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24 de fev de 2009

No ano do 200º aniversário de Darwin, cristãos refutam teoria evoluvionista

No ano do 200º aniversário de Darwin, cristãos refutam teoria evolucionista

INTERNACIONAL — Enquanto milhares de pessoas celebram o 200º aniversário de nascimento de Charles Darwin, um ministério criacionista oferecerá conferências para refutar a teoria da evolução, criada pelo famoso cientista.

O ministério Answers in Genesis (respostas no Gênesis) oferecerá duas conferências gratuitas para ajudar os cristãos a defenderem sua fé contra a teoria que o ministério vê como contrária às Escrituras.As conferências, nomeadas de “Respostas para Darwin”, ocorrerá em duas igrejas – uma ao leste e outra ao oeste – para fornecer treinamentos e ensino para cristãos, envolvendo as teorias evolucionista e criacionista.
“Tantos cristãos têm sido convencidos pela elite acadêmica de que a teoria de Darwin é válida, e tentam encontrar meios de provar, e relacionar a teoria da evolução com a da criação”, diz Ken Ham, presidente do ministério e palestrante nas duas conferências.
“Queremos ajudá-los a compreender que a teoria de Darwin é errada, menospreza a fé cristã e dá lugar para males sociais e racismos e abortos”, diz.
Outros palestrantes incluem Dr. Andrew Snelling, um cientista Ph.D em geologia, e Dr. David Menton, Ph.D em biologia.
Os temas da conferência são, entre outros, “Respostas do Gênesis para Darwin e as guerras culturais”, “Respostas para o racismo”, “Respostas científicas e bíblicas para a real idade da Terra” e “Respostas para os registros fósseis – Criação vs. Evolução”.
Ham acredita na interpretação literal da história dos seis dias da criação no Gênesis. O Creation Museum, fundado por ele, tem exibições que alegam que o mundo tem apenas 6.000 anos, os dinossauros apareceram no mesmo dia em que Deus criou a terra e outros animais, e que elementos geológicos como o Grand Canyon e os fósseis foram criados durante o dilúvio na época de Noé.
“Muitos cristãos se surpreendem quando sabem que a própria ciência confirma os textos bíblicos sobre a criação e o dilúvio. Nossa missão é propagar a mensagem para validar toda a Bíblia, alcançando os não convertidos através do evangelho.”

Tradução: Deborah Stafussi

Fonte: Missão Portas Abertas

Divulgação: www.juliosevero.com

Famoso escritor cristão desafia o Vaticano

Famoso escritor cristão desafia o Vaticano

Ray Comfort diz que Roma crê mais em Darwin do que em Jesus

© 2009 WorldNetDaily

O atual escritor cristão best-seller número 1 nos Estados Unidos diz que o Vaticano está crendo mais em Charles Darwin do que em Jesus ao aceitar a evolução.
Ao desafiar um relatório do Arcebispo Gianfranco Ravasi, presidente do Pontifício Conselho para a Cultura, que declarou que a teoria de Darwin é compatível com o Cristianismo, Ray Comfort, autor do livro cristão mais quente no site Amazon “You Can Lead an Atheist to Evidence But You Can’t Make Him Think” [Dá para conduzir um ateu à evidência, mas não dá para fazê-lo pensar], aponta que o próprio Jesus apoiou o relato do Gênesis acerca da criação quando disse: “No começo Deus os criou homem e mulher”.

“Mas o Vaticano escolheu oficialmente crer em Darwin em vez de Jesus”, acrescentou Comfort. “Essa crença revela uma compreensão rasa acerca das declarações da evolução ateísta. Deus nos deu seis sentidos, e o sexto é o bom senso. Esse aí não se acostuma com a teoria de Darwin. E esse é o problema — os fervorosos crentes na evolução não pensam muito profundamente. É por isso que escrevi o livro, que mostra que a teoria de Darwin é uma fantasia — um conto de fadas ridículo e não científico para adultos”.

Citando estatísticas que mostram que aproximadamente um em quatro professores das faculdades e universidades dos EUA são ou ateus ou agnósticos, Comfort disse: “Eles estão gerando novos ateus como se não fosse existir um amanhã. A maioria dos jovens não sabe que estão apenas adotando a teoria de um homem com uma hiper-fértil imaginação, que perdeu sua fé em Deus. Não é de admirar que tantos jovens estejam perdendo sua própria fé em Deus e se voltando para o ateísmo”.

“O Vaticano, em essência, está dizendo: ‘Não creia em Jesus nem no Gênesis. Creiam em vez disso em Darwin’”, disse Comfort. “Deus fez o homem conforme sua própria imagem, e Deus não é um primata. No nome da diversidade, o Vaticano está incentivando o ateísmo, e isso trai de forma terrível o Cristianismo”.

“Parece estranho que o Vaticano consiga tomar sem vacilar uma posição forte no assunto do aborto, e ao mesmo tempo ceder no assunto da evolução”, acrescentou Comfort. “Eles conhecem as questões referentes ao aborto, mas suspeito que eles não entendem as questões referentes à evolução de Darwin. Espero que eles repensem sua decisão, pois os ateus sem dúvida usarão isso para expandir sua própria agenda anti-Deus”.

Comfort é o autor de 60 livros e co-apresentador do “The Way of the Master” [O Caminho para o Mestre], um programa de TV semanal sobre evangelismo pessoal com o ator Kirk Cameron, estrela do filme de sucesso “Fireproof” [À Prova de Fogo].

O livro “You Can Lead an Atheist to Evidence but You Can’t Make Him Think” [Dá para conduzir um ateu até à evidência, mas não dá para fazê-lo pensar], subiu nas alturas nas classificações do Amazon.com em seu primeiro dia de venda, mudando do número 69.572 para o número 38 em 24 horas. O livro foi também nº 1 nas categorias de religião e ateísmo no “Dia de Darwin” — o 150º aniversário da publicação do livro “As Origens das Espécies”.

O livro foi nº 1 nas categorias de apologética e ateísmo sob religião. Ficou em 2º lugar em espiritualidade e 6º em Cristianismo.

Traduzido e adaptado por Julio Severo: www.juliosevero.com

Fonte: WND

14 de fev de 2009

Criação versus evolução: a batalha pela verdade

Criação versus evolução: a batalha pela verdade

Steve Herzig e Lorna Simcox

Richard Dawkins, eminente cientista versado em etologia[1] e autor de livros, descreve a pessoa que não crê na evolução da seguinte maneira: “Pode-se afirmar com a mais absoluta certeza que se você encontrar alguém que alega não acreditar na evolução, está diante de uma pessoa ignorante, tola ou doente mental – ou mesmo perversa, mas prefiro não considerar esta última hipótese”.[2]

Segundo uma pesquisa de opinião pública realizada pela CBS, essa descrição feita por Dawkins retrata a maioria dos cidadãos americanos. A pesquisa demonstra que “os americanos não acreditam que o ser humano originou-se a partir de um processo evolutivo [...] apenas 13% dos entrevistados declaram que Deus não teve qualquer participação [i.e., na criação]”, e “cerca de dois terços dos americanos querem que o criacionismo bíblico seja ensinado nas escolas junto com a evolução”.[3]

Em seu livro que se tornou um best-seller, intitulado The Blind Watchmaker [i.e., O Relojoeiro Cego], Dawkins argumenta que o universo existe sem nenhum projeto, ao declarar: “Eu desejo convencer o leitor de que por coincidência a perspectiva darwinista não só é verdade, mas que ela também é a única teoria conhecida que, em princípio, pode explicar o mistério de nossa existência”.[4] E o pior é que Dawkins acha que está absolutamente certo.

Outros que compartilham da mesma autoconfiança de Dawkins são os editores da revista ScienceWeek. Num editorial, eles achincalharam a perspectiva criacionista classificando-a como “blasfêmia”; acusaram os criacionistas de pensadores primitivos que “crêem que a terra é uma panqueca plana de alguns milhares de anos de idade, que se apóia nas costas de quatro elefantes gigantes”. Além disso, eles advertiram os Estados Unidos para que deixem os “beatos” fora do ensino público, porque “eles subvertem o ensino da ciência nas escolas públicas”.[5]

Ken Ham, um eminente porta-voz do criacionismo bíblico, fundador e presidente da organização Answers in Genesis [i.e., Respostas em Gênesis; sigla em inglês: AiG], foi ridicularizado e censurado recentemente pela imprensa secular por causa da construção do Museu da Criação, orçada em 25 milhões de dólares, situado em Petersburg (Estado do Kentucky), nas proximidades de Cincinatti (Estado de Ohio). O site da AiG na internet revela que o museu “proclamará ao mundo que a Bíblia é a autoridade suprema em todas as questões de fé e prática, bem como em todas as áreas a que se refere”.[6]

Andrew Kantor, colunista do jornal USA Today, chamou esse museu de “estorvo nacional” que utiliza “ciência fraudulenta para convencer pessoas ingênuas a acreditarem em tolices”.[7]
O grande cisma que divide aqueles que crêem na criação e aqueles que não crêem já existe há séculos. Entretanto, os evolucionistas têm se tornado cada vez mais agressivos e mais determinados do que nunca a eliminar Deus daquilo que eles consideram ser o cenário originado a partir do Big Bang [i.e., a hipótese da “Grande Explosão Cósmica”].

