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30 de abr de 2013

Lições Bíblicas - 5ª Lição do dia 05 de maio de 2013

Lições Bíblicas - 5ª Lição do  dia 05 de maio de 2013






LIÇÃO 5
CONFLITOS NA FAMÍLIA

INTRODUÇÃO

I – Desentendimento entre os cônjuges
II – Atividades profissionais dos pais
III – Má educação dos filhos

CONCLUSÃO

Formando filhos para Deus (primeira parte)

 

Por

 

Elaine Cruz

Educar um filho é muito mais do que ensinar regras básicas de educação, pagar os estudos e dar comida e moradia
Os filhos são bênçãos de Deus para os casais a fim de preenchê-los e complementá-los. Os filhos alegram uma casa, trazem plenitude ao casamento e estendem o nome e a memória dos pais. São, na verdade, o grande empreendimento de um casal, mais do que casa ou bens, pois além de serem fruto do dom divino de gerar vida outorgado ao casal, ainda são indivíduos a quem podemos chamar de “nossos”.

Contudo, por mais gratificante que seja ser pai ou mãe, gerar um filho é só o primeiro ato da paternidade ou maternidade. A partir da fecundação, da vida criada ainda no útero materno, há um ser a formar, uma pessoa a construir, uma responsabilidade a considerar. Filho é uma pedra preciosa bruta e rara que Deus entrega aos pais, e o dever deles é esculpir, limpar e moldar o novo ser de forma a torná-lo único, para posteriormente devolvê-lo a Deus na forma de um adulto feliz, íntegro e temente a Deus.

Educar um filho, portanto, é muito mais do que ensinar regras básicas de educação, pagar os estudos, e dar comida e moradia. Educar um filho é formar uma pessoa, moldar seu temperamento, construir seu caráter e direcionar sua vida espiritual para Deus.
Família

1) Espaço social – É na família que aprendemos nossos direitos e deveres, expressos verbalmente ou não, e que estabelecemos nossos primeiros vínculos com as coisas e as pessoas. A família faz a intermediação das nossas primeiras relações com o mundo, e nos acolhe com afeto ou desafeto, bem como com ações positivas (cuidado, carinho, diálogo etc) ou negativas (rejeição, abandono, abuso de poder, maus-tratos etc). É o primeiro espaço social que uma criança encontra ao nascer, e funciona como uma escola que nos ensina sobre relacionamentos. Isso é importante porque o ser humano só pode conhecer e reconhecer adequadamente o mundo e a si mesmo a partir de suas relações com os demais.

2) Espaço múltiplo – A família é uma instituição complexa, onde diferentes relações se formam e se influenciam mutuamente. Além da relação parental (entre pais e filhos), nela ainda perspassam a relação filial (entre irmãos) e a relação conjugal (entre marido e mulher). Isso explica o porquê de filhos se tornarem as causas das maiores alegrias de um casamento, como também o motivo para grandes discussões e conflitos. Quando educamos um filho, depositamos nele todas as nossas expectativas e vivências, e cada cônjuge educa sob o seu modelo particular de ser e de entender a realidade.
Vale ressaltar que todo casal precisa priorizar a vida conjugal, já que é a relação humana mais importante depois da conversão (1Co 7.32-34 e 1Pd 3.7). Além disso, quanto mais saudável é um casamento, mais saudáveis serão os filhos (Pv 17.6; 20.7). Afinal, o casamento gera filhos, os forma e mais tarde os libera para gerarem suas próprias famílias e filhos – enquanto a vida conjugal deve perdurar até que a morte separe os cônjuges.

3) Espaço em transformação – A família, mais do que qualquer outra instituição social, sofre e adapta-se às mudanças constantes na vida civil, política e ideológica. Questões de ordem financeira e histórica promovem mudanças na estrutura da família e nas suas formas de educar filhos. Antigamente, com as famílias numerosas, era comum os pais dividirem a responsabilidade de cuidar dos filhos menores com os filhos mais velhos, de modo que o irmão maior tomava conta do irmão mais novo. Hoje, consideramos grande uma família com mais de quatro crianças, e com a ênfase na educação multidisciplinar, onde as crianças desde cedo têm que aprender línguas, praticar esportes e estudar música e artes, há uma sobrecarga sobre os pais com jornada dupla, que trabalham fora e dentro de casa.

Há ainda questões de ordem psíquica que também interferem no modo como se dá a relação parental. Buscamos reproduzir ou negar a educação do nosso lar de origem, que certamente é diferente e até inversa à do cônjuge, o que interfere na forma como educamos nossos próprios filhos. Conciliar as experiências e os conceitos diferentes de duas pessoas sobre os valores e regras a serem ministradas aos filhos não é tarefa fácil, já que nossos conceitos de vida também evoluem e amadurecem com o passar dos anos.

4) Espaço dialógico – Sendo a família um espaço em constante transformação, é importante ressaltar a importância do diálogo (entre os cônjuges e destes com os filhos) para que as ações não se tornem desconexas e confusas. O casal precisa dialogar sobre regras práticas para o dia a dia, sobre finanças, sobre valores a serem ensinados aos filhos e sobre planejamento familiar. Precisam discutir sobre o tipo de instrução que será dada aos filhos, a saída ou não da mulher para o mercado de trabalho e o número de filhos desejável.

Há homens que sonham com um time de futebol e se casam com uma moça que só quer dois. Há mulheres que não querem filhos e se casam com homens ansiosos para serem pais. Há casais que pela sua atividade não podem ter muitos filhos. Há mulheres e homens que a julgar pelo seu temperamento não conseguem educar e manter sob domínio mais do que dois ou três filhos.

