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29 de jun de 2009

Deputados evangélicos do Rio se omitem na aprovação de leis que transformam orixás, caboclos e “entidades espirituais” em patrimônio do Estado

Deputados evangélicos do Rio se omitem na aprovação de leis que transformam orixás, caboclos e “entidades espirituais” em patrimônio do Estado

Zenóbio Fonseca

A Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro nas últimas semanas aprovou 3 leis que transformam a Umbanda, o Candomblé e o Dia de Iemanjá como patrimônio e propriedade imaterial do Estado do Rio de Janeiro, passando a ter garantias legal e constitucional em razão dessa aprovação.

Autorias

O deputado estadual Gilberto Palmares, do PT, foi o autor do Pl 2274/09 que estabelece umbanda como patrimônio imaterial do Estado do Rio de Janeiro. Ele é também o autor do PL 2303/2009 que estabelece o candomblé como patrimônio imaterial do Estado do Rio de Janeiro. O deputado estadual Átila Nunes, do DEM, foi o autor do Pl 1917/2008, que estabelece o Dia de Iemanjá como patrimônio imaterial do Estado.
O fundamento alegado foi que se trata de justa homenagem a tais manifestações religiosas no Estado.

Base Legal
A Constituição Federal prevê no art. 216 que os bens de natureza imaterial constituem patrimônio cultural brasileiro e que os danos e ameaças a eles devem ser punidos na forma da lei, isto é, eles recebem a proteção direta do Estado.

A transformação de entidades espirituais como os orixás e os caboclos em patrimônio e propriedade imaterial de início obriga o Estado do Rio de Janeiro a repassar dinheiro para divulgação e proteção dessa chamada “cultura religiosa” nas repartições públicas através das Secretarias de Cultura, Turismo, Educação, Segurança, pois a lei lhe concede esse “poder” a essas religiões/cultura.

Discussões e omissões

Os projetos de leis foram aprovados em 2 votações sem quase nenhuma discussão ou obstáculo pelo Plenário da ALERJ, pois o único parlamentar a questionar as referidas leis foi o deputado evangélico Edson Albertassi, do PMDB, que como presidente da Comissão de Orçamento deu parecer oral contrário aos projetos e quando da votação em plenário votou contrário.

Fato negativo durante as votações em plenário, que ocorreram em dias diferentes e em dois turnos de votação, foi à omissão por parte de diversos deputados evangélicos que estavam em plenário durante a votação (alguns saíram quando o projeto entrou em votação) dos projetos de lei e não discutiram a matéria para questionar entre outras coisas: a constitucionalidade das propostas em razão da criação de encargos ao poder executivo, o repasse de verbas, a separação do Estado e a religião e outros aspectos relevantes pela reprovação das propostas.

O que nos chama atenção é que alguns desses deputados evangélicos que se omitiram em enfrentar o debate e as votações, não registrando publicamente a sua opinião e voto, dirigem-se na época eleitoral para o seu público evangélico dizendo ser como atalaias e defensores de valores e princípios, etc.

Essa não é a primeira vez que tais parlamentares se omitem em votações relevantes para a população que os elegeu, pois na aprovação do Dia Mundial do Orgulho Gay no Rio a história se repetiu.

Se continuar dessa forma, o Rio de Janeiro será um Estado onde todas as “entidades espirituais” das religiões afro-brasileiras serão patrimônio imaterial e espiritual através das leis.
Há outros projetos de igual conteúdo do deputado Átila Nunes que estão para entrar na pauta de votação da ALERJ, transformando novas “entidades espirituais” das religiões de religiões afro-brasileira em patrimônio imaterial do Estado do Rio de Janeiro.

Não vou fazer aqui comentários sobre as repercussões espirituais para o Estado com a aprovação dessas leis, mas quem tem conhecimento espiritual, faça a sua análise.

Fonte: Blog Zenóbio Fonseca

Divulgação: www.juliosevero.com

Obama celebrará “aniversário” do movimento homossexual — os Tumultos de Stonewall

Obama celebrará “aniversário” do movimento homossexual — os Tumultos de Stonewall


Kathleen Gilbert

WASHINGTON, D.C., 25 de junho de 2009 (Notícias Pró-Família) — A Casa Branca confirmou que o Presidente Obama convidou líderes do lobby homossexual para o Salão Leste da Casa Branca na segunda-feira para celebrar o “aniversário” do movimento homossexual. Obama comparecerá ao evento.

O gesto de boa vontade, que a Casa Branca não divulgou, ocorre depois do crescente descontentamento do lobby homossexual para com o jeito como Obama vem tratando várias questões.

Ativistas vêm condenando o fato de Obama não atacar agressivamente o Decreto de Defesa do Casamento e a política militar proibindo homossexuais assumidos, ambos dos quais Obama prometeu derrubar.

Depois de relatos de que vários líderes homossexuais haviam recebido convites, a Casa Branca confirmou o evento que celebrará 40 anos do aniversário dos Tumultos de Stonewall.

Os tumultos de junho de 1969 no Bar Stonewall na Cidade de Nova Iorque, onde um grupo de homossexuais revidou uma batida policial, é considerado por muitos como o começo formal do movimento homossexual.

“O evento da próxima segunda-feira é uma chance de a Casa Branca reconhecer as realizações dos americanos LGBT”, o porta-voz da Casa Branca Shin Inouye disse. “Esse evento foi planejado há muito tempo como um jeito de aplaudir esses indivíduos durante o mês do Orgulho Gay”.

Obama havia também decretado uma proclamação em 1 de junho declarando o mês de junho como “Mês do Orgulho LGBT (lésbico, gay, bissexual, transgênero)”.

“Devido em grande parte à determinação e dedicação do movimento de direitos LGBT, mais americanos LGBT estão vivendo suas vidas assumidamente hoje do que nunca antes”, disse a proclamação.

“O movimento de direitos LGBT realizou grande progresso, mas ainda há mais trabalho para se fazer”.

Tim Goeglein, vice-presidente de relações externas de Focus on the Family, apontou para a ironia de Obama estar celebrando os Tumultos de Stonewall depois de se recusar a participar do Dia Nacional de Oração.

“É desapontador que depois de vários anos onde o Dia Nacional de Oração foi realizado no Salão Leste da Casa Branca, o dia infelizmente neste exemplo não é valorizado no mesmo grau”, disse Goeglein.

“É um erro não poder comemorar o Dia Nacional de Oração nos níveis mais elevados, e temos muita esperança de que isso será retificado no próximo ano”.

Veja cobertura relacionada de LifeSiteNews.com:

President Obama Declares June 2009 ‘LGBT Pride Month’
http://www.lifesitenews.com/ldn/2009/jun/09060208.html

Traduzido por Julio Severo: http://www.juliosevero.com/


Copyright © LifeSiteNews.com. “Notícias Pró-Família”.
“NoticiasProFamilia.blogspot.com”.

Ministros da saúde da América Latina concordam em promover “educação sexual abrangente” por toda a região em conferência da ONU

Ministros da saúde da América Latina concordam em promover “educação sexual abrangente” por toda a região em conferência da ONU

Matthew Cullinan Hoffman, correspondente latino-americano

NOVA IORQUE, EUA, 15 de junho 2009 (Notícias Pró-Família) — Autoridades da área de saúde da América Latina e burocratas da ONU concordaram em continuar implementando “educação sexual abrangente começando na primeira fase da infância” por toda a região, inclusive instrução no uso de camisinhas e treinamento anti-“homofobia”, na recente reunião do Conselho Econômico e Social (CES) das Nações Unidas na Jamaica no começo deste mês.

O propósito principal da reunião foi reafirmar e promover a “Declaração da Cidade do México sobre Educação Sexual”, formulada no ano passado logo antes da Conferência Internacional de AIDS na Cidade do México em agosto de 2008.

A Declaração insta a implementação da “educação sexual abrangente começando na primeira fase da infância”, que, afirma, “favoreça a aquisição gradual de informações e conhecimentos indispensáveis para desenvolver as habilidades e atitudes necessárias para uma vida plena e saudável bem como reduzir os riscos de saúde sexual e reprodutiva”.

“Educação sexual abrangente” é um termo usado por grupos antifamília para denotar programas que apresentam abordagens moralmente neutras e puramente físicas que instruem os adolescentes e até crianças no uso do controle da natalidade artificial e do aborto, e apresentam práticas sexuais anormais como normais e aceitáveis.

A Declaração também afirma, em conflito com as principais autoridades científicas, que “as evidências científicas demonstram que a educação sexual abrangente, inclusive métodos de prevenção do HIV/DSTs — tais como o uso correto e consistente de camisinhas masculinas e femininas… nem apressa a iniciação sexual, nem aumenta a freqüência das relações sexuais”.

O Dr. Jose Antonio Izazola L., diretor-geral do Centro Nacional de Prevenção e Controle do HIV/AIDS do México, deu uma apresentação de PowerPoint em que ele endossou a Declaração da Cidade do México e particularmente sua meta de reduzir “em 75 por cento o número de escolas sob a jurisdição dos Ministérios da Educação que não consigam institucionalizar a educação sexual abrangente” até 2015.

Ele também declarou sua meta de “lutar contra o estigma, discriminação e homofobia”.

De acordo com o programa da reunião, publicado online pelas Nações Unidas, outros palestrantes e participantes incluíram representantes dos governos do Brasil, Uruguai e Honduras.

54% das infecções do HIV provocadas por atividade homossexual entre homens de 13 a 29 anos

54% das infecções do HIV provocadas por atividade homossexual entre homens de 13 a 29 anos


Alex Bush

Dezoito de junho de 2009 (Notícias Pró-Família) — Os Centros de Controle de Doenças dos EUA divulgaram uma ficha de dados de que 54% das infecções do HIV entre homens, de idades entre 13 e 29 anos, foram provocadas por contato homossexual em 2006. Isso é o oposto dos 34% de infecções provocadas por contato heterossexual no mesmo demográfico.

“De 2001 a 2006, sexo entre homens foi a categoria de maior transmissão do HIV nos Estados Unidos e a única associada com uma número crescente de diagnósticos de HIV/AIDS”, disse a ficha de dados.

O artigo além do mais declara que 77% dos homens homossexuais HIV positivo entre as idades de 15 e 29 não sabem que estão infectados.

O demográfico de jovens adultos homossexuais entre as idades de 13 e 29 é o único demográfico perceptivelmente crescendo em termos de infecção do HIV. Os outros demográficos de idade parecem razoavelmente estáveis em comparação, diz o CDC.

