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18 de mai. de 2010

A Separação Marxista da Igreja e o Estado

A Separação Marxista da Igreja e o Estado

Publicado em 6 de maio de 2010 – 0:08

por Rousas John Rushdoony


Um entendimento da doutrina marxista da separação da igreja e o Estado é urgentemente necessário, porque há uma crescente confusão entre a visão marxista e a antiga posição americana.

No mundo marxista, como na União Soviética, a separação da igreja e o Estado significa que a igreja deve ser totalmente separada de cada área da vida e pensamento. Ela não tem a permissão de educar ou influenciar a educação, muito menos influenciar o Estado. Porque as crianças são vistas como propriedade do Estado, a igreja não pode influenciar ou ensinar as crianças. Em todas as esferas, a igreja é isolada do mundo e vida dos seus tempos e requer-se que ela seja irrelevante e impotente. Na visão marxista, a separação da igreja e o Estado é um grande obstáculo e penalidade legal impostos sobre a igreja. É na verdade uma separação da relevância, do poder de influenciar, e da liberdade para funcionar.

Na visão americana histórica, a Primeira Emenda coloca todas as restrições sobre o governo federal, que é impedido de estabelecer, governar, controlar ou regular a igreja. A visão marxista algema a igreja; a visão americana algema o Estado.

Em anos recentes, o Estado, Congresso, os tribunais e vários presidentes têm manifestado, em diferentes graus, uma aderência à visão marxista. Assim como o poder estatal invadiu todas as outras esferas da sociedade, agora ele está invadindo a igreja. Assegura-se que o Estado tenha total jurisdição sobre cada esfera, e os tribunais em anos recentes têm se pronunciado sobre absurdos tais como código de vestimenta nas escolas e tamanho do cabelo de um garoto. Nenhuma questão é demasiadamente insignificante para ser ignorada pelos tribunais em seu zelo por jurisdição totalitária. Sem serem marxistas, eles compartilham da crença marxista da jurisdição total do Estado. Como esperado, eles estão se movendo na mesma direção.

Isso não deveria nos surpreender. Dada a crença humanista no homem ou Estado como absolutos, qualquer liberdade ou poder alegado pela igreja é visto como irrelevante ou errado. O humanista está sendo fiel à sua fé, às suas pressuposições.

O fato triste é que muitos teólogos compartilham da visão marxista. Para eles a separação da igreja e o Estado significa que a igreja nunca deve se envolver com algo que seja de preocupação política. Sou com frequência informado por leitores sobre pastores e líderes de igreja que não permitem a menção de aborto, homossexualidade, eutanásia e questões semelhantes no púlpito, e nem mesmo nas instalações da igreja. Tais assuntos, insistem eles, são “políticos” e “violam” a separação da igreja e o Estado. Eles chamam de ortodoxia a sua confusão, covardia e heresia.

Os profetas, pregadores de Deus de outrora, eram ordenados pelo Senhor a proclamarem a lei-palavra de Deus com respeito a todas as coisas e a corrigir e repreender reis e governadores. Quando o nosso Senhor promete aos seus discípulos que eles seriam levados diante de governadores e reis por Sua causa, e “para testemunho contra eles” (Mt 10.18), ele não quis dizer que então eles deveriam repudiar a fé, ignorar o aborto e o homossexualismo, e ficarem calados sobre os pecados do Estado!

Não há limites para a área do governo, lei e controle soberano de Deus. Não pode haver limites para as áreas de testemunho da igreja, nem para a sua pregação e preocupações ordenadas.

Fonte: Christianity and the State, de R. J. Rushdoony
Tradução: Felipe Sabino de Araújo Neto, maio/2010
Fonte: Monergismo
Divulgação: www.pensamentosnaweb.com.br

16 de mai. de 2010

Cristãos, juristas e ONGs gays divergem sobre união civil gay na Câmara dos Deputados

Cristãos, juristas e ONGs gays divergem sobre união civil gay na Câmara dos Deputados

Um debate bastante polarizado dominou o clima da audiência pública sobre o Estatuto das Famílias na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) nesta quarta-feira. O Estatuto engloba diversos projetos de lei (PL 674/07 e 2285/07, entre outros) e, em alguns deles, existe a regulamentação da união entre pessoas do mesmo sexo e da adoção feita por esses casais.

Críticos e defensores da união civil de homossexuais colocaram seus argumentos diante do plenário lotado, onde evangélicos contrários à união de pessoas do mesmo sexo estavam em maioria.

Para tentar chegar a um acordo, o presidente da CCJ e relator do Estatuto das Famílias, deputado Eliseu Padilha (PMDB-RS), disse que diante de tantas diferenças e dúvidas, vai tentar encontrar um meio termo.

Para o presidente da Associação Brasileira de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais, Toni Reis, não se trata de casamento, mas sim de garantir direitos civis. “Envolve essa questão da herança, de planos de saúde, de adoção. Nós queremos nem menos nem mais, queremos direitos iguais. Nós não queremos é o casamento, nesse momento não é a nossa pretensão. O que nós queremos são os direitos civis”, diz Toni.

Toni Reis citou declarações das organizações das Nações Unidas (ONU) e dos Estados Americanos (OEA) para defender o direito ao reconhecimento da união civil e da adoção entre pessoas do mesmo sexo. Ele destacou que o Governo Lula também apoia a reivindicação e mencionou o programa Brasil sem Homofobia, coordenado pela Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República. “O Brasil é um Estado laico e queremos o que a Constituição preconiza, direitos civis”, argumentou.

O pastor da Assembleia de Deus Silas Malafaia afirmou que conceder os diretos civis é a porta para depois aprovarem o casamento. Ele defendeu que a família é o homem, a mulher e a prole, sendo que a própria Constituição defende esse desenho familiar. Malafaia trouxe o debate para o contexto político das eleições presidenciais.


“Eu ouvi os homossexuais fazerem aqui pronunciamentos dizendo que o presidente os indicou para a ONU, que o presidente os apoia totalmente, então nós evangélicos, que representamos 25% da população, temos que pensar muito bem em quem vamos votar para presidente da República”, avisou.

Malafaia questionou se outros comportamentos poderiam, futuramente, virar lei. “Então vamos liberar relações com cachorro, vamos liberar com cadáveres, isso também não é um comportamento?” O pastor foi muito aplaudido durante sua exposição.
Na mesma linha crítica, o pastor da Igreja Assembleia de Deus Abner Ferreira afirmou que o Estatuto das Famílias seria, na verdade, o Estatuto da Desconstrução da Família. Segundo ele, ao admitir a união de pessoas do mesmo sexo, a proposta pretende destruir o padrão da família natural, em vez de protegê-la. Ele disse que todas as outras formas de família são incompletas e que toda manobra contrária à família natural deve ser rejeitada.


Fonte: Câmara dos Deputados

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O cuidado com as Ovelhas

O Cuidado com as Ovelhas

Leitura Bíblica em Classe Jeremias 23.1-4; João 10.1-5

Introdução
I. O que é um Pastor
II. Os pastores de Israel
III. Israel foi destruído por lhe falta verdadeiros pastores
IV. Os deveres das ovelhas

Conclusão

A FUNÇÃO PASTORAL NO CONTEXTO BÍBLICO

A função pastoral, sob o ponto de vista bíblico, é exercida pela característica marcante de Cristo: o Amor. O apóstolo Pedro delineou essa característica em sua epístola ao descrever no termo imperativo a função pastoral: “apascentai o rebanho de Deus que está entre vós, tendo cuidado dele, não por força, mas voluntariamente; nem por torpe ganância, mas de ânimo pronto; nem como tendo domínio sobre a herança de Deus, mas servindo de exemplo ao rebanho” .

A Escritura Sagrada quando descreve a função pastoral também enfatiza a possibilidade do Ministro desempenhar a função pastoral numa perspectiva oposta a de Cristo.

O texto bíblico, para descrever a oposição a Cristo na função pastoral, cunha um termo carregado de significações em relação a um animal universalmente conhecido no Oriente (rejeição, desprezo, impuro, odiado, etc...): o Cão [sig. gr. kyon]. No sentido metafórico, o termo aparece nos seguintes textos (a conotação é de impureza moral na função pastoral):

Is 56.10-12: “Todos os seus atalaias são cegos, nada sabem; todos são cães mudos, não podem ladrar; andam adormecidos, estão deitados e amam o tosquenejar. E estes cães são gulosos, não se podem fartar; e eles são pastores que nada compreendem; todos eles se tornam para o seu caminho, cada um para a sua ganância, cada um por sua parte. Vinde, dizem eles, traremos vinho e beberemos bebida forte; e o dia de amanhã será como este e ainda maior e mais famoso”.
Fp 3.2: “Guardai-vos dos cães, guardai-vos dos maus obreiros, guardai-vos da circuncisão!”.


No texto de Apocalipse o Senhor Jesus demonstra a equiparação de feiticeiro, homicida, mentiroso, idólatra e a prostituição à categoria de Cães:

Ap 22.15: “Ficarão de fora os cães e os feiticeiros, e os que se prostituem, e os homicidas, e os idólatras, e qualquer que ama e comete a mentira”.

