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31 de mai de 2013

Daniela Mercury sai do armário e entra no cofre dos baianos. Ou: O lesbianismo estatal de Jaques Wagner



Daniela Mercury sai do armário e entra no cofre dos baianos. Ou: O lesbianismo estatal de Jaques Wagner

Ai, ai, ai, ai…
Leio notinha no Estadão informando que a cantora Daniela Mercury, aquela que anunciou que agora tem “esposa”, vai desfilar com seu trio elétrico e cantar o Hino Nacional da Parada Gay de São Paulo.
Até aí, tudo certo! É compreensível que ela tenha se tornado um “ícone” — como se diz hoje em dia nos cadernos de cultura até quando se escreve sobre falador de rap… — do movimento gay. Há quem diga que Daniela foi “supercorajosa” ao assumir a sua homossexualidade e coisa e tal. Por mim, está tudo bem.
O que é absolutamente inacreditável, escandaloso mesmo, é saber que o governo da Bahia, do companheiro Jaques Wagner (PT), é que vai pagar o cachê da cantora: R$ 120 mil.
Então vamos ver. Daniela decide anunciar ao Brasil que é lésbica. Ninguém ficou chocado, o que é bom. Ainda que isso só diga respeito a ela mesma, achou que todos deveríamos participar de sua celebração. OK. O mínimo que a gente espera dos heróis de qualquer causa é algum sacrifício ou renúncia, não é mesmo? Isso é próprio da condição.
Não existe heroísmo no estado de gozo permanente. Aliás, em termos, digamos, psicanalíticos, esse gozo permanente seria a negação da civilização. Mas deixemos de lado essas especulações agora. Daniela vai subir no palco, ser ovacionada por sua coragem e… levar R$ 120 mil dos cofres públicos baianos.
Ou por outra: o governo da Bahia estatizou o lesbianismo e fez de Daniela a sua representante. O que deveria ser, então, um ato de resistência contra, sei lá, os caretas, os conservadores, os reacionários, os cultores do tradicional “papai-e-mamãe” (em vez do “mamãe-e-mamãe” e “papai-e-papai”), vejam que coisa!, se transforma em oficialismo dos mais reacionários — e agora entendo que Daniela Mercury não tenha chamado a sua mulher de “mulher”, mas de “esposa”. Já contei aqui que, tão logo assumi um cargo de chefia num jornal, aboli essa palavra. Eu jamais transaria com a minha “esposa”. A gente transa (Daniela também) é com mulher, certo?
Está aí. Tenho escrito alguns textos sobre o caráter que o Bolsa Família vai assumindo no Brasil. Dissemina-se a cultura de que a função do bom patriota é esperar que o estado lhe forneça renda, moradia, emprego, roupa, anticoncepcional, camisinha, pílula do dia seguinte, aborto. Até a homossexualidade, como se nota, tem de ser estatizada — e lembro que a Parada Gay já conta com farto financiamento público.
“Ah, mas Daniela terá custos…” Pois que recorra à iniciativa privada se não tiver como bancar a própria apresentação — ela poderia fazer esse sacrifício porque isso é próprio dos heróis, reitero.
Notem bem: ainda que a grana fosse paga para ela se apresentar na parada gay de Salvador, já estaríamos diante de um completo absurdo. Sendo realizada a festa fora da Bahia, aí já é um escracho. Ou ela virou agora embaixadora do lesbianismo baiano?
O Brasil é mesmo singular, é mesmo curioso — e há uma grande chance de que não dê certo por isso. Antes mesmo de a homossexualidade ser encarada pela maioria dos brasileiros como algo normal, corriqueiro, já virou uma espécie de crença do estado. E, no Brasil, isto já é uma tradição que sempre resulta emzerda, o Estado tem a ambição de fundar a sociedade, em vez de a sociedade fundar o estado, que é o caminho normal . Se não me engano, Daniela tem uma música que diz algo mais ou menos assim:  ”O canto desta cidade é meeeuuu!!!”. Já pode começar a cantar: “O cofre da Bahia é meeeuuu…”.
O Brasil ainda vai inventar o gay e a lésbica de crachá.
Por Reinaldo Azevedo

Fonte: Blog do Reinaldo

Divulgação: www.jorgenilson.com

Comissão aprova punição para aluno que desrespeitar professor


Comissão aprova punição para aluno que desrespeitar professor

Comissão aprova punição para aluno que desrespeitar professor
A Comissão de Seguridade Social e Família aprovou na quarta-feira (28) proposta que prevê punição para estudantes que desrespeitarem professores ou violarem regras éticas e de comportamento de instituições de ensino.
Pelo Projeto de Lei 267/11, da deputada Cida Borghetti (PP-PR), o estudante infrator ficará sujeito a suspensão e, na hipótese de reincidência grave, será encaminhamento à autoridade judiciária competente. A proposta muda o Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei 8.069/90) para incluir o respeito aos códigos de ética e de conduta das escolas como responsabilidade e dever da criança e do adolescente estudante.
O relator, deputado Mandetta (DEM-MS), destacou que a violência contra professores do ensino médio e do fundamental é uma das causas da falta de qualidade da educação brasileira. “Professores com medo de sofrer violência ou represálias verbais e físicas, principalmente por parte de alunos, somado à falta de punição administrativa e/ou judicial dos estudantes indisciplinados ou violentos somente corroboram a existência de sérios problemas educacionais”, afirmou.
O parlamentar disse ainda que um estatuto que assegura apenas direitos, sem determinar deveres, desrespeita uma das regras básicas da educação, que é o respeito aos direitos dos outros. “É fato que há uma crescente violência contra professores e diretores em sala de aula, que não vem sendo coibida adequadamente pelas normas hoje em vigor. Cremos que o sistema de proteção integral determinado pela Constituição Federal às crianças e adolescentes também passa por imposição e cumprimento de deveres”, concluiu.

Foto: Agência Câmara
Divulgação: www.jorgenilson.com

30 de mai de 2013

Salmos


Bendize, ó minha alma, ao SENHOR, e tudo o que há em mim bendiga o seu santo nome.
Bendize, ó minha alma, ao SENHOR, e não te esqueças de nenhum de seus benefícios.
Ele é o que perdoa todas as tuas iniquidades, que sara todas as tuas enfermidades,
Que redime a tua vida da perdição; que te coroa de benignidade e de misericórdia,
Que farta a tua boca de bens, de sorte que a tua mocidade se renova como a da águia.
Salmos 103:1-5

Divulgação: www.jorgenilson.com

29 de mai de 2013

LIÇÃO 9 A FAMÍLIA E A SEXUALIDADE


LIÇÃO 9      A FAMÍLIA E A SEXUALIDADE


INTRODUÇÃO

I – Questões sobre a sexualidade
II – O valor da pureza sexual antes do casamento
III – O sexo que bíblia condena

CONCLUSÃO

Os Mistérios do Amor Conjugal em Cantares
No centro de Cantares está o amor que se exprime com naturalidade, simplicidade, pureza e calor a sua paixão e intimidade.

Por

Esdras Costa Bentho

"Que ele me beije com os beijos da sua boca!" (1.2)
Cantares é a obra mais romântica e simbólica da literatura universal. Seus símbolos ilustram o amor em uma profusão que o leitor fugaz não percebe. Trata-se de uma óde atemporal, que representa o amor entre um homem e uma mulher do modo mais sagrado e belo.
No centro de Cantares está o amor que se exprime com naturalidade, simplicidade, pureza e calor a sua paixão e intimidade: “gritos de alegria, a voz do noivo e a voz da noiva” (Jr 7.34; 16.9; 25.10). Justamente por causa da absoluta universalidade dessa experiência, os símbolos usados em Cantares são constantes e logo perceptíveis, pelo menos a nível global, embora nos detalhes estejam carregados de conotações orientais, exóticas e, às vezes, exasperadas.

