Seguidores

23 de set. de 2012

Revista Veja: Influência evangélica na política dos EUA é cada vez mais fraca

Revista Veja: Influência evangélica na política dos EUA é cada vez mais fraca

Comentário de Julio Severo: A reportagem a seguir, preparada pela jornalista Cecília Araújo da revista Veja, revela como quase 50 por cento dos jovens americanos estão abandonando as igrejas protestantes históricas (presbiteriana, luterana, etc.) para se tornarem esquerdistas. Mas o problema não está só aí. Os que não abandonam estão também pesadamente envolvidos com o esquerdismo, como comprovam as maiores denominações protestantes dos EUA (presbiterana e luterana), que estão ordenando pastores gays e pastoras lésbicas, apoiando o aborto, etc.
A maior força evangélica hoje de fato conservadora nos EUA são, conforme aponta Veja, as igrejas pentecostais e neopentecostais. E tal qual ocorre no Brasil, a mídia em geral e a esquerda em particular nos EUA têm mirado nelas, especialmente nos neopentecostais, por causa de seu potencial de confronto na guerra cultura contra o aborto e a agenda gay.
O quadro nos EUA é sombrio. Mesmo crescendo muito, a multiplicação das igrejas neopentecostais é insuficiente para neutralizar a esmagadora influência esquerdista de mega-denominações protestantes pró-aborto e pró-homossexualismo. Essas igrejas estão perdendo seus jovens, deixando na sociedade americana ex-membros prontos para combater, do lado esquerdista, na guerra cultural.
Graças ao esquerdismo em massa das igrejas protestantes americanas, estamos assistindo ao pôr-do-sol do país que já foi a maior nação protestante do mundo.
Não sei se a multiplicação neopentecostal nos EUA conseguirá deter décadas de esquerdismo na política, cultura e igrejas protestantes dos EUA. Só sei que é preciso apoiar quem está fazendo diferença. Michele Bachman (tipo neopentecostal) é quase que a única que está fazendo diferença como evangélica genuinamente conservadora na política dos EUA, embora a pentecostal Sarah Palin tenha feito muita coisa também.
A matéria da Veja a seguir não é conservadora, mas mostra o que está acontecendo com os evangélicos dos EUA.

Peso do eleitorado evangélico nos EUA é cada vez menor

Preocupação com a crise financeira, ascensão das minorias e mudança no perfil do eleitorado religioso deslocam a tradicional agenda evangélica

Cecília Araújo
Em maio, Barack Obama tornou-se o primeiro presidente americano a declarar apoio ao casamento gay. Estava fazendo história, é certo, mas também cálculo político.  Em 2004, quando o democrata dizia acreditar que o casamento devia ser 'entre um homem e uma mulher', eram 60% os americanos contrários à união homossexual. Em 2012, quando tenta reeleger-se, são 43%, de acordo com pesquisa do Pew Research Center.
O republicano Mitt Romney, o rival de Obama na disputa pela Casa Branca, também está fazendo história. É o primeiro mórmon a disputar a presidência americana. Tendo escolhido o católico Paul Ryan para vice, Romney rompe uma tradição do Partido Republicano que vem desde 1860: a de ao menos um dos dois nomes da chapa ser protestante.
A aposta de democratas e republicanos é a mesma de dez entre dez analistas: esta eleição está pautada pela economia. Mas isso não significa que os dois grandes partidos americanos, muito bem munidos de pesquisas e estrategistas, tenham deixado de levar em conta questões morais e religiosas que há tempos influem nas escolhas dos eleitores. Eles apenas ajustam suas estratégias ao peso que essas questões têm no momento. "Há nos Estados Unidos uma base religiosa que segue regras morais com muita firmeza. Mas devido à crise financeira, a religião foi colocada em segundo plano, deixando a salvação da economia como prioridade para o próximo governo", afirma Eduardo Oyakawa, professor de Filosofia na Graduação da ESPM-SP e especialista em sociologia da religião.
Crescei e multiplicai-vos – A mobilização sistemática do eleitorado evangélico é uma cartada dos anos 1970. Esta década assistiu à multiplicação das correntes protestantes pentecostais e neopentecostais, comumemente tratadas por 'evangélicas' (leia ao lado). Desde então, evangélicos superam numericamente os fiéis das denominações protestantes históricas (luteranos, calvinistas etc.).
Em 1976, a revista Newsweek dedicou uma capa ao 'Ano dos Evangélicos'. Naquela eleição, esta fatia do eleitorado apoiou majoritariamente um democrata, o diácono batista Jimmy Carter, contra o republicano Gerald Ford, o vice de Richard Nixon, que renunciara dois anos antes, na esteira do escândalo Watergate. Na eleição seguinte, que levou Ronald Reagan à Casa Branca, o voto evangélico migrou para o Partido Republicano e a ele tem sido fiel desde então.
Como observam os cientistas Eric Kaufmann e Vegar Skirbeek em  Demografia política: como as mudanças populacionais estão remodelando questões de segurança internacional e política nacional (em tradução livre), lançado em junho, há em boa parte do mundo uma forte correlação entre altas taxas de fecundidade e devoção religiosa, e entre devoção religiosa e identificação com siglas conservadoras. Isto vale especialmente para o apoio dos evangélicos ao Partido Republicano. O Grand Old Party, como também é chamado, tem a simpatia da maioria dos cristãos, mas é o eleitorado evangélico branco que lhe dá a mais expressiva vantagem (70%) (veja infográfico).
Paradoxo conservador – Nos anos 2000, o voto evangélico perde peso por duas razões. Uma delas é demográfica. Com altas taxas de fecundidade, os evangélicos tendem a ganhar representação em relação ao eleitorado secular, que nos Estados Unidos costuma favorecer o Partido Democrata. No entanto, o crescimento populacional de latinos, asiáticos e negros, que até 2050 serão a maioria da população americana, é ainda mais acelerado. E embora confissões evangélicas também sejam populares entre as minorias, sua orientação política é bem mais difusa.
Kaufmann e Skirbeek apontam na Califórnia uma expressão deste paradoxo: em 2008, o estado votou maciçamente (61%) em Obama e também na Proposta 8, que proibia o casamento gay. Ou seja, a agenda moral ainda é forte e mobilizou uma espécie de coalizão 'ecumênica' de evangélicos brancos e negros, católicos hispânicos, mórnons etc. Mas já ficou em segundo plano na disputa pela Casa Branca. Até no governo George W. Bush, fortemente identificado com a direita cristã, houve uma tentativa de limitar a influência dos evangélicos no primeiro escalão, como lembra Larry Eskridge, diretor adjunto do Instituto para o Estudo dos Evangélicos Americanos, do Wheaton College, em Illinois.
A perda de representatividade do tradicional eleitorado evangélico na política americana também é uma questão geracional, já captada em pesquisas de opinião. Eskridge aponta que os jovens evangélicos estão menos dispostos a empunhar as bandeiras de seus pais e mais propensos a apoiar causas identificadas como liberais, como preservação ambiental, assistência aos mais pobres, tolerância à imigração etc. Segundo um estudo recente do Grupo Barna, 43% dos evangélicos no final da adolescência e jovens adultos deixaram a igreja tradicional [presbiteriana, luterana, batista, etc.] para seguirem crenças mais liberais.
"A visão dos evangélicos tradicionais é moldada por um desejo de restaurar normas do passado. Mas o perfil da comunidade evangélica tem mudado nos últimos anos e dado espaço a um segmento mais liberal", diz o americano Jonathan Dudley, autor do livro Broken Words: The Abuse of Science and Faith in American Politics (Palavras Quebradas: O Abuso da Ciência e da Fé na Política Americana, tradução livre), ele próprio um exemplo desta geração evangélica mais liberal.
Valores – O dilema de Romney é que ele ainda precisa mobilizar os republicanos que viram com desconfiança a indicação de um mórmon para presidente, mas sem assustar os eleitores moderados ou indecisos – a fatia que tradicionalmente decide a corrida pela Casa Branca. É sintomático que o republicano não tenha explorado em campanha a declaração de Obama sobre o casamento gay. Seu cálculo é que a repercussão poderia ajudar o democrata a engajar ainda mais eleitores liberais, o que, numa eleição em que o voto não é obrigatório, pode fazer a diferença.
O republicano joga suas fichas no debate econômico, com foco no desemprego (que continua acima dos 8%), déficit fiscal e corte de gastos. E faz acenos estudados à direita religiosa. Em 2011, provocado por uma organização conservadora, Romney se recusou a assinar um compromisso contra o aborto. Em 2012, já candidato, alinhou-se. 'Os candidatos evitam o risco de perder eleitores que não compartilham de sua posição', diz Dudley. 'Mas há também um risco em não se tomar uma posição firme sobre questões morais. Embora a prioridade hoje seja a economia, republicanos e democratas querem saber se seu candidato partilha de seus valores fundamentais.'
Fonte: Revista Veja

Divulgação: www.jorgenilson.com

21 de set. de 2012

Estado laico e Estado ateu



Estado laico e Estado ateu

Paulo Fernando
 
Gustavo Corção, partindo da idéia magistral de Santo Agostinho, distinguiu, em "Dois Amores – Duas Cidades", duas formas de civilização: a antiga, clássica, e a medieval, caracterizadas pela prevalência do homem interior, pela convicção da existência de uma alma racional, nota essencial do ser humano e criadora de cultura, como também de valores transcendentes que norteiam-lhe a existência, dentre eles a solidariedade; e a civilização moderna, em que predominam o homem exterior e correntes de pensamento materialistas, que negam a existência de uma alma racional no homem, e, por outro lado, privilegiam o indivíduo, o egoísmo, prometendo o paraíso na terra: a distribuição igualitária dos bens materiais ou o exercício absoluto da liberdade.
 
Extraordinariamente precisa é a afirmação de um dos personagens de Dostoiévski, em "Irmãos Karamazóvi": "Se Deus não existe, tudo é permitido". É da premissa falsa da inexistência de Deus que os filósofos ateus, marxistas, liberais, utilitaristas e existencialistas, tiraram as suas conclusões. Para eles, não há racionalidade no cosmos, na natureza, no universo, porque não conseguiram explicar a sua origem sem um Ser Criador. De fato, o pensamento ateu vangloria-se de ter demonstrado a inexistência de Deus, sem, contudo, tê-lo feito. O seu desenvolvimento é viciado e enganoso desde o início. Baseia-se em um dogma de fé improvado: Deus não existe. Infelizmente, muitos endossam as suas teses e a sua moral relaxada sem atinar para o seu crasso vício de origem. Encampam-nas, tais pessoas, sem qualquer indagação mais ou menos profunda sobre a sua gênese.
 
Para as filosofias ateístas, notadamente a marxista e o liberalismo radical, as vítimas da sociedade ou o indivíduo, respectivamente, podem tudo: matar e mentir em nome da revolução socialista, realizar abortos, dar cabo à própria existência e viver uma sexualidade conforme o seu gosto pessoal. O aborto e a vivência de uma sexualidade contrária à natureza humana passam a ser "direitos humanos". Com efeito, inúmeros projetos de lei e decisões judiciais brasileiros inspiram-se em correntes de pensamento ateístas e agnósticas, que se presumem mais racionais, mas que são incapazes de identificar uma lógica no mundo objetivo da natureza, em que se insere a dualidade de sexos. Trata-se de uma ideologia racionalista, deturpação da racionalidade. Tal ideologia é estimulada por poderosas instituições internacionais, como a Fundação Ford e a Fundação MacArthur. Uma breve consulta na internet permite a qualquer um verificar o quanto tais fundações destinaram de recursos a pesquisas e a projetos de pós-graduação em universidades de diversos países, inclusive do Brasil, com afronta à soberania de tais nações e sabe-se lá com que objetivos.
  Em resumo: a legalização do aborto, da prostituição, da eutanásia, da união civil e da adoção por homossexuais, do uso de drogas decorrem diretamente de correntes de pensamento ateístas (o neomarxismo da Escola de Frankfurt e o neoliberalismo radical). É preciso que a população tenha isso presente, para que se dê conta de que o Estado brasileiro caminha para se tornar um Estado com religião oficial e não um Estado laico: um Estado totalitário ateu, que decretou a morte de Deus e que investe duramente contra a liberdade religiosa. Um Estado cujo deus é o individualismo, e cujo paraíso é o prazer material.

Divulgação: www.jorgenilson.com

18 de set. de 2012

Lição 13: A verdadeira motivação do crente Data: 23 de Setembro de 2012


Lições Bíblicas CPAD      Jovens e Adultos


Lição 13: A verdadeira motivação do crente
Data: 23 de Setembro de 2012



3º Trimestre de 2012

Título: Vencendo as aflições da vida — Muitas são as aflições do justo, mas o Senhor o livra de todas
Comentarista: Eliezer de Lira e Silva




TEXTO ÁUREO

“Mas tu, quando orares, entra no teu aposento e, fechando a tua porta, ora a teu Pai, que vê o que está oculto; e teu Pai, que vê o que está oculto, te recompensará” (Mt 6.6).

VERDADE PRÁTICA

A verdadeira motivação do crente não está na fama ou no poder, mas em viver para glorificar a Cristo.

HINOS SUGERIDOS

304, 305, 436.

LEITURA DIÁRIA

Segunda - Jo 3.30
Cristo é quem deve aparecer



Terça - Mc 9.30-37
Tendo o coração de uma criança



Quarta - Mc 10.42-45
O Filho do Homem veio servir



Quinta - Pv 8.13
Deus aborrece o coração soberbo



Sexta - Fp 4.8,9
Devemos ter uma motivação nobre



Sábado - Mt 11.29
Devemos aprender do Senhor

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE

Marcos 1.35-45.

35 - E, levantando-se de manhã muito cedo, estando ainda escuro, saiu, e foi para um lugar deserto, e ali orava.
36 - E seguiram-no Simão e os que com ele estavam.
37 - E, achando-o, lhe disseram: Todos te buscam.
38 - E ele lhes disse: Vamos às aldeias vizinhas, para que eu ali também pregue, porque para isso vim.
39 - E pregava nas sinagogas deles, por toda a Galileia, e expulsava os demônios.
40 - E aproximou-se dele um leproso, que, rogando-lhe e pondo-se de joelhos diante dele, lhe dizia: Se queres, bem podes limpar-me.
41 - E Jesus, movido de grande compaixão, estendeu a mão, e tocou-o, e disse-lhe: Quero, se limpo!
42 - E, tendo ele dito isso, logo a lepra desapareceu, e ficou limpo.
43 - E, advertindo-o severamente, logo o despediu.
44 - E disse-lhe: Olha, não digas nada a ninguém; porém vai, mostra-te ao sacerdote e oferece pela tua purificação o que Moisés determinou, para lhes servir de testemunho.
45 - Mas, tendo ele saído, começou a apregoar muitas coisas e a divulgar o que acontecera; de sorte que Jesus já não podia entrar publicamente na cidade, mas conservava-se fora em lugares desertos; e de todas as partes iam ter com ele.

INTERAÇÃO

A palavra vaidade no meio evangélico, muitas vezes, é compreendida de maneira equivocada. Além de significar biblicamente, e de acordo com Salomão, “tudo o que passa” (Ec 1.2; 12.8); a palavra “vaidade” aponta para a ideia de hipervalorização pessoal: a busca intensa de reconhecimento e admiração dos outros. É o desejo intenso do poder pelo poder; das riquezas pelas riquezas; da fama pela fama. Isso sim, é o pleno mundanismo batendo nas portas de muitos arraias evangélicos! Verdadeiramente, essa não é a verdadeira motivação do crente. E muito menos a do Evangelho de Jesus de Nazaré!

OBJETIVOS

Após esta aula, o aluno deverá estar apto a:
Compreender qual deve ser a verdadeira motivação do crente.
Conscientizar-se de que não fomos chamados para a fama.
Saber que o anonimato não é sinônimo de derrota.

ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA

Leve para a classe jornais e revistas antigos. Distribua entre os alunos e peça para pesquisarem reportagens e figuras de pessoas “famosas” (artistas, cantores de música gospel, pregadores, políticos, etc.) de cunho secular e evangélico. Depois, peça que os alunos comentem as figuras e em seguida discuta com a classe as seguintes questões: “O que é fama?”. “Qual a diferença entre ser famoso e ser bem-sucedido?”. Conclua explicando que devemos seguir o exemplo de Jesus. Ele nunca buscou a fama e até incentivou a prática anônima da vida cristã. O anonimato não é sinônimo de derrota.

COMENTÁRIO

introdução

Palavra Chave
Motivação: Ato ou efeito de motivar; motivo, causa.

Vivemos numa sociedade onde o ter sobrepõe-se ao ser. Sofremos pressões diárias para vivermos de forma materialista. Fama, poder e influência política procuram atrair-nos. No entanto, quando a pessoa acostumada à fama e ao poder cai no anonimato, perde o total controle da situação. Ela percebe não ser mais o centro das atenções. Nesta lição, estudaremos como o crente deve lidar com o anonimato em sua vida. Certamente não é a vontade de Deus que seus filhos busquem o estrelato terreno, mas o verdadeiro sentido de viver à luz do exemplo de simplicidade evidenciado na vida de Jesus de Nazaré.

I. A VERDADEIRA MOTIVAÇÃO DO CRENTE

1. O crente fiel dispensa a vaidade. Além de significar o que é “vão” ou “aparência ilusória”, o termo vaidade, segundo o dicionário Houaiss, designa a ideia de “valorização que se atribui à própria aparência”. É o desejo intenso de a pessoa ser reconhecida e admirada pelos outros. Isso é vaidade! E a motivação verdadeiramente cristã a dispensa. Quando lemos as Sagradas Escrituras percebemos que “o buscar a glória para si” é algo absolutamente rechaçado pela Palavra de Deus (Jo 3.30). A Palavra revela que o servo de Cristo não deve, em hipótese alguma, ser motivado por essa cobiça (Mc 9.30-37).
2. O crente fiel não deseja o primeiro lugar. Ao lançar mão de uma criança e apresentá-la entre os discípulos, ensinava o Senhor Jesus uma extraordinária lição: no coração do verdadeiro discípulo deve haver a mesma inocência e sinceridade de um infante (Mc 9.36). Entre os seguidores do Mestre não pode haver espaço para disputas, intrigas e contendas. No Reino de Deus, quem deseja ser o “primeiro” revela-se egoísta, mas quem procura servir ao próximo é chamado pelo Mestre para ser o primeiro (Mc 10.42-45). Aqui, se estabelece a diferença entre o vocacionado por Deus e o chamado pelo homem.
3. O crente fiel não se porta soberbamente. O livro de Provérbios demonstra com abundantes exemplos e contundentes palavras do que o ser humano é capaz quando o seu coração é dominado pela soberba e pelo desejo desenfreado pela fama (Pv 6.16-19; 8.13). Ele “se apressa em fazer perversidade”; “usa de língua mentirosa”; “semeia contendas entre irmãos”; e, “com olhos altivos”, assiste as consequências dos seus atos sem pestanejar, arrepender-se ou sensibilizar-se. Isso, absolutamente, não é a verdadeira motivação do crente fiel! Pelo contrário, a motivação do discípulo do Meigo Nazareno está em servir ao Senhor com um coração íntegro e sincero diante de Deus e dos homens (Jo 13.34,35).



SINOPSE DO TÓPICO (I)

A verdadeira motivação cristã dispensa a vaidade, não deseja o primeiro lugar e não se porta soberbamente.



II. NÃO FOMOS CHAMADOS PARA A FAMA

1. O que é fama. É o conceito (bom ou mau) formado por determinado grupo em relação a uma pessoa. Para que tal conceito seja formado em relação a si, é preciso tornar-se o centro das atenções. Lamentavelmente, a síndrome de “celebridade” chegou aos arraiais evangélicos. Porém, é preciso refletir: O ser humano, criado por Deus, foi feito para a fama? O homem, como o centro das atenções, é algo cristão? Uma classe de privilegiados e outra de meros coadjuvantes é projeto de Deus à sua Igreja? Desenvolver o poder de influência política e midiática, segundo as categorias desse mundo, é expandir o reino divino? Uma breve meditação em poucos textos bíblicos seria o bastante para verificarmos que a resposta a todas essas indagações é “não” (Jo 3.30; 5.30; 8.50; Rm 12.16; 2 Co 11.30).
2. O problema. O espaço na mídia oferece a ilusão de que podemos obter sucesso imediato em todas as coisas, gerando em muitos corações, até mesmo de crentes, uma aspiração narcisista pelo sucesso (2 Tm 3.1-5). Cuidado! Quando a fama sobe à cabeça, a graça de Deus desaparece do coração! Buscar desenfreadamente a fama é a maior tragédia na vida do crente. Este, logo perde a essência da alma e a sua verdadeira identidade cristã. Nessa perspectiva, o Evangelho declara: “Porque que aproveita ao homem granjear o mundo todo, perdendo-se ou prejudicando-se a si mesmo?” (Lc 9.25).