O texto de Isaías enfatiza que a classe que liderava o povo estava vivendo uma profunda crise de moralidade. Em Filipenses os falsos obreiros não se contentavam com o absoluto Evangelho da Graça. E em Apocalipse o Senhor Jesus sentencia os que se encontram nessas características.
Os textos acima denotam o perigo que se encontram os líderes que perdem o foco de seu ministério, ao invés de gastarem suas vidas apascentando as ovelhas, gastam-na enriquecendo-se da “lã”, da “gordura” e de todas as “vantagens” que as ovelhas podem proporcionar ao seu ministério.

Embasado no ensino apostólico de Pedro, John Macarthur, Jr. na obra “Ministério Pastoral, alcançando a excelência no ministério cristão” [Rio de Janeiro, CPAD, 2004, p.47] exorta duas características que o Pastor não deve ter: Má Vontade e Torpe Ganância. O pastor deve evitar o trabalho de má vontade. O exercício do pastorado deve ser voluntário, espontâneo e consciente.
A preguiça está ligada à má vontade, onde o pastor sofre a tentação de deixar-se levar em seu ministério para fazer somente aquilo que se sentir pressionado a fazer. Sobre a outra característica John Macarthur Jr aconselha:

“[...] evitar a obra do ministério por torpe ganância [grifo nosso]: “De ninguém cobicei a prata, nem o ouro, nem a veste”, afirmou Paulo aos presbíteros de efésios (At 20.33). “Ninguém pode servir a dois senhores”, declarou Jesus, “porque ou há de odiar um e amar o outro ou se dedicará a um e desprezará o outro. Não podeis servir a Deus e a Mamom” (Mt 6.24). Isso é verdadeiro com relação aos pastores, dos quais Deus exige que não sejam cobiçosos de torpe ganância (1 Tm 3.3). São os falsos profetas que se empenham na busca frenética do lucro monetário ( veja Is 56.11; Jr 6.13; Mq 3.11; 2 Pe 2.3).

[...] O errado é permitir que o lucro financeiro seja a motivação para o ministério. Isso produz não apenas líderes falsos e ineficientes, como também degrada o ministério aos olhos do mundo [grifo nosso]. [...] O homem humilde, dedicado ao pastoreio das almas que Deus confiou aos seus cuidados, alcançará a incorruptível coroa de glória quando aparecer o Sumo Pastor (1 Pe 5.4)” .

O contexto atual que cerca o exercício do ministério pastoral urge que os pastores sejam homens desinteressados do lucro, da fama, do poder, do status quo, do espetáculo, mas estejam devidamente interessados nas pessoas e na proclamação do evangelho no mundo, a fim de que a mensagem seja acompanhada com a devida ação do Espírito e o propósito sincero de representar o interesse de Cristo em todas as esferas do seu ministério.


Reflexão: “e, por avareza, farão de vós negócio com palavras fingidas; sobre os quais já de largo tempo não será tardia a sentença, e a sua perdição não dormita” (2Pe 2.3).


Referência Bibliográfica

MACARTHUR JR, John. Ministério Pastoral, Alcançando a Excelência no Ministério Cristão. Rio de Janeiro, CPAD, 2004.

Divulgação: www.pensamentosnaweb.com.br




13 de mai. de 2010

Propaganda das antas: Revista Veja reforça tendenciosidades globais

Propaganda das antas: Revista Veja reforça tendenciosidades globais

“É fácil assumir ser anta quando a propaganda sistemática diz que é normal ser anta”

Julio Severo
Em matéria de capa intitulada “Ser jovem e gay: a vida sem dramas”, a revista Veja fez esta semana um grande desfavor ao jornalismo genuinamente justo e imparcial.

Com a experiência que tenho de ter lidado com jovens homossexuais, nunca vi nenhum deles que não tivesse dramas — especialmente abusos sexuais na infância. Mas reconheço que fora dessa realidade de abuso, seria fácil encontrar casos de homossexuais que não tiveram “dramas”: Casos tirados diretamente da cartola mágica ou fruto de uma propaganda tão forte que, se os jovens forem adestrados a se ver como coelhos, coelhos eles serão.

Mas eles não estão sendo adestrados no coelhismo. Eles estão sendo doutrinados no homossexualismo.

No artigo “A geração tolerância”, Veja vai longe, dizendo ter feito uma descoberta “surpreendente”: os adolescentes do Brasil estão “assumindo” o comportamento homossexual de forma mais “natural”.

Propaganda, propaganda e mais propaganda

Na verdade, os adolescentes vivem um contexto social hoje onde a mídia de massa, o governo e as escolas impõem o homossexualismo como normal. Qual deveria ser o resultado?
Veja falou do efeito, mas não falou das causas, nem dos causadores.

Veja foi incapaz ou inepta de ver os jovens entrevistados como vítimas de propaganda. Será que devo me fazer de inocente e insinuar que Veja não sabe de nada e que Veja não tem parte nenhuma nessa propaganda?

O mesmo tipo de propaganda, quando era direcionado para favorecer o comunismo na União Soviética, produziu mais adolescentes que se assumiam comunistas e que viam o comunismo como normal.

O mesmo tipo de propaganda, quando era direcionado para favorecer o nazismo na Alemanha da década de 1930, produziu mais adolescentes que se assumiam nazistas e que viam o nazismo como normal.

O mesmo tipo de propaganda, que agora é direcionado para favorecer a ideologia homossexual, fará o que entre os adolescentes? Diminuição no desejo de assumir a homossexualidade?
Na Alemanha nazista, era moleza um adolescente se assumir nazista, mas ai dele se dissesse que era contra o nazismo!

Na União Soviética, era moleza um adolescente se assumir comunista, mas ai dele se dissesse que era contra o comunismo!

No Brasil socialista e esquizofrênico de Lula, é moleza um adolescente se assumir homossexual, mas ai dele se disser, na escola ou num programa de TV, que é contra o homossexualismo!
Para acabar com a expansão desenfreada do nazismo, foi necessário exterminar a propaganda pró-nazismo, que era um risco para a saúde e formação psicológica e moral dos adolescentes. Dá para se dizer que a propaganda pró-comunismo e pró-homossexualismo merece menos?
Propaganda ideológica sistemática — quer pró-nazismo, pró-comunismo ou pró-gayzismo — mata o bom senso.

Se Veja e outros membros da suprema e imperial classe de escravocratas da mídia resolverem embalar os adolescentes em propagandas pró-cocaína, por que a surpresa “descobrir” depois que a moda entre os jovens é usar cocaína? Como é que esses mesmos auto-intitulados jornalistas “imparciais” poderão ter a cara de pau de dizer que a cocaína é natural entre os adolescentes?
Propaganda desinformadora e formadora de antas

Se a propaganda da Globo, da Veja, das escolas e de outros meios sociais doutrinar que ser anta é normal, por que estranhar ver paradas do orgulho das antas, Frente Parlamentar das Antas e Dia Nacional de Combate a Antafobia? Será de estranhar ver mais e mais adolescentes assumindo “Eu sou uma anta, e com orgulho!”?

Será de estranhar ver jovens repetindo como papagaios “Ser anta é um direito humano!” “Eu nasci anta!” “Eu tenho a orientação cerebral das antas!” “Antafobia é crime!”
Numa sociedade obcecada pelo proselitismo pró-anta, o adolescente seria exposto a todo tipo de bombardeio doutrinário. Nas novelas, um personagem bonzinho e projetado para ser imitado, influenciaria de forma melodramática o público, que diria: “Você viu? O Fernando da novela saiu do armário. Agora ele é uma anta!”

Brincadeiras de lado, o proselitismo realmente existe, e é pró-homossexualismo, o que no final dá no mesmo: é puro proselitismo pró-anta. A verdade é que ao lançar medidas agressivas para formatar a percepção do público sobre a anormalidade do homossexualismo, os escravocratas midiáticos podem ter duas opiniões:
Eles pensam que todos na sociedade são antas e necessitam o cérebro deles — para pensarem e falarem como as antas “elevadas”.

Eles querem transformar a todos na sociedade em antas. A julgar pela matéria da Veja, os resultados já estão aparecendo…

Com o desespero de aprovar o PLC 122, jornalistas esquerdistas da Veja se embalam no próprio “jornalismo” da Globo, que recentemente tentou impor a ferro e fogo na consciência dos brasileiros o projeto moralmente fraudulento que é representado apenas como uma inocente e angelical medida de proteção a quem pratica atos homossexuais. Veja aqui a baixaria da Globo:
Globo sai em defesa do PLC 122

Novela da Globo mostra “testemunho” de ativista gay
Luiz Mott no Programa do Jô: a propaganda pró-sodomia da Globo continua
Contudo, não podemos culpar Veja de seguir as baixarias da Globo. Até os evangélicos não conseguem resistir à serpente global. Anos atrás, eu estava num estúdio de uma grande TV evangélica, esperando minha vez de entrar no ar.

Enquanto eu aguardava no salão de produção, fiquei fascinado de ver quase todo o pessoal técnico sintonizado — não no seu próprio canal evangélico, mas numa novela da Globo. Quando veio uma cena de nudez e sexo na novela, tive de lhes perguntar se não havia algo melhor para assistir.

Andando por outras salas da emissora, vi outros evangélicos sintonizados na Globo. (O planeta global deve estar em festa neste momento, vendo que os evangélicos, que dizem adorar Jesus, não conseguem deixar de adorar também o deus global!) Mandei recado ao dono da TV avisando do problema, e ele proibiu a Globo na emissora.