Amor
Cantares é um encontro com o amor. Trata-se de um verdadeiro minivocabulário de palavras repetidas dezenas de vezes, porque o enamorado nunca se cansa de dizer à sua mulher: Tu és fascinante (na’wah); és encantadora (iafah); minha amada (‘ahabah); minha irmã (‘ahotî); minha esposa (kallah); meu tesouro (ra ‘iatî); amor de minha alma (‘ahabah nafsî), minha única (6.9). Cantares convida o homem moderno a expressar sem medo ou receio o seu mais profundo amor à mulher amada. Desperta o amásio a expressar as mais significativas e belas frases de amor. A palavra é geradora de sentimentos e fertilizante para o coração.
E para a mulher, o esposo é sempre dodî, “o meu amado”. É assim que o coração é arrebatado (4.9), a paixão é fremente (7.11; 8.7), a delícia (5.17) cancela a vergonha (8.1,7), o anelo inconsciente (6.12) gera contemplação (7.1) e predileção (6.9). Há quase um desmaio de amor (2.5), numa espécie de doença incurável (2.5; 5.8), num sono estático (2.7; 3.5; 5.2; 7.10; 8.4,5), numa embriaguez (5.14), num desfalecimento incitante (5.6). Mas também há o medo que perturba (6.5), há a ausência insuportável (5.6), os pesadelos noturnos (3.8). Mas tudo se esvaece e apenas ouve-se aquela voz doce e suave (2.14). Então tudo volta a ser triunfo dos sentidos numa espécie de paraíso do olfato e do paladar: os frutos do amor são saborosos (2.3; 4.16; 7.9,14), são mel, néctar, leite (4.11; 5.1,12), doçura para o paladar (5.17) [1].
O amor é comparado a cheiros e sabores. Na carreira diária, às vezes, nos esquecemos do estro que nos torna humanos. Colocamos os nossos sentidos reféns do vil metal, enquanto eles são indispensáveis ao conhecimento do outro. Não se ama sem odores e cheiros. O amásio conhece o doce cheiro de sua amada e o paladar de seus lábios. O amor demonstrado na obra eleva o amor a um estado de completo arrebatamento. O poema recomenda aos amásios a sentirem o cheiro e o sabor um do outro. É um convite ao verdadeiro encontro! Nesse amor sublime, nada espiritual e muito menos mundano, os amásios são convidados a viverem com toda intensidade a sua plena humanidade e conjunção carnal nos laços do matrimônio.

Corpo
Não existe, de fato, um livro bíblico que siga tão intensamente a realidade do corpo em todos os seus meandros e segredos e em toda a sua aparência. Vemos o rosto (2.14; 5.2,11; 7.6; 8.3) com a boca aberta ao beijo (1,2; 4.3; 8.1); e à voz (2.8,14; 5.2; 8.12), com os lábios frementes (4.3,11; 5.13; 7.10), com a língua (4.11), com os dentes cândidos (4.2; 5.12; 6.6), com o paladar que deseja saborear (5.16; 7.10); e o nariz atraído pelos perfumes (7.9), com as faces 1.10; 4.3; 5.13; 6.7), com os olhos (1.15; 4.11; 5.2,11; 6.5; 7.5; 8.10) que muito se movem e piscam (2.9) ou ternos (4.9), com os cabelos e as tranças (4.1,6; 5.10), com o pescoço harmonioso (1.10; 4.4; 7.5).
Nada mais óbvio do que afirmar que cada detalhe da amada ou do amado não passa despercebido ao verdadeiro amor. Em uma cultura que aprendeu a ditar suas regras estéticas e seus gostos artesanais à moda Michelangelo, o ser (Dasein) desaprende a ver as qualidades intrínsecas da própria fisionomia humana, irretocável. Não importa o formato do nariz, o importante é usá-lo para cheirar os mais preciosos odores do cônjuge. Pouca importância tem a densidade dos lábios, o essencial é saborear aquilo que o amor reservou para os amantes. A cor dos olhos não cativa tanto quanto o seu brilho. Quem ama encontra suas próprias razões para amar, apesar de tudo.
Depois, eis o corpo ereto (2.9; 7.8) que se ergue solene (2.10,13; 3.2; 5.5), que aperta com força o ser amado (3.4), que abraça (2.6; 8.3,6), que dança de júbilo (2.8), mas que também é plantado sobre as pernas e sobre os pés (5.3; 7.2). [2] O corpo é visto em Cantares como um cântaro cheio de surpresas e venturas.

O amor, sentimento difícil de ser descrito em palavras, tem através das imagens corpóreas do Cântico a sua mais elevada expressão e propósito. Se ama verdadeiramente quando se entrega. Tentaram em vão, Orígenes e São Bernardo, explicar as imagens corporais como símbolos da virtude cristã, ou sabedoria e ciência. Pobres teólogos mortais...que se negam a amar e a reconhecer que o amor entre cônjuges é uma dádiva da criação divina!
Observa-se também o esplendor dos seios (1.13; 4.5; 7.4,8,9; 8.8,10), a perfeição dos quadris (7.2), da bacia (7.3), do ventre (5.14; 7.3). Os seios com todo o seu esplendor é o repouso do abraço apaixonado! Um dado muito interessante relata em 7.4: os seios como crias gêmeas da gazela. Nada mais risonho, infantil e dócil. Nego-me a aceitar a interpretação de que os dois seios são as colinas de Ebal e Gerizin. Trata-se da mais eficaz sedução da parte da amada, que desejam os intérpretes reduzir a duas colinas vetustas e de valor espiritualmente simbólico. Ao movimentar freneticamente os quadris, os seios movem-se rapidamente, lembrando ao amado os gamos gêmeos saltitando pelos bosques.
Eis ainda, acima de tudo o coração que, na linguagem bíblica é sinônimo de consciência, inteligência e amor (5.4; 8.6). Nessa luz, o conhecimento recíproco dos enamorados não acontece só através da mente, mas também da paixão, dos sentidos, da ação e da alegria que se completa na plena realização sexual do casal: Meu bem amado põe a mão pela fenda e minhas entranhas estremecem. Não precisamos "abrir o verbo" para não corar os mais tímidos! Os símbolos "mão" e "fenda", desde a Antiguidade representavam os órgãos sexuais masculino e feminino, e no mínimo, aqui, as carícias entre os cônjuges. A destreza do amado é comparada em 5.14 à "mãos de ouro torneadas, cobertas de pedras preciosas". Cântares convida o casal a viver a vida sexual em sua completude, sem receios ou moralismo hipócrita que impede a felicidade dos cônjuges. Viva plenamente!
 
Perfumes
Cantares é permeado por perfumes (1.3,12ss; 2.13; 3.6; 4.10-11; 5.13; 7.9,14): Nardo (1.12; 4.13), cipreste (1.14; 4.13); bálsamo (2.17; 5.1,13; 6.2; 8.14), essência exótica (6.6; 4.14), incenso (3.6), açafrão, canela e cinamomo (4.14). Existe até mesmo um “monte da mirra”, uma “colina do incenso” (4.6) e os “montes do bálsamo” (8.14). A suavidade do vinho é a comparação mais espontânea para exprimir a embriaguez e doçura do amor (2.4; 4.10; 5.1; 7.3,10; 8.2). Nada melhor do que comparar o amor ao cheiro exótico da canela, que se supõe poderes afrodisíacos! As plantas odoríficas estão plantadas no "jardim fechado", figura que destaca o mistério, o espanto e assombro que é o amor de uma mulher com o seu marido. Ela é um jardim fechado em cujo canteiro estão plantados diversas ervas aromáticas que jamais poderiam crescer juntas. Esse jardim fechado também é um belo e delicioso pomar, cujas frutas saborosas são para a degustação dos amados. É um paraíso de romãs (4.13), um pomar das delícias que só o encontro assombroso entre um homem e uma mulher poderia desfrutar. O jardim das delícias é carregado com o cheiro do amor e dos sentimentos que se perpetuam e se fixam com os odores das plantas. Trata-se, na verdade, de um convite ao amor, comparado a pomares e ervas aromáticas. Um mistério que somente os que amaram intensamente são capazes de revelar.
 
