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30 de jun. de 2014

11 de mar. de 2014

LIÇÕES BÍBLICAS DO 1º TRIMESTRE DE 2014


LIÇÕES BÍBLICAS DO 1º TRIMESTRE DE 2014

Lição de nº 11 - dia 16 de março 





Fonte: CPAD
Divulgação: www.jorgenilson.com

24 de fev. de 2014

2 de jan. de 2014

ASSEMBLEIA DE DEUS MISSÃO EM FILADÉLFIA - As 4 Notas de Esclarecimento




ASSEMBLEIA DE DEUS MISSÃO EM FILADÉLFIA - As 4 Notas de Esclarecimento


















 NOTA DE ESCLARECIMENTO (Parte 1)

Queridos e amados irmãos em Cristo, quero dar algumas explicações dos fatos que me levaram a pedir o desligamento da Ceadeb e após filiar-me a Conframadeb.
Como é do conhecimento de todos tenho um blog criado desde 2007, com objetivo de postar assuntos relacionados ao público cristão e assim estar inserido naS mudanças que se passam no mundo.
Desde janeiro de 1989, assumi a direção de uma igreja na cidade de Aratuípe, que na época era congregação do campo de Nazaré das Farinhas, campo presidido pelo Pr. Otávio Luís de Almeida Rendeiro. De lá até hoje tenho pautado a minha vida na pregação do Evangelho, em abertura de trabalhos e fazendo discípulos para o Senhor Jesus.
Assumi o primeiro campo filiado a Ceadeb no ano de 1994, tendo o Pr. Dermeval Cerqueira como presidente da Ceadeb. Após fui transferido para Ipupiara passando ali 02 anos. Uma nova transferência para Livramento de Brumado, tendo como presidente da Ceadeb, o saudoso Pr. Severino Soares, onde passei 03 anos. Devido o resultado positivo de tumor maligno, em minha esposa após um exame de mamografia e pulsão biópsia, feitos na época em Paramirim, tivemos que mudar para Salvador (nessa época o Pr. Walmar Alcântara, era o presidente da Ceadeb), pois estaríamos perto dos nossos parentes e do hospital desta especialidade. Chegando a Salvador, assumi igreja da Paralela, hoje sede da Assembleia de Deus em Salvador. Após um ano, me convidaram para ser o vice-setorial em Paripe que tinha como presidente do setor o Pr. Carlos Ubaldino – hoje deputado estadual. Posteriormente assumi a vice-presidência do setor de Pirajá, tendo o pastor Isaias Soares, - hoje pastor presidente na cidade de Nova Fátima - como presidente do setor. Depois assumi a igreja em Valéria, ainda como vice-setorial e já transformando-se em setor da Adesal – Assembleia de Deus em Salvador.

Em 2009 assumi a Assembleia de Deus em Filadélfia e até hoje Deus tem demonstrado o seu poder salvando, curando e batizando com o Espírito Santo. Foram batizados nas águas cerca de 200 irmãos, 01 veículos e três motocicletas foram adquiridos, 05 novos terrenos, reforma em todas as congregações e sede. Nome limpo na cidade, na igreja, e na família. Honrei essa igreja e convenção. Honrei o nome de Jesus. E pede perdão a igreja por tudo isso que Deus fez por esse simples servo? Qual foi o pecado ou retrocesso espiritual, financeiro ou moral que houve na igreja? Nenhum. Por que então pedir perdão a igreja? Qual a intenção deste pedido de perdão?
Desde que mudei para Salvador, ficou acertado, que a convenção me manteria até assumi um setor, ou um campo da Convenção. Como pode agora alguém dizer no púlpito de uma igreja que eu não dirigia igreja em Salvador? Uma caravana da igreja em Valéria veio para minha posse em Filadélfia em 2009, eram cerca de 60 irmãos. O Pr. Miguel Pereira me substituiu em Valéria e eu o substitui em Filadélfia. Qual a finalidade de alguém negar esses fatos? 


INFORMATIVO


Lista das convenções homologadas pela CGADB em cada estado brasileiro que tem a partir 

de duas convenções:

Amazonas: CEADAM; CEADTAM

Pará: COMIEADEPA; CIADSETA-PA; CIMADB

Bahia: CEADEB; CONFRAMADEB


Ceará: CONADEC; CIMADEC; CONFRADECE


Maranhão: CEADENA; COMADESMA

Paraíba: COMEAD-CGPB; COMADEP


Pernambuco: COMADALPE; CONADEP


Distrito Federal: CEADDIF; COMADEBG; COMADEPLAN


Goiás: CADESGO; CONFRAMADEGO


Espírito Santo: CADEESO; CEMADES; CONFRATERES


Minas Gerais: COMADEMG; COMADETRIM; COMADVARDO; CIMADEMIGO


Rio de Janeiro: CEADER; CONFRADERJ; COMADERJ; CEADERJ

São Paulo: CONFRADESP; COMADESPE; CIEADESPEL; COMOESPO



Todas essas convenções têm a Igreja Evangélica Assembléia de Deus Missão filiadas à elas.



NOTA DE ESCLARECIMENTO (Parte 2)

Desejo informar a todos os irmãos que essa história de que dividi igreja e estou em outro ministério é falsa. Quando recebi o comunicado absurdo, humilhante e desumano em que deveria entregar a direção da Igreja Assembleia de Deus em Filadélfia, obedeci, mesmo contrariado e sendo injustificável essa atitude. Comuniquei primeiramente ao ministério, após a igreja. Marquei a minha despedida, entreguei a igreja, mudei da casa pastoral e esperava o cumprimento do acordo (documento do ministério local, entregue a mesa diretora da Ceadeb em mãos na Sede em Filadélfia), neste acordo aceito pela diretoria da Ceadeb, foi acertado o seguinte: somente haveria posse do novo pastor, após a AGO em Ilhéus. Porém, a posse foi antecipada para o dia 16/06/13. No dia da posse entreguei o meu pedido de desligamento e na segunda-feira dia 17 de junho de 2013, me filiei a CONFRAMADEB. Congregar no mesmo templo haveria uma certa dificuldade para ambos os pastores, então, já filiado a CONFRAMADEB iniciei com os que estavam insatisfeito com a maneira com que a igreja foi tratada, abrimos assim, a mesma igreja ASSEMBLEIA DE DEUS MISSÃO FILIADA A CONFRAMADEB. Em vários estados há várias Convenções filiadas a CGADB. A Bahia também. Temos a mesma igreja filiada a outra Convenção. Vejam a lista abaixo dos estados brasileiros onde há duas convenções no mínimo.

