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30 de mar de 2008

Ativistas gays arriscam nossa vida - e somos obrigados a tolerar

Matt Barber
CNSNews.com
A ciência moderna às vezes serve para confirmar verdades eternas da Bíblia (não que a verdade objetiva precise de confirmação). Romanos 6:23 contém duas verdades nesse sentido, mostrando-nos o outro lado de uma preciosa moeda e oferecendo-nos tanto uma advertência nua e crua quanto uma promessa eterna: “Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna, por Cristo Jesus nosso Senhor”.
Vezes sem conta lançamos essa moeda, apostando nossos melhores interesses na cara ou coroa. Todos nós pecamos, mas pelo fato de que Cristo voluntariamente pagou a pena — sofrendo morte na cruz em nosso lugar — somos redimidos. Precisamos apenas crer nele, e o dom da vida eternal é nosso. Podemos confessar nossos pecados, nos arrepender (o que inclui nos esforçar para não repetir esses pecados) e seguir em frente.
No entanto, há gente que, em vez do lado polido da moeda, prefere o lado manchado. Com coração altivo e “orgulho” cínico, eles deliberadamente escolhem o pecado, em vez de Cristo; a morte, em vez da vida.
É uma verdade que todos vêem e a própria ciência médica a sustenta, mas a Palavra de Deus vai mais além ao nos fazer recordar que tanto no Antigo quanto no Novo Testamento aqueles que escolhem se envolver na conduta homossexual fazem essa opção correndo riscos deliberados.
Considere Romanos 1:26-27 (NVI), que um candidato presidencial esquerdista recentemente mencionou como uma “passagem obscura em Romanos”: “Por causa disso Deus os entregou a paixões vergonhosas. Até suas mulheres trocaram suas relações sexuais naturais por outras, contrárias à natureza. Da mesma forma, os homens também abandonaram as relações naturais com as mulheres e se inflamaram de paixão uns pelos outros. Começaram a cometer atos indecentes, homens com homens, e receberam em si mesmos o castigo merecido pela sua perversão”.
É triste quando as pessoas cedem a tentações sexuais descontroladas que podem literalmente matá-las espiritualmente, emocionalmente e fisicamente. Ninguém com algum sentimento de compaixão sente prazer em ver os outros “receberem em si mesmos o castigo merecido pela sua perversão”. Mas uma das conseqüências do livre arbítrio é viver (ou morrer) com as escolhas que fizemos.
Entretanto, o assunto é totalmente diferente quando condutas depravadas colocam os outros em risco. Isso não deveria — e não deve — ser “tolerado”.
Os atuais regulamentos sanitários dos EUA proíbem homens que têm sexo com homens (HSH) de doar sangue. Estudos realizados pela Vigilância Sanitária (CDC e FDA) confirmam categoricamente que se os HSH tivessem permissão de doar sangue, a população geral seria colocada em risco.
De acordo com o FDA, os HSH “têm uma preponderância de ter o HIV 60 vezes mais elevada do que a população geral, 800 vezes mais elevada do que os doadores de sangue iniciantes e 8.000 vezes mais elevada do que freqüentes doadores de sangue. [Os HSH] também têm risco mais elevado de ter outras infecções que podem ser transmitidas a outros mediante transfusão de sangue. Por exemplo, a infecção com o vírus da Hepatite B é até 6 vezes mais comum, e as infecções do vírus da Hepatite C são até 2 vezes mais comum em [HSH] do que na população geral”, de acordo com o FDA.
Um recente estudo do CDC abalou a população homossexual ao descobrir que embora os HSH sejam apenas um a dois por cento da população geral, eles são responsáveis por 64 por cento de todos os casos da epidemia de sífilis.
E Matt Foreman, ex-diretor executivo da Força Tarefa Nacional de Gays e Lésbicas, abalou mais ainda seus camaradas ativistas gays ao confessar: “O HIV é uma Doença Gay”.
Embora os riscos se estendam muito além da infecção potencial do HIV, o FDA comenta: “Todo o sangue doado é testado para se descobrir a presença do HIV, mas se o sistema imunológico do doador não tiver produzido uma quantidade testável de anticorpos, o vírus pode passar sem ser detectado”. Isso representaria um “risco absolutamente maior para as pessoas que recebem transfusões de sangue, se houver uma mudança nas leis”.
Mas arriscar vidas é ao que tudo indica algo que preocupa muito pouco os ativistas homossexuais radicais, como Joe Solmonese, presidente da tão chamada “Campanha de Direitos Humanos” (CDH), o maior e mais radical grupo homossexual de pressão política dos EUA.
Solmonese recentemente colocou interesses políticos acima da ciência, declarando falsamente que essa precaução prudente de saúde pública é “discriminatória”. Ele exigiu a eliminação da proibição, alegando de forma extremamente irresponsável: “Não há argumento médico ou científico para sustentar essa política discriminatória”.
À luz dos dados médicos irrefutáveis, a exigência de Solmonese não é só negligente, mas incrivelmente perigosa. Infelizmente, seus colegas extremistas também fazem a mesma exigência.
Na África do Sul, militantes homossexuais fazem “manifestações de protesto” deliberadamente e secretamente violando a proibição dessa nação, tencionando inundar os bancos de sangue com 70.000 unidades. Quem é que sabe agora quanto sangue foi contaminado ou quantas pessoas inocentes foram infectadas? Isso não é forma de protestar. Isso é agir com violência.
Recentemente, a deputada estadual Sally Kern, de Oklahoma, foi cruelmente atacada e brutalmente difamada, até mesmo recebendo ameaças de morte, por dizer publicamente que “a agenda homossexual está destruindo a nação”. Ela foi ao ponto de dizer que, em sua opinião, as condutas homossexuais e o ativismo gay representam uma ameaça maior do que o terrorismo.
Pessoas inteligentes conseguem debater essa opinião, mas as ações dos ativistas gays da África do Sul dão um exemplo entre muitos que pareceriam ilustrar o que ela quis dizer. Deliberadamente e dissimuladamente desobedecer a legítimos regulamentos de saúde e segurança — com muita probabilidade contaminando o abastecimento de sangue e infectando incontável número de pessoas inocentes — parece bastante como terrorismo para mim.
Sally Kern não precisa se preocupar, pois sua declaração é bem confirmada, mas Joe Solmonese terá muita dificuldade para defender que não há perigo os homossexuais doarem sangue. Com seu erro estúpido, ele prejudicou seriamente sua própria credibilidade e provocou um tremendo atraso no movimento radical que ele lidera (o que em si é realmente algo muito bom).
É falta de consciência que ele queira colocar uma agenda política enganosa e perigosa acima da saúde e bem-estar de homens, mulheres e crianças. Os ativistas homossexuais que desonestamente clamam por “direitos iguais” deveriam colocar acima de suas próprias ambições egoístas os “direitos” dos outros que são saudáveis.
Não se deve ignorar — nem se deve eliminar — importantes regulamentos de saúde simplesmente para promover alguma noção torcida de “tolerância” e “diversidade” ou de modo que uma minoria pequena de pessoas possa se sentir melhor acerca das escolhas de estilo anormal de vida que fizeram.
Os usuários de drogas injetáveis também são proibidos de doar sangue, mas ninguém em sã consciência exigiria que os viciados tivessem permissão de doar. Não é por causa de quem eles são; é por causa do que eles fazem. Os estudos acima mencionados, e muitos outros como eles, provam que, como no caso do uso de drogas injetáveis, a sodomia anal homem com homem é uma conduta de risco extremamente elevado.
Como eu já disse muitas vezes, condutas anormais geram conseqüências naturais. Lamentavelmente, doenças infecciosas prejudiciais e muitas vezes mortais podem ser exatamente uma dessas conseqüências.
Traduzido e adaptado por Julio Severo: www.juliosevero.com; www.juliosevero.com.br
Fonte: CNSNews

14 de mar de 2008

Rede Globo e o Preconceito

Euder Faber
A história da Igreja Cristã é marcada por perseguições e todo tipo de discriminação. Durante o Império Romano os cristãos eram jogados às feras como parte do entretenimento das massas. Outros foram mortos ao fio da espada e lançados em tachos quentes, dentre outras barbaridades.
Na Idade Média não foram poucos que terminaram na fogueira. Hoje em diversos lugares do mundo a perseguição continua. Países como Coréia do Norte, Arábia Saudita, China, Irã, Cuba, Vietnã e outras dezenas de nações têm imprimido um intenso estado de perseguição e discriminação aos cristãos, onde muitos têm pago com o próprio sangue para não negarem a fé em Jesus.
No Brasil, em especial no Nordeste, muitos foram os relatos de perseguição no passado, onde muitas Igrejas foram apedrejadas, principalmente no interior da região.
Hoje temos assistido ao surgimento de outro tipo de perseguição. São leis que estão sendo preparadas e que, caso aprovadas, farão ressurgir o fantasma da perseguição, discriminação e preconceito, que no passado assolou muitos cristãos no Brasil.
