Seguidores

18 de abr. de 2014

POLICIAIS SALVAM FAMÍLIA E RECEBEM PUNIÇÃO


POLICIAIS SALVAM FAMÍLIA E RECEBEM PUNIÇÃO





Fonte: Face, Youtube

Divulgação: www.jorgenilson.com

16 de abr. de 2014

CENSURA - A DITADURA ESTÁ DE VOLTA - CADÊ A COMISSÃO DA VERDADE?


Foto: CURTA NOSSA PÁGINA: https://www.facebook.com/pages/Politicamente-Irado/1397388943838943

Milhões de brasileiros desconfiam que o ex-deputado Jaques Wagner e o governador Jaques Wagner não são a mesma pessoa

Milhões de brasileiros desconfiam que o ex-deputado Jaques Wagner e o governador Jaques Wagner não são a mesma pessoa

O nome é o mesmo, a voz é a mesma, a barba é a mesma e o assunto é o mesmo. Mas os dois discursos abaixo reforçam a suspeita que anda intrigando milhões de brasileiros: o ex-deputado Jaques Wagner e o governador Jaques talvez não sejam a mesma pessoa.


Deputado Jaques Wagner, 18 de setembro de 1992



Governador Jaques Wagner, 3 de fevereiro de 2012

Fonte: revista Veja

Divulgação: www.jorgenilson.com

Brasil a um Pulo da Ditadura Comunista

Brasil a um Pulo da Ditadura Comunista




Divulgação: www.jorgenilson.com

O Brasil pede socorro: A pregação totalitária de Jandira Feghali. O PT QUER IMPLANTAR A DITADURA NA MARRA


O Brasil pede socorro: A pregação totalitária de Jandira Feghali.


O PT QUER IMPLANTAR A DITADURA NA MARRA

ACORDA BRASIL -FORA DILMA E OS PETRALHAS



Fonte: https://www.youtube.com

Divulgação: www.jorgenilson.com

E se o SBT trocasse Sheherazade por Jandira Feghali, a comunista do Brasil?



15/04/2014
 às 20:29

E se o SBT trocasse Sheherazade por Jandira Feghali, a comunista do Brasil?

Em lugar de Rachel Sheherazade, o SBT poderia contratar para fazer comentários a deputada Jandira Feghali (PCdoB-RJ). Ela, sim, seria verdadeiramente imparcial e civilizada, não é mesmo? Cito seu nome porque ela decidiu recorrer até ao Ministério Público contra a jornalista.
Que pena que Sheherazade não é chefe de alguma ONG que atua no setor esportivo e recebe dinheiro dos cofres públicos, simula despesas que não existem, arruma alguns laranjas e torra a grana em programas que nunca saíram do papel!!! Se fosse assim, certamente encontraria em Jandira uma defensora implacável, com aquela fé inquebrantável que só uma verdadeira “comunista do Brasil” consegue ter.
Agora o SBT calou as opiniões da jornalista. Jandira está feliz. Está no seu elemento. Se é membro do PCdoB e na hipótese de ser mesmo uma comunista tardia, não apenas uma oportunista, isso quer dizer que é ainda stalinista. E o stalinismo não reconhece, é evidente, a liberdade de expressão como um valor.
Sempre que alguém que vive do que outros produzem consegue calar quem ganha o seu próprio sustento, o meu senso de justiça se assanha, entendem?
Por Reinaldo Azevedo
Divulgação: www.jorgenilson.com

14 de abr. de 2014

O mais revelador vídeo sobre o PT e seus planos perversos de poder, que foi CENSURADO pela mídia

Especialista em direito internacional diz que dinheiro que Dilma tem tirado do Brasil para emprestar e doar a outros países é motivo de IMPEACHMENT

Mais um desabafo e o governo dos PETRALHAS não ouve


Mais um desabafo e o governo dos PETRALHAS  não ouve





Divulgação: www.jorgenilson.com

Krokodil: droga semelhante à heroína é a mais mortal do mundo [galeria]


Krokodil: droga semelhante à heroína é a mais mortal do mundo [galeria]