23 de jun de 2009

A juventude e o engano do Satanismo

Paraíba, 19/06/2009

A juventude e o engano do Satanismo

O Portal TERRA noticiou que o satanismo cresce na França, despertando a preocupação de círculos encarregados da proteção da juventude e da luta contra as seitas. O último relatório de uma missão interministerial de vigilância e luta contra este campo sensível das seitas, faz um alerta contra este fenômeno, muito disseminado entre os adolescentes. Na Itália as chamadas seitas satânicas também se encontram em crescimento. Segundo as estatísticas mais recentes, pelo menos meio milhão de pessoas tem freqüentemente entrado em contato com estas organizações, conhecidas geralmente através da música, dos filmes e dos sites da internet".
Caro leitor, concordo plenamente com o texto do CACP quanto ao que seja Satanismo. (1) "Quando se fala em satanismo, logo nos vem à mente homens vestidos de compridas roupas negras com um punhal na mão rodeado por velas pretas, sacrificando alguma vítima.
Esta talvez, é a concepção de milhares de pessoas que conhece o termo "satanismo" apenas pela lembrança herdada de filmes de terror ou de alguns livros cujo conteúdo pertence a idade média (no Brasil em anos recentes, entre as igrejas evangélicas, este tipo de satanismo ficou bastante conhecido devido a propaganda do livro de Rebecca Brown, "Ele Veio para Libertar os Cativos" e pelos livros de Daniel Mastral). No entanto o satanismo moderno não tem nada que ver com essa imagem grotesca é mais um tipo de religião humanista voltada mais ao ateísmo.

É verdade que existem este tipo de ritual que incluem sacrifícios de vítimas humanas (ao contrário de algumas opiniões céticas no assunto, há bastante evidencias para apoiar estes acontecimentos), mas são realizados normalmente por pessoas desequilibradas psicologicamente. Entretanto o satanismo mais conhecido hoje em dia foge radicalmente dessa concepção.
A religião satânica moderna é caracterizada pela busca do hedonismo e pela rejeição a toda forma de cristianismo, é uma rebelião ao sistema de governo atual. Que tende a oferecer ao ser humano uma liberdade irrestrita no que tange as normas de comportamento e moral estabelecidas, chocando-se claramente com a filosofia cristã de vida.
Devido à mudança de paradigmas em nossa geração o satanismo ganhou bastante campo e está conquistando um grande número de adeptos vindos das mais variadas classes. Os jovens são talvez o grupo mais vulnerável a embrenhar no submundo desta religião."
Caro leitor, de fato vivemos dias dificílimos. Infelizmente o adversário de nossas almas tem semeado no coração de milhões de pessoas em todo planeta valores absolutamente opostos aos valores do reino. Um número incontável de adolescentes e jovens estão sendo enganados pelo príncipe deste mundo, o qual tem semeado em seus corações conceitos que se antepõem aos ensinos das Escrituras sagradas.
Há poucos meses estava num shopping de Curitiba quando pude presenciar inúmeros adolescentes, vestindo preto, demonstrando com suas atitudes, pinturas e vestes um espírito de rebelião a tudo aquilo que consideram cristão. Isto posto, pergunto: O que temos feito diante dos ataques de Satanás aos nossos jovens? Temos anunciado o Evangelho de Cristo Jesus ou temos andado preocupados com a nossa satisfação e realização pessoal.
Amados, não nos esqueçamos que os campos estão prontos, Deus nosso Senhor nos redimiu e nos comissionou a noticiarmos as boas novas da salvação a todos quanto pudermos!
Soli Deo Gloria, Renato Vargens
Brasileiros não apoiam a homossexualidade

Geremias do Couto

Embora tenha havido nos últimos anos intenso bombardeio através da mídia secular para minar os valores morais e tornar a sociedade simpática à prática homossexual, atribuindo-lhe característica de normalidade comum à diversidade humana, não é de fato bem isso que vêm logrando aqueles que fazem desta a sua batalha de vida ou morte.

Nem mesmo as novelas, com as suas cenas ousadas de convivência afetiva e em alguns casos até de “casamento” entre pessoas do mesmo sexo, conseguiram esse intento. (Ainda que o façam, diga-se de passagem, mesmo na ficção, de forma criminosa, ao arrepio da constituição brasileira, cuja letra afirma que o casamento se dá entre homem e mulher.)

A verdade é que, segundo pesquisa produzida pela Fundação Perseu Abramo, em parceria com a Fundação Rosa Luxemburg, à qual se reportou o jornal O Globo de 8 fevereiro, 99% dos brasileiros, em maior ou menor grau, não assimilaram a idéia de considerar normal o homossexualismo.

É claro que o jornal e os promotores da pesquisa não admitem essa interpretação. Para eles, embora em matizes variados, os dados revelam o preconceito ainda existente contra os homossexuais, que precisa ser combatido através de políticas públicas contra a discriminação para eliminá-lo. Não se podia esperar outra coisa dessa gente.
Essa é a pecha que nos querem impor não só como forma de hostilização, mas de nos colocar na defensiva, com temor do rótulo, diante da ditadura do “politicamente correto”, que, hoje, toma conta do mundo dito “civilizado”.

Mas vejamos as informações da pesquisa. Ela empregou a metodologia da abordagem domiciliar para ouvir 2014 pessoas acima de 15 anos distribuídas por 150 municípios, em 25 unidades da federação, nas cinco macrorregiões do país. Foi ampla o suficiente para produzir com fidelidade os resultados anunciados e mostrar que a realidade não é bem aquilo que pretendem os apologistas do homossexualismo, embora seja lida de forma distorcida e vá servir de instrumento para nos hostilizar ainda mais.

