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30 de out de 2011

CONVITE

ABGLT quer programas cristãos de TV no alvo da justiça

ABGLT quer programas cristãos de TV no alvo da justiça

Cecília Bizerra
Na última segunda, 24, a Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT) encaminhou ofício ao ministro das comunicações, Paulo Bernardo, solicitando a tomada de providências no que se refere à utilização de concessões públicas de televisão para incitar a violência contra a população LGBT. Segundo a ABGLT, também são frequentes as ofensas a homossexuais em emissoras de TV, principalmente por parte de programas religiosos que arrendam horário em emissoras comerciais.

A solicitação feita ao Ministério das Comunicações nesta semana foi especificamente por conta de declarações do pastor evangélico Silas Malafaia, que apresenta o programa “Vitória em Cristo” em duas emissoras de televisão: Bandeirantes e RedeTV. “O Malafaia vinha nos ofendendo em várias situações nos seus programas. Só que agora ele incentiva à violência, diz para abaixar o porrete na gente. Por isso nós pedimos providências ao Ministério das Comunicações e ao Ministério Público também”, declara Toni Reis, presidente da ABGLT.
A ABGLT reivindica alguma punição às emissoras que veiculem declarações ofensivas, para que se iniba a prática nos meios de comunicação. “Nós participamos da Conferência Nacional de Comunicação (Confecom) e agora sabemos que os meios de comunicação são concessões públicas, por isso não se pode se utilizar deste espaço público para ofender as pessoas”, argumenta Reis.
Sobre outros programas, ele afirma que a associação geralmente busca dialogar para que não haja reincidência. “Temos uma coleção de situações que se resolveram com o diálogo. Teve ocasiões, por exemplo, em que o Datena, apresentador da Bandeirantes, foi infeliz em suas declarações a respeito de homossexuais, o Faustão também, e só com o diálogo que fizemos essas pessoas perceberam que estavam incorrendo numa situação de discriminação e passaram a respeitar mais a gente”, diz o presidente da ABGLT.
Segundo Toni Reis, nunca houve abertura por parte do pastor Silas Malafaia para o diálogo, por isso estão buscando a própria TV, e solicitaram providências do Ministério das Comunicações. “Nós entramos também com uma ação no Ministério Público Federal e vamos utilizar todos os meios legais a que tivermos acesso aqui no Brasil. A nossa ideia é de não judicializar tudo, é de primar sempre pelo diálogo, mas a partir do momento em que isso se fizer necessário, vamos fazer sem sombra de dúvida”, conclui Toni.
Procurado para falar sobre o tema, o Ministério das Comunicações não se pronunciou até o fechamento desta reportagem.
Divulgação: www.jorgenilson.com

Halloween

Halloween

A partir do que aconteceu no jardim do Éden, o homem passou a gostar das coisas impuras. Existe em cada ser humano uma tendência para o mal, para o que é maligno ou diabólico. Na sua condição natural, não recriado, não regenerado, estando em abismo, procura outros abismos. Assemelha-se a esses exploradores de cavernas: quanto mais se infiltram por buracos negros, mais vontade têm de continuar descobrindo coisas novas, emocionantes e sensacionais. Para esses exploradores, não importa se a caverna ou os abismos possuem dragões, vampiros, aranhas gigantescas ou fantasmas. Como na corrida do Trem Fantasma, não importa se no caminho surjam caveiras, mortalhas, gorilas ou demônios; importa a emoção, o prazer, o delírio, o devaneio, a surpresa.
Um poço sem fim

A humanidade pecadora deleita-se com o imundo. Os apetites bestiais são mesmo insaciáveis. Vejam as festividades carnavalescas: três dias anuais não mais atendiam aos desejos da carne. Em razão dessa necessidade premente, criou-se em várias cidades, com o pronto consentimento dos governantes, o carnaval fora de época: "O inferno e a perdição nunca se fartam, e os olhos do homem nunca se satisfazem" (Provérbios 27.20). "Um abismo chama outro abismo" (Salmos 42.7).


Ora, se o povo clama por um bezerro de ouro, façamos a vontade do povo. Os abismos se sucedem. Dentro da caverna tenebrosa do mundo pecador há avenidas com vitrinas especialmente preparadas pelo Diabo para exposição de seus produtos. Há mercadoria para todos os gostos: para rico, pobre, preto, branco, analfabeto ou erudito. Em determinado local, uma vasta exposição dos produtos do movimento Nova Era, onde o curioso descobrirá que "o homem é Deus". Sendo Deus, ele seguirá até mais fortalecido para continuar descendo. Noutra ala, encontrará a vitrina da consulta aos mortos. O explorador poderá conversar com um parente que esteja no além, ou, se desejar emoções fortes, optará por oferecer seu corpo para ser visitado por um espírito qualquer, ou até experimentar uma breve levitação. Nesse stand, instalados sob pirâmides purificadoras, enfileiram-se os adivinhadores com seus apetrechos: búzios, baralho cigano, bola de cristal, tarô, mapa astral, tudo destinado a predizer o futuro e indicar novos caminhos. Numa determinada sala o explorador poderá praticar meditação transcendental; ficará com sua mente passiva por algumas horas, em estado alfa, recebendo as "boas" mensagens do além. Esta ala é mais visitada pelos eruditos. Para os menos exigentes, ou de percepção menos aguda, os terreiros oferecem feitiçarias de vários tipos. Caboclos, guias e orixás fazem a festa dos visitantes.


O Perigo das Trevas, o Halloween!

Em busca de novos abismos, os homens resolveram prestar uma homenagem a um deus chamado Diabo. Então, pensaram em fazer uma festa num determinado dia do ano. Uma festa que em tudo se identificasse com o homenageado: a indumentária, o ambiente, os participantes, as alegorias. Daí surgiu o Dia das Bruxas, versão brasileira do Halloween, comemorado no dia 31 de outubro. Os participantes vestem-se a caráter, isto é, com as cores da igreja do Diabo: preto e vermelho; a maioria usa só a cor preta, caracterizando a situação de trevas sobre trevas. As máscaras são as mais imaginativas: Diabo, vampiro, bruxa, morcego, morte, caveira, monstros, fantasmas, tudo que tenha identidade com o maligno. O Diabo certamente teria muita alegria em falar assim a essas bruxas: "Quanto à indumentária está tudo bem. Vocês sabem que as cores da minha preferência são preto e vermelho. Minha maior alegria é ver homens, mulheres e crianças, de todas as idades, línguas e nações, empunhando as cores da bandeira do meu reino. Um detalhe: as máscaras usadas por vocês ou as pinturas e fantasias em nada se assemelham ao original. Eu não sou tão bonito como se pinta por aí". É evidente que há imperfeições, porque ninguém é perfeito. Mas os promotores desses eventos se esforçam para que a decoração em tudo dê a impressão de que o reino das trevas está ali naquele local, naquele ambiente festivo. E está. O Diabo está ali, de corpo presente ou representado.


Creio que a maioria dos participantes do Dia das Bruxas desconhece o grau de contaminação maligna a que ficam expostos. Certamente acredita tratar-se de mais uma festa, mais uma novidade. As "bruxas" estão ali para se divertirem e, com esse intuito, sujeitam-se às regras do jogo. Desconhecem as origens satânicas do Halloween; não sabem que nessa data os satanistas honram a Satanás com sacrifícios humanos; não sabem que essa prática iniciou-se há muitos séculos entre os druídas - sacerdotes dos Celtas - que vestiam suas fantasias, esculpiam em nabos ocos caricaturas de demônios, e saíam pelas ruas amaldiçoando as pessoas que lhes negavam alimentos. Em determinado site sobre satanismo li que o dia 31 de outubro é a festa da luxúria [sensualidade, lascívia] e da indulgência [tolerância]. Que tipo de indulgência podemos esperar de Satanás? A verdade é que grande é o perigo para quem participa do Dia das Bruxas, dada a grande a probabilidade de contaminação. O Diabo, num sinal de agradecimento pela homenagem, não hesitará em designar um de seus anjos para acompanhar a "bruxa" pelo resto da vida. Algum mal nisso? Muitos males. Jesus afirmou que "o ladrão [o diabo] só vem para roubar, matar e destruir; eu vim para que tenham vida, e a tenham em abundância" (João 10.10). O Diabo entra na vida dos homens para roubar a paz, roubar a saúde, roubar os recursos financeiros; para causar a morte espiritual, e, não raro, causar a morte física; para destruir a família, o lar, a comunhão com Deus. Daí as insônias, os medos, as superstições, as doenças inexplicáveis, os tremores, os vícios, a possessão. Convém sabermos que bruxa ou bruxo é aquela ou aquele que faz bruxaria, e bruxaria é sinônimo de feitiçaria, magia negra, curandeirismo, ocultismo, adivinhação, astrologia, e demais atividades ligadas ao poder das trevas. Há os que de forma consciente - os satanistas - servem a Satanás com sacrifícios, cânticos, jejuns e rezas. Todavia, o simples fato de participar e tomar parte ativa no Dia das Bruxas revela uma predisposição ao satanismo, e abre-se uma porta de entrada aos demônios.


A Palavra de Deus adverte que "o vosso adversário, o Diabo, anda em derredor, rugindo como leão, buscando a quem possa tragar" (1 Pedro 5.8). Ora, os freqüentadores dessa festa satânica facilmente caem na arapuca de Satanás. Aliás, as próprias presas, num ato voluntário, vão com seus próprios pés para a armadilha.


A Luz que liberta

"A condenação é esta: A luz veio ao mundo, e os homens amaram mais as trevas do que a luz porque as suas obras eram más" (João 3.19). Só existe um nome, uma Pessoa, que pode libertar o homem contaminado por demônios: é o Senhor Jesus. Ele mesmo afirmou isso: "Se o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres" (João 8.36). A Bíblia nos ensina que devemos pensar e fazer somente o que é verdadeiro, amável, justo e puro, e que "todo o nosso espírito, alma e corpo devem ser conservados irrepreensíveis para a vinda de nosso Salvador Jesus Cristo" (1 Tessalonicenses 5.23). Uma pessoa que se fantasia de bruxa, coloca máscaras com motivos demoníacos e passa horas a fio num ambiente de trevas, estaria conservando seu corpo alma e espírito irrepreensíveis? Não, pelo contrário, estaria invocando o poder das trevas; desejando maior aproximação com os demônios. A Palavra ainda adverte: "Não vos voltareis para médiuns, nem para os feiticeiros [bruxos], a fim de vos contaminardes com eles" (Levíticos 19.31). "Ninguém pode servir a dois senhores. Ou há de odiar a um e amar o outro, ou se devotará a um e desprezará o outro" (Mateus 6.24). Não podemos ser ao mesmo tempo servos das trevas e servos da luz. Ou somos filhos de Deus ou filhos do Diabo. Quem serve ao Diabo com alegorias, fantasias, licores, danças e outras coisas mais, não é servo do Altíssimo. Mas haveria uma saída para quem está contaminado? Jesus responde: "Vinde a mim todos os que estais cansados e sobrecarregados, e eu vos aliviarei" (Mateus 11.28). "Eis que estou à porta, e bato; Se alguém ouvir a minha voz, e abrir a porta, entrarei em sua casa, e com ele cearei, e ele comigo" (Apocalipse 3.20). Quem está enlaçado ao Diabo deve saber que o Senhor Jesus veio "para apregoar liberdade aos cativos, dar vista aos cegos, pôr em liberdade os oprimidos" (Lucas 4.18). Porque "em nenhum outro há salvação, pois também debaixo do céu nenhum outro nome há, dado entre os homens, pelo qual devamos ser salvos" (Atos 4.12).

Fonte: elnet.com br
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28 de out de 2011

Universidade católica é anfitriã de simpósio de defesa ao direito à "homoafetividade"

Universidade católica é anfitriã de simpósio de defesa ao direito à “homoafetividade”
Matthew Cullinan Hoffman

27 de outubro de 2011 (Notícias Pró-Família) — Uma universidade católica localizada no Brasil recentemente foi anfitriã de um simpósio sobre “direito homoafetivo” que deu aos promotores da agenda homossexual uma plataforma para promover sua ideologia.O simpósio provocou indignação entre católicos fiéis, que protestaram contra o evento numa carta assinada que foi entregue pessoalmente horas antes do evento para o superior eclesiástico local, o arcebispo Fernando Saburido, que teria respondido que era tarde demais para cancelá-lo.De acordo com o site gayzista MixBrasil, o simpósio incluiu como palestrantes o Pe. Luís Correa Lima, fundador do grupo “Diversidade Católica”, que publicamente busca normalizar e legitimar o estilo de vida homossexual e a “identidade gay”. Um dos mais importantes palestrantes foi Jean Wyllys, deputado federal e radical militante gay.Outros palestrantes incluíram o Dr. Clicerio Bezerra, o juiz que realizou o primeiro “casamento” homossexual no estado de Pernambuco, Manoela Alves e Rhemo Guedes, presidente e advogado, respectivamente, do “Movimento Gay Leões do Norte” e várias autoridades públicas envolvidas na implementação de políticas governamentais gayzistas.Os debates de mesa incluíram “Vulnerabilidade Social LGBT em foco e Criminalização da Homofobia”, “A Laicidade do Estado e o Direito à Livre Orientação afetivo-sexual”, “Políticas públicas e o enfrentamento da homofobia” e “O reconhecimento da união homoafetiva como entidade familiar no Direito brasileiro”.O evento ocorreu na Arquidiocese de Olinda e Recife, que outrora ficou famosa pela liderança pró-vida do Arcebispo José Cardoso Sobrinho, que foi aposentado em 2009.Os leigos católicos da arquidiocese teriam entregado pessoalmente uma carta ao novo arcebispo, Fernando Saburido, suplicando “que a universidade católica impedisse a realização de tal simpósio, pois fere e ataca nossa fé e desobedece às ordens de Jesus Cristo na pessoa de São Paulo, do próprio Papa Bento 16… suplicamos-lhe que não permita essa blasfêmia numa instituição católica!”De acordo com Jorge Ferraz do blog Deus Lo Vult e residente da mesma arquidiocese, o arcebispo “recebeu atenciosamente a comitiva; mas deu a entender que, a esta altura (o simpósio se iniciaria à tarde), nada podia fazer para impedir o evento”.Informações de contato:Arcebispo Fernando SaburidoRua Bispo Coutinho, s/n – Alto da Sé53120-130 Olinda – PETel.: (55) (81) 3493-1201E-mail: aor@hotlink.com.br

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CÂMARA DE VEREADORES DE SÃO JOSÉ DOS CAMPOS IMPÕE MULTA PARA QUEM INDUZIR CRIANÇAS AO HOMOSSEXUALISMO

Câmara de vereadores de São José dos Campos impõe multa para quem induzir crianças ao homossexualismo
Matthew Cullinan Hoffman
SÃO JOSÉ DOS CAMPOS, Brasil, 15 de agosto de 2011 (Notícias Pró-Família) — A câmara de vereadores de São José dos Campos no Estado de São Paulo, Brasil, aprovou uma lei municipal que impõe uma multa de 1.000 reais em qualquer pessoa que distribua qualquer tipo de material que possa induzir crianças a se tornarem homossexuais, de acordo com fontes dos meios de comunicação do Brasil.
O objetivo da lei é impedir o governo federal de reintroduzir um polêmico programa “anti-homofobia” do qual o governo de Dilma Rousseff havia recuado em maio, depois de protestos contra seu conteúdo sexualmente explícito por parte de evangélicos e católicos no Congresso Nacional.
O programa, chamado “Escola Sem Homofobia”, está no momento sob revisão e expectação de ser reintroduzido logo. Embora a presidenta Dilma tivesse expressado sua intenção de remover os vídeos censuráveis que buscavam justificar o estilo de vida homossexual de um modo explícito, os oponentes do programa permanecem em atitude de dúvida.
José Luis Nunes, coordenador regional da Campanha Nacional da Fraternidade da Igreja Católica, expressou seu apoio à lei, dizendo ao site noticioso UOL que “O MEC não deve impor esse tipo de situação às pessoas”.
“O assunto não foi resolvido nem internamente [no MEC]. Esse material, pela minha avaliação, é totalmente prejudicial e inoportuno para a sociedade”, acrescentou ele.
Os defensores da educação sexual gayzista afirmaram que o projeto de lei, que agora passa para o prefeito da cidade para sua aprovação, é “homofóbico” e “inconstitucional”.
Fonte: http://noticiasprofamilia.blogspot.com
Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesitenews.com/news/brazilian-city-council-imposes-fine-for-inducing-children-into-homosexualit
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26 de out de 2011

Triunfo estatal contra a família: Congresso Nacional reforça proibição à educação escolar em casa

Triunfo estatal contra a família: Congresso Nacional reforça proibição à educação escolar em casa

A Comissão de Educação e Cultura da Câmara dos Deputados rejeitou unanimemente (19 de outubro) um projeto de lei que teria autorizado, sob supervisão estatal, os pais a dar aos filhos educação escolar em casa. O projeto de lei de educação em casa havia sido introduzido em 2008 pelo deputado federal evangélico Henrique Afonso e pelo deputado federal católico Miguel Martini.
Em sua rejeição, a comissão expressou seu parecer de que a educação em casa “desrespeita a Constituição, o Código Penal, o Estatuto da Criança e do Adolescente e a Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB)”.
No entanto, a educação em casa não era, no passado, uma experiência estranha no Brasil. As constituições do Brasil protegiam e respeitavam o papel prioritário dos pais na educação dos filhos, sem tirar-lhes o direito de escolher onde e como educar.
A Constituição de 1937 dizia:
Art. 125. A educação integral da prole é o primeiro dever e o direito natural dos pais. O Estado não será estranho a esse dever, colaborando, de maneira principal ou subsidiária, para facilitar a sua execução ou suprir as deficiências e lacunas da educação particular.
Essa constituição reconhecia que a função do Estado como colaborador dos pais em suas escolhas educacionais para os filhos, em vez de tentar substituí-los ou usurpar seu direito de escolher.
A Constituição de 1946 dizia:
Art. 166. A educação é direito de todos e será dada no lar e na escola. Deve inspirar-se nos princípios de liberdade e nos ideais de solidariedade humana.
O Dr. Rodrigo Pedroso, especialista em direito, comenta: “Isso prova que o art. 166 da Constituição da época era interpretado como permitindo a educação tanto na escola como exclusivamente no lar. Portanto, a educação no lar (termo mais apropriado do que o anglicismo homeschooling) é, a rigor, uma tradição jurídica brasileira que, sabe-se lá por qual razão, foi abandonada sem que se soasse uma única voz de protesto na Assembleia Nacional Constituinte de 1987”.
A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, em seu artigo 30 de 20 de dezembro de 1961, dizia:
Não poderá exercer função pública, nem ocupar emprego em sociedade de economia mista ou empresa concessionária de serviço público o pai de família ou responsável por criança em idade escolar sem fazer prova de matrícula desta, em estabelecimento de ensino, ou de que lhe está sendo ministrada educação no lar.
Contudo, autoridades governamentais socialistas conseguiram revogar este artigo na década de 1990.
A Constituição de 1967 dizia:
Art. 168. A educação é direito de todos e será dada no lar e na escola; assegurada a igualdade de oportunidade, deve inspirar-se no princípio da unidade nacional e nos ideais de liberdade e de solidariedade humana.
Então, é bem evidente que as constituições antes da Constituição de 1988 garantiam liberdade para os pais escolherem a educação no lar ou na escola. A Constituição de 1988 veio, pelo que apregoavam, como um documento melhor, mais democrático e mais participativo, porém só muito depois é que se despertou para o fato de que essa constituição moderna, elaborada com a ajuda de muitos parlamentares esquerdistas, em vez de ampliar os direitos dos pais conseguiu silenciosamente apagar a opção da educação em casa. O direito e liberdade dos pais foram usurpados por um suposto “direito” e “dever” do Estado. O Estado literalmente engoliu os direitos das famílias.
Outra séria ameaça aos direitos das famílias na educação de seus filhos tem sido o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), que é um produto direto da Convenção da ONU sobre os Direitos das Crianças. O ECA impõe muitas interferências estatais nas famílias brasileiras e seus filhos, principalmente nas questões de educação e saúde. O ECA tem sido usado pelos Conselhos Tutelares para colocar em execução a proibição estatal à educação escolar em casa, perturbar famílias e seus filhos e colocá-los sob dificuldades legais.
Embora a educação escolar em casa seja comum em muitos países desenvolvidos e esteja associada a níveis mais elevados de desempenho acadêmico, o governo cada vez mais socialista e intrusivo do Brasil não tem somente abolido sua tradição constitucional de educação em casa, mas também tem repelido vários projetos de lei de educação em casa no Congresso Nacional desde a década de 1990.
O controle sobre indivíduos requerer que a qualidade e a liberdade sejam descartadas e sacrificadas em troca da doutrinação compulsória. Para um Estado sob possessão socialista, não importa que os alunos de escolas não estejam aprendendo a ler e escrever satisfatoriamente. O que importa é distanciar as crianças da esfera dos pais, sua autoridade e seus valores a fim de doutriná-las diretamente nos interesses estatais.
Essa doutrinação é realidade comprovada em todo o Brasil. Em matéria longa sobre as escolas brasileiras, a revista Veja de 20/08/2008 fez as seguintes constatações:
* Uma tendência prevalente entre os professores brasileiros de esquerdizar a cabeça das crianças.
* A doutrinação esquerdista é predominante em todo o sistema escolar privado e particular. É algo que os professores levam mais a sério do que o ensino das matérias em classe, conforme revela a pesquisa CNT/Sensus encomendada por VEJA.
* É embaraçoso que o marxismo-leninismo sobreviva apenas em Cuba, na Coréia do Norte e nas salas de aula de escolas brasileiras.
* A pesquisa CNT/Sensus ouviu 3 000 pessoas de 24 estados brasileiros, entre pais, alunos e professores de escolas públicas e particulares. Sua conclusão nesse particular é espantosa. Os pais (61%) sabem que os professores fazem discursos politicamente engajados em sala de aula e acham isso normal. Os professores, em maior proporção, reconhecem que doutrinam mesmo as crianças e acham que isso é sua missão principal — algo muito mais vital do que ensinar a interpretar um texto ou ser um bamba em matemática. Para 78% dos professores, o discurso engajado faz sentido, uma vez que atribuem à escola, antes de tudo, a função de "formar cidadãos" — à frente de "ensinar a matéria".
* Muitos professores brasileiros se encantam com personagens que em classe mereceriam um tratamento mais crítico, como o guerrilheiro argentino Che Guevara, que na pesquisa aparece com 86% de citações positivas, 14% de neutras e zero, nenhum ponto negativo.
Essa realidade das escolas do Brasil está em perfeita sintonia com as políticas do governo, cuja preocupação não é a qualidade nem a liberdade, mas exclusivamente o controle estatal sobre as crianças. Essa realidade faz com que o Brasil se pareça mais com a China comunista, onde crianças de 4 anos são obrigadas a ir para a escola apenas para receber doutrinação estatal. Aliás, de acordo com a Folha de S. Paulo, o Brasil e a China anunciaram a “criação de um plano quinquenal de metas, aos moldes dos adotados pelo regime comunista chinês, para criar uma pauta comum na área da educação”.
A educação escolar em casa é ilegal, de acordo com a mais recente Constituição do Brasil e de acordo com a versão legal brasileira da Convenção da ONU sobre os Direitos das Crianças, mas não é ilegal emendar a Constituição para propósitos estatais menos honráveis. Em seus últimos dias, o governo socialista de Lula pôde mudar a Constituição para dar às crianças de 4 anos o “direito de frequentar a escola”, o que na China e no Brasil significa forçar os pais a entregar seus filhos de 4 anos de idade ao Estado para “receberem educação”.
As poucas famílias que educam em casa no Brasil e que estão em batalhas legais públicas têm sido postas sob monitoração educacional e testes rigorosos feitos especialmente para fazer com que seus filhos fracassem. Mesmo assim, eles têm alcançado, de forma incrível, notas altas. É de se pensar o que as crianças de instituições escolares fariam se fossem submetidas a tal severidade. Mas essa vergonha lhes é poupada; elas recebem graciosamente testes feitos especialmente para fazer com que qualquer estudante tenha êxito fácil. Mas mesmo com tal condescendência estatal, lhes é difícil agarrar o sucesso.
Em testes internacionais, os estudantes brasileiros produzem notas extremamente baixas.
O Programa de Avaliação Internacional de Estudantes (conhecido pela sigla em inglês PISA), que compara o desempenho de estudantes em 57 países, deu ao Brasil notas bem abaixo da média em matemática, leitura e ciência.
No próprio Brasil, mais de 50% dos estudantes do terceiro ano do ensino fundamental não conseguem ler o mínimo que se exige de matemática.
O projeto de educação em casa que foi derrotado poderia ter sido uma alternativa para o caos educacional no Brasil. Em 2005, ajudei o Dr. Paulo Fernando de Mello, assessor legislativo, a elaborar esse projeto de lei federal de educação em casa. Naquela época, pude introduzir no projeto as recomendações fundamentais que o Dr. Brian Ray, diretor do NHERI, havia me enviado. Mas sempre temi que se aprovado, o governo socialista do Brasil imporia tanta austeridade, monitoração e intrusão que a lei de educação em casa acabaria transformando a educação em casa numa educação estatal em casa!
Por isso, se aprovado, nós pais teríamos muito pouco para celebrar. Se rejeitado, ficaríamos “livres” para permanecer educadores domésticos ilegais, proscritos e nas catacumbas!
Agora, temos apenas duas escolhas: dar educação escolar em casa ilegalmente e sofrer a imensa e violenta intervenção estatal em nossa escolha natural de pais, ou deixar que nossos filhos sofram violência social, moral, psicológica e espiritual nas “cadeias” educacionais públicas.
Violência física e moral e analfabetismo funcional são desenfreados na educação estatal no Brasil. Se a educação escolar em casa fosse comum no Brasil e produzisse os mesmos resultados que a educação controlada pelo Estado tem produzido há anos, mereceria uma proibição completa e ações legais e punição para os culpados.
As escolas públicas fazem as crianças abandonarem seu potencial intelectual. Mesmo assim, se uma família educa seus filhos em casa, as autoridades do governo têm uma acusação legal preparada: abandono intelectual. Legalmente no Brasil, abandono intelectual não é impedir as crianças de receber educação, mas impedi-las de frequentar instituições escolares.
Os testes internacionais provam frequentemente o fracasso das escolas públicas do Brasil, mas o governo não tem a coragem de acusá-las de “abandono intelectual”, sob o risco de condenar a si mesmo.
Se forçar a presença de uma criança numa escola pública pudesse torná-la educada, forçá-la a permanecer numa garagem a transformaria num carro!
Nas escolas públicas do Brasil, as crianças podem ser tudo o que o Estado decidir, não o que seus pais querem. Por isso, para o benefício exclusivo dos interesses estatais, a proibição à educação escolar em casa no Brasil foi agora unanimemente reforçada pelo Congresso Nacional.
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Cristão é rebaixado no emprego e sofre diminuição de salário só por comentar brandamente contra “casamento” gay nas igrejas

Cristão é rebaixado no emprego e sofre diminuição de salário só por comentar brandamente contra “casamento” gay nas igrejas

MANCHESTER, Inglaterra, 24 de outubro de 2011 (Notícias Pró-Família) — Um cristão administrador de propriedades na Inglaterra foi rebaixado em seu emprego, sofreu um corte de 22 mil dólares anuais em seu salário e quase foi despedido por fazer um comentário no Facebook de que as igrejas cristãs não deveriam ser forçadas a participar de cerimônias de união de mesmo sexo.
Adrian Smith, de 54 anos, foi declarado, por um consórcio de moradia financiado por impostos, como culpado de “má conduta grave” depois que ele disse, numa linha de comentário no Facebook, que permitir cerimônias de mesmo sexo nas igrejas é “levar a igualdade longe demais”.
Escrevendo em sua própria página de Facebook, que não estava acessível a ninguém mais do que seus amigos de Facebook, Smith havia dado uma resposta a uma notícia da BBC sobre uma nova lei polêmica que permitiria que as igrejas conduzissem cerimônias de mesmo sexo. Indagado se o comentário dele significava que ele não aprovava a lei que havia sido proposta, Smith respondeu: “Não, não realmente. Não compreendo o motivo por que as pessoas que não têm fé e não creem em Cristo quereriam se casar na igreja. A Bíblia é bastante específica que o casamento é para homens e mulheres. Se o Estado quer oferecer casamentos civis para os homossexuais, então cabe ao Estado; mas o Estado não deveria impor suas normas em lugares de fé e consciência”.
O consórcio telefonou para a casa de Smith e o chamou para uma reunião disciplinar depois que outro membro do consórcio se queixou. O Consórcio de Moradia de Trafford (CMT), que administra as casas em Sale, na Grande Manchester, removeu Smith de sua posição administrativa que lhe dava um salário de 56 mil dólares por ano, reempregando-o como um “conselheiro” com um salário de 33.500 dólares.
Com a assistência legal do Instituto Cristão, Smith está processando, dizendo que o consórcio quebrou seu contrato ao violar seus direitos de livre expressão e liberdade religiosa.
O sindicato fez uma declaração para a BBC, dizendo que seu código de conduta atualizado “claramente delimitava como os funcionários podem utilizar os sites de relacionamento social como o Facebook”.
“Uns três meses depois que esse novo código foi publicado, o sr. Smith, sem nossa autoridade ou conhecimento e numa página de Facebook que o identificava como administrador no Consórcio de Moradia Trafford, fez comentários que se verificou, por uma investigação disciplinar total em que ele tinha representação do sindicato, que ele quebrou o código de conduta da empresa e outras políticas. “O sr. Smith foi disciplinado por quebra das normas da empresa. O consórcio não fez comentário algum acerca de quaisquer convicções pessoais que ele tem”.
Tom Ellis, advogado de Smith que trabalha no escritório de advocacia Aughton Ainsworth com sede em Manchester, disse que Smith ficou “chocado e angustiado” com o incidente.
“Como cristão, Adrian crê nos valores da justiça, cortesia e respeito pela opinião dos outros. Esses são os valores de uma sociedade madura e saudável. Certamente, isso deixa espaço para colegas debaterem e até discordarem sobre os assuntos da atualidade. Conversas como essa ocorrem em escritórios e fábricas de norte a sul do país todos os dias”.
O incidente vem despertando indignação entre alguns dos populares colunistas de jornal da Inglaterra, até mesmo colunistas da esquerda. Ally Fogg, colunista do jornal Guardian, comentou que Smith havia “expressado, de modo cortês, algumas opiniões relativamente suaves” sobre a questão. “Se o consórcio está preocupado com sua reputação de ser inclusivo e tolerante, não precisava ter agido de forma tão horrível”, escreveu Fogg.
Artigo relacionado:
http://jorgenilson.blogspot.com/2010/10/o-perigo-do-nosso-silencio.html
http://jorgenilson.blogspot.com/2010/08/como-lutar-contra-agenda-gay.html

25 de out de 2011

Exatamente, como foi, previsto há cerca de 66 anos... o que Hittler fez...

Exatamente, como foi, previsto há cerca de 66 anos...
o que Hittler fez...

Por favor, leia até o fim!

http://4.bp.blogspot.com/_4jCJsRzxVo0/SigsbUEcaxI/AAAAAAAACR8/IaEgz9d3qbY/s400/holocausto+1%2B%2B%2B.jpg

É uma questão de História lembrar que, quando o Supremo Comandante das Forças aliadas

(Estados Unidos, Grã-Bretanha, França, etc.),

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General Dwight D. Eisenhower encontrou as vítimas dos campos de concentração, ordenou que fosse feito o maior número possível de fotos, e fez com que os alemães das cidades vizinhas fossem guiados até aqueles campos e até mesmo enterrassem os mortos

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E o motivo, ele assim explanou:

'Que se tenha o máximo de documentação - façam filmes - gravem testemunhos - porque, em algum momento ao longo da história, algum idiota se vai erguer e dirá que isto nunca aconteceu'.

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Aquele que se esquece do Passado está fadado a Repeti-lo!

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'Tudo o que é necessário para o triunfo do mal, é que os homens de bem nada façam'. (Edmund Burke)

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Os “sem luz” querem que se repita essas cenas...

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Relembrando:

Ha poucos dias, o Reino Unido removeu o Holocausto dos seus currículos escolares porque "ofendia" a população muçulmana, que afirma que o Holocausto nunca aconteceu...

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Este é um presságio assustador sobre o medo que está a atingir o mundo, e o quão facilmente cada país se está a deixar levar.

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Estamos há mais de 66 anos do término da Segunda Guerra Mundial.

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Este email está a ser enviado como um alerta, em memória dos 6 milhões de judeus, 20 milhões de russos, 10 milhões de cristão, 1900 padres católicos e muitas Testemunhas de Jeová, resumindo;

(SERES HUMANOS)

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que foram assassinados, massacrados, violentados, queimados, mortos à fome e humilhados, enquanto Alemanha e Rússia olhavam em outras direcções.

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Agora, mais do que nunca, com o Irã, entre outros, sustentando que o 'Holocausto é um mito', torna-se imperativo fazer com que o mundo jamais esqueça.

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A intenção de enviar este email, é que ele seja lido por, pelo menos, 40 milhões de pessoas em todo o mundo.

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Seja voce também está ciente então ajude a enviar o email para todos que forem possíveis. Traduza-o para outras línguas se for o caso!

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Não o apague!

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Vai gastar apenas, um minuto do seu tempo a reencaminhá-lo.

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Talvez você possa estar pensando que são imagens forte demais para repassar aos seus amigos!

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Mas elas são reais e a verdade nunca deve ser escondida, e os inocentes... jamais esquecidos!

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Isso que está vendo foi apenas um pouco do que aconteceu.

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Vai querer arriscar que isso tudo se repita?

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Ainda não acabamos, tem mais de onde sairam essas...

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Pelos planos dos “sem luz”, mais dessas ocorrências deverão se efetuar no futuro.

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Seja sensato, divulgue a mensagem.

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Divulgação: www.jorgenilson.com

24 de out de 2011

A feminização da família


A feminização da família

Por: William O. Einwechter /Postado em:http://juliosevero.blogspot.com

O feminismo é um movimento radical. Como tal, ele atinge até as raízes do relacionamento entre homem e mulher, e busca alterar a estrutura social e institucional, que é percebida como conflitante com as ideias e objetivos do feminismo. Janet Richards declara que “O feminismo é em sua natureza radical... nós protestamos primeiramente contra as instituições sociais... se considerarmos o passado não há dúvida de que toda a estrutura social foi planejada para manter a mulher inteiramente sob a dominação do homem.”[1] Sendo uma ideologia radical, o objetivo do feminismo é a revolução. Gloria Steinem fala pelas feministas quando diz: “Pregamos uma revolução, não apenas uma reforma. É uma mudança mais profunda que qualquer outra.”[2] As feministas querem criar uma “nova sociedade” onde as condições restritivas sociais do passado sejam para sempre removidas.[3] Quão bem sucedidas as feministas foram em promover sua agenda de revolução social? Davidson diz: “Hoje, o feminismo é a ideologia de gênero da nossa sociedade. Desde as universidades até as escolas públicas, da mídia até as Forças Armadas, o feminismo decide as questões, determina os termos do debate, e intimida oponentes em potencial ao ponto de fazer com que todos fiquem em silêncio absoluto.”[4]

A instituição social que o feminismo tem mirado como uma das mais opressivas a mulher é a família tradicional. Por “família tradicional” queremos dizer a estrutura familiar desenvolvida na sociedade Ocidental, sob a influência direta do Cristianismo e a Bíblia. Na família tradicional, o homem é o cabeça do lar e o responsável por prover as coisas necessárias para o sustento da vida. A mulher é a “mantenedora do lar”, e sua principal responsabilidade é o cuidado com as crianças. A família tradicional assim definida é de acordo com o plano bíblico para o lar. As feministas odeiam a família que é padronizada de acordo com a Palavra de Deus porque é contrária a tudo que aceitam como verdade. Portanto, seu objetivo é a destruição total da família tradicional. A feminista Roxanne Deunbar disse claramente: “Em última análise, queremos destruir os três pilares da sociedade de classes e castas — a família, a propriedade privada, e o estado.”[5] As feministas buscam subverter a família tradicional, e no seu lugar almejam uma instituição social radicalmente diferente que seja moldada segundo o dogma feminista.

Quando consideramos a natureza radical do feminismo e da sua agenda para subverter a família que é estruturada segundo o modelo bíblico, seria sábio parar um pouco e refletir o quão bem sucedidas as feministas têm sido em remodelar a família de acordo com o seu próprio desígnio. O fato é que na sociedade ocidental o feminismo tem sido enormemente bem sucedido em destruir a família tradicional. A feminização da família já foi estabelecida! Por “feminização da família” queremos dizer o moldar da família de acordo com as crenças e objetivos do feminismo. Essa feminização ocorreu nos últimos trinta anos e com pouca oposição dos homens. Os homens sumiram amedrontados com as acusações feministas de sexismo, repressão, tirania e exploração, como um covarde fugiria diante de acusações de determinado inimigo em campo de batalha. Nada parece ter aterrorizado tanto os homens do que penetrantes e irados olhares e palavras das militantes feministas.

Agora, quando dizemos que a feminização da família já foi estabelecida, não queremos dizer que as feministas alcançaram totalmente seus objetivos em relação à família. Queremos dizer, no entanto, que uma revolução na vida da família por influência feminista e de acordo com a ideologia feminista já foi estabelecida na sociedade ocidental. Hoje, a instituição social da família está mais alinhada com a visão de Betty Friedan do que com os ensinamentos do apóstolo Paulo. Isso representa um triunfo (pelo menos parcial) da visão radical feminista de revolução social.

A feminização da família é observada em pelo menos seis áreas:

1. O casamento foi desestabilizado, e o divórcio está em crescimento.

A “demonização” feminista do casamento fez do divórcio algo “socialmente e psicologicamente aceitável, através da ideia de que é uma possível solução para uma instituição defeituosa e já em seu leito de morte.”[6] O ensinamento bíblico de que o casamento é uma instituição divina e pactual que une homem e mulher para o resto da vida através de um voto sagrado (Gen. 2:18-24; Mat. 19:3-9) foi repudiado pela sociedade moderna. O conceito bíblico foi substituído pela noção de que o casamento é uma mera instituição humana, e por isso imperfeita, e que o divórcio é uma forma aceitável de lidar com qualquer problema associado ao casamento.

2. A liderança masculina na família foi substituída por uma organização “igualitária” onde marido e esposa “compartilham” as responsabilidades da liderança na família.

A ideia bíblica de que o homem é o cabeça da família (1 Cor. 11:3-12; Ef. 5:22-23) e senhor do seu lar (1 Pe. 3:5-6) é considerada pelas feministas algo tirânico e bárbaro, um vestígio do homem primitivo e sua habilidade de dominar fisicamente sua parceira. Nos nossos dias, a esmagadora maioria de tanto de homens quanto mulheres zombam da noção de que a esposa deve se submeter à autoridade do marido.

3. O papel do homem como provedor foi rejeitado, e introduzido um novo modelo de responsabilidade econômica compartilhada.

A visão da nossa era é que a mulher não tem menor responsabilidade do que o homem no dever de prover as necessidades financeiras da família. As feministas creem que o ensinamento bíblico de que o homem é o provedor da família (1 Tim. 5:9) é parte de uma conspiração masculina para manter as mulheres sob seu domínio por meio de medidas que as tornem economicamente dependentes dos homens.

4. A mulher como uma dona do lar de tempo integral é zombada, e a mulher que trabalha fora buscando realização e independência é agora a norma cultural.

O mandamento bíblico para que a mulher seja “dona do lar” (Tito 2:4-5) ou é desconhecido ou ignorado. Pessoas com a mentalidade feminista consideram algo indigno que uma mulher fique em casa e limite suas atividades à esfera do lar e da família. Uma carreira profissional é considerada mais conveniente e significante para as esposas e mães de hoje.

5. A norma bíblica da mulher como cuidadora de suas crianças foi substituída pelo ideal feminista de uma mãe que trabalha fora e deixa seus filhos na creche para que ela possa cuidar de outros assuntos importantes.

A responsabilidade do papel da mãe é vista em termos muito diferentes do que no passado. O chamado bíblico para a mãe estar com suas crianças, amá-las, treiná-las, ensiná-las, e protegê-las (1 Tim. 2:15; 5:14) é rejeitado pela visão feminista de uma mulher que foi libertada de tais limitações sobre sua individualidade e realização própria.

6. A ideia de que uma família grande é uma “bênção” é rejeitada por uma noção de que uma família pequena de um ou dois filhos (e para alguns, nenhum filho) é muito melhor.

O conceito de “planejamento familiar” objetivando reduzir o número de crianças num lar é defendido por quase todos. O ensino bíblico de que uma família grande é sinal de bênçãos e da soberania de Deus (Salmo 127; 128) é ignorado por famílias modernas, até mesmo aquelas se proclamam como cristãs. A visão feminista que nós determinamos o número de crianças que nós teremos, e que nós somos soberanos sobre esse assunto é agora aceita sem questionamento. E é claro, essa suposta soberania humana sobre a vida e o nascimento leva à justificação do aborto, que é o maior controle de natalidade de todos.

Sim, a feminização da família foi estabelecida no Ocidente! O conceito cristão de família foi substituído pela ideia feminista de família: o divórcio fácil substituiu a visão pactual do casamento; o igualitarismo substituiu a liderança masculina; o homem e a mulher como provedores em parceria substituiu o homem como provedor; a esposa e mãe que trabalha fora do lar substituiu a mulher como dona do lar; a mãe como uma empregada profissional substituiu a mãe como cuidadora de suas crianças; “planejamento familiar” e “controle de natalidade” substituíram a grande família.

Dois fatores contribuíram significantemente para o sucesso do feminismo na subversão da estrutura e prática familiar que é baseada na Bíblia.

O primeiro fator é a covardia dos homens; sim, até mesmo homens cristãos. Até certo ponto é compreensível (mesmo assim vergonhoso) que homens não-cristãos se acovardassem diante das feministas e seus ataques contra eles e a família tradicional. Mas que homens cristãos, que têm a Palavra de Deus, igualmente tenham se rendido é realmente lamentável. Deus chamou o homens para defenderam a Sua verdade no mundo e viverem Seus preceitos. Mas uma olhada no lar evangélico cristão comum revelará que até mesmos eles foram em grande parte feminizados. Feministas radicais e anticristãs transformaram nossos lares, e os homens cristãos quase não fizeram objeção a isso, nem disputaram por esse santo território, que é o padrão familiar bíblico. Além disso, maridos e pais cristãos também demonstraram covardia ao serem incapazes de liderar e assumir a responsabilidade que Deus entregou a eles. Eles estiveram mais que dispostos a abrir mão da carga total de liderança e provisão para suas famílias; eles estiveram mais que alegres de compartilhar (ou despejar) essas cargas com (ou sobre) suas esposas. A família foi feminizada porque homens cristãos abandonaram seus postos.

O segundo fator é o silêncio e a passividade da igreja. A feminização da família ocorreu em boa parte porque a igreja na maior parte do tempo esteve em silêncio sobre a questão. A igreja não resistiu os ataques feministas com a espada da Palavra de Deus. Ao invés disso, e vergonhosamente, a igreja abandonou seu posto diante da investida feminista, e na verdade até absorveu várias ideias feministas. A igreja vem sendo cúmplice ao ensinar coisas como um casamento igualitário, “planejamento familiar”, e por apoiar a ideia de mulheres profissionais e mães trabalhando fora. Muito da culpa deve ser depositada aos pés de pastores e anciãos que ou foram enganados ou se acovardaram de pregar ou se posicionar pela verdade concernente à família como Deus a revelou na Sua Santa Palavra. Feministas tem sido bem sucedidas em alterar a família porque a igreja falhou em viver e ensinar a doutrina bíblica positiva sobre a família e não expôs, denunciou, e respondeu as mentiras das feministas.

Qual deve ser a nossa resposta como cristãos diante da feminização da família? Nossa resposta começa com o reconhecimento de que isso aconteceu. Negar o fato não nos fará bem algum. Então, devemos assumir a tarefa de “desfeminização” da família e da “recristianização” da família. Essa tarefa é o dever de cada família cristã individualmente; mas é principalmente o dever de maridos e pais cristãos que foram escolhidos por Deus como líderes de seu lar. Homens devem liderar através de preceitos e exemplos na erradicação de todos os aspectos da influência feminista da vida e estrutura de suas famílias, e a restaurar segundo o padrão bíblico. Homens devem ser homens e tomar sobre si a carga total da responsabilidade confiada a eles por Deus. Homens devem parar de se intimidar com a retórica feminista e devem promover a ordem de Deus em suas famílias sem receio.

A tarefa de reconstrução da família de acordo com a Palavra de Deus também faz necessário que a igreja ensine fielmente o que a Bíblia diz sobre a família, e em muitos casos, a alterarem a estrutura de suas igrejas e ministérios (que também foram feminizados) para fortalecerem a família em vez de miná-la. Faz-se necessário que pastores e anciãos respeitam a instituição pactual da família, e parem de entregar o senhorio de suas famílias, e parem de perseguir aqueles homens que buscam uma “desfeminização” das suas próprias famílias. Faz-se necessário que pastores e anciãos sejam um exemplo para o rebanho na “desfeminização” das suas próprias famílias. E faz-se necessário que professores e pregadores com a coragem e a convicção de João Knox e João Calvino exponham as mentiras venenosas do dogma feminista e declararem e defendam o padrão bíblico para a família desde o púlpito.

1. Citado por Michael Levin em Feminism and Freedom (Feminismo e Liberdade) (New Brunswick, 1988), p. 19.

2. Idem.

3. Idem.

4. Nicholas Davidson, “Prefácio,” em Gender Sanity (Sanidade de Gênero), ed. Nicholas Davidson (New York, 1989), p. vi.

5. Citado por Rita Kramer em “The Establishment of Feminism,” (Estabelecendo o Feminismo) Gender Sanity (Sanidade de Gênero), p. 12 (ênfase acrescentada).

6. Levin, Feminism and Freedom (Feminismo e Liberdade), p. 277.
Divulgação: www.jorgenilson.com