Seguidores

30 de set de 2009

FHC, o intelectual e a maconha

FHC, o intelectual e a maconha


Ipojuca Pontes

Aos 78 anos, a maioria dos quais vividos na base do que o comediante italiano Totó chamou de “grandinare de brillante chimico” (tradução possível: “cascata”, sinônimo de conversa fiada), Fernando Henrique Cardoso vai ser a estrela de documentário nativo sobre a descriminalização da maconha, cujo uso, ainda considerado crime no nosso código penal (Lei 11343/2006), o ex-presidente tem como inimputável. Só como lembrete: embora negue, FHC declarou em New York que fez uso da cannabis sativa, o nome científico da velha “erva do diabo”.
Para voltar às manchetes, além das que já industrializa numa bulha de mentira como o ex-pupilo Lula da Silva (usual devorador de bebidas destiladas e fermentadas), FHC vem considerando, com energia que dá para desconfiar, o ato de fumar maconha como um “problema de saúde pública” - o que significa encarar o viciado não como contraventor, mas um enfermo a merecer cuidados especiais do Estado. Em termos concretos, em vez dos rigores da lei a punir o consumidor, principal sustentáculo do narcotráfico, seriam instituídas “políticas públicas”, com a grana do contribuinte, para controlar, financiar, distribuir e tratar de milhões de viciados em todo território nacional.

Projetemos aqui o quadro vivo, no futuro, mas já agora em andamento, do desempenho de uma dessas “políticas públicas” do Estado-Babá no campo do controle do vício, defendido por FHC: o dependente adulto (ou mesmo o pit-boy ou o pivete desvalido), depois de puxar a erva para ficar “numa boa”, cai na “pista” para “curtir o barato”. Como o dependente, de um modo geral, não é nem de longe o “bom selvagem” de Rousseau, na sua “curtição” pelas ruas ele tanto pode cair na exaustão e puxar um ronco quanto – o mais rotineiro – assaltar ou trucidar o próximo, para arrancar “algum”, se possível sem deixar vestígios.

Mais tarde, torrada a grana da vítima, mas sem ânimo (ou chance) para cometer um outro achaque, o viciado, com a carteirinha do PAD (“Plano de Apoio ao Drogado)” em mãos, passa no “posto oficial de saúde” para receber assistência psicológica, doses homeopáticas de conselhos fraternais e, como tratamento químico complementar, a cota de maconha ou de outra droga considerada ilícita - o que na certa o conduzirá a novos crimes, pois o viciado, com ou sem tratamento, “sempre quer mais, e em maior escala” (Charcot, “Les maladies du Système Nerveux”).

No seu universo vocabular pedante, FHC classifica a prática acima descrita como “política de diminuição de dano” – artifício de linguagem na certa criado nos intestinos do “Diálogo Interamericano”, a entidade dos socialistas fabianos. Só para refrescar a cabeça do leitor: o DI, que tem em FHC um agente ativo, é uma organização globalista financiada pela Fundação Rockefeller, cujos objetivos básicos são, entre outros, 1) debilitar as Forças Armadas da América Latina, 2) promover a substituição do aparato estatal pelas Ongs esquerdistas (“sociedades de redes”) e, 3) liberar o uso da droga ilícita, a maconha incluída.

Antes de dar tratos a bola, convém repassar alguns dados sobre o negócio da droga no Brasil: segundo relatório do “Escritório das Nações Unidas contra a Droga e Crime” (UNOFC), cerca de 80% do contrabando de armas, tráfico de mulheres e crianças, assaltos à mão armada, seqüestros, estupros, roubos e crimes de morte por execução violenta ocorridos em solo pátrio estão de algum modo ligados ao narcotráfico. Por sua vez, o citado relatório informa que em 2008 prevaleceu no país a supremacia do consumo da maconha sobre a cocaína, a primeira abrangendo universo de prováveis nove milhões de usuários e a segunda, mais cara, somando cerca de 870 mil dependentes.

Para o UNOFC, cujos dados são avalados sempre para menos, o comércio da droga em escala mundial rendeu na temporada alguma coisa em torno de 400 bilhões de dólares. Segundo o relatório, o narcotráfico teria lucrado muito mais não fosse a “guerra total” de repressão às drogas empreendida pelos americanos, não só contra a produção, mas o seu consumo. As razões apontadas para a expansão do uso da droga nos últimos dois anos dizem respeito não ao fracasso da ação repressiva, mas a dois fatores considerados “decisivos” para que isso ocorresse: a qualidade do produto, de maior “pureza”, e a forçada queda no preço da cocaína, uma bem-sucedida estratégia dos traficantes levada adiante para a melhor oferta no mercado internacional.

Voltemos ao “cascateio” de FHC: em recente entrevista concedida à “Veja” (23/09/2009), o presidente de honra do PSDB se apresenta como o paladino da liberação da maconha em solo pátrio. Depois de tecer considerações negativas sobre o conceito de “guerra total” às drogas, defende a tese de que “o usuário da droga deve ser visto como um problema médico e o traficante como bandido” – uma mistificação inapelável, óbvio, visto que o traficante não pode existir sem a grana do consumidor, tipo já classificado em estudos críticos como tendente ao “parasitismo social e à criminalidade”.

Na entrevista, pretendendo mudar o “paradigma” da abordagem convencional, o venturoso acadêmico puxa a brasa para a própria sardinha e dá a fórmula para se enfrentar a questão da droga. Diz ele: “Em vez de concentrar esforços na repressão, você poupa os recursos existentes para as campanhas educacionais e para a busca da redução do consumo”.

Bonito, é. Mas, bem examinada, há nesta fórmula a contradição enfrentada pela cobra de duas cabeças: na prática, enquanto o governo torra a grana do contribuinte em campanhas educativas em geral inócuas, na mídia, nos colégios e universidades, professores e intelectuais engajados mostram-se tolerantes (ou quando não coniventes) com o uso da droga, muitos deles - como FHC e o seu Diálogo Interamericano, por exemplo - empenhados na campanha aberta pela sua liberação.

Neste sentido, convém lembrar que a expansão em massa do uso da droga nos colégios e universidades se deu a partir da ação dos pensadores da Escola de Frankfurt, vivendo nos Estados Unidos, no início dos anos 1960. Um deles, Herbert Marcuse, juntando Freud à Marx em “Eros e a Civilização” (a Bíblia dos drogados), promovia entre estudantes da Universidade de Berkeley, na Califórnia, o consumo da droga como “ato político” e instrumento da “contracultura” – vale dizer, contra os valores da civilização ocidental.

Levando adiante o seu discurso insensato na defesa do maconheiro, FHC radicaliza: “Mas não adianta a repressão ser dura com o consumidor. Se você o colocar na cadeia, ele vai continuar fumando, só pagará um preço maior por isso”. Bem, pergunto eu: e daí? Vai se deixar o viciado nas ruas, como de resto já está se deixando, para exercer livremente a sua criminalidade potencial? Neste caso, quem se responsabiliza pelas 50 mil mortes anuais provocadas pelo uso e tráfico da maconha, cocaína, crack e ecstasy no País? Os intelectuais revolucionários? Os legisladores engajados? Os professores permissivos?

Na defesa da descriminalização da maconha, o paladino do DI adota tom escorregadio, na base do “sim, mas...”, e cita como exemplo o caso de Portugal, que, em 2008, liberou em pequena quantidade o uso da droga ilícita e, segundo se diz, viu o seu consumo diminuir em 10%. Os dados de Portugal, que é um país de apenas dez milhões de habitantes, são recentes e na verdade ainda não permitem um exame acurado da questão. Mas, a persistir a experiência atual, como será a vida em Portugal nos próximos dez anos?

Por outro lado, perito na desconversa, FHC não aprofunda a discussão. Por exemplo, não menciona os dados estatísticos da Holanda, país que liberou o uso da droga em 1976 e viu o seu consumo aumentar em 400%. Nem se reporta ao caso da Bélgica que, depois de liberar o uso da droga, teve de recuar e adotar severas medidas contra o seu consumo, tão logo a população indignada saiu de casa e, no que se chamou a “Batalha de Bruxelas”, tratou de expulsar os viciados das ruas da cidade.

E tampouco revela que por trás do negócio bilionário do narcotráfico se esconde a ação revolucionária das FARCs sob a guarda dos integrantes do Foro de São Paulo, a entidade supra nacional fundada por Lula da Silva e Fidel Castro, que tem por objetivo impor o socialismo na América Latina.

Pior ainda: sequer questiona a denúncia do GAO (Government Accoutability Office), a auditoria geral do Congresso americano que associa atos como o da “materialização” do deposto Zelaya na Embaixada do Brasil, em Tegucigalpa, ao projeto de Chávez e das FARCs (quem sabe monitorados por Marco Aurélio Garcia, o executivo do FSP e assessor de Lula para “assuntos revolucionários”) de fazerem de Honduras um posto avançado para a melhor distribuição da cocaína nos EUA – o que faz sentido.

No final do “show” das Páginas Amarelas, FHC se atribui o direito de achar-se um homem superior, em contraposição ao “homem comum”. Ao ser indagado se o seu partido compartilharia de suas opiniões, ele blasona: “A maioria do PSDB pensa como o homem comum – e o homem comum tem horror de pensar nesse assunto (liberação da droga). Mas (...) ou se toma consciência de que temos de fazer algo diferente de que temos feito, sem covardia e sem leniência, ou seremos irresponsáveis. Alguém tem de ter coragem de dizer essas coisas”.

