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7 de mai. de 2011

LIÇÕES BÍBLICAS 2º Trimestre 2011

MOVIMENTO PENTECOSTAL

AS DOUTRINAS DE NOSSA FÉ

LIÇÃO 6 – DONS QUE MANIFESTAM A SABEDORIA DE DEUS

Texto Bíblico: Atos 16.16-24

INTRODUÇÃO

I. OS DONS DO ESPÍRITO SANTO

II. A PALAVRA DA SABEDORIA

III. A PALAVRA DA CIÊNCIA E O DISCERNIMENTO DE ESPÍRITOS

CONCLUSÃO

Prezado professor, o tópico II da lição fala a respeito dos tipos de sabedorias que influenciam o homem na sociedade contemporânea. São elas: a satânica, a humana e a divina. No contexto atual o crente em Jesus deve exercer suas ações mediante a sabedoria do alto. Para isto devemos estar sempre disponíveis para cultivar um relacionamento mais íntimo com Deus. Para distinguir a sabedoria divina do dom da palavra de sabedoria apresente os seguintes conceitos de sabedoria:

Sabedoria satânica é sempre empregada com o propósito maligno. Existem pessoas dotadas de sabedoria diabólica, que fazem de tudo para alcançar seus propósitos. A sabedoria satânica se caracteriza pela inveja, sentimentos facciosos, etc (Tg 3.14-16; Ez 28.12-17).

Sabedoria humana ou natural limita-se aos interesses da vida. A sabedoria humana concerne preponderantemente à vida presente. Tal sabedoria pode levar o homem a ter sucesso em diferentes áreas. Todavia, o homem pode possuir grande sabedoria humana e, contudo, não conhecer a Deus (Lc 14.28-32).

Sabedoria divina se caracteriza por adotar os melhores meios possíveis para promover a grandeza do reino de Deus. É a sabedoria evidenciada pelo homem espiritual e não se confunde com a sabedoria natural. Esta sabedoria de Deus não é o dom especial do Espírito (palavra de sabedoria), pois a sabedoria é essencial a todos: “E, se algum de vós tem falta de sabedoria, peça-a a Deus, que a todos dá liberalmente” (Tg 1.5). Através da Escritura, todos os servos de Deus são encorajados a buscar esta sabedoria, que é uma necessidade na diária. A sabedoria divina é tremendamente necessária à igreja para o uso correto dos dons de Deus.

Conclua o tópico dizendo que a sabedoria divina não pode ser confundida com o “dom da palavra da sabedoria”. Esta é uma habilitação sobrenatural do Espírito Santo. No entanto, todos devem buscar a sabedoria de Deus através das Sagradas Escrituras. Boa aula!


Fonte: CPAD

6 de mai. de 2011

O politicamente correto é o AI-5 da democracia

O politicamente correto é o AI-5 da democracia

Reinaldo Azevedo
Caros, um post um tanto longo, mas vamos lá. Se eles não se cansam, eu também não me canso.
Se o texto constitucional não vale por aquilo que lá vai explicitado, então tudo é permitido. Vivemos sob a égide do AI-5 da democracia: o politicamente correto. Aquele suspendia todos os direitos, ouvidas certas instâncias da República, que a Carta assegurava. Na sua violência estúpida contra a ordem democrática, tinha ao menos a virtude da sinceridade. O politicamente correto também pode fazer da lei letra morta, mas será sempre em nome, diz-se, da democracia e da justiça.
É uma burrice ou uma vigarice intelectual analisar a decisão de ontem do Supremo segundo o gosto ou opinião pessoal. E daí que eu seja favorável ao casamento gay e mesmo à adoção de crianças por casais “homoafetivos”? Não está em debate se a decisão é “progressista” ou “reacionária”. O fato é que o Supremo não pode recorrer a subterfúgios e linguagem oblíqua para tomar uma decisão contra o que vai explicitado num Artigo 226 da Constituição. O fato é que o Supremo não pode tomar para si uma função que é do legislador. E a Carta diz com todas as letras:
Art. 226. A família, base da sociedade, tem especial proteção do Estado.

§ 3º - Para efeito da proteção do Estado, é reconhecida a união estável entre o homem e a mulher como entidade familiar, devendo a lei facilitar sua conversão em casamento.

Gilmar Mendes, diga-se, chamou a atenção para esse aspecto legiferante da Corte nesse particular. Será sempre assim? Toda vez que o Supremo acreditar que o Parlamento falhou ou que está pautado por inarredável conservadorismo vai lá e resolve o problema? Que outras falhas as excelências julgam que o Congresso está cometendo? Em que outros casos pretendem legislar? SE, NA DEMOCRACIA, NENHUM PODER É SOBERANO, ENTÃO, ONTEM, O SUPREMO FOI SOBERANO E FRAUDOU A DEMOCRACIA.
Desconheço país (se o leitor souber de algum caso, me diga) que tenha aprovado o casamento gay ou “união homoafetiva” — para usar essa linguagem docemente policiada — por decisão dos togados. Isso é matéria que cabe ao Legislativo. Não no Brasil. Por aqui, os membros da nossa corte suprema consideraram que o legislador estava demorando em cumprir a sua “função”.
Uma das características do politicamente correto, na sociedade da reclamação inventada pelas minorais influentes, consiste justamente na agressão a direitos universais em nome da satisfação de reivindicações particularistas. O que se viu ontem no STF, por 10 a zero, reputo como agressão grave ao princípio da harmonia entre os Poderes. De fato, igualar o casamento gay ao casamento heterossexual não muda em nada o direito dos heterossexuais. Fazê-lo, no entanto, contra o que vai explicitado na Carta agride a constitucionalidade. E, então, sobra pergunta: quando é o próprio Supremo a fazê-lo — e por unanimidade —, apelar a quem?
Vivemos tempos em que a interpretação capciosa — mas para fazer o bem, claro! — da Constituição se sobrepõe ao sentido objetivo das palavras. Sim, é verdade, a Carta tem como cláusula pétrea o princípio de que todos os homens são iguais perante a lei. Mas não é ela mesma a admitir desigualdades em situações específicas? Os indivíduos adquirem maioria civil e penal aos 18 anos — e a suposição é a de que sejam plenamente responsáveis por seus atos. Mas atenção! Nessa idade, ainda estão privados de alguns direitos. Não podem se candidatar a certos cargos públicos. Vejam as idades mínimas necessárias até a data da posse, previstas no Artigo 14:
a) trinta e cinco anos para Presidente e Vice-Presidente da República e Senador;
b) trinta anos para Governador e Vice-Governador de Estado e do Distrito Federal;
c) vinte e um anos para Deputado Federal, Deputado Estadual ou Distrital, Prefeito, Vice-Prefeito e juiz de paz;
d) dezoito anos para Vereador.

