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26 de jun. de 2014

Alá não é o Deus da Bíblia e Maomé não passava de mais um Falso Profeta


Alá não é o Deus da Bíblia e Maomé não passava de mais um Falso Profeta

Provavelmente, algo que confunde a muitos é o fato de que em algumas traduções da Bíblia para o idioma Árabe, Deus, no original da Bíblia em Hebraico: Elohiym, ter sido traduzido para Allah (Alá). Esse também é o argumento preferido dos proselitistas do Islã (Islamismo) para procurar fazer acreditar que os muçulmanos, os Judeus e os Cristãos adoram o mesmo Deus. Não adoram. As incompatibilidades e desarmonias entre o Alá do Alcorão e o Deus e Pai do Senhor Jesus Cristo são tantas que tornam a Bíblia e o Alcorão completamente opostos entre si. Vejamos.

“Portanto o mesmo Senhor vos dará um sinal: Eis que a virgem conceberá, e dará à luz um filho, e chamará o seu nome Emanuel.” Isaías 7:14

“Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu; o governo está sobre os seus ombros; e o seu nome será: Maravilhoso Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz” Isaías 9:6

“Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho Unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.” João 3:16

O Alcorão afirma o oposto:

“Sabei que Deus é Uno. Glorificado seja! Longe está a hipótese de ter tido um filho. A Ele pertence tudo quanto há nos céus e na terra, e Deus é mais do que suficiente Guardião.”Alcorão, Surata 4, 171

É inegável que os adeptos do Alcorão do Islã não adoram o Deus da Bíblia, o que fica mais do que evidente também pelo fato de os muçulmanos serem um dos mais ativos e cruéis perseguidores de Cristãos em toda a História, e isto sem falar no ódio, expresso em ações, que nutrem pelos Judeus. E Jesus era judeu. Como está escrito:

“Respondeu-lhes Jesus: Se Deus fosse o vosso Pai, vós me amaríeis, porque eu saí e vim de Deus; pois não vim de mim mesmo, mas ele me enviou.” João 8:42

“Vós adorais o que não conheceis; nós adoramos o que conhecemos; porque a salvação vem dos judeus.” João 4:22

O oposto:

“Ó fiéis, não tomeis por amigos os judeus nem os cristãos; que sejam amigos entre si. Porém, quem dentre vós os tomar por amigos, certamente será um deles; e Alá não encaminha os iníquos.” Alcorão, Surata 5, 51

A discussão em torno da origem do nome Alá, Allah (em Árabe transliterado: Allāh) parece ser interminável. Porém, ainda que no idioma árabe Allah possa significar Deus, este não é o principal problema. O principal problema se encontra no Alcorão, onde o falso profeta Maomé (em árabe transliterado: Muhammad ou Mohammed, que significa: digno de ser louvado) descreve uma suposta divindade a qual nada, absolutamente nada, tem a ver com as revelações que Deus faz de si próprio nas Escrituras Sagradas, a Bíblia. E isto já pôde ser visto no início deste artigo, quando confrontamos trechos da Bíblia com trechos do Alcorão do Islamismo.

Deus não pode se contradizer, logo, o Alcorão, que descreve uma suposta divindade completamente diferente e antagônica ao Verdadeiro Deus, não pode ser (e não é) um corpo de escritos que esteja se referindo ao Deus e Pai do Senhor Jesus Cristo. O Allah de Maomé não é, portanto, o Deus da Bíblia.
Segundo o Alcorão de Maomé (ou Corão, do árabe: al-qur’ān, que significa: a recitação), Deus nunca teve um Filho. E, como já visto, Maomé pregava que Cristãos e Muçulmanos não poderiam ser postos em harmonia de amizade.

O trecho a seguir, do Alcorão, é outro absolutamente incompatível e desarmônico com a Bíblia:

São blasfemos aqueles que dizem: Deus é o Messias, filho de Maria. Dize-lhes: Quem possuiria o mínimo poder para impedir que Deus, assim querendo, aniquilasse o Messias, filho de Maria, sua mãe e todos os que estão na terra? Só a Deus pertence o reino dos céus e da terra, e tudo quanto há entre ambos. Ele cria o que Lhe apraz, porque é Onipotente.”Alcorão, 5ª Surata, 17

“Replicou-lhe a mulher: Eu sei que vem o Messias, que se chama o Cristo; quando ele vier há de nos anunciar todas as coisas. Disse-lhe Jesus: Eu o sou, eu que falo contigo.” João 4:25,26

A Bíblia afirma a divindade do Messias Jesus:

“Simão Pedro, servo e apóstolo de Jesus Cristo, aos que conosco obtiveram fé igualmente preciosa na justiça do nosso Deus e Salvador Jesus Cristo" 2 Pedro 1:1

"Mas acerca do Filho: O teu trono, ó Deus, é para todo o sempre; e: Cetro de eqüidade é o cetro do seu reino. Amaste a justiça e odiaste a iniqüidade; por isso, Deus, o teu Deus, te ungiu com o óleo de alegria como a nenhum dos teus companheiros. Ainda: No princípio, Senhor, lançaste os fundamentos da terra, e os céus são obra das tuas mãos; eles perecerão; tu, porém, permaneces; sim, todos eles envelhecerão qual veste; também, qual manto, os enrolarás, e, como vestes, serão igualmente mudados; tu, porém, és o mesmo, e os teus anos jamais terão fim."  Hebreus 1:8-12

"No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus." João 1:1

"E o Verbo se fez carne e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade, e vimos a sua glória, glória como do unigênito do Pai." João 1:14

O oposto:

O Messias, filho de Maria, não é mais do que um mensageiro, do nível dos mensageiro que o precederam; e sua mãe era sinceríssima. Ambos se sustentavam de alimentos terrenos, como todos. Observa como lhes elucidamos os versículos e observa como se desviam.” Alcorão, 5ª Surata,75

O Alcorão afirma que Jesus não foi crucificado e que não morreu. O Alcorão também afirma que a crucificação do Senhor Jesus Cristo foi uma simulação.

“E por dizerem: Matamos o Messias, Jesus, filho de Maria, o Mensageiro de Deus, embora não sendo, na realidade, certo que o mataram, nem o crucificaram, senão que isso lhes foi simulado. E aqueles que discordam, quanto a isso, estão na dúvida, porque não possuem conhecimento algum, abstraindo-se tão-somente em conjecturas; porém, o fato é que não o mataram.” Alcorão, 4ª Surata,157

Porém, está escrito:

“Então o crucificaram, e repartiram entre si as vestes dele, lançando sortes sobre elas para ver o que cada um levaria. E era a hora terceira quando o crucificaram.” Marcos 15:24-25

“Irmãos, filhos da estirpe de Abraão, e os que dentre vós temem a Deus, a nós é enviada a palavra desta salvação. Pois, os que habitam em Jerusalém e as suas autoridades, porquanto não conheceram a este Jesus, condenando-o, cumpriram as mesmas palavras dos profetas que se ouvem ler todos os sábados. E, se bem que não achassem nele nenhuma causa de morte, pediram a Pilatos que ele fosse morto. Quando haviam cumprido todas as coisas que dele estavam escritas, tirando-o do madeiro, o puseram na sepultura; mas Deus o ressuscitou dentre os mortos; e ele foi visto durante muitos dias por aqueles que com ele subiram da Galiléia a Jerusalém, os quais agora são suas testemunhas para com o povo.” Atos 13:26-31

“E voltei-me para ver quem falava comigo. E, ao voltar-me, vi sete candeeiros de ouro, e no meio dos candeeiros um semelhante a filho de homem, vestido de uma roupa talar, e cingido à altura do peito com um cinto de ouro; e a sua cabeça e cabelos eram brancos como lã branca, como a neve; e os seus olhos como chama de fogo; e os seus pés, semelhantes a latão reluzente que fora refinado numa fornalha; e a sua voz como a voz de muitas águas. Tinha ele na sua destra sete estrelas; e da sua boca saía uma aguda espada de dois gumes; e o seu rosto era como o sol, quando resplandece na sua força. Quando o vi, caí a seus pés como morto; e ele pôs sobre mim a sua destra, dizendo: Não temas; eu sou o primeiro e o último, e o que vivo; fui morto, mas eis aqui estou vivo pelos séculos dos séculos; e tenho as chaves da morte e do inferno.” Apocalipse 1:12-18

A Bíblia revela a Trindade de Deus. O Alcorão nega a Trindade de Deus

No trecho bíblico a seguir, vemos de modo cristalino a manifestação da Trindade de Deus, o Pai, o Filho, o Espírito Santo

“Batizado que foi Jesus, saiu logo da água; e eis que se lhe abriram os céus, e viu o Espírito Santo de Deus descendo como uma pomba e vindo sobre ele; e eis que uma voz dos céus dizia: Este é o meu Filho amado, em quem me comprazo.” Mateus 3:16-17

O oposto:

São blasfemos aqueles que dizem: Deus é um da Trindade!, portanto não existe divindade alguma além do Deus Único. Se não desistirem de tudo quanto afirmam, um doloroso castigo açoitará os incrédulos entre eles.” Alcorão, 5ª Surata,173

Todas as Religiões do Paganismo prometem Sexo após a Morte, inclusive o Islamismo com seu Alcorão. A Bíblia afirma que não haverá Sexo na Eternidade

“Porquanto, ao ressuscitarem dos mortos, nem se casam, nem se dão em casamento; pelo contrário, são como os anjos nos céus.” Marcos 12:25

O oposto:

“Todavia, os tementes estarão em lugar seguro, entre jardins e mananciais, vestir-se-ão de tafetá e brocado, recostados frente a frente,  assim será! E os casaremos com huris(mulheres formosas) de maravilhosos olhos” Alcorão, 44ª Surata, 51,52,53,54

Os Muçulmanos esperam um “messias” a quem chamam de Mahdi.

Há uma concordância entre os estudiosos das Escrituras, a Bíblia, de que o povo árabe é descendente de Ismael, o filho de Abraão com a escrava egípcia Agar. Porém, diferentemente do que afirmam os muçulmanos, o Messias jamais poderia vir da descendência de Ismael, pois o Messias prometido por Deus, Jesus, o qual já veio, morreu, ressuscitou e voltará para julgar as nações, veio da descendência de Isaque. Deus prometeu que o Messias viria da descendência de Isaque, filho da promessa:

“Deus, porém, disse a Abraão: Não pareça isso duro aos teus olhos por causa do moço e por causa da tua serva; em tudo o que Sara te diz, ouve a sua voz; porque em Isaque será chamada a tua descendência.” Gênesis 21:12

“Livro da genealogia de Jesus Cristo, filho de Davi, filho de Abraão. A Abraão nasceu Isaque; a Isaque nasceu Jacó; a Jacó nasceram Judá e seus irmãos; a Judá nasceram, de Tamar, Farés e Zará; a Farés nasceu Esrom; a Esrom nasceu Arão; a Arão nasceu Aminadabe; a Aminadabe nasceu Nasom; a Nasom nasceu Salmom; a Salmom nasceu, de Raabe, Booz; a Booz nasceu, de Rute, Obede; a Obede nasceu Jessé; e a Jessé nasceu o rei Davi. A Davi nasceu Salomão da que fora mulher de Urias; a Salomão nasceu Roboão; a Roboão nasceu Abias; a nasceu Abias nasceu Asafe; a Asafe nasceu Josafá; a Josafá nasceu Jorão; a Jorão Ozias; a Ozias nasceu Joatão; a Joatão nasceu Acaz; a Acaz nasceu Ezequias; a Ezequias nasceu Manassés; a Manassés nasceu Amom; a Amom nasceu Josias; a Josias nasceram Jeconias e seus irmãos, no tempo da deportação para Babilônia. Depois da deportação para Babilônia nasceu a Jeconias, Salatiel; a Salatiel nasceu Zorobabel; a Zorobabel nasceu Abiúde; a Abiúde nasceu Eliaquim; a Eliaquim nasceu Azor; a Azor nasceu Sadoque; a Sadoque nasceu Aquim; a Aquim nasceu Eliúde; a Eliúde nasceu Eleazar; a Eleazar nasceu Matã; a Matã nasceu Jacó; e a Jacó nasceu José, marido de Maria, da qual nasceu JESUS, que se chama Cristo.” Mateus 1:1-16

Conclusão

“Quem é o mentiroso, senão aquele que nega que Jesus é o Cristo? Esse mesmo é o anticristo, esse que nega o Pai e o Filho. Qualquer que nega o Filho, também não tem o Pai; aquele que confessa o Filho, tem também o Pai. Portanto, o que desde o princípio ouvistes, permaneça em vós. Se em vós permanecer o que desde o princípio ouvistes, também vós permanecereis no Filho e no Pai.” 1 João 2:22-24

 O Alcorão, SEGUNDO A BÍBLIA, é um livro ANTICRISTO!

Fonte:http://intellectus-site.com

Divulgação: www.jorgenilson.com

7 de jun. de 2014

Quase 800 esqueletos de bebês são encontrados em convento na Irlanda

Casa dos horrores .

Quase 800 esqueletos de bebês são encontrados em convento na Irlanda

O local abrigava mães solteiras e há relatos de que as crianças que não eram adotadas sofriam de desnutrição e outras enfermidades

Quase 800 esqueletos de bebês são encontrados em convento na IrlandaNesta quarta-feira (4) quase 800 esqueletos de crianças foram descobertos ao lado de um antigo convento católico em Tuam, na Irlanda.
O local abrigou entre 1925 e 1961 jovens mães solteiras e as crianças, 796 exatamente, entre recém-nascidas até 8 anos idades, foram enterradas sem caixão e sem lápide provavelmente pelas freiras do convento.
Quem descobriu os restos mortais foi a historiadora Catherine Corless que sempre ouviu falar em um cemitério para recém-nascidos que ficava ao lado o Convento Santa Maria, que era administrado pelas freiras do Bom Socorro.
Em 1975 uma fossa comum foi descoberta pelos vizinhos do antigo convento e acreditava-se que os ossos eram de vítimas da grande fome que assolou a Irlanda no século XIX. O convento foi derrubado há anos e casas foram construídas no local, menos a área da fossa comum que estava sendo cuidada pelos vizinhos.
Segundo a historiadora o Convento Santa Maria (St. Mary) era um local que abrigava mulheres solteiras grávidas que na época eram chamadas de ‘mulheres perdidas’ sendo expulsas de suas casas.
Por conta do desprezo da sociedade, muitas delas entregavam seus filhos à adoção. Os ossos encontrados podem ser de crianças que enfrentaram doenças como a desnutrição, algo comum nesses centros segundo documentos encontrados pelos pesquisadores.
Um relatório oficial de 1944 dizia que as crianças do convento Santa Maria de Tuam eram “fracas, de barriga saliente e esqueléticas”. Outras causas da morte eram sarampo ou tuberculose, segundo registros do próprio convento.
As 796 crianças só não foram enterradas dignamente por não serem filhos de casamento, sendo impedidas pela Igreja Católica de receberem o batismo e serem enterradas em campos santos.
Um comitê foi criado para arrecadar dinheiro e erguer um monumento com o nome e idades de todas as crianças. O arcebispo de Tuam, Michael Neary, disse que se reunirá com as superiores da ordem do Bom Socorro para ajudar com a tarefa.
Com a notícia da descoberta dos ossos, o arcebispo de Dublin, Diarmuid Martin, se comprometeu a investigar os lares irlandeses para mães solteiras e o secretário de Estado de Educação, Ciaran Cannon, pediu a abertura de uma investigação. Com informações G1
Divulgação: www.jorgenilson.com

2 de jun. de 2014

Festa em Universidade Federal tem rituais satânicos e orgias


Festa em Universidade Federal tem rituais satânicos e orgias


Uma mulher teve sua genitália costurada como “protesto” contra os índices de estupros na cidade de Rio das Ostras
Festa em Universidade Federal tem rituais satânicos e orgiasA reitoria da Universidade Federal Fluminense (UFF), em Rio das Ostras, Rio de Janeiro, vai abrir sindicância para apurar denúncias sobre uma festa organizada dentro do campus que teve orgias sexuais e rituais satânicos.
Batizada como “Xereca Satânik – A Festa”, o evento aconteceu na noite da última quarta-feira (28) reunindo centenas de universitários no prédio novo da instituição chamado de “multiuso”.
Segundo testemunhas os universitários usaram drogas, consumiram álcool e teve um ritual, supostamente de magia negra com o uso de um crânio humano. Inclusive, como parte da festa, uma mulher teve a genitália costurada por outra mulher.
A reitoria da UFF recebeu as denúncias, que foram amplamente repercutidas na imprensa brasileira, pois há relatos de que as bebidas alcoólicas estavam guardadas dentro da instituição.
Um dos denunciantes, que teve o nome preservado, disse que a festa foi autorizada pelo diretor do pólo que sabia, inclusive das bebidas. “O diretor do pólo permitiu o armazenamento de bebidas dentro da universidade. O uso de drogas é praticamente liberado. Precisamos de uma intervenção urgente”, disse.
Alguns sites divulgaram fotos da festa, em uma delas é possível ver um crânio humano e em outras o momento onde uma mulher costura a genitália de outra que aparece depois com as pernas ensanguentadas.
Na página do evento no Facebook é possível ver discussões de que as mulheres fizeram uma “performance”, elas protestavam contra o machismo costurando a vagina contra os altos índices de estupro na cidade.
Há relatos nas redes sociais de que as mulheres são as mesmas que participaram de atos contra a vinda do Papa Francisco no Rio de Janeiro, mas não é possível confirmar a identidade das mesmas.
Nenhum boletim de ocorrência foi registrado e a reitoria irá apurar os fatos para saber se os funcionários autorizaram o armazenamento de bebidas e drogas dentro da UFF. 
Com informações G1
Divulgação: www.jorgenilson.com

28 de abr. de 2014

Não dá mais para omitir... Realmente a Rede Globo, e outras mídias, tem desenvolvido fielmente os planos satânicos do Governo Mundial da ONU, que é promover ...


Não dá mais para omitir... Realmente a Rede Globo, e outras mídias, tem desenvolvido fielmente os planos satânicos do Governo Mundial da ONU, que é promover ...



Fonte: Youtube
Divulgação: www.jorgenilson.com

6 de abr. de 2014

Heidi Mund, Corajosa Mulher Alemã, Repreende Profeticamente o Islamismo

Heidi Mund, Corajosa Mulher Alemã, Repreende Profeticamente o Islamismo





Dale Hurd/CBN News
Heidi Mund, uma ateia que se tornou cristã, está ganhando fama internacional por fazer resistência à influência rastejante do islamismo em sua pátria, a Alemanha.
Heidi Mund
Em novembro passado, quando um muçulmano chefe de mesquita foi convidado para fazer uma chamada à oração dentro de uma igreja histórica alemã, ela se levantou e proclamou “Só Jesus Cristo é Senhor da Alemanha,” antes de gritar: “Eu quebro esta maldição.”
Mund então repetiu as palavras de Martinho Lutero em 1521, quando ele defendeu sua fé apenas na Bíblia:
“Aqui permaneço,” ela citou Lutero. “Não posso fazer outra coisa. Salvem a igreja de Martinho Lutero!”
Ao atacar publicamente a mentira do islamismo, ela colocou a própria vida dela em risco. Mas Mund, que se tornou conhecida na internet simplesmente como “Brave German Woman” (Corajosa Mulher Alemã), explicou que ela fez isso porque tem orado muito pelo renascimento espiritual da Alemanha.
“Muitas pessoas me perguntam: ‘Você está com medo dos muçulmanos?’ E eu só posso dizer: ‘Não, não tenho medo deles,’” ela disse a CBN News.
“Conheço meu Deus, o Deus vivo da Bíblia pode me proteger enquanto Ele quiser,” ela disse. “Quando meu tempo na terra terminar, irei para ele.”
Mund falou mais sobre por que ela arriscou a própria vida para assumir uma postura em favor de Cristo no programa “Clube 700” na terça-feira. Assista ao vídeo aqui: http://youtu.be/17iSntPrpTs
Traduzido por Julio Severo do artigo da revista Charisma: “Brave German Woman” Heidi Mund: Why I Rebuked Islam
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10 de mar. de 2014

A armadilha semântica


A armadilha semântica

Por Eguinaldo Hélio Souza

A armadilha semânticaA armadilha semântica
Semântica é a parte da gramática que lida com o significado das palavras. Teoricamente, cada palavra é um símbolo que nos conduz à realidade por ela representada. Por exemplo, se eu leio em uma placa “banana” a combinação das letras simbolizam essa determinada fruta e eu esperarei encontrar essa fruta correspondente. Seria terrível se eu encontrasse limão ao invés de banana. A semântica lida com as palavras e seus significados, seus sentidos.
Essa não é uma questão sem importância. A confusão semântica pode ser mortal. Quem já ouviu a história daquela pessoa que bebeu soda cáustica porque no recipiente, isto é, na garrafa, estava escrito “água mineral”? O símbolo escrito “água mineral” não correspondia ao conteúdo e o resultado foi a morte.
Quando levamos essa questão para o campo do espiritual, e então lidamos com valores eternos, o engano semântico torna-se ainda mais perigoso, porque nesse caso as consequências também serão eternas. Em nossa cultura de pluralismo religioso, o engano semântico tem sido terrível. Porque temos inúmeros rótulos com o mesmo nome e conteúdos diversos.
Vamos pensar na palavra “Jesus”. A quem estamos nos referindo? Eu sei muito bem. Ao Filho de Deus, ao Verbo Eterno que se fez carne, morreu na cruz pelos nossos pecados, ressuscitou ao terceiro dia, subiu aos céus e está a direita do Pai, de onde virá julgar os vivos e os mortos. É o Jesus dos Evangelhos e das epístolas, o Jesus do Apocalipse, o Jesus predito pelos profetas bíblicos.
Entretanto, tenho em minhas mãos um livro. Ele se chama “Meu grande amor por Jesus me conduziu ao Islã”. A palavra é a mesma – Jesus. E o significado é o mesmo? Impossível. No Islã, é inaceitável dizer que Deus tem filhos, logo esse Jesus não é o Filho de Deus, título tão comum a ele no Novo Testamento. No Islã é dito que Jesus não morreu na cruz, enquanto isso é bem claro  nos Evangelhos e nas epístolas. A grande mensagem do Evangelho é que esse Jesus ressuscitou, mas tal ideia também é rejeitada pelo Alcorão.
Logo, como o Jesus do Novo Testamento que é o Filho de Deus feito homem, que morreu na  cruz  por  nossos pecado e ressuscitou ao terceiro dia pode  ser o mesmo  Jesus do Islã  que não é Filho de Deus, não morreu na cruz e não ressuscitou? Seria o mesmo que chamar o sal de “açúcar” e tentar com ele adoçar o café. Impossível. Estamos falando de duas pessoas diferentes, ainda que se use o mesmo nome para se referir a elas.
Eis no que constitui a armadilha semântica. A mesma palavra se referindo a coisas bem distintas. Essa confusão não acontece só com o islamismo. O “Jesus” dos mórmons, o “Jesus” das Testemunhas de Jeová, o “Jesus” dos kardecistas, não apenas se distinguem entre si, mas também se distinguem do Jesus das Escrituras. Dessa forma, a palavra permanece a mesma, mas o conteúdo muda completamente. Bebe-se a água mineral confiando no rótulo e então se morre pela soda cáustica, verdadeiro conteúdo.
Como escreveu Francis Schaeffer:
(…) as pessoas em nossa cultura geralmente já estão no processo de  se acostumarem a aceitar palavras e símbolos religiosos não definidos e sem conteúdo, sem qualquer controle  histórico  ou racional. Tais palavras são prontamente enchida com o conteúdo do momento. As palavras “Jesus” ou “Cristo” são as melhores à disposição do manipulador. O nome “Jesus Cristo” se tornou estandarte sem conteúdo que pode ser levado a qualquer direção para propósitos sociológicos.[1]
Podemos exemplificar claramente com a “Igreja Messiânica Mundial”. O termo “igreja” aqui utilizado, nada tem a ver com o conceito de “Igreja” do Novo Testamento. Não é uma referência ao Corpo de Cristo ou ao grupo histórico retratado na Bíblia e na história. Igualmente, o termo “messiânico”, não se refere ao Messias de Israel, predito no Antigo Testamento. É atribuído ao japonês Mokiti Okada, fundador desse grupo. Dessa forma, as palavras são esvaziadas de seu sentido original e histórico e embora o rótulo permaneça, o sentido é totalmente outro.
Assim, a armadilha semântica está pronta. As pessoas abraçam os símbolos porque o identificam com determinados conteúdos. E então os sorvem sem analisar. Bebem a soda cáustica tentando matar a sede e são envenenadas e perecem. Isso não acontece apenas com o nome de Jesus. Acontece com a palavra “Evangelho”, “Palavra de Deus”, “Igreja”, “Espírito Santo”, “salvação”. E muitos mordem as iscas, sendo fisgadas e levadas para bem longe do que  esses termos realmente significam.
Mas temo que, assim como a serpente enganou Eva com a sua astúcia, assim também sejam de alguma sorte corrompidos os vossos sentidos e se apartem da simplicidade que há em Cristo. Porque, se alguém for pregar-vos outro Jesus que nós não temos pregado, ou se recebeis outro espírito que não recebestes, ou outro evangelho que não abraçastes, com razão o sofrereis. (2  Coríntios  11.3, 4)
Esta não é uma advertência sem importância. As pessoas devem ser alertadas para não beberem soda cáustica, mesmo que estejam em garrafas de água mineral. Não devem beber veneno, ainda que contenham rótulo de “suco”. Não devem abraçar falsos evangelhos e falsos cristos, mesmo que o rótulo seja “palavra de Deus” ou “Jesus”. As consequências serão eternamente mortais.

Fonte: [1] http://artigos.gospelprime.com.br/armadilha-semantica/, Francis. O Deus  que intervém. São Paulo: Refúgio e ABU, 1981.
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27 de fev. de 2014

O DEMÔNIO DO CARNAVAL ESTÁ CHEGANDO...

O DEMÔNIO DO CARNAVAL ESTÁ CHEGANDO...E TEM "IGREJAS EVANGÉLICAS" FAZENDO O CARNAVAL DE JESUS, CARNAVAL GOSPEL...


Foto: CHEGOU A HORA DE ORAR FORTE CONTRA TODA POTESTADE E TODOS OS DEMÔNIOS MALDITOS QUE ESCRAVIZAM E CEGAM O POVO BRASILEIRO. 
ESTÁ REPREENDIDO TODA MALDIÇÃO DO CARNAVAL NA SUA VIDA E NA SUA FAMÍLIA EM NOME DE JESUS.

Carnaval - A origem!

Introdução

O Carnaval é, exclusivamente, um período de festas profanas e de divertimentos entre os Reis e a Quaresma, com o seu auge nos três dias anteriores à quarta-feira de Cinzas. Não se conhece verdadeiramente a origem da palavra Carnaval. Para uns, compreendia a terça-feira gorda, dia em que começava a proibição de ingestão de carne pela Igreja, como preparação para a Páscoa.
Outros procuram no latim a explicação para o vocábulo: 
carnelevamen
 depois carne, vale ("adeus, carne"). Carnelevamen pode significar igualmente carnis levamen, "prazer da carne", antes das abstinências e prescrições que marcam a Quaresma.

História

A origem da festa em si é também desconhecida. Uns advogam o culto de Ísis, outros as festas em honra de Dionísio, na Grécia clássica, outros ainda as bacanais, lupercais e saturnais, festejos romanos de grande licenciosidade e uso de máscaras, como, aliás, nas anteriores. Alguns não recuam tanto no tempo e apontam as suas origens para as festas dos doidos e dos inocentes da Idade Média. Cada uma em particular ou todas assimiladas na tradição acabaram por criar a tradição do Carnaval e os seus matizes ou formas regionais.

Depois, na Idade Média ainda, outras festas anunciavam já o Carnaval, apesar da Igreja não apreciar muito, ainda que tolerasse e não criasse barreiras institucionais ou morais incontornáveis. O papa Paulo II, no século XV, por exemplo, permitiu, em Roma, a Via Lata, um desfile alegórico de carros, com batalhas de confetes e lançamento de ovos, para além de corridas de cavalos ou de corcundas, entre outros folguedos. Mas todas estas festas populares grotescas foram "polidas" pelo Renascimento e pela Reforma Católica, acabando-se com a violência e ousadias públicas. O tétrico e o macabro, por outro lado, substituem o caráter de festa de "bobos" daqueles folguedos medievais. Surgem as danças da Morte e suas representações cênicas, os bailes de máscaras, promovidos pelo papado, decadente, do século XVI, que rapidamente se difundiram por Itália e França. Aqui se manteve até ao século XIX, quando ganha um novo vigor. Em Inglaterra ganha também popularidade este tipo de baile (como o de 1884 promovido pelo Real Instituto de Pintores e Aquarelistas, em que os pintores ingleses se mascararam de mestres do Renascimento ou de figuras da realeza européia). Perdia em festa "bufa" e de rua, ganhava em elegância, alegoria, ordem e requinte artístico, para além de tocar agora as classes mais abastadas, antes arredadas dos festejos populares. Bailes e desfiles organizados tomavam, na Europa Ocidental, o lugar das turbas de gente estilizada e aos gritos. Este "novo" Carnaval europeu surgiu em fins do século XIX e meados do XX, sobrevivendo ainda hoje, como por exemplo em Nice ou Munique.

O carnaval no Brasil

Mas, Carnaval, dizem alguns, só há um: o do Brasil, e mais concretamente o do Rio de Janeiro. Até meados do século XX, o Carnaval - que assume várias facetas, conforme a cidade - era ainda o colonial e monárquico, com reminiscências das festas de entrudo levadas pelos colonos e imigrantes, majoritariamente portugueses. As pessoas, de forma violenta, atiravam umas às outras cal, farinha e água, num intuito de besuntar ou molhar quem passava. No Rio, tudo isto foi proibido em 1904, gerando polemicas e contestação entre o povo. Depois, alimentando uma tradição anterior, ganharam dimensão festiva os zé-pereiras de herança portuguesa, entre o povo, e os bailes em teatros, hotéis ou casas particulares, fazendo-se eco das festividades que começavam a ser moda na Europa na quadra. Como exemplo ficou célebre os bailes do Teatro Municipal, no Rio, entre 1930 e 1975. Os bailes, entretanto, popularizaram-se rapidamente, ganhando em animação e cor, com muita música. Música que ganhou contornos próprios na quadra, com ritmos, letras e melodias específicos. Da marcha Abre Alas de Chiquinha Gonzaga, em 1899, outros gêneros foram surgindo: o samba, a marcha-rancho, a batucada e o samba-enredo. A música carnavalesca tornou-se assim um gênero específico até 1960. Recordem-se aqui canções como Cidade Maravilhosa (1935) e Mamãe eu Quero (1937). A rádio ajudou à consolidação deste gênero carnavalesco, mas a televisão, a partir da década de 70, minimizou a música carnavalesca. O aspecto visual ganhou em importância ao musical, guindando as escolas de samba e o cortejo carioca para o momento mais alto do Carnaval do Rio e de toda a quadra em qualquer lugar do Mundo. Mas o samba não morreu, prevalecendo principalmente a sua forma "enredo", animada cada vez mais pelas baterias, cujos sons foram importados já por outros gêneros musicais modernos e diferentes. 

As escolas de samba são outra marca de identidade do Carnaval carioca. A primeira foi criada em 1928, a "Deixa Falar", no bairro de Estácio. A Praça Onze tornou-se local mítico de concentração das escolas de samba nos dias de Carnaval, incentivando-se assim, de ano para ano, graças à animação, o aparecimento de novas escolas e a formação até de campeonatos com sobe e desce de divisão. Hoje são autênticas empresas de espetáculo, devidamente registradas, muitas já com intuitos de solidariedade social. Há regras próprias dentro das escolas de samba, quer de admissão, quer de permanência, quer, em comum com as outras, de atuação dentro de um desfile de Carnaval. No entanto, são as escolas que mais animam o Carnaval, atraindo uma miríade de colaboradores ao longo do ano e um frenesi inusitado na época do Carnaval.

Além das escolas, outros baluartes da preservação e manutenção do Carn
aval carioca são as Sociedades Carnavalescas, com as suas "Sumidades", funcionando como altas dignidades do rei momo. O Carnaval do Rio é também o Carnaval da liberdade, fora do sambódromo, fora dos desfiles, em passeatas em grupo (blocos, cordões, ranchos), em festas particulares e num sem número de atividades e comemorações mais ou menos licenciosas por todo o lado. Antigamente, existiam também os corsos, com desfiles de automóveis enfeitados, mas o aparecimento de automóveis fechados (e fim dos "calhambeques") acabou com esta tradição.
No Brasil, existem outras formas de Carnaval, como o da Baía, de tradição africana (como o cortejo dos afoxés), com sonoridades e ambientes diferentes do Rio, e também os de Olinda e Recife, em Pernambuco, também no Nordeste, também animadíssimos e marcados pelas músicas de ritmo frenético e contagiante, em batidas sincopadas a par de instrumentos de sopro.

A Bíblia concorda com isso?

Não precisamos ir muito longe na palavra de Deus para saber que o carnaval e uma festa contraria a sua vontade. Esta festa onde tudo é liberado não diz respeito à vontade de um Deus que ama seus servos e diz que eles são templo do seu Espírito (1Cor. 3.16). E temos como principal ponto de maior impacto durante a comemoração desta festa ímpia o nosso País. Para ser mais exato O Rio e também atualmente a Bahia. Além do mais se trata de  uma festa onde muitas pessoas adulteram, se embriagam, participam de orgias, fornicações, drogas etc. Realmente podemos saber que a Bíblia é contra tais atitudes. Já que a Palavra de Deus busca preservar o matrimônio. A Bíblia também condena tais atitudes ao inferno “Ou não sabeis que os injustos não herdarão o reino de Deus? Não vos enganeis: nem impuros, nem idólatras, nem adúlteros, nem efeminados, nem sodomitas, nem ladrões, nem avarentos, nem bêbados, nem maldizentes, nem roubadores herdarão o reino de Deus” (1Cor. 6.9-10). 

Deus nos orienta através de sua Palavra a não se contaminar com as coisas deste mundo. Principalmente quando se trata de coisas que a imorais e sodomitas. O que é algo comum para certas pessoas. Deus nos diz em sua santa Palavra: “Não ameis o mundo nem as coisas que há no mundo. Se alguém amar o mundo, o amor do Pai não está nele; porque tudo que há no mundo, a concupiscência da carne, a concupiscência dos olhos e a soberba da vida, não procede do Pai, mas procede do mundo. Ora, o mundo passa, bem como a sua concupiscência; aquele, porém, que faz a vontade de Deus permanece eternamente (I João 2 15-17). Com toda certeza o servo de Deus sabe como agradá-lo. Fazendo a sua vontade e obedecendo a sua Palavra seremos muito bem sucedidos em tudo o que fizermos.

 No ano de 2008  tivemos o prazer de ver Deus no controle de tudo. Uma reportagem mostrou um carro alegórico com a imagem ou figura do diabo entrando e acenando para a platéia no carnaval. Mais uma vez Deus mostrou quem é que está no controle. Antes de terminar seu passeio pela avenida o carro alegórico começou a pegar fogo e teve que ir ate o final do desfile com a cabeça baixa e os braços também abaixados. Por que isso aconteceu? seria uma coincidência? A Bíblia diz que de Deus não se zomba. De certa forma, não sei talvez ousaram pensar que podiam fazer esta alegoria para representar o domínio das trevas sobre esta terra. Mais se esta foi a intenção tiveram sua esperança frustrada. Pois a Bíblia diz sobre nosso senhor Jesus Cristo: “Pelo que também Deus o exaltou sobremaneira e lhe deu o nome que está acima de todo nome, para que ao nome de Jesus se dobre todo joelho, nos céus, na terra e debaixo da terra, e toda língua confesse que Jesus Cristo é Senhor, para glória de Deus Pai” (Fl 2.9-11).


Por isso meu querido irmão celebre ao Senhor com o vinho novo que foi derramado em nossos corações. E não com o velho vinho onde muitos se embriagam e afastam-se do Senhor nosso Deus.

Que o senhor te abençoe.

Fonte: enciclopédia online.
Bíblia de estudos Almeida Revista e corrigida.

Pr. Adelcio ferreira



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Carnaval - A luz da Bíblia


Fonte: Vivos
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5 de fev. de 2014

O Estado é laico, só contra os evangélicos. Milhões são investidos no catolicismo e macumba pelo governo do PT


O Estado é laico, só  contra os evangélicos. Milhões são investidos no catolicismo e macumba pelo governo do  PT



Igreja de Santo Amaro será restaurada

A construção da Igreja Nossa Senhora da Purificação foi iniciada em 1706 e a conclusão só aconteceu no final do século XVIII

Durante a Festa da Apresentação do Senhor e Purificação de Nossa Senhora, promovida neste domingo (2), em Santo Amaro, foi assinado o edital de contratação de projetos para a restauração da Igreja de Nossa Senhora da Purificação. São R$250 mil previstos para o conjunto de projetos que vai viabilizar melhorias na Igreja secular. As obras devem chegar a R$4 milhões.
O secretário estadual da Casa Civil, Rui Costa, participou do ato, representando o governo baiano, ao lado do superintendente do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) na Bahia, Carlos Amorim, e do prefeito do município, Ricardo Machado.
Segundo informações do Iphan, serão revitalizados objetos móveis e imóveis, a estrutura do altar, e demais ações a serem elencadas no projeto completo de revitalização. A construção da Igreja Nossa Senhora da Purificação foi iniciada em 1706 e a conclusão só aconteceu no final do século XVIII.
O secretário explicou que esta é uma demanda do povo santamarense. “Reforçamos a solicitação da cidade ao Ipham. E, hoje, no dia da Festa de Purificação de Nossa Senhora, comemoramos esta conquista. A Igreja é o coração de Santo Amaro”, disse Rui Costa.
Segundo o superintendente Carlos Amorim, a intervenção é parte de uma serie que o órgão fará no município. Ao todo, R$ 31 milhões serão aplicados nas novas obras, que possuem previsão de início para este ano.
Devotos da Virgem da Purificação, associações religiosas, filarmônicas e a população de Santo Amaro participaram da procissão ao redor da cidade. O fechamento foi com a benção do Santíssimo Sacramento na praça central da cidade. Mais de 30 mil pessoas participaram da solenidade, entre elas a cantora Maria Betânia.
Fonte: http://bahia.ig.com.br/2014/02/04/igreja-de-santo-amaro-sera-restaurada

Rio de Janeiro investirá R$ 1 milhão na construção de “macumbódromo”

O espaço será destinado para seguidores da umbanda e candomblé realizarem seus rituais
Rio de Janeiro investirá R$ 1 milhão na construção de “macumbódromo”A Secretaria de Estado do Meio Ambiente do Rio de Janeiro vai criar um espaço exclusivo para rituais de umbanda e candomblé.
O projeto tem como objetivo oferecer um local adequado para a realização desses rituais que são feitos em áreas urbanas causando grande polêmica com seguidores de outras crenças e também com ecologistas, como mostrou uma reportagem da revista Isto É.
Para a construção do “macumbódromo” a Secretaria deve investir R$ 1 milhão. O espaço terá 4.500 m² e estará localizado na Curva do S, no Alto da Boa Vista, zona Norte do Rio de Janeiro.
Nesse local serão construídos 15 recantos decorados com totens cada uma com as características dos orixás, também haverá duas entradas com placas orientando o comportamento dos visitantes, além de 2 banheiros públicos.
O secretário da pasta, Carlos Minc, declara que além do “macumbódromo” outras duas áreas do Rio de Janeiro receberão espaços religiosos. “Dessa forma será possível (aos praticantes) fugir de santuários e parques privados que cobram pela entrada para a prática de cultos”, disse ele.
A Curva do S já é usada por seguidores da umbanda e do candomblé para realizar trabalhos, o problema é que no dia seguinte o espaço fica sujo e ecologistas reclamando do impacto negativo que isso causa no meio ambiente.
No projeto da construção do “macumbódromo” a prefeitura irá pavimentar o espaço, para impedir incêndios, e ainda uma central de tratamento de resíduos. As obras começam agora em fevereiro.
A Mãe Fátima Damas, presidente da Congregação Espírita Umbandista do Brasil (CEUB), apoia a ideia. “O reconhecimento de um espaço para a gente por parte das autoridades acaba com aquela ideia distorcida de que estamos fazendo algo irregular”, disse ela à Isto É.
Mas há outros religiosos que estão desconfiados, como é o caso de Dayse Freitas, diretora cultural da Federação Brasileira de Umbanda. “Apoiamos, desde que não encurralem a gente em um canto cercado e pequeno, sem policiamento”, disse ela.
A antropóloga do departamento de ciências sociais da PUC-Rio, Sônia Giacomini, também comentou o assunto dizendo que a criação do “macumbódromo” não deve proibir que esses religiosos façam suas oferendas em outros lugares.
“Essa permissão só não pode significar a impossibilidade de uso de outros espaços públicos para rituais”, afirmou.
Fonte: http://noticias.gospelprime.com.br/rio-de-janeiro-macumbrodomo/
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22 de jan. de 2014

Padre Fábio de Melo defende casamento civil gay

Padre Fábio de Melo defende casamento civil gay

O religiosos afirma que os sacerdotes precisam fazer separação entre religião e direitos civis 
Padre Fábio de Melo defende casamento civil gay 
Um dos líderes católicos mais conhecidos do Brasil, o “padre cantor” Fábio de Melo participou do  programa Altas Horas, da rede Globo, que foi exibido na madrugada de domingo, 19.
Entre as perguntas que ouviu da plateia, precisou dizer qual era a sua opinião sobre o casamento gay. O padre, de 42 anos, que é escritor e professor universitário, com pós-graduação na área de educação, elaborou a resposta fazendo uma distinção entre religião e direitos civis.
Evitando uma abordagem direta, explicou: “A gente precisa dividir bem a questão. Uma é a questão religiosa, o posicionamento das religiões, que têm todo o direito de não aceitar, de não ser a favor. É um direito de cada religião. Se você faz parte daquela religião, daquela instituição, você vai submeter-se à regra. Só que há também a questão cível, que não podemos interferir, que não é religiosa, que é o direito de duas pessoas reconhecerem uma sociedade que existe entre elas.”
Para o sacerdote, os líderes religiosos deveriam fazer essa distinção: “Acredito que o esclarecimento que precisamos ter, como líderes religiosos, é justamente a distinção. Se você quiser, pode chamar isso de casamento ou não, mas de uma união que esteja civilmente amparada, para que as pessoas possam garantir direitos que não são religiosos. São duas coisas diferentes”.
Considerado um assunto polêmico, o casamento gay já rendeu fortes críticas aos pastores que se manifestam contrários a ele na televisão, como já aconteceu com Marco Feliciano, Silas Malafaia entre outros.

Fonte: Gospel Prime
Divulgação: www.jorgenilson.com

14 de jan. de 2014

Pastor manda fiéis comerem grama para “ficarem mais perto de Deus”


Pastor manda fiéis comerem grama para “ficarem mais perto de Deus”; Veja fotos


Pastor manda fiéis comerem grama para “ficarem mais perto de Deus”; Veja fotosO crescimento de igrejas neopentecostais na África vem  despertando apreocupação de líderes evangélicos da região por conta das doutrinas e rituais que essas denominações têm difundido entre seus fiéis.
O mais recente exemplo de extravagância, por assim dizer, vem de uma denominação fundada pelo pastor Lesego Daniel, líder do Rabboni Centre Ministries (Centro de Ministérios Rabboni, em tradução livre).
Daniel pediu aos frequentadores da igreja que fossem ao lado de fora do templo e comessem grama, pois a ingestão da vegetação “os levaria para mais perto de Deus”. De acordo com o jornal Daily Mail, o pastor foi obedecido por vários fiéis.
“Sim, nós comemos grama e somos orgulhosos disso, porque isso demonstra que, com o poder de Deus, podemos fazer qualquer coisa”, diz Rosemary Phetha, 21 anos, estudante de direito . Numa entrevista ao jornal local Times Live, Rosemary disse que sofria com um problema de garganta, e após comer grama, as dores passaram.
Recentemente, numa reunião com mais de mil pessoas, Daniel ordenou a alguns fiéis que dormissem, e seis dos frequentadores caíram em sono profundo. De acordo com o R7, as demais pessoas davam tapas no rosto dos dorminhocos e estes não esboçavam nenhuma reação.
O pastor Lesego Daniel fundou o Rabboni Centre Ministries em novembro de 2012, depois de “escutar a palavra de Deus”. Daniel vem sendo criticado de forma intensa na África do Sul por conta dos “excessos” de sua liturgia incomum.
Veja fotos dos fiéis comendo grama durante reunião com o pastor Lesego Daniel:
Fiéis comem grama a mando do pastor para "ficarem mais perto de Deus"
Fiéis comem grama a mando do pastor para “ficarem mais perto de Deus”
"Refeição" do vegetal é apreciada por diversos seguidores do pastor Lesego Daniel
“Refeição” do vegetal é apreciada por diversos seguidores do pastor Lesego Daniel
Área de ingestão de grama foi isolada para que fiéis comessem à vontade
Área de ingestão de grama foi isolada para que fiéis comessem à vontade

Fonte: Gospelmais
Divulgação: www.jorgenilson.com