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13 de dez. de 2008

COMO ESTUDAR A BÍBLIA?

COMO ESTUDAR A BÍBLIA?

Através do estudo da Bíblia chegamos a conhecer a verdade que nos liberta (João 8:32). Entretanto, muitas pessoas que acreditam que o estudo da Bíblia é importante nunca aprenderam como estudar efetivamente e entender a mensagem da revelação de Deus. Consideremos algumas sugestões práticas de coisas que nos ajudarão a ser melhores estudantes da Bíblia.

Atitudes e Preparações Necessárias
Antes que possamos estudar efetivamente a Bíblia, precisamos considerar sua fonte e abordar o estudo com profundo respeito pelo Deus que nos criou e nos revelou sua vontade nas Escrituras. É importante estudar com absoluto respeito pela palavra de Deus.
Samuel aceitou a instrução de Eli e recebeu as palavras de Deus com uma atitude de humildade: "Fala, Senhor, porque o teu servo ouve" (1 Samuel 3:9-10). Cada vez que abrirmos as páginas das Escrituras, deveremos demonstrar exatamente esta atitude. O estudante humilde tem que ter também um coração aberto.
Pedro nos diz que precisamos esvaziarmos-nos do mal para que possamos aceitar o puro evangelho com o ardente desejo dos recém-nascidos querendo leite (1 Pedro 2:1-3). Com humildade e corações abertos, procuramos cumprir o compromisso de cada servo fiel de Cristo: obedecer tudo o que Jesus nos ordenou (Mateus 28:19-20).
O estudo proveitoso também depende de uma valorização correta do texto que estamos estudando. A Bíblia contém a completa, suficiente e final revelação da vontade de Deus para o homem, por isso deverá ser estudada cuidadosa e respeitosamente. O estudante fiel da palavra deverá estar familiarizado com as afirmações de textos tais como 2 Timóteo 3:16-17; 2 Pedro 1:3; Judas 3; Hebreus 1:1-4; 2:1-3 e Gálatas 1:6-9.
Devemos estudar também com respeito pelo silêncio das Escrituras. Muitos erros podem ser evitados se temos o cuidado de não falar presunçosamente quando Deus não falou. Agir quando Deus não disse nada é mudar sua palavra (veja a ilustração em Hebreus 7:12-14, onde o escritor mostra que Jesus não foi um sacerdote de acordo com a lei do Velho Testamento, mas que ele mudou a lei ao tornar-se um sacerdote de uma tribo que não estava autorizada a servir desta maneira). Jesus tinha o direito de mudar a lei, mas nós não. Tais passagens como 2 João 9; 1 Coríntios 4:6 e Apocalipse 22:18-19 nos lembram do perigo de ir além ou acrescentar à palavra revelada.
Uma outra prática importante, quando entramos no estudo das escrituras, é a oração. Devemos orar como o salmista o fez: "Desvenda os meus olhos, para que eu contemple as maravilhas da tua lei" (Salmo 119:18).

Ferramentas Para o Estudo da Bíblia

Há vários recursos que podem ser úteis em nosso estudo da Bíblia. O mais importante é a própria Bíblia. Somos abençoados em nosso tempo por termos Bíblias em quase todas as línguas faladas. Há um bom número de traduções portuguesas. Escolha uma que seja inteligível, mas que mantenha cuidadoso respeito pela mensagem sendo traduzida. Ajuda-nos bastante ter várias traduções diferentes para comparar.
Muitos outros livros têm sido escritos para auxiliar no estudo da Bíblia. Uma Chave Bíblica, por exemplo, é muito útil para localizar várias passagens que usam a mesma palavra. Serve como um tipo de índice listando as palavras da Bíblia e onde são encontradas. Vários tipos de dicionários são também bem úteis no estudo da Bíblia.
Muitos mal-entendidos podem ser evitados ou corrigidos pela consulta a um dicionário comum. Dicionários especiais de palavras bíblicas são ainda mais valiosos, pois freqüentemente dão explicações úteis do modo como uma palavra é usada nas Escrituras. Ainda que eles sejam um pouco difíceis de se aprender a usar, os dicionários bíblicos baseados nas línguas bíblicas originais (hebraico e grego) nos ajudam a apreciar mais precisamente os significados de algumas palavras.
É claro que tais outros livros não são essenciais ao entendimento de nossa responsabilidade diante de Deus, mas podem esclarecer a mensagem da Bíblia e nos auxiliar a apreciar sua força e beleza.
Pode também ser útil estudar o ambiente do texto, usando tais auxílios como os Atlas ou os mapas das terras bíblicas, livros sobre história, etc. Tais livros servem para ressaltar o rico significado do texto.
Comentários aparecem em muitas formas. Podem ser bastante úteis, ou muito destrutivos. Comentários são simplesmente as explicações de autores humanos sobre o significado dos textos bíblicos.
Eles vão desde breves artigos ou mesmo notas de rodapé em Bíblias de estudo, até coleções de livros. Podem ser encontrados em boletins, revistas, sermões, etc. Ao usar todas estas fontes, precisamos nos lembrar que seres humanos nunca são infalíveis e que todo o ensinamento tem que ser examinado à luz das Escrituras (Atos 17:11; 1 Tessalonicenses 5:21-22).

Sugestões Sobre Como Estudar a Bíblia

Há algumas sugestões práticas que podem ajudar a desenvolver bons hábitos no estudo da Bíblia por toda a vida:

1. Leia, leia, leia! O passo mais importante no estudo efetivo é a leitura do texto. Isto deverá envolver pelo menos dois tipos de leitura: (a) Leitura geral do texto da Bíblia para tornar-se cada vez mais familiar com a mensagem da Bíblia como um todo (um plano bom e prático é ler a Bíblia inteira pelo menos uma vez por ano), e (b) Leitura mais cuidadosa de textos específicos que você estiver estudando.

2. Procure entender o contexto. Um dos erros mais comuns no estudo e ensino da Bíblia é tirar um versículo do seu contexto para interpretá-lo de um modo que vai contra o significado do texto e contra o amplo contexto da Bíblia como um todo. Se você estiver estudando um capítulo, olhe primeiro o livro onde foi encontrado. Se estiver estudando um versículo, leia pelo menos o capítulo que o envolve. Muitos erros serão evitados pela cuidadosa consideração do contexto em cada estudo. Ajuda no entendimento da Bíblia procurar respostas para questões simples, tais como: Quem está falando a quem? Por quê? Quando e onde tudo isto ocorreu?

3. Observe que tipo de texto você está estudando. É uma narrativa que relata uma parte da história da Bíblia? Está o autor desenvolvendo um argumento para explicar ou refutar alguma doutrina? É uma profecia? Contém o texto mandamentos específicos? É uma parábola? É parte do Novo Testamento (que se aplica nos dias de hoje) ou da velha lei (que governava os judeus do Velho Testamento)?

4. Entenda as palavras que você está estudando. Neste ponto, aquele dicionário da Bíblia ou outra tradução pode ser muito útil.

5. Procure auxílio em outras passagens. Muitos dos mais difíceis textos da Bíblia são esclarecidos por mais simples afirmações em relatos paralelos ou similares. A Bíblia é o seu próprio e melhor comentário! Desde que verdade nunca contradiz verdade, é nossa responsabilidade estudar diligentemente para reconciliar as discrepâncias aparentes.

6. Estude para conhecer a verdade, não para defender crenças pessoais ou tradições humanas.

7. Faça anotações. Muitas pessoas acham muito útil o uso de um caderno para anotar as observações sobre o texto, perguntas que elas querem saber, etc. Mais leituras e estudo muitas vezes responderão a dúvidas ou questões, por isso é bom ter anotações que você possa usar para aumentar o seu conhecimento.

8. Lembre-se de que a Bíblia nos dá o que necessitamos, mas nem tudo o que poderíamos querer. A infinita sabedoria de Deus está além da nossa compreensão, e há muitas coisas que poderemos querer saber que não estão reveladas na Bíblia (veja Deuteronômio 29:29). Temos que aprender a contentarmos-nos com o que Deus disse e não devemos nos permitir opinar e presumir para falar onde ele não falou.

O Valor do Estudo Bíblico

O estudo da Bíblia é um trabalho que desafia e dá satisfação, oferecendo muitos benefícios nesta vida, e que ajuda a equiparmos-nos para ficar na presença de Deus eternamente. Somos grandemente abençoados pelo privilégio de nos ser permitido ler e reler a carta de amor que Deus nos deu nas Escrituras. Que nossas vidas e hábitos de estudo reflitam a atitude expressada no Salmo 119:14-17:
"Mais me regozijo com o caminho dos teus testemunhos do que com todas as riquezas. Meditarei nos teus preceitos e às tuas veredas terei respeito. Terei prazer nos teus decretos; não me esquecerei da tua palavra. Sê generoso para com o teu servo, para que eu viva e observe a tua palavra."

Autor: Dennis Allan

10 de dez. de 2008


A Idolatria

“Não temais; vós tendes cometido todo este mal; porém não vos desvieis de seguir ao SENHOR, mas servi ao SENHOR com todo o vosso coração. E não vos desvieis; pois seguiríeis as vaidades, que nada aproveitam e tampouco vos livrarão, porque vaidades são.” 1Sm 12.20,21
A idolatria é um pecado que o povo de Deus, através da sua história no AT, cometia repetidamente. O primeiro caso registrado ocorreu na família de Jacó (Israel). Pouco antes de chegar a Betel, Jacó ordenou a remoção de imagens de deuses estranhos (Gn 35.1-4). O primeiro caso registrado na Bíblia em que Israel, de modo global, envolveu-se com idolatria foi na adoração do bezerro de ouro, enquanto Moisés estava no monte Sinai (Êx 32.1-6). Durante o período dos juízes, o povo de Deus freqüentemente se voltava para os ídolos. Embora não haja evidência de idolatria nos tempos de Saul ou de Davi, o final do reinado de Salomão foi marcado por freqüente idolatria em Israel (1Rs 11.1-10). Na história do reino dividido, todos os reis do Reino do Norte (Israel) foram idólatras, bem como muitos dos reis do Reino do Sul (Judá). Somente depois do exílio, é que cessou o culto idólatra entre os judeus.
O FASCÍNIO DA IDOLATRIA.
Por que a idolatria era tão fascinante aos israelitas? Há vários fatores implícitos.
1) As nações pagãs que circundavam Israel criam que a adoração a vários deuses era superior à adoração a um único Deus. Noutras palavras: quanto mais deuses, melhor. O povo de Deus sofria influência dessas nações e constantemente as imitava, ao invés de obedecer ao mandamento de Deus, no sentido de se manter santo e separado delas.
2) Os deuses pagãos das nações vizinhas de Israel não requeriam o tipo de obediência que o Deus de Israel requeria. Por exemplo, muitas das religiões pagãs incluíam imoralidade sexual religiosa no seu culto, tendo para isso prostitutas cultuais. Essa prática, sem dúvida, atraía muitos em Israel. Deus, por sua vez, requeria que o seu povo obedecesse aos altos padrões morais da sua lei, sem o que, não haveria comunhão com Ele.
3) Por causa do elemento demoníaco da idolatria (ver a próxima seção), ela, às vezes, oferecia, em bases limitadas, benefícios materiais e físicos temporários. Os deuses da fertilidade prometiam o nascimento de filhos; os deuses do tempo (sol, lua, chuva etc.) prometiam as condições apropriadas para colheitas abundantes e os deuses da guerra prometiam proteção dos inimigos e vitória nas batalhas. A promessa de tais benefícios fascinava os israelitas; daí, muitos se dispunham a servir aos ídolos.
A NATUREZA REAL DA IDOLATRIA.
Não se pode compreender a atração que exercia a idolatria sobre o povo, a menos que compreendamos sua verdadeira natureza.
1) A Bíblia deixa claro que o ídolo em si, nada é (Jr 2.11; 16.20). O ídolo é meramente um pedaço de madeira ou de pedra, esculpido por mãos humanas, que nenhum poder tem em si mesmo. Samuel chama os ídolos de “vaidades” (12.21), e Paulo declara expressamente: “sabemos que o ídolo nada é no mundo” (1Co 8.4; cf. 10.19,20). Por essa razão, os salmistas (e.g., Sl 115.4-8; 135.15-18) e os profetas (e.g. 1Rs 18.27; Is 44.9-20; 46.1-7; Jr 10.3-5) freqüentemente zombavam dos ídolos.
2) Por trás de toda idolatria, há demônios, que são seres sobrenaturais controlados pelo diabo. Tanto Moisés (ver Dt 32.17 nota) quanto o salmista (Sl 106.36,37) associam os falsos deuses com demônios. Note, também, o que Paulo diz na sua primeira carta aos coríntios a respeito de comer carne sacrificada aos ídolos: “as coisas que os gentios sacrificam, as sacrificam aos demônios e não a Deus” (1Co 10.20). Noutras palavras, o poder que age por detrás da idolatria é o dos demônios, os quais têm muito poder sobre o mundo e os que são deles. O cristão sabe com certeza que o poder de Jesus Cristo é maior do que o dos demônios. Satanás, como “o deus deste século” (2Co 4.4), exerce vasto poder nesta presente era iníqua (ver 1Jo 5.19 nota; cf. Lc 13.16; Gl 1.4; Ef 6.12; Hb 2.14). Ele tem poder para produzir falsos milagres, sinais e maravilhas de mentira (2Ts 2.9; Ap 13.2-8,13; 16.13-14; 19.20) e de proporcionar às pessoas benefícios físicos e materiais. Sem dúvida, esse poder contribui, às vezes, para a prosperidade dos ímpios (cf. Sl 10.2-6; 37.16, 35; 49.6; 73.3-12).
3) A correlação entre a idolatria e os demônios vê-se mais claramente quando percebemos a estreita vinculação entre as práticas religiosas pagãs e o espiritismo, a magia negra, a leitura da sorte, a feitiçaria, a bruxaria, a necromancia e coisas semelhantes (cf. 2Rs 21.3-6; Is 8.19; ver Dt 18.9-11 notas; Ap 9.21 nota). Segundo as Escrituras, todas essas práticas ocultistas envolvem submissão e culto aos demônios. Quando, por exemplo, Saul pediu à feiticeira de Endor que fizesse subir Samuel dentre os mortos, o que ela viu ali foi um espírito subindo da terra, representando Samuel (28.8-14), i.e., ela viu um demônio subindo do inferno.
4) O Novo Testamento declara que a cobiça é uma forma de idolatria (Cl 3.5). A conexão é óbvia: pois os demônios são capazes de proporcionar benefícios materiais. Uma pessoa insatisfeita com aquilo que tem e que sempre cobiça mais, não hesitará em obedecer aos princípios e vontade desses seres sobrenaturais que conseguem para tais pessoas aquilo que desejam. Embora tais pessoas talvez não adorem ídolos de madeira e de pedra, entretanto adoram os demônios que estão por trás da cobiça e dos desejos maus; logo, tais pessoas são idólatras. Dessa maneira, a declaração de Jesus: “Não podeis servir a Deus e a Mamom [as riquezas]” (Mt 6.24), é basicamente a mesma que a admoestação de Paulo: “Não podeis beber o cálice do Senhor e o cálice dos demônios” (1Co 10.21).
DEUS NÃO TOLERARÁ NENHUMA FORMA DE IDOLATRIA.
1) Ele advertia freqüentemente contra ela no Antigo Testamento.
(a) Nos dez mandamentos, os dois primeiros mandamentos são contrários diretamente à adoração a qualquer deus que não seja o Senhor Deus de Israel (ver Êx 20.3,4 notas).
(b) Esta ordem foi repetida por Deus noutras ocasiões (e.g., Êx 23.13, 24; 34.14-17; Dt 4.23,24; 6.14; Js 23.7; Jz 6.10; 2Rs 17.35,37,38).
(c) Vinculada à proibição de servir outros deuses, havia a ordem de destruir todos os ídolos e quebrar as imagens de nações pagãs na terra de Canaã (Êx 23.24; 34.13; Dt 7.4,5; 12.2,3).
2) A história dos israelitas foi, em grande parte, a história da idolatria. Deus muito se irou com o seu povo por não destruir todos os ídolos na Terra Prometida. Ao contrário, passou a adorar os falsos deuses. Daí, Deus castigar os israelitas, permitindo que seus inimigos tivessem domínio sobre eles.
(a) O livro de Juízes apresenta um ciclo constantemente repetido, em que os israelitas começavam a adorar deuses-ídolos das nações que eles deixaram de conquistar. Deus permitia que os inimigos os dominassem; o povo clamava ao Senhor; o Senhor atendia o povo e enviava um juiz para libertá-lo.
(b) A idolatria no Reino do Norte continuou sem dificuldade por quase dois séculos. Finalmente, a paciência de Deus esgotou-se e Ele permitiu que os assírios destruíssem a capital de Israel e removeu dali as dez tribos (2Rs 17.6-18).
(c) O Reino do Sul (Judá) teve vários reis que foram tementes a Deus, como Ezequias e Josias, mas por causa dos reis ímpios como Manassés, a idolatria se arraigou na nação de Judá (2Rs 21.1-11). Como resultado, Deus disse, através dos profetas, que Ele deixaria Jerusalém ser destruída (2Rs 21.10-16). A despeito dessas advertências, a idolatria continuou (e.g., Is 48.4,5; Jr 2.4-30; 16.18-21; Ez 8), e, finalmente, Deus cumpriu a sua palavra profética por meio do rei Nabucodonosor de Babilônia, que capturou Jerusalém, incendiou o templo e saqueou a cidade (2Rs 25).
3) O Novo Testamento também adverte todos os crentes contra a idolatria. (a) A idolatria manifesta-se de várias formas hoje em dia. Aparece abertamente nas falsas religiões mundiais, bem como na feitiçaria, no satanismo e noutras formas de ocultismo. A idolatria está presente sempre que as pessoas dão lugar à cobiça e ao materialismo, ao invés de confiarem em Deus somente. Finalmente, ela ocorre dentro da igreja, quando seus membros acreditam que, a um só tempo, poderão servir a Deus, desfrutar da experiência da salvação e as bênçãos divinas, e também participar das práticas imorais e ímpias do mundo. (b) Daí, o Novo Testamento nos admoestar a não sermos cobiçosos, avarentos, nem imorais (Cl 3.5; cf. Mt 6.19-24; Rm 7.7; Hb 13.5,6) e, sim, a fugirmos de todas as formas de idolatria (1Co 10.14; 1Jo 5.21). Deus reforça suas advertências com a declaração de que aqueles que praticam qualquer forma de idolatria não herdarão o seu reino (1Co 6.9,10; Gl 5.20,21; Ap 22.15).
Fonte: BEP

8 de dez. de 2008

E a volta de Jesus marcada para 2007 não aconteceu

E a volta de Jesus marcada para 2007 não aconteceu

Pr. Airton Evangelista da Costa

A profecia da volta iminente de Jesus é de autoria da pastora Valnice Milhomens, segundo consta do livro Supercrentes, de Paulo Romeiro, Mundo Cristão, página 24. A profecia teria sido divulgada num programa televisivo antes de seis de janeiro de 1992, data em que o autor, por escrito, convidou referida pastora para uma conversa em torno do assunto. Paulo Romeiro, falando em nome do Instituto Cristão de Pesquisas, diz possuir "quase todos os seus vídeos e já assistimos a uma boa parte deles".

Por muitos meses, no começo da minha fé, acompanhei as pregações da pastora Valnice Milhomens, na televisão. Gravei várias pregações e ainda conservo algumas fitas. De certo modo, me beneficiei com seus ensinos, principalmente no que concerne às doutrinas básicas do Cristianismo. Vejo-me, agora, na obrigação de discordar da referida irmã em Cristo.

A volta de Jesus para resgatar Sua Igreja é um evento tão especial e tão ansiosamente esperado pelo povo de Deus, que não nos cabe alimentar falsas expectativas. As ovelhas, como caixas de ressonância, repetem as palavras, previsões e ensinos de seus líderes, principalmente quando estes demonstram elevado conhecimento bíblico. As falsas expectativas poderão causar prejuízos às pessoas. Projetos de vida podem ser defeitos; muitos podem cancelar seus estudos; alguns jovens poderão ficar ansiosos por dedicar mais tempo ao Senhor, aproveitando tempo que resta, etc.

Em “As Falsas Profecias das Testemunhas de Jeová” (http://www.palavradaverdade.com/) registramos os sérios transtornos por que passaram muitos seguidores do referido grupo em razão das previsões equivocadas para o fim do mundo: 1914, 1918, 1920, 1925 e 1975. A cada fracasso de uma profecia, os fiéis caíam em desânimo. Milhares abandonaram a Sociedade. É bom recordar que o Corpo Governante, órgão que ministra as doutrinas da Sociedade, assumiram a posição de “profetas de Deus”.

A Bíblia não apóia essas profecias acerca de data para o retorno do Senhor Jesus. Vejam o que Ele mesmo disse:
“Porém, a respeito daquele dia e hora ninguém sabe, nem os anjos do céu, nem o Filho, mas unicamente o Pai. E, como nos dias de Noé, assim, será também a vinda do Filho do Homem. Porquanto, assim como, nos dias anteriores ao dilúvio, comiam, bebiam, casavam e davam-se em casamento, até ao dia em que Noé entrou na arca, e não perceberam, até que veio o dilúvio, e os levou a todos, assim será também a vinda do Filho do Homem. Vigiai, pois, porque não sabeis a que hora há de vir o vosso Senhor. Por isso, estai vós apercebidos também, porque o Filho do Homem há de vir à hora em que não penseis” (Mt 24.36-44). “Não vos pertence saber os tempos ou as épocas que o Pai estabeleceu pelo seu próprio poder” (At 1.7). “Pois vós sabeis muito bem que o dia do Senhor virá como o ladrão de noite” (1 Ts 5.2; 2 Pe 3.10). “Será um dia singular conhecido do Senhor” (Zc 14.7).

Como se vê, ninguém sabe a data do retorno do Senhor Jesus. Desculpem-me pela redundância, mas se Jesus disse que ninguém sabe é porque ninguém sabe mesmo. Ponto final. Deus teria revelado essa data a uma ou mais pessoas, excepcionalmente? Jesus não teria falado a verdade? Ele sabia que dois mil anos depois o Pai revelaria essa data a uma pessoa ou a um grupo, mas resolveu não divulgar? Impossível. Jesus foi categórico. A Palavra não deixa dúvida. Jesus virá quando menos se espera, de surpresa, repentinamente, sem aviso prévio.

À vista da profecia sob comentário, já podemos fazer alguns cálculos. A profecia diz que Jesus virá num sábado de 2007. O primeiro sábado desse ano cai no dia seis de janeiro. O último, em vinte e nove de dezembro. Portanto, se correta a profecia, Jesus retornará entre de 6.1 a 29.12.2007. Os sábados do ano de 2007 são os seguintes. Em janeiro, dias 6,13,20 e 27; em fevereiro, dias 3,10,17 e 24; em março, 3,10,17,24 e 31; em abril, 7.14,21 e 28; em maio, 5.12,19 e 26; em junho, 2,9,16,23 e 30; em julho, 7.14,21 e 28; em agosto, 4.11,18 e 25; em setembro, 1.8.15.22 e 29; em outubro, 6.13,20 e 27; em novembro, 3.10,17 e 24; em dezembro, 1.8,15,22 e 29.

