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27 de mai. de 2014

Líder da Record pede para fiéis boicotarem Copa do Mundo


Líder da Record pede para fiéis boicotarem Copa do Mundo





O Bispo Edir Macedo, dono da Rede Record e fundador da Igreja Universal do Reino de Deus, publicou um vídeo no YouTube em que pede para os fiéis realizarem um "jejum de informação" por 40 dias a partir do dia 10 de junho. O religioso cita nominalmente a Copa do Mundo, que começa em 12 de junho, e diz que o boicote servirá para uma experiência mais próxima com Deus.
"Quero dizer que a partir do dia 10 de junho vamos começar um jejum. Não o jejum de Daniel de 21 dias, mas o jejum que Jesus fez no deserto, de 40 dias e 40 noites. Só que ele ficou em jejum de comida. Nós vamos fazer um jejum espiritual, um jejum de informações. Um jejum de rádio, televisão, de tudo o que o mundo oferece. Um jejum de jogos, distrações, diversões", disse Macedo, citando em seguida o principal evento futebolístico do planeta.
"Inclusive nós vamos ter a Copa do Mundo, né. Mas nós estaremos fora da Copa, eu estarei fora da Copa 100%. Porque eu estarei acompanhando ou também no mesmo espírito com vocês. Não que eu necessite ter uma experiência com Deus, eu já tive, mas vou fazê-lo em favor de vocês, para que vocês também sejam estimulados", afirmou.
Segundo Macedo, os fiéis devem durante 40 dias consumir somente mídia que seja relacionada à religião, como filmes bíblicos. Ele inclusive faz um apelo para que as pessoas assistam no próximo mês à série "Milagres de Jesus", da TV Record.
"Estamos falando para as pessoas que querem essa nova vida, nascer de Deus, para fazer esse jejum de 40 dias. Para que elas venham a ter essa experiência pessoal com Deus, para que elas sejam novas criaturas. Sem futebol, sem diversão, sem cinema, sem televisão. Apenas você vai ter o direito de assistir à série sobre Jesus, 'Milagres de Jesus'. Vamos assistir a 'Milagres de Jesus', filmes bíblicos, que transmitam um espírito", declarou.
Fonte: Terra
Divulgação:www.jorgenilson.com


8 de mai. de 2014

1 de mai. de 2014

SBT confirma que Censura da Rachel é estratégia


SBT confirma que Censura da Rachel é estratégia





Fonte: Noticias Gospel
Divulgação: www.jorgenilson.com

30 de abr. de 2014

Evangélicos pedem boicote à novela da Globo por promover umbanda


Evangélicos pedem boicote à novela da Globo por promover umbanda

pedacinho
Mais de 85 mil pessoas já compartilharam a postagem da evangélica Dayhendyra Alves que publicou uma informação que tem dado o que falar no Facebook: A novela “Meu Pedacinho de Chão”, da Globo tem promovido a umbanda.
Para chegar à essa conclusão a jovem, que é cantora e compositora, precisou pesquisar sobre os nomes dos principais personagens e também sobre a cidade fictícia da novela.
Em seu relato, Dayhendyra diz que ficou incomodada quando viu a novela pela primeira vez. “Achei as roupas estranhas então decidi pesquisar”, escreveu.
A pesquisa resultou em algumas informações que a emissora carioca nega ter usado como base para construir a história que é assinada por Benedito Ruy Barbosa.
“Descobri que a Vila de Santa Fé é um terreiro e que os nomes dos personagens são de umbanda”, diz ela citando alguns exemplos que conseguiu encontrar.
Entre eles Epaminondas (Osmar Prado), chamado na novela de Epa, uma saudação ao Orixá Oxalá (Êpa Babá). Outro personagem que Dayhendya conseguiu ligar à umbanda foi Serelepe (Tomás Sampaio). “SERELEPE: Seus sinônimos são Gay, excitado, inquieto, danado, caxinguelê, conhecido na umbanda como Joãozinho, Saci Pererê, Negrinho do Pastoreio e Serelepe da Umbanda (sapeca adora balas e doces)”, diz a jovem mineira que mora em Belém do Pará.
Dayhendya lista diversos nomes de personagens e encerra o alerta fazendo um clamor: “Que o Senhor Jesus nos lave com seu poderoso sangue e abra nossos olhos!”. Por conta da postagem, diversos evangélicos se comprometerem em fazer um boicote à novela que já vem apresentando uma grande rejeição do público.
De acordo com o site Notícias da TV “Meu Pedacinho de Chão” tem marcado os índices mais baixos de todas as novelas das 18h que a Rede Globo já exibiu. O site especializado em notícias sobre o mundo da televisão entrou em contato com a emissora que garantiu que a trama não foi inspirada na umbanda e nem faz referências à essa religião.
Confira a postagem:
Um alerta sobre a novela meu pedacinho de chão!!!
Quem tem ouvidos, ouça o que o espírito diz às igrejas. O que você tem deixado entrar na sua casa? Me senti incomodada com a novela das 18:00hs (meu pedacinho de chão), achei as roupas estranhas então decidi pesquisar, não achei nada tenebroso rs…
Mas Deus me tocou para pesquisar nome por nome, descobri que a vila de Santa Fé é um “terreiro” e que o nomes dos personagens são de “umbanda”. Veja: Epaminondas chamado de êpa significa: saudação ao orixá oxalá (êpa babá). Serelepe: seus sinônimos são gay, excitado, inquieto, danado, caxinguelê, conhecido na umbanda como Joãozinho, Saci Pererê, negrinho do pastoreio e serelepe da umbanda (sapeca adora balas e doces).
Pituca: boneca pituca, esoterismo e ocultismo, famosa mãe de santo, e filha de orixá Viramundo/giramundo. Exú Gina: famosa mãe de santo, a voz de oyá, yansã e Ruy de Ogum, está representando o lesbianismo. Amância: filha de Oxum. Dona Tereza: cigana, Oxum panda, cabloca, no grego significa seifera e caçadora. Tuim: santo, saudação de umbanda.
Mãe benta: mãe de santo Catarina: mãe de santo rodapé: pé que gira. Pedro Falcão: falcão povo das águas, oxum tem um senhor que vive de chapéu fumando cachimbo com bengala na mão esse vocês já sabem. Estes são apenas alguns… Que o Senhor Jesus nos lave com seu poderoso sangue e abra nossos olhos!
Fonte: Gospel Prime
Divulgação: www.jorgenilson.com

