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29 de set de 2012

Ministério da Educação prepara novo kit gay para as escolas

Ministério da Educação prepara novo kit gay para as escolas

Ministério da Doutrinação Petista junta forças com CPF da ditadura imoral pseudocientífica
Julio Severo

Depois de mais de um ano do escândalo do kit gay, onde o Ministério da Educação sob Fernando Haddad deu milhões de reais para a ABGLT para a elaboração do infame kit gay, os estrategistas do PT finalmente conseguiram uma manobra para contornar o escândalo e utilizar uma roupagem “científica” para avançar a doutrinação pró-homossexualismo nas escolas.

O atual ministro da Educação, Aloizio Mercadante, um dos principais figurões do PT, anunciou um plano ambicioso de combate à “homofobia” nas escolas.

O anúncio foi feito em São Paulo conjuntamente com Humberto Verona, presidente do Conselho Federal de Psicologia (CFP) — entidade envolvida no escândalo de cerceamento de profissionais de psicologia que professam o Cristianismo, tal como o caso da Dra. Marisa Lobo.

MEC e CFP: a aliança do mal contra as crianças do Brasil

O petista e o presidente do CFP anunciaram que estarão unidos num esforço para identificar nas crianças de escolas seus valores e opiniões contrários ao homossexualismo, e implementarão estratégias para eliminar esses valores e opiniões.

A meta será obrigar as escolas brasileiras a acolher, na paz do porrete estatal, todas as perversões homossexuais, que serão tratadas e ensinadas por eles como variações normais da conduta humana. A única coisa que será ensinada como perversão e até crime é a opinião contrária à homossexualidade.

O figurão do PT disse: “Esperamos com esse convênio um trabalho intenso em toda a rede, com trabalho de campo, para o desenvolvimento de políticas para uma escola acolhedora, uma cultura de paz, tolerância, convívio com as diferenças, com a pluralidade sexual… que enfrente o preconceito e a discriminação e coloque a escola pública em outro patamar e prepare o país para essa nova era do conhecimento”.

O ministro deixou claro que, na nova iniciativa, o papel do CFP será fundamental para dar ao kit gay uma áurea de “ciência” e respeito intelectual. Ele disse: “A educação precisa do respaldo intelectual dos psicólogos”.
Contudo, conforme denunciou a Dra. Marisa Lobo, psicóloga cristã famosa pela perseguição que vem sofrendo do CFP, o respaldo do CFP ao novo kit gay não o torna inofensivo. A Dra. Marisa explicou ao Blog Julio Severo:

Vejo com muita preocupação esta parceria do Conselho Federal de Psicologia junto com o Ministério da Educação na elaborando o novo kit gay, pois o CFP é claramente adepto do “homossexualismo partidário”. Creio que o novo kit gay será pior, pois a psicologia de hoje empurra conceitos contrários à família brasileira e não respeita opiniões de seguimentos sociais que primam por valores e resguardam a sexualidade das crianças. A psicologia em minha opinião vem promovendo uma sexualização desnecessária e preocupante da infância.

A psicologia erra, não é absoluta e tão pouco representa a opinião de todos os profissionais de saúde mental, cuja classe é diversificada.

O CFP nada mais é do que uma entidade militante LGBT disfarçada, induzindo convicções para, de forma irresponsável, agradar determinadas elites.

A “ciência” do CFP é muito Alien: devora, mutila e combate ferozmente a liberdade e a dignidade dos psicólogos cristãos. Não acolhe nem dá paz para a opinião contrária ao homossexualismo, mesmo tendo a ciência da medicina comprovado que o comportamento homossexual torna o corpo humano vulnerável a uma grande variedade de doenças.

Pobres crianças! Já são obrigadas a aprender nas escolas uma educação sexual selvagem, mutiladora e pervertida que lhes educa a ver o sexo e reprodução natural, o casamento e a gravidez como doenças, e agora terão de engolir goela abaixo, via MEC e CFP, que o sexo do ânus e do abismo é uma das Sete Maravilhas do Mundo Moderno?

Uma escola “acolhedora” de homossexualismo, conforme desejam impor o MEC petista e o CPF de ditadura imoral pseudocientífica, produzirá alunos com corpos e mentes abertos para acolher a homossexualidade e todas as doenças físicas e psíquicas que vêm como bônus das perversões homossexuais.

Com informações do site homossexual A Capa.

Fonte: www.juliosevero.com

Divulgação: www.jorgenilson.com

Tribunal determina fechamento de mesquitas em São Paulo. Dilma condena na ONU perseguição islâmica aos cristãos

Tribunal determina fechamento de mesquitas em São Paulo. Dilma condena na ONU perseguição islâmica aos cristãos

Julio Severo


O Tribunal de Justiça de São Paulo determinou nesta terça-feira, 25, o fechamento de todas as mesquitas em São Paulo pelo fato de que os seguidores da religião muçulmana têm sistematicamente perseguido, torturado e assassinado anualmente milhares de cristãos em países islâmicos. Horas antes, a presidente Dilma Rousseff condenou a violenta perseguição muçulmana aos seguidores de Cristo no discurso de abertura da 67.ª Assembleia-Geral das Nações Unidas, em Nova Iorque.
Nessa altura, você deve estar se beliscando e dizendo: “Uau! Será que estou bêbado e não estou lendo direito?” Ou: “Será que o Julio Severo bebeu?”

De fato, conhecendo o comportamento da Justiça brasileira e da presidente com histórico de terrorista, é impossível imaginá-los agindo contra sua própria natureza.
A verdade é: O Tribunal de Justiça de São Paulo nunca reconheceu a perseguição aos cristãos em países islâmicos. Portanto, no que depender desse nobre tribunal, os islâmicos terão total liberdade para propagar no Brasil suas ideias doces e angelicais. Quanto aos cristãos nos países islâmicos, talvez os nobres juízes pensem: por que é que eles não aceitam as “ideias doces e angelicais” do “profeta” Maomé?
Quanto ao islamismo, houve realmente uma ação dos nobres juízes, conforme noticiou o jornal Estadão: “O Tribunal de Justiça de São Paulo proibiu nesta terça-feira, 25, o site YouTube de exibir o trailer do filme ‘Inocência dos Muçulmanos’, que é ofensivo ao islamismo”.
O título do artigo do Estadão é ainda mais interessante: “Justiça proíbe exibição no Brasil de filme que ofende Maomé”.

Agora é eu que digo: “UAU!” Já pensou esse mesmo jornal dizendo: “Justiça proíbe exibição no Brasil de filmes que ofendem Jesus Cristo”. Ou: “Justiça proíbe exibição nas paradas gays de imagens que ofendem Jesus Cristo”.
Mas não. Como se não bastassem agir como se fossem adoradores do homossexualismo, agora querem também impor que um Estado laico é um Estado sem Cristianismo, mas que se prostra diante do nome de Maomé.

A senhora Dilma Rousseff realmente esteve na ONU. Como representante máxima do maior país católico do mundo, ela tinha a obrigação moral (ainda mais que seu governo é obcecado por direitos humanos até para formigas e adoradores do ânus) de pelo menos condenar a perseguição, tortura e martírio de católicos em países islâmicos. Mas, para ser fiel ao seu passado de terrorismo e comunismo, ela preferiu agir conforme sua própria natureza. O jornal Estadão, na mesma matéria, anuncia: “A presidente Dilma Rousseff condenou a islamofobia no discurso de abertura da 67.ª Assembleia-Geral das Nações Unidas”.

