direção da mulher que estava sendo acusada de manter a aventura amorosa com os dois homens. Depois, ocorre a invasão da casa, onde os “crentes” gritam: “Quem não quiser arder no fogo do inferno me siga”. O desfecho da cena é lamentável. A “crente” por nome de Edvânia de faca na mão esfaqueia o colchão dizendo: “O sangue de Jesus tem poder”.
Mas o que mais chamou a atenção foi quando um dos homens que é apresentado como suposto homossexual, ao ser agredido, gritou: “O pecado está no preconceito, na intolerância, na violência”. Foi aí que revelou-se a intenção da referida cena. Essa frase dita pelo suposto gay é um dos chavões do movimento gay no Brasil, geralmente usada contra a Igreja Evangélica, que fundamentada na Bíblia repudia tal comportamento. Tudo isso faz parte da campanha que visa sensibilizar nossas autoridades para aprovação da denominada “Lei da Mordaça”, a dita lei anti-homofobia (PLC 122/2006 E PL 6418/2005). Tudo isso também faz parte de uma campanha ardilosa que visa jogar a opinião pública contra a Igreja e seus líderes, tachando-os de preconceituosos e intolerantes.
Todo o Brasil sabe da contribuição dada pela Igreja Evangélica ao país. Nosso povo também sabe que cenas como as que foram apresentadas nesta novela não condizem com a realidade. Onde já se teve notícia de que evangélicos insuflaram as massas contra os gays no Brasil? Muito pelo contrário: temos sim é pregado o arrependimento, o amor e o perdão para com essas pessoas, em relação Deus.
A Rede Globo agiu de forma maliciosa, discriminadora, preconceituosa e pejorativa em relação a todos os cristãos evangélicos de nossa nação, retratando-nos como fanáticos que desejam impor seu pensamento e seu estilo de vida à sociedade. São fatos como esse que nos fazem acender a luz amarela e percebermos que estamos caminhando para tempos de perseguição religiosa em nosso tão amado e querido Brasil. Lamentável.
Fonte: VINACC
Divulgação: http://www.juliosevero.com/
Nota importante de Julio Severo: A TV Globo, na cena mencionada acima, passou de todos os limites toleráveis, porém não é a primeira vez que essa emissora realiza manobras para jogar a opinião pública contra os evangélicos, em benefício da aprovação de leis anti-homofobia que têm como objetivo eliminar o direito de expressão de quem não concorda com as práticas homossexuais. Veja os artigos:
O “discreto” apoio da Rede Globo aos projetos anti-homofobia
É só a Globo que apóia a Globo, o aborto e o homossexualismo?
# posted by Julio Severo

13 de mar. de 2008

Comentário de Leila Barros de Mattos Vasconcellos

Comentário de Leila Barros de Mattos Vasconcellos
Até que ponto devemos ou podemos ficar dependentes daquilo que o governo nos oferece?
Pensem no que pode acontecer se forem aprovadas algumas leis…
No futuro, fazer o certo poderá ser algo contra alguma lei que nós mesmos ajudamos a aprovar.
Pensem bem antes de ficarem repetindo por aí que é “obrigação do Governo prover educação, saúde, etc. para todos”.
É uma teia muito bem produzida e anos e anos de lavagem cerebral na população para nos fazer concordar com tudo.
Se estou errada, então como me explicam a atual situação onde os pais correm o risco de perderem a guarda de seus próprios filhos?
Atrás de uma capa de fazer o bem para a humanidade estão escondidas muitas medidas de ditadura e controle da população para que concordemos com todo tipo comportamento e situação.
Cria-se uma lei sem menor importância aqui, outra ali, tudo em nome de um bem comum.
Mais tarde usam essas mesmas leis para regular totalmente nossas vidas. Afinal, as leis têm de ser cumpridas, não é mesmo?
E nenhum de nós quer ser como marginais que não respeitam as leis.