Portanto, com base nessa profecia, o retorno de Jesus torna-se previsível. A cada sábado, a partir de zero hora, a trombeta poderá soar. Vamos esperar. Faltam dois anos e cinco meses para o início do ano de 2007. O primeiro sábado será no dia seis de janeiro. Vamos entrar em contagem regressiva.

http://www.palavradaverdade.com/
Enviado por: Pr. Airton Evangelista da Costa

Nota da Redação

Este artigo do pastor Airton Evangelista foi escrito no dia 13 de junho de 2007 e já estamos no final de 2008. E nada! Pela previsão da pastora. Jesus voltará, com certeza, mas em lugar algum das Escrituras Sagradas encontramos versículos que dêem pelo menos uma previsão de quando isto acontecerá. Só o Pai sabe o dia.


6 de dez. de 2008

AS DEZ PRAGAS

AS DEZ PRAGAS

Estas terríveis pragas tiveram por fim levar Faraó (Faraó, era o título dado ao monarca do Egito) a reconhecer e a confessar que o Deus dos hebreus era supremo, estando o seu poder acima da nação mais poderosa que era então o Egito (Ex 9.16; 1Sm 4.8) cujos habitantes deveriam ser julgados pela sua crueldade e grosseira idolatria.

1 - Águas em Sangue: Os egípcios tributavam honras divinas ao rio Nilo, e reverenciavam-no como o primeiro dos seus deuses. Diziam que ele era o rival do céu, visto como regava a terra sem o auxílio de nuvens e de chuva. O fato de se tornar em sangue a água do sagrado rio, durante sete dias, era uma calamidade, que foi causa de consternação e terror. (Ex 7.14...)

2- A praga das rãs: Na praga das rãs foi o próprio rio sagrado um ativo instrumento de castigo, juntamente com outros dos seus deuses. A rã era um animal consagrado ao Sol, sendo considerada um emblema de divina inspiração nas suas intumescências. O repentino desaparecimento da praga foi uma prova tão forte do poder de Deus, como o seu aparecimento. (Ex 8.1...)

3- Piolhos: A praga dos piolhos foi particularmente uma coisa horrorosa para o povo egípcio, tão escrupulosamente asseado e limpo. Dum modo especial os sacerdotes rapavam o pelo de todo o corpo de três em três dias, a fim de que nenhum parasitos pudessem achar-se neles, enquanto serviam os seus deuses. Esta praga abalou os próprios magos, pois que, em conseqüência da pequenez desses insetos, eles não podiam produzi-los pela ligeireza de mãos, sendo obrigados a confessar que estava ali o "dedo de Deus" (Ex 8.19).

4- Moscas: As três primeiras pragas sofrem-nas os egípcios juntamente com os israelitas, mas por ocasião da separou Deus o povo que tinha escolhido (Ex 8.20-23). Este milagre seria, em parte, contra os sagrados escaravelhos, adorados no Egito.

5- Peste no gado: A quinta praga se declarou no dia seguinte, em conformidade com a determinação divina (Ex 9.1). Outra vez é feita uma distinção entre os egípcios e os seus cativos. O gado dos primeiros é inteiramente destruído, escapando à mortandade o dos israelitas. Este milagre foi diretamente operado pela mão de Deus, sem a intervenção de Arão, embora Moisés fosse mandado a Faraó com o usual aviso.

6- Úlceras e tumores: (Ex 9.8) A sexta praga mostra que, da parte de Deus, tinha aumentado a severidade contra um monarca obstinado, de coração pérfido. E aparecia agora também Moisés como executor das ordens divinas; com efeito, tendo ele arremessado no ar, na presença de Faraó, uma mão cheia de cinzas, caiu uma praga de úlceras sobre o povo. Foi um ato significativo. A dispersão de cinzas devia recorda aos egípcios o que eles costumavam fazer no sacrifício de vítimas humanas, concorrendo o ar, que era também uma divindade egípcia, para disseminar a doença.

7- A Saraiva: (Ex 9.22) Houve, com certeza. algum intervalo entre esta e a do nº 6, porque os egípcios tiveram tempo de ir buscar mais gado à terra de Gósen, onde estavam os israelitas. É também evidente que os egípcios tinham por esta ocasião um salutar temor de Deus de Israel, e a tempo precaveram-se contra a terrível praga dos trovões e da saraiva. (Ex 9.20).

8- Os gafanhotos: Esta praga atacou o reino vegetal. Foi um castigo mais terrível que os outros, porque a alimentação do povo constava quase inteiramente de vegetais. Nesta ocasião os conselheiros de Faraó pediram com instância ao rei que se conformasse com o desejo dos mensageiros de Deus, fazendo-lhes ver que o país já tinha sofrido demasiadamente (Ex 10.7). Faraó cedeu até certo ponto, permitindo que somente saíssem do Egito os homens; mas mesmo isto foi feito com tão má vontade que mandou sair da sua presença a Moisés e Arão (Ex 10.7-11). Foi então que uma vez mais estendeu Moisés o seu braço à ordem de Deus, cobrindo-se a terra de gafanhotos, destruidores de toda a vegetação que tinha escapado da praga da saraiva. Outra vez prometeu o monarca que deixaria sair os israelitas, mas sendo a praga removida, não cumpriu a sua palavra.

9- Três dias de escuridão: A praga das trevas mostraria a falta de poder do deus do sol, ao qual os egípcios prestavam culto. Caiu intempestivamente a nova praga sobre os egípcios, havendo uma horrorosa escuridão sobre a terra durante 3 dias (Ex 10.21). Mas, os israelitas tinham luz nas suas habitações. Faraó já consentia que todo o povo deixasse o Egito, devendo contudo, ficar o gado. Moisés, porém rejeitou tal solução. Sendo dessa forma a cegueira do rei, anunciou a última e a mais terrível praga que seria a destruição dos primogênitos do Egito (Ex 10.24-11.8). Afastou-se Moisés irritado da presença de Faraó cujo coração estava ainda endurecido (Ex 11.9,10).

10- A morte dos primogênitos: Foi esta a última e decisiva praga (Ex 11.1). E foi, também, a mais claramente infligida pela direta ação de Deus, não só porque não teve relação alguma com qualquer fenômeno natural, mas também porque ocorreu sem a intervenção de qualquer agência conhecida. Mesmo as famílias, onde não havia crianças, foram afligidas com a morte dos primogênitos dos animais. Os israelitas foram protegidos, ficando livres da ação do anjo exterminador, pela obediência às especiais disposições divinas.

Dicionário Bíblico Universal

Fonte: Site: VIVOS!

3 de dez. de 2008

Brasil: 190 milhões de assaltados pela mega-voracidade estatal

Brasil: 190 milhões de assaltados pela mega-voracidade estatal

Ganância estatal pelo dinheiro do povo gera excessiva cobrança e desperdício, transformando brasileiros cada vez mais em escravos

Julio Severo

O pior mau exemplo é o que vem do próprio pai. No caso do Brasil, onde o Estado quer ao mesmo tempo ocupar o lugar de Deus e “supremo Pai”, o exemplo é patentemente negativo.
Primeiro, o Estado tira do trabalhador um volume tão elevado de impostos que daria para pagar tratamento de luxo na área de saúde e educação. Mas o dinheiro, que é tirado justamente com a desculpa de melhorar essas áreas, acaba beneficiando outras, por razões puramente políticas e ideológicas.

Afinal, de onde é que o Estado consegue tantos recursos para fazer doutrinação pornográfica e marxista nas crianças de escolas públicas? De onde é que também o Estado consegue dinheiro para investir em redes de televisão que combatem a decência e a moralidade com uma programação essencialmente pornográfica?

Além disso, o governo brasileiro, desrespeitando a condição do seu próprio povo majoritariamente pobre, “indeniza” terroristas comunistas que durante o regime militar do Brasil optaram pela violência armada, muitas vezes prejudicando e matando inocentes. Esses terroristas recebem do governo o rótulo de vítimas inocentes, merecedoras de milhões de reais extraídos dos cofres públicos. Num país sério, eles ganhariam cadeia. Num país comunista, eles seriam premiados — exatamente como vem ocorrendo. O mesmo governo que afirma não ter dinheiro para socorrer as classes menos favorecidas tem literalmente bilhões para esbanjar em “indenizações” a ricos terroristas comunistas.

O governo brasileiro, desrespeitando a condição do seu próprio povo, quer a legalização do aborto, uma prática que mata os inocentes e é uma ofensa à família brasileira. O mesmo governo que afirma não ter verbas e recursos para atendimento básico de saúde “arrumará” mais do nosso dinheiro para investir em procedimentos cirúrgicos que não curam o paciente, mas o matam. Serviços médicos de saúde em estado precário deixam de receber recursos enquanto no aborto é desperdiçado nossos impostos para o derramamento de sangue inocente.

Para satisfazer às exigências e birras do movimento homossexual, o governo brasileiro, desrespeitando a condição do seu próprio povo, defende cirurgias de “mudança de sexo“ — que nada mais são do que procedimentos de lesão corporal e mutilação genital —, que impõem um custo elevado ao bolso do trabalhador brasileiro, enquanto pacientes que necessitam tratamento de câncer muitas vezes recebem um “não” do Estado-deus-papai.

Na hora de cobrar impostos, o governo se lembra de mencionar que precisa de nosso dinheiro para nos dar melhor saúde e educação. Mas na hora de usar, o governo se lembra de tudo, menos das necessidades reais de seu povo.

Tal qual um sujeito que nada mais faz na vida do que comer e beber, o Estado brasileiro encontra-se inchado e bêbado. Como todo bêbado, o Estado ocupa-se em desperdiçar muito do que ganha, investindo e dando preferência às piores opções. Tal qual um bêbado sem caráter, o Estado brasileiro mete a mão no bolso dos outros, pegando o que não é dele. Em outras palavras, o Estado brasileiro é culpado de roubar seus próprios cidadãos.

É evidente que o Estado precisa de impostos para sobreviver, mas o que é extraído de impostos dos brasileiros ultrapassa em muito a necessidade de sobrevivência do governo. O mártir da independência do Brasil, Tiradentes, lutou e morreu porque o governo de sua época cobrava tiranicamente do povo brasileiro o famoso quinto — ou vinte por cento em impostos. Tiradentes considerava roubo essa taxa elevada de vinte por cento. Contudo, hoje a taxa de impostos é 40 por cento! Isto é, o roubo dobrou de tamanho.

O Brasil ganhou a independência de Portugal, mas o bolso do brasileiro continuou escravo, numa escravidão que apenas aumentou com o tempo. Estamos, aos poucos, nos tornando apenas um país de servos e escravos do Estado-deus-papai.

Tal qual um bêbado de mau caráter, que pega o que não é seu e desperdiça tudo, o Estado-deus-papai não vai parar seu mau comportamento. Enquanto não houver uma força maior para detê-lo, seus cidadãos estarão à mercê de suas políticas mega-gananciosas de impostos, atraindo os abutres da corrupção e gerando como conseqüência uma incurável má administração.
Recentemente, ouvi um líder cristão dizendo que sentiu a direção de Deus de que a taxa ideal para a cobrança de impostos no Brasil é 13 por cento. Tal número certamente deixaria Tiradentes satisfeito. Treze por cento é o suficiente para frear a mega-voracidade estatal no bolso dos brasileiros, deixando nas mãos deles mais de seu próprio dinheiro para investirem em suas próprias famílias.

O Estado brasileiro é culpado de quebrar sistematicamente o Oitavo Mandamento — “NÃO FURTARÁS!” — com 190 milhões de brasileiros. Só Deus pode curar o Estado brasileiro e libertá-lo do monumental crime de roubar milhões de pessoas. Só Deus pode libertar o povo brasileiro de sua atual escravidão, abaixando a carga de impostos para uma taxa tolerável de 13 por cento .
Por isso, oremos para que Deus tire do Estado brasileiro seu coração ladrão e lhe dê um coração transformado, honesto e temente a Deus.
Divulgação:www.jorgenilson.com

2 de dez. de 2008

Combate à pedofilia: cavalo-de-tróia estatal contra a "homofobia" e a "intolerância religiosa"?


Combate à pedofilia: cavalo-de-tróia estatal contra a “homofobia” e a “intolerância religiosa”?

Campanha contra a pedofilia pode acabar fortalecendo entidades e medidas contra a “homofobia” e a “intolerância religiosa”
Julio Severo
O 3º Congresso Mundial de Enfrentamento à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, que se realizou no Rio de Janeiro de 25 a 28 de novembro de 2008, deu certo, mas não no sentido exclusivo de que o governo aplicará tolerância zero para com criminosos sexuais contra crianças. Punições contra canais de televisão amigos do governo que veiculam imoralidades dia e noite? Nem pensar!
Embora o congresso tenha sido apresentado ao público como iniciativa para acabar com os crimes de pedofilia, o governo aparentemente o viu como oportunidade para fortalecer sua própria agenda.
De acordo com o jornal O Estado de S. Paulo, durante o 3º Congresso Mundial de Enfrentamento à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, a SaferNet assinou acordo com a Secretaria Especial de Direitos Humanos da Presidência da República (criadora e principal implementadora do programa Brasil Sem Homofobia) e a Polícia Federal para estabelecer uma central unificada de denúncias de crimes virtuais. Com tal medida, a PF terá acesso imediato ao banco de dados da SaferNet para apurar as denúncias. Diariamente, seis técnicos da Polícia Federal analisarão as denúncias recebidas pelo site da SaferNet.
A Safernet, uma ONG brasileira relativamente misteriosa cujo lema é “Protegendo os Direitos Humanos na Internet”, recebe diariamente 2,5 mil queixas, onde 63% tratam de pedofilia, e o restante envolve homofobia, intolerância religiosa e racismo.
Com a parceria do governo e Polícia Federal, a Safernet fará um mapeamento dos crimes contra os direitos humanos cometidos na internet, cujos dados ajudarão o governo federal a elaborar políticas públicas.
Embora inicialmente o acordo só envolva a pedofilia, a atuação da SaferNet não está limitada apenas a essa questão. Para a SaferNet, desrespeito aos direitos humanos se aplica não somente aos casos de pedofilia na internet, mas também aos casos de “homofobia” — rótulo politicamente correto aplicado a qualquer pessoa que expressar uma opinião filosófica, moral ou cristã contra a agenda gay — e de “intolerância religiosa” — termo usado com ampla e questionável interpretação, onde um cristão pode ser condenado meramente por expressar uma opinião contra os deuses falsos das religiões afros.
Uma atitude estatal correta seria buscar o apoio de uma entidade confiável que lida exclusivamente com a pornografia infantil. Contudo, o Estado astuto escolheu fortalecer uma ONG que está também envolvida em questões de forte interesse estatal, tais como combate à “homofobia” e à “intolerância religiosa”. Assim, ao fortalecer a SaferNet para combater a pornografia infantil, o Estado está inevitavelmente fortalecendo-a para melhor combater nas outras áreas também.
Por enquanto, a missão básica da SaferNet, de acordo com seu presidente Thiago Tavares, será ajudar a PF na busca dos criminosos virtuais na área da pedofilia. Mas a SaferNet continuará recebendo denúncias na área de “homofobia” e “intolerância religiosa”, monitorando e rastreando tais atividades e aguardando apenas o sinal verde do governo para poder atuar diretamente com a PF contra as pessoas que postam na internet textos contrários à agenda homossexual e às entidades espirituais das religiões afros.
A Safernet não precisará esperar muito tempo para agir em suas outras especialidades. Recentemente, um pastor pentecostal afro-descendente, que usou termos contra entidades do candomblé, foi denunciado por uma promotora por “intolerância religiosa”, e de forma semelhante um famoso padre, por ação de outro promotor, teve seu livro contra bruxaria confiscado na Bahia. Na questão da “homofobia”, meu blog foi interditado em julho de 2007 porque o Google do Brasil recebeu muitas reclamações de ativistas homossexuais. Desde 2006, os militantes gays usam regularmente o site da SaferNet para fazer denúncias contra o Blog Julio Severo.
O apoio do governo Lula à aprovação de leis “anti-homofobia” vem enfrentando resistência de católicos e evangélicos. Mas essa resistência morre e se transforma em apoio garantido quando Lula e seu governo pedem ajuda para combater a pedofilia, pois os cristãos são totalmente contra esse crime. Aliás, até mesmo o Senador Magno Malta, que fez uma brilhante oposição ao PLC 122/2006 — um terrível projeto de lei que representa uma forma de impor uma ditadura homossexual no Brasil —, criou a CPI da Pornografia, que em julho de 2008 deu à SaferNet a oportunidade de assinar acordo com o Ministério Público Federal para uma suspeita operação de vigilância na internet. O evangélico Magno Malta literalmente engoliu o cavalo-de-tróia como um peixe engole uma isca.
Por sua agenda polêmica que coloca em risco a segurança e os direitos de livre expressão dos cristãos, a SaferNet não é a organização mais adequada para lidar com uma assunto tão sério quanto direitos humanos na internet. No entanto, semelhante ausência de seriedade não foi mostrada pela bancada cristã no Congresso Nacional, cujos deputados Henrique Afonso, Miguel Martini, João Campos e Pedro Ribeiro entraram com ação judicial contra o Ministério da Saúde por publicar e distribuir nas escolas públicas “material com evidente conteúdo pornográfico, além de apresentar afirmações positivas e de apologia ao uso e consumo de drogas”.
Em sua ação, os deputados denunciam:
“No que se refere à parte das doenças sexualmente transmissíveis a Cartilha traz desenhos de pessoas tendo relação sexual (vaginal, anal e oral). Os desenhos são apelativos e de muito mal gosto e são, a nosso ver, uma verdadeira apologia à pornografia. Quando se fala do sexo anal, a figura representa a relação homossexual, ou seja, são dois homens em posição de relação sexual anal. Quando se refere ao sexo oral, são figuras de duas mulheres demonstrando o uso na língua na relação sexual”.
Em seguida, eles explicam:
“Entendemos que não havia nenhuma necessidade de ilustrar as variações das relações sexuais para que fossem compreendidas. As figuras, vistas por crianças e adolescentes causam impacto e desviam a atenção do conteúdo educativo. A exposição de crianças e adolescentes a este tipo de material é considerada por psicólogos e especialistas uma forma de abuso sexual e está muito distante do objetivo de educar”.
Se a exploração sexual de crianças é crime, então por que o governo joga gasolina no fogo da pornografia às crianças de escolas públicas? Depois que provoca o incêndio, o governo procura, com a ajuda da SaferNet, por outros culpados, que não sejam o próprio Estado.
O 3º Congresso Mundial de Enfrentamento à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, que deveria ter fortalecido exclusivamente o combate à pedofilia, não somente favoreceu a SaferNet em sua ampla e questionável agenda, mas também deixou Lula à vontade para evitar a responsabilidade de seu próprio governo no abuso psicológico da sexualidade das crianças em escolas públicas. Em vez de olhar para a exploração sexual que seu próprio governo vem cometendo contra os alunos da educação pública, Lula preferiu criticar a “hipocrisia religiosa” em relação a temas ligados à educação sexual de crianças.
Assim, os cristãos que não colaboram para jogar gasolina na sexualidade das crianças são culpados de “hipocrisia” pelo santíssimo Lula. Semelhante esquizofrenia estatal ocorreu quando Lula lançou em julho de 2007 uma campanha para demonizar como violência o direito de os pais aplicarem disciplina física nos filhos. Para sua campanha anti-família, Lula escolheu como parceira Xuxa, que atuou num filme pornográfico de 1982, onde ela seduz um menino de 12 anos. (Ao lado, foto de Xuxa com o menino na cama.) Esse mesmo [des]governo, que distribui cartilhas pornográficas nas escolas, agora pretende combater a pedofilia…
O imperador Nero, que perseguia os cristãos, incendiou Roma e depois, rindo, jogou a culpa nos cristãos. Não há a menor dúvida de que as hábeis manobras para implantar leis contra a “homofobia” e contra a “intolerância religiosa” representam a montagem de um esquema moderno de perseguição aos cristãos. Só não dava para imaginar que o governo Lula poderia usar o combate à pedofilia como cavalo-de-tróia. Ao criticar a “hipocrisia religiosa” na questão da educação sexual das crianças e isentar seu próprio governo, Lula joga sobre os cristãos a culpa pelo incêndio sexual que está levando a sociedade brasileira a loucuras e crimes contra crianças e adolescentes.

30 de nov. de 2008

Lula culpa hipocrisia religiosa por abusos sexuais de menores

Lula culpa hipocrisia religiosa por abusos sexuais de menores

Ao participar do 3° Congresso Mundial de Enfrentamento da Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, Lula critica “hipocrisia religiosa” em relação a temas ligados à educação sexual de crianças

Julio Severo

De acordo com o noticiário eletrônico G1, da Globo, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva apontou a hipocrisia religiosa como uma das principais responsáveis pelos casos de abuso sexual infanto-juvenil.
Hum. Pastores e padres pregam que valorizam a família, mas têm a cara de pau de distribuir cartilhas pornográficas e livros didáticos pró-homossexualismo às crianças das igrejas. Eles dizem ter preocupação com o bem-estar das crianças, mas têm o descaramento de usar modelos de pênis de borracha para ensinar meninos e meninas das igrejas a usar camisinha. Sem mencionar que, dizendo-se totalmente contrários ao abuso sexual infantil, eles mandam instalar dentro das igrejas máquinas de camisinhas a fim de facilitar o acesso às crianças! Isso é ou não é hipocrisia?
Como é que o governo vai conseguir combater a exploração sexual das crianças quando padres e pastores incentivam meninos e meninas ao sexo?
Ops! Errei! Quem está fazendo isso não são os pastores e padres, mas sim os professores de escolas públicas. Talvez, assim como eu, Lula também tenha se enganado, confundindo igreja com escola pública.
Os pastores e padres não estão distribuindo camisinhas nem cartilhas pornográficas, pois não existe ordem de Deus para isso. Mas quando professores distribuem camisinhas e cartilhas pornográficas para crianças nas escolas, é porque existe uma ordem. Essa ordem vem do governo Lula. E essa ordem, que incentiva crianças ao sexo, contribui para a exploração sexual infantil. Nesse caso específico, essa exploração é perpetrada pelo próprio Estado.
A declaração de Lula atribuindo o abuso sexual infantil à “hipocrisia religiosa” ocorreu no dia 25 de novembro no 3° Congresso Mundial de Enfrentamento da Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, realizado no Rio de Janeiro.
No mesmo evento, onde participam delegações de vários países, a representante alemã Ekin Deligöz, do Partido Verde, declarou: “Tanto meninos quanto meninas são vítimas de abusos, embora em intensidades diferentes. Acredita-se que os meninos sejam três vezes mais vítimas de abusos que as meninas. Os delitos são praticados na grande maioria das vezes por homens”.
Assim como Lula, Deligöz é esquerdista. Se ela estiver correta em seus cálculos de um número maior de meninos abusados, então esse enorme problema é evidência do crescimento de estupros homossexuais, pois meninos são abusados exclusivamente por homens homossexuais.
Se o homossexualismo está provocando tantos abusos contra meninos, então por que Lula, em vez de jogar a culpa na “hipocrisia religiosa”, não assume a responsabilidade de seu governo que estimula a homossexualidade entre as crianças com a distribuição de livros didáticos pró-homossexualismo nas escolas e com a estranha tolerância com programas de TV igualmente favoráveis ao homossexualismo?
O Ministro Paulo Vannuchi, da Secretaria Especial de Direitos Humanos da Presidência da República e responsável direto pela implantação no Brasil do programa federal Brasil Sem Homofobia, esteve presente no 3° Congresso Mundial de Enfrentamento da Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes. Apesar de que Vannuchi ouviu a esquerdista Ekin Deligöz dizer que um número grande de meninos é violentado por homens, o programa Brasil Sem Homofobia prossegue doutrinando crianças nas escolas no próprio comportamento homossexual que tem vitimado tantos meninos.
Portanto, Lula tem fundamento e razão para afirmar que o abuso sexual de crianças está ligado à “hipocrisia religiosa”? Ele não estaria mais correto se afirmasse que esse abuso está ligado à hipocrisia estatal? No entanto, ele não tem receio de fazer acusações falsas, com a maior cara de pau. E nenhum cristão tem coragem de confrontar a genuína hipocrisia dele, cujo governo incentiva o sexo entre crianças e promove o homossexualismo, e depois joga toda a culpa das conseqüências nos valores cristãos ou nas próprias famílias.
Dois alvos preferidos dos esquerdistas são a família e o Cristianismo. Um Estado socialista faz de tudo para enfraquecer e incriminar as famílias e os valores cristãos. O Estado quer assim assumir controle total sobre tudo e sobre todos.
Se não fosse pela oposição necessária de homens e mulheres guiados por valores cristãos, o governo sob possessão socialista traria não só camisinhas e cartilhas pornográficas às crianças de escolas públicas, mas efetivamente transformaria as escolas em motéis. Se a atual educação sexual do governo nas escolas não é abuso psicológico e sexual, então o que é? Onde está a hipocrisia, afinal?
Contudo, talvez Lula tenha razão. Existe muita hipocrisia religiosa no Brasil. Os cristãos dizem amar a Deus e sua Palavra, mas por amor a alianças políticas vendem a alma ao diabo, apoiando políticos esquerdistas que acabam não só contrariando os valores cristãos, mas até jogando sobre os cristãos a culpa pelas conseqüências imorais geradas pelo próprio liberalismo e esquerdismo.

