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1 de set de 2010

Canibalismo, feitiçaria, espiritismo, crueldade e assassinatos de crianças...

Canibalismo, feitiçaria, espiritismo, crueldade e assassinatos de crianças...

Jorge Nilson

Praticadas entre os índios, são lições de cultura obrigatória dentro do sistema educacional brasileiro. Veja como a nova lei do Lula obriga os estudantes e professores se relacionarem com tais práticas vestindo-as de cultura afro-brasileira:

CONSTITUIÇÃO DO BRASIL- 1988

NO TÍTULO VIII - "DA ORDEM SOCIAL"

CAPÍTULO VII – "DOS ÍNDIOS"

Artigo 231 - São reconhecidos aos índios sua organização social, costumes, línguas, crenças e tradições, e os direitos originários sobre as terras que tradicionalmente ocupam, competindo à União demarcá-las, proteger e fazer respeitar todos os seus bens.
SEÇÃO II – DA CULTURA Artigo 215

§1º - O Estado protegerá as manifestações das culturas populares, indígenas e afro-brasileiras, e das de outros grupos participantes do processo civilizatório nacional.

LDB 9394/96

Art. 24. A educação básica, nos níveis fundamental e médio, será organizada de acordo com as seguintes regras comuns:

§ 4º O ensino da História do Brasil levará em conta as contribuições das diferentes culturas e etnias para a formação do povo brasileiro, especialmente das matrizes indígena, africana e européia.

A população total dos povos indígenas é agora de cerca de 190.000 pessoas, mas destas só cerca de 160.000 falam as 180 línguas indígenas. Cerca de 20 povos indígenas só falam português. O que os professores terão que ensinar nas salas de aula para os nossos filhos, serão assuntos tais como estes a seguir:

CONHECIMENTO INDÍGENA

As crianças indígenas aprendem desde cedo com os mais velhos a lidarem com a natureza de forma complementar. Aprendem que a fitoterapia — a cura através das plantas — é algo indispensável para a saúde de cada indivíduo da aldeia, muito mais até que os remédios alopáticos, pouco utilizados. Os jovens indígenas aprendem que a cura espiritual através do Toré, visa criar um elo entre o homem e o universo, num dialogar com os “encantados” e os “caboclos”. Durante todo o Toré, os indígenas, tomam o chá de Jurema e fumam o tabaco, num ritual de purificação e (re)encontro com sua ancestralidade.

Os YANOMAMI (Ser humano - RO/AM) quando um índio morre, colocam o
corpo em um jirau e penduram em árvores. Mais ou menos, após três anos, eles recolhem os ossos e cremam. A família do morto mistura parte das cinzas a um mingau de banana e se alimenta. Isto é canibalismo, (grifo nosso) (Fonte: Aula virtual da FTC – Faculdade de Tecnologia e Ciência).

Existem tribos indígenas estão completamente isoladas nas matas, e o governo não permite que aja contato com os brancos. O evangelho de cristo para chegar a essas pessoas torna-se quase que impossível. São milhares de vida que nunca ouviram e nem ouvirão falar do grande amor de Deus. Podemos conhecer toda a sua cultura através das salas de aulas, mas eles não poderão conhecer o evangelho de Cristo, por que os nossos governantes proíbem. Muitos dos espíritos malignos que atuam entre essas tribos através da feitiçaria, serão simpáticos entre muitos estudantes.

Essas leis são criadas por pessoas que são desprovidas de todo sentimento divino, são egoístas e se acham donos da verdade. Tudo que esses psicólogos, antropólogos, humanistas e políticos oportunistas querem é que sejam vistos como protetores da cultura indígena. Eles acreditam que a religião cristã irá mudar a cultura dos índios e por isso deve ser evitada. Porém eles não ligam se as práticas espiritualistas dos índios irão influenciar os alunos brasileiros.

Precisamos cobrar das nossas autoridades respeito pela liberdade de pensamento e de expressão. Se todos são iguais perante a lei, façamos valer o nosso voto evitando votar nesses defensores do isolamento indígena. Oremos por um avivamento em nossa nação, preguemos a Palavra de Deus ainda que sejamos presos nessas aldeias, não nos cansemos de fazer o bem.

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