Em segundo lugar, é fundamental uma unidade na forma de pensar a função paterna ou materna. A Bíblia diz que os pais são privilegiados e abençoados (Sl 128.3-4; 127.3), mas há homens que não desejam ser pais, mulheres que têm medo de ficarem feias ou atarefadas se tiverem filhos, homens possessivos que não querem dividir a atenção da esposa com os filhos ou mulheres que não se sentem competentes para exercer a maternidade.

LEITURA DIÁRIA 

Segunda-feira O valor da esposa virtuosa = Mulher virtuosa quem a achará? O seu valor muito excede ao de rubis. Provérbios 31:10

Terça-feira A confiança do esposo = O coração do seu marido está nela confiado; assim ele não necessitará de despojo. Provérbios 31:11

Quarta-feira  Criando os filhos sabiamente = E vós, pais, não provoqueis à ira a vossos filhos, mas criai-os na doutrina e admoestação do Senhor. Efésios 6:4

Quinta-feira Respeito aos pais = Vós, filhos, sede obedientes a vossos pais no Senhor, porque isto é justo. Efésios 6:1

Sexta-feira Filhos honrando os pais = Honra a teu pai e a tua mãe, que é o primeiro mandamento com promessa; Efésios 6:2

Sábado A família observando a Palavra = Escondi a tua palavra no meu coração, para eu não pecar contra ti. Salmos 119:11

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29 de abr de 2013

JUBILEU DE OURO DA ASSEMBLEIA DE DEUS EM FILADÉLFIA - BA


DIVULGAÇÃO

JUBILEU DE OURO DA ASSEMBLEIA DE DEUS EM FILADÉLFIA - BA

Dias 14 a 17 de novembro de 2013

Cantor Álvaro Tito







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27 de abr de 2013

Homossexualismo, prostituição e divórcio, destruidores da família e da sociedade.



Homossexualismo, prostituição e divórcio, destruidores da família e da sociedade.

Jorge Nilson

O homossexualismo constitui-se a maior degeneração sexual de uma sociedade. Essa gangrena que é popularmente disseminada como direito do indivíduo praticada há milhares de anos, tem sido instituída em várias nações como uma prática comum e até sublime em relação às demais. Investimentos públicos e privados tem sido uma força motriz na propagação desta perversão entre as comunidades. No entanto, antes mesmo desta prática ser disseminada, há várias outras que são primeiramente aceitas, tais como sexo sem compromisso, divórcio, prostituição e etc. Nenhuma nação aprova o homossexualismo da noite para o dia. Antes deste mergulho nas trevas, apagam-se várias luzes. 

Ao relativizar e exaltar as práticas imorais como direitos dos indivíduos, faz-se primeiro uma construção de ideias contrárias à pureza sexual, fragiliza os conceitos tradicionais tratando-o como arcaicos. Coloca-se a religião cristã como disseminadora de preconceitos e alienada dos prazeres. Valoriza os escândalos no meio religioso como meio de enfraquecê-la e destituí-la de voz digna para a sociedade. Omitem as realizações benéficas realizadas por agências cristãs, para não supervaloriza-las. Destacam-se nomes de pessoas ilustres, famosos, desportistas, atores de várias vertentes, políticos e até religiosos que são, tornaram-se ou apoiam a causa gay.

    Nossa sociedade entende como patologia (Homofobia), opinar contra essa degradação humana. Se alguém diz que tem orgulho de ser heterossexual, será achincalhado pela imprensa. Vivemos numa sociedade impregnada de preconceito contra a religião cristã. Adoram o sexo fecal como se fosse vital e indispensável nas experiências eróticas e sensuais em grande quantidade. 

As organizações feministas e LGBT (lésbicas, gays, bissexuais e transgêneros) afirmam, em diversos meios de comunicação,  que o comportamento heterossexual foi, essencialmente, apresentado como único socialmente aceitável ao longo de gerações, motivado por costumes familiares, sociais e religiosos. Eles querem desconstruir a pureza sexual e associa-la a religiosidade. Não aceitam que o mundo teve um Criador e que o mesmo criou um homem para uma mulher. E se esse Criador existe, o mesmo não condena o homossexualismo, poie Ele é amor. Atacam o casamento hétero e supervaloriza o “casamento” homo. Faça alguém diferente e será chamado de preconceituoso.

Com essa visão distorcida e antinatural, caminhamos para um colapso nas relações familiares, fraternais, comerciais, religiosas e políticas.

Prostituição consiste na relação sexual entre pessoas em que o vínculo determinante não é o afeto ou o desejo recíproco, mas sim o ato de proporcionar prazer sexual em troca de dinheiro ou outros valores, materiais ou não. O sexo entre os cristão é apresentado pela mídia defensora da relação homoafetiva, como apenas para a reprodução, e por isso é reprovado. Ou seja, sexo entre os religiosos é só para a procriação, dizem os secularistas. Com essa visão desprovida da verdade, eles colocam os crentes apenas como reprodutores – leia-se, como animais. No entanto, o sexo entre os gays tem amor, e por isso deve ser exaltado. Não é pecado amar, dizem os jargões. Mas quando o assunto é prostituição, nessa relação sexual, não precisa ter amor, apenas troca de favores, seja em dinheiro ou bens materiais.    

Recapitulando a visão dos cristãofóbicos: Sexo entre gays tem amor e prazer, e isso deve ser aplaudido. Sexo entre cristãos, não tem amor e prazer, tem apenas reprodução e isso deve ser reprovado.  Sexo com as prostitutas não tem amor, mas tem prazer e relação de consumo, e deve ser louvado.