INFORMATIVO

Lista das convenções homologadas pela CGADB em cada estado brasileiro que tem a partir de duas convenções:

Amazonas: CEADAM; CEADTAM
Pará: COMIEADEPA; CIADSETA-PA; CIMADB
Bahia: CEADEB; CONFRAMADEB
Ceará: CONADEC; CIMADEC; CONFRADECE
Maranhão: CEADENA; COMADESMA
Paraíba: COMEAD-CGPB; COMADEP
Pernambuco: COMADALPE; CONADEP
Distrito Federal: CEADDIF; COMADEBG; COMADEPLAN
Goiás: CADESGO; CONFRAMADEGO
Espírito Santo: CADEESO; CEMADES; CONFRATERES
Minas Gerais: COMADEMG; COMADETRIM; COMADVARDO; CIMADEMIGO
Rio de Janeiro: CEADER; CONFRADERJ; COMADERJ; CEADERJ
São Paulo: CONFRADESP; COMADESPE; CIEADESPEL; COMOESPO

Todas essas convenções têm a Igreja Evangélica Assembléia de Deus Missão filiadas à elas.

3ª NOTA DE ESCLARECIMENTO
DIVISÃO E REBELIÃO, qual o verdadeiro sentido destas palavras.
Definição de Rebelião - de rebellione - insurreição; ato de se rebelar; revolta; rebeldia, indisciplina. "Pesha" - Palavra hebraica que significa "rebelião deliberada e premeditada contra...
 Uma rebelião pode ser também um processo político-militar em que um grupo de indivíduos decide não mais acatar ordens ou a autoridade de um poder constituído. Para haver uma rebelião, é preciso que antes haja necessariamente um poder contra o qual se rebelar. Em Política, as rebeliões são geralmente tratadas como contestações subversivas da ordem vigente, a princípio ilegítimas, e não ganham legitimidade até conseguirem derrotar o poder constituído.
Uma rebelião acontece, quando um indivíduo ou um grupo decide tomar o poder constituído. No céu o querubim ungido, disse que colocaria o seu trono acima das estrelas e seria semelhante ao Altíssimo. E tu dizias no teu coração: Eu subirei ao céu, acima das estrelas de Deus exaltarei o meu trono, e no monte da congregação me assentarei, aos lados do norte. Subirei sobre as alturas das nuvens, e serei semelhante ao AltíssimoIsaías 14:13-14. Isso sim é rebelião. Querer tomar o lugar de alguém através do engano, truculência, violência (palavras ou atos) e exaltação. NO MEU CASO, ESTARIA TOMANDO O LUGAR DE QUEM?
 Daniel chamou de rebelião a pratica de pecados: Pecamos, e cometemos iniquidades, e procedemos impiamente, e fomos rebeldes, apartando-nos dos teus mandamentos e dos teus juízos; Daniel 9:5.Qual foi o meu pecado?
Moisés chamou de rebeldes os israelitas que adoraram ídolos: Porque conheço a tua rebelião e a tua dura cerviz; eis que, vivendo eu ainda hoje convosco, rebeldes fostes contra o SENHOR; e quanto mais depois da minha morte? Deuteronômio 31:27. Qual é o meu ídolo?
Isaias amplia as ações de rebeldia: Os teus príncipes (eram os líderes políticos municipais) são rebeldes, e companheiros de ladrões; cada um deles ama as peitas (favores para apoiar uma causa), e anda atrás das recompensas; não fazem justiça ao órfão, e não chega perante eles a causa da viúva. Isaías 1:23. Qual foi a minha vantagem e injustiça? O que roubei e quem são os meus companheiros?
Ainda Isaias chama de rebeldia a mentira contra Deus: Como o prevaricar, e mentir contra o SENHOR, e o desviarmo-nos do nosso Deus, o falar de opressão e rebelião, o conceber e proferir do coração palavras de falsidade. Isaías 59:13. Mentiram no púlpito dizendo que eu não dirigia igreja em Salvador, e eu que sou rebelde? Qual foi a minha mentira?
Sofonias chama de rebeldia a soberba (prepotência, exaltação e vangloria) Naquele dia não te envergonharás de nenhuma das tuas obras, com as quais te rebelaste contra mim; porque então tirarei do meio de ti os que exultam na tua soberba, e tu nunca mais te ensoberbecerás no meu monte santo. Sofonias 3:11. Qual foi a minha soberba e exaltação?
Samuel chamou de feitiçaria a desobediência direta e premeditada de Saul: Porque a rebelião é como o pecado de feitiçaria, e o porfiar é como iniquidade e idolatria. Porquanto tu rejeitaste a palavra do SENHOR, ele também te rejeitou a ti, para que não sejas rei. 1 Samuel 15:23. Onde foi que rejeitei a Palavra de Deus?
Neemias chama de rebeldes os líderes que desviam o povo de Deus para o mundanismo: ... e endureceram a sua cerviz e, na sua rebelião, levantaram um capitãoa fim de voltarem para a sua servidão... Ne. 9:17. Onde levei o povo para as práticas mundanas?
Paulo diz: Adúlteros e adúlteras, não sabeis vós que a amizade do mundo é inimizade contra Deus? Portanto, qualquer que quiser ser amigo do mundo constitui-se inimigo de Deus. Tiago 4:4 Hebreusdiz que: Venerado seja entre todos o matrimônio e o leito sem mácula; porém, aos que se dão à prostituição, e aos adúlteros, Deus os julgará. Hebreus 13:4. Qual foi o meu adultério e com quem?
Dito isto respondo aos que disseram que dividi e rebelei: Ao receber a informação sobre a decisão da mesa, o que fiz? Comuniquei a igreja e o ministério. Fiz minha despedida e entreguei a casa pastoral. Aguardei o cumprimento do acordo assinado por todos os obreiros e parte da igreja (os que estavam presente). Como houve quebra do acordo, me desliguei da Ceadeb e me filiei a Conframadeb. Iniciei, após o a minha filiação, a Assembleia de Deus Missão em Filadélfia. Mudar de Filadélfia, como alguém “sugeriu”, iria repentinamente viver de quê após 24 anos vivendo integralmente da Obra? Se a irmã Luciene trabalha como assistente social na Prefeitura, por que deixaria este único recurso financeiro?
Não queria ser pastor, pois já sou pela graça de Deus. Não queria tomar o lugar de ninguém, tomaram o foi o meu. Não teria nenhum benefício financeiro, pelo contrario, perdi o que era certo na convenção. Qual o lucro, por exemplo, tenho eu agora em um novo desafio? Qual a perspectiva financeira ou ministerial começando de novo do zero? Então falar de divisão e rebelião como andam falando de casa em casa sobre mim, é no mínimo uma ignorância teológica e maldade.


4ª NOTA DE ESCLARECIMENTO SOBRE A MINHA SAÍDA DA CEADEB


Queridos e amados irmãos em Cristo Jesus. A Paz do Senhor para todos.

O que vou relatar aqui nestas páginas faz parte de um esclarecimento sobre as demandas surgidas na Ceadeb referente à minha pessoa como ministro do Evangelho filiado, até recentemente, a esta Instituição. Quero dividir, para melhor compreensão de todos, esta 4ª nota de esclarecimento em 05 partes. Vamos então ao assunto. Há ainda outros vídeos que tenho em mãos que posteriormente estarei publicando

                         1) Parte de minha história de vida e ministerial
No dia 16 de janeiro de 1983 entreguei minha vida a Jesus Cristo na Assembleia de Deus Missão em Capelinha, congregação de Salvador. Fui batizado no dia 22 de julho de 1984 pelo Pr. Dermeval Lopes de Cerqueira na Sede da Liberdade. Casei-me com a irmã Luciene Menezes no dia 04 de junho de 1988 aos 21 anos de idade. Trabalhávamos quando fomos chamados e enviados ao campo missionário assumindo a cidade de Aratuipe, na época congregação de Nazaré, presidida pelo então Presidente Pr. Otávio Luís de Almeida Rendeiro. Daí dirigimos a Igreja em São Roque do Paraguassu, congregação do mesmo campo e mudamos para o Campo de Ipiau, onde trabalhamos 02 anos. Fomos transferidos para Santa Maria da Vitória e dirigimos duas congregações. Assumi o primeiro campo filiado a Ceadeb, ainda como presbítero, no ano de 1994, tendo o Pr. Dermeval Cerqueira como presidente da Ceadeb. Após fui transferido para Ipupiara passando ali 02 anos. Uma nova transferência para Livramento de Brumado, tendo como presidente da Ceadeb, o saudoso Pr. Severino Soares, onde passei 03 anos. Devido o resultado positivo de tumor maligno, em minha esposa após um exame de mamografia e pulsão biópsia, feitos na época em Paramirim, tivemos que mudar para Salvador (nessa época o Pr. Walmar Alcântara, era o presidente da Ceadeb), pois estaríamos perto dos nossos parentes e do hospital desta especialidade.  

Chegando a Salvador, assumi igreja da Paralela, hoje sede da Assembleia de Deus em Salvador. Após um ano, me convidaram para ser o vice setorial em Paripe que tinha como presidente do setor o Pr. Carlos Ubaldino – hoje deputado estadual. Posteriormente assumi a vice-presidência do setor de Pirajá, tendo o pastor Isaias Soares, - hoje pastor presidente na cidade de Nova Fátima - como presidente do setor. Depois assumi a igreja em Valéria, ainda como vice setorial e já prestes a se  transformar em setor da Adesal – Assembleia de Deus Missão em Salvador.
Em 2009 assumi a Assembleia de Deus Missão em Filadélfia e até hoje Deus tem demonstrado o seu poder salvando, curando e batizando com o Espírito Santo. Foram batizados nas águas cerca de 200 irmãos, foram adquiridos 01 veículo e três motocicletas, 05 novos terrenos, reforma em todas as congregações e sede. Nome limpo na cidade, na igreja, e na família. Honrei essa igreja e convenção. Honrei o nome de Jesus.

               2)   Qual a relação entre a Ceadeb, igreja e ministros?
Primeiro desejo informar a minha alegria em ter trabalhado nessa convenção. Aprendi muito. Tivemos presidentes trabalhadores e produtivos em suas igrejas. Tenho muitos amigos e posso dar testemunho do seu árduo trabalho a frente das igrejas que pastoreiam, sem receber nenhuma ajuda convencional.
Há, porém uma questão na relação igreja, convenção e ministros, que dificulta esses três personagens quando a direção é mais política que espiritual.
Os estatutos das Igrejas Assembleia de Deus  na Bahia, na sua maioria diz o seguinte: “A Ceadeb designará o ministro para presidir a igreja”. Há até um estatuto padrão para as igrejas, “sugerindo” aos pastores a seguirem o que reza nele. Isto faz com que as igrejas e os ministros fiquem subjugados ao presidente da convenção. Ou seja, quando o presidente quiser, ele tira e bota o pastor das igrejas, querendo a igreja ou não, querendo o ministro ou não. Imaginem a situação dos ministros que não são próximos ao presidente, ou que discordam das suas ações administrativas? Todos estão nas mãos dele.Eu disse TODOS. Bom seria que cada igreja junto com o seus pastores e ministérios reformassem imediatamente os estatutos retirando esse artigo e outros que subjugam os ministros e as igrejas, não dando o poder a igreja e ministério de escolher o seu pastor como é feito nos EUA, na Europa e em várias igrejas no Brasil. Isto tem causado muitos conflitos, pois, quando a convenção resolve tirar o pastor, conforme a vontade do presidente, a igreja que mantém os pastores e a convenção através do Fundo Convencional, não tem poder de decidir o que ela quer. Vejam estes vídeos sobre a despedida do Pr. Alfredo Pacheco

 e o outro sobre a posse do novo pastor em Porto seguro.

 É visível e triste a insatisfação da igreja, porém, o que fazer?

                          3) O que ocorreu em relação ao meu pedido de desligamento da Ceadeb?
Durante a nossa permanência na presidência da AD em Filadélfia, apresentei um candidato a evangelista. Porém, como era concorrente da mesa diretora nas próximas eleições, aconteceram vários impedimentos. Denunciei uma invasão administrativa do irmão do presidente no campo de Filadélfia e na oportunidade o Conselho Consultivo simplesmente mandou pedir perdão e o parecer nem foi lido na AGO. Fui contra o apoio da Ceadeb dado ao PT nas eleições para governador da Bahia. Durante a campanha para eleição da mesa diretora da Ceadeb, nos encontros políticos-eclesiásticos presidido pelo presidente, por várias vezes éramos combatidos e tratado como desdém, dificultando a empatia dos ministros para com a nossa equipe, liderada pelo pastor Walmar Alcântara. Por duas vezes fui impedido de me pronunciar na AGO e por mais duas vezes me impediram de me inscrever para tratar  do assunto em debate. Assim tomei a decisão de me pronunciar no meu blog.
Fiz várias criticas a administração. Denunciei quebra do estatuto, conforme este vídeo – Boca do Córrego – 
essa quebra certamente daria em cassação do mandato do presidente; conforme o art. 8º - Os membros que descumprirem as normas estatutárias e regimentais, ficarão sujeitos a advertência, suspensão ou perda de mandatos, cargos, funções e até exclusão. § 11, g) Descumprir a normas estatutárias e regimentais. Mas quem iria propor tal ação? Se todos estão nas mãos dele?
No blog eu disse muitas coisas, mais nunca disse sobre o que me levou a ser suspenso. Nunca o chamei de ladrão e nunca disse que ele desviou R$ 1.000.000,00 (um milhão de reais) da Ceadeb. Vamos aos fatos pormenorizados:
A-    Uma comissão foi designada pelo presidente da Ceadeb para investigar as denuncias sobre a CEADEB-PREV. (Ceadeb-prev é tipo um caixa dos pastores). Composta assim:
Pr. Otavio Luiz de Almeida Rendeiro – Presidente da comissão
Pr. Pr. Antônio Walter Rocha Almeida – Relator
Pr. Cleudson Carlos – Membro da comissão (1º Tesoureiro da Ceadeb)

B-    Foi apurado e assinado pela comissão investigativa que havia um desvio de mais R$1.000.000,00  (hum milhão de reais) Este relatório é fato. Todos sabem os ministros da Ceadeb sabem disso. Quem assinou este relatório? O presidente da comissão, Pr. Otávio Luiz de Almeida Rendeiro, o relator da comissão, o Pr. Antonio Valter Rocha Almeida e o membro da comissão, o Pr. Cleudson Carlos, que era e ainda é o 1º TESOUREIRO DA CEADEB. Eu pergunto, quem foi que disse que houve um desvio de R$ 1.000.000,00 da Ceadeb-Prev? Fui eu? Não. FOI A COMISSÃO INVESTIGATIVA CONSTITUÍDA PELOS PASTORES ACIMA CITADOS. Eu não fiz parte desta comissão. E o assunto foi tratado sobre a CEADEB PREV  e não sobre a Ceadeb e o seu presidente.

C-    Não relatei esses pormenores no meu blog, apenas mostrei minha solidariedade a comissão investigativa que simplesmente foi tratada com indiferença, devido as informações relatadas.
Reproduzo aqui um comentário de um leitor que disse o seguinte no dia 02 de outubro de 2012 16:47 no meu blog :
“ pastor gama ceadebiano observador disse...
CADE O DINHEIRO DA CEADEB-PREV? R$: 1,000,000,00 de Reais ? E olhe que a comissão acusou esse desvio inclusive o PR Cleudosn Carlos fez parte da comissão e assinou documentos que comprovaram os desfalques (viu como ele ficou quieto naquela AGO assistindo de camarote o entrave: OTAVINHO X ALEX MARCOS  ELE SABIA QUE TUDO AQUILO ( o relatório) ERA VERDADE”.
O que esse leitor estava se referindo claramente foi sobre o relatório da comissão sobre a Ceadeb prev e não sobre o presidente da Ceadeb. No entanto, o que fez o presidente da Ceadeb para me prejudicar? Me denunciou ao Conselho de Ética da Ceadeb, dizendo que eu havia dito que ele desviou esse dinheiro. Algo que eu não disse no blog e em lugar nenhum. Onde está eu o acusando-o de desvio de 1.000.000,00 de reais? Se ele tem essas denuncias, onde está a minha fala ou escrito sobre isso?

Outra coisa que, segundo o presidente da convenção me denunciou, foi sobre o terreno em Camaçari. O que houve realmente sobre este assunto?

Veja o meu escrito no blog analisando uma carta da chapa do presidente: “2º Duplicar patrimônio: vendeu o terreno da Ceadeb em Camaçari. Como duplicou o patrimônio? Quanto ao terreno para construção de centro de eventos, são méritos dos nossos deputados, pois qualquer um que estivesse na diretoria da Ceadeb, sem os deputados, não teriam êxito. A verdade é que simplesmente ampliou a sede da Ceadeb. Isso sim foi muito proveitoso e verdadeiro, pois foi com os recursos da Ceadeb”.

Após uma conversa com o Pr. Manoel Monteiro, ex-presidente da Ceadeb, CORRIGI a informação sobre a venda do terreno em Camaçari da seguinte forma:

 13/10/12 CEADEB - ELEIÇÕES 2012 (Parte 8) (Uma correção se fez necessária)
Análise crítica das propostas da chapa do Pr. Valdomiro Pereira (Corrigido) dia 01/11/2012

Depois de desfazer dos patrimônios adquiridos pelas gestões dos presidentes anteriores (O terreno em Camaçari - Segundo o Pr. Manoel Monteiro, não foi vendido”).

Eu pergunto aos senhores, onde está a tal difamação e calúnia contra o presidente da Ceadeb?
E mesmo quando me referi sobre a venda do terreno, falei sobre o  PATRIMÔNIO DA CEADEB E NÃO DO PRESIDENTE. Ele simplesmente interpretou este texto do seu modo, dizendo o absurdo, que eu havia dito que ele vendeu o terreno e embolsou o dinheiro. Onde é que está escrito isto?
Tudo isso para justificar uma disciplina de 02 anos a minha pessoa.

Na realidade tudo isso foi questão política e pessoal. Todos lembram quando o presidente no dia eleição, disse que não iria perseguir e nem retaliar ninguém. Alguns pastores, após a eleição, me diziam que o Pr. Geazi Matos iria ser o novo pastor de Filadélfia. Pensei que era só boatos.
NÃO HÁ JUSTIFICATIVA PARA FAZER O QUE FOI FEITO COMIGO E COM MINHA FAMÍLIA. Desde os meus 21 anos de idade, sou obreiro de tempo integral, e agora com 46 anos estou nessa situação. Qual foi o meu pecado? Qual foi o meu crime?

Nunca fui chamado pela Diretoria da Ceadeb para tratar sobre o assunto. Até hoje não recebi nenhum documento relacionado às denuncias contra mim, mesmo havendo pedido as atas das reuniões e os documento acusatórios. Só recebi a informação da suspensão. Quando o Conselho de Ética me convocou, eu fui e respondi a todas as perguntas. E eles me aconselharam a fazer um pedido de perdão e retratação e colocar fim no caso. Assim o fiz,mas não teve nenhum valor. Fico pensando, como está a consciência deles neste momento. O próprio presidente, empenhou a sua palavra a mim e a minha esposa no gabinete da Ceadeb, que, se eu retirasse do blog os artigos, fizesse um pedido de perdão e retratação no blog e na igreja, (marcamos até o dia, porém, ele não compareceu, devido há um telefonema de alguém em Filadélfia inflamando a situação) e se o Conselho de ética desse um parecer desfavorável a mim, ele o faria mudar para não me prejudicar. Fiz tudo como havia acertado. Não houve perdão. Não adiantou, pois, tudo já estava determinado.

                4)      O que aconteceu e está acontecendo em Filadélfia
 Após receber a informação sobre minha disciplina, reuni o ministério local e comuniquei o fato. Reuni a igreja e marquei minha despedida, dizendo a todos que não concordava com essa situação, mas, iria entregar a igreja para preserva-la de confusão. O ministério de Filadélfia fez um documento e entregou aos membros da mesa diretora da Ceadeb numa reunião no templo Sede. Foi feito um acordo, para somente após a AGO em Ilhéus, havendo uma mudança de campo e não uma disciplina, aceitariam a posse de um novo pastor. Tudo foi aceito. No entanto, após o presidente da Ceadeb, assumi interinamente a presidência da igreja em Filadélfia, contra a vontade do povo, as coisas tomaram outro rumo. Na realidade eu não tenho nada para oferecer a ninguém. Não tenho campo, nem dinheiro e nem consagração.
No dia 14/06, veio o aviso que a posse do novo pastor seria dia 16/06 pela manhã. Ao ligar para o presidente, tentando entender o que houve, ele reafirmou a suspensão e me “sugeriu” mudar de cidade para não ser pior. Não tive outra alternativa, senão pedir o meu desligamento no dia 16/06/13 durante a posse. Por que iria mudar de cidade suspenso, e deixar esse rastro, sem ter havido crime ou pecado? Como iria ficar a minha reputação depois de 04 anos e meio presidindo a igreja? Ficaria agora 02 anos afastado do ministério sem razão? E a minha chamada? E o meu compromisso diante de Deus e da igreja? Quem me chamou foi Deus e não o homem. Não poderia deixar que o homem me impedisse de cumprir o meu ministério sem causa. 25 anos depois iria parar? Por que? Estaria agora em Salvador, como culpado, e nunca mais iria ao campo enquanto permanecer esse sistema.

Me filiei a CONFRAMADEB NO DIA SEGUINTE, e iniciei no dia 20/06/13 um novo trabalho da Assembleia de Deus Missão em Filadélfia.
Não era para ser desse jeito, mas infelizmente, todos estão nas mãos do presidente. Agora sou chamado de rebelde e divisor.
Não dividi, pois entreguei a igreja no dia 10/06/13 e mudei da casa pastoral. Temos hoje cerca de 80 irmãos na Sede provisória. Deus abriu as portas de maneira maravilhosa. Já temos todos os equipamentos de som, 125 cadeiras, a igreja ganhou um veículo (que já foi vendido para compra do terreno) e o salão que congregamos foi cedido até a construção do templo. Já houve 04 decisões e no último evangelismo havia mais de cem pessoas participando do culto.
Já compramos um terreno para uma congregação, R$ 13.000,00  e o TERRENO PARA A SEDE, NO VALOR DE R$ 40.000,00.
Não pensem que essa lutar irá acabar com a minha saída da Ceadeb, se nós bem o conhecemos, sabemos que enquanto ele for o presidente, não haverá sossego no meu ministério.

                  5)     O que fazer agora
Orar, evangelizar e dar continuidade a Obra de Deus. Desejo que o Pr. Geazi Matos, cuide bem da igreja que tomou posse, pois é um povo amável, educado e próspero. Não quero guerra, pois somos da paz. E a nova Assembleia de Deus Missão em Filadélfia, pois é o mesmo povo e ministério, vamos continuar lutando contra as hostes espirituais da maldade. Empenhados em fazer valer a marca do Evangelho em nossa região.

Divulgação: www.jorgenilson.com

26 de dez. de 2013

LIÇÕES BÍBLICAS do dia 29 de dezembro de 2013


Lições Bíblicas CPAD
Jovens e Adultos

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4º Trimestre de 2013

Título: Sabedoria de Deus para uma vida vitoriosa — A atualidade de Provérbios e Eclesiastes
Comentarista: José Gonçalves

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Lição 13: Tema a Deus em todo tempo
Data: 29 de Dezembro de 2013

TEXTO ÁUREO

De tudo o que se tem ouvido, o fim é: Teme a Deus e guarda os seus mandamentos; porque este é o dever de todo homem(Ec 12.13).

VERDADE PRÁTICA

Obedecer aos mandamentos do Senhor é a prova de que vivemos uma vida justa diante dos homens e de Deus.

HINOS SUGERIDOS

258, 396, 423.

LEITURA DIÁRIA

Segunda - Gn 2.7
Conhecendo a criatura

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Terça - Ec 12.1
Conhecendo o Criador

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Quarta - Ec 11.9,10; Jo 21.18a
Conhecendo a mocidade

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Quinta - Ec 12.1-7; Jo 21.18b
Conhecendo a velhice

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Sexta - Ec 12.7; 1Ts 5.23
Conhecendo o ser humano

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Sábado - Ec 12.13,14
Um dia prestaremos contas

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE

Eclesiastes 12.1-8.

1 - Lembra-te do teu Criador nos dias da tua mocidade, antes que venham os maus dias, e cheguem os anos dos quais venhas a dizer: Não tenho neles contentamento;
2 - antes que se escureçam o sol, e a luz, e a lua, e as estrelas, e tornem a vir as nuvens depois da chuva;
3 - no dia em que tremerem os guardas da casa, e se curvarem os homens fortes, e cessarem os moedores, por já serem poucos, e se escurecerem os que olham pelas janelas;
4 - e as duas portas da rua se fecharem por causa do baixo ruído da moedura, e se levantar à voz das aves, e todas as vozes do canto se baixarem;
5 - como também quando temerem o que está no alto, e houver espantos no caminho, e florescer a amendoeira, e o gafanhoto for um peso, e perecer o apetite; porque o homem se vai à sua eterna casa, e os pranteadores andarão rodeando pela praça;
6 - antes que se quebre a cadeia de prata, e se despedace o copo de ouro, e se despedace o cântaro junto à fonte, e se despedace a roda junto ao poço,
7 - e o pó volte à terra, como o era, e o espírito volte a Deus, que o deu.
8 - Vaidade de vaidade, diz o Pregador, tudo é vaidade.

INTERAÇÃO

Prezado professor, estamos encerrando mais um trimestre. De todos os assuntos que estudamos nesta lição, os que nos trazem mais perplexidades são as perspectivas apresentadas acerca da imprevisibilidade da vida, o movimento dinâmico que ela apresenta e as contingências da nossa existência. O homem que não confia em Deus pensa que foi lançado a esmo no mundo. Aqui, é que o crente em Jesus se distingue daqueles que não creem em Deus. Quando amamos e tememos ao Senhor de todo o nosso coração, compreendemos a vida como algo finito no mundo, mas na esperança de brevemente encontrarmo-nos em plenitude com um Deus “que tem, ele só, a imortalidade e habita na luz inacessível” (1Tm 6.16).

OBJETIVOS

Após esta aula, o aluno deverá estar apto a:
·   Saber que somos criatura; Deus, o Criador.
·   Explicar os dois grandes momentos da vida (juventude e velhice) e as duas dimensões da existência humana (corporal e espiritual).
·   Analisar a oblação e a generosidade dos filipenses.

ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA

Prezado professor, sugerimos como atividade pedagógica que faça o resumo dos principais pontos que foram abordados na lição ao longo desse trimestre. Essa atividade visa introduzir a aula dessa semana. Aproveitamos a oportunidade para sugerir alguns pontos a serem relembrados: (1) O adultério; (2) O cuidado com o uso da língua; (3) A imprevisibilidade e as contingências da vida. O professor poderá ampliar esses pontos de acordo com a necessidade da sua classe.

COMENTÁRIO

introdução

Palavra Chave
Temor: Sentimento profundo de respeito e obediência.

Salomão chega ao final de suas reflexões acerca da vida “debaixo do sol”. O pregador conclui o seu ensino no capítulo 12 de Eclesiastes, contrastando vividamente os distintos momentos da vida humana: juventude e velhice, alegria e tristeza, vida e morte, presente e futuro, temporal e eterno. O estilo adotado por Salomão deixa-nos a sensação de que ele processa a sua reflexão de trás para frente.
O autor fala da juventude a partir de uma análise realista da velhice. Fala da vida com os olhos fitos na morte. Fala do temporal com os olhos voltados ao eterno. Fala da criatura a partir do Criador. E fala do prazer da vida sem perder de vista o julgamento final.
Nessa última lição, veremos como o ensinamento do pregador nos ajuda a construir uma fé sadia e fundamentada no temor do Altíssimo.

I. UMA VERDADE QUE NÃO PODE SER ESQUECIDA

1. Somos criatura. O último capítulo de Eclesiastes inicia-se com uma exortação a que nos lembremos do nosso Criador. Uma das doutrinas mais bem definidas da Bíblia é a da criação. Pela fé cremos no Deus criador do universo (Hb 11.3). Mas aqui, não temos o interesse apologético de provar a existência de Deus, pois Salomão parte do princípio de que Deus é, e que os seus leitores têm isso muito bem resolvido.
Com a expressão “lembra-te do teu Criador”, o sábio ensina aos homens que eles não passam de criaturas. O termo hebraico para lembrar, zakar, reforça essa ideia. Ele significa recordar, trazer a mente, fazer um memorial. É como se o pregador dissesse: “Coloque isso em sua mente e, se possível, faça um memorial. Não esqueça que você é criatura e que há um Criador”.
2. Há um Criador. Se em Eclesiastes 12.1 o pregador revela Deus como o Criador, no versículo 13, o livro mostra o Pai Celeste como o Supremo Juiz. Foi Deus quem criou e modelou a criatura a quem Ele chamou de homem! Este fato nos obriga a enxergar o ser humano como criatura e Deus como o Criador. O homem como ser temporal e Deus como o Eterno. Portanto, a partir dessa compreensão, podemos encarar a vida com mais humildade e prudência.

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SINOPSE DO TÓPICO (I)

Uma verdade que não pode ser esquecida: somos criatura; há um Criador.

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II. OS DOIS GRANDES MOMENTOS DA VIDA

1. A juventude. Salomão passa a falar sobre a juventude, ou seja, o estágio da vida que representa o período de maior vigor. Ele se vale de várias figuras para demonstrar a nossa finitude e o quão frágeis somos. Em Eclesiastes 11.9, Salomão havia falado da juventude, destacando-a como uma fase de recreação e de satisfação.
Tais metáforas criam a imagem da exuberância, elemento característico da mocidade. Elas denotam que, nessa fase da vida, as pessoas não se preocupam com lembranças, memoriais ou história. É como se não houvesse um referencial. Mas em o Novo Testamento, o autor sagrado mostra esse referencial (Hb 12.2) — Jesus Cristo — e exorta-nos a viver a vida com os olhos fitos no Mestre.
2. A velhice. No Eclesiastes, a juventude é vista como um estágio inicial e intenso da vida, enquanto a velhice aparece como o último estágio da existência, onde nada mais parece fazer sentido. O corpo físico, outrora forte, robusto e cheio de vigor, agora se mostra enfraquecido pelos anos da vida.
De forma metafórica, o sábio prova que a velhice é bem diferente da juventude. O prazer não é como antes (12.1), o sol não brilha com o mesmo esplendor (12.2), e o metabolismo do corpo não funciona como no passado (Ec 12.3-5). Enfim, a velhice mostra-nos como somos frágeis, sujeitos a quebrar a qualquer instante (12.6).

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SINOPSE DO TÓPICO (II)

Os dois grandes momentos da vida que o sábio apresenta no Eclesiastes são a juventude e a velhice.

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III. AS DIFERENTES DIMENSÕES DA EXISTÊNCIA HUMANA

1. Corporal. Os sentimentos e fatos experimentados na vida — alegrias ou tristezas, acertos ou erros, o presente ou o passado — apenas são possíveis por causa da dimensão corporal de nossa existência. O rei Salomão chama-nos a atenção para esse fato ao dizer que “o pó volte à terra, como o era” (Ec 12.7a). O texto bíblico denota que possuímos um corpo sujeito às limitações de espaço e tempo. Por isso, não devemos esquecer que somos absolutamente finitos. Isso não significa que não temos valor. Ao contrário, a Escritura demonstra que a dimensão temporal é tão importante quanto a espiritual. Em 1 Coríntios 6.19,20, não há dualismo entre corpo e espírito, como se este fosse bom e aquele mau. Portanto, devemos cuidar do nosso corpo e usá-lo sempre para a glória de Deus.
2. Espiritual. Eclesiastes 12.7b revela que possuímos uma dimensão espiritual da vida, pois o nosso espírito voltará “a Deus, que o deu”. O contexto do capítulo 12 de Eclesiastes faz um contraste entre o temporal e o eterno, não deixando dúvidas que o termo hebraico ruach, traduzido por fôlego, hálito e espírito, significa precisamente “espírito” como a parte imaterial do homem (1Ts 5.23; 2Co 5.8; Fp 1.23).
Assim como cuidamos da nossa dimensão material, devemos cuidar da espiritual (2Co 7.1; 1Tm 4.8). E apesar de o homem ser constituído por duas dimensões existenciais — a humana e a espiritual —, elas não são independentes entre si, pois o homem é um ser integral (1Ts 5.23).

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SINOPSE DO TÓPICO (III)

As duas distintas dimensões da existência humana encontradas no livro de Eclesiastes são a corporal e a espiritual.

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IV. PRESTANDO CONTA DE TUDO

1. Guardando o mandamento. Após falar da brevidade da vida e da necessidade de se buscar em Deus um sentido para ela, o sábio conclui que o dever de todo homem é temer a Deus e guardar os seus mandamentos (Ec 12.13). Aqui, há duas coisas que precisam ser ditas. Primeira, a vida é dinâmica, mas precisa de regras e normas. Segunda, é nosso dever ouvir e guardar a Palavra do Senhor no coração.
O mandamento divino é constituído de princípios eternos e, para o nosso próprio bem, temos de observá-los e acatá-los integralmente fazendo tudo quanto o Criador requer de nós, pois esta é a vontade de Deus (1Jo 5.3).
2. Aguardando o julgamento. Nas últimas palavras do Eclesiastes, há uma séria advertência sobre o julgamento a que todo ser humano estará sujeito. O pregador diz que “Deus há de trazer a juízo toda obra e até tudo o que está encoberto, quer seja bom, quer seja mau” (Ec 12.14). As nossas obras e ações serão avaliadas por Deus, pois para Ele os valores estão bem definidos: o certo e o errado nunca mudam.
O termo hebraico mishpat, usado nas últimas palavras de Salomão, possui o sentido jurídico de tomada de decisão. Chegará, pois o dia da prestação de contas de todos os homens. O Justo Juiz decidirá o nosso destino (Rm 14.10,12). Tais palavras não são intimidatórias, mas um convite a vivermos com responsabilidade diante de Deus e da sociedade.

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SINOPSE DO TÓPICO (IV)

Todo homem não deve esquecer isto: Um dia prestaremos contas de tudo a Deus.

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CONCLUSÃO

A vida é um contraste entre a alegria e a tristeza, entre a juventude e a velhice, entre a vida e a morte, entre o passado e o presente. Não há como fugir a essa realidade. Sabendo que a nossa vida “debaixo do sol” é tão fugaz, cabe-nos procurar vivê-la da melhor maneira possível, pois esse é um dom do Criador.
Salomão, em sua singular sabedoria, nos ensina: tema a Deus em todo o tempo. Só assim seremos felizes.

VOCABULÁRIO

Esmo: Cálculo apenas aproximado; estimativa, conjetura.
Intimidatória: Ato ou efeito de intimidar. Provocar apreensão, receio ou temor.
Fugaz: Rápido, ligeiro, veloz. O que desaparece rapidamente.

BIBLIOGRAFIA SUGERIDA

HENRY, M. Comentário Bíblico Antigo Testamento — Jó a Cantares de Salomão. 1 ed., RJ: CPAD, 2010.
MELO, J. L. de. Eclesiastes versículo por versículo. RJ: CPAD, 1999.
PALMER, M. D. (Ed.) Panorama do Pensamento Cristão. 1 ed. RJ: CPAD, 2001.

EXERCÍCIOS

1. Como o pregador conclui o seu ensino em Eclesiastes capítulo 12?
R. Contrastando vividamente osdistintos momentos da vida humana: juventude e velhice, alegria e tristeza, vida e morte, presente e futuro, temporal e eterno.

2. Com a expressão “lembra-te do teu Criador”, o que o sábio quer ensinar ao homem?
R. O sábio ensina aos homens que eles não passam de criaturas.

3. Em o Novo Testamento, qual é o referencial que o autor sagrado usa para exortar-nos a viver a vida com os olhos fitos no Mestre?
R. Jesus Cristo.

4. Segundo a lição, o que 1 Coríntios 6.19,20 ensina-nos acerca do corpo e espírito?
R. Que não há dualismo entre corpo e espírito, como se este fosse bom e aquele mau.

5. Qual o dever de todo o homem?
R. Temer a Deus e guardar os seus mandamentos.

AUXÍLIO BIBLIOGRÁFICO I

Subsídio Teológico

“[Os jovens] devem ser ensinados a considerar a Deus como supremo.
Ele expõe a verdade de que ‘o temor do Senhor é o princípio da ciência’ ([Provérbios 1] v.7); é a parte principal do conhecimento; é o que inicia o conhecimento, isto é, (1) de todas as coisas que devem ser conhecidas, esta é a mais evidente — que Deus deve ser temido, deve ser reverenciado, servido e adorado; este é o princípio do conhecimento, e não sabem nada os que não sabem isto. (2) Para adquirir todo o conhecimento útil, é extremamente necessário que temamos a Deus; nós não somos qualificados para nos beneficiar das instruções que nos são dadas, a menos que nossas mentes sejam possuídas por uma santa reverência por Deus, e que cada pensamento em nós seja levado à obediência a Ele. Se alguém quiser fazer a vontade de Deus, deve conhecer a sua doutrina (Jo 7.17). (3) Assim como todo o nosso conhecimento deve se originar do temor a Deus, ele também tende a este temor, como sua perfeição e centro. Sabem o suficiente os que sabem como temer a Deus, que são cuidadosos em todas as coisas, para agradar a Ele e temerosos de ofendê-lo em alguma coisa; este é o Alfa e o Ômega do conhecimento” (HENRY, M.Comentário Bíblico Antigo Testamento — Jó a Cantares de Salomão. 1 ed., RJ: CPAD, 2010, p.720).

AUXÍLIO BIBLIOGRÁFICO II

Subsídio Teológico

“[Prestando contas à luz do Sermão do Monte]
Em um importante sentido, todo o Sermão do Monte representa uma simples expansão desse apelo compassivo. Começando no mesmo ponto de partida — um lamento sobre a iminente destruição de Jerusalém — Cristo simplesmente amplia a sua perspectiva e transmite aos discípulos um extenso apelo que inclui desde o futuro escatológico até o momento do seu retorno e do juízo que o acompanhará. Portanto, esse mesmo espírito que inspirou o pranto de Cristo sobre a cidade de Jerusalém, permeia e dá um colorido a todo o Sermão do Monte. E Mateus, que estava presente e ouviu em primeira mão, registrou tudo isso no seu Evangelho, que é como um farol para todos os pecadores, em todos os tempos. Trata-se do último e terno apelo do Senhor para o arrependimento, antes que seja tarde demais.
Examinando esse sermão também vemos que todos os vários apelos de Jesus para sermos fiéis e todas as suas advertências para estarmos preparados ficam reduzidos a isso: eles representam um compassivo convite para nos arrependermos e crermos. Ele está nos prevenindo de que devemos nos preparar para a sua vinda porque, quando retornar, Ele trará o Juízo Final. E, ao concluir o seu sermão, Ele descreve detalhadamente esse juízo.
Essa parte remanescente do Sermão do Monte transmite uma das mais severas e solenes advertências sobre o juízo em toda a Escritura. Cristo, o Grande Pastor, será o Juiz, e irá separar suas ovelhas dos bodes. Estas palavras de Cristo não foram registradas em nenhum dos outros Evangelhos. Mas Mateus, pretendendo retratar Cristo como Rei, mostra-o aqui sentado no seu trono terreno. Na verdade, esse juízo será o primeiro ato depois do seu glorioso retorno à Terra, sugerindo que esta será a sua primeira atividade como governante da Terra (cf. Sl 2.8-12). Esse evento inaugura, portanto, o Reino Milenial, e é distinto do juízo do Grande Trono Branco descrito em Apocalipse 20, que ocorre depois que a era milenial chega ao fim. Nesse caso, Cristo está julgando aqueles que estarão vivos no seu retorno, e irá separar as ovelhas (os verdadeiros crentes) dos bodes (os descrentes). Os bodes representam a mesma classe de pessoas que são retratadas como servos maus, como virgens imprudentes, e como o escravo infiel nas parábolas imediatamente precedentes” (MACARTHUR JR., J. A Segunda Vinda. 1 ed., RJ: CPAD, 2008, pp.180-81).

SUBSÍDIOS ENSINADOR CRISTÃO

Tema a Deus em todo tempo

O capítulo 12 de Eclesiastes encerra as reflexões de Salomão a respeito da vida. O pessimismo ainda pode ser visto neste último capítulo. Salomão finaliza fazendo uma reflexão sobre diferentes fases da vida. Ele reconhece que a vida é passageira. Tiago a compara a um vapor “que aparece por um pouco e depois desvanece” (Tg 4.14). Ela é muito breve, por isso precisamos vivê-la de modo completo, isto é, temendo a Deus e obedecendo aos seus mandamentos.
Talvez, um dos conselhos mais importantes que Salomão nos oferece em todo o livro é: “Lembra-te do teu Criador nos dias da tua mocidade” (Ec 12.1). A juventude não dura para sempre. O homem tem tentado, ao longo dos anos, encontrar uma fórmula mágica capaz de preservar a juventude e o vigor, porém sabemos que isso é impossível. Devemos cuidar bem da nossa saúde, pois todos nós teremos que enfrentar a velhice e para isso precisamos estar preparados. “Os dias maus” no versículo primeiro do capítulo 12 é uma referência à velhice e não à morte. Segundo o Comentário Bíblico Beacon “a velhice é vista como um tempo de luz efêmera e de dias escuros de inverno. As nuvens dão a entender depressão e a chuva pode ser entendida como lágrimas” (Ec 12.1b-5). Salomão é bem pessimista, pois, cada etapa da vida é única e tem a sua beleza. Deus está com aqueles que o temem até a sua velhice: “E até à velhice eu serei o mesmo e ainda até às cãs eu vos trarei; eu o fiz, e eu vos levarei, e eu vos trarei e vos guardarei” (Is 46.4). O Senhor não nos abandona em nenhuma etapa da nossa vida. Nós é que abandonamos o Senhor, como fez Salomão.
Não gostamos de falar a respeito da morte, porém ela é parte integrante da vida (Ec 12.6-8). Salomão se utiliza de várias metáforas nos versículos 6 a 8 do capítulo doze, para mostrar que a vida do homem termina de maneira súbita, por isso é necessário temer a Deus em todo tempo. Faça tudo que você puder fazer para Deus hoje, pois talvez não tenhamos tempo amanhã. Porém se vivermos hoje para o Senhor, não nos importará se a vida terminar de repente.
Viver de modo sábio é temer a Deus e aguardar os seus mandamentos. O temor a Deus é o princípio da sabedoria e da vida abundante. Quem teme a Deus vive todas as fases da vida de modo a agradar a Deus. Desperdiçar qualquer fase da vida, longe de Deus, é loucura.
Temer a Deus é reconhecer nossas limitações e a grandeza do nosso Criador. Tema a Deus e viva de modo pleno cada fase da sua vida, pois Jesus nos prometeu jamais nos deixar sozinhos: “Eis que eu estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos” (Mt 28.20).

Fonte: CPAD
Divulgação: www.jorgenilson.com