Seguidores

1 de jun de 2011

O gayzismo e a liberdade de expressão e de fé!

O gayzismo e a liberdade de expressão e de fé!

Amados no Senhor Jesus,

Acredito que todos nós temos consciência de que existe no Congresso Nacional uma proposta de lei (chamada de PLC 122) que objetiva incluir no rol de crimes, a serem punidos com prisão de até 5 (cinco) anos, qualquer manifestação livre de opinião, crença, entendimento, etc., em sentido contrário à homossexualidade, feita por qualquer pessoa do povo, que, na perspectiva pessoal de algum homossexual seja considerado constrangedor, intimidatório ou vexatório.

Na nossa língua Portuguesa, algo tido como “constrangedor” é aquilo que pode causar algum desconforto, embaraço, vergonha, descontentamento em alguém. Já algo “intimidativo” é aquilo que provoca apreensão, receio ou temor em alguém. Por sua vez, algum comportamento tido por “vexaminoso” é aquele que causa tribulação ou dor moral, aflição, vergonha a alguém, trazendo-lhe um sentimento de desaprovação, etc.

Com a aprovação dessa lei qualquer pessoa do povo poderá ser submetida a alguma situação em que se sinta constrangida, intimidada ou mesmo em vexame, mas não os homossexuais! Qualquer deles que, na sua avaliação pessoal (íntima), entender que a manifestação da opinião, crença, entendimento ou perspectiva de outrem em sentido contrário à homossexualidade está lhe causando algum tipo de constrangimento, intimidação ou vexame, terá a seu lado o poder do Estado para levar o emissor da opinião, crença, entendimento ou perspectiva para a cadeia, e por até 5 anos!

Com a aprovação dessa PLC 122/06, se dois homens decidem realizar um abraço sensual/erótico e dar um beijo na boca um do outro em pleno pátio de, por exemplo, um local de reunião de crentes em Cristo Jesus, ou de uma escola, na frente ou não de crianças, etc., nada se poderá falar em sentido contrário ou que os cerceie, sob pena de prisão. Ninguém tem o direito de se sentir constrangido, intimidado ou em vexame com relação a isso, e se sentir terá que se calar, pois nada poderá se manifestar em sentido contrário. Mas, numa situação oposta, em que algum homossexual tiver esses mesmos sentimentos de constrangimento, intimidação ou vexame, terá o direito de denunciar outrem e requerer que o Estado o recolha à prisão!

Diante disto, o que faremos com tantas passagens da Palavra de Deus que claramente condenam de forma veemente a homossexualidade? O que faremos com textos como, por exemplo, 1 Corintios 6:9-11:

“Vocês não sabem que os perversos não herdarão o Reino de Deus? Não se deixem enganar: nem os imorais, nem idólatras, nem adúlteros, nem homossexuais passivos ou ativos, nem ladrões, nem avarentos, nem alcoólatras, nem caluniadores, nem trapaceiros herdarão o Reino de Deus. Assim foram alguns de vocês. Mas vocês foram lavados, foram santificados, foram justificados no nome do Senhor Jesus Cristo e no Espírito de nosso Deus”.

O termo grego usado nesse texto para homossexuais é ἀρσενοκοίτης (arsemokoites), que quer exatamente dizer alguém que tem relações sexuais com pessoa do mesmo sexo, ou, ainda, alguém que se deita com pessoa do mesmo sexo como se fosse do sexo oposto. Na verdade o termo grego significa aquele que se submete a todo tipo de prática ou relacionamento sexual com outro do mesmo sexo. Perversão sexual!

A Escritura diz que assim FORAM alguns de vós, ensinando claramente que a homossexualidade não é admitida como prática normal entre aqueles que já são do Senhor Jesus! Se já foram é porque não o são mais!

Ou o que poderemos fazer com a verdade contida em 1 Timóteo 1: 8-10:

“Sabemos que a Lei é boa, se alguém a usa de maneira adequada. Também sabemos que ela não é feita para os justos, mas para os transgressores e insubordinados, para os ímpios e pecadores, para os profanos e irreverentes, para os que matam pai e mãe, para os homicidas, para os que praticam imoralidade sexual e os homossexuais, para os sequestradores, para os mentirosos e os que juram falsamente; e para todo aquele que se opõe à sã doutrina. Esta sã doutrina se vê no glorioso evangelho que me foi confiado, o evangelho do Deus bendito.”

Os homossexuais (grego: arsemokoites) são expressa e claramente incluídos no rol dos transgressores e insubordinados e dos que se opõem à sã doutrina, que é a pregada no Evangelho do Deus bendito!

Ou, ainda, como lidaremos com o texto de Romanos 1:24-27, o qual, após descrever a degradação moral que os seres humanos sem Deus vivem, afirma que:

“Por isso Deus os entregou à impureza sexual, segundo os desejos pecaminosos do seu coração, para a degradação do seu corpo entre si. Trocaram a verdade de Deus pela mentira, e adoraram e serviram a coisas e seres criados, em lugar do Criador, que é bendito para sempre. Amém. Por causa disso Deus os entregou a paixões vergonhosas. Até suas mulheres trocaram suas relações sexuais naturais por outras, contrárias à natureza. Da mesma forma, os homens também abandonaram as relações naturais com as mulheres e se inflamaram de paixão uns pelos outros. Começaram a cometer atos indecentes, homens com homens, e receberam em si mesmos o castigo merecido pela sua perversão”.

O texto nos diz que o fato dos homens e mulheres terem se recusado a adorar, glorificar, servir e a obedecer a Deus como ele é, o próprio Deus os entregou à impureza sexual. O termo assim traduzido é o grego ἀκαθαρσία (akatharsia), que significa o estado de corrupção moral, o estado de impureza ou de imoralidade sexual. Isso significa que a impureza sexual os levará à degradação do seu corpo entre si, isto é, um com o outro.

Diz a Palavra de Deus que essa degradação moral, à qual Deus os entregou por conta de sua rebeldia, constitui-se em paixões vergonhosas (no grego: pathe atimias), a dizer, sentimentos – ou atos nele baseados – que causam inegável vergonha ou ausência de motivo para honra ou respeito diante de Deus e de sua criação.

E o que seriam essas paixões vergonhosas que Deus entregou a humanidade rebelde? O texto é claro:

a) as mulheres trocam suas relações naturais (grego: physikos – de acordo com a natureza, a realidade do corpo humano) por outras não naturais (grego: ‘o para physis – contrárias à natureza ou à realidade do corpo humano), e, da mesma forma;

b) os homens abandonam as relações naturais (grego: physikos chresis – uso natural do corpo, relações naturais) com as mulheres para se inflamarem de paixão (grego: ekkaio – desenvolver um forte desejo sensual por) uns pelos outros (grego allelon – um ao outro, entre si mesmos), começando a cometer atos indecentes (grego: aschemosyne – comportamento que desgraça, mancha, desvia de um padrão estabelecido por Deus), homens com homens!

Essas são apenas algumas passagens dentre muitas das Escrituras que condenam – e abertamente – a prática homossexual, considerando-a abominação diante de Deus, isto é, ato indecente, reprovável, etc., incluindo essas pessoas entre aquelas que não herdarão o Reino de Deus (ver, por exemplo: Gen 19:4-8; Judas 7; Juízes 19:16-24; Lev. 18:22; 20:13, 2 Pedro 2:6-8, etc.)

Com a PLC 122 nós, crentes no Senhor Jesus, ficaremos impedidos de manifestar nossa fé e dizer abertamente que a homossexualidade é pecado, é abominação, é condenada pelo próprio Deus, devendo eles abandonarem a prática homossexual, pois se nela permanecerem não terão herança no Reino de Deus!

Nós ficaremos impedidos, por exemplo, de demitir uma secretária doméstica ou uma babá de nossos filhos se descobrirmos que ela é praticante da homossexualidade e tem externado, de forma direta ou indireta, essa visão (que a Escritura chama de pervertida) diante de nossos filhos. Caso a PLC 122 seja aprovada poderemos ser condenados por crime de “homofobia” e ficarmos 5 anos atrás das grades porque demitimos essa pessoa de nossa casa! Pode-se demitir alguém por ser crente, mas jamais por ser homossexual!

A Escritura fala – e às centenas – do pecado da imoralidade sexual (Ver: Ef 5:5; Gl 5:21 - que a Escritura afirma estarem, os que a praticam, destinados ao lago de fogo, Ap 21:8) – mas a PLC 122/06, com a criminalização de qualquer opinião, crença, entendimento ou filosofia contra o que eles chamam de “orientação sexual” (termo que cabe tudo – incluindo pedofilia, como já reconheceu o congresso do Canadá), termina por erradicar qualquer forma de imoralidade sexual, pois passa a considerar a orientação sexual que uma pessoa der a si mesmo algo que não apenas está em seu direito privado de fazer, mas que está no seu direito de impor aos demais, sob pena de jogá-los na prisão.

A plena liberdade sexual defendida pelos movimentos gays – que motivou a PLC 122 - sem qualquer restrição ou limitação, exceto às taras e manias sexuais que cada um quiser ter, elimina do cenário não apenas a possibilidade da existência do pecado da imoralidade sexual, mas a própria possibilidade de alguém manifestar livremente que isso é pecado. Tudo será doravante permitido e considerado absolutamente normal, inclusive sob a ameaça de prisão de quem ousar dizer que discorda ou que a homossexualidade é errada.

Nós, como servos e servas do Senhor Jesus, que temos em nossos corações o amor de Jesus, e o exemplo Dele de obediência ao Pai, devemos ser “imitadores de Deus, como filhos amados” (Ef. 5:1), condenando o que Ele condena, reconhecendo como pecado, abominação, erro e rebeldia o que Ele assim também considera, etc.,. Precisamos nos opor a isso, dentro dos espaços que o nosso País nos confere legitimamente.

Diante disso, peço aos (às) amados (as) que se disponham a subscrever as abaixo assinados públicos que já estão circulando na internet (como: http://www.peticaopublica.com.br/PeticaoVer.aspx?pi=P2011N9558; http://abaixoassinado.vitoriaemcristo.org/_gutenweb/_site/gw-inicial/), que serão enviados ao Congresso Nacional, bem como comecem a quebrar o nosso silêncio contra isso. Igualmente, falem com os senadores de seu estado. Ligue para o alô Senado e manifeste sua discordância a respeito da PLC 122/06. Enfim: precisamos sair do imobilismo, como se nós não nos importássemos das pessoas estarem caminhando para a desgraça e para o distanciamento de Deus. Devemos amar os perdidos não para que eles continuem onde querem e gostem de estar, mas para que eles saiam disto e venham para o Reino do Senhor Jesus!

Essa luta não é para que vençamos! Mas para que eles – os homossexuais – não contem com mais instrumentos para mergulhar ainda mais na sua destruição condenada reiteradamente pelo Deus único e verdadeiro. A luta, portanto, é para que eles tenham a verdadeira vitória! Para que eles conheçam a verdade e sejam verdadeiramente libertos! Na verdade, a nossa maior prova de amor aos nossos amigos (ou não) que estão na homossexualidade é lutar firme para que eles conheçam o Senhor Jesus pessoalmente e abandonem essa vida de pecado, seguindo o modelo de Deus, que é indiscutivelmente a heterossexualidade.

Diga NÃO à PLC 122/06! Fale com mais irmãos e irmãs que você conheça e as estimule a se engajar nessa luta!

Paz no Senhor Jesus,

Marcelino Carvalho

Advogado, economista e cristão

Divulgação: www.jorgenilson.com

Nenhum comentário: