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14 de jul. de 2012

Capital paulista recebe Marcha para Jesus neste sábado

Capital paulista recebe Marcha para Jesus neste sábado


Segundo a organização, evento é a maior marcha do tipo no mundo; concentração começa às 10h na praça da Luz


A Marcha para Jesus, considerado um dos maiores eventos cristãos do mundo, acontece neste sábado na capital paulista a partir das 10h. O evento começa com a concentração na praça da Luz, junto a avenida Tiradentes e segue até a praça Heróis da Força Expedicionária Brasileira, próxima ao Campo de Marte. Ano passado, a 20ª edição da marcha, que interdita diversas ruas do centro de São Paulo até às 20h30, reuniu 1 milhão de pessoas, segundo dados da Polícia Militar.


Arte IG


As mudanças no trânsito da zona norte de São Paulo neste final de semana
A assessoria do evento disse não divulgar expectativa de público para este ano e afirmou não ter recebido a confirmação de nenhuma autoridade. Em 2011, o evento foi marcado por declarações do senador Marcelo Crivella (PRB-RJ) e de pastores como Silas Malafaia, da Associação Vitória em Cristo, e Estevam Hernandes, da Igreja Renascer, contra a união estável homoafetiva, aprovada pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

Neste sábado, 34 artistas e bandas se apresentam no evento, coordenado pelo Apóstolo Estevam Hernandes e Bispa Sonia Hernandes, da Igreja Renascer. Os shows acontecem no palco montado na praça Heróis da Força Expedicionária a partir das 14h, horário em que a marcha deve chegar ao local.
Divulgação
Marcha para Jesus reuniu 1 milhão de pessoas em 2011, segundo PM

Segundo a organização, marchas do mesmo tipo ocorrem em diversos países, mas a da capital paulista é a maior do mundo.

Fonte: IG

Divulgação: www.jorgenilson.com









13 de jul. de 2012

Lição 3: A morte para o verdadeiro cristão Data: 15 de Julho de 2012


Lições Bíblicas CPAD                       Jovens e Adultos


Lição 3: A morte para o verdadeiro cristão
Data: 15 de Julho de 2012


3º Trimestre de 2012

Título: Vencendo as aflições da vida — Muitas são as aflições do justo, mas o Senhor o livra de todas
Comentarista: Eliezer de Lira e Silva





TEXTO ÁUREO

“Porque para mim o viver é Cristo, e o morrer é ganho” (Fp 1.21).

VERDADE PRÁTICA

Para o crente, a morte não é o fim da vida, mas o início de uma plena, sublime e eterna comunhão com Deus.

HINOS SUGERIDOS

48, 187, 422.

LEITURA DIÁRIA

Segunda - Rm 6.23
A morte é consequência do pecado



Terça - Gn 35.18; Tg 2.26
Morte, separação entre alma e corpo



Quarta - Sl 16.10; 49.14,15
A expectativa de vida após a morte



Quinta - Sl 16.9-11; Is 26.19; Dn 12.2
A ressurreição no Antigo Testamento



Sexta - 1 Co 15.1-58
A ressurreição no Novo Testamento



Sábado - Ap 20.14
A morte da morte

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE

1 Coríntios 15.51-57.

51 - Eis aqui vos digo um mistério: Na verdade, nem todos dormiremos, mas todos seremos transformados,
52 - num momento, num abrir e fechar de olhos, ante a última trombeta; porque a trombeta soará, e os mortos ressuscitarão incorruptíveis, e nós seremos transformados.
53 - Porque convém que isto que é corruptível se revista da incorruptibilidade e que isto que é mortal se revista da imortalidade.
54 - E, quando isto que é corruptível se revestir da incorruptibilidade, e isto que é mortal se revestir da imortalidade, então, cumprir-se-á a palavra que está escrita: Tragada foi a morte na vitória.
55 - Onde está, ó morte, o teu aguilhão? Onde está, ó inferno, a tua vitória?
56 - Ora, o aguilhão da morte é o pecado, e a força do pecado é a lei.
57 - Mas graças a Deus, que nos dá a vitória por nosso Senhor Jesus Cristo.

INTERAÇÃO

A morte é um fenômeno que se abate sobre a pessoa de qualquer sexo, classe social ou idade. A morte vem! Você já pensou nisso hoje? Não queremos usar de terror psicológico ao abordar esse tema, mas é importante, num mundo materialista onde vivemos, ao menos uma vez, darmo-nos conta de que a qualquer momento teremos de enfrentar esse inevitável fenômeno. Pode ser hoje, amanhã ou daqui alguns anos. Não importa; a “dama enigmática” nos cercará e, fisicamente, nos consumirá. Então, onde estará a nossa esperança? Como nos comportaremos frente à iminência dessa suprema realidade? Eis alguns dos questionamentos acerca desse tema.

OBJETIVOS

Após esta aula, o aluno deverá estar apto a:
Conceituar técnica e biblicamente o evento da morte.
Explicar a morte no Antigo e Novo Testamento.
Saber que a morte, apesar dos pesares, é o início da vida eterna.

ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA

Prezado professor, a morte de um ente querido significa a interrupção abrupta de uma íntima relação humana. Esse fato traz o sentimento de vazio, saudade e solidão na alma. É possível que isso esteja acontecendo com alguns dos seus alunos. Por isso, com amor e cuidado, conclua a lição desenvolvendo a seguinte atividade reflexiva:
1. Selecione cinco alunos;
2. Peça a eles que relatem suas experiências de perda de ente querido (pode ser dentro ou fora da família);
3. Em seguida, leia 1 Tessalonicenses 4.13,14,18. Encerre a aula dizendo que o Espírito Santo é aquEle que consola os corações. Ore com eles!

COMENTÁRIO

introdução

Palavra Chave
Morte: Interrupção definitiva da vida terrena.

Numa sociedade materialista, evita-se falar sobre assuntos negativos. No entanto, a morte é um fenômeno real que se abate sobre os seres humanos de todas as idades, classes sociais e religiões. Afinal de contas, quem pensa em morrer? Há alguma virtude na morte? Nos dias atuais, o desespero vem tomando conta das pessoas, até mesmo das que professam a fé cristã. É uma pena que alguns púlpitos não estejam preocupados em preparar as suas ovelhas, através das Sagradas Escrituras, para enfrentar essa realidade que pode chegar a qualquer família, sem avisá-la ou pedir-lhe licença. Por isso, nessa lição, demonstraremos que Deus se preocupa com a fragilidade e vicissitude humanas, principalmente quando se trata de um tema tão laborioso e delicado.

I. O QUE É A MORTE

1. Conceito. Não é tarefa fácil definir a morte. Como fenômeno natural, ela é discutida na ciência, na religião e faz parte de debates cotidianos, pois atinge a todos (Sl 89.48; Ec 8.8). Anteriormente definida como parada cardíaca e respiratória, o consenso médico atual a define como cessamento clínico, cerebral ou cardíaco irreversível do corpo humano. No entanto, a definição mais popular do fenômeno é a “interrupção da atividade elétrica no cérebro como um todo”. A constatação de que a pessoa entrou em óbito é o ponto de partida para a permissão, ou não, pela família, de doar órgãos.
2. O que as Escrituras dizem? “O salário do pecado é a morte” (Rm 6.23). Deus não criou o homem e a mulher para morrer. O Senhor não planejou tal realidade para o ser humano. Mas, conforme descrito em Romanos 6.23, a morte é consequência da queda (Gn 3.1-24). O pecado roubou, em parte, a vida eterna da humanidade. Assim, a Bíblia demonstra que a morte é a consequência inevitável do pecado, e realça esse fato como a separação entre “alma” e “corpo” (Gn 35.18).
3. É a separação da alma do corpo. A base bíblica para esse entendimento está em Gênesis 35.18, quando da morte de Raquel: “E aconteceu que, saindo-se lhe a alma (porque morreu)”. Tiago, o irmão do Senhor, corrobora esse pensamento quando ensina: “Porque, assim como o corpo sem o espírito [alma] está morto, assim também a fé sem obras é morta” (2.26). Teologicamente e, segundo as Escrituras, podemos afirmar que a separação da “alma” do “corpo” estabelece o fenômeno natural e também espiritual que denominamos morte. Mas, o que acontece com a alma após a separação do corpo? Há vida após a morte? São indagações que podemos fazer.



SINOPSE DO TÓPICO (I)

Tecnicamente a morte é o cessamento clínico, cerebral e cardíaco irreversível do organismo. Biblicamente, porém, é a separação entre o corpo e a alma.



II. A VIDA APÓS A MORTE

1. O que diz o Antigo Testamento. “Morrendo o homem, porventura, tornará a viver?” (Jó 14.14a). Essa é uma pergunta de interesse perene para todos os seres humanos. Indagações como: “Há vida após a morte?”, “Existe consciência noutra vida?” são questões existenciais não muito resolvidas até mesmo para alguns teólogos. Entretanto, as Escrituras têm as respostas a essas perguntas.
a) Sheol. Em Salmos 16.10 e 49.14,15, o termo hebraico é “sheol”. Essa palavra aparece ao longo de todo o Antigo Testamento. É traduzido por “inferno” e “sepultura”. Tais expressões denotam a ideia de imortalidade da alma e a esperança de se estar diante de Deus após a experiência da morte. Tal expectativa representa o âmago das expressões do salmista.
b) A esperança da ressurreição. O patriarca Jó, após muito padecer, expressou-se confiantemente: “E depois que o meu corpo estiver destruído e sem carne, verei a Deus” (19.26 cf. vv.23-25,27). O salmista expressou-se a esse respeito da seguinte forma: “Quanto a mim, feita a justiça, verei a tua face; quando despertar, ficarei satisfeito ao ver a tua semelhança” (17.15 cf. 16.9-11). Os profetas Isaías e Daniel expõem a esperança da ressurreição como um encontro irreversível com Deus (Is 26.19; Dn 12.2). Esses textos realçam a doutrina da esperança na ressurreição do corpo em glória e denotam, inclusive, a alegria do crente em se encontrar com o seu Deus após a morte. Logo, podemos afirmar categoricamente que o Antigo Testamento, respalda, inclusive com riqueza de detalhes, que há vida e consciência após a morte.
2. O que diz o Novo Testamento. A base bíblica neotestamentária da existência de vida consciente após a morte e a imortalidade da alma está fundamentada exatamente na pessoa de Jesus de Nazaré. Ele foi quem trouxe luz, vida e imortalidade ao homem que crê. As evidências são abundantes (Mt 10.28, Lc 23.43, Jo 11.25,26; 14.3; 2 Co 5.1). Essas porções bíblicas ensinam claramente a sobrevivência da alma humana fora do corpo, seja a do crente ou a do não crente, após a morte. Não obstante, a redenção do corpo e a alegre comunhão eterna com Deus são resultados da plena e bem-aventurada ressurreição e transformação do corpo corruptível em incorruptível (1 Co 15.1-58; 1 Ts 4.16; Fp 3.21).
Definitivamente, e segundo as Escrituras, o dom da vida para os cristãos não é uma existência finita, mas uma linda história de comunhão com o Deus eterno. Foi Ele quem implantou em nós, através de Cristo Jesus, nosso Senhor, a sua graça salvadora enquanto estivermos em nossa peregrinação terrena.



SINOPSE DO TÓPICO (II)

As Escrituras denotam o dom da vida como uma existência infinita e, após o evento da morte, o início de uma história eterna de comunhão com Deus.



III. MORTE, O INÍCIO DA VIDA ETERNA

1. Esperança, apesar do luto. É natural que a experiência da separação de um ente querido traga dor, angústia, tristeza e saudade. O luto chega de forma inesperada na vida de qualquer pessoa. Mas a promessa do Mestre de Nazaré ainda sobrepõe-se a qualquer vicissitude existencial: “[...] quem crê em mim, ainda que esteja morto, viverá” (Jo 11.25).
2. A morte de Cristo e a certeza da vida eterna. O Pai entregou seu Filho em favor da humanidade, e assim o fez simplesmente por amor (Jo 3.16). Esse ato amoroso proporcionou a possibilidade de escaparmos do juízo divino pelo sangue precioso derramado por Cristo Jesus. Isso leva-nos a refletir que sem a morte de Jesus não haveria ressurreição. Logo, não haveria pregação do Evangelho nem salvação. O apóstolo Paulo tinha a convicção de que a Cruz de Cristo é o âmago do Evangelho (1 Co 1.17), do novo nascimento e da vida eterna. Hoje só amamos o Senhor porque Ele nos amou primeiro (1 Jo 4.19). Por isso, pela sua morte, e morte de cruz temos, nEle, a vida eterna.
3. A morte: o desfrutar da vida eterna. O fenômeno da morte é para o crente a prova da fé vigorosa revelada em sua vida terrena. Essa fé manifesta-se numa consciência de vitória apesar de a morte mostrar-se como uma aparente derrota. O apóstolo Pedro lembra dessa fé quando exorta-nos: “[...] alegrai-vos no fato de serdes participantes das aflições de Cristo, para que também na revelação da sua glória vos regozijeis e alegreis” (1 Pe 4.13).
Para o crente a morte não é o fim, mas o início de uma extraordinária e plena vida com Cristo. É a certeza de que o seu “aguilhão” foi retirado de uma vez por todas, selando o passaporte oficial para a vida eterna em Jesus (1 Co 15.55; Os 13.14). Um dia nosso corpo será plenamente arrebatado do poder da morte (Rm 8.11; 1 Ts 4.16,17)!



SINOPSE DO TÓPICO (III)

Apesar da dor e do luto, para o cristão, a morte é o início do desfrutar da vida eterna.



CONCLUSÃO

Precisamos ter consciência de que a nossa vida é semelhante à flor da erva. Ela se esvai rapidamente. Todavia, tenhamos em mente que o “viver é Cristo e o morrer é lucro”. Portanto, não se prenda às questões passageiras e efêmeras. Na peregrinação existencial, preencha sua mente com o Evangelho. Assim, ao final de sua vida poderá jubiloso, entoar o que o apóstolo Paulo declarou no final da sua carreira: “Combati o bom combate, acabei a carreira, guardei a fé. Desde agora, a coroa da justiça me está guardada, a qual o Senhor, justo juiz, me dará naquele Dia; e não somente a mim, mas também a todos os que amarem a sua vinda” (2 Tm 4.7,8). Em Cristo, tenha paz e esperança, porque Ele é a ressurreição e a vida.

VOCABULÁRIO

Enigmática: Misteriosa; indecifrável.
Efêmeras: Passageira, temporária, transitória.

BIBLIOGRAFIA SUGERIDA

RHODES, R. Por que coisas ruins acontecem se Deus é bom? 1.ed., RJ: CPAD, 2010.
GEISLER, N. Teologia Sistemática: Pecado, Salvação, A Igreja e As Últimas Coisas. 1.ed., Vol.2, RJ: CPAD, 2010.
SEAMANDS, S. Feridas que Curam: Levando Nossos Sofrimentos à Cruz. 1.ed., RJ: CPAD, 2006.

EXERCÍCIOS

1. Como o consenso médico atuai define a morte?
R. O consenso médico atual define a morte como cessamento clínico, cerebral ou cardíaco irreversível do corpo humano.

2. De acordo com Romanos 6.23 o que é a morte?
R. “O salário do pecado”.

3. Em quem está fundamentada a certeza da vida após a morte e da imortalidade da alma?
R. Na pessoa Jesus de Nazaré.

4. O que o apóstolo Paulo declarou no final de sua carreira?
R. “Combati o bom combate, acabei a carreira, guardei a fé. Desde agora, a coroa da justiça me está guardada, a qual o Senhor, justo juiz, me dará naquele Dia; e não somente a mim, mas também a todos os que amarem a sua vinda”(2 Tm 4.7,8).

5. Após o estudo desta lição, o que é a morte para você?
R. Resposta pessoal.

AUXÍLIO BIBLIOGRÁFICO

Subsídio Vida Cristã

“Enfrentando a Dor
Os braços de Jesus na Cruz — abertos e estendidos para alcançar a todos — oferecem uma alternativa para nossas rotas de escape e para nossos mecanismos de anulação da dor. Eles nos acenam para que abracemos o sofrimento, a fim de que não fujamos dele; para que aceitemos e suportemos ativamente a angústia, em vez de evitá-la. Jesus era ‘homem de dores, experimentado nos trabalhos’ (Is 53.3). Nós também devemos, para caminhar na vereda da cura, querer engajar a dor e o sofrimento em nossa vida.
[...] O mesmo é verdade na cura das feridas humanas: enfrentar a dor é o caminho da cura. Em vez de recuar, devemos arremeter em direção à dor e, depois, através dela. Será que estamos desejosos de fazer isso em relação as nossas feridas? Embarcar em uma jornada em direção aos nossos locais obscuros? Abraçar nossas dores? Engajar o sofrimento em nossa vida?
[...] O que envolve abraçar a dor? O que isso pode acarretar em nossa vida? Depende muito da natureza e da profundidade da dor” (SEAMANDS, S. Feridas que Curam: Levando Nossos Sofrimentos à Cruz. 1.ed., RJ: CPAD, 2006, pp.122-24).

Fonte: CPAD/Est. da Bíblia

Divulgação: www.jorgenilson.com

10 de jul. de 2012

Grande Congresso de Missões em Filadélfia/BA





Grande Congresso de Missões em Filadélfia/BA

De 03 a 09 de setembro de 2012

Foto: Vem aí
Grande Congresso de Missões em Filadelfia/BA
de 03 a 09 de setembro de 2012
Louvor: Toinho Aripibu, Ministério Eternos Louvores e Gileard Araujo
Pregação: Pr. Otavio Rendeiro, Pr. Wolmar Alcantara, Pr. Ivan de Morais, Pr. Valdelio Dantas e Missionaria Gildete Rios.

                       Louvor: Toinho Aripibu

Ministério Eternos Louvores Foto: Vem aí
Grande Congresso de Missões em Filadelfia/BA
de 03 a 09 de setembro de 2012
Louvor: Toinho Aripibu, Ministério Eternos Louvores e Gileard Araujo
Pregação: Pr. Otavio Rendeiro, Pr. Wolmar Alcantara, Pr. Ivan de Morais, Pr. Valdelio Dantas e Missionaria Gildete Rios.

                                                          

Foto do perfil
                                                                      Gileard Araújo

Pregação: Pr. Otávio Rendeiro, Foto: Vem aí
Grande Congresso de Missões em Filadelfia/BA
de 03 a 09 de setembro de 2012
Louvor: Toinho Aripibu, Ministério Eternos Louvores e Gileard Araujo
Pregação: Pr. Otavio Rendeiro, Pr. Wolmar Alcantara, Pr. Ivan de Morais, Pr. Valdelio Dantas e Missionaria Gildete Rios.


Pr. Wolmar Alcântara, Foto: Vem aí
Grande Congresso de Missões em Filadelfia/BA
de 03 a 09 de setembro de 2012
Louvor: Toinho Aripibu, Ministério Eternos Louvores e Gileard Araujo
Pregação: Pr. Otavio Rendeiro, Pr. Wolmar Alcantara, Pr. Ivan de Morais, Pr. Valdelio Dantas e Missionaria Gildete Rios.

Álvaro Reis Filho
Pr. Álvaro Reis Filho

 Pr. Ivan de Morais,  e Missionária Gildete Rios.

Aguardem maiores informações.

Divulgação:www.jorgenilson.com

8 de jul. de 2012

“Kit gay” disfarçado entra nas escolas


“Kit gay” disfarçado entra nas escolas

Pedagogo denuncia distribuição de livros que estimulam o homossexualismo em instituições públicas e privadas. Frente Parlamentar Evangélica estuda ações e pedirá explicações a ministro

Adaptado por Julio Severo

Uma espécie de “kit gay” é a mais nova ameaça à família brasileira. O pedagogo e diretor de escola em São Paulo (SP), Felipe Nery, denunciou nesta terça em Brasília, durante reunião da Frente Parlamentar Evangélica no Congresso Nacional, a distribuição em escolas do país de livros didáticos e paradidáticos que defendem a homossexualidade, bissexualidade e transsexualidade. Os livros são recomendados pelo MEC e trazem figuras e imagens de homossexuais que confrontam o conceito tradicional e natural da família, da forma criada por Deus.

Essa exposição da homossexualidade como um comportamento positivo diante de crianças e adolescentes, que são uma audiência cativa e com mente em formação, pode alterar a mentalidade dos alunos pelo resto da vida, forçando neles a visão de ideólogos que ocupam posição de autoridade no governo e nos meios editoriais.
Para quem não lembra, “kit gay” foi o apelido que ganhou o material “didático” que seria distribuído pelo governo nas escolas com forte conteúdo homossexual em que crianças e adolescentes seriam mostrados “assumindo” sua homossexualidade perante colegas e professores. Após pressão da bancada evangélica e católica na época do lançamento, a presidente Dilma determinou a suspensão da distribuição do material.
Nery, que é membro do Instituto de Ensino Superior de São Paulo, mostrou três exemplos do novo “kit gay”. Os livros “Porta Aberta” da autora Mirna Lima editado pela FTD, voltado para alunos de seis anos; “Aprendendo a Viver, Sexualidade”, das autoras Patricia Mata e Lydia R, editados pela Ciranda Cultural para alunos de 10 e 11 anos e o livro “Menino brinca de boneca?”, de Marcos Ribeiro e editado pela Moderna voltado para qualquer idade.
No primeiro livro, há um jogo da memória com figuras de casais homossexuais com “filhos”. No segundo, são expostas imagens de duplas homossexuais e são exibidas figuras que mostram como colocar um preservativo no pênis. Já o livro “Menino brinca de boneca?” tem o prefácio da senadora Marta Suplicy (PT-SP), militante da causa do aborto e do supremacismo gay.
“Nos livros podemos ver que são apresentadas figuras, dentre as quais há uma família dita normal mas onde também colocam dois homens e uma criança, duas mulheres e uma criança, criança sem o pai, os avós cuidando, filhos adotivos, etc. Isso não deveria nem constar nos livros para crianças de seis anos de idade que estão trabalhando a história desta forma. O “kit gay, de uma outra maneira, entrou nas escolas brasileiras”, alertou o pedagogo.
Para Felipe Nery,  esses materiais estão em qualquer escola. “O problema é que nós, pais, muitas vezes não vemos isso aqui. O diretor de colégio não vê isso aqui, ele confia no professor. Para o diretor é muito difícil ver todos os livros porque são pilhas e pilhas no final do ano para analisar. O professor é que vai ver o material. Muitas vezes o colégio ganha os livros que vão para a biblioteca e quem vai ver será o aluno. São centenas de editoras que trazem o mesmo tipo de material que é a ideologia implementada pelos ativistas homossexuais”, disse.
Deputados da Frente Parlamentar Evangélica (FPE) decidiram criar uma comissão para analisar o material apresentado pelo diretor e oferecer ações para removê-los das escolas e impedir a sua distribuição. Para o deputado Filipe Pereira (PSC/RJ), a FPE deve confrontar o ministro da Educação, Aloízio Mercadante, para que ele explique a distribuição desta material. “Como ação política, antes mesmo de qualquer outra de natureza jurídica, defendo ir ao ministro e cobrar dele as explicações devidas”, afirmou.
Os parlamentares também estudam entrar com uma representação contra o MEC e as editoras no Ministério Público Federal a fim de que o “kit gay” disfarçado seja retirado das escolas públicas e particulares.
No ano passado, a FPE adotou várias ações contra o kit gay. A população também reagiu. A pressão foi enorme.
Contudo, apesar dos recuos estratégicos, o governo está sempre avançando no kit gay, de uma forma ou de outra, abertamente ou não.
Usam, pelos impostos, nosso próprio dinheiro para poluir e emporcalhar a mente das crianças nas escolas.
Enquanto Xuxa, a turma do ECA e conselhos tutelares trabalham febrilmente para confiscar dos pais o direito de disciplinar os filhos, os ativistas socialistas que estão no governo, editoras e mídia estão determinados a enfiar goela abaixo das crianças sua doutrinação, sua lavagem cerebral, a favor do supremacismo gay, custe o que custa.