28 de nov. de 2008

Lula quer Plano Nacional de Combate à Intolerância Religiosa

Lula quer Plano Nacional de Combate à Intolerância Religiosa

Valores do candomblé, umbanda e vudu receberão mais proteção estatal
No Dia da Consciência Negra, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva esteve em evento no Rio de Janeiro onde anunciou o Plano Nacional de Combate à Intolerância Religiosa, com o objetivo de dar atenção especial às práticas religiosas que sofrem preconceito no Brasil e impor punições drásticas às fontes do preconceito. De acordo com o jornal O Globo, pais e mães-de-santo assim como líderes presbiterianos e católicos participaram do evento.

O babalaô Ivanir dos Santos, sacerdote da tradição iorubá, saiu do encontro satisfeito.
— Foi muito bom. Saímos com a certeza de que o presidente vai elaborar um plano de combate à intolerância religiosa e um projeto de lei para ser enviado ao Congresso, em parceria com esse fórum de religiosos e reunindo os ministérios da Justiça, da Igualdade Racial, das Comunicações e a Casa Civil.
Inclusividade: impondo igualdade entre Cristianismo e as religiões afro-brasileirasEm nome da CNBB, Dom Antônio Duarte, bispo auxiliar da Arquidiocese do Rio, manifestou o apoio da Igreja Católica aos pais e mães-de-santo na luta para eliminar o estigma que envolve as religiões afro-brasileiras:
— Todos reafirmamos nosso apoio à reivindicação, porque a diversidade e a riqueza religiosa é um fato incontestável.

Tal "diversidade e riqueza religiosa" estão bem ao gosto de Lula. Embora se considere católico, em visita à África antes da eleição presidencial em 2006, Lula teve uma forte experiência espiritual em Benin, país que é berço do vudu.
Ao som de tambores africanos, de acordo com o jornal O Globo, Lula "passou a tarde toda sendo reverenciado com orações e danças feitas por feiticeiros vudus, líderes tribais e pelos descendentes de escravos brasileiros que formam uma espécie de colônia em Ouidá, nos arredores de Cotonou, capital do paupérrimo Benin".
Os feiticeiros garantiram que Lula ganhou em Benin três fortes espíritos para o "ajudarem".
Quem é que pode saber agora que tipo de "ajuda" e inspiração esses e outros espíritos andam dando a Lula? Tudo o que se sabe é que a meta do governo dele agora é impor a igualdade dos valores cristãos e os valores ocultistas.
Para onde as leis anti-discriminação levarão o Brasil?Contudo, sua política de combate à intolerância religiosa provocará dois grandes prejuízos.

1. O Estado imporá uma igualdade artificial, pois não há igualdade real nenhuma entre Jesus Cristo e os falsos deuses do candomblé, umbanda e outras religiões afro-brasileiras. Além disso, a maioria do povo brasileiro é católico, religião que oficialmente não aceita a bruxaria.

2. Cristãos ex-pais-de-santo que derem testemunhos de sua vida anterior nas religiões afro-brasileiras poderão ser incriminados meramente por expressarem suas opiniões bíblicas sobre essas religiões.

O Plano Nacional de Combate à Intolerância Religiosa é semelhante ao Programa Brasil Sem Homofobia. Na questão homossexual, o governo vem mostrando sua disposição de transformar em crime até mesmo opiniões e expressões contrárias ao homossexualismo. Em sua política de combate à intolerância religiosa, o governo fará o que em favor das religiões afro-brasileiras?
A pobreza imensa que Lula testemunhou em Benin não é fruto de algum preconceito racial da natureza contra aquele povo. As tradições de Benin estão profundamente enraizadas em práticas que o Cristianismo classifica como bruxaria. O vudu, que teve origem em Benin, não traz amor, paz, vida e prosperidade a seus praticantes. Benin é testemunha disso.

A aceitação da bruxaria leva inevitavelmente uma nação à pobreza e destruição. O Haiti é exemplo disso. Mas os valores do Cristianismo engrandecem um país. O passado glorioso recente da Inglaterra e dos EUA são testemunhas disso.

Colaboracionismo cristão?Logo depois da reunião no Rio de Janeiro, o pastor presbiteriano Marco Amaral destacou sua presença como representante de "milhões de evangélicos", dizendo:
— Não queremos apenas tolerância, que pressupõe alguma intolerância. Queremos que haja respeito. O cristianismo dialoga, é inclusivo.

A opinião pessoal de Amaral, porém, contrasta fortemente com a tradição cristã e judaica, que não ensina nem tolerância nem inclusividade com relação a práticas ocultistas. A Bíblia diz:
"Não deixem que no meio do povo haja adivinhos ou pessoas que tiram sortes; não tolerem feiticeiros, nem quem faz despachos, nem os que invocam os espíritos dos mortos. O SENHOR Deus detesta os que praticam essas coisas nojentas." (Deuteronômio 18:10-12 NTLH)
Essa passagem bíblica, que é normativa para cristãos e judeus praticantes, está em oposição às intenções do governo Lula, que não só deseja tratar como cultura dos afro-descendentes as práticas religiosas vindas da África (como candomblé, vudu, etc.), mas também colocá-las no mesmo nível de importância com o Cristianismo.

Como medida inicial, o Plano de Combate à Intolerância Religiosa afetará diretamente a educação, pois estabelece a aplicação imediata da Lei 10.693, sancionada por Lula em 2003, que obriga as escolas públicas e particulares a ensinar História da África e Cultura Afro-Brasileira. O plano também inclui a ação das delegacias de todo o Brasil para combater a intolerância religiosa.
Lula escolheu o Rio de Janeiro onde anunciar seu plano porque o Rio tem duas características:

1. Transformou em feriado oficial o dia 20 de novembro como Dia da Consciência Negra.

2. Tem aplicado com rigor a Lei 7716/89, a chamada Lei Caó, que estabelece a igualdade racial e o crime de intolerância religiosa.

Além disso, o Rio procura ser pioneiro na criminalização do "racismo religioso", promovendo campanhas e eventos nessa direção. O evento mais recente é o "III Fórum criminal racismo é crime!", em que serão abordados os temas da intolerância religiosa, racial e homofobia. O evento, de 26 a 28 de novembro na Universidade do Estado do Rio de Janeiro, terá a participação do babalaô Ivanir dos Santos, membro da Comissão de Combate a Intolerância Religiosa, e terá o apoio do Conselho Municipal de Defesa dos Direitos do Negro e do Instituto Palmares de Direitos Humanos.

Promovendo o relativismo religiosoA proteção especial à "cultura" afro-descendente é apenas parte de um pacote que envolve também a proteção de práticas que o Cristianismo histórico considera feitiçaria. É a velha estratégia socialista de provocar luta de classes. Nesse caso, é a luta de classes levada ao nível religioso, onde o próprio governo dará favorecimentos a uma cultura religiosa em nome do combate ao preconceito. Apesar disso, alguns cristãos parecem realmente acreditar nas boas intenções do governo.

Fenômeno semelhante vem ocorrendo na defesa estatal ao estabelecimento de leis para proteger os homossexuais do Brasil contra o que parece ser, a julgar pelo modo paranóico com que a mídia liberal trata, um "holocausto" homossexual, ou "homocausto".

No entanto, a aprovação de leis para dar proteção especial aos homossexuais é apenas parte de um pacote que envolve censura bizarra e a eliminação do direito de expressão dos cristãos. Na mentalidade estatal sob possessão socialista, a dignidade e o valor do homossexualismo são mais importantes do que o direito de dar opiniões.

Apesar disso, alguns cristãos, super-convictos de que Lula e o socialismo têm boas intenções para o Brasil, vendem-se às loucuras politicamente corretas do governo. Embora o Vaticano condene de forma categórica a agenda gay, o Padre Luiz Couto, que é deputado federal do PT, aprovou novas medidas para fortalecer o programa federal Brasil Sem Homofobia e defendeu o investimento de 10 milhões de reais do bolso do trabalhador brasileiro para essa finalidade.

Dessa forma, usando a velha tática socialista do engano, o governo Lula atrai o apoio de evangélicos e católicos para políticas e programas de promoção do relativismo religioso e sexual. No final, essas políticas acabarão demonstrando ser uma grande emboscada para os cristãos, pois ao impor ampla aplicação nacional da Lei Caó, o governo Lula legitimará a perseguição religiosa em nome da tolerância religiosa.

As ameaças dessa lei de igualdade racial são tão grandes que os próprios ativistas homossexuais querem pegar carona nela para poderem oficialmente perseguir os opositores da agenda gay. O PLC 122, que é visto por muitos como armadilha contra os cristãos, nada mais é do que um tentativa de incluir na Lei Caó o "crime" de preconceito contra a orientação sexual.

Poucos, porém, enxergam essas ameaças. Num evento contra o PLC 122 em agosto de 2007 no Rio, ouvi o Dep. Bispo Manoel Ferreira e o Senador Marcelo Crivella dizerem que, embora sejam contra o PLC 122, eles aprovarão todas as leis anti-preconceito. Como aliados do governo, eles têm de fazer isso, mas nesse evento declarei pessoalmente ao Senador Crivella: "Os cristãos que aprovam tais leis estão cavando a própria sepultura".

Cristãos na contramão do Estado-deus-pagãoDe que forma o combate à intolerância religiosa fomentado pelo governo Lula poderá implicar em prejuízos para evangélicos e católicos?