Daí já estamos enredados e presos nessa grande teia!
— Leila Barros de Mattos Vasconcellos, comentando o artigo “Governo brasileiro entra com ações criminais contra família que educa em casa e ameaça tomar os filhos”, que trata do totalitarismo estatal brasileiro na educação das crianças. Data: 7 de março de 2008.
Divulgação: www.juliosevero.com

7 de mar. de 2008

Estatuto da destruição: O Estatuto das Famílias pretende regulamentar e legitimar todas as formas de família e destruir o padrão natural

Julio Severo
Fonte: http://juliosevero.blogspot.com/2008/02/estatuto-de-destruio-o-estatuto-das.htm

Importante comunicado de alerta. Estimados amigos :A família brasileira encontra-se sob grave ameaça. Essa ameaça está vindo de especialistas que julgam necessário redefinir e mudar o significado de família para se adaptar à sua visão ideológica. Suas intenções já alcançaram o Congresso Nacional, onde está tramitando um recente projeto de lei que, se aprovado, legalizará e "normalizará" como família todos os tipos de ajuntamento bizarro, inclusive ajuntamentos de homens que praticam o homossexualismo.É um verdadeiro ataque terrorista contra a família brasileira.Se você quer entender o perigo que a família brasileira está correndo, leia meu artigo abaixo. No final, forneço orientação de como agir.
Salvar um bebê de perigos e ameaças é verdadeiramente um ato de bondade que só merece elogios. Homens e mulheres que praticam tais atos são dignos de nosso respeito.O promotor da Vara e Infância da Juventude de São José do Rio Preto, Cláudio Santos de Moraes, teve tal atitude heróica: Ele fez pedido à Justiça para que um bebê fosse tirado das mãos de um "casal" homossexual em São José do Rio Preto.O promotor entendeu que não seria justo deixar o bebê com um "casal" anormal. Ele disse: "Então, se é anormal, não vejo porque correr o risco. A criança não é um tubo de ensaio para participar de uma experiência para saber se vai dar certo. Se essa criança tem hoje a oportunidade de ter uma família convencional, uma família normal, como as outras, por que arriscar e deixá-la numa situação que pode submetê-la a vários constrangimentos?"Milhares de casais normais lutam, com suor e lágrimas, para adotar uma criança e enfrentam filas de dificuldades e burocracia. Por isso, não há motivo algum para se entregar um bebê inocente em adoção a homens que praticam atos homossexuais. E há motivos de sobra para se empenhar em resgatar um bebê de um padrão de vida totalmente anormal e sujeito a ameaças à saúde física, psicológica, moral, etc. Todos os bebês têm o direito a uma família minimamente normal.Guerra ideológica contra a família naturalPortanto, o promotor acertou na decisão. Ele colocou o bem-estar do bebê acima das ideologias politicamente corretas. Não é de surpreender então que ele tenha sido criticado pela mídia esquerdista. Fazendo coro, a representante do Conselho Tutelar local se opôs à atitude do promotor, dizendo: "A criança precisa de amor e o seu desenvolvimento não necessariamente precisa seguir padrões de comportamento obsoletos". Isto é, bebês não precisam de um pai e mãe amorosos. Eles podem, de acordo com a funcionária estatal, ser criados por dois homens que vivem uma sexualidade desviada, anormal e imoral, sem condição alguma de garantir o pleno desenvolvimento da sexualidade de uma criança.Não se pode esquecer que a missão principal do Conselho Tutelar é defender o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), que garante impunidade a estupradores e assassinos menores de idade. É patente então que o objetivo desses conselhos não é o bem-estar, mas instituir padrões anormais de vida. A reação da funcionária do Estado é perfeitamente normal. O governo Lula e o PT são autores de muitas leis e projetos que ameaçam a família, com ampliação de "direitos" de abortar, praticar atos homossexuais, separar casais normais, etc. Assim, é natural que quem vive de salário do governo defenda os interesses e absurdos do governo.Contudo, a defesa da anormalidade não