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24 de mai. de 2014

Jean Wyllys desistirá de releição se PSOL permitir candidatura de pastor


Jean Wyllys desistirá de releição se PSOL permitir candidatura de pastor

jean willys
O ativista gay e deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ) teria dito à direção de seu partido que não se candidatará à reeleição caso o pastor Jefferson Barros receba autorização para se candidatar à Câmara dos Deputados.
Barros é um pastor da Assembleia de Deus Vitória em Cristo e teria o apoio do pastor Silas Malafaia para arrebanhar votos dos fiéis da denominação.
De acordo com o jornalista Lauro Jardim, Wyllys teria dado um ultimato à direção do PSOL, dizendo que desistiria da candidatura se o pastor tivesse sua pré-candidatura aceita. “A intransigência do deputado tem explicação. Wyllys desconfia que o pastor Jefferson Barros seja um militante infiltrado por Silas Malafaia para impedir a sua eleição”, escreveu Jardim na coluna Radar Online.
Em 2010, Jean Wyllys só foi eleito por conta do coeficiente eleitoral. Com pouco mais de 13 mil votos, o ex-BBB foi beneficiado pela grande votação de Chico Alencar, que conseguiu votos suficientes para dois candidatos do PSOL. Se Barros receber apoio do pastor Silas Malafaia, é provável que tenha mais votos que Wyllys, ocupando sua vaga na legenda caso Alencar repita o desempenho de quatro anos atrás.
Fonte: Gospel Prime
Divulgação: www.jorgenilson.com

22 de abr. de 2014

Esquerda fica de boca fechada enquanto taxistas muçulmanos rejeitam anúncios de Jogos Gays


O governo americano juntamente com toda a ultra-poderosa mídia esquerdista americana adoram criticar Uganda e a Rússia por leis contra a homossexualidade. Mas quando taxistas islâmicos nos EUA rejeitaram anúncios gays, todos ficaram de boca fechada. Leiam e divulguem este artigo: 
Link deste artigo: http://bit.ly/1ltopaf

Esquerda fica de boca fechada enquanto taxistas muçulmanos rejeitam anúncios de Jogos Gays

Julio Severo
De acordo com a FoxNews, 25 motoristas muçulmanos despachados para o Aeroporto Internacional Hopkins em Cleveland estão se recusando a dirigir táxis enfeitados com anúncios dos Jogos Gays, que serão realizados de 9 a 16 de agosto na região.
Os motoristas disseram que sua decisão foi baseada em suas convicções religiosas.
Ann Gynn, porta-voz dos Jogos Gays, disse que o protesto é um caso “isolado,” querendo dizer que os motoristas de outras religiões (principalmente o Cristianismo, considerando que essa religião ainda é dominante nos EUA) não se queixaram de fazer propaganda involuntária para o evento gay. “Essa foi uma decisão desses taxistas individuais. Foi uma decisão pessoal,” disse ela.
Você consegue imaginar 25 taxistas cristãos recusando participar de propaganda gay sem nenhuma perseguição dos meios de comunicação, do governo e dos ativistas gays? Eu consigo imaginar empresas de táxis demitindo 25 taxistas cristãos por “ódio” e “discriminação”!
Os Estados Unidos têm um status e papel cultural dominante no mundo. Em anos recentes, os EUA têm dado sinais de que é correto impor a agenda gay em outras nações. E os EUA têm dado seu próprio exemplo pessoal, com cristãos sendo punidos por mero capricho dos ativistas gays e seus aliados no governo e meios de comunicação.
Os cristãos americanos têm sido punidos como se 97% dos EUA fossem homossexuais e menos de 3% fossem cristãos.
Os cristãos americanos têm sido punidos apenas por defenderem o casamento tradicional. O recente caso de Brendan Eich, presidente da Mozilla, perdendo seu emprego porque anos atrás ele fez uma doação em apoio do casamento tradicional mostra que a ditadura cultural predominante nos EUA hoje não permitirá nenhuma opinião discordante — isto é, nenhuma opinião cristã.
Uma dupla de ativistas gays quer “casar” e escolheram um estabelecimento cristão para tirar fotos da sua cerimônia imoral? Nos EUA, você não tem liberdade de recusar — não se você for cristão.
Esse é o exemplo (pérfido) que os EUA estão dando para o mundo ver e seguir.
Entretanto, no caso dos taxistas muçulmanos, há outro exemplo sendo dado. Se você é muçulmano, há uma exceção. Há liberdades “pessoais” e “religiosas” que devem ser respeitadas — só no caso muçulmano. Aliás, não vi nenhuma publicação e site gay protestando contra a decisão muçulmana. Nenhum ativista gay falou de entrar com processos e a grande mídia americana, habitualmente histérica e ferozmente oposta aos cristãos que rejeitam imposições gays, tem permanecido de boca fechada. Ninguém está criticando os muçulmanos e suas decisões “pessoais” e “religiosas.”
Nos EUA de hoje, não consigo ver um Brendan Eich muçulmano perdendo seu emprego pelo fato de que as convicções muçulmanas rejeitam a homossexualidade. Não consigo ver nenhum outro muçulmano perdendo seu emprego, porque, no caso deles, não há nenhuma intimidação sistemática dos ativistas gays e seus aliados poderosos.
O que quero dizer é: O que os EUA estão tentando ensinar ao mundo? Que os cristãos são azarados e que os muçulmanos têm direito a exceções?
Como brasileiro tenho essas preocupações porque a elite socialista do Brasil, geralmente treinada em universidades americanas, e os ativistas gays brasileiros, igualmente treinados nos EUA, simplesmente adoram imitar as tendências socialistas americanas, ao passo que os muçulmanos têm direito a decisões “pessoais” e “religiosas” e os cristãos são dignos de desemprego e outros males culturais, sociais e legais ocidentais por causa de suas convicções éticas e morais.
O que eles — e muitos outros no mundo inteiro — aprenderão com o exemplo americano? Converta-se à homossexualidade ou ao islamismo para se proteger da insana perseguição cultural, social e legal ocidental?
Versão em inglês deste artigo: Left Silent as Muslim Cabbies Reject Gay Games Ads
Divulgação: www.jorgenilson.com