Na ONU, Dilma condena o preconceito ao islamismo


Na ONU, diante de todas as nações, a preocupação mais importante da presidente do Brasil é a islamofobia — isto é, o “preconceito” ao islamismo como “religião de paz e amor”!
Lição de moral do Tribunal de Justiça de São Paulo e de Dilma: Nunca condene, critique ou ofenda os opressores, perseguidores, torturadores, estupradores e martirizadores islâmicos de cristãos!
Se muçulmanos estivessem sendo perseguidos, estuprados e mortos aos milhares por ano em países católicos e evangélicos, faria sentido Dilma condenar a “islamofobia”. Mas está ocorrendo exatamente o contrário: homens, mulheres e crianças estão sendo presas fáceis de violências, estupros e assassinatos apenas por dizerem que acreditam que Jesus Cristo é o Filho de Deus. E os EUA, o maior país evangélico do mundo, e o Brasil, o maior país católico do mundo, não bocejam uma simples palavra de condenação aos governos islâmicos assassinos.
Pelo menos, os seguidores de Maomé têm muito mais coerência. Os presidentes de países islâmicos defendem os muçulmanos e sua religião com unhas e dentes — enquanto outros muçulmanos os defendem com bombas e matanças. O presidente islâmico do Irã, Arábia Saudita, Egito ou Líbia jamais apareceria na ONU para condenar a “catolicofobia” ou a “cristianofobia”.
Já Dilma Rousseff, presidente do maior país católico do mundo, está pronta para condenar a “islamofobia” e jogar os católicos na arena dos leões homossexuais e islâmicos.

Se enquanto islâmicos perseguem, estupram e matam cristãos, Dona Dilma prefere aparecer na ONU para condenar a “islamofobia”, fico pensando: O que ela faria se os católicos começassem a dar o troco para todos os muçulmanos do Brasil, perseguindo-os, torturando-os e matando-os? Será que Dona Dilma apareceria na ONU para condenar a “catolicofobia”?

Acho que a esquizofrenia ideológica dela tem outra explicação: com seu passado terrorista, ela só pode apoiar a maior força motivadora do terrorismo internacional moderno — que é exatamente o islamismo.

Daí, tanto faz Dona Dilma condenar na ONU a “islamofobia” ou o “terrorismofobia”.

Fonte: www.juliosevero.com

Divulgação: www.jorgenilson.com

25 de set de 2012


MASTURBAÇÃO, pecado?


MASTURBAÇÃO, pecado?



Comentário de Jorge Nilson

Diante da permissividade reinante no mundo, vemos que este assunto não é mais ensinado em muitas igrejas. Muitos pastores  resolveram silenciar-se temendo críticas. Há também uma certa "pastora" aqui em Salvador, que disse aos jovens de sua igreja que os jovens poderiam masturba-se para poder se aliviarem. Como a maior perversão sexual (O homossexualismo) está sendo imposta como algo normal, masturbar-se é café pequeno para muitos. Porém a igreja do Senhor não pode calar-se e aceitar esses falsos ensinos. 


“Amados, exorto-vos, como peregrinos e forasteiros que sois, a vos absterdes das paixões carnais, que fazem guerra contra a alma.” 1Pe 2.11
Neste texto, o Senhor expõe com grande clareza a condição do povo eleito, enquanto na terra: peregrinos e estrangeiros. Convivendo em uma sociedade licenciosa, moralmente decadente e profundamente influenciada pelas forças das trevas, que objetiva a destruição do caráter e bons costumes que devem compor a vida. Esta convivência é inevitável, é necessário trabalhar, estudar, comprar, vender e mais uma série de atividades diárias que devem seguir seu curso natural; os “escolhidos do Senhor” estão aptos a prosseguirem nesta caminhada, sem que venham a contaminar-se e/ou influenciar-se pelos novos valores disseminados pelas trevas. O Senhor, através das Escrituras  Sagradas chama a nossa atenção para a situação e orienta-nos a sermos puros, em meio à impureza e demais manifestações pecaminosas comuns em nossos dias.
“Para que vos torneis irrepreensíveis e sinceros, filhos de Deus inculpáveis no meio de uma geração pervertida e corrupta, na qual resplandeceis como luzeiros no mundo.” Fp 2.15
É a era da liberdade, da quebra de conceitos, de novos estilos de vida; são os dias nos quais o diabo tem agido com todo poder e autoridade sobre os homens, levando-os a serem consumidores do sexo, apresentado explicitamente nas músicas, danças, nas novelas e filmes; na sensualidade da moda e na cobrança social. A banalização do sexo é tão grande, que adentra as portas das igrejas, a impureza é facilmente comprovada nos relacionamentos de muitos que se intitulam cristãos, infelizmente, considerada como normal. As relações sexuais antes do casamento; namoros sensuais; homossexualismo; masturbação e outros atos relacionados são enquadrados na condição de normal! É o diabo ditando as regras!
O que é masturbação? O Dicionário Aurélio define como: “Provocar o orgasmo pela fricção da mão ou por meio de instrumento próprio; onanizar-se; vício solitário; auto-erotismo.”
Na Bíblia não há referências condenatórias diretas a esta prática. No entanto, toda as formas de lascívia são condenadas. O ato da masturbação envolve todo um conjunto de fantasias eróticas e instrumentos próprios, em alguns casos, as revistas e filmes pornográficos são usados para despertar a sensualidade.  Ao fazer uso desta pratica, abre-se a vida para o diabo agir, o Espírito de Deus se retira e a vida torna-se numa verdadeira desgraça.

Ouça o que diz o Espírito de Deus:

a) 
“Ora, as obras da carne são conhecidas e são: prostituição (relação sexual ilícita), impureza (no sentido moral: impureza proveniente de desejos sexuais, luxuria, vida devassa), lascívia (luxúria desenfreada, excesso, licenciosidade, libertinagem, caráter ultrajante impudência)...” Gl 5.19
Os pecados relacionados à sensualidade são os primeiros a serem listados; fica claro que é uma área de máxima importância para o diabo, que astutamente desperta no homem a libido, que o leva para as práticas imundas relacionadas ao sexo em seus muitos segmentos.
 b) “Ouvistes que foi dito: Não adulterarás (Ser um adúltero; cometer adultério com; ter relação ilícita com a mulher de outro)”. Eu, porém, vos digo: qualquer que olhar para uma mulher com intenção impura (ter um desejo por; anelar por; desejar; cobiçar), no coração, já adulterou com ela.” Mt 5.27,28
Como controlar a “cobiça”, quando as mulheres fazem questão de usar roupas sumárias, com o único objetivo de despertar os desejos nos homens? É preciso mortificar a carne (Rm 8.13) e cultivar uma vida espiritual santa.  A nossa mente precisa ser a de Cristo (1Co 2.16), desta forma, resistiremos os pensamentos impuros que surgem.

c) “São os olhos a lâmpada do corpo. Se os teus olhos forem bons, todo o teu corpo será luminoso; se, porém, os teus olhos forem maus, todo o teu corpo estará em trevas. Portanto, caso a luz que em ti há sejam trevas, que grandes trevas serão!” 
Mt 6.22,23“Não ameis o mundo nem as coisas que há no mundo. Se alguém amar o mundo, o amor do Pai não está nele; porque tudo que há no mundo, a concupiscência (desejo, anelo, anseio, desejo pelo que é proibido, luxúria) da carne, a concupiscência (desejo, anelo, anseio, desejo pelo que é proibido, luxúria)  dos olhos e a soberba da vida, não procede do Pai, mas procede do mundo.” 1Jo 2.15,16
Os olhos são “lâmpada do corpo”, e se usado para contemplar as manifestações pecaminosas, com certeza será refletida na vida e o pecado virá à tona. É preciso que o Servo de Deus, não se contamine com a impureza patrocinada e apresentada pelo diabo nas mais diversas formas. “Sujeitai-vos, portanto, a Deus; mas resisti ao diabo, e ele fugirá de vós.” Tg 4.7
d) “Por isso, cingindo o vosso entendimento, sede sóbrios e esperai inteiramente na graça que vos está sendo trazida na revelação de Jesus Cristo. Como filhos da obediência, não vos amoldeis às paixões(desejo, anelo, anseio, desejo pelo que é proibido, luxúria) que tínheis anteriormente na vossa ignorância; pelo contrário, segundo é santo aquele que vos chamou, tornai-vos santos também vós mesmos em todo o vosso procedimento, porque escrito está: Sede santos, porque eu sou santo.” 1Pe 1.13-16
Pedro em sua epistola, aconselha com grande clareza e simplicidade aos servos do Senhor a serem santos; abandonando definitivamente as paixões comuns à vida dos filhos das trevas. Encorajando-os a viverem em santidade, segundo o Senhor.
 Aos cheios do Espírito Santo de Deus, não resta dúvida, a prática da masturbação é pecado! Aqueles que persistirem neste caminho receberão em vossos corpos a condenação por contrariar os princípios divinos.
O desejo sexual é comum a todos os homens, não representa pecado. A prática de qualquer forma relacionada ao sexo deve ser restrita ao casamento. É inconcebível que o Servo de Deus faça uso da masturbação em sua vida, seja qual for o motivo apresentado; não há justificativa forte o suficiente para que seja aceita por Deus. Brechas são abertas e a ação do maligno se manifesta.
Veja mais:"Fugi da impureza. Qualquer outro pecado que uma pessoa cometer é fora do corpo; mas aquele que pratica a imoralidade peca contra o próprio corpo. Acaso, não sabeis que o vosso corpo é santuário do Espírito Santo, que está em vós, o qual tendes da parte de Deus, e que não sois de vós mesmos? Porque fostes comprados por preço. Agora, pois, glorificai a Deus no vosso corpo.” 1Co 6.18-20“Pois esta é a vontade de Deus: a vossa santificação, que vos abstenhais da prostituição; que cada um de vós saiba possuir o próprio corpo em santificação e honra,  não com o desejo de lascívia, como os gentios que não conhecem a Deus;  e que, nesta matéria, ninguém ofenda nem defraude a seu irmão; porque o Senhor, contra todas estas coisas, como antes vos avisamos e testificamos claramente, é o vingador,  porquanto Deus não nos chamou para a impureza, e sim para a santificação.” 1Ts 4.3-7
Irmãos amados sejam sensíveis à voz do Senhor e não permitam que vosso corpo seja desonrado pelas práticas e ações comuns unicamente aos filhos das trevas. Reflita em vossa vida a luz do Pai Eterno em meio a este povo escravizado por espíritos imundos.

Fonte: Pr Elias R. de Oliveira

Divulgação: www.jorgenilson.com

Lição 14: A vida plena nas aflições Data: 30 de Setembro de 2012


Lições Bíblicas CPAD            Jovens e Adultos


 Lição 14: A vida plena nas aflições
Data: 30 de Setembro de 2012


3º Trimestre de 2012


Título: Vencendo as aflições da vida — Muitas são as aflições do justo, mas o Senhor o livra de todas
Comentarista: Eliezer de Lira e Silva




TEXTO ÁUREO


Sei estar abatido e sei também ter abundância; em toda a maneira e em todas as coisas, estou instruído, tanto a ter fartura como a ter fome, tanto a ter abundância como a padecer necessidade. Posso todas as coisas naquele que me fortalece(Fp 4.12,13).

VERDADE PRÁTICA


As tribulações levam-nos a amadurecer, em Cristo, capacitando-nos a desfrutar de uma vida espiritual plena.

HINOS SUGERIDOS


526, 531, 535.

LEITURA DIÁRIA


Segunda - At 9.5,16
O padecimento do apóstolo


Terça - 2 Tm 4.9-11
A solidão do apóstolo


Quarta - Mt 7.4; 2 Tm 2.4
O caminho que leva à vida


Quinta - 2 Co 2.4
Sofrimentos e angústias


Sexta - Fp 4.12
Instruído na provação


Sábado - Fp 4.13
Podemos tudo naquEle que nos fortalece

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE


Filipenses 4.10-13.

10 - Ora, muito me regozijei no Senhor por, finalmente, reviver a vossa lembrança de mim; pois já vos tínheis lembrado, mas não tínheis tido oportunidade.
11 - Não digo isto como por necessidade, porque já aprendi a contentar-me com o que tenho.
12 - Sei estar abatido e sei também ter abundância; em toda a maneira e em todas as coisas, estou instruído, tanto a ter fartura como a ter fome, tanto a ter abundância como a padecer necessidade.
13 - Posso todas as coisas naquele que me fortalece.

INTERAÇÃO


Professor, chegamos ao final de mais um trimestre, este foi um pouquinho mais longo devido o fato do ano ser bissexto e ganharmos mais uma lição. Vivemos tempos onde somos diuturnamente tentados a trocarmos a essência do verdadeiro Evangelho pela artificialidade das mensagens que nos são convidativas. Prega-se o fim do sofrimento em detrimento do sofrimento por Cristo; o antropocentrismo em detrimento do cristocentrismo; o triunfalismo em detrimento da simplicidade de Cristo Jesus. Mas, somos convidados, mesmo em tempos difíceis, prezado professor, a não perdermos de vista a simplicidade e o equilíbrio do Evangelho. Por isso, tende bom ânimo! Porque Ele, Jesus Cristo, venceu o mundo!

OBJETIVOS


Após esta aula, o aluno deverá estar apto a:
  • Descrever as aflições da vida do apóstolo Paulo.
  • Explicar como se contentar em Cristo apesar das necessidades.
  • Saber que precisamos amadurecer pela suficiência de Cristo, o nosso Senhor.

ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA


Prezado professor, antes de iniciar a lição de hoje, faça uma revisão dos temas estudados neste trimestre. A revisão do conteúdo programático das lições é muito importante para você concluir as lições. O objetivo do trimestre foi demonstrar ao aluno que, apesar dos percalços da vida, é possível ter uma vida plena da graça de Deus. Após a revisão das lições, inicie a última aula explicando aos alunos que, apesar dos sofrimentos cotidianos, como na vida de Paulo, podemos desfrutar da graça e do amor de Deus respectivamente. Não esqueça de agradecer a Deus pela conclusão de mais um trimestre.

COMENTÁRIO


introdução

Palavra Chave
Aflição: Estado daquele que está aflito; profundo sofrimento; ânsia, agonia, angústia.

No início desse trimestre, perguntamos se o crente em Jesus pode sofrer. A resposta reflete àquilo que já sabemos. O sofrimento na vida do justo é perfeitamente natural, pois peregrinamos num mundo de aflições. No entanto, é possível ao crente sofredor viver plenamente em Cristo (Jo 10.10). Por isso, na lição de hoje, estudaremos acerca da possibilidade de, apesar das angústias e lutas, vivermos de forma plena. Veremos que o servo de Deus pode desfrutar de uma vida cristã abundante em meio aos sofrimentos cotidianos. Com nossa mente e coração firmados no Eterno, Ele nos conduzirá, pelo seu poder e graça, ao deleite das suas promessas (Is 40.28).

I. VIVENDO AS AFLIÇÕES DA VIDA

1. As aflições de Paulo. Depois de Jesus, uma das pessoas mais experimentadas no sofrimento por amor a Deus certamente foi Paulo. O Meigo Nazareno revelara a Ananias a dolorosa experiência paulina: “E eu lhe mostrarei quanto deve padecer pelo meu nome” (At 9.16). Ao longo do Novo Testamento, o apóstolo dos gentios é provado de várias formas (2 Co 11.23-33). O homem que perseguia os cristãos se torna perseguido; aquele que os afligia, é afligido; o que consentia na morte dos outros, tem a sua consentida. Por isso, o Senhor disse a Paulo que duro seria “recalcitrar contra os aguilhões” (At 9.5).
2. Deixado por seus filhos na fé. “Bem sabes isto: que os que estão na Ásia todos se afastaram de mim; entre os quais foram Fígelo e Hermógenes” (2 Tm 1.15). Após uma prática intensa de implantação de igrejas locais — discipulado, formação de liderança nativa e defesa do Evangelho —, comunidades inteiras foram atendidas pelo trabalho de um verdadeiro apostolado. Não obstante, Paulo sente-se abandonado por seus irmãos de caminhada. Prisioneiro de Roma, é inimaginável a tristeza do apóstolo nesse momento de solidão (2 Tm 4.9-11).
3. A tristeza do apóstolo. O apóstolo dos gentios sente a dor do desamparo, da traição e da perda quando pede a Timóteo: “Procura vir ter comigo depressa. Porque Demas me desamparou amando o presente século [...] Só Lucas está comigo” (2 Tm 4.9,11). O quadro da vida de Paulo mostra-nos como podemos ser vítimas do desamparo, da traição e do abandono na caminhada cristã. Esse fato não acontece apenas com pessoas não crentes. Aconteceu com Paulo! Pode acontecer com você também! Mas, onde está a sua esperança? Em quem ela se fundamenta? As respostas a essas perguntas podem, ou não, mudar o caminho de sua vida cristã (Mt 7.14; 2 Tm 2.4).


SINOPSE DO TÓPICO (I)

A provação do apóstolo dos gentios é assim sintetizada: o homem que perseguia os cristãos é perseguido; aquele que afligia, é afligido; o que consentia na morte dos outros, tem a sua consentida.


II. CONTENTANDO-SE EM CRISTO

1. Apesar da necessidade não satisfeita. A prisão gélida onde Paulo foi encerrado expressa o estado da completa falta de dignidade humana em que ele encontrava-se. Apesar de receber apoio das igrejas locais, nem sempre o apóstolo dos gentios teve suas necessidades satisfeitas. Por isso, dizia ele estar escrevendo em meio a muitos sofrimentos, angústias e com muitas lágrimas (2 Co 2.4).
A experiência paulina desafia-nos a viver um Evangelho que não prioriza a ilusão de uma vida de “mar de rosas”. Antes, desafia-nos a viver a realidade dos “espinhos” e “abrolhos” que não poucas vezes “ferem-nos a carne”. Todavia, a graça de Cristo é-nos suficiente para que, mesmo não tendo as necessidades satisfeitas, o nosso coração se acalme e venhamos a nos deleitarmos em Deus (2 Co 12.9).
2. Livre da opressão da necessidade. Embora preso e necessitado, o apóstolo envia uma carta aos filipenses, demonstrando o regozijo do Senhor em seu coração ao saber que os crentes daquela localidade lembravam-se dele (Fp 4.10). Esse fato denota a maturidade do apóstolo em Cristo mesmo no sofrimento do cativeiro (v.11). Como Paulo, devemos regozijar-nos no Senhor em meio às aflições e aos sofrimentos da vida. Isso é ser maduro e livre da opressão da necessidade! Embora esta nos assole o coração, ainda assim esperamos em Deus e alegramo-nos nEle, que é a nossa esperança (Sl 11.1; 35.9; 42.11).
3. Contente e fundamentado em Cristo. O apóstolo dos gentios agradece aos filipenses pelas ofertas e generosidade praticadas em seu favor (Fp 4.14). No entanto, embora carente, a alegria do apóstolo pela oferta recebida não demonstra o desespero de alguém necessitado por dinheiro, antes, evidencia a suficiência de Cristo representada através do socorro da igreja de Filipos (4.18). Outro destaque nesse episódio é o regozijo de Paulo pela maturidade cristã dos filipenses. Ele atestara que, a seu exemplo, essa igreja encontrava-se edificada em Cristo (1.3-6). A alegria de Paulo não estava na oferta recebida, mas no contentamento que desfrutava em Cristo Jesus, nos momentos de aflições, e em ver a disposição da igreja filipense.


SINOPSE DO TÓPICO (II)

Apesar de muitas vezes o apóstolo Paulo não ter suas necessidades satisfeitas, ele se viu livre da opressão da necessidade, contentando-se em Jesus Cristo.


III. AMADURECENDO PELA SUFICIÊNCIA DE CRISTO

1. Através das experiências. “Sei estar abatido e sei também ter abundância; em toda a maneira e em todas as coisas, estou instruído, tanto a ter fartura como a ter fome, tanto a ter abundância como a padecer necessidade” (Fp 4.12). Em Romanos 5.3-5 o apóstolo Paulo descreve o processo da maturidade cristã que o Senhor espera de seus servos: a tribulação produz a paciência; a paciência, a experiência; a experiência, a esperança; a esperança, a certeza.
A vida de Paulo nos ensina que a provação na vida do servo de Deus forjará uma pessoa melhor, mais crente em Jesus e fiel a Deus. O sofrimento faz-nos constatar o quanto dependemos do Senhor (Sl 118.8,9). Nada melhor do que crescermos em Deus, e diante dos homens, com as nossas próprias experiências!
2. Não pela autossuficiência. Passar pelas experiências angustiosas da vida só revela o quanto somos dependentes do Altíssimo. Se não fosse por obra e graça de Deus não desfrutaríamos a sua doce presença. Como explicar a solidez da fé de uma mãe que perdeu seu filho; da esposa que, de forma trágica, viu a vida do seu cônjuge se esvair; do pai de família que, da noite para o dia, veio a perder todos os bens materiais; mas, ao mesmo tempo, podem dizer: O Senhor o deu e o tomou; bendito seja o nome do Senhor! (Jó 1.21).
Muitos outros exemplos podem ser lembrados, mas nessa oportunidade, destacamos o quanto somos finitos, limitados e insuficientes na hora da aflição da vida. Há, porém, um lugar de abrigo nos dias de tribulação: o esconderijo do Altíssimo. Pelo qual, podemos dizer: “Ele é o meu Deus, o meu refúgio, a minha fortaleza, e nele confiarei” (Sl 91.2).
3. Tudo posso naquele que me fortalece. Essa expressão revela o contentamento de Paulo e a sua verdadeira fonte: Jesus Cristo. Infelizmente, a expressão paulina tem sido mal interpretada. O texto não mostra nada além da maturidade que o apóstolo adquiriu. Após, e durante todo o sofrimento por amor a Cristo, o apóstolo pôde regozijar-se, não pela autossuficiência, mas pela confiança em Cristo, nosso Senhor. Diante de toda a provação e sofrimento, o Pai Celestial pode nos dar a sua graça para suportar as aflições do mundo. Pois, verdadeiramente podemos dizer: “Posso todas as coisas naquele que me fortalece” (Fp 4.13).


SINOPSE DO TÓPICO (III)

Através das experiências obtidas na vida cristã, não nos tornamos autossuficientes, mas amadurecemos pela suficiência de Cristo.


CONCLUSÃO

Querido irmão e prezada irmã, jamais foi nossa intenção, nesse trimestre, desenhar para você um quadro ilusório da vida, dizendo: “Você não mais sofrerá, nem ficará doente ou muito menos morrerá”. Não! Tais falácias não são promessas bíblicas. Jesus nunca usou desses subterfúgios para lidar com os problemas existenciais dos seus discípulos. Nós, segundo o seu exemplo, temos a obrigação de dizer ao povo de Deus que no mundo teremos aflições (Jo 16.33). Mas Ele venceu o mundo e, por isso, devemos ter bom ânimo. É perfeitamente possível desfrutar a paz do Senhor no momento de provação e sofrimento. Por isso, tenha a paz em Deus, que excede todo entendimento, e bom ânimo em Cristo! Ele está conosco todos os dias até a consumação dos séculos (Mt 28.20). Amém!

VOCABULÁRIO


Gélida: Extremamente fria; gelada, glacial.
Abrolhos: Espinho de qualquer planta.

BIBLIOGRAFIA SUGERIDA


CABRAL, E. A Defesa do Apostolado de Paulo: Estudo na Segunda Carta aos Coríntios. 1.ed., RJ: CPAD, 2009.
ZUCK, R. B. Teologia do Novo Testamento. 1.ed., RJ: CPAD, 2008.

EXERCÍCIOS


1. O que o Meigo Nazareno revelou para Ananias acerca da experiência paulina?
R. O quanto deveria padecer pelo nome de Jesus (At 9.16).

2. O que o quadro de vida do apóstolo Paulo nos mostra?
R. Ele nos mostra como podemos ser vítimas do desamparo, da traição e do abandono na caminhada cristã.

3. Qual o desafio da experiência paulina para nós?
R. Viver o Evangelho que não priorize a ilusão de uma vida de “mar de rosas”, mas a realidade dos “espinhos” e “abrolhos”.

4. Embora preso e necessitado, o que o apóstolo demonstra quando envia uma carta aos filipenses?
R. Regozijo do Senhor em saber que os crentes daquela localidade lembravam-se dele.

5. O que a expressão “Tudo posso naquele que me fortalece” revela?
R. O contentamento de Paulo e a sua verdadeira fonte: Jesus Cristo.

AUXÍLIO BIBLIOGRÁFICO


Subsídio Bibliológico

“O consolo divino e o consolo comunitário
Paulo enfatiza o conceito de consolo. ‘O Deus de toda a consolação’ (2 Co 1.3). Deus Pai não é apenas um Deus que se compadece de nós nas nossas tribulações, mas aquEle que alivia nossos sofrimentos com o bálsamo de consolação do seu Espírito (Is 40.1; 66.13). A força da palavra consolo está no termo grego parák[l]etos utilizado em o Novo Testamento em referência à pessoa do Espírito Santo, como ‘o outro consolador’ prometido por Jesus, antes de ascender ao seu lugar no céu (Jo 14.16; 16.13,14). No versículo 4, Paulo dá um caráter bem pessoal com a frase: ‘Aquele que nos consola’ referindo-se especialmente à sua experiência pessoal vivida naqueles dias com as perseguições e calúnias contra a sua pessoa. Tanto ele quanto seus companheiros de ministério tinham passado por tribulações no mundo, mas tinham também o consolo e a paz de Cristo Jesus (Jo 14.27; 16.33). Na sequência do versículo 4, Paulo diz que o consolo que recebemos de Deus em meio às tribulações tem por objetivo servir de bênçãos para nós mesmos, que aprendemos a lidar com as circunstâncias, e nos tornar canais de consolo para outros. Na verdade, esse texto nos fala da responsabilidade do crente em relação aos seus irmãos em Cristo, quando enfrentam tribulações” (CABRAL, E. A Defesa do Apostolado de Paulo: Estudo na Segunda Carta aos Coríntios. 1.ed., RJ: CPAD, 2009, p.36).

Fonte: CPAD/Est. da Bíblia

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23 de set de 2012

Revista Veja: Influência evangélica na política dos EUA é cada vez mais fraca

Revista Veja: Influência evangélica na política dos EUA é cada vez mais fraca

Comentário de Julio Severo: A reportagem a seguir, preparada pela jornalista Cecília Araújo da revista Veja, revela como quase 50 por cento dos jovens americanos estão abandonando as igrejas protestantes históricas (presbiteriana, luterana, etc.) para se tornarem esquerdistas. Mas o problema não está só aí. Os que não abandonam estão também pesadamente envolvidos com o esquerdismo, como comprovam as maiores denominações protestantes dos EUA (presbiterana e luterana), que estão ordenando pastores gays e pastoras lésbicas, apoiando o aborto, etc.
A maior força evangélica hoje de fato conservadora nos EUA são, conforme aponta Veja, as igrejas pentecostais e neopentecostais. E tal qual ocorre no Brasil, a mídia em geral e a esquerda em particular nos EUA têm mirado nelas, especialmente nos neopentecostais, por causa de seu potencial de confronto na guerra cultura contra o aborto e a agenda gay.
O quadro nos EUA é sombrio. Mesmo crescendo muito, a multiplicação das igrejas neopentecostais é insuficiente para neutralizar a esmagadora influência esquerdista de mega-denominações protestantes pró-aborto e pró-homossexualismo. Essas igrejas estão perdendo seus jovens, deixando na sociedade americana ex-membros prontos para combater, do lado esquerdista, na guerra cultural.
Graças ao esquerdismo em massa das igrejas protestantes americanas, estamos assistindo ao pôr-do-sol do país que já foi a maior nação protestante do mundo.
Não sei se a multiplicação neopentecostal nos EUA conseguirá deter décadas de esquerdismo na política, cultura e igrejas protestantes dos EUA. Só sei que é preciso apoiar quem está fazendo diferença. Michele Bachman (tipo neopentecostal) é quase que a única que está fazendo diferença como evangélica genuinamente conservadora na política dos EUA, embora a pentecostal Sarah Palin tenha feito muita coisa também.
A matéria da Veja a seguir não é conservadora, mas mostra o que está acontecendo com os evangélicos dos EUA.

Peso do eleitorado evangélico nos EUA é cada vez menor

Preocupação com a crise financeira, ascensão das minorias e mudança no perfil do eleitorado religioso deslocam a tradicional agenda evangélica

Cecília Araújo
Em maio, Barack Obama tornou-se o primeiro presidente americano a declarar apoio ao casamento gay. Estava fazendo história, é certo, mas também cálculo político.  Em 2004, quando o democrata dizia acreditar que o casamento devia ser 'entre um homem e uma mulher', eram 60% os americanos contrários à união homossexual. Em 2012, quando tenta reeleger-se, são 43%, de acordo com pesquisa do Pew Research Center.
O republicano Mitt Romney, o rival de Obama na disputa pela Casa Branca, também está fazendo história. É o primeiro mórmon a disputar a presidência americana. Tendo escolhido o católico Paul Ryan para vice, Romney rompe uma tradição do Partido Republicano que vem desde 1860: a de ao menos um dos dois nomes da chapa ser protestante.
A aposta de democratas e republicanos é a mesma de dez entre dez analistas: esta eleição está pautada pela economia. Mas isso não significa que os dois grandes partidos americanos, muito bem munidos de pesquisas e estrategistas, tenham deixado de levar em conta questões morais e religiosas que há tempos influem nas escolhas dos eleitores. Eles apenas ajustam suas estratégias ao peso que essas questões têm no momento. "Há nos Estados Unidos uma base religiosa que segue regras morais com muita firmeza. Mas devido à crise financeira, a religião foi colocada em segundo plano, deixando a salvação da economia como prioridade para o próximo governo", afirma Eduardo Oyakawa, professor de Filosofia na Graduação da ESPM-SP e especialista em sociologia da religião.
Crescei e multiplicai-vos – A mobilização sistemática do eleitorado evangélico é uma cartada dos anos 1970. Esta década assistiu à multiplicação das correntes protestantes pentecostais e neopentecostais, comumemente tratadas por 'evangélicas' (leia ao lado). Desde então, evangélicos superam numericamente os fiéis das denominações protestantes históricas (luteranos, calvinistas etc.).
Em 1976, a revista Newsweek dedicou uma capa ao 'Ano dos Evangélicos'. Naquela eleição, esta fatia do eleitorado apoiou majoritariamente um democrata, o diácono batista Jimmy Carter, contra o republicano Gerald Ford, o vice de Richard Nixon, que renunciara dois anos antes, na esteira do escândalo Watergate. Na eleição seguinte, que levou Ronald Reagan à Casa Branca, o voto evangélico migrou para o Partido Republicano e a ele tem sido fiel desde então.
Como observam os cientistas Eric Kaufmann e Vegar Skirbeek em  Demografia política: como as mudanças populacionais estão remodelando questões de segurança internacional e política nacional (em tradução livre), lançado em junho, há em boa parte do mundo uma forte correlação entre altas taxas de fecundidade e devoção religiosa, e entre devoção religiosa e identificação com siglas conservadoras. Isto vale especialmente para o apoio dos evangélicos ao Partido Republicano. O Grand Old Party, como também é chamado, tem a simpatia da maioria dos cristãos, mas é o eleitorado evangélico branco que lhe dá a mais expressiva vantagem (70%) (veja infográfico).
Paradoxo conservador – Nos anos 2000, o voto evangélico perde peso por duas razões. Uma delas é demográfica. Com altas taxas de fecundidade, os evangélicos tendem a ganhar representação em relação ao eleitorado secular, que nos Estados Unidos costuma favorecer o Partido Democrata. No entanto, o crescimento populacional de latinos, asiáticos e negros, que até 2050 serão a maioria da população americana, é ainda mais acelerado. E embora confissões evangélicas também sejam populares entre as minorias, sua orientação política é bem mais difusa.
Kaufmann e Skirbeek apontam na Califórnia uma expressão deste paradoxo: em 2008, o estado votou maciçamente (61%) em Obama e também na Proposta 8, que proibia o casamento gay. Ou seja, a agenda moral ainda é forte e mobilizou uma espécie de coalizão 'ecumênica' de evangélicos brancos e negros, católicos hispânicos, mórnons etc. Mas já ficou em segundo plano na disputa pela Casa Branca. Até no governo George W. Bush, fortemente identificado com a direita cristã, houve uma tentativa de limitar a influência dos evangélicos no primeiro escalão, como lembra Larry Eskridge, diretor adjunto do Instituto para o Estudo dos Evangélicos Americanos, do Wheaton College, em Illinois.
A perda de representatividade do tradicional eleitorado evangélico na política americana também é uma questão geracional, já captada em pesquisas de opinião. Eskridge aponta que os jovens evangélicos estão menos dispostos a empunhar as bandeiras de seus pais e mais propensos a apoiar causas identificadas como liberais, como preservação ambiental, assistência aos mais pobres, tolerância à imigração etc. Segundo um estudo recente do Grupo Barna, 43% dos evangélicos no final da adolescência e jovens adultos deixaram a igreja tradicional [presbiteriana, luterana, batista, etc.] para seguirem crenças mais liberais.
"A visão dos evangélicos tradicionais é moldada por um desejo de restaurar normas do passado. Mas o perfil da comunidade evangélica tem mudado nos últimos anos e dado espaço a um segmento mais liberal", diz o americano Jonathan Dudley, autor do livro Broken Words: The Abuse of Science and Faith in American Politics (Palavras Quebradas: O Abuso da Ciência e da Fé na Política Americana, tradução livre), ele próprio um exemplo desta geração evangélica mais liberal.
Valores – O dilema de Romney é que ele ainda precisa mobilizar os republicanos que viram com desconfiança a indicação de um mórmon para presidente, mas sem assustar os eleitores moderados ou indecisos – a fatia que tradicionalmente decide a corrida pela Casa Branca. É sintomático que o republicano não tenha explorado em campanha a declaração de Obama sobre o casamento gay. Seu cálculo é que a repercussão poderia ajudar o democrata a engajar ainda mais eleitores liberais, o que, numa eleição em que o voto não é obrigatório, pode fazer a diferença.
O republicano joga suas fichas no debate econômico, com foco no desemprego (que continua acima dos 8%), déficit fiscal e corte de gastos. E faz acenos estudados à direita religiosa. Em 2011, provocado por uma organização conservadora, Romney se recusou a assinar um compromisso contra o aborto. Em 2012, já candidato, alinhou-se. 'Os candidatos evitam o risco de perder eleitores que não compartilham de sua posição', diz Dudley. 'Mas há também um risco em não se tomar uma posição firme sobre questões morais. Embora a prioridade hoje seja a economia, republicanos e democratas querem saber se seu candidato partilha de seus valores fundamentais.'
Fonte: Revista Veja

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21 de set de 2012

Estado laico e Estado ateu



Estado laico e Estado ateu

Paulo Fernando
 
Gustavo Corção, partindo da idéia magistral de Santo Agostinho, distinguiu, em "Dois Amores – Duas Cidades", duas formas de civilização: a antiga, clássica, e a medieval, caracterizadas pela prevalência do homem interior, pela convicção da existência de uma alma racional, nota essencial do ser humano e criadora de cultura, como também de valores transcendentes que norteiam-lhe a existência, dentre eles a solidariedade; e a civilização moderna, em que predominam o homem exterior e correntes de pensamento materialistas, que negam a existência de uma alma racional no homem, e, por outro lado, privilegiam o indivíduo, o egoísmo, prometendo o paraíso na terra: a distribuição igualitária dos bens materiais ou o exercício absoluto da liberdade.
 
Extraordinariamente precisa é a afirmação de um dos personagens de Dostoiévski, em "Irmãos Karamazóvi": "Se Deus não existe, tudo é permitido". É da premissa falsa da inexistência de Deus que os filósofos ateus, marxistas, liberais, utilitaristas e existencialistas, tiraram as suas conclusões. Para eles, não há racionalidade no cosmos, na natureza, no universo, porque não conseguiram explicar a sua origem sem um Ser Criador. De fato, o pensamento ateu vangloria-se de ter demonstrado a inexistência de Deus, sem, contudo, tê-lo feito. O seu desenvolvimento é viciado e enganoso desde o início. Baseia-se em um dogma de fé improvado: Deus não existe. Infelizmente, muitos endossam as suas teses e a sua moral relaxada sem atinar para o seu crasso vício de origem. Encampam-nas, tais pessoas, sem qualquer indagação mais ou menos profunda sobre a sua gênese.
 
Para as filosofias ateístas, notadamente a marxista e o liberalismo radical, as vítimas da sociedade ou o indivíduo, respectivamente, podem tudo: matar e mentir em nome da revolução socialista, realizar abortos, dar cabo à própria existência e viver uma sexualidade conforme o seu gosto pessoal. O aborto e a vivência de uma sexualidade contrária à natureza humana passam a ser "direitos humanos". Com efeito, inúmeros projetos de lei e decisões judiciais brasileiros inspiram-se em correntes de pensamento ateístas e agnósticas, que se presumem mais racionais, mas que são incapazes de identificar uma lógica no mundo objetivo da natureza, em que se insere a dualidade de sexos. Trata-se de uma ideologia racionalista, deturpação da racionalidade. Tal ideologia é estimulada por poderosas instituições internacionais, como a Fundação Ford e a Fundação MacArthur. Uma breve consulta na internet permite a qualquer um verificar o quanto tais fundações destinaram de recursos a pesquisas e a projetos de pós-graduação em universidades de diversos países, inclusive do Brasil, com afronta à soberania de tais nações e sabe-se lá com que objetivos.
  Em resumo: a legalização do aborto, da prostituição, da eutanásia, da união civil e da adoção por homossexuais, do uso de drogas decorrem diretamente de correntes de pensamento ateístas (o neomarxismo da Escola de Frankfurt e o neoliberalismo radical). É preciso que a população tenha isso presente, para que se dê conta de que o Estado brasileiro caminha para se tornar um Estado com religião oficial e não um Estado laico: um Estado totalitário ateu, que decretou a morte de Deus e que investe duramente contra a liberdade religiosa. Um Estado cujo deus é o individualismo, e cujo paraíso é o prazer material.

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18 de set de 2012

Lição 13: A verdadeira motivação do crente Data: 23 de Setembro de 2012


Lições Bíblicas CPAD      Jovens e Adultos


Lição 13: A verdadeira motivação do crente
Data: 23 de Setembro de 2012



3º Trimestre de 2012

Título: Vencendo as aflições da vida — Muitas são as aflições do justo, mas o Senhor o livra de todas
Comentarista: Eliezer de Lira e Silva




TEXTO ÁUREO

“Mas tu, quando orares, entra no teu aposento e, fechando a tua porta, ora a teu Pai, que vê o que está oculto; e teu Pai, que vê o que está oculto, te recompensará” (Mt 6.6).

VERDADE PRÁTICA

A verdadeira motivação do crente não está na fama ou no poder, mas em viver para glorificar a Cristo.

HINOS SUGERIDOS

304, 305, 436.

LEITURA DIÁRIA

Segunda - Jo 3.30
Cristo é quem deve aparecer



Terça - Mc 9.30-37
Tendo o coração de uma criança



Quarta - Mc 10.42-45
O Filho do Homem veio servir



Quinta - Pv 8.13
Deus aborrece o coração soberbo



Sexta - Fp 4.8,9
Devemos ter uma motivação nobre



Sábado - Mt 11.29
Devemos aprender do Senhor

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE

Marcos 1.35-45.

35 - E, levantando-se de manhã muito cedo, estando ainda escuro, saiu, e foi para um lugar deserto, e ali orava.
36 - E seguiram-no Simão e os que com ele estavam.
37 - E, achando-o, lhe disseram: Todos te buscam.
38 - E ele lhes disse: Vamos às aldeias vizinhas, para que eu ali também pregue, porque para isso vim.
39 - E pregava nas sinagogas deles, por toda a Galileia, e expulsava os demônios.
40 - E aproximou-se dele um leproso, que, rogando-lhe e pondo-se de joelhos diante dele, lhe dizia: Se queres, bem podes limpar-me.
41 - E Jesus, movido de grande compaixão, estendeu a mão, e tocou-o, e disse-lhe: Quero, se limpo!
42 - E, tendo ele dito isso, logo a lepra desapareceu, e ficou limpo.
43 - E, advertindo-o severamente, logo o despediu.
44 - E disse-lhe: Olha, não digas nada a ninguém; porém vai, mostra-te ao sacerdote e oferece pela tua purificação o que Moisés determinou, para lhes servir de testemunho.
45 - Mas, tendo ele saído, começou a apregoar muitas coisas e a divulgar o que acontecera; de sorte que Jesus já não podia entrar publicamente na cidade, mas conservava-se fora em lugares desertos; e de todas as partes iam ter com ele.

INTERAÇÃO

A palavra vaidade no meio evangélico, muitas vezes, é compreendida de maneira equivocada. Além de significar biblicamente, e de acordo com Salomão, “tudo o que passa” (Ec 1.2; 12.8); a palavra “vaidade” aponta para a ideia de hipervalorização pessoal: a busca intensa de reconhecimento e admiração dos outros. É o desejo intenso do poder pelo poder; das riquezas pelas riquezas; da fama pela fama. Isso sim, é o pleno mundanismo batendo nas portas de muitos arraias evangélicos! Verdadeiramente, essa não é a verdadeira motivação do crente. E muito menos a do Evangelho de Jesus de Nazaré!

OBJETIVOS

Após esta aula, o aluno deverá estar apto a:
Compreender qual deve ser a verdadeira motivação do crente.
Conscientizar-se de que não fomos chamados para a fama.
Saber que o anonimato não é sinônimo de derrota.

ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA

Leve para a classe jornais e revistas antigos. Distribua entre os alunos e peça para pesquisarem reportagens e figuras de pessoas “famosas” (artistas, cantores de música gospel, pregadores, políticos, etc.) de cunho secular e evangélico. Depois, peça que os alunos comentem as figuras e em seguida discuta com a classe as seguintes questões: “O que é fama?”. “Qual a diferença entre ser famoso e ser bem-sucedido?”. Conclua explicando que devemos seguir o exemplo de Jesus. Ele nunca buscou a fama e até incentivou a prática anônima da vida cristã. O anonimato não é sinônimo de derrota.

COMENTÁRIO

introdução

Palavra Chave
Motivação: Ato ou efeito de motivar; motivo, causa.

Vivemos numa sociedade onde o ter sobrepõe-se ao ser. Sofremos pressões diárias para vivermos de forma materialista. Fama, poder e influência política procuram atrair-nos. No entanto, quando a pessoa acostumada à fama e ao poder cai no anonimato, perde o total controle da situação. Ela percebe não ser mais o centro das atenções. Nesta lição, estudaremos como o crente deve lidar com o anonimato em sua vida. Certamente não é a vontade de Deus que seus filhos busquem o estrelato terreno, mas o verdadeiro sentido de viver à luz do exemplo de simplicidade evidenciado na vida de Jesus de Nazaré.

I. A VERDADEIRA MOTIVAÇÃO DO CRENTE

1. O crente fiel dispensa a vaidade. Além de significar o que é “vão” ou “aparência ilusória”, o termo vaidade, segundo o dicionário Houaiss, designa a ideia de “valorização que se atribui à própria aparência”. É o desejo intenso de a pessoa ser reconhecida e admirada pelos outros. Isso é vaidade! E a motivação verdadeiramente cristã a dispensa. Quando lemos as Sagradas Escrituras percebemos que “o buscar a glória para si” é algo absolutamente rechaçado pela Palavra de Deus (Jo 3.30). A Palavra revela que o servo de Cristo não deve, em hipótese alguma, ser motivado por essa cobiça (Mc 9.30-37).
2. O crente fiel não deseja o primeiro lugar. Ao lançar mão de uma criança e apresentá-la entre os discípulos, ensinava o Senhor Jesus uma extraordinária lição: no coração do verdadeiro discípulo deve haver a mesma inocência e sinceridade de um infante (Mc 9.36). Entre os seguidores do Mestre não pode haver espaço para disputas, intrigas e contendas. No Reino de Deus, quem deseja ser o “primeiro” revela-se egoísta, mas quem procura servir ao próximo é chamado pelo Mestre para ser o primeiro (Mc 10.42-45). Aqui, se estabelece a diferença entre o vocacionado por Deus e o chamado pelo homem.
3. O crente fiel não se porta soberbamente. O livro de Provérbios demonstra com abundantes exemplos e contundentes palavras do que o ser humano é capaz quando o seu coração é dominado pela soberba e pelo desejo desenfreado pela fama (Pv 6.16-19; 8.13). Ele “se apressa em fazer perversidade”; “usa de língua mentirosa”; “semeia contendas entre irmãos”; e, “com olhos altivos”, assiste as consequências dos seus atos sem pestanejar, arrepender-se ou sensibilizar-se. Isso, absolutamente, não é a verdadeira motivação do crente fiel! Pelo contrário, a motivação do discípulo do Meigo Nazareno está em servir ao Senhor com um coração íntegro e sincero diante de Deus e dos homens (Jo 13.34,35).



SINOPSE DO TÓPICO (I)

A verdadeira motivação cristã dispensa a vaidade, não deseja o primeiro lugar e não se porta soberbamente.



II. NÃO FOMOS CHAMADOS PARA A FAMA

1. O que é fama. É o conceito (bom ou mau) formado por determinado grupo em relação a uma pessoa. Para que tal conceito seja formado em relação a si, é preciso tornar-se o centro das atenções. Lamentavelmente, a síndrome de “celebridade” chegou aos arraiais evangélicos. Porém, é preciso refletir: O ser humano, criado por Deus, foi feito para a fama? O homem, como o centro das atenções, é algo cristão? Uma classe de privilegiados e outra de meros coadjuvantes é projeto de Deus à sua Igreja? Desenvolver o poder de influência política e midiática, segundo as categorias desse mundo, é expandir o reino divino? Uma breve meditação em poucos textos bíblicos seria o bastante para verificarmos que a resposta a todas essas indagações é “não” (Jo 3.30; 5.30; 8.50; Rm 12.16; 2 Co 11.30).
2. O problema. O espaço na mídia oferece a ilusão de que podemos obter sucesso imediato em todas as coisas, gerando em muitos corações, até mesmo de crentes, uma aspiração narcisista pelo sucesso (2 Tm 3.1-5). Cuidado! Quando a fama sobe à cabeça, a graça de Deus desaparece do coração! Buscar desenfreadamente a fama é a maior tragédia na vida do crente. Este, logo perde a essência da alma e a sua verdadeira identidade cristã. Nessa perspectiva, o Evangelho declara: “Porque que aproveita ao homem granjear o mundo todo, perdendo-se ou prejudicando-se a si mesmo?” (Lc 9.25).



SINOPSE DO TÓPICO (II)

O ser humano, criado por Deus, não foi feito para a fama.



III. O ANONIMATO NÃO É SINÔNIMO DE DERROTA

1. A verdadeira sabedoria. O livro de Eclesiastes relata a história de um pobre homem sábio que livrou a sua cidade das mãos de um rei opressor (Ec 9.13-18). No entanto, o povo logo o esqueceu. Ele, porém, não deu importância alguma para isso, pois o que mais queria era livrar, de uma vez por todas, a sua querida cidade das mãos do tirano. A fama e o desejo de ser reconhecido passavam longe do seu coração. Afinal, o que caracteriza a verdadeira sabedoria é o “temor do Senhor” (Pv 1.7).
2. A simplicidade. O maior exemplo de simplicidade e equilíbrio temos na vida de Jesus de Nazaré. A leitura bíblica em classe descreve-nos a sábia atitude de Jesus em não deixar-se seduzir pela fama e retirar-se na hora apropriada. O Nazareno sabia exatamente da sua missão a cumprir (Jo 5.30). Quando percebeu que a multidão desejava fazer dEle um referencial de fama, Cristo retirou-se para não comprometer a sua missão (Mc 1.45). O Mestre é o nosso maior exemplo de simplicidade e equilíbrio no trato com as multidões. Enquanto estas o procuravam, Ele se refugiava em lugares desérticos (Mt 14.13; Mc 1.45).
3. O equilíbrio. No mundo contemporâneo, somos pressionados a sermos sempre os melhores em todas as coisas. O Evangelho, entretanto, oferece-nos a oportunidade de retirarmos de sobre nós esse fardo mundano (Mt 11.30). Você não precisa viver o estresse de ser quem não é! Você deve tornar-se o que o Senhor o chamou para ser. Não tente provar nada a ninguém. O Filho de Deus conhece-nos por dentro e por fora. Ele sabe as nossas intenções, pensamentos e desejos mais íntimos. Não se transforme num ser que você não é só para ganhar fama. A ilusão midiática não passa disso — é apenas uma ilusão! Nunca foi a vontade de Jesus que seus filhos se curvassem à fama, ao sucesso, à riqueza ou ao poder. Façamos o contrário, prostrando-nos aos pés de Cristo e fazendo do Calvário o nosso verdadeiro esteio. Se há alguma coisa em que devemos gloriar-nos, que seja na Cruz de Cristo (1 Co 2.2; Gl 6.14).



SINOPSE DO TÓPICO (III)

A verdadeira sabedoria cristã consiste na simplicidade e no equilíbrio (bom senso) das coisas.



CONCLUSÃO

Como estudamos na lição de hoje, a fama não pode ser a motivação do crente. E o anonimato não significa derrota alguma para aqueles que estão em Cristo Jesus. O Meigo Nazareno chega a incentivar a prática anônima da vida cristã (Mt 6.1-4). A pureza, a simplicidade e a sinceridade são os valores do Reino de Deus que nem sempre são entendidos pelos incrédulos. Todavia, somos chamados a manifestar esses valores em nossa vida. Portanto, não se preocupe com o anonimato, mas seja o seu desejo em agradar ao Senhor que criou os céus e a terra. Pois estes manifestam a sua existência e provam que Ele esquadrinha as intenções dos nossos pensamentos e corações.

VOCABULÁRIO

Síndrome: Conjunto de sinais e sintomas observáveis em diferentes processos patológicos (doenças) sem causa específica.
Mídia: Conjunto dos meios de comunicação social de massas [televisão, jornal, revistas, internet, etc.].
Narcisista: Aquele voltado para si mesmo; para a própria imagem.

BIBLIOGRAFIA SUGERIDA

LIMA, E. R. Ética Cristã: Confrontando as questões morais do nosso tempo. 1.ed., RJ: CPAD, 2002.
CABRAL, E. A Síndrome do Canto do Galo: Consciência Cristã — Um desafio à ética dos tempos modernos. 1.ed., RJ: CPAD, 2000.

EXERCÍCIOS

1. O que é vaidade?
R. É a ideia de valorização que se atribui à própria aparência. É o desejo intenso de a pessoa ser reconhecida e admirada pelos outros.

2. Defina fama.
R. É o conceito (bom ou mau) formado por determinado grupo em relação a uma pessoa. Para que tal conceito seja formado em relação a si, é preciso tornar-se o centro das atenções.

3. De acordo com a lição, que história o livro de Eclesiastes narra?
R. O livro de Eclesiastes relata a história de um pobre homem sábio que livrou a sua cidade das mãos de um rei opressor (Ec 9.13-18).

4. Qual o maior exemplo que temos de simplicidade e equilíbrio?
R. O da vida de Jesus de Nazaré.

5. Você tem sido atraído (a) pela ilusão midiática?
R. Resposta pessoal.

AUXÍLIO BIBLIOGRÁFICO

Subsídio Bibliológico

“Os Apelos da Consciência
O apóstolo Paulo entendeu a ligação entre uma consciência cristã e uma mente espiritual. Ele escreveu: ‘Mas o que é espiritual discerne bem tudo, e ele de ninguém é discernido. Porque quem conheceu a mente do Senhor, para que possa instruí-lo? Mas nós temos a mente de Cristo’ (1 Co 2.15,16). O cristão que tem a mente de Cristo conhece a sua vontade e seu propósito, por isso ele aprende a viver com uma consciência dos valores morais e espirituais estabelecidos por sua Palavra. Quando praticamos alguma ação, dizemos uma palavra, pensamos algo ou adotamos alguma atitude, devemos agir com uma mente espiritual. Ao avaliar essas várias situações, nossa consciência acenderá sua luz verde ou vermelha, concordando ou discordando; acusando ou defendendo. O julgamento da consciência será de acordo com o senso de justiça que a estiver dominando, se estiver purificada, jamais ela concordará com o erro; se contaminada, ela não conseguirá julgar corretamente. Devemos sempre comparar nossas ações à luz da justiça que a Bíblia apresenta. Nossas ações devem corresponder à uma consciência baseada na Palavra de Deus (2 Tm 3.16,17)” (CABRAL, E. A Síndrome do Canto do Galo: Consciência Cristã — Um desafio à ética dos tempos modernos. 1.ed., RJ: CPAD, 2000, p.134).

Fonte: CPAD/Est. da Bíblia

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