O que mais chama a atenção são os números que ligam a não aceitação da prática homossexual aos princípios da fé cristã. Vejam só: 92% dos brasileiros, por exemplo, acreditam que “Deus fez o homem e a mulher com sexos diferentes para que cumpram o seu papel e tenham filhos”. Os responsáveis pela pesquisa atribuem autoria anônima à frase (uma forma velada de tirar-lhe o mérito), como se fosse mero refrão da tradição popular. Mas ela revela, em essência, um fato bíblico para o qual torcem o nariz: a perpetuação da espécie como uma das finalidades pelas quais Deus criou macho e fêmea o gênero humano. E, como afirmam, 11 em cada 12 brasileiros acreditam nela.

Outro dado relevante da pesquisa é que 66% creem que a “homossexualidade é um pecado contra Deus”. Ora, não é isso resultado da influência direta daquilo que a igreja, baseada na Bíblia, ensina ao povo? Aliás, essa é a interpretação, mesmo que tortuosa, dada por Gustavo Venturi, doutor em Ciência Política e mestre em Sociologia, em seu ensaio sobre a pesquisa publicado no portal da Fundação Perseu Abramo. Para ele, isso é fruto do “peso legitimador dos discursos religiosos (especialmente cristãos, tratando-se de Brasil, e ainda particularmente católico, em que pese o crescimento recente acentuado das igrejas evangélicas) no reforço de concepções preconceituosas da homossexualidade”.

A única diferença é que Gustavo, preconceituosamente, identifica esse peso da fé cristã como o fator gerador dessas “concepções preconceituosas”, enquanto nós, os cristãos, sem nenhum preconceito, admitimos que essas concepções nada têm de preconceituosas e apenas refletem o padrão moral de comportamento que Deus estabeleceu para o gênero humano.

Em outras palavras, apesar da orquestração que se estende desde o mundo acadêmico, passando pela mídia, até as políticas de governo para impor o modus vivendi homossexual como prática moralmente aceitável, ainda assim a força da fé cristã, enfrentando todos os percalços, prevalece no coração dos brasileiros e nos serve de estímulo para não esmorecermos em nossa luta em defesa do evangelho.

No entanto, a leitura que deixou de ser feita pelo ensaísta é que, se 99% dos brasileiros discordam, de alguma forma, da prática homossexual, onde estaria então o propalado quantitativo do grupo, que se instrumentaliza de ferramentas públicas para impor a ditadura do seu comportamento sobre a sociedade? Sem nenhuma dúvida, por dedução, na faixa do um por cento, que apoia a “causa” do movimento.

Com esse dado claríssimo, percebe-se que o minoritário movimento homossexual está sendo também instrumentalizado pelo viés ideológico das ditas forças progressistas para criar um fato político e impor restrições à liberdade de expressão mediante a ditadura do pensamento único. É o que pretendem com a aprovação do PL 122 que consagra de forma autoritária, contra todos os princípios em que se sustenta o regime democrático, o “delito” de opinião, como já observou o filósofo Otávio de Carvalho.

Aliás, Gustavo Venturi deixa isso claro, quando afirma: “Enquanto o PL 122 (ou lei semelhante), hoje parado no Senado, não for promulgado, e enquanto não ocorrerem eventuais condenações exemplares por crimes de ofensa ou discriminação de pessoas por sua orientação sexual ou identidade de gênero, é pequena a chance que se reverta de forma expressiva ou que se acelere a reversão (provavelmente já em curso) no processo de reprodução de preconceitos de natureza homofóbica”. Ou seja, eles continuam em ação para transformar em lei essa aberração jurídica. E mais dia menos dia conseguirão a façanha, se nos omitirmos como força social organizada em nosso país.

Duas conclusões, entre outras, precisam ser extraídas da pesquisa:
1) Não obstante a nossa atuação como força social organizada estar muito aquém do que ainda pode ser feito (somos, por exemplo, relapsos em nos apresentar nos fóruns adequados para discutir temas desta natureza), não podemos desconsiderar a força da mensagem cristã na formação do pensamento brasileiro. Assim, continuemos a pregar a tempo e fora de tempo todo o conselho de Deus. Sem medo de restrição alguma.

2) Não nos enganemos, achando que as coisas melhorarão em nosso favor. Isso não acontecerá. O cerco será apertado cada vez mais, inclusive com a influência internacional de órgãos da própria ONU. Lembremo-nos que esse foi o propósito da pesquisa: fornecer ferramentas ao governo para assegurar a ditadura da diversidade sexual. Em outras palavras, precisamos estar preparados para os novos tempos e agir para que a nossa voz seja ouvida nos fóruns que ditam as leis do país. Pelo menos não seremos omissos. Omissão também é pecado.

PS. Este artigo foi originalmente publicado na edição do Mensageiro da Paz do mês de março de 2009.

18 de jun de 2009

Genocídio Homossexual, ou Heterofobia Estatal? A arte de distorcer as estatísticas

Paraíba, 16/06/2009

Genocídio Homossexual, ou Heterofobia Estatal? A arte de distorcer estatísticas

Alguma coisa está sendo perdida nessa estatística. A cada ano, 50.000 brasileiros são assassinados, o que dá 138 brasileiros por dia, ou 414 a cada três dias. Se a questão é que, como afirmam os gays, "um homossexual é assassinado a cada três dias", isso dá 1 a cada 414 pessoas. Ou seja, 0,25% dos assassinatos totais. Ocorre que o próprio movimento gay declara que o número de homossexuais na população brasileira atinge o percentual de 10%. Juntando essas duas afirmações, se verídicas (procedem, ambas dos grupos gays) chega-se à conclusão que morrem menos homossexuais do que o restante da população (414 x 10% = 41). Isto é, morrem 40 vezes menos homossexuais do que heterossexuais. De acordo com essas estatísticas distorcidas, a melhor forma de escapar com vida, no Brasil, é virar gay.