Objetos Preciosos
A vista e o tato são envolvidos, seja por causa do contato físico entre os dois corpos, seja porque o esplendor do amor é pintado segundo as impressões produzidas por deslumbrantes objetos preciosos: Ouro e prata (1.11; 3.10; 5.11,13,15; 8.9,11,12), pérolas e brincos (1.10,11; 4.9), coroas (3.11), selos (8.6), taças (7.3), madeira nobre do Líbano (3.9); bordados (3.10), púrpura (3.10; 4.3; 7.6), safiras (5.14), marfim cinzelado (5.14; 7.5).

Jardim
Sobre o jardim brilha o sol (1.6; 6.10) e se reflete a lua (6.10). Sucedem-se as auroras e as noites (6.10; 7.12,13), descem as sombras (4.6), sopram o aquilão e o austro (4.16), sopra a brisa (2.17; 4.6), levantam-se colunas de fumaça (3.6), gotejam as chuvas e o orvalho (2.11; 5.2). O jardim “fechado” (4.12) é a figura do “eu feminino”, a “inviolabilidade da pessoa”, um “mistério inatingível contido no corpo da mulher e do seu parceiro”. Salomão salienta que a amada é exclusivamente dele, como um jardim que pertence unicamente ao seu dono, sendo inacessível a todos. Também os poços e fontes eram, às vezes, selados para preservar água, coisa mais do que preciosa no oriente, evitando que outros a tomassem.
Finalmente, só poderíamos terminar com o verso mais célebre dos Cânticos dos Cânticos:
“... azzah kammawet ‘ ahabah..”
“forte como a morte é o amor”.

Notas
[1,2] RAVASI, Gianfranco. Cântico dos Cânticos: pequeno comentário bíblico. São Paulo: Paulinas, 1988.


28 de mai de 2013

Jesus, sempre confiarei em Ti


Jesus, sempre confiarei em Ti

Por que te confundes e te agitas diante dos problemas da vida?
Deixe que eu cuide de todas as tuas coisas e tudo será melhor.
Quando você se entregar a mim,
tudo se resolverá com tranqüilidade segundo meus designos.
Não te desespere, não me dirija uma oração agitada,
como se quisesse exigir o cumprimento dos teus desejos.
Feche os olhos da alma e diga-me com calma:

Jesus, eu confio em ti.

Evite preocupações e as angústias
e os pensamentos sobre o que pode acontecer depois.
Não bagunce os meus planos, querendo impor suas idéias.
Deixa-me ser Deus e atuar com liberdade.
Se abandone confiadamente em mim.
Repouse em mim e deixe em minhas mãos o teu futuro.
Diga-me freqüentemente:

Jesus, eu confio em ti.

O que mais danos te causa são sua razões,
sua próprias idéias e você querer resolver as coisas a tua maneira.
Quando me disser:
Jesus, eu confio em ti,
não seja como o paciente que pede ao médico que o cure,
porque lhe sugere o modo de fazer.
Deixe se levar em meus braços divinos, não tenha medo,

EU TE AMO.

Se acreditar que as coisas pioram
ou se complicam apesar de tua oração, siga confiando.
Feche os olhos da alma e confia.
Continue dizendo a toda hora:

Jesus, eu confio em ti.

Necessito das mãos livres para fazer a minha obra.
Mesmo que a dor seja tão forte,
a ponto de derramar lágrimas dos seus olhos.
Estarei com você e com a sua família em todos os momentos.
Diga:

Jesus, eu confio em ti.

Confia só em mim, abandona-se em mim,
jogue todas as suas angústias e durma tranqüilo.
Diga-me sempre:

Jesus, eu confio em ti,

e verás acontecer grandes milagres.
Eu te prometo por meu amor.
Pois, sempre confiarei em você, meu filho..



Divulgação: www.jorgenilson.com
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Crislamismo? Ou palestinianismo cristão?


Crislamismo? Ou palestinianismo cristão?

