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28 de jan de 2009

Olavo de Carvalho pede ajuda para Julio Severo

O Ativista pró-vida e pela família, o escritor Julio Severo, sofre perseguição do governo federal e dos ativistas homossexuais, por expressar sua opinião sobre a prática pervertida do HOMOSSEXUALISMO. Constantemente em seus escritos, através do site www.juliosevero.com.br este cristão sofre na pele a perseguição de se opor, como manda as SAGRADAS ESCRITURAS (A Bíblia), ao aborto e a prática do homossexualismo. E o jornalista e escritor Olavo de Carvalho pede ajuda de todos. Vejam este apelo pelo video no youtube:


http://br.youtube.com/watch?v=UoktA4S6J0M
Distorções e abusos do Estado voraz gerando caos às famílias
Intrusivas políticas estatais deixam famílias fracas, confusas e vulneráveis

Julio Severo


De acordo com o jornal O Globo, cada vez mais pais aflitos recorrem à Justiça para resolver os problemas de seus filhos.
"Seu juiz, trouxe o meu filho aqui porque não sei mais o que fazer" é frase ouvida com frequência nas salas de audiência. Depois de anos de doutrinação de psicólogos contrários a limites firmes e disciplina, nem psicologia nem psiquiatria estão conseguindo oferecer solução para as famílias. Pais desesperados pedem socorro a juízes até para questões mínimas de limites para os filhos. É essa a função verdadeira dos juízes?
Famílias do passado tinham autonomia e filhos delinqüentes eram raridade
No passado, qualquer família tinha autonomia, disposição e proteção para resolver seus próprios problemas. Um filho que havia cometido desobediência grave era surrado até com pedaço de pau. A desobediência morria com tanta eficácia que as gerações passadas tinham problemas, mas não de delinqüência juvenil, que era resolvida de forma enérgica. O Estado nem pensava em desafiar a autoridade e direitos dos pais na fundamental responsabilidade de criar os filhos.
Pequenos roubos e desafios eram tratados ao rigor do clássico "arreio". Um senhor contou-me que, ao ser pego com uma revista pornográfica na adolescência, seu pai lhe deu uma surra tão forte que ele foi curado da pornografia. É desnecessário dizer que, mesmo sendo pobre, ele não se tornou delinqüente, nem precisou resolver suas frustrações em drogas, prostituição e crimes. Ele se tornou um homem trabalhador, querido e respeitado.
Enfim, os pais do passado tinham plena autonomia para corrigir os problemas de comportamento de seus filhos. Hoje, os pais não têm nenhuma autonomia. Eles têm medo.
Tente colocar seu filho para trabalhar num negócio da família — prática universal durante milhares de anos —, e agentes estatais do Conselho Tutelar lhe mandarão uma intimação desagradável. Será que trabalho para filhos é "nocivo" porque os filhos ficam sem tempo para se envolver com bebidas, drogas, farras e sexo?
Tente surrar seu filho com uma vara, impondo limites inegociáveis e rígidos. Novamente, agentes estatais, pagos com o dinheiro suado dos próprios pais, farão seu trabalho sujo de intromissão.
Por outro lado, nas escolas públicas crianças são doutrinadas acerca de seus direitos e de como denunciar seus pais se eles não se conduzirem conforme as imposições do Estado. Alunos são ensinados sobre os limites dos pais, enquanto o próprio Estado quebra todos os limites morais ao apresentar o sexo antes do casamento ou a relação homossexual como coisas normais. Ai do pai ou da mãe que discordar dessa educação imposta pelo Estado!
Diante disso, como impedir a desestruturação da família, quando o próprio Estado está envolvido na destruição da autoridade dos pais?
Os pais perderam sua autonomia necessária. Com o estrangulamento estatal dos direitos dos pais, as famílias naturais mal conseguem respirar.
Hoje, quem tem autonomia sobre as decisões da família é o Estado. Não que essa seja a sua competência, mas como está difícil acabar com a criminalidade real — o cronômetro do fracasso estatal agora marca mais de 50 mil assassinatos por ano no Brasil —, o governo prefere interferir na família, a fim de mostrar que está trabalhando. (Reconheça: não é nada fácil o Estado mostrar eficiência e trabalho com brutamontes assassinos!)
Beco sem saída para as famílias
O resultado? Famílias se desintegrando e que não sabem mais o que fazer. Elas estão num beco sem saída. Se cruzam os braços, são acusadas de negligência. Se usam o método tradicional e eficiente da vara, são acusadas de criminosas e abusadoras de crianças — sem mencionar que os psicólogos e psicanalistas ficarão furiosos, pois perderão boa parte de seus clientes. A única opção que o Estado lhes deixa é (tcham, tcham, tcham) obedecer ao Estado.
Na matéria de O Globo, um juiz desabafa: "O trabalho que fazemos aqui é muito mais social do que judicial". A declaração é do juiz Marcius Ferreira, há um ano titular da Vara da Infância e da Juventude.
Juízes e autoridades estatais deveriam se envolver em questões de competência das famílias? Não são os pais que devem lidar com crianças e adolescentes desobedientes? Juízes e autoridades estatais deveriam lidar com jovens criminosos, não desobedientes. Criminoso, seja de que idade for, tem de ser tratado criminalmente pelos juízes — sem nenhuma impunidade. Filhos desobedientes (não criminosos) devem ser tratados pelos próprios pais.
O Globo então relata:Preocupada com o avanço do fenômeno, a conselheira Andréa Pachá, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), disse que a família antigamente era estruturada de maneira mais vertical, e a autoridade nem sequer era discutida. — Já as novas famílias, resultado de sucessivos divórcios e novos casamentos, são mais democráticas e já não encontraram espaço adequado para impor limite. Essa demanda acaba chegando à Justiça e gerando distorções — lamenta.
O divórcio e o recasamento, evidentemente, deixam muitas famílias sem estrutura e autoridade para impor limites e disciplina nos filhos. A situação das mães solteiras, cujos filhos são responsáveis por 70% da delinqüência e crimes juvenis, é o maior fator de problemas. Como resolver o aumento de assassinatos cometidos por adolescentes e jovens quando o governo incentiva a situação das mães solteiras?
Em vez de proteger e incentivar a família natural, o que o governo faz para dar soluções? Facilita os divórcios. Para garantir o caos social, o Estado impõe como padrão não a família natural, mas a família destruída. Carteiras de identidade e outros documentos omitem vergonhosamente o nome do pai, a fim de não ofender crianças concebidas por mãe solteiras. Assim, o Estado trata a família natural com descaso e abuso, elevando as exceções trágicas a nível de respeito e padrão.
A omissão comprada da imprensa
O pior é que a imprensa não colabora para revelar a verdade, apontar os erros e mostrar quem são os culpados reais. Quando noticiam os problemas das famílias, a imprensa omite completamente o papel do Estado como um dos grandes provocadores de problemas. Pelo contrário, o governo é apresentado como a Grande Solução. Não é para isso que a imprensa é paga?
A imprensa tem escolha, a não ser se vender? Anos atrás, o comunista José Dirceu (que, pela total ausência de arrependimento público pelos seus crimes, ainda pode ser considerado terrorista comunista) telefonou para a TV Record para "conversar" sobre o jornalista Boris Casoy, que insistia em noticiar os escândalos do governo Lula.
Dirceu insinuou que a Record poderia perder o patrocínio de empresas estatais, que parariam de investir milhões em comerciais na televisão que se diz evangélica e a favor da família. Logo depois, Casoy foi despedido.
Quer persuadir um dono de TV? Ameace suspender o patrocínio milionário de anúncios comerciais! Esse tipo de negociação é infalível. E o governo faz essa chantagem usando nosso próprio dinheiro.
Genuína liberdade de imprensa indica a raiz dos problemas
Qual é então o jornalista que ousará imparcial e objetivamente apontar a verdade de que o Estado tem participação fundamental na destruição das famílias e seus valores? Resta então a um escritor como eu, que não depende de patrocínio da Petrobras ou outra gigante estatal amordaçadora, a responsabilidade de mostrar os fatos como são.
Não é a toa que o público respeite tanto alguns blogs. Onde mais encontrar genuína liberdade de imprensa? Enquanto o jornalista vendido revela o que o Estado quer ver, o escritor livre revela ao público o que precisa ser mostrado — doa a quem doer. E quem está reclamando de dores é o próprio Estado.
Fora dos blogs, a castração estatal sobre a grande imprensa é implacável.Como escritor livre, tenho a liberdade de dizer que os Dez Mandamentos, que são padrão legal e universal para toda a humanidade, apontam Deus e em seguida os pais como prioridade de respeito. Nem mesmo as igrejas podem ocupar esses lugares. Aliás, até mesmo as igrejas e o Estado devem respeitar o papel de Deus e dos pais na sociedade.
Estado voraz X família vulnerável
Contudo, o Estado exige estar acima tanto de Deus quanto dos pais, cobrando obediência absoluta até mesmo em áreas que não lhe pertencem. O resultado é o que todos podemos ver em toda a sociedade.No passado, se um filho ousasse levantar a voz para o pai ou para a mãe, levava do pai um tabefe ou pior.
Hoje, filhos levantam a voz, a mão e o braço para os pais, sem medo e com autoridade. E ai do pai ou mãe que ousar levantar a voz e a mão ao filho delinqüente de tanta doutrinação estatal — os abutres estatais dos conselhos tutelares estão prontos para cair em cima da vítima. Essa invasão da autonomia da família, onde o pai é proibido de exercer sua autoridade de disciplina sobre o filho desobediente, é fruto do ECA — presente do Estado.
Hoje, menores de 18 anos levantam facas e armas para matar, e realmente matam — quantos quiserem. E o que recebem de castigo? Internamento em instituições de reabilitação até os 18 anos. Essa perversão de tratamento impune a um criminoso é fruto do ECA — presente do Estado.
É de admirar então que pais e mães estejam confusos, desesperados, desorientados, frustrados, aflitos e sem saber o que fazer? É de admirar que eles estejam recorrendo a juízes para lidar com a desobediência dos filhos que no passado era facilmente resolvida por qualquer pai minimamente consciente de seus deveres e responsabilidades?
O Estado, com a cumplicidade de ONGs maritacas sugadoras de impostos, impõe políticas prejudiciais, abusivas e absurdas às famílias e depois, debaixo do nariz e do acobertamento da mídia comprada, dá meia volta e joga a culpa em tudo e em todos. Ou então a própria imprensa comprada assume o trabalho sujo de culpar a tudo e a todos. Todos são culpados, menos o Estado e a mídia liberal. Mera coincidência?
A mídia finge que cobra e critica o governo, o governo finge que cobra e critica a mídia, mas a família não precisa fingir nada, pois é ela que está sendo atingida pelo fogo real dos dois lados.
Com o Estado provocando danos, se intrometendo onde não deve e mantendo a grande imprensa amordaçada e encoleirada através de chantagens legais, políticas e financeiras, as famílias não têm autonomia, não têm direitos e não têm liberdade. Ninguém reclame, pois, do estado das famílias brasileiras e da delinqüência dos jovens. Preocupemo-nos, em vez disso, com os falsos amigos da família: o Estado, que promove leis que fazem mais mal do que bem; e a mídia liberal, que mantém seu acobertamento fiel sobre os atos anti-família do Estado.
Os falsos amigos não se traem. Não é a toa que para lançar sua campanha para destruir a autoridade dos pais para disciplinar os filhos, o governo Lula tenha escolhido Xuxa como representante da mídia comprada. Deixando de confiar neles, as famílias estarão dando um importante passo para a sua estruturação.

Fonte: http://www.juliosevero.com/

25 de jan de 2009

EBD

Lição 04 - Lições Espirituais do Pós-Jordão

Leitura Bíblica em Classe Josué 4.1-3; 5.2,3, 10-12..

Introdução:

I. Lições do memorial de pedras (4.1-24)

II. Lições de Gilgal (5.1-9)

III. As lições da visão de Josué (5.13-15)

Conclusão:

Autor deste comentário: Pr. Elienai Cabral (Autor das obras: O pregador Eficaz; A Síndrome do Canto do Galo; Mordomia Cristã, entre outros);


(o texto a seguir é extraído da obra que acompanha a lição do trimestre)

–Josué 4

“Deus se utiliza das grandes experiências para ensinar lições das quais jamais nos esqueceremos.”