Parte da grande mídia tem estado a serviço desses movimentos que visam amordaçar o discurso evangélico no país. Uma demonstração de tudo isso se deu na última quarta-feira, dia 12, onde em horário nobre a Rede Globo veiculou em uma de suas novelas (Duas Caras), uma das cenas mais discriminatórias e preconceituosas que se tem notícia na TV brasileira(http://duascaras.globo.com/Novela/Duascaras/Capitulos/0,,AA1674499-9156,00.html).
No capitulo da referida novela é mostrado uma turma, sendo comandada por um grupo de “evangélicos”, se dirigindo a uma casa onde dois homens e uma mulher mantêm um suposto triângulo amoroso — sendo um deles gays. Na cena vemos os “evangélicos” de Bíblia na mão e uma das “irmãs” gritando: “Nós vamos tirar o demônio de seu corpo e vai debaixo de pau e pedra”. Em outro momento se ouve uma delas dizer: “Eu sou a mão da força divina”. Daí, em certo momento, uma das “evangélicas” atira uma pedra na direção da mulher que estava sendo acusada de manter a aventura amorosa com os dois homens. Depois, ocorre a invasão da casa, onde os “crentes” gritam: “Quem não quiser arder no fogo do inferno me siga”. O desfecho da cena é lamentável. A “crente” por nome de Edvânia de faca na mão esfaqueia o colchão dizendo: “O sangue de Jesus tem poder”.
Mas o que mais chamou a atenção foi quando um dos homens que é apresentado como suposto homossexual, ao ser agredido, gritou: “O pecado está no preconceito, na intolerância, na violência”. Foi aí que revelou-se a intenção da referida cena. Essa frase dita pelo suposto gay é um dos chavões do movimento gay no Brasil, geralmente usada contra a Igreja Evangélica, que fundamentada na Bíblia repudia tal comportamento. Tudo isso faz parte da campanha que visa sensibilizar nossas autoridades para aprovação da denominada “Lei da Mordaça”, a dita lei anti-homofobia (PLC 122/2006 E PL 6418/2005). Tudo isso também faz parte de uma campanha ardilosa que visa jogar a opinião pública contra a Igreja e seus líderes, tachando-os de preconceituosos e intolerantes.
Todo o Brasil sabe da contribuição dada pela Igreja Evangélica ao país. Nosso povo também sabe que cenas como as que foram apresentadas nesta novela não condizem com a realidade. Onde já se teve notícia de que evangélicos insuflaram as massas contra os gays no Brasil? Muito pelo contrário: temos sim é pregado o arrependimento, o amor e o perdão para com essas pessoas, em relação Deus.
A Rede Globo agiu de forma maliciosa, discriminadora, preconceituosa e pejorativa em relação a todos os cristãos evangélicos de nossa nação, retratando-nos como fanáticos que desejam impor seu pensamento e seu estilo de vida à sociedade. São fatos como esse que nos fazem acender a luz amarela e percebermos que estamos caminhando para tempos de perseguição religiosa em nosso tão amado e querido Brasil. Lamentável.
Fonte: VINACC
Divulgação: http://www.juliosevero.com/
Nota importante de Julio Severo: A TV Globo, na cena mencionada acima, passou de todos os limites toleráveis, porém não é a primeira vez que essa emissora realiza manobras para jogar a opinião pública contra os evangélicos, em benefício da aprovação de leis anti-homofobia que têm como objetivo eliminar o direito de expressão de quem não concorda com as práticas homossexuais. Veja os artigos:
O “discreto” apoio da Rede Globo aos projetos anti-homofobia
É só a Globo que apóia a Globo, o aborto e o homossexualismo?
# posted by Julio Severo

13 de mar de 2008

Comentário de Leila Barros de Mattos Vasconcellos

Comentário de Leila Barros de Mattos Vasconcellos
Até que ponto devemos ou podemos ficar dependentes daquilo que o governo nos oferece?
Pensem no que pode acontecer se forem aprovadas algumas leis…
No futuro, fazer o certo poderá ser algo contra alguma lei que nós mesmos ajudamos a aprovar.
Pensem bem antes de ficarem repetindo por aí que é “obrigação do Governo prover educação, saúde, etc. para todos”.
É uma teia muito bem produzida e anos e anos de lavagem cerebral na população para nos fazer concordar com tudo.
Se estou errada, então como me explicam a atual situação onde os pais correm o risco de perderem a guarda de seus próprios filhos?
Atrás de uma capa de fazer o bem para a humanidade estão escondidas muitas medidas de ditadura e controle da população para que concordemos com todo tipo comportamento e situação.
Cria-se uma lei sem menor importância aqui, outra ali, tudo em nome de um bem comum.
Mais tarde usam essas mesmas leis para regular totalmente nossas vidas. Afinal, as leis têm de ser cumpridas, não é mesmo?
E nenhum de nós quer ser como marginais que não respeitam as leis.
Daí já estamos enredados e presos nessa grande teia!
— Leila Barros de Mattos Vasconcellos, comentando o artigo “Governo brasileiro entra com ações criminais contra família que educa em casa e ameaça tomar os filhos”, que trata do totalitarismo estatal brasileiro na educação das crianças. Data: 7 de março de 2008.
Divulgação: www.juliosevero.com

7 de mar de 2008

Estatuto da destruição: O Estatuto das Famílias pretende regulamentar e legitimar todas as formas de família e destruir o padrão natural

Julio Severo
Fonte: http://juliosevero.blogspot.com/2008/02/estatuto-de-destruio-o-estatuto-das.htm

Importante comunicado de alerta. Estimados amigos :A família brasileira encontra-se sob grave ameaça. Essa ameaça está vindo de especialistas que julgam necessário redefinir e mudar o significado de família para se adaptar à sua visão ideológica. Suas intenções já alcançaram o Congresso Nacional, onde está tramitando um recente projeto de lei que, se aprovado, legalizará e "normalizará" como família todos os tipos de ajuntamento bizarro, inclusive ajuntamentos de homens que praticam o homossexualismo.É um verdadeiro ataque terrorista contra a família brasileira.Se você quer entender o perigo que a família brasileira está correndo, leia meu artigo abaixo. No final, forneço orientação de como agir.
Salvar um bebê de perigos e ameaças é verdadeiramente um ato de bondade que só merece elogios. Homens e mulheres que praticam tais atos são dignos de nosso respeito.O promotor da Vara e Infância da Juventude de São José do Rio Preto, Cláudio Santos de Moraes, teve tal atitude heróica: Ele fez pedido à Justiça para que um bebê fosse tirado das mãos de um "casal" homossexual em São José do Rio Preto.O promotor entendeu que não seria justo deixar o bebê com um "casal" anormal. Ele disse: "Então, se é anormal, não vejo porque correr o risco. A criança não é um tubo de ensaio para participar de uma experiência para saber se vai dar certo. Se essa criança tem hoje a oportunidade de ter uma família convencional, uma família normal, como as outras, por que arriscar e deixá-la numa situação que pode submetê-la a vários constrangimentos?"Milhares de casais normais lutam, com suor e lágrimas, para adotar uma criança e enfrentam filas de dificuldades e burocracia. Por isso, não há motivo algum para se entregar um bebê inocente em adoção a homens que praticam atos homossexuais. E há motivos de sobra para se empenhar em resgatar um bebê de um padrão de vida totalmente anormal e sujeito a ameaças à saúde física, psicológica, moral, etc. Todos os bebês têm o direito a uma família minimamente normal.Guerra ideológica contra a família naturalPortanto, o promotor acertou na decisão. Ele colocou o bem-estar do bebê acima das ideologias politicamente corretas. Não é de surpreender então que ele tenha sido criticado pela mídia esquerdista. Fazendo coro, a representante do Conselho Tutelar local se opôs à atitude do promotor, dizendo: "A criança precisa de amor e o seu desenvolvimento não necessariamente precisa seguir padrões de comportamento obsoletos". Isto é, bebês não precisam de um pai e mãe amorosos. Eles podem, de acordo com a funcionária estatal, ser criados por dois homens que vivem uma sexualidade desviada, anormal e imoral, sem condição alguma de garantir o pleno desenvolvimento da sexualidade de uma criança.Não se pode esquecer que a missão principal do Conselho Tutelar é defender o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), que garante impunidade a estupradores e assassinos menores de idade. É patente então que o objetivo desses conselhos não é o bem-estar, mas instituir padrões anormais de vida. A reação da funcionária do Estado é perfeitamente normal. O governo Lula e o PT são autores de muitas leis e projetos que ameaçam a família, com ampliação de "direitos" de abortar, praticar atos homossexuais, separar casais normais, etc. Assim, é natural que quem vive de salário do governo defenda os interesses e absurdos do governo.Contudo, a defesa da anormalidade não é só feita por funcionários estatais. Em artigo intitulado "Família anormal?", em reação à atitude do promotor que havia pedido a retirada do bebê do "casal" homossexual, a Dra. Maria Berenice Dias vocifera: "Casamento, sexo e procriação deixaram de ser os elementos identificadores da família". Enfim, ela defende que dois homens homossexuais recebam a adoção de bebês, enquanto milhares de famílias normais enfrentam montanhas de dificuldades e humilhações para adotar.Essa posição dela, porém, não está restrita apenas às suas opiniões pessoais. Ela está engajada num movimento que visa "revolucionar" o conceito de família nas leis do Brasil. Ela é, na verdade, fundadora do Instituto Brasileiro de Direito das Famílias (IBDFAM).Bem-estar da família como estratégia camuflada para destruir a famíliaApesar do título atraente, que dá a entender que é um instituto que de alguma forma está interessado nos direitos da família, a realidade é que seu objetivo é garantir direitos de novas versões de famílias. A proposta do instituto, por exemplo, é mostrar que dois homens homossexuais que vivem juntos também merecem o título de "família". De acordo com o IBDFM, essa visão deve ser consagrada em lei. Para tal finalidade, o IBDFM elaborou, com a ajuda de "especialistas" liberais, o projeto Estatuto das Famílias, para "consolidar e garantir os direitos das mais variadas configurações familiares do Brasil".O IBDFM conseguiu o apoio do PT para introduzir seu ambicioso projeto no Congresso Nacional. Em 25 de outubro de 2007 começou a tramitar na Câmara dos Deputados o projeto 2.285/07 (com o título de "Estatuto das Famílias"), apresentado pelo Dep. Sérgio Barradas Carneiro, do PT. Do PT também é a vasta maioria dos projetos de aborto e homossexualismo no Congresso. São projetos que, sob a pretensão de defender novos direitos para uns, agridem, mutilam e destroem os direitos fundamentais da maioria, transformando o normal em anormal e vice-versa. Além de petista, o Dep. Carneiro é membro do IBDFAM.O que diz o projeto Estatuto das Famílias? Alguns trechos revelam seu caráter revolucionário:
Artigo 3: É protegida como família toda comunhão de vida instituída com a finalidade de convivência familiar, em qualquer de suas modalidades.Artigo 7: É dever da sociedade e do Estado promover o respeito à diversidade de orientação sexual.Artigo 68: É reconhecida como entidade familiar a união entre duas pessoas de mesmo sexo, que mantenham convivência pública, contínua, duradoura, com objetivo de constituição de família, aplicando-se, no que couber, as regras concernentes à união estável.Justificando a apresentação desse projeto de lei, o Dep. Carneiro disse: "O estágio cultural que a sociedade brasileira vive, na atualidade, encaminha-se para o pleno reconhecimento da união homoafetiva. A norma do art. 226 da Constituição é de inclusão ? diferentemente das normas de exclusão das Constituições pré-1988 ?, abrigando generosamente todas as formas de convivência existentes na sociedade. Em momento algum, a Constituição veda o relacionamento de pessoas do mesmo sexo… A jurisprudência brasileira tem procurado preencher o vazio normativo infraconstitucional, atribuindo efeitos às relações entre essas pessoas. Ignorar essa realidade é negar direitos às minorias, incompatível com o Estado Democrático. Tratar essas relações como meras sociedades de fato, como se as pessoas fossem sócios de uma sociedade de fins lucrativos, é violência que se perpetra contra o princípio da dignidade das pessoas humanas, consagrado no art. 1º, inciso III da Constituição. Se esses cidadãos brasileiros trabalham, pagam impostos, contribuem para o progresso do País, é inconcebível interditar-lhes direitos assegurados a todos, em razão de suas orientações sexuais". Seguindo-se esse raciocínio, as leis deveriam proteger igualmente os pedófilos, pois eles também pagam impostos.Se por um lado é promovida a união legal de "casais" homossexuais, por outro a desunião legal de casais normais é grandemente facilitada. Ainda justificando as aberrações do Estatuto das Famílias, o Dep. Carneiro disse: "Privilegiou-se o divórcio… ficando vedada a investigação das causas da separação, que não devem ser objeto de publicidade". Isto é, as causas da destruição de um casamento não são mais objetos de condenação e desaprovação, mas de sacralidade.Uma agenda de homossexualismo?O Estatuto das Famílias, abolindo o papel importante da família natural, facilitará enormemente as separações, transformando a união conjugal (o que quer que o IBDFAM tenha redefinido como união conjugal) num mero contrato de comércio de corpos, sexo e filhos, onde é tão fácil se separar quanto se unir. O próprio presidente do IBDFAM, Rodrigo da Cunha Pereira, declarou: "Nas separações de casais, não haverá mais brigas sustentadas pelo Estado-juiz. Com o fim da culpa na dissolução do casamento, esvaziam-se os longos e tenebrosos processos judiciais de separação. Casamento acaba porque acaba. O amor acaba".O Instituto Brasileiro de Direito das Famílias, numa torção esquizofrênica do direito exclusivo da família natural, luta para que os "casais" anormais (transexuais, homossexuais, bissexuais e qualquer outra invenção bizarra que entrar na moda) tenham o direito fácil de se unir legalmente e para que os casais normais tenham o direito fácil de se separar.Maria Berenice Dias concorda plenamente com tal visão. Afinal, sendo fundadora e hoje vice-presidente do IBDFAM, ela literalmente vive o que prega: ela já foi casada 4 vezes e faz alarde de que se separa antes que se deteriore mais sua relação, para manter boas amizades com os ex-maridos.Não há nada de obscuro nas intenções dela. Ele é autora do livro "Homoafetividade: o que diz a Justiça". Ela é também autora do artigo "Direito fundamental ao aborto".
