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2 de jun. de 2011

Saiba como foi o protesto e manifestação contra a PLC 122 organizada pelo Pastor Silas Malafaia em Brasília

Saiba como foi o protesto e manifestação contra a PLC 122 organizada pelo Pastor Silas Malafaia em Brasília

Publicado por Renato Cavallera (perfil no G+ Social) em 2 de junho de 2011
O foco principal da manifestação foi a PLC 122, polêmica lei anti-homofobia que é constantemente contestada por líderes religiosos que acreditam que a mesma poderá criminalizar o direito de expressão de quem não é a favor do homossexualismo. Entre os políticos que participaram estavam João Campos (PSDB-GO), Ronaldo Fonseca (PR-DF), Jair Bolsonaro (PP-RJ) e Anthony Garotinho (PR-RJ), além dos senadores Marcelo Crivella (PR-RJ), Magno Malta (PR-ES) e Walter Pinheiro (PT-BA). Entre os evangélicos que estavam presente, houve a participação de diversos cantores e pastores de todo o Brasil, além do próprio Pastor Silas Malafaia, organizador da manifestação pacífica. última quarta-feira, primeiro de junho, foi considerada um marco para os ativistas pró-família, uma manifestação contra a PLC 122 organizada pelo Pastor Silas Malafaia em Brasília reuniu milhares de evangélicos, católicos e pessoas que não concordam com bandeiras como a PLC 122, legalização do aborto e maconha e o kit gay. O evento foi denominado como Marcha pela Família.

Os manifestantes exibiam cartazes com dizeres como “Diga não a PL 122″, “Daqui a pouco vão dizer que a Bíliba é homofóbica”, “I love my family” e “Pela união entre o homem e a mulher” e gritavam palavras de ordem. No palanque o Pastor Silas Malafaia foi enfático afirmando que “Marta Suplicy pensa que crente é otário” e criticou a decisão do Supremo Tribunal Federal que reconheceu a união gay no Brasil: “O STF rasgou a Constituição”, o líder ainda completou dando sua opinião sobre a PLC 122: “O projeto de lei é inconstitucional. Lei contra a homofobia já existe, isso é conversa para dar privilégio a uma minoria” afirma. Em dado momento o Pastor rasgou uma cópia da PLC 122 no palanque, levando o público ao delírio.

Já o Senador Magno Malta acusou o Senado de querer criar um “terceiro sexo” dando preferência aos homossexuais: “Se Deus criou macho e fêmea, não vai ser o Senado que vai criar um terceiro sexo com uma lei. É preciso que eles [homossexuais] entendam que o anseio grotesco de uma minoria não vai se fazer engolir”, acredita. Já o deputado federal e ex Governador do Rio de Janeiro Anthony Garotinho foi mais polido em seus comentários: “Eles [os participantes da marcha] amam a todas as pessoas, só que não concordam com o pecado de algumas,” disse. Outro Senador que também se pronunciou foi o evangélico Marcelo Crivella, da Igreja Universal do Reino de Deus: “Nunca vi a igreja evangélica tão unida, deixando de lado as denominações em prol do reino de Deus” conclui.


Números

A quantidade de manifestantes é contraditória, a imprensa em geral fala entre 25 e 50 mil participantes, a polícia militar estima 20 mil e os organizadores falam entre 70 e 80 mil. O Pastor Silas Malafaia esperava cerca de 30 mil pessoas na Marcha pela Família, diversas caravanas foram até o local para protestar.

Vídeos da Manifestação contra a PLC 122 organizada pelo Pastor Silas Malafaia em Brasília

Aos poucos, diversos vídeos do protesto feitos pelos próprios participantes vão aparecendo em canais como o Youtube. Grandes telejornais também fizeram a cobertura do evento em Brasília. Confira alguns vídeos do protesto contra a PLC 122:

Discurso do Pastor Silas Malafaia durante o protesto e o momento quando rasga uma cópia da PLC 122

David Quinlan cantando no protesto

Reportagem do Jornal Nacional (Globo) sobre o protesto

Reportagem da TV Band sobre a manifestação

Manifestantes após o protesto

Fotos da Manifestação contra a PLC 122 organizada pelo Pastor Silas Malafaia em Brasília

Fotos do protesto contra a PLC 122 em Brasília retirados dos sites G1, Extra, Guia-me, Veja e Band.

Fonte: Gospel+

Divulgação: www.jorgenilson.com

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Má conselheira

Má conselheira

Discursar genericamente sobre o pecado, sem nada fazer contra o agente que o pratica, é transformar a moral numa questão de teoria, sem alcance prático.

Olavo de Carvalho
Quando reagem aos ataques cada vez mais virulentos que a religião sofre da parte de gayzistas, abortistas, feministas enragées, neocomunistas, iluministas deslumbrados etc., certos católicos e protestantes invertem a ordem das prioridades: colocam menos empenho em vencer o adversário do que em evitar, por todos os meios, “combatê-lo à maneira do Olavo de Carvalho”. O que querem dizer com isso é que o Olavo de Carvalho é violento, cruel e impiedoso, humilhando o inimigo até fazê-lo fugir com o rabo entre as pernas, ao passo que eles, as almas cristianíssimas, piedosíssimas, boníssimas, preferem “odiar o pecado, jamais o pecador”. Daí que, em vez de ferir os maliciosos com o ferro em brasa da verdade feia, prefiram admoestá-los em tom de correção fraterna ou, no máximo, argumentar genericamente em termos de direitos e valores.
São, em primeiro lugar, péssimos leitores da Bíblia. Cristo, é verdade, mandou odiar o pecado e não o pecador. Mas isso se refere ao sentimento, à motivação íntima, não à brandura ou dureza dos atos e das palavras expressas. Ele nunca disse que é possível reprimir o pecado sem magoar, contrariar e, nos casos mais obstinados, humilhar o pecador. Quando expulsou os comerciantes do templo, Ele chicoteou “pecados” ou o corpo dos pecadores? Quando chamava os incrédulos de “raça de víboras”, Ele se dirigia a noções abstratas, no ar, ou a ouvidos humanos que sentiam a dor da humilhação? Quando disse que o molestador de crianças deveria ser jogado ao mar com uma pedra no pescoço, Ele se referia ao pescoço do pecado ou ao do pecador? O pecado, não só nesses casos em particular, mas em todos os casos possíveis e imagináveis, só pode ser reprimido, punido ou combatido na pessoa do pecador, não em si mesmo e abstratamente. Discursar genericamente sobre o pecado, sem nada fazer contra o agente que o pratica, é transformar a moral numa questão de mera teoria, sem alcance prático.
Em segundo lugar, não têm discernimento moral. Não o têm, pelo menos, na medida suficiente para avaliar a gravidade relativa dos atos privados e públicos, nem para distinguir entre a paixão da carne e o ódio aberto, demoníaco, ao Espírito Santo.
Mais imbuídos de moralismo sexual burguês que de autêntica inspiração evangélica, abominam, na mesma medida, a prática homossexual em si e o uso dela como instrumento público de ofensa deliberada a Jesus, à Igreja, a tudo quanto é sagrado. Não sabem a diferença entre a tentação carnal, que é humana, e o impulso de humilhar a cristandade, que é satânico. Falam de uma coisa e da outra no mesmo tom, como se o pecado contra o Espírito Santo fosse tão perdoável quanto uma fraqueza da carne, um deslize, um vício qualquer. Assim procedendo, colocam-se numa posição logicamente insustentável. Sentindo então a própria vulnerabilidade sem perceber com clareza onde está o ponto fraco, vacilam, tremem e passam a atenuar seu discurso como quem pede licença ao adversário para ser o que é, para crer no que crê. Daí é que lhes vem o temor servil de “combater à maneira do Olavo de Carvalho”, a compulsão de marcar distância daquele que não se deixa inibir por idêntica fragilidade de coração.
É verdade que o Olavo de Carvalho usa às vezes palavras duras, deprimentes, humilhantes. Mas ele jamais elevou sua voz em público para condenar qualquer conduta privada, por abominável que lhe parecesse. De pecados privados fala-se em privado, com discrição, prudência, compaixão. Pode-se também falar deles em público, mas genericamente, sem apontar o dedo para ninguém. E o tom, em tal circunstância, deve ser de exortação pedagógica, não de acusação. Examinem a conduta do Olavo de Carvalho e digam se alguma vez ele se afastou dessas normas. Quando ele humilha o pecador em público, é sempre por conta de pecados públicos, que não vêm nunca de uma simples fraqueza pessoal e sim de uma ação cultural ou política racional, premeditada, maliciosa até à medula.
Homossexualismo é uma coisa, movimento gay é outra. O primeiro é um pecado da carne, o segundo é o acinte organizado, politicamente armado, feroz e sistemático, à dignidade da Igreja e do próprio Deus – algo que vai muito além até mesmo da propaganda ateística, já que esta se constitui de meras palavras e aquele de atos de poder. Atos de prepotência, calculados para humilhar, atemorizar e aviltar, preparando o caminho para a agressão física, a repressão policial e o morticínio. O cinismo máximo dessa gente é alardear choramingando a violência pública contra os gays, estatisticamente irrisória, e alegá-la justamente contra a comunidade mais perseguida e mais ameaçada do universo, que já forneceu algumas centenas de milhões de vítimas aos rituais sangrentos dos construtores de “mundos melhores”. O indivíduo que se deixou corromper ao ponto de entregar-se a esse exercício de mendacidade psicótica com a boa consciência de estar servindo a uma causa humanitária está longe de poder ser atingido, na sua alma, por exortações morais, apelos à “liberdade de religião”, queixas formuladas em linguagem de debate acadêmico pó-de-arroz ou mesmo argumentações racionais maravilhosamente fundamentadas. Só uma coisa pode inibi-lo: o temor da humilhação pública, que, nas almas dos farsantes e hipócritas, é sempre exacerbado e, às vezes, o seu único ponto sensível.
Sim, o Olavo de Carvalho usa às vezes palavras brutais. Mas ele o faz por premeditação pedagógica, que exclui, por hipótese, qualquer motivação passional, especialmente o ódio, ao passo que outros só se esquivam de usar essas palavras porque têm medo de parecer malvados, porque têm horror de dar má impressão e buscam abrigo sob uma capa de bom-mocismo, de desculpas evangélicas perfeitamente deslocadas, nisto concorrendo em falsidade e hipocrisia com os próceres do gayzismo.
Cometem, aliás, o mesmo erro suicida em que os liberais brasileiros caíram desde duas décadas atrás, quando, fugindo ao exemplo do Olavo de Carvalho, preferiram debater economia de mercado com os petistas em vez de denunciar o Foro de São Paulo e a lista inumerável de seus crimes. Hoje estão liquidados. A covardia é sempre má conselheira.
Divulgação: www.jorgenilson.com

1 de jun. de 2011

O gayzismo e a liberdade de expressão e de fé!

O gayzismo e a liberdade de expressão e de fé!

Amados no Senhor Jesus,

Acredito que todos nós temos consciência de que existe no Congresso Nacional uma proposta de lei (chamada de PLC 122) que objetiva incluir no rol de crimes, a serem punidos com prisão de até 5 (cinco) anos, qualquer manifestação livre de opinião, crença, entendimento, etc., em sentido contrário à homossexualidade, feita por qualquer pessoa do povo, que, na perspectiva pessoal de algum homossexual seja considerado constrangedor, intimidatório ou vexatório.

Na nossa língua Portuguesa, algo tido como “constrangedor” é aquilo que pode causar algum desconforto, embaraço, vergonha, descontentamento em alguém. Já algo “intimidativo” é aquilo que provoca apreensão, receio ou temor em alguém. Por sua vez, algum comportamento tido por “vexaminoso” é aquele que causa tribulação ou dor moral, aflição, vergonha a alguém, trazendo-lhe um sentimento de desaprovação, etc.

Com a aprovação dessa lei qualquer pessoa do povo poderá ser submetida a alguma situação em que se sinta constrangida, intimidada ou mesmo em vexame, mas não os homossexuais! Qualquer deles que, na sua avaliação pessoal (íntima), entender que a manifestação da opinião, crença, entendimento ou perspectiva de outrem em sentido contrário à homossexualidade está lhe causando algum tipo de constrangimento, intimidação ou vexame, terá a seu lado o poder do Estado para levar o emissor da opinião, crença, entendimento ou perspectiva para a cadeia, e por até 5 anos!

Com a aprovação dessa PLC 122/06, se dois homens decidem realizar um abraço sensual/erótico e dar um beijo na boca um do outro em pleno pátio de, por exemplo, um local de reunião de crentes em Cristo Jesus, ou de uma escola, na frente ou não de crianças, etc., nada se poderá falar em sentido contrário ou que os cerceie, sob pena de prisão. Ninguém tem o direito de se sentir constrangido, intimidado ou em vexame com relação a isso, e se sentir terá que se calar, pois nada poderá se manifestar em sentido contrário. Mas, numa situação oposta, em que algum homossexual tiver esses mesmos sentimentos de constrangimento, intimidação ou vexame, terá o direito de denunciar outrem e requerer que o Estado o recolha à prisão!

Diante disto, o que faremos com tantas passagens da Palavra de Deus que claramente condenam de forma veemente a homossexualidade? O que faremos com textos como, por exemplo, 1 Corintios 6:9-11:

“Vocês não sabem que os perversos não herdarão o Reino de Deus? Não se deixem enganar: nem os imorais, nem idólatras, nem adúlteros, nem homossexuais passivos ou ativos, nem ladrões, nem avarentos, nem alcoólatras, nem caluniadores, nem trapaceiros herdarão o Reino de Deus. Assim foram alguns de vocês. Mas vocês foram lavados, foram santificados, foram justificados no nome do Senhor Jesus Cristo e no Espírito de nosso Deus”.

O termo grego usado nesse texto para homossexuais é ἀρσενοκοίτης (arsemokoites), que quer exatamente dizer alguém que tem relações sexuais com pessoa do mesmo sexo, ou, ainda, alguém que se deita com pessoa do mesmo sexo como se fosse do sexo oposto. Na verdade o termo grego significa aquele que se submete a todo tipo de prática ou relacionamento sexual com outro do mesmo sexo. Perversão sexual!

A Escritura diz que assim FORAM alguns de vós, ensinando claramente que a homossexualidade não é admitida como prática normal entre aqueles que já são do Senhor Jesus! Se já foram é porque não o são mais!

Ou o que poderemos fazer com a verdade contida em 1 Timóteo 1: 8-10:

“Sabemos que a Lei é boa, se alguém a usa de maneira adequada. Também sabemos que ela não é feita para os justos, mas para os transgressores e insubordinados, para os ímpios e pecadores, para os profanos e irreverentes, para os que matam pai e mãe, para os homicidas, para os que praticam imoralidade sexual e os homossexuais, para os sequestradores, para os mentirosos e os que juram falsamente; e para todo aquele que se opõe à sã doutrina. Esta sã doutrina se vê no glorioso evangelho que me foi confiado, o evangelho do Deus bendito.”

Os homossexuais (grego: arsemokoites) são expressa e claramente incluídos no rol dos transgressores e insubordinados e dos que se opõem à sã doutrina, que é a pregada no Evangelho do Deus bendito!

Ou, ainda, como lidaremos com o texto de Romanos 1:24-27, o qual, após descrever a degradação moral que os seres humanos sem Deus vivem, afirma que:

“Por isso Deus os entregou à impureza sexual, segundo os desejos pecaminosos do seu coração, para a degradação do seu corpo entre si. Trocaram a verdade de Deus pela mentira, e adoraram e serviram a coisas e seres criados, em lugar do Criador, que é bendito para sempre. Amém. Por causa disso Deus os entregou a paixões vergonhosas. Até suas mulheres trocaram suas relações sexuais naturais por outras, contrárias à natureza. Da mesma forma, os homens também abandonaram as relações naturais com as mulheres e se inflamaram de paixão uns pelos outros. Começaram a cometer atos indecentes, homens com homens, e receberam em si mesmos o castigo merecido pela sua perversão”.

O texto nos diz que o fato dos homens e mulheres terem se recusado a adorar, glorificar, servir e a obedecer a Deus como ele é, o próprio Deus os entregou à impureza sexual. O termo assim traduzido é o grego ἀκαθαρσία (akatharsia), que significa o estado de corrupção moral, o estado de impureza ou de imoralidade sexual. Isso significa que a impureza sexual os levará à degradação do seu corpo entre si, isto é, um com o outro.

Diz a Palavra de Deus que essa degradação moral, à qual Deus os entregou por conta de sua rebeldia, constitui-se em paixões vergonhosas (no grego: pathe atimias), a dizer, sentimentos – ou atos nele baseados – que causam inegável vergonha ou ausência de motivo para honra ou respeito diante de Deus e de sua criação.

E o que seriam essas paixões vergonhosas que Deus entregou a humanidade rebelde? O texto é claro:

a) as mulheres trocam suas relações naturais (grego: physikos – de acordo com a natureza, a realidade do corpo humano) por outras não naturais (grego: ‘o para physis – contrárias à natureza ou à realidade do corpo humano), e, da mesma forma;

b) os homens abandonam as relações naturais (grego: physikos chresis – uso natural do corpo, relações naturais) com as mulheres para se inflamarem de paixão (grego: ekkaio – desenvolver um forte desejo sensual por) uns pelos outros (grego allelon – um ao outro, entre si mesmos), começando a cometer atos indecentes (grego: aschemosyne – comportamento que desgraça, mancha, desvia de um padrão estabelecido por Deus), homens com homens!

Essas são apenas algumas passagens dentre muitas das Escrituras que condenam – e abertamente – a prática homossexual, considerando-a abominação diante de Deus, isto é, ato indecente, reprovável, etc., incluindo essas pessoas entre aquelas que não herdarão o Reino de Deus (ver, por exemplo: Gen 19:4-8; Judas 7; Juízes 19:16-24; Lev. 18:22; 20:13, 2 Pedro 2:6-8, etc.)

Com a PLC 122 nós, crentes no Senhor Jesus, ficaremos impedidos de manifestar nossa fé e dizer abertamente que a homossexualidade é pecado, é abominação, é condenada pelo próprio Deus, devendo eles abandonarem a prática homossexual, pois se nela permanecerem não terão herança no Reino de Deus!

Nós ficaremos impedidos, por exemplo, de demitir uma secretária doméstica ou uma babá de nossos filhos se descobrirmos que ela é praticante da homossexualidade e tem externado, de forma direta ou indireta, essa visão (que a Escritura chama de pervertida) diante de nossos filhos. Caso a PLC 122 seja aprovada poderemos ser condenados por crime de “homofobia” e ficarmos 5 anos atrás das grades porque demitimos essa pessoa de nossa casa! Pode-se demitir alguém por ser crente, mas jamais por ser homossexual!

A Escritura fala – e às centenas – do pecado da imoralidade sexual (Ver: Ef 5:5; Gl 5:21 - que a Escritura afirma estarem, os que a praticam, destinados ao lago de fogo, Ap 21:8) – mas a PLC 122/06, com a criminalização de qualquer opinião, crença, entendimento ou filosofia contra o que eles chamam de “orientação sexual” (termo que cabe tudo – incluindo pedofilia, como já reconheceu o congresso do Canadá), termina por erradicar qualquer forma de imoralidade sexual, pois passa a considerar a orientação sexual que uma pessoa der a si mesmo algo que não apenas está em seu direito privado de fazer, mas que está no seu direito de impor aos demais, sob pena de jogá-los na prisão.

A plena liberdade sexual defendida pelos movimentos gays – que motivou a PLC 122 - sem qualquer restrição ou limitação, exceto às taras e manias sexuais que cada um quiser ter, elimina do cenário não apenas a possibilidade da existência do pecado da imoralidade sexual, mas a própria possibilidade de alguém manifestar livremente que isso é pecado. Tudo será doravante permitido e considerado absolutamente normal, inclusive sob a ameaça de prisão de quem ousar dizer que discorda ou que a homossexualidade é errada.

Nós, como servos e servas do Senhor Jesus, que temos em nossos corações o amor de Jesus, e o exemplo Dele de obediência ao Pai, devemos ser “imitadores de Deus, como filhos amados” (Ef. 5:1), condenando o que Ele condena, reconhecendo como pecado, abominação, erro e rebeldia o que Ele assim também considera, etc.,. Precisamos nos opor a isso, dentro dos espaços que o nosso País nos confere legitimamente.

Diante disso, peço aos (às) amados (as) que se disponham a subscrever as abaixo assinados públicos que já estão circulando na internet (como: http://www.peticaopublica.com.br/PeticaoVer.aspx?pi=P2011N9558; http://abaixoassinado.vitoriaemcristo.org/_gutenweb/_site/gw-inicial/), que serão enviados ao Congresso Nacional, bem como comecem a quebrar o nosso silêncio contra isso. Igualmente, falem com os senadores de seu estado. Ligue para o alô Senado e manifeste sua discordância a respeito da PLC 122/06. Enfim: precisamos sair do imobilismo, como se nós não nos importássemos das pessoas estarem caminhando para a desgraça e para o distanciamento de Deus. Devemos amar os perdidos não para que eles continuem onde querem e gostem de estar, mas para que eles saiam disto e venham para o Reino do Senhor Jesus!

Essa luta não é para que vençamos! Mas para que eles – os homossexuais – não contem com mais instrumentos para mergulhar ainda mais na sua destruição condenada reiteradamente pelo Deus único e verdadeiro. A luta, portanto, é para que eles tenham a verdadeira vitória! Para que eles conheçam a verdade e sejam verdadeiramente libertos! Na verdade, a nossa maior prova de amor aos nossos amigos (ou não) que estão na homossexualidade é lutar firme para que eles conheçam o Senhor Jesus pessoalmente e abandonem essa vida de pecado, seguindo o modelo de Deus, que é indiscutivelmente a heterossexualidade.

Diga NÃO à PLC 122/06! Fale com mais irmãos e irmãs que você conheça e as estimule a se engajar nessa luta!

Paz no Senhor Jesus,

Marcelino Carvalho

Advogado, economista e cristão

Divulgação: www.jorgenilson.com

O Cerco A Israel


Paraíba, 30/05/2011
O Cerco A Israel

O terremoto revolucionário que vem arrasando o mundo árabe nos últimos meses e já se transformou num tsunami que varre Tunísia, Líbia, Egito, Yemen, Síria e ameaça a Arábia Saudita, tem sido interpretado pela mídia como um movimento pela derrubada de tiranos em nome de democracia e liberdade, mas desde o início o espectador atento e conhecedor da história da região e do Islam podia perceber que não era bem isto, como demonstrei numa série de três artigos. Apesar dos vários protestos de islamofobia que sofri, junto com outros autores, o desenrolar dos acontecimentos vem provando que tínhamos razão.
Sabe-se hoje que os revoltosos do leste da Líbia são tribos radicais islâmicas ligadas à rede Al Qaeda e recebem financiamento iraniano, que por trás da revolta egípcia encontra-se a Fraternidade Muçulmana, uma organização com ramificações em 80 países (Human Events, vol 67, 11), que as revoltas no Yemen e no Qatar tem fortes raízes iranianas para controlar o Estreito de Hormuz e o tráfego de petroleiros no Golfo Pérsico.

Armas provenientes da Líbia, apreendidas em Bin Amir, no sul Tunísia, são transportadas pela África do Norte para a secção da Al Qaeda na região, AQUIM - al Qaeda in the Islamic Maghreb (Tanzim al-Qa’ida fi bilad al-Maghreb al-Islami), sediada na Argélia e onde o grupo tenta tirar vantagem da crescente pressão contra o governo, e na própria Tunísia, onde os jihadistas tentam tirar vantagem da derrubada do ex Presidente Zine El Abidine Ben Ali.

Diferentemente do que muitos propagandeiam a Fraternidade não é absolutamente um partido egípcio moderado, mas um grupo jihadista cujo objetivo é criar um Império Islâmico, o Grande Califado. Seu moto: “É da natureza do Islam impor sua lei a todas as nações e estender seu poder a todo o planeta”. Num sermão em setembro de 2010 seu Supremo Guia religioso Muhammed Badi declarou que “a mudança que a nação (muçulmana) busca só pode ser conseguida através da Jihad, criando uma geração jihadista que busca a morte assim como seus inimigos buscam a vida” (id). O Supremo Comandante da Fraternidade, Muhammad Mahdi Akef, afirmou em 2006 que estava preparado para enviar 10.000 guerreiros jihadistas para auxiliar o Hezbollah. Apesar de ter sido posta fora da lei e da intensa perseguição pelo regime de Mubarak, os candidatos do grupo, conhecidos como “independentes”, conseguiram ganhar 20% do Parlamento nas eleições de 2005 e controlam todas associações médicas e de advogados do Egito.

Some-se ainda o espetacular e cinematográfico assassinato de Osama Bin Laden, que tem sido posto em dúvidas por várias fontes devido ao clima de mistério com o cadáver jogado ao mar e sem fotos comprobatórias e que seu sucessor na liderança da Al Qaeda, Ayman al Zawahiri é egípcio e tem laços estreitos com a Fraternidade.

Mubarak não era propriamente um amigo de Israel, mas seguia a tradição iniciada por Anwar el Sadat – assassinado por uma facção dissidente da Fraternidade - do Tratado de Paz com Israel, jamais aceito pelas facões radicais.

Amr Moussa, provável próximo Presidente e ex líder da Liga Árabe, é ironicamente um dos membros do antigo regime aparentemente rejeitado nas ruas, não é um centrista moderado como Sadat e Mubarak, mas um radical da linha ultranacionalista de Gamal Abdel Nasser, na verdade é o último nasserista de importância nacional e declarou em entrevista ao Wall Street Journal em 06/05/2011 que o Egito ganhou muito pouco da paz com Israel e que, se eleito modificará as relações amenas de Mubarak com Israel, pois as tentativas deste de resolver o conflito israelo-palestino levaram a lugar nenhum e o país precisa de políticas que “reflitam o consenso popular”. Moussa reverterá a política em relação ao Hamas considerando-o um aliado e não mais um inimigo da paz.

È bem possível que outra parte das mudanças ocorridas no mundo árabe, a reconciliação e aliança entre o Fatah e o Hamas, que não renunciou ao objetivo de destruir Israel, façam parte da mesma estratégia de cerco. Pesquisas de opinião entre os Palestinos mostram um arrasador apoio ao Islam: perguntados a definir sua identidade pessoal primária, 57% responderam muçulmanos, 21% palestinos, 19% seres humanos e somente 5% árabes.

Os sangrentos conflitos entre muçulmanos e cristãos no Egito também demonstram o risco da preponderância dos ultraconservadores que querem impor a Shari’a e já circulam mensagens divulgando as normas obrigatórias de vestimentas para as mulheres, tanto muçulmanas quanto cristãs de acordo com os códigos islâmicos.

Embora a dinastia Assad na Síria, os Sauditas e Muammar Kadhafi tenham sempre usado uma retórica anti-israelense agressiva, se eles também caírem a ameaça de um cerco fatal a Israel ficará mais próxima.

NOTA: Este artigo já tinha sido entregue para publicação quando Obama anunciou a "sugestão" de que Israel deveria retornar às fronteiras de antes da Guerra dos Seis Dias, para, então, retomar as negociações de paz. O cerco está completo agora. O que já previsível com a eleição provável muçulmano para a Casa Branca.

Por HEITOR DE PAOLA

Divulgação: www.jorgenilson.com

Gay mata família por discordar de sua orientação sexual e imprensa pró-sodomia abafa

Gay mata família por discordar de sua orientação sexual e imprensa pró-sodomia abafa

Comentário de Julio Severo: A notícia abaixo, que foi também disponibilizada pelo UOL, encontra-se agora fora do ar. Ao que parece o UOL foi tomado por remorso por ter saído dos padrões jornalísticos atrelados aos ativistas gays ao mostrar um assassino gay. A moda agora é mostrar gays apenas como vítimas. Esqueça que eles matam. Esqueça que eles estupram meninos. Contudo, a mesma notícia hoje rejeitada pelo UOL encontra-se disponível em outro site e divulgada aqui.
Matéria original do Giro pelo Piauí, que constava também no UOL:
Apesar de ter se apresentado horas após ter assassinado a mãe, a comerciante Maria Lita Pereira Gomes, 41, o irmão Alan Luiz Gomes da Silveira, 14, e ter tentado contra o próprio pai, o também comerciante Sidonor Pereira da Silveira, 35, o músico Alcinei Gomes da Silveira, 19, poderá não ser liberado após prestar depoimento sobre os crimes, praticado nesta terça-feira (5) à noite, na rua J, do bairro São José 2, Zona Leste de Manaus.
A informação é do delegado titular da Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS), Mariolino Brito, que ouviu o depoimento de Alcinei na manhã de hoje (6).
“Mesmo ele tendo se apresentado espontaneamente após os crimes, isso não impede que ele não seja liberado e também seja pedida a prisão preventiva contra ele”, salienta Brito, que considerou o caso como atípico.
Segundo o delegado, a forma como Alcinei agiu demonstra que ele apresenta traços de psicopatia. Ele também não descarta a possibilidade de Alcinei ter premeditado os crimes.
Em depoimento prestado na manhã de hoje ao titular da DEHS, o pai do acusado disse ter escapado da fúria de Alcinei, por ter se fingido de morto, após receber o primeiro golpe.

Ataques

Os assassinatos ocorreram a partir das 18h45 de ontem, na casa da família.
O primeiro homicídio foi a do adolescente Alan Luiz, morto com três facadas no tórax e uma na cabeça. O corpo da vítima foi escondido debaixo de uma cama.
Minutos depois, a comerciante Maria Lita foi morta com sete facadas nas costas, uma na nuca e outra na cabeça, dentro do banheiro da casa.

Comoção

"Há três anos a mãe dele já sabie que ele era homossexual. Para mim essa não é uma justificativa lógica para ele ter feito o que fez", desabafa o tio materno do acusado, Geraldo Gomes, a respeito da hipótese de que o sobrinho teria matado a mãe e o irmão, devido a não aceitação de sua orientação sexual.
Os velórios de Maria Lita e Alan Luiz foram realizados na própria residência, onde familiares, amigos e vizinhos se aglomeraram para prestar as últimas homenages às vítimas.
Alguns dos vizinhos se mostraram indignados com o caso e chamaram a atenção para o fato de que a família parecia ser bastante unida.
Fonte: Giro pelo Piauí