A partir de quando surgiu essa grande mentira? No século VI a.C. já havia gregos que rejeitavam o conceito de um plano (ou propósito) inteligente evidenciado no universo. O biógrafo Desmond King-Hele escreveu que o grego Anaxímenes acreditava que a vida “originou-se na água, [...] surgiu espontaneamente num lodo primitivo”. King-Hele ainda escreveu que outro grego acreditava que o ser humano “desenvolveu-se a partir dos peixes num processo gradual”.[8]
No primeiro século d.C., o apóstolo Paulo confrontou os cidadãos atenienses, inteligentes apesar de serem pagãos, com uma simples afirmação explicativa sobre a criação, referindo-se ao “Deus que fez o mundo e tudo o que nele existe” (At 17.24).

Até mesmo na Europa cristã de meados do século XVIII, naturalistas como o botânico sueco Carolus Linnaeus [conhecido em língua portuguesa como Carlos Lineu) e o francês Georges de Buffon levantaram dúvidas sobre o conceito da Criação, sem, contudo, descartar a ação de Deus.

Houve vários evolucionistas precoces, embora na sua maioria desconhecidos, entre os quais se inclui Erasmus Darwin, o avô de Charles Darwin. Erasmus escreveu acerca da concepção evolucionista em seu livro intitulado Zoonomia. O cientista e filósofo francês Pierre de Maupertuis[9], escreveu extensivamente sobre mutação e o naturalista francês Jean Baptiste Lamarck concebeu uma teoria por ele denominada de “transformismo”[10] [também conhecida por Lamarckismo.] Entretanto, o livro On the Origin of Species [traduzido em português sob o título A Origem das Espécies] da autoria de Charles Darwin, publicado em 1859, denominado “o livro que chocou o mundo”, produziu a ampla aceitação da Teoria da Evolução.

Em termos simples, o livro A Origem das Espécies propõe que, na luta pela sobrevivência do mais apto, os seres jovens de uma espécie gradativamente desenvolvem variações adaptativas através de um processo de seleção natural. Essas variações seriam transmitidas geneticamente à próxima geração, promovendo, dessa forma, a evolução da espécie. Darwin também alega que todos os organismos que apresentam relação de parentesco descendem dos mesmos ancestrais.[11]

A primeira edição do livro se esgotou no mesmo dia em que chegou às prateleiras das livrarias. Todavia, a obra não solucionou a dúvida sobre a maneira pela qual o mundo realmente veio a existir. Então entrou em cena a Teoria do Big Bang. Segundo a agência espacial do governo dos Estados Unidos, a NASA (i.e., National Aeronautics and Space Administration), o Big Bang “é a teoria científica predominante acerca da origem do universo”. A NASA afirma o seguinte: “O universo foi criado em algum momento compreendido entre 10 e 20 bilhões de anos atrás, a partir de uma explosão cósmica que expeliu matéria em todas as direções”. Porém, o descritivo da NASA acrescenta enfaticamente esta ressalva: “Apesar da Teoria do Big Bang ser amplamente aceita, é provável que nunca venha a ser comprovada; por isso, restarão diversas perguntas difíceis para as quais não há resposta”.[12]

Outra explanação é descrita nos seguintes termos:
Acredita-se que nosso universo tenha surgido de algo infinitamente pequeno, infinitamente quente, infinitamente denso – uma singularidade. De onde isso veio? Não se sabe. Por que isso apareceu? Não se sabe. Após seu aspecto inicial, essa singularidade aumentou (o “Big Bang”), expandiu-se, resfriou-se, partindo de uma realidade tremendamente pequena, extremamente quente, para chegar ao tamanho e temperatura de nosso universo atual. O universo até hoje continua a se expandir e esfriar; além disso, nós estamos dentro dele.[13]

Hoje em dia, a crença nas teorias da Evolução e do Big Bang permeia o sistema educacional e qualquer pessoa que tenta mudar essa situação é levada aos tribunais [nos EUA]. Em outubro de 2004, o Conselho de Educação formado por diretores de escola do distrito de Dover, no Estado da Pensilvânia, decidiu, após uma votação por 6 a 3, incluir o ensino do “projeto inteligente” [i.e., design inteligente, a concepção de que o universo exibe um propósito inteligente para o qual foi criado] junto com o ensino do darwinismo no currículo de biologia para as turmas da nona série do ensino fundamental.
Tal decisão, a primeira desse tipo nos EUA, provocou um rebuliço naquele pequeno distrito escolar rural situado 32 quilômetros ao sul da cidade de Harrisburg, capital do Estado, conforme esta notícia:
Os críticos interpretam a alteração no currículo de biologia para as turmas da nona série como uma tentativa velada de obrigar os alunos de escolas públicas a aprenderem o criacionismo, uma perspectiva baseada na Bíblia que atribui a origem das espécies a Deus. As escolas normalmente ensinam a evolução, a saber, a teoria de que a Terra existe há bilhões de anos e que as formas de vida nela existentes se desenvolveram durante milhões de anos.[14]

Dos três membros do Conselho que votaram contra aquela medida, dois imediatamente renunciaram ao cargo. Eles se utilizaram da decisão tomada pela Suprema Corte dos Estados Unidos no ano de 1987, para alegar que aquele mesmo decreto de inconstitucionalidade do ensino do criacionismo no Estado da Louisiana também se aplicava ao Estado da Pensilvânia.
Enquanto isso, um tribunal federal em Atlanta, Estado da Geórgia, condenou os líderes da Comarca de Cobb por aprovarem a colocação de um adesivo na contracapa dos livros didáticos de biologia, o qual fazia a ressalva de que a evolução é uma teoria, não um fato.
O juiz reconheceu que o adesivo não fazia nenhuma referência a Deus ou à religião, todavia escreveu o seguinte:
O adesivo ofereceria ocasião para o avanço do ponto de vista religioso de cristãos fundamentalistas e criacionistas, os quais tinham voz ativa no processo de escolha do livro didático a ser adotado e influenciariam tal escolha segundo sua crença de que a evolução é uma teoria, não um fato.[15]

A concepção evolucionista se enraizou com tanta profundidade no ensino público, que muitos habitantes da Geórgia chegaram a temer que seu Estado viesse a “agir como um bando de caipiras grosseiros”, permitindo qualquer coisa que insinuasse a possibilidade de tal teoria estar equivocada.

Ken Ham acredita que a mídia secular tenha interpretado maliciosamente a reeleição do presidente George W. Bush [em 2004], para dar a entender que nos Estados Unidos há mais pessoas que crêem na criação do que na evolução, uma vez que a maioria votou no partido conservador. Segundo Ken Ham, os conflitos entre criação e evolução prosseguem em mais de vinte Estados do país e “muitos americanos finalmente acordaram para o fato de que os humanistas seculares se apoderaram da civilização”.[16]

Portanto, a batalha pela verdade continua. De um lado, encontram-se os evolucionistas, tais como Richard Dawkins, que riem sarcasticamente do registro de Gênesis e tratam os criacionistas como tolos que rejeitam a ciência com o intuito de empurrar o mundo de volta para a “Idade das Trevas” [i.e., a Idade Média]. Do outro lado estão os criacionistas que crêem no que Deus revelou por intermédio de Moisés e em Jesus: “No princípio, criou Deus os céus e a terra” (Gn 1.1).

É uma batalha entre a cegueira espiritual e a luz. Infelizmente, muitas pessoas não conseguem discernir os opostos nesse conflito, pois “...o homem natural não aceita as coisas do Espírito de Deus, porque lhe são loucura; e não pode entendê-las, porque elas se discernem espiritualmente” (1 Co 2.14).