4º - São inelegíveis os inalistáveis e os analfabetos.

Assim como a lei desiguala os iguais ao estabelecer precondições de elegibilidade, desiguala-os, também, ao reconhecer a união estável, o casamento: ela existe entre “homem e mulher”. O ministro Ricardo Lewandowski torce a verdade, vênia máxima, quando afirma que aquilo está ali só a título de exemplaridade. Não! Nada no texto sugere isso. Não chega a ser nem mesmo uma interpretação. Que especial maturidade tem um homem de 35 anos que não tenha um de 30? Podemos até achar a restrição idiota. Mas está no texto constitucional, assim como está a definição do que é, aos olhos do estado, “união estável”.
Acredito que não haja jurista no país, ainda que no silêncio do claustro, que não tenha confrontado a decisão do Supremo com a Constituição e constatado que, a rigor, a partir de agora, tudo é possível. A propósito: como é que se pode admitir a existência de cotas raciais, por exemplo, se o princípio da igualdade, usado para fraudar o Artigo 226, for aplicado? Nesse caso, a falácia intelectual é de outra natureza: dadas as desigualdades históricas entre negros e brancos, então só se pode praticar a igualdade que o texto prevê praticando a desigualdade benigna, entenderam?
É… Haverá o dia em que João Pedro Stedile descobrirá o caminho do Supremo para abençoar suas invasões porque, afinal, a Constituição prega a “função social” da propriedade. Submetendo o texto constitucional a torções, pode-se até mesmo censurar a imprensa em nome do direito à privacidade. Os bobinhos que ficam soltando foguetes para a decisão de ontem do Supremo não percebem que direitos fundamentais podem estar em risco — se não for com esta composição da corte, pode ser com outra, algum dia. Uma decisão do Supremo que agride a Constituição não é nem progressista nem reacionária: só é perigosa. Mas dizer o quê? Quantos são os nossos jornalistas que leram efetivamente a Constituição?

Argumentações

Separei alguns trechos de votos lidos no Supremo. Vejam o que disse, por exemplo, Lewandowski:
“Com efeito, a ninguém é dado ignorar - ouso dizer - que estão surgindo, entre nós e em diversos países do mundo, ao lado da tradicional família patriarcal, de base patrimonial e constituída, predominantemente, para os fins de procriação, outras formas de convivência familiar, fundadas no afeto, e nas quais se valoriza, de forma particular, a busca da felicidade, o bem estar, o respeito e o desenvolvimento pessoal de seus integrantes.”
Segundo entendi, a família “patriarcal”, “de base patrimonial”, para “fins de procriação”, é a heterossexual. Já a “homoafetiva” é fundada no “afeto” e na “busca da felicidade”. Que eu saiba, Lewandowski não é gay, mas me parece ter sido um tanto heterofóbico… Os gays transam porque amam; os héteros, para fazer neném… Nada de sacanagem, pelo visto, nem num caso nem no outro! A família hétero é de “base patrimonial” (credo! Que cheiro de propriedade privada!). A família gay só quer ser feliz, nem que seja numa cabana. É Dirceu com Dirceu e Marília com Marília na cabana! E muito amor! Tome tento, ministro! Mas atenção para o que ele afirma depois:
“Assim, muito embora o texto constitucional tenha sido taxativo ao dispor que a união estável é aquela formada por pessoas de sexos diversos, tal ressalva não significa que a união homoafetiva pública, continuada e duradoura não possa ser identificada como entidade familiar apta a merecer proteção estatal, diante do rol meramente exemplificativo do art. 226, quando mais não seja em homenagem aos valores e princípios basilares do texto constitucional”.
As palavras fazem sentido, ministro Lewandowski! Ou bem o texto constitucional é “taxativo” ou bem é “exemplificativo”. E ele é taxativo!
Lewandowski foi de uma impressionante pureza neste trecho:
“Cuida-se, enfim, a meu juízo, de uma entidade familiar que, embora não esteja expressamente prevista no art. 226, precisa ter a sua existência reconhecida pelo Direito, tendo em conta a existência de uma lacuna legal que impede que o Estado, exercendo o indeclinável papel de protetor dos grupos minoritários, coloque sob seu amparo as relações afetivas públicas e duradouras que se formam entrepessoas do mesmo sexo.”
Vale dizer: o ministro admite que o casal gay não está abrigado no Artigo 226 e aponta uma lacuna legal. No mundo inteiro, lacunas legais são preenchidas por aqueles que têm a função de preencher lacunas legais: os legisladores. Às cortes, cabe a aplicação da lei.
Para encerrar, e a coisa poderia ir longe, destaco um trecho do voto a ministra Carmen Lúcia, que também reconhece, na prática, o desrespeito ao Artigo 226:
“É exato que o § 3º do art. 226 da Constituição é taxativoao identificar que ‘Para efeito da proteção do Estado, é reconhecida a união estável entre o homem e a mulher como entidade familiar’. Tanto não pode significar, entretanto, que a união homoafetiva (…) seja, constitucionalmente, intolerável e intolerada, dando azo a que seja, socialmente, alvo de intolerância, abrigada pelo Estado Democrático de Direito. Esse se concebe sob o pálio de Constituição que firma os seus pilares normativos no princípio da dignidade da pessoa humana, que impõe a tolerância e a convivência harmônica de todos, com integral respeito às livres escolhas das pessoas.”
Assim como homem é homem, mulher é mulher, uma coisa é uma coisa, e outra coisa é outra coisa. Há uma definição na Constituição do que é “união estável”, que goza da proteção do estado. E não cabe ao Supremo reescrever o que está lá ou ignorá-lo. A intolerância social é outro departamento — que não se resolve por medida cartorial, especialmente quando um Poder resolve usurpar as prerrogativas de outro.
Alguém até poderia dizer: “Pô, Reinaldo, alguém tem de legislar no Brasil, né? Você, por acaso, acha que o Congresso vai fazer isso?” Pois é.
É isto: o STF agora virou a tenda dos milagres. Façam fila! Em nome da “dignidade” e da “igualdade”, tudo é permitido. Inclusive ignorar a Constituição numa corte constitucional. E isso, meus caros, nada tem a ver com gays ou héteros. Isso tem a ver com os brasileiros, gays e héteros.
Divulgação: www.jorgenilson.com