é só feita por funcionários estatais. Em artigo intitulado "Família anormal?", em reação à atitude do promotor que havia pedido a retirada do bebê do "casal" homossexual, a Dra. Maria Berenice Dias vocifera: "Casamento, sexo e procriação deixaram de ser os elementos identificadores da família". Enfim, ela defende que dois homens homossexuais recebam a adoção de bebês, enquanto milhares de famílias normais enfrentam montanhas de dificuldades e humilhações para adotar.Essa posição dela, porém, não está restrita apenas às suas opiniões pessoais. Ela está engajada num movimento que visa "revolucionar" o conceito de família nas leis do Brasil. Ela é, na verdade, fundadora do Instituto Brasileiro de Direito das Famílias (IBDFAM).Bem-estar da família como estratégia camuflada para destruir a famíliaApesar do título atraente, que dá a entender que é um instituto que de alguma forma está interessado nos direitos da família, a realidade é que seu objetivo é garantir direitos de novas versões de famílias. A proposta do instituto, por exemplo, é mostrar que dois homens homossexuais que vivem juntos também merecem o título de "família". De acordo com o IBDFM, essa visão deve ser consagrada em lei. Para tal finalidade, o IBDFM elaborou, com a ajuda de "especialistas" liberais, o projeto Estatuto das Famílias, para "consolidar e garantir os direitos das mais variadas configurações familiares do Brasil".O IBDFM conseguiu o apoio do PT para introduzir seu ambicioso projeto no Congresso Nacional. Em 25 de outubro de 2007 começou a tramitar na Câmara dos Deputados o projeto 2.285/07 (com o título de "Estatuto das Famílias"), apresentado pelo Dep. Sérgio Barradas Carneiro, do PT. Do PT também é a vasta maioria dos projetos de aborto e homossexualismo no Congresso. São projetos que, sob a pretensão de defender novos direitos para uns, agridem, mutilam e destroem os direitos fundamentais da maioria, transformando o normal em anormal e vice-versa. Além de petista, o Dep. Carneiro é membro do IBDFAM.O que diz o projeto Estatuto das Famílias? Alguns trechos revelam seu caráter revolucionário:
Artigo 3: É protegida como família toda comunhão de vida instituída com a finalidade de convivência familiar, em qualquer de suas modalidades.Artigo 7: É dever da sociedade e do Estado promover o respeito à diversidade de orientação sexual.Artigo 68: É reconhecida como entidade familiar a união entre duas pessoas de mesmo sexo, que mantenham convivência pública, contínua, duradoura, com objetivo de constituição de família, aplicando-se, no que couber, as regras concernentes à união estável.Justificando a apresentação desse projeto de lei, o Dep. Carneiro disse: "O estágio cultural que a sociedade brasileira vive, na atualidade, encaminha-se para o pleno reconhecimento da união homoafetiva. A norma do art. 226 da Constituição é de inclusão ? diferentemente das normas de exclusão das Constituições pré-1988 ?, abrigando generosamente todas as formas de convivência existentes na sociedade. Em momento algum, a Constituição veda o relacionamento de pessoas do mesmo sexo… A jurisprudência brasileira tem procurado preencher o vazio normativo infraconstitucional, atribuindo efeitos às relações entre essas pessoas. Ignorar essa realidade é negar direitos às minorias, incompatível com o Estado Democrático. Tratar essas relações como meras sociedades de fato, como se as pessoas fossem sócios de uma sociedade de fins lucrativos, é violência que se perpetra contra o princípio da dignidade das pessoas humanas, consagrado no art. 1º, inciso III da Constituição. Se esses cidadãos brasileiros trabalham, pagam impostos, contribuem para o progresso do País, é inconcebível interditar-lhes direitos assegurados a todos, em razão de suas orientações sexuais". Seguindo-se esse raciocínio, as leis deveriam proteger igualmente os pedófilos, pois eles também pagam impostos.Se por um lado é promovida a união legal de "casais" homossexuais, por outro a desunião legal de casais normais é grandemente facilitada. Ainda