A travessia do Jordão obedecia a uma orientação. A fé transformar-se-ia em ação. Josué tinha de dar o passo inicial em direção à conquista sonhada e desejada por todo o Israel. A ordem de saída da beira do rio Jordão começaria com um ato de fé tocando nas águas lodosas de um rio cheio. Estimava-se que o rio tivesse uma largura de 25 a 30 metros, tendo de 1 a 4 metros de profundidade. O fluxo do rio em sua correnteza era forte. Como interromper esse fluxo? Sem dúvida, era preciso um milagre! Independente dos que contrariam a possibilidade do milagre e levantam questões racionalistas para negar a evidência do mesmo, o milagre aconteceu, porque Deus, o Deus de Israel é Deus de maravilhas.

Depois de Israel ter passado o Jordão e ter experimentado as maravilhas do Deus Todo-poderoso, a conquista não estava completa. Novas experiências marcariam a vida de cada israelita em alguns eventos promovidos pelo seu líder Josué. Deus tinha preciosas lições para Israel a fim de confirmar no coração daquela geração vitoriosa a soberania de Deus. Em Israel, nas suas peregrinações, Deus sempre utilizava planos materiais que lembrasse a graça de Deus. No capítulo 4, Deus queria que o seu povo se lembrasse de suas misericórdias experimentando, cada pessoa do povo, sem esquecer uma só, a passagem pelo meio do rio. Com esta experiência, para ajudar a memória de todo o povo, Josué ordenou que se tirasse doze pedras do meio do rio para construir um memorial que servisse para as gerações futuras de Israel.





A Lição do Memorial de Pedras (Js 4.1-24)

A idéia básica de um memorial é a de manter viva a história de uma pessoa, de um povo, de um evento. Josué sabia da importância de um memorial para a história do seu povo, que ainda era muito vulnerável às circunstancias de sua peregrinação pelo deserto. Um memorial induz à reflexão e à lembrança do passado. Nenhum povo que se preze esquece o passado. Pelo contrário, fortalece o presente e anima para o futuro. Israel era um povo que ainda não tinha uma estrutura política e econômica. Sua vida religiosa era ainda vulnerável e dependia das intervenções divinas nas suas peregrinações para firmar-se como povo escolhido por Deus para representá-lo entre as nações. Por isso, carecia de memoriais que lembrasse da direção e do cuidado de Deus com Israel.

A Paixão que Domina o Coração de Josué

A liderança de Josué foi acatada por todos e eles obedeceram a voz de comando do grande líder. Josué, como líder tinha uma paixão pelo fazia porque estava alicerçado na convicção da presença imanente de Deus na sua própria vida e com o povo de Israel. A paixão de Josué fez com que ele acreditasse que o momento era chegado para a grande conquista e nada mais poderia detê-lo. Josué sabia que não podia titubear com qualquer decisão diante do povo. Todos estavam fitos nele, na sua liderança. Ele precisava acreditar no que estava para fazer. O povo o seguiria se visse nele paixão e convicção. O desafio que tinha a frente era humanamente impossível: atravessar aquele rio transbordando pelas ribanceiras. Josué foi capaz de romper e gerar uma verdadeira ruptura com o trivial, com aquilo que, racionalmente parecia ser melhor. O poder da paixão convicta em Deus fez a diferença, porque tornou possível o impossível. A orientação divina a Josué lhe deu forças íntimas capazes de superar toda a incredulidade do povo.

John Maxwell, em seu “Livro de ouro da liderança”, p.59, escreveu o seguinte: “Do que um líder precisa para ser bem-sucedido? Paixão. A paixão é o que distingue o extraordinário do comum”. A seguir, ele escreveu: “A paixão me capacitou a fazer o seguinte: acreditar no impossível; sentir o inesperado; tentar o inaudito; realizar sonhos; conhecer, motivar e liderar pessoas.”

Josué não tinha apenas “paixão” como uma virtude emocional de sua vida, mas sua paixão resultava de sua fé em Jeová, o Deus de sua vida e de seu povo. Por isso, ele se preocupou em manter viva a memória do povo ordenando a construção de dois memoriais para servirem de lembrança àquela geração e as gerações posteriores.

A Importância dos Memoriais (Js 4.3,9)

Para que serve um memorial? Qualquer nação que se preze ergue seus memoriais com símbolos e esculturas de seus líderes passados para que as gerações novas não fiquem alheias à história daquela nação. Um memorial é um relato concernente a fatos e eventos, ou mesmo, a pessoas que realizaram alguma obra de destaque. Josué entendeu que Israel não poderia jamais esquecer-se de que fora o Senhor quem os tirara do Egito, realizara todas as maravilhas na história deles e, naquele momento, era o Senhor quem abriu as águas do Jordão para que Israel passasse para o outro lado.

“Que vos significam estas pedras?” (4.6). Antes que o povo passasse para o outro lado do rio, todos veriam com seus próprios olhos a manifestação do poder de Deus. Quando os sacerdotes tocassem com os pés nas águas do Jordão, as águas que desciam parariam e fariam um montão de água bem distante do lugar onde estava o povo (Js 3.13-15).

Os versículos 3 e 9 declaram que Josué ordenou que se erguessem dois memoriais de pedras tiradas do meio do Jordão. A primeira ordem (Js 4.3) foi dada aos doze homens escolhidos, um de cada tribo de Israel, os quais tomariam, cada um deles uma pedra e as traria para fora do leito do Jordão. Essas pedras deveriam ser levadas para Gilgal, o lugar onde Israel habitou por algum tempo. A segunda ordem (Js 4.9) requeria que os doze homens voltassem ao leito ainda seco do rio, porque as águas ainda estavam paradas, e no lugar do assento dos pés dos sacerdotes levantassem um monte de outras doze pedras e deixassem naquele lugar do vau do Jordão, para servir de memorial a todo o povo. Toda vez que Israel olhasse para aquele montão de pedras lembraria a grande maravilha operada pelo Senhor em favor de Israel.

Como criaturas humanas, emocionalmente vulneráveis às circunstâncias que nos rodeiam, precisamos de marcas ou sinais visíveis e palpáveis que nos lembrem das boas e das más experiências vividas, para que aprendamos por elas as lições que nos amadurecidos para outros embates da vida. Temos memória curta e facilmente nos esquecemos. Por isso, Deus valoriza os memoriais para que a história se mantenha viva.

Para que Serviriam esses Memoriais? (Js 4.21)

O texto do versículo 21 diz: “Que significam estas pedras?”. Deus sempre teve o cuidado de lembrar a Israel as grandes operações milagrosas e os grandes livramentos durante sua vida no Egito e sua peregrinação no deserto. A Moisés, o líder que enfrentou as dificuldades de um povo desregrado e obstinado, Deus fez a advertência: “Guarda-te, para que não esqueças...” (Dt 6.12) Deus conhecia a índole e a vulnerabilidade de Israel. Ele sabia que um povo cuja história está sem memória facilmente desaparece. Na verdade, nossas memórias se desvanecem com muita rapidez! Facilmente nos esquecemos das obras de Deus a nosso favor, e Deus sabia que Israel poderia esquecer-se daquele milagre.

Josué queria que toda vez que Israel olhasse para aquele montão de pedras reunidas no meio do rio Jordão lembrasse que o Senhor os fez atravessar aquele rio em seco para que, do outro lado, soubesse que fora o Senhor quem lhe concedeu aquela vitória e quem os tirou da terra do Egito. Foi o Senhor quem os fez passar pelo meio do mar Vermelho; quem lhes deu provisão no meio do deserto e, por último, que os fez passar pelo meio do rio Jordão em seco, quando o mesmo estava inundado em todas as suas ribanceiras. O primeiro memorial ficaria no meio do rio e o segundo ficaria em Gilgal, lugar onde Deus ensinaria a Israel outra lição.

A Lição de Gilgal

Gilgal seria para Israel um lugar de boas e más recordações. O primeiro lugar próximo de Jericó onde Israel se acamparia foi Gilgal, e naquele lugar, Deus continuaria a operar maravilhas. Ao mesmo tempo seria um lugar de mudanças sociais e religiosas na vida de Israel.

Gilgal, um Lugar de Recordações (Js 4.3)

O segundo memorial estaria com Israel em Gilgal, lugar aproximado de Jericó, onde o povo estava acampado. Era um monumento de pedras tiradas do meio do rio Jordão para que se perpetuasse a memória daquele notável evento. Aquelas pedras tomadas do meio do rio Jordão e levadas nos ombros dos chefes de famílias de todas as tribos de Israel seriam postas num lugar alto em Gilgal como monumento comemorativo, que recordaria àquela geração e as gerações vindouras o milagre de Deus ao dividir o Jordão para que os filhos de Israel passassem em seco (Js 4.5-7). A consciência de Israel estaria sempre despertada para a memória das grandes operações sobrenaturais de Deus (Js 4.21-23).

A lição maior que aprendemos com a valorização das memórias para nossos dias é que devemos lembrar as gerações novas os fatos operados por Deus. Josué sabia que aquela geração não era a mesma que passou 40 anos no deserto. Era uma geração nova que precisava conhecer a história do seu povo. Quando não nos preocupamos em ensinar a Palavra de Deus aos nossos filhos, podemos assistir a degeneração dessa geração. Precisamos relembrar os valores que formaram os nossos fundamentos doutrinários e passar para as próximas gerações.

Nos tempos atuais a igreja de Cristo vem sendo solapada dos seus valores históricos com as inovações que deterioram os fundamentos históricos da igreja. Não me refiro às mudanças temporais que acontecem naturalmente em toda história, mas me refiro à destruição dos fundamentos teológicos sobre os quais a igreja foi construída teológica e doutrinariamente. A liderança atual da igreja precisa manter viva a história para as gerações novas a fim de que a igreja não perca o rumo para o qual foi direcionado desde o Dia de Pentecostes. Gilgal seria o lugar de recordações.

O texto de Josué 4.6,7 diz: “Para que isto seja por sinal entre vós; e, quando vossos filhos no futuro perguntarem, dizendo: Que vos significam estas pedras? Então lhes direis que as águas do Jordão se separaram diante da Arca do concerto do Senhor”. Temos, de fato, nesta escritura, um modelo didático empregado pelos antigos, o de pergunta e resposta. Esse modelo nos ensina que os pais são responsáveis de ensinar a seus filhos as coisas espirituais, lembrando-lhes da soberania divina em cuidar do seu povo. Quando percebemos, em nossos tempos modernos, novas lideranças pisando na história da igreja e querendo promover mudanças que afetam a estrutura teológica e eclesiológica da igreja, em nome da contextualização, precisamos acordar as memórias da igrejas para estas gerações. Os marcos antigos não podem e não devem ser tirados da memória da igreja. O sábio Salomão diz em Provérbios 22.28: “Não removas os limites antigos que fizeram os teus pais”.

Temos uma geração de líderes muito capaz, bem treinada, cheia de sonhos e de paixões ministeriais. Entretanto, se os mesmos não tiverem um mínimo de respeito pela história da igreja, poderão se perder nos labirintos das novas teologias e eclesiologias que nada têm com os fundamentos teológicos estabelecidos na Bíblia Sagrada. Josué se preocupou com a memória das futuras gerações do seu povo. Não precisamos ser retrógrados em querermos sustentar hábitos temporais que o tempo corrói, mas temos que sustentar os valores perpétuos e eternos da nossa doutrina que o tempo não corrói.

Gilgal, um Lugar de Santificação (Js 5.1-9)

Santificar significa separar. Na linguagem bíblica, a santificação implica em separar alguém ou algo para Deus. Em Gilgal Josué entendeu que os filhos de Deus precisavam da renovação do pacto com Deus por meio da circuncisão. O sonho da conquista da terra estava vinculado ao pacto abraâmico de que a semente de Abraão conquistaria a terra de Canaã (Gn 15). Esse pacto implicava em exclusividade, não apenas espiritualmente, mas significava produzir uma distinção física e ética, em que Israel fosse separado para viver e representar o Deus que o livrou do Egito e fez cumprir sua promessa a Abraão.

Desde que Israel havia saído do Egito, quarenta anos atrás, não havia sido praticado a circuncisão que era uma prática religiosa e de identidade étnica dos hebreus (Js 5.4-6). A geração nascida no deserto não havia cumprido o rito e, por isso, Josué descobriu um modo de manter aquela geração unida, levando todos os que não haviam sido circuncidados ao cumprimento do rito (Gn 17.1-17).