O divórcio (do latim divortium, derivado de divertĕre, "separar-se") é o rompimento legal e definitivo do vínculo de casamento civil. É uma das três maneiras de dissolver um casamento, além da morte de um dos cônjuges. O processo legal de divórcio pode envolver questões como atribuição de pensão de alimentos, regulação de poder paternal, relação ou partilha de bens, regulação de casa de morada de família, embora estes acordos sejam complementares ao processo principal.
Em algumas jurisdições não é exigida a invocação da culpa do outro cônjuge. Ainda assim, mesmo nos ordenamentos jurídicos que adaptaram o sistema do divórcio "sem culpa", é tido em conta o comportamento das partes na partilha dos bens, regulação do poder paternal, e atribuição de alimentos.

O casamento introduzido no Brasil do tempo do Império era regido pelas normas da Igreja Católica e o maior dogma referia-se à sua indissolubilidade. Até mesmo nas hipóteses em que se autorizava o “divortium quoad thorum et habitationem”, não havia rompimento do vínculo matrimonial. O que ocorria era apenas a separação de corpos.
Com a República e a laicização do Estado através do Decreto 119-A, de 07.01.1890, veio o instituto do casamento a perder o caráter confessional.
O casamento civil foi implantado no Brasil ano de 1890 e também o Decreto 181, de 24/01/1890, que não tratava da dissolução do vínculo conjugal, mas previa a separação de corpos (também chamado de divórcio e contrapondo-se ao “divortium quoad thorum et habitationem”, que era regido pelas leis da Igreja). Eram causas aceitáveis para tal separação de corpos: adultério; sevícia ou injúria grave; abandono voluntário do domicílio conjugal por dois anos contínuos; e mútuo consentimento dos cônjuges, se fossem casados há mais de dois anos.

O divórcio foi instituído oficialmente com a emenda constitucional número 9, de 28 de junho de 1977, regulamentada pela lei 6515 de 26 de dezembro do mesmo ano. Com a lei 11441 de 4 de janeiro de 2007, o divórcio e a separação consensuais podem ser requeridos por via administrativa, isto é, não é necessário ingressar com um ação judicial par ao efeito, bastando comparecer, um advogado, a um tabelionato de notas e apresentar o pedido. Tal facilidade só é possível quando o casal não possui filhos menores de idade ou incapazes. Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Div%C3%B3rcio.

revolução sexual (também conhecida globalmente como uma época de "liberação sexual") é uma perspectiva social que desafia os códigos tradicionais de comportamento relacionados à sexualidade humana e aos relacionamentos interpessoais. O fenômeno ocorreu em todo o mundo ocidental dos anos 1960 até os anos 1970.[1] Muitas das mudanças no panorama desenvolveram novos códigos de comportamento sexual, muitos dos quais tornaram-se a regra geral de comportamento.[2]


Se analisarmos as datas em que houve a liberação sexual, posteriormente ocorreram o advento do divórcio como instituição no Brasil, as uniões homoafetivas ( não oficial), a proliferação da prostituição (não oficial).
Não temos como listarmos todas as práticas que foram incrementadas, apoiadas, incentivadas e até financiadas pelo governo. Tudo que era tabu (comportamento inaceitável ou proibido) passou a ser financiado pelo  governo, primeiramente do PSDB e muito mais agora pelo PT:

Distribuição de camisinhas,

Inserções de homossexualismo nos livros didáticos infantis,

Milhões de reais para as paradas gays,

Cirurgia de transgenitalização (mudança de sexo) realizada pelo SUS,

PLC/122

Kit gay nas escolas para crianças de 06 anos de idade

Aprovação do “casamento gay” pelo STF – Superior Tribunal Federal

Projeto para a liberação da maconha

Projeto para o assassinato de crianças (liberação do aborto)

A lei da palmada – Invasão na família, tirando a autoridade dos pais de corrigirem seus filhos

- Projetos futuros para serem debatidos, simpatizados, defendidos e implantados no Brasil:

1) Liberação sexual para crianças aos 10 anos de idade – Pedofilia – “orientação sexual”

2) Transgenitalização para crianças a partir dos 14 anos de idade

3)Processos judiciais e demissões para os professores, médicos, enfermeiros, psicólogos, radialistas, jornalistas, assistentes sociais e todos os servidores públicos que não seguirem a agenda gayzistas e abortistas do governo. Incluindo a liberação da maconha nos hospitais e farmácias.

4) Processos e prisões para os pastores, padres e todos os que se opuserem as agendas gayzistas e abortistas do governo

5) Cotas especiais para os gays nas universidades – para alunos e professores

6) Retirada dos nomes de “pai” e “mãe” nos documentos de identificação, ficando apenas “filiação”

7) Controle da internet para censurar a liberdade de expressão

8) Controle dos programas religiosos nos meios de comunicação

9) Liberação da zoofilia – será também uma “orientação sexual”

10) Redefinição da família, do sexo, da fé, da religião e tudo for possível para o homem sentir-se “livre”

Parece um exagero essas “previsões”, mas se o maior e mais degradante comportamento sexual – homossexualismo – é exaltado e incentivado, todas as demais práticas serão aceitas como normais.
Resultado disso tudo será uma convulsão social. Aumento da violência, da pedofilia, do consumo e trafico de drogas. Sexo nas praças, aumento exponencial da doença gay – AIDS. Depressão e suicídios crescentes nas cidades. Ninguém poderá controlar essa sociedade. A sociedade se autodestruirá.







