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8 de mai. de 2008

Até quando vão enganar os deficientes?


Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz
Resumo: A pressa dos defensores do artigo 5º da Lei de Biossegurança é justificável. É possível mentir, mas não se pode mentir indefinidamente. Mais cedo ou mais tarde, os pacientes de doenças degenerativas perceberão que estão sendo instrumentalizados para a causa abortista.
Em 2005: na Câmara dos Deputados
No dia 2 de março de 2005, deficientes em cadeiras de roda foram transportados até o plenário da Câmara Federal, a fim de pressionar os deputados a aprovarem o Projeto de Lei de Biossegurança (PL 2401/2003), especialmente o seu artigo 5º, que iria permitir a morte de embriões humanos para fins de pesquisa e terapia. Quando foi anunciada a aprovação do projeto, os deficientes se comoveram até as lágrimas. A emoção foi tamanha, que parecia que eles já estavam curados ou que a cura estivesse muito próxima. No dia 24 de março, o Presidente Lula sancionaria essa lei (Lei 11.105/2005), tendo o cuidado de vetar vários artigos, mas mantendo intacto o artigo 5º, que, pela primeira vez na história, autorizava a morte de inocentes.
No dia 30 de maio de 2005, o então Procurador Geral da República Cláudio Lemos Fonteles ajuizou a Ação Direta de Inconstitucionalidade n. 3510 (ADI 3510) contra o artigo 5° da Lei de Biossegurança (Lei n.º 11.105/05) alegando que a destruição de embriões humanos contraria a inviolabilidade do direito à vida prevista no artigo 5º, caput, da Constituição Federal.
Em 2008: no Supremo Tribunal Federal
No dia 5 de março de 2008, o Supremo Tribunal Federal iniciou o julgamento. Novamente os deficientes foram transportados para lá a fim de assistirem à sessão. O presidente Lula foi representado pelo advogado geral da União José Antônio Toffoli, que fez sustentação oral defendendo a morte dos embriões
O relator Ministro Carlos Ayres Britto, votou pela improcedência do pedido formulado na ação. Segundo ele, os embriões humanos congelados não são sujeitos de direitos, protegidos pela Constituição Federal. O próximo a votar, Ministro Carlos Alberto Menezes Direito, pediu vista dos autos. Como conseqüência, a votação foi suspensa. A então presidente do Tribunal Ministra Ellen Gracie, resolveu antecipar seu voto acompanhando o relator, ou seja, manifestando-se pela improcedência do pedido. Placar: 2 X 0 em favor da destruição de embriões humanos.
O pedido de vistas do Ministro Menezes Direito causou inquietação nos supostos defensores da “ciência”. Por que motivo? Eles continuavam livres para fazer suas “pesquisas”, uma vez que o Tribunal não havia proferido nenhuma decisão cautelar em sentido contrário. Por que tanta pressa?
O QUE SE DIZ...
A VERDADE...
As pesquisas com células-tronco já trouxeram a cura de inúmeras doenças, como mostram todos os dias os meios de comunicação social.
Todas as curas até hoje foram obtidas exclusivamente com células-tronco adultas (CTA), que se encontram na medula óssea, na polpa dentária, no cordão umbilical, na placenta e até no tecido adiposo. Como elas são retiradas do próprio paciente, não ocorre rejeição. Também não produzem tumores. E – o que é o mais importante – não requerem a destruição de embriões humanos.
As células-tronco extraídas de embriões humanos (CTE) são a grande esperança para a cura de doenças degenerativas.
Até hoje as células-tronco embrionárias (CTE) só produziram tumores, rejeição, desperdício de dinheiro e de vidas humanas. Ninguém foi curado através delas.
Não se pode exigir um sucesso imediato das células-tronco embrionárias (CTE), pois elas só foram isoladas por Jamie Thomson em 1998, portanto há dez anos.
Em 1998, Thomson isolou células-tronco extraídas de embriões humanos. Mas o estudo de células-tronco embrionárias (CTE) em animais existe desde 1981, quando elas foram isoladas em embriões de camundongo. Até agora, nem sequer em animais se obteve qualquer resultado seguro o bastante para se experimentar qualquer terapia em pessoas. Em 2006, a revista Nature comemorava 25 anos de pesquisa com células-tronco embrionárias[1]. Uma história de fracassos.
Pode ser que, com algum tempo de pesquisa, as células-tronco embrionárias (CTE) venham a ter algum resultado terapêutico positivo.
Se isso, por hipótese, acontecesse, os pacientes deveriam tomar imunossupressores a vida inteira, para evitar a rejeição. E, além disso, seria necessária a “produção” de embriões humanos em escala industrial. Seria preciso destruir não milhares, mas milhões de embriões humanos. Um número bem superior ao de embriões atualmente congelados.
Somente as células-tronco embrionárias (CTE) são pluripotentes. As células-tronco adultas (CTA) só conseguem regenerar um número limitado de tecidos.
Segundo Dra. Natalia López Moratalla[2], as células adultas “possuem o mesmo potencial de crescimento e diferenciação das células-tronco embrionárias e substituem muito bem as possibilidades biotecnológicas sonhadas para aquelas”. Segundo ela, “existem cerca de 600 protocolos que utilizam células-tronco adultas, e não se apresentou nenhum com células de origem embrionária”.
Dr. David A. Prentice[3] apresenta-nos um placar de 73 a 0. Setenta e três é o número de patologias até agora tratáveis com células-tronco adultas[4]. Zero é o número de doenças que são tratadas, ou pelo menos aliviadas com as células-tronco embrionárias. [5]

Os grandes cientistas do mundo inteiro colocam suas esperanças nas células-tronco embrionárias (CTE).
James Thomson (o mesmo que isolou em 1998 as CTE humanas) e Ian Wilmut (o criador da ovelha Dolly) decidiram, por motivos puramente utilitaristas, abandonar as pesquisas que envolvem destruição de embriões humanos para concentrar-se nas células tronco pluripotentes induzidas (CTPI). Trata-se de uma técnica revolucionária que permite produzir células pluripotentes através da reprogramação de células da pele. Os resultados em camundongos têm sido promissores, inclusive para o tratamento do mal de Parkinson.[6]
Dra. Natalia López Moratalla é contundente: “As células-tronco embrionárias fracassaram; a esperança para os enfermos está nas células adultas”.
Os embriões humanos congelados, se não forem utilizados para pesquisas, não terão outro destino senão o lixo.
Jogar embriões no lixo é o grande desejo das clínicas de reprodução artificial. Mas eles, se não forem queridos pelos pais, podem perfeitamente ser encaminhados para a adoção.
Adotar um embrião é uma utopia. Isso jamais aconteceria.
Isso já acontece. Nos Estados Unidos, há várias organizações que facilitam a adoção de embriões congelados, entre as quais: Embryos Alive, Snowflakes e National Embryo Donation Center. Na Itália, onde a Lei 40, de 19/02/2004, proibiu o congelamento, e o descarte de embriões humanos, o Comitê Nacional de Bioética (CNB) propôs que os embriões congelados já existentes sejam implantados no útero de voluntárias que resolvam tornar-se mães adotivas, com reconhecimento legal da adoção.[7]
Após três anos de congelamento, os embriões tornam-se inviáveis para a implantação no útero.
Diz o CNB do governo italiano: “Esse argumento não encontra fundamento da literatura científica, pela qual não existem hoje evidências de perda de vitalidade nos embriões, mesmo depois de muitíssimos anos de crioconservação”.
Há embriões com menos de três anos que são inviáveis. Eles morrerão mesmo se forem implantados no útero.
Não há meio de saber se a implantação será ou não bem sucedida, a não ser o “adivinhômetro”. Com toda a sua experiência, Dra. Alice Teixeira[8] afirma: “Desconheço qualquer critério que permita dizer se [o embrião] é viável ou não”.
A liberação de pesquisa com células-tronco embrionárias (CTE) nada tem a ver com a liberação do aborto.
A permissão de matar embriões humanos congelados tem tudo a ver com o aborto. A única diferença é que tais embriões estão fora do útero, enquanto as vítimas do aborto encontram-se dentro do organismo materno. Os grandes interessados do artigo 5º da Lei de Biossegurança são os promotores do aborto. De fato, tal artigo, se for declarado constitucional, criará um perigosíssimo precedente para a legalização do aborto no país. Tal decisão será uma tragédia nacional, comparável à decisão Roe versus Wade, com que a Suprema Corte dos EUA liberou o aborto em todo o país, em 1973.
A mentira tem pernas curtas
A pressa dos defensores do artigo 5º da Lei de Biossegurança é justificável. É possível mentir, mas não se pode mentir indefinidamente. Mais cedo ou mais tarde, os pacientes de doenças degenerativas perceberão que estão sendo instrumentalizados para a causa abortista. E quando isso acontecer, será muito mais difícil convencer os Ministros do Supremo a aprovar a matança dos embriões.
No cenário atual, falar de esperança em relação às células-tronco embrionárias (CTE) apresenta-se como fantasia. O que não é fantasioso, mas real, é que a declaração de que o embrião humano não tem direitos — se for feita pela Suprema Corte — será um imenso salto negativo, que abrirá as portas para o aborto, a eutanásia e outras formas de atentado à vida humana. Num futuro próximo os legisladores ou juízes poderão declarar que os paralíticos não são pessoas, que os portadores da síndrome de down não são humanos, que os anciãos que sofrem do mal de Alzheimer não têm direitos. E em nome da “ciência” será autorizada a eliminação desses “subumanos” em proveito dos verdadeiros “humanos”.
Roma, 30 de abril de 2008.Pe. Luiz Carlos Lodi da CruzPresidente do Pró-Vida de AnápolisTelefax: 55+62+3321-0900Caixa Postal 45675024-970 Anápolis GOhttp://www.providaanapolis.org.br
[1] Disponível em: <>. Acesso em: 24 mar. 2008.
[2] Catedrática de Biologia Molecular e Presidente da Associação Espanhola de Bioética e Ética Médica. Cf. ÁLVAREZ, Inmaculada. Natalia López Moratalla: Pesquisa com células embrionárias fracassou. Zenit 23-04-2008 Disponível em: . Acesso em: 26 abr. 2008.
[3] PhD da Universidade de Kansas, internacionalmente conhecido como perito em pesquisas em células-tronco, membro fundador do “Do No Harm: The Coalition of Americans for Research Ethics”
[4] Essa lista engloba diversos tipos de câncer, doenças auto-imunes, doenças cardiovasculares, doenças neurodegenerativas, imunodeficiências, feridas e lesões, anemias e outras doenças do sangue, doenças dos olhos, do fígado, da vesícula e “outros distúrbios metabólicos”.
[5] Disponível em: <> Acesso em 28 mar. 2008.
[6] CIENTISTAS dos EUA tratam Parkinson com células-tronco "reprogramadas". Folha de São Paulo. 07/04/2008 - 18h23. Disponível em: Acesso em: 26 abr. 2008.
[7] COMITATO NAZIONALE PER LA BIOETICA. L’adozione per la nascita (APN) degli embrioni crioconservati e residuali derivanti da procreazione medicalmente assistita (P.M.A). 18 nov. 2005. Disponível em: . Acesso em: 18 mar. 2008.
[8] Livre-docente de Biofísica da UNIFESP/EPM, há cerca de 20 anos vem desenvolvendo pesquisa em Biologia Celular, tentando esclarecer os complexos mecanismos de sinalização celular.
Fonte: Mídia Sem Máscara

7 de mai. de 2008

Um pérfido plano diabólico contra a família

Terça-feira, 29 de Abril de 2008

Um pérfido plano diabólico contra a família
Os noticiários divulgam exaustivamente:'Menina de cinco anos é jogada do sexto andar; pai e madrasta são suspeitos''Mulher é acusada de torturar filhas adotivas''Homem de 73 anos é acusado de estuprar e manter em cárcere privado filha durante 24 anos''Mãe abandona filho na lata do lixo'(...)Será que estamos diante de acontecimentos inéditos na história da humanidade? No fim dos tempos? Ou diante de um gancho que a mídia pegou para faturar?Prefiro acreditar que seja a soma de todos esses fatores (exceto o primeiro: pais que espancam, maltratam e matam filhos, e o contrário, também), e mais alguns outros, entre eles a tentativa diabólica de utilizar a mídia para influenciar negativamente o comportamento das pessoas das seguintes maneiras:a) Fazê-las desacreditar na eficiência da instituição familiar, isto é, levá-las inconscientemente ao desrespeito e intolerância para com seus genitores ou aqueles que cuidaram das tais como se fossem filhas legítimas;b) Sensibilizá-las à causa homossexual, ou seja, levá-las ao engodo de que a instituição familiar monogâmica e heterossexual esteja falida e persuadi-las a acreditar que realmente dois homens ou duas mulheres que posam de pai/mãe são sempre as melhores opções de vida que uma criança pode ter, e que esta não terá prejuízos de forma alguma;c) Fazê-las desacreditar que o modelo familiar que a maioria das pessoas conhece, além de falido, é errôneo. Um bom exemplo disso é a campanha promovida pelo presidente Lula em conluio com a apresentadora Xuxa Meneghel, que pretende tirar dos pais a autoridade que eles devem ter sobre os filhos;d) E por fim, levá-la a comportamentos degradantes (uso de drogas e anti-depressivos, tendência ao suicídio, aborto, vida sexual desregrada etc) que culminarão na destruição moral, física e espiritual das pessoas.O apóstolo Paulo, há cerca de dois mil anos atrás, predisse o seguinte:"Sabe, porém, isto: que nos últimos dias sobrevirão tempos trabalhosos. Porque haverá homens amantes de si mesmos, avarentos, presunçosos, soberbos, blasfemos, desobedientes a pais e mães, ingratos, profanos, sem afeto natural, irreconciliáveis, caluniadores, incontinentes, cruéis, sem amor para com os bons, traidores, obstinados, orgulhosos, mais amigos dos deleites do que amigos de Deus, tendo aparência de piedade, mas negando a eficácia desta. Destes afasta-te (2 Timóteo 3:1-5)"Quer explicação mais nítida do que esta para esses acontecimentos? Por mais que os ímpios, céticos e incrédulos questionem a veracidade e historicidade da Bíblia, eles não podem negar a sua importância para o mundo atual e a responsabilidade que ela traz aos homens sobre o cuidado que devemos ter uns para com os outros, dentre tantos mandamentos sobre o amor fraternal.É claro que todas essas monstruosidades são obras humanas, frutos da malignidade que há no coração das pessoas, mas vejo por detrás disso uma tentativa de se implantar um caos completo e desvirtuar valores morais perenes. É chegado o tempo em que o mal vira bem, e o bem vira mal , a luz trevas, e as trevas luz, o doce amargo, e o amargo doce (Isaías 5:20).A Bíblia é enfática quando manda que os filhos honrem os pais (Efésios 6:1-4). Deus instituiu e acredita na eficácia da família; para o homem e a mulher, instituiu o matrimônio, a criação da família, o cuidado para com os filhos. Somente através da união conjugal de homens e mulheres, é que a humanidade pode avançar e se desenvolver, mesmo com todos percalços que há no mundo.Há pais que maltratam os filhos? Sem sombra de dúvida, mas eles são exceções à regra.Há pais e mães negligentes com seus filhos? Claro, no entanto, há muitos outros pais e mães que amam e cuidam de seus filhos exemplarmente, e melhor: há um Pai que nunca se esquece de seus filhos, Deus (Isaías 49:15).Há pais e mães solteiros que cuidam exemplarmente de seus filhos? Há gays e lésbicas que também o fazem? É claro que há, mas também há muitos deles que dão toda sorte de maus exemplos, mas que a mídia não mostra por lhe ser conveniente guerrear contra o bem.Há filhos bons e obedientes aos pais até na idade adulta? Sim, claro, mas também há diversos filhos que são rebeldes, impenitentes, desobedientes e entregues à própria sorte, que são fruto de falhas na educação recebida ou predominância da maldade no coração destes mesmo que tenham recebido todo amor, carinho e bons exemplos dos pais (Provérbios 19:18; 20:11; 22:6, v. 15; 23:15 e 29:15). E garanto que o número de filhos criminosos e que trazem desgosto e amargura aos pais, que matam os pais tanto física como emocionalmente, é muito maior do que os pais que fazem tais barbáries com os filhos.Há muita gente corrupta que ensina erradamente que o castigo físico que os pais impõem aos filhos é errado e faz-lhes mal. Ledo engano, a começar pela terminologia: o nome correto que se dá é disciplina. Pai que é pai corrige seu filho, e não apenas 'dialoga' (o mundo sempre esteve cheio de crianças de dois a três anos de idade que são mestras em Ciências Sociais, não é mesmo?). Crianças mimadas em excesso pelos pais e entregues à própria sorte têm o privilégio de serem os adultos que mais devem ser evitados.A disciplina é a forma não-verbal de os pais colocarem limites nos filhos, de impor-lhes o respeito que eles lhe devem, é uma forma carinhosa e amorosa de salvar o filho da destruição na vida adulta. Se os pais não corrigirem os filhos enquanto há tempo, a própria vida se encarrega de passar neles um corretivo, e de forma muito mais dolorosa do que uma palmada no bumbum. Eu e tantas outras pessoas nesse mundo fomos corrigidas fisicamente, e nem por isso nos tornamos criminosos. Só na idade adulta é que viemos a compreender a sua eficácia e propósito. É muito mais fácil um criminoso ter sido alguém rebelde à família, criado sem limites e mimado o tempo todo do que ter sido alguém que apanhou dos pais.Há muitos especialistas que são contra o uso da disciplina, alegando que ela contribuirá para que o filho se torne uma pessoa violenta. Tudo bem. Há pais que merecem ser execrados pelo que fazem aos filhos, mas nem todas as pessoas violentas são filhos que apanharam muito dos pais.A estratégia desses pseudoeducadores é de deixar a criança entregue à própria vontade; é inverter os papéis. Eles querem que os filhos mandem nos pais e que atendam todas as suas regalias. São guias cegos.Você duvida disso?

Postado por Marcel Victor Sousa
ComunicóLogos Comunicando o Poder da Palavra.

6 de mai. de 2008

O definhamento do estado de direito


por João Ricardo Modeste e Ives Gandra da Silva em 02 de maio de 2008

Resumo: O "Estado Burguês" foi conquistado. Basta agora destruí-lo com o beneplácito e a colaboração principalmente do Executivo federal.

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As promessas da Constituição de 1988 não se realizaram. A expectativa de um Estado Democrático de Direito ficou paralisada, pois somos menos um Estado de Direito que Democrático. A solidariedade tornou-se ideologia e expressão do ódio dissimulado. A independência dos poderes vem sendo atropelada pela fúria do Executivo federal.

Os resultados não têm correspondido às intenções, possivelmente em razão de algumas delas serem inconfessáveis e criptografadas. A Constituição Cidadã tornou-se uma ante-sala da "República Bolivariana do Brasil", tragicômica versão da "Revolução Comunista Bolivariana". O governo Lula é uma hidra à espera de um Hércules. Uma de suas sete cabeças é a cabeça de Lênin. Do Lênin de O Estado e a Revolução , de 1917. Essa cabeça prega o definhamento do Estado de Direito como etapa do aniquilamento do "Estado Burguês" enquanto expressão máxima da plena democracia. A substituição do Estado Burguês pelo Estado Proletário não é possível sem Revolução Violenta , afirma Lênin (p. 27), prefaciado por Florestan Fernandes ( Editora Hucitec, São Paulo, 1978 ), para quem a reedição do livro educará as classes trabalhadoras para a "Ditadura do Proletariado": A reedição surge em um momento propício: a pressão operária e o protesto sindical situam à nova luz a questão do espaço político democrático no seio de uma sociedade capitalista relativamente subdesenvolvida e dependente. (...) A divulgação de 'O Estado e a Revolução' é extremamente necessária em um momento como esse, no qual o avanço operário colide com as contrapressões vindas tanto das 'ilusões constitucionais', quanto das 'manipulações populistas'. Concebido como arma de luta, (...) que ele instrua os trabalhadores, os líderes sindicais e a juventude contestadora sobre as limitações do sufrágio universal, as debilidades intrínsecas da democracia constitucional e representativa, o caráter opressivo e repressivo da República democrática, a necessidade da Revolução Violenta. (...) O proletariado deve primeiro conquistar o Estado Burguês para, em seguida, transformá-lo e destruí-lo (p.XVIII).

O "Estado Burguês" foi conquistado. Basta agora destruí-lo com o beneplácito e a colaboração principalmente do Executivo federal. Não conseguem os governos federal e estaduais fazer com que determinados movimentos respeitem a Carta Magna. MST, Vila Campesina e outros vivem exclusivamente da violação da Constituição e da lei, através de financiamentos, inclusive de Hugo Chávez, e desapropriações, parte delas barrada nos tribunais. É o PAC do Totalitarismo .

Depredação da Câmara dos Deputados, destruição de pesquisas científicas, de terras e de lavouras por tais movimentos, repudiados pela população e que pretendem impor sua ideologia sem passar pelo teste das urnas, têm sido uma constante e clara demonstração de que determinadas autoridades são coniventes com tais maculações da lei maior. Por outro lado, magistrados de Tribunais Regionais, inclusive da Suprema Corte, criticam o excesso de prisões preventivas de pessoas sem que haja processos instaurados ou autos lavrados, lastreadas em trechos pinçados de gravações telefônicas. A imprensa publicou manifesto de eminentes desembargadores, que ficaram estupefatos quando souberam da existência de 409.000 escutas telefônicas autorizadas no País, em 2007, tendo, inclusive, o ministro Sepúlveda Pertence, em depoimento na Câmara dos Deputados, tecido duras críticas a tais abusivas ações.

A violação de privacidade faz parte da destruição do "Estado Burguês". Uma interpretação equivocada da Constituição quanto aos artigos 231 CF e 68 da ACDT, que ofertam direitos aos índios e quilombolas sobre terras que ocupavam ("estejam ocupando", Art. 68) no momento da promulgação da lei suprema, e não que ocuparam no passado, tem gerado problemas. Por esta interpretação oficial, o presente do indicativo do texto maior passou a ser o pretérito perfeito, e onde se lê "ocupam" passou-se a ler "ocuparam". Com isto, para aproximadamente 400.000 índios estão sendo entregues 15% do território nacional. O Brasil assinou a Declaração da ONU sobre os Direitos dos Povos Indígenas atingindo letalmente a sua soberania. Dos raríssimos verdadeiros quilombolas, houve tal extensão conceitual do termo que a maior parte dos afro-descendentes passou a ser quilombolas por autodeclaração. O projeto legislativo 6264/2005, do senador Paulo Paim, do Estatuto da Igualdade Racial em seu Título II, Capítulo VI, procura legalizar todas as transgressões já em curso. Ele repete o Decreto 4887/2003, do presidente Lula, considerado inconstitucional.

Por outro lado, à luz de uma exegese controversa do que seja o neoconstitucionalismo , isto é, dar praticidade aos princípios constitucionais, o Poder Judiciário tem-se outorgado o direito de legislador positivo, não poucas vezes sobrepondo-se ao Poder Legislativo no suprir o que entende ser omissão daquele poder. Por sua vez, o Poder Executivo continua se utilizando das Medidas Provisórias - que só foram colocadas no texto constitucional porque a Constituição de 88 foi concebida para fundamentar uma república parlamentarista -, tornando-se, de rigor, o verdadeiro legislador. A solidariedade não se faz com o semear do joio, nem se cria uma grande nação com alicerces no ódio e no preconceito, favorecendo grupos contrários ao Estado de Direito, em benefício do Estado neopatrimonial parasitário, corrupto e antipatriótico.


5 de mai. de 2008

O mundo brazilianiza-se

O mundo brasilianiza-se
Olavo de Carvalho
Outro dia, como um cidadão da República Checa me explicasse que tudo por lá é bagunça, corrupção e sem-vergonhice, mostrei-lhe duas fotos: na primeira o nosso ministro da Cultura beijava na boca o cantor Lulu Santos, na segunda a esposa do mesmo ministro se esfregava no governador da Bahia e respectiva primeira-dama – tudo isso em público, e subsidiado pelo dinheiro do contribuinte.
Meu interlocutor arregalou os olhos e deu-se por vencido:
-- Lá em Praga não tem disso não.
Mais uma vez a Europa se curvava ante o Brasil. Não satisfeito com a humilhação do concorrente, expliquei-lhe o Mensalão, o assassinato de Celso Daniel, o financiamento estatal da destruição de fazendas, os quilombolas, as repúblicas indígenas emergentes, os cinqüenta mil homicídios anuais, o analfabetismo universitário, o Dicionário Crítico do Pensamento da Direita , a pedagogia do prof. Carlão, os progressos do narcotráfico, o pacto PT-Farc assinado no Foro de São Paulo, a fortuna do Lulinha e, para completar, os 69 por cento de aprovação de tudo isso.
O homem baixou a cabeça e reconheceu que a República Checa é uma filial da Ordem Franciscana.
-- Afinal, a corrupção por lá vem toda de fora, dos russos.
-- A nossa, não. É nacional legítima.
Sim, meus amigos, essa é a verdade. Não se deixem enganar por sinonímias ilusórias. Termos como “corrupção”, “decadência”, “esculhambação”, têm equivalentes em todas as línguas. Mas nomes de fatos e qualidades não vêm acompanhados dos respectivos índices quantitativos. O que singulariza a desordem brasileira não se expressa em palavras, mas em números. É a dimensão, o tamanho descomunal, inalcançável à imaginação da platéia estrangeira, cujo cérebro automaticamente rejeita a estranheza insuportável, reduzindo o fenômeno às proporções daquilo que conhece e achando que na sua terra tudo se passa como em Brasília e Catolé do Rocha.
Só a exposição detalhada permite captar a diferença. E aí não há como escapar à conclusão: somos insuperáveis. Embora sob um aspecto ou outro possamos levar desvantagem, no conjunto a depravação nacional é um fenômeno inédito, incatalogável, sem similares na história do mundo. Nenhuma nação jamais consentiu em tolerar o intolerável com aquele misto de indiferença búdica, amoralismo cínico e auto-satisfação masoquista que o Brasil chama de “normalidade institucional”.
Mas algo me diz que nossos dias de glória estão contados. Aqui e ali, aos poucos, vão despontando indícios de que certas condutas, antes julgadas inaceitáveis fora das nossas fronteiras, vão conquistando espaço nas sociedades ditas avançadas, aí encontrando a mesma receptividade cúmplice que tanto as fez prosperar no Brasil.
Na sua breve carreira de pré-candidato, o sr. Barack Obama já contou, comprovadamente, mais de sessenta mentiras só sobre a sua biografia (excluídas as mentiras políticas). Ele mente sobre suas origens, sobre sua família, sobre sua educação, sobre seus amigos, sobre o pastor da sua igreja. Nenhum político faz isso. Todos são verazes nas miudezas para poder falsificar melhor o conjunto. Obama mente no atacado e no varejo, no todo e nos detalhes, até em detalhes óbvios que não levam meia hora para ser desmentidos. Chamá-lo de mentiroso seria eufemismo. Ele é uma farsa total, uma palhaçada completa. É um intrujão desprezível que em situações normais alcançaria sucesso, no máximo, como locutor de rádio interiorana. Sua simples candidatura – para não falar da possibilidade da sua eleição – mostra que a capacidade de julgamento do eleitorado americano desceu abaixo do nível do ridículo: está beirando o tragicômico. Quanto mais se comprova que o sujeito é postiço, mais devotos se tornam os seus seguidores. Cada vez que ele é desmascarado, mais o aplaudem. Já vão para oitenta por cento os democratas que juram votar nele. É um efeito que, até algum tempo atrás, só se observava num único país do mundo. O bom e velho país dos otários que, para não dar o braço a torcer, fingem admirar o malandro que os engana.
Fonte: Jornal do Brasil, 1o de maio de 2008
Divulgação: www.juliosevero.com

28 de abr. de 2008

O aborto e os Falsos Profetas!

Carlos Gasparotto

Declarações de Edir Macedo à mídia sobre a sua posição em relação ao aborto geraram polêmica no meio evangélico.Segundo a Folha de S. Paulo, Edir Macedo defende abertamente o aborto e, de acordo com a Revista Veja, recentemente, a Rede Record assumiu publicamente a posição pró-aborto — que coincide com a visão da Universal sobre o tema.FOLHA — Em sua biografia, o sr. defende o aborto. Atualmente, a Record e a Record News exibem campanha pelo aborto. Por quê?MACEDO — Sou favorável à descriminalização do aborto por muitas razões. Porém, aí vão algumas das mais importantes:1) Muitas mulheres têm perdido a vida em clínicas de fundo de quintal. Se o aborto fosse legalizado, elas não correriam risco de morte;2) O que é menos doloroso: aborto ou ter crianças vivendo como camundongos nos lixões de nossas cidades, sem infância, sem saúde, sem escola, sem alimentação e sem qualquer perspectiva de um futuro melhor? E o que dizer das comissionadas pelos traficantes de drogas?3) A quem interessa uma multidão de crianças sem pais, sem amor e sem ninguém?4) O que os que são contra o aborto têm feito pelas crianças abandonadas?5) Por que a resistência ao planejamento familiar? Acredito, sim, que o aborto diminuiria em muito a violência no Brasil, haja vista não haver uma política séria voltada para a criançada.FOLHA — “Deus deu a vida e só Ele pode tirá-la”, segundo a Bíblia. Não é contraditório um líder cristão defender o aborto?MACEDO — A criança não vem pela vontade de Deus. A criança gerada de um estupro seria de Deus? Não do meu Deus! Ela simplesmente é gerada pela relação sexual e nada mais além disso. Deus deu a vida ao primeiro homem e à primeira mulher. Os demais foram gerados por estes.O que a Bíblia ensina é que se alguém gerar cem filhos e viver muitos anos, até avançada idade, e se a sua alma não se fartar do bem, e além disso não tiver sepultura, digo que um aborto é mais feliz do que ele (Eclesiastes 6.3). Não acredito que algo, ainda informe, seja uma vida.FOLHA — O sr. é a favor do uso de embriões humanos pela medicina?MACEDO — Sou a favor, sim Estou chocado com a entrevista concedida pelo bispo Edir Macedo à Folha de São Paulo.
Para justificar o seu apoio ao aborto, deu a declaração infame, blasfema, antibíblica e anticristã de que as crianças não nascem pela vontade Deus, mas do homem.
Puro teísmo aberto, embora talvez ele nem saiba o que é isso!
Como fica, então, a passagem do Salmo 139.13-16?
"Tu criaste o íntimo do meu ser e me teceste no ventre de minha mãe. Eu te louvo porque me fizeste de modo especial e admirável. Tuas obras são maravilhosas! Digo isso com convicção. Meus ossos não estavam escondidos de ti quando em secreto fui formado e entretecido como nas profundezas da terra. Os teus olhos viram o meu embrião; todos os dias determinados para mim foram escritos no teu livro antes de qualquer deles existir".
Será que preciso rasgar a minha Bíblia?
Decididamente, a Record não é uma emissora a serviço do Reino de Deus!

22 de abr. de 2008

Aborto, um pecado

O aborto é definitivamente errado. Abortar é tirar a vida de um ser humano, pois a Bíblia mostra que a vida começa na concepção. Deus nos forma quando estamos ainda no ventre da nossa mãe ("Tu criaste cada parte do meu corpo; tu me formaste na barriga da minha mãe." Sl 139.13). O profeta Jeremias e o apóstolo Paulo foram chamados por Deus antes deles terem nascido ("Antes do seu nascimento, quando você ainda estava na barriga da sua mãe, eu o escolhi e separei para que você fosse um profeta para as nações." Jr 1.5; "Porém Deus, na sua graça, me escolheu antes mesmo de eu nascer e me chamou para servi-lo." Gl 1.15). João Batista pulou no ventre de sua mãe quando a voz de Maria, a mãe do Senhor, foi ouvida ("Quando ouvi você me cumprimentar, a criança ficou alegre e se mexeu dentro da minha barriga." Lc 1.44). Obviamente, as crianças já no ventre têm uma identidade espiritual.
Desde o momento da concepção, há um progresso de desenvolvimento até chegarmos à idade adulta. Deus condenou os israelitas que estavam oferecendo seus filhos ao deus pagão Moloque. Tais crianças eram queimadas nas chamas de sacrifício ("Se um israelita ou um estrangeiro que vive no meio do povo de Israel separar um dos seus filhos para servir o deus Moloque, ele deverá ser morto a pedradas pelo povo." Lv 20.2), oferecidos a um deus de sensualidade e conveniência. O mesmo está ocorrendo hoje e, agindo dessa maneira, nós estamos dizendo que o seres humanos não têm nenhum valor. Essa é uma marca terrível de nossa sociedade.
A Bíblia não é mais especifica na questão do aborto, porque tal prática teria sido algo impensável ao povo de Deus. Por exemplo, quando Israel estava no Egito, um cruel Faraó forçou os israelitas a matarem seus bebês recém-nascidos. Na Bíblia isso é visto como o tipo mais cruel de opressão ("O rei do Egito deu a Sifrá e a Puá, que eram parteiras das mulheres israelitas, a seguinte ordem:—Quando vocês forem ajudar as mulheres israelitas nos seus partos, façam o seguinte: se nascer um menino, matem; mas, se nascer uma menina, deixem que viva. Porém as parteiras temiam a Deus e não fizeram o que o rei do Egito havia mandado. Pelo contrário, deixaram que os meninos vivessem. Então o rei mandou chamar as parteiras e perguntou: —Por que vocês estão fazendo isso? Por que estão deixando que os meninos vivam? Elas responderam: —É que as mulheres israelitas não são como as egípcias. Elas dão à luz com facilidade, e as crianças nascem antes que a parteira chegue. As parteiras temiam a Deus, e por isso ele foi bom para elas e fez com que tivessem as suas próprias famílias. E o povo de Israel aumentou e se tornou muito forte. Então o rei deu a seguinte ordem a todo o seu povo: —Joguem no rio Nilo todos os meninos israelitas que nascerem, mas deixem que todas as meninas vivam." Ex 1.15-22). A idéia de matar seus próprios filhos teria sido uma anátema aos hebreus. Por todo o Antigo Testamento, as mulheres ansiavam por ter filhos. Os filhos eram considerados um dom de Deus. As mulheres oravam para não serem estéreis. Como poderia uma mulher justa se voltar contra seus próprios filhos para destruí-los? O aborto não é somente impensável, como também é a pior das barbaridades pagãs.
Pat Robertson
Site: Vivos

17 de abr. de 2008

O SEGREDO DO HOMOSSEXUALISMO - PARTE II

Um certo pastor tinha um programa evangélico numa rádio e após ele terminar começava um outro programar secular. A audiência do programa evangélico era baixa, em contrapartida, o outro era alta. Ambos os apresentadores se encontravam, se cumprimentavam, um saindo e o outro entrando para o programa radiofônico. Um dia, o pastor preocupado com a baixa audiência do seu programa, perguntou ao colega o porquê daquela diferença em audiência, visto que o que falava era bom para as famílias: as orações, os recados, a mensagem do evangelho e etc. Já o outro, era motivado pelo mundanismo, piadas, contos e muita mentira. Em resposta ele disse: Pastor, o meu programa tem uma grande audiência pelo simples fato de eu falar a mentira com tanta ênfase, como se fosse a verdade. Já no seu caso, você fala a verdade, com tanta frieza, como se fosse mentira.
Partindo desse exemplo, vemos isso diariamente em relação ao homossexualismo. A grande verdade, é que a mentira se “tornou” verdade. A verdade absoluta, que é Deus e seus ensinos, tornaram-se “mentira” devido à falta de muitos pregadores e pastores não se dedicarem com tanta ênfase na proclamação das verdades bíblicas. A mensagem da liderança gay é que as pessoas nascem homossexuais, criando assim um jargão na sociedade. Os programas televisivos e radiofônicos, juntos com as revistas Veja, Isto é, Época e outros semanários e a Imprensa, saturam a nação com temas gayzista, a ponto de essa grande mentira( de que as pessoas já nascem gays) tem se tornado “verdade” pra muita gente. Os programas de “debates” sobre o homossexualismo, já vem pronto para manipular a opinião pública. O lobby da liderança homossexual tem surtido muito efeito na cabeça dos nossos parlamentares, e principalmente do presidente Lula. Até a Record, que se diz uma emissora cristã, tem se curvado perante a mesa de Jezabel.
Primeiro começaram pedindo respeito. Só deveriam pedir respeito quem se utiliza dele. Homens que fazem sexo com homens, não só denigrem a masculinidade, como também destrói a família. Se algum homossexual ler esse artigo, responda-me por favor com toda a sinceridade: você acredita realmente na pureza do homossexualismo? O que você entende por pureza? Se o homossexualismo é algo bom, como lamentavelmente se divulga, por que os próprios líderes homossexuais dizem que a AIDS é uma doença gay? (Conforme um recente estudo do CDC "que abalou a população homossexual, ao descobrir que embora os HSH sejam apenas um a dois por cento da população geral, eles são responsáveis por 64 por cento de todos os casos da epidemia de sífilis. E Matt Foreman, ex-diretor executivo da Força Tarefa Nacional de Gays e Lésbicas, abalou mais ainda seus camaradas ativistas gays ao confessar: “O HIV é uma Doença Gay”. (Fonte: Matt BarberCNSNews.com), as doenças sexualmente transmissíveis crescerão geometricamente. As conseqüências serão as mais terríveis possíveis.
Porque um dos maiores líderes do movimento homossexual diz já ter deixado cerca de 500 homens enfiarem o sexo no seu ânus? Há pureza e respeito nisso? Se é algo bom, por que então está sendo imposto e até ameaça prender quem for contra? Se é um comportamento normal, por que então, Deus condena através de sua Palavra? Se alguém já nasce gay, gostaria de ir a uma maternidade ver os recém-nascidos que são gays.
No meio evangélico quando há algum escândalo, a mídia se apressa em divulgar como reportagem principal. Porém, as noticias negativas envolvendo homossexuais são sempre ocultadas. Se um homossexual mata um homossexual, dificilmente divulga a palavra gay, acobertando assim a opção sexual dos envolvidos.
Vejamos aqui algumas reportagens sobre o homossexualismo, que revelam o que a liderança gay permite e não permite serem divulgadas:

Sexo anal com cavalo mata gay insaciável nos EUA
22 de novembro de 2007
Um homossexual morreu nos Estados Unidos depois de ser enrabado por um cavalo em um sítio que funcionava como um "prostíbulo de animais", em Enumclaw, 60 km a sudeste de Seattle (Estado de Washington), de acordo com informações divulgadas somente ontem pela polícia. A vítima, um gay que se dizia insaciável, de 40 anos, sofreu graves lesões internas e seu corpo foi deixado por desconhecidos em um hospital de Seattle, no dia 2 de julho, pouco depois do ato. "Do médico legista ao comissário, passando pelos investigadores, ninguém jamais viu algo remotamente parecido com isto", disse Eric Sortland, chefe da polícia de Enumclaw. "Seu cólon rompeu, como os órgãos inferiores da mesma região, e a hemorragia o matou", completou. As investigações revelaram que o sítio era especializado em zoofilia e oferecia a seus clientes cavalos, pôneis, cabras, ovelhas e até cães. Tudo era anunciado pela Internet. A polícia apreendeu fitas de vídeo com centenas de horas de atos sexuais entre homens e animais. O código penal do Estado de Washington não proíbe a zoofilia. http://www.extraordinario.com.br/index.php?option=com_content&task=view&id=481&Itemid=1
19 Setembro 2007
Pai-de-santo gay mata ex-namorado
Renato Galvão
Como vocês sabem eu dou destaque ao jornalismo investigativo e criminal. Hoje em dia quem faz isso muito bem é o Linha Direta, da Rede Globo, atração comandada pelo jornalista Domingos Meirelles, que vai ao ar toda quinta-feira, às 23h.Semana passada um dos casos mostrados, era de um pai-de-santo gay, chamado Sandro (foto). Há 10 anos atrás ele conheceu um rapaz no centro espírita e eles começaram a namorar. Sandro era muito ciumento e vivia cobrando satisfação e brigava muito com seu parceiro, Nilson. Eles continuavam a freqüentar o mesmo reduto espírita e Sandro literalmente ''encarnava em outro corpo'' devido sua alegria com o ambiente. Sandro se vestia com roupas mais femininas enquanto o outro usava trajes masculinos.Quando a relação completou quatro anos, Nilson encontrou uma moça, antiga paixão de adolescência. Era Érica, com três filhos e seu casamento estava para acabar. Eles começaram a namorar, ele contou todo seu envolvimento com o pai-de-santo, ela se assustou, mas aceitou viver um triângulo amoroso durante cinco anos, entre ela o rapaz e o pai-de-santo.Em novembro de 2.006, ele se separa do pai-de-santo para viver com a moça. Sandro o ameaça e diz que irá meter fogo em seu corpo. No centro espírita Sandro provoca Nilson dando-lhe um forte tapa no rosto, gerando um grande rebuliço. Um mês após a briga, eles se encontram e se desentendem novamente. Sandro o agride e joga álcool por todo o corpo de Nilson. Em seguida, acende um isqueiro e Nilson tem seu corpo em chamas. Levado para o hospital com mais de 70% do corpo com queimaduras, ele ainda contou todo o crime para a polícia e morreu 16 dias depois.Sandro fugiu após o crime e ainda não foi preso. Essa é a foto do assassino e caso você o veja, ou tenha visto, entre no site www.globo.com/linhadireta para mais informações. (Rede Globo)
Postado por Renato Galvão às 5:20 PM
Marcadores: POLÍCIA

Indivíduos (sejam homossexuais ou não) que escolhem a vida dos bares, casas noturnas e outros ambientes de prostituição fácil correm mais perigo, onde a violência é uma ameaça a todos: prostitutas, clientes, homossexuais, etc. Afirmando que a maioria dos homossexuais assassinados é de travestis, Oswaldo Braga, presidente do Movimento Gay de Minas, declarou: “São homossexuais que estão mais envolvidos com a criminalidade, como prostituição e tráfico de drogas, ficando mais expostos à violência”. (Tribuna de Minas, 09/03/2007, p. 3.).

Julio Severo em seu blog revela como a imprensa brasileira trata os assuntos homossexuais: Embora o artigo da revista Época se recuse terminantemente a revelar a identidade homossexual do assassino do jovem brasileiro, há provas claras de que o assassino praticava o homossexualismo. O assassino trabalhava “numa sauna gay”. Além disso, ele estava foragido porque havia estrangulado a esposa. Ela a matou porque “ela se recusara a fazer sexo com ele e seu amante”. Obviamente, era um amante homossexual, um homem com quem o assassino mantinha relações homossexuais, mas Época não se interessou em destacar ou mesmo usar o adjetivo homossexual, que estaria perfeitamente adequado ao caso. O que não é útil para os interesses dos militantes gays, também não é útil para os interesses do jornalismo esquerdista.
Qual é o segredo do homossexualismo? A manipulação das informações. A verdade vira mentira e a mentira vira verdade.
Próximo artigo: O SEGREDO DO HOMOSSEXUALISMO – PARTE III

16 de abr. de 2008

Governo brasileiro busca identidade de blogueiros "homofóbicos"

Governo brasileiro busca identidades de blogueiros “homofóbicos”
Usa decisão judicial secreta e intimidação para bloquear acesso a milhares de sites
Matthew Cullinan Hoffman
SÃO PAULO, 15 de abril de 2008 (LifeSiteNews.com) — O governo brasileiro começou a proibir o acesso a sites condenados por violação dos “direitos humanos”, inclusive sites que são considerados “homofóbicos”. O governo está também exigindo que os serviços de hospedagem divulguem as identidades de usuários que postam materiais ofensivos.
A empresa Google recebeu, conforme informou a imprensa, convocação judicial com um dossiê de 150 páginas documentando material “homofóbico” em seu serviço Orkut, um sistema de rede de comunicação social popular no Brasil.
O procurador federal Sérgio Suiama propôs um sistema de compartilhamento de informações para o Google que dará ao governo acesso a informações que identifiquem os usuários que fazem postagens que violam suas restrições.
“Com esse acordo, que já foi aceito no Brasil pelos provedores IG, Terra, Click 21 e AOL, a empresa Google se comprometeria, sob ordem judicial, a fornecer dados que ajudarão a descobrir aqueles que são culpados de crimes”, Suiama declarou em notícia postada no SaferNet, site do governo brasileiro.
Contudo, o governo não está aguardando para agir. Depois de anos de avisos ao Google, Yahoo, Microsoft e outras empresas para que removam materiais ofensivos de seus sistemas, um tribunal estadual ordenou que os provedores de Internet proibissem o acesso a um blog hospedado no WordPress.com que descumpriu as leis de expressão do governo.
A ordem, que foi expedida recentemente pela 31ª Vara Cível do Tribunal de Justiça de São Paulo, exigirá que os provedores de Internet do Brasil impeçam o acesso a um blog que foi julgado como violador de “direitos humanos”. O nome e o endereço do site, assim como o crime cometido, não estão sendo revelados ao público.
Os provedores de Internet no Brasil, porém, estão dizendo ao governo que eles não têm condições de bloquear um único blog do WordPress. Por isso, eles serão forçados a bloquear o WordPress por inteiro. No processo, eles eliminarão o acesso ao segundo maior sistema de blogs do mundo, o qual inclui milhares de blogs brasileiros.
“É uma decisão arbitrária”, disse o jornalista e blogueiro Paulo Cezar Prado em entrevista ao jornal O Globo. “Não acredito que a Justiça vá fazer algo tão absurdo como tirar um monte de gente do ar por causa de um blog só”. Os blogueiros do WordPress estão protestando e criaram um blog especial para se opor à medida.
O governo também anunciou recentemente um veredicto contra o Google de 10 mil reais como indenização a uma mulher que foi chamada de “vigarista” por outros usuários do Orkut.
O blogueiro pró-família Julio Severo, cujo blog foi temporariamente bloqueado no ano passado pelo Google depois que ele foi acusado de “homofobia” (veja notícia em inglês em http://www.lifesitenews.com/ldn/2007/jul/07073011.html), diz que ele está preocupado com o futuro do seu blog bem como sua própria segurança. Ele comparou as ações do governo brasileiro ao nazismo.
“Creio que o governo Lula está usando alguns exemplos extremos para controlar a influência crescente dos blogs e outros serviços em que as pessoas expressam livremente suas opiniões”, Severo declarou para LifeSiteNews.com.
Cobertura relacionada em LifeSiteNews.com:
Socialist Gays Seek Punishments for Brazilian Christian Congressman
Homossexuais brasileiros entram com ações legais por crime de ódio contra cristãos brasileiros
Plan to Shut Down Blog of Brazil Pro-Family Leader Backfires
Traduzido e adaptado por Julio Severo: www.juliosevero.com
Fonte: LifeSiteNews

14 de abr. de 2008

Demonstração de Autoridade

Demonstração de autoridade
Olavo de CarvalhoDiário do Comércio (editorial), 10 de abril de 2008
Esta notícia passou quase despercebida, mas é uma das mais importantes dos últimos tempos: segundo o Daily Mail de 2 de abril, as autoridades britânicas, pressionadas pela comunidade muçulmana, retiraram os livros homossexuais do currículo de duas escolas da cidade de Bristol.
Até hoje, nenhum protesto cristão obteve resultado tão espetacular, seja em escolas da Europa ou dos EUA. Ao contrário, o ensino do homossexualismo expande-se formidavelmente até mesmo para crianças pequenas que não têm ainda sequer uma idéia clara do que são relações heterossexuais . Na mesma medida, aumenta a pressão do establishment contra as pregações religiosas, multiplicando-se por toda parte as ameaças. boicotes e punições voltados exclusivamente contra as organizações cristãs (v. http://www.silencingchristians.com/ ), jamais contra as muçulmanas. À atenção especial que estas últimas recebem do governo britânico correspondem, nos EUA, inúmeros e crescentes sinais de uma política midiática e empresarial calculada para dar à comunidade islâmica um estatuto privilegiado. O Walmart, a maior rede de supermercados da América, que em nome da “não-discriminação” chegou a trocar os votos de “Feliz Natal” por “Boas Festas” e a proibir a presença dos músicos do Exército da Salvação até mesmo no pátio dos seus estabelecimentos, acaba de abrir uma loja especial para muçulmanos, com funcionários obrigados a falar árabe e a receber seus clientes com cumprimentos religiosos islâmicos. O significado da medida torna-se mais que nítido quando se sabe que muitos lojistas têm sido punidos pela justiça por insistir em usar somente o inglês nos seus estabelecimentos. Quando a classe empresarial, o governo e a justiça boicotam o uso do idioma nacional e impõem o de uma língua estrangeira, a guerra cultural já alcançou aquele ponto em que a defesa da cultura local se torna crime, e a promoção da cultura estrangeira uma obrigação legal.
Nos EUA, o desprezo da mídia aos sentimentos religiosos dos cristãos contrasta com suas manifestações de deferência quase psicótica ante as sucetibilidades islâmicas, ao ponto de que a simples menção ao sobrenome do meio do pré-candidato democrata Barack Hussein Obama é condenada como sinal de discriminação e “hate crime”.
No episódio de Bristol, a proteção governamental ao movimento gay , que jamais aceitaria recuar ante a indignação das comunidades cristãs, admitiu tranqüilamente fazê-lo por exigência de uma minoria numericamente insignificante, mas acobertada, como já destaquei aqui, pelas simpatias cúmplices de membros da própria Casa Real (v. a nota “Absurdo sensato” em Para compreender a revolução mundial).
No caso, o reconhecimento oficial da autoridade religiosa como princípio demarcador dos limites últimos entre a decência e a indecência foi ostentivamente transferido das entidades cristãs e judaicas para as islâmicas, que se revelaram mais poderosas até do que as organizações gayzistas mais ruidosas e arrogantes. Após expulsar do espaço público a autoridade religiosa tradicional, a cultura do “humanismo secularista” se mostra impotente e servil ante as pretensões de uma nova autoridade, mais prepotente, vinda de fora. O secularismo não entrou na História para fundar uma nova civilização, mas para servir de tampão provisório entre duas civilizações religiosas.
Fonte: Olavo de Carvalho

11 de abr. de 2008

Condição Biológica ou Opção?

Homossexualismo não é...

Genético: "... o homossexual masculino ou feminino é basicamente um homem ou uma mulher por determinação genética, com orientação homossexual por preferência aprendida"1 (Masters e Johnson, especialistas em sexo).
"... não existe fundamento no qual possa se justificar a hipótese de que homossexuais ou bissexuais de qualquer grau ou tipo tenham cromossomos diferentes dos heterossexuais"2 (Dr. John Money, principal pesquisador de sexo da Universidade Johns Hopkins).

Doença: "Em minha opinião, qualquer pessoa que tenta se aproximar da literatura de pesquisa fisiológica e psicológica com a mente aberta, terá de admitir que a melhor interpretação de homossexualidade deve ser a idéia de uma variante neurótica [i.e., um distúrbio psicológico ou emocional]"3 (Dr. van den Aardweg, autor do livro Homossexuality and Hope - Homossexualidade e Esperança).
"Esses dois livros contém a obra de mais de 30 psicanalistas - professores, psicanalista célebres e pessoal da área médica de todo o país - e todos afirmam o fato de que a homossexualidade é uma condição psico-patológica que pode ser alterada..."4 (Dr. Socarides, psicólogo e professor na Faculdade de Medicina Albert Einstein de N.York, referindo-se a dois livros que publicou: The Homossexualities: Fantasy, Reality and the Arts e The Homossexualities and the Therapeutic Process).
• Irreversível: "Schwarz e Masters (no relatório do Johnson Institute de 1984) revelam um grau de sucesso de 79,9% de homossexuais mudando sua orientação sexual para a heterossexualidade. Seu índice de seis anos de acompanhamento foram impressionantes 71.6%."5
"O Dr. van den Aarweg (1986) relatou um grau de sucesso de 65%."5
"Até o ativista liberal e apresentador de TV Phil Donahue [líder de audiência nos EUA], que acreditava na teoria biológica, agora diz aos homossexuais: 'Se você quiser mudar, você pode mudar'."5

Homossexualismo é...

• Psicologicamente: Comportamento aprendido e dependência emocional.
• Fisicamente: Condicionamento que gera compulsão (e toda compulsão é fisicamente degenerativa).
• Espiritualmente: Transgressão da vontade de Deus, porque fere o caráter santo de Deus.
Joe Dallas, que durante cinco anos foi membro e pastor da Metropolitan Community Church, a mais famosa denominação "gay-cristã" dos Estados Unidos, e autor do livro A Operação do Erro depois de deixar a comunidade gay, comenta: "Levou menos de cinco minutos para eu me iludir e pensar que o homossexualismo era aceitável diante de Deus. Levaria cinco anos para eu estar disposto a reconsiderar.6 (...) Eu fui afortunado. Amigos cheios de amor me receberam quando me arrependi. Irmãos fortes me acolheram em sua comunhão. Fui perdoado, aceito e restaurado. Só posso desejar a mesma coisa para cada mulher e homem que, pela graça de Deus, também seja trazido para fora da ilusão.7 (...) Três anos mais tarde, depois de terapia e reflexão intensiva, comecei a aconselhar outros que estiveram em minha situação, e fiquei assombrado de ver quantos eram! (...) E durante esses oito anos tenho sido lembrado de que, se alguém tão iludido como eu pôde ser trazido para fora do homossexualismo, certamente qualquer pessoa pode."8
"Não se enganem, não herdarão o reino de Deus os imorais, os que adoram ídolos, os adúlteros, os homossexuais, os ladrões, os avarentos, os bêbados, os difamadores, os marginais. Alguns de vocês eram assim. Mas foram lavados do pecado, separados para pertencerem a Deus e aceitos por ele por meio do Senhor Jesus Cristo e pelo Espírito do nosso Deus" (1 Coríntios 6:9-11).

10 de abr. de 2008

Filho processa mãe e parceira lésbica por abuso horroroso

Filho processa mãe e parceira lésbica por abuso horroroso
Hilary White
AKRON, Ohio, EUA, 2 de agosto de 2007 (LifeSiteNews.com) — Darrell Shaffer, de 19 anos, está processando sua mãe Mary Rowles, sua parceira lésbica Alice Jenkins, o Conselho Tutelar do Condado de Summit, o diretor do conselho e as assistentes sociais do conselho pelo horrível abuso e negligência que ele e seus irmãos sofreram durante anos.
Jenkins e Rowles se confessaram culpadas e foram condenadas em 2003 em 55 acusações de abuso e negligência que incluíam fazer os meninos sofrerem surras selvagens e fome, serem trancados num armário e serem forçados a comer fezes de animais. Quando foram tomados pela polícia, os meninos estavam sofrendo de sério problema de subnutrição. Um menino, que tinha 8 anos, pesava apenas 12 kg.
Em janeiro de 2004, as mulheres foram, cada uma, sentenciadas a 30 anos de prisão e estão sendo mantidas num centro de detenção de mulheres em Marysville. Shaffer é o mais velho dos cinco meninos que, na época da prisão das duas mulheres, tinham as idades de seis, oito, dez, treze e catorze anos. A irmã deles, que tinha 12 anos na época, não sofreu nada, disse a polícia.
Shaffer está pedindo 25 mil dólares de cada um dos acusados. O processo diz que o conselho tutelar local fez pelo menos três visitas ao lar entre julho de 1998 e abril de 2003: “Durante cada uma dessas visitas domésticas, havia evidência aberta, óbvia e decisiva de abuso e negligência em andamento envolvendo Shaffer e seus irmãos. Apesar disso, os acusados… não tomaram nenhuma medida para proteger Shaffer e seus irmãos”.
Na época em que foi presa, Mary Rowles, a mãe das crianças, tinha estado num relacionamento lésbico com Alice Jenkins, descrita como o “homem” no relacionamento, durante sete anos. As crianças eram instruídas a chamar Jenkins de “pai”, e a polícia disse que embora fosse evidente que os meninos tivessem medo da mãe, eles tinham “pavor” de Jenkins.
A promotora pública do Condado de Summit Sherri Bevan Walsh disse que os meninos afirmaram para a polícia que Jenkins batia neles com um martelo, chutou um na virilha com botas de bico de aço e os forçava a comer fezes de cães e gatos como castigo por escaparem de seu armário molhado de urina e roubar comida.
Relatórios dizem que Rowles tinha relacionamentos de “traição” com os verdadeiros pais de seus filhos, mas pelo menos um dos homens pediu legalmente a custódia de dois dos meninos e se queixou do abuso ao conselho tutelar. Em maio de 2003, Brady Postlethwaite e sua esposa disseram que tentaram várias vezes obter socorro para as crianças, mas afirmaram que “foram simplesmente chamados de mentirosos”.
Os testemunhos numa audiência de custódia em março de 2001 revelaram que o conselho tutelar do Condado de Summit e a polícia de Akron estavam cientes das alegações, mas nada fizeram. Postlethwaite disse que ele e sua esposa “receberam a orientação de que se fizessem mais alguma queixa seriam presos”.
Antes de serem condenadas, Rowles e Jenkins afirmaram para a imprensa de que elas sentem orgulho de serem lésbicas.
Traduzido e adaptado por Julio Severo: www.juliosevero.com.br; www.juliosevero.com
Fonte: http://www.lifesite.net/ldn/2007/aug/07080204.html

8 de abr. de 2008

Homossexuais ganham processo por discriminação contra a Igreja da Inglaterra e seu caso vira precedente perigoso para todas as igrejas

A nova Lei de Orientação Sexual da Inglaterra prometia proteger os religiosos de todo tipo de repressão antidiscriminação. Contudo, um pastor, que não quis contratar um homossexual praticante como líder de jovens para sua igreja, foi processado e perdeu. Esse pastor, mesmo sendo liberal e aceitando o homossexualismo em muitos aspectos, não concordava com a vida promíscua do homossexual. Gente de sua própria denominação, muito mais liberal do que ele, achou que é preconceito excluir um homossexual de função na igreja só porque ele é promíscuo. A questão então não foi entre liberais e conservadores, mas entre liberais e ultraliberais.
A vitória do homossexual promíscuo servirá de exemplo e ameaça para todas as igrejas da Inglaterra, mostrando para todos o que acontece quando os cristãos cedem aos enganos dos militantes homossexuais. Os cristãos ingleses deixaram que a Lei de Orientação Sexual fosse aprovada porque os militantes gays deram espaço para a introdução de uma cláusula de “isenção religiosa” — que se mostra inútil agora. Sua única utilidade foi ajudar a convencer os cristãos ingleses de que a Lei de Orientação Sexual jamais faria com eles o que está fazendo agora.
É a primeira vez que os ativistas gays mentem?
Enquanto olhamos para a Inglaterra com preocupação, os ativistas do Brasil, que lutam para aprovar leis antidiscriminação, usam com os cristãos os mesmos argumentos que enganaram os cristãos ingleses…
Julio Severo
www.juliosevero.com.br
Homossexual ganha processo por discriminação contra a Igreja da Inglaterra e seu caso vira precedente perigoso para todas as igrejas
Hilary White
CARDIFF, Gales (LifeSiteNews.com) — Grupos de ativistas homossexuais estão celebrando a decisão “histórica” contra a Igreja da Inglaterra onde um tribunal trabalhista deu ganho de causa a um homem homossexual que afirmou que foi discriminado com base na sua orientação sexual.
O grupo de lobby gay Stonewall deu apoio financeiro e legal a uma queixa judicial iniciada por John Reaney, de 42 anos, um homossexual ativo que se inscreveu para a posição de líder de jovens da diocese de Hereford.
Apesar do fato de que a Lei de Orientação Sexual contém uma “isenção” para os grupos religiosos, o tribunal julgou que o sr. Reaney sofreu discriminação. Agora a diocese será obrigada a pagar uma grande indenização financeira a Reaney.
O Rev. Anthony Priddis, o Bispo anglicano de Hereford, não quis empregar Reaney, dizendo que o homem havia confessado se envolver em atividade sexual fora do casamento durante um relacionamento de compromisso de cinco anos, uma violação clara das doutrinas cristãs da castidade que fazem parte oficial da Comunhão Anglicana.
Entidades religiosas, inclusive a Igreja da Inglaterra, avisaram no ano passado que o direito de expressão religiosa seria gravemente limitado quando a Lei de Orientação Sexual passasse em abril.
O Bispo Priddis disse durante seu testemunho que ele havia deixado claro que a questão não era a “orientação” sexual de Reaney, mas simplesmente que qualquer tipo de atividade sexual fora do casamento seria base para a negação de emprego.
O Bispo disse: “Tal sexualidade em si não era o problema, mas o estilo de vida do sr. Reaney tinha o potencial de impactar a liderança espiritual, moral e ética dentro da diocese”.
A decisão do tribunal trabalhista é o primeiro exemplo sob a nova lei onde as entidades religiosas são obrigadas a cumprir a doutrina sexual do Estado secular acima de suas convicções religiosas.
Os advogados de Reaney disseram em abril que seu cliente havia recebido “muitas mensagens de apoio de fora e de dentro da Igreja da Inglaterra e Gales, tanto do clero quanto das congregações”.
Pelo menos um membro do Sínodo Geral da Igreja da Inglaterra deu evidência em favor de Reaney.
O caso ganhou repercussão internacional quando o Arcebispo Peter Akinola, Primaz Anglicano da Nigéria que denunciou o avanço de “uma agressiva agenda secularista” no Ocidente, apoiou o Bispo Priddis.
Akinola declarou diante de jornalistas em 13 de maio em Abuja, Nigéria: “O declínio no número de casamentos e a destruição das famílias se tornaram epidêmicos” na Inglaterra. “Com certeza a Igreja tem a obrigação de promover uma vida santa, não ficar se desculpando por levar uma vida santa!”
Traduzido e adaptado por Julio Severo: www.juliosevero.com.br; www.juliosevero.com
Fonte: http://www.lifesite.net/ldn/2007/jul/07071807.html
Artigo sobre o mesmo assunto:

Circunstâncias, Determinismo Psíquico, Genes ou ... Escolha?

Martin Bobgan
"Então disse o homem: A mulher que me deste por esposa, ela me deu da árvore, e eu comi. Disse o Senhor Deus à mulher: Que é isso que fizeste? Respondeu a mulher: A serpente me enganou, e eu comi" (Gn 3.12-13).
No Jardim do Éden, Deus disse: "Adão!", Adão disse: "Eva" e Eva disse: "a serpente". Assim começou o costume de culpar os outros ("Não fui eu, Senhor"), esquivando-se da responsabilidade (foi alguém ou outra coisa) e fazendo o papel de vítima. O papel de vítima da humanidade ("não me acuse – eu não sou responsável") é um tema repetido continuamente na história humana. A humanidade parece ter um desejo férreo de culpar e transferir a responsabilidade a outros, fazendo o papel de vítima.
Determinismo Circunstancial
Quando Adão disse "Eva", ele estava transmitindo uma forma determinística de ver a vida. Ele estava dizendo que a única razão da violação do mandamento de Deus tinha sido a mulher. É possível ouvi-lo dizendo: "Se não fosse por essa mulher, eu não teria deixado de cumprir Seu mandamento." Adão se negou a assumir responsabilidade interior ("Eu o fiz") e, ao invés disso, atribui sua quebra do mandamento a um fator externo (Eva). Eva é acusada: "Ela é responsável por me tentar; eu sou a vítima. Se não fosse por Eva, eu nunca teria feito tal coisa." Tratava-se de determinismo baseado em razões externas, não em decisões interiores. Eva, por seu lado, acusou a serpente, transferindo a responsabilidade por aquilo que tinha feito, e também se colocou no papel de vítima.
O que vemos com Adão e Eva é um desejo de agradar a si mesmo e não a Deus, e uma resposta pecaminosa imediata para externalizar a culpa e a responsabilidade, fazendo o papel de vítima. "Sim", diria Adão, "eu o fiz, MAS fui forçado a fazê-lo. Naquelas circunstâncias, eu não tinha outra escolha." A era do determinismo circunstancial começou com nossos primeiros pais. As circunstâncias incluíam a disponibilidade da árvore e o encorajamento de Eva. Adão até poderia ter acrescentado: "Meu desejo de agradar à minha mulher me levou a fazê-lo."
Determinismo psíquico
Essa longa era de determinismo circunstancial continua até hoje. Entretanto, começando no século passado e prosseguindo até hoje, há um outro determinismo muito influente. Esse novo determinismo começou com o trabalho de Sigmund Freud. No livro "The Freudian Fallacy" ("A Falácia Freudiana"), E. M. Thornton escreveu:
Provavelmente nenhum outro indivíduo teve maior influência sobre o pensamento do século 20 do que Sigmund Freud. Suas obras influenciaram a psiquiatria, a antropologia, o serviço social, a penalística, a educação, e forneceram material praticamente sem limites para novelistas e dramaturgos. Freud criou "um clima de opiniões totalmente novo"; para o bem ou para o mal, ele mudou a face da sociedade. O vocabulário da psicanálise passou para a linguagem do dia-a-dia.[1]
Freud postulou que a razão porque pensamos da maneira como pensamos é que no início da vida (do nascimento até aos 5 anos) passamos pelo que ele chamou de fases psicossexuais de desenvolvimento. Em conseqüência, supostamente incorporamos nossa história humana inicial em nosso inconsciente. Freud ensinou que nossa infância então determina o que fazemos. A mesma coisa que aconteceu no Jardim do Éden, onde Adão e Eva transferiram a culpa, esquivaram-se da responsabilidade e se colocaram no papel de vítimas, dá-se também com o determinismo psíquico de Freud.
De acordo com Freud, a razão porque fazemos o que fazemos e pensamos o que pensamos é que somos psiquicamente determinados a fazê-lo. No sistema freudiano, culpo minhas fases iniciais de desenvolvimento psicossexual; eu não sou responsável, porque fui programado para agir e pensar pelas experiências iniciais da vida; e sou uma vítima dos resultados das minhas fases psicossexuais, que foram programadas em meu inconsciente.
Determinismo genético
Atualmente, entretanto, não estamos limitados às possibilidades de culpar o determinismo circunstancial e o determinismo psíquico. Um novo tipo de determinismo começou nesse século e sua popularidade tem crescido rapidamente durante os últimos dez anos. Trata-se do determinismo genético, biológico, orgânico. Enquanto as circunstâncias e o inconsciente foram os modos populares de transferir a culpa e a responsabilidade no passado, o determinismo genético, biológico e orgânico é o atual acusado dos atos e pensamentos.
Homossexualismo
Uma das melhores maneiras de examinar o determinismo genético é sua aplicação ao homossexualismo. Explicar o homossexualismo a partir do sistema freudiano de determinismo psíquico é bem diferente do que explicá-lo com base no determinismo genético. No determinismo psíquico, o homossexualismo seria relacionado a uma falha de se resolver o conflito edipiano. A explicação de Freud envolveria um pai supostamente passivo e uma mãe dominadora.
Agora analisemos o determinismo genético aplicado ao homossexualismo. A pergunta que temos que responder é: o homossexualismo é uma questão de determinismo genético? Em outras palavras, "algumas pessoas nasceram assim?"
Cérebros homossexuais
O ativista dos direitos dos gays e neurocientista Simon LeVay, do Salk Institute de La Jolla (Califórnia/EUA), provocou manchetes internacionais em 1991 ao declarar que uma certa área do cérebro tendia a ser menor em homens homossexuais do que em homens heterossexuais. Se bem que LeVay tem sido cauteloso em interpretar seus resultados, ele sugeriu que, tendo em vista que essa área específica do cérebro poderia ser intimamente relacionada com o comportamento sexual, ela poderia afetar a orientação sexual.[2]
LeVay autopsiou o cérebro de 19 homens homossexuais, de 16 homens heterossexuais e de 6 mulheres. A parte do cérebro que Simon LeVay informou ser menor em homens homossexuais, conhecida como o terceiro núcleo intersticial do hipotálamo anterior (INAH 3), é de tamanho mais próximo ao da área correspondente em cérebros de mulheres.[3]
Entretanto, essa pesquisa sobre o cérebro tem sido colocada em dúvida por diversas razões. Por exemplo, três dos homens homossexuais no estudo de LeVay tinham as áreas "INAH 3" tão grandes quanto as de homens heterossexuais, do mesmo modo como as de duas mulheres presumivelmente heterossexuais. Outro problema foi que todos os homens homossexuais e alguns dos homens heterossexuais do estudo tinham morrido de AIDS e ninguém conhece os efeitos reais da AIDS e das suas complicações sobre o tamanho e a forma do cérebro moribundo. Além disso, ninguém demonstrou uma relação entre a área "INAH 3" e o comportamento sexual em humanos. Ainda mais: somente os pacientes masculinos com AIDS no estudo de LeVay – e não os heterossexuais presumidos que morreram de outras causas – foram consultados sobre sua orientação sexual antes de morrerem.[4] Desse modo, os resultados são inconclusivos. O próprio LeVay diz:
Isso não provou que o homossexualismo é genético, nem que há uma causa genética para ser gay. Eu não mostrei que os homens gays "nasceram assim", que é o erro mais freqüente que as pessoas fazem ao interpretar meu trabalho. Eu também não localizei um centro gay no cérebro.[5]
Há muitos outros estudos examinando os fatores genéticos e biológicos relacionados com o homossexualismo. Nas conclusões, lemos palavras como: "parece haver", "é possível que" e "poderia ser que". Nada é conclusivo.
Um relatório recente no boletim da Escola de Medicina de Harvard afirma:
Se bem que a teoria de que a orientação sexual é inata tenha se tornado crescentemente popular, estudos genéticos e hormonais e observações da estrutura cerebral indicam que as evidências que apóiam essa teoria são muito fracas.[6]
Neuro-imagens (imagens do cérebro) e alterações cerebrais
Os cientistas estão agora fotografando e fazendo imagens detalhadas da estrutura, do metabolismo e da atividade elétrica do cérebro. Pesquisadores da UCLA, utilizando técnicas de neuro-imagens, concluíram que "terapias de alterações do comportamento produzem mudanças metabólicas funcionais no cérebro do mesmo modo que as terapias com drogas."[7]
Essas pesquisas são bastante preliminares, mas pense a respeito: se as terapias comportamentais podem alterar fisicamente as funções do cérebro em uma desordem mental específica (obsessiva, compulsiva), então é possível que nossos cérebros sejam alterados pelos nossos pensamentos e atos momentâneos. Se alguém segue o Espírito Santo ou segue a carne, o resultado pode ser alguma alteração cerebral. As autópsias de aidéticos feitas por LeVay podem ter meramente revelado um cérebro alterado pelo comportamento. Uma das razões porque o estudo de LeVay foi inconclusivo foi que ninguém sabe se o comportamento homossexual foi encorajado pela anormalidade do cérebro ou se ocorreu o inverso.
Genética e crime
Estamos definitivamente em uma era de determinismo genético. Sim, o determinismo circunstancial e o determinismo psíquico continuam por aí e até florescem. Entretanto, eles estão dando lugar a desculpas genéticas, biológicas e orgânicas para o comportamento.
Uma das áreas de pesquisa mais delicadas nos EUA é a que pretende relacionar a genética com o crime. Considera-se que os EUA são a nação mais violenta no mundo industrializado.[8] Havia grande preocupação de que a culpa iria recair sobre os americanos de origem africana, por causa do seu envolvimento desproporcional na criminalidade. Vinte milhões de dólares seriam gastos no estudo de anomalias bioquímicas relacionadas com comportamento agressivo. O furor provocado obrigou o então Secretário de Saúde e Serviços Humanos a renunciar. É politicamente correto relacionar genética e homossexualismo, mas politicamente incorreto relacionar genética, crime e raça.
A Biologia pode estar envolvida
Mesmo que a Biologia se mostre eventualmente implicada no homossexualismo, no crime e em outros comportamentos, não existe obrigação de seguir a Biologia. A noção de que o homossexualismo é uma orientação inescapável para alguns não tem apoio em pesquisas. Na verdade, a maior parte dos homens homossexuais mudaram sua preferência sexual (a mesma ou oposta) ao menos uma vez e 13% mudaram a orientação no mínimo 5 vezes.
A concupiscência dos olhos, a concupiscência da carne e a soberba da vida (veja 1 Jo 2.16) determinam todos os homens. A testosterona é um hormônio relacionado com o desejo sexual, mas ele nunca impõe ou obriga um homem a estuprar uma mulher. Do mesmo modo, os homens não são compelidos pela Biologia a assassinar, assaltar e violentar.
Os mandamentos e as maldições de Deus
Deus tanto prescreveu como proscreveu a área da sexualidade e das relações sexuais humanas. As conseqüências da desobediência têm sido desastrosas. A promiscuidade sexual em muitos países alcançou proporções epidêmicas. O "New York Times" informou: "mais de um quinto de todos os americanos, ou 56 milhões de pessoas, estão infectados com alguma doença sexualmente transmissível."[9]
Em um livro intitulado "The Catastrofe Ahead" ("A Catástrofe Adiante") os autores estabelecem três cenários sobre a disseminação do HIV no ano 2002. Eles crêem que, com alterações de comportamento modestas e sem solução médica significativa, haverá até 15 milhões de pessoas que terão sido afetadas pelo HIV. Outra projeção é de 34 milhões de pessoas no final desta década.[10] Estima-se que a epidemia poderá drenar mais de 500 bilhões de dólares da economia mundial.
As verdadeiras questões
A Palavra de Deus diz: "Mas todos nós somos como o imundo, e todas as nossas justiças como trapo da imundícia; todos nós murchamos como a folha, e as nossas iniqüidades como um vento nos arrebatam" (Is 64.6).
"pois todos pecaram e carecem da glória de Deus" (Rm 3.23).
"Portanto, assim como por um só homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado a morte, assim também a morte passou a todos os homens porque todos pecaram" (Rm 5.12).
"Ele vos deu vida, estando vós mortos nos vossos delitos e pecados, nos quais andastes outrora, segundo o curso deste mundo, segundo o príncipe da potestade do ar, do espírito que agora atua nos filhos da desobediência; entre os quais também todos nós andamos outrora, segundo as inclinações da nossa carne, fazendo a vontade da carne e dos pensamentos; e éramos por natureza filhos da ira, como também os demais" (Ef 2.1-3).
Enquanto o mundo procura desculpas através do determinismo circunstancial, psíquico e genético, ele ignora o que Deus disse sobre a raça humana: NASCIDA EM PECADO e PECAMINOSA POR NATUREZA. Sem a intervenção de Deus pela graça e Sua dádiva de nova vida, qualquer pessoa nascida neste mundo está determinada a ser um pecador. Isso é determinismo bíblico.
Determinismo bíblico – um pecador por natureza – permite que as pessoas ajam e até decidam de acordo com sua própria natureza. Entretanto, como cada aspecto dessa natureza está corrompido pela depravação, elas não podem agradar a Deus ou salvar a si mesmas. Porém, no âmbito da sua natureza, o homem toma decisões individuais e Deus o considera responsável por elas.
Deus chamou Adão, Adão culpou Eva, Eva culpou a serpente. E desde então, para escapar da verdade de Deus a respeito da depravação humana, os homens disseram:
1. "Não fui eu, foram as circunstâncias" ou
2. "Não fui eu, foi meu determinismo psíquico (foi culpa dos meus pais)" ou
3. "Não fui eu, foi minha genética (ou biologia, ou cérebro, ou hormônios, ou...)".
Deus, porém, nos considera responsáveis e nos diz o porquê em Romanos 1.21-25: "porquanto, tendo conhecimento de Deus não o glorificaram como Deus, nem lhe deram graças, antes se tornaram nulos em seus próprios raciocínios, obscurecendo-se-lhes o coração insensato. Inculcando-se por sábios, tornaram-se loucos, e mudaram a glória do Deus incorruptível em semelhança da imagem de homem corruptível, bem como de aves, quadrúpedes e répteis. Por isso Deus entregou tais homens à imundícia, pelas concupiscências de seus próprios corações, para desonrarem os seus corpos entre si; pois eles mudaram a verdade de Deus em mentira, adorando e servindo a criatura, em lugar do Criador, o qual é bendito eternamente. Amém."
O Senhor inspirou Paulo a escrever aos coríntios: "Ou não sabeis que os injustos não herdarão o reino de Deus? Não vos enganeis: nem impuros, nem idólatras, nem adúlteros, nem efeminados, nem sodomitas, nem ladrões, nem avarentos, nem bêbados, nem maldizentes, nem roubadores herdarão o reino de Deus. Tais fostes alguns de vós; mas vós vos lavastes, mas fostes santificados, mas fostes justificados, em o nome do Senhor Jesus Cristo e no Espírito do nosso Deus" (1 Co 6.9-11).
Conclusão
Em Gênesis 3.1, a serpente pergunta a Eva: "É assim que Deus disse...?" E não é isso que acontece atualmente? Vamos seguir a Deus ou à concupiscência da carne, à concupiscência dos olhos e à soberba da vida?
No livro "Gay Theology without Apology" ("Teologia Gay Sem Apologia") o autor diz: "Eu gostaria de sugerir que analisemos a Bíblia de forma menos apologética e mais crítica – que a analisemos não como uma autoridade da qual queremos aprovação, mas como um documento cujas falhas devem ser citadas."[11] Ao menos o autor compreende que a Bíblia condena o homossexualismo. Mas, ele deixou Deus e Sua Palavra para trás. Em contraste, um autor desconhecido escreveu:
A Bíblia contém a mente de Deus, o estado do homem, o caminho da salvação, a recompensa dos santos e o julgamento dos pecadores. Suas histórias são verdadeiras, suas doutrinas sagradas, seus preceitos determinantes. Ela contém luz para guiá-lo, alimento para sustentá-lo, conforto para animá-lo. Ela é o mapa do viajante, o cajado do peregrino, a bússola do piloto, a espada do soldado e o manual do cristão. A Bíblia é um rio de prazer, uma mina de riqueza, um paraíso de glória. Leia-a para ser sábio, creia nela para estar seguro e pratique-a para ser santo.
Quando o Espírito Santo convence um coração, nunca se ouve que tal pessoa faz acusações, se esquiva da responsabilidade ou se coloca no papel de vítima. Nunca se ouve: "Eu fui levado a pecar por causa do meu cérebro, da minha biologia ou do meu nascimento." O que se ouve é o clamor de um pecador, genuinamente convencido pelo Espírito Santo, que agora vê a Deus e clama: "Deus, sê propício a mim, pecador!" (Lc 18.13). (Martin Bobgan – PsychoHeresy Awareness Letter, volume 2, nº 3 – www.psychoheresy-aware.org)
Adaptado de uma palestra de Martin Bobgan na Escola de Teologia de Verão no Tabernáculo Metropolitano em Londres. Pouco tempo depois da palestra, o pastor, Dr. Peter Masters, enviou a seguinte observação ao autor: "Em uma carta intitulada "Genes em Extinção", o professor James Busvine diz: "Se, como se afirma, o homossexualismo tem base genética e tais indivíduos geralmente tem pouca ou nenhuma descendência, é bastante surpreendente que ele não tenha sido eliminado no decorrer da evolução"."[12]
Notas:
1. E. M. Thornton. The Freudian Fallacy (A Falácia Freudiana). Garden City: Doubleday & Company, 1984, p. ix.
2. American Health (Saúde Americana), março 1993, p. 72.
3. Ibid., p. 74.
4. Ibid., pp. 74-75.
5. David Nimmons, "Sex and the Brain" ("Sexo e o Cérebro"). Discover, março de 1994, p. 66.
6. William Byne e Bruce Parsons, "Biology and Human Sexual Orientation" ("Biologia e Orientação Sexual Humana"). The Harvard Mental Health Letter (Boletim de Saúde Mental da Universidade de Harvard), Vol. 10. Nº 8, fevereiro de 1994, p. 5.
7. "Behavior therapy may help alter some disorders in brain" ("É possível que a terapia comportamental ajude a alterar certas desordens no cérebro"), Santa Barbara News-Press (Noticiário de Santa Barbara), 16 de setembro de 1992, p. A-3.
8. Time, 19 abril de 1993.
9. "Sex-linked Diseases on Rise, Study Says" ("Estudo Afirma que as Moléstias Ligadas ao Sexo Estão Aumentando"), Santa Barbara News-Press, 1/4/93, p. A-3.
10. Santa Barbara News-Press, 13/6/93, p. A-12.
11. Gary D. Comstock. Gay Theology without Apology (Teologia Gay Sem Apologia). Cleveland: The Pilgrim Press, 1993, pp. 38-39.
12. James Busvine, "Fading Genes" ("Genes em Extinção"). London Daily Telegraph, 19 de julho de 1993.
Fonte: Chamada da Meia-Noite

6 de abr. de 2008

PL 122/06: mobilização contra restrição à liberdade religiosa

PL 122/06: mobilização contra restrição à liberdade religiosa
Tsuli NarimatsuJornalista da Portas Abertas
Com o fim do recesso parlamentar por conta das festas de fim de ano e do Carnaval, o Congresso Nacional começa a retomar os trabalhos que ficaram parados. Isso inclui o trâmite de votação do PLC 122/06, que está novamente prestes a ser apreciado pela Comissão de Direitos Humanos do Senado.
Faz parte da estratégia usada pelos senadores (e também por deputados e vereadores) a falta de transparência na agenda dos trabalhos legislativos – o que impede que o povo conheça com antecedência o que está para ser votado, e portanto, não consiga se mobilizar em tempo.
No dia 19/03/2008, o PLC 122/06 quase chegou a ser votado pela Comissão de Direitos Humanos do Senado. Mas a relatora Fátima Cleide (PT-RS) – que é uma das principais defensoras da aprovação da lei de homofobia tal como está – resolveu tirá-lo da pauta, provavelmente pela falta de quórum para a sua aprovação.
Corre à boca pequena que existiria um acordo para que um senador pedisse novamente vistas do processo, ou seja, um prazo maior para avaliação.
Ocorre que essa é uma ferramenta geralmente usada para ganhar tempo. Na prática, por causa da falta de transparência na agenda, o relator espera o dia mais apropriado, ou seja, que tenha mais senadores favoráveis ao projeto, para colocá-lo em votação.
Desse modo, diversas leis que interferem diretamente na vida dos cidadãos são aprovadas. E foi exatamente assim que o projeto foi aprovado na Câmara dos Deputados, em uma sessão esvaziada, quando a bancada evangélica estava ausente.
Muitos deputados à época não criam na aprovação de uma lei tão absurda que fere a liberdade de pregação da Bíblia Sagrada (leia mais), entre outros pontos. Mas o projeto chegou ao Senado e, se aprovado, dali seguirá direto para a sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que já se manifestou ser a favor.
É por esses motivos que conclamamos todos os cidadãos a se engajarem em uma ampla mobilização para exigir a participação maciça dos 36 senadores que integram a Comissão de Direitos Humanos nas reuniões que vão definir o futuro do projeto no Senado. Só assim poderemos garantir que manobras de última hora não sejam usadas por ativistas defensores do projeto.
Lembre-se: nossa liberdade religiosa, de interpretação e pregação – não apenas de trechos bíblicos como também do Alcorão e da Torá – podem sofrer um “cala boca”.
Se o PLC 122/06 for aprovado como está, você poderá assistir pastores, padres, rabinos e xeiques presos. A realidade da Igreja Perseguida pode se tornar a realidade da Igreja Brasileira. Sem contar que seremos obrigados a “contrabandear” Bíblias cujo original não foi censurado!
Clique aqui para saber o endereço e o telefone dos 36 senadores e ver uma sugestão de modelo de carta.
Entenda toda a polêmica e o risco que os brasileiros estão correndo por meio do PLC 122/06 e do PL 6418/2005 aqui!
Modelo de carta: "Senador, hora de voltar ao trabalho!"
Fonte: Missão Portas Abertas

4 de abr. de 2008

Gênero: o que é isso?

04 Abril 2008
(por trás dessa palavra esconde-se toda uma ideologia...)
Hoje em dia, muitas vezes a palavra “gênero” aparece em contextos onde esperávamos encontrar a palavra “sexo”. Em vez de se falar de diferença entre os sexos, fala-se de diferença entre os gêneros. Em vez de discriminação por causa de sexo, fala-se em discriminação por causa de gênero. As pessoas desavisadas podem achar que o termo “gênero” é inofensivo. Seria apenas um sinônimo de sexo. No entanto tal palavra esconde toda uma ideologia: a “ideologia de gênero”. Sobre este assunto, a Conferência Episcopal Peruana elaborou um documento “La ideología de género: sus peligros y sus alcances”[1], publicado em abril de 1998, cujo conteúdo pretendo resumir aqui. A chamada “perspectiva de gênero” resume-se nos seguintes princípios:
1. Não existe um homem natural nem uma mulher natural. O ente humano nasce sexualmente neutro. A sociedade é que constrói os papéis masculinos ou femininos. “Gêneros” são papéis socialmente construídos.
2. Não é a natureza, mas a sociedade que impõe à mulher e ao homem certos comportamentos e certas normas diferentes. Assim, se desde pequena a mulher brinca de boneca e casinha, isso não se deve a um instinto materno (que para as feministas de gênero não existe), mas simplesmente a uma convenção social. Se as mulheres casam-se com homens, e não com outras mulheres, isso não se deve a uma lei da natureza, mas uma construção da sociedade. Se os homens sentem-se na obrigação de trabalhar fora de casa para sustentar a família, enquanto as mulheres sentem necessidade de ficar junto aos filhos, nada disso é natural. São meros papéis, desempenhados por tradição, mas que poderiam perfeitamente ser trocados.
3. Tais idéias, que são meras construções sociais, servem para justificar o domínio da mulher pelo homem. Assim, a mulher, ingenuamente, “acredita” que seu lugar mais importante é o lar, que nasceu para se mãe, que deve sacrificar-se pelos filhos, que deve ser fiel ao marido... Tais “construções sociais” não têm fundamento, dizem as feministas. Assim, é preciso “desconstruir” tais idéias, conscientizando a mulher de que ela está sendo enganada e explorada.
4. Uma vez liberta de tais “construções sociais”, a mulher vê-se livre para construir a si mesma: pode livremente optar por ser lésbica, por não ser mãe ou por matar o filho concebido (ou, como se diz, “interromper a gravidez”). Tudo passa a ser permitido.
O marxismo: origem da ideologia de gênero
A ideologia de gênero, que causou enorme discussão na IV Conferência Mundial das Nações Unidas sobre a Mulher (Pequim, 1995), tem sua origem em Frederick Engels , amigo inseparável de Karl Marx. Em seu livro “A origem da família, da propriedade e do Estado” (1884), Engels dizia:
“O primeiro antagonismo de classes da história coincide com o desenvolvimento do antagonismo entre o homem e a mulher, unidos em matrimônio monógamo, e a primeira opressão de uma classe por outra, com a do sexo feminino pelo masculino”[2].
Segundo a doutrina marxista, não há conciliação possível entre as classes. Operários e patrões são necessariamente inimigos. Os operários não devem buscar melhorias para sua classe. Devem fazer uma revolução, que terá por fim acabar com as classes. Marx pregava uma tomada do poder pelo proletariado. Depois de algum tempo, o Estado iria desaparecer, não haveria mais classes sociais e tudo seria comum. Seria instaurado o comunismo.
Seguindo a mesma linha, o feminismo atual, com bases no marxismo, não deseja simplesmente melhorias para as mulheres. Deseja eliminar as “classes sexuais”. Diz a feminista radical Shulamith Firestone, em seu livro “The Dialectic of Sex” (A dialética do sexo):
“... assegurar a eliminação das classes sexuais requer que a classe subjugada (as mulheres) faça uma revolução e se apodere do controle da reprodução, que se restaure à mulher a propriedade sobre seus próprios corpos, como também o controle feminino da fertilidade humana, incluindo tanto as novas tecnologias como todas as instituições sociais de nascimento e cuidado de crianças. E assim como a meta final da revolução socialista era não só acabar com o privilégio da classe econômica, mas com a própria distinção entre classes econômicas, a meta definitiva da revolução feminista deve ser igualmente — à diferença do primeiro movimento feminista — não simplesmente acabar com o privilégio masculino, mas com a própria distinção de sexos: as diferenças genitais entre os seres humanos já não importariam culturalmente”.
As feministas de gênero, fiéis à visão marxista, dizem que toda desigualdade é injusta. Que o trabalho exercido pelo homem seja diferente do exercido pela mulher é simplesmente uma injustiça institucionalizada. É preciso acabar com ela. A respeito da mulher que opta por ficar em seu lar cuidando dos filhos, diz a feminista Christina Hoff Sommers:
“Pensamos que nenhuma mulher deveria ter esta opção. Não se deveria autorizar a nenhuma mulher ficar em casa para cuidar de seus filhos. A sociedade deve ser totalmente diferente. As mulheres não devem ter essa opção, porque se essa opção existe, demasiadas mulheres decidirão por ela”[3].
(Até aqui o resumo do documento da Conferência Episcopal Peruana)
Redefinição de família
O feminismo de gênero é inimigo frontal da família, lugar em que os papéis de cada sexo são “socialmente construídos”. Para abolir a família, é mais eficiente conservar seu nome e mudar o seu sentido. Família poderia significar não apenas a união perpétua entre um homem e uma mulher com seus filhos (como nós a conhecemos), mas também, por exemplo, a união de duas lésbicas e mais uma criança gerada por inseminação artificial; ou então dois homossexuais e um filho “adotivo”.
A recém-aprovada Lei 11.340, de 7 de agosto de 2006, conhecida como “Lei Maria da Penha”, redefine família como “a comunidade formada por indivíduos que são ou se consideram aparentados, unidos por laços naturais, por afinidade ou por vontade expressa” (art. 5°, II). E acrescenta: “As relações pessoais enunciadas neste artigo independem de orientação sexual” (art. 5°, parágrafo único). Essa lei, sancionada com o objetivo de coibir a violência contra a mulher, pretende ser o cumprimento da Convenção sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação contra as Mulheres (CEDAW), que o Brasil assinou em 1981 e ratificou em 1984. O texto da Convenção nada fala em favor do aborto ou do homossexualismo. Mas o Comitê internacional estabelecido para acompanhar o cumprimento da Convenção tem defendido abertamente tais idéias. Curioso é o texto em que o Comitê critica a Bielo-Rússia (também chamada Belarus) pela reintrodução do “Dia das Mães” e do “Prêmio das Mães”:
“Preocupa o Comitê a contínua prevalência dos estereótipos do papel de cada sexo e a reintrodução de símbolos como o ‘Dia das Mães’ e o ‘Prêmio das Mães’, que é visto como um encorajamento aos papéis tradicionais das mulheres. Preocupa também se a introdução da educação dos direitos humanos e de gênero, em oposição a tal estereotipação, está sendo efetivamente implementada.”[4]
Como se vê, a educação sob perspectiva de gênero é indicada pelo Comitê como remédio para a falta cometida pela Bielo-Rússia, de instituir um dia para valorizar a maternidade da mulher, que é apenas um “papel tradicional” a ser eliminado.
Homofobia
Se nada há de natural na complementação homem-mulher, os que criticam o homossexualismo devem ser punidos como “homofóbicos”. Pelo Projeto de Lei 5003-B, de 2001, aprovado pela Câmara em 23/11/2006, a prática de atos de homossexualidade deixa de ser vício e passa a ser direito humano. Essa proposição, que vai agora à apreciação pelo Senado, cria várias condutas consideradas crimes de “homofobia”. A punição para o reitor de um seminário que não admitir o ingresso de um aluno homossexual está prevista para 3 a 5 anos de reclusão (art. 5°)[5]. Aquele que ousar proibir ou impedir a prática de um ato obsceno (“manifestação de afetividade”) praticado em público por homossexuais receberá idêntica sanção penal (art. 7°). Interessante é como a palavra “gênero” aparece tantas vezes na proposta legislativa. Já em seu artigo 1°, ela diz que pretende definir “os crimes resultantes de discriminação ou preconceito de gênero, sexo, orientação sexual e identidade de gênero”.
É preocupante que a “perspectiva de gênero” esteja presente entre os propósitos do segundo governo Lula. À promoção do homossexualismo é dedicado um caderno de 14 páginas: “Lula presidente: construindo um Brasil sem homofobia: Programa Setorial Cidadania GLBT 2007 / 2010” . Sem o menor escrúpulo, o presidente se compromete a aprovar a “união civil entre pessoas do mesmo sexo, estendendo aos casais homossexuais os mesmos direitos que os casais heterossexuais possuem. Inclusive o reconhecimento e proteção de suas famílias, garantindo o direito à adoção” (p. 13).[6]
A doutrina cristã sobre a sexualidade
Homens e mulheres são diferentes, mas não são inimigos natos. Ao contrário, são mutuamente complementares. Um precisa do outro e completa-se no outro.[7] Porém, pela ideologia de gênero, esta visão cristã que vê em cada sexo uma vocação e missão específica é taxada de visão “sexista”. O “sexismo” e a “homofobia” são dois inimigos a serem combatidos por essa ideologia. Como se percebe, quem tem coragem para defender a doutrina cristã deve estar pronto para ser perseguido.
Pe. Luiz Carlos Lodi da CruzPresidente do Pró-Vida de Anápolis
[1] CONFERENCIA EPISCOPAL PERUANA. Comisión Episcopal de Apostolado Laical. Comisión ad–hoc de la mujer. La ideología de género: sus peligros y alcances. Lima, abr. 1998. Disponível em http://www.vidahumana.org/vidafam/iglesia/genero.html.
[2] ENGELS, Frederick , The Origin of the Family, Property and the State, International Publishers, New York , 1972, pp. 65-66.
[3] SOMMERS, Christina Hoff. Who Stole Feminism?, Simon & Shuster , New York , 1994, p.257.
[4] Concluding Observations of the Committee on the Elimination of Discrimination Against Women: Belarus . 31/01/2000, n. 361.
[5] Recusar, negar, impedir, preterir, prejudicar, retardar ou excluir, em qualquer sistema de seleção educacional, recrutamento ou promoção funcional ou profissional: Pena – reclusão de 3 (três) a 5 (cinco) anos.
[6] Disponível em:
[7] Cf. CONGREGAÇÃO PARA A DOUTRINA DA FÉ. Carta aos Bispos da Igreja Católica sobre a colaboração do homem e da mulher na Igreja e no mundo. 31 maio 2004.

Educação em Casa

Educação em Casa: Solução Oportuna para as Fracassadas Escolas Públicas Bill Fancher23 de novembro de 2005(AgapePress) — Uma campanha para dobrar o número de estudantes americanos na educação escolar em casa já decolou e está em plena movimentação. A resposta tem sido positiva. E. Roy Moore, o homem por trás do lançamento do projeto “Educando em Casa Família por Família”, crê que chegou o tempo certo de promover a educação em casa.“Nos EUA, o movimento de educação escolar em casa entre os evangélicos amadureceu”, diz Moore, “e chegou a hora de ir ao ataque e se envolver mais em objetivos evangelísticos em nossas apresentações”. Ele crê que a educação em casa com base na fé é uma opção cada vez mais atraente, principalmente porque a crescente influência homossexual nas escolas públicas e as políticas escolares que desrespeitam os pais na questão da educação sexual e do aborto estão aumentando o nível de preocupação de muitos pais hoje.Além disso, observa o defensor da educação em casa, os padrões fracos da educação, a engenharia social na sala de aula e as drogas e a violência nos locais das escolas levaram a um crescimento do movimento de educação escolar em casa nos anos recentes. Enquanto isso, ele aponta, a educação escolar em casa tem experimentado mudanças tremendas. No começo, esse movimento era visto com suspeita e ceticismo pelo governo e pelas autoridades da área da educação, mas o movimento cresceu tanto que agora tem a capacidade de realizar grandes convenções estaduais e feiras de currículos e até exercer influência nas assembléias legislativas em toda a nação americana.No passado, as famílias envolvidas na educação em casa eram rejeitadas pela sociedade, Moore afirma, “mas a maré mudou, e hoje são os cristãos que enviam os filhos à escola pública que estão na defensiva”. Agora são os pais que têm filhos nas escolas do governo, diz ele, que devem “dar explicações do motivo por que fazem tal coisa terrível”.A campanha Educando em Casa Família por Família está encorajando os educadores bem experientes da educação em casa a estender a mão de comunhão como conselheiros, ajudando outras famílias a lançar fora o medo a fim de explorar a opção da educação escolar em casa. O projeto incentiva os educadores experientes de educação em casa a ajudar pelo menos uma família novata por ano alcançando parentes e amigos e auxiliando-os enquanto eles dão seus primeiros passos na educação em casa — e além disso, à medida que surgem as oportunidades, partilhando o Evangelho com os pais que estão começando a dar a seus filhos educação escolar em casa.A educação escolar cristã em casa, afirma Moore, dá uma resposta aos pais e mães aflitos que estão procurando uma alternativa que respeite a fé e os valores da família, no lugar das escolas públicas que estão fracassando e se corrompendo cada vez mais. O diretor do projeto Educando em Casa Família por Família diz que ele espera ver milhões mais de crianças sendo educadas em casa durante os próximos cinco a sete anos, à medida que essa opção educacional cada vez mais popular demonstra ser “uma dos lugares mais claros de reavivamento e renovação de nossas famílias e igrejas em nossa nação”.Bill Fancher, colaborador regular de AgapePress, trabalha como jornalista de American Family Radio News.Traduzido e adaptado por Julio Severo