O custo, é claro, é os nossos filhos.

Adaptado do artigo “Kit gay disfarçado entra nas escolas com aval do governo”

Divulgação: www.jorgenilson.com

2 de jul. de 2012

Lição 2: A enfermidade na vida do crente Data: 8 de Julho de 2012


Lições Bíblicas CPAD Jovens e Adultos


Lição 2: A enfermidade na vida do crente
Data: 8 de Julho de 2012


3º Trimestre de 2012

Título: Vencendo as aflições da vida — Muitas são as aflições do justo, mas o Senhor o livra de todas
Comentarista: Eliezer de Lira e Silva





TEXTO ÁUREO

“O Senhor o assiste no leito da enfermidade; na doença, tu lhe afofas a cama” (Sl 41.3 - ARA).

VERDADE PRÁTICA

Deus nem sempre cura as nossas enfermidades, mas concede-nos forças para que, mesmo no leito de dor, continuemos a glorificar o seu nome.

HINOS SUGERIDOS

7, 33, 510.

LEITURA DIÁRIA

Segunda - Êx 15.26
Deus cura as nossas enfermidades



Terça - Sl 91.1,2
Deus, refúgio e fortaleza em meio à dor



Quarta - Jó 19.25
Esperança e fé em meio às enfermidades



Quinta - Sl 125.1
Confiança inabalável



Sexta - Is 38.2,3
Dor e choro na enfermidade incurável



Sábado - Is 38.5
Deus responde o clamor pela cura

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE

Isaías 38.1-8.

1 - Naqueles dias, Ezequias adoeceu de uma enfermidade mortal; e veio a ele Isaías, filho de Amoz, o profeta, e lhe disse: Assim diz o Senhor: Põe em ordem a tua casa, porque morrerás e não viverás.
2 - Então, virou Ezequias o rosto para a parede e orou ao Senhor.
3 - E disse: Ah! Senhor, lembra-te, peço-te, de que andei diante de ti em verdade e com coração perfeito e fiz o que era reto aos teus olhos. E chorou Ezequias muitíssimo.
4 - Então, veio a palavra do Senhor a Isaías, dizendo:
5 - Vai e dize a Ezequias: Assim diz o Senhor, o Deus de Davi, teu pai: Ouvi a tua oração e vi as tuas lágrimas; eis que acrescentarei aos teus dias quinze anos.
6 - E livrar-te-ei das mãos do rei da Assíria, a ti, e a esta cidade; eu defenderei esta cidade.
7 - E isto te será da parte do Senhor como sinal de que o Senhor cumprirá esta palavra que falou:
8 - eis que farei que a sombra dos graus, que passou como sol pelos graus do relógio de Acaz, volte dez graus atrás. Assim, recuou o sol dez graus pelos graus que já tinha andado.

INTERAÇÃO

Quem não gostaria de desfrutar de uma vida saudável e livre de enfermidades? Sabemos que enquanto vivermos em um corpo corruptível, por mais que venhamos cuidar da nossa saúde e bem-estar, estaremos sujeito as doenças e as intempéries desta vida. Somente estaremos livres, para todo o sempre, o dia em que recebermos um corpo glorificado, não mais sujeito a morte (1 Co 15.52). Essa é a nossa viva esperança!

OBJETIVOS

Após esta aula, o aluno deverá estar apto a:
Explicar a origem das enfermidades.
Discutir a respeito das principais doenças da vida moderna.
Conscientizar-se do que devemos fazer diante da dor e do sofrimento.

ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA

Professor, para a introdução da aula divida a turma em grupos. Peça que os componentes encontrem as referências bíblicas onde os enfermos foram curados. Estabeleça um tempo para os grupos (aprox. 5 min.). Observe o grupo que conseguiu listar mais passagens bíblicas e peça que leia apenas um texto. Enfatize o fato de que na Bíblia encontramos várias referências de cura divina. Em seguida faça o seguinte questionamento: “Por que nem todas as pessoas são curadas?”. Ouça com atenção as respostas. Explique que Deus é imutável e poderoso para curar toda enfermidade, todavia, Ele é soberano e tem a hora certa para curar.
Conclua lendo o texto áureo. E afirme que Deus não é insensível ao sofrimento dos seus filhos. Ainda no leito de dor, podemos experimentar a bondade e o amor de Deus. O objetivo dessa dinâmica visa a participação ativa do aluno na aula.

COMENTÁRIO

introdução

Palavra Chave
Enfermidade: Doença, ou outra causa que produza fraqueza.

Nessa lição, veremos que pessoas santas e fiéis ao Senhor padeceram por causa de doenças e enfermidades, mas pela fé receberam forças para vencer o sofrimento. A Palavra de Deus garante-nos que um dia, nós os salvos em Jesus Cristo, seremos transformados, receberemos um novo corpo e nunca mais morreremos (1 Co 15.52). Todavia, enquanto estivermos nesse mundo, vivendo em um corpo corruptível, estaremos sujeitos a dores e enfermidades. Muitos cristãos, equivocadamente, acreditam que a enfermidade na vida do crente sempre é fruto de algum pecado oculto ou até mesmo obra do Diabo, mas raramente essas são as reais causas (Jo 11.4).

I. A ORIGEM DAS ENFERMIDADES

1. A queda e as enfermidades. Muitas pessoas insistem em afirmar que o crente fiel jamais pode ser acometido por enfermidades. Porém, a Bíblia menciona diversos casos de homens tementes a Deus que sofreram com as enfermidades. A pergunta então é inevitável: Qual é a origem das doenças, já que Deus não criou o homem para enfermar ou morrer? Antes da queda, Adão desfrutava de uma saúde perfeita e deveria viver eternamente em comunhão com o Criador. Mas ele pecou, desobedecendo a Deus. Como o “salário do pecado é a morte”, Adão enfermou no corpo, na alma e no espírito (Rm 6.23 cf. Gn 3.19). A enfermidade é consequência direta desse rompimento da relação entre Deus e a humanidade, e não deve ser confundida com a vontade do Todo-Poderoso. Todavia, isso não significa que toda vez que uma pessoa adoece é porque está em pecado.
Certa vez, diante de um homem cego, os discípulos de Jesus perguntaram-lhe: “Rabi, quem pecou, este ou seus pais, para que nascesse cego?” (Jo 9.2). Eles acreditavam que a cegueira daquele homem era resultado de alguma desobediência específica. Porém, Jesus lhes disse: “Nem ele pecou, nem seus pais; mas foi assim para que se manifestem nele as obras de Deus” (Jo 9.3). Pode parecer estranho aos nossos olhos, mas aquela enfermidade era para que o nome de Jesus fosse glorificado. Quem sabe você não está sendo acometido de alguma doença para que o nome do Senhor seja glorificado na sua vida?
2. Provados pelas enfermidades. Quem não quer desfrutar de uma boa saúde? Algumas enfermidades geram limitações que nos impedem até mesmo de realizarmos a obra do Senhor. Porém, o Pai Celeste permite algumas vezes que sejamos provados para que a nossa fé cresça mediante uma maior experiência e comunhão com Ele. O corpo pode estar debilitado pela doença, mas o espírito, como resultado da confiança em Deus, está forte. Na Bíblia, temos muitos exemplos de homens fiéis que foram acometidos por enfermidades: Ezequias (2 Rs 20.1-11), Jó (Jó 1.1-22), Timóteo (1 Tm 5.23). Nos momentos de dor e aflição, corra para os braços do Pai Celeste! Muitos pensam que chorar é sinal de fraqueza, mas não o é. Chore, e coloque diante do Senhor toda a sua dor e sofrimento (1 Pe 5.7). Deus é o dono da vida. A palavra final é sempre dEle!
3. Enfermidades de origem maligna. Existem enfermidades cuja origem é maligna? Sim, a Bíblia relata vários casos (Mc 9.17; Lc 13.10-17). Porém, o inimigo das nossas almas não pode tocar na vida e na saúde de ninguém sem a permissão de Deus (Jó 2.6). A enfermidade física não significa necessariamente que alguém esteja experimentando alguma forma de “possessão demoníaca” (1 Jo 5.18; 2 Ts 3.3).



SINOPSE DO TÓPICO (I)

Deus não criou o homem para enfermar ou morrer. A enfermidade é consequência direta do rompimento da relação entre Deus e a humanidade.



II. AS DOENÇAS DA VIDA MODERNA

1. Depressão. É comum as pessoas confundirem depressão com tristeza. Contudo, existe uma grande diferença. A depressão não é somente uma tristeza, embora o desalento, sem uma causa aparente, seja um dos seus muitos sintomas. A depressão é uma doença. Chegou a ser considerada por alguns especialistas como a doença do século. Vários são os fatores que podem causá-la: medicamentos, doenças físicas, período pós-parto, etc. Muitos ainda teimam em afirmar que o crente jamais fica deprimido, porém, basta ler a Bíblia para encontrar casos em que servos de Deus enfrentaram essa terrível enfermidade (1 Rs 19.4,9,10). Caso você também esteja passando por um período de depressão, não se constranja. Ore ao Senhor e não deixe de procurar ajuda médica (Mt 9.12).
2. Síndrome do pânico. A síndrome é basicamente um conjunto de sinais e sintomas que pode ser produzido por mais de uma causa. Quem padece da síndrome do pânico — um pavor repentino e incontrolável — apresenta os seguintes sintomas: taquicardia, sudorese, aumento da pressão arterial e tontura. É preciso muita oração, apoio da família e da igreja, além de tratamento médico especializado. Recitar textos bíblicos que falam a respeito da segurança em Deus ajuda aqueles que estão enfrentando o problema (Sl 3.5). Deve, porém, ficar claro que a síndrome do pânico é uma doença, logo não significa falta de fé ou covardia.
3. As doenças psicossomáticas. As doenças psicossomáticas manifestam-se quando os desajustes do sistema emocional transformam-se em doenças físicas. Estando o sistema emocional abalado, possivelmente haverá reflexos no corpo. A pessoa emocionalmente fragilizada ou estressada pode vir a ter dor de estômago, insônia, fadiga, artrite e dores de cabeça. As causas de tais sintomas não se encontram em nosso físico, mas na mente. A fé em Jesus Cristo e na sua Palavra é um excelente remédio para ajudar-nos a manter a saúde física e mental. Orar e meditar na Palavra de Deus também é uma forma eficiente de cuidado com a saúde (Pv 4.20-22).



SINOPSE DO TÓPICO (II)

O crente fiel não está imune a depressão, síndrome do pânico ou as doenças chamadas psicossomáticas.



III. O QUE FAZER DIANTE DA DOR E SOFRIMENTO

1. Não culpar ou questionar a Deus. Muitos crentes ao enfrentar uma enfermidade culpam ao Senhor e, martirizando-se, questionam: “Por que Deus?”. Assim agiu o rei Ezequias, mas Deus acrescentou-lhe mais quinze anos (Is 38.5). Contudo, durante esse período de sobrevida, ele cometeu um de seus maiores erros (Is 39.1-8). Não podemos nos esquecer de que somos pó e que um dia ao pó haveremos de retornar (Gn 3.19). Diante da vontade do Todo-Poderoso, portemo-nos humildes e não autossuficientes.
2. Confiar em meio à dor. A dor e o sofrimento não devem afastar-nos da presença do Pai Celeste; ambos devem servir para que aprendamos a confiar ainda mais no Senhor. Até mesmo diante da morte, o crente verdadeiro pode temer, todavia, não se assombra e continua a confiar: “Ainda que eu ande pelo vale da sombra da morte, não temerei mal nenhum, porque tu estás comigo [...] (Sl 23.4 — ARA)”.
3. A espera de um milagre. Deus é imutável! Ele continua a operar milagres e maravilhas. Todavia, não podemos nos esquecer da sua soberania. Ele opera quando quer e a sua maneira de agir é única. Não desista, continue a confiar no poder do Altíssimo, pois sua esperança não será frustrada (Pv 23.18). O homem sem Deus desconhece o seu futuro, mas o crente tem a certeza da vida eterna e sabe que o Todo-Poderoso jamais nos deixará: “O Senhor conhece os dias dos retos, e a sua herança permanecerá para sempre” (Sl 37.18).



SINOPSE DO TÓPICO (III)

A dor e o sofrimento não devem nos afastar de Deus, mas devem servir para que aprendamos a confiar ainda mais no Senhor.



CONCLUSÃO

O crente não está imune as enfermidades. Mas a nossa vitória sobre as doenças está na confiança em Deus. Ele nos ama e jamais nos abandona em meio à dor e ao sofrimento. Se você tem sido assolado pelas enfermidades, não se desespere! Confie no Senhor e ouça a sua voz: “Não temas, pois, porque estou contigo” (Is 43.5).

BIBLIOGRAFIA SUGERIDA

JOHNSON, B. Como Receber a Cura Divina: A bênção dos que têm a Jesus como o médico da alma e do corpo. 2.ed., RJ: CPAD, 1995.
HORTON, S. Teologia Sistemática: Uma perspectiva pentecostal. 1.ed., RJ: CPAD, 1996.

EXERCÍCIOS

1. Segundo as Escrituras, qual é a origem das enfermidades?
R. A sua origem está na consequência direta do rompimento da relação entre Deus e a humanidade.

2. Há enfermidade de origem maligna? Por quê?
R. Sim, porque a Bíblia relata vários casos.

3. Quais são os fatores que podem causar a depressão?
R. Vários são os fatores: medicamentos, doenças físicas, baixa autoestima, período pós-parto, etc.

4. Quais são os sintomas da síndrome do pânico?
R. Taquicardia, sudorese, aumento da pressão arterial, tontura, etc.

5. Em quem está a nossa vitória sobre as doenças?
R. A nossa fé no Todo-Poderoso.

AUXÍLIO BIBLIOGRÁFICO

Subsídio Vida Cristã

“A descida até a depressão
Quando sentimentos de dor e raiva, de tristeza e sofrimento vêm à tona, eles podem nos empurrar para as trevas da depressão. Julie, de novo, descreve como isso aconteceu com ela:
Por anos senti uma profunda depressão. Obviamente, essa não era minha ideia de cura. Na época, senti-me como se andasse ‘para trás’, em vez de ‘para frente’. Não podia falar, exceto para orar. Em três meses, perdi 22,5 quilos. De maneira estranha, mesmo apesar de conhecer a esperança de Cristo, meu coração estava privado de esperança. A tristeza e o sofrimento continuavam brotando em mim, e a princípio, parecia que não havia fim para isso.
As pessoas que se encontram em trevas densas, com frequência, precisam ver um médico ou psiquiatra que podem prescrever antidepressivos. Em alguns casos, elas podem, até mesmo, precisar de hospitalização. Acima de tudo, elas precisarão de rede de apoio — membros da família e amigos, pequenos grupos da igreja, um pastor ou conselheiro — para guiá-las, encorajá-las e, mais que tudo, amá-las ao longo do negro túnel da dor” (SEAMANDS, S. Feridas que Curam: Levando Nossos Sofrimentos à Cruz. 1.ed., RJ: CPAD, 2006, p.132).

Fonte: CPAD/Est. da Bíblia
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Censo aponta que Assembleia de Deus é a denominação evangélica que mais cresce no Brasil

Censo aponta que Assembleia de Deus é a denominação evangélica que mais cresce no Brasil

 
 
Foto: Novo templo em Mirangaba 

Os números sobre a igreja evangélica brasileira tem sido um dos maiores destaques entre os dados do Censo, divulgado nesta sexta-feira (29) pelo IBGE. Além do grande crescimento do número de evangélicos no país, a pesquisa mostra que a Assembleia de Deus é a igreja que mais cresceu no Brasil entre 2000 e 2010, passando de 8,4 milhões de membros para 12,3 milhões, segundo a agência O Globo.

De acordo com o levantamento, entre os brasileiros que se declararam evangélicos em 2010, os de origem pentecostal (Assembleia de Deus, Igreja Universal do Reino de Deus, Nova Vida, entre outras) representavam 60% ou 10,4% da população. Enquanto os de missão (luteranos, presbiterianos, metodistas, batistas, adventistas, etc.) são 18,5% ou 4,1% dos brasileiros.

A Assembleia de Deus foi fundada em 1911 por missionários suecos que desembarcaram em Belém (PA) e os dados mostram que apesar de estar dividida em diversos ministérios, marca seus 101 anos como a maior denominação evangélica do país.

Cláudio Dutra Crespo, da Coordenação de População e Indicadores Sociais do IBGE, explicou que as igrejas pentecostais foram as que mais impulsionaram o crescimento do número de evangélicos no país, enquanto as igrejas de missão, também conhecidas como históricas, tiveram o crescimento estagnado no período.

- O crescimento dos evangélicos foi impulsionado, principalmente, pelas igrejas pentecostais. As de missão pararam de crescer – explica.

Fonte das Fotos: Google e meus álbuns digitais

Fonte: Gospel+

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Mundo estranho mundo

Eguinaldo Hélio de Souza

Estamos vivendo em uma era bastante estranha. Uma era na qual a religião é vista como um mal social e as preferências sexuais como direito inalienável. O que eu creio deve ficar guardado a sete chaves em um baú escondido embaixo da minha cama. E os desejos sexuais de muitos, não importam quais sejam, devem ser respeitados como sacrossantos, acima de qualquer julgamento. No caso de um choque entre conceitos religiosos e preferências sexuais, estas últimas têm todas as regalias e todas as primazias, sem levar em conta o desejo da maioria, a opinião de cidadãos responsáveis, as tradições, a história, a cultura e sequer a ciência. É um mundo estranho.

Recentemente um advogado reclamou do fato da Justiça paulistana estar negando converter a união estável de pessoas do mesmo sexo em casamento. Ele acredita que os juízes agem “por questões religiosas e pessoais” e esse tipo de discurso tem se tornado uma arma retórica poderosa nas mãos daqueles que querem fazer valer sua opinião. Alguém que tenha convicções religiosas é logo acusado de estar agindo conforme elas, seja isso verdade ou não. Aplaude-se o “orgulho gay” enquanto sutil e sistematicamente se tenta sufocar qualquer “orgulho cristão”.

Quando William Carey chegou à Índia havia um costume cruel e desumano chamado sati — as viúvas eram queimadas sobre o túmulo dos maridos. Na visão dos indianos tal prática era normal e muitas viúvas aceitavam sem reclamar. Todavia, “a visão religiosa” de Carey não conseguiu aceitar isso como certo e motivado por sua “visão religiosa” ele conseguiu que tal prática fosse abolida. As viúvas da Índia agradecem que alguém tenha agido por “questões religiosas”.

E o que falar dos sacrifícios humanos no México onde as vítimas tinham seus corações arrancados ainda vivos? E o que dizer dos infanticídios ao redor do mundo? E o que dizer do canibalismo entre diversos povos nativos, tão normal quanto comer um bife e que só terminaram porque milhões de missionários cristãos se opuseram devido aos seus conceitos “religiosos”? Ao contrário do que dizem os marxistas a escravidão, uma instituição milenar no mundo, terminou porque um grupo de cristãos, movidos pelos seus “conceitos religiosos” pressionou o Parlamento inglês. Caso desconheçam o fato procurem saber quem foi William Wilberforce.
Estamos vivendo num tempo onde o doce é chamado de amargo e o amargo é chamado de doce. Onde a luz é considerada escuridão e a escuridão luz. Onde o bem é mal e o mal é bem. Onde declarar-se gay é motivo de orgulho e declarar-se cristão é visto como vergonhoso. Literalmente, o número dos que acham bonito ser feio tem crescido assustadoramente.

O mais esquisito em tudo isso é que agora não se trata mais de um simples Ló, um temente a Deus ilhado em um mar de sodomitas e gomorritas que não aceitam seu estilo de vida e por isso ele se sente acuado. Agora é um punhado de sodomitas e gomorritas que acuam um imenso mar de ditos cristãos e estes são obrigados a negar diante do mundo suas convicções sob o risco de serem linchados. A maioria deve calar-se porque é cristã, então sua opinião não vale.
Sem dúvida alguma, as leis e os tempos estão sendo mudados. A “transmutação de todos os valores” como queria Nietzsche está em andamento. Uma nuvem escura se projeta no horizonte, muito mais escura do que aquela que um dia mergulhou a Alemanha em uma barbárie da qual até hoje se lamenta. Não é de admirar que o filósofo louquinho veja prevalecer seu vaticínio infernal sobre um mundo que rejeita o amor e a luz de Deus. Não é difícil imaginar porque “veio o dilúvio e levou a todos” (Lucas 17.27).

Mundo estranho mundo.
Fonte: www.juliosevero.com

Divulgação: www.jorgenilson.com

Xuxa está perdendo luta contra seu passado pornográfico


Xuxa está perdendo luta contra seu passado pornográfico

Julio Severo

Em outubro de 2010 a apresentadora Xuxa Meneghel entrou com processo contra o Google exigindo que o site de busca não mostrasse nenhum link de sites que a relacionassem com as palavras “pornografia” e “pedofilia”.
Mas o Superior Tribunal de Justiça deu vitória ao Google por entender que “os sites de busca não podem ser obrigados a limitar resultados, já que são apenas o meio de acesso ao conteúdo e não os responsáveis pela publicação”.
“Imagens e vídeos em que ela apareça nua ou encenando atos sexuais não poderão ser retirados dos resultados da pesquisa”, diz a Folha de S. Paulo. Esse acervo pornográfico de Xuxa, hoje amplamente acessível pela internet, tem sido uma pedra nas ambições da apresentadora, que quer uma imagem internacional de ídolo das crianças.
Há, obviamente, uma incompatibilidade e incoerência enorme entre ídolo pornográfico e ídolo infantil. Nem Xuxa consegue conciliar esses dois papéis. Por isso, hoje, ela luta para esconder seu passado, especialmente seu filme de pedofilia.
Xuxa em cena de sexo com menino de 12 anos no filme pedofílico “Amor Estranho Amor”

Quando se busca no Google, por exemplo, “Xuxa” e “pedofilia”, essas palavras levam ao filme “Amor Estranho Amor”, filmado em 1979, em que a apresentadora aparece tendo relações sexuais com um menino de 12 anos.
Quanto mais Xuxa luta para tentar apagar o filme pró-pedofilia, mais versões piratas se espalham pela internet.
No final de sua carreira, Xuxa vê sua fama ganhando força graças a um passado de erotismo, pornografia e pedofilia.
E ela está perdendo sua luta contra seu passado, que está fazendo mais sucesso do que nunca.
Em contraste, sua campanha “Não Bata, Eduque” não tem enfrentado igual resistência. Desde o governo Lula, de quem ela recebeu apoio, até a Rede Globo, que também apoia sua campanha, Xuxa tem sido a principal voz na luta governamental e midiática para criminalizar o direito dos pais disciplinarem fisicamente seus filhos.

                     Xuxa fazendo propaganda de seu filme de pedofilia

A mulher com passado imoral se julga com moral para impor sobre pais e mães suas convicções pessoais como se fossem melhores do que os valores que ela, o governo petista e a Globo têm. Para eles, não é só “Não Bata, Eduque”, mas também “Não Ame as Crianças, Aborte-as” ou “Não Proteja as Crianças, Eduque-as no Homossexualismo”. Esse é o amor que eles têm pelas crianças.
Varada, cintada ou palmada poderia resolver esses excessos imorais na infância dos que hoje dominam o Brasil através do governo e da mídia. Com esse recurso moral, eles poderiam ter se tornado muito melhores do que são hoje para o Brasil e suas crianças.

Uma infância com disciplina e limites poderia ter dado para Xuxa a integridade moral de evitar um passado sujo do qual ela não se envergonha, do qual ela nunca pediu perdão para as crianças do Brasil, mas faz tudo para apagar a fim de não prejudicar sua carreira.

Eu gostaria que todos os sites que têm fotos de nudez e pedofilia da Xuxa fossem fechados. Mas minha motivação é diferente. Não é proteger a carreira dela. É proteger as crianças, e do monstro que a pornografia alimenta em abusadores de mulheres, de esposas e de crianças.

Pornografia, seja da Xuxa ou não, é sujeira. Portanto, o que a Xuxa deveria fazer é abandonar sua campanha contra palmadas e lançar uma campanha contra a sujeira da pornografia, mostrando seus malefícios para todos, inclusive para moças oportunistas que posam nuas em troca de dinheiro e fama suja.
Assim, o público veria que a luta dela contra a pornografia não é para proteger sua carreira e fama, mas para proteger crianças e adolescentes do próprio passado podre que rendeu muito dinheiro a ela.

Fonte: www.juliosevero.com
Divulgação: www.jorgenilson.com

30 de jun. de 2012

Lição 1: No mundo tereis aflições Data: 1º de Julho de 2012

Lições Bíblicas CPAD Jovens e Adultos



3º Trimestre de 2012


Título: Vencendo as aflições da vida — Muitas são as aflições do justo, mas o Senhor o livra de todas
Comentarista: Eliezer de Lira e Silva


Lição 1: No mundo tereis aflições
Data: 1º de Julho de 2012

TEXTO ÁUREO


Tenho-vos dito isso, para que em mim tenhais paz; no mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo; eu venci o mundo(Jo 16.33).

VERDADE PRÁTICA


Mesmo sofrendo as consequências da queda, sabemos que Deus está no controle de todas as coisas.

HINOS SUGERIDOS


203, 228, 302.

LEITURA DIÁRIA


Segunda - Jo 16.33
No mundo teremos aflições


Terça - Rm 8.22
O sofrimento da criação


Quarta - Mt 9.32
Sofrimentos de ordem espiritual


Quinta - Gn 3.16-19; Rm 5.12
Sofrimentos de ordem pecaminosa


Sexta - Gn 6.1-12
A corrupção do gênero humano


Sábado - 1 Co 15.35-58
Esperamos a plena glorificação

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE


João 16.20,21,25-33.

20 - Na verdade, na verdade vos digo que vós chorastes e vos lamentareis, e o mundo se alegrará, e vós estareis tristes; mas a vossa tristeza se converterá em alegria.
21 - A mulher, quando está para dar à luz, sente tristeza, porque é chegada a sua hora; mas, depois de ter dado à luz a criança, já se não lembra da aflição, pelo prazer de haver nascido um homem no mundo.
25 - Disse-vos isso por parábolas; chega, porém, a hora em que vos não falarei mais por parábolas, mas abertamente vos falarei acerca do Pai.
26 - Naquele dia, pedireis em meu nome, e não vos digo que eu rogarei por vós ao Pai,
27 - pois o mesmo Pai vos ama, visto como vós me amastes e crestes que saí de Deus.
28 - Saí do Pai e vim ao mundo; outra vez, deixo o mundo e vou para o Pai.
29 - Disseram-lhe os seus discípulos: Eis que, agora, falas abertamente e não dizes parábola alguma.
30 - Agora, conhecemos que sabes tudo e não precisas de que alguém te interrogue. Por isso, cremos que saíste de Deus.
31 - Respondeu-lhes Jesus: Credes, agora?
32 - Eis que chega a hora, e já se aproxima, em que vós sereis dispersos, cada um para sua casa, e me deixareis só, mas não estou só, porque o Pai está comigo.
33 - Tenho-vos dito isso, para que em mim tenhais paz; no mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo; eu venci o mundo.

INTERAÇÃO


Prezado professor, pela graça de Deus iniciaremos mais um trimestre. Estudaremos o tema “Vencendo as aflições da vida”. Não são poucas as afirmações equivocadas de que “o crente não sofre neste mundo”. No entanto, veremos, na presente lição, exatamente o contrário do que se é postulado em alguns arraiais evangélicos. O comentarista desse trimestre é o pastor Eliezer de Lira e Silva, conferencista em Escolas Bíblicas e diretor do projeto missionário “Ide Ensinai”, em Moçambique, África. Aproveite a oportunidade para enfatizar que a vontade de Deus para nossas vidas é boa, perfeita e agradável.

OBJETIVOS


Após esta aula, o aluno deverá estar apto a:
  • Descrever as aflições do tempo presente.
  • Responder “por que o crente sofre?”.
  • Conscientizar-se de que podemos crescer e desfrutar da paz do Senhor no sofrimento.

ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA


No primeiro tópico da lição, o comentarista descreve alguns acontecimentos de ordem natural, econômica e física no mundo que habitamos. Nele relatam-se as crises afirmando que essas abatem-se sobre os ímpios, mas também se sobrepõem aos crentes fiéis a Jesus. Com o auxílio da estrutura abaixo (reproduza de acordo com as suas condições), peça para a turma preencher as respectivas colunas com reportagens de revistas, jornais e internet destacando as crises e tragédias de ordens expostas no diagrama sugerido. Conclua o tópico dizendo que esses acontecimentos se dão e/ou se deram tanto a ímpios quanto a cristãos.


COMENTÁRIO


introdução

Palavra Chave
Mundo: [gr. kosmos, ordem, beleza; do lat. mundus, puro] É a terra e o conjunto de todas as coisas criadas por Deus.

O crente em Jesus pode vir a sofrer? Se a resposta for não, então por que o sofrimento assalta-lhe a vida? Neste trimestre, estudaremos as “aflições do tempo presente”. Veremos que elas, conforme ensinou Jesus (Jo 16.33), são uma realidade inevitável até mesmo na vida do crente mais fiel. Mas da mesma forma como Ele padeceu, porém triunfou, nós também poderemos vencer todas as batalhas. E, assim, cresceremos integralmente na graça e no conhecimento de nosso Senhor Jesus Cristo.

I. AS AFLIÇÕES DO TEMPO PRESENTE

1. De ordem natural. Presenciamos uma desordem nunca antes vista na natureza. Apesar dos falsos alarmes, não podemos ignorar a devastação provocada pela ação irresponsável do homem. A Bíblia diz que a criação geme e está com “dores de parto” pelo que o ser humano tem-lhe feito (Rm 8.22). Quantas calamidades nos abatem por causa da degradação ambiental. São tragédias assombrosas que ceifam milhares de vidas. As poluições nos lagos, rios e mares, e as ocupações em áreas de riscos contribuem para a ocorrência de tragédias. Tais aflições também afetam os crentes fiéis.
2. De ordem econômica. Outra aflição que se abate sobre o mundo é a de ordem financeira. A crise econômica internacional empobrece países, nações e famílias. Quantos não deram cabo da própria vida porque, da noite para o dia, descobriram que perderam todos os bens? Em nosso país, milhões de pessoas sobrevivem com menos de um salário mínimo. A pobreza, a fome e a miséria continuam a flagelar vidas ao redor do mundo, inclusive as dos servos de Deus (Mc 12.41-44).
3. De ordem física. Segundo dados da Organização Mundial de Saúde, doenças como câncer, hepatite, hipertensão arterial, depressão e obesidade são consideradas as pragas do século XXI. Essa informação traz-nos algumas indagações: Será que o crente fiel não é vítima de câncer? Ou não desenvolve a depressão e não sofre de hipertensão arterial? Não precisamos de muito esforço para reconhecer que as enfermidades também atingem os salvos e são consequência da queda (Rm 6.23). Mesmo cientes de que as doenças acometem igualmente o servo de Deus, é impossível ignorar que há enfermidades de natureza espiritual e oriundas de práticas pecaminosas (Mt 9.32,33; Jo 5.14,15).


SINOPSE DO TÓPICO (I)

As aflições do tempo presente são representadas pelas crises de ordem natural, econômica e física. Malefícios que acometem igualmente o servo de Deus.


II. POR QUE O CRENTE SOFRE

1. A queda. O sofrimento é algo comum a todos os homens, sejam ímpios sejam justos. Uma razão para a existência do mal é a queda humana. Deus fez um mundo perfeito (Gn 1.31), mas a transgressão de Adão trouxe a tristeza, a dor e a morte (Gn 3.16-19; Rm 5.12). Por isso, todos estão igualmente sujeitos ao sofrimento (Rm 2.12; 8.22).
2. A degeneração humana. Com a queda no Éden, o homem sofreu um processo de degeneração moral, social e espiritual. Tal degradação, observada na vida de Caim (Gn 4.8-16), Lameque (Gn 4.23,24) e de toda aquela geração, levou Deus a destruir o mundo pelo dilúvio (Gn 6.1-7.24). O relato bíblico mostra claramente a corrupção humana e o aparecimento do ódio, da violência, das guerras e de todos os atos que contrariam a vontade divina. Não é exatamente essa a situação da sociedade atual? A humanidade acha-se em franca rebelião contra Deus (Rm 3.23).
3. O novo nascimento e o sofrimento. A experiência pessoal e genuína do novo nascimento gera no crente uma natureza oposta a da queda (1 Jo 5.1,19). Entretanto, apesar de ter nascido de novo, o crente em Jesus não deixa de experimentar o sofrimento, pois, como disse Agostinho de Hipona: “A permanência da concupiscência em nós é uma maneira de provarmos a Deus o nosso amor a Ele, lutando contra o pecado por amor ao Senhor; é, sobretudo, no rompimento radical com o pecado que damos a Deus a prova real do nosso amor”. Assim, experimentamos o sofrimento porque habitamos um corpo que ainda não foi transformado, mas que espera a sua plena glorificação (1 Co 15.35-58).


SINOPSE DO TÓPICO (II)

A Queda e a degeneração humana são as chaves para se compreender a realidade do sofrimento.


III. O CRESCIMENTO E A PAZ NAS AFLIÇÕES

1. A soberania divina na vida do crente. A soberania divina na existência do crente garante-lhe que os olhos de Deus sondem-lhe a vida por inteiro. Somos em suas mãos o que o vaso é nas mãos do oleiro (Jr 18.4). Por isso, você pode falar como o salmista: “Eu me alegrarei e regozijarei na tua benignidade, pois consideraste a minha aflição; conheceste a minha alma nas angústias” (Sl 31.7). Querido irmão, querida irmã, não se desespere! O Senhor, Criador dos céus e da terra, cuida inteiramente de você e dos seus, porque “a terra é do Senhor e toda a sua plenitude” (1 Co 10.26).
2. Tudo coopera para o bem. A vontade de Deus para as nossas vidas é boa, perfeita e agradável (Rm 12.2). O escritor aos Hebreus reconhece que o Senhor, muitas vezes, usa a provação para corrigir-nos e fazer brotar em nossa vida o “fruto pacífico de justiça” (Hb 12.3-11). No exercício desse processo, crescemos como pessoas e servos de Deus, aprendendo na faculdade das aflições da vida. Assim, podemos dizer inequivocamente que “todas as coisas contribuem juntamente para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados por seu decreto” (Rm 8.28).
3. Desfrutando a paz do Senhor. Olhar para o sofrimento e a aflição humana e, paradoxalmente, desfrutar da paz de Cristo, parece-nos loucura! Mas não o é quando entendemos que Deus age segundo o conselho da sua vontade, visando sempre o bem e o crescimento dos seus filhos. O deserto da vida não é percorrido sob a ilusão mágica da “sombra e água fresca”, mas com os pés firmes na realidade desértica do sol escaldante (Rm 5.1-5; Fp 4.7). Nesse interregno, porém, desfrutamos a bondade, a misericórdia e a proteção do Criador dos céus e da terra. Mesmo vivendo em um mundo de aflições, podemos experimentar a paz que excede todo o entendimento e cantar em alto e bom som o coro do hino 178 da Harpa Cristã: “Paz, paz/ gloriosa paz/ Paz, paz/ perfeita paz/ desde que Cristo minh'alma salvou/ tenho doce paz!”.


SINOPSE DO TÓPICO (III)

O crente em Jesus pode crescer na graça e desfrutar a paz de Deus em meio ao sofrimento. O Senhor é soberano e tudo coopera para o bem daqueles que O amam.


CONCLUSÃO

Neste mundo, estamos sujeitos às aflições e sofrimentos de qualquer espécie. A vida cristã envolve períodos difíceis e trabalhosos. No entanto, se a nossa expectativa estiver na soberania de Deus e no seu bem, desfrutaremos, mesmo que andemos em aflição, da mais perfeita e sublime paz de Cristo. Que ao longo desse trimestre, o Todo-Poderoso ilumine-lhe a mente e o coração para deleitar-se em sua eterna e maravilhosa graça. Amém!

VOCABULÁRIO


Interregno: Intervalo, interrupção momentânea; interlúdio.
Paradoxalmente: Pensamento, proposição ou argumento que contraria os princípios básicos e gerais que costumam orientar o pensamento humano.
Cataclísmica: Catastrófica, trágica, convulsão, revolução.

BIBLIOGRAFIA SUGERIDA


COLSON, C.; PEARCEY, N. E Agora Como Viveremos? 2.ed., RJ: CPAD, 2000.
RHODES, R. Por que coisas ruins acontecem se Deus é bom? 1.ed., RJ: CPAD, 2010.

EXERCÍCIOS


1. O que não podemos ignorar em relação à desordem da natureza?
R. A devastação provocada pela ação irresponsável do homem.

2. As enfermidades como câncer, hipertensão arterial, dentre outras, podem atingir o crente? Por quê?
R. Sim. As enfermidades também atingem os salvos e são consequência da queda.

3. Que tipo de processo o homem sofreu no Éden?
R. Um processo de degeneração moral, social e espiritual.

4. Apesar de nascido de novo, o crente deixa de experimentar o sofrimento?
R. Não. Apesar de ter nascido de novo, o crente em Jesus não deixa de experimentar o sofrimento.

5. Você pode, mesmo no sofrimento, desfrutar da paz do Senhor?
R. Mesmo vivendo em um mundo de aflições, podemos experimentar a paz que excede todo o entendimento.

AUXÍLIO BIBLIOGRÁFICO


Subsídio Apologético

“Sofrer faz algum sentido?
‘Um Deus que não aboliu o sofrimento — pior ainda, um Deus que aboliu o pecado precisamente pelo sofrimento — é um escândalo para a mente moderna’ (Peter Kreeft).
[...] É vital reconhecermos a historicidade da Queda. Se a Queda é meramente um símbolo, enquanto na realidade o pecado é intrínseco à natureza humana, então voltamos ao dilema de Einstein: que Deus criou o mal e está implicado em nossos erros. As Escrituras dão uma resposta genuína para o problema do mal somente porque insiste que Deus criou o mundo originalmente bom — e que o mal entrou num certo ponto da história. E quando isso aconteceu, causou uma mudança cataclísmica, distorcendo e desfigurando a Criação, resultando em morte e destruição. É por esse motivo que o mal é tão odioso, tão repulsivo, tão trágico. Nossa resposta é inteiramente apropriada, e a única razão por que Deus pode realmente nos confortar é que Ele está do nosso lado. Ele não criou o mal, e também, detesta a maneira com que isso desfigurou o trabalho de suas mãos” (COLSON, C.; PEARCEY, N. E Agora Como Viveremos? 2.ed., RJ: CPAD, 2000, p.258).

Fonte: CPAD/Est. da Bíblia

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27 de jun. de 2012

Venenos da Editora Abril


Venenos da Editora Abril


De fato, a Disney caminha à margem da humanidade. Por que será que o Tio Patinhas não tem esposa? Nem o Pato Donald? Nem o Mickey? Eles têm sobrinhos. Mas onde estão os pais dessas crianças ? A Lalá, a Lelé e a Lili são filhas de quem? E por que será que o Pateta nunca se casa com a Clarabela? E nem o Mickey com a Minnie? E a bondosa vovó Donalda casou com quem para ser avó? Por que ninguém tem esposa ou marido? Interessante, não?
 Nenhum valor dos personagens segue os valores da humanidade. O Patinhas é avarento, o Donald nervoso, o Pateta é atrapalhado, o Gastão sortudo, a Maga é feiticeira, o Gansolino preguiçoso, e assim por diante. Valores? Que valores? Pra piorar, a Disney retratou os brasileiros através de um personagem vadio, gozador, desempregado por opção e trambiqueiro: o Zé Carioca. Para a Disney, ele é protótipo do nosso povo.

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26 de jun. de 2012

O ESPÍRITO SANTO


O ESPÍRITO SANTO

I. PERSONALIDADE DO ESPÍRITO

A) Provada por Suas Características:
1) Ele é inteligente (1Co 2.10,11).
2) Ele tem emoções (Ef 4.30).
3) Ele tem vontade ( 1Co 12.11).

B) Provada por Sua Obras:
1) Ele ensina (Jo 14.26).
2) Ele guia (Rm 8.14).
3) Ele comissiona (At 13.4).
4) Ele dá ordens a homens ( At 8.29).
5) Ele age no homem (Gn 6.3).
6) Ele intercede (Rm 8.26). 7)
7) Ele fala (Jo 15.26; 2Pe 1.21).

C) Provada pelo que Lhe é Atribuído:
1) Ele pode ser obedecido (At 10.19-21).
2) Pode-se mentir a Ele (At 5.3).
3) Ele pode ser resistido (At 7.51).
4) Ele pode ser reverenciado (Sl 51.11).
5) Pode-se blasfemar contra Ele (Mt 12.31).
6) Ele pode ser entristecido (Ef 4.30).
7) Ele pode ser ultrajado (Hb 10.29).

D) Provado por Uma Gramática Incomum:
A despeito do fato de a palavra grega para Espírito ser neutra em gênero, várias vezes se empregam pronomes masculinos para substituir o substantivo neutro, o que contraria todas as regras normais de gramática, mas indica a personalidade do Espírito (Jo 16.13,14; 15.26; 16.7,8)

II. A DIVINDADE DO ESPÍRITO

A) Provada pelos Seus Nomes:
1) Nomes que relacionam o Espírito em pé de igualdade às demais Pessoas da Trindade (1Co 6.11).
2) Nomes que O apresentam realizando obras que somente Deus pode fazer (Rm 8.15; Jo 14.16)

B) Provada por Suas Características:
O Espírito possui atributos divinos:
1) Onisciência   (1Co 2.10,11).
2) Onipresença (Sl 139.7).
3) Onipotência (Gn 1.2).
4) Verdade (1Jo 5.6).      
5) Santidade (Lc 11.13).
6) Vida (Rm 8.2).
7) Sabedoria (Is 40.13).

C) Provada por Suas Obras:
Ao Espírito são atribuídas obras que somente Deus pode realizar.
1) Criação (Gn 1.2).
2) Inspiração (2Pe 1.21).
3) Gerar a Cristo em Sua encarnação (Lc 1.35).  
4) Convencer o homem (Jo 16.8).
5) Regenerar o homem (Jo 3.5,6).
6) Consolar  (Jo 14.16).    
7) Interceder (Rm 8.26,27).
8) Santificar (2Ts 2.13).

D) Provada por Sua Associação em pé de igualdade:
Com as demais Pessoas da Trindade (At 5.3,4; Mt 28.19; 2Co 13.13)

III. A PROCESSÃO (procedência)  DO ESPÍRITO

A) Definição:
Processão é uma palavra que tenta descrever o eterno relacionamento entre o Espírito e as outras duas Pessoas da Trindade. Ele procedeu eternamente do Pai e do Filho sem que isso dividisse ou alterasse, de algum modo, a natureza de Deus.

B) História:
Este conceito foi formulado no Credo de Constantinopla em 381. Em 589, o sínodo de Toledo acrescentou a famosa cláusula latina “filioque”, que afirmava que o Espírito procedia do Pai e do Filho.

C) Escrituras:
João 15.26 afirma expressamente que o Espírito procede do Pai, ao passo que a idéia de Sua processão do Filho vem de versículos como Gálatas 4.6, Rm 8.9 e Jo 16.7.

IV. TIPOS E ILUSTRAÇÕES DO ESPÍRITO

Vestimenta ( Lc 24.49)
Pomba (Mt 3.16; Mc 1.10; Lc 3.22; Jo 1.32)
Penhor (2Co 1.22; 5.5; Ef 1.14)
Fogo (At 2.3)
Óleo (Lc 4.18; At 10.38; 2Co 1.21; 1Jo 2.20)
Selo (2Co 1.22; Ef 1.13; 4.30)
Servo ( Gn 24)
Água (Jo 4.14; 7.38,39)
Vento (Jo 3.8; At 2.1,2)

V. OBRA DO ESPÍRITO NO ANTIGO TESTAMENTO

A) Na Criação:
O Espírito deu à criação:
1) Vida (Sl 104.30; Jó 33.4).
2) Ordem (Is 40.12; Jó 26.13).
3) Beleza ( Sl 33.6; Jó 26.13).
4) Preservação (Sl 104.30).

B) No Homem:
1) Habitação Seletiva:
a) O Espírito estava em certas pessoas na época do AT (Gn 41.38; Nm 27.18; Dn 4.8; 5.11-14; 6.3)
b) O Espírito vinha sobre várias pessoas   (Jz 3.10; 6.34; 11.29; 13.25; 1Sm 10.9,10; 16.13) c) O Espírito enchia alguns (Ex 31.3; 35.31). Assim, Seu relacionamento pessoal com os homens no AT era limitado, pois nem todos experimentavam Sua ação e esta não era necessariamente permanente em todos os casos    (Sl 51.11)
2) Capacitação para serviço (especialmente na construção do Tabernáculo, Ex 31.3, mas também em outras circunstâncias, Jz 14.6).
3) Restrição geral ao pecado     (Gn 6.3).

VI. A OBRA DO ESPÍRITO NA REVELAÇÃO E INSPIRAÇÃO

A) Definições:
1) Revelação significa o desvendamento de algo que era previamente encoberto ou desconhecido. A revelação diz respeito ao material (i.e., o que).
2) Inspiração é o processo divino de supervisão dos autores humanos da Bíblia, de modo que, usando suas próprias personalidades e estilos, compuseram e registraram sem erro as palavras de Deus pra Sua revelação ao homem nos manuscritos originais (os autógrafos). A inspiração diz respeito ao modo (i.e., o como).

B) O Autor da Revelação É o Espírito Santo:
A passagem mais específica é 2 Pedro 1.21  (cf. 2Sm 23.2; Ez 2.2; Mq 3.8; Mt 22.43; At 1.16; 4.25)

C) Os Meios da Revelação:
O Espírito usou:
1) A palavra falada (Ex 19.9).
2) Sonhos (Gn 20; 31).
3) Visões (Is 6.1).
4) A Palavra escrita (Jo 14.26; 1Co 2.13).
5) Cristo

D) O Autor da Inspiração É o Espírito Santo:
1) Do Antigo Testamento (2Sm 23.2,3; 2Tm 3.16; Mc 12.36;  At 1.16; 28.25; Hb 3.7; 10.15,16).
2) Do Novo Testamento.
A) A inspiração do Novo Testamento foi pré-autenticada por Cristo (Jo 14.26).
B) Ela é afirmada pelos autores do Novo Testamento (1Co 14.37; Gl 1.7,8; 1Ts 4.2,15;  2Ts 3.6,12,14).
C) Ela é atestada mutuamente pelos apóstolos (1Tm 5.18; 2Pe 3.16).

VII. A OBRA DO ESPÍRITO NA VIDA DE CRISTO

A) Em Seu Nascimento Virginal:
O Espírito Santo realizou a concepção no útero de Maria   (Lc 1.35).

B) Em Sua Vida:
1) Cristo foi ungido pelo Espírito (Lc 4.18; At 10.38). Essa unção ocorreu em Seu batismo, mas não é idêntica ao batismo (Jo 1.32). Essa unção significa capacitação para o serviço.
2) Cristo foi cheio do Espírito (Lc 4.1).
3) Cristo foi selado com o Espírito (Jo 6.27)  
4) Cristo foi guiado pelo Espírito (Lc 4.1).
5) Cristo foi capacitado pelo Espírito     (Mt 12.28).

C) Em Sua Morte:
(Cf. Hb 9.14; alguns citam também Rm 1.4)

D) Em Sua Ressurreição:
(1Pe 3.18, possivelmente.)

VIII. A OBRA DO ESPÍRITO NA SALVAÇÃO

A) Convencimento: (Jo 16.8-11)
1) Definição: Convencer (Jo 16.8) significa esclarecer a verdade do evangelho perante a pessoa não salva, de modo que seja reconhecida como verdade, quer a pessoa receba ou não a cristo como seu Salvador.
2) Detalhes:
a) Do pecado. O estado pecaminoso do homem se deve à sua incredulidade.
B) Da Justiça. O homem é convencido da justiça de Cristo porque Ele ressurgiu e ascendeu à direita do Pai.
C) Do juízo. O Espírito convence sobre o juízo vindouro porque satanás (o maior inimigo) já foi julgado.

B) Regeneração: (Tt 3.5)
1) Definição: O ato divino de geração espiritual, pelo qual Ele comunica vida eterna e nova natureza.
2) Meio: É a obra de Deus, particularmente do Espírito  (Jo 3.3-7; Tt 3.5). A fé é o requisito humano em presença do qual o Espírito regenera, e a Palavra de Deus fornece o conteúdo cognitivo da fé.
3) Características:
a) É um ato instantâneo, não um processo (embora seus antecedentes e conseqüências possam ser processos).
b) É não-experimental (não se deriva ou baseia em experiência, embora seja seguida das experiências comuns à vida cristã).
4) Conseqüências:
a) Uma nova natureza (2Co 5.17)  
b) Uma nova vida ( 1Jo 2.29).

C) Habitação: ( 1Co 6.19).
1) As pessoas habitadas: Todos os verdadeiros crentes, porque:  
a) Mesmos crentes em pecado desfrutam da habitação (1Co 6.19)
b) O Espírito é um dom ( Rm 5.5)
c) A ausência do Espírito é prova da condição de não-salvo (Rm 8.9).                  
2) A Permanência da habitação: Os crentes podem perder a plenitude do Espírito, mas não a Sua habitação (Jo 14.16).
3) Problemas com a habitação:
a) A obediência é uma condição  (At 5.32)? Sim, mas a obediência à fé cristã (At 6.7; Rm 1.5)
b) Algumas pessoas não foram apenas temporariamente habitadas? Sim, mas apenas antes do dia de Pentecostes (1Sm 16.14)
c) Qual a relação entre a unção e a habitação? Elas ocorrem ao mesmo tempo, mas com propósitos diferentes: a habitação é a presença de Deus na vida do crente, ao passo que a unção o capacita a ser ensinado pelo Espírito (1Jo 2.20,27).

IX. OS DONS DO ESPÍRITO

A) Definição:
Um dom espiritual é uma capacidade dada por Deus ao crente para desempenho de um serviço. Não é um lugar de serviço, nem um ministério para um grupo etário especifico, nem um procedimento.

B) Distribuição:
1) Fonte: O Espírito ( 1Co 12.11)
2) Extensão: Todo crente tem pelo menos um, mas não todos (1Pe 4.10).
3) Tempo: Cada geração pode ou não ter todos os dons. Alguns dons foram concedidos para o estabelecimento, a fundação da Igreja (Ef 2.20)

C) Desenvolvimento:
Essas capacidades podem e devem ser desenvolvidas por quem as tem.

D) Descrição:
 Listas de dons se encontram em Rm 12.6-8; 1Co 12.8-10, 28-30; Ef 4.11

X. A PLENITUDE DO ESPÍRITO

A) Definição:
Ter a plenitude do Espírito, ou ser cheio do Espírito, significa ser controlado pelo Espírito (Ef 5.18)

B) Características:
1) A plenitude do Espírito é uma ordem pra o crente (Ef 5.18, o verbo é um imperativo)
2) A plenitude é passível de repetição (At 2.4; 4.31)
3) A plenitude do Espírito produz semelhança a Cristo ( Gl 5.22,23)

C) Condições para Estar Cheio do Espírito:
1) Uma vida dedicada (consagrada): A submissão ao controle do Espírito, embora ordenada, é voluntária e exige atos de dedicação. Isto inclui dois aspectos: Dedicação Inicial (Rm 12.1,2) e a Dedicação Continua da Vida (Rm 8.14).
2) Uma Vida Vitoriosa: Vitória diária sobre o pecado no cotidiano é uma necessidade para esse controle do Espírito (Ef 4.30). Isto significa reagir corretamente à luz da Palavra à medida que esta é revelada (1Jo 1.7)
3) Uma Vida de Dependência: Este é o significado de “andar no Espírito” (Gl 5.16).

D) Conseqüências:
Ser cheio o controlado pelo Espírito significa:
1) Um caráter semelhante ao de Cristo ( Gl 5.22,23)
2) Adoração e Louvor (Ef 5.18-20)
3) Submissão (Ef 5.21)
4) Serviço (Jo 7.37-39)

XI. OUTROS MINISTÉRIOS DO ESPÍRITO

Ensino: Jo 16.12-15
Orientação: Rm 8.14
Convicção: Rm 8.16
Intercessão: Rm 8.26; Ef 6.18

Fonte: “A Bíblia Anotada”
 Divulgação: www.jorgenilson.com

23 de jun. de 2012

João Batista um dos mais importantes homens que o mundo conheceu


João Batista um dos mais importantes homens que o mundo conheceu

                                                    PR. Isaías Oliveira Soares

Apesar das pessoas,incluindo pregadores, confundirem o nascimento de João Batista com a sua morte, pois a festa católica do São João, que tem forte comemorações no Nordeste, é comemorado o NASCIMENTO DE JOÃO BATISTA E NÃO A SUA MORTE. Já vi muitos pregadores lerem Mt 14, festa de aniversário de Herodes ocasião em que foi pedida a cabeça de João Batista num prato pensam que esta festa de aniversário de Herodes, é o atual São João. Não! As festas Joaninas, acontecem em comemoração ao nascimento de João Batista e não a sua morte. Mas o que eu pretendo neste momento não é abrir uma polêmica sobre o assunto, pois não é necessário, mas mostrar o que João Batista representa para mim e para o cristianismo de um modo geral e isto a partir do testemunho de Jesus dado em Mt 11.7-11, cujo texto está transcrito em seguida.



Mateus 11.7--11

11.7 Então, em partindo eles, passou Jesus a dizer ao povo a respeito de João: Que saístes a ver no deserto? Um caniço agitado pelo vento?

11.8 Sim, que saístes a ver? Um homem vestido de roupas finas? Ora, os que vestem roupas finas assistem nos palácios reais.

11.9 Mas para que saístes? Para ver um profeta? Sim, eu vos digo, e muito mais que profeta.

11.10 Este é de quem está escrito: Eis aí eu envio diante da tua face o meu mensageiro, o qual preparará o teu caminho diante de ti.

11.11 Em verdade vos digo: entre os nascidos de mulher, ninguém apareceu maior do que João Batista; mas o menor no reino dos céus é maior do que ele.

1. O testemunho de Jesus: Em Apocalipse Jesus é chamado de testemunha fiel. “E da parte de Jesus Cristo, que é a fiel testemunha, o primogênito dentre os mortos e o príncipe dos reis da terra” (Ap 1.5) Então vejamos os elementos do testemunho de Jesus sobre João Batista.

a)   Que saístes a ver no deserto? Um caniço agitado pelo vento?

João Batista não era como uma MARIA VAI COM AS OUTRAS, expressão popular que significa alguém que é facilmente manipulado, que os outros decidem por ele. João não era um caniço que podia ser agitado pra todos os lados. Ele mostrou isso quando colocou Herodes no canto da parede e lhe disse: “NÃO TE É LÍCITO POSSUIR A MULHER DE TEU IRMÃO...” (MT 14.3,4). Posição definida contra o pecado,mesmo em se tratando de um Rei e isto lhe custou a morte dolorosa.

b)   Sim, que saístes a ver? Um homem vestido de roupas finas? João Batista era um homem muito simples, basta ver a forma como se vestia.  Ninguém tem dúvida é de que a aparência é muito importante e chama a atenção da pessoa, pois a aparência (boa ou ruim) é a primeira impressão que fica. A vestimenta de João lembra a forma de se vestir de Elias. Mas João não se vestia de roupas finas, que segundo Jesus, esses estavam nos palácios.

c)   Mas para que saístes? Para ver um profeta? Videntes era o nome com que os profetas do AT eram conhecidos, visto que eles recebiam as mensagens de Deus através da tela da visão. João era um profeta, profeta de transição, do Antigo para o Novo Testamento. Veja Ml 3.1, comparado com MT 3.1. Aí é anunciada a vinda do Mensageiro João e seu aparecimento no deserto. Profeta porque causou o mesmo impacto e convulsão públicas, como acontecia nos tempos dos profetas (Elias foi acusado de perturbador de Israel), devido ao movimento que suas mensagens causavam à população. As mensagens de João Batista revolucionou e muito, pois as multidões atendiam unanimemente ao que João pregava. Pecados eram confessados publicamente. João eram um grande profeta.

d)   Sim, eu vos digo, e muito mais que profeta. Por quê? Já vimos que os profetas do AT recebiam as mensagens através da visão. E todos os profetas falaram sobre a vinda de Jesus, seu nascimento, vida e morte, mas nenhum profeta falou sobre o Batismo de Jesus. Os profetas se referiram a Jesus, mas JOÃO VIU JESUS. “EIS AI O COIDEIRO DE DEUS QUE TIRA O PECADO DO MUNDO...” (Jo 1,29). Além do mais João Batizou Jesus. “E eu não o conhecia, mas o que me mandou a batizar com água, esse me disse: Sobre aquele que vires descer o Espírito, e sobre ele repousar, esse é o que batiza com o Espírito Santo. E eu vi, e tenho testificado que este é o Filho de Deus”. (João 1:33-34).

e)    Este é de quem está escrito: Eis aí eu envio diante da tua face o meu mensageiro, o qual preparará o teu caminho diante de ti. Aqui o Senhor Jesus se refere à profecia de Isaías 40.3; Ml 3.1 fato a que Mateus se refere 3.3. A missão de precursor é atribuída a João Batista nestes versos. A aparição e pregação de João Batista (MT 3.1-10; Mc 1.2-6; Luc 3.1-14). Tanto Mateus quanto Marcos afirma que João Batista “apareceu” no deserto (MT 3.1; 1.4). O verbo “aparecer” sugere a ideia de que João irrompeu sem aviso e sem envolvimento com um sistema preestabelecido. De repente, aquele homem começou sua pregação na região da Judéia com um discurso simples, voltado ao arrependimento, “porque está próximo o reino dos céus” (MT 3.2). Elias, por sua vez, também apareceu sem precedentes, já proferindo uma mensagem contra Acabe. (IRs 17.1).


f)    “Em verdade vos digo: entre os nascidos de mulher, ninguém apareceu maior do que João Batista”;

João Batista era superior em honra aos profetas do AT pelos motivos já expostos acima. Mas agora Jesus diz que entre os nascidos de mulher ninguém foi maior que ele. A verdade consiste no fato de os profetas terem falado a cerca de Jesus em todos os sentidos, mas João o viu ao vivo e a cores, como dizemos comumente. E ainda o batizou. Nenhum dos profetas do AT teve este privilégio. Isto foi reservado para João Batista.



g)   “Mas o menor no reino dos céus é maior do que ele”. Nesta parte do texto em apreço Jesus estende a honra ao menor no reino dos céus. Por que será que o menor no reino dos céus é superior a João Batista? Claro que João Batista viu Jesus, batizou Jesus, mas o menor no reino dos céus, na atualidade é mais privilegiado porque não vê Jesus fisicamente, VÊ JESUS PELOS OLHOS DA FÉ, MAS TEM JESUS MORANDO NO SEU CORAÇÃO o que não aconteceu com João Batista. “Ou não sabeis que o vosso corpo é o templo do Espírito Santo, que habita em vós, proveniente de Deus, e que não sois de vós mesmos?”1 Coríntios 6:19

2. João Batista sua biografia e importância para o povo cristão

(João Baptista (Judeia, 2 a.C. — 27 d.C.)

      Veja um síntese histórica da vida desse homem  espetacular cuja vida é venerada em todas os povos,nações, línguas  e culturas:

·         Predito o seu nascimento  Is 40.3; Mt 4.5

·         Nasceu  de uma mulher idosa e estéril em reposta a oração  Lc 1.5-7

·         Foi cheio do Espírito santo desde o ventre de sua mãe Lc 1.15

·         Era filho do Sacerdote do Altíssimo Zacarias  Lc 1.8

·         Seu pai ficou mudo por castigo pelo tempo de nove  meses Lc 1.20

·         Seu nascimento causaou muita comoção Lc 1.57-66

·         A mudez  de seu pais foi curada de modo extraordinário enquanto escrevia o nome  João Lc 1.63-64

·         Teve discipulos Jo 3.15

·         Foir precursos de Cristo Mt 3.11

·         Batiza a Cristo Mt 3.15

·         Seu batismo se torna um referencial At 1.5;11.16;18.25

·         Deu testemunho acerca de Jesus Jo 3.25-36

·         Encarcerado por Herodes Mt 14.3

·         Decapitado e sepultado Mt 14.6-12

Bibliografia:

Bilbia Online

Boyer, Orlando

Bíblias: ARC e  ARA

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O abismo de corrupção na eleição para prefeito de São Paulo


O abismo de corrupção na eleição para prefeito de São Paulo

Prof. Hermes Rodrigues Nery
A primeira, de algumas semanas atrás, com a presidente Dilma Roussef (ventríloco de Lula) a abraçar Dom Paulo Evaristo Arns, que a recebeu de braços abertos, de modo efusivo.
                                             Dilma Rousseff e o cardeal vermelho Evaristo Arns
Foto estampada na capa dos principais jornais brasileiros, a expressar que o projeto político do Partido dos Trabalhadores (PT), executado com eficácia pela presidente-burocrata, tem sintonia com as opções ideológicas favorecidas pelo cardeal Arns, especialmente durante sua gestão à frente da Arquidiocese de São Paulo.
Quanto joio foi espalhado por aquele imenso território arquidiocesano, e que o PT hoje faz de tudo por conquistar, como um último ato a preceder a dominação total no cenário nacional.
Por isso o afã de Lula em eleger Haddad prefeito da maior cidade do Brasil, e para isso não recusou protagonizar a segunda imagem impactante reproduzida pela imprensa em 19 de junho, do aperto de mão de Lula com Maluf, tendo Haddad ao meio, feito uma salsicha num sanduíche mal temperado, que poderá provocar uma má digestão, de graves consequências ao combalido sistema político instrumentalizado pelo PT para impor a sua ditadura.
                                                 Lula, Haddad e Maluf, em Sao Paulo
O último lance do macunaímaco Lula faz empalidecer Maquiavel, Gramsci e Goebbels. Quando Fernando Henrique Cardoso (FHC, o badalado príncipe dos sociólogos que encantava estudantes da Sorbonne em 1968) se aliou a Antonio Carlos Magalhães, muitos torceram o nariz. Depois se conformaram dizendo que era necessário "sujar as mãos" como ensinou Sartre, para garantir a governabilidade.
Na época FHC escandalizou com a sua frase "esqueçam o que escrevi". Aquilo foi café pequeno perto do que vemos hoje: Lula na casa de Maluf, no Jardim Europa, em São Paulo, apertando as mãos do anfitrião. Mais café pequeno ainda foi o que aconteceu com Celso Pitta (prefeito de São Paulo apadrinhado por Maluf), que não se cansou de repetir nos programas eleitorais para que o povo não votasse mais nele se Pitta fosse uma decepção.
Todos sabem o que aconteceu com Pitta, como ele terminou seus dias, depois de ser moído pelas moiras malufistas. Na realidade, quem mais ganhou neste acordo até então inimaginável, foi o próprio Maluf, pois quem sabe dão agora uma trégua a ele, depois de incomodá-lo tanto com os seus feitos passados. E Lula se mostra com tudo isso, ser também um títere de forças mais poderosas que estão manejando-o (de fora, do exterior) para acentuar ainda mais a revolução cultural em curso, cujas diretrizes estão explícitas no Plano Nacional de Direitos Humanos.

A subversão dos anos 70-80 fez de Lula um monstro político


Em 1981, em entrevista à Interview, FHC explicou a Oswaldo Martins: "A esquerda toda aqui em São Paulo tem votação nos bairros de classe média e classe média alta. Eu verifiquei os dados e descobri que os deputados mais combativos tem a grande votação aí, não na grande periferia" (1). E falando com Judith Patarra, o mesmo FHC foi bombástico em declarar que ser intelectual é "ser subservivo" (2). Tanto FHC quanto Lula vieram, portanto, do mesmo substrato ideológico: a subversão.
                Fernando Henrique e Lula em 1978, panfletando juntos em Sao Bernardo do Campo
Afinal, FHC e Lula se conheciam desde 1972, em São Paulo, quando ele já atuava no Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (CEBRAP), financiado por recursos vindos da ONU. O mesmo FHC conta que na transição dos anos 70-80, no esforço de subverter e mudar a sociedade (e sua mentalidade), a Igreja Católica foi uma das esferas escolhidas para — de modo gramsciano, de infiltração lenta e cirúrgica — o germe da subversão agir.
E naquele contexto (início do processo de redemocratização), investimentos foram feitos para transformar Lula no monstro político que é hoje. O que esteve em jogo nas greves do ABC, onde despontou Lula no cenário brasileiro, foram os primeiros experimentos do amálgama de forças para subverter o Brasil e chegar ao caleidoscópio que primeiro iludiu, e depois absorveu e fez a substância pastosa que hoje transformou a política num jogo de frankesteins.
De "estranhos morais" que se chocaram naqueles tempos sedutores, chegamos à amoralidade perigosa, preparando terreno para uma ditadura muito mais corrosiva, porque sem rosto, que age por dentro do sistema, manipulando, enganando, destruindo almas, despessoalizando e tornando a sociedade palco de um show bizarro, como indivíduos sem vida dançam narcotizados, os embalos de thriller.
Naquele período, a Igreja Católica começou então a ser instrumentalizada, e muitos contribuíram para isso.  Talvez daí a importância do abraço de Dilma Roussef no Cardeal Arns, justamente no período pré-eleitoral, de uma disputa em São Paulo, onde o PT quer fincar de vez lá, no território governado Dom Paulo, nos anos estratégicos da ascensão de Lula. FHC relembra dizendo que foi "no ABC, e especialmente em São Bernardo" (3), que se deu "o nascimento do espírito da comunitas de modo muito vivo." E acrescenta: "e é isso que dá à presença da Igreja o fulgor inegável". Então, a eleição do candidato do PT ou do PSDB representa apenas dois lados de uma mesma moeda.
Mas, de novo, enganam-se os que pensam que o bispo instiga e o cardeal comanda. A Igreja Católica fornece apenas a moldura; dentro desta o espírito que frutifica é o da igualdade mística num nós coletivo que dissolve momentaneamente hierarquias" (4). O fato é que, desde aqueles tempos em que FHC e Lula panfletavam juntos nas ruas, a Igreja no Brasil foi instrumentalizada para viabilizar um projeto político que tanto FHC quanto Lula estiveram comprometidos desde o início, e que agora a adesão a Maluf significa o passo decisivo "para fortalecer o projeto político, que está dando certo", conforme afirmou Haddad em entrevista coletiva nos jardins da mansão de Maluf (5). O que antes era perspectiva, hoje é projeto político que está dando certo.
A influência vem de fora

Numa conversa que tive com Fernando Henrique, em sua casa, em 1988, ele me disse que trabalhou nos Estados Unidos "num local chamado Institute for Advanced Study (Instituto de Estudos Avançados)". E explicou: "Este instituto foi criado na década de 30 para Albert Einstein, por ocasião de sua estada lá, e hoje é um grande instituto de estudos avançados (...) com uma pequena seção de Ciências Humanas, cujo estimulador naquela época era o professor Albert Goldsmidt, que é muito amigo meu, e o José Serra (que trabalhava conosco).
                                                             Prof. Hermes Nery e FHC
Fui lá então duas vezes. Passei dois períodos da minha vida lá, no que eles chamam de think bank (Banco do pensamento). Você fica lá, não tem nada a fazer, a não ser uma vez por semestre uma palestra na hora do almoço. Isso supõe que eles recrutam pessoas que tenham capacidade de elaboração intelectual" (6). O processo não é muito diferente do que aconteceu na Europa, por exemplo, quando também lá as instituições acadêmicas foram tomadas, ainda no início do século XX para a difusão do marxismo.
Foi assim que FHC foi recrutado por um think bank, para gestar a subversão que anos depois ajudaria a promover, primeiramente via CEBRAP (que "começou fazendo pesquisas sobre a população" (7), depois como senador, ministro e, enfim, presidente da República, até entregar muito satisfatoriamente o poder ao presidente-operário, transformado em raposa das raposas, em lobo blindado pela imprensa. E, aos poucos, o lobo foi engolindo, um a um, as víboras da arena política, até chegar aonde está hoje, como uma (ainda faminta por mais poder) ratazana de esgoto.
Hoje, às vésperas do julgamento do mensalão, a ratazana se move pelos esgotos escuros da política moralmente nocauteada, que ele ajudou a obscurecer até chegar ao câncer de um gangsterismo que toma conta assustadoramente, sem que saibam os como conter ou mesmo erradicar. Sem desmerecer a ameaça do candidato do PSDB, que não é menos esquerdista, a eleição de Haddad é favorecer ainda mais este gangsterismo, de que Lula é hoje o chefe. É um títere de forças internacionais, mas como um cabeça de um esquema que a muitos favorece. Resta apenas conquistar São Paulo, para tornar de vez a política no Brasil, inteiramente amoral e instrumento de uma barbárie de conseqüências imprevisíveis.
Hermes Rodrigues Nery é coordenador do Movimento Legislação e Vida, diretor-executivo do Movimento Nacional Brasil sem Aborto, e vereador no Município de São Bento do Sapucaí, em São Paulo, pelo Partido Humanista da Solidariedade (PHS).
Notas:
1. Fernando Henrique Cardoso, Perspectivas - Idéias e atuação política, Ed. Paz e Terra, Rio de Janeiro, 1983, p. 33.
2. Ib. p. 45.
3. Ib. p. 78.
4. Ibidem.
5. Ver o aqui.
6. Os Caminhos de Fernando Henrique, no Jornal da Tarde, Caderno de Sábado (entrevista), 29.10.1988.
7. Brigitte Hersant Leoni, Fernando Henrique Cardoso - O Brasil do Possível, Editora Nova fronteira, Rio de Janeiro, 1997, p. 158.

Fonte: Voto Católico
Divulgação: www.jorgenilson.com