14 de abr. de 2014

Plano Nacional de Educação irá aprofundar doutrinação no ensino


Plano Nacional de Educação irá aprofundar doutrinação no ensino
No país do analfabetismo funcional, novo plano de educação negligencia o mérito, põe a escola contra a família e, em vez de estimular a leitura, policia as palavras, transformando a língua num instrumento de opressão ideológica
Paulo Antunes
Cláudio de Moura Castro, economista e pesquisador: denunciando os delírios
do Plano Nacional de Educação
José Maria e Silva
Durante uma audiência pública da Comissão de Educação, Cultura e Esporte do Senado Federal, realizada em 22 de outubro do ano passado, o economista e professor Cláudio de Moura Castro, ao término de sua palestra, resolveu apresentar uma proposta ao Plano Nacional de Educação (PNE 2011-2020). Professor visitante de renomadas universidades estrangeiras, Ph.D. em Economia pela Vanderbilt University, nos Estados Unidos, e conceituado pesquisador da educação, com vários livros publicados, Moura Castro, com um ligeiro sorriso no rosto, anunciou: “Já que todo mundo botou um negócio no plano, um artiguinho, eu também quero propor um artiguinho no plano: um bônus para as caboclinhas de Pernambuco e do Ceará conseguirem se casar com os engenheiros estrangeiros, porque aí eles ficam [no País], e aumenta o capital humano no Brasil, aumenta a nossa oferta de engenheiros”.

A declaração provocou um manifesto de repúdio de cerca de 50 entidades de todo o País, desde a União Nacional dos Estudantes até o Instituto Paulo Freire, passando pela Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Educação (Anped) e a Campanha Nacional pelo Direito à Educação, um movimento que congrega cerca de 200 entidades, entre elas o indefectível Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra (MST), que, por mais estranho que pareça, é um de seus coordenadores. Para essas entidades, a declaração de Moura Castro é “inadmissivelmente machista e discriminatória” e “manifesta um preconceito regional e racial inaceitável”, inclusive sugerindo a subjugação das mulheres por estrangeiros. Elas exigiram uma retratação do professor e prometeram recorrer até a Dilma Rousseff, como se já vivêssemos numa ditadura totalitária e a presidente tivesse poder para autorizar ou não o livre pensamento.

O humor pode não ser o forte do professor Cláudio de Moura Castro e sua declaração revela certo mau gosto. Como carioca, ele poderia propor o bônus para as calipígias passistas das escolas de samba que se expõem muito mais ao olhar estrangeiro do que as caboclinhas do sertão nordestino, poupando Pernam­buco e Ceará de uma referência gratuita. Mas é um exagero considerar uma mera frase infeliz como discriminatória, preconceituosa e machista, até ameaçando o professor com processo judicial, sobretudo quando se conhece o contexto em que foi formulada. Essas entidades participaram da audiência pública no Senado e sabem que Cláudio de Moura Castro, com seu chiste, queria apenas mostrar o quanto o Plano Nacional de Educação não passa de uma absurda colcha de retalhos, que carreou para dentro de si os particularismos dos mais diversos guetos ideológicos, que nada têm a ver com a sociedade brasileira, muito menos com a sala de aula.
Marxismo avança até nas engenharias

O Brasil herdou o ensino retórico de Portugal, calcado nas humanidades, e não consegue formar profissionais técnicos em número suficiente para atender sua indústria. Uma forma de enfrentar esse problema seria priorizar as ciências naturais e exatas no ensino básico, formando nos jovens um espírito prático, voltado para os fatos e não para a retórica, mas esse não é o caminho adotado pelo ensino atual; muito pelo contrário, a educação brasileira é cada vez mais conceitual, afetada, metalinguística, encarquilhada sobre si mesma, num quase completo desprezo pela realidade em torno, salvo quando essa realidade se presta a devaneios ideológicos, como a “resistência” dos sem-terra, a “tradição” dos quilombolas, a “cultura” das favelas, o “empoderamento” dos drogados, entre outras minorias de estimação nas quais se proteja a utopia de boa parte da elite intelectual.

Hoje, mesmo os cursos técnico-profissionalizantes são profundamente contaminados pela retórica ideológica da esquerda. Em grande parte das faculdades de Engenharia, por exemplo, as disciplinas de ciências humanas são calcadas numa bibliografia marxista ou neomarxista, privando o aluno de uma visão plural, que incorpore, também, pensadores liberais ou conservadores. Isso ocorre, sobretudo, nas faculdades de Enge­nharia Ambiental, em que a bibliografia da parte de humanidades do curso parece destinada a inculcar no aluno que o capitalismo é o inimigo por excelência do meio ambiente, esquecendo-se que os regimes totalitários, como o stalinismo ou a Revolução Cultural de Mao Tsé-Tung, não têm motivo algum para respeitar a natureza bruta, uma vez que não são capazes de respeitar nem a natureza humana.

É no contexto de uma educação que tenta transformar em instrumento ideológico até as engenharias que Cláudio de Moura Castro saiu-se com seu gracejo sobre os engenheiros e as caboclinhas. Foi uma forma que encontrou de atacar também o holismo obsessivo do ensino brasileiro, que professa uma suposta visão integral de cada fenômeno social e humano, buscando dominar o homem e a natureza por todos os poros e átomos no afã de construir o outro mundo possível, em que tudo deve ser planejado nos mínimos detalhes, como queria a União Soviética no esplendor de sua utopia totalitária. A pedagogia de Paulo Freire é herdeira dessa utopia holística, que transforma o professor em aprendiz e o aluno em mestre, sob o falso pretexto de que o ensino jamais pode ser transmissão de conteúdo e deve dar à embrionária vivência de um adolescente o mesmo peso que o conhecimento acumulado pela humanidade adquiriu em séculos.