Em 14 de junho de 2009 São Paulo apresenta o que está sendo considerado como o maior evento da cidade, superando, mesmo, a anual corrida de Fórmula 1: A Parada do Orgulho Gay. A aferição de importância é feita não somente pelo número de pessoas trazidas à cidade, e conseqüente receita contabilizada pela rede de serviços, comércio e cofres públicos, mas também, como divulgou a Globo no Jornal Hoje de 13.06.2009, pela imensa infra-estrutura de organização, apoio e "segurança" - tudo pago, compulsoriamente, com a arrecadação do meu e do seu dinheiro, quer concordemos ou não com a prática.

Há muito estamos observando a imposição do estilo gay de vida sobre a sociedade, que cria não apenas uma classe de intocáveis e "não-criticáveis", mas um segmento subsidiado, fomentado e imposto pela máquina governamental. A pressão se demonstra, como exemplo, pela legislação (Projeto de Lei 122/2006, que tramita no Senado Federal e que tem como relatora a Senadora Fátima Cleide) cujo nascimento se avizinha, tendo como parteiros os nossos legisladores; mas também pelo silenciar, quase compulsório, de qualquer oposição.
Hoje em dia quase que não há voz que arrisque o seu pescoço político e se oponha às pressões heterofóbicas. Alguns, como o Deputado Henrique Afonso, são alvo de processo de expulsão do partido (PT), porque suas convicções pessoais falaram mais alto do que a ditadura do partido, que aprisiona a consciência dos seus membros em causas abortistas e heterofóbicas (veja: "Dinheiro Público Desviado para Causa Abortista", neste site).
A sociedade, narcotizada, vai sendo levada não apenas à deriva, mas navegando a um destino que resultará em sua própria extinção, pelo menos por falta de descendentes, a prevalecer a idéia de que podemos brincar impunemente com a estrutura básica biológica e metafísica dos seres humanos, implantada pelo Criador em suas criaturas.

Como se não bastasse essa via governamental, que contraria gritantemente, o art. 5º, da nossa Constituição ("todos são iguais perante a lei..."), querem nos enganar com estatísticas falsas, não substanciadas, e com distorções de notícias procedentes do universo gay. Em 09 de dezembro de 2008 a Folha de São Paulo trouxe uma carta, no "Painel do Leitor" discutindo notícias recentes sobre assassinatos de homossexuais em uma praça de São Paulo, que eram investigados pela polícia. Nela, o missivista, o conhecido defensor da causa gay, recebedor de constante apoio governamental (deste e do governo anterior): Luiz Mott. Na carta, ele falava de um "genocídio de homossexuais" que estaria ocorrendo no Brasil. Obviamente, como cristãos e cidadãos ordeiros dessa nação brasileira, somos contra qualquer assassinato. Acreditamos até que a punição corrente para esses crimes seja por demais suave, no entanto, esse rótulo de "genocídio homossexual" é curioso, estranho e intrigante. A expressão não pode ser pacificamente aceita, sem análise maior.

Uma das estatísticas mais utilizadas é a de que "a cada três dias um homossexual é assassinado no Brasil". Essa tem sido a principal bandeira para promover o malfadado PL 122/2006, e a cobertura de inúmeras medidas supostamente contra a homofobia. Recentemente, estive em um evento e ouvi um Ministro de Estado repetir essa mesma estatística, sem pestanejar, nem ponderar. A inferência desse número, é que isso retrataria uma brutalidade e ataque intenso aos homossexuais em nosso país. Os gays necessitariam, portanto, da proteção dessa lei contra tal intolerância. Para chegar a esses números, e afirmar que, no Brasil, "tivemos 122 mortes, neste ano, superando o México e os Estados Unidos", Mott compilou os seus dados através do método duvidoso e não científico de referir-se às notícias dos jornais, por inexistência de "estatísticas oficiais". Segundo Mott, o Brasil atravessa um "homocausto" (trocadilho que procura associar a morte de homossexuais ao Holocausto)!

Repetindo, repudio qualquer tipo de assassinato ou crueldade contra qualquer pessoa. Mas sobre essas estatísticas e terminologia que está sendo utilizada pondero o seguinte:

1. Em primeiro lugar, a utilização da expressão "genocídio" é curiosa e contraditória. A palavra tem a sua origem com o trabalho do judeu polonês, Raphael Lemkin, que protestava as ações dos "atos bárbaros" da Alemanha nazista. Em 1944, ele cunhou o termo em seu livro "O Domínio do Eixo na Europa Ocupada". Lemkim pegou a palavra grega "genos", que significa "raça", "tribo", "grupo étnico", unindo-a ao sufixo latino "cidium", que significa "ato de matar", "assassinato" - resultando na palavra genocídio, ou seja, o assassinato de uma raça ou de um grupo étnico. Quando um homossexual se refere aos assassinatos de homossexuais como sendo "genocídio homossexual", está atribuindo um determinismo genético ao homossexualismo (equacionando a prática com "raça", "tribo", "grupo étnico").
Ocorre que, curiosamente, eles próprios têm se posicionado contra a noção de que existe uma inclinação biológica ou genética à prática. Afinal, uma das grandes bandeiras do movimento gay é sobre "o direito de opção sexual": ser-se aquilo que se quer ser, em vez de procurar ser aquilo que biologicamente são. Rebelam-se contra a noção de que Deus criou dois sexos, e não três ou quatro. Colocam na pessoa a definição de sua sexualidade, e não no Criador. Pois bem, ao clamar "genocídio", contradizem-se em sua própria argumentação.

