Matt Barber
CNSNews.com
A ciência moderna às vezes serve para confirmar verdades eternas da Bíblia (não que a verdade objetiva precise de confirmação). Romanos 6:23 contém duas verdades nesse sentido, mostrando-nos o outro lado de uma preciosa moeda e oferecendo-nos tanto uma advertência nua e crua quanto uma promessa eterna: “Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna, por Cristo Jesus nosso Senhor”.
Vezes sem conta lançamos essa moeda, apostando nossos melhores interesses na cara ou coroa. Todos nós pecamos, mas pelo fato de que Cristo voluntariamente pagou a pena — sofrendo morte na cruz em nosso lugar — somos redimidos. Precisamos apenas crer nele, e o dom da vida eternal é nosso. Podemos confessar nossos pecados, nos arrepender (o que inclui nos esforçar para não repetir esses pecados) e seguir em frente.
No entanto, há gente que, em vez do lado polido da moeda, prefere o lado manchado. Com coração altivo e “orgulho” cínico, eles deliberadamente escolhem o pecado, em vez de Cristo; a morte, em vez da vida.
É uma verdade que todos vêem e a própria ciência médica a sustenta, mas a Palavra de Deus vai mais além ao nos fazer recordar que tanto no Antigo quanto no Novo Testamento aqueles que escolhem se envolver na conduta homossexual fazem essa opção correndo riscos deliberados.
Considere Romanos 1:26-27 (NVI), que um candidato presidencial esquerdista recentemente mencionou como uma “passagem obscura em Romanos”: “Por causa disso Deus os entregou a paixões vergonhosas. Até suas mulheres trocaram suas relações sexuais naturais por outras, contrárias à natureza. Da mesma forma, os homens também abandonaram as relações naturais com as mulheres e se inflamaram de paixão uns pelos outros. Começaram a cometer atos indecentes, homens com homens, e receberam em si mesmos o castigo merecido pela sua perversão”.
É triste quando as pessoas cedem a tentações sexuais descontroladas que podem literalmente matá-las espiritualmente, emocionalmente e fisicamente. Ninguém com algum sentimento de compaixão sente prazer em ver os outros “receberem em si mesmos o castigo merecido pela sua perversão”. Mas uma das conseqüências do livre arbítrio é viver (ou morrer) com as escolhas que fizemos.
Entretanto, o assunto é totalmente diferente quando condutas depravadas colocam os outros em risco. Isso não deveria — e não deve — ser “tolerado”.
Os atuais regulamentos sanitários dos EUA proíbem homens que têm sexo com homens (HSH) de doar sangue. Estudos realizados pela Vigilância Sanitária (CDC e FDA) confirmam categoricamente que se os HSH tivessem permissão de doar sangue, a população geral seria colocada em risco.
De acordo com o FDA, os HSH “têm uma preponderância de ter o HIV 60 vezes mais elevada do que a população geral, 800 vezes mais elevada do que os doadores de sangue iniciantes e 8.000 vezes mais elevada do que freqüentes doadores de sangue. [Os HSH] também têm risco mais elevado de ter outras infecções que podem ser transmitidas a outros mediante transfusão de sangue. Por exemplo, a infecção com o vírus da Hepatite B é até 6 vezes mais comum, e as infecções do vírus da Hepatite C são até 2 vezes mais comum em [HSH] do que na população geral”, de acordo com o FDA.
Um recente estudo do CDC abalou a população homossexual ao descobrir que embora os HSH sejam apenas um a dois por cento da população geral, eles são responsáveis por 64 por cento de todos os casos da epidemia de sífilis.
E Matt Foreman, ex-diretor executivo da Força Tarefa Nacional de Gays e Lésbicas, abalou mais ainda seus camaradas ativistas gays ao confessar: “O HIV é uma Doença Gay”.
Embora os riscos se estendam muito além da infecção potencial do HIV, o FDA comenta: “Todo o sangue doado é testado para se descobrir a presença do HIV, mas se o sistema imunológico do doador não tiver produzido uma quantidade testável de anticorpos, o vírus pode passar sem ser detectado”. Isso representaria um “risco absolutamente maior para as pessoas que recebem transfusões de sangue, se houver uma mudança nas leis”.
Mas arriscar vidas é ao que tudo indica algo que preocupa muito pouco os ativistas homossexuais radicais, como Joe Solmonese, presidente da tão chamada “Campanha de Direitos Humanos” (CDH), o maior e mais radical grupo homossexual de pressão política dos EUA.
Solmonese recentemente colocou interesses políticos acima da ciência, declarando falsamente que essa precaução prudente de saúde pública é “discriminatória”. Ele exigiu a eliminação da proibição, alegando de forma extremamente irresponsável: “Não há argumento médico ou científico para sustentar essa política discriminatória”.
À luz dos dados médicos irrefutáveis, a exigência de Solmonese não é só negligente, mas incrivelmente perigosa. Infelizmente, seus colegas extremistas também fazem a mesma exigência.
Na África do Sul, militantes homossexuais fazem “manifestações de protesto” deliberadamente e secretamente violando a proibição dessa nação, tencionando inundar os bancos de sangue com 70.000 unidades. Quem é que sabe agora quanto sangue foi contaminado ou quantas pessoas inocentes foram infectadas? Isso não é forma de protestar. Isso é agir com violência.
Recentemente, a deputada estadual Sally Kern, de Oklahoma, foi cruelmente atacada e brutalmente difamada, até mesmo recebendo ameaças de morte, por dizer publicamente que “a agenda homossexual está destruindo a nação”. Ela foi ao ponto de dizer que, em sua opinião, as condutas homossexuais e o ativismo gay representam uma ameaça maior do que o terrorismo.
Pessoas inteligentes conseguem debater essa opinião, mas as ações dos ativistas gays da África do Sul dão um exemplo entre muitos que pareceriam ilustrar o que ela quis dizer. Deliberadamente e dissimuladamente desobedecer a legítimos regulamentos de saúde e segurança — com muita probabilidade contaminando o abastecimento de sangue e infectando incontável número de pessoas inocentes — parece bastante como terrorismo para mim.
Sally Kern não precisa se preocupar, pois sua declaração é bem confirmada, mas Joe Solmonese terá muita dificuldade para defender que não há perigo os homossexuais doarem sangue. Com seu erro estúpido, ele prejudicou seriamente sua própria credibilidade e provocou um tremendo atraso no movimento radical que ele lidera (o que em si é realmente algo muito bom).
É falta de consciência que ele queira colocar uma agenda política enganosa e perigosa acima da saúde e bem-estar de homens, mulheres e crianças. Os ativistas homossexuais que desonestamente clamam por “direitos iguais” deveriam colocar acima de suas próprias ambições egoístas os “direitos” dos outros que são saudáveis.
Não se deve ignorar — nem se deve eliminar — importantes regulamentos de saúde simplesmente para promover alguma noção torcida de “tolerância” e “diversidade” ou de modo que uma minoria pequena de pessoas possa se sentir melhor acerca das escolhas de estilo anormal de vida que fizeram.
Os usuários de drogas injetáveis também são proibidos de doar sangue, mas ninguém em sã consciência exigiria que os viciados tivessem permissão de doar. Não é por causa de quem eles são; é por causa do que eles fazem. Os estudos acima mencionados, e muitos outros como eles, provam que, como no caso do uso de drogas injetáveis, a sodomia anal homem com homem é uma conduta de risco extremamente elevado.
Como eu já disse muitas vezes, condutas anormais geram conseqüências naturais. Lamentavelmente, doenças infecciosas prejudiciais e muitas vezes mortais podem ser exatamente uma dessas conseqüências.
Traduzido e adaptado por Julio Severo: www.juliosevero.com; www.juliosevero.com.br
Fonte: CNSNews
Artigos sobre família, política, religião, livros, programas de Tv., educação, aborto, homossexualismo, eutanásia, ocultismo, etc. Os comentários inseridos e divulgados, não representam a opinião dos autores dos artigos.
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30 de mar. de 2008
14 de mar. de 2008
Rede Globo e o Preconceito
Euder Faber
A história da Igreja Cristã é marcada por perseguições e todo tipo de discriminação. Durante o Império Romano os cristãos eram jogados às feras como parte do entretenimento das massas. Outros foram mortos ao fio da espada e lançados em tachos quentes, dentre outras barbaridades.
Na Idade Média não foram poucos que terminaram na fogueira. Hoje em diversos lugares do mundo a perseguição continua. Países como Coréia do Norte, Arábia Saudita, China, Irã, Cuba, Vietnã e outras dezenas de nações têm imprimido um intenso estado de perseguição e discriminação aos cristãos, onde muitos têm pago com o próprio sangue para não negarem a fé em Jesus.
No Brasil, em especial no Nordeste, muitos foram os relatos de perseguição no passado, onde muitas Igrejas foram apedrejadas, principalmente no interior da região.
Hoje temos assistido ao surgimento de outro tipo de perseguição. São leis que estão sendo preparadas e que, caso aprovadas, farão ressurgir o fantasma da perseguição, discriminação e preconceito, que no passado assolou muitos cristãos no Brasil.
Parte da grande mídia tem estado a serviço desses movimentos que visam amordaçar o discurso evangélico no país. Uma demonstração de tudo isso se deu na última quarta-feira, dia 12, onde em horário nobre a Rede Globo veiculou em uma de suas novelas (Duas Caras), uma das cenas mais discriminatórias e preconceituosas que se tem notícia na TV brasileira(http://duascaras.globo.com/Novela/Duascaras/Capitulos/0,,AA1674499-9156,00.html).
No capitulo da referida novela é mostrado uma turma, sendo comandada por um grupo de “evangélicos”, se dirigindo a uma casa onde dois homens e uma mulher mantêm um suposto triângulo amoroso — sendo um deles gays. Na cena vemos os “evangélicos” de Bíblia na mão e uma das “irmãs” gritando: “Nós vamos tirar o demônio de seu corpo e vai debaixo de pau e pedra”. Em outro momento se ouve uma delas dizer: “Eu sou a mão da força divina”. Daí, em certo momento, uma das “evangélicas” atira uma pedra na direção da mulher que estava sendo acusada de manter a aventura amorosa com os dois homens. Depois, ocorre a invasão da casa, onde os “crentes” gritam: “Quem não quiser arder no fogo do inferno me siga”. O desfecho da cena é lamentável. A “crente” por nome de Edvânia de faca na mão esfaqueia o colchão dizendo: “O sangue de Jesus tem poder”.
Mas o que mais chamou a atenção foi quando um dos homens que é apresentado como suposto homossexual, ao ser agredido, gritou: “O pecado está no preconceito, na intolerância, na violência”. Foi aí que revelou-se a intenção da referida cena. Essa frase dita pelo suposto gay é um dos chavões do movimento gay no Brasil, geralmente usada contra a Igreja Evangélica, que fundamentada na Bíblia repudia tal comportamento. Tudo isso faz parte da campanha que visa sensibilizar nossas autoridades para aprovação da denominada “Lei da Mordaça”, a dita lei anti-homofobia (PLC 122/2006 E PL 6418/2005). Tudo isso também faz parte de uma campanha ardilosa que visa jogar a opinião pública contra a Igreja e seus líderes, tachando-os de preconceituosos e intolerantes.
Todo o Brasil sabe da contribuição dada pela Igreja Evangélica ao país. Nosso povo também sabe que cenas como as que foram apresentadas nesta novela não condizem com a realidade. Onde já se teve notícia de que evangélicos insuflaram as massas contra os gays no Brasil? Muito pelo contrário: temos sim é pregado o arrependimento, o amor e o perdão para com essas pessoas, em relação Deus.