Claro que não dá para fazer esse mesmo tipo de proibição nas casas dos funcionários, mas é uma tremenda vergonha chegarmos ao ponto de precisar aconselhar as pessoas a boicotarem a Globo ou a Veja, pois qualquer pessoa moralmente consciente entende a inutilidade dessa pseudo-imprensa, que muito mais deforma do que informa; que muito mais corrompe do que ajuda.
E quando assistimos a Globo ou fazemos a assinatura da Veja, ajudamos a patrocinar a propaganda enganosa, não só a favor da ideologia homossexual, mas também de outras perversões, colaborando para que a sociedade se torne um grande zoológico de antas pervertidas.

O que você pode fazer para não virar anta nas mãos da mídia
O que você pode fazer para enfraquecer essa propaganda que está imbecilizando a sociedade e afetando seriamente os jovens?

No caso da revista Veja, cancele sua assinatura e mande uma mensagem para eles dizendo o motivo do cancelamento.

Envie este artigo para seus amigos que estão patrocinando a propaganda da Veja através de suas assinaturas, para que tenham igualmente o estímulo para cancelá-las.
Aplique o mesmo procedimento para todos os meios de comunicação que se julgam no papel de doutrinadores da imoralidade e formadores de antas.

Então alguém pergunta: o que fazer com o dinheiro da assinatura?
Sugiro colaborar com a Missão Portas Abertas e com a Missão Voz dos Mártires, que ajudam cristãos perseguidos. Com milhares de cristãos sendo perseguidos e torturados no mundo inteiro, para que jogar seu dinheiro na lata de lixo das antas midiáticas?

Fonte: www.juliosevero.com

Divulgação: www.pensamentosnaweb.com.br

12 de mai. de 2010

Pe. Paul Marx: o homem que me tornou "marxista"

Pe. Paul Marx: o homem que me tornou “marxista”

Julio Severo

O que você faz quando descobre uma clínica de aborto? Embora muitos façam essa pergunta, meu questionamento era um pouco mais profundo: A quem recorrer quando você sabe onde opera uma clínica de aborto?

A partir de 1986, fiquei bastante conscientizado acerca da importância das questões do aborto e da valorização da vida, através da literatura de uma entidade evangélica chamada Last Days Ministries, fundada por Keith Green. Esse foi o lado teórico. O lado prático veio não muito depois.
Em 1987 recebi informação sobre uma clínica de aborto próximo ao bairro em que eu vivia em São Paulo. Investiguei bastante e achei o possível local. Conversando astutamente sobre as necessidades de uma jovem grávida, a dona da clínica prontamente deu os preços e condições. Tive então certeza de que eu estava no matadouro.

Voltei para casa, orei e pedi direção a Deus. Pelo fato de que a dona tinha a mesma idade de minha mãe, levei-a junto, para usar seu fervor missionário. Fomos e conversamos sobre Jesus. Dissemos que aborto é assassinato. Nesse ponto, é claro, a dona negou tudo.
Não havia temor, pois outras denúncias haviam sido feitas contra a clínica, mas nada resultava. Tudo indicava que a polícia local estava sendo comprada.

Pelo fato de que não houve arrependimento, procurei então agir. Fui até a Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo para conversar com um conhecido pastor que era deputado estadual. Cheguei às 16h e fiquei esperando… O deputado chegou às 19h, e precisei esperar mais. Quando, lá pelas 20h, fui atendido, o deputado perguntou qual era o problema. “Pode me ajudar a fechar uma clínica de aborto?” O deputado olhou para mim, e em seguida olhou para seu advogado que estava ao lado e perguntou-lhe: “Como ficará minha imagem diante da TV Globo se eu me envolver nesse caso?”

O advogado nada respondeu, e o deputado bondosamente me orientou a ir para casa que sua assessoria me ligaria. Esperei tantos dias que, preocupado que a assessoria tivesse tentado se comunicar comigo sem êxito, telefonei várias vezes, mas notei o descaso.
Fui ao DEIC, que era o Departamento Especial de Investigações Criminais, e expus o caso. Novamente, desinteresse.

Então, entrei em contato com uma assistente da JOCUM que trabalhava no Last Days Ministries no Texas. Ela não conhecia nenhum contato no Brasil, mas me repassou outro contato americano, que me recomendou escrever ao Pe. Paul Marx, que se mostrou interessadíssimo no caso.
Esse foi o meu primeiro contato com um padre na minha vida e foi um grande desafio para mim como evangélico. Mas o resultado foi definitivamente positivo.

Ele pediu-me que entrasse em contato com Dr. Humberto L. Vieira e Dr. Talmir Rodrigues, que hoje é deputado federal pelo Partido Verde — verde na casca, mas vermelhíssimo no coração. Fernando Gabeira, que é homossexual pró-aborto, também está lá, com todo o seu passado de terrorista comunista, como a maior figura do PV. Mas não me pergunte o que um cristão ou homem pró-vida faz num partido fiel à ideologia marxista, que é radicalmente anti-família e anti-vida.

Fiz amizade com ambos e aprendi muito, principalmente com o Dr. Vieira, a quem devo todo o treinamento e experiência que recebi para lidar dentro do Congresso Nacional em questões da vida e família. Dr. Vieira é hoje membro da Pontifícia Academia da Vida no Vaticano.

Foi exatamente nesse ponto, enquanto eu estava em contato com eles, que foram surgindo novas ideias. Minha mãe trabalhava numa delegacia, mas tinha receio de expor esse caso ali, vendo a corrupção dos policiais. Mesmo assim, confiando no Senhor, ela foi corajosamente até o delegado, que chefiava uma delegacia de uma região longe de onde estava a clínica, e contou tudo.

Deus deve ter tocado muito o coração do homem, pois ele incumbiu detetives para fazer a investigação e o flagrante. Uma detetive, posando de grávida, foi a isca para fisgar a clínica. A dona não conseguiu comprar ninguém, e foi presa. A clínica fechou definitivamente. Menos um matadouro de bebês na cidade de São Paulo.

Aprendi muito com o episódio. Não pude confiar num pastor famoso, que não quis nem tentar ajudar.

Mas encontrei um padre americano aberto, com seus amigos brasileiros que pelo menos fizeram o que podiam.

A partir de então, o Pe. Paul Marx, que foi o fundador de Human Life International, me mandava caixas de livros sobre a questão do aborto. Bastava eu lhe escrever e dizer que precisava de determinados livros pró-família evangélicos em inglês, e ele os providenciava para mim.

Quem tem o livro De Volta Ao Lar conhece a pequena dedicatória que fiz:
“Depois de ler The Way Home, o original em inglês deste livro, escrevi ao sociólogo Dr. Paul Marx nos Estados Unidos e disse a ele que The Way Home deveria ser publicado para as mulheres evangélicas do Brasil. O que ele fez eu jamais poderia antecipar nem sonhar: ele passou minha carta à própria autora do livro! Algum tempo depois tive a imensa surpresa e alegria de receber um convite dela para traduzir seu livro para a língua portuguesa, e hoje você, leitora brasileira, tem nas mãos o resultado final de todos esses esforços”.

A Sra. Pride é uma presbiteriana ortodoxa, mas essa diferença religiosa não impediu o Pe. Marx de ajudar a causa evangélica no Brasil. Nunca conheci alguém que tivesse lutado tanto contra a ideologia que quer impor como normal a matança de bebês em gestação.

Pe. Marx, que tinha doutorado em sociologia, foi o homem que me mostrou o papel monstruoso de poderosas organizações dos EUA na promoção e legalização do aborto e do homossexualismo no mundo inteiro. Sem seus esclarecimentos e informações, eu estaria condenado a pensar que as campanhas fanáticas para avançar o aborto e a sodomia são simplesmente casualidades culturais.

Não são casualidades. São cuidadosamente planejadas por um grande imperialismo cultural, financeiro, ideológico e político das trevas vindo da Europa e principalmente de organizações e fundações dos EUA. Pe. Marx denunciava que, assim como o próprio socialismo, as políticas americanas de aborto, sodomia e contracepção são uma grande ameaça ao mundo.
Dia 20 de março de 2010, antes de completar 90 anos, o Pe. Marx morreu.

É de conhecimento de todos que denuncio de todas as formas possíveis Karl Marx e sua ideologia que acabou assassinando mais de 100 milhões de homens, mulheres e crianças. Mas tenho admiração profunda pelo outro Marx, que trabalhou incansavelmente em favor de homens, mulheres e crianças.

Um Marx infernal e outro angelical. Um Marx que tinha maldade de sobra e outro que tinha bondade de sobra.

Um Marx tinha profundo desrespeito por Cristo. O outro, como padre católico, tinha profundo respeito.

Enquanto muitos líderes católicos e evangélicos se consideram admiradores do Marx infernal e suas várias teologias da “libertação”, eu admiro o outro Marx e sua luta pela vida — e suas posições claras e firmes contra o marxismo infernal.

Assim, no bom sentido, sou um “marxista”. Mas não como os marxistas católicos e evangélicos que, com seu esquerdismo doente, sempre apóiam governos ou políticos que acabam trazendo a legalização do aborto, homossexualismo e muitas outras perversões.

Por amor a Karl Marx, católicos e evangélicos se unem num ecumenismo do inferno para gerar ímpios governos marxistas. Mas por amor à vida e à família, católicos e evangélicos só ganham quando se unem na luta para preservar os melhores valores.