Não poderia haver ironia melhor – até em face da teoria de gêneros que se tenta impor na educação, negando os sexos biológicos – do que associar o aumento do número de engenheiros no País à cadeia hormonal das caboclinhas, estimulada pela intervenção holística do Estado através da concessão de bônus. O Plano Nacional de Educação está cheio desse tipo de associação indevida entre aprendizado e fatores sociais diversos, como se aprender a ler e contar fossem atividades indissociáveis da vida cotidiana e não pudessem ser ensinadas sem que antes se revolucionasse todo o contexto social da criança. É esse tipo de mentalidade holística que faz com que o Plano Nacional de Educação se ocupe de ninharias tão absurdas que, já em sua Meta 2, uma das estratégias preconizadas é a renovação e padronização da frota rural de veículos escolares, como se prescrever o modelo e a cor desses veículos, desde a Amazônia aos Pampas, passando pelo Cerrado, fosse tão importante quando dispor de uma boa metodologia de ensino da tabuada, por exemplo.
Plano é “advocacia em causa própria”
Fonte: Jornal Opção
Divulgação: www.jorgenilson.com

10 de abr. de 2014

Sheherazade fala sobre a perseguição Petista


Sheherazade fala sobre a perseguição Petista








Fonte: Admiradores de Rachel Sheherazade

Divulgação: www.jorgenilson.com

19 de mar. de 2014

Ministério da Educação proíbe comemoração do dia dos pais e das mães nas escolas públicas em todo país


Ministério da Educação proíbe comemoração do dia dos pais e das mães nas escolas públicas em todo país


"escolas que comemorarem o dia dos pais ficarão sem livros didáticos"
O Ministério da Educação - MEC, publicou uma portaria proibindo a comemoração do dia dos pais, das mães, dos avós, festa da família etc. atendendo a pressão dos ativistas gays. Segundo essa portaria isso é necessário para não causar constrangimento nas crianças que tem dois "pais e duas mães", e ainda diz que as escolas serão penalizadas se obedecerem a tal portaria. 

A ideia das comemorações do dia dos pais e mães, foram para fortalecer os laços familiares e o respeito por aqueles que nos deram a vida. Estes dias comemorativos foram criados por cristãos norte-americanos. Nós sabemos que a intenção dos ativistas gays e de muitos parlamentares socialista e comunista (leia-se PT,  Psol, PCB, PC do B e similares) é destruir a família tradicional criada por Deus e utilizar todos os meios para fragilizar esta instituição divina.

Países como Itália, Espanha, Portugal, Reino Unido, Argentina, Grécia, Canadá, Paraguai, Peru, Austrália, África do Sul, Rússia, Alemanha e todos os países cristãos comemoram estes dias. Por que o Brasil deve se curvar a mais esta imposição do ativismo gay?

Onde estão os líderes cristãos, sejam evangélicos ou católicos para protestarem e se manisfestarem sobre mais esse absurdo contra a família? Onde estão os parlamentares evangélicos que não se manisfestam contra essa DITADURA GAY E dos PETRALHAS?

Consta no Art. 11 inciso V o seguinte:

V – Acompanhamento familiar: devem ser empreendidos esforços, junto às Unidades de Acolhimento, para a promoção dos vínculos significativos, salvo restrições judiciais. A família, ou outras pessoas de referência da criança e do adolescente, devem ser convidadas para as atividades realizadas na escola como forma de fortalecimento dos vínculos. Em caso de ausência ou omissão desses, a Unidade Escolar deve ter o cuidado de não realizar atividades que possam constranger o estudante, tais como dia das mães, dia dos pais, dia dos avós, festa da família etc. Do contrário, deverá promover ações que desenvolvam a autoestima e o 
sentimento de pertencimento à comunidade escolar. 

Para quem ainda não acredita que o PT só pensa nos gays e na destruição das famílias aqui está o link, na página 3: file:///C:/Users/pessoal/Downloads/PORTARIA_46_seedf_crianca_institucionalizada.pdf

Divulgação: www.jorgenilson.com

15 de mar. de 2014

O perigo do “gênero” em educação


(Plano Nacional de Educação deseja incluir a ideologia de gênero)

A ideologia de “gênero” prega, em matéria sexual, a “liberdade” e a “igualdade”. A “liberdade”, porém, é entendida como o direito de praticar os atos mais abomináveis. E a “igualdade” é vista como a massificação do ser humano, de modo a nivelar todas as diferenças naturais que existem entre o homem e a mulher.
A origem da ideologia de gênero é marxista. Para Marx, o motor da história é a luta de classes. E a primeira luta ocorre no seio da família. Em seu livro A origem da família, da propriedade privada e do Estado (1884), Engels escreveu:
Em um velho manuscrito não publicado, escrito por Marx e por mim em 1846, encontro as palavras: ‘A primeira divisão de trabalho é aquela entre homem e mulher para a propagação dos filhos’. E hoje posso acrescentar: A primeira oposição de classe que aparece na história coincide com o desenvolvimento do antagonismo entre homem e mulher unidos em matrimônio monogâmico, e a primeira opressão de classe coincide com a do sexo feminino pelo sexo masculino[1].
Dentro da família, há uma segunda opressão – a dos filhos pelos pais – que Marx e Engels, no Manifesto Comunista (1848), pretendem abolir: “Censurai-nos por querer abolir a exploração das crianças por seus próprios pais? Confessamos esse crime”[2].
Fiel à sua raiz marxista, a ideologia de gênero pretende que, em educação, os pais não tenham nenhum controle sobre os filhos. Nas escolas, as crianças aprenderão que não há uma identidade masculina nem uma feminina, que homem e mulher não são complementares, que não há uma vocação própria para cada um dos sexos e, finalmente, que tudo é permitido em termos de prática sexual.
Note-se que a doutrina marxista não se contenta com melhorias para a classe proletária. Ela considera injusta a simples existência de classes. Após a revolução proletária não haverá mais o “proletário” nem o “burguês”. A felicidade virá em uma sociedade sem classes – o comunismo – onde tudo será de todos.
De modo análogo, a feminista radical Shulamith Firestone (1945-2012), em seu livro A dialética do sexo (1970), não se contenta em acabar com os privilégios dos homens em relação às mulheres, mas com a própria distinção entre os sexos. O fato de haver “homens” e “mulheres” é, por si só, inadmissível.
Como a meta da revolução socialista foi não somente a eliminação do privilégio da classe econômica, mas a eliminação da própria classe econômica, assim a meta da revolução feminista deve ser não apenas a eliminação do privilégiomasculino, mas a eliminação da própria distinção de sexo; as diferenças genitais entre seres humanos não importariam mais culturalmente[3].
Se os sexos estão destinados a desaparecer, deverão desaparecer também todas as proibições sexuais, como a do incesto e a da pedofilia. Diz Firestone:
O tabu do incesto é necessário agora apenas para preservar a família; então, se nós acabarmos com a família, na verdade acabaremos com as repressões que moldam a sexualidade em formas específicas[4].
Os tabus do sexo entre adulto/criança e do sexo homossexual desapareceriam, assim como as amizades não sexuais [...] Todos os relacionamentos estreitos incluiriam o físico[5].
Por motivos estratégicos, por enquanto os ideólogos de gênero não falam em defender o incesto e a pedofilia, que Firestone defende com tanta crueza. Concentram-se em exaltar o homossexualismo.
Ora, não é preciso uma inteligência extraordinária para perceber que os atos de homossexualismo são antinaturais. Nas diversas espécies, o sexo se caracteriza por três notas: a dualidade, acomplementaridade e a fecundidade.
  • Dualidade: há animais assexuados, como a ameba, que não têm sexo. Os animais sexuados, porém, têm necessariamente dois sexos. Não há uma espécie em que esteja presente apenas o sexo masculino ou apenas o feminino.
  • Complementaridade: os dois sexos são complementares entre si. E isso não se refere apenas aos órgãos de acasalamento e às células germinativas (gametas) de cada sexo. A fisiologia e a psicologia masculinas encontram na fisiologia e psicologia femininas seu complemento natural e vice-versa.
  • Fecundidade: a união de dois indivíduos de sexo oposto é apta a produzir um novo indivíduo da mesma espécie.
Percebe-se que nada disso está presente na conjunção carnal entre dois homens ou entre duas mulheres. Falta a dualidade, a complementaridade e a fecundidade próprias do verdadeiro ato sexual. Os atos de homossexualismo são uma grosseiríssima caricatura da união conjugal, tal como foi querida por Deus e inscrita na natureza.
A ideologia de gênero pretende, porém, obrigar as crianças a aceitar com naturalidade aquilo que é antinatural. Tal ideologia distingue o sexo, que é um dado biológico, do gênero, que é uma mera construção social. Gêneros, segundo essa doutrina, são papéis atribuídos pela sociedade a cada sexo. Se as meninas brincam de boneca, não é porque tenham vocação natural à maternidade, mas por simples convenção social. Embora só as mulheres possam ficar grávidas e amamentar as crianças e embora o choro do recém-nascido estimule a produção do leite materno, a ideologia de gênero insiste em dizer que a função de cuidar de bebês foi arbitrariamente atribuída às mulheres. E mais: se as mulheres só se casam com homens e os homens só se casam com mulheres, isso não se deve a uma lei da natureza, mas a uma imposição da sociedade (a “heteronormatividade”). O papel (gênero) de mãe e esposa que a sociedade impôs à mulher pode ser “desconstruído” quando ela decide, por exemplo, fazer um aborto ou “casar-se” com outra mulher.
Em 2010, o Ministério da Saúde publicou a cartilhaDiversidades sexuais[6] com o objetivo único de inculcar nos adolescentes e jovens a ideologia de gênero. A eles é ensinado que o homossexualismo é não uma desorientação, mas uma “orientação sexual”. E mais: que tal “orientação” é natural e espontânea, e não depende da escolha da pessoa!
Hoje já se sabe que ser gay ou lésbica não é uma opção, porque não implica uma escolha. O (a) homossexual não opta por ser homossexual, assim como o (a) heterossexual não escolhe ser heterossexual, o mesmo acontecendo com os (as) bissexuais. É uma característica natural e espontânea[7].
Essa afirmação, apresentada como certeza (“hoje já se sabe...”) é duramente atacada pelo psicólogo holandês Gerard Aardweg, especialista em comportamento homossexual:
O infantilismo do complexo homossexual tem geralmente sua origem na adolescência, e em grau menor na primeira infância. [...]. Não é, porém, durante a primeira infância que o destino do homossexual é selado, como muitas vezes defendem os homossexuais emancipistas, entre outros. Essa teoria ajuda a justificar uma doutrinação das crianças na educação sexual tal como: ‘Alguns de vocês são assim e devem viver de acordo com sua natureza’[8].
Ora, não há uma “natureza homossexual”, pois o homossexualismo é, em sua essência, um vício contra a natureza. Isso, porém, os ideólogos de gênero proíbem que se diga. Para eles, somente os preconceituosos se opõem às práticas homossexuais. Tal “preconceito”, que eles desejam que se torne um crime a ser punido[9], recebe o nome pejorativo de “homofobia”.
O Projeto de Lei 8035/2010, que aprova o Plano Nacional de Educação (PNE) para o decênio 2011-2020, trazia termos próprios da ideologia de gênero: “igualdade de gênero e de orientação sexual”, “preconceito e discriminação por orientação sexual ou identidade de gênero”. O Senado Federal, porém, em dezembro de 2013, aprovou um substitutivo (PLC 103/2012) que eliminou toda essa linguagem ideológica e ainda acrescentou como diretriz do Plano a “formação para o trabalho e a cidadania, com ênfase nos valores morais e éticos em que se fundamenta a sociedade” (art. 2º, V). De volta à Câmara, o projeto agora enfrenta a fúria dos deputados do PT e seus aliados, que pretendem retirar os “valores éticos e morais” e reintroduzir o “gênero” no PNE, a fim de dar uma base legal à ideologia que o governo já vem ensinando nas escolas.
Nem todos compreendem a importância e a extensão do problema. A vitória da ideologia de gênero significaria a permissão de toda perversão sexual (incluindo o incesto e a pedofilia), a incriminação de qualquer oposição ao homossexualismo (crime de “homofobia”), a perda do controle dos pais sobre a educação dos filhos, a extinção da família e a transformação da sociedade em uma massa informe, apta a ser dominada por regimes totalitários.
É a própria família brasileira que está em jogo.
Anápolis, 11 de março de 2014.
Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz
Presidente do Pró-Vida de Anápolis


[1] Friedrich ENGELS. The origin of the family, private property and the State. New York: International Publishers, 1942, p. 58.
[2] Karl MARX; Friedrich ENGELS. Manifesto do Partido Comunista, São Paulo: Martin Claret, 2002, Parte II, p. 63.
[3] Shulamith FIRESTONE. The dialect of sex. New York: Bartam Books, 1972, p. 10-11.
[4] Shulamith FIRESTONE. The dialect of sex, p. 59.
[5] Shulamith FIRESTONE. The dialect of sex, p. 240.
[6] Cf. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais. Diversidades sexuais. Brasília (DF): Ministério da Saúde, 2010. Disponível em:http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/diversidades_sexuais.pdf
[7] BRASIL. Ministério da Saúde. Diversidades sexuais, p. 54.
[8] Gerard AARDWEG. A batalha pela normalidade sexual e homossexualismo. Aparecida: Santuário, 2000, p. 29.
[9] O PLC 122/2006, que criminaliza a “homofobia”, foi apensado ao PLS 236/2012 (projeto de reforma do Código Penal) em 17/12/2013.

Fonte: http://www.providaanapolis.org.br/
Divulgação: www.jorgenilson.com

14 de mar. de 2014

Lavagem cerebral infantil: Escolas de São Paulo começam “diversidade sexual” entre meninos e meninas


Lavagem cerebral infantil: Escolas de São Paulo começam “diversidade sexual” entre meninos e meninas

Julio Severo
Por que os chamados educadores e pedagogos estão tão interessados em que crianças de 3 e 4 anos estejam longe dos pais e perto deles nas escolas? Por que o governo está tão ansioso de obrigar crianças de 4 anos a ir para a escola?
Essa e outras perguntas são respondidas por uma matéria do jornal Estado de S. Paulo, que teve todo o cuidado de não criticar o intervencionismo abusivo de professores infantis que se julgam deuses. A matéria diz:
No salão de cabeleireiro de mentirinha, João Pontes, de quatro anos, penteia a professora, usa o secador no cabelo de uma coleguinha e maquia a outra, concentradíssimo na função. Menos de cinco minutos depois, João está do outro lado da sala, em um round de luta com o colega Artur Bomfim, de cinco anos, que há pouco brincava de casinha.
Nos cantos da brincadeira do Colégio Equipe, na zona oeste de São Paulo, não há brinquedo de menino ou de menina. Todos os alunos da educação infantil — com idade entre três e cinco anos — transitam da boneca ao carrinho sem nenhuma cerimônia.
A coordenadora pedagógica de Educação Infantil do Equipe, Luciana Gamero, explica: “Acreditamos que, ao não fazer essa distinção de gênero, ajudamos a derrubar essa dicotomia entre o que é tarefa de mulher e o que é atividade de homem.”
Essa atividade curricular da educação infantil é adotada por um grupo de escolas que acredita que a escola é o espaço apropriado para quebrar os papéis tradicionais de homem e mulher. Eles promovem uma infância sem o que eles chamam de “estereótipos de gênero” — masculino e feminino —, a fim de construir uma nova sociedade onde é fundamental a total desconstrução do papel tradicional do homem.
A diretora pedagógica do Colégio Sidarta, Claudia Cristina Siqueira Silva, afirma:
—Temos uma civilização ainda muito firmada na questão do gênero e isso se manifesta de forma sutil. Quando uma mulher está grávida, se ela não sabe o sexo da criança, compra tudo amarelinho ou verde. Nesse contexto, a tendência é de que a criança, desde pequena, reproduza a visão de que menino não usa cor-de-rosa e menina não gosta de azul.
No Colégio Santa Maria, num jogo de futebol, os meninos estavam brincando apenas entre eles. Nesse momento, os pedagogos interviram, para introduzir as meninas no jogo. Orientadora da pré-escola da instituição, Cássia Aparecida José Oliveira, conta: “Explicamos que não deveria ser assim e começamos a propor, por exemplo, que os meninos fossem os cozinheiros de uma das brincadeiras.”
Na oficina de pintura, todos foram convidados a usar só lápis cor-de-rosa — convite recusado por alguns.
A pedagoga afirmou que nesse ponto muitos meninos dizem: “Eu não vou brincar disso porque meu pai diz que não é coisa de menino.”
A medida da pedagoga é convocar os pais para mostrar que eles não devem ficar chocados, mas aceitar meninos no balé e meninas no futebol. Se eles não aceitam, a pedagoga explica que se todos não combatemos os preconceitos, “criamos uma sociedade machista e homofóbica.”
Estado de S. Paulo, sem criticar em nenhum momento o abuso psicológico contra as crianças, diz que essas escolas enfrentam um embate árduo e precisam de “perseverança.” Sua matéria termina mencionando o Colégio Equipe, onde meninos e meninas brincam todos de cabeleireiro e o escritório — tudo para desconstruir um mundo chamado pelos pedagogos de “machista” e “homofóbico.”
Anos atrás, vi fotos de um menino vestido de menina e brincando de boneca. A mãe, provavelmente ansiando muito ter uma menina, colocou o garoto contra a natureza. Ele acabou se tornando o principal ativista gay do Brasil e se gaba de ter dormido com mais de 500 homens.
É isso o que os pedagogos e novas escolas querem para os meninos do Brasil?
Com informações do Estado de S. Paulo.
Divulgação: www.jorgenilson.com

7 de fev. de 2014

Querem sodomizar nossas crianças, diz Joide Miranda sobre beijo gay

Querem sodomizar nossas crianças, diz Joide Miranda sobre beijo gay

O pastor fez um apelo para que católicos e evangélicos se posicionem contra a ação que quer sodomizar as crianças
Querem sodomizar nossas crianças, diz Joide Miranda sobre beijo gayQuerem sodomizar nossas crianças, diz Joide Miranda sobre beijo gay
 O pastor Joide Miranda gravou um vídeo e postou em seu canal no Youtube criticando o beijo gay dado no final da novela “Amor à Vida”, exibido na última sexta-feira (31) pela Rede Globo.
Como ex-homossexual, Miranda afirmou que está indignado, não com os ativistas, mas com o movimento LGBT e com o movimento Queer que tem ganhado força no Brasil tem como lema a frase “nós sodomizaremos os vossos filhos e os vossos netos”.
“Eu me sinto como um beija-flor tentando salvar uma floresta”, confessa o pastor. “Esses programas de televisão, essas novelas diabólicas estão querendo sodomizar as nossas crianças”.
Após explicar o objetivo desses grupos, Joide Miranda faz um apelo aos líderes cristãos, católicos e evangélicos, para que estejam atentos na defesa da família.
“Qual o modelo de família que Deus deixou para nós lá em Gênesis? É macho e fêmea. Qual foi modelo que Jesus deixou para os católicos e para todos os cristãos no Novo Testamento? José, Maria e o menino Jesus”.
Outra análise que o pastor fez sobre a novela escrita por Walcyr Carrasco foi a respeito das mulheres que foram más morreram, mas o personagem Félix, que também foi mal, teve um final feliz.
Assista:
Fonte: GOSPEL PRIME
Divulgação: www.jorgenilsom.com

4 de fev. de 2014

A principal exportação dos EUA: imoralidade


A principal exportação dos EUA: imoralidade

Exclusivo: Matt Barber comenta que outras nações estão rejeitando a agenda LGBT. Por que os americanos estão tão incomodados com isso?

Matt Barber
“Quando os justos florescem, o povo se alegra; quando os ímpios governam, o povo geme.” (Provérbios 29:2 NVI).
Os Estados Unidos estão gemendo porque os ímpios estão governando.
Aliás, sob o governo do presidente Barack Obama, a principal exportação dos EUA se tornou a imoralidade. A perversão sexual, o assassinato de bebês em gestação, a redistribuição de riquezas e outros males foram desinfetados e propagandeados como “direitos humanos fundamentais.”
Por isso, quando esse presidente arrogante estiver na ONU e condenar as nações que se recusam a adotar sua marca especial de relativismo pagão, não deveríamos ficar surpresos se essas nações rechaçarem.
E estão rechaçando mesmo.
Sem dúvida, além de provocar muito mal-estar no povo americano, a obsessão febril de Obama “de chamar o mal de bem e o bem de mal” está igualmente  marginalizando cada vez mais os EUA no mundo inteiro.
Sob a liderança trágica desse homem que só pensa em si mesmo, os Estados Unidos, embora nunca tenham sido perfeitos, agora se parecem menos com a “cidade brilhando na colina” e mais como a Grande Prostituta da Babilônia na Bíblia. Uma nação que outrora permaneceu sozinha como o guia moral do mundo agora lidera o ataque desprezível para infectar nosso planeta privilegiado com seus próprios vírus de iniquidades.
E o mundo está rechaçando.
Por exemplo, ultimamente tem havido muito choro e ranger de dentes entre os grandes meios de comunicação — e outros círculos da “tolerância” intolerante — nos EUA por causa dos esforços bem sucedidos de vários governos estrangeiros de lutar contra a maré de propaganda LGBT dentro de suas próprias fronteiras soberanas.
A Rússia, a Índia, a Croácia, o Peru, a Jamaica e até a Austrália, por exemplo, junto com outras nações, estão agora agindo para se vacinarem contra o câncer de rápida metástase do relativismo sexual.
Tendo testemunhado, de longe, os resultados venenosos de tal propaganda aqui nos EUA (a hipersexualização das crianças, a desconstrução do casamento natural e da família, a propagação desenfreada de doenças sexualmente transmissíveis, a perseguição religiosa e problemas semelhantes), parece haver um reconhecimento emergente no mundo inteiro de que a radical agenda LGBT — uma das causas favoritas de Obama — não é sobre garantir “direitos humanos,” mas, em vez disso, é sobre decretar iniquidades morais.
O mundo está vendo que forçar os outros a “tolerar” — aliás, celebrar — libertinagem irrestrita, sob penalidades legais, é tão prejudicial à sociedade como tal libertinagem é prejudicial para os que a praticam.
O mundo tem olhado para os Estados Unidos em busca de liderança moral, mas tem visto que essa liderança está em falta entre os americanos. O clima sob Obama ficou tão ruim, aliás, que o líder russo Vladimir Putin se sente encorajado a reivindicar o manto do líder moral mundial — uma honra maravilhosa que até agora pertencia à velha nação americana.
O jornal DailyMail noticia que, em seu discurso sobre o estado da nação, “Putin buscou apresentar a Rússia como o árbitro moral do mundo na quinta-feira, ao mesmo tempo em que bateu forte nos ‘valores não tradicionais’ dos EUA e sua influência no mundo inteiro.”
A Rússia tem barrado a propaganda LGBT e outras propagandas de anarquia sexual.
“O sr. Putin defendeu os valores cada vez mais conservadores de seu governo,” continuou a reportagem, “e condenou a ‘revisão das normas de moralidade’ no Ocidente e outros lugares.
“‘Essa destruição dos valores tradicionais que vem da cúpula não só impõe consequências negativas para a sociedade, mas também é inerentemente antidemocrática porque é baseada numa noção abstrata e vai contra a vontade da maioria do povo’, o senhor Putin disse, acrescentando que não dá para haver benefício para a sociedade tratar o ‘bem e o mal’ de forma igual.”
Como é triste que o líder de um governo ateu, num país em que dezenas de milhões morreram sob o marxismo — outra das causas favoritas de Obama — está conseguindo ser mais cristão do que os EUA que outrora eram cristãos.
Enquanto isso, a pequena nação da Jamaica está entre centenas mais que estão igualmente sentindo as pressões esmagadoras do governo de Obama e das organizações aliadas de pressão LGBT. Eles estão também querendo impor sobre a Jamaica liberdade sexual irrestrita.
De acordo com The Gleaner, um jornal jamaicano, Peter LaBarbera, presidente de Americanos pela Verdade sobre a Homossexualidade, recentemente deu uma palestra numa conferência pró-família ali. LaBarbera “incentivou os jamaicanos a se fundamentarem em suas convicções cristãs e não se deixarem seduzir por outros países para repelir as leis antissodomia.”
“Os Estados Unidos não têm nenhum direito de passar sermão em ninguém sobre moralidade sexual,” comentou ele. “Os EUA têm abortos desenfreados, promiscuidade desenfreada, e me coloco, de todo o coração, ao lado dos jamaicanos e incentivo todos vocês a permanecerem firmes em suas convicções,” disse ele.
“A clareza moral dos meus anfitriões pró-família foi animadora, e algo que nós nos Estados Unidos precisamos aprender e extrair ânimo disso,” disse LaBarbera em sua volta. “Eu disse a eles: o governo dos Estados Unidos não tem nada para ensinar a você sobre moralidade sexual, mas vocês têm muito para ensinar aos americanos!”
“Estamos observando a Jamaica para ver o que acontece,” concluiu ele, “e creio que se a Jamaica conseguir resistir e não se prostrar às pressões, vocês poderão ser um exemplo para o mundo. Vocês não têm necessidade de seguir ninguém,” LaBarbera encorajou.
Aliás, com certeza ninguém precisa seguir os Estados Unidos. Não nessa questão. Menos nações estão adotando o que os EUA estão exportando. Colocaram um embargo na principal exportação dos EUA.
Embora os EUA estejam perdidos (mas oro para que não), pareceria que seus valores tradicionais — valores ainda tido por muitos, até mesmo a maioria, dos americanos — estão, apesar de tudo, ganhando força em outros países.
E isso é animador.
Agora, vamos orar para que esses valores, que chegaram às nações através dos EUA, voltem aos EUA através dessas nações.
Traduzido por Julio Severo do artigo do WND: America’s chief export: Immorality
Divulgação: www.jorgenilson.com

3 de fev. de 2014

O “beijo gay” de “Amor à Vida”, da TV Globo, foi, na verdade, expressão de machismo numa novela heterofóbica e que detestava as mulheres



O beijo da família gay Doriana, em que mulher é só empregada
O beijo reacionário da família gay Doriana, em que mulher é só empregada
Ai, que preguiça! Aqui e ali se pergunta por que não escrevi sobre o “primeiro beijo gay” nas novelas, se estou fugindo de temas polêmicos… Ô se estou!!! Como podem ver, aqui, na Folha ou na Jovem Pan, só tenho aplaudido consensos, não é mesmo? Tenham paciência! Mas se é para embarcar na polêmica dando algum relevo ao que não tem a menor importância, então vamos tratar do que interessa. Não escrevi porque estava tomando sol, entendem? Preciso elevar a minha vitamina D… Tenho, nos períodos de inverno, aquele branco meio cadavérico, mas não porque não goste de sol. É falta de tempo mesmo. Vi depois. Beijo gay? Desculpem a falta de jeito e talvez alguns fiquem chocados, mas beijo sem língua não vale.
O beijo entre Félix (Matheus Solano) e Nico (Thiago Fragoso) foi só um pouquinho mais ousado do que o trocado pelos atores Vida Alves e Walter Forster na novela “Sua Vida me Pertence”, de 1951, dez anos antes de eu nascer. E, santo Deus!, eu já tenho 52! Foi um beijo que não ousou dizer seu nome. Terno, sim, todo casinha, uma transa, assim, literalmente papai-e-papai — num mundo, aliás, em que, se notaram bem, mulher só servia como empregada: Félix, Nico, o pai rabugento e estropiado, os dois garotos e… a mulher de uniforme branco. Se houvesse um cachorrinho na casa, não seria uma cadelinha, pelo visto. E já trato da misoginia escancarada dessa novela.
Pra começo de conversa, não é o primeiro beijo gay em novela. Já houve um lésbico numa da Record, não? Segundo consta — e não vi mesmo —, há duas jovens se pegando no BBB, com beijos de boca destrancada, não é isso? Duas questões, então, se colocam:
– beijo gay de mulheres não vale? Não é revolucionário o bastante?
– beijo entre mulheres não provoca frisson político? Por que não?
Explico. Porque as mulheres, vejam vocês, ainda são, sim, discriminadas de várias formas no país e na política. A militância gay — e não venham torrar a minha paciência com mimimi — não gosta muito das lésbicas, como elas sabem e como eles sabem. Mais: o beijo lésbico não gera muita confusão porque, no fim das contas, boa parte da macharia “curte o lance” — não é mesmo? E as mulheres são oferecidas, a exemplo do que ocorre no BBB, à “espiação” (se me permitem, com “s” mesmo…) e à expiação. Ou por outra: o rala-e-rola entre as moças serve ao voyeurismo masculino; aquele feito por homens não costuma excitar a imaginação das mulheres — não há testemunhos a respeito que eu saiba; não interessa aos homens heterossexuais e é dirigido exclusivamente ao público gay — aos, em suma, homens, que seguem sendo protagonistas, porque homens, da militância gay.
No fim das contas, seja pela qualidade do beijo — aquela coisa de boca fechada, quase com nojinho —, seja pelo protagonismo político que a coisa ganhou, e dado que já houve beijo lésbico, bem mais quente —, foi, de verdade, um beijo ainda machista, de uma cultura idem. Porque, convenham, ninguém gosta tanto do universo masculino como os gays, certo?
Essas coisas são tramas do marketing, entendo. Foi um primeiro passo. Agora, aguarda-se algum tempo até a língua, quem sabe?, a depender da reação do público. Aqui e ali, no entanto, vejo gente dizendo: “Ah, mas foi bonito, né, gente? Não pareceu sacanagem”. Claro que não! Gays quando se beijam estão fazendo a revolução universal. Ah, tenham paciência!
A novela
Vi pouco a novela porque, como podem notar, estou sempre trabalhando naquele período. E não vai preconceito nenhum. Já acompanhei algumas com interesse. Gosto de Manoel Carlos, o que vem aí… Não sei como vai ser desta vez. Suas tramas costumam ter poucas peripécias e apelar quase nada ao “maravilhoso”. Passei a acompanhar alguns capítulos da novela de Walcyr Carrasco porque me falaram da atuação espetacular do ator Matheus Solano, que me pareceu, de fato, muito bom, com um tempo para a comédia e para a ironia de quem entende o seu ofício.
Dá para compreender por que sua personagem chamou tanto a atenção. Os demais eram de uma pobreza dramática e agrediam de tal sorte a verossimilhança que beiravam o patético. O pai homofóbico, representando por Antonio Fagundes (nada a ver com as qualidades do ator), era um caricatura grotesca. Aliás, tudo bem penado — chamem pela memória —, o único casal, digamos, convencional, próximo da esmagadora maioria dos brasileiros, eram Paloma e Bruno, tão excitantes como um pudim de isopor. No fim das contas, a equipe de Carrasco não tinha, de verdade, nada a escrever sobre os dois porque não consegue, em suma, ver transcendência nenhuma no amor de um homem e de uma… mulher.
Misoginia 1 - Pillar: corna profissional termina nos braços do motorista que era bandido
Misoginia 1 – Pillar: corna profissional termina nos braços do motorista que era bandido
Misoginia 2 - Ela também tinha razões para ser má, mas a "piranha" terminou eletrocutada
Misoginia 2 – Ela também tinha razões para ser má, mas a “piranha” terminou eletrocutada