T. A. McMahon
Sempre que nós, cristãos bíblicos, pensamos que as coisas não poderiam, de forma alguma, ser mais absurdas no cristianismo, precisamos nos lembrar das Escrituras, que nos dizem que chegará o tempo em que oscristãos não suportarão a sã doutrina, e muitos corromperão a Palavra de Deus (2Tm 4.3; 2Co 2.17; 2 Pe 3.16). O apóstolo Paulo declara a Timóteo que aqueles que trazem tais doutrinas enganarão as pessoas, desviando-as da verdade para fábulas, ou seja, a mitos, de sua própria invenção (2Tm 4.4; Tt 1.14). Hoje, tais ensinamentos e práticas estão crescendo a um ritmo alucinante – práticas que variam do absurdo patente ao pérfido, e mesmo ameaçadoramente perigoso, tanto espiritual quanto fisicamente.
Crislamismo? Essa tentativa de combinar o cristianismo com o islamismo em um culto comum seria uma piada sem graça se fosse uma questão de piada, mas está longe de sê-lo. Da forma que entendo, esse ensinamento começou como uma maneira de ajudar a impedir o genocídio e de trazer a paz entre muçulmanos e cristãos na África. Sem dúvida, sincero em suas preocupações, contudo sinceramente errado. Os muçulmanos que verdadeiramente seguem o Corão, e os cristãos que crêem naquilo que a Bíblia apresenta, consideram o crislamismo como uma contradição blasfema de suas crenças.
Por quê? As diferenças, que são bastante aparentes, não podem ser reconciliadas. Alá é um deus falso, criado pelo homem, e não tem nada a ver com o Deus da Bíblia, que enviou Seu Filho, Jesus, para pagar a penalidade total dos pecados do mundo (Jo 3.16). Alá não tem nenhum filho e condena a todos os que crêem que ele tem (Surah 18.4-6; 23.91). Alá é uma entidade singular (Surah 4.171); o Deus da Bíblia é um Deus Triúno: um Deus – três Pessoas. Isa (Jesus) do Alcorão não é Deus; ele é simplesmente um profeta de Alá (4.171). O Jesus bíblico é Deus que se fez Homem (Jo 1.14; 10.33). Alá denigre os judeus (Surah 5.59-60); Deus se refere aos filhos de Israel como “a menina dos Seus olhos” (Dt 32.9-10). O Hadith (as palavras que Maomé supostamente recebeu de Alá) declara que o Dia do Julgamento de Alá não virá até que as rochas e as árvores clamem para que os muçulmanos matem os judeus que estão escondidos atrás delas (Livro Muçulmano do Sahih 041, Número 6981-4). Isso é anti-semitismo em sua pior forma.
Os ensinamentos fundamentais do islamismo e do cristianismo não permitem nenhuma concessão. Qualquer um pode certamente acreditar ou formular seja o que for que queira sobre o islamismo ou sobre o cristianismo, mas ninguém pode tornar tais formulações compatíveis umas com as outras com base em qualquer um dos textos sagrados de ambos. Não obstante, esse obstáculo não está impedindo as multidões que estão permitindo que seus desejos atropelem sua razão. Além disso, tal irracionalidade está sendo explorada por aqueles que têm como intenção uma “Fé Compartilhada”.
Parece que a apostasia (o enfraquecimento da fé bíblica para preparar o caminho para a religião do Anticristo) está se desenvolvendo de maneira exponencial, e as contribuições estão sendo feitas através de uma diversidade de intenções não-bíblicas. Uma delas, que é particularmente agressiva tanto quanto malévola em seu ataque ao cristianismo bíblico, é denominada “Palestinianismo Cristão” (PC). O termo foi cunhado por Paul Wilkinson em seu livro For Zion’s Sake [Por Amor a Sião], que apresenta as razões bíblicas pelas quais os cristãos precisam apoiar a restauração do moderno Estado de Israel, uma empreitada conhecida como “Sionismo Cristão”. O inimigo desse esforço se chama Palestinianismo Cristão, que inclui muito mais do que uma preocupação a respeito da situação do chamado povo palestino.[1]
Seguem algumas citações de três fontes anti-sionistas-cristãs que caracterizam o movimento:
É (...) uma compreensão totalmente errada da história da salvação e uma perversão do plano de Deus que um cristão queira restabelecer uma nação judaica como entidade política. (...) A consciência cristã sempre discerniria qual é a vocação autêntica do povo judeu e qual é o outro lado da moeda, ou seja, o Estado de Israel racista.[2]
Rejeitamos categoricamente as doutrinas cristãs sionistas como sendo ensinamentos falsos que corrompem a mensagem bíblica de amor, justiça e reconciliação. (...) Com urgência, admoestamos que o sionismo cristão e suas alianças estão justificando a colonização, o apartheid e a construção de um império.[3]
A visão mundial do sionismo cristão terá conseqüências cataclísmicas para uma paz religiosamente integrada e duradoura na Palestina/Israel.[4]
Que horror! Vemos o apartheid em Israel![5]
A última citação em apoio à causa palestina é do arcebispo Desmond Tutu, que iguala a condição [em Israel] a regimes de “Hitler, Mussolini, Stalin, Pinochet, Milosevic e Idi Amin”.[5]
Em um livrete intitulado Prophets Who Prophesy Lies in My Name – Christian Palestinianism and the Anti-Israel Crusade [Profetas que Profetizam Mentiras em Meu Nome – o Palestinianismo Cristão e a Cruzada Anti-Israel], Paul Wilkinson começa citando o que o Senhor falou a Jeremias com relação àqueles que profetizavam contrariamente à Sua Palavra: “Assim diz o Senhor dos Exércitos: Não deis ouvido às palavras dos profetas que entre vós profetizam e vos enchem de vãs esperanças; falam as visões do seu coração, não o que vem da boca do Senhor. (...) Não mandei esses profetas; todavia, eles foram correndo; não lhes falei a eles; contudo, profetizaram. (...) Eis que eu sou contra os que profetizam sonhos mentirosos, diz o Senhor, e os contam, e com as suas mentiras e leviandades fazem errar o meu povo” (Jr 23.16-32).
O aspecto mais chocante do que Wilkinson descreve não é apenas o fato de que esses “profetas” dos dias de hoje estão ensinando “que Deus rejeitou Israel e o substituiu pela Igreja”, ou que eles estão tentando reunir forças através da Igreja para combater Israel política, econômica e teologicamente; acontece que muitos são líderes cristãos altamente reconhecidos, que professam ser evangélicos, isto é, cristãos crentes na Bíblia!
Em sua maioria, esses falsos “profetas” apresentam um verniz de ensinamentos bíblicos, mas são raramente desafiados quando saem da linha porque o cristianismo evangélico atual tem sido quase que desprovido de discernimento bíblico, graças a (ou, pelo contrário, infelizmente, por causa de) décadas de condicionamento através de táticas de mercado de busca de sensibilidade e de crescimento de igreja. Essa abordagem para atrair os “não-igrejados” e os não-salvos para a igreja empurrou o ensinamento bíblico para os fundos, se é que ele foi de alguma forma implementado. A convicção do pecado e outros ensinamentos bíblicos que podem ofender os novos freqüentadores foram substituídos por “mensagens positivas” e entretenimento para os jovens e também para os adultos. O emburrecimento geral e a incapacide de discernimento bíblico foi o resultado, e o corpo de Cristo está hoje colhendo as trágicas conseqüências.
Por exemplo, Wilkinson apresenta uma litania de erros bíblicos ensinados por aqueles que promovem o palestinianismo cristão, que deveriam ser facilmente reconhecidos e rejeitados por todos os crentes:
Todos os elementos básicos da escatologia sionista cristã são invertidos, de forma que a Bíblia é vista como sendo cristã, não judaica; a terra da Bíblia como sendo a Palestina, não Israel; o Filho de Deus como sendo um palestino, não um judeu; o Holocausto visto como ressentimento, não relembrado; 1948 sendo uma catástrofe, não um milagre; os judeus como sendo ocupantes ilegais, não proprietários de direito; e a profecia bíblica sendo um manifesto moral, e não um sinal da Segunda Vinda.[6]
Nem todos os líderes cristãos que apóiam o palestinianismo cristão defenderiam todas essas crenças acima mencionadas, mas todos eles o promovem de forma geral e em oposição ao que a Bíblia declara profeticamente. O cabeça não-oficial desse movimento é um sacerdote anglicano chamado Stephen Sizer, cuja igreja é membro da Aliança Evangélica e da Associação Willow Creek de Igrejas. (Lynne Hybels, a esposa do pastor da Igreja Comunidade Willow Creek, é patrocinadora de Sizer. Ela rejeita o moderno Estado de Israel como sendo o cumprimento de profecia.) O primeiro livro de Sizer, Christian Zionism: Road Map to Armageddon? [Sionismo Cristão: o Mapa Para o Armagedom?] recebeu inúmeros endossos de líderes evangélicos. Wilkinson observa que os resenhistas elogiaram o livro como sendo “o mais importante e o mais abrangente sobre o assunto até hoje”, e “o tratamento erudito para contrapor-se ao bando fanático por profecias” (itálico acrescentado), condenando o sionismo cristão como “pernicioso”, uma “ameaça totalmente não-bíblica”, “uma força poderosa que encoraja a destruição de milhões de pessoas”, e “um dos movimentos mais perigosos e heréticos do mundo, que insufla o conflito árabe-israelense”.[7]
Sizer resume suas crenças apresentadas em Christian Zionism [Sionismo Cristão]:
Em toda a história só houve um único povo de Deus: “a Igreja”. Todas as alianças bíblicas estão incluídas na aliança da graça. O povo judeu, como uma nação étnica, cumpriu seu papel na história, que foi o de preparar o caminho para a Igreja/o Cristianismo. A Igreja é o novo Israel, ampliado por Cristo para abranger todos os povos.
O segundo livro de Sizer, Zion’s Christian Soldiers? [Soldados Cristãos de Sião?] contém um sermão do erudito evangélico John Stott, que caracteriza o sionismo cristão como “biblicamente um anátema à fé cristã”.
Embora os livros de Sizer sejam apenas uns poucos dentre os proliferantes títulos que fazem oposição a Israel, ao sionismo e ao sionismo cristão, eles são um sinal que revela as crenças daqueles evangélicos altamente influentes que endossaram sua posição e seus escritos. Quem são eles? Hank Hanegraaff é conhecido por milhares de evangélicos como o chefe do ministério apologético bíblico Christian Research Institute [Instituto Cristão de Pesquisas] e apresentador do programa de rádio chamado Bible Answer Man [O Homem da Resposta Bíblica]. Ele escreve:
O [livro] Christian Zionism [Sionismo Cristão] de Sizer demonstra dramaticamente como um movimento religioso politizado, com um pedigree dúbio, é a prescrição para o desastre. De caricaturar os árabes até catalisar o Armagedom, as crenças e os comportamentos sionistas cristãos são a antítese do cristianismo bíblico.[8]
A perspectiva deHanegraaff não é recente, de maneira nenhuma. Anteriormente ele associou-se a D. James Kennedy, da Igreja Presbiteriana Coral Ridge. A escatologia do seminário dessa igreja estava sendo demonstrada claramente, em 2002, quando o corpo docente, juntamente com seu fundador, líder, presidente e professor de Evangelismo (Kennedy), apresentaram “Uma Carta Aberta aos Evangélicos e a Outras Partes Interessadas: O Povo de Deus, a Terra de Israel, e a Imparcialidade do Evangelho”. Essa declaração negava que os descendentes físicos de Abraão, Isaque e Jacó (isto é, os judeus) tivessem quaisquer bênçãos ou lugar especial nas profecias, quanto mais qualquer reivindicação sobre a terra de Israel. Ela foi inicialmente assinada por 71 líderes evangélicos, dentre os quais R. C. Sproul e Michael S. Horton. O documento declara:
Seção VI: As promessas de herança que Deus deu a Abraão (...) não se aplicam a qualquer grupo étnico específico, mas à Igreja de Jesus Cristo, o verdadeiro Israel. (...) Seção IX: O direito de posse de qualquer grupo étnico ou religioso ao território no Oriente Médio, chamado a “Terra Santa”, não encontra apoio nas Escrituras. Na verdade, as promessas de terra específicas para Israel (significando a Igreja) no Antigo Testamento foram cumpridas no governo de Josué.
Gilbert Bilezikian foi um dos fundadores (com Bill Hybels) da Igreja Comunidade Willow Creek. Este é seu endosso do livro de Sizer:
Algumas teologias, que fazem Israel central aos propósitos de Deus e aos processos da história, reduzem a Igreja ao status de concubina, enquanto que Israel se torna a Noiva. O trabalho de Sizer fornece um lembrete oportuno de que, de acordo com o Novo Testamento, o povo de Deus deve ser identificado com base na graça, e não na raça.[9]
Tony Campolo é um famoso pastor batista, palestrante em conferências de jovens evangélicos, e professor de sociologia na Universidade Eastern, na Pennsylvania. Ele enaltece o livro de Sizer:
Um levantamento abrangente que descreve como os cristãos abraçaram uma perspectiva teológica que encoraja a justiça para os judeus, mas também levou a opressão ao povo palestino e extrema hostilidade entre cristãos e muçulmanos no mundo todo.[10]
Em outro lugar, ele escreve:
As ameaças mais sérias ao bem-estar dos palestinos em geral, e aos palestinos cristãos em particular, vêm não dos judeus, mas dos cristãos sionistas aqui nos Estados Unidos. Com essa teologia, chamada “Dispensacionalismo”, eles argumentam que, de acordo com sua interpretação de Gênesis 15.18-21, a Terra Santa deveria pertencer exclusivamente aos judeus. Eles contendem que toda essa terra foi prometida à descendência de Abraão...
Brian McLaren, o escritor mais influente do Movimento da Igreja Emergente, cuja origem é com os Plymouth Brethren (Igreja dos Irmãos), obviamente abandonou a fé de seus primeiros dias, à medida que declara que existe uma
necessidade de confrontar as teologias terríveis, mortais, distorcidas, no entanto, populares, associadas com o sionismo cristão e com o dispensacionalismo determinista, [que] usa um cenário falsificado de fim do mundo para criar um tipo de desejo mortal pela Terceira Guerra Mundial, que – a menos que seja mais robustamente confrontado por nós – poderia facilmente criar uma profecia que se cumpriria a si mesma.[11]
O ex-presidente Jimmy Carter pode parecer fora de lugar dentre os teólogos evangélicos aqui apresentados como defensores do Palestinianismo Cristão, mas este não é o caso. O livro que ele escreveu, Palestine: Peace Not Apartheid [Palestina: Paz, Não Apartheid], incorpora tudo o que os acima mencionados reivindicam, em sua oposição a Israel e à Palavra de Deus. Além disso, ele terá a oportunidade de espalhar suas crenças espúrias entre ainda mais evangélicos, uma vez que recentemente assinou um acordo para escrever mais três livros para a editora evangélica Zondervan.
Esses falsos ensinamentos não são nem obscuros nem novos. Homens como Agostinho (354-430 d.C.), Martim Lutero (1483-1546), e João Calvino (1509-1564) fizeram substanciais contribuições a tais crenças não-bíblicas. O que é novo é a incrível velocidade com a qual eles estão sendo recebidos. Quando os discípulos perguntaram a Jesus sobre os dias anteriores à Sua vinda, Ele os caracterizou como um tempo de grande engano (Mt 24). É exatamente o que estamos vendo em nossos dias, e, portanto, precisamos atender às Suas palavras. A advertência de Paulo aos anciãos de Éfeso (At 20.28-31) também se aplica aqui: “Atendei por vós e por todo o rebanho sobre o qual o Espírito Santo vos constituiu bispos, para pastoreardes a igreja de Deus, a qual ele comprou com o seu próprio sangue. Eu sei que, depois da minha partida, entre vós penetrarão lobos vorazes, que não pouparão o rebanho. E que, dentre vós mesmos, se levantarão homens falando coisas pervertidas para arrastar os discípulos atrás deles. Portanto, vigiai, lembrando-vos de que, por três anos, noite e dia, não cessei de admoestar, com lágrimas a cada um”. A principal medida preventiva contra ser pego no crescente engano de nossos dias é uma vida disciplinada estudando e vivendo a Palavra de Deus. Senhor, ajuda-nos nesse propósito. (T. A. McMahon – www.thebereancall.org – http://www.beth-shalom.com.br)

