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13 de fev. de 2010

“Sereis como deuses...”

“Sereis como deuses...”
a promessa do Presidente Lula no seu Programa Nacional de Direitos Humanos

Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz

Adão e Eva podiam comer de todas as árvores do jardim. A única proibição era que eles decidissem por si mesmos o que é bem e o que é mal (Gn 2,16-17).

A serpente enganou o primeiro casal dizendo que a felicidade deles estaria em desobedecer a Deus. Comendo do fruto proibido, eles estariam agindo “como deuses, versados no bem e no mal” (Gn 3,5). Ser livre para satisfazer os próprios caprichos, sem se importar com as leis que o Criador inscreveu na natureza: eis a libertação do homem!

Todos nós conhecemos as tristes consequências dessa rebelião contra Deus, dessa reivindicação de uma falsa autonomia diante do Criador.
* * *
No dia 21 de dezembro de 2009, às vésperas da Solenidade do Natal do Senhor, o presidente Lula presenteou os brasileiros com o Decreto 7037/2009[1], que aprovou o 3º Programa Nacional de Direitos Humanos (PNDH-3). Ao povo foi oferecido o direito de agir ignorando a Deus e não se importando com as leis naturais.

“Não matarás” (Ex 20,13)

Segundo Lula, seremos felizes não se respeitarmos a vida, mas se tivermos o direito de matar. Por isso o governo pretende “apoiar a aprovação do projeto de lei que descriminaliza o aborto, considerando a autonomia das mulheres para decidir sobre seus corpos” (Eixo orientador IV, diretriz 9, objetivo estratégico III ação programática g).

Usando a inverdade de que existem casos em que o aborto é “legal” no Brasil, o Estado já vem financiando sua prática em nossos hospitais. É desejo do governo “implementar mecanismos de monitoramento dos serviços de atendimento ao aborto legalmente autorizado (sic), garantindo seu cumprimento e facilidade de acesso” (Eixo Orientador IV, diretriz 17, objetivo estratégico II, ação programática g).

“Homem e mulher os criou” (Gn 1,27)

Segundo Lula, a complementaridade natural dos sexos não precisa ser respeitada. Essa lei, segundo a qual somente um homem e uma mulher podem casar-se entre si, é apelidada de “heteronormatividade”. O governo se propõe “desconstruir” essa regra, reconhecendo novas formas de família. Pretende “reconhecer e incluir nos sistemas de informação do serviço público todas as configurações familiares (sic) constituídas por lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais, com base na desconstrução da heteronormatividade (sic)” (Eixo orientador III, diretriz 10, objetivo estratégico V, ação programática d). Pretende ainda “apoiar projeto de lei que disponha sobre a união civil entre pessoas do mesmo sexo” e “promover ações voltadas à garantia do direito de adoção por casais homoafetivos” (Idem, ações programáticas b, c).

Tão grande é a autonomia proposta pelo governo, que ninguém deve ser obrigado sequer a aceitar o próprio sexo. Quem estiver insatisfeito, pode ir ao SUS a fim de fazer uma cirurgia “transexualizadora”. O decreto promete “garantir o acompanhamento multiprofissional a pessoas transexuais que fazem parte do processo transexualizador no Sistema Único de Saúde e de suas famílias” (Eixo orientador III, diretriz 7, objetivo estratégico IV, ação programática p).
“Não cometerás adultério” (Ex 20,14)

Em matéria sexual, o governo oferece a felicidade através da liberdade. Todos devem ter direito à “livre orientação sexual” (Eixo orientador III, diretriz 10, objetivo estratégico V). Não deve haver liberdade, porém, para se opor ao homossexualismo. Essa conduta, apelidada de “homofobia”, deve ser combatida pelo Estado. Para isso, o governo pretende “fomentar a criação de redes de proteção dos Direitos Humanos de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (LGBT), principalmente a partir do apoio à implementação de Centros de Referência em Direitos Humanos de Prevenção e Combate à Homofobia (sic) e de núcleos de pesquisa e promoção da cidadania daquele segmento em universidades públicas” (Eixo orientador III, diretriz 10, objetivo estratégico V, ação programática g).

A prostituição não deve ser combatida, mas reconhecida como uma profissão. Segundo o governo, é preciso “garantir os direitos trabalhistas e previdenciários de profissionais do sexo por meio da regulamentação de sua profissão” (Eixo Orientador III, diretriz 7, objetivo estratégico VI, ação programática n). Pretende-se ainda quebrar a imagem negativa das mulheres prostitutas: “realizar campanhas e ações educativas para desconstruir os estereótipos relativos às profissionais do sexo” (Eixo orientador III, diretriz 9, objetivo estratégico III, ação programática h).

“Não roubarás” (Ex 20,15)
Um dos grandes entraves do governo petista em seu apoio às invasões de terra é a ação de reintegração de posse. Por esse meio processual, o proprietário tem restituído o direito à posse de que havia sido privado pelo invasor. O decreto do presidente Lula dá a entender que se pretende dificultar o cumprimento dessas ordens judiciais: “propor projeto de lei voltado a regulamentar o cumprimento de mandados de reintegração de posse ou correlatos, garantindo a observância do respeito aos Direitos Humanos” (Eixo orientador IV, diretriz 17, objetivo estratégico VI, ação programática b). De fato, se invadir propriedade privada é um direito humano, é lógico que o governo queira mudar a lei para garantir o exercício desse direito.

“Amarás o Senhor teu Deus” (Dt 6,4)

Se, conforme pensa o governo, Deus é inimigo do homem por cercear sua liberdade, é necessário expulsar a Deus. Por isso o decreto prevê “desenvolver mecanismos para impedir a ostentação de símbolos religiosos em estabelecimentos públicos da União” (Eixo orientador III, diretriz 10, objetivo estratégico VI ,ação programática c). A preocupação de Lula é compreensível: a presença de um crucifixo nos prédios dos Ministérios, do Congresso Nacional e dos Tribunais é incômoda para os que pretendem condenar inocentes à morte.

* * *

Como ocorreu no jardim do Éden, as promessas de Lula são ilusórias. O convite à liberdade esconde uma dura escravidão.

Se, por exemplo, são direitos humanos o aborto, o homossexualismo e a prostituição, o governo pretende punir os que ousarem falar contra esses “direitos”. O decreto prevê diversas penalidades para os meios de comunicação social que contrariarem sua ideologia: “propor a criação de marco legal regulamentando o art. 221 da Constituição, estabelecendo o respeito aos Direitos Humanos nos serviços de radiodifusão (rádio e televisão) concedidos, permitidos ou autorizados, como condição para sua outorga e renovação, prevendo penalidades administrativas como advertência, multa, suspensão da programação e cassação, de acordo com a gravidade das violações praticadas” (Eixo Orientador V, diretriz 22, objetivo estratégico I, ação programática a).

Como se vê, estamos às portas de uma ditadura.

Quem assinou o decreto?

O decreto 7037/2009 traz a assinatura do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e de seus ministros. Entre eles figura Dilma Rousseff, pré-candidata do PT à presidência da República. Conclusão de tudo isso: um cristão não pode votar no Partido dos Trabalhadores.
Anápolis, 11 de fevereiro de 2010

Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz

Presidente do Pró-Vida de Anápolis

[1] Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2009/Decreto/D7037.htm. O decreto foi publicado no Diário Oficial da União em 22/12/2009.
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Paulo, um Modelo de Líder-Servidor

Lição 07 Paulo, um Modelo de Líder-Servidor


Leitura Bíblica em Classe
2 Coríntios 6.1-10


Introdução

I. Paulo se identifica como servidor de Cristo (6.1,2)
II. A abnegação de um líder-servidor (6.-10)
III. As armas de ataque e defesa de um líder-servidor

Conclusão

Palavras-chave: liderança e serviço


I. Paulo se identifica como servidor de Cristo (6.1,2)


• Professor, pergunte aos alunos: “Vocês estão ávidos por servirem a Deus?” Ouça com atenção. Depois, diga que atualmente muitos querem exercer liderança, mas poucos querem servir ao Mestre. Paulo foi um homem que serviu ao Senhor. Ele tinha em seu corpo e em sua alma as marcas do seu apostolado (Gl 6.17).
Explique aos alunos que “Jesus foi o exemplo de servo, e demonstrou sua atitude servil a seus discípulos. Leia com atenção João 13.1-17. Lavar os pés dos convidados era um serviço que o criado da casa deveria realizar, quando os convidados chegassem. Mas Jesus cingiu-se com uma toalha, como os escravos deveriam fazer, e lavou e enxugou os pés de seus discípulos. Se Ele, que era o Deus encarnado, estava disposto a servir, nós, seus seguidores, também devemos ser servos dispostos a trabalhar de maneira que o glorifique. Você está disposto a seguir o exemplo de Cristo sobre servir? Há uma bênção especial para aqueles que não apenas concordam que o serviço humilde faz parte dos ensinamentos de Cristo, mas que também seguem Jesus e praticam as mesmas obras que Ele (Jo 13.17). Jesus dizia que, para ser um líder, uma pessoa deveria ser um servo. Este não é um ensino confortável para os líderes que consideram difícil servir as pessoas que ocupam posições inferiores às deles” (Bíblia de Estudo Aplicação Pessoal. Rio de Janeiro, CPAD, pp. 1445,1446).


• Pergunte aos alunos: O que significa ser um líder-servirdor? Explique que “ser um líder servidor significa ser parecido com Jesus. Precisamos aprender com Ele a lidar com as pessoas, cuidar dos necessitados, dar exemplo para outros líderes iniciantes.
[...] Um líder servidor é humilde e compreensivo e não busca sua própria glória, não se empolga pelos elogios nem entra em desespero com as críticas. Ele busca o equilíbrio emocional e espiritual. Não cultiva vaidade nem se desespera diante dos opositores. Jesus lavou os pés de Judas. Pense nisso e aprenda que um líder servidor é aquele que é capaz de lavar os pés até do traidor. É um líder capaz de perdoar as fraquezas dos liderados e dos adversários. [...] Um líder servidor é servo dos demais sem nenhum demérito” (FERREIRA, Israel Alves. As Emoções de um Líder: Como Administrar as Suas Emoções. 1.ed. Rio de Janeiro, CPAD, 2009. p.79).
.

• Observe alguns dos obstáculos que impedem o líder de ser um líder-servidor:

a) O orgulho. Exagerada apreciação de si mesmo, altivez, arrogância (Rm 12.3).
b) Autopromoção. Vangloriar-se, assumir todo o mérito, exibir-se, dominar a conversa, exigir toda a atenção.
c) Medo. Insegurança quanto ao futuro gera uma auto-proteção patológica.
d) Auto-proteção. Esconder-se atrás da posição, sonegar informação, intimidar os outros, acumular prestígio e rendimentos, desencorajar reações sinceras (FERREIRA, Israel Alves. As Emoções de um Líder: Como Administrar as Suas Emoções. 1.ed. Rio de Janeiro, CPAD, 2009. p.79.


II. A abnegação de um líder-servidor (6.-10)


• “Paulo recomenda o seu ministério, primeiramente, na muita paciência. Esta qualidade, muito ressaltada por Jesus (Mt 10.22) e certamente significativa para Paulo, coloca-se no topo de três grupos de provações. O primeiro grupo, no versículo 4, apresenta os sofrimentos de Paulo em termos gerais. Eles podem se referir àquelas dificuldades que são independentes do agente humano, e incluem aflições, todas as experiências de pressão física, mental ou espiritual que talvez possam ser evitadas; necessidades, que não possam ser evitadas; e angústias, das quais não é possível escapar.
O segundo especifica os sofrimentos em particular que são infligidos pelos homens. Paulo se esforça para recomendar a si mesmo como um servo fiel de Deus ‘mostrando a suprema paciência entre’ açoites, prisões e tumultos. O terceiro consiste daquelas disciplinas que ele impôs a si mesmo para a proteção da sua missão: nos trabalhos, nas vigílias, nos jejuns. O grande apóstolo, para o bem do evangelho, frequentemente:

1. Cansava-se até o ponto de exaustão;
2. Diminuía as suas horas de descanso para dedicar mais tempo ao ministério da Palavra e à oração.
3. Negligenciava as suas refeições quando o trabalho era urgente.” (Comentário Bíblico Beacon. 1.ed. Rio de Janeiro, CPAD, p. 438).

• “Em meio a todos os sofrimentos, Paulo continuou cultivando qualidades de pureza, inclusive a sinceridade, como também a integridade nas questões financeiras; ciência, especialmente no seu modo de levar as pessoas ao conhecimento de Deus pelo Evangelho; longanimidade, usando de autocontrole em lidar com pessoas difíceis e circunstâncias difíceis; e benignidade, como benignidade, paciência e longanimidade de Deus (cf. Rm 2.4)” (HORTON, Stanley M. I e II Coríntios: Os Problemas da Igreja e Suas Soluções. 1.ed. Rio de Janeiro, CPAD, p. 215).



Extraído de:

HORTON, Stanley M. I & II Coríntios. 1 ed. Rio de Janeiro, CPAD, 2003, p. 203.
FERREIRA, Israel Alves. As Emoções de um Líder: Como Administrar as Suas Emoções. 1.ed. Rio de Janeiro, CPAD, 2009.
Bíblia de Estudo Aplicação Pessoal. Rio de Janeiro, CPAD.
Comentário Bíblico Beacon. 1.ed. Rio de Janeiro, CPAD.

12 de fev. de 2010

Prefeito de Moscou chama parada do “orgulho gay” de “satânica”

Prefeito de Moscou chama parada do “orgulho gay” de “satânica”

Matthew Cullinan Hoffman

MOSCOU, Rússia, 27 de janeiro de 2010 (Notícias Pró-Família) — Yury Luzhkov, prefeito de Moscou, diz que as paradas do “orgulho gay” são “satânicas” e promete continuar proibindo-as, de acordo com informações das agências de notícias internacionais.

“Durante anos, Moscou vem se confrontando com pressões sem precedentes para ter uma parada gay, que só pode ser descrita como um ato satânico”, Luzhkov disse para a agência noticiosa Interfax ontem.

“Não estamos de forma alguma autorizando tal parada e não vamos autorizá-la no futuro. Não deveríamos desperdiçar tempo com todas essas bobagens de direitos humanos. O que temos de fazer é reprimi-la com a total força da lei”.

As marchas mundiais de “orgulho gay” são caracterizadas por exibições descaradas de nudez, gestos obscenos e até atos sexuais em público por parte dos participantes. Os ativistas homossexuais tipicamente usam tais paradas para insensibilizar o público para sua conduta perigosa, que está ligada a muitos transtornos médicos e psicológicos.

No passado, a prefeitura de Moscou buscou combater os organizadores da “parada gay” prendendo e multando os participantes. Os ativistas homossexuais responderam apresentando queixas no Tribunal Europeu de Direitos Humanos, que até agora recusou dar sua decisão sobre os casos.

Luzhkov fez comentários semelhantes em 2007, depois da fracassada “parada gay” de 2006, em que ele também chamou a parada de “satânica”. Ele recebeu apoio do Patriarca Ortodoxo de Moscou e os líderes islâmicos e judeus russos têm também as mesmas opiniões dele.

Cobertura relacionada de LifeSiteNews:
“March for Russia” Will Protest Abortion, Homosexuality in Face of Plummeting Population
http://www.lifesitenews.com/ldn/2008/oct/08103116.html

Russian Homosexual Activists Complain of Pride Ban to European Court of Human Rights
http://www.lifesitenews.com/ldn/2008/feb/08022006.html

Moscow Mayor Luzhkov Says “No” to Gay Pride Parade
http://www.lifesitenews.com/ldn/2006/may/06051904.html

Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Fonte: http://noticiasprofamilia.blogspot.com/

Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesitenews.com/ldn/2010/jan/10012702.html

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“Romance” com Lula está no fim

Romance” com Lula está no fim

Augusto Zimmermann

Os seguidores do presidente Lula frequentemente nos lembram que ele é também bastante apreciado pelos jornalistas estrangeiros. Bem, trago algumas más notícias para essa gente: Lula já não é, definitivamente, mais “amado” por eles como já foi.

De certa forma, tudo começou a mudar quando o Brasil decidiu apoiar o pedido de Cuba e da Líbia para suspender o status consultivo da Repórteres Sem Fronteiras na Comissão de Direitos Humanos da ONU. Unindo-se a países com um extenso registro de violações aos direitos fundametais como China, Cuba, Qatar e Arábia Saudita, o Brasil votou pela suspensão de uma das poucas organizações que representam a liberdade de imprensa e que têm status consultivo nesse importante órgão das Nações Unidas.

Outro conflito de interesses entre o governo Lula e a mídia estrangeira ocorreu em 2004, durante a desastrosa tentativa do governo de expulsar o correspondente Larry Rohter, do The New York Times. O visto do jornalista foi cancelado porque ele havia ousado escrever uma reportagem mostrando preocupações públicas sobre os hábitos de beber do presidente.
Como todos sabem, em consequência das críticas generalizadas que recebeu internacionalmente da mídia, Lula achou melhor encerrar o imbróglio com uma farsa. Na impossibilidade de se retratar de sua atitude autoritária sem ficar desmoralizado, Lula decidiu interpretar como “retratação” uma carta na qual o jornalista norte-americano confirmava tudo o que tinha escrito. Assim, a situação foi resolvida não como uma questão de respeito à legalidade, mas como um gesto de aparente magnanimidade do presidente.

Apesar da “generosidade” de Lula, o seu governo foi novamente criticado quando este se absteve, em resoluções da ONU, de condenar os inúmeros abusos dos direitos humanos cometidos no Congo, Sri Lanka, Sudão e na Coreia do Norte. Por exemplo, um recente artigo na Newsweek acusa o governo brasileiro de estar completamente silente em relação às políticas genocidas do governo islâmico do Sudão, abstendo-se até mesmo na votação que concedia aos monitores dos direitos humanos uma missão mais ampla naquele país.

A Newsweek também informa a seus milhões de leitores que o homem forte da Venezuela, Hugo Chávez, “não tem um amigo mais próximo do que Lula”, apesar de seu regime político ser acusado regularmente por grupos de defesa dos direitos humanos, como o Human Rights Watch, de violações generalizadas, incluindo restrições à liberdade de expressão, assassinato de adversários políticos, tortura política e politização do Judiciário. Mesmo assim, Lula disse a Newsweek que ele realmente acredita que a Venezuela tem um governo democrático e que “cada país estabelece a democracia que serve a seu povo”.

O fato de o presidente Lula desenvolver, tão entusiasticamente, ótimas relações de amizade com o presidente iraniano Ahmadinejad, também não foi ignorado. Segundo a Newsweek, isso pode ser demonstrado pelo simples fato de Lula “defender enfaticamente o programa nuclear do Irã e até ter convidado Ahmadinejad a visitar o Brasil”. Como a United Press International (UPI) destacou recentemente, Lula até mesmo questionou o direito democrático do povo iraniano de protestar contra as eleições fraudulentas, ao comentar: “No Brasil, também temos pessoas que não aceitam as derrotas eleitorais”.

O aparente apoio do Brasil a essa República Islâmica, mesmo quando a China e a Rússia condenaram o programa nuclear iraniano, vem sendo interpretado por diversos setores da imprensa internacional como um “movimento desastroso”. De acordo com um recente editorial do prestigioso The Washington Post, tal apoio demonstra que os países do Ocidente estavam absolutamente certos ao não oferecerem para o Brasil um assento permanente no Conselho de Segurança da ONU. Para ter uma influência positiva no mundo, afirma o editorial, Lula precisaria parar de abraçar párias como Ahmadinejad.

Sobre sua interferência na política da América Central, o The Wall Street Journal (o jornal com maior circulação nos Estados Unidos) publicou há poucos dias atrás um interessante artigo sugerindo que a intervenção do Brasil em Honduras foi um obstáculo à solução pacífica (e democrática) para a crise naquele país. Escrito pela doutora Susan Kaufman Purcell, a diretora do Centro para a Política Hemisférica da Universidade de Miami, o artigo explica que durante a recente crise em Honduras, Lula apoiou firmemente o presidente deposto Manuel Zelaya, que tentou seguir os passos de seu aliado venezuelano, Hugo Chávez, particularmente em relação a seu desejo de desconsiderar os limites ao mandato presidencial estabelecidos pela Constituição hondurenha, que foi o motivo para ele ser deposto.

Quando Zelaya se refugiou na embaixada brasileira, a rede de TV a cabo CNN reportou em seu website que o ministro das Relações Exteriores, Celso Antônio Amorim, havia declarado que o presidente deposto tinha sido eleito pelo povo hondurenho e que o Brasil não iria tolerar nenhuma ação contra a embaixada. A posição do governo Lula em relação à importância do governo democrático foi considerada altamente hipócrita, porque o Brasil tinha acabado de votar na Organização dos Estados Americanos (OEA) para retirar a proibição da participação de Cuba – um país que não realiza uma eleição democrática há 50 anos. O voto brasileiro contradiz as diretrizes democráticas da organização.

Logo, não é surpresa alguma que diversos jornalistas estrangeiros estejam ficando um tanto desconfiados do presidente Lula. O fato de que ele aparenta tanto valorizar a sua estranha amizade com ditadores brutais e líderes autoritários pode ser interpretado, com toda justiça, como um sinal de que ele não é um democrata verdadeiro nem um líder particularmente interessado na proteção dos direitos humanos fundamentais. Assim sendo, se Lula está saindo totalmente das graças da mídia estrangeira, ele só tem a si mesmo (e a sua desastrosa política externa) para culpar.

Augusto Zimmermann é professor de direito na Universidade Murdoch, na Austrália

Versão em inglês deste artigo: Lula Has No One But Himself to Blame for Falling Out of Grace with Foreign Press

Fonte: Diário do Comércio, São Paulo, quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010.
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O senso comum fraudado

O senso comum fraudado

Dr. Márcio Luís Chila Freyesleben, em matéria especial para o Blog Julio Severo

Chamou-me a atenção as repercussões causadas pelas declarações do General Raymundo Nonato de Cerqueira Neto durante sabatina a que foi submetido no Senado Federal, ocasião em que opinou desfavoravelmente à presença de homossexuais nas Forças Armadas. Como sói ocorrer, os movimentos sociais afins, jornalistas, políticos e, como de hábito, o presidente da OAB vieram em coro externar seus judiciosos pareceres, todos de Carta Magna em riste.

As manifestações exacerbadas de dignidade ofendida mal ocultavam os reais fundamentos da histeria. Desde que as ideias do Sr. Gramsci chegaram ao Brasil, nos idos de sessenta, pôs-se em prática a estratégia de modificação do senso comum da população, com o objetivo de promover a sua conversão à doutrina que, em que pese às evidências de ser responsável pelo extermínio de milhões de almas pelo mundo em fora, é-nos vendida como solução miraculosa e redentora: o comunismo ou, eufemisticamente, socialismo.

Como é do feitio da esquerda, a mentira sempre estará a serviço de suas empreitadas. Os meios de comunicação e o sistema de ensino, público e privado, salvo raríssimas exceções, oferecem seus inestimáveis préstimos, endossando e reverberando o ideário vermelho. As questões atinentes ao politicamente correto, ao pluralismo, à igualdade, a par de toda a temática afeta aos movimentos sociais, compõem a farofa ideológica posta na ordem do dia. Há um esforço hercúleo para torcer, retorcer e distorcer costumes e tradições, reduzindo-os a nada, para então permitir a edificação, sob os escombros de uma sociedade desprovida dos brios, do “Socialismo do Século XXI”.

Há, porém, um aspecto do estratagema que é novo, que não foi pensado por Gramsci. Enquanto os esforços para a deformação do senso comum estão em andamento, os meios de comunicação e o sistema de ensino encarregam-se de dar por acabada e exitosa a transformação da sociedade. Isto é, encarregam-se de convencer a todos de que a cartilha vermelha já teria sido devidamente apreendida pela população e de que os brasileiros comungariam das mesmas opiniões a respeito de temas como a união homossexual, legalização do aborto, a liberação das drogas, a demonização dos valores cristãos e a santificação dos valores socialistas, etc.

A estratégia é eficaz, pois o indivíduo, isolado no pequeno universo de seu cotidiano, crê que suas ideias são ultrapassadas, dissidentes e pior, preconceituosas; sente-se divorciado de uma realidade que, com efeito, existe apenas no universo fantasioso da mídia e do ensino. Entrementes, o indivíduo vê-se diante de uma dicotomia: o senso comum que lhe próprio e o senso comum que lhe é impingido.

A existência dessa dualidade ficou nítida no plebiscito do desarmamento: enquanto jornalistas, artistas, professores universitários e outros valorosos integrantes de nossa pseudo-intelectualidade desdobravam-se em argumentos para demonstrar que a proposta de desarme ia ao encontro dos mais sinceros anseios da pacífica população brasileira, as urnas provavam que o discurso dessa cambada não passava de empulhação. O resultado do plebiscito tornou-se emblemático, porque revelou o desplante daqueles que tentaram infundir um senso comum fraudado em toda a gente.

Situação semelhante ocorre no episódio protagonizado pelo General Cerqueira Neto. Tenta-se incutir na população a noção de que as Forças Armadas andam na contramão dos mais caros sentimentos nacionais; o que é uma vergonhosa mentira. Fizessem eles outro plebiscito, veriam nas urnas o que pensa a população sobre a “causa gay”; saberiam eles que, para um povo essencialmente cristão, tais causas encerram “delitos contra a natureza humana”.

Quem quer que tenha um ponto de vista histórico do problema percebe uma ironia em curso. Governos socialistas invariavelmente perseguem e criminalizam os homossexuais, não sem antes usá-los em sua estratégia revolucionária. Uma vez no poder, homossexuais e intelectuais orgânicos solidarizar-se-ão no “paredón”, à moda cubana, ao estilo Guevara.

É nesse sentido que deve ser compreendida a esparrela que está sendo armada para os militares. Após a execração pública que se pretende empreender contra os militares anistiados, o próximo passo será obrigar as Forças Armadas a receberem em suas fileiras homossexuais. Há nisso o dissimulado propósito de solapar as bases sobre as quais a vida militar é erigida, até a inevitável ruptura com todos os valores que forjaram as suas principais colunas de sustentação: a hierarquia e a disciplina.

Para levar a cabo seu intento, a esquerda corromperá instituições e destruirá todos os valores da sociedade brasileira: a família, a religião, a moral, a propriedade, etc.; como estratégia de subversão dos valores que impediram, até agora, a implantação do marxismo.
Depois da débâcle militar, pouco restará em socorro de nossa liberdade.

Márcio Luís Chila Freyesleben é Procurador de Justiça do Ministério Público de Minas Gerais

Fonte: www.juliosevero.com

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4 de fev. de 2010

Os "indesejáveis" e a propaganda da inverdade

Os “indesejáveis” e a propaganda da inverdade

Respondendo aos argumentos abortistas do jornal Folha de S. Paulo


Julio Severo

Tudo começa na propaganda em massa, e a grande mídia, que tem praticamente monopólio dessa propaganda, pode provocar alterações imensas na mentalidade da população. Já dizia o chefe de propaganda nazista que uma mentira repetida mil vezes se torna verdade. Tal repetição na grande mídia pode transformar na mente popular ódio em amor e vice-versa, e morte em vida, e vice-versa.

Contudo, o debate agora não mais é sobre a vida dos “indesejáveis” judeus na mídia da Alemanha nazista. O debate agora trata dos “indesejáveis” bebês em gestação na moderna mídia do Brasil.
Em seu artigo “Abortando o problema”, Hélio Schwartsman, articulista e editorialista da Folha de S. Paulo, defendeu o aborto com a seguinte argumentação:

“Suponhamos por um breve instante que as leis e instituições funcionassem direitinho no Brasil e que todas as mulheres que induzem ou tentam induzir em si mesmas um aborto fora das hipóteses previstas em lei (risco de vida para a mãe ou gravidez resultante de estupro) fossem identificadas, processadas e presas. Neste caso, precisaríamos construir 5,5 novos presídios femininos (unidades de 500 vagas) por dia apenas para abrigar as cerca de 1 milhão de ex-futuras mamães que interrompem ilegalmente suas gravidezes a cada ano”.

Eu não sei de que cartola Schwartsman tirou esse coelho de 1 milhão para basear seus cálculos, já que é hábito antigo da propaganda pró-aborto no Brasil inchar os números. O Dr. Bernard Nathanson, médico judeu que se tornou o diretor da maior clínica de abortos do mundo ocidental e presidiu 60 mil operações de aborto, confessou acerca da propaganda antes da legalização do aborto nos EUA:

Diante do público… quando falávamos em estatísticas [de mulheres que morriam em conseqüência de abortos clandestinos], sempre mencionávamos “de 5 a 10 mil mortes por ano”. Confesso que eu sabia que esses números eram totalmente falsos… Mas de acordo com a “ética” da nossa revolução, era uma estatística útil e amplamente aceita. Então por que devíamos tentar corrigi-la com estatísticas honestas? [1]

Quando a meta é exterminar o “problema”, para os nazistas os fins justificavam os meios — e a propaganda e as estatísticas infladas. Hoje, quando a meta é abortar o “problema”, igualmente os fins justificam os meios — e a propaganda e as estatísticas infladas.

Mas mesmo que o número de 1 milhão de Schwartsman fosse correto, o que fazer? A doutrinação “cultural” controlada pelos nazistas na Alemanha chegou a tal ponto que grande parte da população concordava em exterminar judeus — e provavelmente um número significativo de alemães participou ativamente de tal extermínio. O que fazer? O número elevado de participantes de um crime justifica sua aceitação e legalização?
O bom, no caso do Dr. Nathanson, é que ele acabou largando seu multimilionário negócio sujo de fazer abortos e manipular estatísticas.

As maravilhas do aborto legal?

O argumento de Schwartsman prossegue: “Recursos igualmente vultosos teriam de ser destinados à edificação de orfanatos, para abrigar os milhares de crianças que ficariam desassistidas enquanto suas mães cumprissem pena”.

Então, com a legalização do aborto, haveria menos despesas para o governo? Bem-vindo a “Alice no país das maravilhas do aborto”! E quanto aos recursos mais vultosos, sr. Schwartsman, que teriam de ser destinados para arcar com o enorme sistema que teria de ser criado a fim de atender centenas de milhares de mulheres que, seduzidas pelos anúncios da indústria estatal do aborto, fariam dois, três ou quatro abortos? Quem vai pagar essa imensa conta, sr. Schwartsman? E quem vai pagar a conta dos traumas e seqüelas do aborto nas mulheres e suas famílias?

Tente, sr. Schwartsman, junto com sua esposa dar a seus filhos pequenos educação escolar em casa, e diante de sua persistência, o governo o condenará à prisão ou no mínimo à perda da guarda de seus filhos, pouco se importando se suas crianças pequenas ficarão sem pai e mãe. Enquanto você propõe que mulheres que matam sejam poupadas, famílias que não matam nem estupram não estão sendo poupadas pelo Estado que quer controle sobre tudo e sobre todos.
O governo também quer criminalizar a prática de pais amorosos disciplinarem os filhos. Quanto dinheiro, sr. Schwartsman, deverá ser gasto para a construção de orfanatos para crianças cujos pais forem presos pelo “crime” de educar os filhos em casa ou por fazerem uso de seu tradicional direito de disciplinar e corrigir fisicamente a desobediência dos filhos?

Se até pais e mães inocentes estão sendo condenados, por que indivíduos culpados não podem ser condenados?
Se uma mãe mata uma criança de seis anos, ou mata outro adulto, deveria o Estado poupá-la só porque ela tem outros filhos para criar?
No caso em que uma mãe matou deliberadamente seu bebê em gestação, que chances os outros filhos dessa mulher terão de ter uma criação psicologicamente saudável e sem traumas?

Onde o aborto coloca a mulher?

O aborto intencional também coloca a mulher numa categoria diferente do papel de mãe amorosa. Enquanto, a fim de obter conquistas, o movimento feminista pró-aborto pinta todas as mulheres como eternas oprimidas e vítimas, o assassinato de bebês em gestação efetivamente coloca a mulher que mata na categoria de opressora.
Com o aborto intencional, a mulher se junta ao homem na capacidade e desumanidade de agredir, violar direitos e matar uma vida inocente.

Schwartsman continua: “Vale observar ainda que essa minha conta despreza um número significativo de médicos, parteiras ou simplesmente comadres e amigas que de algum modo auxiliaram as nossas reeducandas a livrar-se dos fetos indesejáveis e, pela lei, também deveriam ir à cadeia”.

O que fazer com os milhares de guardas de campo de concentração, médicos sádicos e todos os outros alemães que colaboraram para exterminar os “indesejáveis”? Essa seria uma boa pergunta para o editorialista da Folha de S. Paulo.

Questão de saúde pública?

Em todo caso, Schwartsman insiste em que “o problema do aborto não é uma questão que se resolva na Justiça”. É questão do que, então?
Exterminar judeus era uma questão de saúde pública? Provavelmente, a população alemã amante da cultura nazista diria que sim, respondendo que é muito mais saudável não ter os indesejáveis judeus por perto. Hoje, quem está na categoria de indesejáveis são os bebês em gestação, cujo extermínio não é encarado como grave problema ético e criminal, mas simplesmente como “questão de saúde pública”.

A contracepção diminui os abortos?

Schwartsman diz: “O importante, em termos práticos, é criar as condições para que as mulheres não precisem abortar, o que se consegue basicamente com a oferta de métodos contraceptivos gratuitos ou pelo menos muito baratos à população (com o que a Igreja Católica não concorda) e com educação. Os estudos demográficos são unânimes em apontar uma fortíssima correlação entre o nível de instrução da mulher e a diminuição da fecundidade e, por conseguinte, dos abortos clandestinos.”

O acesso amplo a contraceptivos diminui o número de abortos? Schwartsman deveria explicar isso para os EUA e Europa, que são campeões em contracepção e aborto legal! Só os EUA têm hoje mais de 1 milhão de abortos legais por ano. Desde a legalização do aborto nos EUA em 1973, mais de 50 milhões de bebês em gestação foram assassinados. A contracepção diminui o número de abortos, sr. Schwartsman, só em shows mágicos de cartolas e coelhinhos.

Mas concordo com ele em que há uma “fortíssima correlação entre o nível de instrução da mulher e a diminuição da fecundidade”. Apesar disso, não há nenhuma correlação entre o nível de instrução da mulher e a diminuição de abortos legais. Nenhuma. Basta ver as americanas e européias: diplomadas e carreiristas movidas à abundante contracepção e abundantes abortos.

Diplomadas, carreiristas e aborteiras

O que está bastante documentado é que grupos governamentais e não governamentais dos EUA, junto com instituições internacionais como a ONU, vêm há décadas impondo a educação sistemática das mulheres, não por uma preocupação com o bem-estar delas, mas exclusivamente para alcançar seu objetivo maior de reduzir a população mundial — inclusive por meio do aborto legal.

De acordo com eles, a mulher que passa mais tempo na escola e universidade terá como preocupação central da vida suas próprias ambições profissionais, deixando o casamento para mais tarde, se chegar a se casar. Quando se casa — perto da idade de 30, quando 90% dos óvulos já se foram —, ela tem um ou dois filhos, e é mais propensa a abortar como meio de proteger sua carreira. A mulher profissional de hoje é modelo de produção em massa idealizado pela elite do controle populacional. Ela é a imagem e semelhança dos planejamentos dos engenheiros sociais pró-aborto e anti-família.

A educação mais prolongada da mulher diminui suas chances de casamento e família, mas jamais reduz sua atividade sexual, que começa bem cedo e sem nenhum compromisso. O sr. Schwartsman poderia então apresentar uma proposta mais ética e justa: mulheres que não querem ter bebês deveriam evitar relações sexuais, que normalmente levam à gravidez. Se ele não entende esse principio tão básico, tão primordial, o que ele conseguirá entender sobre vida, filhos e família?

Essa proposta racional e prática resolveria vastos problemas sociais e individuais, inclusive o aborto e filhos traumatizados nascidos de relações de indivíduos cujo único compromisso é o hedonismo.

O sr. Schwartsman dá sua razão para não se considerar a vida sagrada: “Estima-se que 2/3 a 3/4 dos óvulos fecundados jamais se fixem no útero, resultando em abortos espontâneos”. É como dizer que, só porque milhares de homens e mulheres morrem de acidentes todos os dias, podemos esquecer igualmente a sacralidade da vida e aprovar as pretensões assassinas que vierem à cabeça de desalmados editorialistas e legisladores.

Incertezas sobre o direito à vida: a novela se repete

O restante do texto do sr. Schwartsman se ocupa em obscurecer as questões relativas ao começo da vida humana, procurando contrapor ciência com religião, e religião com religião, como se a ciência, o direito, a filosofia e a religião não pudessem ficar a serviço da “ética” ideológica predominante. Ciência e religião não eram problemas para o Estado laico da Alemanha nazista e União Soviética. Aliás, por pura coincidência o aborto era a ética do Estado laico da Alemanha nazista e União Soviética que, mesmo se declarando a favor da família, eram assassinos de bebês e famílias. Ambos os sistemas assassinavam dentro e fora do útero.

Se o sr. Schwartsman tivesse passado por tais sistemas, sua mãe e o Estado teriam a palavra final sobre a vida dele dentro do útero, cabendo exclusivamente ao Estado todas as decisões de vida ou morte dele fora do útero, com pouca chance de ele sobreviver para se tornar um formulador de teorias chiques, falsas e tortas na Folha de S. Paulo, posando de filósofo que sabe pensar sobre questões éticas.

Incertezas sobre a vida sempre existirão, mas nada deveria nos impedir de alcançar uma genuína ética que enxergue “todos os seres humanos como criação de Deus”. Havia durante séculos incertezas sobre a humanidade dos judeus. Alguns criam que eles eram meio seres humanos. Outros, nem isso. A motivação por trás de cada incerteza ou certeza era muitas vezes o ódio. E não é diferente no debate sobre o aborto. Quando se fala em “abortar o problema”, a motivação inegável é o ódio, pois o ódio leva à destruição de vidas inocentes.

A visão ideológica sobre os “indesejáveis”

Hoje, o mundo islâmico — que conta com pelo menos 1 bilhão de adeptos — tem em menor ou maior grau muitas incertezas sobre o direito à existência dos judeus e os mais radicais entre eles têm a opinião de que os judeus são simplesmente porcos e animais descartáveis, e é certeza que com uma legalização oficial do extermínio de judeus, muitos outros odiadores sairiam do armário.
Não é o ódio que está motivando o presidente do Irã a fabricar armas nucleares para destruir Israel? Ele pouco se importa se os judeus são seres humanos ou não. De forma igual, os defensores do aborto pouco se importam se os bebês em gestação são seres humanos ou não. O ódio, para eles, é tudo.

Os nazistas queriam resolver o seu “problema”. O presidente do Irã quer resolver o seu “problema”. Os defensores do aborto querem resolver o seu “problema”. A propaganda é diferente, mas o resultado é o mesmo.

Na Alemanha nazista, governo e mídia andavam de mãos dadas com a idéia de que os “indesejáveis” judeus eram o problema. No Brasil moderno, governo e mídia andam de mãos dadas com a idéia de que os “indesejáveis” bebês em gestação são o problema.

Como seguidor de Jesus Cristo e sua ética, na Alemanha nazista eu defenderia os “indesejáveis” judeus do mesmo jeito que defendo hoje os “indesejáveis” bebês em gestação. E mesmo diante do extremo ódio e irracionalidade de muitas nações contra Israel, eu ouso defender o direito do “indesejável” Israel à existência, por causa das promessas de Deus a Abraão, Isaque e Jacó.
Apesar das incertezas que o sr. Schwartsman tentou introduzir no debate sobre o aborto, a única certeza que sobra no texto dele é que deve-se abortar o “problema”.

Sr. Schwartsman, o “problema” não é o judeu, nem o bebê em gestação. O problema é a falta de ética verdadeira — a mesma ética que dirigiu cristãos a abrigarem e esconderem judeus dos nazistas, a mesma ética que hoje os leva a defender o direito à vida dos bebês em gestação contra as propagandas que defendem os Auschwitz do aborto.

O mundo ficaria melhor com a destruição legal deles?

Schwartsman finaliza dizendo: “O mundo não é exatamente um lugar bonito. Mas não precisamos piorá-lo ainda mais transformando-o numa imensa penitenciária”. Essencialmente, ele quis dizer: “O mundo ficaria menos feio se ninguém fosse punido por matar bebês em gestação”.

Nos países onde o Estado controla a tudo e a todos, ninguém vai para a cadeia por matar bebês em gestação. A União Soviética e a Alemanha nazista, nações pioneiras em moderna legislação pró-aborto, não precisavam construir mais penitenciárias para prender mulheres que matavam seus filhos em gestação. Para Schwartsman, só isso já era uma grande economia!

Contudo, não havia economia nenhuma para perseguir os inocentes. Tanto a União Soviética quanto a Alemanha nazista precisaram construir muito mais campos de concentração, para prender, torturar e matar as pessoas que discordavam do sistema e de sua “ética”. Quando os criminosos e seus crimes recebem proteção legal, os inocentes acabam perdendo a sua.

Correndo o risco de ser repetitivo contra os argumentos repetitivos de Schwartsman, a legalização do aborto provocará a tenebrosa necessidade de se estabelecer milhares de clínicas estatais e serviços de aborto em todo o Brasil — a um elevado custo que, como sempre, ficará sobre os ombros do trabalhador brasileiro. Que destino desgraçado! Trabalhar para pagar a conta de sangue dos outros!

Nos países em que o aborto é livre, o cidadão que recusa pagar o imposto do aborto é preso. O cidadão que ousa orar ou se manifestar pacificamente em frente de um matadouro estatal de bebês pode ser preso como se fosse um criminoso — enquanto médico e mulher dentro da clínica matam sob a proteção da lei. E ai de quem chamar os assassinos de assassinos, pois a polícia vem para bater — nos que contrariam o “sagrado” direito de matar.

Hoje, à medida que o Estado brasileiro controla mais e mais a vida dos cidadãos e vai caminhando para descriminalizar o aborto, o direito de livre expressão de criticar essa marcha assassina vai sendo cortado, trazendo o espectro de um dia em que o futuro Estado abortista sentirá necessidade de construir milhares e milhares de penitenciárias para abrigar os milhões de cidadãos brasileiros que discordam da imperiosa e sacrossanta visão estatal e midiática do aborto.

O sr. Schwartsman tem suas razões para tornar o aborto legal menos repulsivo: O nome dele está ligado ao grupo pró-aborto Comissão de Cidadania e Reprodução. Tal credencial lhe permite usar sua experiência jornalística de um modo “imparcial” e “objetivo” no debate sobre o aborto.
De fato, o mundo não é um lugar bonito, mas ficaria menos feio sem as idéias nazistas e soviéticas de aborto.

Para quem não teve sua visão deturpada pela propaganda da inverdade, os bebês são uma das únicas coisas belas que ainda restam neste mundo. Como é que dá então para torná-lo mais bonito com a legalização da destruição em massa deles?

Versão em inglês deste artigo: The “unwanted” and the untruthfulness propaganda
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1 de fev. de 2010

Obama nomeia transexual para seu governo


Obama nomeia transexual para seu governo


Peter J. Smith

WASHINGTON, D.C., EUA, 8 de janeiro de 2010 (Notícias Pró-Família) — O presidente Barack Obama deu outra conquista pioneira para os ativistas homossexuais ao nomear um homem transexual para uma função no Ministério do Comércio.

Amanda Simpson foi escolhida pelo presidente para o cargo de conselheiro técnico sênior no Ministério do Comércio. Amanda, que no passado era conhecida como Mitchell, é um homem que trabalhava para a empresa Raytheon Missile Systems no Arizona. Durante esse tempo, ele fez a transição de “homem” para “mulher”.

“Estou verdadeiramente honrada de ter recebido essa nomeação e estou ansiosa e emocionada com esta oportunidade que está diante de mim”, Simpson anunciou numa declaração. “Como um dos primeiros transexuais nomeados pelo presidente para o governo federal, espero que logo eu seja um dos centenas, e que essa nomeação abra futuras oportunidades para muitos outros”.

Simpson é um importante ativista homossexual e membro da diretoria do Centro Nacional da Igualdade Transexual. Durante seu período na Raytheon, onde ele subiu para a posição de diretor adjunto de desenvolvimento de tecnologias avançadas, ele foi bem sucedido em acrescentar “identidade sexual” nas políticas de oportunidades iguais de emprego na Raytheon.

Em comentários posteriores dados para ABCNews.com, Simpson disse que “se sentia como o primeiro sujeito desagradável”, pois temia que sua identidade sexual, em vez de méritos pessoais, fosse creditada por lhe obter o emprego.

O presidente não tem feito segredo de seu desejo de nomear homossexuais famosos para posições do Executivo. Contudo, muitos ativistas homossexuais têm criticado Obama por tentar aplacá-los nomeando homossexuais para posições influentes, em vez de agressivamente promover as questões legislativas deles. Mas ativistas pró-família vêem a escolha de Simpson como outro passo para normalizar o homossexualismo nos Estados Unidos.

Outro nomeado homossexual de Obama é Kevin Jennings, assistente da Secretaria de Escolas Seguras do Ministério da Educação, que era diretor executivo da Rede de Educação Gay, Lésbica e Hetero (REGLH). Jennings recebeu muitas críticas dos grupos pró-família porque a REGLH promoveu uma lista de literatura pornográfica para crianças dos graus 7-12, ainda classificando essa literatura como “apropriada para essa faixa etária”. Ele também foi muito criticado por seus infames escândalos do “fist-gate”, onde práticas sexualmente violentas foram ensinadas para adolescentes de Boston numa conferência da REGLH. Ambos ocorreram durante o período em que ele era diretor executivo.

“É sempre a mudança gradual que vai avançando e vai ficando radical”, Peter LaBarbera, dos Americanos pela Verdade do Homossexualismo, disse para Citizenlink de Focus on the Family. “É difícil o povo americano se atualizar”.

“Precisamos considerar qual é a essência do ativismo transexual”, disse LaBarbera, “que é fundamentalmente reconhecer direitos civis com base na confusão sexual”.

Veja a cobertura relacionada de LifeSiteNews.com:

Eye-Witness Teacher Says Safe Schools Czar Present at "Fistgate" Conference

Planned Parenthood Partnered in Safe School Czar's "Fistgate" Scandals

Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com

Fonte: http://noticiasprofamilia.blogspot.com

Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesitenews.com/ldn/2010/jan/10010808.html

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Dr. Ives Gandra critica decreto ditatorial de Lula

http://www.youtube.com/watch?v=DZhqQb7RXE0&feature=player_embedded

http://juliosevero.blogspot.com/2010/01/presidente-do-brasil-busca-garantir.html

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31 de jan. de 2010

Tesouros em Vasos de Barro

Tesouros em Vasos de Barro



Leitura Bíblica em Classe
2 Coríntios 4.7-12

Introdução

I. Paulo Apresenta o Conteúdo dos Vasos de Barro (4.1-6)
II. Paulo Expõe a Fragilidade dos Vasos de Barro (4.7-12)
III. Paulo Fala da Glorificação Final Desses Vasos de Barro (4.13-18)

Conclusão

Palavras-chave: vaso, fragilidade


I. Paulo Apresenta o Conteúdo dos Vasos de Barro (4.1-6)

“A preciosa mensagem da salvação em Jesus Cristo, que tem um valor supremo, foi confiada por Deus a seres humanos frágeis e falíveis. O enfoque de Paulo, porém, não estava no recipiente perecível, mas em seu conteúdo de valor inestimável — no poder de Deus que habita em nós. Mesmo sendo fracos, Deus nos usa para transmitir suas Boas Novas e nos dá poder para fazer a sua obra. Saber que o poder é de Deus, e não nosso, deve nos afastar do orgulho e nos motivar a manter nosso contato diário com Ele, nossa fonte de poder. Nossa responsabilidade é deixar que as pessoas vejam Deus por nosso intermédio” (Bíblia de Estudo Aplicação Pessoal. 1.ed. Rio de Janeiro, CPAD, p. 1615).

II. Paulo Expõe a Fragilidade dos Vasos de Barro (4.7-12)

• “Paulo nos lembra que, embora, às vezes, possa parecer que estamos sendo quase vencidos, nunca devemos perder as esperança. Nosso corpo está sujeito a pecar e sofrer, mas Deus nunca nos abandona. Por Cristo ter vencido a morte, temos a vida eterna. Todos os nossos riscos, humilhações e provas são oportunidades de Cristo demonstrar seu poder e sua presença em nós e por nós” (Bíblia de Estudo Aplicação Pessoal. 1.ed. Rio de Janeiro, CPAD, p. 1615).

• Professor, explique aos seus alunos que “nossos problemas não devem diminuir a nossa fé ou nos desanimar. Antes, devemos perceber que existe um propósito em nossos sofrimentos. Os problemas e as limitações humanas trazem muitos benefícios:
1. Ajudam-nos a lembrar o sofrimento de Cristo por nós;
2. Ajuda a não termos orgulho;
3. Ajudam-nos a ver além dessa vida tão curta;
4. Provam a nossa fé;
5. Dão a Deus a oportunidade de demonstrar seu grande poder. Não se ressinta por seus problemas. ‘Veja-os como oportunidades de adquirir experiências com o Senhor’” (Bíblia do Estudante Aplicação Pessoal. 1.ed. Rio de Janeiro, CPAD, p. 1325).

• “Os vasos de barros eram os objetos menos valorizados pela dona de casa. Quebravam-se com facilidade e eram baratos, de fácil reposição. Por outro lado, os vasos de metal ou de vidro eram caros e muito provavelmente, colocados em exposição. Paulo se via como um vaso de barro. O importante é o ministério e a mensagem que transmitia ao mundo. O apóstolo não queria estar em evidência, como se ele ou qualquer outro servo de Deus é que fossem importantes. Assim também hoje, o Espírito Santo que habita em nós e o evangelho que partilhamos merecem prioridade” (RICHARDS, Lawrence O. Guia do Leitor da Bíblia. 1ed. Rio de Janeiro, CPAD, 777).


• [...] “Paulo queria que os coríntios soubessem que pouco importava o que acontecesse, o tesouro no vaso de barro do seu corpo o impedia de ser quebrado pelas circunstâncias ou pelos inimigos.
De quatro maneiras Paulo enfatiza que o poder de Deus vencia sua fraqueza no ministério: 1) Os problemas pressionavam severamente de todos os lados (ou de todas as formas), mas por causa do poder incomparável de Deus, eles não podiam angustiá-lo — o que também pode significar que eles não podiam nem mesmo restringi-lo de disseminar o Evangelho; 2) Ele às vezes via-se perplexo diante das muitas adversidades, e nem sempre entendia o que lhe sobrevinha e os motivos de tais coisas estarem acontecendo, mas nunca tinha o tipo de desespero que duvidava de Deus; 3) Ele era perseguido (no grego, inclui as ideias de ser expulso e perseguido de lugar em lugar; cf. At 14.5,6; 17.13), mas não ficava desamparado. O Senhor não o abandonou, nem seus companheiros o deixaram em apuros; 4) Ele era abatido pelos inimigos, mas não destruído ou arruinado” (HORTON, Stanley M. I & II Coríntios. 1 ed. Rio de Janeiro, CPAD, 2003, p. 203).


Extraído de:

RICHARDS, Lawrence. Guia do Leitor da Bíblia. 1. ed. Rio de Janeiro, CPAD, 2005, p. 896.
RICHARDS, Lawrence O. Comentário Histórico-Cultural do Novo Testamento. 1.ed. Rio de Janeiro, CPAD, pp. 310-11
HORTON, Stanley M. I & II Coríntios. 1 ed. Rio de Janeiro, CPAD, 2003, p. 203.
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29 de jan. de 2010

Pastores evangélicos citam aborto e relativismo moral como questões mais importantes

Pastores evangélicos citam aborto e relativismo moral como questões mais importantes

WASHINGTON, D.C., EUA, 6 de janeiro de 2010

(Notícias Pró-Família) — Uma pesquisa de opinião pública realizada antes do final de 2009 mostrou que os pastores evangélicos dos Estados Unidos e líderes de igreja citam o aborto e o relativismo moral como as duas questões morais mais graves que os EUA enfrentam hoje.

Uma Pesquisa de Líderes Evangélicos divulgada na segunda-feira pela Associação Nacional de Evangélicos perguntou aos pastores evangélicos em outubro passado “Qual é a maior questão moral nos Estados Unidos hoje?”

Os entrevistados disseram que o aborto é sua preocupação número 1.

“O escândalo moral do aborto está no topo da minha lista”, disse Jeff Farmer das Igrejas Bíblia Aberta em Des Moines. “Não porque o assassinato é pior do que os outros males morais, mas por causa dos números enormes desses matadouros e a intencionalidade de tantos de colocar o prazer pessoal, a ganância e o oportunismo político acima da própria vida”.

Em segundo lugar apertado, os pastores citaram a crise de relativismo moral e freqüentemente mencionaram Juízes 17:6: “cada um fazia o que parecia bem aos seus olhos.” referindo-se à crise de moralidade que outrora caracterizava a sociedade do antigo Israel.

Ron Carpenter, membro da diretoria da ANE, declarou que o problema nos Estados Unidos é “a não crença na Verdade Absoluta que permeia todas as outras esferas de nossa sociedade”.

Leith Anderson, presidente da Associação Nacional de Evangélicos (ANE) declarou: “Embora tenha havido algumas respostas que especificavam secularização, homossexualismo, pornografia e outras preocupações, elas não estavam no topo da lista”. Em vez disso, maus-tratos dos outros ficou em terceiro lugar, depois do aborto e do relativismo moral, resultando quase num “empate triplo”.

Sammy Mah, presidente de World Relief, afirmou que “a maior questão moral nos EUA hoje é nossa cegueira e silêncio para com as injustiças aqui e no mundo inteiro. Males sociais como pobreza, má-nutrição, falta de moradia, tráfico de seres humanos e tantos outros estão enraizados em injustiças que devem ser combatidas”.

A Pesquisa de Líderes Evangélicos é uma pesquisa mensal de opinião pública da Diretoria da Associação Nacional de Evangélicos e inclui presidentes de denominações e outros representantes do amplo conjunto de igrejas, missões, universidades, editores evangélicas, etc., nos Estados Unidos.

Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com

Fonte: http://noticiasprofamilia.blogspot.com

Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesitenews.com/ldn/2010/jan/10010611.html

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Verdades e mentiras sobre o Golpe de 1964, a Ditadura Militar e a postura dos evangélicos à época

Verdades e mentiras sobre o Golpe de 1964, a Ditadura Militar e a postura dos evangélicos à época

Pr. Silas Daniel

Em 2009, o Golpe de 1964 completou 45 anos. Como era de se esperar, várias manifestações na mídia impressa, televisiva e virtual marcaram a data. Nem todas, porém, justas. Alguns equívocos muito comuns foram repetidos. Por exemplo, as afirmações de que o Golpe de 1964 veio para instaurar uma ditadura no Brasil (quando, na verdade, a Ditadura Militar foi um desvio da proposta do movimento de 1964 e que só ocorreu um ano depois da deposição de Jango); que a deposição de Jango foi “uma tremenda injustiça”; e que os Estados Unidos idealizaram e patrocinaram o Golpe. Essas distorções só prosperam hoje porque, infelizmente, já faz alguns anos que uma educação com viés de esquerda prevalece nas escolas desse país, distorcendo os fatos e reescrevendo a História.

[Este artigo trata das] versões falsas sobre aquela época de nossa história, distorções estas que, inclusive, têm levado muitos crentes a fazerem julgamentos equivocados sobre o comportamento que a igreja evangélica brasileira teve em relação à deposição de Jango e à Ditadura Militar.

Sim, os evangélicos foram condescendentes com o movimento de 1964, mas, para entender essa atitude, é preciso saber o que o governo Jango estava fazendo à época para provocar essa reação radical da sociedade brasileira, e pelo que lutou realmente esse movimento de deposição, para, então, finalmente, entendermos porque não apenas os evangélicos, mas todos os setores da sociedade civil brasileira e a maioria da população, apoiaram a deposição de Jango. Não, não concordo com golpes de Estado, mas, ao conhecer a conjuntura do movimento de 1964, dá para entender as razões pelas quais a igreja não viu aquele movimento como um mal.

Sim, os evangélicos também foram condescendentes com a Ditadura Militar que veio depois (embora, neste caso, relativamente), assim como a maioria esmagadora da população daquela época apoiou o regime (especialmente no período de 1964 a 1982). Mesmo preferindo obviamente a democracia à ditadura, os evangélicos agiram assim porque sabiam que seu papel, como Igreja, não era partir para o confronto com os militares em prol da democracia, assim como a Igreja Primitiva não se engajou em nenhuma luta pela derrubada do Império Romano, nem mesmo quando Roma passou a perseguir os cristãos a partir do final dos anos 60 da Era Cristã. Os evangélicos sempre foram ordeiros e, como povo ordeiro, não poderiam coadunar com badernas, guerrilha, desordem e movimentos que tentavam derrubar o regime pela força. E em sua esmagadora maioria, não compactuavam com as teologias esposadas pelos que se opunham ao regime em nome da “fé cristã” (refiro-me à Teologia da Esperança e à Teologia da Libertação, que levaram seus adeptos a confundirem socialismo com fé cristã e a muitos deles entrarem para a guerrilha).

A igreja evangélica também estava ciente do que fizeram os comunistas na China, Cuba, URSS e Coréia do Norte (matando, inclusive, milhões de cristãos), o que a levava a valorizar o importante combate que os militares realizavam contra os grupos terroristas que lutavam para implantar o comunismo em nosso país. Por sua vez, o regime militar ainda garantia a liberdade religiosa e honrava as igrejas cristãs de forma geral, que gozavam do respeito e apreço dos militares. Finalmente, os evangélicos da época, como a maior parte do povo, reconheciam o fato de que os principais culpados pelo abortamento do retorno programado - pelos militares - às eleições diretas (falo disso no segundo artigo), bem como pelo endurecimento e excessos dos militares durante o regime, foram os terroristas de esquerda, que promoveram destruição e caos, mataram mais de 130 pessoas, seqüestraram, e assaltaram bancos, casas e carros. Os militares apenas reagiram a eles, embora tenham se excedido nesse processo, cometendo crimes. Hoje, omite-se deliberadamente que os terroristas já haviam matado dezenas de pessoas de 1964 até dezembro de 1968 antes de o regime instaurar o AI-5, começando a repressão e dando meia volta volver no processo de retorno à democracia plena.

Para ler o resto do artigo, que contém informações muito importantes, siga este link: http://silasdaniel.blogspot.com/2010/01/verdades-e-mentiras-sobre-o-golpe-de.html

Divulgação: www.juliosevero.com
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26 de jan. de 2010

Crimes de ódio e o caso dos dois “Shephards”

Crimes de ódio e o caso dos dois “Shephards”

Muitas agressões violentas que heterossexuais sofrem de homossexuais são ignoradas no debate sobre crimes de ódio

Peter J. Smith

HARRISBURG, Pensilvânia, EUA, 21 de dezembro de 2009 (Notícias Pró-Família) — Alega-se que tanto Matthew Shephard quanto Jason Shephard foram vítimas de crimes de ódio. Alega-se que ambos foram visados por seus respectivos agressores por causa de sua orientação sexual. Mas diferente do primeiro Shephard, Jason Shephard foi assassinado por sua heterossexualidade por um agressor homossexual, e uma organização pró-família quer saber se a nova lei federal contra crimes de ódio seria aplicada em ambos os casos.

A Associação da Família Americana da Pensilvânia argumenta que os heterossexuais visados por homossexuais por causa de sua orientação sexual deveriam receber as mesmas acusações formais que recebem os heterossexuais que visam homossexuais. A nova lei federal contra crimes de ódio “Lei de Prevenção aos Crimes de Ódio Matthew Shephard e James Byrd Jr.” aplica proteções federais especiais para vítimas de crimes que são visadas por seus agressores por causa de sua “real ou percebida orientação sexual e identidade de gênero”.

Os ativistas homossexuais lutaram para aprovar o projeto de lei, que o Congresso aprovou como uma emenda num projeto de lei de defesa nacional e o presidente Obama o sancionou em outubro.

Mas e quanto aos heterossexuais visados por homossexuais por causa de sua orientação sexual? A AFA da Pensilvânia diz que se a lei tiver de ser aceita literalmente, então os homossexuais deveriam também enfrentar instauração de processos por agredir brutalmente vítimas visadas por sua heterossexualidade. Contudo, esses nomes recebem pouca atenção, principalmente nos meios de comunicação nacionais.

Diferente de Matthew Shephard — cujos agressores confessaram ter cometido o assassinato brutal por causa de drogas e não a orientação sexual dele — Jason Shephard de Filadélfia foi morto por estrangulamento em 2006 por William Smithson, de 44 anos, por resistir a seus avanços e estupro homossexual. Smithson trabalhava na empresa em que Shephard era estagiário, e premeditou o ataque sexual contra Shephard, colocando de modo despercebido uma droga de sonolência na bebida de Shephard durante um jantar. Para acobertar o crime, Smithson registrou pessoalmente um boletim de ocorrência notificando o desaparecimento de Shephard, e até se apresentou para a família de Shephard, antes que a polícia finalmente o pegasse em flagrante tentando se desfazer do cadáver em decomposição.

Na sexta-feira, o Tribunal Superior da Pensilvânia confirmou a condenação de Smithson por assassinato de primeiro grau, sentenciando-o a prisão perpétua.

E diferente de Matthew Shephard, o assassinato do heterossexual Jason Shephard cometido por um homossexual recebeu atenção quase que somente da Pensilvânia, sem que se reivindicassem iniciativas legislativas ou públicas por causa da tragédia da morte dele. O jovem que se descrevia como “um filho de cavalheiro indo ver o que o mundo tinha a oferecer” tem uma simples página no Facebook dedicada à sua memória, por amor daqueles que o conheceram.

“Quem nos Estados Unidos dá atenção a seus nomes ou agora ao nome de Amanda Collette?” perguntou Diane Gramley, presidente da AFA da PA, querendo saber se os casos de vítimas heterossexuais também receberiam a mesma proteção especial concedida a homossexuais visados pela orientação sexual sob as leis contra crimes de ódio.

Collete, uma estudante de 15 anos numa escola secundária em Miami, foi assassinada por uma colega de classe lésbica de 16 anos por rejeitar os avanços lésbicos dela. O jornal Miami Herald informou que a lésbica Teah Wimberly confessou para a polícia que matou Collete a tiros em novembro de 2008 de modo que “ela também sofresse”.

Em Prairie Grove, Arkansas, Joshua Brown e David Carpenter amarram o adolescente Jesse Dirkhising, de 13 anos, e o sodomizaram até matá-lo. WorldNetDaily relata que Dirkhising morreu em seu próprio vômito enquanto Brown e Carpenter interromperam seu selvagem ataque sexual para lanchar.

Nicholas Gutierrez de Chicago estuprou, espancou, esfaqueou e estrangulou Mary Stachowicz, de 51 anos, escondendo seu corpo debaixo do piso de seu apartamento, pelo simples motivo de que Stachowicz havia lhe pedido para deixar o estilo de vida homossexual.

Para Gramley, esses casos brutais — não menos brutais do que o assassinato de Matthew Shephard — parecem bem qualificados para receber acusações formais de crimes de ódio. Mas conforme aponta a AFA da PA, só os homossexuais como vítimas de “crimes de ódio” podem exigir atenção nacional: o assassinato de Matthew Shephard produziu mais de 3.000 notícias no mês após sua morte, enquanto só quarenta notícias apareceram no mês após o brutal estupro e assassinato do adolescente Dirkhising.

“Só o fato de que o projeto de lei contra crimes de ódio sancionado pelo presidente Obama em outubro tem o nome do homossexual Matthew Shephard revela a verdadeira intenção de seus promotores — dar proteções especiais para homossexuais, bissexuais e transgêneros”, comentou Gramley. “Predigo que os assassinatos de heterossexuais cometidos por homossexuais continuarão a ser ignorados”.

Muitas organizações pró-família suspeitavam que a Lei Matthew Shephard tinha o objetivo de tornar os homossexuais e os transgêneros uma classe protegida debaixo da lei federal. Mas permaneceram outras preocupações sérias.

Os oponentes da legislação contra crimes de ódio em geral acusam que essas leis violam o devido processo e cláusulas de proteção igual da 14ª Emenda da Constituição dos Estados Unidos tornando os pensamentos de uma pessoa um fator tão importante quanto a natureza de seu ato na instauração de processos contra um crime.

Os Secretários de Direitos Civis dos EUA escreveram cartas aos líderes da Câmara dos Deputados e do Senado condenando a lei, dizendo que eles “consideram a ampla federalização do crime como uma ameaça às liberdades civis”. Os secretários também chamaram a atenção para o fato de que a lei cria uma brecha legal para as proibições da Constituição ao double jeopardy [condição de ser julgado duas vezes pelo mesmo crime], porque a lei permite que o governo federal julgue uma pessoa que já foi inocentada num julgamento estadual, pelo mesmo crime.

Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com

Fonte: http://noticiasprofamilia.blogspot.com

Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesitenews.com/ldn/2009/dec/09122110.html

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Divulgação: pensamentosnaweb

25 de jan. de 2010

Santos proibe manifestações religiosas dos jogadores crentes.

Roberto Brum diz que respeita o veto do Santos a manifestações religiosas

11 / janeiro / 2010
Brasil, Notícias Gospel


Os jogadores santistas que seguirem no clube na temporada de 2010 terão de obedecer a uma cartilha elaborada pela nova diretoria.

Dentre as exigências, estão a obrigatoriedade em conceder entrevistas coletivas, já que os jogadores recebem direto de imagem, não levantar a camisa quando comemorar gol para não tampar a imagem do patrocinador e a proibição de uso da imagem do clube em manifestações religiosas.

O último item causou certa polêmica na cidade. Para o padre José Nyalil Paul, pároco da igreja Nossa Senhora do Rosário (catedral de Santos), o clube da Baixada Santista não poderia tirar “este direito” dos jogadores.

“Todo cidadão tem o direito de expor sua religião. Então, acredito que o clube está tirando um direito do cidadão. Ao meu ver, essa proibição não é certa”, afirmou.

O presidente Luis Álvaro de Oliveira Ribeiro explicou a decisão da diretoria e disse que os jogadores, quando estão no clube, têm de se preocupar apenas com o trabalho.

“Quem tem as suas convicções, que o faça na igreja, deixe o campo de futebol para o jogo. Não tem de misturar, pois não existe em empresa alguma setores com comissões religiosas cuidando do trabalho”, disse o cartola em entrevista à rádio Jovem Pan.

O volante Roberto Brum, em suas entrevistas, sempre pregou sua devoção. No ano passado, o jogador foi afastado pelo então técnico Wanderley Luxemburgo e acabou deixando o Santos. Especula-se que a decisão do treinador foi tomada pelo fato de o jogador ser evangélico.

Sem querer se envolver em polêmica desta vez, o volante, que foi reintegrado ao elenco, afirma que a decisão da nova diretoria em criar o manual de conduta não o afeta em nada.

“Para mim, é indiferente. Eu nunca falei o nome de uma religião. Eu sempre preguei as coisas boas que Deus fez na minha vida e na vida de outras pessoas. Ainda não vi a cartilha, mas se estiver escrito que também não vamos poder falar de Deus nas entrevistas, não terá problema nenhum, vou respeitar da mesma forma”, falou o volante, que mais uma vez usou sua crença para justificar os argumentos.

“Na bíblia está escrito que as pessoas têm de respeitar seus superiores. Então, se eu não puder falar de Deus dentro do clube ou após uma partida, vou respeitar a decisão da diretoria sem problema algum, até porque posso pregar na praia, na rua, no culto ou em outro lugar”, completou Brum.



Fonte: http://www.gospelprime.com.br/

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Dilma adia legalização de terreiros de umbanda para evitar nova crise

Dilma adia legalização de terreiros de umbanda para evitar nova crise


Vera Rosa

Disposta a evitar novos atritos com evangélicos e a Igreja Católica em ano eleitoral, a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, pré-candidata do PT à Presidência, mandou a Secretaria de Promoção da Igualdade Racial adiar o anúncio do Plano Nacional de Proteção à Liberdade Religiosa. O plano, que prevê a legalização fundiária dos imóveis ocupados por terreiros de umbanda e candomblé e até o tombamento de casas de culto, seria lançado ontem, mas na última hora o governo segurou a divulgação, sob o argumento de que era preciso revisar aspectos jurídicos do texto.

(…)

O adiamento ocorre na esteira da polêmica envolvendo o Programa Nacional de Direitos Humanos, que pôs o Palácio do Planalto numa enrascada política, provocando crise dentro e fora do governo. Temas controversos, como descriminação do aborto, união civil de pessoas do mesmo sexo e proibição do uso de símbolos religiosos em repartições públicas, foram alvo de fortes críticas, principalmente por parte da Igreja.

Na avaliação do Planalto, é preciso evitar novos embates que possam criar “ruídos de comunicação” e prejudicar a campanha de Dilma. Desde o ano passado, a ministra tem feito todos os esforços para se aproximar tanto de católicos quanto de evangélicos e já percorreu vários templos religiosos.

(…)

REAÇÃO

A informação sobre o adiamento do programa pegou de surpresa as comunidades de terreiro. Muitas mães e pais de santo viajaram de longe para assistir à cerimônia e só souberam na hora que haveria ali apenas um debate.

“Quando o governo chega na encruzilhada e tem de tomar uma decisão, recua. Será medo? Acho que sim”, protestou Valdina Pinto de Oliveira, do terreiro Tanuri Junsara, de Salvador (BA). Ela foi além e conclamou a comunidade do candomblé a pensar bem em quem vai votar nas eleições de outubro.

(…)

Embora a Secretaria da Igualdade Racial tenha informado que a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) é solidária ao plano, a Pastoral Afro-Brasileira assegurou não ter sido consultada sobre seu conteúdo. Atualmente, apenas seis dos cerca de 10 mil terreiros são tombados pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).

Para o pastor Ronaldo Fonseca, presidente do Conselho Político da Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil, o Estado não deve gastar dinheiro com tombamento de templos. “O governo está se envolvendo em polêmicas desnecessárias”, comentou. “Não existe guerra santa aqui e não é inteligente o Estado se preocupar com símbolos religiosos, tombamentos e união de homossexuais. Isso é coisa de marxista.”


PROGRAMA DE POLÊMICAS

21/12/2009
Governo lança a terceira edição do Plano Nacional de Direitos Humanos (PNDH-3)
22/12/2009
Contrário à criação de uma Comissão da Verdade, o ministro da Defesa, Nelson Jobim, e os comandantes das três forças militares pedem demissão. O presidente Lula faz um acordo: não reescreve o texto, mas garante que as propostas não afrontarão as Forças Armadas. O ministro de Direitos Humanos, Paulo Vannuchi, ameaça entregar o cargo caso o programa seja alterado para permitir a punição a militantes da esquerda

8/1/2010
O ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes, e a senadora Kátia Abreu protestam contra as mudanças na questão da reintegração de posse, que prevê uma câmara de conciliação. A Igreja Católica também protestou. Neste caso contra a proibição de símbolos religiosos em locais públicos e a descriminação do aborto

13/1/2010
O presidente Lula manteve a Comissão da Verdade, mas retirou o trecho que previa o exame de delitos da "repressão política"

14/1/2010
Embora tenha cogitado fazer alterações nos itens da descriminação do aborto e da mudança nas regras para desocupações de áreas invadidas, Lula resistiu e não mudou esses pontos


Fonte: Estadão

Divulgação: pensamentosnaweb

Professora cristã inglesa demitida depois de oferecer oração por aluna enferma

Professora cristã inglesa demitida depois de oferecer oração por aluna enferma

Hilary White

LONDRES, Inglaterra, 4 de janeiro de 2010 (Notícias Pró-Família) — Uma professora cristã da Inglaterra foi acrescentada à longa e crescente lista de cristãos ingleses que estão enfrentando medidas disciplinares ou legais por expressarem sua fé. Olive Jones, de 54 anos, está sendo defendida pelo Centro Legal Cristão depois de ser demitida por oferecer uma oração a uma aluna que está sofrendo de leucemia.

Jones, uma professora que visita lares de alunos, dava lições de matemática para crianças que estavam enfermas demais para freqüentar a escola. Quando estava visitando uma aluna enferma, ela falou com a mãe da menina e ofereceu uma oração pela filha. Quando lhe disseram que a família era descrente, ela não falou mais no assunto, mas a mãe deu queixa e Jones perdeu seu emprego no Oak Hill Short Stay School and Tuition Service em Nailsea, North Somerset.

Seus patrões disseram que o oferecimento de oração poderia ser considerado como “assédio”. Jones agora teme que o incidente a tenha marcado e prejudicará futuras possibilidades de emprego.

Jones disse que seu oferecimento de oração está sendo tratado como “um ato criminoso”: “É como uma marca negra contra meu nome e caráter no que se refere a obter uma referência para outro emprego, só porque dei meu testemunho”.

“Se eu tivesse feito algo criminoso, creio que a reação teria sido a mesma”, disse ela. Ela afirmou que está irada com a interpretação que a empresa faz da liberdade de expressão.

“Estou surpresa que um país com tal forte tradição cristã tenha se tornado um país onde é difícil falar sobre fé”.

Paddy e Stephanie Lynch, os pais da estudante de 14 anos, disseram que Jones havia deixado sua filha “traumatizada”. Eles disseram ao jornal Daily Mail que as visitas de Jones haviam deixado sua filha “transtornada” por contar para a adolescente, depois da morte da amiga mais íntima dela, que quando os jovens morrem vão para o céu.

“Os períodos letivos com a senhora Jones se tornaram cada vez mais traumáticos e decidimos que não era apropriado que essa mulher viesse ao nosso lar”. A família afirma que a Sra. Jones havia ignorado repetidos pedidos de parar de “pregar”.

O Daily Mail comentou numa editorial que a experiência de Jones e de dezenas de outros como ela na Inglaterra cada vez mais anticristã é resultado da adoção oficial da nova religião estatal compulsória da “igualdade e diversidade”.

“Os códigos oficiais de conduta, que podem ser a base de medidas disciplinares e são efetivamente parte dos contratos de emprego, obrigam milhões de funcionários públicos a ‘promover’ a igualdade e ‘respeitar’ a diversidade”.

“Pode bem ser que a publicidade e o apoio dos grupos de pressão poderão resgatar a Sra. Jones, como resgataram Caroline Petrie, uma enfermeira sujeita a tratamento semelhante. Mas o problema fundamental, o lento processo neste país em que radicais politicamente corretos estão tomando o poder, continua a crescer”.

A Sra. Jones disse: “Não estou irada com meus patrões, pois eles estão tentando interpretar as novas políticas de igualdade e diversidade. Mas estou irada com o sistema politicamente correto e com o fato de que não podemos mencionar às pessoas nada que tenha a ver com fé”.

Nick Yates, porta-voz do Conselho de North Somerset, disse: “Olive Jones trabalhou como professora substituta, trabalhando no North Somerset Tuition Service. Uma queixa foi apresentada por uma mãe com relação a Olive. Essa queixa está sendo investigada”.

Leia a cobertura relacionada de LSN:

UK Christian Relationship Counsellor Sacked for Opposing Same-sex Partnerings

http://www.lifesitenews.com/ldn/2009/nov/09113007.html

Labour MP Attempts to Remove Religious Freedom of Conscience after Christian Marriage Registrar Victory

http://www.lifesitenews.com/ldn/2008/aug/08080503.html

Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com

Fonte: http://noticiasprofamilia.blogspot.com

Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesitenews.com/ldn/2008/aug/08080503.html

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23 de jan. de 2010

Olavo de Carvalho fala sobre Haiti e macumbaria

Olavo de Carvalho fala sobre Haiti e macumbaria

Julio Severo

Gente, o grande filósofo Olavo de Carvalho, que não é evangélico, falou recentemente sobre Haiti e macumbaria. O link do vídeo é este:


http://www.youtube.com/watch?v=tnCZXp1vW_k&feature=player_embedded

Mas, antes de clicar, preciso avisá-lo: Olavo tem o hábito de falar palavrões. Apesar disso, mesmo não sendo evangélico, o discernimento dele foi muitíssimo certeiro — mais certeiro do que as opiniões de muitos cristãos. Por isso, antes de julgar o Olavo pelos palavrões, lembre-se: o pior são os que se dizem evangélicos, falam palavrões (numa verdadeira “macumbaria” verbal em estilo cuspe gospel contra evangélicos que têm opinião diferente) e não têm discernimento nenhum.

Apesar de nossas diferenças, tenho honra de dizer que o Olavo tem sido um grande amigo. Pelo menos, ele não é um cristão cuspe gospel.

Parabéns, Olavo, pela brilhante análise!

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Licão 04 - A Glória das Duas Alianças

A Glória das Duas Alianças

Leitura Bíblica em Classe 2 Coríntios 3.1-11

Introdução

I. Paulo Justifica Sua Autorrecomendação
II. A Confiança da Nova Aliança (3.4-11)
III. A Glória da Nova Aliança (3.7-18)

Palavras-chave: aliança e glória


I. Paulo justifica sua autorrecomendação

• Professor, introduza o tópico fazendo a seguinte indagação: “Paulo precisava de carta de recomendação?”

“Mestres itinerantes da igreja primitiva tinham por característica levar cartas de apresentação (cf. At 18.27). Os inimigos de Paulo aparentemente atacavam sua credibilidade ao indagarem: Onde estão as suas cartas?
Todo verdadeiro crente é uma carta aberta de Cristo, pois sua vida refletirá a obra de Deus em sua personalidade. Desde que Paulo conduziu muitos coríntios a Cristo, estes são cartas que testificam seu ministério, competência e chamado”.

(RICHARDS, Lawrence O. Guia do Leitor da Bíblia. 1.ed. Rio de Janeiro, CPAD, p. 776).

II. A Confiança da Nova Aliança (3.4-11)

• Professor, converse com seus alunos explicando a superioridade do Novo Concerto revelado em Cristo Jesus e as provisões da Nova Aliança. Conscientize os alunos de que a Lei nunca foi um caminho para a salvação, pois Deus já havia predito um novo Concerto com Israel. Somente o Novo Concerto é capaz de oferecer perdão e um novo coração.

III. A Glória da Nova Aliança (3.7-18)

• Professor, é importante que seus alunos compreendam o significado do termo “glória”. Observe, com atenção, o que o dicionário Zondervan Expository Dictionary of Bible Words diz a respeito do mesmo:

“No Antigo Testamento, a glória de Deus está intimamente ligada à auto-revelação do Senhor. Há muitas imagens: esplendor fulgurante, e santidade flamejante marcam sua presença (por exemplo, Êxodo 16.10; 40.34,35; 2 Crônicas 7.1,2). Mas, nenhum poder elementar ou santidade flamejante expressam a Deus de maneira absolutamente adequada. Dessa forma, o Êxodo relaciona a glória de Deus com revelação de seu caráter amoroso.

Quando Moisés implorou para que Deus lhe mostrasse sua glória, a Bíblia relata: ‘Ele disse: Eu farei passar toda a minha bondade por diante de ti e apregoarei o nome do Senhor diante de ti; e terei misericórdia de quem eu tiver misericórdia e me compadecerei de quem me compadecer. E disse mais: Não poderás ver a minha face, porquanto homem nenhum verá a minha face e viverá (Êx 33.19,20). Com o mesmo sentido de revelação, Deus diz: ‘Serei glorificado’, no caso da recusa do Faraó em deixar que Israel saísse do Egito (Êx 14.4). O grande poder redentor de Deus foi exibido no Êxodo (Nm 14.22), da mesma forma como seu poder criativo é exibido quando ‘os céus manifestam’ sua glória (Sl 19.1).


Mas ‘glória’ implica em mais do que revelação de como Deus é. Implica em invasão do universo material, expressão da presença ativa de Deus entre seu povo. Assim, o Antigo Testamento conscientemente relaciona o termo ‘glória’ à presença de Deus em Israel, em tabernáculos e templos (por exemplo, Êxodo 29.43; Ezequiel 43.4,5; Ageu 2.3). “A glória objetiva de Deus é revelada por sua vinda, para estar presente conosco — seu povo — e para se mostrar a cada um de nós por suas ações neste mundo”.

(RICHARDS, Lawrence O. Comentário Histórico-Cultural do Novo Testamento. 1.ed. Rio de Janeiro, CPAD, pp. 310-11).

• Professor, providencie cópias do quadro abaixo para seus alunos. Você poderá utilizá-lo ao explicar o segundo subtópico do tópico II.

O Ministério da Lei em Contradição com o Ministério da Graça

1.A Lei diz: “Olho por olho e dente por dente” (Êx 21.23-25).
1.A Graça diz: “Não resistirá ao mal” (Mt 5.39).
2.A Lei diz: “Aborrecerás o teu inimigo” (Dt 23.6).
2.A Graça diz: “Amais os vossos inimigos” (Mt 5.44).
3.A lei exige: “Fazei e vivei (Lv 18.5) [a segurança de Israel, tudo o que lhe diz respeito, consiste em fazer algo para poder viver] (Ne 9.29; Êx 2.11; Gl 3.12).
3.A graça diz: “Crede e vivei” (Jo 5.24), para que pela fé recebamos a promessa do Espírito (Rm 4.13,16);
4.A lei foi dada por causa da transgressão (Gl 3.19).
4.A Graça foi dada como promessa a Abraão e sua posteridade: Cristo Gl 5.3-18).
5.A Lei é a força do pecado (Rm 4.15).
5. A Graça nos livra do pecado (Rm 6.14,15).
6.A Lei condena a melhor criatura (Sl 14.1-3).
6. A Graça justifica graciosamente a pior criatura (Lc 23.43; Rm 5.5-8).
7.A Lei opera a ira de Deus (Rm 4.15).
7.A Graça nos livra da ira futura (Is 54.8).
8. A Lei fecha toda a boca (Rm 3.19).
8. A Graça abre toda a boca (mc 16.15-18).
9. A Lei opera a morte ( Rm 7.4-11).
9.A Graça opera a vida eterna (Jo 5.24,39,40).
10. A Lei não justifica alguém diante de Deus (At 13.39).
10. A Graça nos justifica mediante a fé (Rm 3.21-28).

Extraído do livro, Estudos sobre o Apocalipse, CPAD, pp. 49,50.

• Conclua o tópico III, explicando que o Segundo Pacto é superior ao Primeiro, porque veio mediante a pessoa de Jesus Cristo, que consumou todas as coisas do Antigo Pacto, em um único ato sacrificial. Depois peça que todos leiam a Verdade Prática.


Conclusão
Conclua a lição lendo, juntamente com seus alunos, a Verdade Prática da lição.


Extraído de:

RICHARDS, Lawrence. Guia do Leitor da Bíblia. 1. ed. Rio de Janeiro, CPAD, 2005, p. 896.
RICHARDS, Lawrence O. Comentário Histórico-Cultural do Novo Testamento. 1.ed. Rio de Janeiro, CPAD, pp. 310-11

Divulgação: pensamentosnaweb

21 de jan. de 2010

A vitória do socialismo?

A vitória do socialismo?

Friedrich Engels viu três grandes obstáculos para a visão socialista: “propriedade privada, religião e esta presente forma de casamento”

Dr. Michael Miller

4 de janeiro de 2010 (Notícias Pró-Família) — O jornal The Economist marcou o aniversário de 20 anos da queda do Muro de Berlim com a manchete “Tanto conquistas, para se perder”. Ao celebrarmos o colapso do comunismo, quem teria imaginado que em menos de uma geração teríamos testemunhado um ressurgimento do socialismo em toda a América Latina e até ouvir a palavra socialista sendo usada para descrever políticas nos Estados Unidos?

Relegamos o socialismo à “lata de lixo da história”, mas o socialismo jamais morreu. De muitas formas, ele realmente ganhou influência. Isso pode parecer reacionário, até McCarthyista — mas só até que entendamos o socialismo do jeito que os socialistas o entendem.

Sim, as ideias econômicas socialistas saíram de moda, mas o socialismo sempre foi mais do que só economia. Tendemos a igualar socialismo com comunismo, revolucionários marxistas e propriedade estatal das indústrias. Mas o socialismo é uma visão muito mais ampla da pessoa, sociedade e igualdade e o que significa ser livre.

Friedrich Engels, que escrevia juntamente com Karl Marx, viu três grandes obstáculos para a visão socialista: “propriedade privada, religião e esta presente forma de casamento”. Também fundamental para o pensamento socialista é uma visão secular e materialista do mundo que adote o relativismo, veja tudo de forma política e identifique a comunidade genuína no Estado, não nas famílias, igrejas ou organizações voluntárias.

A queda do comunismo e duas décadas de globalização não extinguiram as esperanças socialistas. As táticas mudaram, mas as metas permaneceram. Os defensores do socialismo deixaram a revolução a fim de adotar no lugar o gradualismo dos socialistas fabianos que incentivavam o uso das instituições democráticas para atingir metas socialistas. Eles substituíram radicais como Lênin e Fidel Castro pelo marxismo cultural de Theodore Adorno ou Antonio Gramsci, que queria uma “longa marcha nas instituições” da cultura ocidental.

Essa é a linhagem de Saul Alinsky, Bill Ayers e vários revolucionários da década de 1960 que agora ocupam posições de influência cultural em todo o Ocidente. Estamos vendo o fruto de seus esforços: As visões socialistas da família, religião, arte, comunidade, comércio e política estão impregnando a cultura.

Não estou sugerindo que os americanos ou os europeus estão vivendo em países socialistas. Isso trivializaria o sofrimento dos que viveram atrás da Cortina de Ferro. Em vez disso, estou sugerindo que as idéias socialistas estão transformando o modo como muitos de nós pensamos acerca de muitas coisas importantes. Ideias que eram consideradas radicais apenas 75 anos atrás são agora consideradas bem normais e até respeitáveis.

Olhe, por exemplo, para os índices de pessoas amigadas e o número de pessoas que “não crêem no casamento” ou o vêem como uma instituição “burguesa”. Direta ou indiretamente, elas obtiveram essas idéias de gente como Engels e Adorno, que argumentavam que “a instituição do casamento está edificada… em cima da selvagem opressão sexual, que tem a tendência de compelir o homem a assumir responsabilidade a vida inteira por alguém com quem ele outrora tinha prazer de dormir”. O movimento de “casamento” de mesmo sexo e hostilidade à família tradicional segue a meta de Engels de destruir “esta presente forma de casamento”.

Em outras esferas estamos vendo crescente secularização, o Cristianismo sendo igualado com intolerância e prática religiosa decrescente. Olhe para a comum aceitação do relativismo ético e cultural e o medo de defender a verdade para evitar o rótulo de extremista. Olhe para a supremacia indiscutida do pensamento materialista e darwinista que domina a comunidade científica — ou como o próprio idioma está impregnado do politicamente correto. Olhe para o sistema de escolas públicas, cada vez mais focado na doutrinação em vez de educação. Fazemos piada de que as universidades são o último bastião do marxismo. Mas quem é que pensamos que escreve os livros didáticos que ensinam os estudantes do ensino fundamental e secundário? A “longa marcha nas instituições” tem sido muito mais bem sucedida do que seus defensores iniciais teriam sonhado.

É claro que seria simplista culpar o socialismo por todos os problemas do Ocidente. Mas o socialismo tem sido o principal veículo de muitas dessas idéias, levando-as à sua normalização como tendência predominante.

Então, como é que, depois de tais fracassos dramáticos, o socialismo continua a seduzir? Talvez porque — como o futuro Papa Bento 16, Joseph Ratzinger, escreveu — o sonho marxista de liberação radical ainda captura a imaginação moderna.

É um sonho que sempre trairá porque a manutenção da liberdade exige certa cultura moral: uma cultura que respeite a verdade e viva de acordo com ela; uma cultura que reconheça a inerente dignidade e natureza espiritual da pessoa; uma cultura que respeite o papel da família e incentive uma variada e rica sociedade civil; uma cultura que reconheça que a cultura e o Cristianismo são mais importantes do que a política; uma cultura que respeite o Estado de direito acima das leis arbitrárias dos homens e rejeite as ilusões utópicas; uma cultura que reconheça que a diferença entre certo e errado não é decidida pela maioria, consenso ou moda; e, finalmente, uma cultura que reconheça que a fonte máxima da liberdade é Deus e não o Estado.

A queda do comunismo na Europa oriental foi uma das grandes vitórias da liberdade humana. Mas embora a Europa oriental tivesse passado por incalculável sofrimento, talvez tenha sido uma vitória fácil demais para nós no Ocidente. Com embalos tranqüilizantes, fomos levados a pensar que o socialismo foi desacreditado, perdeu sua sedução — que as economias de livre mercado e bens abundantes eram suficientes para satisfazer os desejos humanos. Talvez devêssemos ter escutado com mais atenção àqueles como João Paulo 2 ou Alexander Solzhenitsyn que nos avisaram acerca de um materialismo vazio, um relativismo pérfido e uma cultura corrompida.

Os desafios do pensamento socialista são reais. Mas há esperança. Há esperança de que ressurgirá uma resistência ao crescimento sem precedentes do governo. Há esperança nos milhões de famílias que trabalham muito e nos milhares que fazem sacrifícios pela liberdade diariamente. Ao marcarmos a vitória da liberdade e o colapso do socialismo aplicado, não cheguemos a um ponto em que olhamos com tristeza para o passado como se tivéssemos perdido um precioso presente. Vamos construir uma cultura totalmente nova de liberdade com ordem. Vamos aprender com aqueles que sofreram. Vamos recuperar a sabedoria que vem de nossa fé e dos fundadores dos EUA e vamos nos apegar à frágil luz da liberdade.

Michael Miller é diretor de programas do Instituto Acton para o Estudo da Religião e Liberdade em Grand Rapids, Michigan, EUA.

(Esse artigo foi originalmente publicado na edição de dezembro de 2009/janeiro de 2010 da revista Legatus e foi republicado com permissão.)

Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com

Fonte: http://noticiasprofamilia.blogspot.com

Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesitenews.com/ldn/2010/jan/10010409.html

Copyright © LifeSiteNews.com. Este texto está sob a licença de Creative Commons Attribution-No Derivatives. Você pode republicar este artigo ou partes dele sem solicitar permissão, contanto que o conteúdo não seja alterado e seja claramente atribuído a “Notícias Pró-Família”. Qualquer site que publique textos completos ou grandes partes de artigos de Notícias Pró-Família ou LifeSiteNews.com em português tem a obrigação adicional de incluir um link ativo para “NoticiasProFamilia.blogspot.com”. O link não é exigido para citações. A republicação de artigos de Notícias Pró-Família o LifeSiteNews.com que são originários de outras fontes está sujeita às condições dessas fontes.
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