Além de defender o aborto e o homossexualismo, ela é simpatizante da eutanásia. Só não dá para dizer que, no caso da eutanásia, ela vive o que prega, pois executando em si mesma a eutanásia uma única vez, ela conseguiria destruir de uma vez por todas sua vida religiosamente dedicada às causas mais radicais.Abolição e redefinição da família naturalNão há dúvida alguma sobre os objetivos do IBDFAM. O próprio site homossexual GLS Planet reconhece a importância dos dois maiores membros do IBDFAM: "A desembargadora Maria Berenice Dias, do Rio Grande do Sul, e o advogado especialista em Direito de Família, Rodrigo da Cunha Pereira, também defendem a ampla adoção de crianças por casais homossexuais".Para que tal idéia seja aceita, é preciso desconfigurar legalmente a família natural e introduzir novas configurações de família. É exatamente aí que entra o IBDFAM, que tem como papel principal modificar a imagem legal do que significa família. Essa entidade desfiguradora da família natural conta atualmente com 4.000 membros.Tradicionalmente, o papel da família é cuidar e decidir a educação, saúde e criação dos filhos. E a única família que tem tal responsabilidade é a família natural, composta de um homem e uma mulher unidos em compromisso de vida para gerar e criar filhos. Essa é a única definição verdadeira e legítima de família. Com a redefinição do significado de família, muda o papel do Estado, que estenderá aos anormais os direitos e proteções devidos à família natural, sugando os recursos que deveriam estar limitados apenas às necessidades legítimas e exclusivas de uma família verdadeira composta de pai, mãe e filhos.Entretanto, o papel do Estado não é redefinir a família. O papel do Estado é lidar com problemas criminais e ordem na sociedade, sem interferir na vida das famílias. Mas, tradicionalmente, o Estado sempre ambicionou dominar a vida de seus cidadãos. O nazismo e o comunismo são exemplos de formas de governo que usaram atraentes e ilusórias políticas de proteção à família para promover controle e destruição.Hoje vemos com clareza as más intenções das políticas nazistas e comunistas para com a família. Contudo, o inimigo se torna mais astuto quando suas antigas estratégias são descobertas, de modo que em cada geração ele emprega novas armas com novas seduções.Destruindo a família natural em nome dos direitos humanos e dos direitos das minoriasA nova sedução é oferecer direitos e privilégios especiais à população. Em nome dos direitos humanos, são oferecidos direitos e privilégios especiais aos que vivem nas práticas homossexuais, e aos poucos a população começa a enxergar que esse oferecimento significa muito mais do que só ajudar vítimas oprimidas, pois a concessão de direitos a alguns está sendo feita propositadamente para enfraquecer e eliminar a liberdade e os direitos básicos da maioria da população, subjugando-a efetivamente aos interesses e caprichos do Estado controlador.A bandeira atual do Estado controlador é a defesa das minorias e dos direitos humanos. No Congresso tramitam vários projetos de lei que aparentemente têm apenas a intenção de combater a violência aos homossexuais, porém só agora algumas mentes mais alertas percebem que sua intenção é também combater toda atitude, opinião e expressão filosófica, moral e religiosa contrária ao homossexualismo, classificando a própria oposição a esse comportamento como componente da violência aos homossexuais.Todos esses esforços estatais estão sendo feitos, supostamente, para o bem-estar dos homossexuais. Agora, com a falsa preocupação pelo bem-estar da família brasileira, tramita no Congresso o projeto "Estatuto das Famílias" que, se aprovado, basicamente empreenderá o enfraquecimento da família natural e dará vida e respeitabilidade às uniões entre indivíduos do mesmo sexo.Desde o começo da humanidade, o padrão de família mais sólido, que sobreviveu a muitas eras de instabilidade, guerras e extinções, é a família natural, composta de um homem comprometido com uma mulher, unidos no amor e propósito de gerar e criar filhos. Opções diferentes se extinguiram no tempo. Sociedades que aceitaram e adotaram um modelo sexual diferente viraram escombros. Apesar disso, o projeto ousado do IBDFAM propõe a redefinição do casamento e família.Todos têm o direito de formar uma família?O presidente do IBDFAM afirma: "O Estatuto das Famílias pretende regulamentar e legitimar todas as formas de família. Ele por certo trará incômodo e talvez até arrepios. Ele certamente encontrará resistências de alguns parlamentares. Ele faz alterações profundas na estrutura e no sistema jurídico. É um estatuto que inclui e legitima todas as formas de famílias conjugais e parentais. Dentre as famílias conjugais, estão aquelas constituídas pelo casamento, pela união estável entre homens e mulheres e também as homoafetivas".De acordo com o Estatuto das Famílias, todos ? homossexuais, bissexuais, transexuais e qualquer outra invenção que surgir ? têm o direito de estabelecer variadas formas de família:
Artigo 2: "O direito à família é direito fundamental de todos".Há chance de esse projeto petista ser aprovado? O Estatuto das Famílias poderá ainda se tornar realidade? Sem dúvida. As pessoas preocupadas com o bem-estar da família não terão dificuldade nenhuma para apoiar um projeto que na aparência defende a família, mas terão imensa dificuldade de entender as ameaças e elementos nocivos que vêm escondidos em leis que supostamente são a favor da família.Estatuto da Criança e do Adolescente + Estatuto das Famílias = Estatutos de destruiçãoO povo brasileiro já foi enganado antes. Quando se aprovou o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), ninguém disse nada, porque ninguém viu nada. Não porque não houvesse ameaças e perigos. O problema é que nenhum brasileiro os viu. O ECA é fruto direto do compromisso do governo brasileiro de se adaptar às normas da ONU depois de assinar a Convenção dos Direitos das Crianças, documento da ONU que até hoje não foi assinado pelo governo dos EUA, por pressão de grupos evangélicos pró-família.Naquele tempo, não houve nenhuma voz profética para alertar os cristãos do Brasil com relação às ameaças da ONU, da Convenção dos Direitos da Criança e de sua cria maligna para o Brasil, o ECA. Nenhum pastor levantou questionamentos ou oposição ao ECA. Todos achavam, na verdade, que se a intenção era proteger as crianças, então não deveria haver oposição nem dúvidas. O diabo, que se disfarça de anjo de luz, nesse caso simplesmente disfarçou suas intenções como proteção e direitos para as crianças!É desse jeito que, a pretexto de proteger famílias e crianças, o Estado na verdade destrói moral, física e espiritualmente a ambos, fortalecendo suas posições de controle social.Se o Estatuto das Famílias for aprovado, dois homens homossexuais poderão adotar um bebê inocente e será um crime tentar salvá-lo. Promotores e juízes moralmente honestos que tentarem resgatar um bebê das mãos de dois homens homossexuais serão automaticamente enquadrados como criminosos. Os papéis serão invertidos. Os vilões serão heróis. Os heróis serão transformados em criminosos. Mas as vítimas serão vítimas.Famílias cristãs que dão aos seus filhos educação escolar em casa ou que seguem a orientação da Bíblia de disciplinar os filhos com a vara já são considerados "anormais" pelo ECA. Nada mais natural então, com a colaboração de uma legislação que transforma o normal em anormal e vice-versa, do que o Conselho Tutelar arrancar crianças de famílias cristãs e entregá-las para dois homens homossexuais que serão considerados "normais" e "família" pelo Estatuto das Famílias. Por razões óbvias, a fundadora do IBDFAM apóia completamente o ECA. Coincidência ou não, o Dep. Sérgio Carneiro declarou que o Estatuto das Famílias segue os princípios do ECA na facilitação das intervenções estatais em questões da família.A família natural é o único, exclusivo e ideal lugar para o nascimento e criação de bebês. É o único padrão aceitável e desejável de família. Tudo o mais é anormal e trágico. Dois homens no homossexualismo que insistem, com amparo estatal e midiático, em se intitular como família representam na verdade não uma família, mas a aberração das aberrações.A sociedade brasileira precisa ser alertada, a fim de não cair em mais um conto do vigário estatal. A primeira vez que se acreditou que um estatuto traria benefícios, não problemas, foi com o Estatuto da Criança e do Adolescente, que pelo nome parecia uma legislação que ajudaria na criação de crianças e adolescentes. Hoje vemos adolescentes estupradores e assassinos legalmente protegidos, enquanto a população fica desprotegida e a mercê de seus crimes. É o estatuto que enganou o Brasil. Agora, vem outro estatuto para trazer novas enganações, impunidades e a banalização do normal e a consagração do anormal.
Leitura recomendada:A Família Natural: Um ManifestoO abuso estatal contra a ordem familiarO que fazer?Comunique-se com os líderes da sua igreja, inclusive pastores, autoridades, advogados e juízes. Dê-lhes uma cópia deste artigo.Faça contato com a liderança de sua denominação e peça-lhes que assumam uma posição pública contra este projeto prejudicial à família.Temos também mais do que nunca motivos para fazer caravanas a Brasília para exigir, como cidadãos brasileiros, que o Congresso e o próprio governo cessem e abandonem, de uma vez por todas, este projeto nocivo. Aproveitando a ida a Brasília, é preciso também exigir a rejeição total e pública aos projetos anti-homofobia, que têm como propósito transformar em criminoso todo homem, mulher ou criança que expressar uma opinião moral, filosófica ou bíblica contra o homossexualismo.Nossa voz precisa ser ouvida no Congresso Nacional, em programas de rádio e TV, em jornais, etc. Aproveite todas as oportunidades que tiver para denunciar este projeto em reuniões e outros eventos.É hora de o Brasil saber que defendemos a família e somos contra todo projeto de lei malicioso que, a pretexto de ajudar a família, quer na verdade destruí-la.Para se comunicar com os deputados federais e protestar contra o Estatuto das Famílias (PL 2.285/07, da Câmara dos Deputados), é só acessar o site http://www.camara.gov.br/ ou discar gratuitamente para a Câmara dos Deputados: Disque-Câmara - 0800 619 619.

Epidemia entre os homossexuais: a verdade começa a ser encoberta

Autor: J. Matt BarberFonte:
Enviado por: Julio Severo 13/02/2008
Dá para sentir um pouco de pena de Amanda Beck. Ela é a jornalista do serviço noticioso Reuters que estava entre os primeiros a cobrir um novo estudo conduzido por pesquisadores da Universidade da Califórnia, San Francisco, que alertava acerca de um surto de uma variante perigosa, resistente a drogas e potencialmente mortal de infecção estafilococa afligindo certos segmentos da comunidade homossexual.Embora surtos de MRSA (Staphylococcus aureus resistente à meticilina) tenham sido confinados principalmente aos hospitais no passado, o estudo apurou que, devido a "condutas de alto rico" de fora dos hospitais - tais como "sexo anal" - homens que têm sexo com homens agora têm uma probabilidade 13 vezes maior de contrair a infecção.Pelo fato de que essa variante específica pode ser transmitida por meio de contato de pele, os pesquisadores temem que o surto "tenha o potencial para disseminação nacional rápida" e se espalhará para "a população geral". Com a disseminação, eles dizem que será "impossível detê-la". As notícias iniciais de alguns nos principais meios de comunicação, inclusive o The New York Times, eram suficientemente precisas e equilibradas. Essas notícias superficialmente tratavam os dados lúcidos e as conclusões válidas do estudo.Mas tudo isso mudo rápido. Entenda: só pelo simples fato de noticiarem esse estudo, Amanda Beck e outros jornalistas da mídia se desviaram do roteiro. Eles quebraram as regras. E ao fazerem isso, eles realmente irritaram o gorila ativista homossexual de 250 quilos no trono da mídiaEis onde Amanda errou. Ela de modo objetivo forneceu informações científicas ao público que retratam negativamente a conduta homossexual de "alto risco". Ela levou as pessoas a um confiável estudo médico que ressalta as conseqüências potenciais de um estilo de vida demonstravelmente perigoso e desesperadamente vazio.Ela ousou noticiar as descobertas genuínas do estudo e, por causa disso, Amanda Beck e outros jornalistas condenados sem dúvida alguma terão de trabalhar em seções de óbitos na Sibéria jornalística até que tenham conseguido completar o treinamento obrigatório de "mudança de mentalidade".O Dr. Binh Diep, o pesquisador que dirigiu o estudo, declarou para Reuters: "Logo que alcançar a população geral, será verdadeiramente impossível detê-lo… Achamos que se propaga por meio da atividade sexual".E aí começaram os problemas.Agora vem o recuo: "Gente, vamos para outro assunto, pois não há nada de importante nessa questão do surto", parecia sugerir o The New York Time, Newsweek e outras publicações. Eles não ignoraram os grupos homossexuais de pressão nos bastidores.Seguindo a liderança de ativistas gays, os meios de comunicação desesperadamente se atropelaram para mudar o assunto, preferindo usar a estratégia de ofender e acusar quem trouxe as notícias desagradáveis. Os pesquisadores que conduziram o estudo foram até atacados, e convites de grupos como Concerned Women for America (CWA) para se eliminar a promoção política das "condutas de elevado risco" associadas ao surto foram deturpadas por meio de um prisma de confusão e desinformação.Título original: MRSA Outbreak Among 'Gays' - Let the Whitewash BeginTraduzido e adaptado por Júlio Severo: