Seguidores

22 de mar de 2014

Marco civil da internet - Alerta de um jornalista - O futuro da web no Brasil


Marco civil da internet - Alerta de um jornalista - O futuro da web no Brasil




Fonte: João Revolta

Divulgação: www.jorgenilson.com

Artistas e jornalistas se revoltam e manifestam repúdio à censura do governo PT

Artistas e jornalistas se revoltam e manifestam repúdio à censura do governo PT




Fonte: politicanarede
Divulgação:www.jorgenilson.com

19 de mar de 2014

Ministério da Educação proíbe comemoração do dia dos pais e das mães nas escolas públicas em todo país


Ministério da Educação proíbe comemoração do dia dos pais e das mães nas escolas públicas em todo país


"escolas que comemorarem o dia dos pais ficarão sem livros didáticos"
O Ministério da Educação - MEC, publicou uma portaria proibindo a comemoração do dia dos pais, das mães, dos avós, festa da família etc. atendendo a pressão dos ativistas gays. Segundo essa portaria isso é necessário para não causar constrangimento nas crianças que tem dois "pais e duas mães", e ainda diz que as escolas serão penalizadas se obedecerem a tal portaria. 

A ideia das comemorações do dia dos pais e mães, foram para fortalecer os laços familiares e o respeito por aqueles que nos deram a vida. Estes dias comemorativos foram criados por cristãos norte-americanos. Nós sabemos que a intenção dos ativistas gays e de muitos parlamentares socialista e comunista (leia-se PT,  Psol, PCB, PC do B e similares) é destruir a família tradicional criada por Deus e utilizar todos os meios para fragilizar esta instituição divina.

Países como Itália, Espanha, Portugal, Reino Unido, Argentina, Grécia, Canadá, Paraguai, Peru, Austrália, África do Sul, Rússia, Alemanha e todos os países cristãos comemoram estes dias. Por que o Brasil deve se curvar a mais esta imposição do ativismo gay?

Onde estão os líderes cristãos, sejam evangélicos ou católicos para protestarem e se manisfestarem sobre mais esse absurdo contra a família? Onde estão os parlamentares evangélicos que não se manisfestam contra essa DITADURA GAY E dos PETRALHAS?

Consta no Art. 11 inciso V o seguinte:

V – Acompanhamento familiar: devem ser empreendidos esforços, junto às Unidades de Acolhimento, para a promoção dos vínculos significativos, salvo restrições judiciais. A família, ou outras pessoas de referência da criança e do adolescente, devem ser convidadas para as atividades realizadas na escola como forma de fortalecimento dos vínculos. Em caso de ausência ou omissão desses, a Unidade Escolar deve ter o cuidado de não realizar atividades que possam constranger o estudante, tais como dia das mães, dia dos pais, dia dos avós, festa da família etc. Do contrário, deverá promover ações que desenvolvam a autoestima e o 
sentimento de pertencimento à comunidade escolar. 

Para quem ainda não acredita que o PT só pensa nos gays e na destruição das famílias aqui está o link, na página 3: file:///C:/Users/pessoal/Downloads/PORTARIA_46_seedf_crianca_institucionalizada.pdf

Divulgação: www.jorgenilson.com

Jornalista Políbio Braga fala do perigo do Marco Civil da Internet e do medo do PT sobre as redes sociais


Jornalista Políbio Braga fala do perigo do Marco Civil da Internet e do medo do PT sobre as redes sociais




Divulgaçâo: www.jorgenilson.com

PT já prepara seu retiro espiritual para treinar as milícias que vão patrulhar a Internet. E o rapaz do “Dilma Bolada”




Entre os dias 18 e 20 de abril, informa a Folha, o PT vai fazer o seu próprio “campus party”. Vai reunir a sua turma numa espécie de retiro espiritual, em São José dos Campos, para treinar a tigrada para a campanha eleitoral na Internet. Uma das estrelas do evento é, adivinhem quem…, Franklin Martins! Imaginem se vai sair coisa boa de lá. Franklin é o grande organizador da rede de blogs e sites financiados por dinheiro público — aqueles que chamam a si mesmos, cheios de razão e orgulho, de “blogs sujos”.
O vice-presidente do PT nacional, Alberto Cantalice, expõe a boa intenção: “Queremos combater as mentiras”. Que se entenda: para o petismo, mentiras são as notícias de que eles não gostam e as opiniões das quais discordam. Na ponta oposta, as notícias de que eles gostam e as opiniões com as quais concordam compõem, obviamente, a verdade.
Hoje, com a rede suja, a militância a soldo e os inocentes úteis, já é muito difícil participar de algum debate na rede sem que apareça “um deles” para torrar a sua paciência. Imaginem quando eles estiverem atuando como grupo organizado, com pelo menos três pessoas, obedecendo a um comando. Isso, pra mim, lembra o Artigo 288 do Código Penal, entendem?
Ah, sim: o PT convidou aquele rapaz que criou o perfil “Dilma Bolada” no Twitter. Ele topa participar, mas cobra R$ 20 mil: “Eu é que não foi sair da minha casa, viajar e falar para centenas de pessoas de graça”. É isso aí, Jefferson! Essas coisas de marquetagem rendem fortunas. Chegou a hora de colher os louros. Você também tem o direito de compensar o ridículo com uma mudança objetiva na qualidade de vida.

Por Reinaldo Azevedo

Fonte: Veja

Divulgação: www.jorgenilson.com

17 de mar de 2014

Piriguetes, piriboys e os exibicionistas de nossas igrejas!

Piriguetes, piriboys e os exibicionistas de nossas igrejas! 

Avatar de Silvio Costa

 Por 



Quem vive segundo a carne tem a mente voltada para o que a carne deseja; mas quem, de acordo com o Espírito, tem a mente voltada para o que o Espírito deseja. Romanos 8:5


Em artigo recente, construi uma argumentação sobre o mundanismo, intitulado: “Crentes com roupa decente e vida indecente”. Desenvolvi naquele conjunto textual uma primeira reflexão que tratou da interiorização das impurezas mundanas impregnadas em nossa natureza corrompida e, por conseguinte influenciável aos modos comportamentais. Ressaltei que há raízes do conseqüente mal moral em nosso eu interior, que há uma luta titânica do espírito contra a carne. Neste artigo quero abordar outro prisma do mundanismo – o mais tradicional dos pontos de vista ligados ao conceito; ou seja, comportamentos notadamente mundanos – deste modo também exteriorizei a questão e detive-me a observar o costume de vestir-se e de agir de alguns crentes frequentadores de nossas igrejas que estão encrustados no mundanismo com suas almas e na exibição de seus corpos.
Mas você, apresentando-se declaradamente como prostituta, recusa-se a corar de vergonha. Jeremias 3:3
Para o incômodo de uns e deleite de outros, dentro de nossas igrejas vez por outra, atravessa bem em frente aos nossos olhos um desfile de modas sem passarelas armadas; percebe-se um piriguetismo infiltrado e muito exibido por meio de corpos delineados por calças ou vestidos apertados, blusas muito decotadas, saias curtíssimas e maquiagem carregada de exageros e desarmonias na aplicação (os entendidos no assunto dizem que há variantes do piriguetismo, a ponto de ter estilos diferentes – cada uma). Nesse conjunto de inconveniências para o ambiente de uma igreja há também uma parcela da ala masculina, meio “piriboy” com corpo malhado ou marombado (nada contra aos que buscam condicionamento mais saudável), que com sua característica e peculiar camisa baby look e calça justa põem-se a exibir os músculos no que sugere pensarmos que é uma incitação aos desejos femininos. Será que na consciência dessa gente não há segundas intenções para justificar tal apelação? Mesmo que tenham coragem para admitir que se exibem para provocar mesmo o sexo oposto, essa manifesta sinceridade já seria um escrachado e inadmissível hedonismo à qualquer cidadão de bem. Não posso dizer que são culpados, mas é difícil aceitar que são inocentes ao se comportarem de forma tão provocativa e sugestiva à lascívia.
Eu a entreguei à vontade das suas inimigas, as filhas dos filisteus, que ficaram chocadas com a sua conduta lasciva. Ezequiel 16:27
Permita-me considerar que ninguém deve ser relapso com a aparência, asseio e apresentação pessoal só por conta de sua profissão de fé cristã, uma vez que a Bíblia não estabelece estilo, indumentária ou vestimenta padrão para os crentes. O que as Escrituras acentuam no modo de vida e trajes dos santos são decência, modéstia e honradez (1 Pe 3:1-7). O problema é que tem faltado pudor, temor e decoro no modo de trajar-se de muitos que vão a igreja.É muito estranho quando jovens usam vestuário e se comportam como anciãos e adultos se produzem como se fossem adolescentes. É óbvio que qualquer pessoa é livre para compor-se como quiser, mas será que para um cristão que tem as instruções da Palavra de Deus como regras de fé prática, mostrar-se indecoroso, extravagante e provocativo por conta de sua preferência pelas peças de roupas que têm no guarda-roupa de casa, seria correto?
Pelo contrário, esteja no ser interior, que não perece, beleza demonstrada num espírito dócil e tranqüilo, o que é de grande valor para Deus. Pois era assim que também costumavam adornar-se as santas mulheres do passado, que colocavam a sua esperança em Deus. Elas se sujeitavam a seus maridos (1 Pedro 3:4-5)

Outro problema também de ordem mundana para muitas pessoas que “fazem parte” de igrejas locais e que vai para além de vestimentas é um tipo de coisificação e animalização do sexo oposto.Se o rapaz é bonito e de porte físico avantajado é chamado pelas moças de “bofe”, “colírio” e “pão”; se a donzela é atraente e com corpo em delineamento escultural é tratada como “filé”, “corpo de violão” e “vitaminada”. O pior é que há também aqueles que bestificam o oposto sexual, com considerações mundanas e desviadas de qualquer ramificação cristã; do tipo: “cavala”, “potranca”, “galinha”; ou moçoilas que no saltitar de seus hormônios tratam os homens em seus “papos de mulher” como seres animalescos e truculentos. Talvez você esteja estarrecido com o que acabou de ler; mas, seja sincero consigo mesmo; isso – vestes indecentes, olhares incandescentes e propostas descrentes – não são notadas cercando alguns que vão ao templo onde você congrega? Claro que sim! Querido, alguém precisa começar a falar sobre essas coisas, pois o mundo estará dentro da igreja quando estiver dentro das pessoas – e estão no coração e vida de muita gente; porquanto, proclame essa mensagem também em sua igreja!
Comportemo-nos com decência, como quem age à luz do dia, não em orgias e bebedeiras, não em imoralidade sexual e depravação, não em desavença e inveja. Romanos 13:13
Será que estou errado em considerar que ir a igreja é apresentar-se a Deus com espírito reverente, alma ofertante e bom senso, este último demonstrado na conduta e nas roupas que encobrem nosso corpo a ponto de não permitir que ninguém fomente suspeita, componha observações inconvenientes e faça comentários inadequados a nosso respeito pela forma como nos vestimos e agimos? É claro que não é a roupa que leva qualquer um a ser salvo ou a ser condenado. Mas, vestir como ímpio que não conhece o poder transformador do Evangelho é estar inadequado com o meio em que se está inserido; afinal é um local consagrado; é a casa de Deus, um lugar de adoração que só pelo que representa já merece toda a nossa discrição e deferência (Ec 5:1-2). Pois que deixemos o exibicionismo aos frequentadores das praias, os decotes provocantes as boates e os olhares de flerte aos que não temem a Deus e não se respeitam a si mesmos, a seus namorados, noivos e cônjuges. Que Deus nos guarde do mundanismo sem vergonha, do piriguetismo e periboysmo que tentam repugnar e inutilizar os bons costumes que seguem as doutrinas da fé e do comportamento cristão.
"As opiniões ditas pelos colunistas são de inteira e única responsabilidade dos mesmos, as mesmas não representam a opinião do Gospel+ e demais colaboradores."

Fonte: Gospel+

Divulgação: www.jorgenilson.com

15 de mar de 2014

O perigo do “gênero” em educação


(Plano Nacional de Educação deseja incluir a ideologia de gênero)

A ideologia de “gênero” prega, em matéria sexual, a “liberdade” e a “igualdade”. A “liberdade”, porém, é entendida como o direito de praticar os atos mais abomináveis. E a “igualdade” é vista como a massificação do ser humano, de modo a nivelar todas as diferenças naturais que existem entre o homem e a mulher.
A origem da ideologia de gênero é marxista. Para Marx, o motor da história é a luta de classes. E a primeira luta ocorre no seio da família. Em seu livro A origem da família, da propriedade privada e do Estado (1884), Engels escreveu:
Em um velho manuscrito não publicado, escrito por Marx e por mim em 1846, encontro as palavras: ‘A primeira divisão de trabalho é aquela entre homem e mulher para a propagação dos filhos’. E hoje posso acrescentar: A primeira oposição de classe que aparece na história coincide com o desenvolvimento do antagonismo entre homem e mulher unidos em matrimônio monogâmico, e a primeira opressão de classe coincide com a do sexo feminino pelo sexo masculino[1].
Dentro da família, há uma segunda opressão – a dos filhos pelos pais – que Marx e Engels, no Manifesto Comunista (1848), pretendem abolir: “Censurai-nos por querer abolir a exploração das crianças por seus próprios pais? Confessamos esse crime”[2].
Fiel à sua raiz marxista, a ideologia de gênero pretende que, em educação, os pais não tenham nenhum controle sobre os filhos. Nas escolas, as crianças aprenderão que não há uma identidade masculina nem uma feminina, que homem e mulher não são complementares, que não há uma vocação própria para cada um dos sexos e, finalmente, que tudo é permitido em termos de prática sexual.
Note-se que a doutrina marxista não se contenta com melhorias para a classe proletária. Ela considera injusta a simples existência de classes. Após a revolução proletária não haverá mais o “proletário” nem o “burguês”. A felicidade virá em uma sociedade sem classes – o comunismo – onde tudo será de todos.
De modo análogo, a feminista radical Shulamith Firestone (1945-2012), em seu livro A dialética do sexo (1970), não se contenta em acabar com os privilégios dos homens em relação às mulheres, mas com a própria distinção entre os sexos. O fato de haver “homens” e “mulheres” é, por si só, inadmissível.
Como a meta da revolução socialista foi não somente a eliminação do privilégio da classe econômica, mas a eliminação da própria classe econômica, assim a meta da revolução feminista deve ser não apenas a eliminação do privilégiomasculino, mas a eliminação da própria distinção de sexo; as diferenças genitais entre seres humanos não importariam mais culturalmente[3].
Se os sexos estão destinados a desaparecer, deverão desaparecer também todas as proibições sexuais, como a do incesto e a da pedofilia. Diz Firestone:
O tabu do incesto é necessário agora apenas para preservar a família; então, se nós acabarmos com a família, na verdade acabaremos com as repressões que moldam a sexualidade em formas específicas[4].
Os tabus do sexo entre adulto/criança e do sexo homossexual desapareceriam, assim como as amizades não sexuais [...] Todos os relacionamentos estreitos incluiriam o físico[5].
Por motivos estratégicos, por enquanto os ideólogos de gênero não falam em defender o incesto e a pedofilia, que Firestone defende com tanta crueza. Concentram-se em exaltar o homossexualismo.
Ora, não é preciso uma inteligência extraordinária para perceber que os atos de homossexualismo são antinaturais. Nas diversas espécies, o sexo se caracteriza por três notas: a dualidade, acomplementaridade e a fecundidade.
  • Dualidade: há animais assexuados, como a ameba, que não têm sexo. Os animais sexuados, porém, têm necessariamente dois sexos. Não há uma espécie em que esteja presente apenas o sexo masculino ou apenas o feminino.
  • Complementaridade: os dois sexos são complementares entre si. E isso não se refere apenas aos órgãos de acasalamento e às células germinativas (gametas) de cada sexo. A fisiologia e a psicologia masculinas encontram na fisiologia e psicologia femininas seu complemento natural e vice-versa.
  • Fecundidade: a união de dois indivíduos de sexo oposto é apta a produzir um novo indivíduo da mesma espécie.
Percebe-se que nada disso está presente na conjunção carnal entre dois homens ou entre duas mulheres. Falta a dualidade, a complementaridade e a fecundidade próprias do verdadeiro ato sexual. Os atos de homossexualismo são uma grosseiríssima caricatura da união conjugal, tal como foi querida por Deus e inscrita na natureza.
A ideologia de gênero pretende, porém, obrigar as crianças a aceitar com naturalidade aquilo que é antinatural. Tal ideologia distingue o sexo, que é um dado biológico, do gênero, que é uma mera construção social. Gêneros, segundo essa doutrina, são papéis atribuídos pela sociedade a cada sexo. Se as meninas brincam de boneca, não é porque tenham vocação natural à maternidade, mas por simples convenção social. Embora só as mulheres possam ficar grávidas e amamentar as crianças e embora o choro do recém-nascido estimule a produção do leite materno, a ideologia de gênero insiste em dizer que a função de cuidar de bebês foi arbitrariamente atribuída às mulheres. E mais: se as mulheres só se casam com homens e os homens só se casam com mulheres, isso não se deve a uma lei da natureza, mas a uma imposição da sociedade (a “heteronormatividade”). O papel (gênero) de mãe e esposa que a sociedade impôs à mulher pode ser “desconstruído” quando ela decide, por exemplo, fazer um aborto ou “casar-se” com outra mulher.
Em 2010, o Ministério da Saúde publicou a cartilhaDiversidades sexuais[6] com o objetivo único de inculcar nos adolescentes e jovens a ideologia de gênero. A eles é ensinado que o homossexualismo é não uma desorientação, mas uma “orientação sexual”. E mais: que tal “orientação” é natural e espontânea, e não depende da escolha da pessoa!
Hoje já se sabe que ser gay ou lésbica não é uma opção, porque não implica uma escolha. O (a) homossexual não opta por ser homossexual, assim como o (a) heterossexual não escolhe ser heterossexual, o mesmo acontecendo com os (as) bissexuais. É uma característica natural e espontânea[7].
Essa afirmação, apresentada como certeza (“hoje já se sabe...”) é duramente atacada pelo psicólogo holandês Gerard Aardweg, especialista em comportamento homossexual:
O infantilismo do complexo homossexual tem geralmente sua origem na adolescência, e em grau menor na primeira infância. [...]. Não é, porém, durante a primeira infância que o destino do homossexual é selado, como muitas vezes defendem os homossexuais emancipistas, entre outros. Essa teoria ajuda a justificar uma doutrinação das crianças na educação sexual tal como: ‘Alguns de vocês são assim e devem viver de acordo com sua natureza’[8].
Ora, não há uma “natureza homossexual”, pois o homossexualismo é, em sua essência, um vício contra a natureza. Isso, porém, os ideólogos de gênero proíbem que se diga. Para eles, somente os preconceituosos se opõem às práticas homossexuais. Tal “preconceito”, que eles desejam que se torne um crime a ser punido[9], recebe o nome pejorativo de “homofobia”.
O Projeto de Lei 8035/2010, que aprova o Plano Nacional de Educação (PNE) para o decênio 2011-2020, trazia termos próprios da ideologia de gênero: “igualdade de gênero e de orientação sexual”, “preconceito e discriminação por orientação sexual ou identidade de gênero”. O Senado Federal, porém, em dezembro de 2013, aprovou um substitutivo (PLC 103/2012) que eliminou toda essa linguagem ideológica e ainda acrescentou como diretriz do Plano a “formação para o trabalho e a cidadania, com ênfase nos valores morais e éticos em que se fundamenta a sociedade” (art. 2º, V). De volta à Câmara, o projeto agora enfrenta a fúria dos deputados do PT e seus aliados, que pretendem retirar os “valores éticos e morais” e reintroduzir o “gênero” no PNE, a fim de dar uma base legal à ideologia que o governo já vem ensinando nas escolas.
Nem todos compreendem a importância e a extensão do problema. A vitória da ideologia de gênero significaria a permissão de toda perversão sexual (incluindo o incesto e a pedofilia), a incriminação de qualquer oposição ao homossexualismo (crime de “homofobia”), a perda do controle dos pais sobre a educação dos filhos, a extinção da família e a transformação da sociedade em uma massa informe, apta a ser dominada por regimes totalitários.
É a própria família brasileira que está em jogo.
Anápolis, 11 de março de 2014.
Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz
Presidente do Pró-Vida de Anápolis


[1] Friedrich ENGELS. The origin of the family, private property and the State. New York: International Publishers, 1942, p. 58.
[2] Karl MARX; Friedrich ENGELS. Manifesto do Partido Comunista, São Paulo: Martin Claret, 2002, Parte II, p. 63.
[3] Shulamith FIRESTONE. The dialect of sex. New York: Bartam Books, 1972, p. 10-11.
[4] Shulamith FIRESTONE. The dialect of sex, p. 59.
[5] Shulamith FIRESTONE. The dialect of sex, p. 240.
[6] Cf. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais. Diversidades sexuais. Brasília (DF): Ministério da Saúde, 2010. Disponível em:http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/diversidades_sexuais.pdf
[7] BRASIL. Ministério da Saúde. Diversidades sexuais, p. 54.
[8] Gerard AARDWEG. A batalha pela normalidade sexual e homossexualismo. Aparecida: Santuário, 2000, p. 29.
[9] O PLC 122/2006, que criminaliza a “homofobia”, foi apensado ao PLS 236/2012 (projeto de reforma do Código Penal) em 17/12/2013.

Fonte: http://www.providaanapolis.org.br/
Divulgação: www.jorgenilson.com

14 de mar de 2014

Lavagem cerebral infantil: Escolas de São Paulo começam “diversidade sexual” entre meninos e meninas


Lavagem cerebral infantil: Escolas de São Paulo começam “diversidade sexual” entre meninos e meninas

Julio Severo
Por que os chamados educadores e pedagogos estão tão interessados em que crianças de 3 e 4 anos estejam longe dos pais e perto deles nas escolas? Por que o governo está tão ansioso de obrigar crianças de 4 anos a ir para a escola?
Essa e outras perguntas são respondidas por uma matéria do jornal Estado de S. Paulo, que teve todo o cuidado de não criticar o intervencionismo abusivo de professores infantis que se julgam deuses. A matéria diz:
No salão de cabeleireiro de mentirinha, João Pontes, de quatro anos, penteia a professora, usa o secador no cabelo de uma coleguinha e maquia a outra, concentradíssimo na função. Menos de cinco minutos depois, João está do outro lado da sala, em um round de luta com o colega Artur Bomfim, de cinco anos, que há pouco brincava de casinha.
Nos cantos da brincadeira do Colégio Equipe, na zona oeste de São Paulo, não há brinquedo de menino ou de menina. Todos os alunos da educação infantil — com idade entre três e cinco anos — transitam da boneca ao carrinho sem nenhuma cerimônia.
A coordenadora pedagógica de Educação Infantil do Equipe, Luciana Gamero, explica: “Acreditamos que, ao não fazer essa distinção de gênero, ajudamos a derrubar essa dicotomia entre o que é tarefa de mulher e o que é atividade de homem.”
Essa atividade curricular da educação infantil é adotada por um grupo de escolas que acredita que a escola é o espaço apropriado para quebrar os papéis tradicionais de homem e mulher. Eles promovem uma infância sem o que eles chamam de “estereótipos de gênero” — masculino e feminino —, a fim de construir uma nova sociedade onde é fundamental a total desconstrução do papel tradicional do homem.
A diretora pedagógica do Colégio Sidarta, Claudia Cristina Siqueira Silva, afirma:
—Temos uma civilização ainda muito firmada na questão do gênero e isso se manifesta de forma sutil. Quando uma mulher está grávida, se ela não sabe o sexo da criança, compra tudo amarelinho ou verde. Nesse contexto, a tendência é de que a criança, desde pequena, reproduza a visão de que menino não usa cor-de-rosa e menina não gosta de azul.
No Colégio Santa Maria, num jogo de futebol, os meninos estavam brincando apenas entre eles. Nesse momento, os pedagogos interviram, para introduzir as meninas no jogo. Orientadora da pré-escola da instituição, Cássia Aparecida José Oliveira, conta: “Explicamos que não deveria ser assim e começamos a propor, por exemplo, que os meninos fossem os cozinheiros de uma das brincadeiras.”
Na oficina de pintura, todos foram convidados a usar só lápis cor-de-rosa — convite recusado por alguns.
A pedagoga afirmou que nesse ponto muitos meninos dizem: “Eu não vou brincar disso porque meu pai diz que não é coisa de menino.”
A medida da pedagoga é convocar os pais para mostrar que eles não devem ficar chocados, mas aceitar meninos no balé e meninas no futebol. Se eles não aceitam, a pedagoga explica que se todos não combatemos os preconceitos, “criamos uma sociedade machista e homofóbica.”
Estado de S. Paulo, sem criticar em nenhum momento o abuso psicológico contra as crianças, diz que essas escolas enfrentam um embate árduo e precisam de “perseverança.” Sua matéria termina mencionando o Colégio Equipe, onde meninos e meninas brincam todos de cabeleireiro e o escritório — tudo para desconstruir um mundo chamado pelos pedagogos de “machista” e “homofóbico.”
Anos atrás, vi fotos de um menino vestido de menina e brincando de boneca. A mãe, provavelmente ansiando muito ter uma menina, colocou o garoto contra a natureza. Ele acabou se tornando o principal ativista gay do Brasil e se gaba de ter dormido com mais de 500 homens.
É isso o que os pedagogos e novas escolas querem para os meninos do Brasil?
Com informações do Estado de S. Paulo.
Divulgação: www.jorgenilson.com

A farsa dos “progressistas” sobre a maioridade penal


A farsa dos “progressistas” sobre a maioridade penal
Os adversários da redução da maioridade penal, que formam um lobby fortíssimo, confundem impunidade com a defesa de direitos humanos. Fazem uma lambança danada com os dados.

De fato, em boa parte dos países, a responsabilização penal plena se dá a partir dos 18 anos. Mas são muito raros — constituem a exceção — os países em que um assassino, como o monstro do Distrito Federal, mata alguém com requintes de crueldade e sai livre, leve e solto três anos depois — no máximo! Se ele souber fazer cara de coitado e se comportar direitinho, sai antes.
Querem um exemplo de país civilizado? O Canadá! Um sujeito de má-fé ou que não saiba ler vai considerar que a legislação daquele país é igual à brasileira. Por quê? Tanto no Brasil como no Canadá, alguma forma de sanção existe para o jovem que comete delitos a partir dos 12 anos. Nos dois países, a maioridade penal plena se dá aos 18 anos como regra. Mas aí começam as diferenças — e seria excelente se tivéssemos a legislação canadense.
A exemplo do que ocorre no Brasil, no Canadá, entre os 12 e os 14 anos, o infrator está sujeito a medidas socioeducativas apenas. Só que essa exigência, no Brasil, se estende até a véspera de o sujeito completar 18 anos, não importa o crime. No Canadá, não! A depender da gravidade do delito — tiro no olho, com filme e divulgação da Internet, por exemplo —, o criminoso é processado criminalmente pela legislação comum A PARTIR DOS 14 ANOS. Se condenado, ficará retido, sim, em regime especial até os 18 anos — e aí passa a ser considerado um adulto. Deu para entender a diferença?
A Suíça parece um país civilizado, não é mesmo? Por lá, alguma medida socioeducativa já começa a ser aplicada aos SETE ANOS. A primeira faixa de sanções se estende até os 15 anos; a segunda, até os 18. Não há o mesmo regime de cumprimento de pena dos adultos, mas uma coisa é certa: ninguém dá um tiro na cara do outro, em qualquer idade, e sai livre, leve e solto. A responsabilização penal da França, plena mesmo, começa aos 13 anos.
As civilizadíssimas Suécia, Dinamarca e Finlândia têm o chamado sistema de “jovens adultos”, que abarca a faixa dos 15 aos 18 anos — quando começa a responsabilização penal plena. Mas um assassino de 15 ficará preso, sim, e o tempo da prisão dependerá da gravidade do crime.
A fórmula preguiçosa, que garante a impunidade ao assassino — porque é disso que se trata — só existe no Brasil e em mais uns dois ou três países. É exceção. Por causa de um único dia, um criminoso asqueroso, que poderia ficar 35 anos na cadeia, permanecerá retido numa instituição para menores por menos de três e sair de lá com a ficha limpa.
Para gáudio e satisfação dos “progressistas”. E a pessoa que ele matou?  Ah, gente! Mais de 50 mil são assassinadas todos os anos no Brasil, né? Por que criar caso, agora, com essa morte? É só uma pessoa!

Por Reinaldo Azevedo

13 de mar de 2014

A luta de classes no Brasil


    A luta de classes no Brasil
        Olavo de Carvalho
        A luta de classes, no Brasil, não é entre operários e patrões. É entre o Lumpenproletariat que Marx abominava e a maioria da população, especialmente a classe média, aí incluída uma boa parcela do operariado, se não ele todo.
         
        Cada uma dessas facções tem seus aliados permanentes. A primeira tem, acima de tudo, o governo e os partidos de esquerda que o dominam. Aí mesclados, vêm logo os intelectuais acadêmicos e os estudantes universitários. Destes últimos, cinqüenta por cento, segundo um cálculo otimista, são analfabetos funcionais. Excluídos irremediavelmente da alta cultura, e não tendo a menor idéia de que são vítimas de si mesmos, encontram no ódio projetivo à sociedade o alívio de uma culpa recalcada no mais fundo do seu inconsciente. Sentem por isso uma afinidade instintiva com os bandidos, drogados, narcotraficantes, prostitutas, prostitutos e outros marginais. A terceira faixa de aliados do Lumpen são as ONGs, as fundações bilionárias e os organismos internacionais, que não cessam de nos impor leis e regulamentos que praticamente inviabilizam a ação da polícia e desarmam a população, a qual assim não tem meios de defender-se nem de ser defendida. Em seguida, vem a grande mídia, que, mesmo onde discorda do governo em algum ponto de seu específico interesse, não deixa de fazer eco passivo aos mesmos critérios de julgamento moral que orientam os governantes, aplaudindo, por exemplo, a senadora Benedita da Silva quando esta se debulha em lágrimas por um bandidinho estapeado e amarrado a um poste e não diz uma palavra quanto à menina queimada viva no Maranhão ou, mais genericamente, quanto aos setenta mil brasileiros assassinados por ano. O alto clero católico, por meio da CNBB, comunga dos sentimentos da senadora Benedita. Vêm, por fim, os patrões, os capitalistas, os burgueses. Estes não costumam pronunciar-se de viva voz nessas questões, mas, como aliados e colaboradores ao menos passivos do governo, dão sustentação econômica e psicológica à política pró-Lumpenproletariat.
         
        A outra facção – o restante da população brasileira – encontra apoio em mais ou menos uma dúzia de jornalistas, radialistas e blogueiros execrados pelo restante da sua categoria profissional, entre os quais eu mesmo, o Reinaldo Azevedo, a Rachel Sheherazade, o Felipe Moura Brasil, o Rodrigo Constantino, a Graça Salgueiro. Tem também algum respaldo – tímido – nas polícias estaduais, em alguns púlpitos evangélicos isolados e em dois ou três parlamentares, como Jair Bolsonaro e Marcos Feliciano, que na Câmara Federal imitam João Batista pregando aos gafanhotos. That’s all, folks.
         
        Nada caracteriza melhor a presente situação do que a total inversão das proporções, em que os nominalmente desamparados recebem todo amparo do establishment e a população inerme se torna a imagem odienta do opressor capitalista.
         
        No caso do garoto amarrado no poste, a reação indignada contra os populares que ousaram “fazer justiça com as próprias mãos” partiram especialmente de pessoas que, quatro décadas atrás, faziam exatamente isso. Mas ninguém, no Parlamento ou na mídia, terá a coragem de espremer a presidente Dilma na parede com a pergunta: Quando você assaltava bancos, estava cometendo uma injustiça ou fazendo justiça com as próprias mãos? Tertium non datur.
         
        No entender do nosso governo, só quem tem o direito e até o dever de fazer justiça com as próprias mãos quando acha que a Justica falha são os terroristas de esquerda, como José Genoíno e a própria Dilma. Esses têm o direito até de condenar à morte e executar a sentença. Os outros  têm a obrigação de aceitar resignadamente o homicídio, o roubo, o estupro como se fossem fatalidades da natureza.
         
        Mais significativo ainda é que, quando a Rachel Scheherazade, com lógica inatacável, explicou a agressão ao delinqüentezinho como reação espontânea e quase inevitável de uma população desprovida de proteção estatal, os mesmos que criaram essa situação tenham saído gritando “Apologia do crime! Apologia do crime!”, como se eles próprios não viessem há décadas fazendo a apologia dos terroristas que um dia, sentindo cambalear muito menos do que hoje a ordem legal, tomaram a justiça nas suas próprias mãos.
         
        Todas as idéias e atitudes do grupo pró-Lumpen, especialmente as dos professores e estudantes universitários, explicam-se por dois fatores igualmente endêmicos: o analfabetismo funcional e o fingimento histérico. Ambos, intimamente associados, deformam o sentido de todas as comunicações verbais e invertem a ordem da realidade. À aliança de marginais, governo, ONGs, capitalistas, igreja, mídia e intelectuais, chamam “povo oprimido”. Ao restante, “minoria privilegiada”.
         
        De todas as classes que compõem a sociedade brasileira, só uma ainda não tomou partido nessa guerra: as Forças Armadas. Seu silêncio pode tanto refletir uma indecisão perplexa quanto um ódio contido. Na primeira hipótese, quando acabará a indecisão? Na segunda, ódio a quem? As Forças Armadas são o fiel de balança. O futuro depende inteiramente delas.
         
        Fonte: Mídia Sem Máscara
Divulgação: www.jorgenilson.com

Com 17 anos e 364 dias, “ele” matou uma garota de 14 com um tiro no olho, filmou tudo e passou o vídeo a amigos e rivais para mostrar quem manda.


Com 17 anos e 364 dias, “ele” matou uma garota de 14 com um tiro no olho, filmou tudo e passou o vídeo a amigos e rivais para mostrar quem manda. Estará na rua, com a ficha limpa, antes dos 21, pronto para trabalhar num jardim de infância

 Yorrally, 14, morta com um tiro no olho. Seu assassino logo estará nas ruas
Yorrally, 14, morta com tiro no olho. Seu assassino logo estará nas ruas
Pois é…
Eu vou aqui dar uma porrada no Estatuto da Criança e do Adolescente, o tão adorado ECA. Não só isso. Vou criticar também a inimputabilidade penal para menores de 18 anos. Segundo o radar dos estúpidos, isso faz de mim um homem reacionário e de direita — sou da “direita liberal”, é claro!, mas não por isso. Logo, entende-se que progressistas são os defensores de dois documentos legais que garantem a impunidade. Mais: são poucos os países que estabelecem a maioridade penal aos 18 anos — isso me faz supor que até Cuba, então, é de direita, né? Por lá, a responsabilização penal começa aos 16. Em alguns países, não se estabelece um limite. Tudo depende do crime e das circunstâncias. É, obviamente, o certo. O que é preciso, aí sim, é ter instituições diversas para abrigar criminosos adultos e criminosos adolescentes ou jovens. Mas nem vou entrar nesses detalhes agora. O busílis é o seguinte.
UM DIA ANTES DE COMPLETAR 18 ANOS — sim, um dia antes! — um rapaz que mora no Distrito Federal deu um tiro no olho — sim, no olho — de sua ex-namorada, que tinha 14 anos. Ela morreu na hora. Mas fez mais do que isso: filmou o assassinato — sim, ele filmou — e enviou o vídeo a seus amigos —sim, ele enviou o vídeo a seus amigos. Vendo que Yorrally — sim, a garota se chamava Yorrally — não voltava, a mãe recorreu ao rastreador do celular e descobriu que ela tinha ido à casa do ex-namorado. Foi em busca da filha, mas o assassino disse que não sabia de nada — sim, ele negou o crime.
O que vai acontecer com essa flor de pessoa?
Bem, em primeiro lugar, estamos proibidos de divulgar o nome dele.
O ECA não deixa.
Também não podemos divulgar a cara dele.
O ECA não deixa.
Ele não pode ser julgado.
O ECA não deixa.
Ele não pode ficar “internado” por mais de três anos.
O ECA não deixa.
Quando ele sair, o crime não vai aparecer em sua ficha.
O ECA não deixa.
Tivesse matado a garota um dia depois, considerando-se o homicídio qualificado — motivo fútil; emboscada ou dissimulação, que impede a defesa — mais a apologia do ato criminoso e o vilipêndio de cadáver, pegaria fácil 35 anos de cadeia — a pena máxima a que alguém pode ser condenado no Brasil.
Mas, ora vejam!, ele é um desses bibelôs que as esquerdas do miolo mole adoram ninar no Brasil. A cada vez que o debate sobre a maioridade penal aparece, acusam-se os defensores da redução da idade de “histéricos”; os mais cretinos afirmam, cheios de pompa, que não se “pode legislar com emoção”. Em ditaduras sanguinolentas como o Japão e a Alemanha, a responsabilidade criminal começa aos… 14 anos! Em tiranias como a Austrália, começa aos 10. Na Grã-Bretanha, não existe uma idade de corte: depende do crime e da consciência que tinha a pessoa de que o estava cometendo. Na Finlândia, na Suécia e na Dinamarca, nações notórias pela baixa qualidade de vida que oferece a seus cidadãos, não é?, a responsabilização começa aos 15.
As punições são as mesmas aplicadas aos adultos? Não! Uma coisa é certa: um canalha — ou psicopata — como esse não comete tal enormidade e sai depois com a ficha limpa. Esse tal aí, depois de cumprida a “medida sócio-educativa”, pode ser guarda de jardim de infância se quiser. E ninguém jamais saberá.
Fundo do poçoO rapaz teria matado a ex-namorada em razão de uma briga de gangues. Ela teria começado a namorar com um seu rival e, segundo a sua versão, o estaria difamando. Daí a vingança e o envio do vídeo: para advertir os adversários — tudo indica que há tráfico de drogas na história — sobre as consequências. Vale dizer: deu um tiro no olho da garota para mostrar que é poderoso e corajoso…
Como sempre se pode descer um pouco mais, o atual namorado de Yorrally não teve dúvida: postou no Facebook um frame do filme feito pelo assassino em que a garota aparece morta, estendida no chão. Mas foi carinhoso, sabem? Junto com a imagem, publicou a seguinte mensagem: “Descanse em paz amoor, vai com Deus”.
Deus?
Ele não se escondeu. Foi escondido.
Por Reinaldo Azevedo

Divulgação: www.jorgenilson.com

11 de mar de 2014

LIÇÕES BÍBLICAS DO 1º TRIMESTRE DE 2014


LIÇÕES BÍBLICAS DO 1º TRIMESTRE DE 2014

Lição de nº 11 - dia 16 de março 





Fonte: CPAD
Divulgação: www.jorgenilson.com

10 de mar de 2014

A armadilha semântica


A armadilha semântica

Por Eguinaldo Hélio Souza

A armadilha semânticaA armadilha semântica
Semântica é a parte da gramática que lida com o significado das palavras. Teoricamente, cada palavra é um símbolo que nos conduz à realidade por ela representada. Por exemplo, se eu leio em uma placa “banana” a combinação das letras simbolizam essa determinada fruta e eu esperarei encontrar essa fruta correspondente. Seria terrível se eu encontrasse limão ao invés de banana. A semântica lida com as palavras e seus significados, seus sentidos.
Essa não é uma questão sem importância. A confusão semântica pode ser mortal. Quem já ouviu a história daquela pessoa que bebeu soda cáustica porque no recipiente, isto é, na garrafa, estava escrito “água mineral”? O símbolo escrito “água mineral” não correspondia ao conteúdo e o resultado foi a morte.
Quando levamos essa questão para o campo do espiritual, e então lidamos com valores eternos, o engano semântico torna-se ainda mais perigoso, porque nesse caso as consequências também serão eternas. Em nossa cultura de pluralismo religioso, o engano semântico tem sido terrível. Porque temos inúmeros rótulos com o mesmo nome e conteúdos diversos.
Vamos pensar na palavra “Jesus”. A quem estamos nos referindo? Eu sei muito bem. Ao Filho de Deus, ao Verbo Eterno que se fez carne, morreu na cruz pelos nossos pecados, ressuscitou ao terceiro dia, subiu aos céus e está a direita do Pai, de onde virá julgar os vivos e os mortos. É o Jesus dos Evangelhos e das epístolas, o Jesus do Apocalipse, o Jesus predito pelos profetas bíblicos.
Entretanto, tenho em minhas mãos um livro. Ele se chama “Meu grande amor por Jesus me conduziu ao Islã”. A palavra é a mesma – Jesus. E o significado é o mesmo? Impossível. No Islã, é inaceitável dizer que Deus tem filhos, logo esse Jesus não é o Filho de Deus, título tão comum a ele no Novo Testamento. No Islã é dito que Jesus não morreu na cruz, enquanto isso é bem claro  nos Evangelhos e nas epístolas. A grande mensagem do Evangelho é que esse Jesus ressuscitou, mas tal ideia também é rejeitada pelo Alcorão.
Logo, como o Jesus do Novo Testamento que é o Filho de Deus feito homem, que morreu na  cruz  por  nossos pecado e ressuscitou ao terceiro dia pode  ser o mesmo  Jesus do Islã  que não é Filho de Deus, não morreu na cruz e não ressuscitou? Seria o mesmo que chamar o sal de “açúcar” e tentar com ele adoçar o café. Impossível. Estamos falando de duas pessoas diferentes, ainda que se use o mesmo nome para se referir a elas.
Eis no que constitui a armadilha semântica. A mesma palavra se referindo a coisas bem distintas. Essa confusão não acontece só com o islamismo. O “Jesus” dos mórmons, o “Jesus” das Testemunhas de Jeová, o “Jesus” dos kardecistas, não apenas se distinguem entre si, mas também se distinguem do Jesus das Escrituras. Dessa forma, a palavra permanece a mesma, mas o conteúdo muda completamente. Bebe-se a água mineral confiando no rótulo e então se morre pela soda cáustica, verdadeiro conteúdo.
Como escreveu Francis Schaeffer:
(…) as pessoas em nossa cultura geralmente já estão no processo de  se acostumarem a aceitar palavras e símbolos religiosos não definidos e sem conteúdo, sem qualquer controle  histórico  ou racional. Tais palavras são prontamente enchida com o conteúdo do momento. As palavras “Jesus” ou “Cristo” são as melhores à disposição do manipulador. O nome “Jesus Cristo” se tornou estandarte sem conteúdo que pode ser levado a qualquer direção para propósitos sociológicos.[1]
Podemos exemplificar claramente com a “Igreja Messiânica Mundial”. O termo “igreja” aqui utilizado, nada tem a ver com o conceito de “Igreja” do Novo Testamento. Não é uma referência ao Corpo de Cristo ou ao grupo histórico retratado na Bíblia e na história. Igualmente, o termo “messiânico”, não se refere ao Messias de Israel, predito no Antigo Testamento. É atribuído ao japonês Mokiti Okada, fundador desse grupo. Dessa forma, as palavras são esvaziadas de seu sentido original e histórico e embora o rótulo permaneça, o sentido é totalmente outro.
Assim, a armadilha semântica está pronta. As pessoas abraçam os símbolos porque o identificam com determinados conteúdos. E então os sorvem sem analisar. Bebem a soda cáustica tentando matar a sede e são envenenadas e perecem. Isso não acontece apenas com o nome de Jesus. Acontece com a palavra “Evangelho”, “Palavra de Deus”, “Igreja”, “Espírito Santo”, “salvação”. E muitos mordem as iscas, sendo fisgadas e levadas para bem longe do que  esses termos realmente significam.
Mas temo que, assim como a serpente enganou Eva com a sua astúcia, assim também sejam de alguma sorte corrompidos os vossos sentidos e se apartem da simplicidade que há em Cristo. Porque, se alguém for pregar-vos outro Jesus que nós não temos pregado, ou se recebeis outro espírito que não recebestes, ou outro evangelho que não abraçastes, com razão o sofrereis. (2  Coríntios  11.3, 4)
Esta não é uma advertência sem importância. As pessoas devem ser alertadas para não beberem soda cáustica, mesmo que estejam em garrafas de água mineral. Não devem beber veneno, ainda que contenham rótulo de “suco”. Não devem abraçar falsos evangelhos e falsos cristos, mesmo que o rótulo seja “palavra de Deus” ou “Jesus”. As consequências serão eternamente mortais.

Fonte: [1] http://artigos.gospelprime.com.br/armadilha-semantica/, Francis. O Deus  que intervém. São Paulo: Refúgio e ABU, 1981.
Divulgação: www.jorgenilson.com