Assim, a luta está fadada a se tornar mais ferrenha. (Steve Herzig e Lorna Simcox - Israel My Glory - http://www.chamada.com.br)
Steve Herzig é o diretor dos ministérios norte-americanos de The Friends of Israel.
Lorna Simcox é redatora-chefe de The Friends of Israel.
Notas:1. Etologia é “um ramo do conhecimento que trata do caráter humano, inclusive sua formação e evolução”. Definição encontrada em “Ethology”, Merriam-Webster’s Collegiate Dictionary, 11ª ed.
2. Citado em “Unintelligent Debate”, da autoria de John Wilson, publicado na revista Christianity Today, 48, n° 9, edição de setembro de 2004, p. 63.
3. “Poll: Most Americans Don’t Believe Evolution”, publicada em 23 de novembro de 2004, acessível no site: www.newsmax.com/archives/articles/ 2004/11/22/222923.shtml.
4. Richard Dawkins, The Blind Watchmaker: Why the Evidence of Evolution Reveals a Universe Without Design, publicado no site: www.simony.ox.ac.uk/dawkins/ WorldOfDawkins-archive/Dawkins/Work/Books/blind. shtml.
5. “Creationism vs. Sanity”, publicado na edição de 23 de janeiro de 2005, acessível no site: http://scienceweek.com/editorials.htm.
6. “About the Answers in Genesis Creation Museum”, publicado no site: www.answersingenesis.org/museum/about.asp.
7. Andrew Kantor, “Good technology requires good science behind it”, publicado no jornal USA Today, edição de 4 de fevereiro de 2005, acessível no site: www.usatoday.com/tech/columnist/andrewkantor/2005-02-04-kantor–x.htm.
8. Desmond King-Hele, “Evolutionary Theory Before Charles Darwin”, publicado no livro People Who Made History: Charles Darwin, organizado por Don Nardo, San Diego, CA: Greenhaven Press, 2000, p. 34-35.
9. Bentley Glass, “Maupertuis: The First Modern Evolutionist”, publicado no livro People Who Made History: Charles Darwin, organizado por Don Nardo, San Diego, CA: Greenhaven Press, 2000, p. 44.
10. L. J. Jordanova, “Larmarck’s Theory of Transformism”, publicado no livro People Who Made History: Charles Darwin, organizado por Don Nardo, San Diego, CA: Greenhaven Press, 2000, p. 53.
11. “Darwin, Charles Robert”, publicado na Funk & Wagnalls New Encyclopedia.
12. “The Big Bang Theory”, publicado no site: http://liftoff.msfc.nasa.gov/academy/universe/b–bang.html.
13. “The Big Bang Theory: An Overview”, publicado no site: www.allaboutscience.org/big-bang-theory.htm.
14. Martha Raffaele, “School Board Oks Challenge to Evolution”, publicada por The Associated Press, acessível no site: www.msnbc.msn.com/id/6470259
15. Ken Ham, Answers in Genesis Newsletter, edição de março de 2005.
16. Ibid.

Fonte: Chamada da Meia-Noite

Divulgação: www.juliosevero.com
Lição 07 - Da Derrota à Vitória

Leitura Bíblica em ClasseJosué 8.1-7Introdução:
I. Josué Reanimado por Deus (Js 8.1-17)
II. Josué Entra em Ação
III. Os Memoriais no Vale de Acor e do Monte Ebal
Conclusão:Título deste Subsídio: A Necessidade de o Líder Reconhecer a Dependência de Deus em Todas as Coisas
Autor: César Moisés Carvalho - autor dos livros: (Marketing para Escola Dominical e O Mundo de Rebeca)
Palavras-chave: Estratégia Divina. Liderança. Obediência.
Visite o Blog do Autor
http://marketingparaescoladominical.blogspot.com/

A Necessidade de o Líder Reconhecer a Dependência de Deus em Todas as Coisas

Introdução:

Após a grande vitória conquistada pelo povo de Deus ao subjugar a cidade-fortaleza de Jericó (Js 6), por causa do pecado de Acã (Js 7.10-26), vemos Israel experimentar uma derrota infringida pela pequena cidade de Ai (Js 7.1-9). A despeito de Acã ter transgredido a ordem do Senhor e tomado do despojo (Js 7.20,21), Josué foi quem recebeu uma grande lição de Deus. E espera-se que esta “lição” seja pedagógica a todos nós, indistintamente.

O Reconhecimento que Não Pode Faltar

Dois grandes perigos rondam a nossa vida após uma vitória: a autoconfiança e a auto-suficiência. Lamentavelmente, somos tentados a esquecer aquilo que Deus fez e acabamos achando que o que aconteceu, a bem da verdade, não teve muita coisa que ver com a intervenção divina: “Não podemos espiritualizar as coisas”, afirmamos.

Mesmo concordando que não devemos “espiritualizar” as coisas (em outra ocasião pretendo discutir as implicações desse lugar-comum), não posso furtar-me de defender o indiscutível reconhecimento de que o simples fato de estar vivo ─ o requisito mais “básico” para o início de qualquer empreendimento ─ é uma dádiva do Criador, oferecida mesmo àqueles que nEle não crêem e talvez jamais crerão (Mt 5.45).

A questão inevitável a ser refletida neste episódio é: se caso Acã não tivesse tomado do despojo, ainda assim Deus teria dado a vitória ao povo? Antes de responder precipitadamente, a prudência manda que analisemos está dúvida com base nos fatos que precederam a batalha anterior.

As Estratégias de Deus

Que Josué era alguém experimentado na arte bélica não há dúvida (Êx 17.8-16). Entretanto, não era em sua capacidade estrategista que Deus pretendia que o seu povo confiasse. Por isso, no primeiro momento o Senhor dispensou o conhecimento e a experiência de Josué para que a fé de Israel estivesse sobre Ele. Isto é tão verdade que quando os dois espias estiveram, por ordem de Josué, em Jericó na casa da prostituta Raabe, ela lhes relatou que “todos os moradores da terra” prometida estavam apavorados por causa do povo de Israel (Js 2.9; veja ainda 9.24). Não há nenhuma contradição entre o que foi afirmado anteriormente e o texto em alusão, basta ler o contexto e constatar que não era o povo o motivo de todo o medo e pavor instaurado naquela terra, e sim o Senhor (Js 2.9-11,24; 4.24; 5.1; 9.24).

Olhando do ponto de vista humano, seria difícil de Israel conquistar aquela cidade, pois suas altas muralhas constituíam uma das principais barreiras, oferecendo ao exército invasor toda a desvantagem perante o inimigo (haja vista a guerra épica entre Tróia e os gregos liderados por Ulisses ou Odisseu). Os israelitas, que até aquele período era apenas uma tribo nômade, ficaram absortos e impressionados com a estrutura das cidades a serem conquistadas (Nm 13.28; Dt 1.28; 3.5; 9.1).

Antes do clímax da conquista de Jericó, Deus orientou a Josué quanto aos procedimentos necessários à sua efetivação (Js 3.7-12; 4.1-7,10-17; 5.2,3,15; 6.2-11). Com os óculos pragmáticos da pós-modernidade, as prescrições do Eterno parecem simplesmente ritualismo, metodismo ou caprichos infundados, não obstante, esta foi a forma escolhida pelo Senhor para moldar Josué como líder e instruir a todos à prática da obediência inquestionável: “Os israelitas fizeram como Josué lhes havia ordenado. Apanharam doze pedras do meio do Jordão, conforme o número das tribos de Israel, como o Senhor tinha ordenado a Josué; e as levaram ao acampamento, onde as deixaram” (Js 4.8).
A seqüência era sempre nesta ordem: Deus ordenava a Josué que, por sua vez, ordenava ao povo (Havia prescrições dadas ainda mais anteriormente que seguiam a seguinte ordem descendente: Deus ordenou a Moisés, e ele a Josué e este ao povo, Js 4.10-12). Não deixando de observar cuidadosamente todas as orientações divinas que lhe foram dadas, o líder israelita certamente alcançaria o resultado de que necessitava para ser vitorioso (Js 1.1-18; 4.14).

A Ordem Ignorada e o Descuido de Josué

Após a orientação para que o povo gritasse, Josué falou acerca da ordem de os israelitas não se apropriarem dos utensílios e objetos de ouro, prata, bronze e ferro, pois estes seriam “anatematizados”, ou seja, consagrados ao Senhor (Js 6.18,19,21). É interessante entender a expressão neste sentido, pois o seu uso em Josué 6.17-18 (mormente na ARC) pode oferecer dúvida. É o eterno problema da tradução. “A palavra hebraica: herem, traduzida na LXX como o termo grego anathema, veio a ter duplo significado. (1) alguma coisa devotada ou consagrada a um deus, e assim irrevogavelmente excluída do uso humano; ou (2) alguma coisa, ou alguém, dedicado à destruição, e sob uma maldição divina”.1 O próprio autor do verbete acrescenta que mesmo tendo estes dois significados, “o segundo é o usual”.