26 de abr de 2013

Os gatos-pingados na praça, a agressão à democracia e, de novo, o beijo na boca



Os gatos-pingados na praça, a agressão à democracia e, de novo, o beijo na boca

O que faz essa foto aí no alto, de Marlene Bergamo, da Folhapress? A personagem da direita é o deputado Jean Wyllys (PSOL-RL). A do meio não é, asseguro, a deputada Iriny Lopes (PT-ES), ex-ministra das Mulheres. É o cartunista Laerte. É aquele senhor que se declara bissexual (direito dele), que gosta de se vestir de mulher (direito dele) e que reivindica o “não direito dele” de usar o banheiro feminino quando vestido de “antropóloga” porque se considera “transgênera”. Certo! Laerte quer balançar os seus balangandãs entre as mulheres e acha que a oposição à sua vontade é manifestação do mais odioso preconceito. Estou banalizando a sua figura e a sua luta? Não! Ele é que se envolveu num caso assim num restaurante. Não estou inventando nada. Vamos ver.
Alguns leitores me perguntam por que parei de tratar do “caso Marcos Feliciano” (PSC-SP), numa referência ao presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara, ou por que ignorei um evento de ontem, em São Paulo (a que se refere aquela foto), que deveria ter sido um estrondo e foi pouco além de alguns suspiros. Não parei. É que cansei de fazer parte, ainda que involuntariamente, da campanha eleitoral de 2014 do esperto Wyllys. Esse rapaz não precisará gastar um tostão para se reeleger com, sei lá, 10 ou 15 vezes mais votos do que os 13 mil conseguidos em 2010. Também Feliciano pode agregar alguns milhares aos 212 mil que teve — no seu caso, convenham, ele se tornou o antagonista preferencial dos politicamente corretos não por escolha pessoal.
Essa história já deu o que tinha de dar, não é? Os protagonistas da chanchada já souberam se aproveitar da oportunidade o bastante para lograr o seu intento. É um despropósito que setores importantes da imprensa brasileira tenham condescendido com assaltos reiterados a uma comissão da Câmara, ao arrepio da lei, do Regimento Interno da Casa, de tudo. E, por óbvio, ninguém precisa concordar com Feliciano.
Vejam só. O governo federal decide patrocinar uma emenda cujo objetivo principal, se não for o único, é criar facilidades adicionais para a eventual reeleição de Dilma. Cadê a gritaria? Um deputado petista apresenta uma emenda — e a CCJ a aprova, com os votos de dois mensaleiros condenados — que dá um golpe no Judiciário. O texto ameaça os direitos de todos — gays, héteros, homens, mulheres, brancos, pretos, pardos, corintianos, flamenguistas, amantes de comida japonesa… Cadê o beijo na boca de Fernandona? Cadê o beijo na boca de Fernandinha? Cadê aqueles bananas autoritários do “não me representa”?
Então vamos ver: um deputado contrário ao casamento gay e chegado a algumas declarações infelizes teria de ser arrancado quase aos tapas de uma comissão da Câmara, com o apoio, na prática, do presidente da Casa, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN). Mas uma proposta de golpe fascistoide no Supremo ou uma lei casuística só para privilegiar a presidente Dilma na disputa eleitoral passam em brancas nuvens.
Ou por outra: isso que chamam hoje em dia “opinião pública” não tem nada de público. Trata-se da opinião privada de grupos militantes que querem se impor pela força, pela gritaria e, de fato, pela violência. É com os direitos humanos mesmo que aquela turma está preocupada? Se é, a sua principal garantia está justamente na independência entre os Poderes.
Gatos-pingados na praça
Anunciou-se para ontem, com o apoio explícito da Folha, o maior jornal do país, uma concentração na Praça Roosevelt, em São Paulo, para protestar contra Feliciano. Reuniu, no máximo, 350 pessoas. Há quem diga que não havia mais de 200. Coloque lá um show de malabaristas ou de engolidores de espada, e se vai juntar mais gente.
As estrelas do evento eram justamente Laerte, na sua persona mulher (ou algo assim) e, claro!, Wyllys, o onipresente. Os 200 ou 300 da praça, com a representação que lhe foi conferida por ninguém, criaram a sua própria “Comissão Extraordinária de Direitos Humanos e Minorias”. Então tá.
O evento foi anunciado com antecedência. Cartunistas da Folha promoveram um beijaço nas tirinhas do jornal — tudo selinho, sem língua; um deles, visivelmente, deu um jeito de recusar até o selinho… Nada de beijo francês nas tirinhas do jornal! Tudo muito pudico e respeitoso. Afinal, isso é política, companheiros, não sacanagem. Marcuse deve estar se revirando na tumba.
Noto: a praça pode abrigar manifestações assim. É do povo, e mesmo dos que ousam falar em seu nome, como o céu é do condor. Não tenho nada contra — e até apoio — protestos dessa natureza. Não sei se houve um beijaço no fim do evento. Ficaria bem. Mas continuo na minha campanha contra esses beijos que o padre Júlio Lancelotti poderia classificar de  ”higienistas”, reacionários, que viraram a coqueluche dos bacanas que têm “posição”.
Ignorei inicialmente o evento porque a gritaria de minorias, da forma como é manipulada pelas esquerdas, costuma ser uma forma de molestar os fundamentos da democracia e tem é de ser denunciada. Como o evento ocorreu numa praça, por mim, tudo bem! E estou ainda mais certo sobre esse caráter deletério dessa militância estridente quando constato que duas agressões óbvias aos valores democráticos são solenemente ignoradas pela turma.
Por Reinaldo Azevedo

Divulgação: www.jorgenilson.com

Um clamor pela Justiça: Dos delitos e das penas. Ou: Os nefelibatas do direito precisam voltar a se apaixonar pelo “humano” e saber que bandido não é justiceiro social


Um clamor pela Justiça
26/04/2013
 às 17:01

Dos delitos e das penas. Ou: Os nefelibatas do direito precisam voltar a se apaixonar pelo “humano” e saber que bandido não é justiceiro social