Notas:

  1. Dave Hunt, O Dia do Juízo.
  2. The Institute for Palestine Studies [Instituto de Estudos Palestinos], 1970.
  3. “The Jewish Declaration on Christian Zionism”, [A Declaração Judaica Sobre o Sionismo Cristão], 2006.
  4. General Assembly of the Church of Scotland [Assembléia Geral da Igreja da Escócia], 2007.
  5. Tutu, Prefácio, Speaking the Truth [Falando a Verdade], Michael Prior, ed., 2005.
  6. Wilkinson, Prophets [Profetas], p. 51.
  7. Prophets, p. 10.
  8. Prophets, p.11.
  9. Prophets, p.11.
  10. Prophets, p. 11.
  11. Prophets, p. 42.
Fonte: Beth-Shalom
Divulgação: www.jorgenilson.com

24 de mai de 2013

Céu e Inferno! PURGATÓRIO?



Céu e Inferno! PURGATÓRIO?
“Quem, pois, conheceu a mente do Senhor? “ Rm 11.34
A Bíblia é um Livro que nasceu no coração de Deus, ditada a homens puros pelo Espírito Santo e contém uma mensagem de cunho totalmente espiritual, direcionada a um povo em especial, eleito, escolhido pelo próprio Deus para viverem uma realidade diferenciada dos demais povos.

Os ensinamentos dados pelo Espírito Santo, jamais devem serem questionados. São na verdade para serem cumpridos no dia-a-dia. Infelizmente, no decorrer dos milênios, muitos homens criaram teses e ou teorias teológicas que deturparam a palavra santa, incluindo ensinamentos falsos e danosos. A existência do Purgatório é um bom exemplo.

O lugar denominado Purgatório, segundo o catolicismo, não é um nível intermediário entre o Céu e o Inferno, mas um local de purificação onde ficam as almas das pessoas que morreram em estado de graça -isto é, salvas-, mas ainda precisariam se preparar para ter condições de ver Deus nos Céus. A sua existência foi teorizada no pontificado do Papa Gregório I, em 593, com base no livro de 2º Macabeus 12.42-46 (livro Apócrifo e que consta na versão católica da Bíblia). Em 1439, no Concílio de Florença,  a doutrina foi aprovada e confirmada depois, em 1563 no Concílio de Trento.
A Palavra Divina em sua totalidade nos apresenta apenas dois destinos eternos, são eles: Céu e Inferno. E encontram-se na dimensão espiritual. O Céu é destinados àqueles que perseveraram nas doutrinas determinadas por Deus e o Inferno aos desobedientes às verdades bíblicas.