A circuncisão tinha um caráter físico e moral. Seu valor físico transcende os tempos e a medicina moderna reconhece a importância da circuncisão e denomina cientificamente como postectomia. A circuncisão implicava numa cirurgia física por um modo um tanto bruto, que se fazia com todo o macho de Israel. Era uma cirurgia física, com efeito higiênico, ético e moral que diferenciava todo israelita das demais pessoas do mundo. Os circuncidados “ficaram no seu lugar no arraial, até que sararam” (Js 5.8).

Esse ato de ficar no mesmo lugar até ser curado completamente do ato cirúrgico, nos dá uma lição importante. Quanta gente está no meio do povo de Deus cujo coração não é circuncidado. São aqueles que vem com todos os hábitos da velha vida, que não aprenderam a superar suas crises e precisa de um “Josué” que os circuncide, a fim de adquirirem os sinais que diferenciam um verdadeiro crente do ímpio. Outros estão na igreja como boas pessoas, mas sem compromisso com Cristo porque querem viver livres de qualquer compromisso. Cada israelita, ao ser circuncidado, tinha a marca de um israelita, da qual não podia livrar-se. Tinha que assumir com a vida moral, física e religiosa de Israel. Era um ato de separação, de santificação exclusiva para Deus.

A igreja de Cristo é o povo separado da vida do mundo e a circuncisão tem um sentido figurado na vida do cristão, porque é a circuncisão do coração operada pelo Espírito Santo.

Gilgal, um Lugar de Celebração (Js 5.10-12)

Desde que Israel saiu do Egito a Páscoa foi celebrada duas vezes apenas. A primeira celebração aconteceu na noite da libertação do Egito, com a morte dos primogênitos do Egito (Ex 12.1-12), e a segunda ocorreu junto ao Monte Sinai (Nm 9.5). Muitos anos se passaram sem qualquer celebração. Josué, trás à lembrança do povo e celebra com eles nas campinas de Jericó, precedendo o milagre que aconteceria não muito depois, quando Israel veria a queda dos muros de Jericó. Josué quis relembrar a Israel e ensinar à nova geração a história do sofrimento do cativeiro egípcio e sua grande libertação pela mão poderosa de Deus. Israel lembrava sua história com a morte de um cordeiro, do qual todos comiam assado com pães asmos e ervas amargas. A igreja lembra a morte do Cordeiro de Deus com a Santa Ceia, comendo do pão e bebendo do vinho, símbolos da carne e do sangue de Cristo (1 Co 11.23-34). Cristo é nossa Páscoa (1 Co 5.7).

Gilgal, um Lugar de Provisão (Js 5.11,12)

Depois da circuncisão da nova geração israelita e da celebração da Páscoa, os israelitas comeram “do fruto da terra”. Depois de haverem passado o Jordão, Israel experimentaria algo novo na sua jornada para Canaã. Não teriam mais “o maná” de todos os dias enquanto caminharam no deserto, mas agora poderiam comer do fruto da terra, colhendo trigo e cevada, que eram os grãos que podiam plantar e colher. Deus estava cumprindo a promessa, de muitos anos antes, de que comeriam das “novidades da terra de Canaã” (Ex 13.5; Js 5.12). Quando obedecemos a sua palavra, o Senhor nos dá toda a provisão necessária, tanto material como espiritual.

A Lição da visão que Josué teve (5.13-15)

Um dos modos especiais do qual Deus se utiliza para revelar sua vontade aos homens é por meio de visões e sonhos. Especialmente no Antigo Testamento este era um modo indireto de Deus falar aos seus servos.

Josué Tem uma Visão de Deus (v.13)

Josué teve, de fato, uma visão teofânica, porque o próprio Senhor tomou a forma visível de um militar celestial para se revelar a ele. Da palavra teofânica deriva o termo teofania. Portanto, teofania é a junção de duas palavras latinas: teo e fanis. O termo teo refere-se a pessoa de Deus e fanis significa “aparecer” ou “manifestar”. Portanto, a idéia que a palavra teofania sugere é a de uma manifestação visível de Deus. O personagem que apareceu a Josué apresentava-se como “príncipe do exército do Senhor” (Js 5.14). A maioria dos estudiosos entende e interpreta esse personagem como uma manifestação especial de Deus a Josué. O que leva a esta interpretação é o fato de “esse príncipe angelical” aceitou o ato de adoração da parte de Josué, o que um anjo comum jamais permitiria. Outrossim, Josué dirigiu-se a ele como “meu Senhor”.

Deus ainda Fala por meio de Visões

Esta forma teofânica de Deus falar aos seus servos em nossos tempos neo-testamentários não é uma regra para que Deus se manifeste, porque hoje temos o Espírito Santo que vive na sua Igreja. Das várias manifestações espirituais possíveis no Novo Testamento, as visões acontecem, tanto de anjos como do próprio Deus, conforme a necessidade e a utilidade de tais manifestações. A igreja não depende dessas manifestações para sobreviver. O Espírito Santo vive na igreja que é constituída dos membros do corpo de Cristo. Não há dúvida de que Deus opera como quer na vida da Igreja e não há nada que o impeça, nem bíblica nem extra-bíblico. Porém, o Espírito de Deus não extrapola os limites que Ele mesmo estabeleceu na sua Palavra. Ele não está confinado às paginas da Bíblia Sagrada, mas a Bíblia é revelação plena de tudo o que Deus quer que aconteça. Não falta nada, absolutamente nada! Deus ainda fala por meio de visões e revelações, mas não é uma regra para a manifestação espiritual por qualquer meio. Sua maior revelação é a própria Palavra e o Espírito Santo na vida dos crentes.

A Importância da Visão para Josué (Js 5.14,15)

Mais uma vez Deus confirma a liderança de Josué e lhe deixa vivo no coração e na sua mente de que todas aquelas proezas devem a glória ao Deus Todo-poderoso. Todo líder cristão precisa lembrar que sua liderança deve ser feita nos parâmetros da Palavra de Deus e que toda glória pertence ao Senhor. É interessante o como Deus se manifestou a Josué (Js 5.14). Aquele personagem não era um soldado comum, mas era uma figura extraordinária, por isso, identificou-se como um oficial militar celestial, e disse: “Venho agora como príncipe do Exército do Senhor”. Josué era um general no exército de Israel, mas aquele personagem era um general no exército celestial. Era, de fato, uma teofania! Era uma aparição do Filho de Deus (Jesus Cristo) na terra, antes de sua encarnação, como homem. A Abraão, esse personagem se apresentou como um visitante peregrino no deserto (Gn 18.1-3,22-33). A Jacó, ele apareceu como um anjo que lutou com ele (Gn 32.24-30). Aos jovens hebreus na fornalha ardente, ele apareceu como o quarto homem dentro da fornalha (Dn 3.23-26). Porém, a Josué, ele apareceu como oficial militar preparado para uma guerra (Js 5.13-15). Esse modo de aparição é possível, porque não há nada que impeça biblicamente, de que o Senhor tome uma forma especial humana para revelar sua vontade aos que o servem.

Quando eu tinha 11 anos de idade fui acometido pela gripe asiática que matou milhares de pessoas nos anos 50 do século passado. Eu estava no quarto de cima da casa pastoral onde minha família vivia. Meu pai era pastor em Rio do Sul, Santa Catarina e a casa pastoral ficava aos fundos do templo. Num domingo de manhã, eu estava em meu quarto, e passava bem, naquela manhã. O pior da virose já havia passado. Eu desejava estar com os outros meninos na Escola Dominical, mas estava fraco, e por isso, fiquei sozinho no meu quarto. De repente, ouvi o barulho de passos de alguém que subia a escada daquele sótão que apareceu na porta do quarto. Era um homem, que tinha a imagem cultural do que eu estava acostumado a ver nas figuras de flanelógrafos. Tinha cabelos grandes com roupas compridas. Seu olhar simpático e gracioso se cruzou com o meu olhar de menino. O personagem não disse uma só palavra, mas aproximou-se da minha cama e acariciou minha cabeça. Sorrindo, saiu suavemente e foi-se embora. Eu não estava com febre nem estava tendo qualquer alucinação. Na realidade, foi uma visão inesquecível que tive do meu Senhor, a quem sirvo até hoje.

A Liderança de Josué Teve a Aprovação de Deus (Js 5.15)

Josué ouviu do Senhor o sinal de aprovação pela sua liderança, assim como fez com Moisés (Êx 3.5). Aquele lugar onde Josué falou com o Senhor tornou-se lugar santo. O habito de tirar os sapatos nos santuários religiosos é normal nos países orientais. O lugar onde Deus está é sempre lugar santo. É lugar onde podemos falar com Deus e gozar da sua presença.

As grandes lições que Deus deu a Josué e ao povo de Israel foram o fruto das operações divinas.


FONTE: CPAD




21 de jan de 2009

MINISTÉRIO DA SAÚDE INVESTE EM CENSURA GAY DE LIVROS E DICIONÁRIOS NAS ESCOLAS

Ministério da Saúde investe em censura gay de livros e dicionários nas escolas

Enquanto aumenta o número de crianças de 0 a 5 anos morrendo no Brasil por falta de recursos, Ministério da Saúde financia pesquisa de grupo pró-aborto para promover o homossexualismo em livros didáticos

Julio Severo

Os recursos para os pacientes de câncer são apenas para os pacientes de câncer. Seguindo essa lógica, a conclusão é que os recursos para a AIDS deveriam ser aplicados apenas para o tratamento e benefício direto dos pacientes de AIDS.

Entretanto, beneficiando-se das elevadíssimas verbas que o governo destina à AIDS, foi realizado um estudo. Agora, escolha uma das seguintes opções para decidir qual foi a finalidade do estudo:

1) Identificar os fatores de risco para a transmissão da AIDS.
2) Identificar o valor da abstinência sexual antes do casamento como prevenção eficaz.
3) Identificar o casamento e a fidelidade conjugal como proteção eficaz.
4) Identificar meios de promover o homossexualismo nos livros didáticos.

Se você escolheu qualquer opção de 1 a 3, você errou, pois o estudo, financiado pelo Programa Nacional DST/Aids do Ministério da Saúde, tinha como objetivo avaliar menções ao homossexualismo nos livros didáticos e recomendar a exclusão de toda informação negativa e o uso exclusivo de informações positivas. O estudo, aberto somente à valorização explícita da homossexualidade, mirou sete objetivos: sexo, gênero, família, diversidade social, diversidade sexual, reprodução biológica e doenças sexualmente transmissíveis.

Assim, se um livro didático aponta família como agrupamento humano formado por pai, mãe e filhos, os censores politicamente corretos impõem, a fim de não ofender as sensibilidades dos “casais” homossexuais, que família seja definida por qualquer tipo de agrupamento humano não especificado nos modelos “tradicionais”.
Livros escolares que informam as crianças sobre a existência de apenas dois sexos (masculino e feminino) são classificados como “nocivos” e “preconceituosos”. Qualquer material escolar que ensine o valor do casamento tradicional e da família natural ganha nota zero automaticamente.

A pesquisadora Tatiana Lionço, que participou do estudo, expressou a idéia de que a falta de apresentações favoráveis ao homossexualismo nos livros didáticos reforça a sexualidade homem/mulher como o único modelo aos alunos. Se depender dela, a história de um macho e uma fêmea de cada espécie animal entrando na Arca de Noé deverá ser substituída por pares bizarros, pois a ideologia da diversidade sexual tem de ser imposta em todos os livros para crianças.

Alexandre Santos, presidente da Associação da Parada de Orgulho GLBT de São Paulo, concorda com a intenção da pesquisa. Ele queixou-se: “Além de os livros não tratarem a homossexualidade, enfrentamos o preconceito dos professores que não são preparados para lidar com o tema”. Traduzindo: professores precisam ser treinados para elogiar a sodomia como a relação sexual mais sublime e divina da existência humana.

A pesquisa, que foi feita pela ONG Anis, em parceria com a Universidade de Brasília (UnB), examinou 61 das 98 publicações de maior distribuição nos ensinos fundamental e médio. A responsável pela pesquisa foi Débora Diniz, que é professora na UnB e membro da ANIS, organização dedicada à promoção de “direitos” de aborto e homossexualismo.
Por coincidência, a ANIS é financiada pelas Fundações Ford e MacArthur, grupos imperialistas culturais dos EUA que financiam organizações e programas pró-aborto e pró-homossexualismo no mundo inteiro.

A feminista ultra-radical Débora Diniz é mais conhecida pela defesa intransigente do aborto e por ter movido processo contra o Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz por tê-la chamado corretamente de “abortista”. Ele deveria tê-la chamado do que? Amante de bebês?

Diniz é muito sensível a certas palavras. É por isso que nem mesmo dicionários escaparam da voracidade censuradora da sua pesquisa. Ao analisar 24 dicionários distribuídos pelo MEC, ela concluiu que todos, sem exceção, são “homofóbicos” ao usarem expressões como “pederasta” como sinônimo de “homossexual”. Com a conclusão de sua pesquisa financiada com o dinheiro de nossos impostos, Diniz recomenda mudanças para que dentro de cada sala de aula do Brasil só sejam aceitos livros e dicionários que proclamem a sacralidade do homossexualismo.

Não é a primeira vez que enormes recursos do Ministério contra a Saúde são investidos em bobagens. Em dezembro de 2008, o ministro Temporal aprovou compra de lubrificantes para o ato homossexual, desperdiçando um total de 40 milhões de reais.

Enquanto o Ministério contra a Saúde investe em lubrificantes e pesquisas planejadas para apontar a necessidade de impor firme censura às escolas permitindo apenas livros que elogiem o homossexualismo, o UNICEF divulgou um relatório alarmante sobre aumento no número de crianças de 0 a 5 anos morrendo no Brasil. Manchetes nacionais repercutiram: “Brasil piora em ranking de mortalidade infantil do UNICEF”.

É claro que todos nós aprovaríamos o uso de nossos impostos para salvar a vida de crianças. Mas que graça tem os trabalhadores verem o Ministério contra a Saúde despejando o dinheiro de impostos em pesquisas que, além de não trazerem nenhuma cura para doenças, sacrificam a vida de inocentes crianças em benefício da ideologia gay? Um governo que nem com a saúde das crianças se importa dará importância para o destino de verbas destinadas à AIDS?

Alguns militantes homossexuais que trabalham com questões de AIDS estão revoltados com os desvios desse dinheiro. Conforme saiu na imprensa gay:
“Stalinista. Foi dessa forma que o ativista José Araújo, diretor da AFXB (Centro de convivência para crianças que vivem com HIV/Aids em São Paulo), classificou alguns setores do movimento gay... ‘A fome de poder deles está sendo saciada pelo Programa Nacional [de DST/Aids]’, avalia Araújo.
Para José Roberto Pereira, mais conhecido como Betinho, está acontecendo ‘um aumento cada vez maior da intervenção do movimento gay no movimento de Aids’. ‘Eu sou gay, não tenho o menor problema com gay, mas... existe uma espécie de estrangulamento do movimento de Aids com o crescimento do movimento gay’, acredita Betinho. Fundos importantes da Aids estão indo para o movimento gay e não estou vendo uma queda dos índices [da epidemia do HIV entre os homossexuais]’, avalia Betinho, um dos colaboradores do Projeto Bem-Me-Quer. (...) ‘O movimento de Aids está perdendo sua característica. Está virando um grande movimento gay’, lamentou, em outro momento, José Araújo, da AFBX.”

Dá agora para entender como recursos do Programa Nacional DST/Aids do Ministério da Saúde foram parar numa pesquisa de censura gay a livros didáticos?
Eu não gosto de palavrões, mas um governo que sacrifica a vida de nossas crianças à custa da valorização do homossexualismo nos livros didáticos e à custa de lubrificantes para relações homossexuais só pode estar, como diz Olavo de Carvalho, querendo que o Brasil inteiro tome “naquele lugar”.

É graças aos incentivos do [des]governo da Lula-lelé que crianças e adolescentes nas escolas conhecerão a importância do sexo “naquele lugar”, que deverá receber atenção especial nos dicionários e livros didáticos. Qualquer literatura que denigra o sexo “naquele lugar” sofrerá a condenação do Temporal e a censura da Gaystapo, e será banida das escolas, a fim de não contaminar a inocente mente das crianças!

Agora, para entrar nas salas de aula, a própria Bíblia, que historicamente sempre teve espaço nas escolas ocidentais, deverá passar por algumas “amputações” ou mudanças. Versículos como “Com homem não te deitarás, como se fosse mulher; abominação é” (Levítico 18:22 ACF) deverão ser mudados do negativo para o positivo, deixando claro que abominação é o preconceito e que Deus ama a diversidade sexual. Sem tal mudança, nem a Bíblia nem outra literatura clássica será bem-vinda nas escolas.

Se o ministro Temporal apresentasse suas idéias originais num programa “O Chão É o Limite”, ele não teria dificuldade nenhuma de ultrapassar o chão, atingindo ou as profundezas de uma latrina ou do próprio inferno com tantas baixarias contra a população brasileira. Para ele e para o [des]governo da Lula-lelé, não só o chão, mas também “aquele lugar” é o limite, num show de obscenidades e bobagens políticas onde quem paga a conta é o próprio povo..

Fonte: www.juliosevero.com

19 de jan de 2009

De Kaká para Gisele Bundchen: eu era virgem quando me casei

De Kaká para Gisele Bundchen: eu era virgem quando me casei

Resposta do ídolo do futebol à explosão de ira anticristã da supermodelo

John Jalsevac

LifeSiteNews.com, 9 de junho de 2007 — A supermodelo brasileira Gisele Bundchen está recebendo ampla cobertura da mídia depois que, numa explosão de raiva, criticou a Igreja Católica por seus ensinos sobre sexo antes do casamento, aborto e anticoncepcionais.
Os comentários de Bundchen ocorreram logo após a visita do Papa Bento ao Brasil, durante a qual ele reafirmou várias vezes os ensinos da Igreja Católica sobre questões sociais, exortando os brasileiros a viver de acordo com os ideais que sua religião professa.
No entanto, Bundchen chamou de “ridículos” os ensinos católicos numa entrevista com um jornal brasileiro. Em determinado ponto ela fez, sem nenhuma evidência, a afirmação de que no mundo moderno ninguém jamais espera até o casamento para ter sexo, até mesmo ao que parece colocando em dúvida a possibilidade de que um homem ou uma mulher consiga permanecer casto até o casamento.
Ela declarou: “Hoje ninguém é virgem quando se casa… mostre-me alguém que seja virgem!” Continuando, ela criticou os ensinos morais da Igreja Católica dizendo: “Como é que é possível não querer que as pessoas usem camisinhas e também não façam aborto? É impossível, lamento”.
Entretanto, numa entrevista na edição italiana da revista “Vanity Fair”, que apareceu logo depois que a supermodelo fez os comentários, o superastro do futebol brasileiro, Ricardo Izecson Santos Leite — mais conhecido como Kaká —, disse que tanto ele quanto sua esposa, Caroline, eram virgens quando se casaram. Kaká, uma dos jogadores mais bem-sucedidos do Brasil, há muito tempo é conhecido por sua fé cristã franca e sua extraordinária boa aparência.
“A Bíblia ensina que o amor verdadeiro espera até o casamento”, disse Kaká para “Vanity Fair”, afirmando acerca de seu casamento: “Se nossa vida hoje é bela, penso que é porque esperamos”.
O tempo antes do casamento dele e dela, durante o qual eles levaram um relacionamento casto, diz Kaká, “foi importante, pois testou nosso amor”. O astro do futebol admitiu que não era fácil permanecer virgem até sua noite de casamento, e que mesmo hoje há dificuldades para se viver com fidelidade, dizendo que “as tentações sempre existem”, mas também diz que os sacrifícios que ele e sua esposa fizeram um pelo outro mais que valeram a pena.
Gisele Bundchen, que é uma das supermodelos mais populares do mundo, não só colocou em dúvida a possibilidade de uma vida casta e defendeu o uso de anticoncepcionais e aborto, mas numa torção bizarra indicou que o uso de camisinhas deveria ser “obrigatório”.

Traduzido e adaptado por Julio Severo: www.juliosevero.com.br; www.juliosevero.com

Fonte: LifeSiteNews

O preço da desintegração do casamento tradicional

O preço da desintegração do casamento tradicional

Ann Coulter

Conforme descrevi em meu novo livro, “Guilty: Liberal ‘Victims’ and Their Assault on America” [Culpados: As Vítimas ‘Liberais’ e Sua Agressão aos EUA], mesmo levando-se em consideração a condição socioeconômica, raça e lugar de residência, o fator que prediz se alguém terminará na prisão é se ele foi criado por uma mãe solteira.

Até 1996, 70 por cento dos presos nos centros de detenção juvenis estatais cumprindo sentenças de longo prazo haviam sido criados por mães solteiras. Setenta por cento dos nascimentos entre adolescentes, evasão escolar, suicídios, fuga de casa, delinqüência juvenil e assassinatos de crianças envolvem filhos criados por mães solteiras. Meninas criadas sem pais são mais sexualmente promíscuas e têm mais probabilidade de acabar se divorciando.

Um estudo de 1990 do Instituto de Políticas Progressistas, de linha esquerdista, mostrou que, depois de avaliar o fator das mães solteiras, desaparecia a diferença criminal entre brancos e negros.

Vários estudos apresentam números levemente diferentes, mas todos os cálculos são alarmantes. Um estudo citado na revista ultra-esquerdista Village Voice revelou que crianças criadas em lares de mães solteiras “têm probabilidade cinco vezes maior de cometer suicídio, nove vezes maior de abandonar o colégio, 10 vezes maior de usar drogas, 14 vezes maior de cometer estupro (para os meninos), 20 vezes maior de acabar na prisão e 32 vezes maior de fugir de casa”.

Com mais crianças nascendo, fugindo de casa, abandonando o colégio e cometendo assassinatos anualmente, estamos analisando um problema que não pára de aumentar. Mas, por mais que calculemos os números, a situação das mães solteiras é uma bomba nuclear na sociedade.
Muitos desses estudos, por exemplo, são da década de 1990, quando a percentagem de adolescentes criados por mães solteiras era mais baixa do que é hoje. Em 1990, 28 por cento das crianças abaixo de 18 anos estavam sendo criadas em lares onde havia só a mãe ou só o pai, quer divorciados ou nunca casados. Já em 2005, mais de um terço de todos os bebês nascidos nos EUA eram ilegítimos.

Isso representa imensos problemas sociais que ainda vão explodir com o tempo.
Mesmo assim, os liberais adoram a desintegração do casamento tradicional e a situação das mães não casadas ou divorciadas.

Traduzido, adaptado e editado por Julio Severo: www.juliosevero.com

Fonte: WND

13 de jan de 2009

Até o diabo tem direito a advogado


Até o diabo tem direito a advogado

Marcos Guterman
A figura do “advogado do diabo” foi criada pela Igreja Católica no século 16 para contestar os milagres atribuídos aos candidatos a santo nos processos de canonização. Era uma forma de forçar os promotores da causa a provar o que diziam, dando ao resultado final um forte senso de justiça.

Bem, se até o diabo tinha direito a advogado, Israel também deveria ter. Nesse estranho mundo em que vivemos, porém, não é bem assim que funciona.

Pintado como o grande demônio da atual crise no Oriente Médio, Israel, faça o que fizer, será sempre condenado. Mesmo que exponha o absurdo da ambigüidade moral embutida no argumento segundo o qual os israelenses não deveriam responder aos ataques do Hamas, mesmo que sua população no sul do país continue apavorada, mesmo que o Hamas já tenha dado provas suficientes de que, se tivesse meios e oportunidade, liquidaria todos os judeus, mesmo com tudo isso é Israel, e somente Israel, o condenado.

O fato de o Hamas atuar em meio à população civil, justamente para usar as vítimas a favor de sua propaganda asquerosa, não é levado em consideração pela opinião pública mundial, mobilizada pelo fim do “genocídio” dos palestinos. Mas que genocídio? Chamar de “genocídio” a morte de 0,05% de uma população (considerando-se somente Gaza, sem levar em conta os palestinos da Cisjordânia), numa guerra em que ambos os lados estão armados, é uma clara manobra para demonizar Israel. Para efeito de comparação, Darfur, no Sudão, perdeu 7% de sua população no atual conflito, aquele conflito para o qual o mundo reserva apenas indiferença olímpica. Isso sim é genocídio — há a clara intenção de liquidar todo um povo, o que Israel definitivamente não está fazendo nem muito menos pretende fazer. Israel luta contra o Hamas, e não contra os palestinos. No entanto, no tribunal moral montado contra Israel, nada disso é importante.

