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21 de ago. de 2012

O MINISTÉRIO DOS APÓSTOLOS


O MINISTÉRIO DOS APÓSTOLOS
 

A história bíblica termina no livro de Atos, que descreve o ministério da igreja primitiva. Em Atos vemos como a mensagem concernente a Jesus - a mensagem da redenção - propagou-se de Jerusalém até Roma, centro do mundo Ocidental.
O livro de Atos mostra a expansão da igreja:
a) Em Jerusalém;
b) De Jerusalém para a Judéia, Samaria e região.
c) De Antioquia até Roma.


a) A Igreja em Jerusalém - As primeiras experiências dos discípulos de Jesus em Jerusalém revelam muita coisa acerca da igreja primitiva. O livro de Atos mostra com que zelo esses cristãos divulgaram as notícias a respeito de Jesus.
O livro inicia-se numa colina próxima a Jerusalém, onde Jesus estava prestes a ascender ao céu. Ele disse aos discípulos: "...ao descer sobre vós o ES, e sereis minhas testemunhas tanto em Jerusalém, como em toda a Judéia e Samaria, e até aos confins da terra" (At 1.8). Esse era o plano de Jesus para evangelizar o mundo.
Poucos dias mais tarde os discípulos substituíram Judas, que se havia matado depois de trair a Jesus. Escolheram a Matias para completar o grupo dos doze.
Então o Cristo ressurreto deu à igreja seu ES, que capacitou os cristãos a cumprirem a tarefa de âmbito mundial (At 1.8).
Pedro falou à igreja no dia de Pentecoste, revelando a importância de Cristo como Senhor da salvação (At 2.14-40). O ES revestiu a igreja de poder para operar sinais e maravilhas que confirmavam a veracidade dessa mensagem (At 2.43). Especialmente significativa foi a cura de um mendigo operado pelos apóstolos à porta do templo ( At 3.1-10), o que colocou os apóstolos em conflito com as autoridades judaicas.
A igreja mantinha estreita comunhão entre seus membros. Compartilhavam as refeições em seus lares; também adoravam juntos e repartiam os seus bens (At 2.44-46; 4.32-34).
À medida que a igreja continuava a crescer, as autoridades governamentais começara a perseguir abertamente os cristãos. Pedro e alguns dos apóstolos foram presos, mas um anjo os libertou; convocados perante as autoridades, estas lhes deram ordens de parar com a pregação a respeito de Jesus (At 5.17-29). Os cristãos, porém, recusaram-se a obedecer; continuaram pregando, muito embora as autoridades religiosas os espancassem e os laçassem na prisão diversas vezes.
A igreja crescia com tanta rapidez que os apóstolos precisaram de auxílio em algumas questões práticas de administração eclesiástica, principalmente no atendimento às viúvas. Para a execução desta tarefa ordenaram sete diáconos.

b) De Jerusalém para toda a Judéia - A segunda fase do crescimento da igreja começou com uma violenta perseguição dos cristãos em Jerusalém. Quase todos os crentes fugiram da cidade (At 8.1). Por onde quer que fossem, os cristãos davam testemunho, e o ES usava esse testemunho a fim de conquistar outras pessoas para Cristo (At 8.3...). Por exemplo, um dos sete auxiliares, chamado Filipe, conversou com um diplomata etíope; esse homem tornou-se cristão e levou as boas novas para sua pátria ( At 8.26-39).
A esta altura a Bíblia descreve a conversão de Saulo de Tarso. Antes de converter-se, Saulo perseguia a Igreja. Ele obteve cartas das autoridades judaicas em Jerusalém que o autorizava a ir a Damasco efetuar a prisão dos cristãos ali e matá-los. No caminho, Cristo derrubou-o por terra e o desafiou. Saulo rendeu-se e assim começou uma nova vida na qual ele devia usar seu nome romano, Paulo em lugar de Saulo, o nome judaico. Paulo cheio do ES começou a pregar a respeito de Jesus na sinagoga judaica, e os dirigentes judeus o expulsaram de Damasco. Algum tempo depois (Gl 1.17-2.2), ele foi pra Jerusalém, onde estabeleceu uma relação com os apóstolos.

Devemos notar também que o ministério de Pedro, que foi especialmente marcado por milagres. Em Lida ele curou um homem chamado Enéias (At 9.32-35). Em Jope, Deus o usou para ressuscitar Dorcas (At 9.36-42). Por fim, recebeu de Deus uma visão que o convocava para Cesaréia, onde apresentou o evangelho aos gentios (At 10.9-48). Ele foi o líder máximo dos apóstolos e seu ministério reanimou o entusiasmo da igreja primitiva. Apóstolo era uma pessoa a quem Cristo havia escolhido para um treinamento especial no ministério ( Gl 1.12). Os apóstolos lançaram o alicerce da igreja mediante a pregação do evangelho de Cristo (Ef 2.20; 1Co 3.10-11; Jd 3-21). Deususou Pedro para abrir a porta da salvação aos gentios.
Neste ponto a narrativa bíblica volta-se brevemente para a expansão do evangelho entre os gentios em Antioquia (At 11.19-30). É quando lemos acerca do martírio de Tiago em Jerusalém, e de como Pedro foi miraculosamente liberto da prisão. (At 12.1-19)

c) De Antioquia até Roma - O restante do livro de Atos descreve a expansão da igreja por intermédio do Apóstolo Paulo. Barnabé levou Paulo para Antioquia (At 11.19-26). Aí o ES chamou a Barnabé e a Paulo para serem missionários, e a igreja os ordenou para essa tarefa (At 13.1-3). Eles começavam pregando numa sinagoga judaica. Por conseguinte, a igreja primitiva constituía-se, antes de tudo, de convertidos dentre os judeus e de pessoas "tementes a Deus" (gentios que adoravam com os judeus). Na primeira viagem houve um dramático confronto com o diabo quando Deus usou a Paulo para derrotar o mágico (feiticeiro) Elimas (At 13.6-12). O jovem João Marcos acompanhava a Paulo e a Barnabé, mas, de Perge, resolveu voltar a Jerusalém, fato que deve ter causado grande desapontamento a Paulo (At 15.38). No sermão que Paulo proferiu na sinagoga em Antioquia da Pisídia (At 13.16-41) ele faz um resumo da história da redenção, acentuando seu cumprimento em Jesus. Ele declarou:  crer em Cristo é o único meio de libertar-se do pecado e da morte (At 13.38,39).
Em listra, judeus hostis instigaram as multidões de sorte que Paulo foi apedrejado e dado por morto (At 14.8-19). A viagem terminou com Paulo e Barnabé voltando a Antioquia, onde relataram tudo quanto Deus havia feito por intermédio deles, e como a fé se espalhara entre os gentios (At 14.26-28).
Mais tarde, surgiu na igreja uma séria desinteligência. Alguns cristãos argumentavam que os gentios convertidos tinha de observar as leis do AT, de modo especial a da circuncisão. O problema foi levado perante o concílio da igreja de Antioquia e de Jerusalém. Deus dirigiu esse concílio (reunido em Jerusalém) para declarar que os gentios não tinham de guarda a Lei a fim de serem salvos. Mas instruíram aos novos conversos a que se abstivessem de comer coisas sacrificadas aos ídolos, sangue e animais sufocados (At 15.1-29), para não escandalizarem os judeus. O concílio enviou uma carta a Antioquia; a igreja leu-a e a aceitou com sendo a vontade de Deus.
Não demorou muito, Paulo resolveu visitar todas as igrejas que ele e Barnabé haviam estabelecido na primeira viagem missionária. E assim teve início a segunda viagem missionária (At 15.40-41), desta vez em companhia de Silas. Observe-se, especialmente, a visão que Deus deu a Paulo em Trôade, convocando-os para a Macedônia (At 16.9-10). Na Macedônia eles conduziram à fé pessoas "tementes a Deus" (gentios que criam em Deus) e também judeus.
Um dia os missionários defrontaram-se com uma jovem escrava possuída do demônio. Seus donos auferiam lucro da capacidade que tinha a jovem de adivinhar. Paulo expulsou os demônios da jovem. e ela perdeu seus poderes, por isso seus senhores prenderam-nos (At 16.19-24). Na prisão, Paulo e Silas pregaram ao carcereiro. Foram libertados de manhã e se dirigiram para Tessalônica, onde muitos se converteram sob seu ministério. A seguir foram para Beréia, onde também alcançaram grande êxito (At 17.10-12). Em Atenas, Paulo pregou um grande sermão aos filósofos na colina de Marte. A próxima parada foi Corinto, onde Paulo e seus amigos permaneceram por um ano e meio. Daqui voltaram para Antioquia, passando por Jerusalém (At 18.18-22). Todo esse tempo, Paulo e seus companheiros continuaram a pregar nas sinagogas, e enfrentaram a oposição de alguns judeus que rejeitaram o evangelho (At 18.12-17).
A terceira viagem missionária abrangeu muitas das mesmas cidades que Paulo havia visitado na segunda. Ele fez, também, uma rápida visita às igreja da Galácia e da Frígia (At 18.23).
Em Efeso ele batizou doze dos discípulos de João Batista que haviam aceitado a Cristo, os quais receberam o ES (At 19.1-7). Durante quase dois anos ele pregou na escola de Tirano (At 19.9-10).
De Éfeso, ele foi para a Macedônia e, finalmente, voltou a Filipos. Depois de uma breve estada nesta cidade, ele viajou para Trôade, onde um jovem chamado Êutico pegou no sono durante o sermão de Paulo e caiu de uma janela do terceiro andar, sendo dado por morto. Deus operou por meio de Paulo para trazer Êutico de volta à vida (At 20.7-12). Dali os missionários foram para Cesaréia, passando por Mileto. Em Cesaréia o profeta Ágabo predisse o perigo que aguardava a Paulo em Jerusalém; ali ele enfrentou dificuldades e prisão. A Bíblia registra um discurso que ele fez ali em defesa de sua fé (At 22.1-21). Finalmente, as autoridades religiosas conseguiram enviá-lo para Roma a fim de ser julgado. A caminho, o navio que o transportava naufragou na ilha de Malta. Aqui  foi picado por uma cobra venenosa, mas não sofreu dano algum (At 28.7-8). Depois de passar três meses em Malta, ele e seus guardas navegaram para Roma.
O Livro de Atos encerra com as atividades de Paulo em Roma. Lemos que ele pregou aos principais judeus (At 28.17-20). Durante dois anos morou numa casa alugada, continuando a pregar às pessoas que o visitavam (At 28.30-31).
Encerra-se a história da redenção registrada na Bíblia. O Evangelho tinha sido eficazmente plantado em solo gentio, e a maioria das Epístolas havia sido escritas. A igreja estava no processo de separar-se da sinagoga judaica e tornar-se um organização distinta.

Fonte: O Mundo do Novo Testamento - Editora Vida

Divulgação: www.jorgenilson.com

20 de ago. de 2012

Esse merece o OSCAR










Foto Fonte: Web

Jogando gasolina no fogo da violência esquerdista

Jogando gasolina no fogo da violência esquerdista

Comentário de Julio Severo: Na década de 1990, o Conselho de Pesquisa da Família, que foi atacado na semana passada por um terrorista gay, me enviava caixas de livros pelo correio. E todo esse material foi uma das principais fontes de documentação para o meu livro O Movimento Homossexual, publicado pela Editora Betânia em 1998, e hoje disponível gratuitamente em formato e-book aqui.

Jogando gasolina no fogo da violência esquerdista

Exclusivo: Matt Barber exige que SPLC elimine sua lista de “grupos de ódio” depois que ativista gay armado atacou Conselho de Pesquisa da Família

Matt Barber
Fazendo uso das palavras do Rev. Jeremiah Wright, mentor supremacista negro do presidente Obama, os promotores de ódio do Centro Legal contra Pobreza no Sul (Southern Poverty Law Center, cuja sigla é SPLC) “não podem escapar das consequências de suas ações”. Essa organização de extrema esquerda se tornou tudo o que presume desmascarar.
Na quarta-feira passada, o ativista homossexual Floyd Corkins entrou no Conselho de Pesquisa da Família (Family Research Council, cuja sigla é FRC), com sede em Washington, armado com um revólver e uma mochila cheia de munição. Ele também tinha 15 sanduíches Chick-fil-A (FRC recentemente defendeu Dan Cathy, presidente dessa cadeia de lanchonetes, por se declarar a favor do casamento natural).
Floyd Corkins, ativista gay preso ao tentar fazer uma chacina em organização evangélica
A única coisa que impediu Corkins de cometer um assassinato em massa foi um gerente e o especialista de segurança do FRC, Leo Johnson. Quando Corkins gritou que discordava das “políticas” do FRC, ele atirou em Johnson que, apesar do braço gravemente ferido, deu um jeito de agarrar Corkins e desarmá-lo (a pergunta óbvia é: como é que ele conseguiu carregar uma arma escondida se é ilegal fazer isso em Washington, D.C.?).
Cathy Lanier, comandante de polícia de Washington DC, disse sobre o que Johnson fez: “O guarda de segurança daqui é um herói, até onde sei”.
Concordo.
Ao saber do ato altruísta de heroísmo de Leo, recordei João 15:13: “Ninguém tem maior amor do que este, de dar a vida pelos seus amigos”.
Mas de acordo com o SPLC, o coração de Leo está, em vez disso, cheio de ódio. Aliás, todos os que trabalham no FRC estão cheio de ódio. Afinal, em 2010 o SPLC, com muita fanfarra, “oficialmente atestou” o FRC como um “grupo de ódio” por suas posições cristãs ortodoxas sobre casamento e família.
Junto com fotos carregadas de violência de reais grupos de ódio como a Irmandade Ariana e a Ku Klux Klan, o SPLC traz em seu site uma lista dos grupos que já são conhecidos por ódio, mas no meio sempre enfia o pacífico FRC.
É uma estratégia astuta, por mais desonesta e censurável que seja. Ao agrupar o FRC e outras organizações cristãs com grupos extremistas violentos, o SPLC tem se engajado no pior tipo de preguiça intelectual (o SPLC tem repetidamente recusado debater com Tony Perkins, presidente do FRC, por causa de seu ataque malicioso tachando o FRC como “grupo de ódio”).
Em vez de debater — no mérito — as grandes organizações cristãs com quem tem discordâncias ideológicas, o SPLC escolheu, em vez disso, a saída covarde: a demonização e a marginalização por meio de falsa culpa por associação.
É um esquema não somente repugnante, mas extremamente perigoso.
Se já houve um tempo em que eu preferiria não estar certo, é agora. Em novembro de 2011, eu essencialmente predisse o ataque armado contra o FRC e a inegável cumplicidade do SPLC.
Com uma coluna com a manchete “Aumenta a violência esquerdista”, escrevi: “A campanha de desinformação irresponsável e perigosa do SPLC pode incentivar e legitimar extremistas de esquerda com ideias afins, porém menos estáveis, na criação de um verdadeiro clima de ódio. E esse clima é propício à violência”. (Se alguém merece ser eliminado — tentam justificar os tontos e desiquilibrados que seguem o SPLC — são membros desse ou daquele maligno “grupo de ódio” que, eles são informados repetidamente, têm a intenção de fazer grande mal a eles.)
Isso foi antes do fato. Depois do fato — um dia depois que o gay abriu fogo — Tony Perkins falou exatamente do que eu havia previsto:
“Permitam-me deixar claro que Floyd Corkins foi responsável por abrir fogo ontem”, ele disse aos jornalistas de Washington. “Mas Corkins recebeu licença para atirar num homem desarmado. Ele recebeu tal licença de organizações como o Centro Legal Contra a Pobreza no Sul com sua irresponsabilidade de rotular organizações como grupos de ódio porque discordam deles em questões de políticas públicas”.
O SPLC “tem de prestar contas por seu uso irresponsável de terminologia que está levando à intimidação e o que o FBI aqui categorizou como um ato de terrorismo nacional”.
Lamentavelmente, o sr. Perkins se acha numa posição exclusivamente credível para fazer essa acusação.
Contudo, embora reste uma vasta diferença entre o SPLC e as dezenas de milhões de cristãos americanos que o Conselho de Pesquisa de Família representa, o Centro Legal contra a Pobreza no Sul agora se acha com uma breve oportunidade de fazer o que é certo e reabilitar sua reputação que foi muito prejudicada.
Ao SPLC, digo isto: Seus esforços cínicos de desumanizar os cristãos e igualar a verdade bíblica a “ódio” estão funcionando melhor do que, assim penso eu, vocês esperavam. Está ao alcance de vocês agora corrigir um erro horrível e restaurar um sentimento de paz e segurança para os abalados funcionários do FRC. Que presente isso seria!
Apelo para seu senso de boa vontade. Isso não é nenhum jogo. Vidas estão em perigo. Sei que vocês têm bons funcionários (já conheci alguns) que acreditam que estão fazendo a coisa certa; por isso, por favor, atestem essa convicção. É hora de remover de sua lista negra de “grupos de ódio” as grandes organizações cristãs, antes que outro aliado ideológico de vocês derrame sangue.
E aos ativistas homossexuais e grupos esquerdistas, digo isto: Superem essa intensa competividade. Vamos fazer uma reunião. Eis algo em que podemos chegar a concordar. Publicamente incentivem o SPLC a tirar esse véu de medo
Meios de comunicação, vocês também estão sob aviso. Lembrem-se do ataque armado da quarta-feira na próxima vez em que apenas pensarem em repetir a rotulação de “grupo de ódio” utilizada pelo SPLC ao tratar dos cristãos que estão sendo estigmatizados com esse rótulo. Vocês também têm parte na culpa.
SPLC, ouça-me agora: Se, Deus nos livre disso, algo assim — ou até mesmo pior — acontecer no futuro e você ainda estiver se recusando a se retratar e pedir perdão por sua propaganda de “grupo de ódio”, então suas mãos estarão para sempre manchadas de sangue inocente.
Entretanto, de um modo ou de outro, nós cristãos recebemos ordens de Deus de falar a verdade de Cristo “até a morte”.
O FRC não se deixará intimidar. “Não estamos indo a nenhum lugar”, Tony Perkins disse aos jornalistas na quinta-feira. “Não estamos retrocedendo; não estamos fechando a boca”, prometeu ele. “Sentimos que — não sentimos, sabemos que fomos chamados a falar a verdade. Falá-la em amor, mas apesar de tudo falar a verdade — e não nos intimidaremos, não seremos silenciados”.
“Eu estava ali quando Leo saiu da anestesia”, disse Perkins, “e eu lhe disse: ‘Leo, quero que você saiba que você é um herói’. E ele pensou nisso por um minuto e disse: ‘Sabe, essa coisa de herói é trabalho duro’”.
Heróis não trabalham para “grupos de ódio”, e o trabalho duro do FRC é realmente heroico.
Tenho orgulho de considerá-los meus amigos.
Você também deveria.
Traduzido por Julio Severo do artigo: FANNING THE FLAMES OF LEFT-WING VIOLENCE
Fonte: www.juliosevero.com
Divulgação: www.jorgenilson.com

18 de ago. de 2012

Textos Bíblicos

O filho honra o pai, e o servo o seu senhor; se eu sou pai, onde está a minha honra? E, se eu sou senhor, onde está o meu temor? diz o SENHOR dos Exércitos a vós, ó sacerdotes, que desprezais o meu nome. E vós dizeis: Em que nós temos desprezado o teu nome?
Ofereceis sobre o meu altar pão imundo, e dizeis: Em que te havemos profanado? Nisto que dizeis: A mesa do SENHOR é desprezível.
Porque, quando ofereceis animal cego para o sacrifício, isso não é mau? E quando ofereceis o coxo ou enfermo, isso não é mau? Ora apresenta-o ao teu governador; porventura terá ele agrado em ti? ou aceitará ele a tua pessoa? diz o SENHOR dos Exércitos.

Malaquias 1:6-8

14 de ago. de 2012

Lição 8: A rebeldia dos filhos Data: 19 de Agosto de 2012


Lições Bíblicas CPAD Jovens e Adultos


Lição 8: A rebeldia dos filhos
Data: 19 de Agosto de 2012


3º Trimestre de 2012

Título: Vencendo as aflições da vida — Muitas são as aflições do justo, mas o Senhor o livra de todas
Comentarista: Eliezer de Lira e Silva





TEXTO ÁUREO

“Instrui o menino no caminho em que deve andar, e, até quando envelhecer, não se desviará dele” (Pv 22.6).

VERDADE PRÁTICA

Os pais que negligenciam a educação dos filhos, estão cometendo grave pecado diante de Deus.

HINOS SUGERIDOS

210, 273, 318.

LEITURA DIÁRIA

Segunda - Sl 127.3
Filhos, herança do Senhor



Terça - Pv 23.13,14
A necessidade da disciplina



Quarta - Pv 29.17
Disciplina e obediência



Quinta - Ef 6.4
Disciplina e conselho



Sexta - 2 Tm 3.2
A desobediência como sinal do fim



Sábado - Êx 20.12
Obediência como fonte de vida

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE

1 Samuel 2.12-14,17,22-25.

12 - Eram, porém, os filhos de Eli filhos de Belial e não conheciam o Senhor;
13 - Porquanto o costume daqueles sacerdotes com o povo era que, oferecendo alguém algum sacrifício, vinha o moço do sacerdote, estando-se cozendo a carne, com um garfo de três dentes em sua mão;
14 - e dava com ele, na caldeira, ou na panela, ou no caldeirão, ou na marmita; e tudo quanto o garfo tirava o sacerdote tomava para si; assim faziam a todo o Israel que ia ali a Siló.
17 - Era, pois, muito grande o pecado desses jovens perante o Senhor, porquanto os homens desprezavam a oferta do Senhor.
22 - Era, porém, Eli já muito velho e ouvia tudo quanto seus filhos faziam a todo o Israel e de como se deitavam com as mulheres que em bandos se ajuntavam à porta da tenda da congregação.
23 - E disse-lhes: Por que fazeis tais coisas? Porque ouço de todo este povo os vossos malefícios.
24 - Não, filhos meus, porque não é boa fama esta que ouço; fazeis transgredir o povo do Senhor.
25 - Pecando homem contra homem, os juízes o julgarão; pecando, porém, o homem contra o Senhor, quem rogará por ele? Mas não ouviram a voz de seu pai, porque o SENHOR os queria matar.

INTERAÇÃO

Professor, na lição de hoje enfocaremos a nobre missão que Deus concedeu aos pais de educar os filhos. Sabemos que muitos pais, devido o corre-corre da vida atual, estão delegando esta nobre missão a terceiros. Os resultados, os piores possíveis, podem ser visto em noticiários da tevê.
Estude a lição com afinco e prepare-se, da melhor forma possível, para tratar de um assunto tão proeminente como o de hoje.
É importante que os alunos compreendam o valor da disciplina na criação dos filhos, pois a disciplina conduz a criança ao caminho da obediência. Explique que os pais devem disciplinar seus filhos e educá-los de acordo com os princípios que Deus estabeleceu em sua Palavra. Não podemos jamais seguir os padrões deste mundo.

OBJETIVOS

Após esta aula, o aluno deverá estar apto a:
Compreender que a disciplina evita a rebeldia.
Discutir a respeito de alguns exemplos bíblicos de filhos que foram rebeldes.
Conscientizar-se de que mesmo diante da rebeldia de um filho os pais devem demonstrar um amor incondicional.

ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA

Professor, para introduzir o primeiro tópico da lição, promova um debate em classe. Escreva no quadro de giz as seguintes questões: “Por que os pais devem disciplinar seus filhos?”; “Qual a importância da disciplina?”. O debate favorece a participação ativa dos alunos, tornando a aula mais dinâmica e interativa. Ouça os alunos com atenção e faça as considerações que achar necessárias.

COMENTÁRIO

introdução

Palavra Chave
Rebeldia: Na lição significa resistência e teimosia em obedecer aos pais.

Os filhos são presentes de Deus e herança do Senhor. Todavia, nunca foi tão difícil educar uma criança. Por isso, precisamos buscar a orientação e a sabedoria divina para que nossos filhos sejam pessoas de bem, servos do Senhor, obedientes e cumpridores dos seus deveres. Na lição de hoje, veremos o que os pais podem fazer quando os filhos tornam-se rebeldes e fazem escolhas erradas.

I. A DISCIPLINA EVITA A REBELDIA

1. O que é disciplina? Muitos pais ainda confundem disciplina com castigo. Disciplinar é dar limites e estabelecer parâmetros, não castigar. É preciso mostrar à criança que ela não pode fazer o que bem entende. O texto bíblico de Provérbios é um alerta para os pais: “Não retires a disciplina da criança” (Pv 23.13). Sim, a disciplina não pode ser retirada porque é imprescindível à formação moral de nossos filhos. Quando uma criança não recebe limites, certamente tornar-se-á um adulto inseguro, ansioso e com dificuldades para obedecer.
2. O porquê da disciplina. Não são poucos os pais que têm medo de disciplinar, pois acreditam que os filhos ficarão ressentidos, chegando até mesmo a odiá-los. Porém, a disciplina, quando administrada com sabedoria, faz com que a criança se sinta segura, aceita e amada. Não disciplinar é o mesmo que deixar de instruir, educar. Por isso, não tenha medo de estabelecer parâmetros, pois eles são uma segurança para o desenvolvimento dos seus filhos (Pv 29.15; Hb 12.8).
3. Os pais devem disciplinar. Muitos pais estão “terceirizando” a educação de seus filhos, ou seja, passando uma responsabilidade, que é sua, para terceiros. Eles esperam, com isso, que os avôs, as babás, ou os professores da Escola Dominical, disciplinem seus filhos e os eduquem. Esta responsabilidade é sua! Os avôs, por terem mais experiência, podem até ajudar com os seus conselhos, mas a responsabilidade final de educar é dos pais. Não seja negligente quanto à educação de seus filhos (Ef 6.4).



SINOPSE DO TÓPICO (I)

A disciplina é imprescindível à formação moral dos filhos.



II. FILHOS REBELDES

1. Filhos que não ouviram seus pais. Na Palavra de Deus, encontramos alguns casos de filhos que desrespeitaram seus pais. Tais exemplos, ainda que negativos, foram registrados para que venhamos a aprender com eles. Vejamos alguns casos de filhos que não ouviram os conselhos de seus pais:
a) Caim. Caim e Abel receberam o mesmo tipo de educação. Caim, porém, era tolo e mau; seu coração estava cheio de inveja, ciúme e ira (Gn 4.5). Deus o inquiriu dizendo: “Se bem fizeres, não haverá aceitação para ti?” (Gn 4.7). Aprendemos com a triste história de Caim, que a rebeldia de um filho não significa que ele não tenha sido bem disciplinado ou corrigido. Às vezes os pais ensinam e corrigem seus filhos, estes, todavia, optam por tomar atitudes erradas.
b) Hofni e Fineias. Eli fora sacerdote e juiz. Ele julgou Israel durante quarenta anos e, ainda, preparou seu sucessor, Samuel. Contudo, não se saiu muito bem como pai; negligenciou a disciplina de seus filhos (1 Sm 2.27-30). A Bíblia declara que Hofni e Fineias eram filhos de Belial, ou seja, “filhos inúteis” (1 Sm 2.12). Eli sabia que os seus filhos não agiam corretamente, mas nada fez para corrigi-los de forma rigorosa (1 Sm 3.13).
Infelizmente, muitos pais também agem como Eli ao saberem dos erros dos seus filhos. Fingem que nada está acontecendo e preferem esconder suas falhas. As consequências foram trágicas para Eli, sua família e para toda a nação. Israel perdeu a batalha, e a arca da aliança, símbolo da presença de Deus, foi tomada pelos filisteus. Além disso, os dois filhos de Eli morreram no mesmo dia (1 Sm 4.11). Um filho rebelde envergonha seus pais, traz prejuízos para a família e até mesmo para a nação.
c) Absalão. Jovem bonito e forte, veio a matar o seu irmão, Amnom, por haver este estuprado sua irmã, Tamar (2 Sm 13.1-29). Não obstante, ele não era alguém que amava e clamava por justiça. Não respeitava ao seu pai e, durante quatro anos, conspirou contra ele, pois queria o reino a qualquer preço (2 Sm 15.6). Davi foi obrigado a fugir para não ter que matar o próprio filho (2 Sm 15.14). Quantos pais também não são obrigados a deixarem sua casa e seus pertences por amor aos seus filhos?
2. As consequências da rebeldia. A rebeldia de Absalão trouxe resultados terríveis para o reino, para sua família e para ele próprio. Rebeldia é pecado. Por isso, Deus determina que os filhos honrem aos seus pais: “Honra a teu pai e a tua mãe, como o Senhor, teu Deus, te ordenou, para que se prolonguem os teus dias e para que te vá bem na terra que te dá o Senhor, teu Deus” (Dt 5.16). Honrar é obedecer, respeitar. Absalão desonrou seu pai e o inevitável aconteceu. Morreu, ainda jovem, de maneira trágica (2 Sm 18.9-14).



SINOPSE DO TÓPICO (II)

Rebeldia é pecado, por isso Deus determina, em sua Palavra, que os filhos devem honrar os pais.



III. O QUE FAZER DIANTE DA REBELDIA DE UM FILHO

1. Não buscar culpados. Davi chorou muitíssimo a morte de seu filho (2 Sm 18.33). A dor da perda de um filho é algo terrível! Somente Deus, por intermédio do Espírito Santo, pode consolar o coração enlutado de um pai e de uma mãe. Se não bastasse, a dor de Davi era agravada pelo fato de saber que seu filho havia morrido em sua rebelião. Contudo, a despeito de sua dor, o rei não buscou um culpado. Ele não culpou a mãe do jovem, os amigos ou a sociedade. Às vezes, os pais esmeram-se por dar uma boa educação aos seus filhos; são piedosos e tementes ao Senhor, mas os filhos acabam seguindo o caminho da rebeldia, colhendo trágicas consequências.
2. Demonstrar um amor incondicional. Pais são para toda a vida, mesmo quando as coisas não dão certo e os filhos tomam decisões equivocadas. Mesmo que seu filho tenha trazido dor e decepção ao seu coração, só lhe resta uma saída: o perdão e o amor incondicional. Ore e busque a reconciliação; procure a ajuda de seu pastor. Quem sabe se, assim, você não terá o seu filho de volta? Não o trate como inimigo, antes reafirme o seu amor por ele (Lc 15.11-32). Mesmo que ele tenha se desviado por um tempo, certamente voltará. É difícil, mas procure ver a bondade e a fidelidade de Deus mesmo em meio à provação e à tristeza. Confie no Senhor!



SINOPSE DO TÓPICO (III)

Pais são para toda a vida, mesmo quando as coisas não dão certo e os filhos tomam decisões equivocadas.



CONCLUSÃO

Deus concedeu aos pais a nobre missão de educar os filhos. Educar é disciplinar, pois a disciplina conduz a criança ao caminho da obediência. Discipline seus filhos e eduque-os de acordo com os princípios que Deus estabeleceu em sua Palavra. Dessa forma, você verá as bênçãos divinas sobre a sua família e sobre os seus filhos e netos e, como Josué, poderá dizer: “Eu minha casa serviremos ao Senhor” (Js 24.15).

BIBLIOGRAFIA SUGERIDA

HUDSON, K. Criando os Filhos no Caminho de Deus: Um guia bíblico para pais cristãos. 1.ed., RJ: CPAD, 1997.
GANGEL, K. O.; GANGEL, J. S. Aprenda a ser Pai com o Pai: Tornando-se o pai que Deus quer que você seja. 1.ed., RJ: CPAD, 2004.

EXERCÍCIOS

1. O que é disciplina?
R. Disciplinar é dar limites e estabelecer parâmetros, não castigar.

2. O que é não disciplinar?
R. Castigar fisicamente.

3. Cite alguns exemplos bíblicos de filhos que se rebelaram contra os seus pais.
R. Caim, Hofni, Fineias e Absalão.

4. Fale sobre as consequências advindas peia rebeldia de Absalão.
R. A morte prematura do jovem e a fuga do rei Davi.

5. O que você pode fazer diante da rebeldia do seu filho?
R. Não buscar culpados e demonstrar um amor incondicional.

AUXÍLIO BIBLIOGRÁFICO

Subsídio Bibliológico

“Disciplina: Além da Punição
Ao ouvir a palavra disciplinar, qual o primeiro significado que lhe vem à mente? Muitos pensam rapidamente em imagens de espancamento, castigo de ficar em pé olhando para a parede ou privação das atividades favoritas. Na verdade, a definição correta, segundo o Dicionário Aurélio, é ‘fazer, obedecer ou ceder; acomodar, sujeitar e corrigir’. A palavra disciplinar vem do latim discipulus, de onde também provém a tão conhecida palavra discípulo. Que imagens a palavra discípulos traz à sua mente? Os 12 fiéis seguidores de Jesus, dedicados a seguir seu caminho e aprender com Ele? Perspectiva um tanto diferente da que pensamos para nossos filhos, não?
[...] A definição para disciplinar é ‘treinamento que desenvolve o autocontrole, caráter, bom comportamento e eficiência’. Não é o que realmente desejamos para nossos filhos, mesmo através da correção? Precisamos observar a disciplina em duas categorias principais. Primeiro, a disciplina que conferimos aos nossos filhos, a qual inclui exemplo, ensino e também a correção. Segundo, precisamos ajudar nossos filhos a desenvolver a autodisciplina” (HUDSON, K. Criando os Filhos no Caminho de Deus: Um guia bíblico para pais cristãos. 1.ed., RJ: CPAD, 1997. pp.265,267).

Fonte: CPAD/Est. da Bíblia

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Pastores traem pastor que ajudou menina a escapar de lésbica obcecada por possui-la

Comentário de Julio Severo: Ficamos horrorizados quando vemos relatos de pastores que traiam pastores na Alemanha nazista. Achamos que traições são eventos do passado. Mas eis que com a tirania de um governo movido por perversões, pastores começam a fraquejar. Lisa Miller precisou fugir dos EUA com sua filha porque sua ex-parceira lésbica, com o apoio do movimento homossexual, obteve dos tribunais decisões para tirar a filha de Lisa e dar à lésbica. Lisa pediu socorro a um grupo de pastores evangélicos, que a ajudaram a fugir para a Nicarágua. Mas com a intervenção do governo dos EUA, inclusive ameaçando de prisão, todos os pastores, menos o Pr. Kenneth Miller, “se arrependeram” e estão colaborando com o governo dos EUA para capturar e prender a mãe e entregar à menina a uma lésbica insana. Só o pastor Kenneth enfrenta agora risco de prisão pelo “crime” de ajudar uma mulher que entregou a vida a Jesus Cristo, saiu do lesbianismo e agora quer proteger sua filha biológica da obsessão de sua ex-parceira lésbica.
Conforme o Estado endurecer suas leis a favor do homossexualismo, veremos o crescimento de uma cultura de traição: irmãos traindo irmãos, pastores traindo pastores, etc.
Os pastores e outros cristãos continuarão a fazer a vontade de Deus, até o momento em que o Estado determinar que certa vontade de Deus é pecado contra o Estado. Aí começarão as traições. Muitos, para escapar da prisão, entregarão os inocentes à cova dos leões.
Quem tem olhos para ver, veja: A perseguição já começou no Ocidente “cristão”. A matéria abaixo é de LifeSiteNews:
Pastor levado a juízo por ajudar menina a escapar de “mãe” lésbica imposta por tribunal

Matthew Cullinan Hoffman
10 de agosto de 2012 (LifeSiteNews.com) — O Ministério Público Federal dos Estados Unidos está apresentando seus argumentos legais num julgamento contra um pastor menonita que é acusado de ajudar uma mãe solteira a escapar dos Estados Unidos com sua filha para evitar visitas impostas pelo tribunal de uma lésbica que o tribunal declarou ser a segunda “mãe” da menina.
A ex-lésbica Lisa Miller fugiu dos EUA depois do fracasso de seus esforços para impedir que Janet Jenkins, ex-parceira de uma união civil homossexual, tivesse acesso a Isabella, a filha de Lisa. Jenkins nunca adotou Isabella e não tem nenhum relacionamento biológico com a menina, que exibiu sinais de trauma emocional, de acordo com especialistas que a observaram, depois que o tribunal deu a Jenkins o direito de fazer visitas a força a menina.
Joshua Autry, o advogado do Pr. Kenneth Miller, está argumentando que Lisa Miller (que não tem nenhum parentesco com Kenneth Miller) tinha plenos direitos de mãe na época em que o pastor a transportou para a fronteira do Canadá, e que ele não estava ciente de que estava interferindo com alguma ordem de tribunal, de acordo com reportagens da Associated Press e outros jornais.
Se for condenado, Kenneth Miller pode acabar recebendo até três anos de prisão por “ajudar um sequestro parental internacional” sob a lei dos EUA.

Pr. Kenneth Miller com sua esposa e filhos
O MPF está usando emails obtidos do Google e gravações de telefone celular da empresa Verizon Wireless para mostrar os movimentos de Lisa Miller e sua filha em 2009, quando eles dizem que Lisa fugiu para o Canadá — e no final para a Nicarágua — com a ajuda de Kenneth Miller e outros menonitas ligados a ele.
Pelo menos dois menonitas que ajudaram na fuga decidiram entregar evidências no julgamento, testemunhando contra Kenneth Miller, que não está cooperando com o MPF.
O Pr. Ervin Horst, do Canadá, já testificou em favor do MPF, declarando que ele levou Lisa e Isabella de carro para o aeroporto de Toronto, da fronteira do Canadá até as Quedas do Niágara a pedido de Kenneth Miller.
O Pr. Timothy “Timo” Miller (que também não tem nenhum parentesco com Lisa Miller), que também ajudou Lisa e Isabella ao chegarem a Nicarágua, também concordou em testificar contra Kenneth Miller, num acordo claro para evitar que ele mesmo sofra ações do MPF. Um site mantido por apoiadores de Timothy Miller, o qual havia coletado milhares de dólares para defendê-lo, afirma que a eliminação de todas as acusações contra ele foi um evento “miraculoso”.
De acordo com os apoiadores menonitas de Kenneth Miller, o pastor considera o “casamento” homossexual como sintoma de uma sociedade que está abandonando o casamento cristão, que “foi feito para ser um relacionamento entre um homem e uma mulher para a vida inteira”.
Embora se oponha ao “casamento” homossexual, ele não o vê como a maior ameaça a essa instituição, em vez disso sustentando que “a maior ameaça é um Cristianismo que tem marginalizado e comprometido o ensino de Jesus sobre o casamento. O ensino de Jesus conforme a Igreja o entendeu pelos 300 anos de sua história permitia o divórcio ou separação em raros casos, mas o recasamento era visto como adultério”.
Ele descreve um “arrependimento radical dentro do Cristianismo” como a solução para o problema.
Os apoiadores do pastor explicam que “como seguidor de Jesus, Ken não conseguiria ignorar” a súplica de Lisa Miller pedindo ajuda para escapar de Jenkins.
“Ken apoiou o desejo de Lisa de remover a si mesma e Isabella de ex-relacionamentos que não estavam de acordo com o padrão de Jesus. Contudo, ele sentiu apenas amor e compaixão pela ex-parceira de Lisa e outros envolvidos”, acrescentam eles.

Link relacionado:

Site apoiando o Pr. Kennet Miller: MillerCase.org
Traduzido por Julio Severo do artigo de LifeSiteNews: Pastor prosecuted for helping girl escape court-imposed lesbian ‘mother’

Fonte: www.juliosevero.com

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13 de ago. de 2012


Perguntas rápidas para ateus e secularistas sensatos

Edson Camargo

Buscar-me-eis e achareis quando me buscarem de todo o coração.
Jr. 29:13

Nada nas ciências prova a impossibilidade da ocorrência de milagres. Muito bem. Então por que o ceticismo diante dos inúmeros relatos de milagres? Não passam de relatos? Ok. E as conclusões da ciência, não são baseadas nos relatos das experiências? Por que crer nos relatos inusitados de uns poucos cientistas e não crer em milhares de depoimentos que fortalecem-se uns aos outros ao longo de séculos?


Muitos secularistas atribuem as mais diversas motivações psicológicas para a crença em Deus. Principalmente para a crença no Deus dos cristãos, que, segundo estes, é bom, justo, e ao fim da história humana, eliminará o mal para sempre. Você tem certeza que para o ateísmo não há nenhuma motivação psicológica reconfortante, como por exemplo, a crença de que ao fim de sua vida terrena você simplesmente deixará de existir e não terá que prestar contas a nenhum Ser Superior que tudo sabe sobre você é que é perfeitamente justo e santo?
Por que afirmar a causalidade como uma lei da ciência e da investigação científica, e negá-la justamente quando busca explicar a origem do universo, apelando para o acaso? Não seria esse “acaso causador” uma enorme confluência de causas, que, necessariamente, evocam uma ordem transcendente e imaterial anterior à existência do universo?
Por que negar a existência da verdade absoluta e não parar de vociferar contra a mentira imperante? Qual seria a lei científica que explicaria, dentro da sua alma e da sua mente, essa sede de justiça?
A lei da verificabilidade empírica não é empiricamente verificável, e nem o princípio da falseabilidade de Popper é falseável. Ainda assim, são defendidos pelos secularistas e anti-religiosos como preciosos alicerces da plena manifestação da racionalidade humana, a ciência moderna. Você tem certeza de que sua casa não está construída sobre areia movediça?
Por que afirmar o primado da ciência sobre a religião e a filosofia, se até para se definir o que é ciência, os métodos cientificamente válidos (para não falar no próprio conceito de valor e validade) é preciso recorrer à filosofia, e para se fazer ciência com honestidade precisa-se evocar, inescapavelmente, questões sobre moralidade encontradas sobretudo na tradição religiosa?
As ciências, apesar da dimensão forense de algumas áreas, lidam simplesmente com fatos mensuráveis, repetíveis e quantificáveis. Como propor um fundamento adequado para a sociedade moderna baseando-se apenas na ciência, uma vez que a ética, o direito, a arte, as relações humanas, além de todo um vasto campo de conhecimento e de questões decisivas para a saúde existencial de cada ser humano só podem ser analisados à luz de áreas de investigação que lidem com aspectos qualitativos? Se o que é bom, o que é belo, o que é verdadeiro, ou mesmo o que é útil, não é assunto das “ciências duras”, por que considerá-las superiores às ciências que podem responder a questões de relevância muito maior para indivíduos e sociedades?
Por que não enfatizar os questionamentos sobre a “solução do bem”, um bem tão presente e imperante na ordem da realidade e mesmo dentro da sua alma a ponto de te incomodar com o “problema do mal”?
Por que não aceitar a explicação cristã de que o mal “ainda será plenamente destruído” mas aceitar a desculpa cientificista de que “a ciência não explica, mas ainda explicará” alguns fenômenos?
Por que evocar o método indutivo – partir dos efeitos para conhecer as causas – na ciência, e desprezá-lo numa reflexão mais profunda sobre a presença humana no universo, especialmente pelo fato de que se no mundo existem pessoas, a pessoalidade,  como não poderia existir uma Pessoa, um Deus pessoal que é a Causa primeira de toda a pessoalidade existente e evidente?
A proposta de Pascal é simples e contundente: se a fé cristã é verdadeira, vale a pena ser cristão nesta vida e conquistar a eternidade com Deus; se a fé cristã for falsa, apenas perdeu-se algo (o que é discutível) nesta vida finita. Se a cosmovisão materialista realmente tem algo de racional, deve reconhecer que há mais há ganhar do que há perder tornando-se cristão. Você não acha que a proposta de Pascal torna-se ainda mais forte se levarmos em conta a debilidade e falta de abrangência dos postulados cientificistas e materialistas aqui discutidos?
Filósofos cristãos apresentaram ao longo da histórias diversas formas de argumentos que provam (ou ao menos inferem e dão plausibilidade intelectual) pela via racional a existência de Deus. Se a mentalidade secularista, atéia e que se diz apegada à razão e à ciência é tão superior intelectualmente, por que até hoje nenhum destes argumentos – enumero uns aqui: o cosmológico, o ontológico, o teleológico e o moral – não foram refutados de forma decisiva pelos filósofos ateus?
Um mundo no qual se percebe ordem e a existência da pessoalidade só pode ter como Causa Primeira um Ordenador que deve necessariamente ser pessoal. Por que não crer que essa Pessoa Onipotente pôde não só criar o mundo, mas também se revelar ao homem e manter sua revelação especial – as Sagradas Escrituras – intacta e acessível aos homens até hoje? Por que Ele não poderia fazer isso?
Você tem certeza de que está mais interessado em descobrir a verdade sobre estas questões fundamentais e decisivas do que este Deus Onipotente e sabidamente amoroso (é o que afirmam milhões de cristãos) em transformar sua vida se você O procurar com determinação e honestidade?
Sinceramente? Eu duvido.

Fonte: Gospel+

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Novo código penal: penalizando os inocentes e inocentando os criminosos
Promotores da reforma querem aprovação em menos de dois meses

Dra. Damares Alves (editado por Julio Severo)

Na quarta-feira, 8 de agosto, foi instalada no Senado Federal a Comissão Especial que tratará da reforma do Código Penal Brasileiro, conforme o Projeto de Lei do Senado PLS 236/2012.
Diferente do atual Código Penal, que levou 20 anos para aprovar, o novo Código Penal tem dada marcada para a votação final de aprovação em 4 de outubro.

Em menos de dois meses, em plena época de eleições, como os políticos conseguirão devidamente analisar o novo Código? A quem interessa tanta pressa? Por que aprovar o novo Código Penal em menos de dois meses?
De novo, o Código só tem o nome, pois as barbaridades que ele impõe são antigas.
DESCRIMINALIZAÇÃO DO ABORTO (Artigo 128)

Para a interrupção da gravidez, aborto, será necessário apenas que a mulher apresente um laudo psicológico informando não está pronta ou não desejar ser mãe.
EUTANÁSIA (Artigo 122)

A Comissão sugere a regulamentação da eutanásia no Brasil
CRIMINALIZAÇÃO DA HOMOFOBIA

A penalização por descriminação em virtude da orientação sexual está prevista em vários momentos, a saber:
- como agravante de penas (art. 77)
- homicídio qualificado ( art. 121)
- lesões corporais (art. 129 § 6º)
- injúria (art. 138, § 1º)
- terrorismo (art. 239, III)
- incitação ao crime (art. 254)
- crime contra a humanidade - genocídio (art. 459)
- crime de tortura (art. 468, I,c)
- crime de racismo e preconceito (art. 472 a 474)
LEGALIZAÇÃO DOS PROSTÍBULOS (Artigo 189)

Permissão de casas de prostituição no Brasil. Proposta que já foi rejeitada por unanimidade na Câmara dos Deputados pois facilitará o trafico de mulheres
DESCRIMINALIZAÇÃO DAS DROGAS (Artigo 212 § 2º)

Propõe a liberação do uso de todos os tipos de drogas no Brasil. O usuário poderá plantar, cultivar, guardar. Poderá transportar drogas em quantidade para ser usada até por cinco dias. Como se dará a mensuração desta quantidade?
VIOLÊNCIA CONTRA CRIANÇAS INDÍGENAS (Artigo 36)

Os índios não podem ser responsabilizados por ritos e práticas culturais, mesmo que envolvam violência, estupro e assassinato de crianças.
FAVORECIMENTO A PEDOFILIA – ESTUPRO DE VULNERÁVEIS (Artigo 186, 187, 188, 189)

O Código Penal Brasileiro até o ano de 2009 previa no seu artigo 224 o estupro presumido, ou seja, quem mantivesse relação sexual com adolescente menor de 14 anos, era condenado por estupro presumido, mesmo que o adolescente ou a adolescente desse o consentimento.
Em 2009 foi promulgada a Lei 12.015/2009 que passou a definir este tipo de crime não mais como estupro presumido, mas como estupro de vulneráveis. Ou seja, quem tiver relações sexuais, ou praticar relações sexuais com menor de 14 anos poderá ser condenado até 15 anos de reclusão.
No PLS 236/2012 encontramos a absurda proposta para que se diminua a idade prevista para estupro de vulnerável de 14 para 12 anos de idade.
Assim, se esta mudança acontecer, o sexo com crianças a partir de 12 anos não será mais criminalizado.
Infelizmente a proposta ganha força a cada dia. Muitos defendem que a menina e o menino de 12 anos de idade já desejam ter relações sexuais, conforme argumentos dos promotores da educação sexual, cuja subsistência depende disso. No entanto, já se ouve rumores que alguns intelectuais no Brasil defendem que o ideal seria diminuir não para 12 anos de idade, mas para 10 anos de idade.
Diminuir a idade do consentimento para a relação sexual no Brasil vai favorecer o abuso sexual de crianças e adolescentes, a prática da pedofilia e em especial a prostituição infantil e o turismo sexual.
CRIME CIBERNÉTICO

Trará ameaças às pessoas que emitem opiniões pela internet.
O perigo é real: manifeste-se!

No PLS 236/2012 está explícito que falar da homossexualidade poderá ser considerado até mesmo crime contra a humanidade. Para os que acham que isso é um absurdo e que uma proposta desta jamais passará, queremos lembrar que este ano um pastor americano, o Rev. Scott Lively, está sendo processado por crime contra a humanidade por apenas ter se manifestado contra a homossexualidade.
Telefone gratuitamente para Senado (0800 612 211) para se manifestar.
Para obter o nome de todos os senadores envolvidos e cópia de comunicado detalhado da Dra. Damares sobre o perigo do novo Código Penal, envie uma solicitação para: juliosevero@outlook.com

Fonte: www.juliosevero.com

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11 de ago. de 2012

Lição 7: A divisão espiritual no lar Data: 12 de Agosto de 2012

Lições Bíblicas CPAD

Jovens e Adultos



3º Trimestre de 2012


Título: Vencendo as aflições da vida — Muitas são as aflições do justo, mas o Senhor o livra de todas
Comentarista: Eliezer de Lira e Silva


Lição 7: A divisão espiritual no lar
Data: 12 de Agosto de 2012

TEXTO ÁUREO


Semelhantemente, vós, mulheres, sede sujeitas ao vosso próprio marido, para que também, se algum não obedece à palavra, pelo procedimento de sua mulher seja ganho sem palavra(1 Pe 3.1).

VERDADE PRÁTICA


Ganhe o seu cônjuge para Cristo, através do seu bom testemunho.

HINOS SUGERIDOS


111, 135, 141.

LEITURA DIÁRIA


Segunda - Gn 2.18,22-24
A primeira família


Terça - Pv 14.1
A sabedoria da mulher


Quarta - Mc 10.6-12
O ensino acerca do divórcio


Quinta - At 16.1,2; 2 Tm 1.5
Evangelismo no lar


Sexta - Mt 5.13
Sal da terra


Sábado - Ef 5.8
Filhos da Luz

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE


1 Coríntios 7.12-16.

12 - Mas, aos outros, digo eu, não o Senhor: se algum irmão tem mulher descrente, e ela consente em habitar com ele, não a deixe.
13 - E se alguma mulher tem marido descrente, e ele consente em habitar com ela, não o deixe.
14 -
15 - Mas, se o descrente se apartar, aparta-se; porque neste caso o irmão ou irmã, não está sujeito à servidão; mas Deus chamou-nos para a paz.
16 - Porque, donde sabes, ó mulher, se salvarás teu marido? Ou, donde sabes, ó marido, se salvarás tua mulher?

INTERAÇÃO


O que fazer quando um dos cônjuges não se converte ao Senhor? Essa é uma situação que, apesar de difícil, possivelmente alguns de seus alunos podem estar enfrentando. Sabemos que o servo de Deus deve casar-se no Senhor, todavia, muitos se convertem a Jesus depois do casamento. Enfatize que nesse caso é preciso que o cônjuge busque, em Deus, sabedoria para que o lar seja um lugar de paz, amor e respeito. Quando o cônjuge não é crente, a Palavra de Deus recomenda a submissão (1 Pe 3.1) a fim de que ele seja alcançado por intermédio do bom testemunho do cristão. Essa é a vontade de Deus!

OBJETIVOS


Após esta aula, o aluno deverá estar apto a:
  • Explicar como deve ser o procedimento do crente quando um dos cônjuges não é crente.
  • Conscientizar-se de que quando um dos cônjuges não é crente é preciso agir com muita sabedoria.
  • Compreender o valor da evangelização no lar.

ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA


Professor, pergunte se algum aluno tem cônjuge descrente. Caso haja na classe alguém, peça que essa pessoa diga o que tem feito para alcançar seu esposo(a). Em seguida explique que é promessa do Senhor salvar as nossas famílias, contudo, precisamos de muita sabedoria a fim de que todos em nossas casas sejam alcançados através de um bom testemunho. Depois leia e discuta com os alunos o texto de Atos 16.31. Encerre orando pelos irmãos(ãs) que têm cônjuges descrentes. Diga que em breve eles poderão dizer: “Eu e a minha casa serviremos ao Senhor” (Js 24.15).

COMENTÁRIO


introdução

Palavra Chave
Descrente: Na lição é aquele(a) que ainda não se converteu a Jesus Cristo.

Nesta aula, estudaremos os conflitos que surgem quando um cônjuge converte-se, e o outro não, e as implicações que tal mudança ocasiona na convivência do casal. Ressaltaremos que o plano de Deus é que a família toda sirva a Cristo como Senhor e Salvador. Nessa perspectiva, o cônjuge que serve ao Senhor precisa ver-se como o principal responsável pela evangelização dos membros de sua família. Entretanto, a prática demonstra que palavras, nesse caso específico, geralmente transformam-se em discussões infrutíferas. Assim, a melhor atitude evangelística é manter um bom testemunho de vida através da mudança de hábitos. Quem serve ao Senhor deve ser sábio no falar, no agir, evitando conflitos.

I. CONVIVENDO COM O CÔNJUGE NÃO CRENTE

1. A convivência com o cônjuge descrente. Quando Deus criou o mundo declarou que tudo era bom (Gn 1.31). A única coisa que o Criador disse não ser boa era o fato de o homem viver só (Gn 2.18). Por isso, fez para Adão uma adjutora, Eva, formando assim a primeira família (Gn 2.22). Não faz parte do plano divino que o casal se divorcie (Mt 5.31,32; 19.3-9; Mc 10.2-12). Mas em 1 Coríntios 7.15, o apóstolo Paulo fala acerca dessa triste realidade como iniciativa do cônjuge descrente. Todavia, o apóstolo aconselha que, se o cônjuge descrente não se opuser à fé do que aceitou ao Senhor Jesus, então não deve o crente, em hipótese alguma, abandoná-lo (1 Co 7.12,13).
A fim de garantir uma convivência pacífica é imprescindível não entrar em conflitos, evitando discussões sobre religião ou igreja. Torne o seu dia a dia agradável; mostre ao cônjuge que servir a Cristo transforma um dia ruim em uma noite tranquila. Se houver algum problema na igreja, ou algo que não concorde, é prudente não dividir tal assunto em casa, pois o cônjuge não compreenderá, podendo até mesmo desenvolver uma aversão pelas coisas de Deus. Como já dissemos, a convivência deve ser pacífica (Rm 12.18).
Observemos, ainda, este conselho de Pedro: “Semelhantemente, vós, mulheres, sede sujeitas ao vosso próprio marido, para que também, se algum não obedece à palavra, pelo procedimento de sua mulher seja ganho sem palavra, considerando a vossa vida casta, em temor” (1 Pe 3.1,2). Esse conselho também vale para o homem.
2. Santificando o cônjuge. A Bíblia afirma que o cônjuge que serve ao Senhor santifica o não crente (1 Co 7.14). É muito importante ressaltar que a santidade a que se refere o apóstolo não leva à salvação. Isto é, um incrédulo não pode ser salvo através da experiência salvadora do outro, pois a salvação é individual e intransferível.


SINOPSE DO TÓPICO (I)

A Palavra de Deus aconselha que, se o cônjuge descrente não se opuser à fé do que aceitou ao Senhor Jesus, então não deve o crente, em hipótese alguma, abandoná-lo.


II. AGINDO COM SABEDORIA

1. Na criação dos filhos. O desejo do cônjuge cristão é que toda a sua família sirva ao Senhor Jesus. Em se tratando dos filhos o desejo é ainda maior. Mas nem sempre é possível criar os filhos dentro dos limites do templo, principalmente se um dos responsáveis não serve ao Senhor. O que fazer? Entrar em conflito com o cônjuge não resolve e ainda traz discórdia para o lar. A única coisa a ser feita é ensinar a Palavra de Deus em casa. Procure estimular a leitura das Sagradas Escrituras e de literatura cristã adequada para a faixa etária dos filhos. Não podemos descuidar da oração. Sigamos o exemplo de Jó que intercedia a Deus por seus filhos (Jó 1.5). Em o Novo Testamento, encontramos a história do jovem Timóteo, filho de uma judia crente com um grego incrédulo (At 16.1). Mas a sua avó e mãe ensinaram-lhe a Palavra de Deus, livrando-o assim das influências do paganismo (2 Tm 1.5). Timóteo tornou-se, então, um discípulo de Cristo, companheiro de Paulo e um grande servo do Senhor.
2. Nos afazeres domésticos. Tanto os homens quanto as mulheres que servem a Deus devem agir com sabedoria em relação às atividades domésticas. O cônjuge crente não pode descuidar de maneira alguma de sua vida espiritual, do lar, e dos filhos. Saber administrar o tempo é um fator que evita conflitos. A mulher não pode deixar sua casa desorganizada, as refeições por fazer e as roupas da família sujas sob a alegação de que o culto terminou mais tarde. O esposo incrédulo não a compreenderá, e julgará que a igreja está atrapalhando o bom andamento do lar.
Da mesma maneira, o homem que deixa de ajudar a mulher na organização do lar, que não realiza os pequenos reparos na casa, desculpando-se que não pode chegar atrasado ao culto, levará a esposa descrente a afastar-se ainda mais do Evangelho. Portanto, os cônjuges crentes devem agir com sabedoria, procurando os melhores dias e horários para comparecer aos cultos. Não podemos nos esquecer que Deus ama a família, pois Ele mesmo a criou.
3. Na vida espiritual. Há muitos casos de maridos que proíbem as esposas de participarem das atividades da igreja ou até mesmo de comparecerem aos cultos. Também há casos de mulheres que dificultam a vida espiritual dos maridos. Mesmo diante de tantas dificuldades não se pode descuidar da vida espiritual. Reservar um lugarzinho e um horário adequados, no lar, para oração, adoração e meditação da Palavra de Deus é uma excelente alternativa (Dn 6.10). Esses momentos preciosos na presença do Pai fortalecem a vida espiritual e ajudam a suportar as perseguições enquanto que, ao mesmo tempo, evitam conflitos. Confie, Deus sabe como agir em todas as situações.


SINOPSE DO TÓPICO (II)

O cônjuge crente deve pedir sabedoria a Deus para que seus filhos sejam criados no temor do Senhor.


III. EVANGELIZANDO O CÔNJUGE

1. Com nova postura. Todo aquele que reconhece Jesus como Salvador é transformado numa nova criatura (At 9.1-15; 2 Co 5.17). A partir daí, a natureza pecaminosa é colocada sob o controle do Santo Espírito, havendo mudança de vida e de comportamento (Gl 5.22). O cônjuge convertido, pois, deve demonstrar que mudou e que Cristo o tornou um ser humano melhor. Agindo dessa maneira, o outro perceberá que, em Jesus Cristo, há mudanças profundas no caráter. E, dessa maneira, o descrente poderá até vir a converter-se pelo bom exemplo que observa no crente (1 Pe 3.1).
2. Com bom testemunho. O cônjuge convertido não pode viver envolvido em situações ilícitas. Pois, através do seu bom testemunho, pode vir ganhar o outro para Cristo (1 Pe 3.1). Se o cônjuge, antes de ser crente, agia com grosseria, pronunciava palavras de baixo calão ou era dado a vícios, tais coisas devem ser abandonadas, pois agora ele é nova criatura. Afinal, de uma mesma fonte não podem sair águas amargas e doces (Tg 3.11). Lembremo-nos que o bom testemunho começa no lar, nas pequenas ações. O cônjuge descrente precisa perceber a mudança que Jesus realizou em sua casa através da conversão do outro.


SINOPSE DO TÓPICO (III)

O cônjuge convertido deve demonstrar que em Cristo ele é uma nova criatura.


CONCLUSÃO

A família é uma instituição divina inaugurada no Jardim do Éden por Adão e Eva. E é desejo do Criador que os cônjuges vençam as dificuldades e permaneçam unidos assim como Ele os criou.
Diante disso, o bom testemunho daquele que serve ao Senhor é uma forma clara e prática de evangelismo no lar. Tal comportamento demonstra, em ações e palavras, que Cristo o modificou e o tornou um ser humano melhor, levando o cônjuge à conversão.

BIBLIOGRAFIA SUGERIDA


CRUZ, E. Sócios, Amigos & Amados: Os três pilares do casamento. 1.ed., RJ: CPAD, 2005.

EXERCÍCIOS


1. Na criação do mundo, o que Deus falou que não era bom?
R. O fato de o homem viver só.

2. Segundo a lição, como podemos entender o texto “o cônjuge que serve ao Senhor santifica o não crente”?
R. A Bíblia afirma que o cônjuge que serve ao Senhor santifica o não crente. É muito importante ressaltar que essa “santidade” específica, a que se refere o apóstolo, não leva à salvação.

3. Como deve agir a mulher crente em relação ao lar?
R. Ela deve agir com sabedoria.

4. Como deve agir u homem crente em relação ao lar?
R. Deve agir com sabedoria, procurando os melhores dias e horários para comparecer aos cultos.

5. O que o cônjuge convertido tem de demonstrar?
R. O cônjuge convertido, deve demonstrar que mudou e que Cristo o tornou um ser humano melhor.

AUXÍLIO BIBLIOGRÁFICO I


Subsídio Teológico

“Casamento misto onde os parceiros estão satisfeitos (1 Co 7.12-14)
O primeiro exemplo de um casamento misto é aquele no qual o parceiro descrente está disposto a permanecer com o outro que havia se tornado cristão. Nesse caso, o cristão era obrigado a permanecer com o parceiro descrente. Tal diretiva de Paulo deixava claro que o cristão, não poderia partir ou divorciar-se do outro, baseando-se na recusa do outro em se tornar cristão. O cristianismo não pode se tornar uma desculpa para a conduta pagã. Então, se o parceiro descrente está satisfeito, o crente é obrigado a permanecer casado.
Não há qualquer estigma espiritual ligado a um novo convertido que permanece com um cônjuge inconverso. Ao contrário, o parceiro inconverso recebe algum benefício espiritual do cristão. Com relação às bênçãos espirituais que o descrente compartilha, Paulo escreve: ‘Porque o marido descrente é santificado pela mulher, e a mulher descrente é santificada pelo marido’ (v.14). Isto não significa que o descrente sofra uma mudança moral ou espiritual. A expressão ‘é santificado’ ‘não pode significar santo em Cristo perante Deus, porque este tipo de santidade não pode ser atribuído a um descrente’. Paulo usa o termo santificado aqui com um significado cerimonial, e não em um sentido ético espiritual” (Comentário Bíblico Beacon. Vol.8, 1.ed., RJ: CPAD, 2006, p.298).

AUXÍLIO BIBLIOGRÁFICO II


Subsídio Teológico

“Um casamento misto onde o descrente não está satisfeito (1 Co 7.15,16)
A situação aqui é oposta do casamento misto onde os parceiros permanecem juntos por consentimento mútuo. Se o descrente se recusar a permanecer com o crente, o cristão está livre da obrigação de sustentar o casamento: ‘Mas, se o descrente se apartar, aparte-se’ (v.15). Desta maneira o crente fica em paz. Sob tais circunstâncias, o cristão não está destinado a uma vida de perseguição, abuso e agonia, por causa de seu relacionamento com um parceiro pagão. Mas a separação deve ser iniciada e completada por outra pessoa. O cristão nem deve estimular a dissensão nem promover separações. A paz e o amor devem ser sempre as marcas da vida cristã.
Não há qualquer contradição entre a atitude de Paulo ao permitir o rompimento de um casamento com um descrente pagão, e o mandamento de Jesus em Mateus 5.32. As palavras do Senhor foram dirigidas àqueles que professam ser leais e sujeitos a Deus. As palavras de Paulo são dirigidas àqueles que são casados com descrentes. A diretiva não dá permissão para que um crente se case com um descrente. Serve apenas para uma pessoa casada que se torna crente depois de seu casamento. Em tal situação, o cristão está livre para deixar que o descrente parta, em vez de insistir em continuar uma união que sobrevive em uma atmosfera de tensões, brigas e medo.
Se o parceiro descrente iniciar a separação, o cristão não deve se condenar pelo fracasso do cônjuge que partiu, por não ter se tornado cristão” (Comentário Bíblico Beacon. Vol.8, 1.ed., RJ: CPAD, 2006, p.299).

Fonte: CPAD/ Est. da Bíblia
 
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6 de ago. de 2012

GRANDE CONGRESSO DE MISSÕES NA ASSEMBLEIA DE DEUS EM FILADÉLFIA - BA




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Ecumenismo: Quais os rumos?


Ecumenismo: Quais os rumos?


Não tenho a pretensão de escrever um tratado completo e definitivo sobre os esforços ecumênicos em andamento na atualidade. Quero apenas avaliar o assunto à luz da Palavra Profética. Não recorro a ela como mera coleção das profecias registradas nas Sagradas Escrituras – no Antigo e no Novo Testamento – mas vejo-a como base para uma perspectiva espiritual do tempo presente, conforme Paulo escreveu: “Disto também falamos, não em palavras ensinadas pela sabedoria humana, mas ensinadas pelo Espírito, conferindo coisas espirituais com espirituais.

 Ora, o homem natural não aceita as coisas do Espírito de Deus, porque lhe são loucura; e não pode entendê-las, porque elas se discernem espiritualmente” (1 Co 2.13-14). O que acontece hoje, aqui e agora, no mundo e no meio cristão? Qual o significado desses desenvolvimentos para os cristãos verdadeiros? Até que ponto o Movimento Ecumênico abre caminho para o cenário dos tempos finais? Que reação nosso Senhor Jesus Cristo espera de nós? Até onde o ecumenismo já avançou e até onde vai prosseguir? No que pensamos quando falamos de ecumenismo? No contexto bíblico, ecumênico significa simplesmente “relativo a toda a terra habitada; universal” ou apenas “o mundo”. Esse conceito é usado, por exemplo, em Mateus 24.14: “E será pregado este evangelho do reino por todo o mundo, para testemunho a todas as nações. Então, virá o fim”. O sentido bíblico do termo “ecumênico” é o da união de todos os crentes por iniciativa do Espírito Santo.

O ecumenismo que se busca hoje, ao contrário, promove uma união com base no que poderíamos chamar de “menor denominador comum” (usando terminologia matemática). Seus porta-vozes confundem a unidade dos verdadeiros crentes, como João a descreve (veja Jo 17.21-23), com a união de igrejas e organizações ou, ampliando ainda mais sua abrangência, com a união de todos os que de alguma forma crêem em Deus ou em alguma divindade. A Bíblia, porém, enfatiza com muita clareza a exclusividade da verdadeira Igreja, fundada sobre a Palavra de Deus. Encontramos menção dessa base principalmente nos Atos dos Apóstolos: “E perseveravam na doutrina dos apóstolos e na comunhão, no partir do pão e nas orações” (At 2.42). Através de esforços e manobras políticas visando unir todas as organizações e denominações jamais surgirá o que a Bíblia chama de “assembléia dos santos”, a união dos “separados”.

A “Igreja de Deus” é um organismo espiritual, separado e chamado para fora do mundo pelo próprio Deus por meio da obra salvadora de Jesus Cristo na cruz, com a finalidade de ser algo especial para o louvor da graça de Deus: “Depois de fazer sair todas as (ovelhas) que lhe pertencem, vai adiante delas, e elas o seguem, porque lhe reconhecem a voz... Eu sou o bom pastor; conheço as minhas ovelhas, e elas me conhecem a mim... Ainda tenho outras ovelhas, não deste aprisco; a mim me convém conduzi-las; elas ouvirão a minha voz; então, haverá um rebanho e um pastor” (Jo 10.4,14,16). É preciso adiantar que o ecumenismo não é apenas uma corrente religiosa. Trata-se de um movimento mundial abrangente desde tempos imemoráveis. O movimento ecumênico acontece paralelamente à mudança geral de valores da sociedade humana e tem pontos de contato com as palavras mágicas do “Ocidente cristão”: tolerância, paz, humanidade, justiça e preservação da natureza. Ele propaga uma “nova espiritualidade” – seja isso o que for – e usa uma terminologia predominantemente religiosa. Suas fontes podem ser encontradas em movimentos políticos, culturais e sociais que buscam a globalização em grande escala.

O ecumenismo em ofensiva no mundo inteiro O ecumenismo já avançou mais do que geralmente se supõe. Em última análise, esse é um caminho sem volta, pois o pensamento ecumênico que já se infiltrou em igrejas, denominações e organizações não pode mais ser corrigido ou extirpado. A única alternativa é pessoal: indivíduos demonstrando determinação para se afastarem terminantemente de tudo que é relacionado a esse movimento. O ecumenismo não se consumará somente quando todas as igrejas, religiões e agremiações assinarem uma declaração de fé conjunta. Isso nunca vai acontecer. Um muçulmano fundamentalista não celebrará a Ceia do Senhor com um cristão convicto, nem um budista adorará a “Virgem Maria” ao lado de um católico. A aspiração por uma união mundial “no campo religioso”, segundo o lema “Não haverá paz no mundo sem paz entre as religiões”, não quer dizer que cada religião, representada por uma comissão de especialistas, trará suas crenças e que desse caldo se extrairá uma fé comum. Essa forma de ecumenismo, como muitos crentes a imaginam, não é viável e nem é o que seus defensores e fomentadores buscam. Não se trata de aproximar declarações de fé, como aconteceu com a “Declaração Conjunta Sobre a Doutrina da Justificação” assinada pela Igreja Católica e por igrejas protestantes.

Esse foi apenas um “tigre de papel”. O ecumenismo tem pretensões muito mais revolucionárias. Não se busca uma nova fé – mas um novo “Deus” É preciso criar um novo “Deus”, que seja adequado a todos os desejos e às condições imaginadas por todos os homens da terra. Esse ato de criação humana é promovido e estimulado através de intensos esforços. O novo “Deus”, ou novo conceito de “Deus”, é oposto ao Pai celeste, antagônico ao Pai de nosso Senhor Jesus Cristo. Esse novo “Deus” humanamente criado será aceito por toda a humanidade por negar o verdadeiro Criador e que Seu Filho Jesus Cristo é “ o caminho, a verdade e a vida” (veja Jo 14.6). Segundo o ecumenismo, não são as declarações de fé que precisam se aproximar; o próprio Deus deve se adequar à imaginação humana. É justamente isso que levará à adoração de um homem no final dos tempos, conforme lemos em Apocalipse 13.11-18. “Aqui está a sabedoria. Aquele que tem entendimento calcule o número da besta, pois é número de homem. Ora, esse número é seiscentos e sessenta e seis” (v.18). O teólogo Walter G. Bauer escreveu: O cristianismo aniquila o futuro da humanidade com o nome ‘Jesus' – essa é a verdade! O cristianismo mata a divindade com o nome de Deus! Por isso, esse nome não deve mais ser pronunciado, mas apenas parafraseado! Deus precisa de um novo nome para que possa ser novamente Deus; Ele o receberá porque quer voltar a ser Deus entre nós, para que O reconheçamos como o Deus de todos os homens, que nos faz uma só exigência e nos impõe uma única lei: sermos todos irmãos na grande família humana que é formada por muitos povos.

Toda a existência na face da terra terá um novo parâmetro, e ‘Homem' será o novo nome de Deus. É constrangedor transcrever essas afirmações. Apenas o faço para mostrar como o processo de criação de uma nova idéia de Deus já está mais adiantado do que imaginamos. O mesmo é comprovado pela declaração da falecida Madre Teresa de Calcutá, muito estimada até mesmo por alguns membros de igrejas consideradas bíblicas: Quando encontramos Deus face a face e O recebemos em nossa vida, seremos melhores hindus, melhores católicos, melhores o que quer que sejamos, pois devemos aceitar a Deus da forma como Ele existe em nossa imaginação”. Ecumenismo não é a compilação de doutrinas e tradições existentes, mas a criação de uma nova visão de mundo e de uma idéia de Deus que abrange todas as religiões. Para ilustrar, transcrevo uma citação de uma revista católica: A unificação das religiões, estimulada pelo Santo Padre João Paulo II e aclamada por Sua Santidade o Dalai Lama, é o alvo que será atingido em breve. Virá o dia em que o amor ao próximo, defendido tão enfaticamente por Buda e Jesus Cristo, salvará o mundo, pois haverá o maior empenho conjunto para impedir a destruição da humanidade, conduzindo-a a luz na qual todos cremos”. Precisamos confrontar essas afirmações com a santa e eterna Palavra de Deus.

A situação acima citada é descrita no Salmo 2: “Por que se enfurecem os gentios e os povos imaginam coisas vãs? Os reis da terra se levantam, e os príncipes conspiram contra o Senhor e o seu Ungido, dizendo: Rompamos os seus laços e sacudamos de nós as suas algemas. Ri-se aquele que habita nos céus; o Senhor zomba deles. Na sua ira, a seu tempo, lhes há de falar e no seu furor os confundirá. Eu, porém, constituí o meu Rei sobre o meu santo monte Sião. Proclamarei o decreto do Senhor: Ele me disse: Tu és meu Filho, eu, hoje, te gerei. Pede-me, e eu te darei as nações por herança e as extremidades da terra por tua possessão. Com vara de ferro as regerás e as despedaçarás como um vaso de oleiro. Agora, pois, ó reis, sede prudentes; deixai-vos advertir, juízes da terra. Servi ao Senhor com temor e alegrai-vos nele com tremor. Beijai o Filho para que se não irrite, e não pereçais no caminho; porque dentro em pouco se lhe inflamará a ira. Bem-aventurados todos os que nele se refugiam.” Na verdade, o Movimento Ecumênico é um movimento anticristão, mesmo que certas igrejas afirmem o contrário. O ecumenismo atual não se preocupa com missões, em alcançar pessoas com a mensagem do Evangelho para que sejam salvas, mas busca o diálogo, segundo o lema: “Creia no que eu creio e crerei na sua fé”.

Pensamentos sedutores e agradáveis
Uma frase ecumênica repetida impensadamente por muitos cristãos é: “A doutrina separa, a oração une”. Outros adeptos do ecumenismo dizem: “Devemos construir pontes e não muros”. Outros, ainda, anunciam: “Unidade no que é relevante, liberdade no que é secundário e, acima de tudo, o amor”. Todos esses pensamentos parecem muito lógicos, o que explica sua grande aceitação, principalmente por serem repetidos por líderes eclesiásticos considerados fiéis. Mas as três afirmações citadas são diametralmente opostas ao ensino bíblico!

A doutrina separa, a oração une
É absolutamente verdade que a Palavra de Deus produz separação, muitas vezes de maneira mais radical do que nós teríamos coragem de fazer. Mas será que podemos unir em oração o que a Palavra de Deus separa e afasta? Através da oração podemos suspender proibições e mandamentos claros de Deus? Podemos deixar de lado a doutrina do Novo Testamento sobre o batismo ou a Ceia do Senhor para nos unirmos em oração em torno de assuntos que consideramos mais importantes? Que atrevimento em relação à santa Palavra de Deus, que nos diz na Segunda Epístola de João: “Todo aquele que ultrapassa a doutrina de Cristo e nela não permanece não tem Deus; o que permanece na doutrina, esse tem tanto o Pai como o Filho. Se alguém vem ter convosco e não traz esta doutrina, não o recebais em casa, nem lhe deis as boas-vindas. Porquanto aquele que lhe dá boas-vindas faz-se cúmplice das suas obras más” (2 Jo 1.9-11). Como podemos unir em oração o que Deus claramente separou?

Devemos construir pontes e não muros
Sem considerar que o tema pontes não é mencionado pela Bíblia e que muros aparecem em torno de trinta vezes no texto sagrado, separação é um assunto recorrente no Plano de Salvação. Construir muros é uma exigência de Deus e visa distinguir amigos de inimigos (veja Is 62.6). Muros ofereciam proteção contra os inimigos e também, simbolicamente, diante da influência exercida por aqueles que não criam no Deus de Abraão, Isaque e Jacó (veja Is 26.1-2). Era assim na Antiga Aliança, e na Nova Aliança encontramos a ordenança de demarcar fronteiras e estabelecer os limites entre os renascidos e os que apenas dizem crer em Jesus. Paulo escreve: “Ora, o homem natural não aceita as coisas do Espírito de Deus, porque lhe são loucura; e não pode entendê-las, porque elas se discernem espiritualmente” (1 Co 2.14). Será que é necessária uma exortação ainda mais clara sobre a necessidade de distinção entre cristãos renascidos e cristãos apenas nominais? Já não houve demasiadas decisões equivocadas e de conseqüências funestas em muitas igrejas por terem sido dominadas por pessoas que não eram crentes? Como se processa o “ide” de Jesus se no fundo todos “crêem” em algum deus? A quem devo pregar o Evangelho se construo pontes, indicando que a fé e a descrença nem se encontram tão distantes uma da outra?

A diferença que existe entre um cristão renascido e um cristão nominal não será anulada através de uma ponte, mas somente pelo amor de Deus. E uma das características imutáveis do amor de Deus é a verdade. Por mais que desejemos, não existem pessoas semi-salvas; há apenas salvos e perdidos. Quando construímos uma ponte para as pessoas perdidas, isso acontece apenas no sentido de atraí-las para o lado da verdade, de conduzi-las das trevas para a luz. Tal ponte serve apenas para salvação e não para um entendimento entre cristãos nominais, dando a entender que, de alguma forma, todos acreditamos nas mesmas coisas. Quem constrói esse tipo de ponte torna-se culpado em relação aos que chama de cristãos sem que o sejam realmente, com base na verdade bíblica. Unidade no que é relevante, liberdade no que é secundário e, acima de tudo, o amor Essa fórmula de Agostinho (citada livremente) é aparentemente lógica, mas também apresenta dois problemas: Primeiro, ela passa a impressão de que a mensagem bíblica se divide em partes relevantes e secundárias, importantes e sem importância, em princípios básicos, que devem ser seguidos por todos os cristãos, e doutrinas secundárias que cada um pode interpretar como quiser.

Isso acabou conduzindo a uma fórmula que se tornou popular nos últimos anos: “O que importa é Jesus, o resto não interessa”. Essa afirmação dissocia a pessoa de Jesus Cristo de Seus ensinamentos e da missão que nos deu. O alvo de muitas iniciativas “interconfessionais” é a conversão e não o ensino. O objetivo evangelístico justifica, por assim dizer, os meios, e reduz as diferenças ao “menor denominador comum”. A fórmula de Agostinho apresenta outro problema: quem decide o que é relevante e o que é secundário? E como é possível que acima disso tudo esteja o amor de Deus? É um grave erro adotar levianamente certas fórmulas, lemas e ditados que até parecem profundos e espirituais mas, no final, diluem as verdades absolutas do Evangelho. Esse é o outro tópico que quero salientar neste artigo. O Movimento Ecumênico usa os métodos da sedução É característica básica da sedução não ser evidente nem facilmente detectável. Os enganadores formulam seus postulados usando terminologia espiritual, religiosa e bíblica, mas de significado diferente. Eles encobrem e disfarçam habilmente suas intenções e seus propósitos e é difícil decifrar o que se esconde nas entrelinhas de certas declarações ou atrás de fatos apresentados de maneira positiva.

Um marco no caminho em busca da “união das igrejas” foi a assinatura da “Declaração Conjunta Sobre a Doutrina da Justificação”, a respeito da qual o Vaticano comentou: Em Augsburgo acontece hoje um fato do maior significado. Os representantes da Igreja Católica e da Federação Luterana Mundial assinam uma declaração a respeito de um dos principais temas que colocou em antagonismo católicos e luteranos: a doutrina sobre a justificação pela fé... Esse é um marco no dificultoso caminho da restauração da plena unidade entre os cristãos... Confiemos o caminho ecumênico à intercessão maternal da Santa Virgem. O jornal Frankfurter Allgemeine comentou a respeito: É uma flagrante distorção dos fatos e do texto considerar o documento revolucionário, como se ele contivesse uma mudança na conhecida reivindicação absolutista de Roma. A doutrina da justificação continua sendo um dos critérios imprescindíveis e não o critério imprescindível.O próprio comentário do jornal é problemático. Simplificando, ele diz que a assinatura do documento pelas igrejas não mudou absolutamente nada no fato da Igreja Católica continuar reivindicando ser a única que salva! O movimento ecumênico percorre a trilha do engano e da sedução, pois o alvo de Satanás é confundir o maior número possível de crentes.

Ele sabe o que a história eclesiástica comprova: a sedução é um meio mais eficaz de diluir e enfraquecer as convicções espirituais do que a perseguição. Em outras palavras: o cristianismo não precisa ser eliminado ou erradicado . Basta neutralizá-lo. Com a nova idéia globalizada de Deus o cristianismo não desaparecerá, mas será esvaziado – ficando sem Jesus como o Caminho, a Verdade e a Vida. A reivindicação de Jesus de ser o Salvador de todos os homens é a base do Evangelho e ao mesmo tempo o que mais incomoda o Movimento Ecumênico.

Michael Urban
Fonte: www chamada.com.br

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