Medite nestes textos:

a) "Muitos dos que dormem no pó da terra ressuscitarão, uns para a vida eterna, e outros para vergonha e horror eterno." Dn 12.2;
b) "Ora, havia certo homem rico que se vestia de púrpura e de linho finíssimo e que, todos os dias, se regalava esplendidamente. Havia também certo mendigo, chamado Lázaro, coberto de chagas, que jazia à porta daquele; e desejava alimentar-se das migalhas que caíam da mesa do rico; e até os cães vinham lamber-lhe as úlceras. Aconteceu morrer o mendigo e ser levado pelos anjos para o seio de Abraão; morreu também o rico e foi sepultado. No inferno, estando em tormentos, levantou os olhos e viu ao longe a Abraão e Lázaro no seu seio. Então, clamando, disse: Pai Abraão, tem misericórdia de mim! E manda a Lázaro que molhe em água a ponta do dedo e me refresque a língua, porque estou atormentado nesta chama. Disse, porém, Abraão: Filho, lembra-te de que recebeste os teus bens em tua vida, e Lázaro igualmente, os males; agora, porém, aqui, ele está consolado; tu, em tormentos. E, além de tudo, está posto um grande abismo entre nós e vós, de sorte que os que querem passar daqui para vós outros não podem, nem os de lá passar para nós. Então, replicou: Pai, eu te imploro que o mandes à minha casa paterna, porque tenho cinco irmãos; para que lhes dê testemunho, a fim de não virem também para este lugar de tormento. Respondeu Abraão: Eles têm Moisés e os Profetas; ouçam-nos. Mas ele insistiu: Não, pai Abraão; se alguém dentre os mortos for ter com eles, arrepender-se-ão. Abraão, porém, lhe respondeu: Se não ouvem a Moisés e aos Profetas, tampouco se deixarão persuadir, ainda que ressuscite alguém dentre os mortos."Lc 16.19-31;
c) "Ora, se é corrente pregar-se que Cristo ressuscitou dentre os mortos, como, pois, afirmam alguns dentre vós que não há ressurreição de mortos?... Visto que a morte veio por um homem, também por um homem veio a ressurreição dos mortos... Mas alguém dirá: Como ressuscitam os mortos? E em que corpo vêm? Insensato! O que semeias não nasce, se primeiro não morrer; e, quando semeias, não semeias o corpo que há de ser, mas o simples grão, como de trigo ou de qualquer outra semente. Mas Deus lhe dá corpo como lhe aprouve dar e a cada uma das sementes, o seu corpo apropriado. Nem toda carne é a mesma; porém uma é a carne dos homens, outra, a dos animais, outra, a das aves, e outra, a dos peixes. Também há corpos celestiais e corpos terrestres; e, sem dúvida, uma é a glória dos celestiais, e outra, a dos terrestres. Uma é a glória do sol, outra, a glória da lua, e outra, a das estrelas; porque até entre estrela e estrela há diferenças de esplendor. Pois assim também é a ressurreição dos mortos. Semeia-se o corpo na corrupção, ressuscita na incorrupção. Semeia-se em desonra, ressuscita em glória." 1Co 15.12,21,35-42;
d) "Porquanto o Senhor mesmo, dada a sua palavra de ordem, ouvida a voz do arcanjo, e ressoada a trombeta de Deus, descerá dos céus, e os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro;" 1Ts 4.16

Em lugar algum, a Bíblia faz referência ao purgatório e ou a existência de um local de purificação pós-morte.

1 – Céu:
Na visão dos judeus achava-se simbolizado pelo Santo dos Santos, e era a Casa de Deus e dos anjos. O Senhor Jesus Cristo era originário deste céu e para o qual voltou após a ressurreição ("Esse Jesus que dentre vós foi assunto ao céu virá do modo como o vistes subir." At 1.11) e em breve retornará a terra ("Porquanto o Senhor mesmo, dada a sua palavra de ordem, ouvida a voz do arcanjo, e ressoada a trombeta de Deus, descerá dos céus, e os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro." 1Ts 4.16). Paulo foi levado a este céu ("Conheço um homem em Cristo que, há catorze anos, foi arrebatado até ao terceiro céu (se no corpo ou fora do corpo, não sei, Deus o sabe)" 2Co 12.2).
A falta de entendimento sobre as coisas espirituais, até mesmo, pela incapacidade do homem em compreender a “dimensão espiritual” na qual o Senhor encontra-se, bem como, o Seu reino; faz surgir diversas idéias extremamente pobres sobre o paraíso. Entre elas:
- O céu é um lugar vazio, todos ficarão “boiando” no espaço, numa eternidade cansativa;
- O homem será desprovido de entendimento e vontade;
- A memória será apagada, inclusive, perdendo-se a identidade pessoal;
- Não reconheceremos uns aos outros;
- entre outras.
É preciso compreender que o Senhor Deus vive numa “dimensão” a espiritual, totalmente diferente desta na qual vivemos, física e dependente do tempo. O Pai está numa região onde as coisas existem, numa pobre comparação, tão palpável quanto as existente aqui neste planeta; porém, numa magnitude incompreensível a mais brilhante das mentes humanas.  Paulo diz: “... arrebatado ao Paraíso e ouviu palavras indizíveis, as quais não é lícito ao homem referir”. 2Co 12.4. É necessário que nossa mente seja aberta e que cresça a idéia de quão magnífico é o Senhor, Suas obras são poderosas e perfeitas. O céu é um paraíso, maravilhoso demais para ser descrito por palavras humanas, preparadas exclusivamente para os que permaneceram firme nas promessas de Salvação. Nos céus seremos eternamente felizes, está diante do Todo Poderoso e contemplar a sua glória e amor será o nosso prazer. A contemplação da glória do Senhor Jesus nos fará entender a extensão do sacrifício e quanto nos amou; em nosso peito arderá o desejo de “gastarmos” a eternidade em louvores infindáveis ao Rei dos Reis.

O Céu é 
prometido àqueles que são fiéis às ordenanças de Deus.
a) “Na casa de meu Pai há muitas moradas." Jo 14.2
b) “Assim diz o Senhor: O céu é o meu trono.” Is 66.1

O Céu é:
a) Lugar eterno:
"Sabemos que, se a nossa casa terrestre deste tabernáculo se desfizer, temos da parte de Deus um edifício, casa não feita por mãos, eterna, nos céus." 2Co 5.1;
"O teu trono, ó Deus, é para todo o sempre; cetro de eqüidade é o cetro do teu reino." Sl 45.6;
"O teu reino é o de todos os séculos, e o teu domínio subsiste por todas as gerações. O SENHOR é fiel em todas as suas palavras e santo em todas as suas obras." Sl 145.13.
b) Alto lugar:"Porque assim diz o Alto, o Sublime, que habita a eternidade, o qual tem o nome de Santo: Habito no alto e santo lugar, mas habito também com o contrito e abatido de espírito, para vivificar o espírito dos abatidos e vivificar o coração dos contritos." Is 57.15
c) Lugar de paz, sem fome, sem tristeza, dores e choro:
"Jamais terão fome, nunca mais terão sede, não cairá sobre eles o sol, nem ardor algum, pois o Cordeiro que se encontra no meio do trono os apascentará e os guiará para as fontes da água da vida. E Deus lhes enxugará dos olhos toda lágrima." Ap 7.16,17
Não é simbólico ou um estado de espírito. É real, não posso descrevê-lo, é impossível, maravilhoso demais!

Foram levados para esse lugar em vida: 
a) Enoque: "Pela fé, Enoque foi trasladado para não ver a morte; não foi achado, porque Deus o trasladara. Pois, antes da sua trasladação, obteve testemunho de haver agradado a Deus." Hb 11.5
b) Elias: "Indo eles andando e falando, eis que um carro de fogo, com cavalos de fogo, os separou um do outro; e Elias subiu ao céu num redemoinho." 2Rs 2.11
c) Senhor Jesus que retornou: "Varões galileus, por que estais olhando para as alturas? Esse Jesus que dentre vós foi assunto ao céu virá do modo como o vistes subir." At 1:11.