A situação é tão interessante que Israel não tem nem sequer o direito de ter quem lance dúvidas sobre a “certeza moral” que se formou contra o Estado judeu. Quem experimenta dizer que talvez Israel possa ter alguma razão, ainda que exagere na dose, é imediatamente qualificado de desumano. Quem argumenta que os palestinos estão na situação em que se encontram também por irresponsabilidade de lideranças corruptas e fanáticas é logo rotulado de imperialista. Quem espera que a comunidade internacional atue também para conter os excessos dos grupos militantes palestinos é considerado diversionista. Quem recorda que crianças israelenses foram destroçadas às pencas em atentados palestinos, e que não houve nem uma mísera passeata no mundo condenando esses atos de terror sanguinário, é visto como inconveniente.
Ou seja: Israel é ainda pior que o diabo, porque não pode ter advogados — nem quem chore por suas crianças.

A NOTA DA "OLPT"


A NOTA DA “OLPT”

O PT, oh surpresa!!!, divulgou um nota de repúdio a Israel. Por que não? O texto, vocês verão, também poderia ser enquadrado no crime de terrorismo, mas contra a língua portuguesa. Segue em vermelho. Intervenho em azul.
PT condena ataques criminosos
Os ataques do exército de Israel contra o território palestino, que já causaram milhares de vítimas e centenas de mortes, além de danos materiais, só podem ser caracterizados como terrorismo de Estado.
Não aceitamos a "justificativa" apresentada pelo governo israelense, de que estaria agindo em defesa própria e reagindo a ataques.
Atentados não podem ser respondidos através de ações contra civis. A retaliação contra civis é uma prática típica do exército nazista: Lídice e Guernica são dois exemplos disso.
Viram só? Lembram-se do que escrevi na madrugada? Eis ali a associação entre a ação israelense e os nazistas. O que foi mesmo que escrevi? Sempre que se faz isso:
a) maximiza-se a tragédia presente dos palestinos;
b) minimiza-se a tragédia passada dos judeus:
c) apaga-se da história o fato de que o Hamas é a força agressora, e Israel, o país agredido;
d) equiparam-se os judeus aos nazistas que tentaram exterminá-los, o que, por razões que dispensam a exposição, diminui a culpa dos algozes;
e) cria-se uma equivalência que aponta para uma indagação monstruosa: não seria o povo vítima do Holocausto um tanto merecedor daquele destino já que incapaz de aprender com a história?
O governo de Israel ocupa territórios palestinos, ao arrepio de seguidas resoluções da ONU. Até agora, conta com apoio do governo dos Estados Unidos, que se realmente quiser tem os meios para deter os ataques.
AQUI ESTÁ UMA DAS FORMIDÁVEIS MENTIRAS DA NOTA. Não, os EUA não dispõem dos meios para impedir os ataques. Não há ou haverá governo americano — de Bush, de Obama ou de qualquer outro — capaz de impedir Israel de se defender. E não só em relação ao Hamas. Se a Europa e os EUA permitirem, por exemplo, que o Irã faça a sua bomba, Israel irá à luta. Nem que seja sozinho.
Feitos sob pretexto de "combater o terrorismo", os ataques de Israel terão como resultado alimentar o ódio popular e as fileiras de todas as organizações que lutam contra os EUA e seus aliados no Oriente Médio, aumentando a tensão mundial.
Duas canalhices morais em tão poucas linhas!
1 - O texto ignora os ataques feitos pelo Hamas — considerados apenas “pretextos”.
2 – A nota do PT pretende ser uma peça de fina teoria política. Observem que tem a ousadia de dar aula de realismo aos EUA e a Israel, como a dizer: “Se vocês não quiserem que o ódio contra vocês aumente, então os ataques têm de parar agora”. Vale dizer: “A melhor maneira que você têm de combater o inimigo é ceder às suas pressões e chantagens”. Ah, claro: até parece que o PT está realmente preocupado com a reputação dos EUA e de Israel...
O Partido dos Trabalhadores soma sua voz à condenação dos ataques que estão sendo perpetrados pelas forças armadas de Israel contra o território palestino e convoca seus militantes a engrossarem as manifestações contra a guerra e pela paz que estão sendo organizadas em todo o Brasil e no mundo.
De fato, os petistas conseguem “engrossar” qualquer coisa... Ah, sim: “manifestação pela paz” é sinônimo de condenação a Israel e, pois, da continuidade do ataques do Hamas. Na prática, o que se pede é que o terroristas continuem a lançar “em paz” os seus foguetes.
O PT reafirma, finalmente, seu integral apoio à causa palestina....
E apóia os foguetes do Hamas
Ricardo Berzoini
Presidente nacional do PT
Valter Pomar
Secretário de Relações Internacionais do Partido dos Trabalhadores
Berzoini é o camarada que, apropriadamente, costumo chamar de Berzoniev. Pomar? Ah, é o atual chefão do Foro de São Paulo, aquela entidade que congrega as esquerdas latino-americanas, inclusive o Partido Comunista Cubano, que responde por quase 100 mil mortos no seu esforço para construir o “novo homem”. Mortes justas, como sabemos, que honram o pacifismo e o humanismo.
E, como é sabido, a posição do PT é também a do governo brasileiro: sempre simpático às ditaduras, hostil, sempre que possível, às democracias. No começo dos anos 1980, quando praticamente todas as facções terroristas palestinas estavam abrigadas na então OLP (Organização para a Libertação da Palestina), uma amiga já chamava o PT de “OLPT”.
Justo e premonitório.

Fonte: Reinaldo Azevedo
Divulgação: www.juliosevero.com

8 de jan de 2009

O ITAMARATY AINDA CHEGA LÁ

O ITAMARATY AINDA CHEGA LÁ

Reinaldo Azevedo

Detestável e asquerosa a escalada da retórica do governo brasileiro contra Israel. Se vocês procurarem no arquivo do blog, encontrarão posts em que censurei Lula por ter feito excursões às ditaduras islâmicas, mas não ter pisado no solo da única democracia do Oriente Médio: Israel. A petralhada, claro, acusou-me de estar ideologizando uma questão que seria puramente comercial: o Apedeuta seria só o nosso mascate, vendendo o Brasil para o mundo. Conversa! A aproximação do governo brasileiro com ditaduras islâmicas era só parte da dita genial estratégia do Itamaraty de afastar o Brasil de um suposto alinhamento automático com os EUA. Desde os tempos de Primeira Leitura afirmo que os desastres da política externa petista são, com efeito, um sucesso... Até entre jornalistas!
Esse Itamaraty que se vê tão severo com Israel, apelando aos mais altos interesses humanitários, votou, na ONU, contra a censura ao governo do Sudão. Milícias apoiadas por um facínora mataram, naquele país, mais de 300 mil pessoas. Há pelo menos 3 milhões de refugiados. O Brasil estava de olho no apoio de mais um gorila à sua pretensão de ampliar e integrar o Conselho de Segurança das Nações Unidas.
Nada a estranhar. Repete-se a mesma retórica empregada CONTRA o governo constitucional da Colômbia. Quando se refere às Farc, o governo Lula fala no fim das hostilidades e na necessidade do entendimento, igualando os terroristas a um governo eleito democraticamente. O Itamaraty nunca desceu tanto. E tudo indica que ainda não atingiu o fundo do poço.

Fonte: Reinaldo Azevedo
Divulgação: www.juliosevero.com

5 de jan de 2009

A breve história dp povo de Israel

A breve história do povo de Israel

A história do povo de Israel começa com Abraão, aproximadamente em 2.100 a.C. Ele morava na Mesopotâmia quando o Senhor o chamou e ordenou-lhe que andasse sobre a terra (Gn 12.1-9; 13.14-18). Andou por toda a terra de Canaã que seria futuramente a terra escolhida por Deus para seu povo habitar.

Obediente e temente ao Senhor, Abraão foi honrado por Deus, como o Pai de um povo inumerável (Gn 15.4-6 ) . Nasceu Isaque (Gn 21.1-7), deste veio Jacó( Gn 25.19-26; 25.29-34; 27.27-30) e gerou a José (Gn 30.22-24), que mais tarde seria vendido como escravo ao faraó (Gn 37), rei do Egito. José era fiel a Deus ( Gn 39.2-6,21-23 ) e não foi desamparado pelo Senhor. Tornou-se um homem querido pelo faraó (rei do Egito) e foi promovido a governador do Egito ( Gn 41.37-46 ). Trouxe os seus familiares de Canaã onde havia uma grande fome (Gn 46.1-7 ). Do faraó receberam terras, para que as cultivassem ( Gn 47.5-12).

Assim os israelitas começaram a prosperar.
Ali foram abençoados por Deus de uma forma extraordinária: prosperaram tanto e se tornaram tão ricos e tão numerosos que assustaram o reino egípcio.
Resultado: foram subjugados militarmente e submetidos à escravidão (Ex 1.7-14).
O faraó ainda não estava satisfeito. Pretendia interromper de forma definitiva sua expansão: decidiu que todos os varões que nascessem nas famílias israelitas deveriam ser mortos ( Ex 1.15,16,22). E assim foi feito, e de forma cruel. Às meninas, no entanto, era dado o direito à vida.
Um desses bebês, Moises, foi escondido por seus pais dos soldados egípcios. Os pais conseguiram isso durante três meses. Quando a vida do bebê passou a correr perigo iminente, seus pais o colocaram numa cesta e o soltaram no rio Nilo ( Ex 2.1-10 ).
A filha do faraó viu o cestinho descendo nas águas e o choro do bebê. Ela tratou de resgatá-lo e o menino ganhou o nome de Moisés, ou Moschê, que pode significar "retirado" ou "nascido das águas"( Ex 2.5-9 ).
A mãe de Moisés tornou-se sua ama ( Ex 2.9 ), ele cresceu e estudou dentro do reino egípcio, sempre muito bem tratado, apesar da filha do faraó saber que ele era filho de hebreus.
Um dia, enquanto ainda vivia no reino, Moisés foi visitar seus "irmãos" hebreus e viu um deles ser ferido com crueldade por um egípcio. Irado, Moisés matou o egípcio e escondeu seu corpo na areia. Mas as notícias correram rapidamente: o faraó soube do crime e decidiu mandar matar Moisés. No entanto, ele conseguiu fugir para a terra de Midiã ( Ex 2.15 ).
Foi ali que ele conheceria sua mulher, filha do sacerdote Reuel , chamada Zípora. Ela lhe deu um filho, que ganhou o nome de Gerson (que significa "hóspede")( Ex 2.21,22 )."Porque sou apenas um hóspede em terra estrangeira", diz Moisés (Ex 2.22)

Passaram-se os anos, o faraó que perseguia Moisés morreu, mas os israelitas (ou hebreus) continuavam sob o jugo egípcio. Diz a Bíblia que Deus se compadeceu do sofrimento de seu povo e ouviu o seu clamor ( Ex 2.24 ).
Deus apareceu para Moisés pela primeira vez numa sarça em chamas( Ex 3 ), no monte Horebe. E lhe disse:
"... Eis que os clamores dos israelitas chegaram até mim, e vi a opressão que lhes fazem os egípcios. Vai, te envio ao faraó para tirar do Egito os israelitas, meu povo “(Ex 3.9-10).
Em companhia de Arão, seu irmão voltou para o Egito e contatou o faraó.Este parecia inabalável na decisão de manter os hebreus escravos (Ex 5.1-5).
Após ser atingido por dez pragas enviadas diretamente por Deus( Ex 7-12) .Permitiu que o povo finalmente fossem libertos, comeram a páscoa e partiram em direção ao deserto (Ex 12.37-51). Era aproximadamente 3 milhões de pessoas.
Começava a caminhada em direção a Canaã. A Bíblia fala em 600 mil (homens, sem contar as mulheres e crianças, eram aproximadamente 3 milhões de pessoas) andando pelo deserto durante 40 anos, em direção à terra prometida( Ex 12.37 ).

Nasce o Judaísmo
Nas quatro décadas da caminhada no deserto Deus falou diretamente com Moisés ( Ex 14.15 ...) e deu todas as leis a serem seguidas por seu "povo eleito" ( Ex 20.1-17 ). Os dez mandamentos, o conjunto de leis sociais e penais, as regras dos alimentos, os direitos sobre propriedades... Enfim, tudo foi transmitido por Deus a Moisés, que retransmitia cada palavra ao povo que o seguia. Era o nascimento do Judaísmo.
A caminhada não foi fácil. O povo rebelou-se diversas vezes contra Moisés e contra o Senhor. A incredulidade e a desobediência dos israelitas eram tamanhas que, algumas passagens, Deus pondera em destruí-los e a dar a Moisés outro povo (a primeira vez que Deus "lamenta" ter criado a raça humana está em Gn 6.6).
Mas Moisés não queria outro povo. Clamou novamente a Deus para que perdoasse os erros dos israelitas( Ex 32.9,10 ). Porém todos os adulto que saíram do Egito, exceto Calebe e Josué morreram no deserto.
Moisés resistiu firme até à entrada de Canaã, infelizmente não pode entrar, apenas contemplou a terra (Dt 34.4,5 ) e foi levado por Deus. Josué tomou a direção do Povo e tomaram posse da terra Prometida.
"Eis a terra que jurei a Abraão, Isaac e a Jacó dar à tua posteridade. Viste-a com os teus olhos, mas não entrarás nela (disse Deus). E Moisés morreu." (Dt 34. 4,5).
"Não se levantou mais em Israel profeta comparável a Moisés, com quem o Senhor conversava face a face." (Dt 34.10).
Foram grandes e difíceis batalhas, até tomarem posse por completo de Canaã. Inicialmente o povo era dirigido pelos juizes ( Gideão, Eli, Samuel, etc). Mas inconformados com esta situação e querendo assemelhar-se aos demais reinos pediram para si reis, Deus os atendeu( 1Sm 8.5 ). Levantou-se Saul o primeiro rei, que foi infiel ao Senhor ( 1Sm 10.24 ), em seguida Davi tornou-se rei, este sim segundo o coração do Pai ( 2Sm 2.1-7 ). Salomão foi o terceiro rei, homem muito sábio e abençoado, construiu o primeiro Templo.
Após estes, muitos outros reis vieram, alguns fieis outros infiéis. Muitas vezes tornaram-se um povo sem Pátria. Inclusive nos últimos dois milênios eram um povo disperso pela terra. Somente em 1948 foi restabelecido o Estado de Israel.
Os judeus seguem apenas as leis do Torah (Antigo Testamento) até nossos dias. Jesus Cristo não é aceito como filho de Deus.
Os livros que o compõe o NT são desconsiderado pela religião judaica. Ainda esperam pelo nascimento do Messias!
Hoje, e apenas uma Nação a mais no planeta e não detém para si nenhuma das promessas bíblicas. As referências existente na Palavra a respeito de Israel, certamente refere-se ao povo formado pelo Eleitos de Deus, espalhados sobre a terra.
Fonte: Vivos! O site da fé cristã

4 de jan de 2009

EBD - Lição 01- Josué, um líder escolhido por Deus

Lição 01 - Josué, um Líder Escolhido por Deus

Leitura Bíblica em Classe
Nm 27.18-23; Js 1.1,2Introdução:
I. Aspectos Biográficos de Josué
II. Josué, um líder escolhido por Deus
III. Josué, um líder conforme a providência de Deus
IV. Qualidades do caráter de Josué

Conclusão:
Autor deste comentário: Esdras Costa Bentho. Autor das obras Hermenêutica Fácil e Descomplicada e a Família no Antigo Testamento: história e sociologia, ambos da CPAD.
Título deste subsídio: Introdução ao Livro de Josué


Introdução

Neste trimestre estudaremos o livro de Josué. Porém, antes de analisarmos a presente lição – Josué, um líder escolhido por Deus – faremos uma síntese da estrutura dos Livros Históricos.
Como é do conhecimento dos professores e professoras da Escola Dominical, o Antigo Testamento divide-se em Históricos, Poéticos e Proféticos. Os Históricos são subdivididos em:
(1) Pentateuco (Gn, Êx, Lv, Nm, Dt) – que são obras históricas escritas antes do estabelecimento do povo em Canaã –; e
(2) Históricos Próprios, os doze (Js, Jz, Rt, 1 e 2 Sm, 1 e 2 Rs, 1 e 2 Cr, Ed, Ne, Et). Estes doze magníficos livros dividem-se em:
(a) Nove que tratam da ocupação de Canaã pelos israelitas (Js, Jz, Rt, 1 e 2 Sm, 1 e 2 Rs, 1 e 2 Cr); e
(b) Três que descrevem o período de expulsão e repatriação do povo eleito (Ed, Ne, Et).
Talvez o professor deva apresentar aos alunos a relação entre esses doze históricos com os livros proféticos e pós-exílicos. Os nove primeiros livros ajustam-se adequadamente ao ministério dos profetas pré-exílicos, enquanto os três últimos aos profetas Ageu, Zacarias e Malaquias – todos pós-exílicos. Ezequiel e Daniel, como o professor já sabe, são livros do período do cativeiro babilônico.

A relação entre o Pentateuco e os Livros Históricos é clara, os cinco primeiros são pré-Canaã e preparam o povo para a ocupação da Palestina. A relação entre o livro de Josué, o primeiro dos Livros Históricos, com o Pentateuco é tão estreita, que, o teólogo germânico J. Wellhausen, preferia o título Hexateuco em vez de Pentateuco. Mas as opiniões de Wellhausen, nesse sentido, nunca foram unanimente aceitas.

Não somos escusados de frisar, que os Livros Históricos também podem ser classificados em:
(1) Período Teocrático: São os livros anteriores ao reinado e composto pelos livros de Josué, Juízes e Rute. Neste período, de 1405 a1075 a.C., Israel está sob a liderança direta do Eterno.
(2) Período Teocrático-Monárquico: Composto pelos livros que tratam da ascensão, divisão e queda de Israel e Judá: 1 e 2 Samuel, 1 e 2 Reis e 1 e 2 Crônicas. Neste período, de cerca de 1070 a 586 a.C., Israel está sob a liderança direta de seus representantes régios, uns obedientes a Deus e a Torah, outros desobedientes a ambos. Entretanto, Deus está governando, abatendo e suscitando reis conforme à sua vontade.
(3) Período Pós-Cativeiro: Os livros de Esdras, Neemias e Ester são obras que descrevem este período de disciplina e repatriação dos israelitas, de 537 a cerca de 432 a. C. São chamados também de pós-cativeiro babilônico.
Portanto, o Livro de Josué é a primeira descrição do período teocrático entre os dois seguintes, Jz e Rt.

Título

O nome Josué, no hebraico, Yehōshuāh (Nm 13.16), é composto pela abreviação do nome divino (Yahweh) e pelo vocábulo "salvação". Literalmente significa "Salvação de Yahweh", ou "Yahweh é Salvador". O nome "Josué", no Antigo Testamento, corresponde a "Iēsous", "Jesus", em o Novo Testamento (At 7.45). Daí a razão pela qual Clyde Francisco, afirma que "assim como o primeiro Jesus conquistou a terra da mão do inimigo, o segundo Jesus conquistou vitoriosamente o céu, pela vitória sobre o pecado" [1].

Josué era chamado originalmente de Oséias (Nm 13.8; Dt 32.44), entretanto, seu nome fora mudado por Moisés em Cades (Nm 13.16). Oséias significa “salvação”, todavia, seguindo a prática hebréia e semítica de mudar o nome a fim de ratificar a mudança de posição ou destino, Moisés, influenciado peloEspírito de Deus, muda o nome do primogênito da tribo de Efraim para Yehōshuāh. Com a mudança do nome, altera-se também a função e a responsabilidade do indivíduo diante do Senhor e do povo israelita.

Cânon Hebraico

No cânon hebraico, o livro de Josué é o primeiro rolo dos "Livros dos Profetas". Os judeus denominavam os seis primeiros livros históricos (Js, Jz, 1 e 2 Sm e 1 e 2 Rs) de "Primeiros Profetas", considerando-os, porém, como quatro. Estes "Primeiros" contrastavam com os "Últimos Profetas" (Is, Jr, Ez e os Doze Profetas Menores). Ellisen, sabiamente distingue: "Os 'Primeiros Profetas' são históricos; os 'Últimos Profetas' são exortativos" [2]. Lembremos que os profetas de Israel além de serem líderes espirituais do povo, também eram historiadores da teocracia, veja, por exemplo, as Crônicas de Samuel, o vidente (1 Cr 29.29), Crônicas de Natã, o profeta (1 Cr 29.29), Profecias de Aias, o silonista (2 Cr 9.29), Visões de Ido, o vidente (2 Cr 9.29), e o famoso Livro da História de Natã, o profeta (2 Cr 9.29). O ambiente histórico é o cenário profético dos profetas de Israel.

AUTOR
O livro é anônimo. Contudo, a tradição mais remota do povo hebreu considerava que Josué era o autor de todo o livro, com exceção dos cinco últimos versículos, escritos, talvez, por Eliazar ou seu filho Finéias.

Consideremos os seguintes elementos:
a) Josué. Josué foi testemunha ocular dos fatos, além de ser escritor autorizado (ver 24.26). Archer afirma que o primeiro capítulo possui detalhes biográficos íntimos que "só Josué ter sabido" ou contado [3]
b) Evidências internas. Há muitas evidências que atestam que a história era registrada por uma pessoa que presenciou os eventos registrados na obra (cf. 5.1,6). Estes versículos, na primeira pessoa do plural, atestam, provavelmente, a ação literária de Josué.
c) Edição Posterior. Edições posteriores eram comuns. Observe que a morte de Moisés, por exemplo, é uma adição ou adendo editorial feito após a morte do grande líder (Dt 34). O registro da morte de Josué não é nenhuma prova de que o comandante das tribos de Israel não tenha escrito a obra que leva o seu nome (24.29,30). G. Archer, atesta a autoria dupla do livro, baseado no texto de 24.31 [4]. Portanto, é provável que Josué e, mais tarde um outro historiador tenha acrescido os relatos após a morte de Josué, talvez, como já afirmamos, Eliazar ou seu filho Finéias.

DATA E LOCAL

O arqueólogo John Garstang e Bryant Wood, após acuradas escavações e comparação entre documentos antigos, determinaram que a queda de Jericó ocorreu por volta de 1400 a. C. (o fim do período da Idade do Bronze Antigo I). Certos documentos que foram descobertos em Tel-el-Armana, no Egito, e em Ugarite, na Síria Ocidental, confirmam a data afirmada pelos dois arqueólogos, pois referem-se aos "Habirus" em Canaã, bem próximo de 1400 a. C. [5].
O local da escrita, provavelmente foi em Canaã, uma vez que o próprio Josué foi o autor da obra. A data, ainda que incógnita, deve estar relacionada a um período depois da queda de Jericó, entre 1400 a 1375 a.C.

ESFERA DE AÇÃO

Os fatos do livro de Josué descrevem períodos que se iniciam com a morte de Moisés e terminam com a morte de Josué. O registro inicia onde o de Deuteronômio termina.

ANÁLISE

O livro de Josué descreve a conquista e a divisão da terra de Canaã, tendo como background as características corruptas e brutais da religião cananita, claramente retratada nos tabletes de Rãs Shanra [6]. Prostituição de ambos os sexos, sacrifícios de crianças, sincretismo religioso eram alguns dos males comuns aos quais Deus ordenou aos israelitas a destruição completa dos habitantes de Canaã.

A história contida revela a fidelidade do Senhor como um Deus que observa a aliança (Js 1.2,3), pois cumpriu o segundo aspecto da aliança do Senhor com Abraão: a entrega da terra de Canaã. Segundo Ellisen, "a primeira promessa de uma 'semente' levouu 25 anos para ser cumprida; a segunda, levou aproximadamente 700 anos. A promessa de um rei levaria mais 400" [7]. E a vinda daquele em quem seriam benditas todas as nações, mais 1400. Cinco elementos se destacam no arcabouço da obra:

1) Preparação e Travessia do Jordão (1-4)
2) Redenção de Raabe (2.12-21; 6.22-25)
3) Pecado de Acã (7)
4) A divisão do Território (13-22)
5) Morte e Sepultura de Josué (24)

O propósito do livro, porém, não é friamente histórico, mas moralizador, vendo na história o "dedo" de Deus, o apoio e confirmação divina no heroísmo dos obedientes e o castigo providencial do pecado e da rebelião.

Muitos outros detalhes poderiam ser ainda observados, entretanto, por forças das circunstâncias não são possíveis descrevê-las. Convido-os a visitarem o nosso blog para obterem mais informações sobre o assuto (http://www.teologiaegraca.blogspot.com/).

Notas

[1] FRANCISCO, C. T. Introdução ao Velho Testamento. Rio de Janeiro: JUERP, 1979, p.71.
[2] ELLISEN, S. A. Conheça melhor o Antigo Testamento. São Paulo: Editora Vida, 1993, p.63.
[3] ARCHER JR. G.L. Merece confiança o Antigo Testamento? 4.ed., São Paulo: Sociedade Religiosa Vida Nova, 1986, p. 295
[4] Id. Ibid.p. 296.
[5] Confira MERRILL, E. H. História de Israel no Antigo Testamento. RJ: CPAD, 2001; ARCHER JR. G.L. Merece confiança o Antigo Testamento? 4.ed., São Paulo: Sociedade Religiosa Vida Nova, 1986, p. 297.
[6] Confira o contexto histórico-cultural do culto da fertilidade na terra de Canaã em nossa obra: A Família no Antigo Testamento: história e sociologia. 4.ed., Rio de Janeiro: CPAD, 2008.
[7] ELLISEN, Id. Ibid., 1993, p. 71.
Fonte: CPAD

2 de jan de 2009

História e Significado de "Palestina" e "Palestinos" - 2ª Parte

MAS ENTÃO, QUEM SÃO OS “PALESTINOS”?

Durante o Mandato Britânico em Israel (1920-1948), os ingleses se referiam a população judaica de Israel como “Palestinos” (termo na verdade criado pelos Romanos no início da era cristã com o intuito de humilhar os judeus – uma vez que “Palestina” significa “local dos Filisteus”, antigos inimigos dos judeus que foram extintos pelos Persas no sec. X a.C). Em 1939, os ingleses decidem proibir toda imigração Judaica para a “Palestina”, algo que era constante desde o século XVIII na região. Esta proibição foi feita no momento em que os Judeus mais precisariam, uma vez que o Nazismo estava fortemente se estabelecendo na Europa e milhões de judeus estavam sendo perseguidos. Milhares que conseguiam escapar dos campos de concentração e tentaram ir para Israel, foram mandados de volta para o inferno, novamente para as câmaras de gás na Europa.

Mas ao mesmo tempo em que os britânicos proíbem a imigração judaica, eles permitem ou ignoram a imigração ilegal de milhares de árabes da Jordânia (chamada de Palestina Oriental), Síria, Egito e de várias partes do norte da África. Em 1939, Winston Churchill declara que “...longe de serem perseguidos, os árabes invadiram a região e se multiplicaram...!” Estatísticas exatas da população da região na época são problemáticas, mas sabe-se que em 1947 o número de árabes ao oeste do Jordão triplicou em comparação a 1900.

O mito atual é que estes árabes há muitos séculos já estavam estabelecidos na Palestina, até que vieram os judeus e os “desalojaram” em 1948. Mas na verdade a imigração recente de árabes para a Palestina foi que “desalojou” os judeus. O aumento massivo da população árabe na região é comprovada pela lei criada pela ONU em 47: “Qualquer árabe que tenha habitado na Palestina por pelo menos dois anos, mas que deixou a região em 1948, é considerado um “refugiado palestino”. Esta é a origem dos famosos “refugiados palestinos”.

As estatísticas sobre a população judaica e árabe na região raramente levam em consideração como surgiram tais proporções. Um dos fatores foi a política inglesa de manter os judeus fora ao mesmo tempo em que traziam os árabes. Outro fator foi a violência utilizada para matar ou expulsar até mesmo judeus que já estavam há muito tempo estabelecidos na região. Por exemplo: A conexão judaica com a cidade de Hebron data dos dias de Abraão, e na verdade, sempre existiu lá uma comunidade judaica desde os dias de Josué, antes mesmo do Rei Davi torná-la capital. Mas em 1929, uma revolta armada de árabes (com o consenso britânico), matou e expulsou quase toda a comunidade judaica de Hebron.

Outro exemplo: Em 1948, a Transjordânia passou a ocupar quase todo o território da Judéia e Samaria (os quais eles chamavam de Cisjordânia) bem como a parte Oriental de Jerusalém e a cidade antiga. O que foi feito com os milhares de judeus que já habitavam na região? Foram assassinados ou expulsos.

DE PALESTINA PARA ISRAEL

O que seria da “Palestina” após o Mandato Britânico? Esta questão foi levantada por vários líderes britânicos e também mundiais, culminando com a decisão da ONU em 1947. Durante as várias deliberações, oficiais, representantes e escritores ÁRABES expressaram suas visões sobre a “Palestina”. Vejam que interessante:

“Não existe um país chamado Palestina. ‘Palestina’ é um termo que os sionistas inventaram (...). Nosso país foi por séculos parte da Síria. ‘Palestina’ é estranha a nós. Foram os sionistas (termo como os árabes se referem aos judeus) que criaram este termo." Líder árabe que discursou na Comissão Britânica, 1937.

“Palestina? Jamais existiu tal coisa na história! Absolutamente não!” Professor Philip Hitti, historiador árabe a serviço do Comitê Anglo-Americano, 1946.

“Todos sabem que a ‘Palestina’ não é nada mais do que o sul da Síria”.Delegado da Arábia Saudita no Conselho de Segurança da ONU, 1956.

“Nunca existiu uma região chamada Palestina, governada por palestinos. Não há uma língua chamada Palestina. Não existe uma cultura Palestina. Palestinos são na verdade árabes, sem distinção de Jordanianos (outra invenção recente), Sírios, Libaneses, Iraquianos, etc. Os árabes controlam 99,9% das terras do Oriente Médio. Israel representa 0,1% da região. Mas isso já é muito para os árabes. Eles querem tudo! Esta é a razão dos conflitos existentes hoje em Israel. Não importa quantas concessões territoriais o governo de Israel fará; nunca será o suficiente.

“Mitos do Oriente Médio”, por Joseph Farah, escritor e jornalista árabe.

Ainda em 1948, os árabes ainda não haviam descoberto sua nação milenar chamada “Falastina” (até hoje eles nem sequer conseguem pronunciar a palavra “Palestina”, trocando o “P” pelo “F”). Quando a ONU lhes ofereceu metade da Palestina ao oeste do Jordão como seu país, eles violentamente rejeitaram a proposta. Logo após a declaração da ONU criando as duas nações na região (uma árabe e uma judaica), seis nações árabes iniciaram uma guerra visando a aniquilação da recém formada nação de Israel. O propósito desta guerra jamais foi estabelecer uma nação independente chamada “Falastina”, mas sim, expulsar e aniquilar os judeus para dividir entre eles a região antes controlada pelos ingleses.

Os líderes destas nações árabes ordenaram que a população árabe da então Palestina emigrasse para as regiões de fronteira e para a costa, uma vez que conduziriam um ataque massivo aos judeus em todos os povoados. Ironicamente, eles demandaram a retirada mas jamais ofereceram seus territórios para receberem tais refugiados. Israel, pressentindo a guerra eminente, organizou uma campanha nacional onde garantiu aos árabes que ficassem no país, cidadania israelense, liberdade de religião e de culto, bem como os mesmos direitos civis e políticos que os judeus teriam. Após o término da Guerra e a vitória de Israel, os árabes que permaneceram se tornaram cidadãos de Israel, e os que abandonaram suas casas esperando a destruição dos judeus foram rejeitados pelos países árabes das fronteiras onde estavam refugiados. Egito, Jordânia, Síria e Líbano fecharam suas portas para seus irmãos árabes, dando início ao que conhecemos hoje como os “Refugiados Palestinos”.

Apesar de ter perdido esta guerra, a Jordânia (então chamada Transjordânia) conseguiu anexar a Cisjordânia e a cidade oriental de Jerusalém, matando ou expulsando os judeus que já habitavam na região (judeus de todas as nações que há milênios cuidavam dos locais judaicos sagrados para o judaísmo). O Egito, por sua vez, ocupou a faixa de Gaza. Estas duas nações árabes ocuparam estas regiões até 1967. Neste ano, elas iniciaram uma outra guerra para aniquilar Israel, e como conseqüência de seu fracasso, perderam as terras que tomaram na Guerra de 1948. Nestes 19 anos que ocuparam estas regiões, Jordânia e Egito nunca planejaram criar um estado “Falestino” para os “palestinos”. Nem mesmo os palestinos tinham esta reivindicação. Aliás, ninguém no mundo jamais sugeriu tal coisa.

Finalmente, em 1964, o “Movimento para Libertação da Palestina” foi criado por Yasser Arafat com o claro objetivo de promover a destruição de Israel. Com este propósito, ele ajudou também nos ataques precipitados a Israel em 1967. O resultado frustrado deste ataque inspirou uma mudança da opinião pública. Como propaganda, era mais prudente falar em “liberação da Palestina” do que em “destruição de Israel”. Grande parte do mundo, governos, a mídia e a opinião pública aceitou sem questionamento ou análise o novo mito árabe de luta para criação da nação chamada “Falastina”. Até os dias de hoje as principais organizações terroristas entre os árabes financiam o terror em Israel. Eles não têm nenhum plano para fundar uma nação Palestina nem nunca terão. Seu intuito é armar até os dentes grupos como o Fatah, Hizbolá e o Hamas para matarem o maior número de judeus possível. Famílias de jovens suicidas, conhecidos como “homens bomba”, recebem gratificações de milhares de dólares de governos e Sheiks árabes, como recompensa pelo “sacrifício” de seus filhos. Eles abertamente financiam e incentivam o terrorismo em Israel e no mundo, mas a mídia mundial finge não saber.

Yasser Arafat (1929 – 2004) – Criador e líder da OLP e do grupo terrorista Fatah. O “maior líder palestino” desviou 2 bilhões de dólares de fundos públicos palestinos para sua conta bancária pessoal.

A SITUAÇÃO NA ÚLTIMA DÉCADA

Desde o início da década de 2000, Israel tem colocado em prática um plano de evacuação dos territórios conquistados em 67, que inclui a faixa de Gaza, a Cisjordânia e as planícies do Golan. Gaza já foi completamente entregue em 2005, e se tornou um centro de treinamento para o Hamas, que aos trancos e barrancos finge administrar a região. A Cisjordânia está sendo evacuada e entregue para os palestinos (lê-se Fatah), e a região afunda economicamente e socialmente de forma proporcional à retirada de Israel. Agora, os terroristas do Hizbolá (financiados pelo Iran) esperam receberem o Golan. Para a mídia mundial os palestinos prometem paz em troca de território, mas para os Israelenses esta promessa nunca foi nem nunca será cumprida. Se o objetivo de todas estas entidades terroristas é abertamente “destruir a Israel”, como alguém pode acreditar que a entrega de terra cessará o conflito?

À medida que a faixa de Gaza e a Cisjordânia eram evacuadas, Israel via o número de atentados suicidas aumentar a cada ano, tendo todos os assassinos provenientes desses territórios. Israel então dá início ao audacioso plano de construir uma barreira nos pontos mais frágeis da fronteira com a Cisjordânia, visando diminuir o número de atentados. O projeto atual é proteger toda a extensão da fronteira, totalizando quase 700 km. Até o final de 2007, 60% da barreira já havia sido construída. Desde o início da construção, em 2003, o número de atentados suicidas nas cidades israelenses diminuiu em 99,5%. “Tivemos que aprender a usar foguetes uma vez que Israel descobriu uma maneira de se proteger de nossos ataques suicidas. Com a construção deste muro, nossos militantes não conseguem mais penetrar em território Israelense para realizarem seus ataques suicidas”, afirmou Ramadan Shalah, líder da Jihad Islamica Palestina em entrevista ao jornal islâmico Al-Sharq.

