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7 de jan de 2012

A hipocrisia esquerdista do Congresso Nacional Africano


A hipocrisia esquerdista do Congresso Nacional Africano

Julio Severo
Os radicais esquerdistas são criaturas “interessantes”, para dizer no mínimo. Combatem ferozmente o Cristianismo e seus valores, mas sempre conseguem idiotas úteis entre líderes cristãos para propagar seu satanismo mascarado de política para os pobres.
Mães e pais de santo se reunem para fazer sacrifícios e invocar a "bênção" dos espíritos para o CNA
Quando no poder, dizem defender um Estado laico, mas sempre privilegiam a bruxaria, embora muitos deles se digam ateus. O Congresso Nacional Africano (CNA) é um exemplo. Fenômeno semelhante ocorre no Brasil, onde radicais políticos de esquerda estão criando uma infinidade de projetos que agridem o Cristianismo da maioria da população do Brasil ao mesmo tempo em que forçam a aceitação da bruxaria como “cultura” sagrada, incriticável.
Zuma, atual presidente da África do Sul, observa enquanto touro é sacrificado aos espíritos
Com Nelson Mandela, tão logo assumiu o poder o CNA legalizou o aborto, o homossexualismo e a bruxaria. Dizia combater o racismo na África do Sul, mas nunca combateu o racismo no resto do continente africano, que envolve hostilidade de negros contra negros. Num dos piores genocídios raciais da África, a minoria hutu matou dezenas de milhares de tutsis em Ruanda, bem debaixo do nariz e olhos da ONU.
No genocídio de muçulmanos contra cristãos negros no Sudão, o CNA também não interferiu. Embora nunca tivesse ocorrido genocídios na África do Sul, o CNA estava interessado nas reservas monetárias.
Há muitos outros conflitos raciais na África, entre tribos negras contra outras tribos negras. Há inclusive escravidão: negro escravizando negro. Mas combater o racismo e a escravidão na África não é preocupação do CNA. A preocupação é exclusivamente ideológica e monetária.
A matéria abaixo é da revista Veja:

CNA sul-africano sacrifica animais para comemorar centenário

Por Jean Liou
O Congresso Nacional Africano (CNA), que sob a liderança de Nelson Mandela chegou ao poder na África do Sul em 1994, sacrificou nesta sábado de madrugada um touro, duas cabras e duas galinhas para oferecer a seus ancestrais e comemorar seu centenário.
Cerca de 20 sangomas (curandeiros tradicionais) procedentes de todas as regiões do país preparavam o sacrifício em um terreno baldio próximo à igreja de Bloemfontein (centro), onde o CNA, que durante décadas lutou contra o apartheid, foi fundado no dia 8 de janeiro de 1912.
"Essas galinhas e essas cabras são o preâmbulo antes da cerimônia principal. Se trata de purificar este lugar e de elevar o espírito do CNA", explica Ntswaki Mahlaba, uma curandeira sotho do Estado Livre (centro), enquanto limpa os intestinos.
"O objetivo desta cerimônia é reunir os espíritos dos ancestrais, e especialmente os dos fundadores do CNA", acrescenta Dra. Nkanyezi, uma colega tswana dos arredores de Pretória, cuja vestimenta mistura um imponente gorro coberto de espetos de porcos-espinhos, um enfeite de pérolas e uma camiseta com o retrato do presidente Jacob Zuma.
"Estamos aqui para restaurar o espírito do CNA. "É aqui que foi enterrado o cordão umbilical do CNA" há cem anos, explica.
As quatro torres de resfriamento de uma antiga central térmica que predominam no cenário, foram cobertas com retratos dos sucessivos dirigentes do "movimento de libertação" mais antigo da África. Entre eles se encontram Oliver Tambo, Nelson Mandela e Jacob Zuma.
O touro negro, um presente do rei do Lesoto, Letsie III, é introduzido depois no "kraal", o local do sacrifício.
Depois pedem aos "camaradas dos meios de comunicação" que se afastem. Um cordão de policiais protege o caráter sagrado do ritual.
"Isso não é Hollywood!", grita o porta-voz do partido, Jackson Mthembu, aos jornalistas mais curiosos. "Isso é muito, muito importante para o CNA. Devem respeitá-lo", insiste.
Todos esperam a chegada de Jacob Zuma. Enquanto isso, observam as danças das enviadas da rainha da chuva, que dominam o norte do país - de saias azul-turquesa, camisas rosas, turbantes brancos e enfeites de pérolas-, até que entra o pastor americano Jessie Jackson.
"A transição do apartheid racista à democracia é uma grande transição. É o que temos visto em 18 anos (desde que o CNA chegou ao poder em 1994), isso é positivo. Todos deveríamos estar orgulhosos do CNA", disse.
Fonte: Revista Veja
Divulgação: www.jorgenilson.com

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