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28 de jul de 2008

André Petry, o gospelfóbico

André Petry, o gospelfóbico

JORGE NILSON

De maneira tão clara é a gospelfobia de Andre Petry, que o mesmo se utilizou da coluna da Revista Veja na Edição 2067, 2 de julho de 2008, para apoiar descaradamente a imoralidade em detrimento da moral. Segundo esse articulista, nós evangélicos somos “homofóbicos”, termo criado para detratar e denegrir àqueles que são contra à prática homossexual. Certamente esse articulista está desinformado sobre o teor desta lei. Se ele e os que defendem tal projeto de lei, não fossem tão gospelfóbico, eles não atacariam de maneira tão veemente os contrários, que diga-se de passagem, não são só os evangélicos ou os religiosos que são contra. Segundo ele, a lei será aprovada. Eu acredito que sim, pois os nossos parlamentares estão interessados nos votos futuros dos gays e estão importando-se mais com o politicatemente correto. Porém a vida não seguirá seu curso normal, pelo menos para a liberdade de expressão. Comparar esse projeto de lei com as reivindicações dos negros em 1946, é subestimar a nossa inteligência. Dizer que os evangélicos estão anunciando o apocalipse caso o senado aprove essa lei, isso é fazer calunia. Eu pergunto, não temos o direito de expressar o que pensamos? Só os gays têm o direito de irem a Brasília e fazer manifesto? Seremos processados sim, se expusermos os nossos princípios de fé, se essa lei for aprovada.. Já temos, para sua informação seu Petry, várias pessoas processadas por emitirem suas opiniões contrárias ao homossexualismo: Pr. Silas Malafaia, O blogueiro Julio Severo, a blogueira Jael Savali. E olhe que a lei não foi aprovada ainda. Recordar é viver.

Outra mentira de André Petry, é quando ele diz: “os evangélicos e aliados dizem que proibir a discriminação contra os gays fere a liberdade de expressão e religião”. Não apoiamos discriminação contra os gays e nem contra quem quer que seja. Se ser contra um comportamento é discriminação então esse articulista, também discrimina os evangélicos, pois claramente ele o fez no seu artigo. Não realizamos uma interpretação “tão grosseira” quando dizemos que seremos presos se falarmos em nossa pregação contra o homossexualismo. Seremos presos sim, é o que diz a o projeto de lei. Interpretação grosseira é comparar, como já disse as reivindicações dos negros com esta reivindicação.

Existe má fé, não só nesse articulista, como em toda a revista Veja. Fui assinante durante vários anos, e sempre vi a gospelfobia desta revista. Apelei várias vezes, para que a revista Veja fosse imparcial sobre temas religiosos, porém nunca obtive sucesso. Se todos os evangélicos fizessem como eu, cancelando a assinatura desta revista, talvez fossemos mais respeitados.
A lei proíbe sim a critica. A lei pune a opinião sim. Só um tendencioso como André Petry não enxerga isso. Não humilhamos os gays quando afirmamos que esse comportamento é errado e fere os padrões de Deus. Não podemos falar isso por que o Estado é laico. O Estado é laico quando o assunto é sobre os evangélicos. O Estado não é laico para gastar milhões de reais, reformando os templos católicos, defendendo-se debaixo do manto da lei do patrimônio histórico? O mesmo Estado é laico quando proibi ensino religioso de cunho evangélico nas escolas públicas, mas não é laico quando o ensino religioso é sobre religião africana?
Não dizemos que os gays são doentes e são filhos do demônio como caluniosamente este articulista acusa os evangélicos. Comparar os evangélicos a Ku Klux Klan ai sim, é apelar para o desespero, para o verdadeiro preconceito religioso. Veja deveria se envergonhar de ter em seus quadros um articulista tão caluniador e gospelfóbico. Cadê a liberdade de expressão que esta revista tanto esmera? Onde estão os diretores que se escondem dizendo que a opinião dos articulistas nem sempre concordam com a da revista? Vocês querem que acreditemos nesta desculpa esfarrapada?
Outro erro grotesco deste articulista é falar daquilo que ele não sabe. Ele diz sobre “doutrina de crença em forças sobrenaturais”. E ele sabe o que é isso? Ele fez teologia? Se fez, não está correto fazer tal afirmação contra os evangélicos.
Na realidade o triplo, e não duplo, equivoco foi dele. Primeiro não cremos que uma doutrina de crença em forças sobrenaturais autoriza alguém a fazer ou deixar de fazer alguma coisa. Cada pessoa recebeu de Deus uma missão e só ele sabe como deve se comportar. Segundo, não mandamos nenhum fiel discriminar quem quer que seja. Terceiro, se a lei não deve atribuir valor moral, então para que ela existe? Se o direito penal é um meio para garantir o convívio minimamente pacifico, por que então colocar um grupo em tratamento especial e prender os contrários? Quanto ao Supremo Tribunal Federal, VAMOS SIM RECORRER AO Supremo Tribunal Federal para impedir que a democracia seja barrada por pessoas como vocês, que se acham intocáveis. Na democracia é assim.
Quero lembrar que somos cristãos e defendemos sim a nossa crença. E daí? Vocês não defendem a ditadura gay, a liberação do uso da maconha, o assassinato de crianças através do aborto? Vocês não acreditam que o homem veio do macaco? Que existem extraterrestres? Vocês não acreditam nas imagens que “choram”? Na reencarnação? Que há moralidade e respeito num certo líder homossexual que, segundo ele, já teve relações sexuais com cerca de 500 homens? Pois é, cremos totalmente diferente disso tudo. E daí? Seremos tachados, como disse Veja, de fundamentalistas e retorno as trevas? Nunca conseguiram tapar a boca dos cristãos, e isso não vai acontecer agora.
Andre Petry, deixa entendido no seu infeliz e gospelfóbico artigo que os evangélicos de todo o Brasil não respeita a integridade física e moral dos gays. ISTO NÃO É VERDADE. Só falta dizer que os crentes saem dos cultos e vão matar gays nas ruas. Quanto aos supostos “evangélicos”, que lhe escreveram em apoio ao seu artigo, eles têm o direito de servir a dois senhores.
Quanto aos seres humanos, reconhecemos sim, que os seres humanos são diferentes das coisas. As pessoas têm sim, dignidade. Pois é justamente o que lhe falta ao tratar assim os evangélicos. Não aceitamos esse tipo de tratamento.

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