Ao refletir sobre o receituário de FHC relacionado à maconha, tive um agudo sentimento de horror. Palavra de honra! - nunca vi tanta degradação moral saída da boca de um intelectual laico, e olha que sou um expert em ler todo tipo de estupidez. Como pode o sujeito que já foi presidente da República duas vezes, conhecendo os males humanos e sociais provocados pela droga, defender o seu consumo com argumentos tão falaciosos? Nem mesmo a irracional vontade “marxiana” de destruir a “sociedade burguesa” serve como justificativa.

Talvez seja por causa de tais opiniões que grande parte da população brasileira manifesta o maior desprezo pelos seus intelectuais, especialmente os que se acham no direito de ditar regras e formar juízos, pessoas que, se nas suas vidas privadas são capazes das piores vilanias, em público, falando ou escrevendo, têm a pretensão soberba de conduzir os destinos da humanidade.

Claro, o “homem comum” está coberto de razão: é preciso cada vez mais olhar esse tipo gente com muita cautela, sobretudo no que diz respeito aos seus diagnósticos em matéria de cultura, moral e política, pois, o mais das vezes, quando o intelectual salvacionista resolve “fazer algo diferente do que temos feito”, ficamos sempre a mercê das maiores desgraças e dos piores crimes.

Que o digam Lenin, Stalin, Hitler, Mussolini, Mao, Che e Fidel, todos aplicados idealizadores de monstruosas experiências de engenharia social.

ipojuca@wscom.com.br
Fonte: www.wscom.com.br

Homossexualidade e o totalitarismo das minorias

Homossexualidade e o totalitarismo das minorias


Leonardo Bruno



A primeira coisa que me vem à cabeça quando eu observo as características fundamentais do movimento negro, feminista e homossexual, é que eles são praticamente idênticos aos modos, expressões, cacoetes verbais, sectarismos e formas de organização do Partido Nazista ou de quaisquer agremiações de natureza totalitária, como o Partido Comunista. Em particular, a tropa de choque do Partido Nazista, a chamada SA (SturmAibtelung), era infestada de homossexuais. A camaradagem era uma sutil forma de homoerotismo, associada ao culto narcísico da raça, dentro do Partido. Tais práticas eram, inclusive, discretamente incentivadas. O principal chefe deles e seu financiador, o capitão Ernst Röhm, era um homossexual assumido, e sob sua direção, a ala radical do Partido Nazista era uma confraria de pederastas, unidos pela lealdade espiritual e sexual.
Há de se compreender uma questão que não parece muito óbvia: os chamados "movimentos sociais" de cunho feminista, homossexual ou negro são organizações de massa criadas pelo Partido Comunista. A diferença é que se inverteu o culto grupal de classe do marxismo clássico, para o culto da raça, do sexo, da sexualidade ou de qualquer outro conceito arrebanhador. A esquerda revolucionária mudou o foco da questão. A luta de classes é agora transformada em luta de raças, de sexos, de comportamentos sexuais, enfim, de qualquer coisa. Eles guardam todo o sentido de seita religiosa, mesclado com o narcisismo coletivo de suas características particulares. E como é inevitável, a homossexualidade é um elemento fortíssimo na mensagem traduzida nas exigências destes grupos.

Interessante notar o culto idolátrico da feminilidade no discurso das feministas radicais. Na verdade, se há algo estranho no seu projeto é que a mulher feminista não é necessariamente "feminina". Ouço de certas criaturas raivosas do belo sexo: a mulher precisa reivindicar os "direitos reprodutivos" sobre o corpo; o macho é a criatura terrível que explora e oprime as mulheres; o casamento é a opressão das fêmeas; o patriarcalismo é o maior de todos os males, etc. O mal destas conjecturas é que a mulher real não faz parte do programa feminista. Tudo o que as feministas raivosas exigem é uma idealização delas próprias como vestais de uma casta, como se o mero fato de ser mulher demandasse exclusividades, idiossincrasias, caprichos loucos. A contradição é notória: os "direitos reprodutivos", por assim dizer, são a negação da reprodução e o aborto irrestrito; o ódio contra o macho frustra a mulher; e a rejeição ao casamento dessacraliza o amor entre o casal ou mesmo prostitui a relação. É paradoxal que as feministas façam escândalo contra a "exploração sexual" feminina e sejam contrárias ao casamento; critiquem a prostituição e defendam a liberação sexual irrestrita. Ou na pior das hipóteses, paradoxalmente elevem a prostituta como sinônimo moral de emancipação da malvada sociedade "burguesa" e condenem a mulher honesta e dedicada ao marido.



Neste ínterim, o erotismo feminista é completamente distorcido, doentio, caricatural. Há um componente homossexual poderoso nessa relação dúbia de perspectiva sexual, um estranho medo de enfrentar o sexo oposto. Por outro lado, o ódio à maternidade é outro aspecto da loucura do movimento feminista: a perversão de linguagem dos tais "direitos reprodutivos" implica negar a maternidade da mulher. É como se a maternidade mesma fosse uma espécie de escravidão da natureza e que para abortar essa qualidade, aborta-se também a vida gerada pelo ventre da mãe. E a apologia contraditória da prostituição é uma forma de isentar a mulher das relações sólidas de amor ao homem. O sexo esporádico, ocasional, ou mesmo comercializável, é o reflexo disso. Em suma, o feminismo, como dizia Nelson Rodrigues, é inimigo da mulher. Quer transformá-la numa espécie de macho imperfeito. O lesbianismo narcisista não é mera coincidência. E o número de lésbicas no movimento feminista é algo assombroso!

A homossexualidade no movimento negro não é algo, à primeira vista, perceptível. Quando o chefe do movimento gay da Bahia Luiz Mott fez insinuações sobre a homossexualidade de Zumbi dos Palmares, alguns militantes negros ficaram furiosos e quase surraram o pederasta. No entanto, o culto narcísico da raça lembra muito os modos de organização nazistas. Eles já exigem diferenciações raciais através da legalidade vigente; pregam de forma sistemática a discriminação racial, ainda que com sua vertente "afro" de racismo. Não me surpreenderia se algo assim degenerasse no homossexualismo pleno da raça eleita. A egolatria racialista acaba se tornando culto sexual de seus membros. Porém, o discurso ideológico deles não é só nacional-socialista; é comunista também.

Entretanto, de toda a loucura intrínseca destes movimentos, sem duvida, a militância homossexual é a mais psicótica, a mais assustadora, a mais representativa dessa anormalidade totalitária. Os movimentos gays não se contentam em exigir "liberdade sexual": querem transmutar completamente os comportamentos sexuais morais da sociedade e invertê-los em algo que agrida totalmente a natureza biológica e psicológica do ser humano. Se os homossexuais radicais tivessem o poder de modificar a espécie humana, a conduta sexual predominante seria totalmente homossexual, tamanha rejeição que este grupo tem pelo sexo oposto. Todavia, sabe-se que isso, na prática, é impossível. Nem por isso os homossexuais se contentam com essa realidade: como não podem mudar o caráter biológico da espécie humana, querem sim inverter a hierarquia de valores no que diz respeito ao sexo.
Quando o movimento gay exige leis "anti-homofóbicas" para tenta criminalizar qualquer crítica contra a conduta homossexual ou mesmo criminalizar os sentimentos e pensamentos cristãos da comunidade, ele está querendo ditar idéias, palavras do imaginário e princípios éticos. Ou seja, se qualquer crítica a homossexualidade pode causar sanções penais aos seus críticos, o inverso não é verdadeiro: os homossexuais podem destruir os modelos familiares vigentes, inverter os padrões sexuais da sociedade e transformar a homossexualidade num culto sacralizado. Contudo, o movimento homossexual não se limita a isso: a destruição dos padrões saudáveis da heterossexualidade demanda também a exigência de "direitos sexuais" sobre os menores. Em outras palavras, o movimento homossexual reivindica o direito à pedofilia.

É curioso que essas turmas de indivíduos loucos falem de seus esquemas grupais em nome de defender as "diferenças", a "diversidade sexual" ou "racial" e outras tolices propagandísticas, quando, na prática, são incapazes de aceitar as dissidências dentro do seu próprio meio. A feminista radical não aceita a mulher não-feminista; o movimento negro não tolera o negro ou pardo que se recusa a se "vitimizar" e culpar os brancos de todas as misérias; por vezes, os pardos são até rejeitados por não serem suficientemente negros; e o movimento homossexual rejeita, denuncia ou tenta destruir reputações de homossexuais que não aderem ao movimento, usando dos mesmos "preconceitos" da sociedade para difamá-los. Não foi isso que ocorreu no caso do deputado federal Clodovil Hernandes ou quando a defensora-mor dos homossexuais, a petista Marta Suplicy, insinuou maldades sobre a sexualidade do seu rival, o prefeito de São Paulo Gilberto Kassab, na eleições municipais?

Não se está querendo dizer aqui que o componente homossexual seja o elemento central desses grupos. Na verdade, o componente central da organização revolucionária é a completa distorção do sentido de compreender a realidade tal como ela é. O que move milhões de pessoas nessas agremiações é a frustração existencial, a incapacidade de aceitar os fatos como eles são. E quem os lidera são pessoas inescrupulosas, verdadeiros psicopatas sedentos de poder. Impressionante, entretanto, é o componente homossexual que há nisso, o elemento de culto coletivo e narcisista que há nestas formas de organização. Há uma compensação existencial em sentir-se importante, especial, quando alguém se insere num grupo de pessoas que se auto-idolatram por particularidades que não acrescentariam nada a ninguém.
A organização massificada desses grupos isenta os seus membros de responsabilidades e deveres comuns a todos. E essa onda de pessoas espiritualmente adoentadas, psicologicamente senis, moralmente duvidosas, está cada vez mais tomando espaço na mídia, nas universidades, nas escolas, deformando e destruindo consciências saudáveis.
A ditadura politicamente correta imposta sobre os meios culturais perverte a capacidade de expressão e raciocínio das pessoas, patrulha-as, molda-as, imbeciliza-as. A queda dos padrões de qualidade do discurso das universidades, da imprensa e dos meios culturais é visível a notória. Há uma esquizofrenia retórica em que, no geral, as pessoas são obrigadas a falar algo que não vivenciam, não acreditam, não concordam, mas que são obrigadas a repetir, medrosas que são das chantagens psicológicas desses grupelhos revolucionários. É o mesmo fenômeno que ocorria na União Soviética e em demais países totalitários: as pessoas são obrigadas a enganar os seus sentidos, sua percepção da realidade, para anularem suas consciências e repetirem as mentiras do Partido único. Espantoso é perceber que os mesmos movimentos sectários defendam formas políticas que desprezam e eliminam as minorias. Os homossexuais são perseguidos em Cuba e no Irã; no entanto, qual movimento homossexual se preocupa com isso? As feministas protestam contra o modo de vida do mundo islâmico? E os militantes negros já se preocuparam com a situação dos seus similares africanos sob o tacape de ditaduras tribais e corruptas, além de genocidas? Ah sim, a maldade humana é monopólio da cultural ocidental, da raça branca, dos machos e dos heterossexuais!


A cultura politicamente correta é uma reprodução, sob uma versão nova, sofisticada e dinamizada, da ideologização totalitária que ocorreu nos sistemas ditatoriais controlados pelos partidos comunistas. Essa intoxicação ideológica, atualmente, domina os centros culturais em nossa democracia. O Partido, por assim dizer, não é uma instituição, mas uma cultura de policiamento dentro de um imaginário de paranóia lingüística e verbal difusa. E os sectários, vestais de todo tipo estranho de esquisita homossexualidade partidária, com seus "coletivos" culturais e suas ideologias espalhadas por todas as esferas do pensamento, são os cães de guarda desse novo tipo de sistema, que escraviza, enfraquece e idiotiza a população. Da árvore conhecereis os frutos. A democracia, cada vez mais ideologizada, vai se tornar uma ditadura dessas minorias esquizofrênicas e auto-idolátricas!

PT usa o código de ética e pune dois parlamentares seus com raro rigor

PT usa o código de ética e pune dois parlamentares seus com raro rigor


O que foi que eles fizeram?

Reinaldo Azevedo

Na noite de ontem, o Diretório Nacional do PT decidiu punir os deputados federais Luiz Bassuma (BA) e Henrique Afonso (AC). Por unanimidade, ambos tiveram seus direitos políticos suspensos por um ano e 90 dias, respectivamente. Não poderão votar nem ser votados nas instâncias partidárias ou discursar em nome do partido. É possível que Bassuma, nessas condições, não consiga nem mesmo se candidatar à reeleição. Uau! Será que este partido está, finalmente, se emendando? Afinal, o que ambos fizeram? Abaixo, segue um diálogo imaginário com um leitor otimista. Ele pergunta (em negrito) e eu respondo.
— Será, Reinaldo, que eles foram pegar dinheiro de Marcos Valério no Banco Rural?
— Besteira! Isso é permitido. Não dá punição.
— Então usaram recursos “não contabilizados” de campanha. Acertei?
— Bobagem! Isso é do jogo. Como você sabe, a campanha de Lula foi paga em moeda estrangeira, no exterior, com dinheiro de origem desconhecida.
— Já sei! Então integraram algum grupo de aloprados para fazer um dossiê falso contra adversários! Na mosca?
— Claro que não! Integrar grupo de aloprados é coisa tão importante, que todos aqueles que participaram daquela aventura eram do entorno do próprio presidente Lula. É coisa para gente graduada.
— Ah, então vamos ver: usaram, sei lá, a estrutura de um ministério, da Casa Civil por exemplo, para fazer outro dossiê contra adversários do governo.
— Errado! Quem faz isso acaba sendo considerado candidato natural à Presidência da República. Isso rende promoção no PT, jamais punição.
— Ah, então vai ver eles violaram o sigilo bancário de um caseiro. Coisa feia!
— Tolice. Isso não tem importância. Quem dá bola para caseiro?
Que diabo, então, fizeram esses dois para que toda a cúpula petista, sem exceção, decidisse ser tão severa? Bem, eles resolveram tornar pública a sua posição contrária à descriminação do aborto. Vocês entenderam direito e não precisam ler de novo. Alguns pecadilhos, no PT, como os listados acima, não têm grande importância. Mas defender o direito de um feto à vida, a depender de como seja feito, é incompatível com a ética petista. Eu já desconfiava que fosse assim. De fato, não sei o que ambos fazem no PT sendo o partido tão escancaradamente favorável à descriminação do aborto.
Como a gente nota, no PT, os que cometeram todos aqueles crimes, merecem uma segunda chance. Mas o feto não merece a única chance que tem. É a forma que a esquerda tem de ser humanista, de ser progressista. A direção recomendou ainda que Afonso não seja reconduzido à Comissão de Seguridade Social e da Família na Câmara dos Deputados. Só pode pertencer a uma comissão de família quem é favorável à morte dos fetos, entenderam?
É o PT aplicando o seu Código de Ética. Ele comporta, por exemplo, Ideli Salvatti a defender Sarney com todos os “esses” e “erres”, mas não parlamentares que participam de uma marcha contra o aborto. Vejam que engaçado: a tal manifestação, sabe-se, teve o apoio de uma ONG que conseguiu dinheiro público para a sua realização etc — vocês conhecem aquela rotina típica de petistas e ONGs. Pô, aí já é demais, não é? Dinheiro público bem utilizado é aquele que financia marchas em defesa do aborto.
Um dia essa gente há de encontrar o lugar certo na história. Que seja logo!

Fonte: Blog Reinado Azevedo




Parlamento Europeu condena Lituânia por restringir a promoção do homossexualismo

Parlamento Europeu condena Lituânia por restringir a promoção do homossexualismo

Dr. Piero A. Tozzi

NOVA IORQUE, EUA, 17 de setembro de 2009 (Notícias Pró-Família) — O Parlamento Europeu votou hoje, por 349 votos contra 218, para condenar a Lituânia por sua “lei de proteção aos menores” que proíbe a promoção de “relações homossexuais, bissexuais ou poligâmicas” entre crianças abaixo de 18 anos no país báltico. Críticos conservadores afirmam que a medida do PE, elaborada em reação à legislação soberana da Lituânia com relação a assuntos de família, excede a autoridade do Parlamento.
A resolução orienta a Agência de Direitos Fundamentais a opinar se a lei viola os padrões europeus antidiscriminação. Qualquer tal opinião não seria obrigatória, embora os ativistas provavelmente a usariam para fazer pressões por maior reconhecimento de direitos com base na “orientação sexual”.
Uma das primeiras propostas da Aliança de Liberais e Democratas pela Europa (ALDE), a facção parlamentar esquerdista, teria iniciado os procedimentos para suspender a Lituânia, de acordo com o artigo 7 do Tratado da União Européia, o pacto de 1992 que criou a União Européia (UE). Parlamentares principalmente ligados ao agrupamento de cristãos democráticos, o Partido do Povo Europeu (PPE), trabalhou nos bastidores para abrandar a resolução e remover a referência do Artigo 7.
Embora os parlamentares “progressistas” se alinhassem para acusar a Lituânia de promover a “homofobia”, vários membros conservadores e do PPE falaram em oposição à medida e em apoio ao direito soberano da Lituânia de aprovar leis protegendo as famílias e as crianças, inclusive o primeiro chefe de estado pós União Soviética, Vytautas Landsbergis, e a parlamentar eslovaca Anna Záborksá.
Apesar disso, o PPE permaneceu dividido acerca da medida, com praticamente todos os membros do PPE da França votando para condenar a Lituânia. De forma surpreendente, a delegação de Malta, inclusive seus dois representantes do PPE, votou unida contra a Lituânia.
O Parlamento da Lituânia, ou Seimas, aprovou uma lei de proteção às crianças em junho. O presidente a vetou em óbvia reação às críticas dos políticos da Europa ocidental e das organizações de ativismo homossexual. Em julho, o parlamento da Lituânia anulou o veto. A lei está programada para entrar em vigor em março de 2010.
David Quinn, diretor do Instituto Iona da Irlanda e defensor dos direitos da família, chamou a resolução de “uma intrusão completamente injustificada nos assuntos nacionais de um país membro”. Críticos tais como Quinn vêem o princípio de não discriminação, principalmente com relação à orientação sexual, sendo usados para neutralizar valores há muito consagrados, tais como liberdade religiosa e direitos dos pais. Quinn chamou a antidiscriminação “a chave mestra que abre todos os quartos da casa”.
Alguns observadores antecipam que a ação do Parlamento terá repercussões na Irlanda, onde a nação votará num segundo referendo sobre o Tratado de Lisboa no próximo mês.
Embora a UE tenha “garantido” que a proteção constitucional da Irlanda aos bebês em gestação não seria afetada por um voto do “sim” ao Tratado de Lisboa, a ação do Parlamento Europeu sobre a Lituânia provocou preocupações entres os eurocéticos irlandeses de que instituições européias tentariam invalidar as leis nacionais da Irlanda. Entre outras mudanças, o Tratado de Lisboa forçaria a Carta de Direitos Fundamentais em todos os países membros. Embora nada fale sobre aborto, os críticos temem que o Tribunal de Justiça Europeu faça uma leitura ideológica de tal direito na carta.
Quarenta e seis parlamentares se abstiveram da resolução sobre a Lituânia, inclusive três membros do PPE irlandês. Os quatro membros do ALDE irlandês romperam relações com seu partido e votaram contra a resolução, uma ação que os de dentro vêem como tática com o objetivo de promover críticas antecipadamente ao referendo de Lisboa.
(Este artigo foi publicado com a permissão de www.c-fam.org)

Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Fonte: http://noticiasprofamilia.blogspot.com

28 de set de 2009



Apocalipse
Damares
Composição: Agailton Silva

Quando a última trombeta o anjo tocar
Anunciando a volta do Filho de Deus
A lei da gravidade não impedirá
Aquele que é salvo de subir pra o céu
Em algum lugar nas asas do universo
Nos encontraremos em corpo de glória
Em uma só voz a Igreja dirá:
"Tragada foi a morte pela vitória"
E a Igreja bradará bem alto:
"Onde está ó morte a tua vitória?
Onde está inferno o teu aguilhão?"

Enquanto a Igreja lá no céu recebe o galardão
A Terra vai entrar na fase da tribulação
As reações em cadeia gera uma teia
Transformando em presa a população

O magma da Terra super aquecido
Cria terremotos e acende os vulcões
As placas tectônicas se movimentam
Causando maremotos e destruições
As bombas nucleares feitas de plutônio
Irão destruir a camada de ozônio
Expondo este planeta aos raios do sol
Vulnerável quanto um peixe no anzol
A Terra que hoje canta vai estar mais triste
Vai gemer e chorar no apocalipse.

No apocalipse quem está na Terra
Vai entrar em guerra pela própria vida
No apocalipse a terra treme
E esse mundo geme com a ferida
Que a Igreja causou
Ao deixar
A humanidade subdividida, filho para um lado
E A mãe para o outro
Sem direito ao adeus
Na hora da partida
No Apocalipse

No apocalipse a dor vai ser grande
A lua cor de sangue revela tristeza
E o sol com certeza não irá brilhar
Porque mais forte que o sol brilhava a Igreja
E Jesus levou no arrebatamento
Agora em descontrole chora a natureza
Sem o sal da terra, sem a luz do mundo
E a humanidade toda estará indefesa.

Mas no apocalipse a Igreja estará no céu
porque Deus não deixa, perecer aquele que é fiel.
http://www.youtube.com/watch?v=F9LpVIPRECk


MEDITE NA LETRA DESSE HINO


FONTE: letras.terra.com.br/damares/1222707

Guerra comunista contra a religião

Guerra comunista contra a religião

Paul Kengor

Como Mikhail Gorbachev afirmou com muito acerto, o Estado comunista empreendeu uma patente “Guerra contra a Religião.” 1 Ele lamentara que os bolcheviques, seus predecessores, mesmo após a guerra civil terminada no começo da década de 1920, durante uma época de “paz”, “continuou a demolir as igrejas, a prender e matar sacerdotes”. 2

A União Soviética, modelo do comunismo mundial como um todo, era oficialmente hostil à religião e oficialmente ateísta. A União Soviética não era irreligiosa, sem nenhuma posição quanto à religião. A União Soviética queria fazer crer que não havia Deus. Além disso, esse ateísmo se transformou numa espécie de vício anti-religioso. Essa prática começou com a alvorada do Estado comunista e hoje continua sob várias formas nos países comunistas, desde a China até a Coréia do Norte e até Cuba.
Ensinamento Comunista

A origem desse ódio e intolerância à religião está na essência da ideologia comunista. Marx alcunhou a religião como o "ópio das massas" e afirmou que "o comunismo começa onde o ateísmo começa". 3 Num discurso em prol dos bolcheviques, em 2 de Outubro de 1920, Lênin declarou abertamente: "Nós não cremos em Deus." Lênin insistiu que "Todo culto a uma divindade é uma necrofilia." 4 Ele escreveu uma carta em Novembro de 1913 dizendo "qualquer idéia religiosa, qualquer idéia de algum deus, qualquer aproximação com um deus é a idiotice mais inexpressível ... a burrice mais perigosa, a infecção mais vexatória." James Thrower, da Universidade de Virgínia (especialista em Rússia e tradutor), diz que a infecção à qual Lênin se refere é a de doença venérea. 5

"Não pode haver nada mais abominável do que a religião," escreveu Lênin em uma carta para Maxim Gorky em Janeiro de 1913. 6 N dia dia 25 de Dezembro de 1919, o Camarada Lênin, com suas próprias palavras, emitiu a seguinte ordem: "Participar do 'Nikola' (natal russo) será estúpido - toda a Cheka (futura KGB) deve estar alerta para não deixar de atirar em todo aquele que não aparecer para trabalhar por causa do 'Nikola'". 7 Estes não foram fatos isolados sob o mando de Lênin.

Com a ajuda de Trotsky, Lênin começou a se envolver na criação de grupos com nomes como A Sociedade dos Sem-Deus, também conhecida como a Liga dos Sem-Deus Militantes, que foi responsável pela disseminação da propaganda anti-religiosa na URSS. 8 Essa intolerância institucionalizada continuou a prosperar sob os discípulos de Lênin, com destaque para Stálin, e até mesmo sob os líderes mais benévolos, como Nikita Khrushchev.

Este ateísmo era endêmico para o experimento comunista. Mesmo os comunistas impedidos de se manter no poder — perdendo, portanto, a habilidade de perseguir crentes — eles deram o seu melhor para perseguir os ensinamentos da religião organizada e para ridicularizar a existência de Deus. Até nos Estados Unidos, não é surpresa parar numa banca de jornais da cidade e ver escrito na primeira página palavras como estas no Daily Worker (Diário dos Operários), o órgão comunista publicado pelo CPUSA: "NÃO HÁ DEUS". 9 Os comunistas têm orgulho do seu ateísmo e militam por ele.
Discriminação Igualitária

Este assalto à fé religiosa não foi dirigidas apenas a cristãos - protestantes, católicos, ortodoxos - mas também contra judeus, muçulmanos, budistas e outras crenças. 10 Para cada cardeal Mindszenty na Hungria havia um cardeal Wyszynski na Polônia, um Richard Wurmbrand na Romênia, um Natan Sharansky ou um Walter Ciszek na Rússia, um Vasyl Velychkovsky ou um Severian Baranyk ou um Zenobius Kovalyk na Ucrânia, um clã Moaddedi no Afeganistão, um missionário luterano ou metodista ou um seguidor do Dalai Lama na China, uma freira presa em Cuba, um monge budista forcado a renunciar seus votos no Camboja.

Fosse o déspota Fidel Castro, Pol Pot ou Stalin, o sentimento era o mesmo: "Religião é veneno", segundo disse Mao Tsé-Tung. Onde quer que eles fossem, de Leste a Oeste, da África à Ásia, de Phnom Penh a São Petesburgo, comunistas empreenderam uma luta pela extinção da religião. Os comunistas muito debateram sobre os detalhes da maneira pela qual implementariam a visão marxista, mas eram unânimes em uma coisa: a religião era a inimiga, uma rival para o controle mental marxista e deveria ser aniquilada, não importam os custos e dificuldades.

Moscou foi a fonte e o cume para a maior parte desse esforço. Mesmo assim, funcionários soviéticos desejaram repetir a campanha usando os mais ávidos camaradas que estavam em cargos de liderança em outros lugares. A repressão começara, em vários graus, por toda a Europa Ocidental. Por exemplo, a doutrinação anti-religiosa de alunos de escola foi especialmente rigorosa na Tchecoslováquia nos anos 70. A Tchecoslováquia tinha conhecida má-reputação por conta do seu ateísmo.

Entre as nações mais perseguidoras à religião no império comunista estava a Romênia. Lá o ódio à religião era evidente por causa dos terríveis meios usados na tentativa de bani-la.
Romênia: a experiência de Richard Wurmbrand

Como parte da educação atéia, Estados comunistas publicaram e disseminaram abertamente literatura anti-cristã. Na Romênia, o trabalho daquele que talvez seja o maior escritor romeno, Sadoveanu, "A Vida dos Santos", foi publicado novamente como "A Lenda dos Santos".

Significantemente, os comunistas não apenas tentaram bloquear ou deter a fé religiosa, mas também revertê-la. Isto foi verdade particularmente para a Romênia, mesmo antes da era Nicolai Ceasescu. Isto não implica apenas a proibição da prática religiosa e a prisão de ministros e crentes, mas o emprego de tortura para forçá-los a renunciar a fé. Nada disso foi eficiente o bastante para conter, silenciar ou punir os crentes presos; foi decidido que eles deveriam ser torturados de maneira inimaginavelmente degradante com o intuito de desfazer a fé religiosa.

Uma das melhores fontes sobre como os comunistas usaram sofrimentos extraordinários para reverter a crença é Richard Wurmbrand, um pastor que viveu um inferno na terra enquanto estava numa prisão romena. Após o ocorrido, ele detalhou algumas das crueldades testemunhadas em um relato ante ao congresso americano e em seu famoso Torturado por amor de Cristo, em 1967. A seguir há alguns trechos do emocionante livro de Wurmbrand:

Milhares de crentes de todas as denominações foram presos naquela vez. Não apenas sacerdotes foram enclausurados, mas também simples camponeses, moços e moças, que testemunharam por sua fé. Os presídios estavam lotados, e na Romênia, assim como em todos os países comunistas, estar preso significa ser torturado...

Um pastor que se chama Florescu foi torturado com tições de ferro incandescente e com facas. Ele foi agredido dolorosamente. Então ratos famintos foram conduzidos às suas celas por um largo cano. Ele não conseguia dormir porque era obrigado a se defender todo o tempo. Se ele toscanejasse por um só momento, os ratos o atacariam.

Ele foi forçado a ficar acordado por duas semanas, dia e noite... Eventualmente eles traziam seu filho de 14 anos e começavam a chicoteá-lo em frente ao seu pai, dizendo que continuariam a fazê-lo até que o pastor dissesse aquilo que eles queriam ouvir da sua boca. O pobre homem estava meio louco. Ele agüentou o tanto quanto pôde, então ele clamou ao seu filho, "Alexander, eu preciso dizer o que eles querem! Eu não posso mais agüentar seu sofrimento!" O filho então respondeu "Pai, não me faça a injustiça de ter um traidor como genitor. Resista! Se eles me matarem, eu morrerei com as palavras: 'Jesus e minha pátria'." Os comunistas, enfurecidos, investiram contra a criança e espancaram-na até a morte, com sangue espalhado pelas paredes da cela. Nosso querido irmão Florescu nunca mais foi o mesmo após ter visto isto. 11

Wurmbrand se lembrava de história após história sobre as torturas que ele testemunhou. Ele não apenas viu a tortura dos seus companheiros crentes, mas ele mesmo também as experimentou. Seus captores o entalharam em doze partes do seu corpo. Queimaram 18 buracos nele. Entre as muitas formas de torturas que ele sofreu, estava "O Refrigerador" — uma grande caixa de gelo. O crente seria preso com pouca ou nenhuma roupa. Os médicos da prisão sondavam por uma abertura até que vissem sinais de morte por hipotermia, então eles chamavam os guardas, que se apressavam para descongelar a vítima. Eles seriam descongelados e congelados novamente entre os minutos da morte. O processo era então repetido.

Tudo isso, obviamente, exigia esforços consideráveis dos carcerários. "O que os comunistas fizeram aos cristãos suplanta... o conhecimento humano," escreveu Wurmbrand. "Eu vi comunistas cujas faces mostravam alegria entusiástica enquanto torturavam crentes. Eles diziam enquanto torturavam os cristãos, 'nós somos o demônio!'". Ele chamou o comunismo de "a força do mal", que poderia ser combatido apenas por uma força espiritual, "O Espírito Santo." Ele acrescentou:

Os torturadores comunistas freqüentemente [me diziam]: "Não há Deus, nem além, nem punição pelo mal. Nós podemos fazer o que quisermos." Eu ouvi um torturador dizer, "Eu agradeço a Deus, em quem não creio, por viver até este momento em que pude expressar toda a maldade do meu coração."

Em seu testemunho de Maio de 1966 ao Subcomitê de Segurança Interna do Senado americano, Wurmbrand descreveu a crucificação pelas mãos dos comunistas. Cristãos eram atados a cruzes por dias e noites. Isto era mau o bastante. Mas os comunistas eram criativos, e queriam se assegurar de que os crucificados sofreriam maior humilhação do que o próprio Cristo:

As cruzes eram colocadas no chão e milhares de prisioneiros tinham que satisfazer suas necessidades básicas nos rostos e nos corpos dos crucificados. Então as cruzes eram argüidas novamente e os comunistas zombavam e escarneciam: "Olhe para o seu Cristo! Quão belo ele é! Que fragrância ele traz do céu!"... Após serem quase levados à loucura pelos torturadores, um padre foi obrigado a consagrar excremento e urina humanos e fazer a Santa Comunhão aos cristãos nesta forma. Isto aconteceu na prisão romena de Pitesti., Após isto, eu decidi então perguntar ao padre porque ele não preferiu morrer ao participar dessa zombaria. Ele respondeu, "Por favor, não me julgue! Eu sofri mais do que Cristo!" Todas as descrições bíblicas sobre o inferno e as dores do Inferno de Dante não são nada comparadas às torturas nas prisões comunistas.

Esta é apenas uma pequena parte daquilo que aconteceu em um domingo e em muitos outros domingos na prisão de Pitesti. Outras coisas simplesmente não podem ser ditas. Meu coração falharia se eu tivesse que contá-las repetidamente. Elas são muito terríveis e obscenas para serem escritas...

Se eu fosse continuar a contar todos os horrores das torturas comunistas e todos os auto-sacrifícios dos cristãos, eu nunca terminaria.

Nós vemos aqui uma dedicação quase inacreditável para desfazer e reverter a fé pelos comunistas. Isto envolveu não apenas abusos extraordinários, mas também a atenção do Estado. O fato de o Estado comunista devotar tanto tempo e esforço demonstra a sua notável devoção — ironicamente, uma devoção quase religiosa — em alcançar a aniquilação da fé religiosa. Estes fatos também refletem a convicção comunista que a religião era inevitavelmente uma ameaça incompatível ao marxismo-leninismo.

Às vezes, esta perseguição viciada sai pela culatra. Para cada Richard Wumrbrand, ou para cada Severian Baranyk que os comunistas mataram com um corte em forma de cruz no peito, ou um Zenobius Kovalyk, executado numa crucificação de escárnio, surgia uma albanesa chamada Agnes Gonxha Bojaxhiu (Madre Teresa), que orava por suas almas, ou um Karol Wojtyla (Papa João Paulo II), que trabalhou com homens como Ronald Reagan, Margaret Thatcher, Lech Walesa, e Vaclav Havel - entre outros — pelo colapso pacífico do império ateu.
Relevância atual

Porque estas informações são importantes hoje, sendo que a guerra fria e o império soviético comunista não mais existem? Ao nível do humano, é muito importante para aqueles que sofreram a perseguição. Muitos ainda estão vivos; eles querem que esta história seja contada; eles querem que o mundo saiba o que sofreram. Eles sabem que a História, pelo bem da História, precisa ser bem definida e não repetida. Em outro nível, a próxima geração de estudiosos da Guerra Fria tem pouco conhecimento e menos ainda reconhecimento do papel da religião na experiência da Guerra Fria. Eles não são apenas desinformados no que diz respeito às fontes e ao grau da perseguição, eles não contemplam a maneira que o ateísmo institucionalizado da URSS ajudou e propeliu oposição bipartidária americana a Moscou no começo da Guerra Fria. Democratas como Harry Trumann, John F. Kennedy e Republicanos como John Foster Dulles e Ronald Reagan condenaram o flagelo do "comunismo soviético sem-Deus assim como figuras bastante populares como Francis Cardinal Spellman, o Bispo Fulton Sheen, e o Dr. Fred Schwarz por meio de sua Cruzada Anti-Comunista Cristã. 12 Religiosamente falando, o esforço eventual para derrotar o comunismo ateu foi um esforço duplo de protestantes e católicos americanos.

Muito pouco é estudado sobre isto hoje. Nós não podemos ignorar esse componente vital da história da Guerra Fria. Tragicamente, muitas dessas informações continuam desconhecidas não apenas para o grande público, mas também para a comunidade acadêmica. Na verdade, há pessoas na academia que estão a par desse material, mas geralmente estão despreocupados, dispensando isso como curiosidade paranóica da "direita cristã" e de anti-comunistas, que eles vêem como rude e ingênuo. "Sob os [comunistas] houve perseguição à igreja," escreve Richard Pipes, professor emérito de história russa em Harvard. "E também é verdade que o assunto tem recebido pouco ou nenhuma atenção dos acadêmicos." 13

Protestantes, católicos, muçulmanos e budistas — os comunistas torturaram a todos. E membros de todas as crenças têm grande interesse em ver essa conspiração perversa recebendo a luz da verdade. Ninguém, muito menos uma organização central, contou as histórias das vítimas. Muitas delas são amargas, e estão todas frustradas porque esta vasta rede de intolerância brutal nunca foi exposta completamente. Os livros de história das escolas estão cheios de considerações sobre as Cruzadas, mas completamente caladas sobre a guerra comunista contra a religião, que é imensamente mais repressiva. 14

Mas ainda há grupos como a Fundação em Memória das Vítimas do Comunismo (Victims of Communism Memorial Foundation) para contar essa história, para revelar essa história e para honrar as vítimas.

____________________
Biografia do autor: Paul Kengor é professor emérito de Ciência Política no Grove City College em Grove City, Pennsylvania. Entre seus livros estão God and Ronald Reagan: A Spiritual Life (HarperCollins, 2004), The Judge: William P. Clark, Ronald Reagan's Top Hand (Ignatius Press, 2007), and The Crusader: Ronald Reagan and the Fall of Communism (HarperPerennial, 2007).

Tradução: Rafael Resende Stival, do Blog Salmo 12.

Fonte: http://www.globalmuseumoncommunism.org/ e Mídia Sem Máscara

Divulgação: www.juliosevero.com

Notas

1 Mikhail Gorbachev, Memoirs (NY: Doubleday, 1996), p. 328.

2 Mikhail Gorbachev, On My Country and the World, (NY: Columbia University Press, 2000), pp. 20-1.

3 O comentário "ópio das massas" "é bem conhecido. A fonte para a citação, "o comunismo começa onde começa o ateísmo," é Fulton J. Sheen, Communism and the Conscience of the West (Indianapolis e NY: Bobbs-Merrill, 1948). Sheen, que lia e falava várias línguas, traduziu a citação em Inglês de uma obra sem tradução de Marx.

4 Lenin escreveu isso em 13 ou 14 de novembro de 1913 em uma carta para Maxim Gorky. Veja: James Thrower, God's Commissar: Marxism-Leninism as the Civil Religion of Soviet Society (Lewiston, NY: Edwin Mellen Press, 1992), p. 39.

5 Citado em Thrower, God's Commissar, p. 39. Outra tradução desta citação vem de Robert Conquest, in his "The Historical Failings of CNN," em Arnold Beichman, ed., CNN's Cold War Documentary (Stanford, CA: Hoover Institution Press, 2000), p. 57.

6 Veja: J. M. Bochenski, "Marxism-Leninism and Religion," em B. R. Bociurkiw et al, eds., Religion and Atheism in the USSR and Eastern Europe (London: MacMillan, 1975), p. 11.

7 Este item foi publicado em um livro de 2002 pela Yale University Press. Veja: Alexander N. Yakovlev, A Century of Violence in Soviet Russia (New Haven and London: Yale University Press, 2002), p. 157.

8 Veja: Daniel Peris, Storming the Heavens: The Soviet League of the Militant Godless (Ithaca, NY: Cornell University Press, 1998).

9 Veja: Bertram D. Wolfe, A Life in Two Centuries (Stein and Day, 1981), pp. 403-4.

10 A repressão foi exercida em graus diferentes entre as nações do bloco soviético. Entre elas, Romênia, Albânia, Alemanha Oriental e Tchecoslováquia foram especialmente repressivas.

11 Richard Wurmbrand, Tortured for Christ (Bartlesville, OK: Living Sacrifice Book Company, 1998), pp. 33-8.

12 Veja: Paul Kengor, God and Ronald Reagan: A Spiritual Life (NY: HarperCollins, 2004).

13 Richard Pipes speaking at Grove City College, Grove City, Pennsylvania, September 27, 2005.
14 Paul Kengor comparou o tratamento dos dois em um exaustivo e longo projeto de um ano de pesquisa que analisou os textos de história utilizada nas escolas públicas de Wisconsin, que eram os mesmos textos utilizados em todos os estados. Veja também: Paul Kengor, "Searching for Bias: World History Texts in Wisconsin Public Schools ", Wisconsin Policy Research Institute, junho de 2002. Uma cópia do estudo está publicado no site da WPRI.

22 de set de 2009

Feijão contaminado? Quem poderia nos informar?




Recebi e repasso a todos para conhecimento....
Importante.




Pessoal, se não tiver como substituir o feijão, coloque-o de molho, com 2 ou 3 gotas de vinagre, depois de lavar.





MATERIA DIVULGADA EM VÁRIOS SITES DE AGRICULTURA, PORÉM FOI MISTERIOSAMENTE TIRADA DO AR.
LEIA, POIS É MUITO PERIGOSO.


Confirmado na última semana o 83º caso de Chagas contraído a partir do Feijão servido nas refeições dos brasileiros.
Pelo que foi divulgado pela mídia especializada na última quarta-feira toda a colheita entregue por uma cooperativa de plantadores de feijão (COOVENF) está contaminada com o protozoário da doença de Chagas (tripanosoma cruzi), oriunda do Barbeiro.
A doença se alastrou com rapidez, pois a cooperativa atende a mais de 18 empresas que embalam o Feijão e destribuiem para todo Norte, Centro Oeste e Sudeste do Brasil.

foto: inseto em forma de ninfa no lote de feijão.



O que é mais alarmante é que foi constatado que os lotes não foram tirados de circulação, fazendo com que o número de infectados aumente a cada semana.

foto: feijão contaminado


É Sabido que já se contrairam CHAGAS a partir dos tipos carioquinha, jalo e preto, porém, especialistas da UNIUPS-GO - Universidade Ubirajara Pereira de Souza de Goiás estão analisando se os tipos mulatinho, roxinho e branco também estão contaminados, uma vez que todos são originários da mesma Cooperativa.
A Maioria dos doentes estão no sul do estado de Goiás, São Paulo e
Minas, porém sabe-se que há casos no Acre, Tocantins, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.

foto: profissional sa UNIUPS examina várias embalagens de feijão contaminada


Infectologistas estão recomendando que se troque temporariamente o feijão por Canjica ou Grão de Bico (imunes ao Chagas) porém, se for indispensável o uso do grão do feijão nas refeições, aconselham que use 4 gotas de dendê ou 2 de vinagre de maçã no feijão que fica de molho pós lavagem.


Repasse a amigos pois é questão de saúde.
Gostaria de saber se isso é verdade, alguém destes estados envolvidos poderia nos informar?

21 de set de 2009

Lula, Dilma, Crivella, a “bispa” Sônia e o “apóstolo” Hernandez juntos! Meu Deus!!!

Lula, Dilma, Crivella, a “bispa” Sônia e o “apóstolo” Hernandez juntos! Meu Deus!!!

Reinaldo Azevedo

A ministra da Casa Civil e pré-candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, é amiga de Jesus desde criancinha. Mesmo quando ela integrava a VAR-Palmares, era em Deus que pensava. Tanto é assim que a sua organização antecipou o despacho de algumas pessoas para o céu. Uma delas, por exemplo, era só um correntista de banco. Estava ele lá, feito Inês de Castro (coitadinho!), no sossego dos seus anos, sacando um chequinho no caixa, e eis que chegou um Anjo — futuramente indenizável como perseguido pela ditadura… — de arma na mão para expropriar o banco em nome do povo. E “pimba!”. Lá foi o pai de família morar ao lado de Jesus! Carlos Minc participou dessa operação. Hoje ele acha um absurdo que algumas pessoas matem árvores e minhocuçus. E Dilma continua amiga de Jesus! O mundo é mesmo pândego.

Por que isso? Vejam que foto histórica esta publicada noEstadão Online. Lula instituiu ontem o Dia Nacional da Marcha para Jesus. Participaram da cerimônia, realizada no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), o presidente da Câmara, Michel Temer; o senador e “bispo”Marcelo Crivella (PRB-RJ), sobrinho de Edir Macedo, dono da Igreja Universal; a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, e o casal da Igreja Renascer Sônia e Estevam Hernandez. Crivella é este que aparece à esquerda, contraindo os olhos enquanto entra em conexão, suponho, com o Espírito Santo. Nunca entendi por que certos religiosos, de qualquer denominação, quando julgam entrar em contato com a Pomba Sagrada fazem essa cara.

Há quem faça coisas ainda mais estranhas. É o caso da “bispa” Sônia e seu marido, o “apóstolo” Estevam. Quando o Espírito Santo está presente, eles desandam a falar línguas estranhas. Mangabeira Unger perde feio. Não sei como se contiveram ontem. Estevam é essa cabeleira grisalha em primeiro plano; Sônia está à sua direita, a cabeleira castanha. Dilma é aquela com ar beato. A foto não deixa de ser um bom retrato do Brasil.

O casal da Renascer acaba de sair da cadeia nos Estados Unidos e já participa de uma solenidade ao lado de Lula e de sua candidata. Não sei se vocês estão lembrados: a dupla tentou entrar naquele país com dólares que não tinham sido declarados, escondidos na capa de uma Bíblia. O leitor cético dirá que estão todos entre iguais. Afinal, a “bispa” e o “apóstolo” apenas portavam “recursos não-contabilizados”. Ademais, em matéria de dólares ilegais, ninguém é páreo para o pagamento que a campanha de Lula fez a Duda Mendonça no exterior.

Ah, sim: o leitor logo pergunta: “Por que as aspas em ‘bispa’ e ‘apóstolo’?” Porque é como eles se autodenominam, entendem? A palavra “bispa” é uma licença quase poética, além de ser uma brutal licença religiosa. Um feminino aproximado para tal função seria “episcopisa”. Imaginem: “Episcopisa Sônia Hernandez”!!! Já o “apóstolo” Hernandez é coisa realmente séria. Apóstolos, originalmente, eram 12. Missões divinas dadas a Paulo e Barnabé também permitem que os chamemos assim. Pronto! 14 ao todo! Até a chegarda de Hernandez, o 15º elemento. Todos os apóstolos tiveram contato direto com Jesus — logo, supõe-se ser esse o caso do marido da “bispa”. Quatro coisas são privadas dos apóstolos:

— recebem missões diretamente de Jesus;

— podem pregar a todos os povos;

— são dotados de infalibilidade;

— sua jurisdição episcopal é universal; sua igreja é o mundo!

Alguns, nem todos, também operam milagres. Parece ser esse o caso de Hernandez. Que eu saiba, em nenhuma outra denominação neopentecostal alguém se colocou tão pertinho de Jesus Cristo.

A Justiça americana liberou o casal para voltar ao Brasil no dia 1º de agosto, 15 dias antes do prazo, para visitar o filho, Felippe Daniel Hernandes, conhecido pelos fiéis como Bispo Tid, internado na UTI em razão de complicações decorrentes de uma cirurgia para redução de estômago. Segundo o Hospital Oswaldo Cruz, ele teve complicações neurológicas de origem metabólica.

Sônia e Estevam, que sempre oraram pelo filho, prometeram orar por Dilma também.

