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17 de jun. de 2010

Estrutura de família na infância ligada a índice de lesbianismo

Estrutura de família na infância ligada a índice de lesbianismo

WASHINGTON, D.C., EUA, 20 de maio de 2010 (Notícias Pró-Família) — O Conselho de Pesquisa da Família (CPF) divulgou um novo relatório analítico na quinta-feira que indica que as mulheres que não cresceram com sua mãe e pai biológicos têm muito mais probabilidade de se envolverem em conduta de lesbianismo como adultas do que as mulheres que cresceram numa família intacta.

“Essa pesquisa mina ainda mais a alegação de que a homossexualidade tem em grande parte origem genética ou biológica”, declarou o Dr. Patrick F. Fagan, diretor do Instituto de Pesquisa do Casamento e Religião (IPCR) do CPF, e co-autor do estudo. “É evidente que fatores sociais têm um impacto importante na possibilidade de uma mulher escolher se envolver em relacionamentos lésbicos”.

O estudo foi baseado em dados de 2002 com relação a 7.643 mulheres entre as idades de 14 e 44, extraídos da Pesquisa Nacional de Crescimento da Família conduzida pelos Centros de Controle e Prevenção de Doenças. A avaliação dos dados foi conduzida por Fagan e pelo Dr. Paul Sullins, do Departamento de Sociologia da Universidade Católica da América.

Mulheres que cresceram em lares em que seu pai biológico estava ausente tinham probabilidade três vezes maior de terem tido parceiras lésbicas no ano anterior à pesquisa do que mulheres que cresceram com seu pai biológico.

“A teoria clássica e as pesquisas iniciais focalizavam no papel importante que a ligação à mãe desempenha no desenvolvimento sexual das crianças”, disse Fagan. “Entretanto, estes dados parecem indicar que o pai também desempenha um papel crucial no desenvolvimento sexual de sua filha. Com a contínua desestruturação da família, é razoável predizer um aumento em conduta lésbica entre as mulheres. Dificuldades no desenvolvimento da identificação sexual com a mãe aumentarão onde há uma desestruturação de ligação entre pai e mãe”, concluiu Fagan.
O relatório também examinou a correlação entre a atual participação religiosa e conduta homossexual. Mulheres que nunca freqüentam cultos tinham semelhantemente probabilidade três vezes maior de terem relacionamentos lésbicos do que mulheres que freqüentam cultos semanalmente.

Quando ambos fatores (estrutura de família na infância e atual participação religiosa) eram combinados, o estudo revelou que só 2,1 por cento das mulheres de uma família intacta que adora a Deus semanalmente tinham tido uma parceira lésbica no ano passado, enquanto mulheres de uma família não intacta que nunca adora a Deus tinham uma probabilidade quatro e meia maior de terem tido uma parceira (9,5 por cento).

Clique aqui para fazer o download do relatório em inglês.

Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com

Fonte: http://noticiasprofamilia.blogspot.com

Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesite.net/ldn/viewonsite.html?articleid=10052002

Copyright © LifeSiteNews.com. Este texto está sob a licença de Creative Commons Attribution-No Derivatives. Você pode republicar este artigo ou partes dele sem solicitar permissão, contanto que o conteúdo não seja alterado e seja claramente atribuído a “Notícias Pró-Família”. Qualquer site que publique textos completos ou grandes partes de artigos de Notícias Pró-Família ou LifeSiteNews.com em português tem a obrigação adicional de incluir um link ativo para “NoticiasProFamilia.blogspot.com”. O link não é exigido para citações. A republicação de artigos de Notícias Pró-Família o LifeSiteNews.com que são originários de outras fontes está sujeita às condições dessas fontes.

Divulgação: www.pensamentosnaweb.com.br



15 de jun. de 2010

Padre liga pedofilia a homossexualidade e PT

Padre liga pedofilia a homossexualismo e PT

Luiz Lodi, da Diocese de Anápolis (GO), diz que bandeiras defendidas pelo governo Lula estimulam o “círculo vicioso” da pedofilia

O padre Luiz Carlos Lodi da Cruz, da Diocese de Anápolis (GO), enviou a fiéis e pessoas ligadas à Associação Pró-vida, entidade da qual é presidente, um informativo imputando os recentes casos descobertos de pedofilia nas igrejas ao homossexualismo. O padre seguiu a linha do secretário de Estado do Vaticano, Tarcisio Bertone, que em abril alegou ser a homossexualidade, e não o celibato, a responsável pelos abusos. O religioso ainda afirmou que as políticas adotadas pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva “constituem um grande serviço” para a difusão da pedofilia, e que o quadro tende a piorar se o PT vencer as eleições.


Em seu artigo, intitulado “Pedofilia e homossexualismo: de mãos dadas (é incoerente combater um sem combater o outro)”, o padre diz que “homossexualismo e pedofilia estão de tal modo entrelaçados que é difícil, até no plano dos conceitos, separar um do outro”.


Para ele, “a explosão de escândalos de pedofilia nas últimas décadas coincide não com a adoção do celibato pelo clero (que já é bimilenar), mas com uma invasão de homossexuais aos seminários, nem sempre reprimida devidamente pelos reitores. Se o homossexualismo for erradicado dos seminários, os casos de pedofilia sofrerão uma enorme redução”.


Após dizer que a “pedofilia e o homossexualismo se alimentam mutuamente, em um círculo vicioso”, o padre diz que o governo Lula, “mais do que qualquer outro”, promove o homossexualismo e combate a castidade, o que seria “um grande serviço à difusão da pedofilia”.

Luiz Carlos Lodi conclui seu texto dizendo que “infelizmente, o Superior Tribunal de Justiça no dia 27 de abril de 2010 reconheceu a adoção de duas crianças por uma dupla de lésbicas. A situação tende a piorar se – Deus não o permita! – o Brasil for submetido a um novo governo do Partido dos Trabalhadores”.

Padre

A reportagem foi informada por funcionários da Associação Pró-vida que o padre Luiz Carlos Lodi não iria se manifestar sobre seus textos – também publicados no site da entidade – devido a falta de tempo.

PT

O líder do governo na Câmara, deputado Cândido Vaccarezza (PT-SP), disse que seu partido não vai dar “resposta a idiotas” e evitará comentar o assunto. "Se eu falar sobre isso o padre ganha palanque", pontuou.

O vice-presidente da Câmara, Marco Maia (PT-RS), por sua vez, disse que posições radicais no campo das liberdades pessoais não são positivas para o debate. Ainda falou que tais temas não são prioritários na agenda nacional.

Fonte: Site do IG
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12 de jun. de 2010

" O PT é um perigo para o país e para a democrácia"


''O PT é um perigo para o país e para a democracia''

Em entrevista ao jornal O Tempo, de Minas Gerais, o poeta Ferreira Gullar, ex-integrante do Partido Comunista Brasileiro (PCB), declarou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva é "uma pessoa desonesta, um demagogo". E concluiu: “O PT é um perigo para o país e para a democracia”.Neste ano temos eleição presidencial. Você está animado? - Ah, vai ser uma batalha. Os dois candidatos estão empatados.
Espero que o Serra ganhe. Será um absurdo se o Lula, que empurrou a Dilma garganta adentro do PT, vá empurrar agora garganta adentro do país só pela vontade exclusiva dele. Acho que nem a Dilma é a favor disso. Mas o governo Lula não teve nenhum mérito? - Não é que não teve nenhum mérito.
O principal problema do Lula é ele não reconhecer o que ele deve aos governos anteriores. Tudo dele é “Nunca na história deste país...”. Ele se faz dono de tudo o que ele combateu. Por que o Brasil passou pela crise da maneira que passou? Porque havia o Proer (programa de auxílio ao sistema financeiro). Mas o PT foi para a rua condenar o Proer dizendo que o governo FHC estava dando dinheiro para banqueiro. E a Lei de Responsabilidade Fiscal? O PT entrou no STF contra a lei. Ainda está lá o processo do PT para acabar com a Lei de Responsabilidade Fiscal. O PT era contra o superávit primário,era contra tudo. Quer dizer, tudo o que eles estão adotando e que se constitui a infraestrutura da política econômica eles combateram. - Agora o cara não reconhece isso: ele diz que fez tudo.
O Lula é, de fato, uma pessoa desonesta. Um demagogo. E isso é perigoso. Está arrastando o país para posições que são realmente inacreditáveis. O cara se tornar aliado do Ahmadinejad, o presidente de um país que tem a coragem de dizer que não houve o Holocausto? Ele está desqualificando mundialmente porque está negando um fato real que não agrada a ele. Então não pode. O Brasil vai se ligar a um cara desse?
É um oportunismo e uma megalomania fora de propósito. É um desastre para o país. - Eu espero que a Dilma perca a eleição. Não tenho nada contra ela, mas contra o que isso significa. O PT é um perigo para o país. O aparelhamento do Estado, o domínio dos fundos de pensão... Um sistema de poder que vai ameaçar a própria democracia. As pessoas têm que tomar consciência.
Fonte: Jornal da Mídia

11 de jun. de 2010

Holanda financia campanha de propaganda homossexual no Chile

Holanda financia campanha de propaganda homossexual no Chile

Matthew Cullinan Hoffman, correspondente na América Latina

SANTIAGO, Chile, 14 de maio de 2010 (Notícias Pró-Família) — Os chilenos estão sendo sujeitos a uma enorme campanha homossexual na capital da nação, financiada pelo governo da Holanda, de acordo com reportagens nacionais e internacionais.

A campanha usa imagens enormes para promover a aceitação dos relacionamentos homossexuais, inclusive um outdoor com duas lésbicas se beijando nos lábios colocado na Plaza Itália de Santiago. O subtítulo diz: “Se o amor incomoda você, faça uma consulta psiquiátrica”, e afirma que “Homofobia e transfobia são violência”.

Outra imagem, que está aparecendo em mais de 40 ônibus de Santiago, mostra um casal idoso presumivelmente em seu lar, sorrindo enquanto dois homens homossexuais se beijam nos lábios no fundo. O subtítulo diz: “Pelo fato de que temos princípios, combatemos a discriminação”.
A campanha está sendo conduzida pelo Movimento Chileno de Minorias Sexuais (MOVILH), com descarado apoio financeiro da Embaixada da Holanda, cujo logotipo está afixado no fundo dos cartazes.

O jornal La Vanguardia do Chile diz que as imagens têm “provocado polêmica no Chile, onde a vasta maioria da população é católica e conservadora”.

Chile, uma nação que tem historicamente tido fortes valores de família, tem até agora resistido às pressões para criar direitos especiais para os homossexuais, algo que MOVILH está publicamente buscando mudar.

“Em nosso país não existe nenhuma lei que faça referência aos direitos das minorias sexuais, mesmo quando temos obtido a aprovação de regulamentos municipais contra a discriminação. Com essa campanha, estão buscando promover e fazer pressões em favor da aprovação da lei contra a discriminação e outros regulamentos que acabarão com os problemas que todos sofrem, quer homossexuais ou heterossexuais”, a organização declara em seu site.

Links relacionados:
Imagens da campanha homossexual holandesa no Chile. (Aviso: conteúdo ofensivo. Somente para adultos.)
http://www.movilh.cl/imagenes/campana-via-publica/movilh-transantiago.jpg
http://www.movilh.cl/imagenes/campana-via-publica/movilh-plaza-italia.jpg
http://www.movilh.cl/imagenes/campana-via-publica/movilh-paseo-ahumada.jpg

Traduzido por Julio Severo: http://www.juliosevero.com/

Fonte: http://noticiasprofamilia.blogspot.com/

Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesite.net/ldn/viewonsite.html?articleid=10051415

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Presidente Lula decreta dia 17 de maio dia Nacional de Combate à Homofobia*

Presidente Lula decreta dia 17 de maio dia Nacional de Combate à Homofobia*

Ato ocorreu na véspera da 14ª Parada LGBT de São Paulo
Atendendo ao pedido da ABGLT (Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais) — ofício abaixo —, na sexta-feira, dia 4 de junho, o presidente da república, Luiz Inácio Lula da Silva, assinou o decreto que institui o Dia Nacional de Combate à Homofobia*, a ser comemorado anualmente no Dia 17 de Maio. O Decreto foi publicado no Diário Oficial da União hoje, 2ª-feira, 07/06, Seção 1, página 5 (texto abaixo).

A notícia foi recebida na sexta-feira à noite pela presidência da ABGLT durante a realização do 10º Prêmio “Cidadania em Respeito à Diversidade”, promovido pela Associação da Parada do Orgulho GLBT de São Paulo.

Segundo Toni Reis, presidente da ABGLT, “o Decreto é o reconhecimento governamental de que há homofobia* no Brasil e que é preciso ter ações concretas para diminuir ou acabar com o preconceito, a discriminação e o estigma contra a comunidade LGBT. Esperamos que o exemplo do Brasil seja seguido pelos 75 país que criminalizam a homossexualidade e pelos 7 países em que há pena de morte para os homossexuais”, disse. Reis também parabenizou o governo Lula, sobretudo a Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República pelo empenho em aprovar o Decreto.

O Decreto vem coroar as propostas de campanha do segundo mandato do presidente Lula: a continuidade do Programa Brasil Sem Homofobia*; a realização da 1ª Conferência Nacional LGBT; a criação da Coordenação Nacional LGBT, do Conselho Nacional LGBT e do Plano Nacional de Promoção da Cidadania e Direitos Humanos LGBT. Enquanto o Legislativo Nacional não aprova leis que garantam a igualdade de direitos da comunidade LGBT, o Judiciário e o Executivo já demonstraram, através de decisões e ações, que no Brasil se respeita a Constituição Federal, que nos seus artigos 3º e 5º afirma que não haverá discriminação e que todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza.

O dia 17 de maio de 1990 foi o dia em que a Assembleia Mundial da Saúde, órgão máximo de tomada de decisão da Organização Mundial da Saúde, retirou a homossexualidade da Classificação Internacional de Doenças. Desde então, a data e celebrada internacionalmente como o Dia de combate à Homofobia*.

É uma estratégia da ABGLT que em todos os estados e municípios haja leis ou decretos que instituam o dia estadual ou municipal contra a homofobia*. O Dia já existe em 9 estados: Amazonas, Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná e Santa Catarina; e em pelo menos 15 municípios: Lauro de Freitas-BA, Alfenas-MG, Itaúna-MG, Cuiabá-MT, Rondonópolis-MT, Picos-PI, Curitiba-PR, Francisco Beltrão-PR, Natal-RN, Mesquita-RJ, Rio Grande-RS, Florianópolis-SC, Joinville-SC, Campinas-SP e Ribeirão Preto-SP (www.abglt.org.br/port/leis_homofobia.php)

DECRETO PRESIDENCIAL DE 4 DE JUNHO DE 2010

Institui o Dia Nacional de Combate à Homofobia*.

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso das atribuições que lhe confere o art. 84, incisos II e VI, alínea "a", da Constituição,
D E C R E T A :

Art. 1º Fica instituído o dia 17 de maio como o Dia Nacional de Combate à Homofobia*.
Art. 2º Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação.

Brasília, 4 de junho de 2010; 189º da Independência e 122º da República.
Luiz Inácio Lula da Silva

Paulo de Tarso Vannuchi

(Diário Oficial da União. Nº 106, segunda-feira, 7 de junho de 2010, Seção 1 - página 5)
* Nota importante de Julio Severo: De acordo com a ideologia politicamente correta, “homofobia” é toda conduta ou opinião filosófica, moral, científica, médica ou cristã contra as práticas homossexuais, colocando pois as igrejas nessa categoria maliciosamente inventada.

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7 de jun. de 2010

Flotilha da paz disfarçada ganha defesa enérgica da Turquia

Flotilha da paz disfarçada ganha defesa enérgica da Turquia


Julio severo


Julio Severo

O governo turco está se mobilizando para que as autoridades israelenses sejam julgadas pela Corte Criminal Internacional em Haia, na Holanda, porque Israel “ousou” inspecionar navios “humanitários” destinados aos árabes palestinos. Os navios, que saíram da Turquia, continham também armamento escondido, inclusive foguetes.


Afinal, como é que os árabes palestinos conseguirão prosseguir seus ataques contra Israel sem a ajuda “humanitária” de foguetes e outras armas?
A Turquia, país esmagadoramente muçulmano que tem um longo histórico de derramamento de sangue cristão, ficou histérica com as ações de Israel, que desmascarou o humanitarismo disfarçado. Os “pacifistas” enfrentaram os inspetores militares israelenses com extrema violência. E receberam o devido tratamento e resposta.


Desde quando armamento para uso contra cidadãos israelenses é ajuda “humanitária”? Se, num ousado cenário oposto, uma flotilha com semelhante “ajuda” fosse destinada à minoria separatista curda da Turquia, os turcos reagiriam com delicadeza? Aliás, a mesma Turquia que exige de Israel um estado para os árabes palestinos também persegue a minoria curda na Turquia, por querer um estado! Os bondosos turcos estão determinados a exterminar o desejo dos curdos.
Para os turcos, pode haver perseguição e derramamento de sangue à vontade, desde que não seja contra sua religião muçulmana favorita. Esse é o motivo por que a Turquia condena as tentativas da ONU de condenar o Sudão, cujo governo muçulmano assassinou aproximadamente meio milhão de sudaneses que não são muçulmanos. A maioria dos massacrados são cristãos.
No Conselho de Segurança da ONU — onde há décadas Israel é condenado sistematicamente por pressão dos países islâmicos —, o Sudão é protegido de toda condenação. Mesmo que seis milhões de judeus estivessem sendo assassinados hoje, por pura pressão ideológica a ONU acabaria dando um jeito de condenar Israel e inocentar o Sudão.
O primeiro-ministro turco Recep Tayyip Erdog disse: “Não é possível um muçulmano cometer genocídio. É por isso que estamos à vontade [com a visita do presidente islâmico do Sudão à Turquia]”.


A Turquia não tem motivo nenhum para reconhecer e se opor a genocídios cometidos por islâmicos. Logo antes da 1ª Guerra Mundial, o governo islâmico da Turquia assassinou a sangue frio centenas de milhares de homens, mulheres e crianças armênios cristãos. Até hoje, a Turquia não tolera quando alguém diz que esse massacre de inocentes foi genocídio.


A Turquia fala a partir da posição de quem cometeu genocídio e de quem hoje defende o governo genocida islâmico do Sudão.
Israel responde a partir da posição de quem sofreu o genocídio de mais de 6 milhões de judeus durante a 2ª Guerra Mundial. Com essa trágica experiência, Israel nunca pode descuidar da defesa de suas famílias, mesmo quando um carregamento de armas vem disfarçado em “inocentes” navios de ativistas esquerdistas da paz trazendo bombons e remédios.


Quanto à Corte Criminal Internacional, que tal a Turquia e o Sudão prestarem contas por suas atrocidades contra populações inocentes?
Versão em inglês deste artigo: Flotilla of the disguised peace receives forceful defense of Turkey

Fonte: www.juliosevero.com.br

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5 de jun. de 2010

Lições Biblicas


Lição 10 O Valor da temperança

Leitura Bíblica em Classe Jeremias 35.1-5, 8, 18, 19

Introdução

I. A origem dos recabitas
II. O estilo de vida dos recabitas
III. O exemplo dos recabitas

Conclusão


TRADIÇÃO: UMA ABORDAGEM EQUILIBRADA

O pós-modernismo é considerado, por alguns estudiosos, um tempo que marca a transição do modernismo para o tempo pós-industrial. Suas características são conhecidas pelas tentativas de desconstruções e relativizações com temas que supostamente eram inquestionáveis. As influências pós-modernas abrangem várias esferas, e uma delas que iremos abordar é a linguística.

Algumas palavras sofreram alterações ou influências normais ao longo dos séculos como, por exemplo, Anátema, que anteriormente era designada como coisa consagrada a outro deus de acordo com o contexto hebraico, mas o uso de acordo com o contexto helênico designou um objeto de maldição . Hoje é impossível alguém atribuir outro significado, ao termo anátema, que não seja maldição. O progresso linguístico em qualquer vernáculo é natural e necessário. Diagnosticando o desenvolvimento da sociedade, é preciso que o vocabulário acompanhe-o naturalmente.

Os termos bíblicos fazem parte da língua nativa de cada povo que tem uma tradução disponível em seu idioma. E é comum que o exercício da pregação utilize essa língua para comunicar verdades reveladas. Nesse momento, esse exercício é representado por uma carga semântica local e vivencial do povo que faz uso de sua língua nativa.
É nesse contexto que se deve refletir até que ponto a palavra da língua nativa sofre um progresso natural do desenvolvimento do vernáculo nativo ou sofre um “preconceito linguístico” como resultado da desconstrução e relativização do pós-modernismo.

Uma das palavras-chave da presente lição é Tradição. Ela se acomoda perfeitamente no desenvolvimento preconceituoso da semantização que ela propõe hoje. As pessoas não se sentem a vontade ao ouvir a ideia de retorno à tradição ou o convite à conservação da tradição deixada pelos antigos. Veja o que os principais dicionários falam acerca do significado do termo tradição:

“Ato ou efeito de transmitir ou entregar; Conjunto dos valores morais, espirituais etc., de uma geração para outra”.

“A palavra grega paradosis ocorre 13 vezes no NT e é usada no sentido de um ensino que é transmitido de uma pessoa ou grupo para uma pessoa ou grupo.”

“Paradosis (gr.) condução para baixo, transmissão à geração seguinte ou condução em passagem seguinte, passagem adiante, transmissão denota tradição, e, consequentemente, por metonímia: os ensinos dos rabinos (Mt 15.2,3,6); os ensinos apóstolicos (1 Co 11.2), podendo aludir a doutrina cristã em geral para afirmar a autoridade divina”

As definições apresentadas demonstram a semantização do termo em referência a conservação, permanência, continuidade e defesa dos ensinamentos adequados para uma comunidade. E no caso da igreja de Cristo, o exercício da irreversibilidade dos padrões ensinados por Cristo deve ser “o sonho de consumo” de cada crente.

Para discutir o real problema pejorativo do termo tradição, precisa-se primeiramente conceituar e buscar na sua origem o que os primeiros teóricos quiseram dizer com esse termo, conforme fizemos, anteriormente, de acordo com a esfera cristã. Porém, é preciso também entender o contexto histórico que a igreja se encontra hoje. No caso do Brasil, há um movimento permanente contra as formas instituicionais estabelecidas e um sentimento de procura de “libertação” de qualquer instituição. Há uma crise instalada nas instituições brasileiras, sejam elas políticas, sociais, privadas ou até religiosas. Isso denota naturalmente o esfriamento de qualquer perspectiva sustentável em relação à relevância das instituições.
Os principais movimentos de influências globais do pensamento (Renascentismo, Iluminismo, Revolução Francesa, etc) levaram a ideia ao extremo da desconstrução do absoluto e tudo o que denota o estabelecimento da verdade. Os termos Conservadores, Fundamentalistas ou Tradicionais são permanentemente enxovalhados por uma onda de “pensamentos libertadores” que estão dispostos a resolver as crises institucionais estabelecendo a anarquia. Mas o que é Tradicionalismo ou Conservadorismo? A resposta a essa pergunta vai depender dos pressupostos que os seus proponentes carregam em suas cosmovisões.

É claro que o extremo, como houve no tempo de Jesus, da tradição segundo o sentimento humano, foi opressor e manipulador. Nesse contexto a tradição não trazia a cura da alma, sendo uma realidade frustrante em muitos arraias ainda hoje. Jesus e os apóstolos sentiram isso na pele. Mas esse sofrimento não influenciou em nada o entendimento dos primeiros discípulos na cultivação sadia dos princípios ensinados pelo seu Senhor, conforme nos relata John Stott: “Lemos que imediatamente depois do Dia de Pentecoste, os crentes cheios do Espírito estavam unânimes todos os dias no Templo, partindo o pão em casa, At 2.46. Assim, eles não rejeitaram imediatamente a igreja institucional” .
Sobre isso Stott continua:

Todos nós concordamos em que o Espírito Santo pode ser (e às vezes tem sido) aprisionado por nossas estruturas e sufocado por nossas formalidades. Contudo, há algo a ser dito em relação ao outro extremo. Liberdade não é sinônimo de anarquia.

Justificando que nem toda tradição deve ser lançada fora, Stott sentencia:

Mas não podemos refugiar-nos na doutrina da invisibilidade da Igreja verdadeira para negar que Jesus Cristo tinha em mente que seu povo fosse visto e conhecido como tal. Ele mesmo insistiu no batismo como cerimônia de iniciação na sua Igreja, e batismo é um ato visível e público. Ele também institui a Santa Ceia como a refeição da comunhão cristã, pela qual a Igreja identifica a si mesma e exercita disciplina sobre os seus membros.

Há questões que não podem ser negociadas, como, por exemplo, a vida em comunhão de uma comunidade (congregar é uma necessidade dos salvos em Cristo para edificação de sua fé), as verdades centrais da fé (Criação, Jesus Cristo, Salvação mediante a fé, Batismo no Espírito Santo, a Volta do Senhor, etc.) só para citar algumas.

Por outro lado a igreja não pode dar ênfase só a tradição (doutrina) em detrimento do amor. Em Apocalipse o Senhor Jesus repreende a igreja de Tiatira porque, apesar de exercer o amor e o serviço exemplarmente, tolerava os ensinos de Jezabel e relaxava com o cuidado da conservação moral daquela igreja. Porém, a igreja de Éfeso era poderosa na ortodoxia e na moral, mas foi repreendida pelo Senhor porque se afastara do primeiro Amor.

Portanto, a Doutrina distinta do Amor gera uma igreja fria e o Amor desprovido de Doutrina gera uma igreja vulnerável. É preciso que o nosso cristianismo seja equilibrado nos dias hodiernos.

Referência Bibliográfica

DICIONÁRIO BÍBLICO WYCLIFFE. Rio de Janeiro, CPAD.

DICIONÁRIO VINE. Rio de Janeiro, CPAD.

DICIONÁRIO HOUAISS da Língua Portuguesa. Rio de Janeiro, EDITORA OBJETIVA.

STOTT, John R. W. Cristianismo Equilibrado. Rio de Janeiro, CPAD.
Fonte: CPAD

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Líder do movimento homossexual do Brasil confessa existência de ex-gays

Líder do movimento homossexual do Brasil confessa existência de ex-gays

Diz: “Nós precisamos de vocês, heterossexuais. Amamos vocês para que reproduzam filhos que se tornem homossexuais”

Matthew Cullinan Hoffman, correspondente na América Latina

BRASIL, 12 de maio de 2010 (Notícias Pró-Família) — Luiz Mott, o incontestável líder do movimento homossexual do Brasil, confessou na televisão nacional que ninguém nasce homossexual, e que as pessoas podem mudar sua orientação sexual
Numa participação recente no “Programa do Jô”, um programa de entrevista tarde da noite e muito popular transmitido pela Rede Globo, Mott disse ao apresentador que ele é um “ex-heterossexual”.

“Eu sou um heterossexual como existem ex-gays, pessoas que não eram 100% homossexuais”, disse Mott. “Eles tiveram algumas experiências, não gostaram e daí passaram para o outro lado”.

Embora Mott tenha atribuído mudança às pessoas que não eram “100% homossexuais”, ele deixou claro para o apresentador Jô Soares que ele crê que “todos os seres humanos têm, como Freud diz, um desejo bissexual”, e que a preferência sexual é algo flexível e mutável.
“Felizmente, a sexualidade humana é cultural e construída e pode mudar. Eu acho que não vou mudar mais porque já tô muito acostumado e feliz”, ele disse para Soares.

“Eu costumo falar: Nós precisamos de vocês, heterossexuais. Amamos vocês para que reproduzam filhos que se tornem homossexuais… novos gays e novas lésbicas”, acrescentou Mott durante a entrevista, que foi transmitida em 24 de abril.

Conforme LifeSiteNews comentou em artigos passados, Mott é também conhecido por sua aberta atração para com adolescentes e considera restrições ao sexo com menores como baseadas em “preconceitos”.

Links relacionados:

Extratos da entrevista da entrevista de Mott no Programa do Jô:
http://www.youtube.com/watch?v=mF3Z9dO2IBE

Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Fonte: http://noticiasprofamilia.blogspot.com

Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesitenews.com/ldn/2010/may/10051212.html

Copyright © LifeSiteNews.com. Este texto está sob a licença de Creative Commons Attribution-No Derivatives. Você pode republicar este artigo ou partes dele sem solicitar permissão, contanto que o conteúdo não seja alterado e seja claramente atribuído a “Notícias Pró-Família”. Qualquer site que publique textos completos ou grandes partes de artigos de Notícias Pró-Família ou LifeSiteNews.com em português tem a obrigação adicional de incluir um link ativo para “NoticiasProFamilia.blogspot.com”. O link não é exigido para citações. A republicação de artigos de Notícias Pró-Família o LifeSiteNews.com que são originários de outras fontes está sujeita às condições dessas fontes.

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31 de mai. de 2010

A loucura do planejamento do homem

A loucura do planejamento do homem

Julio Severo

Famílias cristãs modernas têm geralmente 2 filhos. Não é raro ver mulheres solteiras com três ou quatro filhos gerados de diferentes homens. Homens solteiros com vários filhos gerados com várias mulheres são uma crescente realidade moderna. Esse é o legado horrendo do planejamento familiar.

A pregação de planejamento familiar, iniciada pela teosofista lésbica Annie Besant na Inglaterra predominantemente protestante do século XIX, alcançou seu objetivo: hoje a Inglaterra é muito, muito menos cristã, e os homens e as mulheres são muito menos propensos a se casar. Dos que se casam, o padrão é dois filhos no máximo.

Margaret Sanger, inventora do termo “controle da natalidade” no inicio do século XX, já dizia que o controle da natalidade eventualmente destruiria o Cristianismo. Olhando para a Inglaterra, ninguém duvida de Sanger, fundadora da Federação Internacional de Planejamento Familiar, que é hoje a maior organização de aborto do mundo.
Assim como na Inglaterra, a febre do planejamento familiar, lançada por líderes da Nova Era, se espalhou como incêndio em todos os países protestantes. Depois, vieram as idéias de purificação racial e controle populacional no mesmo rastro. Os nazistas alemães e os comunistas soviéticos se beneficiaram muito dessas idéias.

Se a meta da agenda do controle populacional era doutrinar as famílias a ter dois filhos, o sucesso foi total, pelo menos na Europa e nos EUA. Mas no rastro surgiu um quadro sombrio.

Com a separação do sexo da procriação, veio o desprezo pelo casamento. Com o desprezo pelo casamento, vieram as liberdades sexuais, onde um homem faz sexo com quem quer, sem nenhuma responsabilidade conjugal. O resultado, como já vimos, são muitos e crescentes casos de mulheres solteiras que têm vários filhos de diferentes homens. E casos igualmente bizarros de homens que, como beija-flores pervertidos polinizando por aí, saem pela vida engravidando uma mulher atrás da outra.

Conheci um homem que, quando jovem e sem Deus, vivia despreocupado com casamento, apenas se ocupando com os prazeres, que lhe renderam oito filhos com oito diferentes mulheres. Já idoso, ele se volta para Deus e se torna pastor.

Mas há casos de homens muito mais jovens que também podem se gabar de terem oito ou mais filhos com diferentes mulheres. São crianças com vários irmãos que nunca terão o amor de um pai normal, enquanto seus pais prosseguem suas insanas disputas por novas mulheres para engravidar.

No final, uma multidão enorme de bebês ilegítimos, de diferentes pais e mães, é abortada ou recebe permissão de nascer. E as estatísticas para crianças nascidas fora do casamento e família natural não são bonitas: 70% dos delinqüentes vêm dessas relações irresponsáveis.
Em tempos passados, levava uma vida inteira para um homem depravado engravidar várias mulheres. Hoje, com sexo muito mais fácil e grátis, homens jovens podem engravidar uma variedade de mulheres em tempo mais curto, e o resultado é sempre vários aborto ou filhos ilegítimos.

Em vez de corrigir o problema valorizando a família natural e estabelecendo punições para condutas irresponsáveis, os engenheiros sociais preferem redefinir a família, removendo seu sentido original de “pai e mãe casados com filhos gerados por eles” para beneficiar qualquer agrupamento deformado, independente de casamento, composto por:
* Um homem e mulher amigados criando filhos de relacionamentos anteriores.
* Um homem divorciado com uma mulher divorciada criando filhos de casamentos anteriores.
* Um homem com outro homem criando filhos dos outros.

Esses grupos deformados, que são extremamente problemáticos, são englobados como “família” em culturas doentes, e não é de admirar que os governos digam que a “família” está com “problemas”. Provavelmente, os governos queiram propositadamente a classificação desses grupos deformados como “família” a fim de ter plenos poderes e pretextos para interferir, mutilar, traumatizar, desestruturar, danificar, desfigurar e destruir o poder da família natural.
Em vez de promover o crescimento da família natural, governos maliciosos e oportunistas promovem o crescimento de grupos deformados e sua valorização como “família”. Em vez de valorizar o aumento de bebês nascidos em famílias naturais, governos irresponsáveis, com sua doutrina de controle populacional, acabam promovendo explosão de abortos e nascimentos ilegítimos.

A doutrina do planejamento familiar conseguiu pois diminuir drasticamente o número de casamentos nos países ocidentais. Conseguiu também diminuir drasticamente o número de filhos nos casamentos formais hoje, que estão diminuindo. Mas no processo provocou o descontrole das relações sexuais e uma procriação desenfreada de homens e mulheres que nada querem com o casamento.

A doutrina do controle populacional, que está reduzindo os casamentos e famílias, vem provocando uma explosão inédita de filhos sem pai e sem família. Enquanto o número de casamentos diminui, o número de bebês ilegítimos cresce sem parar.

O amplo acesso ao aborto legal nos países ocidentais tem, por enquanto, conseguido maquear a enormidade de seus problemas demográficos, pois muitas mulheres que deveriam estar com 8 ou mais filhos com homens diferentes são solteiríssimas e sem filhos, prosseguindo “normalmente” suas carreiras e vida sexual ativa. O preço da liberdade sexual é um imenso derramamento de sangue que é impossível medir.

Ao homem que não quer engravidar mulher após mulher, só resta a opção do sexo anal (homossexual) e se tornar outra peça no esquema do controle populacional para destruir o casamento natural, colaborando para as muitas reivindicações gays de desfiguração da família natural.

Sexo, qualquer sexo, é promovido hoje, desde que mutile, traumatize, desestruture, danifique, desfigure ou até destrua filhos, valores, Cristianismo, casamento e família. Não é a toa que a Federação Internacional de Planejamento Familiar esteja empenhada em promover o aborto, o homossexualismo, o feminismo e a educação sexual nas escolas.

As conseqüências já estão aí. E nas próximas décadas, mais conseqüências virão. Por conta do número reduzido de filhos, a Europa está em processo de dominação de famílias muçulmanas grandes. Mas as perguntas mais urgentes dos líderes europeus nos próximos anos são: com uma população de jovens trabalhadores cada vez mais reduzida, como sustentar o sistema de previdência social? O que fazer com o número enorme de idosos que não para de crescer?
A Holanda, que outrora era uma forte nação protestante, já deu a resposta oficial: eutanásia.
A Holanda, religiosamente fiel à doutrina do controle populacional, tem sido pioneira em casamento homossexual, adoção de crianças por casais gays, aceitação legal da maconha e outras drogas, etc. Além da eutanásia, a Holanda tem procurado exportar o aborto para outros países, por meio do seu infame barco do aborto. E por amor à diversidade e à demoniocracia, a Holanda tem a desonra de ter o primeiro partido pedófilo do mundo, composto majoritariamente por pedófilos homossexuais.

A Holanda e outros países modernos espelham bem o cumprimento do desejo de Margaret Sanger: o controle da natalidade destrói as igrejas cristãs e sua influência na sociedade.
Esse é o preço da aceitação do planejamento do homem. Esse é o preço da rejeição do planejamento de Deus.

Casar e ter vários filhos dentro do casamento é loucura, dizem os loucos deste mundo. Mas esta é a “loucura” do planejamento de Deus, onde Deus chama de “bênçãos” filhos e seu aumento nas famílias. Não casar e encher a terra de sangue de filhos ou enchê-la de filhos traumatizados sem pai, sem família e sem direção moral: essa é a loucura do planejamento do homem sem Deus. Esse é o legado do planejamento familiar.


Versão em inglês deste artigo: The folly of man’s planning

Fonte: www.juliosevero.com

Divulgação: www.pensamentosnaweb.com.br

O mundo ao nosso redor está ficando perigoso: pregador é preso na Inglaterra

O mundo ao nosso redor está ficando perigoso: pregador é preso na Inglaterra

Dr. Albert Mohler

Estamos testemunhando a redução forçada da livre expressão cristã e a criminalização do ministério cristão. A Bíblia condena claramente as condutas homossexuais, e a igreja cristã tem sido clara sobre esse ensino durante vinte séculos. Mas agora, a declaração de que a homossexualidade é pecado pode fazer um pregador parar na cadeia
6 de maio de 2010 (AlbertMohler.com/Notícias Pró-Família) — Temos visto essa situação se aproximando agora por algum tempo. Os espaços públicos estão se fechando, principalmente no que se refere à liberdade de os cristãos se expressarem — e principalmente quando a expressão é sobre a homossexualidade.

Agora, um pregador cristão foi preso na Inglaterra pelo crime de dizer em público que a homossexualidade é pecado. Essa prisão é mais do que um acontecimento de noticiário — é um sinal de coisas que estão para acontecer e o anúncio de uma nova realidade pública. Ainda que todas as acusações contra esse pregador sejam suspensas, o sinal foi enviado e a mensagem é clara. O ato da pregação cristã é agora um potencial delito criminal.

A pregação de rua tem uma história longa e muito reconhecida na Grã-Bretanha. Aliás, pregadores de todas as espécies mal estão sozinhos na permanente tradição inglesa de retórica pública, vista por excelência no “Speakers’ Corner” (Canto dos Oradores) do famoso Parque Hyde de Londres. Dale McAlpine, de Wokington na Cumbria, vinha pregando nas ruas durante anos. O pregador de 42 anos, que é batista, foi preso depois de dizer a uma pessoa que estava passando que a homossexualidade é pecado.

De acordo com o jornal The Telegraph, de Londres, McAlpine vinha pregando de cima de uma escadinha. Ele também estava distribuindo folhetos explicando os Dez Mandamentos. Mais tarde, ele se envolveu numa discussão com uma mulher que queria “envolvê-lo num debate acerca da fé dele”.

Da reportagem do The Telegraph:

Durante a conversação, ele diz que pacificamente incluiu a homossexualidade entre vários pecados mencionados em 1 Coríntios, inclusive blasfêmia, fornicação, adultério e alcoolismo. Depois que a mulher se afastou, ela foi abordada por um APAC [agente da polícia de apoio à comunidade] que falou com ela brevemente e então andou até o Sr. McAlpine e lhe disse que uma queixa havia sido feita, e que ele poderia ser preso por usar linguagem racista ou homofóbica. O pregador de rua disse que ele declarou para o APAC: “Não sou homofóbico, mas às vezes realmente digo que a Bíblia diz que a homossexualidade é um crime contra o Criador”.
O agente da polícia, identificado na reportagem como homossexual e como “agente de relações para lésbicas, gays, bissexuais e transgêneros” para a delegacia de polícia local, então se identificou para Dale McAlpine. O pregador respondeu: “É ainda pecado”.

Ele então pregou um sermão sobre uma variedade de questões que não incluía a homossexualidade. O jornal noticiou: “Três agentes policiais uniformizados chegaram durante o discurso, prenderam o Sr. McAlpine e o colocaram na parte de trás de um camburão”.

Ele foi preso sob a “Lei de Ordem Pública” da Inglaterra, que, noticiou o jornal, “tem sido usada para prender pessoas religiosas em muitos casos semelhantes”. A lei permite a prisão e acusação legal de qualquer pessoa que, com intento de incomodar ou provocar danos, usa “conduta ou palavras ameaçadoras, abusivas ou insultantes”.

Nesse caso, o simples ato de declarar em público que a homossexualidade é pecado foi o suficiente para levar esse pregador à prisão. Ele não é o primeiro. The Telegraph também noticiou que Harry Hammond, um pregador leigo, foi condenado em 2002 por segurar uma placa que dizia “Detenham a Homossexualidade. Detenham o Lesbianismo. Jesus é Senhor” enquanto pregava em Bournemouth, perto de Southampton.

A prisão de Dale McAlpine está atraindo algum grau de atenção dos meios de comunicação internacionais, mas o caso representa bem mais do que um espetáculo da mídia. Essa prisão é um sinal claro de que a lógica das leis contra “discursos de ódio” e regulamentos semelhantes, inclusive em universidades, entra em colisão direta com a liberdade religiosa e a liberdade de expressão religiosa.

A reportagem do The Telegraph inclui a explicação irônica e assustadora de que Dale McAlpine foi preso por dizer que a homossexualidade é pecado e por fazer isso “numa voz alta o suficiente para ser ouvida por outros”. O propósito de todos os oradores não é serem ouvidos por outros? Será que temos de presumir que a polícia britânica deveria sugerir para Dale McAlpine que permanecesse firme em suas convicções, mas as cochichasse apenas para si?

Ele está sendo defendido no tribunal pelo Instituto Cristão, uma organização que monitora tais casos e oferece assessoria jurídica. Sam Webster, advogado do Instituto, disse: “Sim, a polícia tem o dever de manter a ordem pública, mas eles também têm o dever de defender a legítima livre expressão dos cidadãos. Não cabe à polícia decidir se as opiniões de McAlpine estão certas ou errada”. Ele continuou: “A jurisprudência decidiu que a convicção cristã ortodoxa de que a conduta homossexual é pecado é uma convicção digna de respeito numa sociedade democrática”.
Isso não poderá ser verdade por muito tempo, e não poderá ajudar Dale McAlpine agora. Tanto o Partido Trabalhista quanto o Partido Liberal Democrático estão fazendo pressões para que seja revogada linguagem legal que ofereça proteção para discursos religiosos. O Partido Conservador tem de forma geral se oposto a tais medidas. Será que os cristãos britânicos terão isso em mente quando votarem na quinta-feira na eleição geral da Inglaterra?

Estamos testemunhando a redução forçada da livre expressão cristã e a criminalização do ministério cristão. A Bíblia condena claramente as condutas homossexuais, e a igreja cristã tem sido clara sobre esse ensino durante vinte séculos. Mas agora, a declaração de que a homossexualidade é pecado pode fazer um pregador parar na cadeia
Logo saberemos quais nações realmente crêem na liberdade religiosa e na liberdade de expressão. Casos como esse são inevitáveis quando prevalece a lógica do discurso do ódio e de direitos especiais para “minorias sexuais”.

Não pense por um instante que esse acontecimento preocupante é de consequência apenas para pregadores de rua na Inglaterra. O sinal enviado por esse tipo de prisão alcança todas as igrejas em todas as nações em que lógica semelhante ganha o controle.

Sim, logo saberemos quais nações honram a liberdade religiosa — mas também saberemos quais pregadores estão determinados a honrar a verdade de Deus, qualquer que seja o preço. O mandamento de Paulo para os pregadores de pregar a Palavra, “em tempo e fora de tempo” é sobre mais do que quando a pregação é mais ou menos popular. Pode bem significar pregar a Palavra, na cadeia ou fora da cadeia.
Apenas pergunte para Dale McAlpine.

Publicado com a permissão de www.albertmohler.com

Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com

Fonte: http://noticiasprofamilia.blogspot.com

Divulgação: www.pensamentosnaweb.com.br

TROCANDO SEIS POR MEIA DÚZIA

TROCANDO SEIS POR MEIA DÚZIA


GIBEÁ*




Pouco antes de embarcar para mais uma de suas viagens internacionais, onde, inclusive, sob espanto de toda a comunidade internacional, estava a prestigiar o Irã, cujo governo não é referência em termos de direitos humanos (aliás, tem sido este um roteiro do nosso governante, que parece escolher a dedo países com sérios problemas neste tema para seus afagos…), o Presidente Lula assinou (e, desta vez, parece que assinou e leu) o Decreto nº 7.117/2010, em que pretendeu fazer algumas mudanças no Terceiro Programa Nacional de Direitos Humanos, que foi alvo de muitas críticas de vários setores da sociedade brasileira, aprovado pelo Decreto 7.037/2009.

A situação, mesmo, havia ficado insustentável, uma vez que o próprio Conselho de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana, órgão máximo de defesa dos direitos humanos em nosso país há quase 40 anos, em sua 198ª reunião ordinária, realizada em março de 2010, fez duras críticas ao plano, evidenciando que, ao contrário do que o governo havia propagandeado, não era ele, em absoluto, um consenso nesta matéria na sociedade brasileira.

No entanto, a leitura do referido decreto fez-nos perceber, nitidamente, que o que alguns analistas haviam previsto se concretizou, ou seja, de que o governo se contentaria em tão somente mudar termos ou palavras, sem modificar a essência de suas ideias, sem mudar a ideologia que o professor Felipe de Aquino muito bem afirmou ter “…o objetivo de causar uma ‘desconstrução’ cultural, visando minar conceitos e valores edificados ao longo de séculos.…”. Como disse este renomado professor universitário católico e integrante da Comunidade Canção Nova, “…não bastará mudar apenas alguns itens ou palavras do Plano. A sociedade não se dará por satisfeita.…” (PNDH, o anúncio de Vannuchi é suficiente? Disponível em: http://blog.cancaonova.com/felipeaquino/2010/03/19/pndh-o-anuncio-de-vannuchi-e-suficiente/ Acesso em 19 maio 2010).

A primeira “modificação” trazida pelo plano foi o de passar a tratar o aborto como “tema de saúde pública, com a garantia de acesso aos serviços de saúde”, em vez de “apoiar a aprovação do projeto de lei que descriminaliza o aborto, considerando a autonomia das mulheres para decidir sobre seus corpos”.

Embora o caráter explícito de apoio ao aborto tenha sido retirado do PNDH-3, não houve qualquer modificação no tratamento da questão, pois estamos cansados de saber que os “abortistas” defendem o “aborto” exatamente porque veem neste assassínio tão somente uma “política pública de saúde”, um “assunto de saúde pública”.

Quem o diz é nada mais, nada menos que o ministro da Saúde, José Gomes Temporão, que defendeu o aborto precisamente porque entende que o tema é “assunto de saúde pública”. Como se vê, portanto, a mudança de termos em nada muda o abortismo do PNDH-3, até porque o programa de governo apresentado pelo PT para a sociedade brasileira ao lançar a candidatura da sra. Dilma Roussef contempla o aborto, que é um dos pontos mais defendidos do PT, tanto que dois deputados federais foram punidos pelo partido (e hoje já nem estão mais no PT) por terem votado contra o projeto de lei que descriminaliza o aborto, de autoria da ex-deputada federal Jandira Feghali, do PCdoB/RJ, que também vê no tema “um assunto de saúde pública”.

A segunda “modificação” do PNDH-3 foi tomar como orientação a ser seguida pelo governo brasileiro “Propor projeto de lei para institucionalizar a utilização da mediação nas demandas de conflitos coletivos agrários e urbanos, priorizando a oitiva do INCRA, institutos de terras estaduais, Ministério Público e outros órgãos públicos especializados, sem prejuízo de outros meios institucionais para solução de conflitos”, em vez do que antes constava, que era “propor projeto de lei para institucionalizar a utilização da mediação como ato inicial das demandas de conflitos agrários e urbanos, priorizando a realização de audiência coletiva com os envolvidos, com a presença do Ministério Público, do poder público local, órgãos públicos especializados e Polícia Militar, como medida preliminar à avaliação da concessão de medidas liminares, sem prejuízo de outros meios institucionais para solução de conflitos”.

A simples leitura das duas redações mostra que não houve qualquer alteração. Em vez de propor projeto de lei para “institucionalizar a utilização da mediação como ato inicial das demandas de conflitos agrários e urbanos”, agora o governo quer propor projeto de lei “para institucionalizar a utilização da mediação nas demandas de conflitos coletivos agrários e urbanos, priorizando a oitiva do INCRA”.

É evidente que o governo continua querendo criar mecanismos alternativos ao poder jurisdicional para tratar dos conflitos coletivos agrários e urbanos, que foi, precisamente, o motivo das críticas ao texto anterior, pois isto representa a criação de um obstáculo aos proprietários de ida imediata ao Poder Judiciário.

Não se está a discutir que os conflitos agrários envolvidos na redação anterior eram tanto individuais quanto coletivos, nem que se deva dar prioridade a este ou aquele órgão que trata da reforma agrária ou da regularização de terras, mas, sim, a ideia de que se deva interpor entre o proprietário e o Poder Judiciário um mecanismo de mediação, fazendo com que o direito de propriedade seja relegado a uma condição subalterna em relação a outros direitos, o que é algo flagrantemente inconstitucional, já que a Constituição da República diz que nenhuma demanda pode ser subtraída ao Poder Judiciário.

O fato de se ter alterado a realização de audiências públicas pela oitiva do INCRA e institutos similares não muda em coisa alguma a essência, a ideologia predominante no sistema que é o de pôr os “movimentos sociais” acima dos proprietários. Além do mais, pelo menos no que respeita ao INCRA, atualmente não passa ele de um segmento de atuação das lideranças do MST…

A terceira “modificação” diz respeito à exigência de que os meios de comunicação sigam os parâmetros do PNDH-3 como condição para renovação de suas concessões, permissões e autorizações. Em vez de “Propor a criação de marco legal regulamentando o art. 221 da Constituição, estabelecendo o respeito aos Direitos Humanos nos serviços de radiodifusão (rádio e televisão) concedidos, permitidos ou autorizados, como condição para sua outorga e renovação, prevendo penalidades administrativas como advertência, multa, suspensão da programação e cassação, de acordo com a gravidade das violações praticadas.”, o novo texto diz que o governo irá “propor a criação de marco legal, nos termos do art. 221 da Constituição, estabelecendo o respeito aos Direitos Humanos nos serviços de radiodifusão (rádio e televisão) concedidos, permitidos ou autorizados”.

Aqui também, o governo apenas se limitou a deixar de explicitar o que pretende fazer no mencionado “marco legal”. Apenas diz que criará um “marco legal”, condicionando o serviço público de radiodifusão ao respeito à política de direitos humanos, omitindo, porém, seu desejo, que havia sido confessado anteriormente, de controlar os meios de comunicação.

A “modificação” suprime este ponto, mas não o impede. Apenas deixa de explicitar, mas mantém um silêncio que permitirá que o que foi dito anteriormente esteja presente no projeto de lei, de forma que não estaremos, em absoluto, livre do que o professor Felipe de Aquino, fazendo coro ao entendimento de vários juristas, denominou de “…um caminho aberto para a ‘imposição de uma nova ditadura’, começando por asfixiar a liberdade de imprensa, religiosa etc.(…). A mídia e a empresa privada, dentro das diretrizes do PNDH-3, passam a ser controladas e intimidadas no sentido de atuar por aquilo que o Plano considera que seja ‘direito humano’.…” (end.cit.)

Haveria mudança se o novo texto explicitamente dissesse que o marco legal não ofenderia, em hipótese alguma, a liberdade de expressão e os valores democráticos, o que não se disse, silêncio eloquente que mostra que não houve qualquer mudança de perspectiva.

Afinal de contas, não poderia, mesmo, o governo alterar seu pensamento, diante do que foi aprovado na 1ª Conferência Nacional de Comunicação, que contém inúmeras propostas de controle dos meios de comunicação e de condicionalidade da licença à observância dos parâmetros estabelecidos pelo governo, propostas estas que o Diretório Nacional do PT, em resolução, disse que irá implementar integralmente no futuro governo Dilma Roussef.

A quarta “modificação” diz respeito à polêmica criada com relação à anistia de 1979. Apesar da derrota no Supremo Tribunal Federal, que considerou que a anistia serviu tanto aos integrantes do regime militar quanto a seus opositores, o governo, que ainda espera o resultado do julgamento de uma causa perante a Corte Interamericana dos Direitos Humanos a respeito do tema, resolveu estabelecer como orientação “…identificar e tornar públicos as estruturas, os locais, as instituições e as circunstâncias relacionados à prática de violações de direitos humanos, suas eventuais ramificações nos diversos aparelhos estatais e na sociedade, bem como promover, com base no acesso às informações, os meios e recursos necessários para a localização e identificação de corpos e restos mortais de desaparecidos políticos”, em vez de “identificar e sinalizar locais públicos que serviram à repressão ditatorial, bem como locais onde foram ocultados corpos e restos mortais de perseguidos políticos”, como constou no texto anterior.

Outra modificação epidérmica, pois se tratou apenas de retirar a expressão “repressão ditatorial” para substituí-la por “as estruturas, os locais, as instituições e as circunstâncias relacionados à prática de violações de direitos humanos, suas eventuais ramificações nos diversos aparelhos estatais e na sociedade”.

Ninguém nega o chamado “direito à verdade histórica”, mas a verdade é uma, ou seja, não se pode procurar a verdade numa “caça às bruxas” apenas de um lado. Por que também não se tornar público tudo quanto se fez entre os opositores do regime, como os “justiçamentos”, os “tribunais revolucionários” e as suas execuções? Afinal de contas, a Constituição de 1988 considera como imprescritíveis e hediondos tanto a tortura quanto o terrorismo como também a ação de grupos armados, civis ou militares, contra a ordem constitucional e o Estado Democrático (art. 5º, XLIII e XLIV).

A quinta “modificação” é a que alterou a política governamental de “desenvolver programas e ações educativas, inclusive a produção de material didático-pedagógico para ser utilizado pelos sistemas de educação básica e superior sobre o regime de 1964-1985 e sobre a resistência popular à repressão” pela de “Desenvolver programas e ações educativas, inclusive a produção de material didático-pedagógico para ser utilizado pelos sistemas de educação básica e superior sobre graves violações de direitos humanos ocorridas no período fixado no art. 8º do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias da Constituição de 1988”.

Aqui não se tem senão mudança de palavras com a manutenção do “statu quo ante”. O período fixado no artigo 8º da ADCT é o período de 1946 a 1988, ou seja, como entre 1946 e 1964 tivemos um regime democrático, não haverá que se falar em “graves violações dos direitos humanos” senão no período de 1964 a 1985, já que, em 1985, houve a redemocratização.

Persiste, então, a determinação para que se construa, na mentalidade das futuras gerações, uma dicotomia ilusória e mentirosa de que o regime militar era o “vilão” e os opositores ao regime, os “heróis”, algo inadmissível dentro de um Estado Democrático de Direito, em que a verdade deverá prevalecer, mostrando os erros e acertos e as violações dos direitos humanos por parte de todos os envolvidos neste triste período da vida política brasileira, bem como os equívocos de ambos os lados, os quais não desejavam um sistema de prevalência de direitos humanos, pois, tanto o regime militar era avesso a estes valores, como também o eram os militantes que intentavam implantar ditaduras de esquerda em nosso país, nos moldes dos regimes soviético e maoísta, igualmente campeões de violações de direitos humanos.

A sexta “modificação” fez que o governo, em vez de “propor legislação de abrangência nacional proibindo que logradouros, atos e próprios nacionais e prédios públicos recebam nomes de pessoas que praticaram crimes de lesa-humanidade, bem como determinar a alteração de nomes que já tenham sido atribuídos”, agora irá “fomentar debates e divulgar informações no sentido de que logradouros, atos e próprios nacionais ou prédios públicos não recebam nomes de pessoas identificadas reconhecidamente como torturadores”.

Não se mudou coisa alguma, mais uma vez. Ao contrário, ao dizer que fomentará debates para se impedir que “pessoas identificadas reconhecidamente como torturadores” deixem de ter seus nomes vinculados a próprios nacionais ou prédios públicos, o governo até aperfeiçoa a sua “caça às bruxas”, já que, diante das decisões judiciais recentes, não se poderia obter a declaração de que alguém foi torturador. Assim, ao dizer que se trata de “pessoas identificadas reconhecidamente como torturadores”, o governo evita tornar inócuo o texto anterior, já que a tendência da Justiça brasileira é não declarar quaisquer dos torturadores como tais nas ações que estão em tramitação na Justiça.

Quanto a “mudança” da proposta de leis para “fomentar debates”, também o governo aperfeiçoou a sua “caça às bruxas”, pois não poderia mesmo a União impedir que logradouros públicos tivessem este ou aquele nome, diante da autonomia dos Municípios e do Distrito Federal quanto a este tema, bem como das unidades federativas em relação aos seus próprios.

A sétima “modificação” foi fazer com que o governo, em vez de “Acompanhar e monitorar a tramitação judicial dos processos de responsabilização civil ou criminal sobre casos que envolvam atos relativos ao regime de 1964-1985”, passe a “acompanhar e monitorar a tramitação judicial dos processos de responsabilização civil sobre casos que envolvam graves violações de direitos humanos praticadas no período fixado no art. 8º do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias da Constituição de 1988”. Como já vimos, mudam-se as palavras mas se mantém nitidamente o objetivo de pôr o governo “de um lado” na luta política ocorrida durante o regime militar, o que é um contrassenso e foge ao que se exige em um Estado Democrático de Direito, onde o Estado deve ser posto ao lado dos direitos humanos e não de uma determinada facção política num luta onde ambos os contendores violaram os direitos humanos.

Por fim, apenas duas reais mudanças ocorreram no decreto 7.077/2010 e, mesmo assim, podemos dizer que se trata de “uma mudança e meia”. Senão vejamos.

O artigo 7º do decreto revoga a orientação de “desenvolver mecanismos para impedir a ostentação de símbolos religiosos em estabelecimentos públicos da União”. Assim sendo, ante a imensa reação da sociedade brasileira, o governo resolveu retirar a proposta de eliminação de crucifixos e Bíblias dos estabelecimentos públicos federais, o que, convenhamos, apesar de acintoso, era das menos traumáticas das decisões do PNDH-3.

Não nos iludamos, porém, com esta medida, pois a antirreligiosidade continua impregnada no PNDH-3, notadamente nas iniciativas, corroboradas pela 1ª CONFECOM, de banir dos meios de comunicação os programas religiosos, com exceção às “religiosidades africana e indígena”.

O referido artigo 7º, também, revogou a orientação de “elaborar critérios de acompanhamento editorial a fim de criar ranking nacional de veículos de comunicação comprometidos com os princípios de Direitos Humanos, assim como os que cometem violações”. Assim sendo, estar-se-ia livre de uma classificação dos meios de comunicação segundo os critérios que o governo estipularia como sendo de “direitos humanos”, uma evidente “mordaça” à liberdade de imprensa e de comunicação.

Contudo, não nos iludamos, pois a 1ª CONFECOM aprovou diversas propostas que permitem a discriminação dos veículos de comunicação que sejam favoráveis aos ideais do governo e dos que não lhes sejam favoráveis. A propósito, a proibição de sublocação de espaços pelas emissoras de rádio e televisão sob pena de cassação da concessão continua sendo acolhida pelo governo como meta a ser obtida, constando até do programa de governo do PT para o futuro governo Dilma Roussef.

Esta revogação, portanto, não representou uma mudança de pensamento ou de mentalidade, daí porque termos dito que se trata de “uma mudança e meia”. Apenas se retirou isto do PNDH-3, mas continua sendo uma das prioridades do atual grupo político que nos governa.

Não houve, pois, mudança alguma, mas apenas uma tentativa de se mudar palavras para que cesse a reação negativa do plano. Entretanto, esperamos vivamente, que a sociedade civil brasileira saiba muito bem a diferença entre “seis” e “meia dúzia” e continue atenta, não aceitando este verdadeiro acinte à inteligência mediana da população.


GIBEÁ – Grupo Interdisciplinar Bíblico de Estudos e Análises, grupo de estudos de antigos integrantes do corpo docente e discente da Faculdade Evangélica de São Paulo (FAESP), que hoje tem esporádica produção.

Fonte: UBE - UNIÃO DE BLOGUEIROS EVANGÉLICOS

29 de mai. de 2010

Esperando contra a Esperança



Lição 09 - Esperando contra a Esperança


Leitura Bíblica em Classe Jeremias 30.7-11

Introdução
I. O que é esperança
II. A angústia de Jacó
III. O restabelecimento de Israel

A TEOLOGIA DA SUBSTITUIÇÃO E ISRAEL NO CONTEXTO HISTÓRICO DA BÍBLIA


A profecia bíblica tem uma particularidade em relação ao povo de Israel. Este povo protagoniza a maior parte da profecia, aproximadamente 70% dela. Para fazer este diagnóstico é preciso responder algumas perguntas: A profecia no Antigo Testamento tem como o público alvo quem? Todas as profecias em relação a Israel se cumpriram? Deus prometeu uma terra no Oriente Médio para a Igreja ou Israel? Essa promessa se cumpriu literalmente? Essas questões nos dias hodiernos têm despertado sentimentos opostos em relação à nação de Israel.

A eleição do método de interpretação da Escatologia tem levado à obtenção de informações distintas em relação ao papel que Israel desempenha na profecia bíblica. Ao longo da história da igreja, alguns métodos foram desenvolvidos no compromisso de extraírem do texto bíblico a verdade mais clara e objetiva possível quanto ao esclarecimento do assunto.
No contexto do Terceiro Século da Era Cristã, o período patrístico (desenvolvimento da doutrina pelos pais da igreja), se destacam três grandes escolas catequéticas de interpretação: Alexandria, Antioquia e Ocidental. Porém, a escola catequética de Alexandria destacou-se por desenvolver um método natural de harmonia entre a teologia e a filosofia (neoplatonismo) e desencadeiou um dos principais métodos de interpretação das Escrituras na igreja antiga: o método Alegórico[1]. Ele foi propagado pela escola de Alexandria e representado respectivamente por Filo, Clemente de Alexandria e Orígenes[2] respectivamente. A proposta era que toda a Escritura devia ser interpretada alegoricamente.

O clérigo cristão[3], formado por bispos e sacerdotes romanos influenciados por esse princípio hermenêutico, insistiu que o império tratasse o judaísmo com severidade, porque a perda do estado palestino (destruição de Jerusalém e do Templo no ano 70) era um sinal claro de que Deus rejeitara o povo judeu. É nesse contexto que a Teologia da Substituição ganha força, e a Igreja romana arroga para si o título de o novo “Israel de Deus” e julga Israel como o “povo rebelde que matou Jesus” e fora rejeitado para sempre.


Sobre a Teologia da Substituição, diz Arnold Fruchtenkbaum[4]:

A teologia da substituição entende que o moderno Estado israelense é apenas um acidente na história, sem nenhuma relação com a profecia bíblica. Segundo esta visão, quando Israel rejeitou o messiado de Jesus, Deus rejeitou o povo judeu. Assim, todas as profecias sobre o povo judeu já estariam cumpridas e não haveríamos de esperar nenhuma futura restauração. Deus transferiu para a Igreja todas as promessas de sua aliança com Israel, de modo que todas as promessas ainda não cumpridas serão concretizadas na Igreja.
As profecias que falam sobre uma reunião mundial do povo judeu não devem ser entendidas de forma literal. Na verdade, falam sobre Deus reunindo seus eleitos na Igreja até que esta se complete. Os judeus de hoje podem ser salvos em Cristo, mas é necessário que se unam à Igreja. Deus não planejou uma restauração futura do povo de Israel como grupo étnico. Nada do que esteja acontecendo hoje com Israel está relacionado às profecias, e o povo judeu não possui nenhum futuro profético.


As Assembleias de Deus no Brasil adota o método sadio de interpretação, mais conhecido como “Histórico-Gramatical” [5]. Esse método procura interpretar o texto bíblico compreendendo o seu contexto histórico e a semântica das palavras de acordo com as regras gramaticais. O texto bíblico é tratado com literalidade o que é inequivocamente literal e figurativo o que é claramente figurado.
Estas regras de interpretação são estabelecidas de acordo com o que convencionalmente é aceito na comunidade internacional, ou seja, a interpretação do texto deve levar em conta o que o autor pensou, quis dizer, disse e o seu contexto vivencial. O método alegórico anula o que o autor disse e o seu contexto, propondo uma interpretação baseada nos pressupostos do intérprete em detrimento do contexto histórico e gramático do texto em análise.

Algumas escolas de interpretação que sofreram influências do Racionalismo, Existencialismo e Iluminismo têm dificuldades em analisar e afirmar a relevância de Israel hoje. O método que mais encarna essa influencia é o Histórico-Crítico, que como muleta tende a “desmitologizar” a Bíblia, fazendo do trabalho crítico (não o que faz a crítica textual) um pressuposto de anulação das Sagradas Escrituras.

Portanto, considerando o método histórico-gramatical, a nação de Israel possui um papel determinante na profecia bíblica. Há no texto bíblico, claros sinais de que Deus tratará com o seu povo, Israel, de forma distinta, objetiva e coletiva como vem acontecendo acerca dos séculos (Diáspora, pogroms dos czares na Rússia, o Holocausto na Alemanha, etc...). Constatar que Deus está no controle da história humana e a conduz com suas bondosas mãos, gera em nós um sentimento de Esperança que só nEle se pode achar.


Profecias sobre Israel:

Arrependimento da Nação – Dt 30.1-5; Is 27.12-13; Ez 39.25-29
Reunião na Terra Prometida – Ez 20.33-38
A nova aliança – Jr 31. 31-34
Reunião sem fé e pela fé – Is 11.11 – 12.6
O começo da grande tribulação – Dn 9.24-27; Is 28. 14-22
O terceiro templo e a abominação da desolação – Dn 9.27; Mt 24.15,16; 2 Ts 2.3,4; Ap 11.1,2.
Ezequiel: Gogue – Ez 38 e 39.

Referência Bibliográfica
LAHAYE, Tim; HINDSON, Ed. Enciclopédia Popular de Profecia Bíblica. Rio de Janeiro 1ª. ed. CPAD, 2008.
ALMEIDA, Abraão de. Israel, Gogue e o Anticristo. Rio de Janeiro, CPAD.
BENTHO, Esdras Costa. Hermenêutica fácil e descomplicada. Rio de Janeiro, CPAD, 2003.
BERKHOF, Louis. Princípios de Interpretação Bíblica. São Paulo, Cultura Cristã, 2008.

[1] Eleição de uma interpretação no sentido figurado em detrimento do sentido literal.
[2] Louis Berkof faz uma síntese sobre a história da interpretação do texto bíblico em sua obra “Princípios de Interpretação Bíblica” da Editora Cultura Cristã, pp.19-22.
[3] Entende-se por Clérigo Cristão a igreja romana que estava casada com o Estado através da figura de Constantino. Agora, a igreja que perseguia passara a perseguir as outras religiões, mas especialmente os judeus.
[4] Enciclopédia Popular de Profecia Bíblica de Tim Lahaye e Ed Hindson. Rio de Janeiro 1ª. ed. CPAD, 2008, p. 372, 3.
[5] O professor Esdras Bentho faz uma análise minuciosa da evolução e contradições dos métodos de interpretação em sua obra “Hermenêutica Fácil e Descomplicada” nas pp.123-202. E Berkof, em sua obra “Princípios de Interpretação Bíblica”, traça a evolução histórica do método histórico gramatical nas pp.29-34.


Fonte: CPAD

21 de mai. de 2010

Lula finge atender críticas ao PNDH-3

Lula finge atender críticas ao PNDH-3

Dr. Caramuru Afonso Francisco

O presidente Lula assinou o decreto 7.177, que pretende ser um recuo nas medidas tomadas no PNDH-3.

No entanto, não nos iludamos. Com exceção da retirada da política de supressão de símbolos religiosos, onde houve real recuo, o restante não representou grandes mudanças. Passou a tratar o aborto como “tema de saúde pública”, o que não muda coisa alguma, pois o ministro José Gomes Temporão defende o aborto precisamente porque considera que se trata de “política de saúde”. Ou seja, mudaram-se os termos, mas não se mudou a política — até porque, no programa de governo do PT para Dilma Roussef, o abortismo é evidente. A própria pré-candidata disse que “o governo não é contra ou a favor do aborto, trata-se de política pública”, ou seja, “tudo como dantes no quartel de Abrantes”.

Não houve mudança alguma com relação às uniões homoafetivas, de forma que o governo continua a defendê-las como se vê no PNDH-3.

Como se não bastasse, com relação às questões relacionadas com as invasões de terra, apenas se alterou a redação para que se criem “mecanismos de mediação”. Ou seja, nova mudança tão somente de termos, mas a ideia predominante continua a mesma. Não se pode limitar o poder jurisdicional com “mecanismos de mediação”, ante a cláusula pétrea da garantia constitucional da ação.

Com respeito aos órgãos de comunicação, em que pese a supressão da elaboração de um “ranking” das emissoras conforme a política dos direitos humanos, nada se disse a respeito das estapafúrdias medidas da 1ª Confecom inclusive no que respeita à defesa da “diversidade sexual”, tema também presente no PNDH-3 e mantido intocado, sem se falar na proibição de sublocação de horários nas emissoras, algo que está explícito no programa de governo do PT.
Tem-se, pois, um “fingimento” de mudança que não pode ser aceito pela sociedade civil. Como bem predisse o prof. Felipe de Aquino (O anúncio de Vannuchi é suficiente?
http://blog.cancaonova.com/felipea”uino/2010/03/19/pndh-o-anuncio-de-vannuchi-e-suficiente/), o “recuo” foi apenas de termos, não de ideologia, de sorte que devemos continuar lutando contra estes mecanismos que negam a própria noção de direitos humanos. Quem quiser ver o novo decreto, é só acessar este link: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2010/Decreto/D7177.htm

Fonte: http://www.juliosevero.com/

Divulgação: http://www.pensamentosnaweb.com.br/

20 de mai. de 2010

Para além de Hobbes



Para além de Hobbes

Olavo de Carvalho

Nem os tiranos da antigüidade, nem os monarcas absolutos da Idade Clássica, nem Thomas Hobbes, nem Maximilien Robespierre, nem talvez o próprio Karl Marx imaginaram jamais estender o poder do Estado aos meandros mais íntimos da alma infantil, para fazer dela a escrava dos planos de governantes insanos.

Ante a condenação judicial do homeschooling, devo lembrar ao demeritíssimo que mesmo no Leviatã, a tirania absoluta inventada por Thomas Hobbes, os súditos conservavam "o direito de comprar, vender ou relacionar-se de outra forma; de escolher seu próprio domicílio, sua própria dieta, sua profissão, e de educar seus filhos conforme bem lhes pareça".

O signatário daquela obscenidade não se conforma com tão liberais concessões à autonomia dos súditos: para ele, o Estado tem o direito de impor a todas as crianças a forma e o conteúdo da educação, passando por cima da autoridade dos pais mesmo quando estes tenham comprovado, como Cleber e Bernadeth Nunes comprovaram, sua capacidade de educá-las melhor do que o Estado jamais poderia fazê-lo.

Alegando "abandono intelectual", o Estado exigiu, para prová-lo, que os filhos do casal, David e Jonatas, se submetessem a provas escolares -- até aí, tudo bem --, mas manejou as provas de modo a torná-las bem mas difíceis do que aquelas a que são submetidos, nas escolas oficiais, os alunos da mesma idade dos dois meninos. Não eram provas, eram uma armadilha. Só com essa manobra, a autoridade já provou sua condição de litigante de má-fé e deveria ter recebido a punição judicial correspondente. Em vez disso, David e Jonatas submeteram-se humildemente ao jogo sujo. Não só passaram, mas revelaram possuir, com 13 e 14 anos, os conhecimentos requeridos para ser aprovados em qualquer vestibular de Faculdade de Direito do país.
Provado, portanto, que não havia abandono intelectual nenhum, qual o passo seguinte da autoridade? Desprovida de seu argumento inicial, apelou ao Plano B e condenou o casal Nunes de qualquer modo. Qual foi esse plano? Alegar que, sem escola, os meninos, mesmo intelectualmente preparados, são deficientes em "socialização".
Mas, se o problema deles era socialização, para que testar-lhes a capacidade intelectual em primeiro lugar? E qual a prova de que lhes falta socialização? O juiz não forneceu nenhuma: sua palavra basta. O que ele forneceu, sim, foi a prova de que Cleber e Elizabeth Nunes já estavam condenados de antemão, per fas et per nefas, para a glória do Estado onipotente e exemplo de quantos pais sonhem em retirar seus filhos do bordel pedagógico oficial para dar-lhes uma educação que preste.

O processo montado contra o casal Nunes foi fraudulento na inspiração, no encaminhamento e nas conclusões. Nem a justiça, nem a racionalidade, nem o interesse sincero na educação dos dois meninos passaram jamais pelas cabeças dos autores dessa farsa abjeta. Tudo o que elas quiseram foi impor a onipotência pedagógica do governo como um fato consumado, uma cláusula pétrea, um dogma indiscutível.

E por que o fizeram? Porque o governo necessita desesperadamente apossar-se das mentes das crianças, para usá-las como instrumentos na criação da sociedade futura, moldada nos cânones ditados pela ONU, pela Fundação Rockefeller, pela Fundação Ford, pela Fundação MacArthur e outras tantas organizações bilionárias firmemente decididas a implantar no mundo uma nova ordem socialista -- um socialismo diferente, onde o controle estatal da economia, falhada a experiência soviética da intervenção direta, se fará pela via indireta e sutil do controle da conduta, da modelagem das consciências, da engenharia social onipresente e onipotente.

Nem os tiranos da antigüidade, nem os monarcas absolutos da Idade Clássica, nem Thomas Hobbes, nem Maximilien Robespierre, nem talvez o próprio Karl Marx imaginaram jamais estender o poder do Estado aos meandros mais íntimos da alma infantil, para fazer dela a escrava dos planos de governantes insanos.

Mas, para o nosso governo, isso é indispensável. Que será da revolução continental se as nossas crianças não forem amestradas, desde a mais tenra idade, nas belezas sublimes das invasões de terras, no ódio aos velhos sentimentos religiosos, no culto dos estereótipos politicamente corretos e na prática devota da sodomia?

Fonte: Mídia Sem Máscara

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19 de mai. de 2010

O milagre do homossexualismo: Tratado pela OMS como doença e distúrbio mental, virou algo que dá “orgulho”.

O milagre do homossexualismo: Tratado pela OMS como doença e distúrbio mental, virou algo que dá “orgulho”.

Jorge Nilson

A ONU – ORGANIZAÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS – que tem como países membros 192 nações, fundada em 1945 após a Segunda Guerra Mundial para substituir a Liga das Nações, com o objetivo de deter guerras entre países e para fornecer uma plataforma para o diálogo. Ela contém várias organizações subsidiárias para realizar suas missões. Possui vários órgãos dentre eles a OMS – Organização Mundial de Saúde. É neste órgão que as politicas de saúde do mundo inteiro é orientada. O que a OMS diz sobre qualquer assunto relacionado a saúde é tido como verdade absoluta. Pois é, um comportamento que durante muitos anos fora tido como doença, simplesmente recebeu um milagre: No 17 de maio de 1990, quando a assembléia geral da OMS (Organização Mundial da Saúde) aprovou a retirada do código 302.0 (Homossexualidade) da Classificação Internacional de Doenças, declarando que “a homossexualidade não constitui doença, nem distúrbio e nem perversão”.
O que era tido como doença pela OMS agora virou motivo de “orgulho” para os que têm este comportamento. Até a Psicologia se rendeu a agenda gay criando um dispositivo proibindo os seus profissionais de tratarem quem tem este desvio de conduta. Tem o referido dispositivo o seguinte teor:

“Resolução nº 1/1999

Art. 3° – os psicólogos não exercerão qualquer ação que favoreça a patologização de comportamentos ou práticas homoeróticas, nem adotarão ação coercitiva tendente a orientar homossexuais para tratamentos não solicitados.

Parágrafo único – Os psicólogos não colaborarão com eventos e serviços que proponham tratamento e cura das homossexualidades.

Art. 4º – Os psicólogos não se pronunciarão, nem participarão de pronunciamentos públicos, nos meios de comunicação de massa, de modo a reforçar os preconceitos sociais existentes em relação aos homossexuais como portadores de qualquer desordem psíquica.

Como vimos o mundo todo está se curvando a ideologia homossexual. Quem se atreve a discordar desta ideologia é tido como preconceituoso e homofóbico.

O deputado federal Paes de Lira é criticado e execrado pela liderança gay por apresentar um projeto sustando a aplicação do Conselho Federal de Psicologia:
PROJETO DE DECRETO LEGISLATIVO Nº DE 2009
(Do Senhor Paes de Lira)

Susta a aplicação do parágrafo único do Art. 3º e o Art. 4º, da Resolução do Conselho
Federal de Psicologia nº 1/99 de 23 de Março de 1999, que estabelece normas de atuação para os psicólogos em relação à questão da orientação sexual.

O CONGRESSO NACIONAL DECRETA:

Art. 1º Este Decreto Legislativo susta o parágrafo único do Art. 3º e o Art. 4º, da Resolução do Conselho Federal de Psicologia nº 1/99 de 23 de Março de 1999.

Art. 2º Fica sustada a aplicação do Parágrafo único do Art. 3º e o Art. 4º, da Resolução do Conselho Federal de Psicologia nº 1/99 de 23 de Março de 1999, que estabelece normas de atuação para os psicólogos em relação à questão da orientação sexual.

Art. 3º Este decreto legislativo entra em vigor na data de sua publicação.

JUSTIFICAÇÃO

Este Projeto de Decreto Legislativo tem como objetivo sustar a aplicação do parágrafo único do Art. 3º e o Art. 4º, da Resolução do Conselho Federal de Psicologia nº 1/99 de 23 de Março de 1999, que estabelece normas de atuação para os psicólogos em relação à questão da orientação sexual.

Ele como deputado tem o direito de apresentar projetos para o bem da família e da sociedade em geral, mas isso não é aceito pela liderança gay. Os deputados que defendem a ideologia gay são aplaudidos pela sua liderança como legítimos representantes do povo brasileiro. Porém o mesmo tratamento não é dado aos contrários a essa ideologia.

Não conheço o deputado Paes de Lira – PTC – São Paulo. Como deputado ele tem todo o direito garantido pela Constituição Federal de criar projetos para a recuperação daqueles que querem sair do COMPORTAMENTO HOMOSSEXUAL.

18 de mai. de 2010

Estudo da Universidade Fordham fornece ‘evidência empírica’ das iniciativas de mudança da orientação sexual

Estudo da Universidade Fordham fornece ‘evidência empírica’ das iniciativas de mudança da orientação sexual

Hilary White

21 de abril de 2010 (Notícias Pró-Família) — Pesquisadores da Universidade de Fordham em Nova Iorque publicaram um estudo na edição de março do Journal of Men’s Studies (Revista de Estudos Masculinos), mostrando que homens homossexuais que buscam mudar sua “orientação” por meio do desenvolvimento de relacionamentos não sexuais saudáveis com outros homens podem obter resultados positivos.

De acordo com a Associação Nacional de Pesquisa e Terapia da Homossexualidade (cuja sigla em inglês é NARTH), o estudo fornece “valiosa evidência empírica” das predominantes pesquisas psicológicas que apóiam fatores ambientais como a causa da homossexualidade.

O estudo, feito pelo Dr. Elan Y. Karten e pelo Dr. Jay C. Wade, examinou as “características sociais e psicológicas” de homens que experimentam atrações homossexuais indesejadas e que buscam “iniciativas de mudança de orientação sexual” (IMOS).

Investigando essas características em casos de “mudança declarada pela própria pessoa que mudou”, Karten e Wade revelaram que clientes relataram que experimentaram “uma redução de conduta e sentimentos homossexuais, um aumento em conduta e sentimentos heterossexuais e uma mudança positiva no funcionamento psicológico” com IMOS.

Os pesquisadores descobriram que os fatores mais importantes que se correlacionam ao êxito da mudança de orientação eram “reduzido conflito em expressar afeição não sexual com outros homens, casamento com uma mulher e a sensação de desconexão com homens antes do tratamento”.

A NARTH comentou que os fatores como “reduzido conflito em expressar afeição não sexual com outros homens” fornece a “evidência empírica de que os pensamentos e sentimentos homossexuais são muito influenciados por fatores sociais e psicológicos”, em vez de serem predeterminados biologicamente.

A NARTH também observou que o estudo demonstrou que há um crescente volume de literatura em voga que está “começando a dar voz” ao valor das IMOS.

“Embora tal pesquisa seja considerada politicamente incorreta, Karten e Wade têm de ser elogiados por sua coragem de investigar tais questões, e a Universidade de Fordham tem de ser igualmente elogiada por patrociná-lo”.

“A Revista de Estudos Masculinos merece elogios por sua integridade em publicar pesquisas honestas, independente do sentimento político popular. Talvez outras revistas e publicações acadêmicas sigam o exemplo”, acrescentou Erwin.

Iniciativas para ajudar aqueles que sofrem de atrações indesejadas de mesmo sexo são amplamente denegridas nos meios de comunicação e principalmente pelas organizações homossexuais que afirmam que elas não são nada mais do que fanatismo religioso, ou “homofobia”. Mas alguns têm apontado para o fato das incoerências internas na teoria popularmente aceita de que os homossexuais tenham “nascido desse jeito” e que a homossexualidade é meramente uma variação da conduta humana normal.

A polêmica colunista conservadora americana Ann Coulter, escrevendo sobre a reação dos meios de comunicação à manifestação mais recente dos escândalos de abuso sexual da Igreja Católica, disse que a acusação de que é a norma do celibato clerical que “faz com que” padres cometam abusos sexuais contra rapazes e meninos contradiz a teoria determinista da homossexualidade.
Ela escreveu: “Se a culpa é do celibato, essa é uma descoberta sensacional, que merece ganhar um Prêmio Nobel, pois joga por terra anos de besteiras esquerdistas. Em todas as outras circunstâncias, ameaçam-lhe a pena de morte se você sugerir que a conduta sexual não é determinada no nascimento ou que gays podem ser ‘curados’. Agora os esquerdistas estão apregoando a ideia de que padres gays poderiam ter sido curados pelo casamento!”

Traduzido por Julio Severo: http://www.juliosevero.com/

Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesitenews.com/ldn/2010/apr/10042103.html

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Estadão denuncia atuação de grupo narco-terrorista no Brasil e envolvimento do governo Lula

Estadão denuncia atuação de grupo narco-terrorista no Brasil e envolvimento do governo Lula

os textos completos estão nestes links:




Um relatório sigiloso produzido pela inteligência da Polícia Federal joga por terra o discurso do governo brasileiro de que as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) não agem do
lado de cá da fronteira.

De acordo com o documento, datado de 28 de abril deste ano, a guerrilha colombiana não só tem violado sistematicamente a fronteira Colômbia-Brasil como tem utilizado o território brasileiro para seus negócios, especialmente o narcotráfico.

A conclusão faz parte do relatório final da investigação que levou à prisão, no último dia 6 de maio, de José Samuel Sanchez, o "Tatareto", apontado pela PF como integrante da Comissão de
Logística e Finanças da 1.ª Frente das Farc, um dos mais importantes destacamentos da guerrilha colombiana.

Ninguém fala abertamente, mas a posição hesitante do governo brasileiro em relação às Farc coloca em situação difícil os órgãos de segurança que, de alguma maneira, esbarram nas ações da
guerrilha por aqui. Os investigadores se veem diante de um incômodo dilema. Avançar ou não? E se o governo não gostar?

No caso da operação que resultou na prisão de José "Tatareto" Sanchez, a justificativa já estava pronta com antecedência: se superiores pedissem satisfações, era só dizer que o colombiano fora
flagrado traficando em território brasileiro. "Ele não foi preso porque é das Farc, foi preso porque é traficante e eu estava no cumprimento de meu dever", afirmou ao Estado, sob a condição do
anonimato, um investigador que atuou no caso.

A razão da preocupação é simples. Desde que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva assumiu o Palácio do Planalto, o tema Farc é tabu. Brasília resiste firmemente às pressões de Bogotá e de
Washington e não admite a possibilidade de classificar a guerrilha colombiana como organização terrorista. Em troca, as Farc dão mostras de que confiam no governo brasileiro: em duas oportunidades, a guerrilha aceitou que aeronaves militares do Brasil acompanhassem a Cruz Vermelha em delicadas missões de resgate de reféns na selva.

Para não entrar na briga, o governo argumenta que a guerrilha é um problema interno da Colômbia e que, por essa razão, não deve se intrometer.

O PT e a guerrilha já estiveram juntos no célebre Foro de São Paulo, conclave que reúne organizações de esquerda de toda a América Latina. É de lá a amizade que levou Raúl Reyes,
número dois da guerrilha morto há dois anos num ataque militar da Colômbia, a escrever em 2003 ao recém-empossado Lula em busca de apoio para a causa das Farc. A mesma amizade permitia a Reyes manter contatos regulares via e-mail com alguns petistas, de dentro e de fora do governo.

O governo brasileiro reluta em classificar as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) como uma organização terrorista, mas, por ironia, foi o Serviço Antiterrorismo da Polícia Federal um dos principais responsáveis pela operação que resultou na prisão de José Samuel Sánchez, o "Tatareto", e no mapeamento das bases operacionais das Farc no País.

"O curso das investigações, desenvolvidas sob a denominação Rota Solimões, deixou claro que a organização criminosa formada principalmente por colombianos trasladou suas bases operacionais para território brasileiro, aproveitando a vastidão da zona de fronteira pouco guarnecida para se homiziarem (esconderem) das ações do governo colombiano", diz a PF.

Pelo relato da polícia, fica claro que o território brasileiro não era um ponto de passagem, mas uma base fixa para gerar recursos para a guerrilha.