justificando as aberrações do Estatuto das Famílias, o Dep. Carneiro disse: "Privilegiou-se o divórcio… ficando vedada a investigação das causas da separação, que não devem ser objeto de publicidade". Isto é, as causas da destruição de um casamento não são mais objetos de condenação e desaprovação, mas de sacralidade.Uma agenda de homossexualismo?O Estatuto das Famílias, abolindo o papel importante da família natural, facilitará enormemente as separações, transformando a união conjugal (o que quer que o IBDFAM tenha redefinido como união conjugal) num mero contrato de comércio de corpos, sexo e filhos, onde é tão fácil se separar quanto se unir. O próprio presidente do IBDFAM, Rodrigo da Cunha Pereira, declarou: "Nas separações de casais, não haverá mais brigas sustentadas pelo Estado-juiz. Com o fim da culpa na dissolução do casamento, esvaziam-se os longos e tenebrosos processos judiciais de separação. Casamento acaba porque acaba. O amor acaba".O Instituto Brasileiro de Direito das Famílias, numa torção esquizofrênica do direito exclusivo da família natural, luta para que os "casais" anormais (transexuais, homossexuais, bissexuais e qualquer outra invenção bizarra que entrar na moda) tenham o direito fácil de se unir legalmente e para que os casais normais tenham o direito fácil de se separar.Maria Berenice Dias concorda plenamente com tal visão. Afinal, sendo fundadora e hoje vice-presidente do IBDFAM, ela literalmente vive o que prega: ela já foi casada 4 vezes e faz alarde de que se separa antes que se deteriore mais sua relação, para manter boas amizades com os ex-maridos.Não há nada de obscuro nas intenções dela. Ele é autora do livro "Homoafetividade: o que diz a Justiça". Ela é também autora do artigo "Direito fundamental ao aborto".
Além de defender o aborto e o homossexualismo, ela é simpatizante da eutanásia. Só não dá para dizer que, no caso da eutanásia, ela vive o que prega, pois executando em si mesma a eutanásia uma única vez, ela conseguiria destruir de uma vez por todas sua vida religiosamente dedicada às causas mais radicais.Abolição e redefinição da família naturalNão há dúvida alguma sobre os objetivos do IBDFAM. O próprio site homossexual GLS Planet reconhece a importância dos dois maiores membros do IBDFAM: "A desembargadora Maria Berenice Dias, do Rio Grande do Sul, e o advogado especialista em Direito de Família, Rodrigo da Cunha Pereira, também defendem a ampla adoção de crianças por casais homossexuais".Para que tal idéia seja aceita, é preciso desconfigurar legalmente a família natural e introduzir novas configurações de família. É exatamente aí que entra o IBDFAM, que tem como papel principal modificar a imagem legal do que significa família. Essa entidade desfiguradora da família natural conta atualmente com 4.000 membros.Tradicionalmente, o papel da família é cuidar e decidir a educação, saúde e criação dos filhos. E a única família que tem tal responsabilidade é a família natural, composta de um homem e uma mulher unidos em compromisso de vida para gerar e criar filhos. Essa é a única definição verdadeira e legítima de família. Com a redefinição do significado de família, muda o papel do Estado, que estenderá aos anormais os direitos e proteções devidos à família natural, sugando os recursos que deveriam estar limitados apenas às necessidades legítimas e exclusivas de uma família verdadeira composta de pai, mãe e filhos.Entretanto, o papel do Estado não é redefinir a família. O papel do Estado é lidar com problemas criminais e ordem na sociedade, sem interferir na vida das famílias. Mas, tradicionalmente, o Estado sempre ambicionou dominar a vida de seus cidadãos. O nazismo e o comunismo são exemplos de formas de governo que usaram atraentes e ilusórias políticas de proteção à família para promover controle e destruição.Hoje vemos com clareza as más intenções das políticas nazistas e comunistas para com a família. Contudo, o inimigo se torna mais astuto quando suas antigas estratégias são descobertas, de modo que em