Fonte: Blog Reinaldo Azevedo

Divulgação: www.juliosevero.com

20 de set de 2009

PT usa o código de ética e pune dois parlamentares seus com raro rigor

PT usa o código de ética e pune dois parlamentares seus com raro rigor

O que foi que eles fizeram?

Reinaldo Azevedo

Na noite de ontem, o Diretório Nacional do PT decidiu punir os deputados federais Luiz Bassuma (BA) e Henrique Afonso (AC). Por unanimidade, ambos tiveram seus direitos políticos suspensos por um ano e 90 dias, respectivamente. Não poderão votar nem ser votados nas instâncias partidárias ou discursar em nome do partido. É possível que Bassuma, nessas condições, não consiga nem mesmo se candidatar à reeleição. Uau! Será que este partido está, finalmente, se emendando? Afinal, o que ambos fizeram? Abaixo, segue um diálogo imaginário com um leitor otimista. Ele pergunta (em negrito) e eu respondo.

Será, Reinaldo, que eles foram pegar dinheiro de Marcos Valério no Banco Rural?
— Besteira! Isso é permitido. Não dá punição.

— Então usaram recursos “não contabilizados” de campanha. Acertei?
— Bobagem! Isso é do jogo. Como você sabe, a campanha de Lula foi paga em moeda estrangeira, no exterior, com dinheiro de origem desconhecida.

— Já sei! Então integraram algum grupo de aloprados para fazer um dossiê falso contra adversários! Na mosca?
— Claro que não! Integrar grupo de aloprados é coisa tão importante, que todos aqueles que participaram daquela aventura eram do entorno do próprio presidente Lula. É coisa para gente graduada.

— Ah, então vamos ver: usaram, sei lá, a estrutura de um ministério, da Casa Civil por exemplo, para fazer outro dossiê contra adversários do governo.
— Errado! Quem faz isso acaba sendo considerado candidato natural à Presidência da República. Isso rende promoção no PT, jamais punição.

— Ah, então vai ver eles violaram o sigilo bancário de um caseiro. Coisa feia!
— Tolice. Isso não tem importância. Quem dá bola para caseiro?

Que diabo, então, fizeram esses dois para que toda a cúpula petista, sem exceção, decidisse ser tão severa? Bem, eles resolveram tornar pública a sua posição contrária à descriminação do aborto. Vocês entenderam direito e não precisam ler de novo. Alguns pecadilhos, no PT, como os listados acima, não têm grande importância. Mas defender o direito de um feto à vida, a depender de como seja feito, é incompatível com a ética petista. Eu já desconfiava que fosse assim. De fato, não sei o que ambos fazem no PT sendo o partido tão escancaradamente favorável à descriminação do aborto.

Como a gente nota, no PT, os que cometeram todos aqueles crimes, merecem uma segunda chance. Mas o feto não merece a única chance que tem. É a forma que a esquerda tem de ser humanista, de ser progressista. A direção recomendou ainda que Afonso não seja reconduzido à Comissão de Seguridade Social e da Família na Câmara dos Deputados. Só pode pertencer a uma comissão de família quem é favorável à morte dos fetos, entenderam?

É o PT aplicando o seu Código de Ética. Ele comporta, por exemplo, Ideli Salvatti a defender Sarney com todos os “esses” e “erres”, mas não parlamentares que participam de uma marcha contra o aborto. Vejam que engaçado: a tal manifestação, sabe-se, teve o apoio de uma ONG que conseguiu dinheiro público para a sua realização etc — vocês conhecem aquela rotina típica de petistas e ONGs. Pô, aí já é demais, não é? Dinheiro público bem utilizado é aquele que financia marchas em defesa do aborto.

Um dia essa gente há de encontrar o lugar certo na história. Que seja logo!

Fonte: Blog Reinado Azevedo

Divulgação: www.juliosevero.com

15 de set de 2009

Carta aberta, de Eliane Sinhasique, para Renato Aragão, o Didi. Dou nota DEZ para essa mulher....


Recebi este e-mail já algum tempo e não sei até que ponto é real. Apenas passo para todos pensarem sobre isso.


Carta aberta, de Eliane Sinhasique, para Renato Aragão, o Didi. Dou nota DEZ para essa mulher....

Querido Didi,

Há alguns meses você vem me escrevendo pedindo uma doação mensal para enfrentar alguns problemas que comprometem o presente e o futuro de muitas crianças brasileiras. Eu não respondi aos seus apelos (apesar de ter gostado do lápis e das etiquetas com meu Nome para colar nas correspondências).

Achei que as cartas não deveriam sem endereçadas à mim. Agora, novamente, você me escreve preocupado por eu não ter atendido as suas solicitações. Diante de sua insistência, me senti na obrigação de parar tudo e te escrever uma resposta.
Não foi por 'algum' motivo que não fiz a doação em dinheiro solicitada por você. São vários os motivos que me levam a não participar de sua campanha altruísta (se eu quisesse poderia escrever umas dez páginas sobre esses motivos). Você diz, em sua última Carta, que enquanto eu a estivesse lendo, uma criança estaria perdendo a chance de se desenvolver e aprender pela falta de investimentos em sua formação.
Didi, não tente me fazer sentir culpada. Essa jogada publicitária eu conheço muito bem. Esse tipo de texto apelativo pode funcionar com muitas pessoas mas, comigo não. Eu não sou ministra da educação, não ordeno e nem priorizo as despesas das escolas e nem posso obrigar o filho do vizinho a freqüentar as salas de aula. A minha parte eu já venho fazendo desde os 11 anos quando comecei a trabalhar na roça para ajudar meus pais no sustento da minha família. Trabalhei muito e, te garanto, trabalho não Mata ninguém. Muito pelo contrário, faz bem! Estudei na escola da zona rural, fiz Supletivo, estudei à distância e muito antes de ser jornalista e publicitária eu já era uma micro empresária.

Didi, talvez você não tenha noção do quanto o Governo Federal tira do nosso suor para manter a saúde, a educação, a segurança e tudo o mais que o povo brasileiro precisa. Os impostos são muito altos! Sem falar dos Impostos embutidos em cada alimento, em cada produto ou serviço que preciso comprar para o sustento e sobrevivência da minha família.

Eu já pago pela educação duas vezes: pago pela educação na escola pública, através dos impostos, e na escola particular, mensalmente, porque a escola pública não atende com o ensino de qualidade que, acredito, meus dois filhos merecem. Não acho louvável recorrer à sociedade para resolver um problema que nem deveria existir pelo volume de dinheiro arrecadado em nome da educação e de tantos outros problemas sociais.

O que está acontecendo, meu caro Didi, é que os administradores, dessa dinheirama toda, não têm a educação como prioridade. Pois a educação tira a subserviência e esse fato, por si só não interessa aos políticos no poder. Por isso, o dinheiro está saindo pelo ralo, estão jogando fora, ou aplicando muito mal. Para você ter uma idéia, na minha cidade, cada alimentação de um presidiário custa para os cofres públicos R$ 3,82 (três reais e oitenta e dois centavos) enquanto que a merenda de uma criança na escola pública custa R$ 0,20 (vinte centavos)! O governo precisa rever suas prioridades, você não concorda? Você pode ajudar a mudar isso! Não acha?

Você diz em sua Carta que não dá para aceitar que um brasileiro se torne adulto sem compreender um texto simples ou conseguir fazer uma conta de matemática. Concordo com você. É por isso que sua Carta não deveria ser endereçada à minha pessoa. Deveria se endereçada ao Presidente da República. Ele é 'o cara'. Ele tem a chave do Cofre e a vontade política para aplicar os recursos. Eu e mais milhares de pessoas só colocamos o dinheiro lá para que ele faça o que for necessário para melhorar a qualidade de vida das pessoas do país, sem nenhum tipo de distinção ou discriminação. Mas, infelizmente, não é o que acontece...

No último parágrafo da sua Carta, mais uma vez, você joga a responsabilidade para cima de mim dizendo que as crianças precisam da 'minha' doação, que a 'minha' doação faz toda a diferença. Lamento discordar de você Didi. Com o valor da doação mínima, de R$ 15,00, eu posso comprar 12 quilos de arroz para alimentar minha família por um mês ou posso comprar pão para o café da manhã por 10 dias.

Didi, você pode até me chamar de muquirana, não me importo, mas R$ 15,00 eu não vou doar. Minha doação mensal já é muito grande. Se você não sabe, eu faço doações mensais de 27,5% de tudo o que ganho. Isso significa que o governo leva mais de um terço de tudo que eu recebo e posso te garantir que essa grana, se ficasse comigo, seria muito melhor aplicada na qualidade de vida da minha família.

Você sabia que para pagar os impostos eu tenho que dizer não para quase tudo que meus filhos querem ou precisam? Meu filho de 12 anos quer praticar tênis e eu não posso pagar as aulas que são caras demais para nosso padrão de vida. Você acha isso justo? Acredito que não. Você é um homem de bom senso e saberá entender os meus motivos para não colaborar com sua campanha pela educação brasileira.
Outra coisa Didi, mande uma Carta para o Presidente pedindo para ele selecionar melhor os ministros e professores das escolas públicas. Só escolher quem, de fato, tem vocação para ser ministro e para o ensino. Melhorar os salários, desses profissionais, também funciona para que eles tomem gosto pela profissão e vistam, de fato, a camisa da educação. Peça para ele, também, fazer escolas de horário integral, escolas em que as crianças possam além de ler, escrever e fazer contas possa desenvolver dons artísticos, esportivos e habilidades profissionais. Dinheiro para isso tem sim! Diga para ele priorizar a educação e utilizar melhor os recursos.