Fotógrafa revela o cotidiano dos dependentes na Rússia, o país que registra os principais números relacionados ao consumo da droga
Por Fabrízia Ribeiro em 06/12/2013
Fonte da imagem: Reprodução/TimeKrokodil: droga semelhante à heroína é a mais mortal do mundo [galeria]
Cerca de dez anos atrás, os médicos russos notaram o aparecimento de ferimentos e marcas no corpo de alguns dependentes químicos. Pacientes em hospitais da Sibéria e do Extremo Oriente da Rússia apresentavam pedaços de carne que tinham uma coloração escura e começavam a descamar, como se fosse a pele de um crocodilo.
Em pouco tempo, eles descobriram o que causava tal reação no corpo: os pacientes estavam injetando uma nova droga que foi batizada, como era possível prever, de “krokodil”. Embora a palavra signifique “crocodilo” em russo, alguns defendem que o nome da substância vem de um dos principais compostos da droga, a alfa-clorocodida.
Na mesma época, vídeos que mostravam os efeitos da droga devastadora – que recebeu o nome de desomorfina quando foi inventada para uso médico em 1932 – logo surgiram na internet. Apesar do uso da substância como entorpecente ter surgido na Rússia, acredita-se que a droga já tenha chegado aos Estados Unidos e tudo indica que podemos ter uma epidemia em breve.

O preço do vício

Um dos principais motivos para o grande uso e a disseminação da krokodil é que se trata de uma substância fácil de ser produzida – qualquer pessoa consegue preparar a droga com ingredientes encontrados em farmácia e alguns utensílios de cozinha.
O ingrediente ativo da krokodil é a codeína, um opioide leve que pode ser encontrado com facilidade em muitos países. Os usuários misturam a codeína com uma série de outros ingredientes, como thinner, ácido clorídrico, fósforo (que eles raspam de caixas de fósforo), entre outros.
A preparação da krokodil consiste em moer as pílulas de codeína e misturá-las com iodo, ácido clorídrico e outras substâncias químicas. A imagem de abertura mostra esse processo de preparação da droga que, em seguida, precisa ser aquecida, como vemos aqui.Fonte da imagem: Reprodução/Time
O resultado é um líquido amarelado com um cheiro ácido forte capaz de imitar os efeitos da heroína por um custo muito menor. De acordo com a Time, uma dose da krokodil custa alguns dólares, enquanto uma dose de heroína pode chegar a cerca de 20 dólares na Europa.
Mesmo não gastando muito dinheiro para conseguir os efeitos, os dependentes da krokodil pagam com a própria vida. A expectativa de vida de um usuário é de dois a três anos. Nos locais em que a droga é injetada, é comum que os vasos sanguíneos se rompam, que o tecido comece a apodrecer e, algumas vezes, descole dos ossos e caia em pedaços. Esses efeitos colaterais deram à substância um novo apelido: a droga zumbi.

O panorama da dependência

Rapidamente, a krokodil se tornou popular entre os dependentes na Rússia. Em 2005, a agência de narcóticos do país afirma ter registrado apenas casos de um único uso da substância. Seis anos depois, a agência confiscou 65 milhões de doses apenas no primeiro trimestre de 2011. No mesmo ano, a disseminação da droga cresceu e milhões de dependentes foram identificados na Rússia.
A iminência de uma epidemia é alarmante para os responsáveis. Além de ter crescido surpreendentemente na Rússia, notícias do uso da krokodil já começam a aparecer em outras partes do mundo. Em outubro, um relatório publicado no periódico online American Journal of Medicine confirmou o caso de um dependente de 30 anos do estado de Missouri, nos Estados Unidos, que perdeu um dos dedos e sofreu com o apodrecimento da pele depois de injetar a krokodil.
A proibição da venda de codeína nas prateleiras aconteceu em 1º de junho de 2012 e fez com que os números diminuíssem consideravelmente. Emanuelle Satolli, a fotógrafa italiana responsável pelas imagens que você vê abaixo, conta que os dependentes russos agora buscam o principal ingrediente da krokodil no mercado negro.
Durante um ano, a fotógrafa viveu na cidade industrial de Yekaterimburgo, nos Montes Urais, que é um destino conhecido pelo uso de drogas. Nesse período, ela retratou de perto sua experiência e o cotidiano de cerca de 12 dependentes.
Aviso: as imagens são relativamente fortes e podem impressionar pessoas sensíveis.
Andrey prepara as pílulas de codeína. O principal ingrediente da krokodil é a desomorfina, um opiáceo obtido a partir da síntese da codeína.Fonte da imagem: Reprodução/Time
A codeína é fervida em uma garrafa fechada por alguns minutos como parte da preparação da droga.Fonte da imagem: Reprodução/Time
Zhanna cuida da preparação da krokodil.Fonte da imagem: Reprodução/Time
Alexey, de 30 anos, enche uma garrafa de ar para fazer com que o líquido passe por um filtro que é usado na preparação.Fonte da imagem: Reprodução/Time
Doses prontas para serem usadas.Fonte da imagem: Reprodução/Time
Andrey, de 43 anos, aplica a droga em Zhanna em seu apartamento no bairro de Uralmash.Fonte da imagem: Reprodução/Time
Enquanto Andrey injeta a droga, Zhanna aparece no fundo sob os efeitos da substância.Fonte da imagem: Reprodução/Time
Zhanna aparece sob os efeitos do entorpecente, que costumam durar 40 minutos.Fonte da imagem: Reprodução/Time
Alexei, de 33 anos, injeta uma dose de krokodil. Por causa de sua dependência, Alexei tem uma série de ferimentos no pé e é obrigado a andar com uma bengala.Fonte da imagem: Reprodução/Time
Oxana, de 33 anos, prepara a krokodil.Fonte da imagem: Reprodução/Time
Olya, de 35 anos, injeta a droga.Fonte da imagem: Reprodução/Time
Elman, de 40 anos, mostra os ferimentos causados pelo uso de krokodil e metadona, outro opioide usado como entorpecente.Fonte da imagem: Reprodução/Time
Pavel, de 31 anos, mostra os efeitos da krokodil na sua pele. As substâncias químicas usadas para preparar a droga causam ferimentos graves e profundos.Fonte da imagem: Reprodução/Time

Plano Nacional de Educação irá aprofundar doutrinação no ensino


Plano Nacional de Educação irá aprofundar doutrinação no ensino
No país do analfabetismo funcional, novo plano de educação negligencia o mérito, põe a escola contra a família e, em vez de estimular a leitura, policia as palavras, transformando a língua num instrumento de opressão ideológica
Paulo Antunes
Cláudio de Moura Castro, economista e pesquisador: denunciando os delírios
do Plano Nacional de Educação
José Maria e Silva
Durante uma audiência pública da Comissão de Educação, Cultura e Esporte do Senado Federal, realizada em 22 de outubro do ano passado, o economista e professor Cláudio de Moura Castro, ao término de sua palestra, resolveu apresentar uma proposta ao Plano Nacional de Educação (PNE 2011-2020). Professor visitante de renomadas universidades estrangeiras, Ph.D. em Economia pela Vanderbilt University, nos Estados Unidos, e conceituado pesquisador da educação, com vários livros publicados, Moura Castro, com um ligeiro sorriso no rosto, anunciou: “Já que todo mundo botou um negócio no plano, um artiguinho, eu também quero propor um artiguinho no plano: um bônus para as caboclinhas de Pernambuco e do Ceará conseguirem se casar com os engenheiros estrangeiros, porque aí eles ficam [no País], e aumenta o capital humano no Brasil, aumenta a nossa oferta de engenheiros”.

A declaração provocou um manifesto de repúdio de cerca de 50 entidades de todo o País, desde a União Nacional dos Estudantes até o Instituto Paulo Freire, passando pela Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Educação (Anped) e a Campanha Nacional pelo Direito à Educação, um movimento que congrega cerca de 200 entidades, entre elas o indefectível Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra (MST), que, por mais estranho que pareça, é um de seus coordenadores. Para essas entidades, a declaração de Moura Castro é “inadmissivelmente machista e discriminatória” e “manifesta um preconceito regional e racial inaceitável”, inclusive sugerindo a subjugação das mulheres por estrangeiros. Elas exigiram uma retratação do professor e prometeram recorrer até a Dilma Rousseff, como se já vivêssemos numa ditadura totalitária e a presidente tivesse poder para autorizar ou não o livre pensamento.

O humor pode não ser o forte do professor Cláudio de Moura Castro e sua declaração revela certo mau gosto. Como carioca, ele poderia propor o bônus para as calipígias passistas das escolas de samba que se expõem muito mais ao olhar estrangeiro do que as caboclinhas do sertão nordestino, poupando Pernam­buco e Ceará de uma referência gratuita. Mas é um exagero considerar uma mera frase infeliz como discriminatória, preconceituosa e machista, até ameaçando o professor com processo judicial, sobretudo quando se conhece o contexto em que foi formulada. Essas entidades participaram da audiência pública no Senado e sabem que Cláudio de Moura Castro, com seu chiste, queria apenas mostrar o quanto o Plano Nacional de Educação não passa de uma absurda colcha de retalhos, que carreou para dentro de si os particularismos dos mais diversos guetos ideológicos, que nada têm a ver com a sociedade brasileira, muito menos com a sala de aula.
Marxismo avança até nas engenharias

O Brasil herdou o ensino retórico de Portugal, calcado nas humanidades, e não consegue formar profissionais técnicos em número suficiente para atender sua indústria. Uma forma de enfrentar esse problema seria priorizar as ciências naturais e exatas no ensino básico, formando nos jovens um espírito prático, voltado para os fatos e não para a retórica, mas esse não é o caminho adotado pelo ensino atual; muito pelo contrário, a educação brasileira é cada vez mais conceitual, afetada, metalinguística, encarquilhada sobre si mesma, num quase completo desprezo pela realidade em torno, salvo quando essa realidade se presta a devaneios ideológicos, como a “resistência” dos sem-terra, a “tradição” dos quilombolas, a “cultura” das favelas, o “empoderamento” dos drogados, entre outras minorias de estimação nas quais se proteja a utopia de boa parte da elite intelectual.

Hoje, mesmo os cursos técnico-profissionalizantes são profundamente contaminados pela retórica ideológica da esquerda. Em grande parte das faculdades de Engenharia, por exemplo, as disciplinas de ciências humanas são calcadas numa bibliografia marxista ou neomarxista, privando o aluno de uma visão plural, que incorpore, também, pensadores liberais ou conservadores. Isso ocorre, sobretudo, nas faculdades de Enge­nharia Ambiental, em que a bibliografia da parte de humanidades do curso parece destinada a inculcar no aluno que o capitalismo é o inimigo por excelência do meio ambiente, esquecendo-se que os regimes totalitários, como o stalinismo ou a Revolução Cultural de Mao Tsé-Tung, não têm motivo algum para respeitar a natureza bruta, uma vez que não são capazes de respeitar nem a natureza humana.

É no contexto de uma educação que tenta transformar em instrumento ideológico até as engenharias que Cláudio de Moura Castro saiu-se com seu gracejo sobre os engenheiros e as caboclinhas. Foi uma forma que encontrou de atacar também o holismo obsessivo do ensino brasileiro, que professa uma suposta visão integral de cada fenômeno social e humano, buscando dominar o homem e a natureza por todos os poros e átomos no afã de construir o outro mundo possível, em que tudo deve ser planejado nos mínimos detalhes, como queria a União Soviética no esplendor de sua utopia totalitária. A pedagogia de Paulo Freire é herdeira dessa utopia holística, que transforma o professor em aprendiz e o aluno em mestre, sob o falso pretexto de que o ensino jamais pode ser transmissão de conteúdo e deve dar à embrionária vivência de um adolescente o mesmo peso que o conhecimento acumulado pela humanidade adquiriu em séculos.

Não poderia haver ironia melhor – até em face da teoria de gêneros que se tenta impor na educação, negando os sexos biológicos – do que associar o aumento do número de engenheiros no País à cadeia hormonal das caboclinhas, estimulada pela intervenção holística do Estado através da concessão de bônus. O Plano Nacional de Educação está cheio desse tipo de associação indevida entre aprendizado e fatores sociais diversos, como se aprender a ler e contar fossem atividades indissociáveis da vida cotidiana e não pudessem ser ensinadas sem que antes se revolucionasse todo o contexto social da criança. É esse tipo de mentalidade holística que faz com que o Plano Nacional de Educação se ocupe de ninharias tão absurdas que, já em sua Meta 2, uma das estratégias preconizadas é a renovação e padronização da frota rural de veículos escolares, como se prescrever o modelo e a cor desses veículos, desde a Amazônia aos Pampas, passando pelo Cerrado, fosse tão importante quando dispor de uma boa metodologia de ensino da tabuada, por exemplo.
Plano é “advocacia em causa própria”
Fonte: Jornal Opção
Divulgação: www.jorgenilson.com

LIÇÕES BÍBLICAS CPAD - lição de nº 3 - 20 de abril de 2014



 LIÇÕES BÍBLICAS CPAD - lição de nº 3 - 20 de abril de 2014





Lições Bíblicas  
  EBD: 2º trimestre 2014 - Dons Espirituais e Ministeriais - servindo
 a Deus e aos homens com poder extraordinário


DONS DE REVELAÇÃO
Lição 3 - 20 de Abril de 2014
Texto Áureo: I Coríntios 14.26 Que fareis pois, irmãos? Quando vos ajuntais, cada um de vós tem salmo, tem doutrina, tem revelação, tem língua, tem interpretação. Faça-se tudo para edificação.
Leitura Bíblica em Classe: I Coríntios 12.8,10; Atos 6.8-10; Daniel 2.19-22
I Coríntios 12.8 Porque a um pelo Espírito é dada a palavra da sabedoria; e a outro, pelo mesmo Espírito, a palavra da ciência;
I Coríntios 12.10 E a outro a operação de maravilhas; e a outro a profecia; e a outro o dom de discernir os espíritos; e a outro a variedade de línguas; e a outro a interpretação das línguas.
Atos 6.8 E Estêvão, cheio de fé e de poder, fazia prodígios e grandes sinais entre o povo.
Atos 6.9 E levantaram-se alguns que eram da sinagoga chamada dos libertinos, e dos cireneus e dos alexandrinos, e dos que eram da Cilícia e da Asia, e disputavam com Estêvão.
Atos 6.10 E não podiam resistir à sabedoria, e ao Espírito com que falava.
Daniel 2.19 Então foi revelado o mistério a Daniel numa visão de noite; então Daniel louvou o Deus do céu.
Daniel 2.20 Falou Daniel, dizendo: Seja bendito o nome de Deus de eternidade a eternidade, porque dele são a sabedoria e a força;
Daniel 2.21 E ele muda os tempos e as estações; ele remove os reis e estabelece os reis; ele dá sabedoria aos sábios e conhecimento aos entendidos.
Daniel 2.22 Ele revela o profundo e o escondido; conhece o que está em trevas, e com ele mora a luz.

Publicação do esboço e comentário do texto será publicado na semana correspondente a lição.

Obs: Esboço é elaborado exclusivamente pelo texto da (Leitura Bíblica em Classe).

Elaborado pelo Pastor Adilson Guilhermel - Th.M.

Fonte: CPAD

Divulgação: www.jorgenilson.com

11 de abr. de 2014

LIÇÕES BÍBLICAS - CPAD - Lição 2 - Dia 20 de abril de 2014



LIÇÕES BÍBLICAS - CPAD - Lição 2 - Dia 20 de abril de 2014






LIÇÃO 2
O PROPÓSITO DOS DONS ESPIRITUAIS

INTRODUÇÃO
I – OS DONS NÃO SÃO PARA ELITIZAR
II – EDIFICANDO A SI MESMO E AOS OUTROS
III – EDIFICAR TODO O CORPO DE CRISTO
CONCLUSÃO

A IGREJA MEDIANTE A EXPRESSÃO DOS DONS

Os pensamentos mais profundos de Paulo estão registrados nas suas epístolas às igrejas em Roma, Corinto e Éfeso. Estas igrejas eram instrumentos da estratégia missionária de Paulo. Romanos 12, 1 Coríntios 12 e 13 e Efésios 4 foram escritos a partir do mesmo esboço básico. Embora fossem igrejas diferentes, são enfatizados os mesmos princípios. Cada texto serve para lançar luz sobre os demais. Paulo fala do nosso papel no exercício dos dons, do exemplo da unidade e diversidade que a Trindade oferece, da unidade e diversidade no Corpo de Cristo, do relacionamento ético – tudo à luz do último juízo de Cristo. O contexto dessas passagens paralelas é a adoração. Depois de uma exposição das grandes doutrinas da fé (Rm 1―11), Paulo ensina que o modo apropriado de corresponder a elas é mediante uma vida de adoração (Rm 12―16). Os capítulos 11 a 14 de 1 Coríntios também se referem à adoração. Os capítulos 1 a 3 de Efésios apresentam uma adoração em êxtase. Efésios 4 revela a Igreja como uma escola de adoração, onde aprendemos a refletir o Mestre supremo. Paulo considera os seus convertidos apresentados em adoração viva diante de Deus (Rm 12.1,2; 2 Co 4.14; Ef 5.27; Cl 1.22,28). Conhecer a doutrina ou corrigir as mentiras não basta. A totalidade da nossa vida deve louvar a Deus. A adoração está no âmago do crescimento e reavivamento da igreja.
Estude o gráfico a seguir. Note o fluxo do argumento, as semelhanças e propósitos que Paulo tem em mente. Em seguida, examinaremos os princípios-chaves desses textos bíblicos.
Temas Principais
Romanos
1 Coríntios
Efésios
Natureza
   Encarnacional

Exortação
O Corpo
A mente renovada
Humildade
Mansidão ou falta de controle?

Unidade e
  Diversidade
  na Trindade

Espírito
Senhor (Jesus)
Pai

As Listas dos
   Dons – As
   Diversidades
   dos Ministérios
   (ver também
    1 Pe 4.9-11)

Natureza funcional
Diretrizes

Um Só Corpo
   Muitos
   Membros
Edificação

12,16,17,26
Empatia

Amor Sincero

Odiar o mal, apegar-se ao bem
Mansidão
Zelo
Regozijo firmeza
     e oração
Comunhão com os
  necessitados
Nenhuma conversa
  malsã
Mentalidade humilde
Nenhuma vingança
Estar em paz
Lidando com a ira

Juízo Final
12.1


12.1
12.1
12.2
12.3
12.1,2


12.6-8







12.6-8






12.6-8
12.6-8,24,25;
13.1-31
12.4,5


12.6-16

16,25-32
12.10,15

12.9-21

12.9

12.10
12.11
12.12

12.8,13

12.14

12.16
12.17
12.18
12.17

12.19-21
12.1,2


12.1
12.2
12.3; 13.1
13.4,5
12.2,3; 13.4-7


12.7-11, 28-31
13.1-3


12.4
12.5
12.6

12.7-11,28-31
13.1-3





12.11,29,30
12.7,12,19

12.12-27


12.7; 14.3-6


12.25,26

13.1-13

13.6

13.4,5
13.6
13.7,8

13.3

13.11

12.25; 13.4
13.5

13.5,6

13.10,12
4.1-3


4.1

4.2,3,17-24
4.2
4.2,14,15


4.7-12



4.4
4.5
4.6

4.7-12






4.7,11
4.11,12

4.7-12


4.12,13,15


4.16

4.25―5.2

4.25

4.32
4.1,23,24


4.28

4.26-29

4.2,23
4.31
4.3
4.26,31

4.13,15,30


Texto extraído da obra “Teologia Sistemática: Uma Perspectiva Pentecostal”, editada pela CPAD, pp.467-68.


Fonte: CPAD
Divulgação: www.jorgenilson.com