SINOPSE DO TÓPICO (II)

O ser humano, criado por Deus, não foi feito para a fama.



III. O ANONIMATO NÃO É SINÔNIMO DE DERROTA

1. A verdadeira sabedoria. O livro de Eclesiastes relata a história de um pobre homem sábio que livrou a sua cidade das mãos de um rei opressor (Ec 9.13-18). No entanto, o povo logo o esqueceu. Ele, porém, não deu importância alguma para isso, pois o que mais queria era livrar, de uma vez por todas, a sua querida cidade das mãos do tirano. A fama e o desejo de ser reconhecido passavam longe do seu coração. Afinal, o que caracteriza a verdadeira sabedoria é o “temor do Senhor” (Pv 1.7).
2. A simplicidade. O maior exemplo de simplicidade e equilíbrio temos na vida de Jesus de Nazaré. A leitura bíblica em classe descreve-nos a sábia atitude de Jesus em não deixar-se seduzir pela fama e retirar-se na hora apropriada. O Nazareno sabia exatamente da sua missão a cumprir (Jo 5.30). Quando percebeu que a multidão desejava fazer dEle um referencial de fama, Cristo retirou-se para não comprometer a sua missão (Mc 1.45). O Mestre é o nosso maior exemplo de simplicidade e equilíbrio no trato com as multidões. Enquanto estas o procuravam, Ele se refugiava em lugares desérticos (Mt 14.13; Mc 1.45).
3. O equilíbrio. No mundo contemporâneo, somos pressionados a sermos sempre os melhores em todas as coisas. O Evangelho, entretanto, oferece-nos a oportunidade de retirarmos de sobre nós esse fardo mundano (Mt 11.30). Você não precisa viver o estresse de ser quem não é! Você deve tornar-se o que o Senhor o chamou para ser. Não tente provar nada a ninguém. O Filho de Deus conhece-nos por dentro e por fora. Ele sabe as nossas intenções, pensamentos e desejos mais íntimos. Não se transforme num ser que você não é só para ganhar fama. A ilusão midiática não passa disso — é apenas uma ilusão! Nunca foi a vontade de Jesus que seus filhos se curvassem à fama, ao sucesso, à riqueza ou ao poder. Façamos o contrário, prostrando-nos aos pés de Cristo e fazendo do Calvário o nosso verdadeiro esteio. Se há alguma coisa em que devemos gloriar-nos, que seja na Cruz de Cristo (1 Co 2.2; Gl 6.14).



SINOPSE DO TÓPICO (III)

A verdadeira sabedoria cristã consiste na simplicidade e no equilíbrio (bom senso) das coisas.



CONCLUSÃO

Como estudamos na lição de hoje, a fama não pode ser a motivação do crente. E o anonimato não significa derrota alguma para aqueles que estão em Cristo Jesus. O Meigo Nazareno chega a incentivar a prática anônima da vida cristã (Mt 6.1-4). A pureza, a simplicidade e a sinceridade são os valores do Reino de Deus que nem sempre são entendidos pelos incrédulos. Todavia, somos chamados a manifestar esses valores em nossa vida. Portanto, não se preocupe com o anonimato, mas seja o seu desejo em agradar ao Senhor que criou os céus e a terra. Pois estes manifestam a sua existência e provam que Ele esquadrinha as intenções dos nossos pensamentos e corações.

VOCABULÁRIO

Síndrome: Conjunto de sinais e sintomas observáveis em diferentes processos patológicos (doenças) sem causa específica.
Mídia: Conjunto dos meios de comunicação social de massas [televisão, jornal, revistas, internet, etc.].
Narcisista: Aquele voltado para si mesmo; para a própria imagem.

BIBLIOGRAFIA SUGERIDA

LIMA, E. R. Ética Cristã: Confrontando as questões morais do nosso tempo. 1.ed., RJ: CPAD, 2002.
CABRAL, E. A Síndrome do Canto do Galo: Consciência Cristã — Um desafio à ética dos tempos modernos. 1.ed., RJ: CPAD, 2000.

EXERCÍCIOS

1. O que é vaidade?
R. É a ideia de valorização que se atribui à própria aparência. É o desejo intenso de a pessoa ser reconhecida e admirada pelos outros.

2. Defina fama.
R. É o conceito (bom ou mau) formado por determinado grupo em relação a uma pessoa. Para que tal conceito seja formado em relação a si, é preciso tornar-se o centro das atenções.

3. De acordo com a lição, que história o livro de Eclesiastes narra?
R. O livro de Eclesiastes relata a história de um pobre homem sábio que livrou a sua cidade das mãos de um rei opressor (Ec 9.13-18).

4. Qual o maior exemplo que temos de simplicidade e equilíbrio?
R. O da vida de Jesus de Nazaré.

5. Você tem sido atraído (a) pela ilusão midiática?
R. Resposta pessoal.

AUXÍLIO BIBLIOGRÁFICO

Subsídio Bibliológico

“Os Apelos da Consciência
O apóstolo Paulo entendeu a ligação entre uma consciência cristã e uma mente espiritual. Ele escreveu: ‘Mas o que é espiritual discerne bem tudo, e ele de ninguém é discernido. Porque quem conheceu a mente do Senhor, para que possa instruí-lo? Mas nós temos a mente de Cristo’ (1 Co 2.15,16). O cristão que tem a mente de Cristo conhece a sua vontade e seu propósito, por isso ele aprende a viver com uma consciência dos valores morais e espirituais estabelecidos por sua Palavra. Quando praticamos alguma ação, dizemos uma palavra, pensamos algo ou adotamos alguma atitude, devemos agir com uma mente espiritual. Ao avaliar essas várias situações, nossa consciência acenderá sua luz verde ou vermelha, concordando ou discordando; acusando ou defendendo. O julgamento da consciência será de acordo com o senso de justiça que a estiver dominando, se estiver purificada, jamais ela concordará com o erro; se contaminada, ela não conseguirá julgar corretamente. Devemos sempre comparar nossas ações à luz da justiça que a Bíblia apresenta. Nossas ações devem corresponder à uma consciência baseada na Palavra de Deus (2 Tm 3.16,17)” (CABRAL, E. A Síndrome do Canto do Galo: Consciência Cristã — Um desafio à ética dos tempos modernos. 1.ed., RJ: CPAD, 2000, p.134).

Fonte: CPAD/Est. da Bíblia

Divulgação: www.jorgenilson.com

12 de set. de 2012

Lição 12: As dores do abandono Data: 16 de Setembro de 2012


Lições Bíblicas CPAD       Jovens e Adultos


Lição 12: As dores do abandono
Data: 16 de Setembro de 2012



3º Trimestre de 2012

Título: Vencendo as aflições da vida — Muitas são as aflições do justo, mas o Senhor o livra de todas
Comentarista: Eliezer de Lira e Silva





TEXTO ÁUREO

“Deus faz que o solitário viva em família; liberta aqueles que estão presos em grilhões; mas os rebeldes habitam em terra seca” (Sl 68.6).

VERDADE PRÁTICA

Ainda que sejamos abandonados por parentes, amigos ou irmãos, Deus jamais nos desamparará.

HINOS SUGERIDOS

178, 187, 304.

LEITURA DIÁRIA

Segunda - 1 Tm 5.8
Quem não cuida da família é pior que o infiel



Terça - Lv 19.32
Os idosos devem ser honrados



Quarta - Pv 27.10
Os amigos não devem ser abandonados



Quinta - Sl 50.15
Deus atende-nos no dia da angústia



Sexta - Êx 33.10,11
Moisés — o companheiro de Deus



Sábado - Jo 14.26
A promessa da vinda do Consolador

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE

2 Timóteo 4.9-18.

9 - Procura vir ter comigo depressa.
10 - Porque Demas me desamparou, amando o presente século, e foi para Tessalônica; Crescente, para a Galácia, Tito, para a Dalmácia.
11 - Só Lucas está comigo. Toma Marcos e traze-o contigo, porque me é muito útil para o ministério.
12 - Também enviei Tíquico a Éfeso.
13 - Quando vieres, traze a capa que deixei em Trôade, em casa de Carpo, e os livros, principalmente os pergaminhos.
14 - Alexandre, o latoeiro, causou-me muitos males; o Senhor lhe pague segundo as suas obras.
15 - Tu, guarda-te também dele, porque resistiu muito às nossas palavras.
16 - Ninguém me assistiu na minha primeira defesa; antes, todos me desampararam. Que isto lhes não seja imputado.
17 - Mas o Senhor assistiu-me e fortaleceu-me, para que, por mim, fosse cumprida a pregação e todos os gentios a ouvissem; e fiquei livre da boca do leão.
18 - E o Senhor me livrará de toda má obra e guardar-me-á para o seu Reino celestial; a quem seja glória para todo o sempre. Amém!

INTERAÇÃO

Quem nunca se sentiu solitário ou abandonado ao atravessar um momento de dor e dificuldade? Os amigos e familiares podem até nos abandonar, mas temos um Deus que jamais nos desampara. Ele não nos deixa só (Is 49.15). As adversidades da vida muitas vezes embaçam os nossos olhos nos impedindo de ver o livramento do Senhor. Todavia Ele está conosco. Enfatize essa verdade durante o decorrer da lição, e mostre que como servos de Deus não podemos abandonar nossos irmãos, antes devemos consolá-los com o mesmo consolo que recebemos do Senhor.

OBJETIVOS

Após esta aula, o aluno deverá estar apto a:
Reconhecer a dor que um abandono familiar pode causar.
Discutir a respeito do abandono em momentos difíceis.
Conscientizar-se de que Deus jamais nos abandona.

ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA

Inicie a lição fazendo a seguinte indagação: “O que fazer diante do abandono?”. Ouça com atenção os alunos e explique que esta é uma situação muito difícil e que causa muita dor emocional, mágoas e ressentimentos. Porém, podemos tomar duas atitudes: a primeira é ter a consciência e a certeza de que Deus, como um Pai amoroso e bondoso, nunca nos deixa. (Leia Isaías 49.5). A segunda é perdoar os que nos abandonaram e desprezaram. Perdoar não é algo fácil. Todavia, é preciso para que possamos seguir em frente e sermos vitoriosos. Conclua lendo o texto áureo da lição.

COMENTÁRIO

introdução

Palavra Chave
Abandono: Deixar só, desamparar.

