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3 de nov. de 2009

Escravidão educacional para crianças de 4 anos

Julio Severo


Estimados amigos

Sem consultar os pias, Câmara dos Deputados e Senado aprovaram emenda à Constituição que obrigará pais a entregar filhos de 4 anos à institucionalização escolar.

Há dois artigos muito imortantes neste email. Use-os para mobilizar seus amigos, igrejas, etc. Divulgue-os a todos. Publique-os de todas as formas possíveis. Escreva aos senadores. Mostre que você não está contente com o que todos eles fizeram sem consultar a população.

Julio Severo


Escravidão educacional para crianças de 4 anos


Cavalo-de-tróia no Congresso Nacional altera Constituição para estabelecer institucionalização compulsória de crianças novas

Julio Severo

Foi aprovada de forma conclusiva no Senado Federal, em 28 de outubro de 2009, a PEC 96A/03, que aumenta o orçamento para educação. A votação teve a presença de 52 senadores, e todos sem exceção votaram a favor do aumento do orçamento — um aumento que implicará mais sacrifícios do bolso do trabalhador brasileiro para a interminável sede de impostos do governo.
Mas não é só no bolso que o brasileiro será atingido. A PEC (que significa Proposta de Emenda à Constituição) torna, conforme informou o jornal esquerdista Folha de S. Paulo, “obrigatório o ensino para crianças e jovens de 4 a 17 anos. Hoje, a obrigatoriedade abrange a faixa etária de 6 a 14 anos. Com isso, seriam acrescentados dois anos da pré-escola e o ensino médio”.


Foi muito fácil aprovar a redução da idade para o ensino obrigatório, pois ninguém suspeitou que uma medida insípida sobre orçamento carregava uma armadilha para todas as famílias do Brasil. A PEC sobre orçamento, que já havia sido aprovada na Câmara dos Deputados (onde recebeu o enxerto da institucionalização forçada das crianças de 4 anos), foi o cavalo-de-tróia do governo para capturar as crianças, arrancando-as mais cedo da esfera de seus pais e ferindo diretamente a autoridade dos pais.


Quando for promulgada em breve, essa PEC fará a Constituição “matar dois coelhos numa só cajadada”, obrigando os cidadãos a entregar mais de seu dinheiro para o Estado piranha e obrigando-os a entregar seus filhos mais cedo para o controle estatal disfarçado de “educação gratuita”.


Essa é a segunda vitória de Lula na área da educação. A primeira foi quando seu governo abaixou, sem nenhuma oposição, a idade de obrigatoriedade para 6 anos. O que essa obrigatoriedade fará é dar para as crianças de 4 anos o que as crianças de 6 anos em diante já estão recebendo do Estado.


De acordo com o jornal O Estado de S. Paulo, “um estudo preparado pelo Instituto de Estatísticas e Pesquisas Educacionais (Inep), ligado ao Ministério da Educação, revelou oficialmente que um terço das crianças brasileiras matriculadas na 4ª série do ensino fundamental não sabe nem sequer o que deveriam ter aprendido ao final do 1º ano de escola”.


Segundo o IBGE, o Brasil tem 2,1 milhões de alunos entre 7 e 14 anos que são analfabetos. Isto é, são crianças que vão para a escola para aprender — mas não estão aprendendo. Pelo menos, não estão aprendendo o que os pais gostariam que elas aprendessem: ler, escrever, etc.
O único tipo de analfabetismo que o Estado não permite na escola é o analfabetismo sexual e marxista. Nesses dois pontos, os alunos brasileiros tirariam dez ou mais em qualquer teste nacional e internacional.


Além da péssima educação essencial e da predominante socialização sexual, há a “socialização aos ponta-pés”: um estudo revela que 66% dos alunos do ensino fundamental e médio já se envolveram em ato de violência.


As duas principais características de uma educação excelente são qualidade e liberdade. Evidentemente, as famílias têm o maior interesse em que seus filhos tenham uma educação com essas características.


Contudo, o controle sobre indivíduos requerer que a qualidade e a liberdade sejam descartadas e sacrificadas em troca da doutrinação compulsória. Para um Estado sob possessão socialista, não importa que os alunos de escolas não estejam aprendendo a ler e escrever satisfatoriamente. O que importa é distanciar as crianças da esfera dos pais, sua autoridade e seus valores a fim de doutriná-las diretamente nos interesses estatais.


Essa doutrinação é realidade comprovada em todo o Brasil. Em matéria longa sobre as escolas brasileiras, a revista Veja de 20/08/2008 fez as seguintes constatações:
* Uma tendência prevalente entre os professores brasileiros de esquerdizar a cabeça das crianças.


* A doutrinação esquerdista é predominante em todo o sistema escolar privado e particular. É algo que os professores levam mais a sério do que o ensino das matérias em classe, conforme revela a pesquisa CNT/Sensus encomendada por VEJA.
* É embaraçoso que o marxismo-leninismo sobreviva apenas em Cuba, na Coréia do Norte e nas salas de aula de escolas brasileiras.


* A pesquisa CNT/Sensus ouviu 3 000 pessoas de 24 estados brasileiros, entre pais, alunos e professores de escolas públicas e particulares. Sua conclusão nesse particular é espantosa. Os pais (61%) sabem que os professores fazem discursos politicamente engajados em sala de aula e acham isso normal. Os professores, em maior proporção, reconhecem que doutrinam mesmo as crianças e acham que isso é sua missão principal — algo muito mais vital do que ensinar a interpretar um texto ou ser um bamba em matemática. Para 78% dos professores, o discurso engajado faz sentido, uma vez que atribuem à escola, antes de tudo, a função de "formar cidadãos" — à frente de "ensinar a matéria".


* Muitos professores brasileiros se encantam com personagens que em classe mereceriam um tratamento mais crítico, como o guerrilheiro argentino Che Guevara, que na pesquisa aparece com 86% de citações positivas, 14% de neutras e zero, nenhum ponto negativo.


Essa realidade das escolas do Brasil está em perfeita sintonia com as políticas do governo, cuja preocupação não é a qualidade nem a liberdade, mas exclusivamente o controle educacional das crianças. Essa realidade faz com que o Brasil se pareça mais com a China comunista, onde crianças de 4 anos são obrigadas a ir para a escola apenas para receber doutrinação estatal. Aliás, de acordo com a Folha de S. Paulo, o Brasil e a China anunciaram recentemente a “criação de um plano quinquenal de metas, aos moldes dos adotados pelo regime comunista chinês, para criar uma pauta comum na área da educação”.


Se a meta é controlar as crianças de 4 anos, ninguém melhor do que a China para ajudar o Estado brasileiro.
O socialismo não tolera uma Constituição que garanta os direitos das famílias de escolher livremente uma educação de qualidade para seus filhos. O ideal socialista exige que em vez de garantir os direitos naturais dos pais, a Constituição seja alterada para proteger os caprichos ideológicos do Estado. Quando essas alterações fundamentais ocorrem, todas as coisas são possíveis para o Estado.


Portanto, não é de surpreender a aprovação da PEC para impor a escravidão educacional de todas as crianças do Brasil a partir de 4 anos. E também não é de admirar que o Ministério da Educação do governo Lula tenha recentemente declarado que a educação domiciliar é inconstitucional. Tudo do jeito que a China gosta — e não muito diferente do nazismo.


Em 1937, o ditador Adolf Hitler, líder do Partido dos Trabalhadores Nacional Socialista (mais conhecido como Partido Nazista), declarou: “As crianças de hoje sempre serão os adultos do futuro. Por esse motivo, colocamos diante de nós a tarefa de inocular nossas crianças com o espírito de sociabilização em idade bem nova, numa idade em que os seres humanos são ainda inocentes e portanto estão ainda intactos. O governo nazista tem as crianças como sua base e está se construindo para o futuro nessa base. E o governo nazista não dará suas crianças a ninguém, mas assumirá o controle delas e dará a elas a própria educação e a própria criação do governo”.


Em 1938, Hitler tirou dos pais alemães o direito de decidirem livremente a educação de seus filhos, proibindo oficialmente a educação escolar em casa. O próprio Hitler explica o motivo por que ele queria as crianças obrigatoriamente nas escolas:
Quando um inimigo declara, “Não passarei para o seu lado”, eu digo calmamente, “Seu filho já pertence a nós… O que é você? Você passará. Mas seus descendentes agora estão na esfera do nosso partido. Em pouco tempo eles só conhecerão essa nova identidade”.
Quem livrará as criancinhas do Brasil desse destino cruel?


Fonte: www.juliosevero.com


Portuguese version of this article: Educational slavery for four-year-old children

Veja também: Golpe nos direitos dos pais

Visite o Blog Escola em Casa: http://www.escolaemcasa.blogspot.com


Embora todos os senadores já tenham aprovado a nociva PEC, você pode se manifestar e pedir para que eles detenham a PEC 96A/03. Para escrever para todos os senadores de uma só vez, consulte os emails deles neste link: http://juliosevero.blogspot.com/2009/04/cientista-medica-escreve-aos-senadores.html


Para ligar gratuitamente para o seu senador, disque: 0800612211


Para ter o email e telefone do seu senador, siga este link: http://www.senado.gov.br/sf/senadores/senadores_atual.asp?o=1&u=*&p=*

2 de nov. de 2009

Vergonha de ser virgem

Vergonha de ser virgem

Augustus Nicodemus Lopes

Alguns anos passados fiquei estarrecido com uma estatística publicada por uma revista evangélica após entrevistas feitas com jovens evangélicos de 22 denominações. Estes jovens, a grande maioria composta de solteiros, haviam nascido em lar evangélico e eram freqüentadores regulares de igrejas. De acordo com a pesquisa, 52% deles já haviam tido sexo. Destes, cerca da metade mantinha uma vida sexual ativa com um ou mais parceiros. A idade média em que perderam a virgindade era de 14 anos para os rapazes e de 16 anos para as moças.

Essa reportagem foi publicada em setembro de 2002. Desconfio que os números são ainda mais estarrecedores se forem atualizados para 2009.

Não vou aqui gastar muito tempo defendendo o que, acredito, a maioria dos nossos leitores já sabe que é nossa posição: sexo é uma bênção a ser desfrutada somente no casamento. Namorados que praticam relações sexuais estão pecando contra a Palavra de Deus. Mesmo que não tenhamos um versículo que diga "é proibido o sexo pré-marital" (desnecessário à época em que a Bíblia foi escrita, visto que na cultura do antigo Oriente não existia namoro, noivado, ficar, etc.), é evidente que a visão bíblica do casamento é de uma instituição divina da qual o sexo é uma parte integrante e essencial.

Alguns textos que mostram que contrair matrimônio e casar era uma instituição oficial entre o povo de Deus, e o ambiente próprio para desfrutar o sexo:

"...nem contrairás matrimônio com os filhos dessas nações" (Dt 7.3).

"...Majorai de muito o dote de casamento e as dádivas, e darei o que me pedirdes; dai-me, porém, a jovem por esposa" (Gn 34.12).
"... e lhe dará uma jovem em casamento..." (Dn 11.17).

"... Respondeu-lhes Jesus: Podem, acaso, estar tristes os convidados para o casamento, enquanto o noivo está com eles?" (Mt 9.15).

"... nos dias anteriores ao dilúvio comiam e bebiam, casavam e davam-se em casamento" (Mt 24.38).

"... Três dias depois, houve um casamento em Caná da Galiléia, achando-se ali a mãe de Jesus. Jesus também foi convidado, com os seus discípulos, para o casamento" (Jo 2.1-2).

"... Estás livre de mulher? Não procures casamento" (1Cor 7.27).

"... Ora, o Espírito afirma expressamente que, nos últimos tempos, alguns apostatarão da fé, por obedecerem a espíritos enganadores e a ensinos de demônios, pela hipocrisia dos que falam mentiras e que têm cauterizada a própria consciência, que proíbem o casamento..." (1Tim 4.1-3).

"... Se um homem casar com uma mulher, e, depois de coabitar com ela, a aborrecer, e lhe atribuir atos vergonhosos, e contra ela divulgar má fama, dizendo: Casei com esta mulher e me cheguei a ela, porém não a achei virgem..." (Dt 22.13-14)

"... qualquer que repudiar sua mulher, exceto em caso de relações sexuais ilícitas, a expõe a tornar-se adúltera; e aquele que casar com a repudiada comete adultério" (Mt 5.32).

"... Se essa é a condição do homem relativamente à sua mulher, não convém casar" (Mt 19.10).

"... Caso, porém, não se dominem, que se casem; porque é melhor casar do que viver abrasado" (1Cor 7.9).

"... Mas, se te casares, com isto não pecas; e também, se a virgem se casar, por isso não peca" (1Cor 7.28).

"... A mulher está ligada enquanto vive o marido; contudo, se falecer o marido, fica livre para casar com quem quiser, mas somente no Senhor" (1Cor 7.39).

"... ao que lhe respondeu a mulher: Não tenho marido. Replicou-lhe Jesus: Bem disseste, não tenho marido; porque cinco maridos já tiveste, e esse que agora tens não é teu marido; isto disseste com verdade" (Jo 4.17-18).

"... alguém (o presbítero e/ou pastor) que seja irrepreensível, marido de uma só mulher..." (Tito 1.6).

"... quanto ao que me escrevestes, é bom que o homem não toque em mulher; mas, por causa da impureza, cada um tenha a sua própria esposa, e cada uma, o seu próprio marido." (1Cor 7:1-2)

"... Digno de honra entre todos seja o matrimônio, bem como o leito sem mácula; porque Deus julgará os impuros e adúlteros" (Heb 13.4).

"... que cada um de vós saiba possuir o próprio corpo em santificação e honra, não com o desejo de lascívia, como os gentios que não conhecem a Deus; e que, nesta matéria, ninguém ofenda nem defraude a seu irmão; porque o Senhor, contra todas estas coisas, como antes vos avisamos e testificamos claramente, é o vingador, porquanto Deus não nos chamou para a impureza, e sim para a santificação" (1Tes 4.4-7).

As passagens acima (e haveriam muitas outras) mostram que casar, ter esposa, contrair matrimônio é o caminho prescrito por Deus para quem não quer ficar solteiro ou permanecer viúvo. O casamento era, sim, uma instituição oficial em meio ao povo de Deus. As relações sexuais fora do casamento nunca foram aceitas, quer em Israel, quer na Igreja Primitiva, a julgar pela quantidade de leis contra a fornicação e a impureza sexual e pelas leis e exemplos que fortalecem o casamento como instituição para o povo de Deus em todas as épocas.

O ônus de provar que namorados podem ter relações sexuais como uma coisa normal é dos libertinos. Posso me justificar biblicamente diante de Deus por viver com minha namorada como se ela fosse minha esposa, não sendo casados? Como eu lido com essa evidência massiva de que o casamento é a alternativa bíblica para quem não quer ficar solteiro ou viúvo?

O que existe na verdade é aquilo que Judas menciona em sua carta, sobre pessoas ímpias que transformam a graça de Deus em libertinagem (Judas 4). Os argumentos do tipo, "quem casou Adão e Eva" demonstram o grau de má vontade e a disposição do coração de continuar na prática da fornicação, mesmo diante da resposta: "O caso de Adão e Eva não é nosso paradigma, a não ser que você tenha sido feito diretamente do barro por Deus e sua namorada tenha sido tirada de sua costela. Se não foi, então você deve se sujeitar ao paradigma que Deus estabeleceu para toda a raça humana, para os descendentes de Adão e Eva, que é contrair matrimônio, casar-se, um compromisso público diante das autoridades civis".

Os demais argumentos - "é melhor que os namorados cristãos tenham sexo responsável entre si do que procurar prostitutas, etc." nem merecem resposta. O que falta realmente é domínio próprio, castidade, submissão à vontade de Deus, amor à santificação.

Chegamos ao ponto em que os rapazes e as moças cristãos têm vergonha de dizer, até mesmo em reuniões de mocidade e de adolescentes, que são virgens.

Tenho compaixão dos jovens e adolescentes de nossas igrejas. Mas sinto uma santa ira contra os libertinos, que pervertem a graça de Deus, pessoas ímpias, que desviam nossa juventude para este caminho. "A vingança pertence ao Senhor" (Rom 12.19).

Fonte: O Tempora, ó Mores!

Gayzistas processam igreja evangélica em Campo Grande (MS)

Gayzistas processam igreja evangélica em Campo Grande (MS)

Felipe Pinheiro

Pastor Oclécio Cabral defende Projeto Gênesis, de recuperação a homossexuais dispostos a lutarem contra tal envolvimento. "Mais uma vez, as minorias, guiadas por uma ideologia altamente tendenciosa, demonstrando sua total falta de lógica e bom senso, se insurgem contra ações que valorizam a família e a moral cristã", afirma.

Em artigo publicado na Mídia Sem Máscara, o pastor Oclécio Cabral, da Igreja Presbiteriana Renovada do Jardim Mário Covas, em Campo Grande (MS), manifestou sua opinião a respeito do caso que envolveu o processo do militante Cris Estefani, do movimento LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais), ao Projeto Gênesis, de apoio espiritual e psicológico a homossexuais que desejam lutar contra tal disposição.


"Os pastores líderes do projeto deram as devidas explicações, dizendo que consideravam a homossexualidade um desvio de moral, mediante aos princípios bíblicos, e que a cura, não estava sendo referida a uma doença, mas aos problemas que essa prática provocaria na pessoa, isto é, uma série de patologias psicológicas", disse Oclélio sobre a ação movida que, apesar algumas vitórias iniciais, foi encaminhada ao Ministério Público, após decisão de um conselho.


Confira:
Em Campo Grande, Mato Grosso do Sul, a IECG, Igreja Evangélica em Campo Grande, por meio de um casal de pastores, iniciou um projeto para "recuperação espiritual e social de pessoas envolvidas de alguma maneira na homossexualidade (seja esse envolvimento físico ou apenas emocional) e dispostas a lutarem [...] contra esse envolvimento. [...] o projeto visará também o apoio aos familiares de homossexuais que estejam ou não participando das reuniões do Projeto" (Essas são as palavras dos próprios lideres, expostas em um folder, que foi distribuído pela cidade).
Tudo começou por aí, o tal folder foi o estopim. Nele havia: uma palavra do líder da Igreja, uma palavra dos pastores responsáveis pelo projeto, denominado Projeto Gênesis, uma pequena ficha de inscrição, em que o nome, a idade, a opção sexual e o estado relacional (morar com parceiro ou não) deveriam ser preenchidos.


No verso do folder, um pequeno texto com a seguinte pergunta: "Como você pode ajudar?" Em seguida, cinco sugestões propostas pelo projeto. A que se mencionar que o projeto é composto, até então, de aproximadamente dez pessoas: dois psicólogos, um médico, dois assistentes sociais, dois casais de pastores e um ex-homossexual. Pois bem, a questão estaria na quinta sugestão, onde aparecem as palavras "cura e libertação".
Em poucos dias, um representante dos "direitos humanos" entrou em contato com a IECG intimando o líder da Igreja e os responsáveis pelo projeto a comparecerem em uma reunião, na qual poderiam explicar-se, e tentar convencer um conselho convocado para decidir se um processo, que havia sido engendrado contra a instituição religiosa, seria, de fato, encaminhado para a Promotoria do Estado. Segundo consta, o tal processo estaria acusando o projeto por uma postura preconceituosa aos homossexuais.


Dito isso, logo se revelou o cidadão que estaria por trás do dito processo. Ele atende pela alcunha de "Cris Estefani", travesti, advogado, presidente da Associação dos Travestis de Campo Grande, candidato a vereador da cidade, e militante assíduo da causa GLBT no estado.
Prontamente, o pessoal do Projeto Gênesis atendeu a solicitação, e foi dar explicações ao conselho criado para decidir se o processo seria encaminhado ao Ministério Público. Nesse conselho, 12 pessoas foram nomeadas. Das quais, alguns representantes da "cultura afro-brasileira", e membros de outros grupos, como aposentados, ativistas da causa ambiental, e três cristãos, conservadores.


Na reunião, os pastores líderes do projeto deram as devidas explicações, dizendo que consideravam a homossexualidade um desvio de moral, mediante aos princípios bíblicos, e que a cura, não estava sendo referida a uma doença, mas aos problemas que essa prática provocaria na pessoa, isto é, uma série de patologias psicológicas. Isso, calcado em pareceres dos psicólogos e médico do projeto. A IECG prontificou-se a retirar de circulação os tais folders, para que o mal-estar causado fosse apaziguado, porém reafirmou o seu direito de posicionar-se contra a causa gay, e que iria prosseguir com os trabalhos do projeto, que giram em torno de palestras, encontros de apoio, terapia psicológicas, atendimentos médicos e aconselhamentos espirituais.


Cris Estefani, após ouvir a argumentação dos líderes do projeto, pareceu estar de acordo com a retirada do processo, porém, na reunião posterior, realizada somente com a presença do conselho, na qual iria se decidir se seria dada continuidade ao processo, a parte do conselho que representaria as minorias, afros, líderes estudantis, e o próprio Cris, decidiram, a revelia dos três conservadores, darem prosseguimento com a ação, por achar que foi uma afronta pejorativa e preconceituosa para com a classe GLBT de Campo Grande.
Interessante que, no mês anterior, no dia 22 de setembro, o governador do estado, que direciona verbas estaduais para a "Associação dos Travestis de Campo Grande", chamou em público o ministro do meio-ambiente, Carlos Minc, de "veado e maconheiro" e que ele seria "estuprado em praça pública."
Diante de tal afronta, e das palavras pejorativas do governador, o senhor "Cris Estefani", não proferiu um só comentário e, indagado na reunião do conselho por um dos três conservadores, que perguntou: "E quanto ao governador do estado, que xingou o ministro Minc de 'viado', numa atitude verdadeiramente preconceituosa, o que você irá fazer a respeito?".


A resposta de "Cris Estefani" foi um senhor silêncio, com algumas sílabas desconexas sendo balbuciadas, mas não conseguindo expressar informação alguma. Mediante a isso, o inquiridor concluiu: "Você (Cris) não esta se importando com o governador, porque ele dá dinheiro para a sua associação. O que você quer, não é justiça, é só aparecer, pois a Igreja não fez nenhuma menção pejorativa, e ainda está se propondo a ajudar os homossexuais, ao contrário do governador, que expressou seu total desprezo pela classe que você representa."
Não obstante, o conselho, mesmo diante da defesa acalorada desse senhor, que não digo o nome por motivos éticos (não pedi sua autorização para divulgá-lo), resolveu, por nove votos a favor, por dar continuidade ao processo, ou seja, a enviá-lo ao MP.


Mais uma vez, as minorias, guiadas por uma ideologia altamente tendenciosa, demonstrando sua total falta de lógica e bom senso, se insurgem contra ações que valorizam a família e a moral cristã. Eles querem direitos especiais, como se fossem cidadãos de uma classe superior e não anseiam por tolerância e respeito, querem é poder para ditar as regras da sociedade que supostamente os "oprimiu" por tanto tempo.
Infelizmente, essa notícia não foi vinculada em nenhuma mídia regional. Ninguém ficou sabendo que existe um grupo de pessoas que estão comprometidas a combater a homossexualização e valorizando a instituição familiar. Meu sincero desejo é que outros projetos como esse surjam em nossa nação, nas escolas, nas associações de bairro, nas igrejas, onde houver pessoas que acreditem que a estrutura familiar é a única base para uma sociedade sadia. Que Deus abençoe a todos nós nessa luta.


Obs.: Os relatos narrados aqui estão registrados em uma gravação feita na reunião. Não os tenho comigo, mas ouvi-os e fiz a transcrição livre, tentando ao máximo manter a essência da argumentação.


* - Oclécio Cabral, teólogo e pastor auxiliar da Igreja Presbiteriana Renovada do Jardim Mário Covas, em Campo Grande (MS), é professor de teologia na FATHEL e CFM.

Fonte: Mídia Sem Máscara

31 de out. de 2009

Lição 05 - Davi e sua Equipe de Liderados

Lição 05 - Davi e sua Equipe de Liderados



Texto Bíblico: 1 Crônicas 11.10-12, 20, 22,24,25

Quem lidera influencia pessoas à sua volta. A capacidade de envolver as pessoas em projetos, trabalhos e fazer com que elas cheguem ao fim desejado são uma forma adequada de influenciar.

Líderes segundo o coração de Deus não escolhem a si mesmos. São escolhidos por Deus. Não podem ser usados por Deus aqueles que se autoproclamam escolhidos por Deus sem que Deus os tenha escolhido. Davi não buscou ser ungido de forma forçosa ou por meios políticos. Nem o poderia. Ele era um pastor de ovelhas, sem conhecimento de ninguém na corte.

No capítulo 11 de I Crônicas relata que o rei Davi prosperou em seu reinado. Por quê? “E ia Davi cada vez mais aumentando e crescendo, porque o Senhor dos Exércitos era com ele”.

Entre os traços de um líder segundo o coração de Deus encontramos a prudência. Isso implica ter comedimento em tudo o que se faz. Após ter matado o gigante, Davi é louvado pelas mulheres e atrai o ciúme de Saul. O rei o temia não porque o moço havia matado um gigante, mas porque “o Senhor era com ele”. Saul não podia suportar o fato de o Senhor estar com Davi, de forma que o afastou de si, colocando ao seu comando mil homens. Davi deveria fazer operações militares com aquele grupo. O objetivo de Saul era claro: colocar Davi em situações arriscadas para que morresse. O problema de Saul reside no fato de que Davi tinha êxito em tudo que fazia, e se conduzia com prudência. Não era afoito em suas decisões. Avaliava tudo cautelosamente, procurando sempre o melhor caminho. Ele esperava que Deus o orientasse sempre. Ser prudente foi tão importante para Davi que em todas as ocasiões em que Saul buscou eliminá-lo, Deus o livrou.

Ouvir é muito difícil. É uma habilidade que poucas pessoas possuem, mas que é igualmente importante para a liderança, e que deve ser desenvolvida. Davi foi beneficiado por ouvir Abigail (1 Sm 25.32-34). Se não fosse aquela mulher, ele teria feito justiça com as próprias mãos. De que adiantaria poupar a vida de Saul na caverna de Adulão e matar Nabal depois? Davi deixaria de incorrer em um erro para dar vazão ao mesmo erro, mas em outra ocasião e com outra pessoa. Mas por saber ouvir, não manchou suas mãos com sangue inocente.

Manter sob controle um grupo de pessoas de bem não é muito complicado. Temos leis em nossa cidade que fazem o papel limitado de nossas atitudes em relação ao nosso próximo, e o histórico de quem lideramos nos permite avaliar o potencial de cada um ao longo do tempo. Mas o que dizer de liderar um grupo de pessoas atribuladas? Junte em um ambiente hostil, dentro de uma caverna, 400 homens desgostosos da vida, que fugiram de sua terra por dívidas contraídas e não quitadas e outros assuntos não resolvidos. Esses eram homens que não pensariam duas vezes em puxar uma arma para se defender. Ei aí a companhia que Davi teve quando fugiu de Saul ( 1Sm 22.2).

Esses eram homens que Deus deu a Davi para liderar. E Davi o fez com maestria. Ele fez com que esses homens tivessem um senso de companheirismo e devoção a Deus. Quando estavam na caverna de Adulão, ele teve a oportunidade de se livrar de seu maior inimigo (Saul), mas não o fez, O melhor disso é que Davi inspirou tanta confiança em seus homens que os convenceu a não matarem Saul. Apenas um líder influente modifica o comportamento de seus companheiros no calor de uma suposta oportunidade de beneficio e finalização de problemas.

Bibliografia:

COELHO, Alexandre. et. al. Davi, As Vitórias e as Derrotas de um Homem de Deus. Rio de Janeiro: CPAD, 2009.

DEVER, MARK. A Mensagem do Antigo Testamento. Rio de Janeiro: CPAD, 2008.

Fonte: www.cpad.com.br/paginas/sub_licao_005.htm


30 de out. de 2009

Presidente Obama assina lei homossexual de “crimes de ódio”

Presidente Obama assina lei homossexual de “crimes de ódio”

Peter J. Smith

WASHINGTON, D.C., EUA, 28 de outubro de 2009 (Notícias Pró-Família) — O presidente Barack Obama assinou hoje a polêmica lei homossexual de “crimes de ódio” que autoriza o governo federal a intervir em crimes violentos que parecem ter sido motivados por ódio aos homossexuais e aplica penas e sentenças mais fortes.

O presidente Barack Obama assinou a lei às 14h30min de hoje. Uma festa formal está planejada para às 17h, e o presidente Obama dará um breve discurso sobre a lei às 18h05min.

A lei expandida de crimes de ódio estende proteção especial às vítimas de crimes que são alvos de criminosos com base num real ou percebido gênero sexual, orientação sexual, identidade de gênero ou deficiência.

O presidente Obama assinou a Lei de Prevenção de Crimes de Ódio Matthew Shepard e James Byrd Jr como parte de uma cláusula adicionada ao projeto de lei de autorização da defesa nacional para o ano fiscal de 2010.

Os oponentes da lei de crimes de ódio acusavam que o projeto de lei viola as cláusulas de devido processo e igual proteção da 14ª Emenda da Constituição dos EUA tornando, nas ações legais contra um crime, o pensamento de alguém com relação a certos grupos um fator tão importante quanto a natureza de seu ato.

Os Secretários de Direitos Civis dos EUA escreveram cartas aos líderes da Câmara dos Deputados e do Senado condenando a lei, dizendo que eles “consideram a ampla federalização do crime como uma ameaça às liberdades civis”. Os secretários também chamaram a atenção para o fato de que a lei cria uma brecha legal para as proibições da Constituição ao double jeopardy [condição de ser julgado duas vezes pelo mesmo crime], porque a lei permite que o governo federal julgue uma pessoa que já foi inocentada num julgamento estadual, pelo mesmo crime.

O projeto de lei também havia sido rotulado de “lei de proteção aos pedófilos”, em grande parte devido à recusa de membros da Câmara dos Deputados aprovarem uma emenda especificando que o projeto não puniria a liberdade de expressão daqueles que têm objeção à perversão homossexual, tal como a pedofilia. O projeto não define o termo “orientação sexual”, um equívoco que alguns legisladores acusaram que poderia levar a uma interpretação excessivamente ampla — já que o termo é usado pelos psicólogos para abranger uma variedade de desvios sexuais (inclusive a pedofilia), e não somente a homossexualidade.

Líderes cristãos têm expressado preocupação particular de que fracassaram todas as tentativas de assegurar o direito de falar contra o estilo de vida homossexual e sua normalização. Entre as muitas propostas rejeitadas para semelhantes projetos de lei de crimes de ódio apresentados na Câmara neste ano estava uma apresentada pelo Dep. Louis Gohmert, R-Texas, a qual teria incluído uma cláusula garantindo que pastores não poderiam sofrer ações legais de cumplicidade em “crimes de ódio” simplesmente porque pregaram a perspectiva cristã acerca da homossexualidade.

Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com

Fonte: http://noticiasprofamilia.blogspot.com

Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesitenews.com/ldn/2009/oct/09102806.html

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29 de out. de 2009

DROGAS - O PACTO COM O DEMÔNIO

DROGAS - O PACTO COM O DEMÔNIO

Reinaldo Azevedo

As drogas estão se tornando um flagelo no país. Sob o olhar cúmplice das autoridades brasileiras. Mais do que isso: há uma cultura de tolerância com o consumo — e, por conseqüência, com o tráfico. Quem cheira mata! No Ministério da Justiça, há um estudo, que deve se converter num projeto de lei assinado por um deputado do PT, que tira da cadeia o chamado “pequeno traficante”. Um ministro de Estado, Carlos Minc, não só participou de uma tal “Marcha da Maconha” como subiu num palco e discursou em defesa da descriminação das drogas num ambiente visivelmente relaxado, descontraído… O vídeo está publicado acima. Um ministro de estado é a representação do presidente da República. Minc continuou ministro.

No Rio, fica evidente que o narcotráfico domina vastos territórios, onde a polícia não entra a não ser em operações que lembram ações de guerra. O Complexo do Alemão — que chamo “Complexo da Ideologia Alemã — não recebe a visita da Polícia há 13 meses para não atrasar as obras do PAC… O narcotráfico, como deixarei claro aqui nos próximos dias, desenvolveu até uma estética, que se confunde com uma ética, que chegou à industria do entretenimento: o funk. “O que o funk tem com isso, Reinaldo?” Ok. Tentar combater o mal exaltando os seus valores e sua visão de mundo é perda de tempo. Muitas ONGs, todo mundo sabe, mas ninguém diz, se tornaram fachadas legais do poder paralelo do tráfico. Estamos começando a colher os efeitos da incúria, da irresponsabilidade, do erro de análise e da ideologização do crime.

A droga é, sem dúvida, um flagelo. A maioria dos brasileiros acompanhou a história terrível de Bárbara, uma jovem de 18 anos, assassinada pelo namorado, Bruno Prôa, de 26, que havia acabado de consumir crack. Foi o próprio pai do rapaz, Luiz Fernando, quem chamou a polícia. Numa carta ao jornal O Globo e, ontem, no Jornal Nacional, ele reclamou da impossibilidade de se internar, contra a vontade, um viciado em drogas. A lei que força a internação existe, mas todos sabem que não é aplicada.

O Jornal Nacional resolveu debater o assunto com dois especialistas: o psiquiatra Ronaldo Laranjeira, considerado uma das maiores autoridades sobre o assunto no país, e Pedro Gabriel Delgado, coordenador da área de Saúde Mental do Ministério da Saúde. Basta assistir à entrevista de ambos para se constatar que Laranjeira tem razão: “Essa lei não é seguida aqui no Brasil. O sistema público de saúde não tolera esse tipo de atitude. Então acaba desassistindo uma parte da população. O crack é uma doença grave, em que é preciso uma série de recursos, inclusive a internação involuntária, em que as pessoas que não têm recursos no Brasil estão sendo privadas de receber o tratamento necessário para essa doença tão incapacitante.“

O representante do Ministério da Saúde tentou contestá-lo sem sucesso e só evidenciou que é mesmo impossível internar, contra a vontade, um drogado que esteja fora do controle. Sem ter saída, o valente se aproveitou do fato de Laranjeira ser de São Paulo e fez o quê? Ora, política!!! Atacou o sistema de saúde paulista, como se isso estivesse em debate. É com gente assim que o Brasil está lidando. Isso explica por que chegamos aqui. As reportagens do Jornal Nacional estão aqui e aqui.

O país brinca com fogo. Seja num drama quase privado, uma tragédia que colhe de modo avassalador duas famílias — mas que representam milhares —, seja no episódio do abate do helicóptero e das mais de 40 mortes do Rio, estamos constatando a falência do… Não! Estamos constatando a inexistência de políticas oficiais que cuidem do assunto, que abrange, como se nota, várias áreas: da segurança pública à saúde mental. E as falácias vão se acumulando.

Imaginar que se possa combater o grande tráfico de drogas sem combater o consumo e os pequenos traficantes é dessas bobagens que vão se tornando influentes apenas porque ganham uma roupagem de “progressismo”. A tese prospera não porque comprovadamente eficiente, mas porque parece apelar a um senso de Justiça superior, que as pessoas comuns não alcançariam. Imaginar que se pode descriminar a maconha, por exemplo, mas manter na ilegalidade as demais drogas, é outra dessas vigarices influentes que adquirem ares de fina sapiência. Considerar que a política de redução danos — que levaria a um consumo mais “responsável” das drogas, com um manual de instrução — substitui a política de repressão é outra dessas vigarices que tentam ser convincentes. Lembro-me do embate aqui com um grupo que dizia defender tal procedimento no consumo de ecstasy. Raramente li tanta bobagem. Naqueles dias, o professor Laranjeira foi um dos que se colocaram ao lado deste blogueiro na censura a certas considerações que eram nada menos do que apologia das drogas — sob o pretexto de combatê-las.

Estudos demonstram, por exemplo, que boa parte dos moradores de rua de São Paulo — e isso deve ser verdade em todas as grandes cidades — são doentes mentais. Em alguns casos, a doença é efeito da droga; em outro, os males se conjugaram. Não há local para recolher e tratar essas pessoas ainda que a Prefeitura se dispusesse a tirá-las das ruas. Ao contrário: aqui em São Paulo, certa Escatologia da Libertação, cobrindo o rabo do capeta com a batina, advoga justamente o contrário: o “direito” que essas pessoas teriam de morar nas ruas. ONGs chegam ao requinte de distribuir cachimbos para o consumo de crack e um kit com seringa, água esterilizada e outros apetrechos para o uso de drogas injetáveis. Só falta fornecer mesmo a droga. A suposição, sempre, é a de que, já que o consumo é inevitável, que seja feito de maneira segura. Iniciativas como essas costumam contar com ajuda oficial.

Entenderam a perversidade da coisa? Já que o Estado brasileiro não pode estatizar a segurança e o combate às drogas, então ele, na pratica, estatiza o drogado, a doença. Não deriva o Bem do Mal. Não há hipótese. Cedo ou tarde, o que se supõe um Bem, derivado do Mal, vai cobrar o seu preço. Estamos começando a pagá-lo agora. Os anos todos de tolerância com a cultura da droga já corroeram também as instituições.

A tolerância com o estado paralelo da droga e os flertes com a sua “cultura alternativa” não poderiam dar em outra coisa. Diante do crime, há duas alternativas: combatê-lo ou fazer com ele o pacto que o demônio costuma fazer com seus eternos subordinados. O Brasil tem escolhido reiteradamente o rabudo.

Mas Dilma disse que outros bairros ainda ficarão com inveja do Complexo do Alemão, lá onde a polícia não entra e onde o presidente, FB, nem precisa de eleição.

PS: Publiquei, à época, o tal vídeo com Carlos Minc. Mas acho que ele merece circular de novo como evidência da miséria intelectual, ética e moral que tomou conta do Brasil também nessa área. Quem não entender o que isso tem a ver com o helicóptero abatido e com a tragédia da jovem Bárbara não tem o que fazer neste blog. E peço moderação nos comentários, por razões óbvias.

Fonte: Blog do Renaldo Azevedo


O gari, o preso e o ladrão

O gari, o preso e o ladrão

Desempregados com diploma universitário se inscrevem para emprego de gari, de 486,10 mensais. Enquanto isso, assassinos presos recebem do governo um “auxílio-reclusão” de 752,12 mensais

Julio Severo

O jornal esquerdista Folha de S. Paulo anunciou que “o concurso público para a seleção de 1.400 garis para a cidade do Rio já atraiu 45 candidatos com doutorado, 22 com mestrado, 1.026 com nível superior completo”. Dos 109.193 inscritos, mais de 5.000 estudaram em universidades.

No entanto, a Folha deixou claro: “Os anos de estudo a mais, porém, não devem colocá-los em vantagem na disputa — a seleção é feita por meio de testes físicos, como barra, flexão abdominal e corrida”.

O trabalho de gari já não é fácil nem para os pobres. Mas a situação econômica está ficando tão ruim que até quem estudou em universidades para ter uma melhor colocação no mercado de trabalho nada mais vê no horizonte, a não ser um emprego de gari com um salário de apenas R$ 486,10 mensais.

O duro não é só achar um trabalho com baixo salário. O pior é ver o salário suado escoando para as mãos de um governo piranha. Calcula-se que a carga de impostos seja hoje quase 40 por cento da renda do brasileiro, fazendo com que quase metade do seu trabalho durante um ano seja abocanhado pelo governo.

Assim, o brasileiro que tem família para sustentar tem de submeter sua renda à exploração tributária. Mesmo tendo diploma universitário, isso não lhe garante um emprego melhor do que o de gari. Mesmo tendo nascido num Brasil supostamente democrático e independente, isso não o livra da escravidão tributária.

Essa dura realidade do trabalhador contrasta com os privilégios que o governo concede aos criminosos que não trabalham. Desde que assumiu em 2003, o governo Lula vem dando um “auxílio-reclusão” que hoje estabelece o valor de 752,12 para os dependentes de assassinos, estupradores, etc. (Veja aqui: http://www.previdenciasocial.gov.br/conteudoDinamico.php?id=22)

Veja agora a diferença. Mesmo tendo doutorado, você pode acabar tendo de escolher um emprego de gari, ganhando apenas 486,10 mensais para sustentar a sua família. Mas se você matar alguém e for preso, sua família terá direito a 752,12 mensais! Isto é, o preso terá excelente alimentação gratuita sem precisar trabalhar, e seus dependentes vão ganhar muito mais. Os 109.193 inscritos, ao saberem disso, poderiam se sentir tentados pela “inocente” oferta estatal!

Enquanto as famílias das vítimas sofrem extremas privações, quem recebe auxílio são as famílias dos criminosos. Esse é essencialmente o sistema socialista de redistribuição de renda, onde o governo rouba os trabalhadores por meio de impostos violentos, e entrega uma pequena parte para tais políticas insanas. O restante vai para alimentar a obesidade imoral de políticos piranhudos.

Dois séculos atrás, Tiradentes ficou muito revoltado porque o governo português cobrava 20 por cento de impostos. Tiradentes achava isso roubo e queria a independência do Brasil. Hoje, com um rombo e roubo de 40 por cento, nenhum brasileiro fala de independência, preferindo se submeter aos piores empregos para sustentar as malandragens do ladrão estatal, enquanto malandros no Congresso Nacional e nas cadeias vivem muito bem à custa dos trabalhadores que perderam a vontade de se revoltar. Esses escravos, que mal conseguem sustentar suas famílias, têm orgulho de ser brasileiros. Mas duvido muito que, vendo o Brasil do jeito que está hoje, Tiradentes conseguisse ter algum orgulho. Depois de dois séculos, os brasileiros continuam sem independência, eternas vítimas de elevados impostos criminosos.

Apesar de tudo, o filho de Deus tem orgulho de ser cidadão do Reino de Deus. Ali, não há impostos de 20 ou 40 por cento para roubarem nosso suor. Ali, não há escravidão. Ali, não há redistribuição de renda, mas apenas o chamado livre de ajudar a quem precisa, por meio da nossa própria escolha e decisão. E quando o Rei Jesus quer ajudar, ele tem seus próprios recursos. O Rei Jesus jamais tira de nós nossos recursos para dar para outros. Pelo contrário, ele sempre nos dá a escolha de usar nossos recursos para ajudar. Bem diferente do reis deste mundo, que tiram nossas escolhas, liberdade e recursos, com as desculpas mais mentirosas.

Vendo as vantagens da vida criminosa, qual é o mau-caráter que vai querer trocar fáceis 752,12 por suados 486,10 de um salário de gari? Como é que o placar de 50.000 brasileiros assassinados por ano vai diminuir quando o governo Lula dá tantos incentivos?

O gari deve ficar muito desanimado vendo assassinos, sem fazerem absolutamente nada, ganhando o dobro do que ele sua para receber. Além disso, 40% de sua renda vai para pagar a conta alta do “auxílio-reclusão”. Some a isso o pesado financiamento do governo federal às paradas gays e às iniciativas pró-aborto, e o desanimo do gari vai virar depressão, com sério risco de suicídio — a não ser que ele faça como Tiradentes.

O ladrão estatal português de ontem é hoje o ladrão estatal brasileiro, que rouba em dobro. Se Tiradentes vivesse em nosso tempo, será que ele renunciaria à liberdade para ser escravo e capacho do governo brasileiro?

Revoltar-se e mobilizar-se contra a exploração de impostos no Brasil é, como concordaria plenamente Tiradentes, uma obrigação moral de todos os brasileiros.

Fonte: www.juliosevero.com

28 de out. de 2009

Jesus Cristo, Judas e Lula

Jesus Cristo, Judas e Lula

Lula declarou que no Brasil Jesus teria de fazer aliança com Judas. Por meio de quem Lula veio a conhecer esse “Jesus” que se entrega a sujas alianças políticas?

Julio Severo

Engana-se quem acha que Lula não pensa em Jesus Cristo. Recentemente, ele disse: “Se Jesus Cristo viesse para cá, e Judas tivesse a votação num partido qualquer, Jesus teria de chamar Judas para fazer coalizão”.

Se é verdade que o Jesus que a maioria da sociedade conhece é resultado da percepção que é transmitida pelas grandes religiões cristãs, então Lula está cercado de líderes cristãos que lhe espelham um Jesus bem diferente do Jesus do Evangelho. Lula vê os lideres marxistas da CNBB, os bispos e pastores evangélicos oportunistas ávidos de concessões e outros privilégios e deve imaginar: “Se essa gente aí diz seguir Jesus, então Jesus deve ser como eles!”

O Evangelho conta que a atitude de Jesus em seus únicos momentos diante das autoridades políticas era o silêncio. Falar o que com políticos? Eles se julgam deuses e donos da verdade. Diante da arrogância, a suprema sabedoria se cala, porque sabe que o dia da suprema justiça chegará.

Quando fez referência ao governante de sua época, Jesus se limitou a chamá-lo de “raposa” — um título bem apropriado para a vasta maioria dos políticos brasileiros. Uma raposa é esperta e usa tal esperteza para alcançar suas maldades. Uma raposa política se aliaria a Judas e a qualquer outra criatura para alcançar suas maldades.

Uma raposa religiosa não agiria de forma diferente, preferindo entrar em alianças políticas com Pilatos, Herodes, Acabes e outros do que perder oportunidades financeiras. Por isso, Jesus chamava os líderes religiosos de hipócritas.

O Jesus que Lula conhece está na face das raposas religiosas que o cercam. É com o testemunho delas que Lula chegou à conclusão de que “Se Jesus Cristo viesse para cá, e Judas tivesse a votação num partido qualquer, Jesus teria de chamar Judas para fazer coalizão”.

Ao espelharem tal Jesus, conscientemente ou não, as raposas religiosas acabam se tornando os Judas modernos, traindo Jesus e seu Evangelho de salvação.

É com esses Judas que Lula e seu partido estão aliançados. É nesses Judas que Lula tem sua percepção de quem é Jesus e do que faria Jesus na política brasileira.

Com o testemunho que Lula viu e vê na marxista CNBB, IURD, Caio Fábio e outros, será de estranhar se um dia desses ele aparecer declarando a idéia bizarra de que Jesus poderia se aliar com o próprio diabo?

Fonte: www.juliosevero.com

Leia também:

Lula e os evangélicos

Itália rejeita "orientação sexual" em projeto de lei anti-preconceito

Itália rejeita “orientação sexual” em projeto de lei anti-preconceito

Hilary White

ROMA, Itália, 15 de outubro de 2009 (Notícias Pró-Família) — O Parlamento italiano rejeitou uma tentativa de grupos homossexuais estabelecerem a “orientação sexual” como uma categoria privilegiada nas leis anti-preconceito. A medida foi derrotada por um voto de 285 contra 222.

Os oponentes haviam argumentado que a mudança no código penal teria produzido desigualdades, aliás, discriminações reversas. O político Rocco Buttiglione disse que os homossexuais estão protegidos sob a lei do mesmo jeito que todos os outros cidadãos e disse que a derrota do projeto de lei é uma vitória para “o princípio da igualdade de todos os cidadãos — um princípio consagrado em nossa constituição”.

Isabella Bertolini, legisladora e membro do partido do governo de Silvio Berlusconi que havia se oposto á morte de Eluana Englaro por ordem de um tribunal no ano passado, disse que a tentativa de se instituir uma “inerente orientação sexual” no código penal é “claramente inconstitucional” e “provavelmente provocará graves problemas e graves discriminações”.

O conceito, disse ela, é “fruto das idéias relativistas” que estão crescendo na Itália e “produziria uma diferença substancial no tratamento de homossexuais e transexuais diante da lei”. O projeto de lei teria criado uma situação legal em que um ato de violência seria considerado mais grave se a vítima fosse homossexual. “Isso é incompreensível”, disse Bertolini.

Bertolini avisou, com base na experiência de outros países com semelhantes leis de “orientação sexual”, que se aprovada na Itália, tal lei traria como resultado restrições à liberdade de expressão.

Logo que a expressão orientação sexual for introduzida nos artigos anti-preconceito da lei, ela disse, “Não seria possível as pessoas exercerem o direito de expressar suas opiniões ou críticas” acerca da atividade homossexual, um assunto sério num país predominantemente católico. Além disso, ela alertou que o projeto de lei teria sido “usado como porta de entrada para revolucionar o conceito de casamento, família, adoção e enlouquecer os valores fundamentais que sustentam nossa sociedade”.

A derrota do projeto foi criticada na Organização das Nações Unidas, onde a alta comissária da ONU para os direitos humanos chamou a derrota de “um retrocesso para os direitos humanos”.

“Os gays e as lésbicas merecem plena proteção sob a lei”, disse Navi Pillay, que acrescentou que os governos deveriam fazer leis adicionais especificamente protegendo os homossexuais.

A ministra italiana do bem-estar social, Mariastella Carfagna, disse que farão uma nova lei anti-preconceito que exigirá penas mais pesadas para todos os crimes motivados por “discriminação”, incluindo a categoria de “orientação sexual”. Atualmente, há na Itália leis anti-preconceito que incluem as categorias de raça, etnia, nacionalidade e religião. A inclusão de “orientação sexual” no código existente tem sido uma meta importante dos grupos homossexuais de pressão política por alguns anos.

Esses grupos anunciaram que em 17 de outubro farão uma marcha em Roma para protestar contra a votação.

Fonte: http://noticiasprofamilia.blogspot.com

Veja também este artigo original em inglês:

http://www.lifesitenews.com/ldn/2009/oct/09101504.html

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27 de out. de 2009

O diabo e o bom Deus


O diabo e o bom Deus

A declaração estúpida de Lula, segundo a qual, no Brasil, é preciso fazer aliança até com Judas para governar, merece reflexões novas. É preciso ir além da firula, da aparência, da desconstrução da metáfora chula e, obviamente, desinformada para captar o sentido político da fala. Cumpre perguntar: com quem, então, ele jamais se aliaria? Antes de responder, alguma digressão.



Judas era um dos seguidores de Jesus. Ele se tornou um símbolo da traição, o que lhe custou muito caro. Acabou se enforcando, dada a enormidade do seu ato, perseguido por sua consciência. No Brasil, os Judas não se arrependem. E ainda mandam enforcar. Lula, como afirmei no primeiro texto sobre o caso, nunca foi traído por ninguém. A depender da abordagem que se faça, ele fica melhor é no papel de traidor. A foto de Alan Marques na primeira página da Folha (em si, muito boa), com o presidente de mãos postas, olhos fechados, como quem ora, buscou um diálogo com a manchete: “No Brasil, Cristo teria de se aliar a Judas, diz Lula”.
A intenção da edição era fazer um pacote religioso. Por que alguém que defende a aliança com um símbolo da traição merece ser retratado como quem está sendo tocado pelo Espírito Santo é um desses mistérios que ou é explicado pela ignorância religiosa ou por um refinado senso de humor. Minha aposta? Bem… Se é para passar a impressão de que Lula está orando, dada a aliança confessa com Judas, então ele deve ser o sacerdote de alguma Missa Negra. O conjunto — Lula, sua fala e a foto que a ilustra — dá notícias de um tempo bárbaro. Agora vamos voltar ao ponto lá do primeiro parágrafo para exorcizar o demônio da má política já que não há o que exorcize o demônio da má consciência.



E com o capeta, Lula faria acordo? É bem provável que sim. O bicho pode ter chifres, rabo, pés virados para trás, recender a enxofre, bigode, peito estufado, olhos trincados de tão arregalados… Não importa! Só não pode ter pena colorida, bico grande e, bem, chamar-se FHC. O que estou querendo dizer, queridos leitores, é que uma declaração em si mesma infeliz; de notável ignorância específica — e não há especificidade que este generalista não despreze com a nonchalance típica dos ignorantes convictos —; grosseira até, revela a disputa pela hegemonia do processo político, sim, mas também uma concepção autoritária de poder.
Peço-lhes um esforço brutal, sei disso, mas é só por alguns segundos: imaginem-se no lugar de Lula, comandante máximo do PT. Esqueçam só um pouco de que o olhamos de fora para dentro, de que enxergamos sua trajetória como críticos e como analistas. Neste breve instante em que estamos vendo o partido com os olhos de seu criador, certamente divisamos nele virtudes únicas, redentoras, salvadoras. Pois bem: quais seriam as qualidades que fazem de José Sarney, Renan Calheiros, Fernando Collor e Jader Barbalho companheiros de trajetória, mas de FHC um inimigo cuja história, se possível, deva ser eliminada da memória brasileira ou permanecer como anátema? Lembrem-se: ainda estamos na, vá lá, mente de Lula: a que solução moral ele chegou para vituperar de modo obsessivo contra o antecessor, mas a se abraçar com aquelas outras personalidades?



Eis a questão que interessa. Não é só Judas, não! Judas, vá lá, não deixava de fazer parte dos planos do Altíssimo. À sua maneira, era alguém que tinha uma função naquela narrativa. E acaba se dando muito mal. É uma personagem trágica, triste! Lula poderia se aliar também ao capeta porque o que está em disputa é a hegemonia do processo político. Há forças políticas no país que, por enquanto ao menos, ele não pode subordinar — e tampouco elas se submeteriam voluntariamente à sua liderança. Então vale literalmente tudo. Judas é só o elemento menos deletério do ajuntamento. Todos os outros têm um preço que pode ser perfeitamente pago. E como Lula paga! Paga com ministérios! Paga com estatais! Paga com cargos de segundo escalão! Paga com juros! Paga até com o real supervalorizado! Ele só não aceita pagar o preço da alternância do poder. Porque, de fato, este é um dos preços que cobra a democracia.
Huuummm… As coisas começam a ficar mais claras. Aquela defesa desavergonhada que Lula fez das alianças — até com Judas! — não é um testemunho de realismo político, não! É a expressão de uma concepção autoritária de poder. E é isso que muitos se negam a entender. É evidente que ele não acredita que o país estaria em piores mãos se dividisse o poder com, sei lá, o PSDB; é claro que ele sabe qual foi o papel de FHC na história do país e qual foi o de Sarney — “o homem especial”. Ocorre que Sarney não ambiciona uma troca de guarda, de comando, e o PSDB, sim.



É por isso que o homem que não tem pejo de fazer coligação com Judas — e o capeta pode vir também — só não aceita que as oposições voltem ao poder. Porque aceitá-lo, coisa corriqueira em países civilizados, implica acatar o princípio da democracia. Não! Não estou cobrando que Lula se quede passivamente diante de uma eventual derrota eleitoral . Estou cobrando que ele, ao menos, respeite a lei, o que obviamente não faz. Mais do que isso: anuncia que continuará a desrespeitá-la.
Aquele que aceita Judas como um dado da realidade política não vai se subordinar, evidentemente, a um código legal. Há naquela metáfora destrambelhada, como se vê, muito mais do que ignorância episódica: há a truculência metódica disfarçada de realismo político.



E encerro com a foto, aquela, em que parece que ele está fazendo download do divino. Talvez estivesse mesmo recebendo uma mensagem do além. A ser assim, não vinha das Luzes.


VINACC - Visão Nacional Para a Consciência Cristã

22 de out. de 2009

O PECADO SEXUAL

O PECADO SEXUAL

Colossenses 3:1-11



1 Portanto, se já ressuscitastes com Cristo, buscai as coisas que são de cima, onde Cristo está assentado à destra de Deus.

2 Pensai nas coisas que são de cima e não nas que são da terra;

3 porque já estais mortos, e a vossa vida está escondida com Cristo em Deus.

4 Quando Cristo, que é a nossa vida, se manifestar, então, também vós vos manifestareis com ele em glória.

5 Mortificai, pois, os vossos membros que estão sobre a terra: a prostituição, a impureza, o apetite desordenado, a vil concupiscência e a avareza, que é idolatria;

6 pelas quais coisas vem a ira de Deus sobre os filhos da desobediência;

7 nas quais também, em outro tempo, andastes, quando vivíeis nelas.

8 Mas, agora, despojai-vos também de tudo: da ira, da cólera, da malícia, da maledicência, das palavras torpes da vossa boca.

9 Não mintais uns aos outros, pois que já vos despistes do velho homem com os seus feitos

10 e vos vestistes do novo, que se renova para o conhecimento, segundo a imagem daquele que o criou;

11 onde não há grego nem judeu, circuncisão nem incircuncisão, bárbaro, cita, servo ou livre; mas Cristo é tudo em todos.

(Colossenses 3:1-11 RC)

INTRODUÇÃO
O tema de hoje é de vital importância para a vida cristã. Grande número de crentes fiéis têm caído na prática de um tipo de pecado muito comum: O pecado sexual. Estaremos abordando este assunto de forma a prevenir-mos para não cedermos à tentação.

I - SUAS FORMAS

O pecado sexual pode manifestar-se de várias formas, todas maléficas. Estaremos discorrendo sobre algumas:

1. Naquilo que vemos

"Se, porém, os teus olhos forem maus, todo o teu corpo será tenebroso"

O pecado sexual está muito relacionado com aquilo que vemos (2 Sm 11.2). Se não quisermos cair em tentação devemos desviar os nossos olhos de tudo que é imoral (Sl 101.3). Os meios de comunicação vivem hoje em função da exploração sexual, o que tem sido uma espécie de isca que trazem a concupiscência da carne. Grande parte dos programas de TV estão levando os seus telespectadores à situações que ferem frontalmente os princípios exarados nas Escrituras, tais como: Homossexualismo (Rm 1.26.27), incesto, masturbação, nudismo, fornicação, adultério, pornografia e etc. (Gl 5.19). Infelizmente muitos cristãos são espectadores desses programas e estão com os olhos saturados de pornografia, são olhos errantes que vagueiam onde o Espírito Santo não chega nem perto (Tg 4.4,5). Portanto a prática do pecado sexual nasce do olhar. Devemos “arrancar” nossos olhos, se nos falta força para desviá-los de tudo aquilo que é imoral ( Mt 5.29).

2. Naquilo que pensamos

"O coração que maquina pensamentos perversos..." (Pv 6.18)

Uma vez tendo visto algo que pode ser prejudicial para a nossa vida espiritual devemos ter o cuidado de não alimentarmos o desejo através dos pensamentos. Eva caiu em três estágios: Primeiro viu, depois desejou, depois tomou. Jesus disse que aquele que atentar numa mulher para a cobiçar já em seu coração cometeu adultério com ela (Mt 5.28). Isto significa que, embora o pecado sexual seja consumado através do corpo ele pode ser concebido na mente humana (Tg 1.14,15). Aqueles que alimentam fantasias sexuais ilícitas estão pecando em pensamento e precisam arrepender-se.

3. Naquilo que praticamos

"Fugi da prostituição..." (1Co 6.18)

Após ver e desejar o último passo para a queda é tomar. A prática deste tipo de pecado não é algo repentino. É apenas a execução de algo que foi previamente planejado. Quando alguém adultera, por exemplo, os seus pensamentos já haviam programado tudo e esperava apenas o momento oportuno. Escrevendo à igreja de Corinto Paulo diz que o pecado da prostituição é extremamente prejudicial porque quebra aquela unidade do casamento: Serão ambos uma só carne. Além disso quando o crente se prostitui ele se esquece que foi comprado por bom preço, ou seja, seu corpo não é propriedade dele e sim santuário de Deus. A prática do pecado sexual é uma profanação do templo de Deus, que é o nosso corpo. (1 Co 6.19-20).

II - EFEITOS DO PECADO SEXUAL

Todo tipo de pecado acarreta conseqüências danosas à vida do homem. Na esfera sexual são vários os efeitos destrutivos que o pecado traz:

1. Moralmente

Por causa de um ato de adultério o rei Davi experimentou o fracasso no seu próprio lar, mesmo tendo recebido o perdão divino (2 Sm 12.10). Vale ressaltar que Deus perdoou Davi (2 Sm 12.13), porém não o isentou de sofrer os danos decorrentes do seu ato: morte física (2 Sm 12.18), incesto e estupro (2 Sm 13.14), prostituição (2 Sm 16.22), homicídio (2Sm 13.28,29) e rebelião.

Quantas famílias, inclusive cristãs, estão moralmente desestruturadas nos nossos dias devido à prática destes atos. São pais que não podem mais exigir o respeito dos seus filhos, filhas que foram abusadas sexualmente dentro da sua própria casa, casais de homossexuais vivendo juntos e passando uma falsa noção de bem estar e outras distorções morais.

2. Socialmente

O grande número de abortos praticados em todo o mundo, bem como o de adolescentes que estão engravidando precocemente, as doenças sexualmente transmissíveis, como a AIDS, são algumas das inúmeras conseqüências que o mal uso do sexo tem trazido para a nossa sociedade. Infelizmente o Brasil é conhecido no exterior como um lugar de prostituição fácil, principalmente devido ao carnaval; quando as pessoas perdem completamente o senso e se entregam a todo tipo de sodomia. Como resultado disto temos um país com grande número de mães solteiras, menores abandonados, superlotação de presídios e outras mazelas sociais.

3. Psicologicamente

Muitos dos traumas psicológicos enfrentados pelas pessoas estão relacionados com as conseqüências de um pecado sexual. São feridas profundas que ficam na alma da pessoa sendo necessária a atuação do Espírito Santo após a confissão (Sl 32.3;38.3), para que haja uma liberação do poder purificador de Deus (Sl 51.7). Exemplo: Sexo antes do casamento, se não houver confissão, traz infelicidade num futuro matrimônio , além de um peso muito grande na consciência, pela lembrança da falta cometida.

III - SUA PRECAUÇÃO

1. Seja vigilante

"Vigiai e orai, para que não entreis em tentação; na verdade, o espírito está pronto, mas a carne é fraca." (Mt 26.41)

Você pode ser o crente que mais conhece a Bíblia, que mais ora e jejua. Tudo isto é importante, pois ajuda a mortificar a carne, mas não é suficiente para impedi-lo de pecar sexualmente. Tenha todas as virtudes acima, mas não se esqueça da principal. Que é a vigilância.

a)Evite ver e ouvir coisas que alimentam o erotismo;

b) Evite o contato muito próximo com pessoas do sexo oposto, principalmente em lugares isolados;

c) Cuidado com as conversas que giram em torno de sexo;

d) Não conte seus problemas conjugais para qualquer pessoa. Lembre-se do exemplo do rei Davi: Ele era um homem segundo o coração de Deus. Orava muito, escreveu lindos salmos, venceu gigantes, mas por falta de vigilância foi vencido pelo pecado sexual e isto está registrado na Bíblia para aviso nosso (1 Co. 10.11).

2. Cumpra seu papel

Se você é solteiro saiba que, ao contrário da permissividade sexual dos nossos dias, Deus espera que você preserve o seu corpo que é templo do Espírito Santo e fuja da prostituição e da fornicação. É possível ser como José, que preferiu fugir a ter que pecar contra Deus (Gn 39.12).

Se você é casado lembre-se que deve pagar ao seu cônjuge a devida benevolência (1 Co 7.3), permitindo que as suas necessidades afetivas e sexuais sejam plenamente realizadas e evitando assim que o diabo encontre alguma rotura na sua vida conjugal e o induza, ou o seu cônjuge, a pecar.

CONCLUSÃO

Não se deve esperar que o ímpio atente para tudo que foi tratado nesta lição, mas para nós que servimos a Deus é um dever cumprir com os mandamentos divinos. A santificação do nosso corpo faz parte da nossa salvação.

1. Você conhece o padrão divino para o sexo?
2. Está consciente dos danos sofridos por aqueles que pecam sexualmente?
3. Tem evitado dar ocasião ao pecado?

Fonte: http:Comportamento Cristão

Divulgação: Jorge Nilson (www.pensamentosnaweb)

19 de out. de 2009

As heresias do Catolicismo Romano

As heresias do Catolicismo Romano

Maria como co-redentora.


Por Renato Vargens


Antes de morrer o papa João Paulo II, recebeu inúmeros pedidos para que assinasse um novo dogma em que a Igreja reconheceria Maria como co-redentora juntamente com Jesus. O líder desse movimento é o Sr. Miravalle, 41 anos, professor de Mariologia numa das mais conservadoras universidades católicas da Itália. Desde então, o papa recebeu mais de seis milhões de assinaturas de 148 países solicitando que ele conceda a Maria a mais alta promoção. Além disso, o Sr. Miravalle recebeu o apoio de 550 bispos e 42 cardeais, incluindo o Cardeal John O’Connor e a Madre Teresa de Calcutá antes de suas mortes.


Segundo Miravalle: O Papa João Paulo II usou o título de co-redentora pelo menos em seis ocasiões. Em sua homilia em Guayaquil, Equador, em janeiro de 1985, João Paulo II declarou que Maria estava "crucificada espiritualmente com seu Filho crucificado" e que "seu papel como Co-redentora não cessou depois da glorificação de seu Filho".


Caro leitor a afirmação dos católicos romanos de que Maria é co-redentora juntamente com Cristo é blasfêmia. A salvação dos homens se dá pela fé no Filho de Deus. Somente por Ele, somos libertos do domínio do adversário das nossas almas. Jesus Cristo afirmou que Ele é o caminho, a verdade e a vida e que ninguém pode ir ao Pai se não for por Ele. Junta-se a isso, o fato inquestionável de que como qualquer mortal, Maria foi concebida em pecado, e como pecadora que era, só pôde ser salva mediante sua fé em Cristo Jesus. Afirmo sem titubeios que ainda que tenha possuído virtudes incontáveis, Maria não foi imaculada, nem tampouco perfeita em seus caminhos. Afirmo também que a tradição católica de que ela foi assunta aos céus é herética, e anti-bíblica e que como qualquer pessoa que morre em Cristo não pode interceder pelos vivos, e que esta função de interceder junto ao Pai pelos santos de Deus, cabe exclusivamente ao Senhor Jesus.


Isto posto, concluo que em Cristo, por Cristo e por intermédio de Cristo é que somos SALVOS e que Maria não pode fazer absolutamente nada pela humanidade.


Solus Christus,
___________________

Renato Vargens será palestrante do XII Encontro Para a Consciência Cristã, qu acontecerá em Campina Grande-PB, de 10 a 16 de fevereiro de 2010.


17 de out. de 2009

Evangélicos e homossexuais entram em confronto

Evangélicos e representantes da Associação dos Homossexuais de Campina Grande (AHCG) entraram em confronto na manhã desta sexta-feira (22) na Praça da Bandeira, no momento em que a Visão Nacional para Consciência Cristã (Vinacc) promovia um ato público de apoio à campanha contra o homossexualismo.

O ato público, segundo o pastor Euder Faber, presidente da Vinacc, estava agendado há quinze dias e fazia parte das atividades programadas para difundir a campanha. Ele informou que o evento já estava acontecendo desde às 7h. Algum tempo depois chegaram os representantes da AHCG e o confronto foi inevitável.

Euder Faber, que também é pastor da Igreja 'O Brasil para Crito', localizada no bairro do Centenário, em Campina Grande, classificou o confronto como 'um ato de total intolerância'.

O pastor disse que na terça-feira passada havia pedido ao Comando do Primeiro Batalhão da Polícia Militar de Campina Grande que fosse enviado à Praça da Bandeira um reforço policial, segundo ele, porque já previa que pudesse haver algum tipo de reação dos homossexuais, o que acabou se confirmando.

O clima ficou bastante acirrado entre os dois grupos, mas, garante o pastor, os agredidos foram os evengélicos que ouviram várias epxressões preconceituosas da parte dos homossexuais.

O outro lado - David Soares, da AHGC, desmente o pastar e diz que não houve agressão. "Ao contrário, os integrantes da entidade foram até a praça apenas para acompanhar o cumprimento da liminar expedida pela juiza Maria Emília de Oliveira, da 1ª Vara Cível daquele município, ainda na quinta-feira (21) que determinava a retirada dos 10 outdoors espalhados pela cidade e que continham mensagem velada contra os homossexuais", afirmou.

Segundo a juiza, a liminar também determinava que a mensagem que estava postada no site da Vinacc fosse retirada do endereço eletrônico, bem como proibia a realização do ato público marcado para acontecer na manhã desta sexta. A liminar foi apresentada somente hoje ao pastor, porque este não foi localizado na quinta (21).

O pastor disse que tão logo recebeu o documento das mãos do oficial de Justiça cumpriu a decisão judicial encerrando a atividade.

A versão apresentada pelo pastor, no entanto, não convenceu a juiza, que lembrou o fato da Vinacc ter entrado com agravo para suspender a liminar. "Ora, se diz que não ter recebido a liminar, como é que resolveu entrar com o agravo?", indagou.

No site - No site da Vinacc, a publicidade da campanha que trata sobre homossexualismo foi substituída por uma nota sobre o pensamento da entidade a respeito do entendimento da Justiça e sobre as razões pelas quais a campanha foi idealizada e levada às ruas.

Leia a nota na íntegra:

" VINACC CUMPRE ORDEM EMANADA DA JUSTIÇA PARAIBANA


A VINACC foi intimada, nesta sexta-feira, dia 22 de Junho de 2007, através de seu Representante legal – Pr. Euder Faber – da decisão emanada da Justiça Paraibana que determinou a suspensão da campanha que foi deflagrada por esta instituição EM DEFESA DA FAMÍLIA e dos princípios insculpidos na BÍBLIA SAGRADA. Diga-se, de início, que a VINACC respeita as Instituições Democráticas e, assim sendo, não poderia deixar de cumprir aquilo que foi determinado pelo Poder Judiciário.

Entretanto, mesmo cumprindo a decisão emanada do Poder Judiciário, a VINACC afirma que não promoveu, e jamais promoverá, qualquer campanha preconceituosa ou que faça acepção de pessoas, até porque os princípios que norteiam as suas ações estão, como já frisado, expressos na Bíblia Sagrada – que, por sua vez, ensina que Deus ama a todos e foi por esta razão que Jesus foi morto na cruz.

Ademais, a VINACC não fez outra coisa, senão exercer o direito de manifestação de pensamento, consagrado nas linhas mestras da Constituição Federal, que em seu Capítulo 5º – que trata dos Direitos e Deveres Individuais e Coletivos – preconiza, no inciso IV, que:

“É livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato”.

Quer isto dizer que, quando a VINACC se posiciona contra a prática do homossexualismo (e não, contra os homossexuais), está exercendo um direito que lhe é garantido na Carta Magna da Nação, não havendo, portanto, razão para se dizer que a sua atitude feriu dispositivos constitucionais. Ao contrário, vai ao encontro deles!

Aliás, a mesma Constituição Brasileira, desta feita no artigo 220, garante a manifestação do pensamento, preceituando que:

“A manifestação do pensamento, a criação, a expressão e a informação, sob qualquer forma, processo ou veículo não sofrerão qualquer restrição, observado o disposto nesta Constituição”.

O preceito supra consagra a livre e irrestrita manifestação do pensamento, independentemente do tipo de veículo pelo qual o mesma é disseminado, se em outodoor’s, jornais revistas ou outro veículo de comunicação qualquer.

Com relação à proibição de a VINACC realizar o ato público previsto para o dia 22 de Junho de 2007, às 9hs., não há como negar que tal proibição vai de encontro ao texto constitucional, vez que o mesmo artigo 5º, desta feita no inciso XVI, dispõe:

“Todos podem reunir-se pacificamente, sem armas, em locais abertos ao público, independentemente de autorização, desde que não frustrem outra reunião anteriormente convocada para o mesmo local, sendo apenas exigido prévio aviso à autoridade competente”.

O direito de reunião é assegurado a qualquer cidadão brasileiro, e a proibição desse tipo de manifestação viola a disposição constitucional. Tanto é assim, que as próprias associações que defendem a prática do homossexualismo têm igual direito de reunião e tem feito isto constantemente.

Aliás, o texto do manifesto publicado pela VINACC – e que foi retirado deste site por determinação judicial – não critica o direito de os grupos que defendem o homossexualismo fazerem apologia a esta prática. Ao contrário, afirma que eles têm o direito à manifestação. Entretanto, assim como eles têm esse direito, a VINACC entende que também o tem. E é isto que lhe foi negado: o direito de expressar as suas opiniões.

Portanto, em cumprimento à determinação supracitada, e em respeito ao Poder Judiciário, de onde ela procedeu, a VINACC retirou o manifesto que estava divulgado neste site, assim como enviou ofício à empresa responsável pelos 10 (dez) outdoor’s instalados na cidade, para que os mesmos sejam retirados.

Por fim, a VINNAC, entendendo que não pode ver ceifado o seu direito de expressão, irá lutar, usando os meios permitidos em direito, como o devido processo legal e os meios de defesa a ele inerentes, também garantidos na Constituição Federal, para que possa continuar expressando suas opiniões.

No amor de Deus,

Pr. Euder Faber
Presidente da VINACC

Horário da veiculação deste texto
12h40 em 22 de junho de 2007 "

Patrícia Braz
Fonte: www.portalcorreio.com.br

Novo presidente da ONU diz que a homossexualidade é “totalmente inaceitável”

Novo presidente da ONU diz que a homossexualidade é “totalmente inaceitável”

Hilary White

NOVA IORQUE, EUA, 28 de setembro de 2009 (Notícias Pró-Família) — Numa entrevista antes de seu primeiro discurso, o novo presidente da Assembléia Geral da ONU disse que a homossexualidade não é “realmente aceitável”.

Ali Abdussalam Treki, diplomata veterano da Líbia, estava respondendo à pergunta de um jornalista acerca de sua posição sobre a Declaração da ONU em favor da Descriminalização Universal da Homossexualidade numa coletiva à imprensa antes da abertura da 64ª sessão da Assembléia Geral.

“É um argumento muito espinhoso”, disse ele. “Como muçulmano, não concordo com isso. Minha opinião não é de forma alguma a favor dessa questão”.

“Creio que não é aceitável para a maior parte do mundo, e é totalmente inaceitável para a nossa tradição e religião. E há alguns países que permitem isso, achando que é um tipo de democracia… Penso que não é”, acrescentou ele.

A resposta do movimento homossexual internacional foi veloz, com um grupo dizendo que o comentário de Treki era contrário aos princípios da Carta de fundação da Organização das Nações Unidas. A Associação Internacional de Lésbicas e Gays (conhecida pela sigla em inglês ILGA), um dos principais grupos internacionais de militância homossexual, nesta semana divulgou uma declaração exigindo uma explicação de Treki por sua “indisposição de considerar a proteção da vida e segurança de lésbicas, homens gays, transexuais, interssexuais e bissexuais do mundo inteiro”.

A ILGA continuou: “Não dá para deixar de frisar as implicações preocupantes e sérias dessa atitude, vindas do novo presidente de uma instituição que tem a obrigação de considerar os direitos humanos — todos os direitos humanos — como o valor mais sagrado”.

A declaração da ONU recebeu a oposição de um grupo de países árabes e foi assinada apenas por um total de 66 dos 192 países membros da ONU, inclusive todos os 27 países que compõem a União Européia bem como o Japão, a Austrália, o México e uns 35 outros países. Até a eleição de Barack Obama como presidente, os EUA eram o único país ocidental que se recusava a assinar.

No final do ano passado, o representante do Vaticano na ONU, o Arcebispo Celestino Migliore, disse para uma agência de notícias da França que aqueles que estavam contra a declaração estavam preocupados com o fato de que ela colocaria mais pressões sobre os países para adotar ou expandir “casamentos” ou uniões civis de mesmo sexo e geralmente incitaria o movimento a normalizar a homossexualidade.

“Os países que não reconhecem as uniões de mesmo sexo como ‘matrimônio’ serão condenados publicamente e serão alvos de pressões”, disse ele.

Fonte: http://noticiasprofamilia.blogspot.com