Os resultados da ética do Marx infernal foram sempre sinistros, quer entre católicos, quer entre evangélicos.

Mas o “marxismo” em que me envolvi acabou me trazendo uma sólida ética de defesa à vida e à família.

Dou graças a Deus pelo dia em que conheci o outro Marx.

Fonte: www.juliosevero.com

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10 de mai. de 2010

O documento decisivo que mostra que a homossexualidade está na raiz da crise de abuso sexual

O documento decisivo que mostra que a homossexualidade está na raiz da crise de abuso sexual
John-Henry Westen


19 de abril de 2010 (Notícias Pró-Família) — Um documento de leitura obrigatória produzido por Brian Clowes, diretor de pesquisas de Human Life International (Vida Humana Internacional), resolveu definitivamente a questão se a homossexualidade no sacerdócio é a origem da crise de abuso sexual no clero. Citando numerosos estudos e pesquisas, Clowes prova que a homossexualidade tem ligação forte com o abuso sexual de menores, e que o celibato não é definitivamente uma das causas da pedofilia.

Clowes cita estudos, inclusive:
— O homossexual Alfred Kinsey, o supremo pesquisador sexual dos EUA, revelou em 1948 que 37 por cento de todos os homens homossexuais confessaram ter tido sexo com crianças abaixo de 17 anos.

— Um recente estudo publicado na revista Archives of Sexual Behavior (Arquivos de Conduta Sexual) revelou que “A melhor evidência epidemiológica indica que só 2,4% dos homens que têm atração por adultos preferem homens. Em contraste, entre 25 e 40% dos homens que sentem atração por crianças preferem meninos. Portanto, o índice de atração homossexual é de 6 a 20 vezes mais elevado do que entre pedófilos”.

— Um estudo em Archives of Sexual Behavior revelou que “A pedofilia parece ter uma associação muito mais do que casual com outros dois fenômenos estatisticamente infreqüentes. O primeiro desses é a homossexualidade… Pesquisas recentes estimam a preponderância da homossexualidade, entre homens que têm atração por adultos, na faixa dos 2%. Em contraste, a preponderância da homossexualidade entre pedófilos pode ser tão elevada quanto 30-40%”.
— Um estudo na Revista de Pesquisa Sexual observou que “…a proporção de criminosos sexuais contra crianças do sexo masculino entre homens homossexuais é significativamente maior do que a proporção de criminosos sexuais contra crianças do sexo feminino entre homens heterossexuais… o desenvolvimento da pedofilia está mais intimamente ligado à homossexualidade do que à heterossexualidade”.

— Um estudo de 229 homens condenados por estupro de crianças, publicado em Archives of Sexual Behavior, revelou que “oitenta e seis por cento dos criminosos [sexuais] contra pessoas do sexo masculino descreviam-se como homossexuais ou bissexuais”.

Para ver as referências dessas pesquisas, por favor, leia o documento total de Clowes aqui.
Traduzido por Julio Severo: http://www.juliosevero.com/

Fonte: http://noticiasprofamilia.blogspot.com/

Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesitenews.com/ldn/2010/apr/10041916.html

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8 de mai. de 2010

A IGREJA EMERGENTE: A Laodicéia do Século 21?










“...haverá tempo em que não suportarão a sã doutrina; pelo contrário, cercar-se-ão de mestres segundo as suas próprias cobiças, como que sentindo coceira nos ouvidos” (2 Timóteo 4.3).

Parece que cada geração tem sua própria apostasia específica e, em alguns casos, até mesmo depois de um avivamento espiritual. A igreja do século 20 começou numa batalha pelos fundamentos da fé cristã. Durante aquele período, os evangélicos (i.e., cristãos da atualidade que crêem na Bíblia e que se constituem de fundamentalistas, separatistas e outros apaixonados amantes da Bíblia) experimentaram um crescimento sem precedentes. Mas então, muitos dos principais seminários começaram a se comprometer, fazendo concessões à filosofia pós-moderna do humanismo secular de nível superior. De 1920 a 1935, muitos líderes fundaram escolas cristãs, institutos bíblicos e seminários que geraram fiéis expositores da Bíblia e igrejas evangelizadoras que ganhavam almas para Cristo em todo o mundo. Infelizmente, vários jovens educadores ingressaram nas universidades seculares a fim de obter seu grau de PhD. Depois de se graduarem, tornaram-se professores de seminário no encargo de ensinar os candidatos ao ministério pastoral a pregarem as Escrituras, sendo que eles mesmos nunca tinham exercido o pastorado, nem haviam se dedicado à pregação. Uma das máximas essenciais do processo educacional é a de que “não se pode partilhar aquilo que não se possui”. O que se verifica com freqüência, nos dias atuais, é que pastores jovens se formam nos seminários, todavia conhecem muito pouco sobre a pregação expositiva, sobre as doutrinas fundamentais, sobre a evangelização e nem mesmo possuem as ferramentas necessárias para atuarem como pastores. Hoje em dia, é comum ver pastores, recém-formados num seminário, assumirem o ministério pastoral de uma igreja, sem nunca terem sido alunos de um professor de seminário que realmente tenha exercido o pastorado de uma igreja.





Além disso, a lavagem cerebral de nossos filhos feita dentro das escolas públicas pelos humanistas seculares, desde a pré-escola até o ensino superior (especialmente nos cursos de pós-graduação) tem produzido uma geração pós-moderna que é avessa aos absolutos morais, ao Evangelho que é o único caminho de salvação e à autoridade da Palavra de Deus. Muitos jovens que estudaram em faculdades cristãs já foram influenciados por essa moderna filosofia secular [N. do T.: Nos Estados Unidos há instituições de ensino fundamental, médio e superior que são mantidas por denominações e entidades evangélicas, cuja proposta de ensino e orientação educacional baseia-se em princípios bíblicos cristãos]. Até mesmo em algumas escolas cristãs de ensino fundamental e médio, é possível encontrar professores com formação acadêmica de orientação humanista, que propõem o ensino de uma filosofia secular dentro de um ambiente cristão. É espantoso verificar o grau de desconhecimento da Bíblia que a maioria dos calouros demonstra ao entrar numa faculdade cristã. O único antídoto para aqueles que sofreram essa lavagem cerebral humanista por muitos anos é uma genuína conversão a Cristo, acrescida de um tempo investido no estudo minucioso da Palavra de Deus.


A lavagem cerebral de nossos filhos feita dentro das escolas públicas pelos humanistas seculares, desde a pré-escola até o ensino superior (especialmente nos cursos de pós-graduação) tem produzido uma geração pós-moderna que é avessa aos absolutos morais, ao Evangelho que é o único caminho de salvação e à autoridade da Palavra de Deus.

A secularização da educação cristã fez com que muitos pastores jovens e sinceros se tornassem vulneráveis aos ensinos da igreja pós-moderna, ou como [seus membros] preferem se designar, “Igreja Emergente”. Esse movimento bebe da essência do antinomianismo, uma filosofia na qual os adeptos questionam mais a Bíblia e os fundamentos da fé do que o ensino e a influência anticristãs de sua formação educacional secular. Eles contam com o apoio de Hollywood, da mídia esquerdista e da música “heavy beat” que transmite mensagens antibíblicas num apelo às emoções, enquanto a mente é deixada de lado. Tal música pode, muitas vezes, apelar aos impulsos da carne e já invadiu as igrejas, onde muitos líderes eclesiásticos alegam que ela lhes presta um auxílio no processo de “crescimento da igreja”, tentando provar, com isso, que estão no “caminho certo”.

Entre os falsos ensinos que brotam da Igreja Emergente encontra-se uma forma não tão sutil de ataque à autoridade da Bíblia – um claro sinal de apostasia. Eles não mais afirmam: “Assim diz o Senhor” (apesar do uso dessa expressão por mais de duas mil vezes na Bíblia), por temerem que isso ofenda aquelas pessoas que apregoam a igualdade de todas as opiniões quanto ao seu valor. A Palavra de Deus não é mais interpretada por aquilo que realmente diz; em vez disso, é interpretada por aquilo que diz para você, desconsiderando, assim, o fato de que a formação educacional e a experiência de vida de uma pessoa podem influenciar a maneira pela qual ela interpreta as Escrituras, a ponto de levá-la irrefletidamente a um significado nunca planejado por Deus para aquele texto.

Alguns dão a entender que Jesus foi um “bom homem, até mesmo um bom exemplo, mas Deus?”. Disso eles não têm certeza. Outros relutam em chegar a tal ponto de questionamento, porque se Jesus não é Deus que “se fez carne”, então não temos um Salvador. Entretanto, há outros da Igreja Emergente que põem em dúvida o milagre da concepção virginal de Cristo, Sua morte substitutiva e expiatória, Sua ressurreição corporal e, obviamente, questionam mais de mil profecias bíblicas, tanto as que já se cumpriram, quanto as que ainda estão por se cumprir, as quais descrevem o maravilhoso plano de Deus para o nosso futuro eterno. Uma indicação da situação em que eles realmente se encontram é evidenciada pelas declarações de um dos seus principais líderes (que é chamado de evangélico), “apesar dele agrupar a série de livros Deixados Para Trás na mesma categoria de O Código DaVinci”.[1] Uma afirmação dessas, vinda de um dos líderes da Igreja Emergente, revela o grau de confusão ou de dolo a que eles de fato chegaram. Ou ele está confuso (iludido) quanto às mentiras gnósticas ocultistas que dominam o enredo de O Códico Da Vinci, ou rejeita, intencionalmente, a interpretação literal da Bíblia que é o fundamento da série Deixados Para Trás, baseada no livro de Apocalipse. Não temos nenhuma dúvida ao afirmar que os líderes da “Igreja Emergente” não crêem no arrebatamento pré-tribulacionista, porque não aceitam a divina inspiração e autoridade da Bíblia.