Foram arrebatados e contemplaram os céus:

a) Estevão: "Mas Estêvão, cheio do Espírito Santo, fitou os olhos no céu e viu a glória de Deus e Jesus, que estava à sua direita, e disse: Eis que vejo os céus abertos e o Filho do Homem, em pé à destra de Deus." At 7:55,56
b) Paulo: "Se é necessário que me glorie, ainda que não convém, passarei às visões e revelações do Senhor. Conheço um homem em Cristo que, há catorze anos, foi arrebatado até ao terceiro céu (se no corpo ou fora do corpo, não sei, Deus o sabe) e sei que o tal homem (se no corpo ou fora do corpo, não sei, Deus o sabe) foi arrebatado ao paraíso e ouviu palavras inefáveis, as quais não é lícito ao homem referir." 2Co 12.1-4
c) João: "Achei-me em espírito, no dia do Senhor, e ouvi, por detrás de mim, grande voz, como de trombeta, dizendo: O que vês escreve em livro e manda às sete igrejas: Éfeso, Esmirna, Pérgamo, Tiatira, Sardes, Filadélfia e Laodicéia. Voltei-me para ver quem falava comigo e, voltado, vi sete candeeiros de ouro e, no meio dos candeeiros, um semelhante a filho de homem, com vestes talares e cingido, à altura do peito, com uma cinta de ouro. A sua cabeça e cabelos eram brancos como alva lã, como neve; os olhos, como chama de fogo; os pés, semelhantes ao bronze polido, como que refinado numa fornalha; a voz, como voz de muitas águas. Tinha na mão direita sete estrelas, e da boca saía-lhe uma afiada espada de dois gumes. O seu rosto brilhava como o sol na sua força. Quando o vi, caí a seus pés como morto. Porém ele pôs sobre mim a mão direita, dizendo: Não temas; eu sou o primeiro e o último e aquele que vive; estive morto, mas eis que estou vivo pelos séculos dos séculos e tenho as chaves da morte e do inferno." Ap 1:10-18
2- Inferno:
A existência do Inferno é incontestável!
O verdadeiro Servo é aquele que está na presença do Pai, não pelo medo do inferno, sim, pelo prazer e satisfação de honrar e glorificar ao Senhor Deus.

Na Bíblia as palavras: Geena, Hades, Tártaro (grego) e Sheol (hebraico), são traduzidas pela palavra Inferno.
O Inferno é descrito como:

a) Castigo eterno: "E irão estes para o castigo eterno, porém os justos, para a vida eterna." Mt 25.46
b) Fogo eterno: "Então, o Rei dirá também aos que estiverem à sua esquerda: Apartai-vos de mim, malditos, para o fogo eterno, preparado para o diabo e seus anjos." Mt 25.41
c) Chamas eternas e Fogo devorado: "Os pecadores em Sião se assombram, o tremor se apodera dos ímpios; e eles perguntam: Quem dentre nós habitará com o fogo devorador? Quem dentre nós habitará com chamas eternas?" Is 33.14
d) Fornalha acesa: "Mandará o Filho do Homem os seus anjos, que ajuntarão do seu reino todos os escândalos e os que praticam a iniqüidade e os lançarão na fornalha acesa; ali haverá choro e ranger de dentes... Assim será na consumação do século: sairão os anjos, e separarão os maus dentre os justos, e os lançarão na fornalha acesa; ali haverá choro e ranger de dentes." Mt 13.41,42,49,50
e) Lago de fogo: "E, se alguém não foi achado inscrito no Livro da Vida, esse foi lançado para dentro do lago de fogo." Ap 20.15
f) Fogo e enxofre: "Seguiu-se a estes outro anjo, o terceiro, dizendo, em grande voz: Se alguém adora a besta e a sua imagem e recebe a sua marca na fronte ou sobre a mão, também esse beberá do vinho da cólera de Deus, preparado, sem mistura, do cálice da sua ira, e será atormentado com fogo e enxofre, diante dos santos anjos e na presença do Cordeiro." Ap 14.9,10
g) Fogo que não apaga: "A sua pá, ele a tem na mão e limpará completamente a sua eira; recolherá o seu trigo no celeiro, mas queimará a palha em fogo inextinguível." Mt 3.12
h) Lugar de punição: "Ora, se Deus não poupou anjos quando pecaram, antes, precipitando-os no inferno, os entregou a abismos de trevas, reservando-os para juízo;" 2Pe 2.4
i) Lugar de tormento: "No inferno, estando em tormentos, levantou os olhos e viu ao longe a Abraão e Lázaro no seu seio." Lc 16.23
3- PURGATÓRIO:
Trata-se de uma invenção do catolicismo, criada pelo papa Gregório I, em 593. O Concílio de Florença, realizado em 1439 a aprovou e foi confirmada no Concílio de Trento, em 1563. Sua sustentação está no livro de 2º Macabeus 12.42-46 (livro apócrifo.)
Não há na Bíblia textos que afirmam a existência do purgatório, na realidade, a Palavra de Deus mostra com clareza a existência de apenas dois destinos eternos, o Céu e o Inferno, que são selados com a morte.
Ouça as Palavras de Cristo:
"E Jesus terminou assim: —Portanto, estes irão para o castigo eterno, mas os bons irão para a vida eterna." Mt 25.46
O malfeitor crucificado ao lado do Senhor Jesus, tomado pelo arrependimento, recebeu a remissão dos pecados e a promessa da eminente ida para os céus. Cristo não disse: Passe uma temporada no purgatório, purifique-se e venha aos céus! As palavras do Senhor foram: “...em verdade te digo que hoje estarás comigo no Paraíso.” Lc. 23:43.
A Bíblia Sagrada nos afirma:
“O sangue de Jesus Cristo, nos purifica de todo o pecado.” 1 Jo 1:7
A purificação dada por Cristo é suficiente para restaurar por completo nossa vida, transformando-nos em "Novas Criaturas": "E, assim, se alguém está em Cristo, é nova criatura; as coisas antigas já passaram; eis que se fizeram novas." 2Co 5:17
Só pela graça do Senhor Jesus somos salvos, por meio da fé e jamais exclusivamente pelas obras de justiça que possamos fazer.
Leia:
"Porque pela graça sois salvos, mediante a fé; e isto não vem de vós; é dom de Deus; não de obras, para que ninguém se glorie." Ef 2:8,9;
"Se, com a tua boca, confessares Jesus como Senhor e, em teu coração, creres que Deus o ressuscitou dentre os mortos, serás salvo. Porque com o coração se crê para justiça e com a boca se confessa a respeito da salvação. Porquanto a Escritura diz: Todo aquele que nele crê não será confundido. Pois não há distinção entre judeu e grego, uma vez que o mesmo é o Senhor de todos, rico para com todos os que o invocam. Porque: Todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo." Rm 10:9-13;
"Visto que ninguém será justificado diante dele por obras da lei, em razão de que pela lei vem o pleno conhecimento do pecado. Mas agora, sem lei, se manifestou a justiça de Deus testemunhada pela lei e pelos profetas; justiça de Deus mediante a fé em Jesus Cristo, para todos e sobre todos os que crêem; porque não há distinção, pois todos pecaram e carecem da glória de Deus, sendo justificados gratuitamente, por sua graça, mediante a redenção que há em Cristo Jesus, a quem Deus propôs, no seu sangue, como propiciação, mediante a fé, para manifestar a sua justiça, por ter Deus, na sua tolerância, deixado impunes os pecados anteriormente cometidos; tendo em vista a manifestação da sua justiça no tempo presente, para ele mesmo ser justo e o justificador daquele que tem fé em Jesus. Onde, pois, a jactância? Foi de todo excluída. Por que lei? Das obras? Não; pelo contrário, pela lei da fé. Concluímos, pois, que o homem é justificado pela fé, independentemente das obras da lei." Rm 3:20-28;
"Justificados, pois, mediante a fé, temos paz com Deus por meio de nosso Senhor Jesus Cristo; por intermédio de quem obtivemos igualmente acesso, pela fé, a esta graça na qual estamos firmes; e gloriamo-nos na esperança da glória de Deus. E não somente isto, mas também nos gloriamos nas próprias tribulações, sabendo que a tribulação produz perseverança; e a perseverança, experiência; e a experiência, esperança. Ora, a esperança não confunde, porque o amor de Deus é derramado em nosso coração pelo Espírito Santo, que nos foi outorgado. Porque Cristo, quando nós ainda éramos fracos, morreu a seu tempo pelos ímpios. Dificilmente, alguém morreria por um justo; pois poderá ser que pelo bom alguém se anime a morrer. Mas Deus prova o seu próprio amor para conosco pelo fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores. Logo, muito mais agora, sendo justificados pelo seu sangue, seremos por ele salvos da ira." Rm 5:1-9.