2. Segundo, alguma coisa está sendo perdida nessa estatística. A cada ano, 50.000 brasileiros são assassinados, o que dá 138 brasileiros por dia, ou 414 a cada três dias. Se a questão é que, como afirmam os gays, "um homossexual é assassinado a cada três dias", isso dá 1 a cada 414 pessoas. Ou seja, 0,25% dos assassinatos totais. Ocorre que o próprio movimento gay declara que o número de homossexuais na população brasileira atinge o percentual de 10%. Juntando essas duas afirmações, se verídicas (procedem, ambas dos grupos gays) chega-se à conclusão que morrem menos homossexuais do que o restante da população (414 x 10% = 41). Isto é, morrem 40 vezes menos homossexuais do que heterossexuais. De acordo com essas estatísticas distorcidas, a melhor forma de escapar com vida, no Brasil, é virar gay.

3. A questão, que essa discussão evita, é que mata-se indiscriminadamente no Brasil e isso não é restrito a um segmento ou grupo em particular. É verdade que falar genericamente dos assassinatos, da falta de lei, da violência contra os cidadãos, não "dá mídia" nem impressiona tanto quanto as estatísticas do Mott.

4. É curioso, portanto, que um grupo específico, manipule dados e formule estatísticas enganosas. É intrigante, que na contabilidade do Sr. Mott, homossexuais só morrem - eles não matam. É surpreendente como realidades são ignoradas, como no caso dos assassinatos de homossexuais ocorridos no Parque dos Paturis, em Carapicuíba. Nenhum grupo gay deu importância ao fato de que o principal suspeito, preso em 10 de dezembro de 2008, um ex-PM, era igualmente homossexual. Ele procurava encontros naquela localidade (uma das testemunhas informou que esteve com ele em um motel, nas vizinhanças).

A mídia esquece que os "ativos" são igualmente homossexuais; eles não são contabilizados nas estatísticas de violência da classe. E assim, com essas frases e "estatísticas" de efeito, contando com apoio e projeção governamental, os gays e simpatizantes procuram impor uma lei da mordaça heterofóbica, sob o suposto manto de uma pretensa proteção à violência social que impera em nossas plagas; quando a violência não enxerga cor, raça ou sexo. Pior, ainda, é que essa lei é voltada contra as convicções e liberdades religiosas; contra princípios de acato à instituição da família, em vez de contra criminosos de verdade e assassinos de fato.

A triste realidade é a de que o governo tem abdicado de suas responsabilidades de proteção à vida, como sendo a prioridade número um de suas funções. Sofrer violência não é característica de um grupo específico, mas é conseqüência da impunidade e da omissão do estado. Além disso, as forças estatais alinham-se na imposição de uma onda heterofóbica, aceitando e promulgando estatísticas distorcidas, para substanciar ações e projetos que resultarão na destruição da frágil estrutura social, com um mínimo de ordem e decência - situação quase extinta em nossos dias.



*Solano Portela é teólogo, escritor e conferencista. - http://www.solanoportela.net
Fonte: www.midiasemmascara.org.br

Golpe sujo no Senado PLC: 122 poderá ser usado para salvar Sarney dos escândalos

Golpe sujo no Senado: PLC 122 poderá ser usado para salvar Sarney dos escândalos

Nocivo projeto anti-“homofobia” está para ser usado para desvir o foco da corrupção no Senado

Julio Severo

O presidente do Senado, José Sarney, se envolveu em tantos escândalos, fartamente noticiados pela imprensa, que já há movimentações e pressões para que ele renuncie.
Para evitar tal fim drástico, Sarney precisará arranjar rapidamente uma saída.
É aí que entra a maquinação política. Conforme informação confidencial que acabei de receber, o presidente da Câmara, Michel Temer, aconselhou Sarney, que passa por um verdadeiro bombardeio de credibilidade após as denúncias de ter empregado pelo menos meia dúzia de parentes e aliados por meio de atos secretos, a colocar em votação no plenário projetos importantes que causem polêmicas e discussões e que possam mudar o foco do noticiário.
Qual é o principal projeto que pode provocar distração suficiente para amenizar as pressões sobre Sarney? O PLC 122/06.
Colocando o PLC 122/06 para votação, desvia-se o foco da corrupção e Sarney pode respirar mais tranqüilo.
Se não houver uma mobilização imediata, uma manobra debaixo dos panos irá colocar para votação a aberração jurídica PLC 122, que representa uma das maiores ameaças à liberdade da enorme população cristã do Brasil.

Em vez de deixarem os políticos caírem em sua própria sujeira, o povo brasileiro será submetido a uma queda de seus direitos com a colocação para votação de um projeto que vem sendo rejeitado pela sociedade, mas que está para ser usado para salvar um polítco que tem a obrigação de responder pelos seus atos.

Não permita que políticos corruptos se salvem usando o PLC 122. Salve o Brasil do PLC 122.
Faça contato imediato com os senadores e peça a rejeição do PLC 122.

Procure a liderança de sua igreja e peça ação imediata.
Envie este email a todos os seus amigos e conhecidos.
Mobilize-se, pois os políticos corruptos estão se mobilizando e farão qualquer coisa para se salvarem.

Ligue para o Senado Federal pelo telefone gratuito: 0800-612211

11 de jun de 2009

O preço da elevada popularidade de Lula

O preço da elevada popularidade de Lula

Apesar de suas políticas anti-vida e anti-família, grandes investimentos estatais em propaganda garantem popularidade para Lula

Julio Severo

Noticiou o jornal O Estado de S. Paulo: “A aprovação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva subiu de 78% em março para 80% em junho, apontam os dados da pesquisa CNI/Ibope divulgada nesta terça-feira, 9. O porcentual de entrevistados que consideram o governo ótimo ou bom também melhorou: passou de 64% para 68%. O índice dos que desaprovam a gestão de Lula caiu de 19% para 16%”.