Há tempos não se tinha notícia de tamanha barbaridade como a ocorrida em São Bernardo, no ABC paulista (ver post anterior). Bandidos invadiram o consultório da dentista Cinthya Magaly Moutinho de Souza. Roubaram o seu cartão de banco. Como havia apenas R$ 30 na conta, jogaram álcool no seu corpo e puseram fogo.
Dadas as informações que existem até agora, Jônatas, um dos assassinos, que usava o Audi da mãe no assalto, não parece ter o perfil idealizado do “bom criminoso”, do “bandido vítima das condições sociais perversas”, do “coitadinho” que foi empurrado para o crime pela carência e pela miséria. Isso não existe. Isso é uma invenção da má consciência esquerdopata. Jônatas não é, enfim, um exemplar da baixa sociologia de manual.
Não haverá — e, ainda que fosse possível, não seria bom — um policial para cada cidadão comum. Não obstante, os nefelibatas da segurança pública continuam a dar suas receitas. Na Folha de hoje, por exemplo, Samira Bueno, “socióloga e secretária-executiva da ONG Fórum Brasileiro de Segurança Pública”, escreve um artigo sobre o tema. Afirma (em vermelho):
“(…) Não podemos incorrer no erro de responder ao aumento da violência com o recrudescimento da política de segurança, como a redução da maioridade penal que voltou ao debate público.
Uma política de segurança eficiente se faz com o investimento na produção e transparência de informações, aperfeiçoamento das ações de inteligência, valorização dos profissionais de segurança pública, mecanismos de controle robustos e diminuição da circulação de armas.”
Não tenho a menor ideia do que seja “recrudescimento da segurança pública”. Parece que quer dizer “endurecimento das penas”. Doutora Samira acha que não resolve e tem a receita na ponta da língua. Apliquemos o seu modelo ao caso em espécie, a Jônatas. Ela quer:
- “produção e transparência de informações”:
A Secretaria de Segurança Pública de São Paulo é das poucas no país que divulgam mensalmente os dados sobre violência. Com isso, só consegue reportagens negativas na imprensa. Nesse caso, quem é mais transparente apanha mais. Quem esconde os números é protegido. Mas a transparência de dados já existe. Como ela poderia evitar um caso como o de São Bernardo? Não sei. Quem tem de explicar é a especialista. Ela pede mais.
- “aperfeiçoamento das ações de inteligência”.
Não me diga! É como recomendar a uma pessoa que se alimenta mal que opte por alimentos saudáveis. Isso não chega nem a ser bom senso, já é clichê. Que “inteligência” teria conseguido impedir o tal Jônatas de sair de casa no Audi da mãe para matar queimada uma dentista? Seria o caso de ouvi-la.
- “Valorização dos profissionais de segurança pública”.
Sem dúvida, eu apoio a medida. Se cada policial em São Paulo recebesse R$ 30 mil mensais, Jônatas continuaria a botar fogo em pessoas.
- “mecanismos de controle robustos”.
Não sei direito o que é, mas imagino que se refira a controle das Polícias. Apoio também. A questão é saber quem controla os Jônatas.
- “diminuição da circulação de armas”.
Sim, é necessário. Atenção, doutora Samira! Em 2011, a PM de São Paulo apreendeu 12 mil armas ilegais, que são as que matam. Não só isso: realizou 35 milhões de intervenções policiais, 12 milhões de abordagens, 310 mil resgates e remoções de feridos e 128 mil prisões em flagrante (89 mil adultos e 39 mil “adolescentes infratores”); apreendemos 70 toneladas de drogas, recuperou 60 mil veículos roubados e furtados. De janeiro a junho do ano passado, a população carcerária do estado cresceu de 180 mil para 190 mil presos, o que representa 40% de todos os presos do Brasil.
E é por isso — a despeito desses crimes bárbaros e do aumento dos casos de latrocínio no estado, conforme está estampados nos jornais e alardeado na Internet — que São Paulo é uma das unidade da federação mais seguras do país. A taxa de homicídios por 100 mil habitantes é inferior à metade da do Brasil. As ações sugeridas por doutora Samira certamente estão em curso. E é provável que mais precise ser feito, sempre tendo em mente a impossibilidade de se ter um policial para cada cidadão — ainda bem!
É evidente que o “recrudescimento das penas”, como diz a doutora, não é a correção de todos os males. Mas não é menos evidente que uma vida tem de valer mais do que vem valendo no Brasil, tenha o assassino mais de 18 anos ou menos.
Com toda a estúpida crueldade de Jônatas, se e quando for preso, dificilmente pegará a pena máxima: 30 anos. Mas digamos que assim seja. O Artigo 112 da Lei de Execução Penal garante a progressão da pena — passagem para um regime menos rigoroso — depois de cumprida um sexto da condenação, desde que o preso tenha bom comportamento etc e tal.
Se condenado a 30 anos (corre o risco de não ser), há a possibilidade de esse patriota e humanista passar para o regime semiaberto depois de cinco anos… O regime semiaberto, no papel ao menos, ainda é fechado, saibam. A vigilância é um pouco mais relaxada, e há a permissão para deixar o presídio por algumas horas em situações excepcionais — estudar por exemplo. Como Banânia se esqueceu de construir estabelecimentos com esse perfil, a passagem para o regime semiaberto costuma ser sinônimo de liberdade.
Digamos que ele seja condenado a 60 anos! Terá direito ao semiaberto depois de 10. A cada três dias de trabalho, pode reduzir um da pena. No Brasil, a pena mínima para homicídio simples é de seis anos; para o qualificado, de 12.
Não dá. A vida humana precisa passar por um processo de “ressacralização” no Brasil. A palavra pareceu religiosa demais aos agnósticos e ateus? Tudo bem! Eu troco. A vida humana precisa passar por uma processo de “re-humanização”. Fica bom assim, com a tautologia gritando a sua evidência?
“Endurecimento das penas não combate a violência”, gritam os defensores da jabuticaba penal brasileira. Em primeiro lugar, não sabemos. Sabemos o que é ter 50 mil homicídios por ano com as leis que estão aí. Os nefelibatas dizem que é tudo culpa da pobreza, como se estivéssemos diante de uma manifestação da luta de classes. Mentira! A maioria das vítimas é pobre. Países com condições sociais muito piores do que as do Brasil têm índices de violência muito menores.
Em segundo lugar, é preciso apostar, sim, no efeito didático das penas — não só para quem já delinquiu. “Ah, o Reinaldo autoritário quer penas exemplares…” Alto lá! Não se trata de usar um inocente como bode expiatório, mas de punir com rigor os culpados para que outros tentados a delinquir saibam que o risco é grande. Os nossos nefelibatas desconsideram que a pena deve ter também um caráter dissuasório.
No dia 4 deste mês, foi instalada uma comissão especial de juristas para propor ao Senado a revisão da Lei de Execução Penal. Vamos ver. O grupo criado para rever o Código Penal produziu uma peça infame. É aquele texto que, na definição da pena, considera que abandonar um cachorro é mais grave do que abandonar uma criança. É aquele texto que define a quantidade de droga que caracteriza apenas consumo: o suficiente para cinco dias. Na prática, é a legalização do tráfico. É aquele texto que legaliza o aborto, violando abertamente a Constituição. Nem vi quem compõe a comissão de revisão da Lei de Execução Penal. Espero que o grupo seja mais responsável.A sociedade, diante de 50 mil homicídios por ano, pergunta aos doutores: quanto vale a vida humana?
Por Reinaldo Azevedo
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25 de abr de 2013

Encontro ecumênico no Congresso Nacional reúne gays, socialistas e protestantes tradicionais



Encontro ecumênico no Congresso Nacional reúne gays, socialistas e protestantes tradicionais

Julio Severo
Na quarta-feira (24 de abril) a Frente Parlamentar em Defesa dos Direitos Humanos (FPDDH), criada para fazer oposição à Comissão de Direitos Humanos e Minorias sob a presidência do Dep. Marco Feliciano (PSC-SP), se reuniu com líderes de igrejas apóstatas para tratar pretensamente da situação de “direitos humanos,” cujo centro, na visão deles, são os direitos homossexuais.
Entre os militantes da FPDDH estão os deputados Jean Wyllys e Chico Alencar (PSOL-RJ), Domingos Dutra (MA) e Erika Kokay (DF), ambos do PT, entre outros socialistas.
Jean Wyllys
A reunião, que aconteceu às 14h00 na Câmara dos Deputados, teve como convidados oficiais representantes do Conselho Mundial de Igrejas (CMI), do Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do Brasil (CONIC) e da Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil (IECLB).
CONIC já se manifestou publicamente contra a permanência de Marco Feliciano na Comissão de Direitos Humanos.
Aparentemente, a reunião com as igrejas apóstatas e Jean Wyllys e seus aliados teve como objetivo mostrar ao público brasileiro que o Cristianismo de Marco Feliciano não representa os evangélicos do Brasil.
A pergunta que podemos fazer é: qual é a espécie de cristianismo do CONIC, CMI e IECLB?
O CONIC é presidido pelo Rev. Walter Altmann. O discurso de Altmann, que tratou de ecumenismo e do papel das igrejas católicas e evangélicas tradicionais contra o governo militar no Brasil, foi elogiado por Wyllys.
Walter Altmann
É fato que Altmann atuou como opositor ao governo militar do Brasil. Durante os anos do governo militar, há registros de queAltmann recebia ajuda soviética para engajar as igrejas no apoio ao comunismo. Ele foi atuante no Conselho Mundial de Igrejas (CMI).
O CMI, além de suas habituais atividades pró-socialismo, é conhecido por um amplo ecumenismo, que envolve até mesmo ativistas gays e adeptos das religiões afro-brasileiras, conforme imagem que mostra representantes dessas religiões e militantes homossexuais do grupo Harpazo, numa foto tirada na reunião de fevereiro de 2006 do CMI em Porto Alegre. Ao fundo, imagem da LBV.
Reunião ecumênica do CMI em Porto Alegre em 2006
A IECLB, onde Altmann já foi presidente, é também famosa por adotar as bandeiras do socialismo. Seu maior seminário no Brasil, a Escola Superior de Teologia (EST) em São Leopoldo, tem como um de seus professores o Rev. André Sidnei Musskopf, autor do livro “Talar Rosa,” que defende a teologia gay.
Em 2006, Luiz Mott, considerado o líder do movimento homossexual do Brasil, deu um discurso na EST atacando o conservadorismo evangélico, bem debaixo do nariz dos reverendos luteranos esquerdistas, que o aplaudiram.
Pelos padrões da Bíblia, essas igrejas e grupos seriam considerados apóstatas. E ativistas gays como Jean Wyllys sabem que os apóstatas são a melhor arma para confundir os cristãos do Brasil que se opõem à agenda gay.
Tempos atrás, Wyllys havia dito que os calvinistas são aliados do movimento gay. Agora, outros aliados se uniram a ele: CONIC, CMI e IECLB.
Se todas as esquerdas estão contra Marco Feliciano, Altmann jamais poderia ficar de fora. A presença dele numa reunião de Wyllys contra Feliciano mostra que, mais do que nunca, o líder luterano está determinado a combater o conservadorismo cristão. Se nas décadas de 1960 e 1970 ele recebia dinheiro soviético para ajudar os comunistas do Brasil, hoje ele recebe dinheiro não se sabe de quem para continuar suas atividades socialistas.
Infelizmente, grandes mídias evangélicas do Brasil, como GospelPrime e GospelMais, em vez de tratarem essas igrejas como apóstatas, as apresentam simplesmente como “igrejas cristãs”, como se de fato seguissem a Cristo.
Na minha opinião, ao fazerem tal apresentação equivocada, essas mídias violam um dos Dez Mandamentos, que ordena: “Não darás falso testemunho.”
Com informações do GospelPrime e GospelMais.
Divulgação: www.jorgenilson.com