Os mestres pós-modernos que se denominam “evangélicos”, embora neguem a “fé que uma vez por todas foi entregue aos santos” (Judas 3), são bem rápidos em falar o que eles e outros filósofos heréticos pensam, porém, raramente dizem o que Deus deixou registrado por escrito em Sua biblioteca de sessenta e seis livros, a Bíblia. Eu, particularmente, creio que eles, na verdade, são hereges, apóstatas e lobos “disfarçados em ovelhas”. Devido ao fato do cristianismo liberal ter caído no vácuo do descrédito e das igrejas liberais terem ficado vazias, eles agora fazem uma tentativa de re-empacotar sua teologia sob a forma de pós-modernismo. Na realidade, a maior parte desses conceitos não passa daquilo que costumava ser chamado de modernismo ou liberalismo, ainda que expressos com uma terminologia pós-moderna.


Os líderes da “Igreja Emergente” não crêem no arrebatamento pré-tribulacionista, porque não aceitam a divina inspiração e autoridade da Bíblia.

É difícil obter deles informações quanto ao que realmente crêem, mas eles sabem, muito bem, que não crêem nos fundamentos da fé bíblica. Já é hora de chamarmos a atenção das igrejas para o fato de que tais pessoas são hereges e falsos mestres que “não deram crédito à verdade; antes, pelo contrário, deleitaram-se com a injustiça” (2 Tessalonicenses 2.12), tal como Judas escreveu nos versículos 17 e 18 de sua epístola: “Vós, porém, amados, lembrai-vos das palavras anteriormente proferidas pelos apóstolos de nosso Senhor Jesus Cristo, os quais vos diziam: No último tempo, haverá escarnecedores, andando segundo as suas ímpias paixões”.

A mensagem do Espírito Santo dirigida à igreja de Laodicéia se enquadra perfeitamente à realidade deles: “Ao anjo da igreja de Laodicéia escreve: Estas coisas diz o Amém, a testemunha fiel e verdadeira, o princípio da criação de Deus. Conheço as tuas obras, que nem és frio nem quente. Quem dera fosses frio ou quente! Assim porque és morno e nem és quente nem frio, estou a ponto de vomitar-te da minha boca; pois dizes: Estou rico e abastado e não preciso de coisa alguma, e nem sabes que tu és infeliz, sim, miserável, pobre, cego e nu. Aconselho-te que de mim compres outro refinado pelo fogo para te enriqueceres, vestiduras brancas para te vestires, a fim de que não seja manifesta a tua nudez, e colírio para ungires os olhos, a fim de que vejas. Eu repreendo e disciplino a quantos amo. Sê, pois, zeloso e arrepende-te. Eis que estou à porta e bato; se alguém ouvir a minha voz e abrir a porta, entrarei em sua casa e cearei com ele, e ele, comigo. Ao vencedor, dar-lhe-ei sentar-se comigo no meu trono, assim como também eu venci e me sentei com meu Pai no seu trono. Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas” (Apocalipse 3.14-22).

Minha expectativa de que a verdadeira igreja evangélica assumisse sua posição “em alto e bom som” contra essa nova forma pós-moderna de apostasia, concretizou-se, recentemente, num simpósio de nosso Pré-Trib Study Group [Grupo de Pesquisas Pré-Tribulacionistas], ocorrido no final de 2006. Foram proferidas várias palestras excelentes que expuseram os erros desse novo movimento. Quase que simultaneamente recebi um exemplar do periódico The Master’s Seminary Journal [Jornal do Seminário Master’s] que também desmascarava esse movimento através de artigos escritos pelo Dr. John MacArthur e pelo Dr. Richard Mayhue, dentre outros articulistas. Em seguida, chegaram informações de que o Dr. John MacArthur está escrevendo um livro sobre o assunto. Certamente será uma obra completa, de modo que nos ajudará a confrontar essa heresia moderna pelas Escrituras, tal como somos expressamente orientados a fazer nestes últimos dias (i.e., “[provar] os espíritos se procedem de Deus”, 1 João 4.1). Pastores inexperientes e mal alicerçados na Palavra de Deus estão sendo influenciados por essa forma atual de apostasia. Se tais pastores, porventura, comprarem essas idéias nitidamente heréticas, levarão suas igrejas ao desvio da verdade, através de falsos ensinamentos. Se líderes cristãos proeminentes e bem conhecidos não se opuserem abertamente a essa distorção apóstata, é muito provável que se cumpram, negativamente, as palavras desta profecia: “Contudo, quando vier o Filho do Homem, achará, porventura, fé na terra?” (Lucas 18.8).

Ao procurar uma igreja para sua família, certifique-se de avaliá-la pela importância que dá à Palavra de Deus. Você se lembra daqueles judeus “de Beréia”? Eles pesquisavam diariamente nas Escrituras para saber se os ensinamentos de Paulo e Silas eram legítimos e coerentes: “Ora, estes de Beréia eram mais nobres que os de Tessalônica; pois receberam a palavra com toda a avidez, examinando as Escrituras todos os dias para ver se as coisas eram, de fato, assim” (Atos 17.11). (Pre-Trib Perspectives - http://www.chamada.com.br)

Nota:

1. ‑Jan Markell, “Other Observations on the Condition of the Evangelical Movement”, publicado na revista Lamplighter Magazine, vol. XXVIII, edição jan/fev de 2007, p. 12.

Publicado anteriormente na revista Chamada da Meia-Noite, setembro de 2007.

Tribunal dos EUA declara Dia Nacional de Oração inconstitucional

Tribunal dos EUA declara Dia Nacional de Oração inconstitucional

John Jalsevac

15 de abril de 2010 (Notícias Pró-Família) — Numa decisão divulgada na quinta-feira, a juíza Barbara B. Crabb, do tribunal regional federal, declarou inconstitucional o Dia Nacional de Oração. A decisão vem no caso proposto pela Fundação de Liberdade para Não Ter Religião (FLR), uma organização com sede em Wisconsin. O caso desafiou a constitucionalidade de uma lei federal de 1988 que dá ao presidente a autoridade de designar a primeira quinta-feira de maio como Dia Nacional de Oração.

O dia de oração “vai muito além de meramente ‘reconhecer’ a religião, pois seu único propósito é incentivar todos os cidadãos a se envolver em oração, um exercício inerentemente religioso que não atende a nenhuma função secular nesse contexto”, escreveu Crabb. “Nesse exemplo, o governo tomou partido numa questão que tem de ser deixada para a consciência de cada indivíduo”.

O Centro Americano de Lei e Justiça CALJ), que representou 31 membros do Congresso num depoimento de Amicus curiae defendendo o Dia Nacional de Oração, disse que a decisão é viciada e expressou confiança de que será derrubada.

“É lamentável que este tribunal não tenha conseguido entender que um dia separado para oração pelo país representa uma tradição consagrada pelo tempo que adota a Primeira Emenda, não a viola”, disse Jay Sekulow, o principal jurista do CALJ.
“Essa decisão vai contra precedentes legais bem estabelecidos e estamos confiantes de que essa decisão viciada no final será derrubada”.

Sekulow disse que o CALJ estará recorrendo do caso para a Corte de Apelação dos EUA no Sétimo Circuito. Se a corte de apelos recusar derrubar a decisão, Sekulow disse que o CALJ a levará diante do Supremo Tribunal.

Ele disse que está confiante em que o Supremo Tribunal “no final decidirá que tais proclamações e costumes como o Dia Nacional de Oração não só refletem a rica história da nossa nação, mas estão na verdade em consonância com a Cláusula das Instituições da Primeira Emenda”.
Em seu depoimento apresentando no tribunal regional federal em Madison, Wisconsin, o CALJ representou a si e 31 membros do Congresso (em sua 111ª sessão) — inclusive o Dep. J. Randy Forbes da Virgínia, que preside o Comitê de Oração Parlamentar.

O depoimento do CALJ observou que o país tem uma longa história de reconhecer um dia nacional de oração que data do fim do século XVIII com o Congresso Continental recomendando que os estados separassem um dia para oração e ações de graça. O depoimento declara que “a evidência histórica estabelecendo um Dia Nacional de Oração como profundamente enraizado na tradição e história deste país é incontestável”.

O CALJ representou os seguintes deputados federais americanos que estão no Congresso: J. Randy Forbes, Robert B. Aderholt, Michele Bachmann, Roscoe G. Bartlett, John A. Boehner, John Boozman, Eric Cantor, K. Michael Conaway, Mary Fallin, Virginia Foxx, Trent Franks, Scott Garrett, Louie Gohmert, Wally Herger, Peter Hoekstra, Walter B. Jones, Jim Jordan, Doug Lamborn, Thaddeus G. McCotter, Patrick T. McHenry, Mike McIntyre, Jeff Miller, Sue Wilkins Myrick, Randy Neugebauer, Pete Olson, Mike Pence, Joseph R. Pitts, Heath Shuler, Adrian Smith, Lamar Smith e Joe Wilson.

O depoimento de Amicus curiae do CALJ está disponível em inglês aqui:

http://www.aclj.org/media/pdf/ACLJAmicibrief-Final.pdf

Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Fonte: http://noticiasprofamilia.blogspot.com/

Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesite.net/ldn/viewonsite.html?articleid=10041508

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Lição 06 A Soberania e a Autoridade de Deus

Lição 06 A Soberania e a Autoridade de Deus

Leitura Bíblica em Classe Jeremias 18. 1-10

Introdução

I. A visita a casa do oleiro
II. A soberania de Deus
III. O crente e a vontade de Deus
Conclusão

A Soberania de Deus, a Eleição Divina e a Perseverança do Crente

Prezado professor, o tema na lição deste domingo é “A Soberania e a Autoridade de Deus”. Soberania, em teologia, é classificada como um atributo (ou perfeição) de Deus, inerente somente a Ele (Onipotência, Oniciência, Onipresença, Eternidade, Imutabilidade e Soberania). O termo significa “principal, chefe, supremo”. Soberania refere-se à Deus como o Ser Supremo do universo, está relacionada a poder, ou seja, Deus é o poder supremo do universo. As Escrituras revelam como Ele exerce esse poder. São nos desdobramentos escriturísticos que naturalmente a doutrina da soberania passa a ter uma perspectiva soteriológica: A Eleição Divina e a Perseverança do Crente. Esses dois assuntos, que serão tratados neste subsídio, são desenvolvidos a partir do conceito principal da soberania de Deus.

A Eleição Divina

Precisamos notar as ênfases de Paulo. Uma delas é que ser filho de Deus depende da livre e soberana expressão de sua misericórdia, e não de algo que sejamos ou façamos. Paulo enfatiza a misericórdia divina que inclui os gentios juntamente com os judeus (Rm 9.24-26; 10.12). O calvinismo entende que esse trecho bíblico afirma a doutrina de uma escolha arbitrária de Deus, que não leva em conta a responsabilidade e participação humanas. Essa, porém, não é a única possibilidade. Na mesma seção bíblica (Rm 9 – 11), surgem evidências da participação e responsabilidades humanas (Rm cf. 9.30-33; 10.3-6,9-11,13,14,16; 11.20,22,23). Paulo afirma: “Deus, pois, compadece-se de quem quer e endurece a quem quer” (9.18). Diz ainda que Israel havia experimentado “o endurecimento em parte” (11.25), mas o contexto parece relacioná-lo à sua desobediência, obstinação e incredulidade (10.21; 11.20). Além disso, Paulo declara que a razão por que “Deus encerrou a todos debaixo da desobediência é “para com todos usar de misericórdia” (11.32). Portanto, não somos forçados a uma única conclusão, isto é, à eleição incondicional.

A Perseverança do Crente

[...] “Jesus (Jo 10.28) está nos dizendo o que vai acontecer: as suas ovelhas não perecerão. Então, pode-se entender que a Bíblia diz que poderíamos apostatar, porém, mediante o poder de Cristo para nos conservar, isso não nos acontecerá”.
Se tal pode acontecer, por que a possiblidade existiria somente em hipótese? Erikson e a maioria dos calvinistas referem-se a Hebreus 6.9 como evidência: “Mas de vós, ó amados, esperamos coisas melhores e coisas que acompanham a salvação, ainda que assim falamos”. Semelhante justificativa fica sendo tênue à luz de Hebreus 6.11,12: “Mas desejamos que cada um de vós mostre o mesmo cuidado até ao fim, para completa certeza da esperança; para completa esperança; para que vos não façais negligentes, mas sejais imitadores dos que, pela fé e paciência, herdam as promessas”. Continuar na fé e na prática confirma nossa esperança e herança. É realmente possível fazer uma exegese de Hebreus 10.26-31, mesmo a despeito do v. 39, de modo a concluir que se refira meramente a uma possibilidade lógica, e não real?

Prosseguindo o raciocínio, citemos a advertência de Jesus: “O amor de muitos se esfriará. Mas aquele que perseverar até o fim será salvo” (Mt 24.12,13). Ele diz que olhar para trás nos torna indignos do Reino (Lc 9.62) e adverte: “Lembrai-vos da mulher de Ló” (Lc 17.32). Jesus diz ainda que, se a pessoa não permanecer nEle, será cortada (Jo 15.6; cf. Rm 11.17-21; 1 Co 9.27). Paulo diz que podemos ser alienados de Cristo e cair da graça (Gl 5.4); que alguns naufragaram na fé (1 Tm 1.19); que alguns abandonarão (gr. aphistêmi) a fé (1 Tm 4.1); e que “se o negarmos, também ele nos negará” (2 Tm 2.12). O escritor aos Hebreus diz que “a casa [de Deus] somos nós, se tão-somente conservarmos firme a confiança e a glória da esperança até ao fim” (3.6); que devemos cuidar para que ninguém entre nós tenha “um coração mau e infiel, para se apartar [aphistamai] do Deus vivo” (3.12); e que “nos tornamos participantes de Cristo, se retivermos firmemente o princípio da nossa confiança até ao fim” (3.14).

Professor, uma das grandes tentações de pregadores ou expositores bíblicos é dar ênfase absoluta a uma determinada doutrina bíblica (inclinação para cura, seus pressupostos bíblicos se interessam apenas por cura; inclinação para escatologia, seus pressupostos tendem a uma leitura bíblica escatológica, e assim por diante). Os textos acima enfatizam bem o equilíbrio bíblico sobre o assunto “Soberania de Deus”. Nunca houve contradição entre soberania e livre-arbítrio. A história da salvação denota a ação e a eleição de Deus (por meio do Espírito Santo) na salvação do homem, mas deste, se espera a manifestação do fruto de Arrependimento e Fé.

Antes de defendermos a escola teológica A ou B, sejamos bíblicos e cristocêntricos. Veremos que na verdade a soberania de Deus não anula a responsabilidade humana na perseverança de fé em nossa peregrinação. Professor, mostre ao seu aluno a necessidade de desenvolver a perspectiva do Evangelho integral (o Evangelho todo, para o homem todo). Incentive-o a meditar em todas as passagens supracitadas acima, e ajude-os no desenvolvimento de uma leitura coerente e meditativa da Bíblia na iluminação do Espírito Santo. Boa aula!

Referência Bibliográfica
HORTON, Stanley (ed.). Teologia Sistemática, Uma perspectiva pentecostal. Rio de Janeiro, CPAD.

Sugestão de Leitura para interpretação do texto Bíblico
BENTHO, Esdras Costa. Hermenêutica Fácil e Descomplicada. Rio de Janeiro, CPAD.
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7 de mai. de 2010

Deus chega às aulas de biologia


Deus chega às aulas de biologia


Escola adota teoria baseada na intervenção de uma inteligência superior na criação da vida, opondo-se às ideias de Darwin

Hélio Gomes












Uma das maiores polêmicas a chacoalhar a sociedade e a comunidade científica dos Estados Unidos nos últimos anos desembarcou no Brasil. Ao longo da semana passada, um ciclo de debates realizado no Colégio Presbiteriano Mackenzie, um dos mais tradicionais da capital paulista, apresentou a teoria do design inteligente a centenas de estudantes. Criada nos Estados Unidos na metade dos anos 80, ela se opõe à teoria da evolução de Charles Darwin – amplamente aceita pela ciência desde a publicação do clássico “A Origem das Espécies” (1859) – e se baseia na ideia de que uma entidade superior seria a responsável pela criação de todas as formas de vida do Universo. Para os cientistas que defendem o conceito, tal força criativa é chamada de “designer inteligente”. Para os cristãos fundamentalistas americanos, ela é Deus.

A grande questão envolvendo o design inteligente (DI) é a sua introdução em algumas escolas americanas durante as aulas de biologia, e não nas de religião, que, a exemplo do Brasil, não fazem parte do currículo escolar no ensino público. Conceitos pseudocientíficos e ainda não aceitos pela maioria da academia, como a chamada complexidade irredutível – que sustenta que certos micro-organismos biológicos são intrincados demais para terem evoluído de formas mais simples de vida –, são usados por biólogos, químicos e filósofos da ciência integrantes do movimento DI em sala de aula como uma alternativa à teoria da evolução. Em 2005, os pais de 11 alunos de uma escola pública de Dover, no Estado da Pensilvânia, entraram na Justiça para tentar impedir o ensino do DI, alegando que, na verdade, ele seria um conceito criacionista e, portanto, religioso. Eles ganharam a disputa judicial e a teoria foi banida da disciplina na escola.

O evento realizado em São Paulo nos últimos dias trouxe ao Brasil dois dos mais célebres defensores do DI nos Estados Unidos. Stephen C. Meyer, doutor em história e em filosofia da ciência, é um dos criadores do movimento e um de seus mais atuantes portavozes. Autor de três livros, entre os quais o recente “Signature in the Cell” (Assinatura na Célula, inédito no Brasil), ele afirma que sua missão em terras brasileiras era simples: “Viemos para suscitar a discussão – nosso trabalho é científico, e não político ou educacional”, diz Meyer, um dos membros mais atuantes do Instituto Discovery, centro de pesquisas sem fins lucrativos ligado a setores conservadores da sociedade americana. “Como eu creio em Deus, acredito que ele é o designer inteligente. Mas existem cientistas ateus que aceitam a teoria de outras formas”, completa o pesquisador.














Não é o caso do bió logo americano Scott A. Minnich, também presente no ciclo de debates para apresentar os conceitos do DI aos estudantes brasileiros. “Sim, eu sou religioso”, afirma Minnich. Ele conta que já sofreu preconceito por fazer parte do movimento. “É assim que as coisas funcionam na ciência. Algumas pessoas tentaram convencer o presidente da universidade na qual leciono de que eu estava incluindo o DI nas minhas aulas de microbiologia, o que não era verdade”, diz o biólogo, que também participou das missões que buscaram indícios da produção de armas bioquímicas no Iraque em 2004.

A confusão gerada por uma teoria que se apropria de conceitos científicos para chegar a conclusões com forte viés religioso despertou a ira da ala ateísta. Entre as vozes mais ácidas contra o DI, destaca-se a do biólogo evolucionista britânico Richard Dawkins. Também chamado de “rottweiler de Darwin”, ele ganhou notoriedade graças ao livro “Deus, um Delírio” (lançado no Brasil em 2007 pela Cia das Letras), também transformado em documentário. “É pertinente ensinar controvérsias científicas às crianças”, disse Dawkins em entrevista ao jornal inglês “The Times”. “Só não podemos dizer: ‘Temos dois conceitos sobre o surgimento da vida – um é a teoria da evolução e o outro é o livro do Gênesis. Se abrirmos esse precedente, também teremos de ensinar a elas a crença nigeriana que diz que o mundo foi criado a partir do excremento de formigas”, provoca o biólogo.

Voltando ao cenário brasileiro, vale lembrar que o colégio Mackenzie é uma instituição particular, com origens americanas e de cunho religioso desde a sua fundação. Portanto, o ensino do DI nas aulas de biologia, que acontece desde 2008, é tão válido quanto as aulas de religião ministradas em instituições de ensino católicas. “Acreditamos que a fé influencia todos os aspectos da nossa vida, inclusive a ciência”, resume Davi Charles Gomes, chanceler em exercício do Mackenzie e pastor presbiteriano.

Fonte: Istoe
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6 de mai. de 2010

Autoridade número 2 do Vaticano: Homossexualidade é a causa da crise de abuso sexual

Autoridade número 2 do Vaticano: Homossexualidade é a causa da crise de abuso sexual

Matthew Cullinan Hoffman, correspondente na América Latina

SANTIAGO, Chile, 12 de abril de 2010 (Notícias Pró-Família) — A autoridade número 2 do Vaticano, o secretário de Estado Tarcisio Bertone, disse hoje que os problemas da Igreja com padres pedófilos não estão sendo causados pelo celibato, mas pela homossexualidade.

“Muitos psicólogos, muitos psiquiatras demonstraram que não há nenhuma relação entre celibato e pedofilia”, disse Bertone numa coletiva à imprensa no Chile hoje. “Mas muitos outros demonstraram, e me disseram recentemente, que há uma relação entre homossexualidade e pedofilia”.

“Essa é a verdade, esse é o problema”, acrescentou Bertone.
Notando que a pedofilia é um fenômeno que “afeta todas as categorias de pessoas, e padres num grau menor em termos de percentagem”, Bertone disse que tal conduta “é muito grave, é escandalosa”.
Bertone acrescentou que, a fim de lidar com os casos de abuso sexual, “o Santo Padre vai começar outras iniciativas, e não deixará de nos maravilhar com novas iniciativas com respeito ao assunto que estamos debatendo”.

Embora a classe de saúde mental nos Estados Unidos habitualmente negue qualquer relação entre abuso sexual infantil e homossexualidade, numerosos estudos têm mostrado um ligação estatística entre os dois.

Um relatório sobre a crise de abuso sexual nos EUA, feito a pedido da Conferência dos Bispos Católicos dos EUA em 2004 pela Faculdade de Justiça Criminal John Jay, revelou que a vasta maioria das vítimas em casos de abuso sexual envolvendo padres era de adolescentes do sexo masculino.

Leia a cobertura relacionada de LifeSiteNews:
Sex Abuse in Catholic Church was Homosexual Problem, not Pedophilia: Vatican
http://www.lifesitenews.com/ldn/2009/sep/09092910.html
Leader of Brazil Homosexual Movement Under Investigation for Pedophilia
http://www.lifesitenews.com/ldn/2007/jul/07073011.html

Clergy Sexual Abuse Study: It's Time for Common Sense
http://www.lifesitenews.com/ldn/2010/apr/10040104.html
REPORT SHOWS LINK BETWEEN HOMOSEXUALITY AND CHILD ABUSE
http://www.lifesitenews.com/ldn/2002/may/02053107.html
NY DISTRICT ATTORNEY SAYS PRIEST SCANDALS ARE HOMOSEXUALITY, NOT PEDOPHILIA
http://www.lifesitenews.com/ldn/2002/apr/02041105.html
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
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Pediatras alertam educadores: atitude “pró-homossexualismo” pode prejudicar crianças

Pediatras alertam educadores: atitude “pró-homossexualismo” pode prejudicar crianças

Kathleen Gilbert
GAINESVILLE, Flórida, EUA, 7 de abril de 2010 (Notícias Pró-Família) — O Conselho Americano de Pediatria está avisando os educadores sobre o modo como eles estão lidando com estudantes que estão experimentando atração de mesmo sexo ou exibindo sintomas de confusão sexual, dizendo que uma atitude pró-homossexualismo pode atrapalhar para pior uma incerteza natural nos jovens.

“Como pediatras, nosso principal interesse está na saúde e bem-estar de crianças e jovens”, Dr. Den Trumbull, vice-presidente do Conselho, explica. “Estamos cada vez mais preocupados com o fato de que em muitíssimos exemplos, a desinformação ou suposições incorretas estão orientando educadores bem-intencionados a adotar políticas que são realmente prejudiciais para os jovens que estão lidando com confusão sexual”.
Essas preocupações são delineadas numa carta e um parecer técnico enviado pelo Dr. Thomas Benton, presidente do Conselho, para todos os 14.800 superintendentes de distritos escolares dos EUA.
O Dr. Benton também os informa sobre um novo recurso via internet, FactsAboutYouth.com, que foi criado por uma coalizão de profissionais de saúde para dar informações factuais para educadores, pais e estudantes sobre o desenvolvimento sexual.

O Conselho lembrou aos superintendentes escolares que é comum os adolescentes experimentarem confusão temporária sobre sua orientação sexual, e que a maioria dos estudantes no final adotará uma orientação heterossexual, se não receberem incentivos contrários. Por esse motivo, os médicos avisaram que as escolas não devem desenvolver políticas que “confirmem” ou incentivem atrações não heterossexuais entre estudantes que podem meramente estar provando ou experimentando confusão sexual temporária.

Tal classificação prematura, disseram eles, pode levar alguns adolescentes a se envolver em condutas homossexuais que trazem graves ricos físicos e mentais de saúde.
Pelo fato de que não há nenhuma evidência física de que alguém nasce gay ou transexual, observou o Conselho, as escolas não devem ensinar ou insinuar aos estudantes que a atração homossexual é inata, sempre dura a vida inteira e é imutável. Pesquisas mostram que a terapia para restaurar a atração heterossexual pode ser eficaz para muitas pessoas.
Family Watch International (FWI), uma organização que defende a família, apoiou a carta dos pediatras e exortou os pais a divulgar essa informação crucial.
“Embora o CAP mostre os fatos para os educadores, cabe aos pais e outros indivíduos preocupados agora levá-los adiante”, escreveu Sharon Slater, presidente de FWI num email para seus apoiadores. “Temos de assegurar que as escolas simplesmente não ignorem os fatos por tais motivos de preconceitos pessoais ou tendências politicamente corretas”.

Arthur Goldberg, conselheiro licenciado e especialista em ajudar pessoas que enfrentam atração indesejada pelo mesmo sexo, disse para LifeSiteNews.com (LSN) que: “Infelizmente antes da iniciativa do Conselho Americano de Pediatria (CAP) de desenvolver o novo site http://www.factsaboutyouth.com e o material factual que eles enviaram para os superintendentes dos distritos escolares, centenas de livros, panfletos, filmes e outros materiais falsos e enganosos foram absorvidos — com o dinheiro de nossos impostos — no sistema de escolas públicas dos EUA.
Goldberg citou como exemplo um livreto distribuído em 2008 pela Associação Nacional de Educação e a Associação Americana de Psicologia intitulado “Just the Facts” (Apenas os fatos), que ele diz foi “disponibilizado para o propósito claro de radicalmente impactar a maneira como as escolas lidam com a percepção sexual e com a conduta de crianças em idade escolar”. O livreto desestimula o debate acerca da terapia para mudar a atração do mesmo sexo, e sustenta a homossexualidade como uma “expressão normal da sexualidade humana”.