Os palestinos, que carregam o ódio islâmico contra os judeus e contra Israel, aproveitaram-se durante décadas da falta de segurança nas fronteiras para invadirem e promoverem atos de terrorismo em território Israelense. Centenas de civis inocentes morreram em Israel em ônibus, em restaurantes, lanchonetes, praças, ruas, shopping centers, etc. Nunca houve qualquer comoção por parte da mídia internacional ou da ONU. Agora, após a início da construção do Muro de Segurança, os palestinos posam para a mídia mundial como aprisionados, injustiçados e separados de Israel com um muro que chamam de “Muro do Apartheid”. “Muitos são os danos psicológicos que os palestinos destas regiões têm sofrido, além do efeito na economia, na saúde e no bem estar da população”, afirma o relatório elaborado pela ONU em 2005. Mas onde estão os relatórios sobre os danos psicológicos, econômicos e sociais de Israel frutos de anos de barbárie palestina? É lícito tentar manter seguro suas fronteiras? É lícito proteger o seu povo de organizações que abertamente desejam a sua aniquilação?

Muro de Segurança em Israel – Responsável direto pela redução em 99,5% dos ataques suicidas em Israel

Os EUA há décadas têm construído uma barreira de segurança na fronteira com o México. Até 2008, 580Km já haviam sido construídos. A proposta, já aprovada pelo congresso americano em 2005, é cobrir todos os 3.141km da fronteira com a construção de um muro de concreto armado, cercas elétricas, e policiamento constante. Vejam que os EUA tomaram esta medida emergencial para conter a imigração ilegal de mexicanos e o tráfego de drogas. Os mexicanos não entram nos EUA com o intuito de matarem civis americanos, mas, em sua maioria, com o intuito de trabalharem e ajudarem suas famílias pobres no México. Imaginem se os mesmos estivessem invadindo os EUA para promoverem atentados terroristas? O que fariam os EUA nesta situação? Pois bem, ninguém se atreve a falar contra o muro de separação dos EUA e jamais vemos documentários ou reportagens sobre como os mexicanos se sentem rejeitados e psicologicamente afetados com o “apartheid” americano. Mas Israel, que desesperadamente tenta proteger sua população contra atentados terroristas e que conseguiu provar ao mundo que 99,5% destes atentados foram reduzidos em conseqüência de sua barreira de segurança, é acusado de racista e de estar reconstruindo o “muro de Berlin”.

Desde o término da I Grande Guerra, os árabes do Oriente Médio e do norte da África receberam estados independentes em 99,5% dos territórios por eles requisitados. Lord Balfour (estadista inglês que expressou o apoio britânico à criação de um estado judaico na Palestina) certa vez expressou sua esperança que, uma vez que os árabes receberam tanto, não se incomodariam com o pequeno território prometido aos judeus. Infelizmente, Lord Balfour estava errado. Sempre chamo a atenção das pessoas sobre a manipulação da mídia mundial e nacional (brasileira) em relação às informações sobre Israel e o conflito árabe-israelense. É deplorável a forma como as maiores empresas jornalísticas do mundo deturpam, omitem e alteram fatos com o intuito de prejudicar a imagem de Israel no cenário mundial. Não apenas isto, mas o desejo por detrás das notícias, artigos e comentários é na verdade mostrar Israel como o grande inimigo, a grande “pedra no sapato” do Oriente Médio e do mundo. Todos buscam histórias mirabolantes para provar ao mundo que os Palestinos são os verdadeiros habitantes de Israel e que seu vínculo com a terra data de milênios. Mas, quem são os Palestinos? Qual a sua origem? Como a região denominada “Palestina”, pelos romanos, veio a se tornar a nação judaica da atualidade?-

Por Joseph E. Katz

Tradução e adaptação por MZandona

http://cavaleirodotemplo.blogspot.com/

1 de jan de 2009

O canário na mina

Dr. Ellis Washington, professor de direito e ciências políticas na Universidade Estadual de Savannah, EUA

“Neste exato momento, temos de ir de resposta passiva para ataque ativo… A longo prazo, a derrubada do governo do Hamas é inevitável”. — Benjamin Netanyahu, líder do Partido Likud

No passado, fiquei sabendo, os trabalhadores de minas de carvão costumavam baixar uma gaiola com um canarinho nas minas a fim de apurar se havia presença de níveis de gás metano, dióxido de carbono ou outros gases nocivos. A lógica era que enquanto o canário prosseguisse cantando na mina, os mineiros sabiam que seu abastecimento de ar estava seguro. Mas quando o canto cessava, era hora de deixar a mina imediatamente, pois a morte viria sem demora.

Esse simples raciocínio dedutivo durou muitos anos e salvou muitas vidas, mas em nossa moderna época tecnológica, as nações do mundo parecem ter se esquecido do único país que falando metaforicamente é o canarinho que diariamente canta sua melodia sóbria para este mundo pervertido e psicopático — esse canário na mina é o povo judeu e a nação de Israel.

Três anos atrás, Israel deu Gaza aos palestinos. Em troca, Israel recebeu milhares de ataques de foguetes, sem nenhuma provocação. Na véspera do Ano Novo, no dia antes de 2009, o canário na mina está sendo asfixiado pelo ódio muçulmano, pela apatia mundial e pelo anti-semitismo da ONU que cerca o Estado judeu, e depois de anos de paciência está finalmente lutando corajosamente por sua sobrevivência.

Minhas perguntas aos meus amigos judeus são estas:

1. Por que vocês continuamente dão aos seus inimigos declarados, os muçulmanos palestinos, a terra de vocês — Gaza, a Margem Ocidental (a parte mais importante da Judéia), Hebron, Belém, metade de Jerusalém —, que é por direito de herança de vocês, dada a vocês pelo próprio Deus, fato que é detalhadamente registrado na Torá?

2. Por que vocês permitiram que a ONU anti-semita e corruptos líderes mundiais anti-semitas que odeiam a existência de vocês levem vocês à loucura política mediante insustentáveis medidas geopolíticas — a “Solução de Dois Estados”, “terra em troca de paz” e “diplomacia bilateral”?

3. O fato de que Israel tenha dado terra em troca de paz deu a vocês um só dia de paz? Uma só hora de paz? Um só segundo de paz? Não, é claro que não, pois o Hamas, o Fatah e as nações árabes e muçulmanas não querem paz; elas querem Israel completamente fora da terra de Israel. Israel, você não tem amigo nenhum, você não tem nenhum aliado neste mundo, a não ser o exército de Israel e a vontade de cumprir seu destino e o Deus da Torá.

Israel, você sabe que as 44 nações muçulmanas odeiam você por ordem religiosa, os países socialistas assistencialistas da Europa ocidental odeiam você por ordem política, as nações comunistas e tirânicas odeiam você por ordem ideológica e praticamente o mundo inteiro está contra você porque eles não crêem nas profecias bíblicas de que os judeus são na verdade “o povo escolhido de Deus”. Seu único aliado no mundo, os Estados Unidos, são na melhor das hipóteses um amigo instável que, logo que Barack Obama for empossado como presidente dos EUA, trairá você, vendendo você aos países muçulmanos exatamente como o Presidente Bush traiu e vendeu Israel para seus amigos da Arábia Saudita. (Recorda Bush passeando pelos jardins da Casa Branca ou em seu rancho no Texas de mãos dadas com o Princípe Abdullah, como duas menininhas de escola? Foi um espetáculo realmente de dar nojo.)

Deixando de lado a questão política por um momento, qual é o país racional e civilizado na terra que toleraria ataques terroristas por oito minutos, sem mencionar oitos anos de incessantes ataques a bombas lançados por seus vizinhos — sem nenhuma retaliação? O governo brasileiro permitiria que o Uruguai ou a Argentina tivesse o direito de lançar ataques não provocados contra o Brasil e seus cidadãos no nome da paz?* Os EUA permitiriam que o Hamas, a al-Qaida, o Talibã, o Hezbollah ou algum outro grupo terrorista tivesse acesso livre para entrar em nosso país, lançar foguetes mortais em nosso país, tudo no nome da paz, sem que cobrássemos uma retaliação e castigo imediato? O Egito, a Turquia, a Alemanha, a Rússia, a China, o Irã, a Síria ou algum dos muitos países membros da ONU que criticam o minúsculo país de Israel e suas tentativas desesperadas de proteger suas fronteiras permite que o Hamas lance 3.000 foguetes num de seus países? Com toda certeza, não!

Aliás, o canário está tossindo por causa do forte cheiro de fumaça na mina de carvão enquanto o mundo diz para si mesmo: “É seguro entrar na mina de carvão para trabalhar. Só porque Israel está morrendo não significa que nós morreremos”. Será?

Uma notícia da Associated Press sobre a guerra em Gaz declara:

O ataque produziu uma conseqüência diplomática negativa. A Síria decidiu suspender as conversações de paz indiretas com Israel, iniciadas no começo deste ano. O Conselho de Segurança da ONU pediu que ambos os lados parem a luta e pediu que Israel permita que suprimentos humanitários entrem em Gaza. O primeiro-ministro da Turquia, um dos únicos países muçulmanos a ter relações com Israel, chamou o ataque de Israel de um “crime contra a humanidade”, e o presidente francês Nicolas Sarkozy condenou “as provocações que levaram a essa situação bem como o uso desproporcionado de força”.

Essa reação bizarra e pervertida do mundo contra o direito de Israel se defender dos foguetes do Hamas parece vir não de nações prudentes e civilizadas, mas de manicômios.

“O liberalismo é uma doença mental”, escreveu o intelectual conservador Michael Savage em seu best-seller de título semelhante em 2005. “O socialismo”, caracterizou com muita perspicácia Winston Churchill, “é uma filosofia de fracasso, uma doutrina de ignorância e um evangelho de inveja, sua virtude herdada é a distribuição igual da miséria”. Infelizmente, o Israel moderno é um Estado socialista e parece a caminho do inferno ao adotar o liberalismo como sua política interna e externa. Israel precisa abandonar o liberalismo, o socialismo, a forçada igualdade de tudo e se desprender da filosofia autodestrutiva de buscar o favor dos países que têm aliança e compromisso com o islamismo, o socialismo e o relativismo moral.

Enquanto o canarinho canta sua melodia triste, considere essas observações:

O Irã está dando os últimos retoques em seus mísseis nucleares concebidos com o único propósito de aniquilar Israel;

Pela primeira vez altas autoridades militares da Rússia e China estão discutindo acordos bilaterais por meio de ligações telefônicas diretas;

A China possui o estrategicamente crucial Canal do Panamá que os Estados Unidos construíram durante o governo do presidente Theodore Roosevelt há 100 anos;

A Rússia ousadamente e sem desafio restabelece sua Cortina de Ferro na América do Sul, Cuba (que fica a 60 quilômetros da fronteira americana), a Geórgia, o Iraque, o Oriente Médio e em toda a África;

Um bando de piratas da Somália em barcos de alta velocidade está controlando o Golfo de Aden, extraindo centenas de milhões de dólares em pagamentos de resgates;

E a secretária de estado dos EUA, a Dra. Condi Rice, está se encontrando na maior calma com o terrorista da Líbia, Muamar Gadhafi, e numa entrevista poucos dias atrás fez esta surpreendente confissão: “Não tenho uma personalidade agressiva”, sendo compelida a exercer diplomacia com personalidades agressivas corruptas, totalitárias e assassinas do mundo inteiro.
A promessa solene de Deus a Abraão, o pai do povo judeu, claramente delineava a ligação e destino inextricável de Israel com as nações do mundo — Gênesis 12:13: “E abençoarei os que te abençoarem, e amaldiçoarei os que te amaldiçoarem; e em ti serão benditas todas as famílias da terra.”

À medida que esta grande tragédia shakespeariana chega à sua inevitável apoteose, a menos que os líderes de boa vontade e homens reais de determinação moral cheguem a seus sentidos coletivos, então as nações civilizadas do mundo não ficarão muito atrás desse canarinho que luta para cantar sua triste canção de vida… das profundezas das minas.

Traduzido e adaptado por Julio Severo: www.juliosevero.com
Fonte: WND

*Texto adaptado do texto original: “A Inglaterra permitiria que a Irlanda ou a Escócia tivesse o direito de lançar ataques não provocados contra o Brasil e seus cidadãos no nome da paz?”