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8 de out. de 2010

PT PEDE À POLÍCIA FEDERAL PARA APURAR PANFLETO CONTRA PLANO "DE DIREITOS HUMANOS"

PT pede à PF para apurar panfleto contra Plano de Direitos Humanos



LARYSSA BORGES
Direto de Brasília

O presidente nacional do Partido dos Trabalhadores (PT), José Eduardo Dutra, informou nesta quinta-feira (7) que pediu à Polícia Federal a abertura de um inquérito para apurar a autoria de um panfleto distribuído nesta quarta durante encontro do tucano José Serra com aliados, em Brasília, que traz mensagens afirmando que o Plano Nacional de Direitos Humanos (PNDH-3), assinado no governo Lula, é "um decreto preparatório para um regime ditatorial" e pede que o eleitorado tome conhecimento do teor do projeto antes de pensar em votar na petista Dilma Rousseff.


"Pedimos abertura de inquérito na Polícia Federal para apurar a origem de um panfleto que teria circulado da reunião de ontem do PSDB. Queremos apurar a responsabilidade pelo panfleto e queremos a responsabilização criminal por parte daqueles que tenham confeccionado o panfleto", disse o dirigente do PT, após reunião da Executiva Nacional, em Brasília.


"Você sabe o que é o PNDH-3? Se você é uma pessoa que pensa em votar na Dilma, conheça bem esse projeto antes de votar", diz o panfleto, que informa que o PNDH-3 tem por objetivo "legalizar o aborto, acabar com o direito da propriedade privada, limitar a liberdade religiosa, perseguir os cristãos, legalizar a prostituição, manipular e controlar os meios de comunicação, acabar com a liberdade de imprensa, taxar fortunas".

O folheto diz que o eleitor poderá "mudar radicalmente o campo de batalha" contra o projeto, sendo que "tudo vai depender de como se comporá o novo Congresso Nacional depois do resultado das urnas".

Ao final, a mensagem aponta para um site na internet - identificado como pertencente ao IPCO (Instituto Plínio Corrêa de Oliveira) - e pede a divulgação da informação através das redes sociais da internet. O site indicado no folheto seria do Instituto Plínio Corrêa de Oliveira, antigo líder da organização católica ultraconservadora Tradição, Família e Propriedade, a TFP. O IPCO é descrito como "associação de direito privado fundado em 2006 por um grupo de discípulos do saudoso líder católico brasileiro".


O PNDH-3 é o Plano Nacional de Direitos Humanos, criado por meio de decreto presidencial, no final do ano passado. O texto é um protocolo de intenções, sem força de lei. E a polêmica em torno do plano levou o governo a mudar a redação final referente ao aborto.


O texto que falava em "apoiar a aprovação do projeto de lei que descriminaliza o aborto, considerando a autonomia das mulheres para decidir sobre seus corpos", passou a ser "considerar o aborto como tema de saúde pública, com garantia do acesso aos serviços de saúde".


Divulgação: www.pensamentosnaweb.com.br

5 de out. de 2010

Dilma trata o assassinato (O aborto) de crianças como coisa de prefeitura


Jorge Nilson

Neste vídeo, Dilma não responde a pergunta e ainda se faz de inocente.

Ao ser interrogada pela repórter Délis Ortiz da Rede Globo, Dilma simplesmente não respondeu se é a favor ou contra o assassinato de crianças no ventre da mãe. Além de tratar o assunto com desprezo disse que isso é assunto de prefeitura de capital. Depois vai dizer que o que rola na internet é apenas boatos e mentiras. Seja clara Dilma, diga a verdade: Eu e o PT somos FAVORÁVEIS AO ASSASSINATOS DE CRIANÇAS ATRAVÉS DO ABORTO.



4 de out. de 2010

DEPUTADOS ESTADUAIS ELEITOS NA BAHIA

PRA FRENTE BAHIA (Vagas: 27)
Marcelo Nilo (PDT) - 139.794
Mário Negromonte Júnior (PP) - 113.398
Ronaldo Carletto (PP) - 101.816
Zé Neto (PT) - 81.233
Luiza Maia (PT) - 79.858
Cacá Leão (PP) - 79.137
Roberto Carlos (PDT) - 75.873
Raimundo (PT) - 70.322
Rosemberg Pinto (PT) - 70.122
Euclides Fernandes (PDT) - 63.013
Sidelvan Nóbrega (PRB) - 62.386
Marcelino Galo (PT) - 59.456
Neusa Cadore (PT) - 58.059
Fátima Nunes (PT) - 57.843
Pastor José De Arimatéia (PRB) - 56.896
Paulo Rangel (PT) - 55.761
Joseildo Ramos (PT) - 55.721
Maria Del Carmen (PT) - 53.792
Aderbal Caldas (PP) - 53.224
João Bonfim (PDT) - 47.083
Luiz Augusto (PP) - 45.505
Coronel (PP) - 41.346
J. Carlos (PT) - 40.850
Paulo Camera (PDT) - 40.666
Bira Corôa (PT) - 39.254
Yulo (PT) - 38.967
Carlos Brasileiro (PT) - 38.825


MAIS AÇÃO, MAIS BAHIA (Vagas: 15)
Maria Luiza Carneiro (PSC) - 65.930
Graça Pimenta (PR) - 64.935
Leur Lomanto Junior (PMDB) - 50.469
Reinaldo Braga (PR) - 49.854
Alan Sanches (PMDB) - 47.298
Carlos Ubaldino (PSC) - 46.796
Sandro Régis (PR) - 46. 783
Ivana Bastos (PMDB) - 46.401
Luciano Simões (PMDB) - 46.296
Targino Machado (PSC) - 45.265
Angela Sousa (PSC) - 43.588
Pedro Tavares (PMDB) - 43.202
Temóteo Brito (PMDB) - 42.927
Vando (PSC) - 39.738
Elmar (PR) - 38.406