10 de abr. de 2014

Sheherazade fala sobre a perseguição Petista


Sheherazade fala sobre a perseguição Petista








Fonte: Admiradores de Rachel Sheherazade

Divulgação: www.jorgenilson.com

13 de mar. de 2014

A luta de classes no Brasil


    A luta de classes no Brasil
        Olavo de Carvalho
        A luta de classes, no Brasil, não é entre operários e patrões. É entre o Lumpenproletariat que Marx abominava e a maioria da população, especialmente a classe média, aí incluída uma boa parcela do operariado, se não ele todo.
         
        Cada uma dessas facções tem seus aliados permanentes. A primeira tem, acima de tudo, o governo e os partidos de esquerda que o dominam. Aí mesclados, vêm logo os intelectuais acadêmicos e os estudantes universitários. Destes últimos, cinqüenta por cento, segundo um cálculo otimista, são analfabetos funcionais. Excluídos irremediavelmente da alta cultura, e não tendo a menor idéia de que são vítimas de si mesmos, encontram no ódio projetivo à sociedade o alívio de uma culpa recalcada no mais fundo do seu inconsciente. Sentem por isso uma afinidade instintiva com os bandidos, drogados, narcotraficantes, prostitutas, prostitutos e outros marginais. A terceira faixa de aliados do Lumpen são as ONGs, as fundações bilionárias e os organismos internacionais, que não cessam de nos impor leis e regulamentos que praticamente inviabilizam a ação da polícia e desarmam a população, a qual assim não tem meios de defender-se nem de ser defendida. Em seguida, vem a grande mídia, que, mesmo onde discorda do governo em algum ponto de seu específico interesse, não deixa de fazer eco passivo aos mesmos critérios de julgamento moral que orientam os governantes, aplaudindo, por exemplo, a senadora Benedita da Silva quando esta se debulha em lágrimas por um bandidinho estapeado e amarrado a um poste e não diz uma palavra quanto à menina queimada viva no Maranhão ou, mais genericamente, quanto aos setenta mil brasileiros assassinados por ano. O alto clero católico, por meio da CNBB, comunga dos sentimentos da senadora Benedita. Vêm, por fim, os patrões, os capitalistas, os burgueses. Estes não costumam pronunciar-se de viva voz nessas questões, mas, como aliados e colaboradores ao menos passivos do governo, dão sustentação econômica e psicológica à política pró-Lumpenproletariat.
         
        A outra facção – o restante da população brasileira – encontra apoio em mais ou menos uma dúzia de jornalistas, radialistas e blogueiros execrados pelo restante da sua categoria profissional, entre os quais eu mesmo, o Reinaldo Azevedo, a Rachel Sheherazade, o Felipe Moura Brasil, o Rodrigo Constantino, a Graça Salgueiro. Tem também algum respaldo – tímido – nas polícias estaduais, em alguns púlpitos evangélicos isolados e em dois ou três parlamentares, como Jair Bolsonaro e Marcos Feliciano, que na Câmara Federal imitam João Batista pregando aos gafanhotos. That’s all, folks.
         
        Nada caracteriza melhor a presente situação do que a total inversão das proporções, em que os nominalmente desamparados recebem todo amparo do establishment e a população inerme se torna a imagem odienta do opressor capitalista.
         
        No caso do garoto amarrado no poste, a reação indignada contra os populares que ousaram “fazer justiça com as próprias mãos” partiram especialmente de pessoas que, quatro décadas atrás, faziam exatamente isso. Mas ninguém, no Parlamento ou na mídia, terá a coragem de espremer a presidente Dilma na parede com a pergunta: Quando você assaltava bancos, estava cometendo uma injustiça ou fazendo justiça com as próprias mãos? Tertium non datur.
         
        No entender do nosso governo, só quem tem o direito e até o dever de fazer justiça com as próprias mãos quando acha que a Justica falha são os terroristas de esquerda, como José Genoíno e a própria Dilma. Esses têm o direito até de condenar à morte e executar a sentença. Os outros  têm a obrigação de aceitar resignadamente o homicídio, o roubo, o estupro como se fossem fatalidades da natureza.
         
        Mais significativo ainda é que, quando a Rachel Scheherazade, com lógica inatacável, explicou a agressão ao delinqüentezinho como reação espontânea e quase inevitável de uma população desprovida de proteção estatal, os mesmos que criaram essa situação tenham saído gritando “Apologia do crime! Apologia do crime!”, como se eles próprios não viessem há décadas fazendo a apologia dos terroristas que um dia, sentindo cambalear muito menos do que hoje a ordem legal, tomaram a justiça nas suas próprias mãos.
         
        Todas as idéias e atitudes do grupo pró-Lumpen, especialmente as dos professores e estudantes universitários, explicam-se por dois fatores igualmente endêmicos: o analfabetismo funcional e o fingimento histérico. Ambos, intimamente associados, deformam o sentido de todas as comunicações verbais e invertem a ordem da realidade. À aliança de marginais, governo, ONGs, capitalistas, igreja, mídia e intelectuais, chamam “povo oprimido”. Ao restante, “minoria privilegiada”.
         
        De todas as classes que compõem a sociedade brasileira, só uma ainda não tomou partido nessa guerra: as Forças Armadas. Seu silêncio pode tanto refletir uma indecisão perplexa quanto um ódio contido. Na primeira hipótese, quando acabará a indecisão? Na segunda, ódio a quem? As Forças Armadas são o fiel de balança. O futuro depende inteiramente delas.
         
        Fonte: Mídia Sem Máscara
Divulgação: www.jorgenilson.com

17 de fev. de 2014

Jornalista humilha a presidente Dilma em vídeo: 'Cara de pau'; assista

Jornalista humilha a presidente Dilma em vídeo: 'Cara de pau'; assista


O jornalista Augusto Nunes replicou as recentes declarações da presidente Dilma Rousseff, segundo as quais seus críticos seriam "caras de pau"(saiba mais clicando aqui). Assista abaixo:




Brasil Contra Corrupção

Divulgação: www.jorgenilson.com

11 de fev. de 2014

À sua maneira, a morte de Santiago foi cuidadosamente planejada. Ou: Um vídeo com estrelas globais e um juiz que exalta a tática black bloc, que matou o cinegrafista

À sua maneira, a morte de Santiago foi cuidadosamente planejada. Ou: Um vídeo com estrelas globais e um juiz que exalta a tática black bloc, que matou o cinegrafista


Como eu sou contra a censura; como eu me oponho ao cerceamento da imprensa; como eu acho que estamos lidando com fascistas asquerosos, que odeiam a liberdade, eu vou lembrar todos aqueles que ajudaram a criar o clima que resultou na morte de Santiago Andrade.
No dia 28 de outubro, escrevi um post sobre a convocação que descoletesglobais e outros faziam para novos protestos no Rio. Vejam no arquivo quantas vezes este cão danado aqui apontou que, em Banânia, artista é tratado como pensador — e, infelizmente, muitas vezes, pensadores anseiam a fama de artistas. Os que deveriam buscar aplausos querem ser reconhecidos como filósofos, e alguns “filósofos”, por sua vez, só querem ser aplaudidos…
Abaixo, há um vídeo em que alguns rostos muito conhecidos, outros menos, convocam a população para um protesto. Assistam. Volto em seguida.


Voltei
1: Como vocês viram, um dos alvos da insatisfação é a tal “mídia”. Vocês sabem a quem pertence a agenda que, no fim das contas, criminaliza mesmo é a imprensa. Aliás, o maior “grupo de mídia” do país são as Organizações Globo, que detêm concessões de TV aberta, por assinatura e de rádio, jornal, revista etc. Assina a carteira de trabalho de boa parte dos bacanas. Isso não quer dizer que não possam e não devam dizer o que pensam e discordar. Mas, então, que deem nome aos bois. Qual “mídia” trata de modo inadequado os “manifestantes”? Como sabe toda gente, ao contrário do que se anuncia acima,A IMPRENSA TEM SE NEGADO A CRIMINALIZAR ATÉ MESMO OS CRIMINOSOS.
2: Quem não faz a distinção entre manifestantes e bandidos são os atores globais e os outros dois ou três que se manifestam. Notem:
a) não há uma só palavra de censura às depredações;
b) a polícia é vista como a única responsável pelos confrontos;
c) pessoas detidas depredando a cidade são chamadas de “presos políticos”.
3: Uma jovem chamada Bianca Comparato — nunca vi, mas parece ser atriz —, aos 3min23s, defende, as palavras fazem sentido, o quebra-quebra. Transcrevo sua fala (em vermelho):“[órgãos de imprensa] só reportam o que é que foi quebrado, o que foi destruído. E eu também acho que tem de parar para pensar o que é que está sendo destruído. São casas de pessoas, como (sic) a polícia joga uma bomba de gás dentro de um apartamento? Não! São lugares simbólicos”.
Nunca vi a PM jogando bombas de gás dentro de apartamentos, mas Bianca viu. Ok. Mas isso não é o mais importante. É evidente que ela está defendendo a ação de destruição dos black blocs, mas só a dos “lugares simbólicos”. Do quê? Que eu saiba, quebram bancos, lojas, prédios públicos, praças, estações de trem, de metrô… Lugares simbólicos da civilização?
4: Algumas estrelas do vídeo merecem breves considerações:
a) Wagner Moura, hoje, é o líder dos engajados no Brasil. Tornou-se uma espécie de garoto-propaganda do PSOL, em especial da linha freixista (de Marcelo Freixo);
b) Marcos Palmeira é genericamente a favor de coisas boas, belas e justas, especialmente as ligadas à natureza. Foi uma das estrelas daquele vídeo patético contra Belo Monte. Palmeira sabe como cuidar da questão energética brasileira e, como se vê, é um profundo pensador da democracia. Eduardo Campos o quer como candidato ao governo do Rio pelo PSB.
c) Camila Pitanga é militante petista e garota-propaganda da Caixa Econômica Federal, em especial do programa Minha Casa Minha Vida. Já está engajada na candidatura de Lindbergh Farias ao governo do Rio.
No dia 17 de junho, no Rio, aconteceu isto aqui, vejam:

Os “artistas”, evidentemente, não disseram uma só palavra de censura ao comportamento dos manifestantes. Linchar policias pode. Mas o silêncio não é o mais grave. No vídeo que convoca um novo protesto, a violência dos vândalos não só é negada como chega a ser bem-vista e estimulada por uma das participantes. Se quem editou as falas manteve a de Bianca Comparato e se todos concordam com o produto final, então é evidente que a endossam. Eu sou, claro!, um rottweiler feroz. Mansas são as pessoas que acham que “destruir lugares simbólicos”, num protesto, é coisa de gente que só quer um país melhor.
Um juiz na turma
Há algo ainda mais escandaloso no vídeo acima. Ali está também um juiz, conforme contei aqui no dia  30 de outubro:
Aqui está ele.
juiz manifestação
A personagem em questão é o juiz João Damasceno, da 1ª Vara de Órfãos e Sucessões, no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro. Tento de novo: temos um juiz, do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, que participa de um vídeo que convoca manifestações e que acolhe as ações dos black blocs, que, afinal de contas, só depredam o que tem de ser mesmo depredado, segundo se entende….
O juiz Damasceno pertence a tal entidade “Associação Juízes para a Democracia”, como se fosse possível haver uma outra, em que juízes fossem contra a democracia. Esse grupo, declaradamente de esquerda (e sabemos como países socialistas foram verdadeiros reinos de justiça) tem noções muito particulares de direito. Já entrei em alguns embates com eles aqui. Um de seus membros resolveu que, se me ofendesse bastante, elucidaria os absurdos escritos num documento da entidade.
Não pensem que Santiago Andrade morreu por acaso. À sua maneira, essa morte foi cuidadosamente planejada.
Por Reinaldo Azevedo

Divulgação:www.jorgenilson.com

9 de fev. de 2014

Sheherazade fala sobre polêmica: PT e PSOL defendem a censura


* Com Gabriel Vaquer

 

Sheherazade fala sobre polêmica: PT e PSOL defendem a censura

Em conversa exclusiva, âncora comenta repercussão de comentário no "SBT Brasil"

Nesta semana, um dos nomes mais falados na internet e na política foi o de Rachel Sheherazade.

Tudo porque a apresentadora do jornal "SBT Brasil" emitiu uma opinião na última terça-feira (04) sobre um jovem de 15 anos, acusado de roubo, que foi agredido e acorrentado por populares no Rio de Janeiro.
Para a âncora, em um país onde há grandes índices de violência, as atitudes dos chamados vingadores são consideradas compreensíveis.

A jornalista ainda classificou o fato como uma "legítima defesa coletiva de uma sociedade sem Estado" e incentivou que os defensores dos direitos humanos fizessem um "favor" ao Brasil e adotassem um bandido.
Veja o vídeo:

A crítica de Sheherazade alcançou enorme repercussão e gerou reclamações de muita gente, inclusive de partidos e sindicatos. O PSOL protocolou uma representação na Justiça por crime de incitamento à violência.

Já o Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Município do Rio de Janeiro e a Comissão de Ética também se manifestaram contrários ao posicionamento da âncora. Tais órgãos alertaram para a grave violação de direitos humanos através do pronunciamento da jornalista.

Em entrevista exclusiva ao NaTelinha, Rachel falou sobre sua opinião emitida no "SBT Brasil" e não poupou críticas aos que falaram mal dela.

Confira na íntegra:

NaTelinha - Você tem algum receio de que as suas opiniões polêmicas coloquem em cheque sua credibilidade?

Rachel Sheherazade - 
Opiniões não afetam a credibilidade. Quando você exibe sua opinião, você toma posicionamentos, mostra quem é, como pensa. Se opiniões depusessem contra nossa reputação só os idiotas teriam crédito.


NaTelinha - O que tem a dizer sobre a representação do PSOL contra você e do comunicado do Sindicato dos Jornalistas do Rio de Janeiro repudiando sua critica?

RS - 
O PSOL é um partido que vem ganhando as manchetes dos jornais por seus escândalos de desvio de dinheiro público e fraudes. É uma legenda insignificante, inexpressiva, que agora, às vésperas da eleição, quer ganhar as manchetes, se fazer presente de alguma forma. Procurava uma vítima para chamar de sua e uma algoz a quem pudesse acusar, desviando, assim, a atenção dos eleitores de seus escândalos políticos recentes. Assim como o PT, o PSOL também defende o controle da mídia, que nada mais é do que a volta da CENSURA aos meios de comunicação. O partido acusa-me de incitação à violência quando simplesmente faço uso de um direito constitucionalmente garantido - a liberdade de expressão. Portanto, é um partido anti-democrático, que não tolera a imprensa livre. Seu presidente usou o plenário da Câmara para me fazer acusações levianas, na esperança de ganhar dividendos eleitorais.

Já o sindicato dos jornalistas do RJ, em vez de defender seus profissionais e a liberdade de imprensa, está jogando o jogo dos maus políticos, promovendo a volta da mordaça. O sindicato acaba maculando sua própria credibilidade, como entidade representativa dos direitos dos jornalistas. Só tenho a lamentar...

Agora eu me pergunto: que tipo de apoio o PSOL, o PT, o Sindicato dos Jornalistas do RJ e as ONGs de Direitos Humanos fizeram até agora pelo infrator preso ao poste? Alguma dessas entidades lhe socorreu? Estendeu-lhe a mão? Ou ele só foi usado como discurso panfletário e nada mais?
 

NaTelinha - O pessoal mais de direita te defende. Até dizem que você é reacionária. Concorda?

RS - 
Sou, de fato, uma pessoa com valores conservadores, muito mais à direita que à esquerda. Quero conservar o Estado democrático de Direito, a família, a propriedade privada, o voto livre, o parlamento forte, a Justiça independente, a liberdade religiosa, as garantias constitucionais, a paz social, a manutenção da ordem, o direito à vida... Se tenho atitudes reativas é porque reajo contra a corrupção, a violência, a impunidade, a falência do ensino, o desrespeito às nossas instituições e tudo o que põe em risco nossas maiores e mais importantes conquistas sociais.


NaTelinha - Você acha que, em algum momento de suas opiniões nestes anos de "SBT Brasil", você tenha quebrado a ética jornalística?

RS - 
De forma alguma! Defendo, antes de tudo, a democracia, a legalidade, o bem comum, a ordem, e principalmente, os direitos dos cidadãos de bem esquecidos pelo Estado.


NaTelinha - No "SBT Brasil" desta quinta-feira (06), você deu explicações sobre sua opinião de terça (04). Foi obrigada pela direção de jornalismo a fazer isso? Como se sentiu diante de tantas críticas?

RS - 
A ideia de voltar ao assunto foi do nosso diretor de Jornalismo [Marcelo Parada] e acatei na hora. Fazemos um jornal muito transparente e somos muito próximos ao nosso público telespectador. Tamanha repercussão sobre aquele assunto não poderia passar em branco no SBT BRASIL.

Quanto as críticas, eles serão sempre bem vindas. É para isso que analisamos os fatos, nos posicionamos diante da notícia. O objetivo não é empurrar goela abaixo nossa opinião, mas fomentar debates na sociedade. Permitir ao telespectador um olhar mais apurado e aprofundado sobre a realidade do país.

Fonte: UOL
Divulgação: www.jorgenilson.com

7 de fev. de 2014

Querem sodomizar nossas crianças, diz Joide Miranda sobre beijo gay

Querem sodomizar nossas crianças, diz Joide Miranda sobre beijo gay

O pastor fez um apelo para que católicos e evangélicos se posicionem contra a ação que quer sodomizar as crianças
Querem sodomizar nossas crianças, diz Joide Miranda sobre beijo gayQuerem sodomizar nossas crianças, diz Joide Miranda sobre beijo gay
 O pastor Joide Miranda gravou um vídeo e postou em seu canal no Youtube criticando o beijo gay dado no final da novela “Amor à Vida”, exibido na última sexta-feira (31) pela Rede Globo.
Como ex-homossexual, Miranda afirmou que está indignado, não com os ativistas, mas com o movimento LGBT e com o movimento Queer que tem ganhado força no Brasil tem como lema a frase “nós sodomizaremos os vossos filhos e os vossos netos”.
“Eu me sinto como um beija-flor tentando salvar uma floresta”, confessa o pastor. “Esses programas de televisão, essas novelas diabólicas estão querendo sodomizar as nossas crianças”.
Após explicar o objetivo desses grupos, Joide Miranda faz um apelo aos líderes cristãos, católicos e evangélicos, para que estejam atentos na defesa da família.
“Qual o modelo de família que Deus deixou para nós lá em Gênesis? É macho e fêmea. Qual foi modelo que Jesus deixou para os católicos e para todos os cristãos no Novo Testamento? José, Maria e o menino Jesus”.
Outra análise que o pastor fez sobre a novela escrita por Walcyr Carrasco foi a respeito das mulheres que foram más morreram, mas o personagem Félix, que também foi mal, teve um final feliz.
Assista:
Fonte: GOSPEL PRIME
Divulgação: www.jorgenilsom.com

4 de fev. de 2014

A crença na "cultura da periferia" é coisa de gente com miolo mole


A crença na "cultura
da periferia" é coisa de
gente com miolo mole

E não é que o pensamento social moreno resolveu inventar? Num rasgo de criatividade, deu à luz uma jabuticaba teórica que chamarei aqui de Antropologia da Maldade. O seu objeto de estudo – ou de culto – são os índios bororos que moram nos morros do Rio. Ou os nhambiquaras do Capão Redondo, em São Paulo. Ou os caetés da periferia de Vitória. Ou os tupiniquins de qualquer aglomerado pobre do Brasil. A exemplo de boa parte das idéias inúteis que circulam no país, os antropólogos da maldade estão nos cursos de humanidades e ciências sociais das nossas universidades, mas também se espalham pelas redações e chegam à televisão. Ocupam ainda posições de estado. Sua sacerdotisa midiática é a atriz Regina "Casebre". A cada vez que ela proclama que "a periferia é o centro" – ou o contrário, sei lá –, somos remetidos imediatamente aos versos do inglês Auden (1907-1973): "And the crack in the tea-cup opens / A lane to the land of the dead". A fenda na xícara de chá abre uma vereda para a terra dos mortos.

Sei que pôr Auden e Regina Casé num mesmo parágrafo pode parecer certo exagero. Comentando esses mesmos versos num texto da década de 70, o jornalista Paulo Francis (1930-1997) observou que a xícara de chá representava a velha ordem do Império Britânico e de suas classes dominantes. Trincada a xícara – um mundo, então, que desaparecia –, abriu-se caminho para as tragédias das duas grandes guerras. Nossa "xícara" é outra. Não chegamos a ter uma "aristocracia", mas já tivemos algumas ambições. O certo é que a Antropologia da Maldade decidiu fazer da barbárie uma civilização.

Um antropólogo da maldade não acredita ser possível ensinar matemática ou a poesia de Camões e Manuel Bandeira ao morro ou à periferia, mas está certo de que o morro e a periferia é que têm de ensinar funk e rap aos "imperialistas" e aos "playboys", já que se trataria da expressão de um novo sistema de valores. É como se aquela "civilização" já não fosse a nossa. Perguntaram certa feita ao antropólogo francês Lévi-Strauss (na verdade, nascido em Bruxelas) se ele havia se identificado com os índios que estudara. "De modo nenhum!", respondeu. Os nossos antropólogos da maldade não chegam exatamente a se identificar com a "civilização" do morro e da periferia, mas têm por ela um respeito basbaque e reverencial. Lutam para preservá-la da nefasta influência da cultura central, esta nossa – vocês sabem, corroída pelo materialismo, pelo capitalismo e por um moralismo de fachada.

Que coisa formidável! Estamos diante da defesa de uma nova forma de apartheid, um dos refúgios do "pensamento" da esquerda contemporânea. Se a tentativa de ver a "cultura da periferia" como um sistema com valores próprios é só coisa de gente de miolo mole, uma banalidade, essa visão "preservacionista" da civilização da miséria pode assumir uma face cruel quando o assunto é, por exemplo, segurança pública. A polícia, segundo os antropólogos da maldade, estaria proibida de subir o morro sem o prévio consentimento da "comunidade", ou isso caracterizaria uma "invasão". A disposição de enfrentar o crime, que seqüestra as áreas pobres das cidades, é encarada como um ato de guerra, uma hostilidade a um país estrangeiro. E os mortos nos confrontos – exceção feita aos policiais, os "soldados invasores" – serão sempre vítimas inocentes do país agressor.
Lévi-Strauss poderia ensinar a essa gente que os costumes e hábitos de superfície das sociedades – e, pois, também dos morros e das periferias – são manifestações de estruturas de poder. Parecem-me indecentes os protestos de artistas contra a ação da polícia no Rio em contraste com o seu silêncio então cúmplice diante do fato de que os soldados do tráfico matam livre e impunemente nas favelas. A estupidez reacionária desses progressistas chega ao ponto de considerar que isso é coisa "lá deles", da "outra cultura", "matéria da autodeterminação dos povos". Será que devemos reagir ao assassinato dos nossos pobres com o mesmo distanciamento antropológico com que reagimos ao infanticídio entre os ianomâmis?

É improvável que Lévi-Strauss retorne ao Brasil, repetindo a façanha de 1934, quando veio dar aula na Universidade de São Paulo. Agora com 99 anos, completados neste 28 de novembro, é compreensível que tenha outras prioridades. Se o fizesse, talvez aproveitasse para adensar ainda mais a sua obra-marco,Antropologia Estrutural, ou, então, entre a melancolia e o escárnio, perceberia que fez muito bem em esculhambar o país em Tristes Trópicos, obra de 1955 com apontamentos sobre comunidades indígenas brasileiras e notas sobre a nossa cultura urbana. Sobrou até para os universitários, como não? Nos anos 30, eles demonstravam certo desprezo pelos livros de referência, preferindo os resumos. Sua curiosidade intelectual se igualava a uma inquietação gastronômica, e o que parecia inteligência era só disputa por prestígio e vanglória...

  
Divulga��o TV Globo
Regina Casé, em seu programa de TV: a barbárie vista como civilização
Se voltasse, o quase centenário estudioso teria a chance de conhecer, então, esse novo saber. Por enquanto, ele está mais bem adaptado ao clima e à geografia do Rio, mas floresce também em São Paulo, uma cidade mais vetusta, razão por que os antropólogos da maldade, por aqui, costumam se esconder dentro de batinas – ainda que meramente simbólicas – e se entregam a folias físicas e metafísicas com seus "correrias" de estimação. Quando Lévi-Strauss conheceu os índios bororos e nhambiquaras (os de verdade), sabia estar lidando com civilizações que estavam em outro estágio do domínio da natureza, mesmo para os padrões do Brasil, que já lhe pareceu, à sua maneira, tão primitivo, com suas cidades que iam do nascimento à decadência sem conhecer o apogeu.

Ele jamais demonstrou qualquer simpatia pelos grupos que estudou. Constituíam o seu material de trabalho. Bastava-lhe identificar as estruturas, o conjunto de relações, que fazem com que as sociedades sejam o que são – à sua maneira, de fato, cada uma delas encerra um mundo completo e dinâmico. Assim, é perfeitamente possível supor que a cultura ianomâmi seja eficiente para... um ianomâmi. E só outro indivíduo do mesmo grupo é capaz de propor questões pertinentes que mudem a sua história. Veja como sou multiculturalista hoje em dia. Mas, confesso, no tempo de padre Anchieta, meu negócio era catequizar a bugrada.

Para os antropólogos da maldade, os morros e as periferias são civilizações independentes, com estruturas simbólicas definidas pelos indivíduos das tribos, e a postura progressista de um estudioso implica deixá-los entregues à sua própria dinâmica, à sua cultura, a seus valores. Mais do que isso: "eles" teriam algo a nos ensinar, assim como se supõe, ainda hoje, que os silvícolas – veja como sou antigo – podem nos abrir as portas da percepção para a generosidade, a convivência pacífica com a natureza, a igualdade, o associativismo... Poucos se dão conta de que ser índio pode ser chato, difícil e cruel. O Brasil adotou o "bom selvagem" de Rousseau (1712-1778) – o "suíço, castelão e vagabundo", como o chamou o poeta português Fernando Pessoa –, mas não deu a menor bola para as ironias do livro Cândido, de Voltaire (1694-1778), este, sim, um francês legítimo, que fez pouco caso da idéia de um homem em harmonia com a natureza.

A periferia e o morro não são o centro. Continuarão a ser o morro e a periferia, e seus "valores" particulares não são senão a manifestação de uma utopia regressiva de basbaques ideológicos que imaginam converter um dia a linguagem da violência em resistência política. Aquela gente não é o "outro". Aquela gente somos nós, só que "sem fé, sem lei e sem rei": sem esperança, sem estado e sem governo.

Mas você sabe: eu sou muito reacionário. Progressistas são os antropólogos da maldade, desbravadores das veredas que levam à terra dos mortos.

Fonte: Reinaldo Azevedo

Divulgação: www.jorgenilson.com

22 de jan. de 2014

Padre Fábio de Melo defende casamento civil gay

Padre Fábio de Melo defende casamento civil gay

O religiosos afirma que os sacerdotes precisam fazer separação entre religião e direitos civis 
Padre Fábio de Melo defende casamento civil gay 
Um dos líderes católicos mais conhecidos do Brasil, o “padre cantor” Fábio de Melo participou do  programa Altas Horas, da rede Globo, que foi exibido na madrugada de domingo, 19.
Entre as perguntas que ouviu da plateia, precisou dizer qual era a sua opinião sobre o casamento gay. O padre, de 42 anos, que é escritor e professor universitário, com pós-graduação na área de educação, elaborou a resposta fazendo uma distinção entre religião e direitos civis.
Evitando uma abordagem direta, explicou: “A gente precisa dividir bem a questão. Uma é a questão religiosa, o posicionamento das religiões, que têm todo o direito de não aceitar, de não ser a favor. É um direito de cada religião. Se você faz parte daquela religião, daquela instituição, você vai submeter-se à regra. Só que há também a questão cível, que não podemos interferir, que não é religiosa, que é o direito de duas pessoas reconhecerem uma sociedade que existe entre elas.”
Para o sacerdote, os líderes religiosos deveriam fazer essa distinção: “Acredito que o esclarecimento que precisamos ter, como líderes religiosos, é justamente a distinção. Se você quiser, pode chamar isso de casamento ou não, mas de uma união que esteja civilmente amparada, para que as pessoas possam garantir direitos que não são religiosos. São duas coisas diferentes”.
Considerado um assunto polêmico, o casamento gay já rendeu fortes críticas aos pastores que se manifestam contrários a ele na televisão, como já aconteceu com Marco Feliciano, Silas Malafaia entre outros.

Fonte: Gospel Prime
Divulgação: www.jorgenilson.com

20 de jan. de 2014

Aos doze anos, Jackie Evancho, louva a Deus e encanta a todos na platéia



Aos doze anos, Jackie Evancho, louva a Deus e encanta a todos na platéia




Fonte: You Tube
Divulgação: www.jorgenilson.com

13 de jan. de 2014

Evangélica, Rachel Sheherazade diz que a fé é 100% importante

Evangélica, Rachel Sheherazade diz que a fé é 100% importante

Ela é criticada por seus comentários conservadores contrários à descriminação do aborto e das drogas
Evangélica, Rachel Sheherazade diz que a fé é 100% importante 
Evangélica, Rachel Sheherazade diz que a fé é 100% importante
A jornalista Rachel Sheherazade confirmou em entrevista à Folha de São Paulo que é evangélica e disse também que sem a fé, não conseguiria suportar as dificuldades que enfrenta desde que assumiu a cadeira do SBT Brasil.
“A fé é 100% importante. Não teria resistido às dificuldades que encontrei aqui se não fosse pela fé”, disse ela que é cristã desde os 23 anos.
Natural de João Pessoa (PB), a jornalista se mudou para São Paulo após fazer sucesso na internet por seu comentário, feito na TV Tambaú, criticando o Carnaval. Foi o próprio Silvio Santos quem pediu para que ela fosse contratada para assumir o principal programa jornalístico da emissora.
Dona de opiniões fortes, Rachel tem conquistado fãs e muitos inimigos. Recentemente ela foi criticada pelo filósofo Paulo Ghiraldelli, que pelo Twitter escreveu: “Meus votos para 2014: que a Rachel Sheherazade seja estuprada”. O caso fez com que a jornalista desistisse das redes sociais e entrasse com uma ação contra Ghiraldelli.
Mas este não foi o único caso, a apresentadora do SBT também foi muito criticada quando saiu em defesa da permanência do deputado pastor Marco Feliciano na presidência da Comissão de Direitos Humanos, lembrando em seu discurso que haviam deputados condenados pelo Supremo Tribunal Federal que estavam ocupando cargos na Comissão de Constituição e Justiça.
Em sua opinião, toda a polêmica em volta de Feliciano foi por ele ser pastor evangélico. “Ele sofre perseguição religiosa”, disse.
Vista como uma pessoa conservadora, Rachel contou que mudou sua orientação política depois de se decepcionar com o Partido dos Trabalhadores (PT).
“Eu era de esquerda. Pintei a cara para o Collor sair. Votei no Lula até ele ser eleito. Me decepcionei com o PT”, revelou a jornalista.
Na tela do SBT ela já se mostrou contrária à descriminação do aborto e das drogas. Um de seus comentários mais recentes foi criticando a postura do presidente do Uruguai, José Mujica, por estar liberando o consumo da maconha. A decisão do político foi considerada por ela como “abominável” fazendo com que o país se torne “sócio de traficantes”.
Fonte: GospelPrime
Divulgação: www.jorgenilson.com