A Bíblia não deixa-nos dúvida quanto à forma de Salvação.
Lembre-se:
Se temos ciência da existência de Deus, Jesus, Espírito Santo, diabo, demônio, anjos, céus, inferno, salvação, condenação, etc. ela veio através das páginas da Bíblia, não há outra fonte que traz a existência tal realidade. Portanto, é preciso que nos encaixemos nas verdades da Bíblia quanto à salvação. Não é uma atitude sábia trocarmos as informações bíblicas por teses e ou teorias teológicas criadas com fins duvidosos; o purgatório é um bom exemplo da ação humana.
Deixe o Espírito Santo de Deus envolver a tua vida!
Elias R. de Oliveira

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20 de mai de 2013

O êxodo em massa de cristãos do mundo islâmico



O êxodo em massa de cristãos do mundo islâmico

Raymond Ibrahim
Um êxodo em massa de cristãos está acontecendo neste momento.  Milhões deles estão sendo desalojados em todos os cantos do mundo islâmico. 
A fúria islâmica contra os cristãos
Estamos revivendo a história real de como o mundo islâmico (boa parte do qual, antes das guerras de conquista islâmicas, era quase inteiramente cristã) se formou.
A Comissão Americana de Liberdade Religiosa Internacional (U.S. Commission on International Religious Freedom) declarou recentemente: “A fuga de cristãos da região é sem precedentes, e está crescendo a cada ano”.  Antes de nossa geração passar, “os cristãos poderão ter desaparecido completamente do Iraque, do Afeganistão e do Egito”.
Constantes reportagens sobre o mundo islâmico certamente confirmam essa conclusão: O Iraque foi o primeiro indicador do destino que aguardava os cristãos assim que as forças islâmicas se viram livres dos controles que os ditadores lhes impunham.
Em 2003, a população cristã do Iraque era de pelo menos um milhão. Hoje já são menos de 400.000, resultado de uma campanha anticristã que começou com a ocupação americana do país, quando inúmeras igrejas cristãs sofreram ataques a bomba e inúmeros cristãos foram mortos, inclusive por crucificação e decapitação. 
Os ataques a uma igreja em Bagdá em 2010, na qual quase 60 fiéis cristãos foram assassinados, foi apenas a ponta de um iceberg que durava uma década.
Agora, com os EUA apoiando a jihad contra o presidente secular sírio Assad, o mesmo padrão teria que chegar à Síria: regiões e cidades inteiras onde cristãos viveram durante séculos antes do islamismo existir agora estão ficando vazias, pois os rebeldes visam os cristãos para sequestros, pilhagens e decapitações, tudo em obediência ao clamor das mesquitas, que dizem à população que é um “dever secreto” expulsar os cristãos.
Em outubro de 2012 o último cristão na cidade de Homs, que tinha uma população cristã de cerca de 80.000 antes da chegada dos jihadistas, foi assassinado.  Uma adolescente síria disse: “Fugimos porque estavam tentando nos matar… porque somos cristãos…  Nossos vizinhos se viraram contra nós. No fim, quando fugimos, fomos pelas sacadas. Sequer ousamos sair na rua em frente à nossa casa”.
No Egito, cerca de 100.000 cristãos coptas fugiram da sua terra natal logo após a “Primavera Árabe”.  Em setembro de 2012, a pequena comunidade cristã de Sinai foi atacada e expulsa por muçulmanos ligados à Al Qaeda, segundo reportagem da Reuters. Mas mesmo antes disso, a Igreja Ortodoxa Copta lamentou os “incidentes frequentes de remoção de coptas das suas casas, por força ou ameaça.
As remoções começaram em Ameriya [62 famílias cristãs expulsas], depois se estenderam para Dahshur [120 famílias cristãs expulsas], e hoje em dia o terror e as ameaças alcançaram os corações e almas de nossas crianças coptas em Sinai”.
Iraque, Síria e Egito são parte do mundo árabe.  Mas mesmo nas nações africanas e europeias com maioria cristã, os cristãos estão fugindo.
Em Mali, depois de um golpe islâmico em 2012, quase 200.000 cristãos fugiram.  De acordo com reportagens, “a Igreja em Mali corre o risco de ser erradicada”, principalmente no norte “onde rebeldes querem estabelecer um estado islâmico independente e expulsar os cristãos… tem havido buscas de casa em casa por cristãos que possam estar escondidos, igrejas e outras propriedades cristãs foram pilhadas ou destruídas, e pessoas são torturadas para revelar parentes cristãos”. Pelo menos um pastor foi decapitado.
Até mesmo na europeia Bósnia cristãos estão fugindo em massa, “em meio a crescente discriminação e islamização”.  Apenas 440.000 católicos permanecem na nação balcânica, metade do número antes da guerra.  
Os problemas citados são típicos: “enquanto dezenas de mesquitas são construídas na capital Bósnia Sarajevo, nenhuma autorização de construção foi dada a igrejas cristãs”. “O tempo está se encurtando enquanto ocorre uma aceleração preocupante no radicalismo”, declarou uma autoridade, que acrescentou que o povo da Bósnia e Herzegovina foi “perseguido por séculos” depois que as forças europeias “não lhes deram apoio na sua luta contra o Império Otomano”.
E a história se repete. 
Pode-se citar ainda vários casos: 
Na Etiópia, depois que um cristão foi acusado de profanar um Alcorão, milhares de cristãos foram forçados a sair de suas casas quando “extremistas muçulmanos incendiaram cerca de 50 igrejas e dezenas de casas de cristãos”. 
Na Costa do Marfim, onde cristãos têm sido literalmente crucificados, os rebeldes islâmicos “massacraram centenas e desalojaram dezenas de milhares” de cristãos.
Na Líbia, os rebeldes islâmicos forçaram várias ordens religiosas cristãs, que ajudavam pessoas doentes e necessitadas no país desde 1921, a fugir.
Para qualquer pessoa que acompanha o problema dos cristãos sob perseguição islâmica, nada disso é surpresa.  Como documentei em meu novo livro "Crucified Again: Exposing Islam’s New War on Christians” (Mais uma Vez Crucificado: Expondo a Nova Guerra do Islamismo Contra os Cristãos), Em todo o mundo islâmico, em nações que não compartilham a mesma raça, língua, cultura ou economia, em nações que têm em comum apenas o islamismo, cristãos estão sendo perseguidos até a extinção. Essa é a verdadeira face do ressurgimento do extremismo islâmico.
Traduzido por Luis Gustavo Gentil do original do Fox News: The mass exodus of Christians from the Muslim world
Divulgação: www.jorgenilson.com