Após a queda (implosão) dos muros de Jericó, e de o povo tomar a cidade, o texto do versículo 27 diz: “Assim, era o Senhor com Josué; e corria a sua fama por toda a terra”. Aqui residem os dois perigos já mencionados no início deste texto. É sabido que Acã prevaricou no anátema. Porém, antes de colocar o dedo em riste na direção do clã de Judá, é oportuno notar que a Bíblia a coloca em termos coletivos: “E prevaricaram os filhos de Israel no anátema; porque Acã, filho de Carmi, filho de Zabdi, filho de Zera, da tribo de Judá, tomou do anátema, e a ira do Senhor se acendeu contra os filhos de Israel” (Js 7.1).
Não é possível afirmar que Josué tenha se ensimesmado ou se tornado empafiado, mas o fato é que o texto inicia falando sobre o pecado de Acã e de maneira abrupta passa a relatar as orientações do líder guerreiro a uma comissão de espionagem (7.2). A ordem acerca do espólio foi ignorada por Acã, mas e se nada disso tivesse ocorrido, Israel venceria Ai? Não se apresse a responder, mas reflita com cuidado acerca da questão.

A Auto-suficiência de Josué Evidenciada Através da Aceitação da Estratégia Humana

Já no versículo 3 do capítulo 7 (a “rapidez” e a linearidade com que lemos os relatos bíblicos passam a impressão de que as coisas aconteciam em apenas alguns minutos), encontra-se o resultado da expedição: “E voltaram a Josué e disseram-lhe: Não suba todo o povo; subam alguns dois mil ou três mil homens a ferir a Ai; não fatigues ali a todo o povo, porque poucos são os inimigos”.

Josué, como um guerreiro antigo sabia que o relatório e a sugestão da equipe expedicionária eram “lógicos”. Assim ele autorizou que três mil homens fossem, mas infelizmente, as coisas não foram assim tão lógicas quanto pareciam e os homens de Ai feriram cerca de 36 soldados israelitas (Js 7.4). Com isso, a Bíblia diz que “o coração do povo se derreteu e se tornou como água” (Js 7.5).

Josué atônito clamou ao Senhor e o Todo-Poderoso o fez ciente do que havia acontecido: “Israel pecou” (Js 7.11). Mediante as instruções do próprio Jeová, Josué descobriu quem havia transpassado a ordem divina e assim o pecado foi retirado de Israel (Js 7.10-26).
Cabe aqui refletir acerca de algumas coisas. Quando Josué fala com o Senhor, o seu comportamento até se assemelha com o de muitos crentes da atualidade, que são incentivados a exigir o cumprimento de promessas perante Deus. Ele parece resolver brigar com o Eterno e repete a murmuração dos rebeldes no deserto: “Ah! Senhor Jeová! Por que, com efeito, fizeste passar a este povo o Jordão, para nos dares nas mãos dos amorreus, para nos fazerem perecer? Tomara nos contentáramos com ficarmos dalém do Jordão (Js 7.7 cf. Êx 14.11,12).

Qual seria o comportamento de Josué se, por acaso, Israel tivesse conquistado e derrotado Ai? Teria sido removido o pecado de Acã? Agradeceria Josué ao Todo-Poderoso por mais uma batalha vencida? Note que Josué só ofereceu um sacrifício de gratidão ao Senhor após conquistar Ai (a benção de Deus não deve ser valorizada pela sua proporção, mas não deixe de atentar para o fato de que Ai, comparada a Jericó, era uma simples aldeia, pois possuía apenas doze mil habitantes, Js 8.25), mas e a grande e primeira vitória que Deus havia lhe concedido (Js 8.30-34)?

A Dependência de o Líder ser Mentoreado por Deus

Agora já passa a ser possível pensar com lucidez nas questões colocadas no início desta reflexão. Para que a conquista israelita prosseguisse em sua marcha vitoriosa, foi necessário expurgar o pecado do meio do povo. Vê-se então que Josué dependia de Deus não somente nas decisões mais “seculares” (como as estratégias de guerra), como também nas espirituais, pois sem o Senhor ele jamais teria descoberto quem provocou a derrota de Israel. Seguindo as orientações divinas, Josué chega à origem do problema (Js 7.16-26).

Assim como Deus mandou erigir, por ocasião da travessia do Jordão, dois montes de pedras (Js 4.1-9), lamentavelmente, o Eterno orienta ao líder guerreiro que agora, novamente levante um “monte” de pedras para a expurgação do pecado (Js 7.26). Na realidade este monte de pedras serviu como uma triste lição, mas como podemos verificar, todas as coisas encerram um significado mais profundo no contexto do plano divino (Rm 8.28).

Não se trata de “espiritualizar” tudo, como muitos costumam afirmar. Porém, se acreditamos em um Deus teísta (que intervém na História), é preciso reconhecer que não existem ações fortuitas dentro de um universo regido segundo suas leis. Todas as coisas transcorrem de maneira simétrica em relação a sua vontade soberana.

No capítulo 8, no primeiro e no segundo versículos vemos Deus dizer a Josué que Ele havia entregado a cidade em suas mãos e que a vitória já estava garantida. O Eterno ainda instruiu a Josué acerca de como ele deveria proceder na conquista de Ai, fazendo uma emboscada atrás da cidade. Será que um guerreiro experiente como Josué precisava de instruções para derrotar uma cidade tão pequena?

É interessante notar que o Senhor disse a Josué: “Não tenha medo! Não desanime!” Deus não diz algo pela aparência (assim como nós), sua palavra foi objetiva e precisa, pois após a derrota Josué perdeu a coragem e o ânimo anteriores. Esta situação serviu para mostrar-lhe que a autoconfiança e a auto-suficiência não são posturas de um líder do povo de Deus, antes sua fé e segurança devem estar no Senhor (Sl 20.7; Pv 21.31).

O contraste entre a “primeira ordem” de Josué (na verdade ele não deu ordem alguma, apenas deixou que os espias fizessem conforme a lógica guerrilheira; nisto vemos também que, em termos de liderança teocrática, não existe democracia) e a de agora é inevitável: “Então, saíres vós da emboscada e tomareis a cidade; porque o Senhor, vosso Deus, vo-la dará na vossa mão. E será que, tomando vós a cidade, poreis a cidade a fogo; conforme a palavra do Senhor fareis; olhai que vo-lo tenho mandado” (Js 8.7,8).

O que se vê agora novamente é um líder engajado, não displicente ou autoconfiante, mas obediente e observador das ordens do Eterno (Js 8.10-17). Pelo versículo 18, percebe-se que Josué afinou sua sintonia com o Senhor e deixou que Ele determinasse a forma como a batalha deveria suceder. Os versículos 26 e 27 corroboram este pensamento.

Após a vitória, Josué e o povo levantaram mais um monte de pedras, mas desta vez não era mais a representação sinistra da derrota, e sim a evidência da vitória outorgada pelo Senhor (Js 8.28,29).

A Rememoração da Fonte do Êxito da Liderança de Josué

O final do capítulo 8 é altamente revelador e sintomático (Js 8.30-35). Josué obedece as prescrições que haviam sido dadas pelo grande legislador Moisés (Dt 27.1-8), construindo um altar com pedras irregulares, marcando a reatação e rememoração da fonte de todo o êxito desfrutado por Josué e o povo como um todo: a Lei do Senhor.
Josué leu a Lei para todos (Js 8.34,35), não deixando de fora os que, em outras situações eram tolhidos: mulheres, crianças e estrangeiros. Isso fala da universalidade dos princípios divinos. Sem os quais, não há verdadeira vitória e muito menos relacionamento com Deus. Essa foi a grande lição que aprendemos com a experiência de Josué.

A nossa obediência agrada muito mais a Deus do que o cumprimento de determinados preceitos litúrgicos (Os 6.6; Mq 6.6-8). A observância de suas ordens é a forma mais perfeita de adoração. A contemporaneidade desta mensagem é o que deve marcar nossa conduta perante Deus e perante o povo (Lc 11.27,28).

César Moisés Carvalho é Redator das Lições Bíblicas de Jovens e Adultos da CPAD e autor dos livros Marketing para a Escola Dominical (Ganhador do Prêmio Areté/2007 na categoria Educação Cristã) e O Mundo de Rebeca.

Notas
1 PFEIFFER, Charles. VOS, Howard. REA, John. Dicionário Bíblico Wycliffe. 1.ed. Rio de Janeiro: CPAD, p.100.

11 de fev de 2009

"Pesquisa" no jornal O Globo indica: 99% dos brasileiros não aceitam o homossexualismo

“Pesquisa” no jornal O Globo indica: 99% dos brasileiros não aceitam o homossexualismo

Governo Lula usará “pesquisa” para elaborar novas políticas governamentais para combater a “homofobia” de 99% dos brasileiros

Julio Severo

De acordo com reportagem do jornal O Globo de 7 de fevereiro de 2009: “Só 1% dos brasileiros maiores de 16 anos não têm preconceito contra homossexuais”. O que essa “pesquisa” quer dizer? Que só 1% dos brasileiros não mata homossexuais? Que só 1% dos brasileiros não agride homossexuais?

Já que o termo “preconceito” muitas vezes é interpretado como abrangendo palavras e opiniões contrárias ao homossexualismo, quais as implicações dessa “pesquisa”?
A “pesquisa” foi realizada pelas fundações socialistas Perseu Abramo e Rosa Luxemburgo, que fizeram o levantamento de quantos brasileiros não aceitam o homossexualismo. A fundação Perseu Abramo tem ligação com o PT.

Usando o eco ideológico dessas fundações, o governo Lula agora utilizará os resultados dessa “pesquisa” para elaborar políticas mais enérgicas de combate à “homofobia”. A “pesquisa” apontou, nas próprias palavras de O Globo, que “a cada três dias de 2008, houve pelo menos um crime de ódio por orientação sexual no país, segundo o programa federal Brasil Sem Homofobia”.
Ocorrem no Brasil crimes contra quem pratica o homossexualismo? Claro que sim. Afirmando que a maioria dos homossexuais assassinados é de travestis, Oswaldo Braga, presidente do Movimento Gay de Minas, declarou: “São homossexuais que estão mais envolvidos com a criminalidade, como prostituição e tráfico de drogas, ficando mais expostos à violência”. (Tribuna de Minas, 09/03/2007, p. 3.)

Qualquer cidadão brasileiro, seja homossexual ou não, que se expõe em ambientes de drogas e prostituições corre sério risco de sofrer agressões e morte.

Mas assassinato, seja de quem for, não é nenhuma novidade no Brasil hiper-violento. Nos últimos 25 anos, enquanto 800 mil brasileiros foram assassinados, somente 2 mil homossexuais tiveram o mesmo destino, de acordo com o Grupo Gay da Bahia,
Contudo, a “pesquisa” não citou diretamente assassinatos de homossexuais, mas só “crimes”. Enquanto a cada três dias são assassinados 414 brasileiros — sem mencionar outros crimes —, a cada três dias 1 crime é cometido contra homossexuais.

Não, o governo Lula não está olhando para o número elevadíssimo de 414 assassinatos. Seus olhos estão nesse 1 crime contra homossexuais a cada três dias. Esse 1 crime pode ser qualquer “crime” — até mesmo a contrariedade típica e normal das pessoas a dois homens se beijando descaradamente em público.

Os olhos do governo Lula estão também no “preconceito” de 99% dos brasileiros. Erradicar a “intolerância” contra o homossexualismo, por mínima que seja, é muito mais importante do que trabalhar para literalmente salvar a vida de 50 mil brasileiros que são assassinados anualmente no Brasil hiper-violento.

Tanta violência no Brasil nem é de admirar. A vida perdeu o valor sob um governo que, em vez de proteger seus cidadãos, trabalha para legalizar o aborto e sacralizar o homossexualismo.
O que é de admirar é como uma população que é 99% contra o homossexualismo aceita de forma passiva e calada que um governo 100% a favor do homossexualismo eleve as práticas homossexuais a nível de sacralidade inviolável enquanto rebaixa 99% da população à categoria de “ralé ignorante” que deve ser sumariamente condenada a políticas estatais de reeducação.

Tal empreendimento socialista exige, como sempre, apoio da mídia comprada. Ninguém melhor do que a grande mídia brasileira para ajudar o governo a reeducar 99% da população. De acordo a BBC de Londres, as novelas da TV Globo — ligada ao jornal O Globo — aumentaram o número de divórcios no Brasil nos últimos 40 anos. Dá agora para aumentar o número de pessoas que aceitam o homossexualismo?

Com a ajuda da Globo e outros canais de TV liberais, o povo “ignorante” será reeducado a ver o homossexualismo conforme as tendências politicamente corretas. Sem mencionar que, usando as escolas públicas e outros meios, o programa federal “Brasil Sem Homofobia” não medirá esforços para eliminar o “preconceito” dos cidadãos brasileiros.

Enquanto o Ministério da Saúde gasta literalmente milhões em lubrificantes para que homossexuais se ocupem e se distraíam em suas relações anais, 99% da população ficarão “ocupados” sendo caçados e reeducados por causa de seu “preconceito”.

Esse “preconceito”, conforme o governo Lula e a mídia comprada definem, abrange qualquer opinião contrária ao homossexualismo. Não importa o que 99% da população pensem, não importa o que 99% dos cristãos creiam — o programa “Brasil Sem Homofobia” está determinado a “curá-los”, conforme as próprias palavras de Lula, de sua “doença perversa”.

Graças ao socialismo, o Brasil está hoje enfrentando uma ditadura ideológica monumental, onde 1% da população está determinada a impor sobre 99% não só censura às suas convicções e opiniões, mas também perseguição legal.

Alguém, muito sabiamente, disse:
“No passado, o homossexualismo era proibido no Brasil. Depois, passou a ser tolerado. Hoje é aceito como comportamento normal. Vou sair do Brasil antes que passe a ser obrigatório”.

Fonte: http://www.juliosevero.com/

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O PÚLPITO É RESPONSÁVEL

O púlpito é responsável

Dave Welch

Por milhares de anos, profetas, sacerdotes e pastores serviram como voz de prestação de contas espiritual, moral, cultural e governamental diante das leis e soberania de Deus. Os líderes evangélicos durante a era colonial dos Estados Unidos eram conhecidos como o “Regimento Negro” e eram temidos pelos britânicos por seu papel no nascimento do fogo da liberdade. Pastores como Lyman Beecher, Charles Finney e centenas de outros entre seus colegas de ministério provocaram as chamas dos movimentos pela abolição da escravidão, pela proibição de bebidas alcoólicas e bares de prostituição e pela justiça racial.

Poderíamos fazer uma lista de muitos nomes e situações de pastores que assumiram a responsabilidade pela condição de seu rebanho, sua comunidade e sua nação. Contudo, há mais ou menos 100 anos começou um novo “gnosticismo”, uma antiga heresia declarando que só o que é espiritual tem valor e que as todas as coisas físicas são malignas.

O historiador cristão Timothy Paul Jones descreve a distinção que expõe a mentira do gnosticismo: “Como cristãos, a salvação não é um retiro espiritual do mundo físico. É uma renovação que une e restaura ambas as esferas”. Nossa salvação traz esperança de redenção para todos os aspectos da criação física e da ordem criada.

Desde o primeiro século cristão, o mandato cultural dado por Deus para seus administradores em Gênesis foi aceito para significar que tudo na terra está debaixo da soberania de Deus, debaixo de nossa administração e, portanto, “nossa responsabilidade”. À medida que ensinamentos falsos se infiltraram no século passado, a igreja entrou num período em que fez separação entre o sagrado e o secular, uma separação que escancarou a porta para muitos tipos de males.

No livro “The Late, Great Evangelical Church” [A Outrora Grande Igreja Evangélica], de autoria de C. Vaughn Doner, um teólogo nacionalmente renomado, e do especialista bíblico Dr. Jay Grimstead, os autores declaram: “A ausência de credos deliberados no Protestantismo americano… sua ignorância dos ensinos das Escrituras, sua preocupação com o milenialismo, seu preconceito anti-sacramental e anti-eclesiástico são todos indicadores de uma cosmovisão essencialmente gnóstica”.

Isso realmente importa enquanto “pregamos Jesus crucificado e ressurreto”?

Pela graça de Deus, há muitos pastores e teólogos que diriam que o Cristianismo é muito mais do que só pregar a mensagem da salvação, fazer estudos da Bíblia e aguardar o arrebatamento. Entre eles estava o legendário evangelista do primeiro Grande Despertamento, Charles G. Finney, que escreveu no livro “The Decay of Conscience” [A Deterioração da Consciência] em 1873:
“Irmãos, nossa pregação produzirá seus frutos legítimos. Se a imoralidade prevalecer na nação, a culpa é em grande parte nossa. Se está havendo uma deterioração da consciência, o púlpito é responsável por isso. Se a imprensa pública não possui discernimento moral, o púlpito é responsável por isso. Se a igreja está depravada e mundana, o púlpito é responsável por isso. Se o mundo está perdendo seu interesse no Cristianismo, o púlpito é responsável por isso. Se Satanás governa nos lugares onde se criam leis, o púlpito é responsável por isso. Se a política se tornou tão corrupta que os próprios fundamentos do governo estão prontos para se desfazer, o púlpito é responsável por isso. Não ignoremos esse fato, meus queridos irmãos, mas meditemos nisso, e sejamos plenamente despertos para a nossa responsabilidade com relação ao estado moral desta nação”.