Parabéns ao Supremo Tribunal Federal

Parabéns ao Supremo Tribunal Federal

Esse é o governo do PT, para o PT e sob o PT

Julio Severo
Em decisão totalmente arbitrária ontem, o Supremo Tribunal Federal decretou sua legitimidade para a união civil gay e adoção de crianças por duplas gays. Arbitrária porque, embora essa seja a vontade patente do governo, da mídia esquerdista, da militância gay e do STF, não é a vontade do povo.
Não dava para decidir conforme o povo quer? Pesquisas no Brasil indicam que o povo fortemente rejeita essas imposições, inclusive adoção de crianças por duplas homossexuais.
Alguém certa vez disse que a melhor forma de governo é o “governo do povo, para o povo e sob Deus”.
Do povo? Se dependesse dos sentimentos, tradições e valores do povo, os ministros do STF teriam julgado com justiça, não com ideologia.
Para o povo? Se os ministros do STF se preocupassem com os sentimentos, tradições e valores do povo, teriam votado a favor do povo, não contra ele.
Sob Deus? Com Deus, é possível defender a justiça e resistir às tentações ideológicas e politicamente corretas. Sem Deus, tudo é possível.
O que o governo, mídia liberal e militância gay não conseguiram através do Congresso Nacional, devido à resistência do povo, conseguiram mediante suas majestades do STF, escolhidas em grande parte por suas majestades do PT, impor uma decisão que vai contra os sentimentos, tradições e valores do povo, sejam de proteção ao casamento natural ou às crianças.
Esqueça os sentimentos, tradições e valores do povo. Esse é o governo do PT, para o PT e sob o PT.
Essa imposição segue a tradição socialista soviética e nazista. Só para lembrar: o Partido Nazista era oficialmente o Partido dos Trabalhadores Nacional Socialista.
O povo que escolhe socialismo, come socialismo a força, seja por meio dos tribunais ou decretos imperiais.
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Quando sedentos buscam água barrenta para se satisfazer

Quando sedentos buscam água barrenta para se satisfazer

Recentemente, recebi o endereço de um vídeo onde um pastor da Igreja Mundial do Poder de Deus (fundada e liderada pelo Apóstolo Valdemiro Santiago) vendia galões de água em miniatura. Esses galõezinhos haviam sido ungidos pelo apóstolo e, agora, estavam a venda para quem quisesse bebe-los e ser abençoado. A ênfase do pastor é que "uma só gota dessa água é capaz de curar qualquer doença".


Gente, isso não é novidade. Essa tática para arrancar dinheiro dos cristãos é muito antiga. No século XVI, Martinho Lutero já enfrentava problema semelhante com um papista chamado Iohannes Tetzel, ou, João Tetzel. Enviado pelo próprio Papa, Tetzel rodava a Alemanha arrecadando fundos para a construção da Catedral de São Pedro, no Vaticano (em construção na época). Seu método era simples: Tetzel chegava em uma cidade e dizia que aqueles que contribuíssem com os cofres de Roma seriam abençoados. O próprio Papa emitia documentos "ungidos", as indulgências, que garantiam ao povo o perdão e as bênçãos presentes e futuras. Dependendo da quantidade financeira dada, o perdão se estendia aos seus parentes no "purgatório".
Em resumo, vendia-se as bênçãos e, inclusive, o perdão de Deus. É nesse contexto que Lutero se levanta para "batalhar pela verdade entregue aos santos".


Vivemos dias muitos semelhantes aos dias das trevas da Idade Média, quando a Igreja atribuía as graças de Deus a contribuições financeiras. O problema é que, quem faz isso nos nossos dias não é mais a Igreja Romana, mas as igrejas neo-pentecostais adeptas da Teologia da Prosperidade.


Um "pastor" que é capaz de vender água ungida, semelhante à água benta da Igreja Romana, é alguém tão perdido quanto aqueles que o assistem e compram tais galõezinhos, crendo que serão curados. Eles nunca beberam da fonte da Água da Vida, cuja água satisfaz por toda a eternidade.


João 4:14
"mas aquele que beber da água que eu lhe der nunca terá sede; pelo contrário, a água que eu lhe der se fará nele uma fonte de água que jorre para a vida eterna."


João 6:35
"Declarou-lhes Jesus: Eu sou o pão da vida; aquele que vem a mim, de modo algum terá fome, e quem crê em mim jamais terá sede."


Você entende? Estes pobres telespectadores que compram a água ungida por Valdemiro são pessoas sedentas, mas só uma água as satisfará de verdade, só uma água as curará de seus pecados, só uma água é capaz de transformar suas vidas para sempre: a Água da Vida, Jesus Cristo, o Filho de Deus.


Creia na Palavra de Deus, e fuja desses lobos que querem comer sua carne e roubar sua lã. Eles estão atrás de sua própria glória e não possuem compromisso nenhum com o Reino de Deus. Estão prontos para todo tipo de "invencionisse" com aparência de santidade, mas tudo para arrancar dinheiro de você.


Você esta com sede? Quer satisfação? Deseja o perdão e a paz com Deus? Tenho uma grande notícia pra você: Deus quer lhe dar de Sua água, que satisfaz para sempre, a Água da Vida. Detalhe: ELA É DE GRAÇA! E não precisa ligar para o telefone que aparece em seu televisor, basta você orar pedindo-a, que Deus gratuitamente lhe oferecerá. Peça a Jesus Cristo pela Água da Vida! Você não precisa de nenhum centavo pra ser abençoado. Você crê nisso?

Por Wilson Porte Jr.

VINACC

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5 de mai. de 2011

OS DEZ INIMIGOS PÚBLICOS DOS GAYS NO BRASIL PARA 2011 E O RECONHECIMENTO DO STF DA UNIÃO HOMOAFETIVA

OS DEZ INIMIGOS PÚBLICOS DOS GAYS NO BRASIL PARA 2011 E O RECONHECIMENTO DO STF DA UNIÃO HOMOAFETIVA

IMAGEM: Site do STF

"Pelo segundo ano, a revista Lado A apresenta a lista “Os 10 inimigos públicos dos gays no Brasil”. Selecionamos, por meio de uma indicação feita por 10 militantes gays convidados, e publicamos por ordem de importância, as 10 pessoas que mais se destacaram na mídia por destratar homossexuais e por barrar ações que elevem a igualdade de direitos da comunidade gay, ou ainda, que agiram com homofobia em suas palavras ou ações. Essas 10 pessoas são responsáveis por disseminar o preconceito, a ignorância, e colaborar para que a violência e discriminação contra a comunidade homossexual se perpetue no país.

Apenas três nomes na lista deste ano estiveram em nossa listagem do ano passado. São eles, o senador Magno Malta (que em 2010 liderou a lista mas desta vez aparece em 5º lugar), o pastor Silas Malafaia (que se manteve como o 2º maior inimigo dos homossexuais no país) e o blogueiro Julio Severo (que saiu da 5ª para a 10ª posição)."

Leia em Revista Lado A

Os militantes evangélicos (e não-evangélicos), podem e devem continuar falando e se mobilizando contra o avanço dos "direitos" dos homossexuais. Não estou falando aqui de qualquer direito, mas daqueles direitos que atingem o direito e a liberdade dos outros, inclusive, liberdade de expressão e de fé.

O fato é que o movimento gay ganhará força e alcançará patamares jamais conquistados antes em nossa nação. A decisão do STF tomada hoje, que reconhece a união estável para casais homossexuais, é um grande passo nesta direção.

O que fazer? Além das mobilizações, e acima de tudo, cumpre-nos orar, pregar e viver o Evangelho de Jesus.

É preciso também ter cuidado para não incorrer no risco da militância pela militância, em se deixar levar pelos interesses políticos e pessoais de alguns aproveitadores, em promover uma mera guerrilha religiosa e em estabelecer uma santa inquisição gospel.

No artigo sobre a decisão do STF, a revista Lado A diz: "Gay agora é família e podem contar com a proteção do Estado. Não estamos mais sós. A dignidade e cidadania dos homossexuais brasileiros foram reafirmadas hoje. "

Como escrevi em meu twitter, em se tratando de opção sexual:

O ser humano é livre para fazer as suas escolhas. Deus é livre e soberano para aceitá-las ou não (Romanos 1.26-32).

Comentário do autor deste blog:

É o martelo se rendendo ao prego. O mundo ama o que é seu. Não estou surpreso com essa decisão absurda e invasora do STF. 99% dos brasileiros estão "doentes" e querem matar os gays, segundo a pesquisa realizada pela Fundação Perseu Abramo em parceria com a alemã Rosa Luxemburg Stiftung.

(Ironia) :

Todos eles serão presos por não aceitarem uma prática tão "sublime e pura" que é a relação homossexual. Durante toda história da humanidade nós "erramos" em ser contra esse comportamento homo. "Deus errou" feio em não aceitar e chamar de perversão essa prática. "Deus vai ter que pedir perdão a Sodoma e a Gomorra, pela sua destruição". Todos esses que encabeçam essa lista dos dez maiores inimigos dos gays, "estão errados".

A História está errada. A Psicologia estava errada (agora acertou). Jesus estava errado quando disse que Deus os criou MACHO E FÊMEA. Estes 11 homens do STF, fizeram uma descoberta significante: existe sim família gay. Prendam Deus, os cristãos, proíbam a Bíblia e o Alcorão. Coloquem na cadeia os pastores, os padres e todos que forem contra o comportamento homossexual. Construamos igrejas gays, fabriquemos pastores gays, deputados gays, professores gays, cantores gays. Vamos transformar o mundo num mundo gay.

Enquanto isso, Satanás estará feliz vendo como a humanidade está se revoltando contra o seu criador. Realmente, o MUNDO JAZ NO MALIGNO. E assim, seremos "felizes" PARA SEMPRE.

DE DEUS NÃO SE ZOMBA, TUDO QUE O HOMEM SEMEAR, ISSO TAMBÉM CEIFARÁ. Quando uma nação chega a esse ponto, de aceitar a prática homossexual como correta e digna de respeito, chegamos ao estado mais AVANÇADO DE PUTREFAÇÃO. Rompemos com tudo que é puro e colocamos um dos piores comportamento como belo e digno.

CREIAM OU NÃO, NOSSA NAÇÃO IRÁ COLHER O QUE ESTAMOS PLANTANDO.


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Zoológicos humanos

Zoológicos humanos

Bichos de estimação da antropologia estatal ou almas eternas?

Julio Severo
No final do século XIX, a moda em alguns lugares da Europa era ter, nos zoológicos, um espaço para a amostragem de uma exótica espécie: os índios.
Com o progresso da antropologia, os espaços indígenas dos zoológicos foram abolidos, para dar lugar aos zoológicos humanos em seu próprio habitat. Esqueça a antropologia guiada pelos princípios racistas e eugênicos do nazismo. A antropologia moderna avançou muito mais, distanciando-se de alguns elementos do extremismo estatal nazista (que significa nacional socialista), mas abraçando o extremismo estatal socialista, tão anticristão quanto o nazista.
O que muitos chamam hoje de cultura indígena é nada mais do que cultura estatista, ou cultura tutelada pelo Estado, onde os índios, por determinação dos governantes e dos caprichos de suas leis, enfrentam grandes dificuldades para ter acesso ao Evangelho de Jesus Cristo, mas têm enorme facilidade de acesso aos métodos de controle da natalidade e vacinações, imponentes símbolos modernos da intrusão estatal na vida das pessoas.
A cultura indígena, que o Estado e os antropólogos usam convenientemente para criar entraves para a pregação do Evangelho, se desmorona diante da imposição da ideologia do controle da natalidade e vacinas. Através de uma engenhosa intervenção estatal, as empresas farmacêuticas e sua ideologia de ganancia têm uma liberdade de penetração em tribos indígenas que nenhum missionário cristão ousaria sonhar.
A lógica ilógica do Estado e antropólogos que usam a cultura indígena como cortina de ferro burocrática para proteger os índios da “cultura” do Evangelho é: não se pode contaminar os costumes indígenas, mesmo suas práticas de feitiçaria e paganismo recheadas de assassinatos de bebês e crianças.
Contudo, a invasão farmacêutica nas tribos não é considerada contaminação. O Cristianismo é visto como prejudicial, enquanto a vacina da gripe suína é considerada questão crucial de saúde. Onde fica agora todo aquele falatório de que os medicamentos da natureza são suficientes para os índios? Mesmo que isso fosse verdade, é preciso reconhecer que injeções anticoncepcionais não curam doenças. Impedem um órgão saudável de funcionar normalmente. Isso é atentado contra a natureza, especialmente considerando que em grande parte as vacinas contraceptivas provocam microaborto.
A indústria farmacêutica, com proteção e favorecimento estatal, tem caminho livre para invadir tribos com seus produtos que provocam microaborto, que provocam morte.
Os “missionários” estatais — os médicos e agentes de saúde encarregados de levar as santas vacinas farmacêuticas e os sagrados métodos farmacêuticos de controle da natalidade — têm liberdade de entrar nas tribos para “cuidar” dos índios.
Entretanto, os missionários cristãos não têm a mesma liberdade quando querem levar aos índios o maior produto do Reino de Deus: o Evangelho, que salva vidas. Salva literalmente. Tribos indígenas sacrificam, a mando dos feiticeiros, crianças deficientes ou consideradas objetos de azar. O governo não intervém, e obstrui toda tentativa de intervenção, com o pretexto de preservar a “cultura indígena”, combatendo por todos os meios as pessoas — que em grande parte são cristãs preocupadas e amantes da vida — que tentam denunciar a eugenia indígena apoiada pelo Estado e seu exército de antropólogos.
Um vídeo divulgado por mim, “Crianças indígenas enterradas vivas”, foi sem nenhuma explicação removido do YouTube depois de alcançar 180.295 visualizações! Eu já vinha recebendo mensagens de fãs da antropologia politicamente correta, insatisfeitos com minha divulgação do filme “Hakani” e se queixando de que a “cultura” indígena (assassinato de crianças indígenas) não deveria ser violada.
Para o governo e seu exército de antropólogos, a “cultura indígena” é mais importante do que um vídeo denunciando inocentes crianças indígenas assassinadas, mas não é mais importante do que as drogas farmacêuticas que o governo introduz nas tribos. Não é também mais importante do que a malfadada vacina contra a gripe suína. As empresas farmacêuticas, não tendo conseguido convencer a população dos Estados Unidos, Inglaterra e outros países desenvolvidos a engolir a epidemia fantasma de gripe suína, conseguem convencer o governo brasileiro a impor a vacinação não só na população brasileira, mas também nas tribos, que não podem ser “violadas” pelo Evangelho.
As tribos, tratadas como zoológicos humanos por antropólogos atrelados ao Estado, se parecem cada vez mais com laboratórios humanos, onde o Estado administra a vida dos índios expondo-os a perigosas drogas farmacêuticas como se eles fossem meros animais.
A antropologia moderna, ao permitir o assassinato de crianças indígenas e a introdução de tecnologia de perigosas vacinas e drogas farmacêuticas nas tribos, não age muito diferente da antropologia nazista ou soviética, que abominava princípios éticos ou cristãos.
A antropologia nazista desculpava os assassinatos de judeus e outros pelos nazistas. A antropologia soviética justificava o assassinato de qualquer um pelo bem do Estado soviético. E a moderna antropologia politicamente correta a serviço do Estado justifica antigas tradições indígenas do Brasil de sacrificar a vida de seus bebês e crianças. Agora responda: qual dessas três eugenias protegidas pelo Estado e pela antropologia é pior?
Enquanto o governo brasileiro cobra impostos de nós para estuprar a nós e as tribos com produtos farmacêuticos desnecessários e suspeitos, missionários cristãos, sem cobrar nada, procuram ajudar. Arriscando o próprio pescoço, eles estão salvando algumas crianças condenadas à morte pela “cultura” indígena. E, contrariando as ordens dos feiticeiros das tribos, alguns índios também salvam suas crianças e deixam a tribo, apesar das imensas dificuldades impostas pelo governo.
O Evangelho não salva apenas vidas físicas de crianças indefesas. O Evangelho tem o poder de salvar as almas eternas dos índios. Essa é uma prerrogativa que o Estado não tem. Essa é uma preocupação que os antropólogos — e os nazistas e os comunistas soviéticos — não têm.
Não há nenhuma comprovação de que os índios precisam da imposição de vacinas e drogas da cultura farmacêutica favorecida pelo Estado.
Entretanto, do ponto de vista cristão, se a salvação de Jesus Cristo deve ser anunciada para resgatar almas eternas do inferno eterno, por que deixar os índios de fora?
Como seres humanos com alma eterna, eles precisam do Evangelho tanto quanto nós.
Se o governo consegue fazer tantas concessões para a intrusão dos interesses das indústrias farmacêuticas nas tribos, por que não deixar o Evangelho entrar livremente?
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4 de mai. de 2011

A farsa da propaganda homofóbica e o risco da apologia pedófila.

Paraíba, 02/05/2011
A farsa da propaganda homofóbica e o risco da apologia pedófila.

“No fundo, todos nós, gays (...) alimentamos em nossa imaginação um tipo ideal do homem que gostaríamos de amar e ter do lado. (...) No meu caso, para dizer a verdade, se pudesse escolher livremente, o que eu queria mesmo não era um "homem" e sim um meninão. Um "efebo" do tipo daqueles que os nobres da Grécia antiga diziam que era a coisa mais fofa e gostosa para se amar e foder (...). Queria mesmo um moleque no frescor da juventude, malhadinho, com a voz esganiçada de adolescente em formação. De preferência inexperiente de sexo, melhor ainda se fosse completamente virgem e que descobrisse nos meus braços o gosto inebriante do erotismo.


Sonho é sonho, e qual é o problema de querer demais?! (...) Queria que esse meu príncipezinho encantado fosse apaixonado pela vida, interessado em aprender comigo tudo o que de melhor eu mesmo aprendi nestes 50 e poucos anos de caminhada. Que gostasse de me ouvir, que se encantasse com tudo que sei fazer (...), querendo tudo aprender para me superar em todas minhas limitações. Que acordasse de manhã com um sorriso lindo, me chamando de painho (...). Honesto, carinhoso, alegre e amigo. Que me respondesse sempre ao primeiro chamado, contente de ser minha cara metade. (...)Ah, meu menino lindo!” (“Meu Moleque Ideal”, de Luiz Mott, Antropólogo, fundador do Grupo Gay da Bahia, e que esteve em Aracaju na última terça-feira para promover a aprovação do PL 122/2006, o chamado PL da Mordaça Gay).


Peço perdão, inicialmente, aos leitores por começar este artigo com tamanha violência simbólica contra nossos filhos, nossas famílias, disfarçada em pretensa crônica literária, absolutamente contaminada de polução moral, quiçá fruto de “delirium tremens” de um sujeito declaradamente priápico, com um apetite (distúrbio?) sexual que, na linguagem de Machado de Assis, poderíamos dizer que se trata, o autor ou o personagem, de um ser que tem “fauces hiantes” por crianças e adolescentes.

Estou a fazê-lo, porque, infelizmente, o nosso Estado, cada vez mais, coloca-se – a pretexto de “combater” a farsa da homofobia, tantas vezes já desmascarada por nós aqui neste diário e por outros tantos intelectuais de naipe, como o Filósofo Olavo de Carvalho, o Prof. Rodorval Ramalho (da UFS) e outros tantos jornalistas sérios, como Reinaldo Azevedo, e etc. – na rota do que denominei na epígrafe deste ensaio como “a farsa da propaganda homofóbica e o risco da apologia pedófila”. Explico os porquês abaixo.


Em 2007, iniciou-se em Sergipe o movimento nacional chamado Jornada Cristã em Defesa da Vida e da Família. Este movimento surgiu com várias bandeiras (combate à Pornografia, à Pedofilia, ao Infanticídio, à promoção do homossexualismo, ao aborto e etc.), mas, essencialmente, surgiu como um movimento contra a aprovação do chamado PL da Mordaça Gay, o PL 122/2006. Como expliquei em uma série de artigos que publiquei no mesmo ano de 2007 neste diário (Projeto 122/2006: homofobia ou heterofobia?), tal projeto que visa a criminalizar e apenar toda e qualquer manifestação contrária às práticas homossexuais – instituindo, assim, o crime de opinião, tão usado em ditaduras e governos autoritários – é inconstitucional, ilegítimo e, parodiando os falsários da semântica “homofóbica”, “heterofóbico”.


Pois bem, no ano seguinte, o governo petista em Sergipe – grande apologeta do PL 122/2006 – a contrario sensu do movimento cristão, destinou uma parte considerável do orçamento público do Estado para lançar o Centro de Referência de Combate à Homofobia, com assistência jurídica e psicossocial, gratuita, às vítimas do inexistente fenômeno homofóbico. Do mesmo modo, iniciou uma campanha estadual nas escolas, promovendo a agenda do movimento gay nacional (os mesmo que agora lutam para distribuir, nas escolas, o chamado “kit gay”, com clara promoção do homossexualismo entre crianças e adolescentes).


O tragicômico desta “política pública” do Governo Marcelo Déda – baseada em pressupostos falsos, porque, de fato, não existe “homofobia” em Sergipe – foi demonstrada (mesmo que ele não tenha tido a intenção de fazê-lo) pela pesquisa consecutada pelo Prof. Marcelo Domingos do Departamento de Ciências Sociais da UFS que concluiu, em 2009, em sua investigação sobre a violência homossexual que o perfil da vítima/assassino nesses crimes é: “em geral o homossexual é uma pessoa estabilizada financeiramente, com idade acima de 30 anos em média, a maioria tem curso superior, tem emprego fixo e boa parte são funcionários públicos. Já o assassino é jovem tem idade média entre 16 e 28 anos, é desempregado, mora na periferia e tem baixa instrução” (reportagem da própria SSP-SE -
http://www.ssp.se.gov.br/modules/news/article.php?storyid=3330). Ou seja: o Centro de Referência LGBT foi feito – já que o serviço é gratuito e para instrução dos LGBT’s – para pessoas que, reconhecidamente, tem discernimento sobre o que estão fazendo e poder econômico e grau de instrução suficientes para se defenderem sem a necessidade de tutela do Estado! Esse é um típico exemplo de malversação das verbas públicas, porque o assassino é o que deveria ser tutelado pelo Estado.


Não bastasse tudo isso, esta semana, esteve mais uma vez em Aracaju para participar do Seminário “Homofobia em Debate”, promovido pela Sociedade Semear, o Sr. Luiz Mott, autor do texto inicial deste artigo. Este Sr. Luiz Mott já foi acusado de apologia à Pedofilia por intelectuais que militam contra a violência contra crianças e adolescentes e, ato contínuo, denunciado ao Ministério Público Federal na Bahia, conforme noticia o site internacional
http://www.lifesitenews.com/news/archive/ldn/2007/jul/07073011.


Depois tentou explicar o inexplicável e nunca mais tocou no tema. O interessante é que, o seu site na internet onde estavam hospedados textos como esse, já não está mais (talvez tenha sido retirado do ar por determinação do MPF:
http://br.geocities.com/luizmottbr/cronica6.html). Por outro lado, os textos dos que o acusaram de pedofilia e que inclusive o denunciaram, continuam na internet desde 2007 (MSM, http://migre.me/4nM1p; CACP, http://migre.me/4nM32; Blog Jael Savelli, http://migre.me/4nM50; Blog Júlio Severo, http://migre.me/4nM62), o que parece demonstrar que há um grande fundo de verdade nas denúncias feitas. Exatamente por isso, preocupa-me o fato de, em Sergipe, estarmos dando crédito a um ser humano que, segundo seus acusadores, defende a pedofilia. Será que Sergipe, a pretexto de estar combatendo a homofobia, está entrando na rota daqueles que defendem abertamente a pedofilia?


À Sociedade Semear fica a idéia de, na próxima vez que forem debater sobre o que chamo de farsa da propaganda homofóbica, convidarem, também, outros intelectuais e pensadores que não se renderam ao establisment pró-gayzista. E sobre o Sr. Luiz Mott, aprofundem este tema com o mesmo, investigando e perguntando-lhe se ele é, ou não, a favor da legalização da pedofilia no Brasil, se ele é, ou não, um “childlovers”. Antecipo que já há, no Brasil, pensadores, no próprio meio acadêmico universitário, que defendem abertamente tão aberrante prática, fazendo uma distinção inescrupulosa entre Pedofilia e Pedofobia, esta última sendo inadmitida e a primeira liberada, nos termos que propôs Luiz Mott: Ah, meu menino lindo!
Sobre Pedofilia e Pedofobia falarei na semana que vem.


Uziel Santana dos Santos

[Professor da UFS, Advogado, Mestre em Direito pela Universidade Federal de Pernambuco e Doutorando em Direito pela Universidad de Buenos Aires]
http://www.uzielsantana.pro.br
e-mail: ussant@ufs.br


Artigo publicado no Jornal Correio de Sergipe em 29 de abril de 2011.

Divulgação: www.jorgenilson.com

Todos Somos Santos, disse Pastor Sobre a Canonização de João Paulo II

Todos Somos Santos, disse Pastor Sobre a Canonização de João Paulo II

Por Horacio Villagra|Correspondente do The Christian Post
Traduzido por Amanda Gigliotti

A Beatificação do Papa João Paulo II congregou em diversas partes do mundo e na Nicarágua milhões de fiéis, que se reuniram para celebrar o ato litúrgico com o motivo de confirmar sua santidade.

Mas o pastor Jairo Arce Mairena expressou diversas críticas sobre o ato que envolveu o mundo inteiro, afirmando que ele cometeu muitos erros em sua vida, convidando, assim, os crentes a conhecer a Biografia do Beato.

Aproximadamente, 10 mil jovens das paróquias Nicaraguenses celebraram no domingo a beatificação do “Papa Polaco” como uma das maiores celebrações da Igreja Católica devido a sua importância. Fato esse levou a diversas críticas por parte de diversas congregações da Nicarágua, tomando parte do ponto de vista evangélico, devido ao que o pastor expôs que “a santidade não é somente de um setor, senão de todos os redimidos por Jesus.”

O pastor comentou a respeito da Beatificação, “todos somos santos, Cristo tem canonizado a todos e todos os que creem nele; igualmente tem nos dado poder, autoridade e nos encomendou para a cura e a salvação humana e da criação,” explicou ele segundo a ACL notícias.

Por sua vez Jairo Arce, reconheceu a importância da figura “humana” de Juan Paulo II, afirmando que devido ao seu grande trabalho com contribuições ideológicas e políticas conseguiu transformar a democracia e a liberdade de diversos povos, mas que além disso, “cometeu muitos erros,” convidando aos ouvintes a conhecer a sua biografia e filme de longa metragem, que comenta, “São excelentes.”

João Paulo visitou a Nicarágua duas vezes e expressou sobre o país, “Oxalá não volte a noite escura.”

No domingo pela manhã uma multidão de mais de 1 milhão de pessoas se reuniram na praça de San Pedro e ruas dos arredores da Cidade do Vaticano para presenciar a beatificação do Papa Juan Pablo II.

A canonização completa requer um segundo milagre, mas isso não deveria ser um problema já que centenas de fiéis se apresentam com milagres, segundo as informações.

A missa de beatificação em Roma contou com a presença de 50 chefes de governo, entre eles, o presidente da Nicarágua Porfirio Lobo.

Fonte:http://portuguese.christianpost.com/noticias

Divulgação: www.jorgenilson.com

3 de mai. de 2011

Silas Malafaia denuncia PLC 122

Silas Malafaia denuncia PLC 122

Novo vídeo de pastor critica manobra de Marta Suplicy

Julio Severo
Num vídeo editado e divulgado por mim em duas partes, o Pr. Silas Malafaia recentemente denunciou mais uma vez o PLC 122. Assista aqui ao vídeo:
A participação de Malafaia é importante, considerando que a vasta maioria dos pregadores de televisão não abre a boca para denunciar uma das crias socialistas mais monstruosas do PT — o PLC 122, que sacraliza a sodomia e criminaliza não só os cristãos, mas também qualquer cidadão que expressa uma opinião filosófica, médica ou moral contra a sodomia.
Por isso, é fundamental honrar os homens que estão tendo a coragem de abrir a boca. E assim como é apropriado destacar o papel de Malafaia nessa luta, é necessário também honrar os homens que deram início à grande mobilização que tornou o “PLC 122” um termo conhecido entre a maioria dos cristãos do Brasil.
Os católicos foram os pioneiros nessa conscientização. Em fevereiro de 2007, um grupo de influentes católicos conservadores me procurou para me convidar para participar de uma campanha de esclarecimento. Eles haviam lido os meus textos sobre a homossexualidade, preparado um documento com base nos meus artigos e queriam apenas que eu o assinasse. A parte deles seria divulgar o documento. A minha parte seria dar meu nome.
Eu lhes perguntei: “Mas não sou católico. Vocês têm nomes fortes que podem ser usados nessa campanha”. E a resposta deles foi que meu nome já era conhecido nessa luta.
E a campanha foi em frente. Depois de março de 2007, o incêndio foi aumentando até ganhar proporções imensas. Hoje, o “incêndio do esclarecimento” está “fora de controle”, tendo atingido muitas consciências.
Se não fosse por essa atitude abnegada dos católicos, não sei se o PLC 122 teria enfrentado tão grande resistência. E mesmo depois que o objetivo da campanha foi atingido, o líder do grupo católico sempre se recusou a receber qualquer reconhecimento público. Eu insisti muito com ele para citá-lo em artigos e mostrar seu importante papel no início do “incêndio”, mas ele prefere ficar no anonimato. Que Deus possa dar a todos nós essa humildade.
Antes de fevereiro de 2007, eu já tinha intenção de denunciar o PLC 122. Mas, durante os meses de novembro e dezembro de 2006 e janeiro de 2007, eu estava refugiado com minha família, devido a perseguições, num lugar sem internet. E novembro foi justamente o mês da aprovação do PLC 122 na Câmara dos Deputados. Mesmo sem poder agir, passei várias semanas literalmente incomodando o Dr. Zenóbio Fonseca para escrever um artigo contra o projeto anti-“homofobia”, até porque seu conhecimento jurídico era vital. Seu trabalho de assessoria não lhe dava tempo. Mas finalmente ele conseguiu escrever o texto. Logo em seguida, estava pronta a mensagem de mobilização dos católicos, a qual foi enviada para incontáveis milhares de e-mails e outros meios. O resto é história.
No começo, um ou outro jurista tentou alertar, mas não houve repercussão. Somente com a ajuda católica, a reverberação ocorreu.
Os católicos, ainda que não estejam querendo aparecer, estão envolvidos nesta luta tanto quanto os evangélicos.
Graças a Deus pelo envolvimento do Pr. Silas Malafaia, e peço que muitos outros líderes o imitem sem olhar para as fraquezas do homem.
Contudo, preciso dar três sugestões para Malafaia:
2. Ele precisa “induzir” o povo evangélico a renunciar publicamente a toda ligação com Lula, Dilma, PT e o socialismo.
3. Por último, ele deveria convocar o povo evangélico para uma grande manifestação em Brasília contra o PLC 122.
Na convocação contra o PLC 122 que ele fez em 2008, apenas 5 mil pessoas compareceram, pois ele não levou em consideração os dois primeiros itens. É preciso agora dar a atenção a esses itens, pois se o Brasil está hoje sob uma ameaça de ditadura gay apoiada pelo PT, é porque a CNBB e a liderança evangélica, em vez de nos alertarem, foram para a cama com os abutres do PT.
Tenho certeza de que Deus abençoará e honrará uma grande manifestação em Brasília contra o PLC 122 depois que os líderes evangélicos e católicos que se prostituíram com o PT se arrependerem e renunciarem às suas prostituições.
Divulgue este texto a todos os líderes e outras pessoas.
DIVULGAÇÃO; WWW.JORGENILSON.COM

Conselhos de uma DELEGADA

Conselhos de uma DELEGADA











Conselhos de uma DELEGADA... IMPORTANTÍSSIMO!
Conselhos dirigidos às mulheres,
mas válidos aos homens também!
Atenção nunca é demais!


Devemos estar sempre atentas!
A mulher que elaborou o conteúdo deste e-mail é Diretora de uma Empresa de Segurança no RJ e foi aconselhada por uma delegada após registrar um Boletim de Ocorrência.

1. Sequestro Relâmpago: Se um dia você for jogada dentro do porta-malas de um carro.
ENGULA O PÂNICO E RESPIRE FUNDO, CALMA E FRIEZA:

1) Chute os faróis traseiros até que eles saiam para fora, estique seu braço pelos buracos.
2) GESTICULE
feito doida. O motorista não verá você, mas todo mundo verá. Isto já salvou muitas vidas.

2. Os três motivospelos quais as mulheres são alvos fáceis para atos de violência são:

1) Falta de atenção: Você TEM que estar consciente de onde você está e do que está acontecendo em volta de você.
2) Linguagem do corpo:
Mantenha sua cabeça erguida, e permaneça em posição ereta, jamais tenha uma postura "frágil".
3) Lugar errado, hora errada:
NÃO ande sozinha em ruas estreitas, nem dirija em bairros mal-afamados à noite.

3) NUNCA FAÇA ISSO!

1) NÃO FAÇA ISSO! As mulheres têm a tendência de entrar em seus carros depois de fazerem compras, refeições, e sentarem-se no carro (fazendo anotações em seus talões de cheques, ou escrevendo em alguma lista, ou ainda conferindo o ticket de compra).

2) O bandido SEMPRE estará observando você:
Essa é a oportunidade perfeita para ele entrar pelo lado do passageiro, colocar uma arma na sua cabeça, e dizer a você onde ir.

3) No momento em que você entrar em seu carro:
trave as portas e vá embora, não fique ajeitando o cabelo, ou passando batom...

4) Algumas dicas acerca de entrar em seu carro num estacionamento ou numa garagem de estacionamento:

1) Esteja consciente: olhe ao redor, olhe dentro de seu carro, olhe no chão
dianteiro e traseiro de seu carro, olhe no chão do lado do passageiro,
e no banco de trás.

2)Se ao lado da porta do motorista do seu carro, estiver estacionada uma Van Grande:
entre em seu carro pela porta do passageiro.

IMPORTANTE:
A maioria dos assassinos que matam em seqüência atacam suas vítimas empurrando-as ou puxando-as para dentro de suas Vans, na hora em que as mulheres estão tentando entrar em seus carros.

5) NUNCA deixe para procurar as chaves do seu carro, quando estiver parada em frente a porta dele.

1) Dirija-se ao veículo com a chave em punho, pronta para abrir a porta e dar
a partida. Observe os carros ao lado do seu.

2) Se uma pessoa do sexo masculino estiver sentado sozinho no assento do carona
do carro dele que FICA mais próximo do seu carro, você fará bem
em voltar para o shopping, ou para o local de trabalho, e pedir a um segurança ou policial para acompanhar você até seu carro.

6) É SEMPRE MELHOR ESTAR A SALVO DO QUE ESTAR ARREPENDIDO, não tenha vergonha
de pedir ajuda.

Use SEMPRE o elevador ao invés das escadas. (Escadarias são lugares horríveis para se estar só, são lugares perfeitos para um crime).

7) PARE COM ISSO!
As mulheres, estão sempre procurando ser prestativas. Não use o celular a toa.

1) Essa característica poderá resultar em que você seja assassinada!
Um assassino seqüencial, homem de boa aparência, com boa formação acadêmica, declarou em seu depoimento que SEMPRE explorava a simpatia e o espírito condescendente das mulheres. Ele andava com uma bengala ou mancava, e conseqüentemente pedia 'ajuda', para entrar ou sair de seu carro, e era nesse momento que ele raptava sua próxima vítima.
2) Durante o dia, ande de óculos escuros:
O agressor nunca saberá para onde você esta olhando.
3) Celular:
só em lugar seguro.

Gostaria que você encaminhasse este e-mail a todas as pessoas que você conhece.
O mundo em que vivemos está cheio de gente louca, vamos nos ajudar!