cada geração ele emprega novas armas com novas seduções.Destruindo a família natural em nome dos direitos humanos e dos direitos das minoriasA nova sedução é oferecer direitos e privilégios especiais à população. Em nome dos direitos humanos, são oferecidos direitos e privilégios especiais aos que vivem nas práticas homossexuais, e aos poucos a população começa a enxergar que esse oferecimento significa muito mais do que só ajudar vítimas oprimidas, pois a concessão de direitos a alguns está sendo feita propositadamente para enfraquecer e eliminar a liberdade e os direitos básicos da maioria da população, subjugando-a efetivamente aos interesses e caprichos do Estado controlador.A bandeira atual do Estado controlador é a defesa das minorias e dos direitos humanos. No Congresso tramitam vários projetos de lei que aparentemente têm apenas a intenção de combater a violência aos homossexuais, porém só agora algumas mentes mais alertas percebem que sua intenção é também combater toda atitude, opinião e expressão filosófica, moral e religiosa contrária ao homossexualismo, classificando a própria oposição a esse comportamento como componente da violência aos homossexuais.Todos esses esforços estatais estão sendo feitos, supostamente, para o bem-estar dos homossexuais. Agora, com a falsa preocupação pelo bem-estar da família brasileira, tramita no Congresso o projeto "Estatuto das Famílias" que, se aprovado, basicamente empreenderá o enfraquecimento da família natural e dará vida e respeitabilidade às uniões entre indivíduos do mesmo sexo.Desde o começo da humanidade, o padrão de família mais sólido, que sobreviveu a muitas eras de instabilidade, guerras e extinções, é a família natural, composta de um homem comprometido com uma mulher, unidos no amor e propósito de gerar e criar filhos. Opções diferentes se extinguiram no tempo. Sociedades que aceitaram e adotaram um modelo sexual diferente viraram escombros. Apesar disso, o projeto ousado do IBDFAM propõe a redefinição do casamento e família.Todos têm o direito de formar uma família?O presidente do IBDFAM afirma: "O Estatuto das Famílias pretende regulamentar e legitimar todas as formas de família. Ele por certo trará incômodo e talvez até arrepios. Ele certamente encontrará resistências de alguns parlamentares. Ele faz alterações profundas na estrutura e no sistema jurídico. É um estatuto que inclui e legitima todas as formas de famílias conjugais e parentais. Dentre as famílias conjugais, estão aquelas constituídas pelo casamento, pela união estável entre homens e mulheres e também as homoafetivas".De acordo com o Estatuto das Famílias, todos ? homossexuais, bissexuais, transexuais e qualquer outra invenção que surgir ? têm o direito de estabelecer variadas formas de família:
Artigo 2: "O direito à família é direito fundamental de todos".Há chance de esse projeto petista ser aprovado? O Estatuto das Famílias poderá ainda se tornar realidade? Sem dúvida. As pessoas preocupadas com o bem-estar da família não terão dificuldade nenhuma para apoiar um projeto que na aparência defende a família, mas terão imensa dificuldade de entender as ameaças e elementos nocivos que vêm escondidos em leis que supostamente são a favor da família.Estatuto da Criança e do Adolescente + Estatuto das Famílias = Estatutos de destruiçãoO povo brasileiro já foi enganado antes. Quando se aprovou o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), ninguém disse nada, porque ninguém viu nada. Não porque não houvesse ameaças e perigos. O problema é que nenhum brasileiro os viu. O ECA é fruto direto do compromisso do governo brasileiro de se adaptar às normas da ONU depois de assinar a Convenção dos Direitos das Crianças, documento da ONU que até hoje não foi assinado pelo governo dos EUA, por pressão de grupos evangélicos pró-família.Naquele tempo, não houve nenhuma voz profética para alertar os cristãos do Brasil com relação às ameaças da ONU, da Convenção dos Direitos da Criança e de sua cria maligna para o Brasil, o ECA. Nenhum pastor levantou questionamentos ou oposição ao ECA. Todos achavam, na verdade, que se a intenção era proteger as crianças, então não deveria haver oposição nem dúvidas. O diabo, que se disfarça de anjo de luz, nesse caso simplesmente disfarçou suas intenções como proteção e direitos para as crianças!