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5 de fev. de 2012

O CORAÇÃO DO HOMEM


Há uma grande diferença entre praticar uma religião e experimentar um relacionamento com Deus. Há uma grande diferença entre religião e salvação. 


Há muitas religiões, mas um só Deus e um só Evangelho. Religião vem dos homens; "O Evangelho é o poder de Deus para a salvação por meio de Jesus Cristo". 


Religião é o ópio do povo; Salvação é presente de Deus ao homem perdido. Religião é história do homem pecador que precisa fazer alguma coisa para o seu deus imaginado. O Evangelho nos diz o que o Deus Santo fez pelo homem pecador.


 Religião procura um deus; O Evangelho é a Boa Nova de que Jesus Cristo procura o homem que se encontra no caminho errado. "Porque o Filho do Homem veio salvar o que se havia perdido" (Mateus 18:11). O Evangelho muda o ser humano por dentro por meio da presença do Espírito Santo de Deus em seu coração. 


Nenhuma religião tem um salvador ressuscitado, que perdoa os pecados e dá vida eterna, pois só Jesus Cristo venceu a morte. Por isso, dirija-se só a Jesus Cristo. Ele é o único que pode perdoar os seus pecados e lhe dar vida nova nesta vida e vida eterna no reino de Deus. "Crê no Senhor Jesus, e serás salvo" (Atos 16:31). "E o sangue de Jesus , Seu Filho, nos purifica de todo o pecado" (I João 1:7). 


Receba a Jesus AGORA em seu coração como seu Salvador e como único Senhor de sua vida. "Hoje, se ouvirdes a sua voz, não endureçais os vossos corações"; "Hoje é o dia da Salvação". 
























Fonte: Teologiahoje

Divulgação: www.jorgenilson.com













Com acesso à internet, mórmons descobrem controvérsias históricas da Igreja e abandonam a religião

Com acesso à internet, mórmons descobrem controvérsias históricas da Igreja e abandonam a religião A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias vem enfrentando uma crise sem precedentes nos Estados Unidos, devido à internet, onde são encontradas notícias e fatos históricos de forma abundante.
Como no decorrer da história os líderes Mórmon eram quem decidiam o que os membros iriam ler ou ser ensinados sobre a história da igreja, o crescimento foi garantido por muitos anos. Porém, com o advento da internet, muitas informações ficaram disponíveis e acessíveis a qualquer um, a qualquer hora.
Esse fato tem preocupado a liderança, pois controvérsias da história da igreja tem vindo à tona no meio dos membros, segundo o blog “O Contorno da Sombra”. O jornal “The Salt Lake Tribune”, da cidade Salt Lake City, capital do estado fundado por mórmons, Utah, publicou recentemente um artigo escrito pelo jornalista Peggy Fletcher Stak em que ele relata dois casos sintomáticos da crise: um professor da Escola Bíblica consultou a internet para preparar sua aula e descobriu que o Livro de Mórmon, base da religião, teria sido plagiado de uma outra obra. Há também o caso de um adolescente que pesquisando a história da igreja na internet, descobriu que o fundador da denominação, Joseph Smith, havia tido várias esposas e inclusive, casado com uma adolescente de 14 anos de idade.
Outras controvérsias da história dos Mórmons tem causado dúvida nos membros e provocado desligamentos da igreja, e a liderança teme que essa debandada aumente. As acusações de plágio, que também pairam sobre outro importante livro da religião, “A Pérola de Grande Valor”, e os 130 anos do banimento de negros da plena comunhão da igreja, são fatos históricos que perturbam tanto membros, quanto líderes mórmons.
Para reagir à crise, o líder e historiador oficial da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, Marlin Jensen, foi designado para responder às dúvidas dos membros e tentar acalmá-los. Em entrevista ao “Tribune”, Jensen declarou que “nunca antes tínhamos enfrentado essa era da informação, com redes sociais e blogs publicando pontos de vista sem investigá-los adequadamente. A igreja está preocupada com a desinformação e informações distorcidas, mas estamos fazendo o nosso melhor e tentando duramente fazer com que a nossa história seja contada de maneira acurada”.
O líder e historiador também ressaltou que as questões relacionadas à poligamia são mais simples de explicar e resolver, pois essa doutrina não é mais praticada entre os mórmons e não são necessariamente pertinentes ao que se ensina no presente. A igreja não faz nenhum esforço para esconder ou obscurecer a sua história”, afirma.
Outro fator que vem atraindo holofotes para a Igreja é a exposição do pré-candidato republicano à presidência dos Estados Unidos, Mitt Romney, que é mórmon e tem tido sua vida e crença vasculhada pela imprensa.
Fonte: Gospel+

4 de fev. de 2012

NÃO VOTEM NO PT

2012 - Lições Bíblicas



A prosperidade dos bem-aventurados

Texto Bíblico: Mateus 5.1-12

INTRODUÇÃO

I. O FUNDAMENTO DAS BEM-AVENTURANÇAS
II. A BEM-AVENTURANÇA DA MANSIDÃO E DA MISERICÓRDIA
III. A BEM-AVENTURANÇA DA PUREZA E DA AFLIÇÃO

SERMÃO DO MONTE

As passagens em Mateus 5.1 – 7.29 e Lucas 6.20 – 7.1 receberam esta designação desde o início do século IV d.C., dada por Agostinho em seu comentário (De Sermone domini in monte). O discurso foi feito em alguma colina, provavelmente no planalto elevado da Galileia. Uma tradição do século XIII considera o episódio como ocorrido em um local conhecido como “chifres de Hattin”. A importância do prefácio consiste na expressão “vendo a multidão”. Percy C. Ainsworth observa: “O grande comentário sobre o Sermão do Monte é a vida – a vida como todos nós devemos viver – o pão cotidiano, a simples comunhão, a fadiga trazida pelo próximo, e as lágrimas”.

O Sermão começa com as Beatitudes (Mt 5.3-12) nas quais o Senhor Jesus mostra que conhece bem o significado da vida e como ela deve ser vivida, mostrando que a resposta para a busca universal pela felicidade só pode ser encontrada à medida que os homens se identificarem com o reino de Deus [...].

Neste sermão – que Lord Acton definiu como a verdadeira revelação de uma sociedade moralmente nova – o Senhor Jesus contrasta ideias espirituais que sustentam a conduta moral adequada, com as exigências meramente exteriores da lei. Ele ensina que a ira que traz como fruto o assassinato é errada; que a reconciliação com um irmão é mais essencial do que o desempenho de atos exteriores de adoração; que o cultivo de pensamentos lascivos tornam as pessoas tão culpadas quanto a prática do próprio adultério; que seus seguidores devem ser extremamente comprometidos com a verdade, a ponto de os juramentos tornarem-se desnecessário; que a vingança é maligna; que os inimigos, assim como os amigos e benfeitores, devem receber nosso amor; que destacar os defeitos da vida dos outros, e tentar remodelar a vida destes  de forma intrometida, e tudo isto através de uma atitude de censura, são repreensíveis; que o exercício da piedade como a doação de esmolas, as orações, e o jejum devem ser destituídos de ostentação; que o cristão só pode ter um Senhor.

Muitas passagens notáveis podem ser destacadas neste sermão. Existem as parábolas que falam da luz interior (Mt 6.22,23), e das duas casas (Mt 7.24-27). A oração do Senhor, citada por Mateus, em sua primeira seção trata dos deveres para com Deus, e, na sua segunda, trata dos deveres para com o próximo. O Senhor Jesus preparou este modelo a partir de um contexto judaico, dando um exemplo de como a alma, mesmo com poucas palavras, pode falar com Deus [...].

A “regra áurea” (Mt 7.12) foi assim chamada no século XVIII por Richard Godfrey e Isaac Watts. Willian Dean Howells em seu romance Silas Lapham (1985) usou esta frase que agora nos é familiar. Este princípio de reciprocidade, que de acordo com Wesley é recomendado pela própria consciência humana, tornou-se a base do sistema ético de John Stuart Mill. Este princípio também é refletido na afirmação de Kant de que a pessoa deve agir como se sua regra de conduta estivesse destinada – pela força de sua vontade – a se tornar uma lei universal da natureza. A diferença entre a ordem categórica de Kant e a “regra áurea” de Cristo é que a ordem de Kant não tem conteúdo, enquanto Cristo resume o conteúdo da segunda tábua da lei moral de Deus. O Senhor Jesus Cristo exemplificou a “regra áurea” na parábola do Bom Samaritano (Lc 10.25ss.).

Texto extraído do Dicionário Bíblico Wycliffe, editado pela CPAD.

3 de fev. de 2012

Turismo Homossexual no Rio com dinheiro público.

Onde estão os deputados e vereadores evangélicos cariocas?





Fonte: You Tube!



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SUPERSTIÇÃO NA NOVA CAMISA DA SELEÇÃO BRASILEIRA


SUPERSTIÇÃO NA NOVA CAMISA DA SELEÇÃO BRASILEIRA

Jorge Nilson  




Superstição e feiúra – carranca – na nova camisa da seleção brasileira de futebol. Na parte de traz da camisa, perto da gola, há imagens de duas carrancas. Carranca, vale a apenas lembrar, nada mais é que uma escultura, normalmente em madeira ou barro, cujo aspecto representa um ser animalesco com expressão de fúria. Uma designação mais rebuscada seria "Zooantropomorfa", pois é um misto de humanóide com animal. As carrancas, na maioria dos casos, são apenas retratadas com pescoço e rosto. Raramente possuem outra parte do corpo incrementada.

E como surgiu esse bicho feio? Por que são tão conhecidos no nosso país?

Bom. Acredita-se que as carrancas surgiram originalmente com as embarcações que percorrem o Rio São Francisco.

Não se sabe ao certo se a idéia inicial foi derivada da cultura indígena ou africana. O fato é que as tais embarcações usam carrancas na proa com o intuito de afastar os maus espíritos.
Fonte: http://casossobrenaturais.blogspot.com

Isto significa colocar fé na superstição. Significa apelar para o oculto, para as trevas. Se fossem duas cruzes, ou duas bíblias, logo haveria uma reprovação da imprensa esquerdista e gayzista. Porém, é somente uma “superstição”. Os jogadores evangélicos são proibidos de se manifestarem na comemoração do gol (Lembra o que aconteceu com Robinho, Neymar e Ganso, jogadores  do Santos?), pois é, Cristianismo não pode, misticismo e superstição pode.

CARNAVAL - A Origem!


Carnaval - A origem!

Introdução

O Carnaval é, exclusivamente, um período de festas profanas e de divertimentos entre os Reis e a Quaresma, com o seu auge nos três dias anteriores à quarta-feira de Cinzas. Não se conhece verdadeiramente a origem da palavra Carnaval. Para uns, compreendia a terça-feira gorda, dia em que começava a proibição de ingestão de carne pela Igreja, como preparação para a Páscoa.
Outros procuram no latim a explicação para o vocábulo: 
carnelevamen
 depois carne, vale ("adeus, carne"). Carnelevamen pode significar igualmente carnis levamen, "prazer da carne", antes das abstinências e prescrições que marcam a Quaresma.

História
A origem da festa em si é também desconhecida. Uns advogam o culto de Ísis, outros as festas em honra de Dionísio, na Grécia clássica, outros ainda as bacanais, lupercais e saturnais, festejos romanos de grande licenciosidade e uso de máscaras, como, aliás, nas anteriores. Alguns não recuam tanto no tempo e apontam as suas origens para as festas dos doidos e dos inocentes da Idade Média. Cada uma em particular ou todas assimiladas na tradição acabaram por criar a tradição do Carnaval e os seus matizes ou formas regionais.
Depois, na Idade Média ainda, outras festas anunciavam já o Carnaval, apesar da Igreja não apreciar muito, ainda que tolerasse e não criasse barreiras institucionais ou morais incontornáveis. O papa Paulo II, no século XV, por exemplo, permitiu, em Roma, a Via Lata, um desfile alegórico de carros, com batalhas de confetes e lançamento de ovos, para além de corridas de cavalos ou de corcundas, entre outros folguedos. Mas todas estas festas populares grotescas foram "polidas" pelo Renascimento e pela Reforma Católica, acabando-se com a violência e ousadias públicas. O tétrico e o macabro, por outro lado, substituem o caráter de festa de "bobos" daqueles folguedos medievais. Surgem as danças da Morte e suas representações cênicas, os bailes de máscaras, promovidos pelo papado, decadente, do século XVI, que rapidamente se difundiram por Itália e França. Aqui se manteve até ao século XIX, quando ganha um novo vigor. Em Inglaterra ganha também popularidade este tipo de baile (como o de 1884 promovido pelo Real Instituto de Pintores e Aquarelistas, em que os pintores ingleses se mascararam de mestres do Renascimento ou de figuras da realeza européia). Perdia em festa "bufa" e de rua, ganhava em elegância, alegoria, ordem e requinte artístico, para além de tocar agora as classes mais abastadas, antes arredadas dos festejos populares. Bailes e desfiles organizados tomavam, na Europa Ocidental, o lugar das turbas de gente estilizada e aos gritos. Este "novo" Carnaval europeu surgiu em fins do século XIX e meados do XX, sobrevivendo ainda hoje, como por exemplo em Nice ou Munique.
O carnaval no Brasil
Mas, Carnaval, dizem alguns, só há um: o do Brasil, e mais concretamente o do Rio de Janeiro. Até meados do século XX, o Carnaval - que assume várias facetas, conforme a cidade - era ainda o colonial e monárquico, com reminiscências das festas de entrudo levadas pelos colonos e imigrantes, majoritariamente portugueses. As pessoas, de forma violenta, atiravam umas às outras cal, farinha e água, num intuito de besuntar ou molhar quem passava. No Rio, tudo isto foi proibido em 1904, gerando polemicas e contestação entre o povo. Depois, alimentando uma tradição anterior, ganharam dimensão festiva os zé-pereiras de herança portuguesa, entre o povo, e os bailes em teatros, hotéis ou casas particulares, fazendo-se eco das festividades que começavam a ser moda na Europa na quadra. Como exemplo ficou célebre os bailes do Teatro Municipal, no Rio, entre 1930 e 1975. Os bailes, entretanto, popularizaram-se rapidamente, ganhando em animação e cor, com muita música. Música que ganhou contornos próprios na quadra, com ritmos, letras e melodias específicos. Da marcha Abre Alas de Chiquinha Gonzaga, em 1899, outros gêneros foram surgindo: o samba, a marcha-rancho, a batucada e o samba-enredo. A música carnavalesca tornou-se assim um gênero específico até 1960. Recordem-se aqui canções como Cidade Maravilhosa (1935) e Mamãe eu Quero (1937). A rádio ajudou à consolidação deste gênero carnavalesco, mas a televisão, a partir da década de 70, minimizou a música carnavalesca. O aspecto visual ganhou em importância ao musical, guindando as escolas de samba e o cortejo carioca para o momento mais alto do Carnaval do Rio e de toda a quadra em qualquer lugar do Mundo. Mas o samba não morreu, prevalecendo principalmente a sua forma "enredo", animada cada vez mais pelas baterias, cujos sons foram importados já por outros gêneros musicais modernos e diferentes. 
As escolas de samba são outra marca de identidade do Carnaval carioca. A primeira foi criada em 1928, a "Deixa Falar", no bairro de Estácio. A Praça Onze tornou-se local mítico de concentração das escolas de samba nos dias de Carnaval, incentivando-se assim, de ano para ano, graças à animação, o aparecimento de novas escolas e a formação até de campeonatos com sobe e desce de divisão. Hoje são autênticas empresas de espetáculo, devidamente registradas, muitas já com intuitos de solidariedade social. Há regras próprias dentro das escolas de samba, quer de admissão, quer de permanência, quer, em comum com as outras, de atuação dentro de um desfile de Carnaval. No entanto, são as escolas que mais animam o Carnaval, atraindo uma miríade de colaboradores ao longo do ano e um frenesi inusitado na época do Carnaval.
Além das escolas, outros baluartes da preservação e manutenção do Carnaval carioca são as Sociedades Carnavalescas, com as suas "Sumidades", funcionando como altas dignidades do rei momo. O Carnaval do Rio é também o Carnaval da liberdade, fora do sambódromo, fora dos desfiles, em passeatas em grupo (blocos, cordões, ranchos), em festas particulares e num sem número de atividades e comemorações mais ou menos licenciosas por todo o lado. Antigamente, existiam também os corsos, com desfiles de automóveis enfeitados, mas o aparecimento de automóveis fechados (e fim dos "calhambeques") acabou com esta tradição.
No Brasil, existem outras formas de Carnaval, como o da Baía, de tradição africana (como o cortejo dos afoxés), com sonoridades e ambientes diferentes do Rio, e também os de Olinda e Recife, em Pernambuco, também no Nordeste, também animadíssimos e marcados pelas músicas de ritmo frenético e contagiante, em batidas sincopadas a par de instrumentos de sopro.
A Bíblia concorda com isso?
Não precisamos ir muito longe na palavra de Deus para saber que o carnaval e uma festa contraria a sua vontade. Esta festa onde tudo é liberado não diz respeito à vontade de um Deus que ama seus servos e diz que eles são templo do seu Espírito (1Cor. 3.16). E temos como principal ponto de maior impacto durante a comemoração desta festa ímpia o nosso País. Para ser mais exato O Rio e também atualmente a Bahia. Além do mais se trata de  uma festa onde muitas pessoas adulteram, se embriagam, participam de orgias, fornicações, drogas etc. Realmente podemos saber que a Bíblia é contra tais atitudes. Já que a Palavra de Deus busca preservar o matrimônio. A Bíblia também condena tais atitudes ao inferno “Ou não sabeis que os injustos não herdarão o reino de Deus? Não vos enganeis: nem impuros, nem idólatras, nem adúlteros, nem efeminados, nem sodomitas, nem ladrões, nem avarentos, nem bêbados, nem maldizentes, nem roubadores herdarão o reino de Deus” (1Cor. 6.9-10). Deus nos orienta através de sua Palavra a não se contaminar com as coisas deste mundo. Principalmente quando se trata de coisas que a imorais e sodomitas. O que é algo comum para certas pessoas. Deus nos diz em sua santa Palavra: “Não ameis o mundo nem as coisas que há no mundo. Se alguém amar o mundo, o amor do Pai não está nele; porque tudo que há no mundo, a concupiscência da carne, a concupiscência dos olhos e a soberba da vida, não procede do Pai, mas procede do mundo. Ora, o mundo passa, bem como a sua concupiscência; aquele, porém, que faz a vontade de Deus permanece eternamente (I João 2 15-17). Com toda certeza o servo de Deus sabe como agradá-lo. Fazendo a sua vontade e obedecendo a sua Palavra seremos muito bem sucedidos em tudo o que fizermos. No ano de 2008  tivemos o prazer de ver Deus no controle de tudo. Uma reportagem mostrou um carro alegórico com a imagem ou figura do diabo entrando e acenando para a platéia no carnaval. Mais uma vez Deus mostrou quem é que está no controle. Antes de terminar seu passeio pela avenida o carro alegórico começou a pegar fogo e teve que ir ate o final do desfile com a cabeça baixa e os braços também abaixados. Por que isso aconteceu? seria uma coincidência? A Bíblia diz que de Deus não se zomba. De certa forma, não sei talvez ousaram pensar que podiam fazer esta alegoria para representar o domínio das trevas sobre esta terra. Mais se esta foi a intenção tiveram sua esperança frustrada. Pois a Bíblia diz sobre nosso senhor Jesus Cristo: “Pelo que também Deus o exaltou sobremaneira e lhe deu o nome que está acima de todo nome, para que ao nome de Jesus se dobre todo joelho, nos céus, na terra e debaixo da terra, e toda língua confesse que Jesus Cristo é Senhor, para glória de Deus Pai” (Fl 2.9-11).
Por isso meu querido irmão celebre ao Senhor com o vinho novo que foi derramado em nossos corações. E não com o velho vinho onde muitos se embriagam e afastam-se do Senhor nosso Deus.

Que o senhor te abençoe.

Fonte: enciclopédia online.
Bíblia de estudos Almeida Revista e corrigida.
Pr. Adelcio ferreira


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CARNAVAL


Carnaval

(FESTA DO DEMÔNIO) Grifo meu

O Carnaval, essa festa que arrebata multidões para as ruas, promove desfiles suntuosos, comilança, excessos em geral e também muita violência, liberalidade sexual etc. Ao estudarmos a origem do Carnaval, vemos que ele foi uma festa instituída para que as pessoas pudessem se esbaldar com comidas e festa antes que chegasse o momento de consagração e jejum que precede a Páscoa, a Quaresma.
Veja o que a The Grolier Multimedia Encyclopedia, 1997 nos diz a respeito:
"O Carnaval é uma celebração que combina desfiles, enfeites, festas folclóricas e comilança que é comumente mantido nos países católicos durante a semana que precede a Quaresma. Carnaval, provavelmente vem da palavra latina "carnelevarium" (Eliminação da carne), tipicamente começa cedo no ano novo, geralmente no Epifânio, 6 de Janeiro, e termina em Fevereiro com a Mardi Gras na terça-feira da penitência (Shrove Tuesday)." (The Grolier Multimedia Encyclopedia, 1997. Traduzido por Irlan de Alvarenga Cidade)
Em contra partida vemos que isso era apenas um pretexto para que os romanos e gregos continuassem com suas comemorações pagãs, apenas com outro nome, já que a Igreja Católica era quem ditava as ordens na época e não era nada ortodoxo se manter uma comemoração pagã em meio a um mundo que se dizia Cristão.
"Provavelmente originário dos "Ritos da Fertilidade da Primavera Pagã", o primeiro carnaval que se tem origem foi na Festa de Osiris no Egito, o evento que marca o recuo das águas do Nilo. Os Carnavais alcançaram o pico de distúrbio, desordem, excesso, orgia e desperdício, junto com a Bacchanalia Romana e a Saturnalia. Durante a Idade Média a Igreja tentou controlar as comemorações. Papas algumas vezes serviam de patronos, então os piores excessos eram gradualmente eliminados e o carnaval era assimilado como o último festival antes da ascensão da Quaresma. A tradição do Carnaval ainda é comemorada na Bélgica, Itália, França e Alemanha. No hemisfério Ocidental, o principal carnaval acontece no Rio de Janeiro, Brasil (desde 1840) e a Mardi Gras em New Orleans, E.U.A. (dede 1857). Pré-Cristãos medievais e Carnavais modernos tem um papel temático importante. Eles celebram a morte do inverno e a celebração do renascimento da natureza, ultimamente reunimos o individual ao espiritual e aos códigos sociais da cultura. Ritos antigos de fertilidade, com eles sacrifícios aos deuses, exemplificam esse encontro, assim como fazem os jogos penitenciais Cristãos. Por outro lado, o carnaval permite paródias, e separação temporária de constrangimentos sociais e religiosos. Por exemplo, escravos são iguais aos seus mestres durante a Saturnália Romana; a festa medieval dos idiotas inclui uma missa blasfemiosa; e durante o carnaval fantasias sexuais e tabus sociais são, algumas vezes, temporariamente suspensos." (The Grolier Multimedia Encyclopedia, 1997.Traduzido por Irlan de Alvarenga Cidade)
A Enciclopédia Grolier exemplifica muito bem o que é, na verdade, o carnaval. Uma festa pagã que os católicos tentaram mascarar para parecer com uma festa cristã, assim como fizeram com o Natal. Os romanos adoravam comemorar com orgias, bebedices e glutonaria. A Bacchalia era a festa em homenagem a Baco, deus do vinho e da orgia, na Grécia, havia um deus muitíssimo semelhante a Baco, seu nome era Dionísio, da Mitologia Grega Dionísio era o deus do vinho e das orgias. Veja o que The Grolier Multimedia Encyclopedia, 1997 diz a respeito da Bacchanalia, ou Bacanal, Baco e Dionísio e sobre o Festival Dionisiano:
"O Bacanal ou Bacchanalia era o Festival romano que celebrava os três dias de cada ano em honra a Baco, deus do vinho. Bebedices e orgias sexuais e outros excessos caracterizavam essa comemoração, o que ocasionou sua proibição em 186 dC." (The Grolier Multimedia Encyclopedia, 1997. Traduzido por Irlan de Alvarenga Cidade)
Essa descrição da Bacchanalia encaixa como uma luva em Carnaval
"Da Mitologia Romana, Baco era o Deus do vinho e da orgia. O filho de Semele e Júpiter, Baco era conhecido pelos gregos como Dionísio. Sua esposa era Ariadine."
"Dionísio era o antigo deus grego da fertilidade, danças ritualísticas e misticismo. Ele também supostamente inventou o vinho e também foi considerado o patrono da poesia, música e do drama. Na lenda Órfica Dionísio era o filho de Zeus e Persephone; em outras lendas, de Zeus e Semele. Entre os 12 deuses do Monte Olimpo ele era retratado como um bonito jovem muitas vezes conduzido numa carruagem puxada por leopardos. Vestido com roupas de festa e segurando na mão uma taça e um bastão. Ele era geralmente acompanhado pela sua querida e atendido por Pan, Satyrs e Maenades. Ariadine, era seu único amor."
"O Festival Dionisiano era muitas vezes orgíaco, adoradores algumas vezes superavam com êxtase e entusiasmo ou fervor religioso. O tema central dessa adoração era chamado Sparagmos: deixar de lado a vida animal, a comida dessa carne, e a bebida desse sangue. Jogos também faziam parte desse festival." (The Grolier Multimedia Encyclopedia, 1997. Traduzido por Irlan de Alvarenga Cidade)
O Festival Dionisiano então, não parece ser a mesma coisa que a Bacchanalia e o Carnaval?
Nós, os Cristãos, não devemos concordar de modo algum com essa comemoração pagã, que na verdade é em homenagem a um falso deus, patrono da orgia, da bebedice e dos excessos, na verdade um demônio. Pense nisso.
Irlan de Alvarenga Cidade

Fonte: VIVOS!

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1 de fev. de 2012

Pr. Enoque Lima pede afastamento de Bispo Manoel Ferreira da presidência da segunda maior denominação assembleiana do Brasil


Pr. Enoque Lima pede afastamento de Bispo Manoel Ferreira da presidência da segunda maior denominação assembleiana do Brasil

Comentário de Julio Severo: Abaixo, comunicado legal do Pr. Enoque Lima à direção da CONAMAD sobre o grave caso do Bispo Manoel Ferreira. Para mais informações sobre o caso, leia os artigos no final deste texto:
À MESA DIRETORA E A COMISSÃO DE DOUTRINA DA CONVENÇÃO NACIONAL DAS ASSEMBLÉIAS DE DEUS NO BRASIL – MINISTÉRIO DE MADUREIRA
                                    Enoque Vieira Lima, brasileiro, casado, residente e domiciliado na rua 06 quadra 05 lote 05 Vila Xavier – Fama, Goiânia- Goias membro da CONAMAD (Convenção das Assembléias de Deus Madureira), ministro do evangelho desde 9 de Outubro de 1994. CONAMAD - MATRICULA 10924, Goiás, Campo 09-015-001 FAMA - SEDE (FAMA é o nome do bairro), congregação 09-015-001 - FAMA - SEDE sob a presidência do pastor Abigail Carlos de Almeida, vem por intermédio do seu advogado, infra-assinado, exigir no prazo de 72 horas posicionamento da CONAMAD sobre o conteúdo do presente  documento com resposta encaminhada ao endereço infra relacionado.
            Presumindo-se que a não apresentação de resposta formal no referido prazo dar-se-á por entendido que a CONAMAD APOIA a aliança do Bispo Manuel Ferreira com o auto intitulado MESSIAS REV. MOON.Bastando o presente documento como prova para as demais medidas legais a serem tomadas.
DOS FATOS:
            A descrição fática do presente documento será feita in verbis pelo pastor Enoque Vieira Lima e encerrada com as assinaturas do próprio pastor e de seu advogado Dr. Matheus Diniz Sathler Garcia.
            “Primeiramente, desejo esclarecer as eventuais duvidas, explicar o uso de minhas atribuições como ministro do evangelho no comentado “Caso Moon Ferreira” na internet e exigir o afastamento do Bispo Manoel Ferreira da presidência da CONAMAD por ter profanado o nome de Jesus e sua santa igreja.
            Realizei uma profunda pesquisa sobre o denominado “Caso Moon Ferreira”, encontrei fatos estranhos que de imediato nos mostra apostasia e heresia do Bispo Manoel Ferreira.
            Em evento que aconteceu na igreja sede da Assembléia de Deus de Brasília-DF (igreja da baleia) dia 11 de outubro de 2011 com a realização do Festival Global da Paz por pastores do reverendo Moon pregando uma mensagem de falsa paz do reverendo Moon “que todos os caminhos levam a Deus (YAWEH)”. Eles usaram as dependências de nosso templo (prédio da igreja) e profanaram o altar do nosso Deus vivo, atitude condenada pela Palavra de Deus e pelo nosso Estatuto.
            O Reverendo Moon, líder da seita "Igreja da Unificação", afirma que Jesus Cristo falhou em sua missão de salvação do seu povo dos seus pecados e que ele (Rev. Moon) é o verdadeiro messias, e sua missão é congregar todas as famílias da terra em torno dele. Para os adeptos da seita, a única possibilidade de redenção e salvação é a afiliação à família Moon e não o arrependimento dos pecados pessoais e a fé no nome do Senhor Jesus Cristo.
            É conhecido o louvável zelo da CONAMAD com relação a associação ecumênica com outras entidades religiosas. Entretanto, se fizermos uma analise bíblica levando em consideração provas obtidas em vídeos e testemunhos pessoais podemos constatar que o bispo MANOEL FERREIRA, maior líder da nossa igreja, profanou o LOCAL de reunião de nossa igreja em Brasília com a anuência de diversos pastores, entre eles o PASTOR E DEPUTADO FEDERAL RONALDO FONSECA, que estavam no púlpito no dia do evento ecumênico do GLOBAL DA PAZ sem QUALQUER reação contrária ao que foi pregado.
            Se não bastasse a presença de tantos líderes, na nossa igreja no dia do evento, trago no presente documento um resumo de tudo o que já é sabido pela nossa convenção mas que é tratado com silêncio sepulcral!
            O “Caso Moon Ferreira” que por mim foi exposto na Internet (youtube), se refere a vídeos com a pessoa do bispo Manoel Ferreira e seu envolvimento com a seita da Unificação do Reverendo Moon.
            Os vídeos do “Caso Moon Ferreira são as provas da associação entre o líder principal da Assembléia de Deus Ministério Madureira e presidente da CONAMAD, bispo Manoel Ferreira, e o reverendo Moon, líder da seita “Igreja da Unificação”, da Coréia do Sul. Os vídeos foram editados e postados por mim, pastor Enoque Lima, da AD Madureira Goiás. Os quais tenho para eventual verificação da veracidade com mais de 30 gigas de tamanho.
            A associação do bispo Manoel Ferreira com o reverendo Moon é injustificável perante a Palavra de Deus e o estatuto da Convenção a que pertencemos. “Não vos prendais a um jugo desigual com os infiéis; porque, que sociedade tem a justiça com a injustiça? E que comunhão tem a luz com as trevas? E que concórdia há entre Cristo e Belial? Ou que parte tem o fiel com o infiel? E que consenso tem o templo de Deus com os ídolos?” [2 Coríntios 6:14-18].
O ESTATUTO DA CONAMAD não deixa duvidas quanto a esse assunto, no CAPÍTULO IV, Subseção II, DOS DEVERES DO MEMBRO.
Dos deveres do membro da CONAMAD:
Art. 12[...]
Parágrafo XIII. Rejeitar movimentos ecumênicos discrepantes […]
Na subseção III DAS VEDAÇÕES DO MEMBRO
É vedado ao membro da CONAMAD:
Art. 13[...]
Parágrafo III. Vincular-se a qualquer tipo de sociedade secreta;
Parágrafo IV. Vincular-se a movimento de cunho ecumênico[…]
            Não podemos descumprir as normas estatutárias que deixam claro ao membro: “não participar de movimento de cunho ecumênico, devendo rejeitá-lo”.
            As menções, aferições, ou até mesmo as aparentes críticas que, porventura, fiz a respeito da doutrina, das crenças da igreja da Unificação, do bispo Manoel Ferreia, situam-se e estão adstritas tão somente ao campo da “argumentação”, ou seja, são abordagens que se limitam puramente às questões teológicas e doutrinárias.
            Assim sendo, não há que se falar em difamação, crime contra a honra de quem quer que seja, ressaltando-se, inclusive, que tais discussões não estão voltadas para a pessoa, mas para ideias, doutrinas e posturas.
            Na proteção legal de meu oficio ministerial é importante esclarecer que em plena vigência do Estado Democrático de Direito, exercito-me das prerrogativas constantes dos incisos IV e IX, do artigo 5º, da Constituição Federal.
            Relembrando os referidos textos constitucionais, verifica-se: “é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato” (inciso IV) e “é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença” (inciso IX). Além disso, cabe salientar que a proteção legal de meu oficio ministerial também se constata na análise mais acurada do inciso VI, do mesmo artigo em comento, quando sentencia que “é inviolável a liberdade de consciência e de crença”.
            O “Caso Moon Ferreira” não trata de mero denuncismo, mas de provas cabais de que o bispo Manoel Ferreira apostatou da fé e está dando ouvidos à doutrinas de demônios.
            Assim sendo, penso que não resta outra opção a nós pastores da Assembléia de Deus - Ministério Madureira, ministros do evangelho e membros da CONAMAD – a não ser a oposição aberta ao bispo Manoel Ferreira e suas doutrinas de demônios como também a sua exclusão da convenção por apostasia. Omitirmos em uma situação como esta significa ser conivente com sua apostasia, a qual vem manchando não só a integridade do bispo, mas da nossa querida denominação.
            Apesar de todas as evidencias com provas irrefutáveis (vídeos “Caso Moon Ferreira”), até o presente momento não houve nem uma manifestação publica da CONAMAD que deveria, no mínimo, apresentar uma nota de repudio e esclarecimento, providenciando o afastamento cautelar do bispo da presidência nacional da Convenção Nacional (CONAMAD).
            É sabido, que o Bispo Manoel Ferreira não mantém o monopólio da AD Madureira, apesar de usar seu nome e sua estrutura nos eventos do rev. Moon. Teríamos que ser surdos, mudos e cegos para não saber que qualquer evento patrocinado pelo rev. Moon envolve influência satânica e a presença do sistema da Nova Ordem Mundial. O que não tememos mas antes a denunciamos abertamente.
            Não posso calar-me. O alinhamento da igreja a que pertenço através de seu líder, é infernal e altamente preocupante, pois esta ocorrendo uma transformação de atitudes e valores cristãos em nossa base doutrinaria, e em nosso credo.
            O bispo Manoel Ferreira e o rev. Moon estão se tornando parceiros na atual experiência de salvação e na visão de mundo para a criação de uma sociedade global unificada. Não podemos nos conformar com o sistema da unificação e da paz global sem Jesus Cristo nascido da virgem Maria através do Espirito Santo de Deus.
            Nem podemos usar as teologias satânicas do rev. Moon que falam que Jesus nasceu de um ato sexual de Maria com o sacerdote Zacarias. Como também, outras tantas doutrinas que disfarçadas de luz e de termos e frases bíblicas deturpam a Palavra de Deus e nos fazem voltar as costas para Jesus Cristo, nossa única fonte verdadeira de unidade, salvação e de verdadeira paz. A qual não é e jamais será a que o mundo nos dá!
 “Porque ninguém pode pôr outro fundamento além do que já está posto, o qual é Jesus Cristo.” [1 Coríntios 3:11].
“Se alguém ensina alguma outra doutrina, e se não conforma com as sãs palavras de nosso Senhor Jesus Cristo, e com a doutrina que é segundo a piedade, é soberbo, e nada sabe… aparta-te dos tais.” [1 Timóteo 6:3, 5]
DO PEDIDO:
            Por tudo exposto no presente documento requer que seja(m):
1. que o bispo Manoel Ferreira seja afastando preventivamente da presidência da CONAMAD, até que os fatos constantes no presente documento sejam investigados e devidamente comprovados.
2. o presente documento seja analisado no prazo improrrogável de 72 horas, como posto no início do documento. Presumindo-se que a não apresentação de resposta formal no referido prazo dar-se-á por entendido que a CONAMAD APOIA a aliança do Bispo Manuel Ferreira com o auto intituladoMESSIAS REV. MOON. Bastando o presente documento como prova para as demais medidas legais a serem tomadas.
3. notificado TODOS os pastores e líderes da CONAMAD presentes no evento ecumênico do GLOBAL DA PAZ no dia 11 de outubro de 2011, inclusive o deputado Distrital e pastor Benedito Domingos, para apresentarem justificativa do porque não interromperam a pregação satânica do enviado do reverendo Moon ao falar que “todos os caminhos levam a Deus (YAWEH)”
4. enviado notificação à CGADB e CEADDIF bem como ao deputado Federal e Pastor Ronaldo Fonseca solicitando esclarecimentos sobre sua participação no evento GLOBAL DA PAZ como também se o mesmo se deu com o apoio das respectivas convenções.
Nestes termos pede deferimento
Brasília-DF, 30 de janeiro de 2011
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Pr. Enoque Lima                              Matheus Diniz Sathler Garcia
                                                            OAB/DF 26.813

Fonte: Julio Severo
Divulgação: www.jorgenilson.com