DEMOCRATAS (Vagas: 5)
Tom (DEM) - 62.391
Rogério Andrade (DEM) - 60.292
Gildasio Penedo (DEM) - 57.900
Herbert Barbosa (DEM) - 46.723
Paulo Azi (DEM) - 40.992


LUTA DE UMA BAHIA QUE TEM PRESSA (Vagas: 4)
Claudia Oliveira (PT do B) - 58.034
Bruno Reis (PRP) - 55.267
Adolfo Menezes (PRP) - 52.255
Maria Luiza Laudano (PT do B) - 43.937


PARTIDO COMUNISTA DO BRASIL (Vagas: 3)
Fabricio (PC do B) - 52.057
Álvaro Gomes (PC do B) - 38.463
Kelly Magalhães (PC do B) - 36.141


A BAHIA QUER PAZ, A BAHIA QUER MAIS (Vagas: 3)
Joao Carlos Bacelar (PTN) - 46.990
Carlos Geilson (PTN) - 37.205
Coronel Gilberto Santana (PTN) - 28.732


FRENTE DOIS DE JULHO (Vagas: 3)
Deraldo Damasceno (PSL) - 65.297
Nelson Leal (PSL) - 58.817
PR SGTº Isidorio (PSB) - 46.963


PARTIDO DA SOCIAL DEMOCRACIA BRASILEIRA (Vagas: 2)
Adolfo Viana (PSDB) - 32.625
Augusto Castro (PSDB) - 31.062


PARTIDO VERDE (Vagas: 1)
Eures Ribeiro (PV) - 25.932

DEPUTADOS FEDERAIS ELEITOS NA BAHIA

Pra Bahia Seguir Mudando: 22 vagas

Rui Costa (PT) - 205.082
Nelson Pelegrino (PT) - 202.470
João Leão (PP) - 201.719
Mário Negromonte (PP) - 168.492
Márcio Marinho (PRB) - 157.742
Felix Júnior (PDT) - 148.104
Afonso Florense (PT) - 141.401
Daniel Almeida (PC DO B) - 134.680
Valmir Assunção (PT) - 131.775
Zézeu Ribeiro (PT) - 108.539
Edson Pimenta (PC DO B) - 103.286
Alice Portugal (PC do B) - 101.298
Waldenor Pereira (PT) - 87.800
Oziel Oliveira (PDT) - 79.516
Geraldo Simões (PT) - 75.879
Josias Gomes (PT) - 69.245
Jose Carlos Araújo (PDT) - 68.873
Marcos Medrado (PDT) - 68.068
Luiz Argôlo (PP) - 66.677
Roberto Britto (PP) - 63.981
Amauri Teixeira (PT) - 63.603
Luiz Alberto (PT) - 63.308

Para Fazer Acontecer: 08 vagas

Lucio Vieira Lima (PMDB) - 219.031
Mauricio Trindade (PR) - 77.255
João Carlos Bacelar (PR) - 74.918
José Rocha (PR) - 71.408
Sérgio Brito (PSC) - 70.759
Antonio Brito (PTB) - 70.125
Arthur Maia (PMDB) - 69.556
Erivelton Santana (PSC) - 69.501

Democratas: 06 vagas

ACM Neto (DEM) - 326.893
Fernando Torres (DEM) - 78.347
Cláudio Cajado (DEM) - 71.978
José Nunes (DEM) - 70.406
Fabio Souto (DEM) - 65.913
Paulo Magalhães (DEM) - 53.452

PSDB: 02 vagas

Antonio Imbassahy (PSDB) - 112.465
Jutahy Magalhães Júnior (PSDB) - 108.086

Vitória de Uma Bahia Que Tem Pressa: 01 vaga
Jânio Natal (PRP) - 41.537


FONTE: TRE - BA


2 de out. de 2010

Lições Bíblicas

Lição 01 O Que é Oração

Leitura Bíblica: 1 Crônicas 16.8,10-17, 28; Jo.15.16

Introdução

I. A Quem orar e quando orar?
II. Como orar?
III. Onde orar e por quem orar?

Conclusão

O poder e o ministério da oração
O relacionamento do cristão com Deus
Entre os anos de 2004 e 2005, durante as terças-feiras dos meses de dezembro, janeiro e fevereiro, o pastor Pedro de Santana, líder da Assembleia de Deus em Goioerê, estado do Paraná, encarregou-me de ministrar os estudos bíblicos à igreja. A temática daquele período acabou servindo como sugestão do título da revista Lições Bíblicas desse último trimestre do ano, comentada pelo pastor Eliezer de Lira e Silva, da Assembleia de Deus em Curitiba.

Recordo-me que aqueles dias foram responsáveis pelo levantamento de muitas dúvidas que dezenas de membros da igreja — incluindo eu mesmo — tínhamos acerca do assunto. A despeito de ser uma prática milenar e de constituir-se como um dos grandes assuntos da espiritualidade, havendo, justamente por isso, centenas de livros sobre a oração, é natural que dúvidas inusitadas ou assuntos recorrentes surjam. Velhas questões, muitas delas nunca satisfatoriamente respondidas, certamente ainda ocuparão as páginas de obras, inspirarão temas de pregações e estudos e pode ser que elas nos acompanhem até atravessarmos os umbrais da eternidade. Isso obviamente não significa que devemos parar de refletir acerca do assunto, antes, é um convite a que nos debrucemos a respeito do tema, a fim de não reproduzirmos as histerias coletivas que ultimamente tem acontecido por aí.

Coincidência, ou não, há poucos minutos li uma reportagem do jornal carioca O Globo, dizendo que duas clínicas de recuperação para dependentes químicos foram fechadas no interior do estado de São Paulo. O motivo? A única “terapia” utilizada para a “cura” dos drogados era a oração. Não tenho como avaliar o caso, pois precisaria de mais elementos, entretanto, de início, entendo que seja qual for a orientação religiosa, nenhuma clínica pode sentir-se autossuficiente e dispensar os serviços de assistência social, psicológica e médica, com a desculpa que é possível recuperar as pessoas apenas com o “trabalho espiritual”. Tal fato aponta para os equívocos que existem a respeito da oração.

Perspectivas acerca da oração
Um dos nossos grandes erros é achar que conhecemos “muito” (alguns menos lúcidos acham até que sabem “tudo”!) de um assunto, simplesmente por ele ser algo que faz parte do nosso cotidiano. É preciso que quem leciona ou prega, tenha coragem de, tanto quanto possível, pensar coisas simples e comuns de formas, digamos, não muito convencionais e não óbvias. Essa atitude, inevitavelmente, obriga-nos a enxergar dimensões inexploradas acerca de um tema conhecido. Devo adiantar, por exemplo, que não serão consideradas, nesse texto, as chamadas orações multirreligiosas, inter-religiosas, extáticas, verbais, meditativas e contemplativas, mas apenas alguns aspectos de duas delas. Contudo, esse elenco oferece a oportunidade de se vislumbrar o quanto há ainda do tema a ser explorado.

Uma de minhas reflexões preferidas é imaginar quão distinta é a perspectiva divina da oração em relação ao que nós achamos dela. Para grande parte dos cristãos, influenciada pelo pragmatismo, a oração parece ser uma ferramenta ou uma técnica capaz de fazer com que Deus obedeça as nossas ordens ou desejos egoístas. Não acredito em nenhuma “teoria infalível” que pretenda ser uma “receita de bolo” para ensinar os cristãos a “saquearem o céu”. Esse tipo de incentivo ao que pretende ser “oração”, se parece mais com egoísmo, existencialismo ou qualquer outra postura filosófica desse ou de qualquer outro tempo, mas nada tem com o que as Escrituras apresentam (se não de maneira normativa, ao menos, descritiva), em termos de relacionamento com o Eterno — algo que, para mim, define a essência do ato de orar.

O entendimento corrente que reduz a oração ao mero ato de pedir, torna-se inviável diante da atitude de Jesus Cristo para com ela. Várias passagens dos Evangelhos informam que o Senhor retirava-se para orar (Mt 14.23; 26.36,39,44; Mc 6.46; Lc 6.12; 9.28).
A despeito das discussões acerca da kenosis, o Senhor não deixou de ser Deus por encarnar-se, mas optou momentaneamente pelo estado de limitação humana, autoprivando-se da imunidade, e sendo vulnerável a todas as demais limitações comuns aos mortais. Ao refletir sobre a inegável verdade de que Jesus Cristo é Deus, nunca ouvi ou li, alguém pensando sobre a questão de o porquê de Ele orar! Se Cristo era e é Deus, existe necessidade de Deus orar? Rapidamente alguém responderá que na condição humana Ele precisava de Deus. Bem isso desconstruiria a verdade de que Ele apenas esvaziou-se, mas não deixou de ser Deus.
A grande lição é que, como já disse, a perspectiva divina de oração é diametralmente oposta à nossa. Refletir acerca desse exemplo por parte do nosso Salvador destrói qualquer postura utilitarista a respeito da oração. Jesus Cristo não precisava orar, mas assim procedia pelo fato de que relacionar-se com o Pai é algo da própria natureza de sua divindade.

As motivações que nos levam a orar

Certa vez, um irmão contou-me que comprou um caderno e nele anotava cada minuto dedicado à oração. Em lágrimas ele revelou-me que um dia, ao terminar de orar, antes de fazer a sua anotação, o Senhor Deus disse-lhe, de forma audível, que não estava se agradando de sua postura, e que todas aquelas horas empregadas em “oração” não tinham valor algum, pois serviram apenas para o seu engrandecimento pessoal. Tal foi a surpresa daquele irmão que orgulhava-se das inúmeras horas que contabilizara!
Conheço pessoas que sentem prazer em mostrar os seus joelhos “calejados de oração”. Tais demonstrações, na realidade, apontam para os graves e profundos erros que existem em torno de uma das práticas mais comuns do cristianismo. Acerca do assunto, escreve A. W. Tozer, que ao “orarmos, deveríamos avaliar quem está agindo: o desejo do nosso coração ou o Espírito Santo”.
Sua conclusão caminha no sentido de que, se a “oração tem sua origem no Espírito, então a luta espiritual pode ser bela e maravilhosa; mas, se somos vítimas de desejos alimentados em nosso coração, a nossa oração pode tornar-se tão carnal quanto qualquer outro ato”.

Isso significa que propósitos egoístas podem estar escondidos sob uma aparente piedade ritualística. Uma voz melancólica, chorosa e que parece mais teatral que espontânea, longe de evidenciar um perfil piedoso, revela a perspectiva enganosa de alguns em relação a Deus. Não são a mera aparência ou a posição física, a tonalidade ou o timbre da voz, as palavras ou as expressões faciais que levam a oração a ser aceitável diante do Senhor, mas a disposição do coração, as intenções e a motivação com que nos dirigimos a Ele.

Ainda no tocante às nossas motivações para orar, N. T. Wright afirma que quando “nos detemos diante de algumas impressionantes promessas do Novo Testamento (‘Se permanecerdes em mim, e as minhas palavras permanecerem em vós, pedireis o que quiserdes, e vos será feito’ [Jo 15.7]), descobrimos que elas estão equilibradas por um estranho fenômeno”.
A surpresa vem com a revelação que o autor faz na sequência, dizendo que quando “reivindicamos ousadamente essas promessas, descobrimos que, se formos sinceros, nossos desejos e esperanças serão suavemente, porém firmemente remodelados, separados e colocados novamente em ordem”.2 Em outras palavras, nossas prioridades terão sido colocadas de cabeça para baixo e, como na Oração do Pai-Nosso (Mt 6.9-13), em vez de petições meramente temporais e transitórias, certamente, desejaremos o Reino de Deus, a santificação do Nome do Senhor, a vontade soberana e benfazeja dEle, e somente nos lembraremos de nós mesmos em último lugar.

Orações verbais e “silenciosas”

Se fôssemos falar sobre o conteúdo, orações “cristãs” que se parecem mais com o que é praticado no paganismo, “onde”, segundo N. T. Wright, “o ser humano tenta invocar, apaziguar, adular ou subornar o deus do mar, o deus da guerra, o deus do rio ou o deus do casamento para obter favores especiais ou evitar perigos específicos”3, talvez façam qualquer coisa, menos glorificar ao Senhor. Obviamente que isso não quer dizer que não se pode pedir algo que desejamos ou suplicar socorro em momentos de apreensão.
Todavia, imaginar Deus como um ser alheio às nossas motivações (algo que, tudo indica, pesa mais que as palavras, os gestos e a posição física), diminui-lhe a divindade, pois faz com que um de seus principais atributos seja negado. “Dizemos”, como afirmou C. S. Lewis, “que Deus é onisciente; contudo, boa parte de nossas orações parece consistir em transmitir-lhe informação”.
4
Ultimamente tenho aprendido que o nosso palavrório diante de Deus, “priva-o” de responder-nos e impede-nos de ouvi-lo. Como pentecostais, aprendemos que a “boa oração” é a mais barulhenta, altissonante e verborrágica, não obstante, após fazê-la, é possível que saiamos do ambiente ou que nos levantemos do lugar, muito mais orgulhosos que humildes, e mais cheios de si que do Espírito. Assim, reconsidero historicamente a importância do hesicasmo, não como movimento ou ordem monástica, mas como “prática do silêncio”.
Alister McGrath afirma que o “tema do ‘silêncio’ pode estar relacionado ao tema apofático do mistério de Deus, isto é, ao reconhecimento de que a linguagem humana nunca será capaz de fazer jus a Deus”. Tal assunto aponta para a verdade, dita pelo mesmo autor, de que no lugar de “pronunciar clichês banais, a resposta certa ao confronto com toda a maravilha de Deus é o silêncio”. E isso por uma razão muito simples: “Estar em silêncio muitas vezes é condição prévia para a oração eficaz (que pode ser pensada como ‘ouvir Deus’)”.
Esse “silêncio” não significa inércia ou frieza espiritual, pois antes de qualquer coisa, não se está discutindo o mero ato de quietude, de afastamento do convívio social, mas o distanciar-se de “todas as distrações para se concentrar em Deus”.
5 A oração como dever e como relacionamento
À guisa de conclusão, eu diria que a “prática do silêncio” colocada por McGrath, leva-nos a pensar o quanto os afazeres e o corre-corre das obrigações diárias, quando não priva-nos de orar, conseguem tirar a nossa concentração no momento de falar com Deus. Para C. S. Lewis o grande problema não está especificamente na falta de atenção, mas no que ele chama de “oração como dever”: “Ora, o que incomoda não é o simples fato de cumprirmos o dever de orar às pressas e de qualquer jeito.
O que incomoda de verdade é o fato puro e simples de a oração ser contada entre os deveres”. Essa percepção, segundo Lewis, não indica que estamos fazendo algo para o que não fomos criados, antes, demonstra que se “fôssemos perfeitos, a oração não seria um dever, mas deleite”. Assim, as dificuldades enfrentadas no período da oração ou nos momentos que o antecedem, demonstram apenas que “justo as atividades para as quais fomos criados são, enquanto vivemos na Terra, impedidas de várias maneiras: pelo mau em nós mesmos e nos outros. Não praticá-las é abandonar nossa humanidade. Praticá-las com naturalidade e prazer ainda não é possível. Essa situação cria a categoria do dever, todo o reino do especificamente moral”.
6 Mas chegará o dia em que orar não mais será um dever, e tudo o que aqui vivemos em perspectiva, será efetivamente real (1Co 13.12), e a oração se transformará em relacionamento sólido e verdadeiro com Deus Pai, Deus Filho e Deus Espírito Santo.
Até lá, porém, devemos praticar o dever de orar, buscando sempre o auxílio do Espírito Santo — nosso real e verdadeiro Intercessor (Rm 8.26) — fazendo com que o antegozo daqui, supra-nos momentaneamente a necessidade que somente se satisfará plenamente quando lá estivermos.
NOTAS

1 TOZER, A. W. Este mundo: Lugar de Lazer ou Campo de Batalha? Descubra a verdadeira missão de um discípulo de Cristo. 2.ed. Rio de Janeiro: Danprewam, 2009, p.27.
2 WRIGHT, N. T. Simplesmente Cristão. Por que o cristianismo faz sentido. 1.ed. Viçosa: Ultimato, 2009, p.183.
3 Ibid., p.175.
4 LEWIS, C. S. Oração: Cartas a Malcolm. Reflexões sobre o diálogo íntimo entre o homem e Deus. 1.ed. São Paulo: Vida, 2009, p.25.
5 MCGRATH, Alister. Uma Introdução à Espiritualidade Cristã. 1.ed. São Paulo: Vida, 2008, pp.191-2.
6 LEWIS, C. S. Oração: Cartas a Malcolm. Reflexões sobre o diálogo íntimo entre o homem e Deus. 1.ed. São Paulo: Vida, 2009, pp.143-46.

César Moisés Carvalho é pedagogo e chefe do Setor de Educação Cristã da CPAD.

29 de set. de 2010

Corrente Geral - Virada contra PT

Corrente Geral - Virada contra PT

Importante esclarecimento:

Se esta mensagem circular de maneira vigorosa, o Jornal Nacional vai ter que enfrentar o Lula e perguntar aquilo que todos nós queremos saber.

Queremos que Bonner e Fátima façam as perguntas a Lula que o Reinaldo Azevedo sugere para a entrevista do Jornal Nacional:

1) O senhor prometeu criar 10 milhões de empregos e chegará ao fim do mandato criando quatro milhões. Neste tempo, a renda da classe média caiu, e os empregos gerados se concentram na faixa de até 2 salários mínimos. A chamada distribuição de renda do seu governo não se faz à custa do empobrecimento dos menos pobres?

2) O Senhor disse que banqueiro lucra no seu governo e, por isso, não precisa de Proer. O Senhor sabe quantos Proers o Brasil paga por ano para sustentar os juros reais mais altos do mundo?

3) O seu filho, até bem pouco tempo antes de o Senhor assumir a Presidência, era monitor de Jardim Zoológico e, hoje, já é um empresário que a gente poderia classificar de milionário. O Senhor não acha uma ascensão muito rápida?

4) Genoino sabia do mensalão. Silvio Pereira sabia do mensalão. Dirceu sabia do mensalão. Ministros foram avisados do mensalão.
Só o senhor, da cúpula, não saberia. O senhor não acha que, nesse caso, não saber é tão grave quanto saber? E se houver mais irregularidades feitas por amigos seus que o senhor ignore?

5) Presidente, na sua gestão, as invasões de terra triplicaram, caiu o número de assentamentos e mais do que dobrou o número de mortos no campo. Como o senhor defende a sua política de reforma agrária?

6) O senhor não tem vergonha de subir em palanque onde estão mensaleiros e sanguessugas?

7) Presidente, em 2002, o Brasil exportava a metade do que exporta hoje, e o risco país era sete ou oito vezes maior. O país pagava 11% de juros reais. Hoje, continuamos a pagar mais de 10%. Como o senhor explica isso?

8) Em 2002, o governo FHC que o Senhor tanto critica repassou para São Paulo, na área de segurança, R$ 223,2 milhões.
Em 2005, o seu governo repassou apenas R$ 29,6 milhões. Só o seu avião custou R$ 125 milhões.
Não é muito pouco o que foi dado ao Estado que tem 40% da população carcerária do país?

9) Quando o Senhor assumiu, o agro negócio respondia por mais de 60% do superávit comercial. Quase quatro anos depois, o setor está quebrado, devendo R$ 50 bilhões. O Senhor não acha que o seu governo foi um desastre na área?

Esta é uma corrente... .

Funciona assim:

Se você passar este e-mail para pelo menos 10 outras pessoas e estas passarem para outras 10, e assim por diante, ao final de outubro um milagre irá acontecer e beneficiará você e sua família e a todas as famílias que repassaram esta corrente .Já se você simplesmente ignorar esta corrente, não a repassando, ao final de outubro você será amaldiçoado com o pior de todos os pesadelos: aturar a ``perereca ignorante` por quatro longos anos de sua vida!!!!

Vamos relembrar

as "qualidades" do nosso Presidente :

-ele não estudou;

-ele NUNCA trabalhou, apesar de ser "Líder" dos trabalhadores;

-ele tem um belo salário como Presidente;

-ele tem um belo salário do Partido, sem trabalhar;

-ele também recebe pensão como ANISTIADO (????)

-ele tem aposentadoria;

-ele tem filhos estudando no exterior;

-ele não paga aluguel da mansão onde mora;

-ele desconhece os preços de supermercado, padaria ,farmácia, açougue, etc;

-ele viaja ( e muito ) de avião luxuoso comprado com nosso dinheiro só para ele;

-ele tem carros;

-ele não fala inglês, espanhol ou outra língua, nem o português;

-ele tem ternos italianos;

-ele tem fazendas;

-ele não tem experiência administrativa ;

-ele não tem humildade;

-ele traiu todos seus compromissos de campanha;

-ele defende, hoje, tudo quanto atacava e era contra na política do Presidente anterior;

-ele não tem vergonha em dizer que "é do povo", mesmo vivendo como um rei .

Detalhe:

"O NOSSO PRESIDENTE", se quisesse, não poderia ser um GARI DE RUA.

O concurso de GARI exige ensino fundamental.

Não se esqueçam!

Foi a Internet que ganhou o plebiscito do desarmamento.

Portanto, podemos vencer essa eleição também, se nos concentrarmos em um candidato melhor que o de Lula.

Com ela: PODE FICAR MUITO PIOR.

Vamos fazer a nossa parte.

Encaminhe essa mensagem a TODOS que você conhece

"Pensamentos tornam-se ações, ações tornam-se hábitos, hábitos tornam-se caráter, e nosso caráter torna-se nosso destino".

Compare












24 de set. de 2010

"Todos estão doutrinados pelas ideias da esquerda"


"Todos estão doutrinados pelas ideias da esquerda"

Cientista político atribui apatia da população à "mudança de mentalidade"


Em função do trabalho de “mudança de mentalidade” promovido pelas esquerdas, os brasileiros estão cegos para os atos do governo e para o rumo que eles apontam. É a opinião do cientista político Pedro Henrique Chaves Antero. Segundo ele, esse serviço foi efetuado por meio da imprensa, da universidade e da igreja. “Lamento que haja muitas pessoas de boa intenção sendo levadas a reboque dessa doutrinação”, diz Antero, que discorreu sobre política e eleições na seguinte entrevista ao jornal O Estado.


O Estado – Lula declarou que “é preciso extirpar o DEM da política brasileira”. Como o senhor avalia a postura do presidente?

Pedro Henrique Chaves Antero - A declaração de Lula coincide com tudo que os ditadores que já passaram pelo mundo disseram: eliminar o que for oposição e estabelecer o regime do partido único. E o PT gostaria de ser esse partido. Considero isso de muita gravidade. Em 64, as forças nacionais se rebelaram contra um regime que apregoava o comunismo. A primeira reação foi do povo. Houve passeatas enormes, em São Paulo e no Rio de Janeiro, solicitando a intervenção e a derrubada do governo [João Goulart] por conta do rumo para o qual estávamos caminhando.
Hoje essa disposição de reação é muito menor. Em primeiro lugar, porque a experiência militar durante todo o período não foi tão boa. A reação militar se justificou plenamente na sua intervenção, mas não se justificou no seu prolongamento por tantos anos. Castelo Branco tinha toda razão de dizer que a intervenção militar deveria encerrar-se após seu mandato. Mas de qualquer maneira não temos hoje, nem da parte dos militares nem da parte do povo em geral, essa disposição de reagir contra uma coisa que vai marchando para um abismo, para uma situação difícil, que dificilmente poderá ter volta.


OE – Como explica essa apatia da população?

PHCA – Explico essa apatia como uma decorrência de um trabalho longo e profícuo das esquerdas no sentido de mudar a mentalidade das pessoas, através de canais subterrâneos na imprensa, na igreja, em algumas áreas militares e na população civil em geral. Nas universidades nem se fala. A universidade, desde aquela época, já era intoxicada pelas idéias de esquerda. Mas os outros segmentos da sociedade eram mais livres, mais independentes. Hoje, porém, todos estão doutrinados pela teoria do Antonio Gramsci, segundo a qual a tomada do poder pela esquerda para o estabelecimento da ditadura não é feita de modo violento, através de revolução, é feita através dos meios democráticos existentes. De quais meios nós dispomos aqui? De eleições livres, democráticas entre aspas. Mas, com maioria no Senado e na Câmara, eles poderão facilmente baixar todas as leis necessárias para se tornarem um governo ditatorial. Lamento que haja muitas pessoas de boa intenção, que realmente não gostariam de viver num regime de partido único, sendo levadas a reboque dessa doutrinação.


OE – Por falar em governos militares, recentemente o Tribunal de Contas da União decidiu rever as indenizações pagas aos chamados perseguidos políticos pelo regime militar. O que o senhor pensa da Comissão de Anistia?

PHCA – O que está sendo feito em termos de indenização aos ditos perseguidos políticos é uma aberração. Isso é uma negação da história, é uma injustiça que se pratica contra as pessoas que não são beneficiadas e que padeceram também em decorrência do conflito e, sobretudo, é um avançar nos nossos impostos, para satisfazer caprichos políticos de um pequeno grupo. E a sociedade não reage a uma coisa tão claramente absurda como essa, pois está anestesiada por uma cultura de que os militares fizeram tudo errado. Não digo que no tempo dos militares havia democracia plena. Digo apenas que a reação militar foi uma medida para evitar que esses mesmos que hoje estão no poder tivessem tomado o poder em 64. Os Dirceus da vida, as Dilmas da vida, e muitos outros políticos que estiveram no governo do Fernando Henrique Cardoso, estão no governo do Lula e estiveram no governo do Serra em São Paulo, tinham a intenção de tomar o poder violentamente para instalar um regime que não era democrático.


Essas indenizações são uma imoralidade. É uma falta de ética do atual governo e do governo passado [a Comissão de Anistia foi instalada em 2001, durante o segundo mandato de FHC]. Condeno inteiramente essa banda do PSDB que tem a mesma mentalidade, que se distingue do Lula e do PT apenas na sua maneira de ser e no interesse de estar ou não no poder. A mentalidade é a mesma, a origem é a mesma, e a vergonha que eles praticam contra a nação brasileira é a mesma.


OE – Embora advogue e pratique a social-democracia, que é uma corrente da esquerda e assim é identificada em qualquer lugar do mundo, existe o mito de que o PSDB é um partido de direita. De que forma o senhor explica essa concepção?

PHCA - O fato de o PSDB ser entendido como um partido de direita é decorrente desse trabalho político que o PT vem fazendo há anos para se tornar o único partido da República. Na medida em que o PT “empurrar” o PSDB para a direita, não há mais opositor para o PT dentro de sua área de trabalho, que é a esquerda. Nem Fernando Henrique Cardoso, nem Serra, nem Aloysio Nunes Ferreira, nem muitos outros que trabalharam com Fernando Henrique são de direita. Pelo contrário: são homens de esquerda. Obviamente reconheço que o Fernando Henrique Cardoso de hoje não é o mesmo daquele tempo. Ele cresceu, amadureceu e entendeu. Mas, embora tenha mudado, o Fernando Henrique não é um homem de direita. Tem sua formação inicial na esquerda. Com o Serra é a mesma coisa. Eu diria que hoje Serra e Fernando Henrique são pessoas de centro, mas com tendências para a esquerda, que é a origem deles.

OE – O senhor fala em crescimento e amadurecimento. Vê alguma mudança na orientação ideológica de Dilma Rousseff?

PHCA - A Dilma é plenamente de esquerda. Nunca amadureceu. Foi uma terrorista. Todos sabem disso, não estou falando nenhuma novidade. Nunca vi um reconhecimento de culpa, de erro, nem mesmo de estratégia dessas pessoas. Eles se consideram heróis que assim fizeram e que assim deveriam ter feito. Não reconhecem que foi um absurdo querer transformar o Brasil numa Cuba. Muitos desses que estão aí pregando o socialismo e defendendo o governo Dilma são aqueles que quiseram instalar aqui o regime cubano.


Carlos Lacerda gostava de dizer uma coisa muito certa: a pessoa que não é comunista na juventude é burra; se continuar a ser comunista depois dos 24 anos, é burra também. Esse fogo juvenil de mudar a sociedade é uma coisa natural. Como o marxismo era, naquele tempo, a opção política existente para se mudar a sociedade, todo jovem que se quisesse inteligente entraria para o movimento da esquerda. Mas hoje, depois de tanto fracasso da esquerda... Veja o que é Cuba. Desde 59 sob uma ditadura violenta, com um único presidente, sem liberdade, sem comida, sem saúde.


OE – O senhor tem criticado o PSDB por fazer ao governo federal uma oposição, nas suas próprias palavras, “covarde e ambígua”. Como avalia a campanha presidencial de José Serra?

PHCA - A candidatura do Serra é fraca, inicialmente, pela divisão do PSDB. Essa divisão entre Serra e Aécio neves, PSDB paulista e PSDB mineiro, é o cerne do enfraquecimento do partido. O PSDB nunca foi um partido unido. Sempre tem aquelas pessoas que ficam insatisfeitas com as decisões dos tucanos paulistas e ficam trabalhando por trás e trabalhando contra o próprio partido. Isso é um erro obviamente do PSDB de São Paulo, que deveria ter aberto as portas do partido ao resto da nação.


Segundo ponto: os membros do PSDB são ambíguos, não têm posições políticas claras. São em parte democratas, liberais, em parte socialistas. Não defendem uma posição firme e definida. Não fazem um programa de governo assentado numa única doutrina, porque têm mil cabeças pensando de maneira diferente. Hoje, por exemplo, você não sabe realmente qual é o programa de governo do Serra. Ele fala em saúde, em educação, nos genéricos, nisso e naquilo, mas cadê, qual é o programa? Não existe. Já a Dilma tem programa, que é o Programa Nacional de Direitos Humanos 3.


Esse é o programa dela: marchando para o socialismo. Tirando as liberdades individuais; limitando a imprensa; limitando os proprietários; permitindo as invasões; permitindo o aborto, e assim vai. A Dilma tem uma linha de trabalho. Do outro lado, não existe nada.

Fonte: http://www.oestadoce.com.br/?acao=noticias&subacao=ler_noticia&cadernoID=12¬iciaID=34146

Divulgação: www.pensamentosnaweb.com

Caros Amigos

Caros Amigos:

POR FAVOR,LEIAM ANTES DE VOTAREM E ANTES QUE SEJA TARDE DEMAIS QUANDO MAIS NADA PODERÁ SER FEITO.




Abraços em Cristo,

Rev. Abrahão



Caros amigos,


As linhas que escrevo agora são fruto de muita reflexão e oração. Há semanas venho ensaiando escrever isto e o mero desejo de meu coração tornou-se uma necessidade de minha consciência. Muitos de nós têm acompanhado de perto o desenvolvimento de questões ligadas à vida e à família em nossa nação. Sem dúvida alguma, nestas questões a sociedade brasileira tem trilhado no caminho da impiedade por conta de um governo que, além de permitir a iniqüidade, em muitos casos a apóia.

Antes de continuar, deixe-me dizer que, como a Bíblia instrui, oro pelo presidente da República e por seu governo. Mais do que orar, nutro admiração pelo nosso presidente. Sua história de pobreza no sertão nordestino e sua ascensão ao cargo mais alto da nação é algo que me fascina. Sempre votei no Lula. Sendo eu filho de um bravo nordestino, metalúrgico e ligado ao sindicato, então, logo simpatizei com a figura do nosso presidente. Todavia, como pastor presbiteriano, não posso me calar diante das iniqüidades que seu governo tem cometido e que ainda pretende cometer em nossa nação. Exponho a partir de agora quais são estas iniqüidades:



1. Erotização de nossas crianças



O Governo Federal, através dos Ministérios da Saúde e da Educação, tem produzido material com imoralidade para ser distribuído aos nossos filhos sob o pretexto de educação sexual. Veja por si mesmo nos links abaixo:



http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/cartilha-governo-lula-estimula-alunos-13-19-anos-narrar-suas-transas/



http://www.diversidade.papocabeca.me.ufrj.br/index.php?option=com_content&view=article&id=3&Itemid=3&lang=pt



http://www.papocabeca.me.ufrj.br/diversidade/DiversidadeWeb.pdf



http://noticias.r7.com/vestibular-e-concursos/noticias/recife-recolhe-livro-de-educacao-sexual-para-criancas-20100428.html



O Governo Federal, que deveria ser o guardião da educação de nossos filhos é hoje quem mais os encaminha para a imoralidade sexual.



A Bíblia diz: "Ensina a criança no caminho em que deve andar, e, ainda quando for velho, não se desviará dele". (Provérbios 22.6). Deus vai cobrar do atual governo o que ele tem feito na educação de nossas crianças.



2. Incentivo ao homossexualismo



No dia 14/05/2009 o Governo Federal lançou o Plano Nacional de Promoção da Cidadania e Direitos Humanos de LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais). O plano é formado por 51 diretrizes que têm o objetivo de influenciar todos os segmentos da sociedade com a filosofia homossexual. O Governo Federal é o maior patrocinador do movimento homossexual no Brasil. Veja os links abaixo:



http://www.presidencia.gov.br/estrutura_presidencia/sedh/brasilsem/plano_lgbt/



http://www.abril.com.br/noticias/brasil/governo-lanca-plano-defender-direitos-civis-populacao-lgbt-470514.shtml



http://portal.mj.gov.br/sedh/homofobia/planolgbt.pdf



Em paralelo a estas ações de expansão de incentivo ao homossexualismo, o Governo também trabalha na aprovação do Projeto de Lei 122/2006, apelidado de "lei da mordaça", que pretende criminalizar a discordância ao Homossexualismo. Se aprovado, o projeto atentará contra a liberdade de expressão prevista em nossa constituição e permitirá ao Estado punir qualquer indivíduo que demonstrar discordância quanto à prática homossexual.



A Bíblia diz: "Se também um homem se deitar com outro homem, como se fosse mulher, ambos praticaram coisa abominável" (Levítico 20.13). "Deus entregou tais homens à imundícia, pelas concupiscências de seu próprio coração, para desonrarem o seu corpo entre si; pois eles mudaram a verdade de Deus em mentira, adorando e servindo a criatura em lugar do Criador, o qual é bendito eternamente. Amém! Por causa disso, os entregou Deus a paixões infames; porque até as mulheres mudaram o modo natural de suas relações íntimas por outro, contrário à natureza; semelhantemente, os homens também, deixando o contacto natural da mulher, se inflamaram mutuamente em sua sensualidade, cometendo torpeza, homens com homens, e recebendo, em si mesmos, a merecida punição do seu erro." (Romanos 2.24-27)



3. Defesa do aborto



Em Setembro de 2007 o PT aprovou seu apoio à legalização do aborto:



http://noticias.terra.com.br/brasil/interna/0,,OI1874487-EI7896,00.html



Em 2008 a Fiocruz, instituição vinculada ao Ministério da Saúde, liberou R$ 80 mil para a filmagem do vídeo "O fim do silêncio", que mostra depoimentos de mulheres que abortaram seus filhos e defendem a descriminalização da prática. A diretora Thereza Jessouroun diz, na reportagem, ter idealizado o roteiro ao ouvir declarações do ministro da Saúde, José Gomes Temporão, a favor da descriminalização do aborto. De acordo com ela, o projeto se materializou após a abertura do edital da Fiocruz, cuja direção é nomeada pelo ministro. Veja notícia do Jornal O Globo abaixo:



http://oglobo.globo.com/pais/mat/2009/01/04/filme-reacende-polemica-em-torno-do-aborto-587883773.asp



Por ser o PT oficialmente favorável ao aborto, em Setembro de 2009 ele puniu dois deputados federais por serem contrários à posição abortista: Veja a matéria abaixo:



http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u625663.shtml



Além disso, o novo Programa Nacional de Direitos Humanos, assinado pelo presidente em Dezembro/2009, defende a legalização do aborto, o que gerou manifestações de grupos contrários ao aborto em todo o país:



http://www.midiasemmascara.org/artigos/aborto/10913-declaracao-pro-vida-contra-o-pndh-3.html



Diante destes fatos que atentam contra a família, a vida e contra nossas crianças, torno pública minha intenção de voto: Votarei pela não continuidade deste governo.



Quem me conhece sabe que nunca misturei política com ministério, todavia, creio que o momento é grave e necessita de um posicionamento dos líderes religiosos. Todo cristão deve atentar para o que está acontecendo e manifestar o repúdio às iniqüidades deste governo por meio do seu voto. Não podemos deixar que as iniqüidades continuem.



Conclamo você, meu amigo, a continuar orando pelas nossas autoridades, a orar pelas eleições que se aproximam e a votar conscientemente, não escolhendo aqueles que praticam a impiedade. Termino com alguns versículos:



“Ai daqueles que, no seu leito, imaginam a iniqüidade e maquinam o mal! À luz da alva, o praticam, porque o poder está em suas mãos.” Miquéias 2.1



“Ai dos que ao mal chamam bem e ao bem, mal; que fazem da escuridade luz e da luz, escuridade; põem o amargo por doce e o doce, por amargo!” Isaías 5.20



“... se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e me buscar, e se converter dos seus maus caminhos, então, eu ouvirei dos céus, perdoarei os seus pecados e sararei a sua terra”. 2 Crônicas 7.14


Rev. Ageu Cirilo de Magalhães Jr.

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