24 de abr de 2013

Duas denominações evangélicas contra Marco Feliciano


Duas denominações evangélicas contra Marco Feliciano

Batistas e presbiterianos pegam carona na onda de ódio da esquerda

Comentário de Jorge Nilson:

Essas duas igrejas são avessas ao pentecostalismo. Não podíamos esperar outra posição. Chegaram ao Brasil cerca de 60 ANOS  antes da ASSEMBLEIA DE DEUS. Hoje se juntar todas elas e as demais, não alcançariam os pentecostais da Assembleia de Deus.  Não quero dizer com isso somos superiores. Não, de forma alguma. Padecemos dos mesmos vícios espirituais e políticos das demais. No entanto, não nos dobraremos as ideologias esquerdistas dos PTralhas. Ainda que líderes assim o façam, muitos ministros tem sua posição definida e contrária.

Julio Severo
Se você não é batista nem presbiteriano, não precisa se preocupar com o que vai ler. Duas denominações, uma batista e outra presbiteriana, resolveram pegar carona na onda anti-Feliciano. Se artistas, ativistas gays e até gente que estava esquecida pela mídia está fazendo isso, por que não também os evangélicos?

Convenção Batista Nacional

Aparentemente, a primeira foi a Convenção Batista Nacional, que publicou uma nota oficial em 13 de abril, assinada pelo Pr. José Carlos da Silva em nome da diretoria. O comunicado, intitulado “Diretoria da Convenção Batista Nacional emite Nota Especial sobre Presidência da CDHM e outros assuntos midiáticos, com o título: ‘Lamentamos…,’” deixa claro que é “um posicionamento em nome de nossa denominação.”
A nota diz:
Face ao tema desgastado, mas ainda não sepultado pela mídia envolvendo a presidência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados, tenho sido concitado a um posicionamento em nome de nossa denominação. A Diretoria da CBN vem apenas expressar seu lamento por situação tão pequena ganhar repercussão e dar vazão a um circo de vaidades:
Lamentamos que a igreja brasileira produza e promova pessoas com oratória inflamada, mesmo com argumentos fracos e não bíblicos, simplesmente por serem portadores de um carisma pessoal, capazes de envolver pessoas com suas performances extravagantes travestidas de manifestação de poder espiritual.
Lamentamos que as Sagradas Escrituras sejam vilipendiadas pelos ditos pregadores, desprovidos de capacidade de análise piedosa e pregação simples e sincera, pois falam do que não conhecem e tentam explicar o inexplicável, apenas para arrogar maior saber diante um auditório impressionado por alguém que diz convocar serafins à sua presença, transferir unção, proclamar coisas nunca antes ditas ou frases de efeito similares…
Lamentamos que os evangélicos sejam ludibriados ao escolher candidatos que os representem nas diversas instâncias do poder republicano, pessoas despreparadas para o exercício de um mandato público, que se apresentam como voz profética ou defensores do evangelho, mas na verdade estão desenvolvendo seus projetos de poder e projeção pessoal…
Lamentamos que a CDHM seja vista pelos deputados como uma comissão de pouca expressão, por não ter peso econômico, assim como lamentamos o uso eleitoreiro do controle dela por parlamentares evangélicos…
Lamentamos que todo dia as páginas dos jornais e sites de notícias estampem alguma informação inútil sobre a CDHM e seu controvertido presidente, que como parlamentar tem o direito de ocupar o cargo, mas como pastor deveria ter aprendido a não vociferar bravatas teológicas ou palavras frívolas em suas palestras religiosas, pois ele está sendo julgado, não pré-julgado, pelo que disse.
Lamentamos que todo esse imbróglio, de fato uma cortina de fumaça para distrair os tolos e ocupar gente ociosa com causas estéreis, a verdade, a justiça e os direitos humanos sejam as verdadeiras vítimas nesse circo de vaidades, pois nenhum tema propositivo de significância foi gestado pela CDHM nos últimos tempos, e de agora em diante, nada se deve esperar.
Lamentamos que a igreja evangélica brasileira tenha sido levada a tal paradoxo ético: Como se posicionar a favor de um deputado pastor falastrão despreparado teológica e politicamente?
Eu procurei, no site da Convenção Batista Nacional (CBN), semelhantes notas contra os presidentes anteriores da Comissão de Direitos Humanos (CDH). Nada achei. Isto é, quando o PT e outros partidos socialistas dominavam a presidência da CDH desviando milhões do dinheiro público para o ativismo gay, a CBN ficava calada.
Símbolo da CBN: fogo do Espírito ou o fogo estranho do marxismo?
A nota estranhíssima da CBN está, em todos os aspectos anti-Feliciano, alinhada à onda esquerdista (secular e evangélica) que vem se levantando contra Feliciano. Os seguidores da Teologia da Missão Integral (a versão protestante da marxista Teologia da Libertação) estão todos contra Feliciano. Por coincidência, no site da CBN há um link para “Redemi (Rede de Missão Integral).” Outro link sugestivo é da Aliança Evangélica, onde um dos líderes principais é Ariovaldo Ramos, que em fevereiro firmou uma profana parceria entre evangélicos e governo do PT e, além disso,assinou documento contra Feliciano na presidência da CDH.
Tudo isso é estranho porque um dos fundadores da CBN é Enéas Tognini, famoso pastor batista que hoje é condenado pelas mesmas esquerdas anti-Feliciano porque quando os comunistas estavam tentando derrubar o governo do Brasil para implantar uma ditadura, o Pr. Enéas corajosamente conduziu uma campanha nacional de oração.
A esquerda raivosa detesta tanto o Pr. Enéas da campanha nacional de oração quanto o Pr. Marco Feliciano na presidência da CDH.
A pergunta que fica é: como a CBN conseguiu abraçar os sentimentos esquerdistas da onda anti-Feliciano?
Na sexta-feira passada, entrei em contato com a Igreja Batista do Povo em São Paulo, onde o Pr. Enéas se destaca como pastor principal, mas disseram desconhecer a nota oficial da CBN. Isso torna a nota mais estranha ainda, mas bem ao estilo do caráter esquerdista, que só trabalha nas sombras e com muita politicagem.
A nota, parecendo tentar igualmente espelhar os sentimentos dos pastores não esquerdistas da CBN, fez também algumas declarações conservadoras, mas o conteúdo principal foi atacar Feliciano.
As únicas palavras sábias da nota foram suas palavras finais: “Lamentamos ter que falar, quando mais sábio seria ficar calado.”
Por alguma razão, o caso Feliciano fez todas as esquerdas evangélicas saírem da toca e abrirem a boca.
Eu também lamento ter de denunciar essa nota, especialmente porque já precisei defender no meu blog o Pr. Enéas Tognini dos ataques da esquerda evangélica. Defendi-o nestes dois artigos:
Além disso, tenho grandes amigos na Igreja Batista do Povo que discordam da nota da CBN. Mas, apesar disso, lamento que agora a CBN esteja se aliando às mesmas esquerdas para atacar Feliciano.
Hoje, o Pr. Enéas está com 99 anos. Mesmo nessa idade, espero que possam explicar a ele o que está acontecendo com sua denominação. Estou certo de que ele agirá contra essa insanidade esquerdista.

Igreja Presbiteriana Unida

A outra denominação que pegou carona na onda anti-Feliciano foi a Igreja Presbiteriana Unida (IPU). Mas da IPU, nada se deve estranhar. A maior figura dessa denominação foi o Rev. Jaime Wright, que, com o Cardeal Dom Evaristo Arns, trabalharam incansavelmente com os comunistas e com o PT durante o governo militar.
Símbolo da IPU
A IPU foi formada por pastores que saíram Igreja Presbiteriana do Brasil (IPB) porque haviam optado por uma militância socialista descarada. Enquanto os que ficaram na IPB escolheram uma militância low profile, os pastores da IPU não tinham medo de expor publicamente suas ideias socialistas.
O pronunciamento oficial da IPU, emitido em 19 de abril, diz:
SOBRE A IGREJA EVANGÉLICA, O DEPUTADO MARCO FELICIANO, A COMISSÃO DE DIREITOS HUMANOS E MINORIAS E A DEMOCRACIA BRASILEIRA
O Conselho Coordenador da Igreja Presbiteriana Unida do Brasil – CC-IPU torna público seu pronunciamento a respeito da recente discussão em torno da presidência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados ocupada pelo deputado Marco Feliciano.
Este pronunciamento é consequência do coerente histórico desta igreja, herdeira da Reforma Protestante, ramo presbiteriano originário do trabalho missionário do Reverendo Ashbel Green Simonton, em 1859, fundador do presbiterianismo no Brasil. A IPU se originou de homens e mulheres, pastores e leigos sob a perseguição eclesiástica e política instaurada no Brasil a partir da década de 1960, que ceifou vidas de pastores e de leigos ministros religiosos e eclesianos. Dentre seus membros de primeira hora, conta-se o Reverendo Jaime Wright, defensor incondicional dos direitos humanos e participante do projeto “Brasil: Nunca Mais”, junto com Dom Paulo Evaristo Arns.
Em vista desses fatos, o CC-IPU:
…Alerta:
Que o deputado Marco Feliciano defende uma agenda política própria, que interessa a um grupo restrito de brasileiros, muitos deles denominados evangélicos;
Que, embora qualquer deputado tenha o direito de exercer a presidência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias, considera-o sem condições políticas para o pleno exercício deste cargo;
Que, não obstante reconheça que o eleitorado do deputado Marco Feliciano seja composto por evangélicos, nega que ele, ou qualquer político, bloco parlamentar ou partido, represente todos os evangélicos brasileiros e lamenta seu despreparo teológico, vergonhosamente demonstrado na sua defesa da interpretação da origem dos povos africanos e no desconhecimento e desrespeito aos direitos das minorias.
Pesquisei o site da IPU para ver se havia algum pronunciamento contra os socialistas que foram presidentes da CDH e desviaram milhões do dinheiro público para o ativismo gay, e nada encontrei.
O infame pronunciamento anti-Feliciano da IPU foi divulgado também no site Médicos de Cristo, um portal evangélico que se diz pró-vida. Com gente pró-vida dessa espécie, a agenda abortista e homossexualista só tenderá a avançar.
Absurdamente, agem como se Feliciano fosse a maior ameaça na CDH. Dos setores esquerdistas, essa paranoia é previsível.
A IPU nasceu para ser esquerdista. Não vejo esperança de modificar seu fanatismo pela Teologia da Missão Integral. Mas duvido que a CBN tenha sido fundada para ser esquerdista. Por isso, peço que encaminhem este texto ao Pr. Enéas Tognini.
Parece que a Igreja Batista da Lagoinha também faz parte da CBN. Mas, de novo, duvido que estejam compactuando com a insana nota da CBN e espero que acabem mostrando ao público seu posicionamento.
Espero também que outras denominações evangélicas não sigam o péssimo exemplo dos pronunciamentos anti-Feliciano da CBN e da IPU. Se quiserem pegar caronas em ondas, evitem as ondas de ódio da esquerda evangélica.
Por que não escolher as ondas do Espírito Santo?
Divulgação: www.jorgenilson.com