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19 de jun. de 2012

Lady Gaga Leva Chute no Traseiro na Indonésia

Lady Gaga Leva Chute no Traseiro na Indonésia

O Oriente está mandando uma mensagem para os EUA. Será que eles vão escutar?

Matthew Cullinan Hoffman
Notícias do cancelamento do show de Lady Gaga no início de junho em Jacarta, Indonésia, estão tendo uma repercussão extremista na mídia americana e internacional, que diz que é uma peça teatral moral sobre o triunfo do islamismo radical sobre a liberdade artística, e um triste prenúncio da suposta transição da Indonésia para o fanatismo religioso.
Mas a verdade é que a resposta negativa aos shows de Gaga hipersexualizados e desrespeitadores dos valores morais não ficou isolada a extremistas nem à Indonésia. As turnês de shows de Lady Gaga e outras formas similares de entretenimento que insultam as religiões estão sendo cada vez mais mal recebidas na região do sudeste asiático e além, e refletem a crescente indignação com o que é visto como um imperialismo cultural americano que ameaça com desdém os valores morais dos outros países.
A culpa do vexame que Gaga sofreu em Jacarta está sendo associada a uma organização conhecida como Frente dos Defensores Islâmicos (Islamic Defenders Front, FPI), um grupo muçulmano linha-dura conhecido por seus conflitos com cristãos e pela sua rígida interpretação do Alcorão. De acordo com o International Crisis Group, uma organização pacifista cujo veredicto sobre o caso está sendo citado pela Associated Press, está “claro que não teriam considerado cancelar o show” se o FPI e outros grupos extremistas não tivessem se mobilizá-lo para impedi-lo.
Contudo, o FPI e grupos afins não estavam sozinhos na sua oposição ao show de Jacarta. Aliás, o show de Gaga enfrentou energética oposição de uma dúzia de outras organizações islâmicas, incluindo o Conselho Indonésio de Ulemás, a maior autoridade muçulmana indonésia, conhecida pelo temperamento religioso moderado.
Além do mais, a oposição ao show da cantora não acabou dentro das fronteiras indonésias. De fato, a turnê, chamada de “Born this Way Ball” (algo como “Já Nasceram Assim”), em referência à alegação sem fundamento científico de Gaga de que os homossexuais já nasceram com sua orientação gay, provocou protestos em vários países da região, em sua maioria por grupos cristãos.
Nas Filipinas, os shows da cantora provocaram de católicos e protestantes respostas semelhantes às demonstradas pelos muçulmanos na Indonésia. O arcebispo católico Ramon Arguelles alertou que “seus fãs estão sob o perigo de caírem nas garras de Satã”, e apoiou um boicote. Um pastor evangélico que organizou uma grande manifestação de protesto no centro de Manila, capital das Filipinas, chamou Lady Gaga de “o ícone de uma nova religião de difamação da nossa fé, de profanação de tudo o que é sagrado e da enganação dos nossos jovens”. 
O show na região de Manila só foi permitido pelas autoridades do governo depois de emitirem um alerta à cantora com relação a atitudes que pudessem ser consideradas lascivas ou ofensivas à moral ou à religião, prometendo agir contra a cantora se ela infringisse as leis de pudor público. As advertências não foram capazes de aplacar o grupo de centenas de manifestantes que tentaram fazer uma marcha até o evento, e foram impedidos pela polícia a um quilômetro de distância do local. Uma resposta parecida aconteceu na Coréia do Sul, onde centenas de cristãos participaram de protestos organizados contra o show da Lady Gaga, fazendo com que a entrada no evento fosse proibida para menores de 18 anos.
Essas manifestações de revolta contra a hegemonia cultural dos EUA, com sua hostilidade antirreligiosa, não estão limitados à Ásia; outros países também mostram disposição de lutar contra as influências corruptoras de “artistas” estrangeiros que atacam a moral pública. Na Rússia, a cantora Madonna foi alertada de que seria multada se utilizasse seu próximo show em São Petersburgo para promover a agenda homossexual. Na França, um número cada vez maior de católicos está protestando contra peças treatrais estrangeiras “cristofóbicas” que profanam imagens sagradas e insultam as crenças cristãs. Na Turquia liberal, o Primeiro Ministro Recep Tayyip Erdogan está alertando que o governo irá cortar ajuda financeira a teatros em resposta à peça chilena chamada The Obscene Secrets of Every Day (Os Segredos Obscenos do Dia-a-Dia), além de outras obras ofensivas.
Lady Gaga não deveria se surpreender com a reação dos cristãos e muçulmanos asiáticos ao seu comportamento bizarro no palco, o qual ela reconheceu frequentemente que é planejado para gerar controvérsia, e que serve aos seus interesses econômicos como uma cantora em busca de publicidade. No entanto, os americanos aparentemente se tornaram tão saturados e insensibilizados com a rotina de obscenidade de tais “artistas pop” que já não conseguem mais compreender a reação de pessoas comuns em países que ainda estão imbuídos de valores de devoção religiosa, noção do sagrado e um desejo profundo de proteger seus filhos de influências nocivas.
Gerações de pais americanos têm entregado seus filhos alegremente aos sedutores cuidados de indústrias que abertamente lucram com a destruição de seus valores morais, vendendo-lhes um entendimento hedonista e degradado da sexualidade humana, no momento mais vulnerável do seu desenvolvimento psicossexual. A “corrida cultural dos EUA para o fundo do poço” é justificada por uma ideologia libertária que diviniza a liberdade individual à custa da moral pública, um conceito que já é quase inexistente na jurisprudência americana. O espírito resultante se reflete em quase todas as manifestações da mídia de massa, de filmes a programas de televisão, músicas, videogames e internet. Os americanos têm respirado essa atmosfera venenosa por tanto tempo que se tornaram quase incapazes de manifestar uma indignação moral, ou de interpretar tal indignação quando ela se manifesta fora do país.
A verdadeira questão levantada por Lady Gaga no sudeste asiático não é a do extremismo religioso ou da santidade da liberdade de expressão, temas comumente utilizados pelos americanos como desculpas para repudiar a resistência obstinada de pessoas de outros países aos produtos que os americanos exportam para outras culturais. Isso tudo, na verdade, representa o declínio espiritual dos EUA. Esse declínio criou um abismo entre os EUA e os povos que continuam a manter os valores que os americanos abandonaram, valores que são essenciais para a saúde de qualquer sociedade.
Traduzido por Luis Gustavo Gentil do artigo de The Catholic World Report: “Lady Gaga Gets the Indonesian Boot
Divulgação: www.jorgenilson.com

Os filhos do ambientalismo

Os filhos do ambientalismo

Dr. Fábio Blanco
Desconfia de quem se mostra demais solícito com as crianças, disposto a ensiná-las nos caminhos certos da vida moderna e a discipliná-las em um pensamento coerente com o que há de mais politicamente correto. Não deixes teus filhos à mercê dos educadores, das políticas educacionais e dos currículos escolares; eles não existem para tornar tuas crianças boas, mas moldadas conforme à imagem e semelhança dos poderes deste mundo.
Quando vejo, como vi em uma reportagem na tv, uma ecologista dizendo que concentrava seu trabalho de divulgação nas crianças, por serem elas um grande instrumento propagador das idéias ambientalistas, onde, talvez, a maioria das pessoas tenham visto amor, bondade e as melhores intenções, para mim, era como se o próprio Satanás estivesse, esfregando as mãos, avisando que eles, os pequenos, lhes pertencia.
Desde Rousseau, com seu Emílio, é possível perceber tal obsessão: a moldagem das mentes infantes segundo a visão de mundo de seus educadores. Não são os pais, em seu ambiente familiar, transmitindo os valores herdados e as características próprias da família os que devem assumir a educação, mas, sim, os representantes dos poderes maiores, como o Estado, o Globo e, quem sabe, até os seres dos ares.
Com isso, esvaem-se os vínculos, eliminam-se os elos. Todos são forjados segundo a Grande Mente global, e apenas se vêem ligados a esta fraternidade mundial, que existe somente na cabeça de ideólogos de uma Nova Era onde o indivíduo não é ninguém em si mesmo, mas unicamente parte de um poder superior terreno.
Não abandones teus filhos! Não largue-os na escola, ficando tu aliviado por poder tê-los controlados, por outros, durante algumas horas. Mais ainda, não abandones teus filhos às ideias propagadas em sala de aula. Pergunta, indaga, investiga. Deseja saber o que eles estão aprendendo e, no que puderes, destrói as armadilhas postas em suas mentes. Tu és o educador. Tu és o transmissor de valores. Tu sabes o que é bom para eles. Não permitas que eles transformem teus filhos em teus acusadores e delatores.
Quando ouço uma criança me repreender por alguma noção segundo a visão politicamente correta moderna, sinto-me no romance de Orwell e percebo que o escritor não era apenas um visionário, mas um profeta. Filhos denunciando pais, crianças informantes delatando amigos e familiares, tudo isso parecia, até bem pouco, apenas uma hipérbole sombria de um mundo opressivo. Mas não! Isso já está acontecendo e teus filhos estão sendo doutrinados para fazerem parte desse grande exército.
Não sejas tu, também, um acólito das idiotices modernas. Informa-te sobre a verdade, rastreia a informação e descobre quem são aqueles que promovem a agenda que, com a desculpa de proteger a terra, pretende destruir seu maior tesouro: o homem em sua individualidade.
Fonte: Discurso de Cadeira

Divulgação: www.jorgenilson.com

18 de jun. de 2012

Pesquisa “paradigmática” faz incrível descoberta: filhos de pais heterossexuais são mais felizes e mais saudáveis


Pesquisa “paradigmática” faz incrível descoberta: filhos de pais heterossexuais são mais felizes e mais saudáveis


Christine Dhanagom

11 de junho de 2002 (LifeSiteNews.com) — Um recente estudo que revelou que filhos de pais heterossexuais se saem melhor em vários indicadores de bem-estar pessoal do que filhos de pais homossexuais está sendo recebido com entusiasmo pelos defensores do casamento tradicional, sendo considerado de longe o estudo mais cientificamente confiável sobre o assunto até hoje.
De autoria de Mark Regnerus, professor de sociologia da Universidade do Texas, na cidade de Austin, o estudo será publicado em julho de 2012 na revista Social Science Research, e está atualmente disponível online.

Mark Regnerus, autor do estudo
As descobertas de Regnerus, baseadas nas respostas de filhos criados por seus pais biológicos ou por seu pai ou mãe homossexual junto com o parceiro, foram notáveis.
Ele descobriu que 12% dos entrevistados criados por mães lésbicas e 24% dos criados por pais gays relataram ter recentemente considerado o suicídio, comparado a 5% dos criados por famílias biológicas intactas ou por pai ou mãe solteiros. Enquanto que 28% dos entrevistados criados por mães lésbicas e 20% dos criados por pais gays relataram estar atualmente desempregados, comparado a 8% dos criados por famílias biológicas intactas e 13% dos criados por pais solteiros.
Uma das descobertas mais extraordinárias foi a de que 23% dos entrevistados com mães lésbicas relataram ter sido tocados sexualmente por um pai ou adulto, comparado a 2% dos criados por famílias biológicas intactas. A porcentagem foi de 6% entre os criados por um pai gay e 10% entre os criados com pais solteiros. Em outra incrível estatística, 31% dos criados por uma mãe lésbica e 25% dos criados por um pai gay relataram terem sido forçados a ter relações sexuais contra sua vontade em algum momento, comparado a apenas 8% dos criados por pais biológicos.
Quarenta por cento dos criados por mães lésbicas e 25% dos criados por pais gays relataram ter tido um amante enquanto casados ou morando com um companheiro, comparado a 13% dos criados por pais biológicos. E 19% dos criados por uma mãe lésbica ou um pai gay estavam atualmente ou recentemente fazendo psicoterapia, comparado a 8% dos criados pelos pais biológicos.
Vinte por cento dos criados por lésbicas e 25% dos criados por pais gays relataram terem contraído uma doença sexualmente transmissível, comparado a 8% dos criados pelos seus pais biológicos.
E o mais interessante, apenas 61% dos criados por mães lésbicas e 71% dos criados por pais gays relataram se identificar como “inteiramente heterossexual”, comparado a 90% dos criados por uma família biológica intacta.
“Relatar que há poucas diferenças estatísticas relevantes entre os diferentes grupos avaliados seria afirmar algo empiricamente inexato”.
Mark Regnerus, autor do estudo


As descobertas de Regnerus vão de encontro aos estudos amplamente elogiados por ativistas homossexuais, que alegavam que crianças criadas por pais homossexuais se saiam tão bem quanto, ou até melhor, do que seus correspondentes heterossexuais. Vários desses estudos, aponta Regnerus, basearam-se em um pequeno número de amostras autosselecionadas, com resultados relatados pelos pais e não pelos filhos, e que mostraram sinais de viés político.
Ele destaca, por exemplo, que uma meta-análise que alegava que a criação por pais homossexuais tinha um impacto positivo nas crianças era problemática porque os participantes nos estudos eram quase sempre um pequeno número de voluntários “cujas alegações de êxito documentável foram muito relevantes em recentes debates legislativos e judiciais a respeito de direitos e estatutos legais”.
O problema de amostras polarizadas, aliás, tem sido predominante na literatura anterior sobre o assunto, de acordo com Regnerus.
“Muitos estudos publicados sobre filhos de pais do mesmo sexo coletam amostragens em bola-de-neve ou por conveniência”, afirma. “Um exemplo notável disso é o Estudo Longitudinal Nacional de Famílias Lésbicas, cujas análises foram bastante destacadas na mídia em 2011 (por exemplo, pelo portal [esquerdista] Huffington Post). O estudo utiliza uma amostragem por conveniência, com recrutamento inteiramente feito por autosseleção de anúncios postados ‘em eventos lésbicos, livrarias femininas e jornais lésbicos’ em Boston, Washington e São Francisco”.
Regnerus continua: “Embora eu não deseje minimizar a relevância de tal estudo longitudinal (que de fato é um grande feito) essa técnica de amostragem é um problema quando o objetivo (ou, neste caso, o resultado prático e o uso convencional de suas descobertas) é generalizá-lo para uma população. Esses tipos de amostragem utilizam meios enviesados, e frequentemente desconhecidos”.
Em contrapartida, Regnerus extraiu seus dados do Estudo de Novas Estruturas Familiares, um projeto de coleta de dados que se utilizou de uma amostragem aleatória em grande escala composta de jovens adultos americanos. Regnerus analisou as respostas de 3.000 jovens adultos, 175 dos quais relataram ter uma mãe lésbica e 73 dos quais relataram ter um pai gay. Ele comparou suas respostas às suas contrapartes criadas por pais heterossexuais para determinar quem se saiu melhor em quarenta diferentes resultados sociais, emocionais e de relacionamentos.
Regnerus destaca que o estudo é um dos poucos que mediram os resultados de relatos feitos por filhos de homossexuais, em vez de se basear em análises feitas pelos pais homossexuais.
Os críticos do estudo sustentam que os jovens adultos pesquisados foram criados por pais homossexuais em uma época em que havia um estigma maior relacionado ao homossexualismo, fato que pode ter contribuído para a maior instabilidade entre pares homossexuais.
“É claro que as famílias são mais fortes e mais estáveis quando podem ficar juntas”, disse à ABC News Jennifer Chrisler, diretora executiva da entidade pró-homossexual Conselho da Igualdade Familiar. “Isso significa que o que deveríamos fazer é apoiar políticas que tornem mais fácil para famílias gays e lésbicas continuarem juntas”.
O defensor do casamento tradicional Patrick Fagan, no entanto, comentou para o LifeSiteNews que a afirmação de Chrisler era uma hipótese infundada.
“Se você não levar esses resultados em consideração, não há mais nada no campo. Nada mais chega perto disso. Os gays que se opõem a ele estariam basicamente dizendo: ‘não sabemos nada’”, afirma. “Ela basicamente superou todas as pesquisas anteriores, porque nenhuma delas chegou perto dessa representatividade nacional”.
Fagan, que dirige o Instituto Casamento e Religião do Conselho de Pesquisas Familiares, chamou o estudo de “paradigmático” para a pesquisa sobre filhos de homossexuais.
Traduzido por Luis Gustavo Gentil do artigo do LifeSiteNews: “Gold standard’ study’s striking findings: children of heterosexual parents happier, healthier”

Fonte: www.juliosevero.com

Divulgação:www.jorgenilson.com

15 de jun. de 2012

Lição 12: O Juízo Final Data: 17 de Junho de 2012


Lições Bíblicas CPAD    Jovens e Adultos


 Lição 12: O Juízo Final
Data: 17 de Junho de 2012



2º Trimestre de 2012

Título: As Sete Cartas do Apocalipse — A mensagem final de Cristo à Igreja
Comentarista: Claudionor de Andrade




TEXTO ÁUREO

“Mas, quanto aos tímidos, e aos incrédulos, e aos abomináveis, e aos homicidas, e aos fornicadores, e aos feiticeiros, e aos idólatras e a todos os mentirosos, a sua parte será no lago que arde com fogo e enxofre, o que é a segunda morte” (Ap 21.8).

VERDADE PRÁTICA

Deus é amor, mas não permitirá que nenhum pecador impenitente fique impune.

HINOS SUGERIDOS

16, 123, 203.

LEITURA DIÁRIA

Segunda - Ap 20.11-15
A instauração do Juízo Final



Terça - 2 Tm 4.1; Ap 20.12
O Juízo Final e as obras



Quarta - Ap 19.20
O julgamento da besta e do falso profeta



Quinta - Ap 20.1-3
O aprisionamento do Dragão



Sexta - Ap 20.10
O juízo sobre o Dragão



Sábado - Ap 22.11
A Santidade ao Senhor

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE

Apocalipse 20.7-15.

7 - E, acabando-se os mil anos, Satanás será solto da sua prisão
8 - e sairá a enganar as nações que estão sobre os quatro cantos da terra, Gogue e Magogue, cujo número é como a areia do mar, para as ajuntar em batalha.
9 - E subiram sobre a largura da terra e cercaram o arraial dos santos e a cidade amada; mas desceu fogo do céu e os devorou.
10 - E o diabo, que os enganava, foi lançado no lago de fogo e enxofre, onde está a besta e o falso profeta; e de dia e de noite serão atormentados para todo o sempre.
11 - E vi um grande trono branco e o que estava assentado sobre ele, de cuja presença fugiu a terra e o céu, e não se achou lugar para eles.
12 - E vi os mortos, grandes e pequenos, que estavam diante do trono, e abriram-se os livros. E abriu-se outro livro, que é o da vida. E os mortos foram julgados pelas coisas que estavam escritas nos livros, segundo as suas obras.
13 - E deu o mar os mortos que nele havia; e a morte e o inferno deram os mortos que neles havia; e foram julgados cada um segundo as suas obras.
14 - E a morte e o inferno foram lançados no lago de fogo. Esta é a segunda morte.
15 - E aquele que não foi achado escrito no livro da vida foi lançado no lago de fogo.

INTERAÇÃO

Chegará o dia, onde os homens da Terra comparecerão diante do Trono Branco. Cristo se assentará como o supremo juiz e, junto à igreja, julgará a humanidade. É importante realçar, que a figura do Trono Branco simboliza a santidade e a justiça do divino Juiz no julgamento final. Enquanto os salvos deleitar-se-ão no Senhor e reinarão com Cristo, aqueles que não foram achados seus nomes escritos no Livro da Vida, atormentar-se-ão eternamente. Nesta lição, veremos que da mesma forma como o céu é um lugar, o inferno também possui a dimensão geográfica da eternidade.

OBJETIVOS

Após esta aula, o aluno deverá estar apto a:
Definir o Juízo Final.
Compreender o sistema do julgamento divino e seus personagens.
Conscientizar-se de que o Juízo Final é uma doutrina fundamental das Escrituras.

ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA

Caro professor, você sabe o que significa a palavra inferno? Qual a importância dessa pergunta? No exercício da tradução da Bíblia, há limites de caráter semântico nativo imposto pelo idioma original a ser traduzido. Nem sempre encontramos palavras da língua nativa que expresse a plenitude semântica do termo original.
A palavra inferno é um belo exemplo dessa complexidade. Introduza o tópico V explicando aos alunos que os termos originais para “infernos” nas Escrituras, são: Sheol, Hades, Tártaro e Geena. Com o auxílio do subsídio bibliográfico I explique que o termo inferno, a que se refere o tópico V da lição, remete-se ao Hades, ou seja, a morada dos mortos.

COMENTÁRIO

introdução

Palavra Chave
Juízo: Ato, processo ou efeito de julgar.

Embora fosse o responsável direto pelo assassinato de seis milhões de judeus, Adolf Hitler não foi levado a julgamento. Ele preferiu suicidar-se a comparecer ante o tribunal internacional de justiça, que seria instalado na cidade de Nuremberg, em 20 de novembro de 1945. A esse julgamento, que durou até o dia primeiro de outubro de 1946, foram submetidos seus principais assessores. Uns foram enforcados, outros condenados à prisão perpétua e ainda outros tiveram de amargar várias décadas em penitenciárias especiais.
Hitler escapou à justiça humana. Mas não haverá de fugir ao Juízo Final. Tanto ele, quanto o mais anônimo dos ímpios, comparecerão ante o Trono Branco, para serem julgados por um tribunal isento de casuísmos. Quanto à Igreja, estará ao lado de Cristo, para administrar a justiça divina, inclusive aos anjos caídos.

I. O QUE É O JUÍZO FINAL

Não há ser humano que não se preocupe com o seu destino eterno. O Juízo Final é uma verdade teológica reconhecida pelas mais diversas culturas.
1. O Juízo Final. Denomina-se assim o julgamento que o Senhor Deus conduzirá no final dos tempos, para retribuir a cada um consoante às suas obras (2 Tm 4.1; Ap 20.12).
2. As bases do Juízo Final. A base primordial do Juízo Final é a justiça perfeita e inquestionável de Deus (Dt 32.4; Sl 7.11; Ap 16.7).
3. A ocasião do Juízo Final. Deus instaurará o Juízo Final logo após a última apostasia da humanidade, no final do Milênio (Ap 20.7-10).



SINOPSE DO TÓPICO (I)

O julgamento que o Altíssimo conduzirá no final dos tempos consoante às obras dos homens chama-se Juízo Final.



II. O JULGAMENTO DA BESTA, DO FALSO PROFETA E DO DRAGÃO

Antes da instauração do Juízo Final, Deus julgará e sentenciará sumariamente três personagens: a Besta, o Falso Profeta e o Dragão. Os dois primeiros haverão de inaugurar o lago que arde com fogo e enxofre.
1. O juízo sobre a Besta. O Anticristo será tão maléfico à humanidade, que o Senhor o lançará no lago de fogo mil anos antes do Juízo Final (Ap 19.20). Repulsivo e abominável, não terá direito sequer ao último julgamento.
Dessa forma, o Senhor destruirá por completo o sistema político deste mundo, para implantar o governo milenial.
2. O juízo sobre o Falso Profeta. Destino semelhante terá o Falso Profeta que, com os seus prodígios e sinais mentirosos, deu todo o apoio ao Anticristo (Ap 19.20). Com ele haverá de cair os ídolos e os falsos deuses que, desde o Gênesis, vêm afrontando ao Deus Único e Verdadeiro.
3. O juízo sobre o Dragão. Terminada a Septuagésima Semana de Daniel, conhecida também como a Grande Tribulação, Deus aprisionará o Dragão. E este será detido por mil anos (Ap 20.2). Ele é a antiga serpente, é o Diabo.
No final do Milênio, Satanás será temporariamente solto. E sairá a seduzir as nações. Inexplicavelmente, muitos povos o seguirão. Nesse ponto, obrigamo-nos a perguntar: Como o ser humano poderá recusar um governo tão perfeito como o de Cristo? Um governo que proporcionará justiça, segurança e bem-estar social a todos.
O Milênio, por conseguinte, será a última aventura humana antes da instauração do Juízo Final e do Perfeito Estado Eterno: a Jerusalém Celeste.



SINOPSE DO TÓPICO (II)

Antes de instaurar o Juízo Final, o Senhor julgará antecipadamente a Besta, o Falso Profeta e o Dragão.



III. A INSTALAÇÃO DO TRONO BRANCO

O Juízo Final terá como símbolo o Trono Branco. Será o mais perfeito e justo de todos os julgamentos. E sobre ele assentar-se-á o mais reto dos juízes.
1. O Trono Branco. Nas Sagradas Escrituras, o branco é o símbolo da justiça divina (Ap 19.8). O Juízo Final, pois, simbolizado pelo Trono Branco, será de tal forma processado, que nele não haverá qualquer falha ou deslize. Será irretorquível (Sl 19.9).
2. Os tronos dos justos. Além do Trono Branco, onde assentar-se-á o Todo-Poderoso, tendo ao seu lado o Cordeiro, muitos outros tronos serão instalados. E nestes estarão os redimidos de todas as eras (Ap 20.4). Milhões e milhões de tronos! Lá nos acharemos, inclusive, para julgar os anjos caídos (1 Co 6.3).
3. O Supremo Juiz. O Senhor Deus é o juiz de toda a terra (Gn 18.25). Ele é o juiz de vivos e de mortos (At 10.42). Sua competência é inquestionável (1 Pe 4.5). Enfim, o Senhor é um justo juiz (Sl 119.137). Somente alguém com tais características poderia conduzir o Juízo Final.
4. Os livros do Juízo Final. Escreve o Evangelista que, no Juízo Final, muitos livros serão abertos: “E abriram-se os livros. E abriu-se outro livro, que é o da vida” (Ap 20.12). Nesses livros, acha-se escrita fidedignamente a história da humanidade. Nenhum registro é alterado. Todas as obras humanas acham-se neles anotadas.
Entre esses volumes e rolos, encontram-se também as Sagradas Escrituras, pois será com base nestas que há de se processar o Juízo Final.



SINOPSE DO TÓPICO (III)

Na instauração do juízo Final teremos os seguintes símbolos: o Trono Branco, os tronos dos justos, o Supremo Juiz e os livros do Juízo.



IV. O JULGAMENTO DOS MORTOS

Os mortos, grandes e pequenos, estarão diante do Trono Branco. Já imaginou o julgamento de bilhões de seres humanos? E cada um destes será tratado individual e personalizadamente. Diz o texto sagrado: “E foram julgados cada um segundo as suas obras” (Ap 20.13).
1. A segunda ressurreição. Dar-se-á logo após o Milênio, trazendo novamente à vida ímpios e pecadores de todas as eras (Ap 20.12).
A primeira ressurreição acontecerá no término da Grande Tribulação e contemplará os mártires desse período (Ap 20.1-6).
2. Os mortos da segunda ressurreição. Do homicida Caim ao último dos pecadores, todos lá estarão. Nero, Calígula, Hitler. Também lá estarão os pecadores anônimos que, agarrados à justiça própria, rejeitaram a graça de Deus.
Os que morrerem durante o Milênio de igual modo se farão presentes. Os inscritos no Livro da Vida tornarão a viver para tomar parte nas bem-aventuranças da Jerusalém Celeste (Ap 20.4-6,15).
3. A segunda morte. O horror da segunda morte não está propriamente no lago de fogo, mas na separação definitiva e eterna de Deus. Os ímpios serão lançados nesse lugar de tormentos, localizado nas trevas exteriores (Mt 25.30). É um castigo real num lugar real. Jamais terá fim.



SINOPSE DO TÓPICO (IV)

No juízo Final, os mortos, sejam grandes ou pequenos, estarão diante do Trono Branco.



V. O JULGAMENTO DA MORTE E DO INFERNO

Finalmente, serão julgados a morte e o inferno. Embora não sejam pessoas, simbolizam os dois grandes castigos que recaíram sobre os filhos de Adão: a experiência física terminal e a penalidade eterna.
1. O juízo sobre a morte. Afirma o apóstolo Paulo que o último inimigo a ser aniquilado é a morte (1 Co 15.26). Os justos nunca mais experimentarão a morte, porque viverão eternamente ao lado do Senhor. Assim, poderemos cantar: “Tragada foi a morte na vitória” (1 Co 15.54). Ela também será lançada no lago de fogo (Ap 20.14).
2. O juízo sobre o inferno. O inferno não é um estado de espírito. É um lugar real (Lc 16.23). Mas está com os seus dias contados. É o que diz o Evangelista: “E a morte e o inferno foram lançados no lago de fogo. Esta é a segunda morte” (Ap 20.14).
O inferno será lançado no inferno. Assim, o Senhor aniquilará todas as maldições que, desde Adão e Eva, infelicitam a raça humana.



SINOPSE DO TÓPICO (V)

Embora não sejam pessoas, a morte e o inferno serão finalmente julgados. Eles simbolizam os dois grandes castigos perpetuados na humanidade.



CONCLUSÃO

No lago de fogo, não serão lançados apenas genocidas como Nero e Hitler. Adúlteros e mentirosos também sofrerão as penalidades eternas, conforme adverte a Palavra de Deus: “Mas, quanto aos tímidos, e aos incrédulos, e aos abomináveis, e aos homicidas, e aos fornicadores, e aos feiticeiros, e aos idólatras e a todos os mentirosos, a sua parte será no lago que arde com fogo e enxofre, o que é a segunda morte” (Ap 21.8).
Infelizmente, tais pecados acham-se também entre os que invocam o nome de Deus. É hora de buscarmos ao Senhor. Sua advertência é grave e urgente: “Quem é injusto faça injustiça ainda; e quem está sujo suje-se ainda; e quem é justo faça justiça ainda; e quem é santo seja santificado ainda” (Ap 22.11). Santidade ao Senhor!

VOCABULÁRIO

Casuísmo: Argumento ou medida fundamentada em raciocínio enganador ou falso, especialmente em direito e moral, e baseada muitas vezes em casos concretos e não em princípios fortemente estabelecidos.
Consoante: Concordante.

BIBLIOGRAFIA SUGERIDA

Dicionário Bíblico Wycliffe. 4.ed., RJ: CPAD, 2009.
HORTON, S. M. Apocalipse: As coisas que brevemente devem acontecer. 2.ed., RJ: CPAD, 2001.
LAHAYE, T.; HINDSON, E. (Eds.) Enciclopédia Popular de Profecia Bíblica. 1.ed., RJ: CPAD, 2008.

EXERCÍCIOS

1. O que é o Juízo Final?
R. É o julgamento que o Senhor Deus conduzirá no final dos tempos, para retribuir a cada um consoante às suas obras (2 Tm 4.1; Ap 20.12).

2. Quais os três personagens que serão julgados antes da instauração do Juízo Final?
R. Besta, o Falso Profeta e o Dragão.

3. Segundo a lição, qual será o símbolo do Juízo Final?
R. O Trono Branco.

4. O julgamento final será coletivo ou individual? Explique.
R. Individualmente. Cada um será tratado individual e personalizadamente. Diz o texto sagrado: “E foram julgados cada um segundo as suas obras” (Ap 20.13).

5. Quais foram os dois grandes castigos que recaíram sobre os filhos de Adão?
R. A experiência física terminal e a penalidade eterna.

AUXÍLIO BIBLIOGRÁFICO

Subsídio Bibliológico

“Inferno
O inferno, no sentido de um lugar para futuro castigo, certamente é ensinado de uma maneira distinta na Bíblia. Embora a doutrina não seja tão claramente expressa no Antigo Testamento quanto o é no Novo Testamento [...]. [Há nas Escrituras] [...] quatro palavras traduzidas como ‘inferno’ são [elas]:
1. Sheol. [...] No Antigo Testamento, sheol é usada para a sepultura (Jó 17.13; Sl 16.10; Is 38.10) e para o lugar dos mortos, tantos bons (Gn 37.35; Jó 14.13; Sl 6.5; Ec 9.10) quanto os maus (Sl 55.15; Pv 9.18).
2. Hades. [É] a palavra grega que mais se aproxima de sheol e o nome do deus grego do submundo. [...] Hades [...] é o lugar dos maus (Lc 16.23). [...] Hades é a tradução de Sheol em Salmos 16.10 e refere-se simplesmente ao sepulcro ou à morte. Nas passagens de Apocalipse, Hades parece estar personificado como um sinônimo da morte em relação ou seu poder sobre os homens, provavelmente seguindo a metáfora de Mateus 16.18.
3. Geena. [Refere-se a] um lugar onde havia fogo constante, um símbolo dos espíritos perdidos atormentados [...] (Mt 5.22; 29.30; 10.28; Mc 9.43,45,47; Lc 12.5; Tg 3.6).
4. Tartaroo. Um verbo grego que significa ‘enviar Tártaro’, encontrada somente em 2 Pedro 2.4. Os gregos viam Tártaro como um lugar subterrâneo, inferior ao Hades, onde a punição divina era infligida” (Dicionário Bíblico Wycliffe. 4.ed., RJ: CPAD, 2009, pp.968,69).


Fonte: CPAD

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DEUS SALVE AS CRIANÇAS



Fonte: http://www.youtube.com/watch?v=Vbk3jmGPxxY

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13 de jun. de 2012

Os assassinos da areté


Os assassinos da areté


Edson Camargo

O Prêmio Areté, uma tentativa de Oscar do mercado editorial evangélico brasileiro, em sua edição de 2012, homenageou um defensor confesso da poligamia (po-li-ga-mi-a), entusiasta da “teologia” comunista da “missão integral”, e com uma história marcada pela atuação em favor do partido que impôs ao Brasil o aborto de anencéfalos, a mordaça gayzista, o mensalão, e as alianças com o narcoterror vermelho das FARC, Chávez e Fidel, por meio do Foro de São Paulo.
Robinson Cavalcanti: usou o evangelho como palanque esquerdista, pregou a poligamia e, depois de assassinado pelo filho, é premiado por editores evangélicos
Eis o premiado: Robinson Cavalcanti, assassinado brutalmente pelo próprio filho há poucos meses. Morte trágica, lamentável, não menos estarrecedora do que o legado que Cavalcanti deixou, por conta de posturas intelectuais para lá de heréticas e pecaminosas, que nortearam desde a produção de seus artigos à sua mentoria ao movimento que contaminou a igreja evangélica brasileira com o esquerdismo grosseiro da Era Lula, com seus chavões, relativismos e revisionismos, além dessa confusão nefasta e corruptora entre santidade e a mera afetação moralistóide do politicamente correto, essa hipnose semântica e comportamental com a qual a esquerda vai impondo sua revolução cultural e inutilizando a consciência de pastores, líderes, artistas, ministros e ovelhas.
Eis o premiado: Robinson Cavalcanti. Seria essa homenagem um desagravo ante sua morte? A homenagem significa algo. Certamente. E o que significa a morte desse homem? Nada? Aos liberais teológicos, fãs fiéis desse demiurgo do socialismo gospel tapuia, pergunto: o que esta morte significa? O “amorrrrr” de Deus que vocês evocam de forma cada vez mais caricata e afrescalhada? Aos meus irmãos defensores da boa e velha ortodoxia evangélica, pergunto: o que o assassinato do bispo vermelho representa, diante de toda a estrutura de uma realidade criada e comandada por um Deus soberano, maravilhosamente amoroso em sua graça, mas que reitera nas Escrituras o caráter retributivo de sua justiça?
Sim, o significado pleno dessa morte horrorosa, sim, só o Senhor sabe. Mas não me venham com agnosticismo de shopping center. A pergunta se impõe.
Eis o premiado: Robinson Cavalcanti. Premiado, notem, pela fina flor da divulgação teológica e cultural da igreja evangélica brasileira, dias após ser reapresentado, para toda a internet evangélica lusófona, o soturno e revolucionário modus pensandi com que o bispo socialista defendia “teologicamente” a poligamia, no livro “Libertação e Sexualidade”.
Vivemos num mundo repleto de significado, criado por um Deus artista, perfeito, amoroso, soberano e justo, que se comunica com o homem por meio das obras criadas, dos fatos incontestáveis e da ação do Espírito Santo. Evoquem-No, e perguntem: o que significa esta morte? Por muito menos, já vi atribuírem os significados e as motivações mais bizarras a todo o tipo de atitude tomada por cristãos. Vejo isto sempre, eis um vício nacional. Agora, quero ver. Que tal atribuírem motivações e propósitos ao Senhor Deus para uma morte como essa, de uma figura como essa, com uma obra como essa?
E não me iludo. As desconversas são previsíveis. Afinal, não são poucos os sofistas frívolos, bem posicionados na hierarquia das grandes editoras, que estão muito confortáveis com a atual situação. E eles têm seus agentes na blogosfera.
Eis o premiado: Robinson Cavalcanti. Que chorem pela morte de um homem que amavam, ainda que tenha sido amado pelos motivos mais questionáveis. Chorem, lamentem o fim brutal de uma família. Mas chorem também por não terem chorado quando alguém que desprezou e afrontou as Sagradas Escrituras num de seus pontos mais elementares foi tratado com honrarias pelos que deveriam repreendê-lo, e jamais o fizeram. Do padrão estabelecido por Deus para a família à deturpação de toda a cosmovisão cristã em nome de uma ideologia anticristã na origem, fundamentos, meios e fins, Robinson Cavalcanti teve participação ativa, como um general. E homenageando a este corruptor, a elite do mercado editorial evangélico consentiu na corrupção doutrinária.
Temos a obra: uma tragédia. Temos o crime, a morte: outra tragédia. E temos o prêmio, trágico, mas não diferente das tragédias clássicas em seu poder elucidador: fica evidente, mais uma vez, a desfaçatez de certos setores da elite editorial dita evangélica, o silêncio pusilânime dos que deveriam se opor à farsa, e a cegueira acerca do nosso real estado enquanto Igreja. Fica óbvia a perda generalizada do senso de sã doutrina, do que é o zelo pela Palavra de Deus, e do que realmente é o amor a Ele, e que vem dEle: pois as novas ovelhas e as vindouras têm diante de si o mau exemplo levado à glória, apenas para que o lobo alfa morto seja visto com a mais tenra irmãzinha do rebanho. Preparada está a armadilha para que sejam abatidas no altar da mentira ideológica, da distorção abusiva de preceitos bíblicos elementares, e da relativização do que Deus estabeleceu para a família.
E é por isto que devemos chorar por nossas ovelhas, por nossa igreja. “Areté” é uma palavra grega que significa excelência, virtude, qualidades nobres da alma, da inteligência, e retidão moral. A homenagem ao bispo vermelho entusiasta da poligamia denota o perfeito contrário do que “areté” pode significar. E o quanto temos chamado, na produção cultural evangélica brasileira, o mal de bem, o repulsivo de louvável, e sequer atentarmos para isso.

Fonte: GospelMais
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Estados Unidos estão paralisados diante de Obama


Estados Unidos estão paralisados diante de Obama


Falsificações de Obama são claras, mas, mergulhados em seus próprios pecados, EUA não conseguem reagir

Julio Severo

Quem diria: a aranha paralisou a águia!

Pela lei dos EUA, só pode ser presidente quem nasceu nos EUA. Obama conseguiu “provar” que nasceu nos EUA, com documentações que hoje são colocadas em dúvida. A dúvida maior veio no mês passado, quando veio à tona que um livreto promocional de autoria de Obama, publicado em 1991, revelava que o futuro presidente dos EUA “nasceu no Quênia”.
Os defensores de Obama alegam que a editora Dystel & Goderich cometeu um erro, mas a editora, como padrão, requer que todos os autores escrevam suas próprias informações biográficas. Além disso, o “erro” permaneceu de 1991 a 2007!
Em 2004, a Associated Press disse que Obama, que estava então se candidatando ao Senado nos EUA, havia nascido no Quênia.
São informações importantes, mas o Partido Democrático, que defendeu a candidatura presidencial de Obama em 2008, pouco se importou com a lei americana que proíbe estrangeiros de se candidatar à presidente.
O Partido Republicano, que costuma fazer oposição amistosa ao descarado esquerdismo do Partido Democrático, não quis questionar o fato de que Obama estava desqualificado para concorrer à presidência da maior potência do mundo.
Obama não enfrentou problemas na sua ilegalidade. O Partido Democrático estava paralisado pela ideologia politicamente correta e anticristianismo doentio. O Partido Republicano estava e está paralisado pelo puro idiotismo. E a justiça americana se mostrou igualmente paralisada diante de Obama, como se ele fosse um messias acima das leis.


A própria imprensa da Rússia, perplexa diante do silêncio ensurdecedor da mídia americana nessa questão, tem dado oportunidades para americanos fazerem cobranças sobre as falsificações da certidão de nascimento de Obama.
A eleição de Obama foi também provavelmente o mais poderoso golpe e zombaria de Satanás contra os EUA.
O governo do presidente anterior, George W. Bush, invadiu o Iraque islâmico e derrotou Saddam Hussein só para ver o governo de seu próprio país sendo tomado por outro Hussein. O nome oficial do queniano é Barack Hussein Obama, cuja família no Quênia é islâmica.
É quase como se, logo depois da 2ª Guerra Mundial, o diabo tivesse conseguido empossar nos EUA um presidente nazista. E teria conseguido, se a imprensa e a elite americana tivessem pregado durante anos o “nazismo como religião de paz”.
No caso do islamismo, a religião de todos os integrantes do grupo que cometeu o maior ataque terrorista da história dos EUA em 11 de setembro de 2001, a imprensa e a elite dos EUA tinham apenas uma reação, pregação e propaganda: o islamismo é uma religião de paz.
O próprio Bush, um conservador em vários aspectos morais, caiu na mesma armadilha: começou a pregar, feito papagaio, que a religião dos terroristas era uma “religião de paz”.
Não deveria ser então surpresa nenhuma que os EUA que derrubaram um Hussein no Iraque ganharam depois um Hussein na própria Casa Branca.
E esse Hussein queniano que conquistou a maior potência do mundo tem a mesma religião de seus parentes quenianos: a religião que trouxe “paz” para as Torres Gêmeas de Nova Iorque. A religião do “descanse em paz”.
Mas como é que ninguém ficou sabendo da religião de Obama?
O Pr. Jeremiah Wright, que fez o casamento de Obama e foi seu conselheiro espiritual durante 20 anos, afirmou que sofreu tentativa de suborno para ficar de boca fechada durante a primeira campanha presidencial de Obama.
O Pr. Wright declarou que Obama era realmente muçulmano.
A revelação veio através do escritor Ed Klein, autor de recente biografia de Obama. Klein esteve no mês passado no programa de Sean Hannity da Fox News. O programa transcorreu assim:
Apresentador Sean Hannity da Fox News: “Aqui está o escritor Ed Klein. Faremos o que a grande mídia não fará, mostraremos a gravação a recente entrevista dele com o Rev. Reverend Jeremiah Wright…”
KLEIN: Alguma vez você achou que ele era muçulmano?
WRIGHT: Sim…
HANNITY: O que você pensa disso?
KLEIN: Quando perguntei ao Rev. Wright sobre essa questão toda de islamismo e Cristianismo, ele disse: “Sabe, Barack Obama estava impregnado de islamismo desde sua infância. Mas ele sabia muito pouco de Cristianismo. E facilitei para ele não sentir-se culpado por aprender sobre o Cristianismo sem voltar as costas aos amigos islâmicos dele”.
Na atual campanha de reeleição de Obama, seu antigo pastor não precisou de nenhuma tentação de suborno para ficar de boca fechada.
É óbvio, nessa altura, que Obama percebeu que todos estão paralisados diante de sua imagem. A nação mais poderosa do mundo está impotente diante de um messias político com um histórico de falsificações morais e legais. O Hussein queniano foi mais esperto do que os americanos. O adepto da religião do “descanse em paz” hipnotizou uma nação. O Hussein do Quênia chegou a alturas que o Hussein do Iraque nunca teria sonhado.
Se o Hussein do Iraque pudesse ver hoje na Casa Branca o Hussein do Quênia, ele diria: “Descanse em paz, EUA”.
Quando um passarinho cai na teia, a aranha termina com um grande banquete.
Quem diria que um queniano com histórico muçulmano colocaria os EUA em estado de paralisação.
Mergulhados em seus próprios pecados, os EUA estão efetivamente paralisados pelo veneno das ideologias politicamente corretas, medo, anticristianismo doentio e idiotismo.
A aranha paralisou a águia.
Versão em inglês deste artigo: America paralyzed by Obama
Versão em espanhol deste artigo: Estados Unidos está paralizado por Obama

Fonte: www.juliosevero.com
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12 de jun. de 2012

Cadê os 4 milhões da parada gay de São Paulo?


Cadê os 4 milhões da parada gay de São Paulo?

Julio Severo

De acordo com o Datafolha, a parada gay de São Paulo, ocorrida ontem, teve 270 mil pessoas. A Associação da Parada do Orgulho GLBT de São Paulo, inconformada com esse resultado, disse que esse número é “impossível”.
Contudo, o jornal Folha de S. Paulo, dono do Datafolha, nunca antes foi acusado de mentiroso por gayzistas e esquerdistas.

Meu blog e outros meios de comunicação sérios já vinham apontando, desde 2007, que atribuir milhões de participantes à parada gay de São Paulo era um inchamento impraticável.
Esse inchamento está finalmente sendo reconhecido por antigos aliados esquerdistas do supremacismo gay.
A mídia brasileira atribuiu o baixo número de participantes da parada gay deste ano à diminuição de financiamento. Sem dinheiro de patrocinadores e do governo, a farra murcha.

Gay triste: Onde estão os 4 milhões? Onde estão os patrocinadores?

“Está muito mais pobre, com menos gente, menos carros, menos divulgação”, disse o travesti Desire Viana, de 33 anos, que todo ano ajuda a parada.

Houve 100 atendimentos médicos, a maioria por embriaguez.

No ano passado, essa farra, de acordo com a Associação da Parada do Orgulho GLBT de São Paulo, atraiu mais de 4 milhões de pessoas — número contestado pela Folha de S. Paulo. Com esse número inchado, amplamente promovido, os organizadores se sentiram com poder de desafiar a tudo e a todos. E desafiar foi o que fizeram. O título da parada foi “Amai-vos Uns Aos Outros” — uma paródia das palavras de Jesus, aplicadas ao sexo homossexual.

A paródia foi muito mais longe ao exibir cartazes de santos católicos em posições eróticas, afrontando abertamente o princípio constitucional que proíbe o ultraje aos símbolos religiosos. Mesmo com o flagrante ultraje, as autoridades pretensamente preocupadas com os chamados direitos humanos não adotaram nenhum medida de punição aos violadores do princípio constitucional.
Quem se levantou para defender os católicos contra o ultraje foi Silas Malafaia, pastor da Assembleia de Deus Vitória em Cristo.

A fala de Malafaia foi interpretada como um ataque à parada gay, quando na verdade sua mensagem forte apenas denunciou o descarado ataque da parada gay à religião católica. Ele foi acusado de “homofobia” por ter feito o que a própria esquerdista CNBB não fez: defender os católicos de uma afronta homossexualista.
Em 2006, também se sentindo ofendida, a Associação da Parada do Orgulho GLBT de São Paulo recorreu ao Ministério Público Federal contra meu blog, porque meus textos sobre homossexualismo deixam claro que a prática homossexual — seja por base bíblica ou médica — não é normal. O principal motivo de acusação foi este artigo “Marcha para Jesus ou Parada Gay: Quem é realmente vítima de preconceito?”.
O catolicismo é a religião da maioria do Brasil. Ao afrontar a fé católica em sua parada de 2011, os organizadores gays deram um tiro no pé.

Estão agora coçando a cabeça e os bolsos tentando entender por que o financiamento e os carnavalescos estão abandonando a farra tão festejada pela mídia e governo.
Eles estão deprimidos que seus habituais números inchados estão sendo questionados, contestados e recusados. Esse estado de depressão poderá levá-los a desejos de suicídio, talvez comovendo o governo a tal ponto que declare que não aceitar inchamentos homossexualistas é “homofobia”.

Os organizadores da parada estão criticando políticos e comerciantes por não terem dado dinheiro suficiente para a realização do evento. Só faltaram dizer que não dar dinheiro para sua farra é “homofobia”.
O tema da farra este ano foi “Homofobia tem Cura: Educação e Criminalização”. Criminalizando, vai ser fácil debochar de santos católicos e outros cristãos e ainda por cima acusar as vítimas de “homofobia”.
Mas os comerciantes e políticos, muitos dos quais têm ligações católicas, acharam que os organizadores da parada foram longe demais no ultraje a culto do ano passado.

Ultraje a culto tem cura: educação e criminalização.

Cadeia nos organizadores gays que cometeram os ultrajes e obscenidades contra os católicos!

Fonte: www.juliosevero.com

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11 de jun. de 2012

A VOLTA DE CRISTO


Estamos prontos?




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Lanterna Verde: o herói gayzificado


Lanterna Verde: o herói gayzificado

DC Comics se prostra diante do poderio da agenda gay na cultura americana

Julio Severo

O Lanterna Verde, herói do mundo dos quadrinhos, não tem escolha: terá de ser gay.
Por decisão dos chefões da DC Comics, o herói deverá se adaptar às tendências predominantes na mídia americana, cuja meta tem sido pintar os homossexuais com retratações positivas e simpáticas. Além disso, a gayzice atrai aplausos imediatos e garantidos da mídia americana descaradamente pró-sodomia.
Mas o herói não precisará se angustiar com seu destino. Como ele é ficção, não tem sentimentos, e pode ser direcionado para qualquer atitude ou decisão que seus empresários escolherem. Para ser gay, ele não precisará, como centenas de milhares de gays reais, passar por traumas na infância, onde um adulto homossexual abusou sexualmente de um menino indefeso. Ele não precisará sofrer a experiência de ser filho de mãe solteira ou dominadora, sem modelo saudável de masculinidade na figura de um pai.
O Lanterna Verde não precisará passar pelas experiências de traumas para se tornar gay. Bastarão umas canetadas e o personagem virará gay, por vontade de seus produtores.
Anos atrás, os supremacistas gays proclamavam que havia um gene gay. Com o mapeamento genético, a conclusão foi que tal gene não existe. Mas quem foi que disse que a ficção depende da realidade? Nos gibis, a homossexualidade pode com facilidade ser genética e muito mais. O personagem é um mero fantoche que se porta conforme a imaginação ou falta de imaginação de seu produtor.

O novo Lanterna Verde

Por isso, o Lanterna Verde foi sacrificado para atender às exigências do apodrecimento da cultura americana.

Se fosse um homem de verdade, o Lanterna Verde poderia fugir para a Rússia, para preservar sua masculinidade e se proteger das imposições imorais de seus empresários. Lá, por vontade do povo e do governo, os empresários não têm permissão de impor sobre personagens e sobre o público a propaganda gay. Os russos podem ter um milhão de defeitos, mas não o de se prostrar diante do deus da sodomia.
O povo e o governo dos EUA já foram, há muito tempo, como o povo e o governo da Rússia são hoje contra o homossexualismo. Aliás, o pai do moderno movimento pró-vida, Anthony Comstock, era um líder cristão americano que lutava intensamente contra a pornografia e a propaganda de prostituição e homossexualidade, tendo autoridade para mandar para a prisão seus promotores. Com Comstock, nunca na história dos EUA houve uma campanha tão vigorosa para enfraquecer a propaganda do mal.
Depois dele, o governo, as igrejas e a cultura americana foram aos poucos se degradando moralmente. De grande exportador de missionários cristãos, os EUA passaram para o maior exportador mundial da ideologia gayzista e abortista.
Entretanto, como o Lanterna Verde é apenas ficção, ele não reclamará dessas mudanças radicais que deturparam sua vida e mundo em quadrinhos. Ele aceitará qualquer coisa que a DC Comics lhe impuser: gene gay, relações gays, “casamento” gay, etc. Se quiserem transformá-lo em travesti ou garoto de programa, ele não reclamará. Ele se submeterá aos projetos de propaganda gay que por interesses econômicos ou ideológicos estão movendo a DC Comics.
Quem vai reclamar são seus fãs, que não foram consultados sobre os interesses e oportunismos dos empresários da DC Comics, que garantiu: “Teremos um líder dinâmico, que arrisca a vida pelas pessoas, que vem a ser gay”. Como ficção, ele é o oposto do gay real, que destrói sua vida e a dos outros, inclusive com doenças transmissíveis.
Dificilmente a DC Comics poupará atos sexuais nesse “dinamismo”. Afinal, se a meta é agradar ao supremacismo gay, não deverá faltar sexo gay. Daí, é melhor apagar as luzes, até mesmo da lanterna, e esquecer o herói que não conseguiu se salvar da gayzificação de seu personagem por causa das pressões gays sobre a DC Comics.
Se os ativistas gays não poupam nem Jesus Cristo — ora retratando porcamente a amizade dEle com o apóstolo João como “homoafetividade”, ora debochando dEle —, como pouparão um mero personagem de quadrinhos?
Eles poderiam se limitar a usar o chifrudo vermelho para retratar o gay perfeito, mas não tem graça usar gente da própria turma e espécie. Eles preferem parasitar figuras masculinas conhecidas a fim de alcançar seus objetivos.
O ativista gay americano Richard Ferraro comentou a homossexualização do Lanterna Verde: “Os jovens gays de hoje podem ver personagens gays em revistas em quadrinhos, filmes e muitos programas de TV que lhes mostram que eles também podem crescer para se tornarem pais, líderes ou até mesmo super-heróis”.
O projeto da DC Comics então faz parte de um plano maior de guiar e solidificar adolescentes e até crianças sexualmente confusos numa identidade gay.
O pai e a mãe que lutarem contra essa imposição da agenda gay em seus filhos através da DC Comics serão tratados como “criminosos” por causa de leis anti-discriminação? Os valores da radical e agressiva agenda gay estarão acima dos valores e bem-estar das famílias?
As chamadas leis anti-discriminação ficam invariavelmente do lado dos ativistas gays, deixando de lado pais, mães e família. O supremacismo gay atropela tudo em seu caminho e avanço, exigindo a transformação da sociedade, igrejas, Bíblia, lares e até revistas em quadrinho conforme sua imagem e semelhança.
Ativistas gays do mundo inteiro, em sua luta para doutrinas as crianças das escolas, poderão simplesmente levar um gibi para a sala de aula e dizer: “É natural. É normal. Vejam, até a DC Comics já está do nosso lado”.
Os promotores do kit gay no Brasil também vão querer usar os gibis da DC Comics para provar que a homossexualidade é normal para os jovens. É a ficção corrompida sendo usada para modificar a realidade e deixar mais doente e depravado o que já estava doente.
No que depender dos supremacistas gays, sua revolução vai gayzificar tudo. Como não conseguem ainda impor a homossexualização da Bíblia, usando homens de Deus e até Jesus como modelos gays, usarão e abusarão de personagens fictícios e até históricos.
O Lanterna Verde agora será, nos EUA e países influenciados por sua cultura podre, inclusive o Brasil, o Lanterna Gay.
Com a notícia recente do gay canibal no Canadá, nada mais apropriado para distrair o público do que impondo a propaganda de um gayzismo belo e doce que só existe nas estórias em quadrinho. E não há nos EUA hoje ninguém com a autoridade moral, espiritual e legal de Comstock para deter essa propaganda enganadora dirigida aos jovens.
Versão em inglês deste artigo: Green Lantern: the homosexualized hero

Fonte: www.juliosevero.com

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Ator pornô gay mata e canibaliza amante


Ator pornô gay mata e canibaliza amante

Homossexual com histórico de tortura de animais mata e come partes do parceiro, faz sexo com cadáver e envia pé do morto para Partido Conservador do Canadá

Julio Severo
O Canadá, famoso por suas agressivas leis homossexualistas que estão ameaçando sua população e cristãos que pregam a visão bíblica sobre a sodomia, está nas manchetes internacionais desta semana por outro motivo homosexual: O ator pornográfico gay Luka Rocco Magnotta, de 29 anos, torturou, matou e esquartejou seu amante gay Jun Lin, de 21 anos.



Luka Rocco Magnotta: o ator pornô gay canibal

De acordo com a polícia canadense, Luka amarrou Jun numa cama enquanto sua câmera o filmava torturando, cortando o pescoço, decapitando e desmembrando o parceiro. Ele intitulou sua filmagem macabra de “Lunático”. No vídeo, que Luka postou na internet, ele aparece fazendo sexo com o cadáver e depois comendo partes com uma faca e garfo.

Luka

Depois do assassinato, ele teve a inspiração de enviar ao Partido Conservador do Canadá um pacote contendo o pé apodrecido de seu amante, como manifestação pessoal gay a um partido que, palidamente, combate a agenda gay no Canadá. O jornal Daily Mail também informa que Luka chegou a ameaçar o primeiro-ministro do Canadá.
Se o Partido Conservador combatesse o supremacismo gay de forma realmente vigorosa, o “lunático” gay lhes enviaria o cadáver inteiro.
Em contraste, se um pé tivesse sido enviado a um grupo gay, os supremacistas homossexuais acusariam imediatamente os cristãos de “homofóbicos” e exigiram leis especiais de “proteção” restringindo a liberdade de expressão dos cristãos e seu direito de pregar o que a Bíblia ensina sobre homossexualidade.
Luka tem um estilo de vida abertamente gay, e sua profissão é como um ator pornô gay em muitos vídeos pornográficos na internet.

Luka acariciando gatinhos
Contudo, sua presença na internet não se restringe à pornografia. Dois anos atrás, Luka postou um vídeo onde ele aparece acariciando dois gatinhos. Em seguida, a filmagem o mostra colocando os filhotes dentro de um saco plástico e usando um aspirador para sugar todo o ar dali. Através do saco transparente, o internauta podia ver os gatinhos desesperadamente tentando escapar. Depois, Luka mostra orgulhosamente em sua cama um dos gatos já morto.

Luka colocando os gatinhos no saco plástico

No vídeo de tortura de animais, Luka aparece anônimo e com o rosto embaçado, e somente com a investigação policial por causa do assassinato do amante dele é que foi possível identifica-lo como o autor do vídeo na internet.
Ele é também o autor de um vídeo onde um gato vivo é dado como alimento para uma cobra.

Nina Arsenault, ex-amante transexual de Luka
Nina Arsenault, um dos ex-amantes transexuais de Luka, que ele conheceu numa boate de strip-tease dez anos atrás, disse à polícia que Luka tinha fantasias de matar animais e pessoas. Ele também sempre fazia piadas sobre matar animais.
Embora use o nome profissional de Luka Rocco Magnotta, o nome verdadeiro dele é Eric Clinton Newman. Ele também usa outros nomes falsos.
Seis meses atrás, num email ao jornal The Sun, Luka supostamente disse: “Vocês estarão recebendo notícias de mim de novo. Desta vez, porém, as vítimas não serão animais pequenos”. Ele enviou um aviso semelhante para a BBC.
Luka encontra-se foragido no exterior disfarçado de mulher. Ele é agora um dos criminosos procurados pela Interpol, a polícia internacional, que está fazendo uma busca internacional pelo psicopata gay. Em 3 de junho, informações policiais indicavam que ele estava em Paris, onde passou duas noites com outro gay que havia conhecido numa boate, mas há suspeita de que ele fugiu para outro país. Mais de 190 países estão em estado de alerta sobre ele.

Luka em Paris
De acordo com o Daily Mail, Luka pode ter cometido outros assassinatos, o que o colocaria na categoria de “serial killer” — assassino em série.
No Brasil, onde predomina um dos mais fortes supremacismos gays do mundo, a imprensa teve o cuidado de mascarar a realidade do canibal gay. O jornal O Globo “noticiou” o caso cometendo várias omissões, apenas mencionando de passagem que Luka teria tido um “caso amoroso” com sua vítima. O Globo não disse que ele era gay.
A imprensa brasileira é notória por alardear a identificação sexual de supostas “vítimas” homossexuais do que chamam de crimes de “homofobia”. Atrocidades patentemente gays são camufladas, para não manchar a imagem do supremacismo gay disfarçado de vitimismo gay.
O resultado macabro do relacionamento entre Luka e seu parceiro é mais um episódio de “violência doméstica” gay, que supera os números inchados de “homofobia” criados pela propaganda homossexualista.
Quando tal violência sai das quatro paredes do “paraíso” sexual de uma dupla gay, a explosão de insanidade é maior.
Meu livro “O Movimento Homossexual”, publicado pela Editora Betânia em 1998, já identificava que todos os seis maiores assassinos em série dos EUA eram homossexuais. Um dos assassinos gays mais famosos, Jeffrey Dahmer, era também canibal.
O maior assassino em série da Rússia, Andrei Chikatilo, também era gay e canibal.
Enquanto a propaganda da mídia esquerdista leva em direção à imagem do “gay bonzinho” como eterna vítima, a realidade nua e crua mostra uma sociedade proibida de enxergar os gays assassinos, psicopatas e canibais que não se encaixam no estereótipo celestial criado pelas elites sociais. Nos meios de comunicação do Brasil, Luka não é um homossexual. Ele é apenas, vagamente, um homem com um “caso amoroso” com sua vítima.
Pior é que, não só a sociedade, mas também os próprios parceiros homossexuais acabam muitas vezes se tornando vítimas dos atos macabros desses “gays bonzinhos”.

Versão em inglês deste artigo: Gay porn star kills and eats lover

Fonte: www.juliosevero.com
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10 de jun. de 2012

Dilma e o aborto - Novamente a presidente quer o assassinato dos bebês!

Ministério da Saúde estuda forma oblíqua de legalizar e patrocinar o aborto. E o faz às escondidas, contra a vontade da sociedade. Dilma precisa saber que democracias não podem ter agenda secreta

Caras e caros, lancem este texto na rede e façam o debate. O Ministério da Saúde discute uma proposta verdadeiramente asquerosa na sua sanha para tentar legalizar o aborto por vias oblíquas. E Eleonora Menicucci, aquela, está no meio…
Se eu tivesse de escolher uma metáfora para a chamada política de redução de danos para os dependentes químicos, por exemplo, seria esta: “Vá lá e flerte com o demônio; você certamente conseguirá domá-lo”. A dita-cuja é considerada uma alternativa moderna e mais humana a um conjunto de ações contra as drogas, que vai da repressão a tráfico e  consumo ao tratamento médico propriamente dito. A “redução de danos” consiste em considerar o mal inevitável e em oferecer, então, condições mais seguras para experimentá-lo. ONGs que lidam com esse conceito, com o patrocínio do poder público, já distribuíram a viciados, por exemplo, kits com seringas para substâncias injetáveis e cachimbinhos para o consumo de crack. Na minha república, estariam todos na cadeia por incitação ao consumo de drogas. Por aqui, estão escrevendo artigos em jornais e integram programas públicos que lidam com viciados… Pois é! Agora, o conceito de “redução de danos”, de flerte supostamente civilizado com o mal, chegou ao aborto.
O Ministério da Saúde, acreditem os senhores, estuda uma forma de organizar na rede pública um atendimento pré-aborto, que se destinaria a orientar a mulher que quer interromper a gravidez sobre os melhores métodos para fazê-lo, preparando-a para a coisa e já agendando o atendimento pós-procedimento.
Dado que o aborto é crime fora das agora três exceções — estupro, risco de morte da mãe e feto com diagnóstico de anencefalia —, o Ministério da Saúde, segundo entendi, está querendo se estruturar para fornecer a expertise necessária à prática de um crime. Como o hospital público não pode fazer o aborto puramente eletivo, estaria atuando como o pré-atendimento dos açougueiros clandestinos de almas. A alternativa, segundo se entende de reportagem de Johanna Nublat na Folha de hoje, é a rede pública de saúde se transformar numa central de distribuição de um remédio abortivo. Leiam trechos. Volto em seguida.
*
O Ministério da Saúde estuda a adoção de uma política de redução de danos e riscos para o aborto ilegal. Trata-se de orientar o sistema de saúde a acolher a mulher decidida a fazer o aborto clandestino e dar a ela informação sobre riscos à saúde e métodos existentes. A ideia é polêmica porque pode envolver a indicação de métodos abortivos considerados mais seguros que outros, como o uso de misoprostol - princípio ativo do remédio estomacal Cytotec, amplamente usado em abortos, apesar de ter venda restrita.
“Como essa discussão é nova para nós, não fechamos o que seria um rol de orientação. Queremos estabelecer, até do ponto de vista ético, qual é o limite para orientar as equipes”, diz o secretário de Atenção à Saúde do ministério, Helvécio Magalhães. A ideia ainda está em fase de discussão interna, dentro de uma política maior de planejamento reprodutivo e combate à mortalidade materna. O modelo foi adotado pelo governo do Uruguai em 2004, como resposta ao alto número de mortes maternas decorrentes do aborto inseguro.
Tratada com cautela, a proposta foi abordada pela ministra Eleonora Menicucci (Mulheres), na semana passada, em um seminário sobre mortes maternas. Em 2011, morreram de janeiro a setembro 1.038 mulheres no parto e na gestação, número considerado alto. Em 2005, o governo estimava em 1 milhão os abortos induzidos anualmente, mas não há cruzamento com os óbitos. Menicucci e Magalhães dizem, por outro lado, que está mantida a posição de governo de não mexer na legislação que criminaliza o aborto. “Já temos a ideia de que isso não é crime, o crime é o ato em si”, diz o secretário.
(…)
Voltei
É tudo de um cinismo asqueroso. Magalhães, este monstro do pensamento jurídico, já tem “a ideia” de que crime é o ato em si, não a colaboração para a sua execução. Não é o que está no Artigo 29 do Código Penal, a saber:
Art. 29 - Quem, de qualquer modo, concorre para o crime incide nas penas a este cominadas, na medida de sua culpabilidade.
§ 1º - Se a participação for de menor importância, a pena pode ser diminuída de um sexto a um terço.
§ 2º - Se algum dos concorrentes quis participar de crime menos grave, ser-lhe-á aplicada a pena deste; essa pena será aumentada até metade, na hipótese de ter sido previsível o resultado mais grave.
Atentem para o “de qualquer modo”. A ingestão deliberada do misoprostol é só o método que vai conduzir à morte do feto — que é o crime. Recomendar a sua administração ou ministrar à mulher remédios preventivos, que a tornem mais apta a usar a droga abortiva, parece incidir de maneira cristalina no parágrafo primeiro desse Artigo 29.
É evidente que dona Menicucci — aquela que foi aprender a fazer aborto com as próprias mãos em clínicas clandestinas da Colômbia e que atuava num grupo que ensinava as mulheres a praticar o autoaborto — tinha de estar no debate dessa nojeira homicida. Ninguém precisa acreditar apenas em mim. Se vocês clicarem aqui, encontrarão um texto técnico, em inglês, sobre as condições de uso do Cytotec (misoprotol) e sua efetividade. Ele só é “recomendado” até a 12ª semana de gravidez. Em 70% dos casos, o aborto ocorre em até 12 horas, mas pode chegar a 72 horas, com contrações, hemorragias etc. Digam-me cá: esse atendimento pré-aborto ficaria devidamente registrado na ficha da mulher? Algo assim: “Recomendou-se nesta data que Fulana de tal ingerisse Cytotec ou introduzisse a droga na vagina…” Atenção! Nem a Organização Mundial da Saúde concluiu um estudo sobre o uso desse remédio com essa finalidade.
Número de mortes
Vocês se lembram que, até havia uns dois meses, afirmava-se em cena aberta que se praticavam no Brasil um milhão de abortos por ano, com a morte de 200 mil mulheres? Em fevereiro, peritos da ONU esfregaram esses números da cara de Dona Menicucci, cobrando providências, e ela os acatou. Nem poderia ser diferente, não é? Abortista e confessadamente aborteira, ela está entre aqueles que ajudaram a produzir essa farsa. Com dados do IBGE,
provei que esses números eram estupidamente mentirosos. O número de mulheres mortas estava sendo multiplicado por, deixem-me ver, 200!!! Vejam lá no texto da Folha. O governo insiste na falácia daquele milhão de abortos, mas o número de mulheres mortas caiu brutalmente, não é? De janeiro a setembro, 1.038 ocorrências na gestação e no parto. Atenção! Mesmo nesse universo, é impossível saber quantas pereceram em razão de abortos provocados.
Os terroristas do abortismo resolveram aposentar um dos números falaciosos (as 200 mil mortes, que nunca ocorreram), mas mantiveram o outro — os supostos 1 milhão de abortos provocados.
Agenda oculta
Vai mal o governo também nessa questão. Não gosto de agendas ocultas. Elas fraudam a democracia. Dilma era favorável à legalização do aborto. Disse isso mais de uma vez. Declarou ter mudado de opinião quando se fez candidata. A máquina de propaganda petista tentou operar o milagre de criminalizar — um escândalo moral!!! — quem dizia a verdade sobre a opinião do partido e da então candidata. O Tribunal Superior Eleitoral cometeu a vergonha de pôr a Polícia Federal no encalço de católicos que distribuíram panfletos sobre o tema, numa agressão arreganhada à liberdade de expressão.
Eleita, Dilma nomeou para o Ministério das Mulheres uma abortista fanática e aborteira confessa e mantém o tema como agenda permanente do governo, embora escolha sempre um caminho oblíquo.
O debate não é vergonhoso só por causa do mérito: o assassinato; o debate não é vergonhoso só por causa do estelionato eleitoral: Dilma disse que não daria curso a essa questão; o debate não é vergonhoso só por causa da covardia política: tenta-se a legalização da prática por vias tortas. O debate também é vergonhoso porque o atendimento à saúde no Brasil é um descalabro. Impor essa agenda a um serviço que larga os miseráveis em macas pelos corredores, em hospitais e postos de atendimento que são verdadeiros pardieiros, é um desses luxos a que só o fanatismo ideológico se consente.
E tudo por quê? Porque os “progressistas” não abrem mão de legalizar os assassinatos virtuosos. Numa democracia convencional — isto é, saudável —, a oposição tomaria a palavra nesta quarta no Congresso e obrigaria o governo a se explicar. A nossa vai ficar em silêncio porque não considera que este seja um tema relevante. A vanguarda da morte está assanhada. Cadê a vanguarda da vida? Se o governo quer legalizar o aborto, que tenha a coragem de fazer o debate às claras.
Por Reinaldo Azevedo

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5ª AGE DA CGADB - ENCERRAMENTO ANTECIPADO POR TUMULTO!

5ª AGE CGADB - TUMULTO ANTECIPA ENCERRAMENTO!

A 5ª AGE da CGADB, teve seu encerramento antecipado!
DEVIDO A TUMULTO CRIADO POR ALGUNS PASTORES VINDO COM O PR. SAMUEL CÂMARA, A MESA DIRETORA DA CGADB, CRIOU UMA COMISSÃO PARA ATENDER OS OBJETIVOS REFERENTES À CONVOCAÇÃO DA AGE. A COMISSÃO JURIDICA E ESPECIAL TEVE O SEU PEDIDO ACEITO PELA DIRETORIA DA CGADB. (veja a proposta).
Segundo apuração os assuntos propostos no edital de convocação eram a  reforma do Credo oficial das Igrejas Evangélicas Assembléia de Deus no Brasil, com a inclusão do mesmo no Estatuto Social da CGADB, e proposta de reforma do Estatuto formulado pela Comissão designada pela Mesa Diretora, que altera os artigos 8º, incisos II e IV, 15, § 6º, 37, inciso IV, 45, 84 e 86, inciso II, do Estatuto Social. Mas o grupo do pr Samuel deram uma conotação politica e numa absurda tentativa de medir força, a ordem dos trabalhos foram perturbados. Sobraram até para os membros da Igreja de Alagoas que prestavam serviços de apoio na AGE, tais voluntários foram agredidos, tendo suas identificações arrancadas pelos tumultuadores.
Este vídeo fará com o que o leitor aprecie e tire suas conclusões. Estive presente e não gostei do que aconteceu.
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7 de jun. de 2012


5ª AGE CGADB: Plenárias começam com discussão sobre a mudança do credo da AD

Trabalhos foram conduzidos pelo pastor José Wellington, presidente da CGADB

Pastor José Wellington Bezerra da Costa presidindo primeira
Sessão da 5ª AGE
Rio Largo, AL - Com a abertura dos trabalhos recheada de louvor e mensagens da Palavra de Deus, os pastores assembleianos inscritos na 5ª Assembleia Geral Extraordinária (AGE) da Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil (CGADB) iniciaram hoje pela manhã, 7, as discussões sobre a reforma do credo, do estatuto e do regimento interno da igreja.

Os trabalhos foram conduzidos pelo pastor José Wellington Bezerra da Costa, presidente da CGADB, que confirmou a inscrição de 2.262 pastores para a assembleia. Na primeira etapa das plenárias, discussões acaloradas sobre os efeitos para a igreja do casamento gay, transexualismo e assuntos pertinentes foram a tônica da assembleia da parte da manhã.

A maioria dos pronunciamentos sugere a necessidade de uma discussão mais ampla, como fóruns por todo o Brasil, sobre o acréscimo do artigo no credo que trata da proibição do casamento gay nos templos assembleianos.

Enquanto alguns pastores acreditam que o texto precisa ser mudado, outros levantam a hipótese de deixar o credo como está, para não confundir e deixá-lo ainda mais extenso. Após a pausa para o almoço, as plenárias recomeçam a partir das 14h e devem ser concluídas amanhã. Hoje à noite, o culto festivo será aberto para todos. O preletor será o pastor Genival Bento e o portal AD Alagoas estará transmitindo ao vivo a partir das 19h.

A pauta que está sendo discutida durante as plenárias:

1. Proposta de reforma do Credo oficial das Igrejas Evangélicas Assembléia de Deus no Brasil, com a inclusão do mesmo no Estatuto Social da CGADB, com a sugestão de inclusão nos Estatutos das afiliadas, em razão da proteção constitucional prevista no artigo 5º, inciso VI, da Constituição Federal à liberdade de crença e de consciência, em razão de mudanças previstas na legislação, ora em apreciação pelos órgãos legislativos próprios;

2. Proposta de reforma do Estatuto formulado pela Comissão designada pela Mesa Diretora, que altera os artigos 8º, incisos II e IV, 15, § 6º, 37, inciso IV, 45, 84 e 86, inciso II, do Estatuto Social;

3. Proposta de reforma do Regimento Interno, com a adequação do mesmo em razão das mudanças aprovadas no Estatuto Social.


Depto de Comunicação AD Alagoas
Assessoria de Comunicação AD Belenzinho (SP)

Lição 11: O Evangelho do Reino no Império do Mal Data: 10 de Junho de 2012


Lições Bíblicas CPAD  Jovens e Adultos

 Lição 11: O Evangelho do Reino no Império do Mal
Data: 10 de Junho de 2012

2º Trimestre de 2012


Título: As Sete Cartas do Apocalipse — A mensagem final de Cristo à Igreja
Comentarista: Claudionor de Andrade




TEXTO ÁUREO


[...] Temei a Deus e dai-lhe glória, porque vinda é a hora do seu juízo. E adorai aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas” (Ap 14.7).

VERDADE PRÁTICA


Apesar de sua influência e poder, o Anticristo não poderá calar a verdade do Evangelho — a Palavra de Deus é para sempre.

HINOS SUGERIDOS


164, 304, 465.

LEITURA DIÁRIA


Segunda - Is 40.8; 1 Pe 1.25
A Palavra de Deus é eterna


Terça - Sl 119.160
Os juízos de Deus são eternos


Quarta - Ap 20.4
Testemunhando a Palavra de Deus


Quinta - Ap 11.7
As testemunhas são perseguidas e mortas


Sexta - Ap 11.11-13
A ressurreição das testemunhas


Sábado - At 2.37,38
A conversão de um povo pelo testemunho da Palavra

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE


Apocalipse 14.1-7.

1 - E olhei, e eis que estava o Cordeiro sobre o monte Sião, e com ele cento e quarenta e quatro mil, que em sua testa tinham escrito o nome dele e o de seu Pai.
2 - E ouvi uma voz do céu como a voz de muitas águas e como a voz de um grande trovão; e uma voz de harpistas, que tocavam com a sua harpa.
3 - E cantavam um como cântico novo diante do trono e diante dos quatro animais e dos anciãos; e ninguém podia aprender aquele cântico, senão os cento e quarenta e quatro mil que foram comprados da terra.
4 - Estes são os que não estão contaminados com mulheres, porque são virgens. Estes são os que seguem o Cordeiro para onde quer que vai. Estes são os que dentre os homens foram comprados como primícias para Deus e para o Cordeiro.
5 - E na sua boca não se achou engano; porque são irrepreensíveis diante do trono de Deus.
6 - E vi outro anjo voar pelo meio do céu, e tinha o evangelho eterno, para o proclamar aos que habitam sobre a terra, e a toda nação, e tribo, e língua, e povo,
7 - dizendo com grande voz: Temei a Deus e dai-lhe glória, porque vinda é a hora do seu juízo. E adorai aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas.

INTERAÇÃO


Uma das características dos habitantes do mundo atual é o estilo de vida baseado na incredulidade do juízo final. Paradoxalmente, na Grande Tribulação essa característica será mais aflorada. Todavia, os moradores da terra, através de um anjo, serão alertados para a realidade da iminência do juízo vindouro de Deus (Ap 14.7). Nações, tribos, línguas e todos os povos do mundo terão de se confessar perante o Rei dos reis e Senhor dos senhores, Cristo Jesus: Ricos e pobres; poderosos e fracos; intelectuais e ignorantes; todos os homens, sem exceção, se prostrarão diante do Eterno e confessarão que só Ele é Deus; seja para a vida ou perdição eterna (14.6; Mt 25.31-46).

OBJETIVOS


Após esta aula, o aluno deverá estar apto a:
  • Conhecer a permanência da inspiração das Escrituras após o arrebatamento.
  • Explicar o papel dos mártires, dos 144 mil selados, das duas testemunhas e a proclamação do evangelho eterno na Grande Tribulação.
  • Conscientizar-se de que haverá salvação na Grande Tribulação.

ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA


Caro professor, na aula de hoje deparamo-nos com alguns personagens que causam algumas controvérsias na interpretação bíblica escatológica. Por isso, apresentamos a explicação do renomado teólogo pentecostal Stanley M. Horton, de acordo com o esquema abaixo. Para embasar os tópicos III, IV e V reproduza o esquema conforme as suas possibilidades. Explique aos alunos a relevância desses personagens bíblicos na proclamação da Palavra eterna de Deus durante a Grande Tribulação.

144 mil selados
“Tem havido muita controvérsia acerca desses santos. Dizem alguns serem os mesmos 144.000 saídos das 12 tribos de Israel, conforme nos mostra o capítulo sete. Outros dizem ser [...] crentes fiéis [...] de diferentes lugares e épocas. [...] Veem-no como um número de plenitude de maneira a incluir todos os crentes que tem andado com o Senhor [...]. Seja como for, podemos ter certeza de que Jesus conhece os que lhe pertencem” (Horton, p.198).

As duas Testemunhas
“Tem havido muita especulação a respeito de quem são estas duas testemunhas. Alguns interpretam como duas comunidades, ou dois grupos de pessoas. Contudo, a descrição é específica. Tratam-se realmente de duas pessoas. [...] As duas testemunhas de Apocalipse 11.3 são descritas como castiçais que estão diante do Deus da terra; isto é, diante do Deus verdadeiro. Estão constantemente em sua presença. Quando profetizam espargem a luz que vem de Deus [...]” (Horton, p.154).

O Evangelho eterno
“O evangelho eterno é o mesmo proclamado pelos apóstolos e registrado no Novo Testamento. Não há outro evangelho, como bem acentuou Paulo: ‘Mas, ainda que nós, ou mesmo um anjo vindo do céu vos pregue evangelho que vá além do que temos pregado, seja anátema’ (Gl 1.18). Mesmo em meio a Grande Tribulação, Deus tudo faz para trazer os pecadores ao arrependimento. A mensagem do evangelho é sempre redentora; convida o povo a reconhecer o amor, a soberania e a santidade de Deus” (Horton, p.202).

COMENTÁRIO


introdução

Palavra Chave
Evangelho: Boas Novas de Jesus Cristo, o Messias.

Apesar de sua truculência e soberba, o Anticristo não conseguirá emudecer a voz do Evangelho nem calar a voz dos mártires. Durante a Grande Tribulação, Deus levantará muitas vozes eloquentes e poderosas que não temerão proclamar-lhe a Palavra. É o que nos mostra claramente o Apocalipse. O que disso concluímos? A Bíblia Sagrada continuará a ser a inspirada, inerrante e soberana Palavra de Deus. E a sua pregação e ensino não serão interrompidos. Logo, haverá também salvação de almas após o arrebatamento.
Nesse tempo, a Igreja de Cristo já não estará na terra. Todavia, Deus continuará no controle de tudo. Até o próprio Diabo, que dará a impressão de reinar absoluto, estará sob o seu comando. A voz divina não pode ser calada.

I. A PALAVRA DE DEUS APÓS O ARREBATAMENTO

Muita gente ainda supõe que, após o rapto da Igreja, a Bíblia Sagrada perderá a sua inspiração. Tal crença origina-se de teologias e narrativas extravagantes e anti-bíblicas. A Palavra de Deus, porém, subsiste eternamente (Is 40.8).
1. A Palavra de Deus é eterna. A própria Escritura testifica de sua perenidade: “A palavra do Senhor permanece para sempre” (1 Pe 1.25). Ora, se a Bíblia viesse a perder a sua inspiração após o arrebatamento, como ficariam os últimos atos do plano divino? A propósito, será com base nas Escrituras, que o Israel do Milênio será reorganizado. Leia com atenção os últimos oito capítulos de Ezequiel.
2. A Palavra de Deus é o fundamento do Juízo Final. Além do livro da vida, outros livros serão abertos no dia do Juízo Final. Conclui-se, pois, que as Escrituras Sagradas lá estarão; nelas se encontram tanto as promessas quanto os juízos divinos (Ap 20.12). E cada um dos juízos de Deus é para sempre (Sl 119.160).
Posto que a Bíblia Sagrada não perderá a sua divina inspiração, quem a proclamará após o arrebatamento da Igreja? O Apocalipse mostra que esse trabalho ficará a cargo dos mártires, dos cento e quarenta e quatro mil, das duas testemunhas e do anjo que percorrerá os céus com o evangelho eterno.
3. O Espírito Santo após o arrebatamento da Igreja. Se o Apocalipse mostra que haverá salvação nesse período e que nesse período a Palavra de Deus continuará a ser proclamada, perguntamos: Estará o Espírito Santo na terra durante a Grande Tribulação? Sim! Ele aqui estará. Mas, como conciliar essa assertiva com 2 Tessalonicenses 2.7?
Deixo a resposta com o pastor Donald Stamps, comentarista da Bíblia de Estudo Pentecostal: “No começo dos sete anos de tribulação, o Espírito Santo será ‘afastado’. Isso não significa ser Ele tirado do mundo, mas que cessará sua influência restritiva à iniquidade e ao surgimento do Anticristo. Todas as restrições contra o pecado serão removidas, e começará a rebelião inspirada por Satanás. O Espírito Santo, todavia, agirá na terra durante a tribulação, convencendo pessoas dos seus pecados, convertendo-as a Cristo e dando-lhes poder (Ap 7.9,14; 11.1-11; 14.6,7)”.


SINOPSE DO TÓPICO (I)

A Palavra de Deus subsiste eternamente, mesmo após o arrebatamento da Igreja.


II. A PROCLAMAÇÃO DOS MÁRTIRES

Tanto no Império Romano como em nossos dias, muitos são os torturados e mortos por amor a Cristo. Todavia, os martírios durante o governo do Anticristo superarão a todas as cifras já registradas. Será o Holocausto dos holocaustos.
1. A identidade dos mártires. Chamaremos de mártires aqueles que, na Grande Tribulação, arrepender-se-ão de seus pecados e se recusarão a adorar a imagem da besta e a receber o seu código. Eles são mostrados no Apocalipse como “uma multidão, a qual ninguém podia contar, de todas as nações, e tribos, e povos, e línguas” (Ap 7.9).
2. A fé sob o martírio. Por causa de sua postura confessante e testemunhal, serão degolados pelo governo do Anticristo (Ap 20.4). Eles, porém, não temerão perturbar o império do mal com o Evangelho do Reino.


SINOPSE DO TÓPICO (II)

No Império Romano e na modernidade, os números de mártires cristãos foram muitos. Mas nada será comparado aos números de mártires no período do Anticristo.


III. A PROCLAMAÇÃO DOS 144 MIL

Além dos mártires oriundos de todos os povos e nações, haverá um grupo de 144 mil judeus, que também estará confessando a Cristo durante o governo do Anticristo.
1. A identidade dos 144 mil. São israelitas que se converterão a Cristo logo após o arrebatamento da igreja (Ap 7.1-8). E precederão a conversão nacional de Israel, que se dará no final da Grande Tribulação (Zc 12.10). Por isso são tratados por Deus como as suas primícias (Ap 14.3).
2. A elevada posição dos 144 mil. Inferimos do texto sagrado, que Deus os tomará para si após os terem assinalado. Isto porque, mais adiante, João os vê no monte Sião acompanhando o Cordeiro (Jo 14.1). Em sua testa, o nome do Pai e do Filho.


SINOPSE DO TÓPICO (III)

Haverá um grupo de 144 mil testemunhas que confessarão o Cristo de Deus durante o governo do Anticristo.


IV. A PROCLAMAÇÃO DAS DUAS TESTEMUNHAS

Se bastou Moisés para perturbar o Egito e Elias para conturbar o reino apóstata de Israel, o que não farão dois profetas semelhantes a eles atuando conjuntamente? É o que se dará durante o governo do Anticristo.
1. A identidade das duas testemunhas. Quem serão as duas testemunhas do Apocalipse? Moisés e Elias? A Bíblia não o diz. Por isso, não quero especular sobre as suas identidades. Aprendi que não preciso ter voz quando a Palavra de Deus se cala.
São eles as duas oliveiras e os dois castiçais, que se encontram diante de Deus (Ap 11.4).
Os dois profetas agitarão o reino do Anticristo, desmascarando-o como emissário de Satanás e proclamando sobre toda a terra os juízos divinos. O seu ministério durará 1260 dias (Ap 11.1-3). Eles “têm poder para fechar o céu, para que não chova nos dias da sua profecia; e têm poder sobre as águas para convertê-las em sangue e para ferir a terra com toda sorte de pragas, quantas vezes quiserem” (Ap 11.6).
2. A morte das duas testemunhas. Terminado o seu ministério de quarenta e dois meses, a besta os matará. E expor-lhes-á os corpos na praça da cidade que, espiritualmente, se chama Sodoma e Egito (Ap 11.8). E todos se alegrão com a sua morte.
3. A ressurreição das duas testemunhas. Depois de três dias e meio, Deus enviar-lhes-á o espírito de vida, pondo-os de pé à vista de todos. Em seguida, serão levados para o céu. Logo após o seu arrebatamento, a cidade será abalada por um grande terremoto (Ap 11.11-13).


SINOPSE DO TÓPICO (IV)

As duas testemunhas proclamarão os juízos de Deus sobre a terra. No entanto, através de perseguição, serão mortas. Mas, após três dias e meio, Deus as ressuscitará.


V. A PROCLAMAÇÃO DO ANJO

Agora, entra em cena um anjo solitário, que proclama o Evangelho Eterno (Ap 14.6). Toda a terra o ouve. Sua mensagem é de arrependimento.
1. O anjo evangelista. Os anjos são criaturas divinas, cuja função é adorar a Deus e zelar pelos que hão de herdar a vida eterna (Is 6.1-3; Hb 1.14). No Apocalipse, são encarregados de ministrar os juízos divinos.
2. O Evangelho Eterno. O que é o Evangelho Eterno? É o evangelho que pregamos e, que às vezes, é chamado de Evangelho do Reino (Mt 24.14). É o evangelho que vem sendo proclamado desde o Gênesis. Sim, é o evangelho que, um dia, Abraão ouviu do próprio Deus (Gl 3.8). Será este também o evangelho a ser anunciado por ocasião do governo do Anticristo.
3. A mensagem de arrependimento. Não obstante a Igreja já ter sido arrebatada, Deus, em seu inexplicável amor, continuará a estender a sua graça a um mundo perverso e impenitente. Através de seu anjo, insta a todos ao arrependimento: “Temei a Deus e dai-lhe glória, porque vinda é a hora do seu juízo. E adorai aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas” (Ap 14.7). Mesmo na pior apostasia da humanidade, Deus insistirá com os filhos de Adão, buscando levá-los ao arrependimento.


SINOPSE DO TÓPICO (V)

O Evangelho Eterno é aquele que vem sendo proclamado desde o Gênesis, por Jesus Cristo e, em o Novo Testamento, através dos apóstolos e por toda Igreja.


CONCLUSÃO

Conforme vimos, a Palavra de Deus será amplamente proclamada durante a Grande Tribulação. E muitas serão as conversões nesse período. Deus não ficará sem testemunho.
Os crentes desta geração, porém, porfiaremos por tomar parte no arrebatamento da Igreja. Se hoje já enfrentamos dificuldades para professar a santíssima fé, quanto mais naqueles dias. Este é o momento da oportunidade. Por que desperdiçar um momento como este? Maranata! Ora vem, Senhor Jesus.

VOCABULÁRIO


Truculência: Grosseria, violência.
Perenidade: Qualidade de perene; contínuo; eterno; perpétuo.
Degolados: Relativo a degolar; cortar o pescoço de alguém.

BIBLIOGRAFIA SUGERIDA


HORTON, S. M. Apocalipse: As coisas que brevemente devem acontecer. 2.ed. RJ: CPAD, 2001.
HORTON, S. M. (Ed). Teologia Sistemática: Uma Perspectiva Pentecostal. 10.ed., RJ: CPAD, 2007.
LAHAYE, T.; HINDSON, E. (Eds.). Enciclopédia Popular de Profecia Bíblica. 1.ed., RJ: CPAD, 2008.

EXERCÍCIOS


1. O que a Escritura testifica de si mesma?
R. A perenidade da Palavra de Deus.

2. O Espírito Santo estará na terra durante a Grande Tribulação? Explique.
R. Sim. O Espírito Santo agirá na terra durante a tribulação, convencendo pessoas dos seus pecados, convertendo-as a Cristo e dando-lhes poder (Ap 7.9,14; 11.1-11; 14.6,7).

3. Porque os mártires serão degolados no governo do Anticristo?
R. Por causa de suas posturas confessante e testemunhal acerca de Jesus Cristo.

4. Quem serão as duas testemunhas do Apocalipse?
R. A Bíblia não o diz. Por isso não podemos especular.

5. O que é o Evangelho Eterno?
R. É o evangelho que pregamos e, que às vezes, é chamado de Evangelho do Reino (Mt 24.14).

Divulgação: www.jorgenilson.com