Dois exemplos reais dão amostra do que está por vir:
No Rio, o pastor da Igreja Evangélica Assembléia de Deus Trabalhadores da Última Hora fez o que o governo, apesar de toda a carga de impostos que cobra, não faz: reabilitar um criminoso. O Pr. Isaías da Silva Andrade recebeu em sua igreja Rodrigo Carvalho Cruz, conhecido como "Tico", acusado como autor de roubo e a morte do turista italiano George Morassi, em novembro de 2007. Ali, Tico recebeu o Evangelho e aceitou Jesus.
Em seguida, o pastor aconselhou o criminoso arrependido a se entregar para a polícia. Na delegacia, o pastor, inocentemente, relatou: "Tico estava possuído por uma legião de demônios, como o Exu Caveira e o Zé Pilintra. Fizemos uma libertação nele e o convencemos a se entregar hoje". Por causa dessa declaração, o pastor, que é afro-descendente, caiu vítima da Lei Caó, sendo denunciado pelo Ministério Público do Rio de Janeiro por prática de preconceito religioso contra as entidades do candomblé.

Fazendo aplicação do artigo 20 da Lei Caó, a promotora Márcia Teixeira Velasco fez questão de ser a autora da denúncia contra o pastor afro-descendente, expressando a opinião de que o candomblé e seus praticantes "foram atingidos diretamente com a declaração racista e discriminatória, eis que o denunciado vilipendiou entidades espirituais da matriz africana, com a espúria finalidade de proteção de autor de nefasto crime".

O caso, que está sendo acompanhado pela Comissão de Combate à Intolerância Religiosa, onde o babalaô Ivanir dos Santos é membro, é o primeiro onde um pastor é denunciado criminalmente por "discriminar" religiões afro-brasileiras como o candomblé. Se condenado, o pastor pode pegar de dois a cinco anos de cadeia.

Outro caso surpreendente envolveu o Pe. Jonas Abib, autor do livro, "Sim, Sim! Não, Não! Reflexões de Cura e Libertação", que adverte os leitores contra os perigos do ocultismo, inclusive as religiões afro-brasileiras. De acordo com o site do Pe. Abib, o livro já teve 81 reimpressões e vendeu mais de 400 mil exemplares. O site também diz:
"Pe. Jonas, assim como Paulo, ousadamente denuncia as obras das trevas, levando o leitor a se conscientizar sobre o controle da mente, a ioga, a astrologia, a magia e a evocação dos mortos, revelando a verdade sobre as obras das trevas, com as quais é preciso romper urgentemente".
Contudo, autoridades baianas confiscaram todos os livros do padre no estado da Bahia. O promotor público Almiro Sena acusou Abib de "fazer declarações falsas e discriminatórias sobre o espiritismo e sobre as religiões da África, como a umbanda e o candomblé, assim como incitação flagrante à destruição e desrespeito a seus objetos de culto".

Ele acrescentou que a violação é mais grave porque "a Constituição estadual [da Bahia] diz que é obrigação do Estado preservar e garantir a integridade, respeitabilidade e permanência dos valores das religiões afro-brasileiras".

O Pr. Isaías da Silva Andrade e o Pe. Jonas Abib nada mais fizeram do que conscientizar e ajudar pessoas debaixo da opressão e engano de práticas ocultistas.
Deve o destino de Benin ser imposto ao Brasil?Numa época em que o Estado procura se distanciar tanto dos valores cristãos, é de estranhar sua aproximação aos valores ocultistas. Onde está a tão proclamada separação de Estado e religião?

O preço do combate estatal à intolerância religiosa é a satanização das leis, onde o Estado sob possessão socialista sacralizará o que não é sagrado, trazendo como conseqüência direta a demonização do Cristianismo e seus valores, e a censura e perseguição aos cristãos.
Vale a pena abrir o Brasil ainda mais aos mesmos tipos de espíritos que Lula conheceu e recebeu em Benin? Vale a pena colocar as práticas ocultistas de Benin e outros lugares da África no mesmo nível de importância dos valores cristãos?

Benin prova não só a colossal miséria que essas práticas geram, mas também que uma nação inteira pode ser enganada e amaldiçoada. No que depender de Lula e dos espíritos que ele trouxe de Benin, dias difíceis estão para vir ao Brasil.
Que Deus possa livrar o Brasil de políticos e legisladores que querem impor o destino de Benin aos brasileiros.

Por Júlio Severo

Fonte: www.juliosevero.com

22 de nov. de 2008

Sodoma e Gomorra é aqui?

Sodoma e Gomorra é aqui?

Igrejas e entidades cristãs do Rio de Janeiro poderão ser fechadas por intolerância religiosa

Dr. Zenóbio Fonseca
Costuma-se dizer que a cidade do Rio de Janeiro é a capital cultural do Brasil, pois daqui partem várias influências culturais e legislativas para o restante do Brasil, em razão da diversidades de pessoas e idéias neste centro cultual e político.
Seguindo nessa linha de pensamento vemos mais uma vez a cidade do Rio de Janeiro, comandada pelo prefeito Cesar Maia (antigo PFL — hoje DEM), na vanguarda de políticas de incentivo aos chamados "direitos" homossexuais, porque foi ele que sancionou a Lei Municipal nº Lei n.º 2.475, de 12 de setembro de 1996, que determina medidas repressivas a quem praticar discriminação contra a orientação sexual e a Lei nº 4.774, de 29 de janeiro de 2008, que estabelece medidas repressivas destinadas ao combate de toda e qualquer forma de discriminação por orientação sexual na cidade.
Embora não possamos discutir neste momento os aspectos jurídicos e sua abrangência normativa na sociedade, precisamos pelo menos divulgar e alertar acerca da entrada em vigor desta legislação absurda e inconstitucional, que carrega a aparente capa de proteção para determinado segmento social em detrimento a valores e princípios jurídicos da Constituição, assim como valores de todas as religiões, em especial a cristã.
Não satisfeito em sua atuação política na causa homossexual, agora no final de seu mandato como prefeito da cidade do Rio de Janeiro, César Maia avança na criação de normas concretas e regulamenta ambas as leis no dia 10/11/2008, através do Decreto Municipal nº 30033/2008, ou seja, tornando efetivo o cumprimento da legislação no âmbito da administração pública local, aparelhando o poder estatal de instrumentos e ferramentas de controle em favor dos grupos homossexuais.
A legislação editada pelo prefeito César Maia é de grande violência contra a sociedade em geral, pois ela agride diretamente princípios fundamentais da democracia: O direito de livre manifestação de pensamento (art. 3º, inc. IV da CF), o direito constitucional de liberdade de consciência, de crença, livre exercício de dos cultos religiosos e suas liturgias (art. 5º, inc. VI da CF); o direito de livre expressão de atividade intelectual, científica, de comunicação (art. 5º inc. IX da CF); livre funcionamento dos cultos religiosos (art. 19, inc. I, parte, da CF).
A postura política partidária do prefeito na causa LGBTTS não é novidade no cenário nacional, pois o seu filho Rodrigo Maia (que era então deputado federal e hoje é presidente nacional do DEM — antigo PFL) articulou na Câmara dos Deputados a aprovação do PLC 122/06 (antigo PL 5003/2001 — chamada lei de criminalização da homofobia) e sua atuação foi decisiva para que o projeto fosse aprovado na surdina numa quinta-feira com poucos deputados presentes no plenário.
Desta forma temos em vigor um Decreto Municipal que transcreve quase que na íntegra o PLC 122/06, definindo a orientação sexual como um direito humano inerente à condição humana. As pessoas físicas ou jurídicas que violarem esse "direito" poderão sofrer as seguintes medidas administrativas repressivas:
— Qualquer discordância da orientação sexual em que um homossexual se sinta constrangido (conduta totalmente subjetiva e variável de pessoa a pessoa) será considerada discriminação por orientação sexual (conceito do art. 1º, parágrafo único, inciso II) com medidas repressivas diretas.
— Lojas de produtos cristãos poderão ter seus livros e vídeos que apresentem temas contrários aos valores gays apreendidos. Livros que falam de testemunhos pessoais de mudança de comportamento da homossexualidade podem ser taxados de discriminatórios.
— As entidades privadas que de alguma forma forem contrárias à orientação sexual de um indivíduo poderão sofrer multa de R$ 2.290,00, suspensão do funcionamento parcial por 30 dias ou total com a cassação de alvará de funcionamento.
O decreto não apresenta exceção em questões religiosas ou de entidades religiosas e suas liturgias e dogmas internos.
A Secretaria Municipal de Assistência através de um Comitê de Garantias e Direitos receberá denúncias via correio eletrônico, com garantia do sigilo e encaminhamento ao setor de fiscalização e licenciamento do município.
Enfim, o município do Rio de Janeiro avança a passos largos para fortalecer a ideologia homossexual — de braços dados com o governo estadual atual — e, por conseqüência, dar mais força para aprovação do PLC 122/06, que está em tramitação no Senado Federal e sob fortes pressões da mídia, enquanto alguns parlamentares evangélicos tentam aprovar emendas para que o projeto volte para a Câmara dos Deputados, com a desculpa de que ali podem derrubá-lo ou abrandá-lo.
Tal estratégia é ilógica, pois o PLC 122 foi aprovado na Câmara dos Deputados justamente quando havia uma bancada evangélica muito mais forte. Hoje a bancada pró-homossexualismo na Câmara, e a própria influência do governo federal, é maior. Por isso, essa estratégia tem pouquíssima probabilidade de gerar resultados positivos.
O caminho adequado é lutar para que o PLC 122/06 seja definitivamente arquivado nas comissões internas do Senado Federal, através de pareceres contrários e grande mobilização da população, pressionando os senadores em suas bases políticas.
Enquanto este embate não acontece em Brasília, estamos vendo o crescimento da aprovação de leis e decretos iguais ao PLC 122/06 em diversos Estados e municípios do Brasil.

Adaptado por Julio Severo: www.juliosevero.com
Fonte: Blog Zenóbio Fonseca

As nações estão contra o Senhor

AS NAÇÕES ESTÃO CONTRA O SENHOR

SALMO 2


1 POR que se amotinam os gentios, e os povos imaginam coisas vàs?
2 Os reis da terra se levantam e os governos consultam juntamente contra o Senhor e contra o seu ungido, dizendo:
3 Rompamos as suas ataduras, e sacudamos de nós as suas cordas.
4 Aquele que habita nos céus se rirá; o Senhor zombará deles.
5 Então lhes falará na sua ira, e no seu furor os turbará.
6 Eu, porém, ungi o meu Rei sobre o meu santo monte de Sião.
7 Proclamarei o decreto: o Senhor me disse: Tu és meu Filho, eu hoje te gerei.
8 Pede-me, e eu te darei os gentios por herança, e os fins da terra por tua possessão.
9 Tu os esmigalharás com uma vara de ferro; tu os despedaçarás como a um vaso de oleiro.

10 Agora, pois, ó reis, sede prudentes; deixai-vos instruir, juízes da terra.
11 Servi ao Senhor com temor, e alegrai-vos com tremor.
12 Beijai o Filho, para que se não ire, e pereçais no caminho, quando em breve se acender a sua ira; bem-aventurados todos aqueles que nele confiam.


Almeida Corrigida e Revisada Fiel

http://www.chamada.com.br/

21 de nov. de 2008

Multidão agitada de homossexuais ataca física e sexualmente grupo cristão de oração

Multidão agitada de homossexuais ataca física e sexualmente grupo cristão de oração

Moradores do distrito de Castro, em San Francisco, buscam vingança contra Proposta 8
Matthew Cullinan Hoffman
SAN FRANCISCO, Califórnia, EUA, novembro de 2008 (LifeSiteNews.com) — Uma multidão agitada de homossexuais atacou física e sexualmente um grupo de cristãos que estava orando no Distrito de Castro da cidade de San Francisco na semana passada, em evidente retaliação pela recente derrota do casamento homossexual na Califórnia.
Os cristãos, um grupo de evangélicos que regularmente vai ao Distrito de Castro, que é predominantemente homossexual, para cantar cânticos e orar com as pessoas que passam, dizem que estavam segurando as mãos e cantando “Amazing Grace” quando uma multidão irada começou a empurrá-los e chutá-los, roubar os pertences deles, derramar café quente no rosto deles e atacá-los sexualmente.
“Tínhamos ido ali durante duas noites, apenas para cantar cânticos de adoração. Aparecia gente e ficava conosco, e nós orávamos por algumas pessoas”, disse uma participante num relato filmado na Casa de Oração Internacional em Kansas City (http://www.youtube.com/watch?v=DsxojbyAQGI), “mas na noite de sexta foi diferente”.
“Começamos a adorar, e era como entrar numa sala de estar. Estávamos com um violão, adorando Jesus, com muita tranqüilidade”, continuou ela. “E então apareceu um homem e do nada ele começou a gritar e dirigir palavrões contra nós, nos dando ordem para sair do Distrito de Castro, e ele disse para nossa líder ‘Por que vocês estão aqui?’ e ela disse ‘Estamos aqui para adorar a Deus e estamos aqui porque amamos vocês’”.
Essas palavras deixaram o homem furioso, e logo apareceram outros homens. Embora o grupo de cristãos não estivesse fazendo pregação, a mera presença de cristãos orando no Distrito de Castro foi o suficiente para provocar um furor de violência.
“Alguns homens vieram e trouxeram um pano imenso e nos cobriram com ele e nos encurralaram num canto, e começaram a gritar e lançar palavrões contra nós, cheios de ódio, e a multidão foi aumentando cada vez mais até que havia centenas de pessoas e os bares se esvaziaram, e nós estávamos completamente cercados por pessoas que estavam gritando contra nós”, relatou a participante.
“De repente, jogaram café quente no meu rosto e no rosto de outra amiga, e pensei que estavam jogando água fervendo em nós até que consegui sentir que o cheiro era de café, e alguém enfiou a mão e tomou a Bíblia da garota que estava do meu lado e ela disse ‘desculpa, mas essa Bíblia é minha. Poderia me devolver?’ e o cara bateu a Bíblia na cabeça dela e a empurrou ao chão, chutando-a em seguida”.
De acordo com o relato, membros da multidão começaram a empurrar o grupo e tocar apitos aos ouvidos deles. Eles tiraram fotos e disseram “nós somos quem somos, vamos matar vocês”. O grupo de cristãos fez um círculo e colocou as mulheres na parte do meio. E foi aí que a multidão homossexual se tornou cruel e perversa, disse a participante.
Embora a participante que aparece no vídeo não tenha dado detalhes, um usuário do YouTube que postou o vídeo da violência incluiu testemunho anônimo de um participante que afirmou que “os homossexuais estavam me tocando e me agarrando, e tentando empurrar coisas nas minhas nádegas, e até tentaram tirar minhas calças — basicamente tentando me violentar. Eu usei uma mão para segurar minhas calças, enquanto eu usava o outro braço para segurar uma das garotas. Os homens cristãos fizeram um escudo em volta das garotas e as protegeram”.
Depois que a polícia chegou com equipamento para enfrentar tumultos, a multidão ficou ainda mais agitada e começou a se lançar contra o grupo de oração, tentando impedir a polícia de proteger o grupo. Foi nesse ponto que a participante que aparece no vídeo disse que achou que ia morrer.
A polícia então insistiu em escoltar o grupo para fora do Distrito de Castro, declarando que era necessário preservar a vida dos membros do grupo de oração. Um vídeo no YouTube registra os minutos finais da escolta, mostrando homossexuais irados gritando palavrões, ameaçando os cristãos e tentando furar o bloqueio da polícia à força (veja o vídeo aqui http://www.youtube.com/watch?v=PrRxFoBSPng — as fotos desta página foram usadas do vídeo).
A TV KTVU, de San Francisco, noticiou que um homossexual afirmou que “os direitos dos cristãos foram respeitados. Eles tiveram a chance de ir e orar na calçada, e eu tive a oportunidade de expressar minha liberdade de expressão, que deixou claro que eles deveriam sair de minha vizinhança”.
O canal de televisão explicitamente atribuiu a ira da multidão homossexual à recente vitória da Proposta 8, o referendo na Califórnia que definiu o casamento como a união entre um homem e uma mulher. Peter LaBarbera, presidente de Americanos em prol da Verdade sobre a Homossexualidade, declarou para LifeSiteNews que os Estados Unidos estão começando a ver a face real do movimento homossexual depois da vitória da Proposta 8 na Califórnia.
“Basicamente, penso que o que estamos vendo é que o elemento homofascista do movimento gay está saindo do armário, e a ousadia deles vem do fato de que eles se enxergam como injustiçados, mas estou esperando e orando para que a conduta antidemocrática deles eduque os EUA e ajude os americanos a despertarem para as intenções reais desse movimento”, disse LaBarbera.
“Basta ter um pouquinho de lógica para entender a gravidade da situação. Se um grupo de cristãos conservadores atacasse sexualmente alguns gays e os expulsasse de uma cidade, haveria manifestações de revolta a nível nacional”, acrescentou ele.
LaBarbera disse que seu site continua a receber mais visitas com o crescimento do interesse em sua organização, que tem o compromisso exclusivo de combater a agenda política homossexual nos Estados Unidos.

Traduzido e adaptado por Julio Severo: www.juliosevero.com

Sexo precoce, a ferramenta do Anticristo no Ocidente

Sexo precoce, a ferramenta do Anticristo no Ocidente

1 - Na Alemanha, não existe idade mínima para sexo legal. E as escolas estão estimulando as crianças a começarem a explorar a sexualidade o mais cedo possível, inclusive a homossexualidade.
2 - Aula de educação sexual já existe quando as crianças estão entre 8 e 9 anos e incluem botar camisinha em um pênis de borracha e assistir a um vídeo com um casal fazendo sexo. O vídeo diz "isso é bom, tentem!"
3- Nas excursões (que são obrigatórias) as crianças são encorajadas pelos professores a fazerem sexo (para explorar a sexualidade)
4 - As crianças são encorajadas a questionar sua orientação sexual e a fazerem contato com um gay ou lésbica pela internet e desenvolverem uma amizade e no fim do ano letivo se encontrarem pessoalmente.
5 - Uma revista do Departamento Nacional de Saúde publicou um artigo encorajando os pais a despertarem a sexualidade das crianças de 2 e 3 anos e permitirem que eles "toquem" os pais intimamente.
Por isso não é de se admirar que os pais crentes estejam desesperados para tirar as crianças das escolas e educarem em casa.
O Agravante é que o governo está perseguindo estes pais porque acham que eles estão privando as crianças da educação e do convívio social. O argumento é que "a família não tem nada a ver com a educação dos filhos"
Eles estão multando os pais. Ameaçando prender e até tomar a custódia das crianças!!!!
Até se não permitir que as crianças vão à excursão eles fazem isto! Mas já pensou mandar nossos filhos para uma excursão em que as professoras mandam as crianças fazer sexo? Mas na Alemanha, excursão é obrigatório!
(Recebido de Rodrigo Franklin de Souza, Cambridge, Inglaterra)

E como as coisas no Brasil são sempre copiadas do que há de pior no chamado Primeiro Mundo, e todos são escravos da ONU/UNESCO e de outras ferramentas do Anticristo, vejam o que anda acontecendo por aqui...
Assunto: Orientação Sexual nas Escolas (Carta Aberta ao Estado)
Não quero nem discutir se a escola deve ou não orientar sexualmente as crianças, por que isso nem cabe discussão – A escola deve e precisa orientar sexualmente as crianças e adolescentes.
A problemática gira em torno da metodologia adotada pelo Estado. Diante disso, perguntamos ao Estado:
- Será que não estamos passando do limite ao levar em uma sala de aula um pênis de borracha para que crianças de 11 a 14 anos vistam com camisinha esse objeto?
- Será que não estamos extrapolando o bom senso ao obrigar uma criança a ir a um posto de saúde e pedir uma camisinha e depois obrigá-la a colocar no tal pênis de borracha na frente de todos?
- Será que não passamos por cima de valores ao expor crianças tão novas diante de um pênis de borracha?
- E por que só o pênis de borracha, por que não a vagina de borracha - o pênis seria a preferência do educador – por quê? (já que se usa camisinha masculina e feminina)
- Pra que falar de pílula do dia seguinte a ouvintes tão pequenos, se o remédio é somente vendido sob prescrição médica e para maiores de idade? Isso sem levar em consideração que essa pílula é abortiva - Qual o intuito de falar de um remédio desses?
Diante desse quadro vamos analisar o que diz o Estatuto da Criança e do Adolescente:
1) – Quando o Estado e a Escola preparam uma metodologia ou algum projeto educacional para adolescentes, pais e responsáveis têm o direito de serem plenamente informados do que está acontecendo. Quando arvoro “plenamente” entendo que os pais deveriam ser informados e deveriam ter visto o KIT PEDAGÓGICO para aulas de sexo (Cf. no ECA Art. 53, parágrafo único).

2) - Essa orientação sexual deve respeitar a cultura, o ambiente, e o sistema educacional que essa criança já tem em casa (Cf. ECA Art. 58), ou seja, os valores familiares não devem ser atropelados pelas metodologias do Estado.
3) – Não se pode padronizar a questão da orientação sexual, pois pra cada idade deve-se ser respeitado a condição peculiar de cada adolescente e seu desenvolvimento (Cf. ECA Art. 71).
4) - Uma criança nunca poderá ser exposta a uma cena constrangedora ou a um espetáculo que explicite objetos ou fotos pornográficos (Cf. ECA Arts. 74, 75, 77, 78, 79, 240).
5) – O ECA arvora que as crianças nunca sejam expostas a publicações contendo material impróprio ou inadequado para crianças e adolescentes (Cf. ECA Art. 78) – e aqui entendo que, no mínimo, um pênis de borracha é inapropriado para crianças de 11 a 13 anos.
6) – Qualquer criança (ou tutor) que se sinta ofendida diante desse quadro educacional pode e deve acionar o estado pelo constrangimento (Cf, ECA Art. 232 e 240). A escola não pode submeter à criança ou adolescente sob sua tutela a uma situação vexatória ou a cenas pornográficas. No caso em lide foi isso que a escola fez ao abusar da inocência de algumas crianças ao mostrar um pênis de borracha aos adolescentes.
Perante os fatos, apesar de que todas as aplicações citadas não sejam efetivadas no referido colégio, mas no Estado de maneira geral, solicito a Escola Estadual que mude a sua metodologia de aulas de orientação sexual. Que a Lei seja devidamente respeitada para o bem de todos os adolescentes que ali estudam.

Certo da vossa prestimosa atenção,
Pr. João Flávio Martinez. Com o total apoio de Mary Schultze
www.cpr.org.br/Mary.htm

19 de nov. de 2008

Deputado Miguel Martini impede mutilação genital patrocinada pelo governo Lula

Deputado Miguel Martini impede mutilação genital patrocinada pelo governo Lula

Julio Severo

Um rapaz de 21 anos chega à casa dos pais e eles, surpreendidos, perguntam o que aconteceu. Ele diz que descobriu que era na verdade uma mulher em corpo de homem. Por isso, para corrigir o "erro" da natureza, ele fez cirurgia de sexo, removendo o pênis e criando tanto quanto possível uma imitação da vagina.
Os pais ficam horrorizados. "Nós vimos você nascer. Temos certeza de que você nasceu homem. Temos certeza de que a natureza não errou. Quem colocou na sua cabeça que um homem pode nascer em corpo de mulher e vice-versa?"
O rapaz responde: "Os programas de TV e as escolas do governo. Sempre fui ensinado ali que nascer homem e mulher não é importante. Sempre fui ensinado ali que existe uma variedade de opções sexuais a se escolher. Sempre fui incentivado ali ao sexo diversificado".
"Mas, filho", pergunta a mãe, "quem foi que ajudou você a mutilar seu corpo, tirando algo que a natureza lhe deu e colocando algo que ela não lhe deu?"
"O governo, mãe", diz o rapaz. "Fiz minha operação de sexo pelo SUS, totalmente paga pelo governo. Não tive receio nenhum de fazer isso, porque o governo sempre me ensinou que a escolha sexual é um direito e é totalmente normal. Não importa o que vocês pensem, não importa o que a natureza determine e não importa o que a Bíblia diga. A palavra final é do governo".

"E não é só isso", diz o rapaz, "se vocês e a igreja de vocês não aceitarem minhas escolhas e práticas, o governo já tem leis para lidar com isso. Não tolerarei nenhum olhar feio ou crítica. Do contrário, as leis anti-preconceito saberão o que fazer com vocês".
Os pais são assim obrigados a aceitar a mutilação genital de seus filhos — uma mutilação idiota protegida e financiada pelo Estado. Sob a ameaça de um Estado louco, pais serão forçados a aceitar dentro de casa filhos rapazes que fazem sexo com homens e ainda fazem mutilação genital. Por causa da pressão tirânica do governo, será praticamente impossível que os pais lidem diretamente com as escolhas sexuais pervertidas de um filho.
Esse é o clima que se tornará realidade no Brasil, se não houver reação.
Num país onde não se tem dinheiro para dar atendimento necessário a muitos pacientes, o governo promete as seguintes regalias na operação de mudança de sexo:

— A idade mínima para a cirurgia é de 21 anos e a máxima 75 anos.
— O paciente terá disponível hormônio antes de cirurgia e depois por tempo indeterminado.
— Ele terá acesso a hormônio para diminuir pelo, para afinar a voz, etc.

— O custo da aplicação de hormônios ao mês é R$ 62 reais por paciente.
— Terá acompanhamento terapêutico por cerca de dois anos pré e pós cirúrgico por equipe multiprofissional (psicólogos, fonoaudiólogos, terapeutas, endocrinologistas, etc) no valor de 37 reais por paciente ao mês por profissional.
— A retirada dos testículos e a construção de uma neovagina a partir da bolsa escrotal ficará por 1.113,57 para o hospital.
— Ficará a disposição também a cirurgia para alongamento das cordas vocais e para redução do Pomo de Adão, com vistas à feminilização.
— Haverá avaliação da satisfação do paciente com os serviços prestados pelo SUS.
— Na Portaria esta definida o transexualismo como um desejo em geral de um sentimento de viver e ser aceito enquanto pessoa do sexo oposto.
— O paciente terá uso continuo de hormônios, por longo período de tempo e assistência endocrinológica continuada.
— Terá atendimento psicológico para acompanhar a auto -estima, a auto-imagem corporal, se libertar de aspectos conflituosos da infância e adolescência, a síndrome e angústia pós cirúrgica, pois se admite na Portaria que o fato de ter feito a cirurgia ou as cirurgias não necessariamente significa que a pessoa transexual se libertou totalmente de algumas inseguranças e angústias.
— O paciente terá acompanhamento para inserção no mercado de trabalho.
— A família da pessoa transexual terá atendimento especial para elaborar bem o luto da perda do filho ou filha do sexo biológico de nascimento.

Se depender do governo Lula, ávido promotor da agenda gay na sociedade, o dinheiro publico será esbanjado na realização de desejos homossexuais de troca de sexo custeada pelo SUS. Mas se depender de pessoas de boa vontade, as necessidades do povo terão prioridade absoluta. Esse foi o motivo por que o Dep. Miguel Martini interveio com ação para impedir a realização dessas operações.
Graças à ação de Martini, os pais não terão a tristeza de ver um filho trocando de sexo no SUS. E nós não teremos a tristeza de ver nosso dinheiro escoando nesse tipo de cirurgia desnecessária. E pacientes que padecem em filas de hospitais por falta de recursos não terão a tristeza de ver verbas desviadas para finalidades sem nenhuma utilidade.
Um homem remover o pênis ou uma mulher remover a vagina é lesão corporal. Por isso, em sua ação, Martini cita o segundo parágrafo do artigo 129 que estabelece pena de "dois a oito anos" de reclusão para lesões corporais com "perda ou inutilização de membro, sentido ou função".

Martini também declarou: "Ora, se o SUS não tem condições de atender as mulheres durante o pré-natal, se não tem condições de fazer cirurgias, se não tem condições de atender pacientes oncológicos, como poderá fazer cirurgia para mudança de sexo, em detrimento daqueles que não têm condições de viver nem de sobreviver?!"
Martini, que faz parte da renovação carismática católica, já tem o apoio da Frente Parlamentar Evangélica, cujo presidente João Campos disse: "Isso é um absurdo. O SUS não está tendo dinheiro para financiar políticas públicas curativas, ou de combate a epidemias, vai ter dinheiro para atender a questões pontuais, individuais, de alguns cidadãos brasileiros? Quantas pessoas estão esperando na fila para fazer cirurgia de câncer de mama, por exemplo, e não conseguem? Isso é dissenso, uma falta de juízo, uma excrescência".
A oposição a Martini está vindo principalmente da Associação Brasileira de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT), da Frente Parlamentar pela Cidadania LGBT, do Centro Feminista de Estudos e Assessoria (Cfemea) e outras entidades que forçam o investimento de recursos públicos na promoção da agenda gay. Se tiverem sucesso contra Martini, as inúteis operações de mutilação genital prosseguirão, totalmente pagas por nossos impostos.
Entretanto, Martini está preocupado com o destino do dinheiro suado que sai do bolso do trabalhador brasileiro. "Eu presido uma entidade oncológica. As pessoas com câncer não conseguem fazer as cirurgias previstas no SUS", comentou ele, deixando claro que a mutilação genital financiada pelo Estado "é uma coisa caríssima. É inaceitável em um país com os problemas do Brasil. Isso é um luxo, uma agressão à sociedade. Isso é um acinte contra o povo brasileiro, contra o cidadão que não tem dinheiro, não tem atendimento, está sofrendo dor, muitos estão morrendo nas filas do SUS".

Se o governo deseja investir em algo que trará benefícios reais para quem pratica o homossexualismo, há escolhas melhores. O próprio Dep. João Campos reconheceu que o Estado pode fazer coisas muito mais importantes para ajudar os homossexuais. Ele declarou: "Se é questão de fazer tratamento, que seja para restabelecê-los à sua condição original, à sua originalidade, e não para aprofundar esse problema".

16 de nov. de 2008

Por que não sou evolucionista?

Por que não sou evolucionista?

Autor: Robson T. Fernandes

Certa vez alguém me perguntou porque não sou evolucionista, ao passo que lhe respondi: porque creio em algo que existe e não no inexistente, porque posso apresentar suporte para aquilo que afirmo e porque não gosto de mentiras.
Essa reposta, dividida em três partes pode nos ser útil para entendermos alguma coisa acerca do evolucionismo.
Primeiro, o evolucionismo é a crença em algo inexistente. Ora, afirmar que tudo o que agora existe, o que vemos e o que não vemos são o fruto de uma reação química aleatória que ocorreu por acaso como resultado final da pura sorte, é no mínimo cômico, para não dizer insano. Ninguém, em estado mental perfeito, poderia crer que uma simples explosão produziria vida. Que a vida surgiria de onde não há vida. Que do nada as leis químicas, físicas, matemáticas, biológicas.... viessem a surgir e ser organizar de maneira adequada e perfeitamente funcionais por um mero golpe de sorte.
Ninguém que utilize um pouco de seu raciocínio imaginaria que o próprio raciocínio se formou aleatoriamente. Na verdade, esse tipo de defesa evolucionista repousa na incontestável necessidade de se ter fé em algo. Na verdade, todo ser humano tem fé, que é capacidade de acreditar naquilo que não vê. Isso inclui o ateu.
Dessa maneira, o crente que deposita a sua fé em uma Deus criador termina sendo mais racional do que o ateu que deposita sua fé no nada. No mínimo, na pior das hipóteses, o crente tem em que repousar sua fé, já o ateu não tem repouso.
É mais racional não ser evolucionista, porque o evolucionista jamais explicará de onde veio a matéria para dar origem ao suposto e imaginário Big Bang. O Big Biang não explica a origem porque antes desse suposto e imaginário acontecimento é necessário que já existissem a meteria para o processo, a energia para a realização do processo e a informação para conduzir o processo de forma proveitosa. Portanto, o suposto e imaginário Big Bang não explica a origem de nada. Na verdade, um grupo de cientistas localizados na Suíça, que criou o CERN com a intenção de reproduzir o Big Bang, encarou seu primeiro fracasso, já que a máquina quebrou e só poderá voltar a funcionar em 2009. Ora, se para se reproduzir em uma escala infinitamente menor esse suposto e imaginário Big Bang se faz necessário a união das grandes mentes da ciência existentes na atualidade, como poderei pensar que o Big Bang tão defendido pelos evolucionistas aconteceu sem a ação de ninguém por trás? Como poderei sequer acreditar com o mínimo de respaldo que esse suposto Big Bang aconteceu?
Segundo, o evolucionismo não apresenta suporte confiável para suas pressuposições. Todas as pressuposições apresentadas pelo evolucionismo não são verificáveis.
A primeira delas repousa na defesa do Big Bang, como já vimos anteriormente. A segunda delas repousa na afirmação de que a vida surgiu de onde não há vida, o que é denominado de abiogênese e já foi refutado por Pasteur há muitos anos. A terceira delas está na afirmação de que o universo teria bilhões de anos, o que não é comprovado já que os métodos de datação vêm sendo modificados com o passar dos anos e sempre têm apresentado resultados assombrosamente diferentes uns dos outros e até entre exames com os mesmo métodos de datação, como já foi apresentado no artigo “O evolucionismo e os métodos de datação”.
A quarta delas é a suposta apresentação de elos de transição, o que ano após anos vem sendo desmascarado como fraudes forjadas intencionalmente para a defesa de tal ponto de vista, a exemplo das mais recentes apresentadas para se defender a evolução dos pássaros a partir dos dinos, como já foi apresentado nos artigos “O Registro Fóssil e a fraude evolucionista” e “Dinossauros-pássaros, as novas fraudes do evolucionismo”.
Terceiro, o evolucionismo está alicerçado em mentiras. Não existe uma única evidencia apresentada pelo evolucionismo que com o tempo não fosse desmascarada como mentira, a exemplo da fraude da tabela geológica (Veja os artigos: “As eras geológicas” e “O dilúvio bíblico universal), o experimento de Oparin (veja o artigo: “A Sopa Primordial – O Caso de Oparin e Companhia”) e das diversas mentiras históricas apresentadas pelo evolucionismo e aceitas pela sociedade por um período de tempo (Veja os artigos: “A face oculta do Evolucionismo e do Big Bang”, “O Grand Canyon e o dilúvio”, “Perguntas acerca de Criacionismo e Evolucionismo”, “O evolucionismo e o dom da adivinhação”).
Por essas e outras razões não sou evolucionista, mas principalmente porque creio em Deus e para qualquer estudante o conceito do Deus bíblico é verdadeiramente coerente e real.
VINACC - Visão Nacional Para a Consciência Cristã