Hoje, trataremos dos efeitos que o abandono ocasiona na vida do servo de Deus. Não é novidade para ninguém, que é justamente nos momentos de angústia e aflição, que o ser humano sente-se esquecido por todos, inclusive pelos mais chegados. Todavia, consola-nos saber que o Senhor nunca abandona os seus filhos. Ele não os esquece. Aliás, o Pai Celeste conhece cada um de nós pelo nome. Quando o Senhor subiu ao céu, não nos deixou órfãos: enviou-nos o Espírito Santo, para consolar-nos e guiar-nos em todas as coisas (Jo 14.16).

I. O ABANDONO FAMILIAR

1. Na doença. Ninguém está imune às doenças, mesmo aqueles que professam servir a Deus (Gn 3.16-19). Por isso, quando enfermos, todos nós precisamos de ajuda e auxílio especializados. Infelizmente, há famílias que, nesses momentos, não suportando o estresse, acabam abandonando o doente à própria sorte, principalmente em se tratando de casos crônicos. Os que agem desta maneira demonstram não possuir ainda o genuíno amor cristão.
A pessoa enferma necessita do apoio, do carinho e da dedicação dos seus familiares, para vencer e suportar a enfermidade. Não podemos nos esquecer, ainda, dos casais que se divorciam quando um dos cônjuges adoece. Deus não aprova tal atitude (Mt 19.6).
2. No vício. Geralmente é na fase da adolescência que se conhece e se começa a consumir o fumo e o álcool e até drogas ilícitas. Muitos entram no submundo das drogas por carência afetiva, curiosidade ou para ser aceito por um determinado grupo social. A pessoa viciada perde a noção do certo e do errado e, para satisfazer o vício, é capaz de roubar e até matar. Alguns cometem suicídio porque se sentem sozinhos e abandonados por amigos e familiares. Lidar com viciados não é tarefa fácil. Mas é nessa hora que a família precisa fazer-se presente e estar unida para ajudá-los a livrarem-se das drogas (1 Tm 5.8).
3. Na melhor idade. A terceira idade, também chamada de melhor idade, é composta por aqueles que passaram dos sessenta anos. Em nossa sociedade, os idosos não são prezados, e algumas famílias chegam até a desampará-los. Muitos são colocados em casas de repouso, ou asilos, e lá permanecem sem assistência alguma. As Escrituras relatam que os mais velhos devem ser respeitados e ouvidos pelos mais novos (Js 23.1,2; Lm 5.12,14). O mandamento do Senhor de honrar o pai e a mãe continua válido para os dias atuais (Ef 6.1-3).



SINOPSE DO TÓPICO (I)

Os filhos jamais devem desamparar os pais, pois o mandamento do Senhor de honrar o pai e a mãe continua válido para os dias atuais.



II. O ABANDONO EM SITUAÇÕES DIFÍCEIS

1. No desemprego. No desemprego, a situação financeira complica-se e o padrão de vida sofre drástica queda. Nesse momento é que conhecemos, de fato, nossos verdadeiros amigos (Lc 15.11-32). Até os familiares desaparecem, pois temem emprestar-nos dinheiro e ouvir-nos as lamúrias. O Senhor Deus, porém, não deixa seus filhos ao desamparo. Ele envia-nos o recurso necessário (Sl 37.25).
2. Da amizade. Todos sonhamos ter uma amizade parecida com a de Davi e Jonatas e com a de Rute e Noemi (1 Sm 18.1; Rt 1.8-18). Uma amizade desinteressada e verdadeiramente cristã. No momento da dor, Noemi encontrou em Rute um forte esteio e Davi descobriu em Jonatas um verdadeiro e leal protetor. Infelizmente, muitas pessoas são abandonadas e traídas por aqueles que pareciam grandes amigos. Até mesmo o apóstolo Paulo sentiu a dor do abandono: “Ninguém me assistiu na minha primeira defesa; antes, todos me desampararam. Que isto lhes não seja imputado” (2 Tm 4.16). O Senhor, porém, assistiu e fortaleceu o apóstolo. A Palavra de Deus adverte-nos a não abandonar o amigo (Pv 27.10). Sejamos, pois fiéis, leais e amorosos (Pv 17.17).
3. Da igreja. A igreja é o local onde o abandonado e solitário deveria encontrar amigos e irmãos (Mc 10.29,30). Infelizmente, há igrejas que se esquecem de seus membros e congregados; não os visitam, não oram por eles e nem lhes tratam as feridas. O Senhor Jesus, porém, interessa-se por cada uma de suas ovelhas em particular.
É chegada a hora de olharmos com mais carinho por aqueles que necessitam de nossos cuidados. Olhemos também pelos missionários que, muitas vezes abandonados, experimentam privações de toda sorte. Somos um só corpo e, como tal, devemos cuidar e zelar uns pelos outros, para que a Igreja de Cristo desfrute perfeita saúde (1 Co 12.12).



SINOPSE DO TÓPICO (II)

O Senhor nunca desampara seus filhos.



III. O DEUS QUE NÃO ABANDONA

1. Na angústia. Elias muito se angustiou, por causa das perseguições que lhe movia Jezabel (1 Rs 18.40; 19.1-3). Temendo por sua vida, o profeta fugiu para o deserto e, ali, desejou profundamente a morte (1 Rs 19.4). Após caminhar quarenta dias e quarentas noites até Horebe, escondeu-se numa caverna (1 Rs 19.8). Ele muito se entristeceu porque achava ser o único crente em todo o Israel. O Senhor, porém, animou-o, revelando-lhe que reservara sete mil servos fiéis, em todo aquele reino, semelhantes a ele (1 Rs 19.14,18). Quantas pessoas não se sentem exatamente assim? O Senhor nunca nos desampara. Nas horas de aflição, sempre faz-se presente (Sl 50.15).
2. O amigo. Abraão foi chamado de amigo de Deus (Tg 2.23). Será que podemos ter o mesmo privilégio? Jesus chamou seus discípulos de amigos, quando o esperado era que os tratasse como servos (Jo 15.15). Ele é o amigo fiel; não nos abandona na hora difícil. Na tempestade, livrou os discípulos do naufrágio iminente. Ele multiplicou pães e peixes e ressuscitou seu amigo, Lázaro (Mc 4.35-41; Jo 6.1-15; 11.11). Aleluia!
Ao morrer em nosso lugar, Jesus ofereceu a maior prova de amor e lealdade que um amigo pode dar (Jo 15.13). Cristo, o amigo verdadeiro, morreu na cruz do Calvário para que hoje tivéssemos direito à vida eterna. Para você ter esse amigo fiel ao seu lado, basta aceitá-lo como seu salvador pessoal.
3. A sua Igreja. Dias antes de sua morte, Jesus assegurou aos discípulos que não os deixaria sozinhos, pois haveria de enviar-lhes o Consolador (Jo 14.26). Ele não abandona a sua Igreja. A promessa foi cumprida no dia de Pentecostes, quando os discípulos foram cheios do Espírito Santo e começaram a falar em outras línguas (At 2). É o Espírito Santo que convence o homem do pecado, guiando-nos em todas as coisas. O Senhor cumpriu a sua Palavra. Por isso, quando o sentimento de abandono e solidão nos sobrevier, busquemos a Deus em oração e, assim, sentiremos a doce e confortável presença do Espírito Santo.



SINOPSE DO TÓPICO (III)

Jesus não nos deixou sozinhos, Ele enviou-nos o Consolador.



CONCLUSÃO

Ainda que a família e os amigos venham a abandonar-nos, Deus sempre nos acolherá. Ele está ao nosso lado. O seu Espírito orienta-nos em todas as nossas provações. Portanto, recorramos a Ele em nossas necessidades. Por outro lado, não nos esqueçamos de socorrer os que se acham em lutas e tribulações. É o que nos recomenda a lei do amor que nos entregou o Senhor Jesus. O seu mandamento é claro: amai-vos uns aos outros.

BIBLIOGRAFIA SUGERIDA

Comentário Bíblico Beacon. Vol.9., 1.ed., RJ: CPAD, 2005.

EXERCÍCIOS

1. O que a pessoa enferma necessita?
R. Necessita do apoio, do carinho e da dedicação dos seus familiares, para vencer e suportar a enfermidade.

2. Em nossa sociedade, como é composta a terceira idade?
R. É composta por aqueles que passaram dos sessenta anos.

3. Que tipo de local a igreja deve ser?
R. A igreja deve ser o local onde o abandonado e solitário encontra amigos e irmãos.

4. O que Jesus assegurou aos discípulos dias antes de sua morte?
R. Ele assegurou que não os deixaria sozinhos, pois haveria de enviar-lhes o Consolador.

5. Você tem buscado a direção de Deus nas provações?
R. Resposta pessoal.

AUXÍLIO BIBLIOGRÁFICO

Subsídio Bibliológico

“Na ocasião em que foi abandonado por todos, Paulo recorda como Deus foi fiel: ‘Ninguém me assistiu na minha primeira defesa; antes, todos me desampararam. Que isto não seja imputado’ (2 Tm 4.16). [...] Paulo se recusou a ficar amargurado por esta experiência. Sua oração pelos que o abandonaram é quase idêntica à oração de Estêvão por seus assassinos: ‘Senhor, não lhes imputes este pecado’ (At 7.60).
Mas Deus permaneceu fiel: ‘Mas o Senhor assistiu-me e fortaleceu-me, para que, por mim, fosse cumprida a pregação e todos os gentios a ouvissem; e fiquei livre da boca do leão’ (2 Tm 4.17). O apóstolo está se referindo à preponderância que teve ao enfrentar ousadamente seus inimigos na audiência e ao testemunho fiel do evangelho de Cristo, de que recebeu capacitação para testificar na mesma ocasião. Ficar livre da boca do leão foi um triunfo interior e espiritual em toda essa dificuldade que os lacaios de Satanás puderam lhe causar” (Comentário Bíblico Beacon. Vol.9., 1.ed., RJ: CPAD, 2005, p.535).


Fonte: CPAD / Est. da Bíblia

Divulgação: www.jorgenilson.com

O rolo compressor do Projeto Sarney


O rolo compressor do Projeto Sarney

Reforma do Código Penal pretende esmagar o que resta de valores cristãos

Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz

Em 27 de junho de 2012, uma Comissão de Juristas entregou ao presidente do Senado, José Sarney, o anteprojeto de reforma do Código Penal. Seria de se esperar, que o texto fosse submetido à apreciação da sociedade para receber críticas e sugestões[1]. Isso, porém, não ocorreu. Em 9 de julho de 2012, apenas 11 dias depois, o Senador José Sarney subscreveu o anteprojeto convertendo-o em projeto de lei: o PLS 236/2012. Ao assinar o projeto, Sarney agiu de modo semelhante a Pilatos. Declarou-se, “por uma questão de consciência e religião”, contrário à eutanásia, ao aborto, ao porte de drogas e seu plantio para uso, mas não retirou nada disso do texto que subscreveu. Lavou as mãos, disse que era inocente do sangue de Cristo, mas decretou a sentença injusta. Favoreceu a presidente Dilma que, embora favorável ao aborto, havia prometido na campanha eleitoral não enviar ao Congresso qualquer proposta abortista.

O anteprojeto – agora convertido em projeto – foi muito mais audacioso que o de 1998. Pretendeu reformar não só a parte especial do Código Penal, mas também a parte geral e a imensa legislação penal extravagante. E tudo isso no curto prazo de seis meses![2] O resultado foi um conjunto de 544 artigos cheios de falhas graves.

Animais e pessoas

Segundo a linha ideológica do PLS 236/2012, o ser humano vale menos que os animais. A omissão de socorro a uma pessoa (art. 132) é punida com prisão, de um a seis meses, ou multa. A omissão de socorro a um animal (art. 394) é punida com prisão, de um a quatro anos. Conduzir um veículo sem habilitação, pondo em risco a segurança de pessoas (art. 204) é conduta punida com prisão, de um a dois anos. Transportar um animal em condições inadequadas, pondo em risco sua saúde ou integridade física (art. 392), é conduta punida com prisão, deum a quatro anos. Os ovos, larvas ou espécimes da fauna silvestre não podem ser vendidos, adquiridos, transportados nem guardados, sob pena de prisão, de dois a quatro anos (art. 388, §1º, III). Os embriões humanos, porém, podem ser comercializados, submetidos à engenharia genética ou clonados sem qualquer sanção penal, uma vez que ficam revogados (art. 544) os artigos 24 a 29 de Lei de Biossegurança (Lei 11.101/2005).

Terrorismo e invasão de terras

O terrorismo é criminalizado (art. 239). Mas as condutas descritas (sequestrar, incendiar, saquear, depredar, explodir...) deixam de constituir crime de terrorismo se “movidas por propósitos sociais ou reivindicatórios” (art. 239, §7º). Os invasores de terra são favorecidos, uma vez que “a simples inversão da posse do bem não caracteriza, por si só, a consumação do delito” (art. 24, parágrafo único).

Prostituição infantil

Atualmente comete estupro de vulnerável quem pratica conjunção carnal com menor de 14 anos (art. 217-A, CP). O projeto baixa a idade: só considera vulnerável a pessoa que tenha “até doze anos”. Isso vale para o estupro de vulnerável (art. 186), manipulação ou introdução de objetos em vulnerável (art. 187) e molestamento sexual de vulnerável (art. 188). Deixa de ser crime manter casa de prostituição (art. 229, CP) ou tirar proveito da prostituição alheia (art. 230, CP). Quanto ao favorecimento da prostituição ou da exploração sexual de vulnerável, a redação é ainda mais assustadora: só será crime se a vítima for “menor de doze anos” (art. 189). Deixa de ser crime, portanto, a exploração sexual de crianças a partir de doze anos.

Drogas

Quanto às drogas, somente o tráfico permanece crime (art. 212). Deixa de ser crime o consumo pessoal de drogas (art. 212, § 2º). Presume-se que a quantidade de droga apreendida destina-se a uso pessoal quando ela é suficiente para o consumo por cinco dias (art. 212, § 4º).

Aborto

Quanto ao aborto, o projeto reduz ainda mais as penas já tão reduzidas. O aborto provocado pela gestante ou com seu consentimento, atualmente punido com detenção de um a três anos, passa a ter pena de prisão de seis meses a dois anos (art. 125). O terceiro que provoca aborto com o consentimento da gestante, atualmente punido com reclusão de um a quatro anos, passa a sofrer pena de prisão de seis meses a dois anos (art. 126). Se o aborto for provocado sem o consentimento da gestante, o terceiro é punido com prisão, de quatro a dez anos (art. 127). Curiosamente, ele recebe um aumento de pena de um a dois terços se, “em consequência do aborto ou da tentativa de aborto, resultar má formação do feto sobrevivente” (art. 127,§1º). Esse parágrafo parece ter sido incluído para estimular o aborteiro a fazer abortos “bem feitos”, evitando que, por “descuido”, ele deixe a criança com vida e má formada.

As maiores mudanças, porém, estão no artigo 128. Ele deixa de começar por “não se pune o aborto” e passa a começar por “não há crime de aborto”. O que hoje são hipóteses de não aplicação da pena (escusas absolutórias) passa a ser hipóteses de exclusão do crime. E a lista é tremendamente alargada. Basta que haja risco à “saúde” (e não apenas à “vida”) da gestante (inciso I), que haja “violação da dignidade sexual” (inciso II), que a criança sofra anomalia grave, incluindo a anencefalia (inciso III) ou simplesmente que haja vontade da gestante de abortar (inciso IV). Neste último inciso o aborto é livre até a décima segunda semana (três meses). Basta que um médico oupsicólogo ateste que a gestante não tem condições “psicológicas” (!) de arcar com a maternidade.

Eutanásia e suicídio assistido

“Matar por piedade ou compaixão” (eutanásia) passa a ser um crime punível com prisão, de dois a quatro anos (art. 122), muito abaixo da pena prevista para o homicídio: prisão, de seis a vinte anos (art. 121). Porém, o juiz pode reduzir a pena da eutanásia a zero, avaliando, por exemplo, “os estreitos laços de afeição do agente com a vítima” (art. 122, § 1º). Também o auxílio ao suicídio, em tese punível com prisão,de dois a seis anos (art. 123), pode ter sua pena reduzida a zero, nos mesmos casos descritos para a eutanásia (art. 123, §2º).

Renúncia ao excesso terapêutico

O artigo 122, § 2º parece inspirado na doutrina, aceita pela Igreja, de que o paciente pode renunciar a tratamentos desproporcionaisaos resultados, que lhe dariam apenas um prolongamento penoso e precário da vida[3]. A redação, no entanto, é infeliz: fala em deixar de fazer uso de meios “artificiais” para manter a vida do paciente em caso de “doença grave e irreversível”. Ora, a medicina é uma arte e todos os seus meios são artificiais. Do modo como está escrito, o parágrafo pode encobrir verdadeiros casos de eutanásia por omissão de cuidados normais devidos ao doente.

Infanticídio indígena

Há tribos indígenas que costumam matar recém-nascidos quando estes, por algum motivo, são considerados uma maldição. De acordo com o projeto, tais crianças ficam sem proteção penal, desde que se comprove que o índio agiu “de acordo com os costumes, crenças e tradições de seu povo” (art. 36).

“Preconceito” de gênero

De todos os males contidos no projeto, o mais difícil de corrigir são as cláusulas onde foi inserida a ideologia de gênero, que considera o homossexualismo (e talvez também a pedofilia e a bestialidade) como uma legítima “opção” sexual ou “orientação” (ao invés de desorientação) sexual. O PLC 122/2006 (projeto anti-“homofobia”) da Senadora Marta Suplicy (PT/SP) foi todo inserido no PLS 236/2012. Está no alvo do projeto o bispo diocesano que não admite um homossexual no seminário ou que o afasta do seminário após descobrir sua conduta (art. 472, V), o dono de hotel que se recusa a hospedar um “casal” de homossexuais (art. 472, VI, a) e a mãe de família que demite a babá que cuida dos seus filhos após descobrir que ela é lésbica (art. 472, II). Poderá talvez ser acusado de “tortura” o pregador que, ao comentar um texto bíblico desfavorável ao homossexualismo, “constranger alguém” do auditório, causando-lhe sofrimento “mental” (art. 468, I, c). Segundo o projeto, tais condutas são motivadas por “preconceito” de “gênero”, “identidade ou orientação sexual”. São crimes imprescritíveis, inafiançáveis e insuscetíveis de graça ou anistia (art. 474 e 468, § 7º).
A perseguição religiosa está preparada e tende a ser violenta. No entanto, o motivo mais grave que nos deve levar a rejeitar tais cláusulas não está nas suas consequências práticas, mas nos princípios em que se baseiam. Toda pessoa, ainda que pratique condutas sexuais reprováveis, como a pedofilia, o estupro, o incesto, a bestialidade ou o homossexualismo, continua sendo pessoa. E é somente na qualidade de pessoa que ela tem direitos. A deformidade moral que a atinge não pode acrescentar-lhe direitos. Quem aceitaria que alguém, ao assassinar um pedófilo, recebesse, além da pena devida ao homicídio, uma pena extra por demonstrar “intolerância” ou “preconceito” contra a pedofilia? É justamente isso que pretende o projeto. Agravar a pena de todos os crimes, se eles forem praticados por “preconceito” de “orientação sexual e identidade de gênero” (art. 77, III, n). Essa inadmissível agravante genérica aparece também em crimes específicos, como o homicídio (art. 121, §1º, I), a lesão corporal (art. 129, § 7º, II), a injúria (art. 138, § 1º), o terrorismo (art. 239, III), o genocídio (art. 459), a tortura (art. 468, I, c) e o racismo (art. 472).

Notas:
[1] Assim aconteceu com o anteprojeto de Código Penal de 1998, que depois de publicado pelo Ministério da Justiça, ficou por um bom tempo sujeito às críticas da sociedade, inclusive dos Bispos. Porém, nunca chegou a tornar-se projeto de lei.
[2] Em 16/06/2011 o Senador Pedro Taques (PDT/MT) apresentou o Requerimento 756/2011 solicitando a criação de uma Comissão de Juristas para reformar o Código Penal no prazo de 180 dias. O requerimento foi aprovado pelo plenário em 10/08/2011. A Comissão começou a trabalhar em 18/10/2011.
[3] Cf. JOÃO PAULO II, Evangelium Vitae, n. 65.

O que fazer?

O Disque Câmara e o Alô Senado são muito mais eficazes do que as mensagens por correio eletrônico.
Sempre são entregues aos parlamentares, são contabilizadas para efeito de estatística e, se o cidadão o permitir, podem ser publicadas.
Em anexo estas mensagens estão em formato PDF
Disque Câmara 0800 619 619
Desejo enviar uma mensagem a todos os deputados do meu Estado:
“Solicito a Vossa Excelência que apoie o PDC 565/2012, do deputado Marco Feliciano, que susta a decisão que aprovou o aborto de crianças anencéfalas”.
“Solicito ainda que vote em favor da PEC 164/2012, que estabelece a inviolabilidade do direito à vida desde a concepção”.
“Solicito por fim que use a tribuna para protestar contra a norma técnica do Ministério da Saúde que pretende ensinar as mulheres a praticarem aborto”.

