Seguidores

18 de dez. de 2008

NATAL 2


NATAL 2

O homem está totalmente integrado ao meio em que vive, a conseqüência é a absorção de costumes e práticas comuns a todos; principalmente, quando se trata de uma comemoração tão "bela" e na qual as emoções vêem à tona. Verdadeiramente é muito difícil aceitarmos qualquer informação que vá de encontro a esta festividade, nossa tendência inicial é rejeitar tais ensinamentos, taxando-os de inconsistentes ou originado em mentes de "pessoas que querem ser santas demais". Mas é fato! Ao contrário do que muitos pensam o NATAL não é uma festa originalmente cristã. As fontes pesquisadas apresentam várias versões retratando o surgimento dos símbolos natalinos, porém, todos possuem um ponto em comum, a origem pagã! A introdução desta comemoração na igreja cristã surgiu no catolicismo, por volta do século IV, a idéia era "abafar” o paganismo, cristianizando com uma boa maquiagem as celebrações comuns aos povos pagãos.

A palavra natal em inglês é christmas, a união de duas palavras, christ e mass que significa missa de Cristo ou missa de natal.

O dia 25 de dezembro foi escolhido porque coincidia com os festivais pagãos que celebravam a: 1)saturnália e o 2) solstício de inverno, em adoração ao deus-sol 3) sol invictus. Este festival de inverno era chamado à natividade do sol. A festa solar do natalis invicti (natividade do sol inconquistado) era celebrada em 25 de dezembro.

A prática de trocar presente era, segundo nos informa Tertuliano, parte da saturnália. Não há nada de errado em dar presente; os israelitas davam presentes uns aos outros em tempos de celebração (Et 9:22). Mas alguns têm procurado ligar os presentes de natal com aqueles que Jesus recebeu dos magos, porém, não há qualquer correspondência entre as duas situações.

A árvore de natal tem suas origens no paganismo. Segundo uma fábula babilônica, um pinheiro renasceu de um antigo tronco morto. O novo pinheiro simbolizava que Ninrode tinha vindo a viver novamente em Tamuz. Entre os druidas o carvalho era sagrado. Entre os egípcios era a palmeira, e em Roma era o abeto, que era decorado com cerejas negras durante a saturnália. O deus escandinavo odim era crido como um que dava presentes especiais na época de natal àqueles que se aproximassem de seu abeto sagrado. Em inúmeras passagens bíblicas a árvore é associada à idolatria e a adoração falsa: “Porque também os de Judá edificaram altos, estátuas, colunas e Postes-ídolo no alto de todos os elevados outeiros, e debaixo de todas as árvores verdes” (1Rs 14:23). ‘Não estabelecerá Postes-ídolo, plantando qualquer árvore junto ao altar do Senhor teu Deus que fizeres para ti” (Dt.16:21). Portanto a árvore de natal recapitula a idéia da adoração de árvore, sendo que castanhas e bolas simbolizam o sol.

A fim de justificar a celebração do natal muitos tentaram identificar os elementos pagãos com símbolos bíblicos. Jesus, por exemplo, foi identificado com o deus-sol. Tertuliano teve que assegurar que o sol não era o Deus dos cristãos, e Agostinho denunciou a identificação herética de Cristo com o sol.

É bom lembrarmos das advertências do profeta: “Porque os costumes dos povos são vaidade; pois cortam do bosque um madeiro, obra das mãos do artífice com machado; com prata e ouro o enfeitam, com pregos e martelos o fixam, para que não oscile” (Jr 10:3,4).

Com o passar do tempo muitos outros costumes foram sendo introduzidos nas festividades do natal. O papai Noel, por exemplo, é uma representação de São Nicolau, um santo da igreja católica romana. O presépio foi inserido por São Francisco.

Não devemos jamais nos esquecer que como cristãos verdadeiros somos ordenados a comemorar a morte de Cristo, sua ressurreição e sua vinda (1Co 11:25,26). Em nenhum lugar das Escrituras é ordenado aos cristãos que comemorassem o nascimento de Cristo. Talvez porque o nascimento de Cristo é um fato histórico aceito por todos os homens, é algo que ninguém se opõe. Não é assim porém com relação a sua ressurreição. Todos comemoram o nascimento de Cristo, mas somente os cristãos comemoram a sua ressurreição. Devemos ainda lembrar que acerca de Jesus, identificado na pessoa de Melquisedeque, se diz que era "...sem pai, sem mãe, sem genealogia; que não teve princípio de dias, nem fim de existência..." (Hb.7:3).

Em todos os períodos da história da cristandade uma minoria de líderes eclesiásticos tem se colocado contra a observância do natal. Uns ou mais fatores está relacionado a essa oposição:
(1) uma rejeição da autoridade eclesiástica na sua tentativa de estabelecer dias oficiais de festas dos quais o natal é um;
(2) uma objeção às bebidas, festas e imoralidade associadas às festividades do natal em todos os períodos da história;
(3) as associações antigas e contínuas entre o natal e as idéias e práticas religiosas pagãs.Amados do Senhor, é tempo de rejeitarmos todo e qualquer sincretismo no seio do Povo Eleito, fechando todas as brechas que o inimigo astutamente consegue abrir no coração da igreja; e para que isto aconteça passos de fé e desprendimento precisam ser dados, eliminando todo e qualquer canal, por mais belo que seja, idealizado pelo inimigo de nossas almas e empurrado como lixo para dentro das vidas. Saiba adorar a Deus em "espírito e verdade!” ·
Eu não sou contra a realização de cultos no dia 25 de dezembro. Devemos honrar o Senhor todos os dias do ano, inclusive, no dia simbolicamente dedicado ao Seu nascimento. Mas, sou profundamente contrário à importação de costumes e práticas sabidamente anti-bíblicas.
Elias de Oliveira.(Fonte de Pesquisa histórica: www elnet com.br)

Veja mais sobre o Natal:

14 de dez. de 2008

NATAL I


A história dá-nos os anos de 6 ou 5 aC como data provável do nascimento de Jesus. O fato de o Senhor ter nascido AC, se deve a um erro de cálculo. Dionysius Exiguus, um monge Romano do séc. VI, falhou no cálculo dos anos da sua era Cristã. Ele colocou o nascimento de Cristo pelo menos 5 ou 6 anos tarde demais. Devido a este fator a data de nascimento deve ser 5 ou 6 a.C.


Jesus nasceu em 25 de dezembro? Pouco provável. O inverno era chuvoso e gelado na Judéia no mês de dezembro. É improvável que os pastores passassem uma noite de dezembro em campo aberto. Mas, provavelmente o nascimento do Senhor tenha ocorrido na primavera, época, quando as noites são frescas e os pastores ficam acordados apascentando as ovelhas nos campos.


Natal, a origem:

A celebração do Natal antecede o cristianismo em cerca de 2000 anos. Tudo começou com um antigo festival mesopotâmico que simbolizava a passagem de um ano para outro, o Zagmuk. Para os mesopotâmios, o Ano Novo representava uma grande crise. Devido à chegada do inverno, eles acreditavam que os monstros do caos enfureciam-se e Marduk, seu principal deus, precisava derrotá-los para preservar a continuidade da vida na Terra. O festival de Ano Novo, que durava 12 dias, era realizado para ajudar Marduk em sua batalha. A tradição dizia que o rei devia morrer no fim do ano para, ao lado de Marduk, ajudá-lo em sua luta. Para poupar o rei, um criminoso era vestido com suas roupas e tratado com todos os privilégios do monarca, sendo morto e levando todos os pecados do povo consigo. Assim, a ordem era restabelecida. Um ritual semelhante era realizado pelos persas e babilônios. Chamado de Sacae, a versão também contava com escravos tomando lugar de seus mestres.

A Mesopotâmia inspirou a cultura de muitos povos, como os gregos, que englobaram as raízes do festival, celebrando a luta de Zeus contra o titã Cronos. Mais tarde, através da Grécia, o costume alcançou os romanos, sendo absorvido pelo festival chamado Saturnalia (em homenagem a Saturno). A festa começava no dia 17 de dezembro e ia até o 1º de janeiro, comemorando o solstício do inverno. De acordo com seus cálculos, o dia 25 era a data em que o Sol se encontrava mais fraco, porém pronto para recomeçar a crescer e trazer vida às coisas da Terra.

Durante a data, que acabou conhecida como o Dia do Nascimento do Sol Invicto, as escolas eram fechadas e ninguém trabalhava, eram realizadas festas nas ruas, grandes jantares eram oferecidos aos amigos e árvores verdes - ornamentadas com galhos de loureiros e iluminadas por muitas velas - enfeitavam as salas para espantar os maus espíritos da escuridão. Os mesmos objetos eram usados para presentear uns aos outros.

Apenas após a cristianização do Império Romano, o 25 de dezembro passou a ser a celebração do nascimento de Cristo. A maior parte dos historiadores afirma que o primeiro Natal como conhecemos hoje foi celebrado no ano 336 d.C.. A troca de presentes passou a simbolizar as ofertas feitas pelos três reis magos ao menino Jesus, assim como outros rituais também foram adaptados e cristianizados.

As origens dos símbolos natalinos (renas, trenó, duendes, arvores, presentes, etc.) são seculares e possuem como fundamento, diversas lendas pagãs; representavam a forma das religiões não cristãs cultuarem suas divindades.

Papai Noel, a origem:

A crença no Papai Noel, tem origem na Igreja Católica, como uma homenagem prestada ao padre Saint Claus, que conforme relatos, em data próxima ao natal, distribuía entre a população presente. Inclusive, nos Estados Unidos, o Papai Noel é conhecido por: “Santa Claus”.O bom velhinho, sutilmente toma para si, atributos exclusivos do Todo Poderoso, por exemplo:

a) Onisciência – Conhece cada criança e seu comportamento. E poderosamente conhece o pedido de cada uma.

b) Onipresença – Numa única hora, consegue estar em todos os lugares, na difícil missão de descer pela chaminé e deixar o presente.

c) Onipotência – Tem poder para Julgar , fazer renas voarem e ainda para controlar o tempo.

d) Eternidade - É sempre o mesmo por séculos.

Papai Noel, Uma lenda cercada de mistério e magia

Quem nunca acreditou em Papai Noel? Um velhinho com roupas vermelhas, barba branca, cinto e botas pretos que passa de casa em casa para deixar presentes às famílias. De geração em geração, a lenda do Santa Clauss ganha mais realidade no mês de dezembro, quando o mundo celebra o nascimento de Jesus Cristo. Será que ele existe? Será lenda? Bem, isso depende de cada um. Mas diz a história que o bom velhinho foi inspirado na figura de um bispo que de fato existiu.

São Nicolau nasceu no século 3, em Patras, na Grécia. Quando seus pais morreram, ele doou todos os seus bens e optou pela vida religiosa. Com apenas 19 anos, foi ordenado sacerdote e logo tornou-se arcebispo de Mira. Dizia-se que na cidade em que ele nasceu viviam três irmãs que não podiam se casar por não ter dinheiro para o dote. O pai das meninas resolveu, então, vendê-las conforme fossem atingindo a idade adulta. Quando a primeira ia ser vendida, Nicolau soube do que estava acontecendo e, em segredo, jogou através da janela uma bolsa cheia de moedas de ouro, que foi cair numa meia posta para secar na chaminé. A mesma coisa aconteceu quando chegou a vez da segunda. O pai, afim de descobrir o que estava acontecendo, permaneceu espiando a noite toda. Ele então reconheceu Nicolau, e pregou sua generosidade a todo o mundo.

A fama de generoso do bom velhinho, que foi considerado santo pela Igreja Católica, transcendeu sua região, e as pessoas começaram a atribuir a ele todo tipo de milagres e lendas. Em meados do século 13, a comemoração do dia de São Nicolau passou da primavera para o dia 6 de dezembro, e sua figura foi relacionada com as crianças, a quem deixava presentes vestido de bispo e montado em burro. Na época da Contra-reforma, a Igreja católica propôs que São Nicolau passasse a entregar os presentes no dia 25 de dezembro, tal como fazia o Menino Jesus, segundo a tradição destes tempos e que ainda hoje continua em alguns pontos da América Latina.

Os holandeses, no século 17, levaram para os Estados Unidos a tradição de presentear as crianças usando a lenda de São Nicolau - a quem eles chamavam Sinter Klaas. Os verdadeiros impulsores do mito de Santa Claus - nome que o Papai Noel recebeu nos Estados Unidos - foram dois escritores de Nova York. O primeiro, Washington Irving, escreveu em 1809 um livro em que São Nicolau já não usava a vestimenta de bispo, transformando-o em um personagem bonachão e bondoso, que montava um cavalo voador e jogava presentes pelas chaminés. Em 1823, um poema de um professor universitário, Clement C. Moore, enalteceu a aura mágica que Irving havia criado para a personagem, trocando o cavalo branco por renas que puxavam um trenó.

Ao longo do século 19, Santa Claus foi representado de muitas maneiras. Ele teve diferentes tamanhos, vestimentas e expressões, desde um gnomo jovial até um homem maduro de aspecto severo. Em 1862, o desenhista norte-americano de origem alemã Thomas Nast realizou a primeira ilustração de Santa Claus descendo por uma chaminé, embora ainda tivesse o tamanho de um duende. Pouco a pouco ele começa a ficar mais alto e barrigudo, ganhar barba e bigode brancos e a aparecer no Pólo Norte.

O símbolo de Santa Claus foi logo utilizado pela publicidade comercial. Em 1931, a Coca-Cola encomendou ao artista Habdon Sundblom a remodelação do Santa Claus de Nast para torná-lo ainda mais próximo. Sundblom se inspirou em um vendedor aposentado e assim nasceu - de uma propaganda da Coca-Cola! - o Papai Noel que a gente conhece.

Árvore de Natal, a origem:

A origem da árvore de Natal é mais antiga que o próprio nascimento de Jesus Cristo, ficando entre o segundo e o terceiro milênio A.C.. Naquela época, uma grande variedade de povos indo-europeus que estavam se expandindo pela Europa e Ásia consideravam as árvores uma expressão da energia de fertilidade da Mãe Natureza, por isso lhes rendiam culto.

O carvalho foi, em muitos casos, considerado a rainha das árvores. No inverno, quando suas folhas caíam, os povos antigos costumavam colocar diferentes enfeites nele para atrair o espírito da natureza, que se pensava que havia fugido.

A árvore de Natal moderna surgiu na Alemanha e suas primeiras referências datam do século 16. Foi a partir do século 19 que a tradição chegou à Inglaterra, França, Estados Unidos, Porto Rico e depois, já no século 20, virou tradição na Espanha e na maioria da América Latina.

Presépio, a origem:
As esculturas e quadros que enfeitavam os templos para ensinar os fiéis, além das representações teatrais semilitúrgicas que aconteciam durante a missa de Natal serviram de inspiração para que se criasse o presépio, que hoje é uma tradição na Itália, na Espanha, na França, no Tirol austríaco, na Alemanha, na República Checa, na América Latina e nos Estados Unidos.

A tradição católica diz que o presépio surgiu no século 13, quando São Francisco de Assis quis celebrar um Natal o mais realista possível e, com a permissão do papa, montou um presépio de palha, com uma imagem do Menino Jesus, um boi e um jumento vivos perto dela. Nesse cenário foi celebrada em 1223 a missa de Natal. O sucesso dessa representação do presépio foi tanta que rapidamente se estendeu por toda a Itália. Logo se introduziu nas casas nobres européias e de lá foi descendo até as classes mais pobres.

Na Espanha, a tradição chegou pela mão do monarca Carlos III, que a importou de Nápoles no século 18. Sua popularidade nos lares espanhóis e latino-americanos se estendeu ao longo do século 19 e na França não o fez até inícios do século 20.

Enfeites de Natal, o significado:

As bolas e estrelas que enfeitam a árvore de Natal representam as primitivas pedras, maçãs ou outros elementos que no passado enfeitavam o carvalho precursor da atual árvore de Natal. Cada um desses enfeites tem em si um significado.

Antes de que fossem substituídas por lâmpadas elétricas coloridas, as velas eram enfeites comuns nas árvores e simbolizam a purificação, com a chama sendo acesa como a representação de Cristo, a luz do mundo. As ferraduras são um clássico amuleto que atrai a boa sorte.

As habituais pinhas se utilizam como um símbolo da imortalidade e os sininhos como mostra do júbilo natalino. As maçãs e as bolas de cores, sua mais tradicional variante, desenvolvidas pelos sopradores de vidro da Boêmia do século 18, são signos que atraem de abundância.

Finalmente, as estrelas anunciam os desígnios de Deus. Segundo conta a Bíblia, cada estrela tem um anjo que vela por ela, crença que suporta a antiga idéia de que cada uma das que povoa o firmamento é em si mesma um anjo. A que se põe no alto da árvore de Natal refere-se à de Belém.

Missa do Galo, a origem:

É com o nome de Missa do Galo que se conhece a missa celebrada na noite de Natal. Sua denominação provém de uma fábula que afirma que foi esse animal o primeiro a presenciar o nascimento de Jesus, ficando encarregado de anunciá-lo ao mundo. Até o começo do século 20 era costume que a meia-noite fosse anunciada dentro do templo por um canto de galo, real ou simulado.

Essa missa apareceu no século 5 e, a partir da Idade Média, transformou-se em uma celebração jubilosa longe do caráter solene com que hoje a conhecemos. Até princípios do século 20, perdurou o costume de reservar aos pastores congregados ali o privilégio de serem os primeiros a adorarem o Menino Jesus. Durante a adoração, as mulheres depositavam doces caseiros, que logo trocavam por pão bento ou Pão de Natal.

Era também costume reservar um pedaço deste pão como amuleto, ao qual só se podia recorrer em caso de doença grave. Outra tradição que perdurou é a de estrear nessa noite uma peça de roupa com a qual se afastava o demônio. Em algumas regiões, esta missa se celebra durante as primeiras horas do dia. Na maioria dos países da América de língua espanhola é tradição que toda a família acuda a ela unida e para os panamenhos é o momento mais importante das festas.

Esta palavra é direcionada aos “cristãos evangélicos”:

Irmãos, é inadmissível a existência dos símbolos natalinos (árvores, enfeites; coroas; Papai Noel; presépios; anjos; etc.) em nossos lares. São oriundos do paganismo e ou catolicismo e destoam profundamente dos ensinos expressos na Bíblia. Todos os nossos atos devem visar à honra e a glória de nosso Mestre, a entrada dos símbolos natalinos em nossas casas nos afasta da verdade divina.

Como devemos ver o natal?

Encare o natal como uma “data simbólica”, mundialmente aceita em comemoração ao nascimento do Senhor Jesus e apenas isto! Não participe dos costumes e práticas comuns àqueles que continuam a andar conforme seus próprios impulsos, na ignorância espiritual.

Quanto às crianças, é urgente ensiná-las que tudo isto é uma prática comum às demais religiões, não aconselhável aos seguidores das verdades expressas na Bíblia, não é uma fonte de bênção para nossa vida. Cultivar a idéia da existência do Papai Noel, certamente é loucura diante do Eterno. E, não procure justificativas para manter viva em seu lar ou igreja as tradições natalinas. Lembre-se, que todas as práticas pagãs são contrárias aos princípios do Senhor, inclusive, as adaptadas ao cristianismo.
Verdadeiramente, o dia de nosso Senhor Jesus, é aquele consagrado para servi-LO e honrá-LO. E isto quando é feito com o coração puro e santo, sobe diante do trono, como aroma suave e agradável.
Ao ler esta mensagem, é provável que a denomine de inconsistente, devido a não citação de textos bíblicos, irmãos o tema é tão claro e óbvio que é desnecessário. No entanto, gostaria que você fosse espiritual o suficiente para deixar o Espírito Santo ministrar em teu coração. Não lute contra a verdade explicita do Senhor e não seja partidário daqueles que levados pela carne (desejos, emoções, tradições, etc.) logo declaram: “Não tem nada a ver!” e como cegos que são, compartilham dos mesmos costumes comuns aos que vive uma realidade não bíblica.

Em nossos dias o natal, de certa forma, continua representando uma festa pagã, declaradamente dedicada ao consumismo, para alegria do comércio.

Eu não sou contra a realização de cultos no dia 25 de dezembro. Devemos honrar e louvar o Senhor Jesus todos os dias do ano, inclusive, no data simbolicamente dedicado ao Seu nascimento. Mas, sou profundamente contrário à importação de costumes e práticas sabidamente anti-bíblicas e a sua inclusão na igreja de Cristo Jesus.

Elias R. de Oliveira

Símbolos natalinos, fonte: terra.com.br/natal/index.htm

13 de dez. de 2008

EBD - ESCOLA BIBLICA DOMINICAL

ESCOLA BIBLICA DOMINICAL

Lição 11 - A Completude da Bíblia
Leitura Bíblica em Classe2 Pedro 1.16-21; 2.1Introdução
I. A Completude da Bíblia
II. Deturpação da Completude da Bíblia
III. Agressões à Ortodoxia Bíblica
Conclusão:
Título deste subsídio: A Completude da Bíblia

Autor: Elinaldo Renovato de Lima (comentarista da lição deste trimestre)

Porque eu testifico a todo aquele que ouvir as palavras da profecia deste livro que, se alguém lhes acrescentar alguma coisa, Deus fará vir sobre ele as pragas que estão escritas neste livro (Ap 22.18).
A Bíblia é o livro completo. Comete pecado abominável qualquer que adicionar ou subtrair alguma coisa ao seu conteúdo divinamente inspirado. Os livros, escritos por inspiração humana, podem sofrer revisões ou atualizações. Muitos autores escrevem sobre temas que precisam passar por modificações as mais diversas, visto que se referem às coisas humanas, que são mutáveis e falíveis. No entanto, em se tratando da Bíblia Sagrada, esse fato não pode acontecer.
Em primeiro lugar, porque o seu autor, que é Deus, pela iluminação do Espírito Santo, atuando sobre a mente dos escritores humanos, não falha. Diz a Bíblia: “Toda boa dádiva e todo dom perfeito vêm do alto, descendo do Pai das luzes, em quem não há mudança, nem sombra de variação” (Tg 1.17).

Em segundo lugar, em decorrência da infalibilidade de Deus, sua Palavra também não falha, não passa, não precisa de revisão ou de atualização: “O céu e a terra passarão, mas as minhas palavras não hão de passar” (Mt 24.35). Os escritores humanos da Bíblia, foram homens falhos, mas foram usados por Deus como instrumentos da transmissão escrita de sua Palavra, por inspiração e revelação, sob a coordenação e supervisão do Espírito Santo. Este é o Editor divino da Bíblia.

O grande perigo (que se constitui pecado gravíssimo), das tentativas de revisões dos textos sagrados, é o surgimento de heresias que acabam servindo de ensino e que dão base às seitas e falsas religiões e movimentos pseudocristãos. Quando alguém, em sua carnal presunção, sente-se com autoridade para acrescentar palavras ou sentenças à Bíblia, visando adaptá-la às visões modernas ou pós-modernas do mundo, geram verdadeiros monstrengos doutrinários, que induzem muitos ao erro, cometendo verdadeira impiedade. Diz a palavra: “Mas os homens maus e enganadores irão de mal para pior, enganando e sendo enganados” (2 Tm 3.13).

A Bíblia, no seu conteúdo inspirado por Deus, não precisa de qualquer revisão, atualização, ou adaptação. O que se pode admitir é a revisão das traduções, ou das versões, em termos lingüísticos ou semânticos, desde que não seja alterado o sentido das palavras, com base nos textos originais mais antigos. Ela tem a completude necessária para se impor como o Livro de Deus para a humanidade.

I – O QUE É A COMPLETUDE DA BÍBLIA
Completude quer dizer: “Caráter do que é, ou está completo”. Homens escreveram os livros da Bíblia. Mas o seu conteúdo, como mensagem de Deus aos homens, está completo em si mesmo. Nada se pode acrescentar ou diminuir a esse conteúdo, inspirado, revelado, pleno e inerrante. Traduções, versões, interpretações ou visões acerca da Bíblia podem ser emitidas, divulgadas, estudadas, aceitas ou rejeitadas. Ela é completa em todos os seus aspectos fundamentais.

1. ELA É COMPLETA EM SEU CONTEÚDO
No âmago de sua essência, o conteúdo da Bíblia não pode sofrer alterações. Tudo o que foi escrito teve a supervisão do Espírito Santo. Está escrito: “E temos, mui firme, a palavra dos profetas, à qual bem fazeis em estar atentos, como a uma luz que alumia em lugar escuro, até que o dia esclareça, e a estrela da alva apareça em vosso coração, sabendo primeiramente isto: que nenhuma profecia da Escritura é de particular interpretação; porque a profecia nunca foi produzida por vontade de homem algum, mas os homens santos de Deus falaram inspirados pelo Espírito Santo” (2 Pe 1.19-21).

Conforme lemos no capítulo 8, ao longo de 1600 anos, Deus usou homens fiéis, comprometidos com a verdade, para reunir os textos bíblicos, que formaram o “cânon sagrado”. No meio de uma variedade enorme de livros, só passaram a figurar como canônicos aqueles que passaram por um crivo de muito critério e autenticidade.

A Bíblia, usada pelos evangélicos ortodoxos, possui 66 livros. A Bíblia, usada pelo catolicismo, contém 73 livros. Aquela, à luz das melhores análises, realizadas pelos estudiosos das Escrituras, demonstra ter a mais consistente coerência quanto à completude dos textos sagrados. Na Bíblia católica, aceita inclusive por certos ramos de denominações evangélicas, há os livros chamados apócrifos ou deuterocanônicos, que contêm mensagens destoantes dos demais livros. Por volta do ano 100 d.C., o cânon do Novo Testamento foi completado, encerrando, assim, o acervo de livros que haveriam de integrar a Bíblia Sagrada.

A Bíblia é a Palavra de Deus. Ela é “provada; é um escudo para todos os que nele confiam” (Sl 18.30). Os livros que integram a Bíblia têm passado pela “prova de fogo” da validade interna e externa. Os críticos, materialistas e ateus, têm procurado lançar dúvida e descrédito contra a Bíblia. Mas Ela tem resistido aos ataques do maligno. “Seca-se a erva, e caem as flores, mas a palavra de nosso Deus subsiste eternamente” (Is 40.8).
2. ELA É COMPLETA EM SUA MENSAGEM

A mensagem da Bíblia é completa. Tudo o que Deus quis, e quer, para o homem, no relacionamento entre ambos, está na Bíblia. A mensagem da Bíblia é tão elevada e tão profunda, que certo pensador disse: “Se o homem conseguisse cumprir os capítulos 5 a 7 de Mateus, que contém o Sermão do Monte, proferido por Jesus, a humanidade já estaria revivendo o Paraíso na Terra”.

1) Sobre a cosmogonia
A Bíblia, como Palavra de Deus, é a mensagem de Deus ao ser humano. A Bíblia tem a completa explicação sobre as origens do universo, da vida, do homem, dos demais seres vivos, da matéria e de todas as coisas. O relato do capítulo primeiro do Gênesis engloba todas as fases e processos pelos quais Deus, o Criador, fez surgir todas as coisas pelo poder de sua Palavra.

2) Sobre a salvação
A Bíblia é completa quanto à mensagem da salvação para o homem caído. Toda a mensagem da Bíblia revela o amor de Deus para com o homem, na criação, na Queda e na Redenção. Jesus Cristo é o tema central da Bíblia. Nela, não há lugar para outros salvadores, salvadoras, medianeiros ou medianeiras. Jesus disse: “Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida. Ninguém vem ao Pai senão por mim” (Jo 14.6b). Disse Pedro: “E em nenhum outro há salvação, porque também debaixo do céu nenhum outro nome há, dado entre os homens, pelo qual devamos ser salvos” (At 4.12; 1 Tm 2.5).

3) Sobre a História
As falsas religiões, com seus falsos livros, vêem a História de modo cíclico. Isto é: tudo teve início e volta ao começo. Os espíritas crêem na reencarnação. A Bíblia mostra que a História é linear. Ela tem começo e fim. A História do homem teve começo, passou pela Criação, pela Queda e tem assegurada a Redenção, para os que buscam a Deus, por meio de Cristo, e terá um fim, na “consumação dos séculos” (Mt 13.49; 28.20). Depois do “fim” (Mt 24.14; 1 Co 15.24), haverá a continuidade dos propósitos de Deus para o universo, quando haverá “céus novos e nova terra” (Is 65.17; 2 Pe 3.13; Ap 21.1).
II – DETURPAÇÃO DA COMPLETUDE DA BÍBLIA

Ao longo dos séculos, a Bíblia tem sido o livro mais lido e o mais atacado pelas forças que se opõem à verdade da mensagem de Deus aos homens. Em vez de procurarem interpretá-la à luz de suas próprias páginas e textos ¾ A Bíblia interpreta a si mesma ¾ homens presunçosos, dominados pela ignorância ou pela soberba, procuram deturpar a Palavra de Deus. De diversas formas, os ímpios, em seu orgulho, procuram deturpar as idéias em torno da Bíblia. E o fazem de diversas formas.

1. POR ADIÇÃO
No Apocalipse, o Senhor Jesus falou a João, na Ilha de Patmos: “Porque eu testifico a todo aquele que ouvir as palavras da profecia deste livro que, se alguém lhes acrescentar alguma coisa, Deus fará vir sobre ele as pragas que estão escritas neste livro” (Ap 22.18; grifo meu). Exemplo de adição é o que fizeram os russelistas ou Testemunhas de Jeová. Na Bíblia, no original grego, o texto de João 1.1, está escrito: “No princípio, era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus”.

Na Tradução do Novo Mundo das Escrituras Sagradas (a “bíblia” deles), adicionaram o artigo indefinido “um”, descaracterizando o sentido do versículo: “No princípio era a Palavra e a Palavra estava com o Deus, e a Palavra era um deus...” Justificam essa mudança, no texto, alegando que, “pela ausência do artigo definido ‘o’ (hó), isso significa que Cristo era apenas um deus (com ‘d’ minúsculo), e não o Deus”1 (grifo e parêntese acrescentado). Note-se que, para Deus, acrescentam o artigo definido “o”, numa clara demonstração de que aceitam a divindade de Deus (Jeová), mas não aceitam a divindade de Cristo.

2. POR SUBTRAÇÃO
Diz o Apocalipse: “E, se alguém tirar quaisquer palavras do livro desta profecia, Deus tirará a sua parte da árvore da vida e da Cidade Santa, que estão escritas neste livro” (Ap 22.19; grifo meu). Críticos presunçosos têm procurado subtrair da Bíblia partes importantes, visando diminuir seu caráter divino e completo. Notadamente, os teólogos liberais procuram dessacralizar a Bíblia, chegando a ponto de dizer que Ela não é a Palavra de Deus; apenas a contém. Análises críticas, que seguem essa linha de pensamento, concluem que nem tudo o que está na Bíblia foi inspirado, ou mesmo revelado. Seus falsos doutores apregoam, nas universidades teológicas, que não se deve crer na concepção virginal de Cristo, em seus milagres, e até em sua ressurreição. Um dos maiores exemplos dessa mutilação bíblica é o que defendem os que fazem o Seminário de Jesus, nos EUA, que chegam a afirmar que apenas 18% do que está no Novo Testamento merece crédito.

3. POR MODIFICAÇÃO
Certas traduções da Bíblia, às vezes, visando contextualizar sua mensagem, ou adaptá-la aos tempos pós-modernos, modificam as frases dos textos bíblicos, de tal forma que descaracteriza todo o sentido doutrinário original. Há traduções da Bíblia que, no intuito de atender ao “politicamente correto”, em que todas as palavras “sodomitas” e “efeminados” foram tiradas do texto, e substituídas por outras, mais “amenas”.

Os russelistas (Testemunhas de Jeová) modificaram o texto original, que fala sobre “O Espírito de Deus”, como em Gênesis 1.2: “E a terra era sem forma e vazia; e havia trevas sobre a face do abismo; e o Espírito de Deus se movia sobre a face das águas”. Na “bíblia” deles, está escrito assim: “Ora, a terra mostrava ser sem forma e vazia, e havia escuridão sobre a superfície da água de profundeza; e a força ativa de Deus movia-se por cima da superfície das águas”.2 Com isso, reforçam a heresia que rejeita a doutrina da Trindade. Negam que Jesus é Deus e negam a divindade e a Pessoa do Espírito Santo.
4. POR SUBSTITUIÇÃO
Muitas religiões e seitas dizem crer na Bíblia, mas não a consideram a verdade absoluta de Deus para o homem. No catolicismo, as tradições, os dogmas, e interpretações do magistério têm praticamente a mesma autoridade da Bíblia Sagrada, ou a Ela se sobrepõem, com mais força e autoridade. No Concílio de Trento (1545), o Papa declarou que a tradição católica tem a mesma autoridade da Bíblia. Na verdade, na prática, a Bíblia é substituída pela tradição. Jesus reprovou os fariseus, dizendo: “invalidando, assim, a palavra de Deus pela vossa tradição, que vós ordenastes. E muitas coisas fazeis semelhantes a estas” (Mc 7.13). Em 1950, o Papa Pio XII proclamou que Maria ascendeu ao céu em corpo e alma, logo após a sua morte. Onde está escrito isso? Em lugar nenhum, na Bíblia. Mas os católicos crêem nesses dogmas com a mesma fé, ou mais, do que naquilo que está escrito na Bíblia.

O livro de Mórmon substitui a Bíblia para os adeptos da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias. Os espíritas pregam que o espiritismo é a “Terceira Revelação”. A primeira, segundo seus ensinos, foi dada a Moisés; a segunda, através de Jesus Cristo. E a pretensiosa “terceira” e última é o espiritismo. Essa é uma característica marcante nas seitas e heresias: desprezar a Bíblia como única fonte de autoridade doutrinária, e achar que Ela não tem a revelação completa da parte de Deus. Mas Jesus disse: “Passará o céu e a terra, mas as minhas palavras não passarão” (Mc 13.31).

III – AGRESSÕES À ORTODOXIA

1. LIVROS DITOS REVELADOS
Livros com “a última revelação” têm sido publicados e espalhados por todas as partes, levando milhares de pessoas ao erro e ao engano doutrinário. Supostos “contatos imediatos de terceiro grau” têm sido propalados por pastores e ensinadores de certas igrejas, com evidentes distorções da Palavra de Deus.

Neste aspecto, é grande o número de livros, de revistas, periódicos, e outras publicações, que divulgam mensagens heréticas, muitas das quais têm aparente conteúdo de verdade. Muitas vezes, misturam interpretações verdadeiras com as falsas, causando confusão na mente dos leitores. A chamada “teologia da prosperidade” usa e abusa dos textos bíblicos, visando demonstrar suas falácias para atrair os incautos. Grande parte dos crentes, de todas as igrejas evangélicas, e, principalmente, das pentecostais, jamais se deu ao trabalho gratificante de ler e estudar a Bíblia.

Quando surge uma “nova igreja”, uma “nova teologia”, uma “nova doutrina”, apresentando inovações e modismos, não poucos caem na armadilha das novidades. Haja vista a chamada “bênção de Toronto”, em que seus mentores e líderes apareciam como pessoas extremamente espirituais, levando as pessoas a um estado de verdadeiro transe emocionalista. Ali, muitos urravam como leão, dizendo estar cheias do Espírito do “Leão de Judá”; outras cantavam como galo, miavam como gatos, caindo ao chão. Há pouco tempo, no Jornal o Mensageiro da Paz, um dos líderes daquele movimento declarou para o mundo que tudo não passava de mistificação, engano e engodo, e até de influência demoníaca! A que ponto pode chegar uma comunidade, quando não se fundamenta na ortodoxia bíblica!

Bem disse Paulo: “Tende cuidado para que ninguém vos faça presa sua, por meio de filosofias e vãs sutilezas, segundo a tradição dos homens, segundo os rudimentos do mundo e não segundo Cristo” (Cl 2.8). Pedro advertiu: “E também houve entre o povo falsos profetas, como entre vós haverá também falsos doutores, que introduzirão encobertamente heresias de perdição e negarão o Senhor que os resgatou, trazendo sobre si mesmos repentina perdição” ( 2 Pe 2.1).
Uma boa regra é: diante de qualquer doutrina, ensino, orientação, ou norma, confrontá-lo com a Palavra de Deus. Se não houver fundamento, claro, explícito, ou implícito, consistente, o crente não deve aceitá-lo. É necessário fazer como os cristãos bereanos, que ao ouvirem a palavra, examinavam “cada dia nas Escrituras se estas coisas eram assim” (At 17.11). Paulo, advertindo aos efésios, exortou-os, dizendo que Deus houvera dado ministros do evangelho, “querendo o aperfeiçoamento dos santos, para a obra do ministério, para edificação do corpo de Cristo, até que todos cheguemos à unidade da fé e ao conhecimento do Filho de Deus, a varão perfeito, à medida da estatura completa de Cristo, para que não sejamos mais meninos inconstantes, levados em roda por todo vento de doutrina, pelo engano dos homens que, com astúcia, enganam fraudulosamente” (Ef 4.12-14).
2. EXPERIÊNCIAS PESSOAIS
No meio de muitas igrejas locais, principalmente nas de linha pentecostal, já é por demais conhecido o fato de que há muitos exemplos de pessoas, que se apresentam como sendo profetas, profetizas, videntes, ou mesmo pessoas que não possuem qualquer dom, afirmando que tiveram uma “revelação”, que “Deus falou com elas” sobre determinada coisa, sobre este ou aquele comportamento. E passam suas experiências para a congregação, na expectativa de que todos aceitem o que dizem como se fosse algo fundamentado na Bíblia. Há muitas “doutrinas”, no meio evangélico que surgiram de experiências pessoais.

Praticamente, todas as seitas surgiram assim. Uma profetiza (ou profeta) diz que viu, no céu, os dez mandamentos, e, um, brilhava mais do que os outros; e formula uma doutrina. Outro fundador de religião diz que um anjo lhe falou, e mostrou um livro. Outro diz que recebeu “a unção do riso”, e põe todas as pessoas para rir de modo descontrolado e irreverente. E afirma que Deus lhe revelou! Lamentavelmente, grande parte dos crentes não examina os fatos à luz da Bíblia. Mas prefere aceitá-los sem o senso crítico, porque o pastor, o missionário, ou a irmã de oração é uma serva de Deus, e tem autoridade. E, assim, as heresias vão proliferando. É assim que os falsos ensinos e as “vãs sutilezas” (Cl 2.8) tomam conta de muitas igrejas locais.
Nem profecia, nem sonho, nem revelação, nem experiência pessoal, por mais impressionante que seja, pode ser acrescentada ou substituir o que está escrito na Palavra de Deus.
3. MARKETING PERSONALISTA. DVD’S, CD’S, APOSTILAS, ETC.

Nos dias atuais, na “era da informação e da imagem”, da Internet, parece que menos crentes estão lendo a Bíblia. E muito menos a estudando. Mas aumenta, a cada dia, o número de pessoas, nas igrejas, acessando sites na Internet; baixando (fazendo download) vídeos e arquivos de mensagens e armazenando para seu deleite ou informação. Por um lado, nada há que reprovar, pois o acesso à informação, hoje, é bem mais amplo e ao alcance de todos. Porém, o que há de negativo é o fato de tantas pessoas, principalmente jovens, que jamais leram a Bíblia, estarem recebendo imagens e informações de segunda e de terceira mão, sem ao menos examinarem se elas estão de acordo com a Palavra de Deus.

Há pregadores que disponibilizam seus DVD’s e CD’s com suas mensagens. Em princípio, nada há de errado nisso. É uma forma de expor ensinos, estudos e mensagens. Há homens de Deus, que utilizam a mídia e seus produtos para disseminar a Palavra de Deus de modo ético e sincero. Mas há os que, tornando-se famosos, fazem uso da mídia para difundir mensagens sem fundamento bíblico, aproveitando-se do nome e da imagem que formaram diante do público. Passam a ser “gurus”, idolatrados e bafejados por admiradores e fãs.

Os tais comportam-se como astros de cinema, e mudam até o visual para agradar seus seguidores, induzindo-os a um verdadeiro culto à personalidade. Já vimos casos de DVD’s em que o pregador fala uma hora e não abre a Bíblia, ou cita textos, em que fundamente sua mensagem. Limitam-se a “massagear” o ego das pessoas, com mensagens triunfalistas, ou de auto-ajuda: “Você já venceu!”, “Eu profetizo vitória...!”, “Você é filho do rei; não pode ser pobre”; “Você não precisa mais orar! Deus já lhe deu todas as bênçãos celestiais!” “Declare, determine, decrete...!”

Esses pregadores não pregam se não receberem polpudos “cachês”, pois já entraram na era do marketing personalista, a exemplo dos cantores famosos, que não cantam para Deus, mas sim, por dinheiro. Como são “pop-stars” ou “celebridades”, o que eles dizem é aceito como verdade absoluta por seus admiradores, que nem sequer se dão ao trabalho de examinar as Escrituras.
4. NOVAS TEOLOGIAS
Modernamente, existem “novas” teologias, que procuram substituir a Bíblia em sua interpretação ortodoxa. Essas correntes teológicas têm influenciado grande parte do meio evangélico, quase sempre ávido por mudanças e inovações. Dentre essas novidades teológicas, destacamos as seguintes:

1) Teísmo Aberto
Como foi visto, no capítulo 1, existe o “Teísmo Aberto”, que é uma verdadeira aberração contra a interpretação honesta da Bíblia, que prega um “deus” fracassado, impotente, que ignora o futuro, falho e mutável. Em seus ensinos, querem mutilar a Bíblia, ao mesmo tempo, adicionando, subtraindo, substituindo, e modificando o verdadeiro sentido da Palavra de Deus como mensagem do Senhor ao homem caído.

2) Teologia da Prosperidade
Essa corrente teológica e doutrinária tem feito grande estrago no meio evangélico. Seus líderes difundem a idéia de que o crente em Jesus não pode ser pobre, nem pode ficar doente. Se isso acontecer, é porque há algo errado em sua vida: ou está em pecado ou não tem fé. É o cúmulo da precipitação no julgamento da espiritualidade das pessoas. E seus mentores dizem-se possuídos de autoridade divina.

Diz Hagin: “Você é tanto uma encarnação de Deus quanto Jesus Cristo o foi...” (Hagin, Word of Faith, 1980, p. 14). “Você não tem um deus dentro de você. Você é um Deus” (Kenneth Copeland, fita cassete The Force of Love, BBC-56). “Eis quem somos: somos Cristo!” (Hagin, Zoe: A Própria Vida de Deus, p.57). Baseiam-se, erroneamente, no Sl 82.6, citado por Jesus em Jo 10.31-39. “Eu sou um pequeno Messias”.3 Satanás, no Éden, incluiu no seu engodo, que o homem seria “como Deus, sabendo o bem e o mal” (Gn 3.5). Isso é doutrina de demônio.
Em João 10.34, Jesus citou o Salmos 82.6, mostrando a fragilidade do homem e não sua deificação: “Todavia, como homens morrereis e caireis, como qualquer dos príncipes” (v. 7). “Deus não é homem” (Nm 23.19; 1 Sm 15.29; Os 11.9 Ex 9.14). Fomos feitos semelhantes a Deus, mas não somos iguais a Ele ¾ Deus é Onipotente (Jó 42.2); o homem é frágil (1 Co 1.25); Deus é Onisciente (Is 40.13, 14; Sl 147.5); o homem é limitado no conhecimento (Is 55.8,9). Deus é Onipresente (Jr 23.23,24). O homem só pode estar num lugar de cada vez (Sl 139.1-12)”.4
Diante desse ensino, pode-se entender porque os adeptos da doutrina da prosperidade pregam que podem obter o que quiserem, nunca sendo pobres, nunca adoecendo. É que se consideram deuses! Com autoridade suprema para decretar, determinar, exigir e reivindicar as promessas e bênçãos de Deus. À luz da Bíblia, tal comportamento equivale a orgulho, presunção e soberba. Eles não valorizam a completude da Bíblia. Usam certos textos, torcendo a interpretação e a aplicação, de forma a satisfazerem seus objetivos em busca de poder e fama sobre as comunidades carentes de conhecimento bíblico.
Não existe outro livro igual ou semelhante à Bíblia. Primeiro, porque Ela é a Palavra de Deus; segundo, porque seus textos, no que tange ao conteúdo inspirado e revelado por Deus, revelam a sua completude. Nada se lhes pode acrescentar ou diminuir, sob pena de maldição sobre quem o fizer. Basta que o homem, com humildade, curve-se diante da grandeza e da soberania de Deus, e aceite, pela fé, a sua mensagem para a humanidade.
Este texto faz parte do livro que acompanha a lição do trimestre.

Notas
1 GEISLER, Norman L. & RHODES, Ron. Resposta às Seitas, p.262.
2 Tradução do Novo Mundo das Escrituras Sagradas, p.7.
3 Haggin, citado por haneegraf, p. 119.
4 LIMA, Elinaldo Renovato de. Perigos da pós-modernidade, p. 174,175.

COMO ESTUDAR A BÍBLIA?

COMO ESTUDAR A BÍBLIA?

Através do estudo da Bíblia chegamos a conhecer a verdade que nos liberta (João 8:32). Entretanto, muitas pessoas que acreditam que o estudo da Bíblia é importante nunca aprenderam como estudar efetivamente e entender a mensagem da revelação de Deus. Consideremos algumas sugestões práticas de coisas que nos ajudarão a ser melhores estudantes da Bíblia.

Atitudes e Preparações Necessárias
Antes que possamos estudar efetivamente a Bíblia, precisamos considerar sua fonte e abordar o estudo com profundo respeito pelo Deus que nos criou e nos revelou sua vontade nas Escrituras. É importante estudar com absoluto respeito pela palavra de Deus.
Samuel aceitou a instrução de Eli e recebeu as palavras de Deus com uma atitude de humildade: "Fala, Senhor, porque o teu servo ouve" (1 Samuel 3:9-10). Cada vez que abrirmos as páginas das Escrituras, deveremos demonstrar exatamente esta atitude. O estudante humilde tem que ter também um coração aberto.
Pedro nos diz que precisamos esvaziarmos-nos do mal para que possamos aceitar o puro evangelho com o ardente desejo dos recém-nascidos querendo leite (1 Pedro 2:1-3). Com humildade e corações abertos, procuramos cumprir o compromisso de cada servo fiel de Cristo: obedecer tudo o que Jesus nos ordenou (Mateus 28:19-20).
O estudo proveitoso também depende de uma valorização correta do texto que estamos estudando. A Bíblia contém a completa, suficiente e final revelação da vontade de Deus para o homem, por isso deverá ser estudada cuidadosa e respeitosamente. O estudante fiel da palavra deverá estar familiarizado com as afirmações de textos tais como 2 Timóteo 3:16-17; 2 Pedro 1:3; Judas 3; Hebreus 1:1-4; 2:1-3 e Gálatas 1:6-9.
Devemos estudar também com respeito pelo silêncio das Escrituras. Muitos erros podem ser evitados se temos o cuidado de não falar presunçosamente quando Deus não falou. Agir quando Deus não disse nada é mudar sua palavra (veja a ilustração em Hebreus 7:12-14, onde o escritor mostra que Jesus não foi um sacerdote de acordo com a lei do Velho Testamento, mas que ele mudou a lei ao tornar-se um sacerdote de uma tribo que não estava autorizada a servir desta maneira). Jesus tinha o direito de mudar a lei, mas nós não. Tais passagens como 2 João 9; 1 Coríntios 4:6 e Apocalipse 22:18-19 nos lembram do perigo de ir além ou acrescentar à palavra revelada.
Uma outra prática importante, quando entramos no estudo das escrituras, é a oração. Devemos orar como o salmista o fez: "Desvenda os meus olhos, para que eu contemple as maravilhas da tua lei" (Salmo 119:18).

Ferramentas Para o Estudo da Bíblia

Há vários recursos que podem ser úteis em nosso estudo da Bíblia. O mais importante é a própria Bíblia. Somos abençoados em nosso tempo por termos Bíblias em quase todas as línguas faladas. Há um bom número de traduções portuguesas. Escolha uma que seja inteligível, mas que mantenha cuidadoso respeito pela mensagem sendo traduzida. Ajuda-nos bastante ter várias traduções diferentes para comparar.
Muitos outros livros têm sido escritos para auxiliar no estudo da Bíblia. Uma Chave Bíblica, por exemplo, é muito útil para localizar várias passagens que usam a mesma palavra. Serve como um tipo de índice listando as palavras da Bíblia e onde são encontradas. Vários tipos de dicionários são também bem úteis no estudo da Bíblia.
Muitos mal-entendidos podem ser evitados ou corrigidos pela consulta a um dicionário comum. Dicionários especiais de palavras bíblicas são ainda mais valiosos, pois freqüentemente dão explicações úteis do modo como uma palavra é usada nas Escrituras. Ainda que eles sejam um pouco difíceis de se aprender a usar, os dicionários bíblicos baseados nas línguas bíblicas originais (hebraico e grego) nos ajudam a apreciar mais precisamente os significados de algumas palavras.
É claro que tais outros livros não são essenciais ao entendimento de nossa responsabilidade diante de Deus, mas podem esclarecer a mensagem da Bíblia e nos auxiliar a apreciar sua força e beleza.
Pode também ser útil estudar o ambiente do texto, usando tais auxílios como os Atlas ou os mapas das terras bíblicas, livros sobre história, etc. Tais livros servem para ressaltar o rico significado do texto.
Comentários aparecem em muitas formas. Podem ser bastante úteis, ou muito destrutivos. Comentários são simplesmente as explicações de autores humanos sobre o significado dos textos bíblicos.
Eles vão desde breves artigos ou mesmo notas de rodapé em Bíblias de estudo, até coleções de livros. Podem ser encontrados em boletins, revistas, sermões, etc. Ao usar todas estas fontes, precisamos nos lembrar que seres humanos nunca são infalíveis e que todo o ensinamento tem que ser examinado à luz das Escrituras (Atos 17:11; 1 Tessalonicenses 5:21-22).

Sugestões Sobre Como Estudar a Bíblia

Há algumas sugestões práticas que podem ajudar a desenvolver bons hábitos no estudo da Bíblia por toda a vida:

1. Leia, leia, leia! O passo mais importante no estudo efetivo é a leitura do texto. Isto deverá envolver pelo menos dois tipos de leitura: (a) Leitura geral do texto da Bíblia para tornar-se cada vez mais familiar com a mensagem da Bíblia como um todo (um plano bom e prático é ler a Bíblia inteira pelo menos uma vez por ano), e (b) Leitura mais cuidadosa de textos específicos que você estiver estudando.

2. Procure entender o contexto. Um dos erros mais comuns no estudo e ensino da Bíblia é tirar um versículo do seu contexto para interpretá-lo de um modo que vai contra o significado do texto e contra o amplo contexto da Bíblia como um todo. Se você estiver estudando um capítulo, olhe primeiro o livro onde foi encontrado. Se estiver estudando um versículo, leia pelo menos o capítulo que o envolve. Muitos erros serão evitados pela cuidadosa consideração do contexto em cada estudo. Ajuda no entendimento da Bíblia procurar respostas para questões simples, tais como: Quem está falando a quem? Por quê? Quando e onde tudo isto ocorreu?

3. Observe que tipo de texto você está estudando. É uma narrativa que relata uma parte da história da Bíblia? Está o autor desenvolvendo um argumento para explicar ou refutar alguma doutrina? É uma profecia? Contém o texto mandamentos específicos? É uma parábola? É parte do Novo Testamento (que se aplica nos dias de hoje) ou da velha lei (que governava os judeus do Velho Testamento)?

4. Entenda as palavras que você está estudando. Neste ponto, aquele dicionário da Bíblia ou outra tradução pode ser muito útil.

5. Procure auxílio em outras passagens. Muitos dos mais difíceis textos da Bíblia são esclarecidos por mais simples afirmações em relatos paralelos ou similares. A Bíblia é o seu próprio e melhor comentário! Desde que verdade nunca contradiz verdade, é nossa responsabilidade estudar diligentemente para reconciliar as discrepâncias aparentes.

6. Estude para conhecer a verdade, não para defender crenças pessoais ou tradições humanas.

7. Faça anotações. Muitas pessoas acham muito útil o uso de um caderno para anotar as observações sobre o texto, perguntas que elas querem saber, etc. Mais leituras e estudo muitas vezes responderão a dúvidas ou questões, por isso é bom ter anotações que você possa usar para aumentar o seu conhecimento.

8. Lembre-se de que a Bíblia nos dá o que necessitamos, mas nem tudo o que poderíamos querer. A infinita sabedoria de Deus está além da nossa compreensão, e há muitas coisas que poderemos querer saber que não estão reveladas na Bíblia (veja Deuteronômio 29:29). Temos que aprender a contentarmos-nos com o que Deus disse e não devemos nos permitir opinar e presumir para falar onde ele não falou.

O Valor do Estudo Bíblico

O estudo da Bíblia é um trabalho que desafia e dá satisfação, oferecendo muitos benefícios nesta vida, e que ajuda a equiparmos-nos para ficar na presença de Deus eternamente. Somos grandemente abençoados pelo privilégio de nos ser permitido ler e reler a carta de amor que Deus nos deu nas Escrituras. Que nossas vidas e hábitos de estudo reflitam a atitude expressada no Salmo 119:14-17:
"Mais me regozijo com o caminho dos teus testemunhos do que com todas as riquezas. Meditarei nos teus preceitos e às tuas veredas terei respeito. Terei prazer nos teus decretos; não me esquecerei da tua palavra. Sê generoso para com o teu servo, para que eu viva e observe a tua palavra."

Autor: Dennis Allan

10 de dez. de 2008


A Idolatria

“Não temais; vós tendes cometido todo este mal; porém não vos desvieis de seguir ao SENHOR, mas servi ao SENHOR com todo o vosso coração. E não vos desvieis; pois seguiríeis as vaidades, que nada aproveitam e tampouco vos livrarão, porque vaidades são.” 1Sm 12.20,21
A idolatria é um pecado que o povo de Deus, através da sua história no AT, cometia repetidamente. O primeiro caso registrado ocorreu na família de Jacó (Israel). Pouco antes de chegar a Betel, Jacó ordenou a remoção de imagens de deuses estranhos (Gn 35.1-4). O primeiro caso registrado na Bíblia em que Israel, de modo global, envolveu-se com idolatria foi na adoração do bezerro de ouro, enquanto Moisés estava no monte Sinai (Êx 32.1-6). Durante o período dos juízes, o povo de Deus freqüentemente se voltava para os ídolos. Embora não haja evidência de idolatria nos tempos de Saul ou de Davi, o final do reinado de Salomão foi marcado por freqüente idolatria em Israel (1Rs 11.1-10). Na história do reino dividido, todos os reis do Reino do Norte (Israel) foram idólatras, bem como muitos dos reis do Reino do Sul (Judá). Somente depois do exílio, é que cessou o culto idólatra entre os judeus.
O FASCÍNIO DA IDOLATRIA.
Por que a idolatria era tão fascinante aos israelitas? Há vários fatores implícitos.
1) As nações pagãs que circundavam Israel criam que a adoração a vários deuses era superior à adoração a um único Deus. Noutras palavras: quanto mais deuses, melhor. O povo de Deus sofria influência dessas nações e constantemente as imitava, ao invés de obedecer ao mandamento de Deus, no sentido de se manter santo e separado delas.
2) Os deuses pagãos das nações vizinhas de Israel não requeriam o tipo de obediência que o Deus de Israel requeria. Por exemplo, muitas das religiões pagãs incluíam imoralidade sexual religiosa no seu culto, tendo para isso prostitutas cultuais. Essa prática, sem dúvida, atraía muitos em Israel. Deus, por sua vez, requeria que o seu povo obedecesse aos altos padrões morais da sua lei, sem o que, não haveria comunhão com Ele.
3) Por causa do elemento demoníaco da idolatria (ver a próxima seção), ela, às vezes, oferecia, em bases limitadas, benefícios materiais e físicos temporários. Os deuses da fertilidade prometiam o nascimento de filhos; os deuses do tempo (sol, lua, chuva etc.) prometiam as condições apropriadas para colheitas abundantes e os deuses da guerra prometiam proteção dos inimigos e vitória nas batalhas. A promessa de tais benefícios fascinava os israelitas; daí, muitos se dispunham a servir aos ídolos.
A NATUREZA REAL DA IDOLATRIA.
Não se pode compreender a atração que exercia a idolatria sobre o povo, a menos que compreendamos sua verdadeira natureza.
1) A Bíblia deixa claro que o ídolo em si, nada é (Jr 2.11; 16.20). O ídolo é meramente um pedaço de madeira ou de pedra, esculpido por mãos humanas, que nenhum poder tem em si mesmo. Samuel chama os ídolos de “vaidades” (12.21), e Paulo declara expressamente: “sabemos que o ídolo nada é no mundo” (1Co 8.4; cf. 10.19,20). Por essa razão, os salmistas (e.g., Sl 115.4-8; 135.15-18) e os profetas (e.g. 1Rs 18.27; Is 44.9-20; 46.1-7; Jr 10.3-5) freqüentemente zombavam dos ídolos.
2) Por trás de toda idolatria, há demônios, que são seres sobrenaturais controlados pelo diabo. Tanto Moisés (ver Dt 32.17 nota) quanto o salmista (Sl 106.36,37) associam os falsos deuses com demônios. Note, também, o que Paulo diz na sua primeira carta aos coríntios a respeito de comer carne sacrificada aos ídolos: “as coisas que os gentios sacrificam, as sacrificam aos demônios e não a Deus” (1Co 10.20). Noutras palavras, o poder que age por detrás da idolatria é o dos demônios, os quais têm muito poder sobre o mundo e os que são deles. O cristão sabe com certeza que o poder de Jesus Cristo é maior do que o dos demônios. Satanás, como “o deus deste século” (2Co 4.4), exerce vasto poder nesta presente era iníqua (ver 1Jo 5.19 nota; cf. Lc 13.16; Gl 1.4; Ef 6.12; Hb 2.14). Ele tem poder para produzir falsos milagres, sinais e maravilhas de mentira (2Ts 2.9; Ap 13.2-8,13; 16.13-14; 19.20) e de proporcionar às pessoas benefícios físicos e materiais. Sem dúvida, esse poder contribui, às vezes, para a prosperidade dos ímpios (cf. Sl 10.2-6; 37.16, 35; 49.6; 73.3-12).
3) A correlação entre a idolatria e os demônios vê-se mais claramente quando percebemos a estreita vinculação entre as práticas religiosas pagãs e o espiritismo, a magia negra, a leitura da sorte, a feitiçaria, a bruxaria, a necromancia e coisas semelhantes (cf. 2Rs 21.3-6; Is 8.19; ver Dt 18.9-11 notas; Ap 9.21 nota). Segundo as Escrituras, todas essas práticas ocultistas envolvem submissão e culto aos demônios. Quando, por exemplo, Saul pediu à feiticeira de Endor que fizesse subir Samuel dentre os mortos, o que ela viu ali foi um espírito subindo da terra, representando Samuel (28.8-14), i.e., ela viu um demônio subindo do inferno.
4) O Novo Testamento declara que a cobiça é uma forma de idolatria (Cl 3.5). A conexão é óbvia: pois os demônios são capazes de proporcionar benefícios materiais. Uma pessoa insatisfeita com aquilo que tem e que sempre cobiça mais, não hesitará em obedecer aos princípios e vontade desses seres sobrenaturais que conseguem para tais pessoas aquilo que desejam. Embora tais pessoas talvez não adorem ídolos de madeira e de pedra, entretanto adoram os demônios que estão por trás da cobiça e dos desejos maus; logo, tais pessoas são idólatras. Dessa maneira, a declaração de Jesus: “Não podeis servir a Deus e a Mamom [as riquezas]” (Mt 6.24), é basicamente a mesma que a admoestação de Paulo: “Não podeis beber o cálice do Senhor e o cálice dos demônios” (1Co 10.21).
DEUS NÃO TOLERARÁ NENHUMA FORMA DE IDOLATRIA.
1) Ele advertia freqüentemente contra ela no Antigo Testamento.
(a) Nos dez mandamentos, os dois primeiros mandamentos são contrários diretamente à adoração a qualquer deus que não seja o Senhor Deus de Israel (ver Êx 20.3,4 notas).
(b) Esta ordem foi repetida por Deus noutras ocasiões (e.g., Êx 23.13, 24; 34.14-17; Dt 4.23,24; 6.14; Js 23.7; Jz 6.10; 2Rs 17.35,37,38).
(c) Vinculada à proibição de servir outros deuses, havia a ordem de destruir todos os ídolos e quebrar as imagens de nações pagãs na terra de Canaã (Êx 23.24; 34.13; Dt 7.4,5; 12.2,3).
2) A história dos israelitas foi, em grande parte, a história da idolatria. Deus muito se irou com o seu povo por não destruir todos os ídolos na Terra Prometida. Ao contrário, passou a adorar os falsos deuses. Daí, Deus castigar os israelitas, permitindo que seus inimigos tivessem domínio sobre eles.
(a) O livro de Juízes apresenta um ciclo constantemente repetido, em que os israelitas começavam a adorar deuses-ídolos das nações que eles deixaram de conquistar. Deus permitia que os inimigos os dominassem; o povo clamava ao Senhor; o Senhor atendia o povo e enviava um juiz para libertá-lo.
(b) A idolatria no Reino do Norte continuou sem dificuldade por quase dois séculos. Finalmente, a paciência de Deus esgotou-se e Ele permitiu que os assírios destruíssem a capital de Israel e removeu dali as dez tribos (2Rs 17.6-18).
(c) O Reino do Sul (Judá) teve vários reis que foram tementes a Deus, como Ezequias e Josias, mas por causa dos reis ímpios como Manassés, a idolatria se arraigou na nação de Judá (2Rs 21.1-11). Como resultado, Deus disse, através dos profetas, que Ele deixaria Jerusalém ser destruída (2Rs 21.10-16). A despeito dessas advertências, a idolatria continuou (e.g., Is 48.4,5; Jr 2.4-30; 16.18-21; Ez 8), e, finalmente, Deus cumpriu a sua palavra profética por meio do rei Nabucodonosor de Babilônia, que capturou Jerusalém, incendiou o templo e saqueou a cidade (2Rs 25).
3) O Novo Testamento também adverte todos os crentes contra a idolatria. (a) A idolatria manifesta-se de várias formas hoje em dia. Aparece abertamente nas falsas religiões mundiais, bem como na feitiçaria, no satanismo e noutras formas de ocultismo. A idolatria está presente sempre que as pessoas dão lugar à cobiça e ao materialismo, ao invés de confiarem em Deus somente. Finalmente, ela ocorre dentro da igreja, quando seus membros acreditam que, a um só tempo, poderão servir a Deus, desfrutar da experiência da salvação e as bênçãos divinas, e também participar das práticas imorais e ímpias do mundo. (b) Daí, o Novo Testamento nos admoestar a não sermos cobiçosos, avarentos, nem imorais (Cl 3.5; cf. Mt 6.19-24; Rm 7.7; Hb 13.5,6) e, sim, a fugirmos de todas as formas de idolatria (1Co 10.14; 1Jo 5.21). Deus reforça suas advertências com a declaração de que aqueles que praticam qualquer forma de idolatria não herdarão o seu reino (1Co 6.9,10; Gl 5.20,21; Ap 22.15).
Fonte: BEP

8 de dez. de 2008

E a volta de Jesus marcada para 2007 não aconteceu

E a volta de Jesus marcada para 2007 não aconteceu

Pr. Airton Evangelista da Costa

A profecia da volta iminente de Jesus é de autoria da pastora Valnice Milhomens, segundo consta do livro Supercrentes, de Paulo Romeiro, Mundo Cristão, página 24. A profecia teria sido divulgada num programa televisivo antes de seis de janeiro de 1992, data em que o autor, por escrito, convidou referida pastora para uma conversa em torno do assunto. Paulo Romeiro, falando em nome do Instituto Cristão de Pesquisas, diz possuir "quase todos os seus vídeos e já assistimos a uma boa parte deles".

Por muitos meses, no começo da minha fé, acompanhei as pregações da pastora Valnice Milhomens, na televisão. Gravei várias pregações e ainda conservo algumas fitas. De certo modo, me beneficiei com seus ensinos, principalmente no que concerne às doutrinas básicas do Cristianismo. Vejo-me, agora, na obrigação de discordar da referida irmã em Cristo.

A volta de Jesus para resgatar Sua Igreja é um evento tão especial e tão ansiosamente esperado pelo povo de Deus, que não nos cabe alimentar falsas expectativas. As ovelhas, como caixas de ressonância, repetem as palavras, previsões e ensinos de seus líderes, principalmente quando estes demonstram elevado conhecimento bíblico. As falsas expectativas poderão causar prejuízos às pessoas. Projetos de vida podem ser defeitos; muitos podem cancelar seus estudos; alguns jovens poderão ficar ansiosos por dedicar mais tempo ao Senhor, aproveitando tempo que resta, etc.

Em “As Falsas Profecias das Testemunhas de Jeová” (http://www.palavradaverdade.com/) registramos os sérios transtornos por que passaram muitos seguidores do referido grupo em razão das previsões equivocadas para o fim do mundo: 1914, 1918, 1920, 1925 e 1975. A cada fracasso de uma profecia, os fiéis caíam em desânimo. Milhares abandonaram a Sociedade. É bom recordar que o Corpo Governante, órgão que ministra as doutrinas da Sociedade, assumiram a posição de “profetas de Deus”.

A Bíblia não apóia essas profecias acerca de data para o retorno do Senhor Jesus. Vejam o que Ele mesmo disse:
“Porém, a respeito daquele dia e hora ninguém sabe, nem os anjos do céu, nem o Filho, mas unicamente o Pai. E, como nos dias de Noé, assim, será também a vinda do Filho do Homem. Porquanto, assim como, nos dias anteriores ao dilúvio, comiam, bebiam, casavam e davam-se em casamento, até ao dia em que Noé entrou na arca, e não perceberam, até que veio o dilúvio, e os levou a todos, assim será também a vinda do Filho do Homem. Vigiai, pois, porque não sabeis a que hora há de vir o vosso Senhor. Por isso, estai vós apercebidos também, porque o Filho do Homem há de vir à hora em que não penseis” (Mt 24.36-44). “Não vos pertence saber os tempos ou as épocas que o Pai estabeleceu pelo seu próprio poder” (At 1.7). “Pois vós sabeis muito bem que o dia do Senhor virá como o ladrão de noite” (1 Ts 5.2; 2 Pe 3.10). “Será um dia singular conhecido do Senhor” (Zc 14.7).

Como se vê, ninguém sabe a data do retorno do Senhor Jesus. Desculpem-me pela redundância, mas se Jesus disse que ninguém sabe é porque ninguém sabe mesmo. Ponto final. Deus teria revelado essa data a uma ou mais pessoas, excepcionalmente? Jesus não teria falado a verdade? Ele sabia que dois mil anos depois o Pai revelaria essa data a uma pessoa ou a um grupo, mas resolveu não divulgar? Impossível. Jesus foi categórico. A Palavra não deixa dúvida. Jesus virá quando menos se espera, de surpresa, repentinamente, sem aviso prévio.

À vista da profecia sob comentário, já podemos fazer alguns cálculos. A profecia diz que Jesus virá num sábado de 2007. O primeiro sábado desse ano cai no dia seis de janeiro. O último, em vinte e nove de dezembro. Portanto, se correta a profecia, Jesus retornará entre de 6.1 a 29.12.2007. Os sábados do ano de 2007 são os seguintes. Em janeiro, dias 6,13,20 e 27; em fevereiro, dias 3,10,17 e 24; em março, 3,10,17,24 e 31; em abril, 7.14,21 e 28; em maio, 5.12,19 e 26; em junho, 2,9,16,23 e 30; em julho, 7.14,21 e 28; em agosto, 4.11,18 e 25; em setembro, 1.8.15.22 e 29; em outubro, 6.13,20 e 27; em novembro, 3.10,17 e 24; em dezembro, 1.8,15,22 e 29.

Portanto, com base nessa profecia, o retorno de Jesus torna-se previsível. A cada sábado, a partir de zero hora, a trombeta poderá soar. Vamos esperar. Faltam dois anos e cinco meses para o início do ano de 2007. O primeiro sábado será no dia seis de janeiro. Vamos entrar em contagem regressiva.

http://www.palavradaverdade.com/
Enviado por: Pr. Airton Evangelista da Costa

Nota da Redação

Este artigo do pastor Airton Evangelista foi escrito no dia 13 de junho de 2007 e já estamos no final de 2008. E nada! Pela previsão da pastora. Jesus voltará, com certeza, mas em lugar algum das Escrituras Sagradas encontramos versículos que dêem pelo menos uma previsão de quando isto acontecerá. Só o Pai sabe o dia.


6 de dez. de 2008

AS DEZ PRAGAS

AS DEZ PRAGAS

Estas terríveis pragas tiveram por fim levar Faraó (Faraó, era o título dado ao monarca do Egito) a reconhecer e a confessar que o Deus dos hebreus era supremo, estando o seu poder acima da nação mais poderosa que era então o Egito (Ex 9.16; 1Sm 4.8) cujos habitantes deveriam ser julgados pela sua crueldade e grosseira idolatria.

1 - Águas em Sangue: Os egípcios tributavam honras divinas ao rio Nilo, e reverenciavam-no como o primeiro dos seus deuses. Diziam que ele era o rival do céu, visto como regava a terra sem o auxílio de nuvens e de chuva. O fato de se tornar em sangue a água do sagrado rio, durante sete dias, era uma calamidade, que foi causa de consternação e terror. (Ex 7.14...)

2- A praga das rãs: Na praga das rãs foi o próprio rio sagrado um ativo instrumento de castigo, juntamente com outros dos seus deuses. A rã era um animal consagrado ao Sol, sendo considerada um emblema de divina inspiração nas suas intumescências. O repentino desaparecimento da praga foi uma prova tão forte do poder de Deus, como o seu aparecimento. (Ex 8.1...)

3- Piolhos: A praga dos piolhos foi particularmente uma coisa horrorosa para o povo egípcio, tão escrupulosamente asseado e limpo. Dum modo especial os sacerdotes rapavam o pelo de todo o corpo de três em três dias, a fim de que nenhum parasitos pudessem achar-se neles, enquanto serviam os seus deuses. Esta praga abalou os próprios magos, pois que, em conseqüência da pequenez desses insetos, eles não podiam produzi-los pela ligeireza de mãos, sendo obrigados a confessar que estava ali o "dedo de Deus" (Ex 8.19).

4- Moscas: As três primeiras pragas sofrem-nas os egípcios juntamente com os israelitas, mas por ocasião da separou Deus o povo que tinha escolhido (Ex 8.20-23). Este milagre seria, em parte, contra os sagrados escaravelhos, adorados no Egito.

5- Peste no gado: A quinta praga se declarou no dia seguinte, em conformidade com a determinação divina (Ex 9.1). Outra vez é feita uma distinção entre os egípcios e os seus cativos. O gado dos primeiros é inteiramente destruído, escapando à mortandade o dos israelitas. Este milagre foi diretamente operado pela mão de Deus, sem a intervenção de Arão, embora Moisés fosse mandado a Faraó com o usual aviso.

6- Úlceras e tumores: (Ex 9.8) A sexta praga mostra que, da parte de Deus, tinha aumentado a severidade contra um monarca obstinado, de coração pérfido. E aparecia agora também Moisés como executor das ordens divinas; com efeito, tendo ele arremessado no ar, na presença de Faraó, uma mão cheia de cinzas, caiu uma praga de úlceras sobre o povo. Foi um ato significativo. A dispersão de cinzas devia recorda aos egípcios o que eles costumavam fazer no sacrifício de vítimas humanas, concorrendo o ar, que era também uma divindade egípcia, para disseminar a doença.

7- A Saraiva: (Ex 9.22) Houve, com certeza. algum intervalo entre esta e a do nº 6, porque os egípcios tiveram tempo de ir buscar mais gado à terra de Gósen, onde estavam os israelitas. É também evidente que os egípcios tinham por esta ocasião um salutar temor de Deus de Israel, e a tempo precaveram-se contra a terrível praga dos trovões e da saraiva. (Ex 9.20).

8- Os gafanhotos: Esta praga atacou o reino vegetal. Foi um castigo mais terrível que os outros, porque a alimentação do povo constava quase inteiramente de vegetais. Nesta ocasião os conselheiros de Faraó pediram com instância ao rei que se conformasse com o desejo dos mensageiros de Deus, fazendo-lhes ver que o país já tinha sofrido demasiadamente (Ex 10.7). Faraó cedeu até certo ponto, permitindo que somente saíssem do Egito os homens; mas mesmo isto foi feito com tão má vontade que mandou sair da sua presença a Moisés e Arão (Ex 10.7-11). Foi então que uma vez mais estendeu Moisés o seu braço à ordem de Deus, cobrindo-se a terra de gafanhotos, destruidores de toda a vegetação que tinha escapado da praga da saraiva. Outra vez prometeu o monarca que deixaria sair os israelitas, mas sendo a praga removida, não cumpriu a sua palavra.

9- Três dias de escuridão: A praga das trevas mostraria a falta de poder do deus do sol, ao qual os egípcios prestavam culto. Caiu intempestivamente a nova praga sobre os egípcios, havendo uma horrorosa escuridão sobre a terra durante 3 dias (Ex 10.21). Mas, os israelitas tinham luz nas suas habitações. Faraó já consentia que todo o povo deixasse o Egito, devendo contudo, ficar o gado. Moisés, porém rejeitou tal solução. Sendo dessa forma a cegueira do rei, anunciou a última e a mais terrível praga que seria a destruição dos primogênitos do Egito (Ex 10.24-11.8). Afastou-se Moisés irritado da presença de Faraó cujo coração estava ainda endurecido (Ex 11.9,10).

10- A morte dos primogênitos: Foi esta a última e decisiva praga (Ex 11.1). E foi, também, a mais claramente infligida pela direta ação de Deus, não só porque não teve relação alguma com qualquer fenômeno natural, mas também porque ocorreu sem a intervenção de qualquer agência conhecida. Mesmo as famílias, onde não havia crianças, foram afligidas com a morte dos primogênitos dos animais. Os israelitas foram protegidos, ficando livres da ação do anjo exterminador, pela obediência às especiais disposições divinas.

Dicionário Bíblico Universal

Fonte: Site: VIVOS!

3 de dez. de 2008

Brasil: 190 milhões de assaltados pela mega-voracidade estatal

Brasil: 190 milhões de assaltados pela mega-voracidade estatal

Ganância estatal pelo dinheiro do povo gera excessiva cobrança e desperdício, transformando brasileiros cada vez mais em escravos

Julio Severo

O pior mau exemplo é o que vem do próprio pai. No caso do Brasil, onde o Estado quer ao mesmo tempo ocupar o lugar de Deus e “supremo Pai”, o exemplo é patentemente negativo.
Primeiro, o Estado tira do trabalhador um volume tão elevado de impostos que daria para pagar tratamento de luxo na área de saúde e educação. Mas o dinheiro, que é tirado justamente com a desculpa de melhorar essas áreas, acaba beneficiando outras, por razões puramente políticas e ideológicas.

Afinal, de onde é que o Estado consegue tantos recursos para fazer doutrinação pornográfica e marxista nas crianças de escolas públicas? De onde é que também o Estado consegue dinheiro para investir em redes de televisão que combatem a decência e a moralidade com uma programação essencialmente pornográfica?

Além disso, o governo brasileiro, desrespeitando a condição do seu próprio povo majoritariamente pobre, “indeniza” terroristas comunistas que durante o regime militar do Brasil optaram pela violência armada, muitas vezes prejudicando e matando inocentes. Esses terroristas recebem do governo o rótulo de vítimas inocentes, merecedoras de milhões de reais extraídos dos cofres públicos. Num país sério, eles ganhariam cadeia. Num país comunista, eles seriam premiados — exatamente como vem ocorrendo. O mesmo governo que afirma não ter dinheiro para socorrer as classes menos favorecidas tem literalmente bilhões para esbanjar em “indenizações” a ricos terroristas comunistas.

O governo brasileiro, desrespeitando a condição do seu próprio povo, quer a legalização do aborto, uma prática que mata os inocentes e é uma ofensa à família brasileira. O mesmo governo que afirma não ter verbas e recursos para atendimento básico de saúde “arrumará” mais do nosso dinheiro para investir em procedimentos cirúrgicos que não curam o paciente, mas o matam. Serviços médicos de saúde em estado precário deixam de receber recursos enquanto no aborto é desperdiçado nossos impostos para o derramamento de sangue inocente.

Para satisfazer às exigências e birras do movimento homossexual, o governo brasileiro, desrespeitando a condição do seu próprio povo, defende cirurgias de “mudança de sexo“ — que nada mais são do que procedimentos de lesão corporal e mutilação genital —, que impõem um custo elevado ao bolso do trabalhador brasileiro, enquanto pacientes que necessitam tratamento de câncer muitas vezes recebem um “não” do Estado-deus-papai.

Na hora de cobrar impostos, o governo se lembra de mencionar que precisa de nosso dinheiro para nos dar melhor saúde e educação. Mas na hora de usar, o governo se lembra de tudo, menos das necessidades reais de seu povo.

Tal qual um sujeito que nada mais faz na vida do que comer e beber, o Estado brasileiro encontra-se inchado e bêbado. Como todo bêbado, o Estado ocupa-se em desperdiçar muito do que ganha, investindo e dando preferência às piores opções. Tal qual um bêbado sem caráter, o Estado brasileiro mete a mão no bolso dos outros, pegando o que não é dele. Em outras palavras, o Estado brasileiro é culpado de roubar seus próprios cidadãos.

É evidente que o Estado precisa de impostos para sobreviver, mas o que é extraído de impostos dos brasileiros ultrapassa em muito a necessidade de sobrevivência do governo. O mártir da independência do Brasil, Tiradentes, lutou e morreu porque o governo de sua época cobrava tiranicamente do povo brasileiro o famoso quinto — ou vinte por cento em impostos. Tiradentes considerava roubo essa taxa elevada de vinte por cento. Contudo, hoje a taxa de impostos é 40 por cento! Isto é, o roubo dobrou de tamanho.

O Brasil ganhou a independência de Portugal, mas o bolso do brasileiro continuou escravo, numa escravidão que apenas aumentou com o tempo. Estamos, aos poucos, nos tornando apenas um país de servos e escravos do Estado-deus-papai.

Tal qual um bêbado de mau caráter, que pega o que não é seu e desperdiça tudo, o Estado-deus-papai não vai parar seu mau comportamento. Enquanto não houver uma força maior para detê-lo, seus cidadãos estarão à mercê de suas políticas mega-gananciosas de impostos, atraindo os abutres da corrupção e gerando como conseqüência uma incurável má administração.
Recentemente, ouvi um líder cristão dizendo que sentiu a direção de Deus de que a taxa ideal para a cobrança de impostos no Brasil é 13 por cento. Tal número certamente deixaria Tiradentes satisfeito. Treze por cento é o suficiente para frear a mega-voracidade estatal no bolso dos brasileiros, deixando nas mãos deles mais de seu próprio dinheiro para investirem em suas próprias famílias.

O Estado brasileiro é culpado de quebrar sistematicamente o Oitavo Mandamento — “NÃO FURTARÁS!” — com 190 milhões de brasileiros. Só Deus pode curar o Estado brasileiro e libertá-lo do monumental crime de roubar milhões de pessoas. Só Deus pode libertar o povo brasileiro de sua atual escravidão, abaixando a carga de impostos para uma taxa tolerável de 13 por cento .
Por isso, oremos para que Deus tire do Estado brasileiro seu coração ladrão e lhe dê um coração transformado, honesto e temente a Deus.
Divulgação:www.jorgenilson.com

2 de dez. de 2008

Combate à pedofilia: cavalo-de-tróia estatal contra a "homofobia" e a "intolerância religiosa"?


Combate à pedofilia: cavalo-de-tróia estatal contra a “homofobia” e a “intolerância religiosa”?

Campanha contra a pedofilia pode acabar fortalecendo entidades e medidas contra a “homofobia” e a “intolerância religiosa”
Julio Severo
O 3º Congresso Mundial de Enfrentamento à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, que se realizou no Rio de Janeiro de 25 a 28 de novembro de 2008, deu certo, mas não no sentido exclusivo de que o governo aplicará tolerância zero para com criminosos sexuais contra crianças. Punições contra canais de televisão amigos do governo que veiculam imoralidades dia e noite? Nem pensar!
Embora o congresso tenha sido apresentado ao público como iniciativa para acabar com os crimes de pedofilia, o governo aparentemente o viu como oportunidade para fortalecer sua própria agenda.
De acordo com o jornal O Estado de S. Paulo, durante o 3º Congresso Mundial de Enfrentamento à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, a SaferNet assinou acordo com a Secretaria Especial de Direitos Humanos da Presidência da República (criadora e principal implementadora do programa Brasil Sem Homofobia) e a Polícia Federal para estabelecer uma central unificada de denúncias de crimes virtuais. Com tal medida, a PF terá acesso imediato ao banco de dados da SaferNet para apurar as denúncias. Diariamente, seis técnicos da Polícia Federal analisarão as denúncias recebidas pelo site da SaferNet.
A Safernet, uma ONG brasileira relativamente misteriosa cujo lema é “Protegendo os Direitos Humanos na Internet”, recebe diariamente 2,5 mil queixas, onde 63% tratam de pedofilia, e o restante envolve homofobia, intolerância religiosa e racismo.
Com a parceria do governo e Polícia Federal, a Safernet fará um mapeamento dos crimes contra os direitos humanos cometidos na internet, cujos dados ajudarão o governo federal a elaborar políticas públicas.
Embora inicialmente o acordo só envolva a pedofilia, a atuação da SaferNet não está limitada apenas a essa questão. Para a SaferNet, desrespeito aos direitos humanos se aplica não somente aos casos de pedofilia na internet, mas também aos casos de “homofobia” — rótulo politicamente correto aplicado a qualquer pessoa que expressar uma opinião filosófica, moral ou cristã contra a agenda gay — e de “intolerância religiosa” — termo usado com ampla e questionável interpretação, onde um cristão pode ser condenado meramente por expressar uma opinião contra os deuses falsos das religiões afros.
Uma atitude estatal correta seria buscar o apoio de uma entidade confiável que lida exclusivamente com a pornografia infantil. Contudo, o Estado astuto escolheu fortalecer uma ONG que está também envolvida em questões de forte interesse estatal, tais como combate à “homofobia” e à “intolerância religiosa”. Assim, ao fortalecer a SaferNet para combater a pornografia infantil, o Estado está inevitavelmente fortalecendo-a para melhor combater nas outras áreas também.
Por enquanto, a missão básica da SaferNet, de acordo com seu presidente Thiago Tavares, será ajudar a PF na busca dos criminosos virtuais na área da pedofilia. Mas a SaferNet continuará recebendo denúncias na área de “homofobia” e “intolerância religiosa”, monitorando e rastreando tais atividades e aguardando apenas o sinal verde do governo para poder atuar diretamente com a PF contra as pessoas que postam na internet textos contrários à agenda homossexual e às entidades espirituais das religiões afros.
A Safernet não precisará esperar muito tempo para agir em suas outras especialidades. Recentemente, um pastor pentecostal afro-descendente, que usou termos contra entidades do candomblé, foi denunciado por uma promotora por “intolerância religiosa”, e de forma semelhante um famoso padre, por ação de outro promotor, teve seu livro contra bruxaria confiscado na Bahia. Na questão da “homofobia”, meu blog foi interditado em julho de 2007 porque o Google do Brasil recebeu muitas reclamações de ativistas homossexuais. Desde 2006, os militantes gays usam regularmente o site da SaferNet para fazer denúncias contra o Blog Julio Severo.
O apoio do governo Lula à aprovação de leis “anti-homofobia” vem enfrentando resistência de católicos e evangélicos. Mas essa resistência morre e se transforma em apoio garantido quando Lula e seu governo pedem ajuda para combater a pedofilia, pois os cristãos são totalmente contra esse crime. Aliás, até mesmo o Senador Magno Malta, que fez uma brilhante oposição ao PLC 122/2006 — um terrível projeto de lei que representa uma forma de impor uma ditadura homossexual no Brasil —, criou a CPI da Pornografia, que em julho de 2008 deu à SaferNet a oportunidade de assinar acordo com o Ministério Público Federal para uma suspeita operação de vigilância na internet. O evangélico Magno Malta literalmente engoliu o cavalo-de-tróia como um peixe engole uma isca.
Por sua agenda polêmica que coloca em risco a segurança e os direitos de livre expressão dos cristãos, a SaferNet não é a organização mais adequada para lidar com uma assunto tão sério quanto direitos humanos na internet. No entanto, semelhante ausência de seriedade não foi mostrada pela bancada cristã no Congresso Nacional, cujos deputados Henrique Afonso, Miguel Martini, João Campos e Pedro Ribeiro entraram com ação judicial contra o Ministério da Saúde por publicar e distribuir nas escolas públicas “material com evidente conteúdo pornográfico, além de apresentar afirmações positivas e de apologia ao uso e consumo de drogas”.
Em sua ação, os deputados denunciam:
“No que se refere à parte das doenças sexualmente transmissíveis a Cartilha traz desenhos de pessoas tendo relação sexual (vaginal, anal e oral). Os desenhos são apelativos e de muito mal gosto e são, a nosso ver, uma verdadeira apologia à pornografia. Quando se fala do sexo anal, a figura representa a relação homossexual, ou seja, são dois homens em posição de relação sexual anal. Quando se refere ao sexo oral, são figuras de duas mulheres demonstrando o uso na língua na relação sexual”.
Em seguida, eles explicam:
“Entendemos que não havia nenhuma necessidade de ilustrar as variações das relações sexuais para que fossem compreendidas. As figuras, vistas por crianças e adolescentes causam impacto e desviam a atenção do conteúdo educativo. A exposição de crianças e adolescentes a este tipo de material é considerada por psicólogos e especialistas uma forma de abuso sexual e está muito distante do objetivo de educar”.
Se a exploração sexual de crianças é crime, então por que o governo joga gasolina no fogo da pornografia às crianças de escolas públicas? Depois que provoca o incêndio, o governo procura, com a ajuda da SaferNet, por outros culpados, que não sejam o próprio Estado.
O 3º Congresso Mundial de Enfrentamento à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, que deveria ter fortalecido exclusivamente o combate à pedofilia, não somente favoreceu a SaferNet em sua ampla e questionável agenda, mas também deixou Lula à vontade para evitar a responsabilidade de seu próprio governo no abuso psicológico da sexualidade das crianças em escolas públicas. Em vez de olhar para a exploração sexual que seu próprio governo vem cometendo contra os alunos da educação pública, Lula preferiu criticar a “hipocrisia religiosa” em relação a temas ligados à educação sexual de crianças.
Assim, os cristãos que não colaboram para jogar gasolina na sexualidade das crianças são culpados de “hipocrisia” pelo santíssimo Lula. Semelhante esquizofrenia estatal ocorreu quando Lula lançou em julho de 2007 uma campanha para demonizar como violência o direito de os pais aplicarem disciplina física nos filhos. Para sua campanha anti-família, Lula escolheu como parceira Xuxa, que atuou num filme pornográfico de 1982, onde ela seduz um menino de 12 anos. (Ao lado, foto de Xuxa com o menino na cama.) Esse mesmo [des]governo, que distribui cartilhas pornográficas nas escolas, agora pretende combater a pedofilia…
O imperador Nero, que perseguia os cristãos, incendiou Roma e depois, rindo, jogou a culpa nos cristãos. Não há a menor dúvida de que as hábeis manobras para implantar leis contra a “homofobia” e contra a “intolerância religiosa” representam a montagem de um esquema moderno de perseguição aos cristãos. Só não dava para imaginar que o governo Lula poderia usar o combate à pedofilia como cavalo-de-tróia. Ao criticar a “hipocrisia religiosa” na questão da educação sexual das crianças e isentar seu próprio governo, Lula joga sobre os cristãos a culpa pelo incêndio sexual que está levando a sociedade brasileira a loucuras e crimes contra crianças e adolescentes.

30 de nov. de 2008

Lula culpa hipocrisia religiosa por abusos sexuais de menores

Lula culpa hipocrisia religiosa por abusos sexuais de menores

Ao participar do 3° Congresso Mundial de Enfrentamento da Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, Lula critica “hipocrisia religiosa” em relação a temas ligados à educação sexual de crianças

Julio Severo

De acordo com o noticiário eletrônico G1, da Globo, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva apontou a hipocrisia religiosa como uma das principais responsáveis pelos casos de abuso sexual infanto-juvenil.
Hum. Pastores e padres pregam que valorizam a família, mas têm a cara de pau de distribuir cartilhas pornográficas e livros didáticos pró-homossexualismo às crianças das igrejas. Eles dizem ter preocupação com o bem-estar das crianças, mas têm o descaramento de usar modelos de pênis de borracha para ensinar meninos e meninas das igrejas a usar camisinha. Sem mencionar que, dizendo-se totalmente contrários ao abuso sexual infantil, eles mandam instalar dentro das igrejas máquinas de camisinhas a fim de facilitar o acesso às crianças! Isso é ou não é hipocrisia?
Como é que o governo vai conseguir combater a exploração sexual das crianças quando padres e pastores incentivam meninos e meninas ao sexo?
Ops! Errei! Quem está fazendo isso não são os pastores e padres, mas sim os professores de escolas públicas. Talvez, assim como eu, Lula também tenha se enganado, confundindo igreja com escola pública.
Os pastores e padres não estão distribuindo camisinhas nem cartilhas pornográficas, pois não existe ordem de Deus para isso. Mas quando professores distribuem camisinhas e cartilhas pornográficas para crianças nas escolas, é porque existe uma ordem. Essa ordem vem do governo Lula. E essa ordem, que incentiva crianças ao sexo, contribui para a exploração sexual infantil. Nesse caso específico, essa exploração é perpetrada pelo próprio Estado.
A declaração de Lula atribuindo o abuso sexual infantil à “hipocrisia religiosa” ocorreu no dia 25 de novembro no 3° Congresso Mundial de Enfrentamento da Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, realizado no Rio de Janeiro.
No mesmo evento, onde participam delegações de vários países, a representante alemã Ekin Deligöz, do Partido Verde, declarou: “Tanto meninos quanto meninas são vítimas de abusos, embora em intensidades diferentes. Acredita-se que os meninos sejam três vezes mais vítimas de abusos que as meninas. Os delitos são praticados na grande maioria das vezes por homens”.
Assim como Lula, Deligöz é esquerdista. Se ela estiver correta em seus cálculos de um número maior de meninos abusados, então esse enorme problema é evidência do crescimento de estupros homossexuais, pois meninos são abusados exclusivamente por homens homossexuais.
Se o homossexualismo está provocando tantos abusos contra meninos, então por que Lula, em vez de jogar a culpa na “hipocrisia religiosa”, não assume a responsabilidade de seu governo que estimula a homossexualidade entre as crianças com a distribuição de livros didáticos pró-homossexualismo nas escolas e com a estranha tolerância com programas de TV igualmente favoráveis ao homossexualismo?
O Ministro Paulo Vannuchi, da Secretaria Especial de Direitos Humanos da Presidência da República e responsável direto pela implantação no Brasil do programa federal Brasil Sem Homofobia, esteve presente no 3° Congresso Mundial de Enfrentamento da Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes. Apesar de que Vannuchi ouviu a esquerdista Ekin Deligöz dizer que um número grande de meninos é violentado por homens, o programa Brasil Sem Homofobia prossegue doutrinando crianças nas escolas no próprio comportamento homossexual que tem vitimado tantos meninos.
Portanto, Lula tem fundamento e razão para afirmar que o abuso sexual de crianças está ligado à “hipocrisia religiosa”? Ele não estaria mais correto se afirmasse que esse abuso está ligado à hipocrisia estatal? No entanto, ele não tem receio de fazer acusações falsas, com a maior cara de pau. E nenhum cristão tem coragem de confrontar a genuína hipocrisia dele, cujo governo incentiva o sexo entre crianças e promove o homossexualismo, e depois joga toda a culpa das conseqüências nos valores cristãos ou nas próprias famílias.
Dois alvos preferidos dos esquerdistas são a família e o Cristianismo. Um Estado socialista faz de tudo para enfraquecer e incriminar as famílias e os valores cristãos. O Estado quer assim assumir controle total sobre tudo e sobre todos.
Se não fosse pela oposição necessária de homens e mulheres guiados por valores cristãos, o governo sob possessão socialista traria não só camisinhas e cartilhas pornográficas às crianças de escolas públicas, mas efetivamente transformaria as escolas em motéis. Se a atual educação sexual do governo nas escolas não é abuso psicológico e sexual, então o que é? Onde está a hipocrisia, afinal?
Contudo, talvez Lula tenha razão. Existe muita hipocrisia religiosa no Brasil. Os cristãos dizem amar a Deus e sua Palavra, mas por amor a alianças políticas vendem a alma ao diabo, apoiando políticos esquerdistas que acabam não só contrariando os valores cristãos, mas até jogando sobre os cristãos a culpa pelas conseqüências imorais geradas pelo próprio liberalismo e esquerdismo.