É desse jeito que, a pretexto de proteger famílias e crianças, o Estado na verdade destrói moral, física e espiritualmente a ambos, fortalecendo suas posições de controle social.Se o Estatuto das Famílias for aprovado, dois homens homossexuais poderão adotar um bebê inocente e será um crime tentar salvá-lo. Promotores e juízes moralmente honestos que tentarem resgatar um bebê das mãos de dois homens homossexuais serão automaticamente enquadrados como criminosos. Os papéis serão invertidos. Os vilões serão heróis. Os heróis serão transformados em criminosos. Mas as vítimas serão vítimas.Famílias cristãs que dão aos seus filhos educação escolar em casa ou que seguem a orientação da Bíblia de disciplinar os filhos com a vara já são considerados "anormais" pelo ECA. Nada mais natural então, com a colaboração de uma legislação que transforma o normal em anormal e vice-versa, do que o Conselho Tutelar arrancar crianças de famílias cristãs e entregá-las para dois homens homossexuais que serão considerados "normais" e "família" pelo Estatuto das Famílias. Por razões óbvias, a fundadora do IBDFAM apóia completamente o ECA. Coincidência ou não, o Dep. Sérgio Carneiro declarou que o Estatuto das Famílias segue os princípios do ECA na facilitação das intervenções estatais em questões da família.A família natural é o único, exclusivo e ideal lugar para o nascimento e criação de bebês. É o único padrão aceitável e desejável de família. Tudo o mais é anormal e trágico. Dois homens no homossexualismo que insistem, com amparo estatal e midiático, em se intitular como família representam na verdade não uma família, mas a aberração das aberrações.A sociedade brasileira precisa ser alertada, a fim de não cair em mais um conto do vigário estatal. A primeira vez que se acreditou que um estatuto traria benefícios, não problemas, foi com o Estatuto da Criança e do Adolescente, que pelo nome parecia uma legislação que ajudaria na criação de crianças e adolescentes. Hoje vemos adolescentes estupradores e assassinos legalmente protegidos, enquanto a população fica desprotegida e a mercê de seus crimes. É o estatuto que enganou o Brasil. Agora, vem outro estatuto para trazer novas enganações, impunidades e a banalização do normal e a consagração do anormal.
Leitura recomendada:A Família Natural: Um ManifestoO abuso estatal contra a ordem familiarO que fazer?Comunique-se com os líderes da sua igreja, inclusive pastores, autoridades, advogados e juízes. Dê-lhes uma cópia deste artigo.Faça contato com a liderança de sua denominação e peça-lhes que assumam uma posição pública contra este projeto prejudicial à família.Temos também mais do que nunca motivos para fazer caravanas a Brasília para exigir, como cidadãos brasileiros, que o Congresso e o próprio governo cessem e abandonem, de uma vez por todas, este projeto nocivo. Aproveitando a ida a Brasília, é preciso também exigir a rejeição total e pública aos projetos anti-homofobia, que têm como propósito transformar em criminoso todo homem, mulher ou criança que expressar uma opinião moral, filosófica ou bíblica contra o homossexualismo.Nossa voz precisa ser ouvida no Congresso Nacional, em programas de rádio e TV, em jornais, etc. Aproveite todas as oportunidades que tiver para denunciar este projeto em reuniões e outros eventos.É hora de o Brasil saber que defendemos a família e somos contra todo projeto de lei malicioso que, a pretexto de ajudar a família, quer na verdade destruí-la.Para se comunicar com os deputados federais e protestar contra o Estatuto das Famílias (PL 2.285/07, da Câmara dos Deputados), é só acessar o site http://www.camara.gov.br/ ou discar gratuitamente para a Câmara dos Deputados: Disque-Câmara - 0800 619 619.

Epidemia entre os homossexuais: a verdade começa a ser encoberta

Autor: J. Matt BarberFonte:
Enviado por: Julio Severo 13/02/2008
Dá para sentir um pouco de pena de Amanda Beck. Ela é a jornalista do serviço noticioso Reuters que estava entre os primeiros a cobrir um novo estudo conduzido por pesquisadores da Universidade da Califórnia, San Francisco, que alertava acerca de um surto de uma variante perigosa, resistente a drogas e potencialmente mortal de infecção estafilococa afligindo certos segmentos da comunidade homossexual.Embora surtos de MRSA (Staphylococcus aureus resistente à meticilina) tenham sido confinados principalmente aos hospitais no passado, o estudo apurou que, devido a "condutas de alto rico" de fora dos hospitais - tais como "sexo anal" - homens que têm sexo com homens agora têm uma probabilidade 13 vezes maior de contrair a infecção.Pelo fato de que essa variante específica pode ser transmitida por meio de contato de pele, os pesquisadores temem que o surto "tenha o potencial para disseminação nacional rápida" e se espalhará para "a população geral". Com a disseminação, eles dizem que será "impossível detê-la". As notícias iniciais de alguns nos principais meios de comunicação, inclusive o The New York Times, eram suficientemente precisas e equilibradas. Essas notícias superficialmente tratavam os dados lúcidos e as conclusões válidas do estudo.Mas tudo isso mudo rápido. Entenda: só pelo simples fato de noticiarem esse estudo, Amanda Beck e outros jornalistas da mídia se desviaram do roteiro. Eles quebraram as regras. E ao fazerem isso, eles realmente irritaram o gorila ativista homossexual de 250 quilos no trono da mídiaEis onde Amanda errou. Ela de modo objetivo forneceu informações científicas ao público que retratam negativamente a conduta homossexual de "alto risco". Ela levou as pessoas a um confiável estudo médico que ressalta as conseqüências potenciais de um estilo de vida demonstravelmente perigoso e desesperadamente vazio.Ela ousou noticiar as descobertas genuínas do estudo e, por causa disso, Amanda Beck e outros jornalistas condenados sem dúvida alguma terão de trabalhar em seções de óbitos na Sibéria jornalística até que tenham conseguido completar o treinamento obrigatório de "mudança de mentalidade".O Dr. Binh Diep, o pesquisador que dirigiu o estudo, declarou para Reuters: "Logo que alcançar a população geral, será verdadeiramente impossível detê-lo… Achamos que se propaga por meio da atividade sexual".E aí começaram os problemas.Agora vem o recuo: "Gente, vamos para outro assunto, pois não há nada de importante nessa questão do surto", parecia sugerir o The New York Time, Newsweek e outras publicações. Eles não ignoraram os grupos homossexuais de pressão nos bastidores.Seguindo a liderança de ativistas gays, os meios de comunicação desesperadamente se atropelaram para mudar o assunto, preferindo usar a estratégia de ofender e acusar quem trouxe as notícias desagradáveis. Os pesquisadores que conduziram o estudo foram até atacados, e convites de grupos como Concerned Women for America (CWA) para se eliminar a promoção política das "condutas de elevado risco" associadas ao surto foram deturpadas por meio de um prisma de confusão e desinformação.Título original: MRSA Outbreak Among 'Gays' - Let the Whitewash BeginTraduzido e adaptado por Júlio Severo: