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28 de mai de 2011

Após noite com travesti, PM é achado morto em motel no Rio, diz polícia

Após noite com travesti, PM é achado



morto em motel no Rio, diz polícia



Defesa Civil encaminhou o corpo da vítima para análise no IML.
Polícia investiga se policial militar infartou ou foi assassinado.

Do G1 RJ

Um sargento do Batalhão de Choque da Polícia Militar foi encontrado morto em um motel na Lapa, no Centro do Rio, neste sábado (28). Segundo informações da assessoria de imprensa da PM, a vítima teria passado a noite no local em companhia de um travesti.

De acordo com a Polícia Militar, o corpo do sargento, de 51 anos, foi encontrado na cama de um dos quartos do motel. No final da manhã deste sábado, a Defesa Civil retirou o corpo da vítima e encaminhou para análise no Instituto Médico Legal (IML).

Já o travesti prestou depoimento na 5ª DP (Mem de Sá). De acordo com a Polícia Civil, o travesti alegou que já tinha saído do motel, quando o policial morreu. A polícia investiga se o militar teve um infarte ou se foi vítima de assassinato.

Fonte: G1

Comentário do autor do blog:

Seria bom que o GGB colocasse essa reportagens no seu site. Se o morto fosse o TRAVESTI e o policial fosse o suspeito, a repercussão seria outra. Durante todo o mês os programas jornalísticos iriam mostrar TODOS OS DIAS essa reportagem, mas... Porém todos nós sabemos que os números de assassinatos de gays no Brasil são uma mentira. Eles manipulam os números para impressionar a sociedade a seu favor. Nessa reportagem do G1, finalmente eles revelaram a opção sexual da pessoa que estava com o policial morto: TRAVESTI.

Kit gay: quem vai pagar o dinheiro desperdiçado pela safadeza do MEC e ONGs?

Kit gay: quem vai pagar o dinheiro desperdiçado pela safadeza do MEC e ONGs?

ECOS, uma entidade que incentiva sexo livre entre adolescentes, participou, juntamente com a ABGLT, na formulação e produção do infame kit gay, com a total permissão e financiamento milionário do MEC. E agora o ministro da Educação diz que não viu nada e não sabe de nada?
Abaixo, excelente artigo de Reinaldo Azevedo, que, mesmo apoiando o “casamento” gay e a adoção de crianças por duplas gays, não é cego para as safadezas envolvendo o kit gay:

Chefe de ONG confirma: MEC acompanhou tudo. Devolve a grana, Haddad!

Os filmes do tal kit gay foram elaborados por uma ONG — ou empresa, sei lá — chamada Ecos. A chefona da “organização” é Sylvia Cavasin, apresentada no site da turma, pomposa e estranhamente, como “Coordenadora de Advocacy”. Entendo. O trecho que segue abaixo foi extraído do Portal G1. É incrível! Sylvia fala como se fosse um quadro mesmo do governo. Segundo ela, foi tudo “amplamente discutido”. Já deixei claro que esse “amplamente” quer dizer “com a militância gay”. Destaque-se ainda que, segundo ela, a Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade (Secad) — órgão do MEC, de que o chefe é Fernando Haddad — acompanhou tudo. Assim, o ministro alegar, agora, ignorância ou é coisa de picareta ou de incompetente. Ele que tome cuidado para que não pareça uma soma das duas coisas. Leiam. Volto em seguida.
*
“Todo o material foi submetido à análise da Secad. O beijo entre as meninas foi vetado no vídeo ‘Torpedo’. Tudo foi feito com muito cuidado e amplamente discutido”, afirmou a socióloga Sylvia Cavasin, fundadora da Ecos, responsável por desenvolver o material para o programa do MEC. O vídeo feito com seqüência de fotos mostra duas estudantes adolescentes que se apaixonam e são discriminadas na escola. Elas se encontram no pátio e decidem assumir a relação na frente de todos os colegas. Elas se abraçam ao final. Não há beijo.
Os outros dois vídeos, “Probabilidade”, feito com desenhos para ilustrar a história de um estudante e a descoberta de sua bissexualidade, e “Encontrando Bianca”, sobre os conflitos de um aluno transexual sobre o uso do banheiro masculino ou feminino na escola, não sofreram grandes mudanças após a filmagem, segundo a socióloga. Os três filmes vazaram na internet.
O G1 teve acesso ao kit que foi preparado pela Ecos para o programa do MEC. Os três vídeos mencionados são reunidos em único DVD. Outros dois vídeos mais antigos, que já haviam sido produzidos anteriormente, fariam parte do kit do MEC: a animação “Medo de quê?” (2005) e o “Boneca na mochila” (1995). A orientação de como usar os vídeos nas propostas pedagógicas estão dentro do “Caderno do professor”, que acompanha o kit.O material está sob análise da Secad. Quem dá a palavra final, no entanto, é o Comitê de Publicação do MEC, que pode vetar ou sugerir novas alterações no vídeo.
O caderno foi distribuído a um grupo de multiplicadores no final do ano passado durante um processo de capacitação que faz parte do pacote do programa. O caderno está (ou estava) sob análise da Secad e, por não ter sido aprovado ainda, não tem nenhum logotipo que remeta ao MEC ou ao Governo Federal. Como não foi aprovado oficialmente, a direção da Ecos não permitiu ao G1 fazer fotos do caderno.
O caderno do professor tem poucas ilustrações e é dividido em três partes. A primeira fala sobre os conceitos de gênero, diversidade sexual, homofobia e a luta pela cidadania LGBT. A segunda trata de retratos da homofobia na escola, mostrando pesquisas sobre o tema, como enfrentar a homofobia e de que maneira o tema aparece no currículo escolar. A terceira parte fala sobre diversidade sexual na escola, mostra ao professor temas que podem ser expostos e debatidos em sala de aula e sugere um projeto de política pedagógica dentro da escola contra a homofobia.
Segundo a Ecos, a idéia central, nessa parte, é a de mobilizar a comunidade escolar para que a diversidade seja contemplada com as devidas extensão e responsabilidade nos currículos e nas práticas escolares, enfrentando os desafios cotidianos relacionados à orientação sexual e à identidade de gênero de estudantes, professores e toda a comunidade escolar. “Só com esta proposta a escola legitima o tema”, diz Sylvia. “Não adianta a iniciativa ficar só com o professor, é fundamental que a instituição assuma o projeto.”
Ela destaca ainda que, em vez de silenciar sobre práticas que acontecem nas escolas, é preciso trazer a discussão em sala de aula para as situações vividas no cotidiano escolar. Diante da suspensão do kit pela presidente Dilma, e da possibilidade de se refazer os vídeos criados sob a supervisão da Secad/MEC, a Ecos aguarda uma posição do MEC para saber o que fazer com todo o material produzido em três anos de trabalho.
Voltei
A Ecos, em suma, desenha a política educacional do MEC nesse particular. Fernando Haddad terceirizou o ministério.
Ao procurar a diretoria da tal Ecos, encontro lá o nome de Osmar de Paula Leite, o “coordenador financeiro” da ONG, formado em “matemática”.
Matemática?
O Osmar viu a batatada sobre probabilidade que a sua ONG preparou para ser distribuída nas escolas ou não tem nada com isso, só cuida mesmo da bufunfa?

Divulgação: www.jorgenilson.com

LIÇÕES BÍBLICAS 2011 9ª liçãos

Lição 9 - 29/05/2011

Texto Áureo: Atos 1.8 Mas recebereis a virtude do Espírito Santo, que há de vir sobre vós; e ser-me-eis testemunhas, tanto em Jerusalém como em toda a Judéia e Samaria, e até aos confins da terra.

Leitura Bíblica em Classe: Atos 2.1-4, 14-17


A ESSÊNCIA DA PUREZA DO MOVIMENTO PENTECOSTAL


1. COMEÇOU COM OS CRENTES RECEBENDO O ESPÍRITO SANTO

* Tem por objetivo fortalecer a unidade espiritual da igreja de Cristo - Atos 2.1 E, CUMPRINDO-SE o dia de Pentecostes, estavam todos concordemente no mesmo lugar; João 17.23 Eu neles, e tu em mim, para que eles sejam perfeitos em unidade, e para que o mundo conheça que tu me enviaste a mim, e que os tens amado a eles como me tens amado a mim.

* Tem por objetivo distribuir poder a todos que lutam pelo reino - Atos 2.2 E de repente veio do céu um som, como de um vento veemente e impetuoso, e encheu toda a casa em que estavam assentados. Lucas 24.49 E eis que sobre vós envio a promessa de meu Pai; ficai, porém, na cidade de Jerusalém, até que do alto sejais revestidos de poder.

* Tem por objetivo fortalecer os crentes com o revestimento de poder - Atos 2.3 E foram vistas por eles línguas repartidas, como que de fogo, as quais pousaram sobre cada um deles. Efésios 6.10 No demais, irmãos meus, fortalecei-vos no Senhor e na força do seu poder.

* Tem por objetivo selar a união do Espírito Santo com o homem - Atos 2.4 E todos foram cheios do Espírito Santo, e começaram a falar noutras línguas, conforme o Espírito Santo lhes concedia que falassem. Atos 5.32 E nós somos testemunhas acerca destas palavras, nós e também o Espírito Santo, que Deus deu àqueles que lhe obedecem.

2. COMISSIONOU OS CRISTÃOS COMO TESTEMUNHAS DE CRISTO

* Quem é cheio do Espírito tem capacidade e ousadia na sua prédica - Atos 2.14 Pedro, porém, pondo-se em pé com os onze, levantou a sua voz, e disse-lhes: Homens judeus, e todos os que habitais em Jerusalém, seja-vos isto notório, e escutai as minhas palavras. I Coríntios 2.4 A minha palavra, e a minha pregação, não consistiram em palavras persuasivas de sabedoria humana, mas em demonstração de Espírito e de poder;

* Quem é cheio do Espírito faz diferença com a unção sobrenatural - Atos 2.15 Estes homens não estão embriagados, como vós pensais, sendo a terceira hora do dia. Efésios 5.18 E não vos embriagueis com vinho, em que há contenda, mas enchei-vos do Espírito;

3. PROMOVEU A MENSAGEM DE CRISTO AOS CONFINS DA TERRA

* No Pentecoste o ofício profético foi outorgado a todos os cristãos - Atos 2.16 Mas isto é o que foi dito pelo profeta Joel: I Coríntios 14.31 Porque todos podereis profetizar, uns depois dos outros; para que todos aprendam, e todos sejam consolados.

* No pentecoste iniciou-se o tempo da plenitude do Espírito Santo - Atos 2.17a... E nos últimos dias acontecerá, diz Deus, Que do meu Espírito derramarei sobre toda a carne; Atos 2.33 De sorte que, exaltado pela destra de Deus, e tendo recebido do Pai a promessa do Espírito Santo, derramou isto que vós agora vedes e ouvis.

* No Pentecoste o dom profético incluiu todos cristãos sem distinção - Atos 2.17b...E os vossos filhos e as vossas filhas profetizarão, Os vossos jovens terão visões, E os vossos velhos terão sonhos; João 1.12 Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, aos que crêem no seu nome;

http://www.pastorguilhermel.com.br/licoes,biblicas,,,,,,,.htm


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26 de mai de 2011

WALTER PINHEIRO, O SENADOR EVANGÉLICO, ONDE ESTÁ VOCÊ?



AINDA NÃO VI, EM NENHUMA REPORTAGEM SOBRE O KIT GAY, A FALA E O NOME DE WALTER PINHEIRO SENADOR EVANGÉLICO DA BAHIA. O QUE SERÁ QUE QUE ESTÁ ACONTECENDO? SERÁ QUE IRÁ FICAR CALADO SÓ POR QUE É DO PT? SERÁ QUE A SUA POLÍTICA ESTÁ ACIMA DA SUA FÉ?

Homolatria: As vítimas VIP da violência no Brasil

Homolatria: As vítimas VIP da violência no Brasil

Prática homossexual torna-se cada vez mais garantia contra impunidade e descaso policial

Julio Severo
Um morto na rua. A polícia cumpriu o seu dever de fazer suas averiguações do crime e comunica o caso ao delegado, que pergunta: “A vítima era gay?”
Quando a resposta é negativa, o delegado diz: “Joguem então esse caso nas estatísticas dos mais de 50 mil brasileiros assassinados todos os anos”.
Não é que a polícia seja amante da impunidade. Com dezenas de milhares de assassinatos ocorrendo, fica difícil para poucos policiais mal pagos e mal treinados resolverem tantos crimes. Tudo o que lhes resta é cuidar dos casos que recebem holofotes.
Em 2007, o menino Gabriel Kuhn, de 12 anos, foi estuprado e esquartejado ainda vivo, morrendo de hemorragia depois que suas duas pernas foram arrancadas a golpes de serra, mas o caso nunca ganhou fama na grande imprensa. Um crime comum — estupro, esquartejamento e assassinato de um menino — não atrai tanto a atenção da mídia quanto o caso de um gay que sofre uma agressão.
A moda é, por causa da pressão do movimento homolátrico, tirar da nuvem negra do descaso somente incidentes onde homossexuais sofrem arranhões, agressões e assassinatos — ou até mesmo, como muitas vezes ocorre, aqueles que simplesmente se sentiram ofendidos. O PLC 122/06, por exemplo, pune o autor de uma simples “ofensa” contra a prática homossexual com uma pena tão pesada quanto leva um estuprador de crianças.
Na classificação dos crimes, a prática homossexual dá a uma vítima o direito de não ser tratada com a mesma indiferença com que são tratadas todas as outras vítimas.
A impunidade que afeta crimes contra bebês, meninos, meninas, rapazes, moças, homens e mulheres está perdendo sua força quando a vítima é viciada naqueles impudicos atos privilegiados, pois legisladores, jornalistas e grupos de direitos humanos colocaram os praticantes do homossexualismo na categoria de indivíduos que merecem atenção VIP.
Se você é homossexual, há agora as delegacias especializadas de “direitos humanos”, onde você terá atendimento personalizado. Há o disque-denúncia gay, para você usar e abusar, denunciando como “homofóbico” até o cão do vizinho que incomoda com seus incessantes latidos. Se você não é gay, você terá de se juntar ao povão e entrar na fila do atendimento público. Afinal, o perfil dos gays é economicamente mais elevado e essa classe endinheirada não pode se misturar com as pessoas comuns. Uma mistura só ocorre quando o gay ricão vai atrás de um rapaz ou menino pobretão para oferecer presentes em troca “daquilo”.
Contudo, os homossexuais não são os alvos preferenciais de assassinatos. Se fossem, haveria dezenas de milhares deles perdendo a vida todos os anos. Quem está perdendo a vida aos milhares são os brasileiros comuns que, de 1980 a 2005, sofreram o astronômico e assombroso número de aproximadamente 800 mil assassinatos. Então você pergunta: “Mas como é que nunca ouvi falar disso?” Simples: eles não eram gays.
Nesse mesmo período de 25 anos, 2.511 homossexuais foram assassinados, de acordo com informações do próprio Grupo Gay da Bahia, fundado por Luiz Mott. Esse pequeno número pode incluir também episódios onde a causa do crime é a paixão irracional de um amante da vítima. Além disso, é supervalorizada e supermaquiada a morte de homossexuais que frequentam, às 2h da madrugada, ambientes de drogas, prostituição e criminalidade.
Embora as vítimas homossexuais não cheguem nem a 1% dos 800 mil brasileiros assassinados, elas se tornaram a estrela principal do “show”. É como se os homossexuais é que somassem 800 mil vítimas, e todos os outros brasileiros não passassem de 2 mil assassinados.
Por ano, são assassinados 122 homossexuais, ou 1 a cada três dias, conforme alegação do sr. Luiz Mott. Em contraste marcante, por ano são assassinados 50 mil brasileiros, 414 a cada três dias, ou 138 por dia. Isso significa que o número de brasileiros mortos por dia é maior do que o número total de homossexuais mortos por ano, indicando, nas palavras de Solano Portela, que “a melhor forma de escapar com vida, no Brasil, é virar gay”.
A maioria dos homossexuais assassinados é de travestis, conforme Oswaldo Braga, presidente do Movimento Gay de Minas, que declarou: “São homossexuais que estão mais envolvidos com a criminalidade, como prostituição e tráfico de drogas, ficando mais expostos à violência”. (Tribuna de Minas, 09/03/2007, p. 3.)
Não se sabe o motivo por que travestis e outros homossexuais, que escolhem ambientes de criminalidade e prostituição, não sofrem uma proporção muito maior de assassinatos. Será que a bandidagem agora tem também medo de ser acusada de “homofóbica”?
Certas atitudes do homossexual perturbado (por homossexual queremos dizer o homem que dá ou recebe o pênis no ânus) passaram a fazer parte integral da propaganda que trata como “homocausto” (holocausto de homossexuais) os 122 homossexuais assassinados todos os anos no Brasil. Esse homocausto na verdade soma uma proporção baixíssima que entra em choque com o quadro imenso de todos os outros brasileiros assassinados. Mas a realidade maior é vencida pela realidade pequena à custa daquelas atitudes típicas de gay espalhafatoso, como mentiras, intrigas, estardalhaços e fofocas, sofisticamente mascarados em linguagem de propaganda.
Com a pressão e opressão da Gaystapo na mídia, que chance tem a vasta maioria das vítimas (que são tratadas como cidadãos de quinta categoria) diante das “vítimas de primeira classe”?
A agenda da homolatrina joga a verdade no chão e exalta a homolatria acima de toda e qualquer estatística e realidade social, ganhando no puro estardalhaço.
No entanto, se os homossexuais são realmente 10% da população brasileira, conforme alegam os grupos gays do Brasil, onde estão então os 80 mil homossexuais mortos no período de 25 anos? Se eles são apenas 5%, então onde estão os 40 mil homossexuais mortos? Se eles são apenas 1%, onde estão os 8 mil mortos?
Com todos os holofotes da mídia no pequeno número de vítimas homossexuais, a impunidade só tende a aumentar para todos os brasileiros, pois mais atenção e policiamento para homossexuais significa menos atenção e policiamento para todos os cidadãos.
Os crimes agora só ficarão protegidos de impunidade conforme a homolatria da vítima. O agredido é gay? O culpado será condenado e preso, sem chance de escapar. A vítima não é gay? Então a polícia está ocupada demais para investigar, dando ao culpado a chance de suspirar de alívio. É a ideologização e idiotização do sistema de punição. É a homolatria privilegiando quem presta culto ao ânus.
Quer que um caso de agressão ou assassinato em sua localidade receba atenção da imprensa, dos políticos e da polícia? Numa sociedade mergulhada na homolatrina, só lhe resta alegar que a vítima é gay. No incidente do menino Gabriel Kuhn, que foi estuprado e esquartejado, o caso dele seria lembrado regularmente em todos os canais de TV e no próprio Congresso Nacional — se o esquartejador não fosse homossexual. E há milhares de outros casos de meninos estuprados que não viram notícia na tela da TV Globo ou da TV Record, porque o estuprador é homossexual.
Quando a vítima é homossexual, holofotes. A “causa” do crime é a “homofobia” e ponto final. Cada caso de “homofobia” se torna motivo para campanhas espalhafatosas em favor de leis para proteger depravados de primeira categoria como se fossem vítimas de primeira classe.
Quando o criminoso é homossexual, manipulação, falsificação e ocultamento, protegendo a prática homossexual de toda desonra. A “causa” do crime é um mistério! A culpa é jogada em tudo e em todos, menos na chamada “orientação sexual”.
A agenda da homolatrina garante atenção VIP para vítimas homossexuais e impunidade para homossexuais que cometem insanidades. Luiz Mott, o líder máximo do movimento homossexual brasileiro, é acusado de defender a pedofilia, enquanto o homossexual Denílson Lopes, professor universitário, tem descaradamente defendido o sexo com crianças. Além disso, um filme brasileiro promoveu abertamente o sexo homossexual entre meninos. Em cada um desses casos, as autoridades jamais tomaram qualquer medida. Contudo, se um pastor ou padre dissesse apenas 10% do que Mott e Lopes disseram sobre sexo com crianças, já estariam — e com muita justiça — presos e completamente desmoralizados com denúncias jornalísticas desde a revista Veja até a Rede Globo.
Na violência generalizada que assola a todos no Brasil, a homolatria agora faz toda a diferença na hora de decidir quais vítimas recebem tratamento de estrela de cinema e quais perpetradores obtêm impunidade.
Fonte: juliosevero
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Do senador Magno Malta: “O MEC quer criar academias de homossexualidade”


Do senador Magno Malta: “O MEC quer criar academias de homossexualidade”

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Em audiência pública na Assembleia Legislativa do Mato Grosso, o senador Magno Malta (PR-ES) atacou a cartilha com vídeo (kit) contra a discriminação por opções sexuais que o Ministério da Educação está produzindo e afirmou que o ministro Paulo Haddad transformará as escolas em “academias preparatórias de homossexualidade”.

Magno Malta falou ainda sobre o projeto que criminaliza a homofobia e terminou sua palestra afirmando:

– Deus criou o macho e a fêmea. Não vai ser o Senado da República que criará o terceiro sexo.






Fonte: IG

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25 de mai de 2011

Dilma discutirá com ministros material contra homofobia

Dilma discutirá com ministros material contra homofobia

Agência Estado: Tânia Monteiro

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Assustado com a ameaça feita na noite de ontem, no plenário, de convocação do ministro Antonio Palocci ao Congresso para dar explicações sobre a rápida evolução do seu patrimônio caso o governo não retirasse de circulação os vídeos e cartilhas que tratam de homofobia elaborados pelos ministérios da Educação e da Saúde, o governo decidiu receber as bancadas religiosas no Planalto e anunciar a suspensão de divulgação de qualquer material sobre o tema.


Essas decisões foram anunciadas na tarde de hoje pelo ministro-chefe da Secretaria Geral da Presidência, Gilberto Carvalho, logo depois do encerramento de uma conversa com parlamentares das bancadas evangélica, católica e de defesa da família. O ministro anunciou que a presidente Dilma Rousseff determinou a suspensão da produção de vídeos e cartilhas contra a homofobia e mandou suspender a divulgação do que já havia sido distribuído. Os ministros da Educação, Fernando Haddad e da Saúde, Alexandre Padilha, serão chamados ao Planalto para conversar sobre o caso.


"A presidente assistiu ao vídeo, não gostou e vai conversar com os ministros. Ela achou que o vídeo era impróprio para o seu objetivo. Não se trata de uma posição só de aparências. A presidente tem as suas convicções e acha que o material é inadequado. Ela foi muito clara nesse sentido e determinou que esse material não circule oficialmente por parte do governo", declarou Gilberto Carvalho, confirmando a informação dos deputados evangélicos.


Os parlamentares evangélicos já haviam transmitido a indignação da presidente Dilma sobre o material que trata de homofobia. Os deputados Anthony Garotinho (PR-RJ), Ronaldo Fonseca (PR-DF), e o líder do PR na Câmara, Lincoln Portela (MG) consideraram que o material se tratava de "uma apologia ao homossexualismo". Disseram que "trazia cenas e desenhos de sexo anal e oral", com "uma didática muito agressiva" e se mostraram "preocupados com a maneira virulenta com que esse material está sendo apresentado".

Apesar da pressa do Planalto em receber os parlamentares e atender ao pedido de suspensão das publicações e dos vídeos, Carvalho disse que "não houve recuo" do governo em relação à política de discussão sobre homofobia e que "não tem toma lá, dá cá". Para o ministro, os parlamentares das bancadas religiosas anunciaram que não iriam mais promover a convocação do ministro Palocci porque acharam que essa era a atitude mais conveniente, e não por terem sido atendidos pelo governo.


"Nós oferecemos o diálogo. Eles que tomassem a atitude que achassem consequente. Foram eles que decidiram suspender aquela história de que estavam falando (de convocar o Palocci ao Congresso)", reagiu. Os parlamentares, na saída do Planalto, no entanto, avisaram que não iriam mais ajudar a convocar Palocci, pelo atendimento do pleito sobre o corte na divulgação do material sobre homofobia.

Divulgação: www.jorgenilson.com