Alô Senado 0800 61 22 11

Desejo enviar uma mensagem a todos os membros da CAS (Comissão de Assuntos Sociais):

“Solicito a Vossa Excelência que vote CONTRA o PLS 50/2011 que pretende curvar-se diante da arbitrária decisão do STF de legalizar o aborto de crianças anencéfalas. O Congresso precisa insurgir-se contra a crescente invasão de competência daquela Corte”.
Desejo ainda enviar uma mensagem a todos os membros da CCJ (Comissão de Constituição e Justiça).
“Solicito a Vossa Excelência que vote CONTRA o PLS 612/2011 que pretende curvar-se diante da arbitrária decisão do STF que reconheceu a união estável de pessoas do mesmo sexo. O Congresso precisa insurgir-se contra a crescente invasão de competência daquela Corte”.
Desejo ainda enviar uma mensagem a todos os membros da Comissão Especial do PLS 236/2012.
“Solicito a Vossa Excelência que na reforma do Código Penal:

a) Não descriminalize o aborto, a eutanásia, o suicídio assistido, o uso de drogas, as casas de prostituição, nem diminua a pena para esses crimes;

b) Não diminua de quatorze para doze anos a idade mínima para crimes sexuais contra vulneráveis;

c) Exclua a criminalização da “homofobia”, que pretende glorificar o homossexualismo e instaurar a perseguição religiosa no país”.

Fonte: www.providaanapolis.org.br

Divulgação: www.jorgenilson.com

8 de set. de 2012

Com o PSDB, ficou fácil denunciar a “homofobia” no Estado de São Paulo


Com o PSDB, ficou fácil denunciar a “homofobia” no Estado de São Paulo

Julio Severo

O PSDB do Estado de São Paulo está dando um show de bola no PT no que se refere aos chamados “crimes” de homofobia. Disponibilizando a opção de fazer boletins de ocorrência (BO) de “ofensas homofóbicas” pela internet, a Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância (Decradi) já recebeu 408 boletins de ocorrência neste ano, contra 176 no ano passado inteiro.
Agindo na surdina, para não despertar resistências da população, especialmente de católicos e evangélicos, há cinco meses a Secretaria de Estado da Segurança Pública (SSP) passou a oferecer a opção de denúncia de crimes de injúria, calúnia, difamação e ameaça pelo boletim eletrônico na internet.
Na motivação, além de homofobia e raça, o governo deixa ao denunciante a liberdade até de escolher ciúme e inveja.

Polícia de São Paulo: atenta às denúncias de “homofobia”

Na questão da raça inclui-se qualquer palavra que adeptos das religiões afro-brasileiras interpretem como “ofensa”, tais como citar passagens bíblicas contrárias à comunicação com mortos e despachos.
Não é raro homossexualismo e ocultismo se juntarem para cometer crimes, conforme a própria Globo já noticiou, sobre dois pais-de-santo homossexuais que estupraram uma criança. O que é surpreendente é o Estado selecionar essas duas categorias para proteção especial.
No caso específico de São Paulo, onde o PSDB está avançando políticas pró-homossexualismo sem causar alarde, o mesmo governo que está elevando opiniões sobre o homossexualismo ao nível de crime de ofensa está, aparentemente, abaixando reais crimes homossexuais ao nível de quase indiferença.
Um menino adotado foi estuprado por uma dupla homossexual, e o Estado de São Paulo fez o possível e impossível para dar proteção aos criminosos. Em outro caso vergonhoso, onde um homem homossexual entrou no banheiro das mulheres e assustou uma menina de 10 anos, o governo de São Paulo novamente colocou o homossexual acima da criança.

No Estado de São Paulo, os ativistas gays estão com tudo:
* Homossexuais dançaram de calcinha na Assembleia Legislativa de São Paulo em 2007, sem nenhum impedimento.
* Um pastor foi preso no centro de São Paulo, após pregar contra as práticas homossexuais.
* O Estado de São Paulo lidera o ranking de incitação de denúncias por “homofobia”.
* Um bêbado foi multado em quase 15 mil reais por chamar um homossexual de “veado”.
* Uma  igreja evangélica teve seus outodoors com versículos bíblicos violentamente removidos pela “justiça” de São Paulo.

No Estado de São Paulo, “nóis tamo com tudo!”

Com a novidade de boletins de ocorrência pela internet no Estado de São Paulo, os ativistas gays estão fazendo farra com os presentes dados pelo PSDB. Desde 31 de março, o Decradi já recebeu 298 BOs eletrônicos pela internet — 157 deles referentes à capital.
De acordo com dados da Decradi, 53% dos casos registrados na delegacia em 2011 foram de “injúria”.
“Muitas pessoas que já foram vítimas de homofobia — até dos próprios policiais — agora podem prestar queixa pela internet”, afirma Fernando Quaeresma,  presidente da Associação da Parada Gay de São Paulo.
Toda vez que virem alguém ou algum blog pregando contra o homossexualismo, os ativistas gays de São Paulo já sabem o que fazer: BO.

Com informações do Estadão e do site gay A Capa.

Fonte: www.juliosevero.com

Divulgação: www.jorgenilson.com

5 de set. de 2012

Eduardo Paes pede respeito aos homossexuais durante evento em igreja

Eduardo Paes pede respeito aos homossexuais durante evento em igreja

Comentário de Jorge Nilson: Quando virar deputado ou senador, será o primeiro a votar a favor da anormalidade homossexual.

Diga não a esse defensor da perversão sexual

O candidato do PMDB recebeu apoio dos evangélicos e também dos ativistas homossexuais da cidade do Rio de Janeiro


No dia 19 de agosto, enquanto discursava para os fiéis da Igreja Assembleia de Deus em Senador Camará, zona Oeste da capital fluminense, Eduardo Paes, candidato à reeleição pela prefeitura do Rio de Janeiro, pediu aos religiosos que respeitem os homossexuais.
“Vocês podem contar comigo, sem pregar o ódio e respeitando a diversidade e as diferenças”, declarou Paes de acordo com o site Mix Brasil, veículo voltado para o público LGBT.
O candidato à reeleição no Rio de Janeiro, Eduardo Paes (PMDB) tem recebido apoio políticos de muitos líderes evangélicos, sendo convidado para participar de cultos e falar aos presentes.
Mas sobre essas aparições em eventos religiosos, Paes diz que não vai até esses encontros para pedir votos, mas para receber oração. “Não vim pedir voto, vim pedir oração para iluminar e ter forças para seguir e construir um Rio muito melhor”.
O candidato peemedebista também é apoiado pelos grupos de ativistas homossexuais, já que durante seu primeiro mandato, Eduardo Paes realizou projetos voltados para a comunidade LGBT.

Fonte: Gospel prime

Divulgação: www.jorgenilson.com

4 de set. de 2012

Chuck Norris convoca evangélicos a votar contra Barack Obama



Chuck Norris convoca evangélicos a votar contra Barack Obama

O ator cita a frase do ex-presidente republicano Ronald Reagan: “Precisamos lutar pela liberdade, protegê-la e entregá-la aos nossos filhos para que façam o mesmo”
Chuck Norris

O ator Chuck Norris divulgou um vídeo em que ele e sua esposa, Gena, chamam os cristãos evangélicos americanos para votar contra o atual presidente e candidato à reeleição pelo partido Democrata, Barack Obama, nas eleições presidenciais dos Estados Unidos, em novembro.

Nas imagens publicadas no sábado, ele diz: “Nós não podemos mais ficar sentados quietos ou parados nos cantos assistindo nosso país ir para o caminho do socialismo ou algo muito pior”.

O ator cita ainda a frase do ex-presidente republicano Ronald Reagan: “Precisamos lugar pela liberdade, protegê-la e entregá-la aos nossos filhos para que façam o mesmo”. Sua esposa diz que o voto dos evangélicos poderia ter impedido a vitória de Obama: “É estimado que nas eleições de 2008, 30 milhões de cristão evangélicos ficaram em casa no dia da votação e Obama ganhou por 10 milhões de votos”.

Fonte: Correios

Divulgação: www.jorgenilson.com

Lição 11: Inveja, um grave pecado Data: 9 de Setembro de 2012


Lições Bíblicas CPAD     Jovens e Adultos


Lição 11: Inveja, um grave pecado
Data: 9 de Setembro de 2012


3º Trimestre de 2012

Título: Vencendo as aflições da vida — Muitas são as aflições do justo, mas o Senhor o livra de todas
Comentarista: Eliezer de Lira e Silva





TEXTO ÁUREO

“O coração com saúde é a vida da carne, mas a inveja é a podridão dos ossos” (Pv 14.30).

VERDADE PRÁTICA

O cristão verdadeiro não se deixa levar pela inveja e não age com maldade.

HINOS SUGERIDOS

422, 432, 491.

LEITURA DIÁRIA

Segunda - Sl 37.1-3
Pratique a bondade



Terça - Pv 23.17
Não seja invejoso



Quarta - Fp 1.15
Pregar por inveja e disputa



Quinta - 1 Sm 2.22-25
As maldades dos filhos de Eli



Sexta - Pv 11.19,20
Deus abomina a maldade



Sábado - Ez 36.33
Deus purificará o seu povo de toda a maldade

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE

1 João 2.9-15.

9 - Aquele que diz que está na luz e aborrece a seu irmão até agora está em trevas.
10 - Aquele que ama a seu irmão está na luz, e nele não há escândalo.
11 - Mas aquele que aborrece a seu irmão está em trevas, e anda em trevas, e não sabe para onde deva ir; porque as trevas lhe cegaram os olhos.
12 - Filhinhos, escrevo-vos porque, pelo seu nome, vos são perdoados os pecados.
13 - Pais, escrevo-vos, porque conhecestes aquele que é desde o princípio. Jovens, escrevo-vos, porque vencestes o maligno. Eu vos escrevi, filhos, porque conhecestes o Pai.
14 - Eu vos escrevi, pais, porque já conhecestes aquele que é desde o princípio. Eu vos escrevi, jovens, porque sois fortes, e a palavra de Deus está em vós, e já vencestes o maligno.
15 - Não ameis o mundo, nem o que no mundo há. Se alguém ama o mundo, o amor do Pai não está nele.

INTERAÇÃO

A Palavra de Deus recomenda-nos que sejamos cheios do Espírito Santo, pois assim não daremos lugar às obras da carne (Gl 5.16). Sabemos que a inveja procede da nossa natureza pecaminosa, da nossa carne. Precisamos nos encher constantemente do Espírito Santo para que possamos ter uma vida santa e justa, livre do pecado. Deus nos chamou para uma vida de santidade e pureza, por isso, na lição de hoje estudaremos dois graves pecados que não deveriam jamais encontrar lugar no coração dos crentes: a inveja e a maldade. A Bíblia declara que os que cometem tais coisas, se não se arrependerem, “não herdarão o Reino de Deus” (Gl 5.21).

OBJETIVOS

Após esta aula, o aluno deverá estar apto a:
Saber que a inveja está presente no coração do homem desde a queda.
Discutir a respeito das consequências da inveja na vida do crente.
Conscientizar-se dos males advindos da maldade.

ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA

Providencie cópias da tabela abaixo para os alunos. Inicie a lição fazendo as seguintes indagações: “O que é inveja?”; “Como o crente pode livrar-se deste sentimento pecaminoso?”. Ouça com atenção os alunos e explique que a carne e o espírito são opostos. Somente teremos vitória sobre as obras da carne, o pecado, se andarmos em Espírito (Gl 5.16). Em seguida, leia e discuta com os alunos os tópicos apresentados na tabela.



COMENTÁRIO

introdução

Palavra Chave
Inveja: Desejo violento de possuir o bem alheio; desgosto ou pesar pelo bem ou felicidade de outrem.

A lição deste domingo trata de dois graves pecados, que jamais deveriam ser encontrados na vida do crente: a inveja e a maldade. A inveja leva à maldade e esta afasta o homem do seu Criador. Todo aquele que pratica a iniquidade será julgado e condenado por Deus. Infelizmente, muitos dos que afirmam servir ao Senhor praticam a maldade e, depois, hipocritamente, escondem-se atrás das máscaras da mansuetude e da humildade. Mas o Todo-Poderoso não se deixa enganar pelas aparências. No devido tempo, conforme a parábola do joio e do trigo, arrancá-los-á e os lançará no lago de fogo.

I. A INVEJA NO PRINCÍPIO DO MUNDO

1. Inveja, um sentimento maléfico. Inveja é o mesmo que cobiça; um sentimento de desgosto ocasionado pela felicidade do outro. Invejar é cobiçar e desejar o que a outra pessoa tem. Tal sentimento nasceu da frustrada tentativa de Satanás em apoderar-se dos atributos divinos (Is 14.12-20). Lúcifer invejou o Senhor; queria ser maior que o Todo-Poderoso.
No Jardim do Éden, a serpente despertou algo parecido em Eva, levando-a ao desejo de ser como Deus (Gn 3.1-5). Esse sentimento ainda motivou o primeiro homicídio da história (Gn 4.5). Por isso, a manifestação da inveja entre os servos de Deus é condenável por sua Palavra (Gl 5.26).
2. Maldade, uma ação maligna. A pessoa que pratica a maldade é naturalmente perversa e está sempre pronta a prejudicar e a ofender ao próximo. O Senhor abomina os iníquos de coração e os que tem prazer em praticar o mal (Pv 11.20). Os filhos do profeta Eli faziam o que era mau diante de Deus, e tiveram por sentença a morte (1 Sm 2.34; 4.11). Todo aquele que busca ferir ao seu semelhante, física ou moralmente, age de forma dissimulada, hipócrita e ímpia (Pv 6.16-19). O tal não ficará impune.
3. A inveja leva à maldade. Quem se deixa contaminar pela inveja, vive angustiado e planejando o mal de seu próximo. Aliás, a maldade é precedida pela inveja. As Sagradas Escrituras dão exemplos reais desse duplo pecado. Em Gênesis, encontramos a história de Caim que, consumido pela inveja, assassinou o seu irmão, Abel. Tempos depois, os irmãos de José, movidos pela inveja, vendem-no como escravo para o Egito. Nos Evangelhos, deparamo-nos com os sacerdotes que, por inveja do Senhor Jesus, tramaram a sua prisão e morte (Mt 27.18).



SINOPSE DO TÓPICO (I)

A inveja teve origem na frustrada tentativa de Satanás em apoderar-se dos atributos de Deus.



II. A INVEJA E SUA CONSEQUÊNCIA

1. Na vida de Caim. O homicídio cometido por Caim nasceu da inveja que ele nutria por seu irmão, Abel. Ele apresentou uma oferta ao Senhor que, por causa da má disposição de seu coração, foi rejeitada por Deus. Ao passo que a de Abel foi aceita, porque este amava a Deus (Gn 4.1-16). O problema não estava na oferta em si, porque Deus era adorado, no Antigo Testamento, tanto por sacrifícios vegetais quanto animais (Lv 2.1-16). O real problema está na qualidade espiritual e moral do ofertante.
Vendo que o semblante de Caim decaíra por causa da inveja e do ódio que ele nutria contra o seu irmão, Deus advertiu-o quanto ao pecado que jazia à porta. Mas Caim permitiu que a inveja se transformasse em ódio que, mais adiante, leva-o a planejar e a executar o assassinato de seu irmão. Em consequência de seu crime, Caim é banido da presença do Senhor (Gn 4.16). O crente deve aprender a controlar as suas emoções, pois os nossos atos geram consequências que, às vezes, acompanham-nos durante toda a vida.
2. Na vida dos irmãos de José. José era o filho amado de Jacó. Por isso, recebeu de seu pai um presente que o distinguia de todos os seus irmãos (Gn 37.3). Além disso, teve certa vez dois sonhos que, interpretados, mostravam toda a sua família curvando-se diante dele. Tais fatos suscitaram a inveja e a maldade de seus irmãos, pois era-lhes inadmissível que o seu irmão caçula viesse, um dia, a dominá-los (Gn 37.4-11).
Tomados pela inveja, venderam-no como escravo para o Egito. Mas, passados treze anos, o Senhor exaltou a José. O escravo hebreu tornou-se governador do Egito. E, nessa condição, pôde salvar a sua família, inclusive os que intentaram-lhe o mal (Gn 41-48). Mais tarde, eles vieram a se arrepender de seus pecados e a reconhecer que Deus, de fato, estava operando uma grande salvação por intermédio de José.
3. Na vida do crente. O crente fiel não pode ser dominado pela inveja, pois tal sentimento é pecado. A Bíblia ensina que devemos nos alegrar com os que se alegram (Rm 12.15). Mas o invejoso não consegue alegrar-se com o sucesso e o êxito dos outros, pois não tem escrúpulos e tudo fará para se apossar daquilo que não lhe pertence.
Infelizmente, há muitos crentes que invejam cargos e posições, esquecendo-se de que é o Senhor Deus quem chama e capacita os seus servos para obras específicas. O invejoso, porém, não entende isso. Por isso, vive amargurado de alma. Quem nutre tal sentimento precisa mais do que depressa correr aos pés de Cristo e buscar o perdão e a misericórdia. Se assim não proceder, não herdará a vida eterna.



SINOPSE DO TÓPICO (II)

A inveja é pecado e o crente não pode ser dominado por tal sentimento.



III. A DESTRUIÇÃO ADVINDA DA MALDADE

1. No âmbito familiar. O homem e a mulher que sinceramente servem a Deus não agem com malícia ou com astúcia. Cristo convida-nos a aprender com Ele a sermos mansos e humildes (Mt 11.29). A família cristã deve ser diferente e firmar-se como exemplo a ser seguido. Em nosso lar, por conseguinte, não pode faltar o amor, a paz e a mansidão. Se, por acaso, você estiver sofrendo com algum familiar, suporte a provação e vença o mal com o bem (1 Pe 3.8-12).
2. No trabalho. A empresa é o lugar onde passamos a maior parte do nosso tempo e onde também encontramos pessoas invejosas, incompetentes e malignas. Nesse ambiente, o servo de Deus deve aprender a compartilhar a sua fé (sem prejudicar o seu trabalho) e demonstrar, através de atitudes, que é diferente.
Não faltam relatos de pessoas que sofrem abuso moral e que têm a sua fé confrontada a todo instante. O desejo de galgar cargos e posições não é condenável desde que isso ocorra de forma ética e como fruto do esforço e dos méritos pessoais. É inadmissível, porém, a um servo de Deus agir de forma desleal e antiética. Devemos ser sal e luz, para influenciar positivamente o nosso ambiente de trabalho, a fim de que o nome de Cristo seja glorificado (Mt 5.13-16,20). Ainda que você seja prejudicado, aja de maneira cristã. O Senhor, no devido tempo, o honrará (Gl 6.9).
3. Na Igreja. Falar sobre maldades dentro da igreja pode parecer desnecessário, mas infelizmente não o é. Em nossos rebanhos, não faltam lobos em pele de ovelha e joio em meio ao trigo. Há muitos que, em nome de Deus, planejam o mal, ensinam heresias e profetizam mentiras, trazendo dissensões, rebeliões e escândalos entre os santos (Mt 7.21-23; 2 Pe 2.1).
A maldade tem minado a fé de muitos. Quantas pessoas, alvos de calúnias e deslealdades, não se acham desviadas do caminho do Senhor? A Palavra de Deus diz que de seis coisas odiadas pelo Senhor, a sétima Ele abomina: semear contendas entre os irmãos (Pv 6.16-19). Mesmo que você esteja padecendo perseguições por parte dos falsos irmãos, prossiga fielmente, pois o Senhor reservou-lhe uma grande recompensa (2 Tm 3.12; Gl 2.4; 6.9; 1 Pe 5.4; Ap 2.10). Converse com o seu pastor; ele saberá como ajudá-lo.



SINOPSE DO TÓPICO (III)

A maldade traz consequências maléficas e acaba minando a fé do crente.



CONCLUSÃO

Quem serve a Deus verdadeiramente não deve sentir inveja do seu próximo nem praticar o mal. O Senhor chamou-nos para ser luz em meio às trevas. Assim, se você está sendo alvo de inveja e ou de maldades, procure olhar para o alto, para aquele que lhe dá a salvação e o livramento. Não se deixe vencer pelo mal, mas vença o mal com o bem (Rm 12.9,21). Jamais esqueça que os olhos do Senhor estão atentos. Ele é justo e o seu rosto está voltado para os retos (Sl 11.4-7).

VOCABULÁRIO

Mansuetude: Mansidão.

BIBLIOGRAFIA SUGERIDA

GEISLER, N. Teologia Sistemática. Volumes 1 e 2, 1.ed., RJ: CPAD, 2010.

EXERCÍCIOS

1. O que é inveja?
R. É um sentimento de desgosto ocasionado pela felicidade do outro; cobiça.

2. O que ocorre com a pessoa que se deixa contaminar peia inveja?
R. Ela vive angustiada e planejando o mal de seu próximo.

3. Como nasceu o homicídio cometido por Caim?
R. Nasceu da inveja que ele nutria por seu irmão, Abel.

4. Podemos galgar cargos e posições profissionais? Explique.
R. Sim, todavia não podemos nos esquecer de que é o Senhor Deus quem chama e capacita os seus servos para obras específicas.

5. Você se considera uma pessoa invejosa e, consequentemente, maldosa? Se sim, está disposta a mudar?
R. Resposta pessoal.

AUXÍLIO BIBLIOGRÁFICO

Subsídio Teológico

“A história dos primeiros dois rapazes nascidos a Adão e Eva realça as repercussões do pecado dentro da unidade familiar. Os rapazes Caim e Abel, tinham temperamentos notadamente opostos. Caim gostava de trabalhar com plantas cultiváveis. Abel gostava de estar com animais vivos. Ambos tinham uma disposição de espírito religioso. Os filhos de Adão levaram sacrifícios ao Senhor, o primeiro incidente sacrificial registrado na Bíblia. Que Abel também trouxe dos primogênitos das suas ovelhas e da sua gordura não quer dizer necessariamente que animais são superiores a planta para propósitos sacrificais. Por que atentou o Senhor para Abel e para a sua oferta fica evidente à medida que a história se desenrola. A primeira pista aparece quase imediatamente. Caim não suportava que algum outro ficasse em primeiro lugar. A preferência do Senhor por Abel encheu Caim de raiva. Só Caim podia ser o ‘número um’. O Senhor não estava ausente na hora da adoração. Ele abordou Caim e lhe deu um aviso. Deus não o condenou diretamente, mas por meio de um jogo de palavras informou a Caim que ele estava em real perigo. Se Caim tivesse feito bem, com certeza Deus o teria graciosamente recebido” (Comentário Bíblico Beacon. Vol.1, 1.ed., RJ: CPAD, 2005. p.43).

Fonte: CPAD/Est. da Bíblia

Divulgação: www.jorgenilson.com

1 de set. de 2012

AIDS: Para promover a devassidão é preciso garantir um Estado anticristão


AIDS: Para promover a devassidão é preciso garantir um Estado anticristão

Pentecostais e católicos na mira da ONU

Julio Severo
Site do Ministério da Saúde afirma  que “Para combater a AIDS é preciso garantir o Estado laico”. Sabendo que o jeito do governo brasileiro combater a AIDS é inchar especialmente grupos gays com gordas verbas de nossos impostos, o resultado final não poderia ser outro: ativistas gays com dinheiro e orgias de sobra, e a AIDS com epidemias de sobra, principalmente entre homossexuais.
Isso não é combater a AIDS. Isso é promover.
Combater, no dicionário, significa “lutar contra” e “fazer guerra”. A promiscuidade e a devassidão sexual, que são as principais causas da epidemia evitável, não estão sendo combatidas. Aliás, o governo brasileiro não tem plano nenhum de fazer guerra aos comportamentos promíscuos e devassos.
Contra quem ou o que o governo brasileiro deveria lutar? Pedro Chequer, representante do Programa das Nações Unidas para o HIV/AIDS (Unaids) no Brasil, deu sua opinião: “Urge lutar para a retomada do Estado verdadeiramente laico porque em muitos países estamos vendo como o fundamentalismo religioso — dos pentecostais no Brasil ou dos católicos em muitos países hispano-americanos católico — prejudica seriamente o combate à AIDS”.
Não que o governo brasileiro não tenha essa mesma opinião. Não que os ativistas gays não tenham a mesma postura. Estado laico é o eufemismo usado por eles para designar um Estado que combate ativamente os valores cristãos. E o representante da ONU já deu a dica: o alvo são os pentecostais e os católicos.
Pentecostais e católicos acreditam e ensinam que o sexo é apenas para um homem e mulher ligados pelo compromisso sagrado do casamento.
Em contraste, o governo brasileiro e a ONU acreditam e ensinam que o sexo é apenas um instrumento de “diversão”, cujas consequências físicas e financeiras devem ser jogadas sobre toda a sociedade, até mesmo sobre famílias que nunca apoiaram nem viveram as orgias promovidas por ambos.
Se a sociedade seguir os valores cristãos promovidos por pentecostais e católicos, o governo vai ter de parar de combater o sexo somente para o casamento e passar a combater as condutas depravadas. Se isso acontecer, a epidemia da AIDS vai se extinguir — e junto vai se extinguir a principal fonte de financiamento do ativismo gay.
 
Em 2009, recursos do Programa Nacional DST/Aids do Ministério da Saúde foram investidos numa pesquisa de censura gay a livros didáticos , de modo que as crianças tivessem sobre a sexualidade acesso apenas à opinião dos devassos.
O dinheiro não foi para a AIDS. Foi para o ativismo gay nas escolas.
Alguns militantes homossexuais que trabalham com questões de AIDS estão revoltados com os desvios desse dinheiro. Conforme saiu na imprensa gay :
“Stalinista. Foi dessa forma que o ativista José Araújo, diretor da AFXB (Centro de convivência para crianças que vivem com HIV/Aids em São Paulo), classificou alguns setores do movimento gay... ‘A fome de poder deles está sendo saciada pelo Programa Nacional [de DST/Aids]’, avalia Araújo. Para José Roberto Pereira, mais conhecido como Betinho, está acontecendo ‘um aumento cada vez maior da intervenção do movimento gay no movimento de Aids’. ‘Eu sou gay, não tenho o menor problema com gay, mas... existe uma espécie de estrangulamento do movimento de Aids com o crescimento do movimento gay’, acredita Betinho. Fundos importantes da Aids estão indo para o movimento gay e não estou vendo uma queda dos índices [da epidemia do HIV entre os homossexuais]’, avalia Betinho, um dos colaboradores do Projeto Bem-Me-Quer. (...) ‘O movimento de Aids está perdendo sua característica. Está virando um grande movimento gay’, lamentou, em outro momento, José Araújo, da AFBX.”
Na opinião dos que promovem a devassidão, é melhor seguir o conselho do representante da ONU. Mas três décadas têm comprovado fartamente que seguir tal conselho não é saudável para ninguém.
Contudo, o que importa, para eles, é que a epidemia da AIDS tem sido fartamente saudável para o bolso deles. E para proteger o bolso deles, eles farão todo e qualquer combate ao que o representante da ONU chamou de “fundamentalismo religioso” dos pentecostais e católicos.
Divulgação: www.jorgenilson.com

Líderes e pastores alertam relator do novo Código Penal sobre atrocidades contidas nele contra a família cristã


Líderes e pastores alertam relator do novo Código Penal sobre atrocidades contidas nele contra a família cristã

Encontro foi articulado pela Frente Parlamentar Evangélica e ocorreu nesta quinta no Senado; no meio de tanta preocupação, uma boa notícia: prazo para a apresentação de emendas ao projeto do novo Código será prorrogado

Da reportagem do Portal Fé em Jesus
O senador Pedro Taques (PDT-MS) informou nesta quinta que o prazo para a apresentação de emendas ao projeto do novo Código Penal que acabaria no próximo dia 5 foi prorrogado para 5 de outubro.  A dilatação desse cronograma foi comemorada pelos deputados e senadores da Frente Parlamentar Evangélica embora a maioria acredite que novas prorrogações, dentro do Regimento do Senado, ainda deverão ocorrer.
A Frente se reuniu em caráter extraordinário com o senador Taques e levou a ele uma série de preocupações com as mudanças propostas no novo Código , além do tempo curto para debatê-las. O senador Magno Malta (PR-ES) listou a descriminalização do aborto e a liberação do consumo da maconha, além da diminuição para o consentimento para relações sexuais de 14 para 12 anos (na prática o que libera a pedofilia) e a criminalização da chamada homofobia como os principais itens do projeto que incomodam o povo cristão brasileiro.
 
Reunião da bancada evangélica sobre o novo Código Penal
O encontro da Frente Parlamentar Evangélica reuniu mais de 30 líderes e pastores de diversas denominações do país, além de procuradores da República e juristas cristãos. O senador Pedro Taques afirmou que é de seu papel de relator "ouvir mais do que falar" e pediu que os líderes cristãos presentes dissessem a ele o que mais os preocupa. Coube ao senador Magno Malta elencar então os pontos mais danosos do projeto.
Veja o que disse o senador Magno:

Aborto

"Não vamos negociar esse tema. Para mim e alguns senadores, não negociaremos a vida. Não atentaremos contra a natureza de Deus. Não seremos acintosos contra Deus. Se há um ser respirando dentro de um útero, se há sangue no cordão, se esse feto respira, se esse feto tem deficiências, Deus sabe o porque desse feto ter problemas. Falo em nome dessa rede cristã , daqueles que acreditam na vida. A proposta contida no projeto do novo código é horrorosa. Precisa ter sangue no olho para prescrever a morte de um feto. Quando os juristas falaram que isso foi amplamente debatido, foi debatido com quem? Os que debateram pensam o mesmo que eles. Precisamos de um texto que proteja a vida e não que estabeleça uma cultura de morte no Brasil."

Drogas

"A quem interessa a legalização da maconha no Brasil? Sabemos que estamos enfrentando o tabaco. Uma vez legalizada a maconha, os que vendem legalmente o tabaco vão querer vendar a maconha industrializada. A maconha causa dependência do sistema nervoso central, produz câncer de faringe, impotência sexual, desequilibra o individuo. É possível um professor em sala de aula fumar maconha? É possível um piloto de avião usar maconha? É possível contratar uma babá maconheira?Se a lei como querem passar será possível. A legalização só beneficia o traficante, que vai virar um atravessador de pequenas quantidades da droga. Não se acaba com esse drama do consumo protegendo o consumidor. Se acaba acabando com o consumo"

Homofobia

"Querem criminalizar a sociedade por uma divida que ela não tem. Programas de TV como O Pânico, Zorra Total, eles podem fazer o que quiserem com os gays. Mas vai dizer que é pecado para ver... Se você não aluga uma casa para um homossexual, você irá preso por 5 anos? Se você pede para um casal homossexual parar de se beijar em frente a tua casa, você terá de ir preso?"

Consentimento sexual aos 12 anos.

"O sujeito abusa de uma menina de 11 anos e 11 meses e 20 dias. Até aí é criminoso. Mas depois de 12 anos, tudo bem? Pode fazer o que quiser que não é crime? Com essa proposta vão legalizar a pedofilia no país. Os pedófilos estarão livres para agir com crianças de 12, 13 anos".
Divulgação: www.jorgenilson.com