O nascimento e crescimento de muitos ministérios de reforma social com base em Cristo como Prison Fellowship, Samaritan’s Purse e milhares de outros em décadas recentes é certamente positivo. Esses ministérios têm produzido explosões reais de trabalhos a nível de rua para servir grandes necessidades no nome de Cristo. A maioria dos pastores evangélicos agora aceita a premissa de que devemos cuidar dos sofredores e necessitados tanto na igreja quanto na comunidade — embora dê para fazer muito mais.

Em que estado nos veremos se realmente aceitarmos, dissecarmos e aplicarmos a declaração do Rev. Finney, e medirmos nossa nação nas categorias de:
* A imoralidade prevalecendo no país;
* A deterioração da consciência — mentes reprovadas;
* Falta de discrição moral pública — relativismo moral;
* Igreja depravada (mundana);
* Interesse decrescente no Cristianismo bíblico entre os que estão dentro e fora das igrejas:
* Satanás dominando nas esferas legislativas;
* Políticos corruptos ameaçando os fundamentos do governo.

Estamos doentes, e os púlpitos são em grande parte culpados. Não é com certeza porque temos falta nos púlpitos de grandes homens, personalidades e empreendedores. Qual, então, é a raiz do problema?

Os pastores precisam voltar ao chamado de fazer discípulos e ensinar as pessoas “tudo o que lhes tenho mandado” (Mateus 28:18-20) a frente da igreja como sempre. Pregue a Palavra de Deus direta, em vez de contar estórias temperadas com alguns versículos. Isso esvaziará alguns bancos? Sem dúvida. Isso tornará você mais popular e um ídolo? Muito provavelmente, não. Isso restaurará o poder de Deus à igreja e trará cura ao nosso país? Assim sempre foi.

Estamos num ponto em que milhares de pastores nos Estados Unidos precisam aceitar o desafio e avaliar com sinceridade se estamos aceitando o mandato pleno em todas as áreas mostradas acima e prover a liderança “ofensiva” que a igreja tão desesperadamente precisa. O custo de não agir assim já pode ser medido em vidas estraçalhadas e uma nação fraca.

Nosso Deus requer mais e nosso povo merece o melhor. Por isso, vamos fazer nossa parte!

Traduzido e adaptado por Julio Severo: www.juliosevero.com

Fonte: WND

7 de fev de 2009

EBD - Lição 6 - A maldição do pecado

Lição 06 - A maldição do pecado

Leitura Bíblica em ClasseJosué 7.1,5-7,11,12.
Introdução:
I. O pecado de um afetou a todos
II. A humilhante derrota de Israel
Conclusão:Título deste Subsídio: A maldição do pecado.

Introdução
Nesta lição, estudaremos o capítulo 7 do livro de Josué. Nos cinco capítulos precedentes (1.5-5.15), analisamos a preparação e a entrada do povo em Canaã. Já, dos capítulos seis a oito (6.1-8.35 [9]), o livro ocupa-se da conquista da parte central de Canaã. O capítulo sete, portanto, trata de um grave e incômodo estorvo à conquista de Canaã. O tema principal desta seção é: O Pecado e Castigo de Acã.
Notas Expositivas da Leitura Bíblica
Josué 7.1,5-7, 11,12.

1 – E prevaricaram os filhos de Israel no anátema;porque Acã, filho de Carmi, filho de Zabdi, filho de Zerá, da tribo de Judá, tomou do anátema, e a ira do Senhor se acendeu contra os filhos de Israel.

a) “Prevaricaram”. O número gramatical do verbo “prevaricar”, expressa o conceito e senso comunitário das tribos de Israel. Toda congregação tornou-se culpada pelo pecado de um só homem, Acã.
Em nossa obra, A Família no Antigo Testamento: história e sociologia, explicamos que o modelo social pelo qual as tribos de Israel viviam é a solidariedade mecânica, conforme proposta pelo teórico social Durkheim. Neste tipo de solidariedade, os indivíduos possuem sua identidade e unidade tribal, mediante a família, a religião, a tradição e costumes vividos pela totalidade das tribos. Todos, igualmente, vivem os mesmos valores, seguindo a tradição ancestral da qual a coletividade procede. Uma “família-tronco” perpetua-se em torno do chefe de família pela instituição de um “herdeiro associado”.

Por conseguinte, o fato de um pecado pessoal transtornar toda uma comunidade deve-se, em grande parte, à estrutura deste tipo de sociedade. As famílias, separadas por clãs patronímicos, mas unidas pela identidade coletiva, normalmente, não agiam sozinhas, mas em grupo. A identidade de um indivíduo confundia-se com o grupo a que pertencia. O povo de Israel, portanto, valorizava a integração e a interdependência, entre as tribos e as pessoas, como valores imprescindíveis à unidade do povo. De acordo com esses princípios, quando um israelita pecava, todo o povo assumia a responsabilidade pela transgressão cometida.

Por esta razão, todo o Israel foi castigado em conseqüência do pecado de Acã (vv. 11,12). Israel, a totalidade do povo, era um corpo composto por vários membros (cada uma das tribos). O texto de Números 1.2, apresente adequadamente esse conceito: “Levantai o censo de toda a congregação dos filhos de Israel, segundo as suas famílias, segundo a casa de seus pais, contando todos os homens, nominalmente, cabeça por cabeça” (ARA).
Esse mesmo princípio afeta também a igreja. Atente, por exemplo, aos textos paulinos em 1 Co 5; 12; 14. Ou ainda Rm 5.12-21, onde encontramos as conseqüências da transgressão de Adão e os efeitos da obediência de Cristo disseminados a toda humanidade.

b) “Anátema”. O termo já foi esclarecido na lição. Trata-se do termo hebraico chērem, [2] literalmente, “maldição”. Esse vocábulo procede de chāram, cujo significado básico é “consagrado”, ou “coisa consagrada”.

Um caso significativo para entendermos o conceito de chērem, está em Números 21.2,3 quando os israelitas prometem “destruir totalmente” as cidades da região sul de Canaã [3]. Isto quer dizer que essas cidades seriam “consagradas ao Senhor para destruição”, constituindo-se, portanto, em cidades anátemas ou consagradas para a ruína.

Um dos objetivos primários para que o exército de Israel assim procedesse, encontra-se em Deuteronômio 13.12-17. Especificamente, o versículo 16 afirma: “E ajuntarás todo o seu despojo no meio da sua praça e a cidade e todo o seu despojo queimarás totalmente para o Senhor, teu Deus, e será montão perpétuo, nunca mais se edificará”.

Desejava-se com isto, evitar que o povo se corrompesse, espiritual e moralmente, com as riquezas sacrificadas aos demônios-ídolos (Dt 32.16,17; Lv 17.7; 2 Cr 11.15). Jericó estava, portanto, debaixo dessa lei. O versículo 17 confirma: “Também nada se pegará à tua mão do anátema, para que o Senhor se aparte do ardor de sua ira, e te faça misericórdia, e tenha piedade de ti, e te multiplique, como jurou a teus pais”.

Ora, a apódase [4] é condicional. Caso alguém dentre o povo desobedecesse a esta lei irrevogável e inexorável, o oposto à promessa seria juízo sobre o povo: inclemência e crueldade no lugar da misericórdia; impiedade ou “desumanidade” no lugar de piedade; divisão e extermínio da raça em vez de multiplicação da descendência.
Foi justamente o antônimo desses léxicos beatíficos (misericórdia, piedade e multiplicação) que se deu inicio em Ai. Os versículos 11 e 12 da Leitura Bíblica confirmam essa assertiva: “Israel pecou, e até transgrediram o meu concerto que lhes tinha ordenado, e até tomaram do anátema, e também, furtaram, e também mentiram, e até debaixo da sua bagagem o puseram. Pelo que os filhos de Israel não puderam subsistir perante os seus inimigos; viraram as costas diante dos seus inimigos, porquanto estão amaldiçoados; não serei mais convosco, se não desarraigardes o anátema do meio de vós.” Este castigo é a resposta da “ira de Deus” contra o pecado. Naquele fatídico dia, “os homens de Ai feriram deles alguns trinta e seis, e seguiram-nos desde a porta até Sebarim, e feriram-nos na descida; e o coração do povo se derreteu e se tornou como água” (v.5).

Somente a expiação da culpa, isto é, a eliminação do pecador, interromperia o processo iniciado em Ai. A transgressão de Acã, segue-se imediatamente à identificação da linhagem do “perturbador” de Israel. Interessante é o fato de os ascendentes de Acã possuírem nomes nobres: Carmi, “vinha” e, Zerá, “brilho do sol”, enquanto o nome do personagem principal, Acã, quer dizer “perturbação”, “perturbador”.

c) “A ira do Senhor”. Esta é uma expressão antropopática [5], isto é, ao Senhor são atribuído afetos ou sentimentos humanos. Uma outra forma de os hagiógrafos descreverem a ira de Deus é através do antropomorfismo nariz ou narinas (Êx 15.8; Sl 18.8-16). Na mentalidade semítica, o furor, a ira e a cólera se expressam por respiração mais veemente, ou exalação nasal mais intensa. Daí os autores usarem a figura do “nariz fumegante do Senhor”, para expressar a ira divina. A ira do Senhor designa tanto a justiça de Deus que pune os homens maus, como o seu descontentamento com aquilo que é malévolo ou injusto. A ira do Senhor é contra o pecado, a fim de extirpá-lo da congregação santa.

Lições Práticas

Observe o efeito deletério do pecado e a autoconfiança desprovida da bênção de Deus. A cidade de Ai estava em menor número: “Não suba todo o povo; subam uns dois mil ou três mil homens, a ferir Ai; não fatigueis ali todo povo, porque são poucos os inimigos” (7.3). Consideravam-se vitoriosos pela pequenez do exército de Ai, entretanto, foram derrotados e humilhados. Neste episódio Josué ouve os espias e fracassa (7.2,3). Depois ouve a Deus e triunfa (7.7-15). Por que não fez o inverso? Por que não consultou a Deus? Deste fato podemos extrair algumas preciosas lições para nossas vidas e também para nossos alunos, quais sejam:

(1) Uma poderosa vitória ontem, não garante uma pequena vitória amanhã;
(2) Apesar de os fatos estarem a nosso favor, é melhor consultar e confiar em Deus. Orar, mesmo por aquilo que parece óbvio, é uma demonstração de submissão irrestrita ao Senhor.
(3) É sempre melhor ouvir a Deus em vez dos homens, até mesmo quando os fatos e as coisas estão evidentes.
(4) Depender de Deus significa dar prioridade a Deus em tudo.

Para saber mais
MERRILL, E. H. História de Israel no Antigo Testamento. RJ: CPAD, 2001.
PFEIFFER, C. F (et al). Dicionário bíblico Wycliffe. RJ: CPAD, 2006.
PRICE, R. Arqueologia bíblica. RJ: CPAD, 2006.
Notas
[1] Mais detalhes a respeito da estrutura social de Israel o Antigo Testamento, consulte: A Família no Antigo Testamento: história e sociologia. 3.ed., Rio de Janeiro: CPAD, 2008.
[2] Na lição está grafado hērem, mas por razões instrumentais a consoante hebraica heth ( ח ) não foi grafada conforme à norma culta. A pronúncia equivale aos dois “rr” da palavra “carro” [rrerem].
[3] Cf. HARIS, R. L. (et al) Dicionário internacional de teologia do Antigo Testamento. São Paulo: Edições Vida Nova, 2001, p. 534.
[4] A segunda parte de um período gramatical, em relação à primeira.

Onde estão os pacifistas agora?

Onde estão os pacifistas agora?

Bruno Pontes

Tem gente que se recusa a encarar os fatos como eles são.
O sul de Israel é atacado por foguetes do Hamas desde 2001. São oito anos sob uma chuva de mísseis lançados de Gaza com o propósito único de matar civis. Pode ser um judeu andando na rua, um judeu brincando no pátio da escola, um judeu saindo do trabalho, um judeu na varanda de casa. Não interessa o sexo, a idade ou a ocupação desse judeu, o importante é que ele seja morto. Esse é o compromisso estabelecido na carta de princípios do Hamas: destruir Israel. Não é uma hipótese, é um fato que o Ocidente ignora.

Quando veio a reação israelense, com oito anos de atraso, a aliança entre esquerdistas radicais, totalitaristas islâmicos e idiotas úteis (esses últimos são os desmiolados que repetem qualquer slogan politicamente correto) mostrou a cara. Esses canalhas posaram de humanistas e pregaram com gosto seu pacifismo macabro: os judeus não têm o direito de reagir. Eles devem morrer sem protesto.

Esses depravados perguntam de maneira grave, exercitando seus dons de teatro: “Como é que os judeus, que sofreram tanto nas mãos dos nazistas, podem fazer a mesma coisa com os palestinos?” Do dia para a noite, surgiram bandeiras com a suástica ocupando o lugar da estrela de Davi. Os dirigentes israelenses foram caricaturados como agentes hitleristas. O anti-semitismo ficou desavergonhado. A coisa chegou a tal ponto que já havia gente mandando os judeus “voltarem para o forno” (sim, foram essas as palavras) em manifestações de rua.

A comparação entre Israel e a Alemanha nazista, que evidencia a total ausência de escrúpulo moral e conhecimento histórico, é a expressão de uma idéia subliminar (ou nem tanto): os judeus existem para morrer. Quando os judeus lutam por sua sobrevivência, eles alteram o estado natural das coisas.

Os comunistas, adoradores dos regimes mais assassinos da história da humanidade, são os mais afoitos em fazer essa comparação. Que tal? Será que isso pode estar certo?

Sofrendo toda a pressão internacional que só a única democracia do Oriente Médio merece, e com a qual um tirano semi-atômico que anuncia querer varrê-la do mapa não precisa se preocupar, Israel anunciou o cessar-fogo em 18 de janeiro.

No dia 31, o Hamas lançou um foguete contra a cidade de Ashkelon. Ontem, 1º de fevereiro, foram pelo menos outros quatro. Dois deles caíram perto de duas maternidades. Por sorte, e apenas por sorte (e não por falta de intenção), ninguém ficou ferido.

Onde estão as passeatas ao redor do mundo contra o Hamas, que poderia (gostaria de) ter atingido um monte de bebês israelenses? Onde estão os artistas bacanas, os intelectuais conscientes, as centenas de infalíveis especialistas convocados pela imprensa para criticar Israel? Onde está o Ban Ki-moon e sua quadrilha anti-semita da ONU?
Onde estão agora os estudantes da UFC que arranjaram tempo nas férias para se manifestar na faculdade a favor do “povo palestino”, mal disfarçando a simpatia pelo Hamas? Onde estão os gritos histéricos contra a famosa “reação desproporcional”?

É inútil perguntar. Os judeus é que estão sendo atacados. Esse é o estado natural das coisas. A aliança entre a esquerda radical, o totalitarismo islâmico e os idiotas úteis só vai arrotar pacifismo quando Israel reagir. Espere e veja.

Fonte: Bruno Pontes

Divulgação: www.juliosevero.com

Líder do Fundo de População das Nações Unidas diz que a desintegração da família é um triunfo para os direitos humanos

Líder do Fundo de População das Nações Unidas diz que a desintegração da família é um triunfo para os direitos humanos

Matthew Cullinan Hoffman

CIDADE DO MÉXICO, México, 3 de fevereiro de 2009 (LifeSiteNews.com)
— Um líder do Fundo de População das Nações Unidas (FNUAP) declarou que a desintegração das famílias tradicionais, longe de ser uma “crise”, é realmente um triunfo para os direitos humanos.
Falando num seminário realizado no mês passado no Colegio México na Cidade do México, o representante do FNUAP Arie Hoekman denunciou a idéia de que os elevados índices de divórcio e nascimentos fora do casamento representam uma crise social, afirmando que representam em vez disso o triunfo dos “direitos humanos” contra o “patriarcado” [sistema onde o pai é a autoridade máxima na família].

“Aos olhos das organizações conservadoras, essas mudanças significam que a família está em crise”, disse ele. “Em crise? Mais do que em crise, nós estamos na presença do enfraquecimento da estrutura patriarcal, como conseqüência do desaparecimento da base econômica que a sustenta e por causa do aumento dos novos valores centrados no reconhecimento de direitos humanos fundamentais”.

“Dia após dia, o México experimenta um processo dessa diversidade e há aqueles que o entendem como crise, pois eles só reconhecem um tipo de família”, disse um dos palestrantes oficiais à audiência.

Esses comentários foram feitos depois do Congresso Mundial de Famílias, que foi realizado na Cidade do México em janeiro e que reafirmou fortemente a importância da família tradicional e seu papel indispensável na transmissão de valores para a próxima geração. A abertura do congresso foi feita pelo Presidente do México Felipe Calderon, que observou que os elevados índices de divórcio e nascimentos fora do casamento estão contribuindo para o aumento da violência e do crime no México.

Leonardo Casco, membro do Pontifício Conselho para a Família e cidadão de Honduras, disse para LifeSiteNews que ele não estava surpreso com o fato de que o FNUAP está negando a crise na família.

“Eles sem dúvida alguma têm de negar que há uma crise na família, pois foram eles que criaram a crise”, disse ele.

Chamando o FNUAP de “burocratas a serviço da morte”, Casco observou que “depois de 45 anos de controle da natalidade, da pílula anticoncepcional, do desrespeito pelo casamento, pela família, pelos filhos, etc., esse é o resultado. Por causa disso temos violência, guerra, falta de respeito pelas mulheres, crianças”.

Por meio da sua promoção e distribuição de contraceptivos o FNUAP se tornou “uma agência de controle da natalidade a serviço dos países mais poderosos”, disse Casco. “Eles estão destruindo a família e os valores. Isso é inegável. É o que todos dizem… mas eles sempre negam”.

Com relação ao comentário de Hoekman acerca de “direitos humanos”, Casco respondeu que os burocratas do FNUAP “inventaram uma série de novos ‘direitos humanos’”, que não existiam quando o conceito foi definido em 1948, “com o qual eles desejam justificar todas as suas ações”.

O FNUAP recentemente celebrou o restabelecimento do apoio dos EUA depois de sete anos, durante os quais o governo de Bush não quis financiar o FNUAP. O FNUAP vem cooperando e até mesmo ajudando a subsidiar a Política de Um Só Filho da China, a qual persegue e realiza abortos forçados em mulheres que têm mais de um único filho.

Além de seu apoio a abortos forçados, o FNUAP ajuda a administrar esterilizações forçadas na América do Sul e está envolvido na distribuição e promoção de contraceptivos e esterilização no mundo inteiro, com um foco em países mais pobres.

Traduzido e adaptado por Julio Severo: www.juliosevero.com

Fonte: LifeSiteNews

5 de fev de 2009

Campanha pela extradição do assassino italiano

Campanha pela extradição do assassino italiano

População brasileira precisa se manifestar contra decisão do governo Lula de dar asilo a criminoso italiano

Julio Severo

Será que o Brasil tem falta, no governo e na sociedade, de terroristas e assassinos? Então por que o governo Lula deu asilo a Cesare Battisti, um terrorista e assassino da Itália?
A meta do Estado saudável é eliminar completamente terroristas e assassinos. Isso se chama justiça. Mantê-los na sociedade e no governo se chama injustiça.

Injustiça maior seria importar terroristas e assassinos do exterior. É o que o Brasil está fazendo, sob o silêncio e covardia do Congresso Nacional.

Querem dar asilo político? Procurem-me! Tenho uma lista de países onde cristãos são perseguidos, torturados e até mortos exclusivamente por crerem na pessoa de Jesus Cristo. Esses cristãos nunca mataram ninguém. Eles nunca cometeram atos terroristas. E muitos deles estão em países comunistas.

Por coincidência, o comunismo gerou terroristas e assassinos que hoje estão “trabalhando” no governo do Brasil.
Por coincidência, o terrorista e assassino italiano que imerecidamente ganhou asilo no Brasil é comunista.

Não estranhe essas loucuras. Quando loucos governam, um país fica pior do que um manicômio.
Não aceite essas loucuras. Você não votou em políticos para abrigarem criminosos do exterior no Brasil. Por isso, escreva ou telefone hoje mesmo ao seu deputado e senador e peça providências imediatas. Diga que você não aceita essas loucuras e que você não votou neles para aceitá-las. Diga que você quer a extradição do assassino Cesare Battisti para a Itália.

Para se comunicar com o deputado do seu estado, clique aqui e digite o nome dele.
Para se comunicar com o senador do seu estado, clique aqui e digite o nome dele.

Quando os bons cruzam os braços, os loucos pulam de alegria.
Quando os bons começam a agir, os loucos tremem de raiva e medo.

O governo comunista da Coréia do Norte vem perseguindo, torturando e matando implacavelmente os cristãos. Convença seu deputado e senador a criar um projeto de lei especial para acolher e dar asilo a cristãos que fogem da ditadura assassina norte-coreana. Aliás, convença também seu deputado e senador a denunciar o sofrimento, tortura, destruição e morte que o governo comunista da Coréia do Norte vem impondo à sua própria população.

Em vez de tomar a dianteira na defesa e abrigo de terroristas e assassinos, o Brasil precisa tomar a dianteira e criar um programa especial para acolher e dar asilo a cristãos inocentes da Coréia do Norte e outros países comunistas.

Quem precisa de asilo no Brasil são inocentes e vítimas, não criminosos e vitimadores. Quem precisa de asilo são estuprados e torturados, não os estupradores e torturadores.
Ajude a dar um basta nas injustiças predominantes hoje no governo do Brasil. Convença seu deputado e senador a devolver à Itália o criminoso italiano.

Convença seu deputado e senador a criar um programa para acolher norte-coreanos inocentes vítimas da ditadura comunista sanguinária.

Não descanse nem deixe seu deputado e senador descansarem enquanto o assassino italiano não for extraditado do Brasil e enquanto não for criado um programa brasileiro de socorro e asilo às vítimas do comunismo.

Fonte: www.juliosevero.com

2 de fev de 2009

A Índia e um casamento que a novela não mostra

A Índia e um casamento que a novela não mostra.

O portal G1 publicou as fotos de um casamento na Índia que com absoluta certeza a novela não vai mostrar. Segundo a reportagem, os moradores da vila de Munda Dhanda celebraram o casamento de uma menina com um cachorro, cujo matrimônio serviria para afastar os maus espíritos. Ao serem indagados sobre o ocorrido, os anciãos da aldeia explicaram que a menina tinha que casar em virtude dos dentes podres, o que é considerado um mau presságio pela comunidade tribal.Pois é, este tipo de aberração a novela não mostra. A impressão que temos é que o que se é mostrado em horário nobre tem por objetivo anunciar a sociedade brasileira uma Índia atraente, mística e agradável, quando na verdade, relatos como este nos apontam o verdadeiro estado de degeneração social desta grande e populosa nação.Sem sombra de dúvidas prefiro a boa música, a leitura de um livro, um bate-papo gostoso, a conversa em volta da mesa, o gargalhada descompromissada do que chafurdar em frente da TV assistindo programas destrutivos à família e a sociedade brasileira.É meu caro amigo, infelizmente esta pobre menina terá uma vida de cão.Que Deus tenha misericórdia desta nação.

Renato Vargens

BBC de Londres noticia estudo que confirma papel das novelas da TV Globo no aumento de divórcio no Brasil

BBC de Londres noticia estudo que confirma papel das novelas da TV Globo no aumento de divórcios no Brasil

Um estudo do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) sugere uma ligação entre as populares novelas da TV Globo e um aumento no número de divórcios no Brasil nas últimas décadas.
Na pesquisa, foi feito um cruzamento de informações extraídas de censos nos anos 70, 80 e 90 e dados sobre a expansão do sinal da Globo – cujas novelas chegavam a 98% dos municípios do país na década de 90.
Segundo os autores do estudo, Alberto Chong e Eliana La Ferrara, “a parcela de mulheres que se separaram ou se divorciaram aumenta significativamente depois que o sinal da Globo se torna disponível” nas cidades do país.
Além disso, a pesquisa descobriu que esse efeito é mais forte em municípios menores, onde o sinal é captado por uma parcela mais alta da população local.

Instrução

Os resultados sugerem que essas áreas apresentaram um aumento de 0,1 a 0,2 ponto percentual na porcentagem de mulheres de 15 a 49 anos que são divorciadas ou separadas.
“O aumento é pequeno, mas estatisticamente significativo”, afirmou Chong.
Os pesquisadores vão além e dizem que o impacto é comparável ao de um aumento em seis vezes no nível de instrução de uma mulher. A porcentagem de mulheres divorciadas cresce com a escolaridade.
O enredo das novelas freqüentemente inclui críticas a valores tradicionais e, desde os anos 60, uma porcentagem significativa das personagens femininas não reflete os papéis tradicionais de comportamento reservados às mulheres na sociedade.
Foram analisadas 115 novelas transmitidas pela Globo entre 1965 e 1999. Nelas, 62% das principais personagens femininas não tinham filhos e 26% eram infiéis a seus parceiros.
Nas últimas décadas, a taxa de divórcios aumentou muito no Brasil, apesar do estigma associado às separações. Isso, segundo os pesquisadores, torna o país um “caso interessante de estudo”.
Segundo dados divulgados pela ONU, os divórcios pularam de 3,3 para cada 100 casamentos em 1984 para 17,7 em 2002.
“A exposição a estilos de vida modernos mostrados na TV, a funções desempenhadas por mulheres emancipadas e a uma crítica aos valores tradicionais mostrou estar associada aos aumentos nas frações de mulheres separadas e divorciadas nas áreas municipais brasileiras”, diz a pesquisa.