Os demais casais heterossexuais que se firmaram tinham sempre uma nota de rodapé de “diferença”: a ricaça mais velha pega o motorista fortão; o médico recém-formado, uma enfermeira coroa; um alto executivo escolhe uma ex-chacrete exuberante da periferia; uma periguete pobre e maluca se interessa por um desocupado profissional que depois vira funkeiro ou sei lá o quê; até a mãe de família, mulher do dono de um boteco, se revela uma ex de um diretor de hospital, sai de casa para viver o romance, volta para o marido bronco, do nada, sem revelar nem por que foi nem por que voltou…
Mas nenhum casal representou, digamos, a heterossexualidade que se mostrava doentia e decadente como César, o pai homofóbico (severamente punido; quem mandou?), e Aline, aquela que, vá lá, inicialmente, tinha motivos para se vingar, mas foi além da conta — uma psicopata talvez. Para ela e para ele, não houve remissão, não! De jeito nenhum! César é severamente punido por seu amor à moda antiga — e, até onde se sabe, ele foi um bom marido para a jovem mulher, sinceramente apaixonado. Termina seus dias dependente do filho que tanto desprezou.
Misoginia 3 - Sempre garota de programa, só é salva pelo mordomo
Misoginia 3 – Sempre garota de programa, só é salva pelo mordomo
Deem um bom motivo para a mudança da “bicha má”. Essa história de que Félix foi salvo pelo público é conversa mole. Errado! Walcyr Carrasco conduziu a história para fazer da personagem a verdadeira vítima — vítima do pai homofóbico. Ele só jogou uma criança numa caçamba, internou a irmã num hospício, tramou o sequestro da sobrinha, chantageou pessoas e até tentou matá-las porque “pápi porderoso” não lhe dizia um “eu te amo”. Que o tenha feito ao som de Mahler, numa citação completamente despropositada do filme “Morte em Veneza”, de Visconti, só serve para esconder o ridículo numa gramática aparentemente grandiosa, profunda, humana.
Já as mulheres… Pobres mulheres! Uma das protagonistas era uma corneada profissional e acaba se consolando nos braços do motorista filósofo, um ex-bandido. A mulher da bicha continuou, na prática, garota de programa — só no último capítulo ela se redime, para cair nos braços do… mordomo! Walcyr Carrasco parece ser fascinado pela ideia dos amores, digamos, ancilares. Não por acaso, Aline era, originalmente, secretária de César.
Sempre que a palavra “bicha” foi empregada em tom pejorativo, ou foi na boca de César — criado para causar repulsa — ou do próprio Félix. Ou, em suma, era “coisa de bichas” (e elas podem se xingar entre si que ninguém tem nada com isso; se, um dia aprovarem a tal lei anti-homofobia, isso não renderá processo) ou de gente detestável. Já a tal Aline, coitada, foi xingada de “piranha” na novela pelas pessoas as mais beatas — incluindo a personagem do excelente Ary Fontoura, cujo nome não lembro. Curioso: Aline morre eletrocutada, sem perdão; Félix encerra a novela, de mãos dadas com o pápi, ao som de Mahler, dizendo “eu te amo”. O que deu o clique na cabeça do malvado? Ter ido vender hot-dog na periferia? Ocorre, meus queridos, que Félix era essencialmente bom; o pai é que tinha feito dele um monstro.
E, claro!, não poderia deixar de falar de Amarílis, aquela que tinha vocação para destruir o romance de gays e lhes roubar a criancinha, impedindo-os de formar aquela Família Doriana mostrada antes do beijo gay sem língua. Psicopata? Mulher má? Personagem frequente na vida de casais gays? Sei lá eu. O fato é que aquela que transformou seu útero numa espécie de gaveta, mala ou estufa deveria, a gente ficou sabendo, se conformar com o seu papel de gerar crianças para o casal de machos.
Beijo gay? Não tem a menor importância e, reitero, do jeito como foi dado, foi mais machista do que propriamente revolucionário. Só demagogos de quinta fingem de escandalizar com isso. Relevante nessa novela — e cumpre verificar se será uma tendência na Globo — é o desdém pela chamada “heteronormatividade”, o elogio das famílias as mais exóticas — desde que não seja a ainda convencional — e, insisto, a misoginia, o desprestígio escandaloso a que foram submetidas as mulheres, quase sem exceção.
Até um terrorista palestino encontrou seu lugar no mundo dos justos. César, o “homofóbico”, termina seus dias babando e chorando; Aline, a “piranha”, foi eletrocutada. Amarílis, a “cobra”, acaba sozinha. Ah, sim: o diretor administrativo de um hospital contrata o diretor clínico, que acabara de conhecer, e já é convidado para um uísque, entendem? Fossem homem e mulher heterossexuais, estaria caraterizado um caso de assédio… Sendo como é, não.
Mas o Brasil parou, segundo o Fantástico, para aplaudir “o primeiro beijo gay”, ainda que a novela tenha sido uma chanchada heterofóbica e, acima de tudo, misógina. Vem aí “Em Família”, de Manoel Carlos. Se houver heterossexuais andando sobre duas patas, logo vai aparecer alguém para apontar um perigoso retrocesso.
Homofóbico no chão: cego, com derrame, dependente de Félix. Demorou, mas Cesar aprendeu a lição. Ao som de Mahler!
Homofóbico no chão: cego, com derrame, dependente de Félix. Demorou, mas César aprendeu a lição. Ao som de Mahler!
Texto publicado originalmente às 2h21
Por Reinaldo Azevedo