Bem, você assina suas cartas com o pomposo título de Embaixador Especial do Unicef para Crianças Brasileiras e eu vou me despedindo assinando... Eliane Sinhasique - Mantenedora Principal dos Dois Filhos que Pari.

P.S.: Não me mande outra carta pedindo dinheiro. Se você mandar, serei obrigada a ser mal-educada: vou rasgá-la antes de abrir.

PS2* Aos otários que doaram para o criança esperança. Fiquem sabendo, as organizações Globo entregam todo o dinheiro arrecadado à UNICEF e recebem um recibo do valor para dedução do seu imposto de renda. Para vocês a Rede Globo anuncia: essa doação não poderá ser deduzida do seu imposto de renda, porque é ela quem o faz.

PS3* E O DINHEIRO DA CPMF QUE PAGAMOS DURANTE 11(ONZE) ANOS?

MELHOROU ALGUMA COISA NA EDUCAÇÃO E NA SAÚDE DURANTE ESSES ANOS?

BRASILEIROS PATRIOTAS (e feitos de idiotas) DIVULGUEM ESSA REVOLTA....

Polêmico prefeito inglês corta verbas para parada do orgulho gay e se compromete a acabar com práticas politicamente corretas no governo

Polêmico prefeito inglês corta verbas para parada do orgulho gay e se compromete a acabar com práticas politicamente corretas no governo

Hilary White

DONCASTER, Inglaterra, 2 de setembro de 2009 (Notícias Pró-Família) — O prefeito recentemente eleito de Doncaster, no Sul de Yorkshire, enfureceu os grupos homossexuais politicamente poderosos da Inglaterra ao tentar cortar verbas da prefeitura para as celebrações do Orgulho Gay deste ano. As verbas para o evento deste ano em junho passaram, mas o prefeito Peter Davies, membro do Partido Democrata inglês e pai de Philip Davies, membro Tory do Parlamento, cortou todas as verbas futuras para o evento anual da parada gay.

“Não sou homófobo”, disse ele, “mas não vejo motivo por que os cidadãos, que pagam para sustentar a prefeitura, têm de ser obrigados a pagar para celebrar a sexualidade dos outros”.

Davies é apenas o segundo prefeito de Doncaster a ter sido eleito diretamente pelo voto popular em vez de escolhido pelos vereadores. Ele fez campanha numa plataforma popular, que apavorou as classes políticas tanto da direita quanto da esquerda do Parlamento, em que ele se comprometeu a “exterminar medidas politicamente corretas” em todas as áreas da prefeitura de Doncaster. Davies prometeu eliminar as verbas da prefeitura para “iniciativas politicamente corretas” e “cortar não-empregos politicamente corretos” tais como “agentes de coesão comunitária” e “incentivar ex-funcionários a buscar posições que sejam úteis”.

Em sua primeira semana como prefeito, Davies cumpriu suas promessas cortando seu próprio salário de 73.000 libras para 30.000; reduzindo o número de vereadores de 63 para 21, economizando para o município 800.000 libras por ano. Ele imediatamente anunciou planos para reduzir o imposto da Câmara de Vereadores para 3 por cento e se livrou da limusine oficial usada para prefeitos. Ele acabou com a parceria da cidade com cinco cidades ao redor do mundo, descrevendo tal parceria como “apenas para as pessoas viajarem de avião e terem uma farra à custa da prefeitura”.

Enquanto estava fazendo campanha neste ano, e no meio de uma epidemia nacional de violentos crimes juvenis, Davies, que é professor aposentado, pediu punições mais duras para “criminosos jovens”. Como membro fundador da Campanha pela Real Educação, Davies vem lutando para que os métodos tradicionais sejam restaurados nas escolas, dizendo que isso reduzirá os crimes e restaurará a outrora famosa ordem pública inglesa.

Ele também pediu que o governo retirasse a Inglaterra da União Européia “a fim de economizar bilhões de libras anuais e retornar o controle dos assuntos da Inglaterra ao próprio Parlamento inglês”.

Chamando-o de o prefeito “mais gloriosamente não politicamente correto” da Inglaterra, Robert Hardman do jornalDaily Mail perguntou: “Quem deveria se preocupar mais com o sucesso dele: os esquerdistas ou os direitas? Porque a mensagem dele ameaça ambos os grupos”.

Hardman comentou: “Para o choque e pavor de muitos vereadores e parlamentares e do governo inteiro, o Sr. Davies, que insiste sempre em falar sem rodeios, se tornou um dos políticos mais poderosos da Inglaterra”.

O especialista e colunista Gerald Warner, escrevendo para o blog do jornal Daily Telegraph, chamou a posse de Davies como “o começo do fim da dominação politicamente correta” e um sinal de que “a contra-revolução começou”. Sua agenda, Warner escreveu, “contra todos os princípios da consensual política britânica, consiste em fazer o que o público quer”.

Para alcançar isso, Davies recrutou o grupo Campanha contra o Politicamente Correto (CAPC) para consultas acerca das reformas que ele está planejando. Um porta-voz da CAPC, John Midgley, disse que “as pessoas estão clamando” por um fim na onda de políticas politicamente corretas na Inglaterra. “Comissionamos uma pesquisa mediante o ICM”, disse Midgley, “que revelou que 80 por cento das pessoas estão fartas até o pescoço dessas políticas”.

Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com

Fonte: http://noticiasprofamilia.blogspot.com/2009/09/polemico-prefeito-ingles-corta-verbas.html

Comitê da ONU: Os países têm de garantir direitos especiais para a “orientação sexual e identidade de gênero”

Comitê da ONU: Os países têm de garantir direitos especiais para a “orientação sexual e identidade de gênero”

Dra. Susan Yoshihara

NOVA IORQUE, EUA, 26 de agosto de 2009 (Notícias Pró-Família) — Um comitê de direitos humanos da ONU recentemente afirmou para os países membros da ONU que eles têm de garantir amplos novos direitos humanos na base da “orientação sexual e identidade de gênero”. Eles têm de efetuar extensas mudanças em suas leis e políticas nacionais e mudar as práticas e atitudes dentro das famílias e instituições culturais, ou então eles estarão “violando” suas obrigação sob o direito internacional.

O documento, chamado “Debate Geral 20”, foi divulgado em 2 de julho pelo comitê responsável pela monitoração da obediência dos países ao Pacto Internacional de Direitos Econômicos, Sociais e Culturais. Indo muito além de acabar com as penas criminais contra a homossexualidade ou deter a violência e discriminação injusta, o documento afirma que existem duas novas categorias anti-discriminação, muito embora as nações soberanas tenham repetidamente rejeitado essas mesmas categorias em debates abertos na ONU.

Nesses debates, os países expressaram preocupação de que já que os termos “orientação sexual e identidade de gênero” não são reconhecidos ou definidos no direito internacional, a nova categoria poderia ser usada para impor limitações na liberdade de expressão, religião e consciência bem como leis de casamento e currículos escolares.

Aliás, o comitê declara que as mudanças têm de incluir “a constituição, leis e documentos políticos de um Estado”, bem como “medidas para atenuar ou suprimir condições que perpetuam a discriminação”, inclusive “emprego em instituições educacionais ou culturais”, bem como “famílias, ambiente de trabalho e outros setores da sociedade”. As medidas têm de permanecer firmes até que se chegue ao tempo em que “substancial igualdade tenha sido alcançada”. O documento não forneceu nenhuma definição ou padrão para medir “substancial igualdade”.

O artigo anti-discriminação diz que os países membros da ONU que assinaram o tratado concordam em “garantir que os direitos declarados no presente Pacto sejam exercidos sem discriminação de qualquer tipo com relação à raça, cor, sexo, língua, religião, identidade política, origem nacional ou social, propriedade, nascimento ou outra condição”.

O comitê declara que “é assim necessária uma abordagem flexível na base de ‘outra condição’” e “‘outra condição’ conforme é reconhecido no artigo 2, parágrafo 2, inclui orientação sexual”. “Identidade de gênero”, o Debate Geral 20 declara, “é reconhecido como entre as razões proibidas de discriminação; por exemplo, pessoas que são transgêneras, transexuais ou intersexuais”.

A idéia de que a identidade de gênero e orientação sexual são “reconhecidas como entre as razões proibidas de discriminação” é uma das questões mais acaloradamente contestadas em debates de políticas sociais da ONU. Os governos liberais têm repetidamente tentado ganhar consenso na questão, mas até agora têm sido derrotados. Nenhum documento obrigatório da ONU inclui a orientação sexual ou identidade de gênero entre as categorias protegidas de não discriminação.

Em apoio à sua redefinição, o comitê cita os Princípios de Yogyakarta, um manifesto muito polêmico de 2007 escrito por ativistas e autoridades de direitos humanos da ONU que reinterpretam 29 direitos humanos existentes para incluir a homossexualidade. O documento não oficial declara que os países que assinaram os tratados de direitos humanos da ONU já são obrigados a garantir amplos direitos homossexuais ou então estarão violando o direito internacional.

O comitê de “especialistas” nomeados não tem autoridade para impor nada. Contudo, os países membros da ONU prestam relatórios a esse comitê, que então publica os relatórios mostrando se determinados governos estão de forma correta implementando o tratado. Suas opiniões são cada vez mais usadas por juristas simpatizantes, autoridades governamentais e ativistas para pressionar seus governos a mudar leis e políticas.

Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com

Fonte: http://noticiasprofamilia.blogspot.com/2009/09/comite-da-onu-os-paises-tem-de-garantir.html