Seguidores

31 de mai de 2009

Aprovado dia Mundial do Orgulho Gay no Rio de Janeiro

Aprovado Dia Mundial do Orgulho Gay no Rio de Janeiro

Dr. Zenóbio Fonseca



No dia 28 de maio de 2009, foi aprovado pela Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (ALERJ), sem qualquer obstáculo da bancada chamada evangélica, o Dia de Combate à Homofobia (Dia Mundial do Orgulho Gay), que deverá ser comemorado em 28 de junho em todo o Estado do Rio de Janeiro.

A aprovação foi obtida graças ao PL nº 1151/2004, de autoria do Dep. Estadual Gilberto Palmares, do PT. A lei aprovada institui no calendário oficial do Rio 28 de junho como data de luta contra as chamadas “intolerâncias” contra os homossexuais. Com a aprovação, o governo do Rio de Janeiro deverá realizar campanhas e investir recursos para difundir as políticas afirmativas da comunidade GLTB.
Fato relevante e negativo na sessão de aprovação desse projeto de lei na ALERJ foi que nenhum deputado evangélico ou católico votou contra a aprovação dessa data homossexualista. Nenhum deles criou algum tipo de dificuldade para a aprovação do projeto petista. Pelo contrário, alguns deputados nem compareceram ao Plenário. Outros, que estavam presentes no expediente inicial (antes da votação), se omitiram e nada fizeram. As notas taquigráficas da votação espelham a realidade da atuação desses parlamentares:
“Texto da Ordem do Dia PL 1151/2004 dia 28/05/09. Anuncia-se a 2ª discussão, em tramitação ordinária, Projeto de Lei 1511/2004, de autoria do deputado Gilberto Palmares, que institui no calendário oficial do Estado do Rio de Janeiro o Dia do Combate à Homofobia.
O SR. PRESIDENTE (Coronel Jairo) — Em discussão a matéria. Não havendo quem queira discuti-la, encerrada a discussão.

Em votação. Os Srs. Deputados que aprovam a matéria permaneçam como estão. (Pausa) Aprovada. Vai a Autógrafo.”
Precisamos advertir tais parlamentares omissos de que de nada adianta agora entrarem nas comunidades cristãs pedindo o voto ideológico, dizendo que estão no Parlamento para defender idéias e princípios cristãos, pois quando surgem políticas públicas que destróem e invertem a cultura cristã, eles mantêm-se ausentes e silenciosos, deixando de defender a bandeira de sua base eleitoral.

O Estado do Rio de Janeiro com o atual governo instituiu a lei de pensão para casais homossexuais; criou uma superintendência de direito dos homossexuais e combate á homofobia, colocando como o seu chefe o presidente do grupo gay Arco Íris; criou um conselho de políticas GLTB com 40 representantes de entidades de apoio às políticas homossexuais; criou um fórum estadual de discussão de políticas estaduais; recentemente lançou o programa estadual Rio Sem homofobia. Onde vai parar o Rio?

A criação do Dia de Combate à Homofobia no calendário oficial do Estado do Rio de Janeiro era um anseio dos ativistas homossexuais, pois em 28 de junho é comemorado mundialmente pelos militantes gays o “Dia Mundial do Orgulho Gay”.

A data vem de um episódio que ocorreu em 28 de junho de 1969, na cidade de Nova Iorque, EUA. Homossexuais que freqüentavam um bar chamado Stonewall, no bairro de Greenwich Village, foram repreendidos por policiais após realizarem grande algazarra na localidade. Em resposta, eles se rebelaram contra a polícia jogando pedras, paus, colocando fogo no bar e agredindo policiais durante 3 dias.

Esse é o motivo da data comemorativa de orgulho gay: um dia em que os homossexuais agrediram policiais e atearam fogo no bar para chamarem a atenção de todos.
O projeto de lei trouxe em sua justificativa tais alegações e como sempre afirmações enganadoras sobre pesquisas de atitudes “homofóbicas”, através de pressões psicológicas e estatísticas de violência física como o motivo da criação desse dia no Estado.
Tais pretextos são por demais inverídicos e fantasiosos, pois não existe violência física contra pessoas homossexuais no Estado do Rio de Janeiro simplesmente por elas terem uma prática comportamental homossexual. Não há notícias de perseguição contra indivíduos na rua exclusivamente por eles serem gays.

O que se vê é o crescimento da violência em geral contra os cidadãos comuns, sejam homens ou mulheres, dentro de suas casas ou na rua, nos sinais de trânsito, nas comunidades carentes. Além disso, há lugares que já são conhecidos pela falta de policiamento. Consequentemente, o aumento da violência é esperado.

Há possibilidade de qualquer cidadão vir a ser vítima de violência em potencial, especialmente quando ele freqüenta lugares sem policiamento e em horários perigosos. Ele será vítima independentemente da sua condição homossexual, mas por estar em lugar onde o governo não consegue manter a ordem e garantir a proteção física dos cidadãos.

Fonte: Blog Zenóbio Fonseca

Adaptado e divulgado por www.juliosevero.com

Igrejas britânicas serão forçadas a empregar homossexuais praticantes como líderes de jovens sob a lei de igualdade

Igrejas britânicas serão forçadas a empregar homossexuais praticantes como líderes de jovens sob a lei de igualdade

Hilary White

LONDRES, Inglaterra, 21 de maio de 2009 (LifeSiteNews.com) — As igrejas britânicas serão forçadas a aceitar homossexuais ou “transexuais” praticantes em posições de líderes de jovens e funções semelhantes, sob a lei de igualdade que está para vir, disse o governo.
A Lei de Igualdade do governo trabalhista proibirá que as igrejas recusem empregar homossexuais ativos mesmo que a religião delas sustente que tal conduta é pecado, disse a vice-ministra Maria Eagle, do Ministério da Igualdade.

A lei entrará em vigor no próximo ano, e as igrejas temem que ela as force a agir contra suas convicções religiosas numa ampla extensão de áreas. Eagle indicou na conferência chamada “Fé, Homofobia, Transfobia & Direitos Humanos” em Londres, que a lei “cobrirá quase todos os que trabalham em igrejas”.

“As circunstâncias em que as instituições religiosas poderão praticar qualquer coisa sem plena igualdade são poucas e raras”, ela disse aos delegados. “Embora o Estado não intervirá em assuntos estritamente rituais e doutrinários dentro dos grupos religiosos, esses grupos não poderão afirmar que tudo o que administram está fora do alcance da lei anti-discriminação. Os membros dos grupos religiosos têm o papel de discutir em seu próprio meio a questão de maior aceitação dos LGBT, mas no meio tempo o Estado tem o dever de proteger as pessoas de tratamento injusto”.

A lei permite isenção religiosa para papéis considerados importantes “para os propósitos de uma religião organizada”, mas restringe essa definição para aqueles que conduzem celebrações litúrgicas ou passam seu tempo ensinando doutrina.
O jornal Daily Telegraph citou Neil Addison, advogado católico e especialista em lei de discriminação religiosa. Ele disse que a lei deixará as igrejas sem forças para defenderem a estrutura de suas organizações. “Essa é uma ameaça à identidade religiosa. O que estamos perdendo é o direito de as organizações fazerem escolhas livres”, disse ele.
Os membros do Ministério da Igualdade incluem o lobista homossexual Ben Summerskill, diretor do Stonewall, principal grupo homossexual britânico. Summerskill reivindicou que as igrejas sejam forçadas a empregar homossexuais e que a polícia detenha cristãos que protestam pacificamente contra as leis homossexuais do lado de fora do Parlamento.
Tony Grew, ativista homossexual e ex-editor do site PinkNews.co.uk, escreveu recentemente que a Lei de Igualdade “estabelecerá de forma muito forte direitos homossexuais em todos os aspectos da vida pública”. Grew escreveu no PinkNews que a lei abrirá oportunidades sem precedentes para os homossexuais.
A lei, disse ele, cobrirá os ministérios principais do governo, as autoridades locais, as agências de educação, saúde e segurança policial e um grande número de outras agências públicas e particulares, inclusive igrejas e instituições administradas por igrejas. A lei imporá o “Dever da Igualdade” em todas as organizações que dão serviços públicos, disse ele, tais como casas de repouso que “terão de considerar as necessidades de casais do mesmo sexo”.
Fonte: Julio Severo

Líderes evangélicos esquerdistas manifestam apoio a projeto de lei de "crimessde ódio"

Líderes evangélicos esquerdistas manifestam apoio a projeto de lei de “crimes de ódio”

Alex Bush

WASHINGTON, EUA, 11 de maio de 2009 (LifeSiteNews.com) — Proeminentes membros da esquerda evangélica manifestaram apoio a um projeto de lei no Congresso americano que acrescentará orientação sexual e identidade de gênero como categorias oficiais na lei de “crimes de ódio” [semelhante ao PLC 122 brasileiro].

O evangelista esquerdista Tony Campolo, fundador da Associação Evangélica para a Promoção da Educação, juntou-se a um comício em frente ao Congresso nesta semana organizado pela Campanha pelos Direitos Humanos, um grupo homossexual que divulgou manifestações de apoio do especialista evangélico em ética David Gushee, de Jim Wallis do grupo Sojourners e do pastor de mega-igreja Joel Hunter. Além disso, o comício elogiou muito o projeto de lei, que protegerá o transexualismo no ambiente de trabalho.
“Nós evangélicos que temos uma elevada visão das escrituras temos de querer justiça para gays, lésbicas e transgêneros”, disse Campolo. “A justiça é amor que se traduz em políticas sociais… Esse projeto de lei é uma chance de praticar esse amor”.
Contudo, Mark Tooley, presidente do Instituto de Religião e Democracia, respondeu ao manifesto de Campolo e outros apoiando o projeto de lei, perguntando: “Por que indivíduos que se proclamam como evangélicos estão ecoando a cultura secular ao manifestar apoio a ideologias envolvidas em ‘orientação sexual’ e ‘identidade de gênero’? Cada vez mais, é difícil distinguir a esquerda evangélica da esquerda secular”.

Os críticos das leis de crimes de ódio dizem que elas são redundantes e tentam criminalizar pensamentos e expressões verbais em vez de atos criminosos. Eles também alertam que os líderes religiosos e outros que apóiam o casamento tradicional serão vítimas potenciais de processos por “ódio” se a “orientação sexual” for transformada em categoria protegida.

Entretanto, Campolo disse que os líderes cristãos podem dizer o que quiserem “enquanto o que disserem não promover violência”. Tooley, por outro lado, respondeu que a lei de crimes de ódio é desnecessária, pois “todas as vítimas de violência já são devidamente protegidas pela lei, não importando qual a motivação dos agressores”.

Além disso, Tooley disse que “os cristãos de todas as tradições são chamados a transformar a cultura, não se conformar a ela. Mas a esquerda evangélica repete argumentos da página editorial do jornal esquerdista The New York Times e parece pensar que tal conformidade cultural ganhará aplausos”. Ele comentou: “A História mostra que os cristãos que fazem concessões acabam se tornando cristãos irrelevantes”.
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com

Fonte: http://noticiasprofamilia.blogspot.com/2009/05/lideres-evangelicos-esquerdistas.html

26 de mai de 2009

Governo brasileiro busca remover programação cristã "homofóbica" de TV do horário do dia

Governo brasileiro busca remover programação cristã “homofóbica” de TV do horário do dia

Acrescentará aviso a tais programas, empurrando-os para depois das 23h

Matthew Cullinan Hoffman, correspondente latino-americano

SÃO PAULO, 14 de maio de 2009 (LifeSiteNews.com) — O governo brasileiro está considerando adicionar classificações de aviso para programas cristãos que considere “homofóbicos”, de acordo com a Folha de S. Paulo, um dos jornais de maior circulação do Brasil.
Conforme a Folha, os programas exibirão uma legenda de aviso dizendo: “impróprios para menores de 18 anos”.

O jornal noticia que a decisão política origina-se de um plano para a “promoção da cidadania LGBT (lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais), que será lançado hoje a tarde pela Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República”.
O ministro da Justiça do Brasil disse para a Folha que, embora tais programas devessem ser restritos para depois das 23h, “O ideal é que não fossem exibidas em horário nenhum”.
Se for implementado de acordo com o modo como o presidente Lula define “homofobia”, as novas restrições efetivamente banirão declarações públicas na televisão que identifiquem a conduta homossexual como pecado ou prejudicial à saúde.

“As aulas de educação sexual pornográfica que louvam o homossexualismo não podem ser classificadas como ‘impróprias para crianças e adolescentes’, pois têm a aprovação do Estado socialista pró-homossexualismo”, escreve o ativista pró-família Julio Severo, exilado do Brasil por causa de acusações de “homofobia”.

“Contudo, programas de TV e rádio evangélicos e católicos agora correm o risco de serem classificados como “moralmente nocivos”, ‘homofóbicos’, ‘impróprios para crianças e adolescentes’ e outros títulos, até que o clima social esteja pronto para adotar medidas mais sérias, inclusive cadeia, para quem ousar violar os padrões estatais de comportamento”.
A medida é apenas um exemplo das políticas homossexualistas nacionais e internacionais do governo Lula.

Trabalhando intimamente com o líder homossexual Luiz Mott, Lula criou o programa nacional “Brasil Sem Homofobia” que busca criminalizar e legitimar a conduta dos homossexuais. Conforme LifeSiteNews noticiou, Mott defende abertamente a pedofilia e a pederastia.

Lula está também buscando passar uma lei “anti-homofobia” que proibiria toda e qualquer crítica pública aos homossexuais ou à conduta homossexual. Recentemente ele reiterou seu compromisso de “criminalizar palavras ou atos ofensivos à homossexualidade” (veja coberta de LifeSiteNews em: http://juliosevero.blogspot.com/2009/04/presidente-lula-buscara-criminalizar.html)

No entanto, mesmo na ausência de uma lei “anti-homofobia”, o governo brasileiro já multou indivíduos e grupos por se oporem à homossexualidade, inclusive a Visão Nacional para a Consciência Cristã (VINACC), que recebeu ordem de cancelar sua campanha pró-família por citar a condenação da Bíblia às uniões homossexuais.
LifeSiteNews:

23 de mai de 2009

EBD - ESCOLA BÍBLICA DOMINICAL

EBD - ESCOLA BÍBLICA DOMINICAL

Lição 08 – Coisas sacrificadas aos ídolos

Leitura Bíblica em Classe: 1 Coríntios 7.1-5, 7, 10, 11

Introdução

I. A carne sacrificada: assunto antigo, mas contemporâneo

II. O cristão diante das festividades religiosas pagãs

Conclusão

Palavras-chave: ídolos, festividades religiosas, liberdade cristã, comunhão cristã.

Com muita freqüência, a comunhão entre cristãos torna-se estremecida quando certas práticas que um grupo entende serem perfeitamente aceitáveis criam uma reação contrária em outro grupo. Seu primeiro pensamento, ‘Como pode um (verdadeiro, dedicado) cristão fazer isso?’, cria um sentimento de indecisão, depois de suspeita e finalmente um espírito de reprovação e divisão na igreja. aqueles que expressam diferentes perspectivas podem ser um em Cristo, mas nessa unidade desenvolver-se-á uma cisão causada pela questão que os divide.

Em Corinto a questão que dividia a igreja era se um cristão devia ou não comer o alimento oferecido aos ídolos no sacrifício pagão. Um grupo ficava horrorizado: ‘Como pode um (verdadeiro, decidado) cristão fazer isso?’, enquanto o outro grupo divertia-se dizendo: ‘Por que não? Não existem deuses pagãos.’

Essa questão atingia várias áreas da vida dos coríntios. Na época da Bíblia raramente as pessoas comiam carne. No caso dos moradores de uma cidade, a carne era comprada diretamente de um mercado associado a um templo pagão e representava um terço do animal que pertencia à porção do sacerdote. Se um morador de Corinto desejasse fazer um assado em um jantar especial, o mercado de carne do templo era o lugar exato para comprar a carne. Mas alguns cristãos tinham um forte sentimento de que era terrivelmente errado ter qualquer relação, mesmo indireta, com o paganismo.

Entretanto, havia um outro problema mais premente. Quando os pagãos do primeiro século ofereciam um jantar ou banquete, fosse para poucos amigos ou um grande número de convidados, era tradição dedicar a refeição a alguma divindade. Portanto, muitos cristãos recusavam convites para ir às casas dos pagãos porque não desejavam comer algum alimento que estivesse, mesmo de longe, relacionado com a idolatria. Outros, porém, não viam nenhum mal em comparecer, afinal de contas, sabiam ‘que o ídolo nada é no mundo e que não há outro Deus, senão um só’ (8.4). E, para aqueles que estavam no comércio, ou para os clientes de um poderoso benfeitor, a presença em tais ocasiões sociais era muito importante.
Muitos comentaristas sugerem um terceiro problema. Aparentemente, alguns cristãos estavam realmente participando de refeições patrocinadas pelos amigos nos templos pagãos. Estes cristãos zombavam da noção de que havia alguma coisa errada com essa prática, pela mesma razão de que ‘o ídolo nada é no mundo’.

Nessa passagem, Paulo dá aos coríntios vários princípios como orientação que são específicos sobre o consumo de alimentos oferecidos aos ídolos. Nesse processo, ele também desenvolve outros princípios que podem servir de orientação para mim e para você em qualquer questão onde possa existir um conflito entre cristãos que reclamam liberdade para participar de uma prática que está preocupando outros irmãos e irmãs dentro de sua igreja. Paulo ensina que o amor por um irmão em Cristo é mais importante que o direito de exercer a liberdade cristã (8.1-13).
(RICHARDS, L. O. Comentário histórico-cultural do Novo Testamento. Rio de Janeiro: CPAD, 2007, pp.338-339)

Fonte: CPAD

22 de mai de 2009

Diretor de grupo homossexual declarado culpado de envolvimento com rede de pedofilia

Diretor de grupo homossexual declarado culpado de envolvimento com rede de pedofilia

Kathleen Gilbert

EDIMBURGO, Escócia, 11 de maio de 2009 (LifeSiteNews.com) — O diretor de um grupo homossexual de jovens e outro ativista de “direitos” homossexuais foram declarados culpados, junto com seis outros homens, de fazerem parte de uma grande rede de pedofilia na Escócia.
No que a polícia está chamando de a maior rede de abuso sexual de crianças descoberta na história do país, um júri do Supremo Tribunal de Edimburgo levou várias horas para dar sentenças em 54 acusações separadas, inclusive ataques sexuais a crianças, conspiração para abusar de crianças e posse e distribuição de pornografia infantil.


Os dois homens identificados pela polícia como os cabeças da rede de pedofilia, os residentes de Edimburgo James Rennie e Neil Strachan, foram declarados culpados de atacar crianças e, junto com três outros, de conspirar para abusar de crianças.


O júri do Supremo Tribunal de Edimburgo declarou na semana passada que Rennie, de 38 anos e que era diretor do grupo Juventude Escocesa LGBT (lésbicas, gays, bissexuais e transgêneros), é culpado de iniciar o abuso de um menino quando ele tinha 3 meses, prosseguindo no abuso durante um período de quatro anos. Depois de ser preso no ano passado, Rennie demitiu-se de sua posição no Juventude Escocesa LGBT.


Neil Strachan, de 41 anos, ex-secretário de um clube de meninos celtas e batalhador de questões homossexuais, foi acusado de tentar abusar de um menino de 18 meses e atacar um menino de 6 anos. Acabou sendo descoberto que Strachan havia sido condenado no passado por crimes de abuso contra crianças: em 1997 Stratchan foi sentenciado a três anos de cadeia por abusar de um menino de 5 anos num período de dois anos.


A investigação policial, conhecida como Operação Álgebra, começou depois que imagens de pornografia infantil foram encontradas no equipamento de computador de trabalho passando por consertos.


Rennie e Strachan estão enfrentando uma pena máxima de vida na cadeia quando forem sentenciados em 29 de julho. Os outros seis enfrentam uma variedade de sentenças menores em 11 de junho.


A polícia diz que a rede de pedofilia tinha contatos no mundo inteiro, e embora a polícia dissesse que outras prisões foram efetuadas a partir da descoberta original, provavelmente será difícil descobrir uma grande parte dos envolvidos.


“Seria tolice dizer que pegamos todos”, o detetive Allan Jones disse para a BBC.
Os outros homens acusados são o funcionário bancário Ross Webber, 27; o gerente de padaria Neil Campbell, 46; o funcionário de seguradora Craig Boath, 24; o funcionário público John Milligan, 40; e o recepcionista de sauna gay John Murphy, 44.


Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com

Fonte: http://noticiasprofamilia.blogspot.com/2009/05/diretor-de-grupo-homossexual-declarado.html

Obama declara: Os EUA não são uma nação cristã, mas foram moldados pelo islamismo para melhor

Obama declara: Os EUA não são uma nação cristã, mas foram moldados pelo islamismo para melhor

Don Feder

Uma parte do discurso de Obama no Parlamento da Turquia disse: “Não nos consideramos uma nação cristã”. Esse discurso me lembra uma piada antiga: O Cavaleiro Solitário e seu ajudante índio estão cercados por índios hostis. O homem mascarado vira-se para seu fiel companheiro e pergunta: “O que iremos fazer agora?” Seu ajudante responde: “O que você quer dizer nós, cara pálida?”

Como outros esquerdistas, Obama tem o infeliz hábito de projetar suas ilusões no povo americano.

Ele estava na Turquia como parte de sua turnê de repúdio aos EUA, durante a qual ele gratificou vergonhosamente os desejos do antiamericanismo europeu. (“Temos sido arrogantes e prometemos não mais torturar terroristas e sempre escutar os ‘aliados’ que quase perderam as duas guerras mundiais e a Guerra Fria. E nos últimos 15 segundos eu disse o quanto lamento o episódio de Wounded Knee?”)

Na Turquia esmagadoramente muçulmana, Barack Hussein Obama, como ele foi apresentado (agora que a eleição terminou, não há problema em usar seu nome do meio), declarou o conceito de que “os EUA como nação cristã” é um mito.
Obama disse: “Embora, conforme mencionei, tenhamos uma população cristã muito grande (sim, por volta de 75 a 80%), não nos consideramos uma nação cristã ou uma nação judaica ou uma nação muçulmana”.

Será? Mas o Pacto do Mayflower não proclamou a intenção dos Peregrinos [os fundadores evangélicos dos EUA] de estabelecer uma colônia para “o avanço da fé muçulmana”? E quanto ao lema “Em Alá Confiamos” em nossas moedas e notas de dólar, sem mencionar o que veio a ser chamado de hino nacional americano, “Alá Abençoe a América”?

Falando sério, se ao declarar que os EUA não são uma nação cristã Obama está se referindo a uma minoria como a diretoria esquerdista do jornal The New York Times, ele acertou em cheio.
Por outro lado, se ele quer dizer a nação em geral, ele azarou.

Em 3 de abril uma pesquisa de opinião pública da revista Newsweek mostrou que 62% dos americanos consideram os EUA como “uma nação cristã”. Mas para aqueles que são como Obama, a emoção predominante dos EUA não é decidida pela maioria, mas pela elite cultural — os indivíduos que receberam o privilégio de moldar a consciência nacional pelo resto de nós.
Devido à ignorância ou cegueira deliberada, por toda a história americana, a maioria dos americanos, inclusive seus líderes, não entendiam que os EUA são uma república secular — uma nação sob Rousseau, Darwin e o Manifesto Humanista (I e II).

Patrick Henry comentou: “Nunca é demais frisar o fato de que esta grande nação foi fundada não pelas religiões, mas por cristãos; não na base de religiões, mas na base do Evangelho de Jesus Cristo”.

A Constituição americana é datada “no ano de nosso Senhor, 1787,” em referência não a Alá, Krishna ou Buda, mas a Jesus Cristo. O juiz da Suprema Corte Joseph Story, em sua obra sobre a Constituição publicada em 1833, observou que os fundadores dos Estados Unidos acreditavam “que o Cristianismo tem de receber incentivo do Estado”.
No caso de 1931 de U.S. v Macintosh (decidido antes de o judiciário federal começar a desconstruir a Primeira Emenda), a Suprema Corte declarou: “Somos um povo cristão”.
Todos os presidentes dos Estados Unidos, inclusive B. Hussein Obama, fizeram juramento com a mão em cima da Bíblia para defender a Constituição. Em todos os casos, exceto um, era a Versão do Rei James.

Falando dos antecessores de Obama — nitidamente “menos inteligentes” e “laicos” do que o “Supremo Messias” e provavelmente lacaios da direita religiosa — a opinião deles é unânime:
O Presidente George Washington disse: “É impossível governar acertadamente sem Deus e sem a Bíblia”. Por Bíblia, o fundador dos EUA não estava se referindo ao Corão ou ao Bhagavad Gita.
O Presidente John Adams disse: “Os princípios gerais sobre os quais os fundadores [dos EUA] obtiveram a independência [dos EUA] foram… os princípios gerais do Cristianismo”.

O Presidente John Quincy Adams disse: “A maior glória da Revolução Americana foi esta: Uniu num vínculo indissolúvel os princípios do governo civil aos princípios do Cristianismo”.
O Presidente Andrew Jackson disse: “A Bíblia é a rocha sobre a qual está firmada nossa República” — de novo, em referência à Bíblia cristã, não ao Lotus Sutra.

O Presidente Abraham Lincoln disse: “Inteligência, patriotismo, Cristianismo e uma confiança firme nAquele que nunca abandonou esta terra agraciada são ainda suficientes para resolver, da melhor forma, todas as nossas dificuldades atuais”. As “dificuldades atuais”, que Lincoln cria que o Cristianismo resolveria favoravelmente, era uma guerra civil na qual mais de 600.000 morreram.

Antes do esquerdista McGovern tomar o Partido Democrático (agora sob a direção de George Soros), os presidentes do próprio partido de Obama também cantavam no coro dos EUA como nação cristã.
O Presidente Woodrow Wilson disse: “Os Estados Unidos nasceram como uma nação cristã. Os EUA nasceram para exemplificar a devoção dos elementos da justiça que têm origem na revelação das Sagradas Escrituras”.

O Presidente Franklin D. Roosevelt, falando da 2ª Guerra Mundial, disse: “Hoje, o mundo inteiro está dividido, dividido entre a escravidão humana e a liberdade humana — entre a brutalidade pagã e o ideal cristão”.

O Presidente Harry S. Truman, escrevendo ao Papa Pio XII, disse: “Esta é uma nação cristã… Não é a toa que os valorosos pioneiros que partiram da Europa para estabelecer colônias aqui, no comecinho da sua aventura colonial, declararam sua fé na religião cristã e fizeram amplos preparativos para sua prática e apoio”.

O Presidente John F. Kennedy, no meio da Guerra Fria, disse: “Contudo, a mesma convicção revolucionária pela qual lutaram nossos ancestrais é ainda relevante ao redor do mundo, a convicção de que os direitos humanos não se originam do Estado, mas das mãos de Deus”.

O Presidente Thomas Jefferson disse algo incrivelmente parecido: “Será que as liberdades de uma nação podem estar garantidas quando removemos sua única base firme, uma convicção na mente das pessoas de que essas liberdades são presente de Deus?”

Entretanto, o “Supremo Messias” consegue alegremente proclamar que os EUA não são mais uma nação cristã.

Num discurso de 2007, Obama confirmou essa opinião: “O que quer que tenhamos uma vez sido no passado, não somos mais uma nação cristã”.
Com isso o presidente aceitou a possibilidade de que os EUA foram uma nação cristã no passado, mas não são mais. Contudo, quando foi que o predomínio do Cristianismo na vida dos americanos terminou — com a decisão da Suprema Corte de abolir as orações nas escolas em 1962, com sua decisão Roe v. Wade de 1973 de legalizar o aborto ou com Bill Clinton deixando manchas de sêmen no vestido de uma estudante estagiária, em 1995?

Embora insistisse que “nós” não consideramos os EUA uma nação cristã, Obama apelou para o sentimentalismo quando chegou o momento de tocar no assunto da “religião da paz”. “Queremos transmitir nosso apreço profundo para com a religião islâmica, que fez muito durante tantos séculos para moldar o mundo para melhor, inclusive o meu próprio país”.
Além de confusa, a declaração de Obama foi convenientemente vaga.

Moldar o mundo para melhor? De que jeito? Propagando pela espada seu credo? Estabelecendo o conceito de dhimmitude — de que os descrentes são obrigados a se converter para o islamismo ou se submeter ao governo islâmico? Transformando mulheres em propriedade? Subjugando os Bálcãs, a Grécia, a maior parte da Espanha e parte da Europa Oriental por centenas de anos? Destruindo Constantinopla e Bizâncio, o Império Romano Oriental, apagando as glórias de um milênio? Promovendo o fanatismo sanguinário do xiitismo e do wahabismo e monopolizando o terrorismo internacional desde pelo menos a década de 1970?

O islamismo moldou os EUA para melhor? Pelo menos Obama não disse que “teve um impacto profundo” — como um avião de passageiros colidindo com um edifício elevado.

É difícil imaginar uma religião que tenha feito menos para moldar os EUA do que o islamismo, inclusive o zoroastrismo e a cientologia. Muitos dos princípios nos quais os EUA foram fundados, ou vieram a representar — tolerância religiosa, democracia, liberdade e igualdade — são detestáveis para o islamismo tradicional.

Numa pesquisa de opinião pública do Washington Post/U.S. News (26-29 de março), embora a maioria aprove os esforços de Obama para alcançar o mundo muçulmano, 48% confessaram ter uma opinião desfavorável do islamismo, a percentagem mais elevada desde os ataques terroristas de 11 de setembro de 2001.

Na mesma pesquisa, 55% disseram que lhes faltava uma compreensão básica da religião da paz.
Conhecimento produzirá desprezo. À medida que a população muçulmana nos Estados Unidos (agora estimada em 1 milhão) cresce, os americanos cada vez mais encontrarão a rica herança religiosa e cultural que os seguidores de Maomé estão trazendo para os EUA — como os assassinatos de honra.

No ano passado, no subúrbio de Jonesboro, um imigrante paquistanês estrangulou sua filha de 25 anos com uma corda bungee, por tentar escapar de um casamento arranjado.
Em pleno Dia de Ano Novo, 2008, os corpos crivados de bala de Sarah e Amina Said (idades 17 e 19) foram encontrados num táxi abandonado. O pai delas, o imigrante egípcio Yaser AbdelSaid, foi preso pelos assassinatos. Said havia ameaçado matar suas filhas por terem namorados. Ele achava que elas agora eram moças imorais!

Muzzammil Hassan, da região de Buffalo, era o próprio modelo de um muçulmano moderno e moderado. Em 2004, Hassan fundou a TV Bridges [Pontes] para neutralizar as imagens negativas do islamismo e exibir as muitas estórias de “tolerância, progresso, diversidade, serviço e excelência muçulmana”. Pare, você está me matando! — um infeliz golpe de linguagem quando se debate o islamismo.

Hassan era um motivo de orgulho tão grande para sua religião que, em 27 de abril, ele recebeu o primeiro prêmio por excelência em seus esforços para apresentar ao público um islamismo diferente aos olhos do público. Ele recebeu o prêmio da filial em Pensilvânia do Conselho de Relações Islamo-americanas, onde alguns dos líderes têm ligação com o terrorismo. Presentes no evento estavam o governador Ed Rendell e o deputado federal Joseph Stestak, ambos do Partido Democrático. Stestak foi o palestrante.
Em 12 de fevereiro de 2009, o grande exemplo do Islamismo moderado foi preso e acusado de decapitar a esposa, que havia afirmado que ele cometia abusos físicos e emocionais, e estava no processo de se divorciar dele. O lema da TV Pontes é: “Conectando pessoas por meio da compreensão” — o irônico é que no caso de Aasiya Hassan, a cabeça dela não está mais conectada ao corpo dela.

De acordo com o Projeto de Comunicação e Educação sobre a Mutilação Genital Feminina — a prática de cortar o clitóris e os lábios menores das mulheres em algumas sociedades muçulmanas a fim de mantê-las submissas tornando impossível que elas experimentem prazer sexual — chegou aos EUA.

Em novembro de 2006, Khalid Adem, um etíope vivendo em Atlanta, foi sentenciado a 10 anos de prisão por decepar o clitóris de sua filha de dois anos.
Num vídeo postado no YouTube — filmado secretamente numa mesquita em Nashville, Tennessee — uma menina de 7 anos diz, chorando, como as meninas são surradas durante as aulas de xariá. A menina também fala de seu “marido”. Os grandes meios de comunicação se importam com alegações de abuso físico e sexual somente quando o assunto envolve a Igreja Católica.

A pedofilia e o abuso de crianças não são apenas estranhos costumes praticados em casas de oração muçulmanas.

Das mais que 2.300 mesquitas e escolas islâmicas nos Estados Unidos, mais de 80% foram construídas com dinheiro da Arábia Saudita nos últimos 20 anos. Foi esse mesmo dinheiro que financiou os terroristas que fizeram o ataque de 11 de setembro de 2001.

O Centro de Políticas de Segurança enviou agentes secretos que falam árabe para mais de 100 dessas instituições, descobrindo que de cada 4, 3 estavam infectadas com extremismo e pregações de ódio contra os EUA, os judeus e os cristãos.

É desse jeito que o islamismo está moldando os EUA para melhor.
Se não somos uma nação cristã, então o que é que somos? Obama disse aos turcos: “Consideramo-nos como uma nação de cidadãos que estão ligados por ideais e por um conjunto de valores”.
Valores não são fluídos. Eles têm de ter um ponto de origem.

Por toda a nossa história, a maioria dos americanos nunca duvidou das origens de nossas características éticas: o monte Sinai, Jerusalém, os Dez Mandamentos, o Sermão da Montanha, a Torá, o Novo Testamento — conhecidos coletivamente como nossa herança judaico-cristã.

Para a esquerda secular, que agora ocupa a Casa Branca, a herança dos EUA não está na Bíblia, nem na Declaração de Independência e nem na Constituição (em seu sentido original), mas no humanismo secular, no coletivismo e no multiculturalismo — valores baseados não em padrões eternos, mas em normas culturais predominantes, conforme determina a elite política, midiática e acadêmica.

Obama não quer que nos consideremos uma nação cristã porque a ética judaico-cristã está em conflito com a cosmovisão dele.
Seja o que for que Joel Osteen e Rick Warren nos digam (o Pr. Ken Hutcherson os chama de evangelistas covardes), Obama não é cristão — a menos que você considere os sermões loucos e cheios de ódio do ex-pastor dele, na igreja que ele freqüentou por 19 anos, como Cristianismo.
Os EUA como nação cristã não aceitam uniões civis ou casamento de mesmo sexo — e não consideram todos os atos sexuais como equiparáveis. Mas os EUA de Obama aceitam tudo isso.
Os EUA, com suas raízes judaico-cristãs, crêem na defesa da vida humana inocente — inclusive dos mais indefesos: os bebês em gestação. Os EUA de Obama não crêem nisso. Testemunhe a reputação que ele está adquirindo como o presidente mais pró-aborto da história dos EUA, e os votos dele contra projetos de lei contra o infanticídio quando ele era membro do Senado de Illinois.
Os EUA como nação cristã crêem em governo limitado, não aceitando a idéia falsa de que o governo é Deus. Os EUA de Obama crêem que não há nada que o Estado não possa fazer, nenhum poder que o Estado não deveria ter e nenhuma limitação nos poderes do Estado para taxar, gastar e controlar.

Os EUA como nação cristã compreendem a ordem bíblica de apoiar Israel.
Os EUA de Obama vêem os palestinos (que são antissemitas, antiamericanos, sanguinários, exaltadores da guerra santa) como o equivalente moral dos israelenses (democráticos, pró-americanos, governados pelo Estado de direito). A fantasia de Obama de Israel e Palestina vivendo juntos “lado a lado em paz e segurança” é ilusão ou eufemismo para um acordo temporário que levará à extinção do Estado judeu.
Como a proverbial casa dividida de Lincoln, esses dois EUA não poderão coexistir para sempre. Durante sua presidência, Obama tem a intenção de enterrar os EUA como nação cristã, com um chefe de mesquita presidindo na cerimônia religiosa fúnebre.

Mal posso esperar a próxima viagem cheia de magia e mistério do presidente Obama. Como o Dep. Joe Cannon disse de um colega: “Toda vez que abre a boca, esse homem subtrai da soma total do conhecimento humano”.

Traduzido e adaptado por Julio Severo: www.juliosevero.com

Fonte: Don Feder

20 de mai de 2009

Nada de verdade sem amor e nada de amor sem verdade

Nada de verdade sem amor e nada de amor sem verdade

Albert Mohler
O envolvimento da igreja na sociedade envolve muitas questões, controvérsias e decisões — mas nenhuma questão está definindo nossa atual crise cultural com tanta clareza quanto o homossexualismo. Algumas igrejas e denominações já se renderam às exigências do movimento homossexual, e agora aceitam o homossexualismo como um estilo de vida totalmente válido.
Outras denominações estão cambaleando, já a beira da rendição, e sem uma resistência conservadora em massa, é praticamente certeza que abandonarão a verdade bíblica e abençoarão o que a Bíblia condena.

Em poucos anos, vem se tornando evidente uma grande linha divisória — com igrejas apoiando o homossexualismo de um lado e outras igrejas resolutamente resistindo à maré cultural do outro.
O movimento homossexual entende que as igrejas evangélicas são um dos últimos movimentos de resistência fiéis a uma moralidade bíblica. Por causa disso, o movimento adotou a estratégia de isolar a oposição cristã, e forçar mudanças através de ações políticas e pressões culturais. Será que poderemos esperar que os evangélicos permaneçam firmemente bíblicos nessa questão?
Dificilmente. Pesquisas científicas e observações informais revelam que estamos experimentando uma perda significativa de convicções entre os adolescentes e os adultos jovens. Nenhuma revolução poderá ter êxito sem moldar e mudar a mente dos jovens e crianças.
Inevitavelmente, as escolas se tornaram cruciais campos de batalha na guerra cultural. A cosmovisão cristã foi minada por currículos predominantes que ensinam o relativismo moral, reduzem os mandamentos morais a valores pessoais e promovem o homossexualismo como uma opção de estilo de vida legítima e atraente.

Outras igrejas precisam ensinar os aspectos fundamentais da moralidade bíblica aos cristãos que, sem tal ensino, nunca saberão que a Bíblia prescreve um modelo para os relacionamentos sexuais. Os jovens precisam de ensinamentos sobre a verdade acerca do homossexualismo — e ensinados a estimar o casamento como a intenção de Deus para a relação sexual humana.

Vivemos dias que exigem coragem dos cristãos. Nestes dias, coragem significa que os pregadores e os líderes cristãos precisam montar uma agenda de confronto bíblico, e não evitar a responsabilidade de lidar com as muitas e diversas questões relativas à homossexualidade. Precisamos falar sobre o que a Bíblia ensina acerca das diferenças sexuais — o que significa ser homem ou mulher. Precisamos falar sobre o presente de Deus que é o sexo e a aliança de casamento. E precisamos falar com honestidade sobre o que é a homossexualidade e por que Deus condenou esse pecado como abominação aos Seus olhos.

Coragem é raríssima em muitos círculos cristãos. Isso explica a rendição de tantas denominações, seminários e igrejas à agenda homossexual. Mas nenhuma rendição nessa questão teria sido possível se a autoridade das Escrituras não tivesse já sido sabotada.
No entanto, assim como a coragem é indispensável, nossos dias exigem dos cristãos outra virtude também: compaixão. O fato trágico é que quase todas as congregações têm pessoas em luta com desejos homossexuais ou até mesmo envolvidas em atos homossexuais. Fora das paredes das igrejas, os homossexuais estão aguardando para ver se as igrejas cristãs têm qualquer coisa mais a dizer, depois que declaramos que o homossexualismo é pecado.

As igrejas liberais redefiniram a compaixão para significar que a igreja muda sua mensagem para atender às exigências modernas. Elas argumentam que dizer a um homossexual que ele é pecador é crueldade e intolerância. Isso é a mesma coisa que argumentar que um médico é intolerante porque diz a uma paciente que ela tem câncer. Mas, na cultura politicamente correta, esse argumento possui uma atração poderosa.

Os cristãos bíblicos sabem que a compaixão requer dizer a verdade bíblica e recusar chamar o pecado como algo que não é pecado. Esconder ou negar a pecaminosidade do pecado é mentir, e não há compaixão em tal mentira mortal. A verdadeira compaixão exige falar a verdade em amor. E há um problema: Muito frequentemente, nossa coragem é mais evidente do que nossa compaixão.

Na vasta maioria dos casos, as opções parecem reduzidas a igrejas liberais pregando amor sem verdade ou igrejas conservadoras pregando a verdade sem amor. Os cristãos evangélicos precisam fazer para si algumas perguntas bem difíceis, mas a mais difícil é esta: Por que é que temos sido tão ineficientes em alcançar pessoas escravizadas a esse padrão específico de pecado? O Evangelho é para os pecadores — tanto para os pecadores homossexuais quanto para os pecadores heterossexuais. Como Paulo explicou para a igreja em Corinto: “E é o que alguns têm sido; mas haveis sido lavados, mas haveis sido santificados, mas haveis sido justificados em nome do Senhor Jesus, e pelo Espírito do nosso Deus”. (1Coríntios 6:11)

Creio que estamos falhando no teste da compaixão. Se o primeiro requisito da compaixão é que digamos a verdade, o segundo requisito com certeza é que alcancemos os homossexuais com o Evangelho. Isso significa que precisamos desenvolver ministérios acolhedores que concretizem essa preocupação, e aprender como ajudar os homossexuais a escapar das poderosas cadeias desse pecado — do mesmo jeito que ajudamos outras pessoas a escapar de suas próprias cadeias pela graça.

Se de fato somos um povo do Evangelho; se realmente amamos os homossexuais como outros pecadores; então precisamos alcançá-los com uma sinceridade que torne esse amor palpável. Só teremos alcançado esse requisito quando estivermos prontos para dizer aos homossexuais: “Queremos que vocês conheçam a plenitude do plano de Deus para vocês, que vocês conheçam o perdão de pecados e a misericórdia de Deus, recebam a salvação que vem pela fé no Senhor Jesus Cristo, conheçam a cura que Deus opera nos pecadores salvos pela graça e se juntem a nós como discípulos de Jesus Cristo, vivendo nossa obediência e crescendo na graça juntos”.

Tais foram alguns de vocês… A igreja não é um lugar onde os pecadores são acolhidos para permanecer em seus pecados. Pelo contrário, é o Corpo de Cristo, composto de pecadores transformados pela graça. Nenhum de nós merece ser aceito dentro desse Corpo. É tudo pela graça, e cada um de nós saiu do pecado. Nós pecamos se chamarmos a homossexualidade como algo que não seja pecado. Pecamos também se agirmos como se esse pecado não pudesse ser perdoado.

Não podemos nos contentar com a verdade sem amor nem com o amor sem a verdade. O Evangelho resolve a questão de uma vez por todas. Essa grande crise moral é uma crise de Evangelho. O genuíno Corpo de Cristo se revelará mediante compaixão corajosa e coragem compassiva. Só veremos isso realizado quando homens e mulheres libertos pela graça de Deus da prisão do homossexualismo sentirem-se livres para se levantarem em nossas igrejas e declararem seus testemunhos — e quando estivermos prontos para recebê-los de braços abertos como condiscípulos. Milhões de pessoas que sofrem estão aguardando para ver se nossas intenções reais estão de acordo com o que pregamos.


Traduzido e adaptado por Julio Severo: www.juliosevero.com
Fonte: Albert Mohler

16 de mai de 2009

O espírito do engano

O ESPÍRITO DO ENGANO

Jorge Nilson
O espírito do engano tomou conta de todos os setores da sociedade. Do governo ao povo em geral. A imprensa brasileira, o Congresso Nacional, as Câmaras Dos Deputados Estaduais, as Câmaras de Vereadores. Todos estão sendo guiados pelo espírito do engano. Poucos são os que se salvam.
Enquanto milhões estão morrendo literalmente nas filas dos hospitais por falta de médicos e medicamentos, o governo gasta milhões de reais com lubrificantes para que homens pervertidos se relacionem sexualmente às custas dos impostos do povo sofrido. Milhões de reais são liberados para a promoção desta prática maligna que é o homossexualismo.
Impor às crianças nas escolas esse ensino absurdo de família gay, é alimentar os piores sentimentos em nome deste falso e perveso amor. Agora no Rio de Janeiro, as delegacias de polícia terão que colocar o motivo do crime se algum homosexual for "ofendido", se alguém lhe disser que é contrário ao homossexualismo. Seria bom que o governo copiasse o que fez o governo russo, reprimiu e prendeu os manifestantes gays que fizeram uma passeata promovendo a imoralidade.
A ideologia homossexual está sendo colocada como algo bom e bonito. "Toda forma de amor é bonito", com frase como está, o espírito do engano sensibiliza e ganha apoio naquilo que Deus condena. Culpam a religião cristã de ódio aos gays. Discordam da Bíblia naquilo que é desfavorável ao homossexualismo, mas citam-na falando que Jesus trouxe um evangelho de amor sem discriminação. Lembrem-se, esse mesmo espírito enganou Eva no Éden. Tentou enganar Jesus na tentação no deserto citando versículos do salmo 91.
O plano deste espírito enganador é colocar todos contra Jesus, contra Deus e contra a igreja do Senhor. Infelizmente temos também setores evangélicos que ja estão possuídos por esses espíritos enganadores. Têm nas mãos uma força televisa e não a utilizam para desmacarar esses espíritos, pelo contrário, disseminam essa prática atrávés de novelas e de programa de auditório.
Tacham de preconceituoso, "homofóbico" e incentivador ao ódio, todos que são contra o homossexualismo.
A rebelião contra o Criador não é coisa nova. Foi assim no tempo de Noé, também em Sodoma e Gomorra e assim será também nestes últimos dias.
O mesmo povo que nas pesquisas diz ser contrário ao homossexualismo (99%), é o mesmo povo que aprova o atual governo onde atua fortemente o espírito do engano.
Esse espírito do engano, investirá toda a sua sutileza para enganar a todos.
Dizem defender as crianças e aprovam o seu assassinato antes mesmo de nascer, através do aborto. Usam os "intelectuais", os artistas, os jornais, os livros, as revistas, os educadores e tudo que tiver a seu alcance para promover a mais completa rebelião contra Deus.
Esse espírito do engano não deixa o povo pensar na eternidade sem Deus, no sofrimento eterno, na separação eterna da luz. Fazem com que fiquem descrentes da salvação, do céu e da glória eterna com Deus.
Parece até que Deus está perdendo, que as trevas venceram e que o diabo sairá vitorioso. Puro engano. A iniquidade está aumentando, o amor está esfriando. Estamos no príncipio de dores. Jesus voltará e levará o seu povo e ai o espírito do engano terá mais oportunidade de no período da grande tribulação, atuar com mas eficácia as suas mentiras. O povo não quer aceitar a verdade de Deus, então Deus lhes enviará o espírito do engano para que creiam na mentira.

Na mira anti-"homofóbica" da censura estatal

Na mira anti-“homofóbica” da censura estatal

Governo Lula quer “modernizar” conceito de censura classificando como impróprios para crianças e adolescentes programas de TV com conteúdo contrário ao homossexualismo


Julio Severo

Já viu o Pr. Silas Malafaia pregando pela televisão que homossexualismo é pecado? Ou então já teve oportunidade de ver R. R. Soares ou outro pregador explicando que a Bíblia condena o homossexualismo?
Aproveite para gravar esses programas e quando tiver chance, grave também o Papa Bento 16 em seus pronunciamentos condenando explicitamente os atos homossexuais, porque no que depender do governo Lula, programas de TV e rádio que transmitem posições contrárias à homossexualidade serão obrigados a levar a classificação de “impróprios para menores de 18 anos”.
Não, o que você está lendo não é delírio, nem deste autor, nem dos leitores. É puro delírio ideológico estatal se transformando em pesadelo político.
Hoje, 14 de maio, conforme informação do
Blog Reinaldo Azevedo e do jornal esquerdista Folha de S. Paulo, a Secretaria dos Direitos Humanos da Presidência do Brasil estará lançando um plano de promoção da cidadania de LGBT (lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais). É dentro desse plano que consta medida do governo Lula de “classificar como impróprios para crianças e adolescentes programas de TV com conteúdo homofóbico”.
Programa do Silas Malafaia? Classificação do governo Lula: “Programa com conteúdo homofóbico. Impróprio para crianças e adolescentes”.
Programa do R. R. Soares? Classificação do governo Lula: “Programa com conteúdo homofóbico. Impróprio para crianças e adolescentes”.
Pronunciamento televisivo do papa? Classificação do governo Lula: “Programa com conteúdo homofóbico. Impróprio para crianças e adolescentes”.
E se os cristãos se acovardarem, se submetendo a essa tirania fascista, muitos outros programas evangélicos e católicos serão classificados como “homofóbicos” e “impróprios para crianças e adolescentes”.
O que não será classificado como “impróprio para crianças e adolescentes” são os livros, cartilhas e aulas a favor do homossexualismo nas escolas públicas. Aliás, esses livros, cartilhas e aulas serão classificados como obrigatórios para crianças de todas as idades.
O Estado se sente à vontade para doutrinar crianças em todos os tipos de imoralidade, homossexual ou não. Não há censura para essa doutrinação imoral, pois quem faz a censura é o próprio Estado.
Se um homem da rua se aproximasse de seu filho e ensinasse a ele as mesmas obscenidades que o Estado ensina nas escolas, seria caso de polícia. Por que o Estado, quando comete os mesmos crimes, merece isenção quando estupra psicologicamente as crianças?
Não só as estupra, mas também quer classificar como criminosas todas as pessoas que tentem, mediante pregações ou alertas aos pais, proteger as crianças desse estupro.
As aulas de educação sexual pornográfica que louvam o homossexualismo não podem ser classificadas como “impróprias para crianças e adolescentes”, pois têm a aprovação do Estado socialista pró-homossexualismo.
Contudo, programas de TV e rádio evangélicos e católicos agora correm o risco de serem classificados como “moralmente nocivos”, “homofóbicos”, “impróprios para crianças e adolescentes” e outros títulos, até que o clima social esteja pronto para adotar medidas mais sérias, inclusive cadeia, para quem ousar violar os padrões estatais de comportamento.
Quando o assunto é dar de bandeja mimos e privilégios para os fascistas homossexuais, o coro estatal, fartamente pago com o dinheiro de nossos impostos, grita: “Tudo”.
Para os cristãos? “Nada”, “censura”, “cadeia”, etc.
Pesquisa recente de uma entidade ligada ao PT apurou que 99% da população do Brasil não aceitam o homossexualismo. Como é que esses 99% aceitam passivamente que o governo Lula implante e proteja suas imorais políticas pró-homossexualismo e trabalhe para criminalizar a posição de 99% da população?
Possivelmente, com tantos absurdos inacreditáveis, o povo brasileiro ache que isso tudo é irreal e não pode estar acontecendo. Enquanto o povo delira em fantasias sobre seu governo, achando que é impossível que um governo possa ser tão maligno assim, o delírio ideológico do governo Lula — e suas medidas para implantá-lo — não tem limites.

13 de mai de 2009

Atenção: PLC 122 poderá ser votado logo!

Atenção: PLC 122 poderá ser votado logo — como sempre, de surpresaEstará Fátima Cleide preparando um presente para os fascistas homossexuais entre os dias 13 e 17 de maio?
Comunicado importante de Julio Severo

Favor divulgar este comunicado amplamenteVolto a dar o sinal de alerta. O PLC 122, que criminaliza a chamada “homofobia”, poderá ser votado por volta do dia 17 de maio na Comissão de Assuntos Sociais do Senado Federal. Por que exatamente em torno de 17 de maio? Porque essa data é marcada pelos fascistas homossexuais do mundo inteiro como Dia Mundial de Combate à “Homofobia”.

“Homofobia” é qualquer contrariedade ao homossexualismo. Assim, esse dia é dedicado à luta contra todas as opiniões contrárias ao homossexualismo. E há opinião mais forte nesse assunto do que a Bíblia, que condena 100% todos os comportamentos homossexuais?

O próprio presidente Lula já manifestou sua opinião de que toda palavra contra o homossexualismo deve ser criminalizada (veja aqui: http://juliosevero.blogspot.com/2009/04/presidente-lula-buscara-criminalizar.html).
Além disso, se preparando para o Dia Mundial de Combate à “Homofobia”, o governo Lula, que já lançou muitos anos atrás o nefasto programa federal Brasil Sem Homofobia, estará lançando dia 14 o Plano Nacional da Cidadania e Direitos Humanos LGBT.

Com todas essas pressões vindas do próprio governo federal, infelizmente, a situação não é agradável, pois a relatora do PLC 122, a senadora petista Fátima Cleide (guarde bem esse nome), apresentou, em 15 folhas, parecer favorável ao projeto, sem qualquer tipo de retificação ou alteração, numa clara desconsideração à flagrante inconstitucionalidade do PLC 122.

O PLC 122, sem titubear, fere com chaga mortal os princípios da isonomia (todos são iguais perante a lei), liberdade de consciência, livre expressão do pensamento e crença religiosa.
Esse projeto fascista contraria frontalmente diversos pareceres jurídicos apresentados ao Senado, que apontaram erros grosseiros de técnica legislativa, além de outras incongruências, como desproporção nas penas aplicadas e utilização de termos vagos e oportunistas (preconceito de gênero, sexo, orientação sexual e identidade de gênero).

A senadora Fátima Cleide bem que tentou se desvencilhar das críticas feitas ao projeto fascista, porém, não passaram de justificativas nada plausíveis. Ela escreveu: “Alguns juristas também indicaram ressalvas quanto à técnica legislativa do projeto, no tocante à definição de sujeitos passivos nos tipos penais e das condutas delituosas, além da proporcionalidade das penas e sua conformidade com as regras gerais do Código Penal e da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). Mas, vale ressaltar, que ainda não há qualquer regulamentação votada ao combate à discriminação por orientação sexual e identidade de gênero, inviabilizando o tratamento legal a este tipo de violação no campo do trabalho, permitindo assim que atos homofóbicos excluam boa parte da população GLBT de acessar ao trabalho ou manter-se empregado.”

Ora, a inexistência de lei de “combate à discriminação por orientação sexual” não é motivo para a criação de leis fascistas com tipos penais dignos de regimes totalitários, impondo penalidades absurdas, como se o homossexualismo fosse algo inocente, bonito, sagrado e essencial para a sobrevivência humana. Como exemplo, no nosso Código Penal a pena por homicídio culposo pode acarretar pena máxima de 3 anos. Na lesão corporal dolosa, isto é, com a intenção de lesionar, o criminoso pode pegar de 3 três meses a 1 ano de prisão.

Contudo, no PLC 122, a mera manifestação pública de discordância da prática homossexual pode acarretar multa e pena de 2 a 5 anos de prisão. Ou seja, segundo esse projeto fascista, a agressão física a qualquer cidadão brasileiro é muito menos grave do que simplesmente se pronunciar contra o homossexualismo.

A senadora conclui da seguinte forma: “Dessa forma, esta Relatoria entende que o projeto, além do extremamente positivo no combate à homofobia e na garantia de cidadania a grupos drástica e continuamente violados em seus direitos, não criminaliza a liberdade de consciência e de crença — pela simples razão de que a norma proibitiva incide sobre a conduta dolosa precisamente definida em lei, não sobre o pensamento. Além do fato de que o combate à toda forma de discriminação no campo do trabalho e a promoção da saúde mental dos cidadãos e cidadãs brasileiros, discussão que está no âmbito dessa Comissão, serão fortalecidas.”

É, dona Fátima. A senhora usou a mesma argumentação do Luiz Mott (veja aqui quem é esse líder homossexual: http://juliosevero.blogspot.com/2007/08/luiz-mott-pedofilia-j.html). Acredito, inclusive, que ele seja seu mentor intelectual. Essa estória de que o PLC “não criminaliza a liberdade de consciência — pela simples razão de que a norma proibitiva incide sobre a conduta dolosa precisamente definida em lei, não sobre o pensamento” é pura falácia.
Dona Cleide, alguns dias atrás Lula, que é do seu partido, declarou: “Alguns setores atrasados e ao mesmo tempo hipócritas… têm criticado nosso governo por apoiar iniciativas que criminalizam palavras e atos ofensivos à homossexualidade. Isso não tem importância.
Continuarei — com o apoio de todo o Governo — a manter essa atitude”. A senhora quer fazer de conta que desconhece tudo isso? Para que tanto fingimento, dona Cleide?

Além disso, para os homossexuais fascistas, todo posicionamento contra o homossexualismo é considerado como conduta dolosa; ou seja, com intento discriminatório. Tanto é assim que mesmo sem a lei ter sido aprovada lançaram medidas contra o Pr. Silas Malafaia e contra mim, chegando ao cúmulo de colocar até o Ministério Público Federal (MPF) na jogada.

O MPF, em total violação da liberdade de expressão, pediu oficialmente ao Google o fechamento do meu blog, alegando que meus textos fazem apologia à “homofobia”. Diante da recusa do Google, o MPF reconheceu a dificuldade de fechar meu blog enquanto não houver uma legislação adequada.

É exatamente nesse ponto que o PLC 122 é crucial como mecanismo para impor uma censura draconiana. Esse projeto fascista fornece a desculpa necessária para solapar o direito de livre expressão dos que se opõem à radical agenda esquerdista do Estado.

O Brasil, que recentemente foi repreendido pela OEA por não garantir a livre expressão, agora tem um MPF empenhado em fechar blogs que não seguem a cartilha ideológica do governo.
Por isso, fique atento. Entre os dias 13 e 17 deste mês, há grande chance de os fascistas colocarem o PLC 122 para votação.

Se cruzarmos os braços, ajudaremos Fátima Cleide, seu governo petista e o MPF em suas intenções. Então, vamos à ação. É hora de nos mobilizarmos mais uma vez!
Ligue para o Senado Federal pelo telefone gratuito: 0800-612211

Envie emails para os componentes da Comissão de Assuntos Especiais do Senado. Veja a composição aqui.
Para mandar emails a todos os senadores, veja a lista completa dos emails deles aqui: http://juliosevero.blogspot.com/2009/04/cientista-medica-escreve-aos-senadores.html

Mensagem originalmente preparada pelo Dr. Valmir Nascimento Milomem e posteriormente adaptada e ampliada por Julio Severo

Divulgação: www.juliosevero.com

TJ do Rio de Janeiro afirma que heterossexuais têm o direito a entender que a homossexualidade é um desvio de comportamento, uma doença

Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro afirma que heterossexuais têm o direito a entender que a homossexualidade é um desvio de comportamento, uma doença

O Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro ao julgar uma apelação em Ação Popular contra o Estado do Rio de Janeiro, no ano de 2002, com intuito de anular o repasse de recursos que financiava a “VII Parada de Orgulho Gay” em 30/06/2002, no então governo da Sra. Benedita da Silva, decidiu ser legitima manifestação pública contra o incentivo a homossexualidade.

A Justiça decidiu entre outras coisas em 01/04/2009, que é legítimo aos cidadãos heterossexuais, o direito de expressarem o seu pensamento a luz dos valores morais, éticos e religiosos, no que diz respeito a entender ser a homossexualidade um desvio de conduta, uma doença, algo que cause mal à sociedade humana, devendo tal comportamento ser reprimido e não apoiado pela sociedade.

Tal conduta não pode ser entendida como é crime ou ato discriminatório, pois é legítimo o direito de expressão de ambos os lados no sistema jurídico vigente.
O acórdão faz uma abordagem do legítimo direito das pessoas, com base nas garantias constitucionais (art. 5º) de liberdade religiosa de crença, consciência e culto, e liberdade de expressão de emitir suas opiniões, de forma pacífica, sem sofrer QUALQUER TIPO DE RESTRIÇÃO por parte do Estado ou grupo de minorias.

O Acórdão do Tribunal do Rio de Janeiro de forma direta é totalmente contrário à instituição de uma mordaça gay, pois os cidadãos são livres no seu pensar e agir, com base em sua fé e valores.
Assim, esta decisão judicial reforça mais uma vez as graves inconstitucionalidades que o PLC 122/06 (lei da homofobia) tenta inserir no sistema jurídico brasileiro, criminalizando opiniões em benefício de um grupo de interesses, com ofensas à lei maior.

A decisão é atual e coerente com os valores constitucionais da liberdade de expressão e consciência.
Espero que esta decisão do Tribunal de Justiça mais moderno do país auxilie aos Senadores a entender ser inconstitucional criar uma lei que criminalize opiniões no tocante a homossexualidade, logo o PLC 122/2006 deve ser REJEITADO por grave violação a Carta Constitucional e a boa redação e técnica legislativa.

Divulgue esta decisão jurisprudencial para que outros Tribunais tenham a mesma coragem de não se curvar a movimentos ou patrulhamento de grupos contra o estado democratico de direito e a liberdade de expressão.

Veja o teor parcial do acórdão:
“...Contudo, também, não se pode negar aos cidadãos heterossexuais o direito de, com base em sua fé religiosa ou em outros princípios éticos e morais, entenderem que a homossexualidade é um desvio de comportamento, uma doença, ou seja, algo que cause mal à pessoa humana e à sociedade, devendo ser reprimida e tratada e não divulgada e apoiada pela sociedade. Assim, não se pode negar ao autor o direito de lutar, de forma pacífica, para conter os atos sociais que representem incentivos à prática da homossexualidade e, principalmente, com apoio de entes públicos e, muito menos, com recursos financeiros. Trata- se de direito à liberdade de pensamento, de religião e de expressão....”

Tribunal de Justiça- Décima Primeira Câmara Cível
Apelação Cível nº. 2008.001.65.473
Relator:Desembargador Claudio de Mello Tavares
Fonte: Zenóbio Fonseca

8 de mai de 2009

Brasil não assegura livre expressão, avalia OEA

Brasil não assegura livre expressão, avalia OEA

Roberto Almeida

Relatório da divisão especial para Liberdade de Expressão da Organização dos Estados Americanos (OEA), apresentado ontem em Washington, nos Estados Unidos, faz críticas ao ordenamento jurídico brasileiro. O documento, redigido anualmente, adverte de que, apesar da derrocada da Lei de Imprensa, o Brasil não oferece segurança suficiente para que cidadãos informem sobre assuntos de interesse público sem medo de serem presos, perder seus patrimônios ou sofrer agressões.

Compilado pela juíza colombiana Catalina Botero Marino, o documento tem como base denúncias apresentadas por entidades brasileiras e internacionais que monitoram o direito à informação, como Repórteres Sem Fronteiras, Artigo 19 e Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji).

Ao todo, 10 páginas descrevem casos de agressão, assassinato, prisão e perseguição judicial a jornalistas e cidadãos brasileiros que publicaram reportagens ou expressaram suas opiniões em público.

A relatoria posicionou-se ainda contra a obrigação do diploma de jornalista para exercer a profissão, assunto que permanece na pauta do Supremo Tribunal Federal (STF).

Fonte: O Estado de S. Paulo, através da AdNews


7 de mai de 2009

Irã, ódio aos judeus e o esquizofrênico governo Lula

Irã, ódio aos judeus e o esquizofrênico governo Lula

Representantes brasileiros na ONU condenam evangélicos, mas não condenam o sucessor de Hitler

Julio Severo

Em 20 de abril de 2009, dezenas de representantes da Europa, Canadá, EUA e Austrália se retiraram de Durban 2, a conferência da ONU contra o racismo em Genebra, Suíça. Até para os ocidentais, que costumam tolerar todo tido de preconceito contra Israel, o discurso do presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, foi demais na conferência. Ele acusou, como sempre, Israel de racismo e outros adjetivos.

Além de negar que houve o Holocausto — com aproximadamente 6 milhões de judeus assassinados pelo nazismo —, Ahmadinejad já disse publicamente que quer a destruição do Estado de Israel.
Hitler também tinha intenções semelhantes. Não é a toa que as nações acabaram isolando o ditador nazista, que jamais teria espaço para falar numa conferência da ONU. O motivo por que Ahmadinejad teve tal espaço é um mistério.

Brasil não repudiou sucessor de Hitler na ONU

Hitler também jamais teria oportunidade de visitar a ONU ou o Brasil. O motivo por que o sucessor ideológico de Hitler recebeu tal oportunidade é difícil de entender.
Ahmadinejad deveria ser publicamente rejeitado, isolado e condenado por suas idéias e discursos de ódio aos judeus. Do contrário, a ONU e as nações — sem mencionar o Brasil — deverão pedir perdão a Hitler.

Entretanto, a retirada dos representantes ocidentais da conferência da ONU foi um gesto pequeno, mas importante. Os representantes do Brasil também estavam presentes, mas não puderam se retirar — porque estavam muito ocupados.

O que está por trás do combate estatal do Brasil ao “racismo”

A delegação do Brasil foi liderada pelo Ministro da Igualdade Racial, Edson Santos, sucessor da Ministra Matilde Ribeiro. Embora o Ministério da Igualdade Racial tenha sido supostamente criado para combater desigualdades raciais, Ribeiro, negra e a primeira ministra a ocupar esse ministério exótico, deu o tom essencial: “A reação de um negro de não querer conviver com um branco, eu acho uma reação natural”. Mais tarde, ela perdeu o cargo por abuso dos cartões corporativos — isto é, ela usou e abusou do dinheiro público.

Para Matilde, os negros têm direito de não viver com brancos, se assim o desejarem, sem que tal atitude implique em condenações criminais por preconceito. Para ela, a ofensa ou separação racial é crime e preconceito somente quando praticada por brancos, mas estranhamente se transforma em direito quando praticada por negros. Se, por exemplo, o apartheid na África do Sul fosse um regime onde os negros vivessem separados dos brancos, por vontade dos próprios negros, Matilde nada veria de errado. Aliás, ela veria tal segregação racial como direito dos negros, porque como disse ela: “Eu acho uma reação natural um negro não querer conviver com um branco.”

Matilde nunca foi condenada, nem por suas declarações racistas nem por sua corrupção. A esquerda não sabe recompensar e privilegiar seus adeptos?
Seja como for, o sucessor de Matilde estava lá na conferência da ONU, para dar continuidade ao que ela já vinha fazendo.

Pai-de-santo condena na ONU evangélicos do Brasil

Os representantes brasileiros, que sabem como defender o preconceito reverso e o homossexualismo, foram à conferência da ONU “contra” o racismo se queixar dos “crimes” raciais e culturais que supostamente ocorrem no Brasil.

Essa questão foi tratada diretamente por Ivanir dos Santos, pai-de-santo do Rio de Janeiro. Segundo a imprensa, o pai-de-santo denunciou na ONU “um novo tipo de perseguição religiosa no Brasil, que tem como alvo os terreiros de candomblé e os praticantes de cultos africanos, em atos provocados por neo-pentecostais. O Brasil, diz ele, é o único país que mantém o culto trazido pelos escravos e essa prática tem de ser defendida”.

Na verdade, não só as igrejas neo-pentecostais, mas todas as igrejas cristãs sãs procuram ajudar as pessoas a se libertar das práticas de bruxaria. Contudo, cada vez mais essas práticas estão sendo colocadas debaixo da proteção estatal, sendo agora consideradas “cultura”. Nem mesmo a Igreja Católica está escapando de ataques patrocinados pelo Estado. Recentemente, um livro do Pe. Jonas Abib alertando contra a bruxaria foi proibido na Bahia e o padre encontra-se agora na mira da “justiça” brasileira. A acusação? Racismo e preconceito.

A verdade por trás da “cultura” afro-brasileira

Como filho de uma ex-líder umbandista que se converteu ao Evangelho de Jesus Cristo, não vejo problema algum em falar a verdade sobre a bruxaria vinda da África. Aliás, quem não se lembra, quando ainda não havia o véu da censura racial, dos escândalos periódicos, noticiados pela imprensa, de pais-de-santo envolvidos em numerosos sacrifícios de crianças?
Em seu livro Porque Deus Condena o Espiritismo (CPAD: Rio de Janeiro, 1987, páginas 66-68), o jornalista Jefferson Magno Costa conta um caso:
Era pouco mais de meio-dia quando ele encontrou o pequeno Fernando, de nove anos de idade, perambulando pelos trilhos da linha férrea que passa nas proximidades da cidade de São Roque, interior de São Paulo. Levou o menino para casa, pediu à mulher com quem vivia há poucas semanas, Dalva Braga Medeiros, que desse comida ao garoto e lhe trocasse a roupa. Dalva demorou a atendê-lo, e ele mesmo pegou a roupa de um dos filhos da mulher e vestiu em Fernando. Após beber aguardente, pegou o menino pela mão e saiu, alegando que ia comprar mais bebida. Ao voltar, Dalva viu manchas de sangue na roupa do pequeno Fernando. E imediatamente entendeu que o menino havia sido estuprado.

Instantes depois, ele convidou Fernando para sair outra vez, mas diante da recusa e do medo do menino, resolveu chamar Rogério, de 12 anos, filho de Dalva, para fazer companhia àquela assustada e indefesa criança, e “para ver como se mata um porquinho”. Conduzindo os dois meninos até uma clareira situada no alto de um morro, desenhou um tridente no chão, e em seguida, segundo contou Rogério, pegou o pequeno Fernando pelo pescoço e enterrou-lhe uma faca no peito; porém, insatisfeito por não ver a criança morrer imediatamente, ele, o pai-de-santo Josué Rodrigues de Souza, deu um talho de dez centímetros no pescoço da pequena vítima, e começou a lamber-lhe o sangue.

Após praticar esse ato abominável, monstruoso e demoníaco, o pai-de-santo assassino foi chamar Dalva, “pois ela nunca tinha visto um sacrifício”, mostrou-lhe a criança toda ensangüentada e morta, confessou-lhe haver praticado aquilo incorporado pelo caboclo Zé Capoeira, e que havia estuprado a criança antes de matá-la “porque satanás não aceita a alma de gente pura” (Jornal O Globo, 13/03/1986). “Eu tinha de matar uma pessoa e dar o sangue para exu. Ele estava pedindo”, foram suas palavras ao ser preso três dias após o crime. (Revista Veja, 19/03/1986, p. 111).

O jornalista Jefferson Magno então comenta:

O bárbaro crime praticado pelo pai-de-santo Josué é mais um entre centenas de casos envolvendo pessoas que, julgando estar servindo a Deus estão servindo ao diabo… Diante dos inúmeros casos desse gênero registrados pela imprensa, é uma pena que a indignação popular não tenha memória. O povo se esquece com muita facilidade. Há alguns anos, por ter assassinado, em rituais de magia negra, seis crianças seqüestradas em diferentes lugares do Estado do Rio, foi preso em Cantagalo, RJ, o pai-de-santo Waldir Souza Lima. (Página 73)

Bruxaria protegida, evangélicos desprotegidos

A ideologia do “combate ao racismo”, que já está sendo usada para fortalecer e promover a “cultura” afro-brasileira e combater os cristãos que alertam contra a bruxaria, agora alcançou a ONU, onde o pai-de-santo Ivanir dos Santos denunciou por “racismo” os evangélicos do Brasil opostos às práticas de bruxaria.

Enquanto o governo Lula avança furiosamente na proteção à “cultura” afro-brasileira, a imprensa comprada do Brasil dá destaque exagerado a supostas violações a essa “cultura” e acoberta crimes reais por ela cometidos.

Hoje, ela não fala mais em pais-de-santo sacrificando crianças. E não tem vontade nenhuma de falar em outros crimes relacionados.
Em 20 de dezembro de 2008, foi assassinado no Rio Grande do Sul o Pr. Francisco de Paula Cunha de Miranda, de 47 anos. O pastor, que era negro (e não pode, nem depois de sua morte, ser acusado de “racismo”), estava no 33º dia de jejum de uma campanha de oração quando o pai-de-santo Júlio César Bonato, sob possessão da entidade “cultural” exu caveira, saiu do terreiro em pleno ritual para ir até o pastor.
O pai-de-santo voltou a seu ritual com sua faca ritualística ensangüentada.
O pastor, que estava bem fraco devido ao longo jejum, foi morto a golpes de faca.

Se fosse o crime de um pai-de-santo assassinado por um pastor, a mídia brasileira e o governo Lula não parariam de fazer barulho. E o pai-de-santo Ivanir dos Santos estaria gritando na conferência “anti-racismo” da ONU, usando e abusando do “exemplo” do ódio dos evangélicos à “cultura” afro-brasileira.

Entretanto, esse não foi o caso, de modo que o governo Lula e a mídia dispensam o barulho. Aliás, eles optaram pelo abafamento. Até agora o caso do pastor negro não chegou à grande imprensa brasileira. E se algum dia chegar, darão um jeito de culpar a vítima, que está morta e não pode se defender.

Enquanto isso, facadas estatais e midiáticas atacam e silenciam toda tentativa de alerta cristão contra a séria ameaça da feitiçaria.
Tudo entre amigos

É então de admirar a conduta dos representantes do Brasil na ONU? Eles estavam tão ocupados vomitando seu ódio anticristão que não tiveram tempo de evitar o discurso do sucessor de Hitler, e ele está feliz que os brasileiros de Lula não o isolaram.

Outros países têm isolado Mahmoud Ahmadinejad por suas tentativas de produzir armas nucleares para concretizar seu desejo de destruir Israel. Mas isso não é problema para o presidente socialista Luiz Inácio Lula da Silva, que publicamente anunciou seu apoio ao programa de energia nuclear do Irã em setembro de 2007. E Lula fez mais: Ele convidou Ahmadinejad para visitar o Brasil.

Israel protestou contra tal visita, mas Lula — que desde o começo do seu governo em 2003 visitou vários países muçulmanos, inclusive nações ao redor de Israel, deixando de fora apenas Israel — não se importa.
A visita de 6 de maio de 2009 ao Brasil de Ahmadinejad, o inimigo declarado da sobrevivência do Estado judeu, é importantíssima. Comprova, além de qualquer sombra de dúvida, o que Lula e sua ideologia representam para o Brasil.

Os hipócritas herdarão o Reino dos Céus?

Comprova também a hipocrisia de Lula. Ele, cujo governo socialista vem desde 2003 avançando a agenda homossexual em resoluções pioneiras na ONU e na OEA, agora recebe de braços abertos no Brasil Ahmadinejad, cujo governo permite matanças sistemáticas de homossexuais.
Esse é um jogo político e ideológico perverso, onde valores e vidas são sacrificados por conveniência. Aquele que quer criminalizar no Brasil até mesmo meras palavras contra a homossexualidade, atacando de cabeça o direito de livre expressão e ameaçando diretamente os cristãos, não vê problema algum em sua aliança com aquele que não dá nenhum direito de livre expressão e segurança para os cristãos e homossexuais no Irã.

Quando o assunto é políticas estatais de ódio contra algum grupo social e religioso e seus valores — lembra-se do programa federal “Brasil sem Homofobia”? —, Lula não está sozinho: ele tem Ahmadinejad. Embora o alvo de cada um seja diferente, o ódio é o mesmo.

Ahmadinejad é patrocinador de grupos terroristas contra Israel. Por sua vez, Lula, no fim de um confortável segundo mandato em sua presidência apoiada por líderes cristãos oportunistas, está agora muito despreocupadamente patrocinando para próximo presidente do Brasil Dilma Rousseff, que tem um histórico de terrorismo comunista.

Ahmadinejad e Lula representam o casamento entre o socialismo e o islamismo.
Quando o assunto é hipocrisia, Lula também não está sozinho.
Muitos cristãos brasileiros e seus líderes também são hipócritas, e suicidas: por interesses puramente econômicos, eles se unem a Lula, que está estabelecendo no Brasil um Estado laico esquizofrênico que é essencialmente uma ditadura socialista anticristã.

Por sua vez, Lula faz alianças esquizofrênicas com esses líderes, com ativistas homossexuais (que querem destruir o casamento tradicional e os valores cristãos), com Ahmadinejad (que odeia os homossexuais, os judeus e os valores cristãos), com bruxos (oops! Sacerdotes da “cultura” afro-brasileira, os quais também odeiam os valores cristãos), etc.

Portanto, como muitos líderes cristãos do Brasil terão a coragem moral para condenar as políticas e alianças malignas de Lula quando o relacionamento deles com ele é marcado pela mesma insinceridade e oportunismo? Eles usam Lula — e ele os usa.

Depois de tudo, Lula tem a cara-de-pau de querer instituir um Dia Nacional contra a Hipocrisia, não para si mesmo e seus aliados cristãos, mas para os que se opõem à sua agenda imoral.

Os covardes herdarão o Reino dos Céus?

A História conta que enquanto Roma estava em chamas, o imperador Nero tocava harpa. No Brasil é diferente: enquanto os cristãos tocam suas harpas, Lula brinca com Ahmadinejad e queima a liberdade deles ao impor proteção estatal à “cultura” afro-brasileira.
Contudo, parece que muitos deles não compreendem esses perigos e não se importam com as ameaças a Israel ou com as ameaças contra si mesmos.

Eles não recusaram dar votos e apoio público ao esquizofrênico Nero brasileiro, e agora se recusam a confrontar seu presidente em sua imoral agenda anticristã. Enquanto o Brasil queima debaixo dessa agenda, eles continuam tocando suas harpas, esperando sua vez de ir para o Céu.

O Céu recompensa a covardia?

Notícia de último minuto: A visita do sucessor de Hitler foi cancelada, não por causa de alguma atitude honrável de Lula se opondo a ela, mas por causa de decisão de Ahmadinejad, que a adiou para algum tempo após as eleições iranianas. Homens honráveis publicamente condenam o mal, e um presidente do Brasil tem a obrigação moral de condenar publicamente Ahmadinejad e rejeitar a visita dele. Mas a ideologia socialista de Lula sempre fala mais alto do que um bom caráter e suas responsabilidades.

Versão em inglês deste artigo: Iran, hatred of Jews and the schizophrenic Lula administration
Fonte: www.juliosevero.com

4 de mai de 2009

Refutação aos argumentos das testmunhas de Jeová

Autor :Prof. João Flávio Martinez

DEVE-SE CRE NA TRINDADE?

(Refutação aos argumentos das testemunhas de Jeová)

Cabe-nos destacar cuidadosamente a fragilidade das refutações das TJ quanto a alguns versículos que falam a favor da Trindade na obra: “Deve-se crer na Trindade?”.



João 1:1 - Eles admitem que o contexto é decisivo, mas não citam nem sequer fragmento de prova do contexto de Jo. 1.1. Antes, simplesmente reafirmam sua conclusão sobre “toda a Bíblia”. Admitem que o contexto é decisivo, mas nada conseguem encontrar nesse contexto que sustente a sua opinião, então simplesmente ficam sem argumento. Portanto, tendo reconhecido a regra de Colwell, ainda assim sustentam sua opinião sobre Jo 1.1, mas sem nenhuma prova. Sustentar uma opinião sem evidência que a comprove é simplesmente irracional.

A Brochura (Deve-se crer na Trindade?) como um todo tem um verniz de obra acadêmica para leigos, pois cita dezenas de teólogos e livros de referência acadêmicos (sempre sem a documentação adequada). Todavia, muitas citações são apresentadas fora do contexto e torcidas para afirmar algo que os autores jamais pretenderam dizer, e outras vêm de estudiosos liberais católicos ou protestantes, os quais questionam, eles mesmos, a doutrina da Trindade e a veracidade da Bíblia.

João 20:28 - O livrete Shozdd You Believe in Me Trinily?, das testemunhas-de-jeová, dá duas explicações para Jo 20.28: (1) “Para Tomé,Jesus era como “um deus”, especialmente diante das circunstâncias miraculosas que suscitaram essa exclamação (p. 29). Mas essa explicação não convence, pois Tomé não disse: “Tu és como um deus”, mas antes chamou Jesus de “Deus meu”. O texto grego traz o artigo definido (não se pode traduzir “um deus”) e é explícito: ho theos maus e não um “deus meu”, mas “Deus meu”.

(2) A segunda explicação é que “Tomé pode simplesmente ter feito uma exclamação emocional de espanto, dita a Jesus mas dirigida a Deus (ibd). A segunda parte da frase, “dita a Jesus mas dirigida a Deus” é simplesmente incoerente: parece significar “dita a Jesus mas não dita a Jesus”, que não só é uma autocontradição, mas também impossível — se Tomé está falando com Jesus, está também dirigindo as suas palavras a Jesus. A primeira parte da frase, a alegação de que Tomé não chama de fato Jesus de “Deus”, mas meramente exclama ou profere algumas palavras involuntárias de admiração, não tem valor, pois o versículo deixa claro que Tomé não estava falando ao léu, mas diretamente a Jesus: “Respondeu-lhe Tomé: ‘Senhor meu e Deus meu!’ (Jo 20.2 8). E imediatamente Jesus e João, no texto, elogiam Tomé, certamente não por ter ele feito uma exclamação qualquer, mas por acreditar em Jesus como seu Senhor e seu Deus.

Tito 2.13 e 2 Pedro 1.1 – Ambos têm notas marginais na NSV nas quais se alude a Jesus como outra pessoa que não “Deus”, não sendo portanto chamado Deus: “o grande Deus e o nosso Salvador Jesus Cristo” (Tt 2.13 ) e “nosso Deus e o Salvador Jesus Cristo” (2Pe 1.1 ). Essas traduções alternativas são gramaticalmente possíveis, mas improváveis. Os dois versículos têm a mesma construção em grego, na qual um artigo definido rege dois substantivos unidos pela palavra grega que significa e (kai). Em todos os casos em que essa construção é encontrada, considera-se que os dois substantivos estão unidos de algum modo, e muitas vezes são dois nomes distintos para a mesma pessoa ou coisa. Especialmente importante é 2Pe 1.1, pois exatamente a mesma construção é usada por Pedro três outras vezes neste livro para falar de “nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo” (2Pe 1.11; 2.20; 3.18). Nesses três outros versículos, as palavras gregas são exatamente as mesmas, exceto que se usa o termo Senhor (kyrios) em lugar do termo Deus (theos). Se esses três outros exemplos estão todos traduzidos como “nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo”, como acontece na maior parte das versões, então a coerência exigida aparentemente a tradução de 2Pedro 1.1 como “nosso Deus e Salvador Jesus Cristo”, em nova referência a Cristo como Deus. Em Tt 2.13, Paulo escreve sobre a esperança da segunda vinda de Cristo, que os autores do Novo Testamento, coerentemente, descrevem em termos que enfatizam a manifestação de Jesus Cristo na sua glória, e não em termos que enfatizem a glória do Pai.

O texto na nota de rodapé na NVI (adotado com fraseologia semelhante pela RSV) dá:

“Cristo, que é sobre tudo. Seja Deus louvado para sempre!”. Mas essa tradução é bem menos provável, segundo a gramática e indícios contextuais, e justifica-se primordialmente com o argumento de que Paulo não se referiria a Cristo como “Deus”. A tradução que se refere a Cristo como “Deus acima de tudo”, é preferível porque: (1) o padrão normal de Paulo é bendizer a pessoa de quem ele acabou de falar, que nesse caso é Cristo; (2) o gerúndio grego õn, “sendo”. que faz a frase dizer literalmente “que, sendo Deus sobre tudo, é bendito para sempre, seria redundante se Paulo estivesse começando uma nova frase como quer a RSV; (3) quando Paulo, em outros pontos do texto, começa nova frase bendizendo a Deus, a palavra ‘Bendito” vem primeiro na oração grega (ver 2Co 1.3; Ef 1.3; cf o padrão de Pedro em lPe 1.3), mas aqui a expressão não segue esse padrão, tornando improvável a tradução da RSV. Ver Donald Gutbrie, New Testaznent Theology (Leicester: lnterVarsity Press, 1981), p. 339-40. Veja um tratamento definitivo de todos os textos do Novo Testamento que se referem a Jesus como “Deus” em Murray Harris,Jesus as God (Grand Rapids: Baker, 1992).

lTm 5.21 não deve ser tomado como contra-exemplo dessa afirmação, pois ali Paulo simplesmente alerta Timóteo da presença de uma multidão de testemunhas celestes, divinas e angelicais, que ele sabe que observam a conduta de Timóteo. E semelhante à menção de Deus, de Cristo, dos anjos do céu e dos “espíritos dos justos aperfeiçoados” em Hb 12.22-24, em que se alude a uma grande assembléia celeste. lTm 5.21 deve portanto ser tida como uma passagem significativamente diferente das passagens trinitárias mencionadas acima, pois essas falam unicamente de atos divinos, como a distribuição de dons a cada cristão (lCo 12.4-6) ou a menção do nome em que todos os crentes devem ser batizados (Mt 28.19).

1 Co 8:6 não nega que Deus Filho e o Espírito Santo são também “Deus”, mas aqui Paulo diz que Deus Pai se identifica como esse “um só Deus”. Em outros lugares, como já vimos, ele fala de Deus Filho e do Espírito Santo como “Deus” também. Além do mais, nesse mesmo versículo, ele fala de “um só Senhor,Jesus Cristo, pelo qual são todas as coisas, e nós também, por ele”. Aqui ele usa a palavra Senhor no pleno sentido que ela tem no Antigo Testamento, de “Javé” como nome de Deus, e diz que essa é a pessoa pela qual todas as coisas foram criadas, afirmando assim também a plena divindade de Cristo, mas com um nome diferente. Portanto esse versículo afirma ao mesmo tempo a unidade de Deus e a diversidade de pessoas em Deus.


Autor: Prof. Jão Flavio Martinez

É fundador do CACP, graduado em história e professor de religiões.