Com certeza, os entrevistados não foram perguntados se aprovam ou não as políticas do governo Lula de apoio escancarado à homossexualidade e ao aborto, nem se estão satisfeitos com a educação sexual pornográfica que seus filhos recebem em escolas públicas. Contudo, como um governo tão dedicado ao homossexualismo e ao aborto consegue permanecer protegido de críticas necessárias de grande parte da mídia e ainda por cima experimentar crescimento de sua popularidade?

A explicação está no… bolso. No bolso do governo, que tem — nosso — dinheiro de sobra para investir no que quiser. E no bolso de grande parte da mídia brasileira, que recebe dinheiro do governo exclusivamente para levantar a popularidade de Lula.
Só em 2008, um número impressionante de 5.297 jornais, revistas, rádios e TVs foram pagos — com o dinheiro público — para transmitir propaganda favorável ao governo Lula, passando a perna até mesmo em empresas poderosas, como a Fiat, que anunciou em 206 mídias diferentes, e o Itáu, que investiu em 176.

Em maio, o governo Lula divulgou os números oficiais de quanto gastou em publicidade entre 2003 e 2008. O gasto foi uma cifra exorbitante de R$ 6,3 bilhões. Sem esse elevadíssimo investimento, o papel da imprensa mudaria de propagandista e beneficiária do governo para entidade livre para criticar ou elogiar os atos do governo.

Além disso, o governo tem seus truques para remover do caminho jornalistas críticos, fazendo da imprensa “livre” do Brasil meramente uma classe de aproveitadores e sugadores que não trabalham desatrelados dos interesses e dinheiro do governo.
No estado em que estão, acomodados e bem pagos, os meios de comunicação do Brasil não têm estímulo nenhum para cumprir um papel de legítima imprensa livre.
Com o método de persuasão através do bolso, até o inferno poderia garantir popularidade. Principalmente em tempos de crise, quando jornais, TVs e rádios no mundo inteiro estão falindo, qualquer dinheiro que venha do governo é muito bem-vindo.

Assim é que investimentos milionários de empresas estatais como a Petrobras, Banco do Brasil e a Caixa em “inocentes” anúncios comerciais mantêm a imprensa “livre” do Brasil “livre” da disposição de criticar o governo, que é seu aliado e investidor.

O método de “benevolência estatal” funciona com ricos e pobres, igualmente. Quando o assunto é comprar popularidade, o governo Lula não faz discriminação e acepção de pessoas. Aos ricos que têm canais de televisão e rádio, vai a bolsa-concessão. (Você nunca notou que todos os pastores e bispos donos de TV são “amigos” de Lula?) Aos pobres, vai a bolsa-família. Aos meios de comunicação, vai a bolsa-anúncio. Seria de estranhar que um governo tão “benevolente” não conseguisse garantir uma alta popularidade?

Seria impossível Lula ganhar a presidência pela terceira vez? Tudo depende da persuasão do bolso! A maioria dos brasileiros, políticos ou não, simplesmente não consegue resistir a essa persuasão.

O governo Lula pode ser um fracasso ético, moral, espiritual e econômico em muitas áreas, mas pelo menos sabe “conquistar” o apoio do público e da mídia.

A “benevolência” e popularidade do governo Lula não vêm de graça. Custam um elevado preço para o bolso de quem paga impostos. É você mesmo quem custeia no final a bolsa-concessão, a bolsa-família, a bolsa-anúncio e a própria propaganda estatal de conquista de popularidade.
Quem ganha sorri. É por isso que os donos de canais de TV estão sorrindo. Eles têm seus motivos. Eles são pagos para isso. Mas muitos brasileiros, que não estão ganhando nada, sorriem abobalhadamente para a propaganda de um governo que sodomiza a inocência de seus filhos na escola e, contrariando a vontade da maioria da população, luta para promover o aborto e o homossexualismo. Eles pagam a conta de tudo e ainda sorriem.

No passado dizia-se que a melhor propaganda é o caráter. Quando não se tem caráter, gastam-se bilhões do dinheiro do próprio povo. Só no ano que passou, o governo Lula gastou 1 bilhão de reais somente em anúncios publicitários na mídia, tornando-o o maior anunciante do país. É de estranhar então a hesitação da mídia brasileira de lidar com os escândalos de Lula e seu governo?

Fonte: www.juliosevero.com

8 de jun de 2009

Governo de Obama prestes a abandonar Israel

Governo de Obama prestes a abandonar Israel

Bill Wilson

O homem que ocupa a Casa Branca deveria ser alertado: há a possibilidade de que uma oposição a Israel poderia liberar o juízo de Deus sobre os EUA. A posição que a Casa Branca assumiu para com Israel é certamente uma posição que, de uma perspectiva bíblica, poderia trazer calamidade sobre os Estados Unidos.

Aliás, o impacto já está sendo sentido. Os cidadãos americanos estão perdendo seus empregos, seus benefícios e seus lares. Indústrias que estão falindo estão sendo engolidas pelo sem precedente socialismo governamental.
A Bíblia é bem explícita sobre como Israel tem de ser tratado. Gênesis 12:3 diz: “Abençoarei aqueles que te abençoam, e amaldiçoarei aqueles que te amaldiçoam”.

Os Estados Unidos há muito tempo têm sido o aliado mais sólido de Israel. Mas a oposição gradativa a Israel começou durante os Acordos de Camp David em 1979, feitos pelo Presidente Jimmy Carter. Contudo, o Presidente Ronald Reagan permaneceu firme em 1 de setembro de 1982, quando disse: “Os Estados Unidos não apoiarão o estabelecimento de um Estado palestino independente na Margem Ocidental e em Gaza”.

O Presidente Bill Clinton, que promoveu os Acordos de Oslo com o terrorista Yasser Arafat, foi o primeiro a sugerir que os EUA deveriam aprovar a criação de um Estado palestino. O Presidente George W. Bush foi o primeiro a declarar explicitamente essa idéia. E o atual governo americano marcou uma mudança importante nas relações com Israel.

Obama atrelou a segurança israelense com o Irã ao progresso de Israel no estabelecimento de um Estado palestino. Ele anunciou para os israelenses que Israel não é mais um aliado especial dos EUA. Ele insinuou que Jerusalém será a nova capital de um Estado palestino. Mas Obama está prestes a dar uma impressão clara para o mundo muçulmano e para Israel de que os EUA estão abandonando Israel.

Conduzindo seu discurso de apaziguação islâmica no Cairo, Obama salientou suas raízes muçulmanas — algo que ele evitava fazer durante a campanha eleitoral. O noticiário televisivo ABC News noticiou que o Assessor de Segurança Nacional Denis McDonough disse para os repórteres que Obama experimentou o islamismo em três continentes, principalmente crescendo na Indonésia com um pai muçulmano.

Em 6 de abril, Obama disse ao Parlamento da Turquia que muitos americanos “têm muçulmanos em suas famílias ou têm vivido num país de maioria muçulmana. Sei disso porque sou um deles”. Esse foi o mesmo discurso onde ele disse que os americanos não consideram os EUA uma nação cristã.

Nesta semana, ele disse para o Canal Plus da França: “Um das coisas que quero deixar claro é que se realmente pegássemos o número de muçulmanos nos EUA, veríamos que somos um dos maiores países muçulmanos do mundo”.

O jornal The Telegraph, da Inglaterra, tomou nota, dizendo que isso é uma ousada mudança de direção: Obama está “se apresentando ao mundo islâmico como a personificação de uma nova, tolerante e — sim, parcialmente muçulmana — nação americana”.


Sim… e, profeticamente, uma mudança de direção possivelmente devastadora.

Traduzido e adaptado por Julio Severo: www.juliosevero.com

Fonte: Bible Prophecy Today

5 de jun de 2009

Verdades por trás dos Projetos de Lei anti-homofoba - PLC 122/2006 & 6418/2005

Verdades por trás dos Projetos de Lei anti-homofobia – PLC 122/2006 & PL 6418/2005

Pr. Euder Faber



No último sábado, dia 17/05, foi comemorado o Dia Mundial de combate a “Homofobia” (essa data não foi oficializada pela ONU). Coloco entre aspas o termo homofobia - ódio, aversão e medo ao ser humano, porém o movimento gay se apoderou de tal vocábulo e aplicou-lhe à apenas aos homossexuais - porque tem havido um verdadeiro abuso deste termo por parte do movimento gay.


Já está mais do que comprovado que todo esse estardalhaço em relação a essa questão, não passa de desinformação e manipulação, contando com a conveniência do Governo Federal e de boa parte da mídia brasileira e mundial.

Na verdade, tudo isso não passa de uma estratégia de tentar sensibilizar a sociedade e os políticos de que há uma verdadeira “caça as bruxas”, aos homossexuais no Brasil, o que não é verdade. Basta ver que os números de assassinatos de gays no Brasil são insignificante, algo de cerca de 0,40%, em comparação ao total de homicídios que todos os anos temos no nosso país, algo em torno de 50 mil mortes violentas.


Outra verdade é que, por trás do combate a “homofobia”, esconde-se a vasta agenda do movimento gay, cujo objetivo principal é desconstruir os valores tradicionais da família, que foram legados ao ocidente pela cultura judaico-cristã. Essa desconstrução passa principalmente por uma deformação do conceito de família como entendemos hoje.


Outro foco do movimento é o de atingir a posição cristã em relação à homossexualidade e calar a voz dos líderes cristãos, que se opõem a tal agenda e assunto.


O principal trunfo do movimento GLBT, se encontra no Congresso Nacional, onde estão dois projetos de lei (PL 6418/2005 - Câmara & PLC 122/2006 Senado), que se aprovados estará dando um status especial aos homossexuais no Brasil. Desta forma criando um tipo de casta superior no país, onde a opção homossexual não poderá ser passível de crítica. Caso aprovados, tais projetos estarão dando uma grande contribuição para que a vasta agenda gay no Congresso possa avançar, sem se falar que, para isso, haverá um incentivo ainda maior para a promoção das ditas políticas inclusivas, que na verdade incluem eles e excluem a todos aqueles que não concordam com tal comportamento.


Penso que, como cristãos e cidadãos, temos o dever de nos manifestar nessa hora, e não sermos acusados futuramente de pecado de omissão. Como disse o apostolo Paulo, nos últimos dias sobrevirá dias difíceis (2 Tm 3:1 - RC). Contudo, temos que ser como aqueles sete mil que não dobraram seus joelhos a Baal, nem beijaram seus pés, nem tão pouco se aliaram com Acabe, entenda-se poder temporal, nem fizeram vista grossa à doutrina de Jezabel, leia-se promiscuidade sexual.