Contrário às afirmações do livreto de que a homossexualidade é imutável, Goldberg disse, “há evidência clara e convincente de que muitos fatores podem levar um adolescente à conduta homossexual — inclusive curiosidade, um sentimento de não conseguir se integrar, a experiência de abuso sexual no passado e um desejo de atenção ou a necessidade de fazer parte de um grupo. Os anos da adolescência servem como uma fase de transição quando necessidades afetivas, emocionais e de identificação podem ser facilmente sexualizadas demais”.
“Pelo fato de que o livreto ‘'Just the Facts’ incentive que adolescentes se auto-rotulem prematuramente como gays enquanto outros materiais desse tipo apresentam grandes riscos de saúde, o CAP, como uma organização médica dedicada às melhores práticas de criação de filhos, realizou um importante serviço público ao disponibilizar seu material para superintendentes de escolas, estudantes e seus pais”, disse ele.

Para mais informações, inclusive pareceres técnicos sobre os perigos de se incentivar a homossexualidade em crianças, visite FactsAboutYouth.com

Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com

Fonte: http://noticiasprofamilia.blogspot.com

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4 de mai. de 2010

Glenn Beck revela as profundas raízes socialistas do presidente Obama

Glenn Beck revela as profundas raízes socialistas do presidente Obama

Peter J. Smith

WASHINGTON, D.C., EUA, 7 de abril de 2010 (Notícias Pró-Família) — O comentarista conservador Glenn Beck revelou em seu programa de televisão da FOX News que a criação do presidente Obama foi imersa em socialismo, a principal ideologia política que, conforme argumenta Beck, formou o homem que deixou claro que ele pretende “transformar os EUA de modo profundo”.

Embora Beck tenha várias vezes frisado que ele não estava atacando a família de Obama, ele disse que os americanos precisam conhecer as bases filosóficas da vida de Obama e que “a tragédia da infância desse menino é chocante”.

“Seus pais pareciam colocar políticas radicais acima de qualquer outra coisa, inclusive seu menininho”, disse Beck. “Quantos de nós fomos abandonados por causa de uma política ou teoria política marxista? Isso não aconteceu com o pequeno Barack Obama uma vez, mas duas vezes. Seu próprio pai e sua mãe lhe fizeram isso”.

Beck descreveu o pai de Obama, também chamado Barack Obama, como “um comunista roxo”, que abandonou seu filho que tinha só dois anos para prosseguir sua educação em Harvard como economista e então voltar para o Quênia como burocrata. O pai de Obama aconselhou ao governo do Quênia redistribuir a renda por meio do aumento de impostos, e também costumava citar Marx para expressar sua desconfiança do sistema capitalista.

Com relação a Stanley Ann Dunham, a mãe do presidente americano, Beck disse que uma amiga de Dunham a descreveu como “fellow traveler” — uma palavra código em inglês para designar marxistas ferrenhos — e ela era adepta da “teoria crítica”, que Beck descreveu como “marxista ao extremo”.

Beck apontou para o fato de que em sua autobiografia “Dreams of My Father” o próprio Obama descreveu sua mãe como “a figura dominante nos anos da minha formação”, e disse que “os valores que ela me ensinou continuam a ser meu padrão quando tenho de lidar com as palavras das políticas”.

Dunham se mudou do Havaí para a Indonésia e mais tarde deixou seu filho com seus pais a fim de seguir sua vida no Paquistão, de acordo com Beck.
Embora em sua autobiografia Obama tenha retratado os pais de sua mãe como “metodistas e batistas conservadores do Kansas”, Beck disse que a evidência disponível revela uma história diferente.

Beck disse que os avôs de Obama, que o criaram enquanto ele estava na escola secundária, realmente frequentavam a Igreja Unitarista Eastshore em Bellevue, Washington — um ninho de esquerdistas radicais. Ele disse que a igreja era descrita pelo jornal Chicago Tribune como a “igreja vermelha no monte”, e que o comunista John Stenhouse “por acaso era também o presidente da igreja — contribuindo possivelmente para o apelido de ‘vermelha’”.

Além disso, disse Beck, o avô de Barack colocou como mentor pessoal de Obama um negro comunista. Em sua autobiografia, Obama só identificaria o mentor como “Frank”, mas Beck apontou para um blogueiro da Nova Zelândia que afirmou ter descoberto que Obama estava se referindo a Frank Marshall Davis, “um negro poeta e comunista fichado no FBI”.

“O que me impressiona é que esse menino não teve chance alguma de se enraizar nos princípios dos homens que fundaram os EUA. Ele não teve chance de realmente pensar nada, a não ser idéias radicais baseadas em todos os indivíduos que passaram pela sua vida até agora”, exclamou Beck.

De novo, Beck apontou para a autobiografia de Obama, onde ele inclui “os professores marxistas” entre aqueles amigos que ele disse ter escolhido cuidadosamente.
Beck concluiu que a trajetória da vida de Obama mostra que o presidente sempre foi influenciado principalmente pela teoria socialista marxista, até mesmo na escolha de sua igreja, que ele frequentou por mais de 20 anos: a Igreja Unida da Trindade do Rev. Jeremiah Wright, que adotou a “teologia da libertação negra — marxismo”.

“Quando, quando foi que ele mudou?” disse Beck, argumentando que não existe nenhuma evidência que indique nem de longe como, quando ou por que Obama teria tido uma importante conversão política, deixando suas raízes socialistas/marxistas.

“Sabemos qual é o alicerce dele. O que ele está construindo em cima desse alicerce?”

Veja parte do vídeo inteiro do programa de Glenn Beck na FOX News aqui.
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com

Fonte: http://noticiasprofamilia.blogspot.com

Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesite.net/ldn/viewonsite.html?articleid=10040709

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2 de mai. de 2010

Comissão de Direitos Humanos do Canadá quer ação legal do Supremo Tribunal contra ativista católico

Comissão de Direitos Humanos do Canadá quer ação legal do Supremo Tribunal contra ativista católico

Patrick B. Craine

REGINA, Saskatchewan, Canadá, 1 de abril de 2010 (Notícias Pró-Família) — A Comissão de Direitos Humanos de Saskatchewan (CDHS) anunciou sua intenção de levar seu caso contra Bill Whatcott, um cristão que está lutando contra as invasões do movimento homossexual, ao Supremo Tribunal do Canadá.

Whatcott disse para LifeSiteNews (LSN) na quinta-feira que a CDHS informou seu advogado, Tom Schuck, de sua intenção de recorrer da decisão de 25 de fevereiro na Corte de Apelos de Saskatchewan.

Whatcott sugeriu que, embora ele não queira ver o caso como já ganho, o apelo da CDHS é uma medíocre medida estratégica à luz dos atuais sentimentos negativos contra as comissões de direitos humanos do Canadá. “Estrategicamente, embora eu queira desestimulá-los de fazer isso… é um sinal de desespero e pouco senso”, ele disse para LSN. “As comissões de direitos humanos e seus poderes de censurar a opinião não estão realmente, a nível político e legal, gozando muita popularidade neste momento”.
“Se eu fosse eles, o que eu teria feito era só ficar com a boca fechada e esperar uns 10 anos e tentar preparar o momento certo para censurar as pessoas como eu mesmo quando não houvesse tanta vigilância minuciosa a esses órgãos”, acrescentou ele.

A CDHS levou Whatcott diante do Tribunal de Direitos Humanos de Saskatchewan em 2006 por causa de sua prática de distribuir panfletos sobre os perigos do aborto e do homossexualismo. Eles lançaram seu caso depois de várias queixas por causa de uma série de panfletos que ele havia entregado em Saskatoon e Regina em 2001 e 2002.

O panfleto em questão foi escrito em objeção a um anúncio classificado num jornal homossexual que buscava “meninos/homens para correspondência, amizade, trocar vídeos, fotos”. O panfleto também criticava a promoção da homossexualidade nas escolas públicas de Saskatoon e na Universidade de Saskatchewan.

O tribunal descobriu que Whatcott havia violado a seção 14(1)(b) do código de direitos humanos da província, o qual proíbe discursos que “exponham ou tendam a expor a ódio, zombaria, menosprezo ou qualquer outra coisa que afronte a dignidade de qualquer pessoa ou classe de pessoas numa base proibida”. Ele recebeu ordens de pagar uma multa de $17.500 e de parar de divulgar publicamente suas convicções sobre a homossexualidade.
A decisão do tribunal foi mantida em 2007 pelo tribunal regional federal de Saskatchewan, mas foi derrubada em 25 de fevereiro pela Corte de Apelos de Saskatchewan.
A juíza Darla Hunter decidiu que Whatcott não havia violado o código de direitos humanos, e que a decisão do tribunal injustamente limitava a liberdade de expressão. “É aceitável, numa democracia, que indivíduos comentem sobre a moralidade da conduta dos outros”, escreveu ela. “Qualquer coisa que limite o debate sobre a moralidade da conduta é uma intrusão no direito de livre expressão”.

Em sua entrevista de quinta-feira com LSN, Whatcott insistiu em que ele não está deixando o caso impedi-lo de falar publicamente, observando que ele tem uma missão para Quebec planejada para junho, de pregar o Evangelho à luz da campanha recentemente anunciada pelo governo de Quebec de normalizar a homossexualidade.

“Não estou fugindo, independente de qual seja o resultado desse caso”, disse ele.
Veja a cobertura relacionada de LifeSiteNews.com:

Sask. Court Overturns Human Rights Ruling against Anti-Homosexuality Activist

http://www.lifesitenews.com/ldn/2010/mar/10030105.html
Catholic Activist "Banned for life" From Publicly Criticising Homosexuality
http://www.lifesitenews.com/ldn/2007/dec/07121306.html

Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Fonte: http://noticiasprofamilia.blogspot.com

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