A Rede Globo agiu de forma maliciosa, discriminadora, preconceituosa e pejorativa em relação a todos os cristãos evangélicos de nossa nação, retratando-nos como fanáticos que desejam impor seu pensamento e seu estilo de vida à sociedade. São fatos como esse que nos fazem acender a luz amarela e percebermos que estamos caminhando para tempos de perseguição religiosa em nosso tão amado e querido Brasil. Lamentável.
Fonte: VINACC
Divulgação: http://www.juliosevero.com/
Nota importante de Julio Severo: A TV Globo, na cena mencionada acima, passou de todos os limites toleráveis, porém não é a primeira vez que essa emissora realiza manobras para jogar a opinião pública contra os evangélicos, em benefício da aprovação de leis anti-homofobia que têm como objetivo eliminar o direito de expressão de quem não concorda com as práticas homossexuais. Veja os artigos:
O “discreto” apoio da Rede Globo aos projetos anti-homofobia
É só a Globo que apóia a Globo, o aborto e o homossexualismo?
# posted by Julio Severo
A história da Igreja Cristã é marcada por perseguições e todo tipo de discriminação. Durante o Império Romano os cristãos eram jogados às feras como parte do entretenimento das massas. Outros foram mortos ao fio da espada e lançados em tachos quentes, dentre outras barbaridades.
Na Idade Média não foram poucos que terminaram na fogueira. Hoje em diversos lugares do mundo a perseguição continua. Países como Coréia do Norte, Arábia Saudita, China, Irã, Cuba, Vietnã e outras dezenas de nações têm imprimido um intenso estado de perseguição e discriminação aos cristãos, onde muitos têm pago com o próprio sangue para não negarem a fé em Jesus.
No Brasil, em especial no Nordeste, muitos foram os relatos de perseguição no passado, onde muitas Igrejas foram apedrejadas, principalmente no interior da região.
Hoje temos assistido ao surgimento de outro tipo de perseguição. São leis que estão sendo preparadas e que, caso aprovadas, farão ressurgir o fantasma da perseguição, discriminação e preconceito, que no passado assolou muitos cristãos no Brasil.
Parte da grande mídia tem estado a serviço desses movimentos que visam amordaçar o discurso evangélico no país. Uma demonstração de tudo isso se deu na última quarta-feira, dia 12, onde em horário nobre a Rede Globo veiculou em uma de suas novelas (Duas Caras), uma das cenas mais discriminatórias e preconceituosas que se tem notícia na TV brasileira(http://duascaras.globo.com/Novela/Duascaras/Capitulos/0,,AA1674499-9156,00.html).
No capitulo da referida novela é mostrado uma turma, sendo comandada por um grupo de “evangélicos”, se dirigindo a uma casa onde dois homens e uma mulher mantêm um suposto triângulo amoroso — sendo um deles gays. Na cena vemos os “evangélicos” de Bíblia na mão e uma das “irmãs” gritando: “Nós vamos tirar o demônio de seu corpo e vai debaixo de pau e pedra”. Em outro momento se ouve uma delas dizer: “Eu sou a mão da força divina”. Daí, em certo momento, uma das “evangélicas” atira uma pedra na direção da mulher que estava sendo acusada de manter a aventura amorosa com os dois homens. Depois, ocorre a invasão da casa, onde os “crentes” gritam: “Quem não quiser arder no fogo do inferno me siga”. O desfecho da cena é lamentável. A “crente” por nome de Edvânia de faca na mão esfaqueia o colchão dizendo: “O sangue de Jesus tem poder”.
Mas o que mais chamou a atenção foi quando um dos homens que é apresentado como suposto homossexual, ao ser agredido, gritou: “O pecado está no preconceito, na intolerância, na violência”. Foi aí que revelou-se a intenção da referida cena. Essa frase dita pelo suposto gay é um dos chavões do movimento gay no Brasil, geralmente usada contra a Igreja Evangélica, que fundamentada na Bíblia repudia tal comportamento. Tudo isso faz parte da campanha que visa sensibilizar nossas autoridades para aprovação da denominada “Lei da Mordaça”, a dita lei anti-homofobia (PLC 122/2006 E PL 6418/2005). Tudo isso também faz parte de uma campanha ardilosa que visa jogar a opinião pública contra a Igreja e seus líderes, tachando-os de preconceituosos e intolerantes.
Todo o Brasil sabe da contribuição dada pela Igreja Evangélica ao país. Nosso povo também sabe que cenas como as que foram apresentadas nesta novela não condizem com a realidade. Onde já se teve notícia de que evangélicos insuflaram as massas contra os gays no Brasil? Muito pelo contrário: temos sim é pregado o arrependimento, o amor e o perdão para com essas pessoas, em relação Deus.
A Rede Globo agiu de forma maliciosa, discriminadora, preconceituosa e pejorativa em relação a todos os cristãos evangélicos de nossa nação, retratando-nos como fanáticos que desejam impor seu pensamento e seu estilo de vida à sociedade. São fatos como esse que nos fazem acender a luz amarela e percebermos que estamos caminhando para tempos de perseguição religiosa em nosso tão amado e querido Brasil. Lamentável.
Fonte: VINACC
Divulgação: http://www.juliosevero.com/
Nota importante de Julio Severo: A TV Globo, na cena mencionada acima, passou de todos os limites toleráveis, porém não é a primeira vez que essa emissora realiza manobras para jogar a opinião pública contra os evangélicos, em benefício da aprovação de leis anti-homofobia que têm como objetivo eliminar o direito de expressão de quem não concorda com as práticas homossexuais. Veja os artigos:
O “discreto” apoio da Rede Globo aos projetos anti-homofobia
É só a Globo que apóia a Globo, o aborto e o homossexualismo?
# posted by Julio Severo
13 de mar. de 2008
Comentário de Leila Barros de Mattos Vasconcellos
Comentário de Leila Barros de Mattos Vasconcellos
Até que ponto devemos ou podemos ficar dependentes daquilo que o governo nos oferece?
Pensem no que pode acontecer se forem aprovadas algumas leis…
No futuro, fazer o certo poderá ser algo contra alguma lei que nós mesmos ajudamos a aprovar.
Pensem bem antes de ficarem repetindo por aí que é “obrigação do Governo prover educação, saúde, etc. para todos”.
É uma teia muito bem produzida e anos e anos de lavagem cerebral na população para nos fazer concordar com tudo.
Se estou errada, então como me explicam a atual situação onde os pais correm o risco de perderem a guarda de seus próprios filhos?
Atrás de uma capa de fazer o bem para a humanidade estão escondidas muitas medidas de ditadura e controle da população para que concordemos com todo tipo comportamento e situação.
Cria-se uma lei sem menor importância aqui, outra ali, tudo em nome de um bem comum.
Mais tarde usam essas mesmas leis para regular totalmente nossas vidas. Afinal, as leis têm de ser cumpridas, não é mesmo?
E nenhum de nós quer ser como marginais que não respeitam as leis.
Daí já estamos enredados e presos nessa grande teia!
— Leila Barros de Mattos Vasconcellos, comentando o artigo “Governo brasileiro entra com ações criminais contra família que educa em casa e ameaça tomar os filhos”, que trata do totalitarismo estatal brasileiro na educação das crianças. Data: 7 de março de 2008.
Divulgação: www.juliosevero.com
Até que ponto devemos ou podemos ficar dependentes daquilo que o governo nos oferece?
Pensem no que pode acontecer se forem aprovadas algumas leis…
No futuro, fazer o certo poderá ser algo contra alguma lei que nós mesmos ajudamos a aprovar.
Pensem bem antes de ficarem repetindo por aí que é “obrigação do Governo prover educação, saúde, etc. para todos”.
É uma teia muito bem produzida e anos e anos de lavagem cerebral na população para nos fazer concordar com tudo.
Se estou errada, então como me explicam a atual situação onde os pais correm o risco de perderem a guarda de seus próprios filhos?
Atrás de uma capa de fazer o bem para a humanidade estão escondidas muitas medidas de ditadura e controle da população para que concordemos com todo tipo comportamento e situação.
Cria-se uma lei sem menor importância aqui, outra ali, tudo em nome de um bem comum.
Mais tarde usam essas mesmas leis para regular totalmente nossas vidas. Afinal, as leis têm de ser cumpridas, não é mesmo?
E nenhum de nós quer ser como marginais que não respeitam as leis.
Daí já estamos enredados e presos nessa grande teia!
— Leila Barros de Mattos Vasconcellos, comentando o artigo “Governo brasileiro entra com ações criminais contra família que educa em casa e ameaça tomar os filhos”, que trata do totalitarismo estatal brasileiro na educação das crianças. Data: 7 de março de 2008.
Divulgação: www.juliosevero.com
7 de mar. de 2008
Estatuto da destruição: O Estatuto das Famílias pretende regulamentar e legitimar todas as formas de família e destruir o padrão natural
Julio Severo
Fonte: http://juliosevero.blogspot.com/2008/02/estatuto-de-destruio-o-estatuto-das.htm
Fonte: http://juliosevero.blogspot.com/2008/02/estatuto-de-destruio-o-estatuto-das.htm
Importante comunicado de alerta. Estimados amigos :A família brasileira encontra-se sob grave ameaça. Essa ameaça está vindo de especialistas que julgam necessário redefinir e mudar o significado de família para se adaptar à sua visão ideológica. Suas intenções já alcançaram o Congresso Nacional, onde está tramitando um recente projeto de lei que, se aprovado, legalizará e "normalizará" como família todos os tipos de ajuntamento bizarro, inclusive ajuntamentos de homens que praticam o homossexualismo.É um verdadeiro ataque terrorista contra a família brasileira.Se você quer entender o perigo que a família brasileira está correndo, leia meu artigo abaixo. No final, forneço orientação de como agir.
Julio Severohttp://www.juliosevero.com/
Salvar um bebê de perigos e ameaças é verdadeiramente um ato de bondade que só merece elogios. Homens e mulheres que praticam tais atos são dignos de nosso respeito.O promotor da Vara e Infância da Juventude de São José do Rio Preto, Cláudio Santos de Moraes, teve tal atitude heróica: Ele fez pedido à Justiça para que um bebê fosse tirado das mãos de um "casal" homossexual em São José do Rio Preto.O promotor entendeu que não seria justo deixar o bebê com um "casal" anormal. Ele disse: "Então, se é anormal, não vejo porque correr o risco. A criança não é um tubo de ensaio para participar de uma experiência para saber se vai dar certo. Se essa criança tem hoje a oportunidade de ter uma família convencional, uma família normal, como as outras, por que arriscar e deixá-la numa situação que pode submetê-la a vários constrangimentos?"Milhares de casais normais lutam, com suor e lágrimas, para adotar uma criança e enfrentam filas de dificuldades e burocracia. Por isso, não há motivo algum para se entregar um bebê inocente em adoção a homens que praticam atos homossexuais. E há motivos de sobra para se empenhar em resgatar um bebê de um padrão de vida totalmente anormal e sujeito a ameaças à saúde física, psicológica, moral, etc. Todos os bebês têm o direito a uma família minimamente normal.Guerra ideológica contra a família naturalPortanto, o promotor acertou na decisão. Ele colocou o bem-estar do bebê acima das ideologias politicamente corretas. Não é de surpreender então que ele tenha sido criticado pela mídia esquerdista. Fazendo coro, a representante do Conselho Tutelar local se opôs à atitude do promotor, dizendo: "A criança precisa de amor e o seu desenvolvimento não necessariamente precisa seguir padrões de comportamento obsoletos". Isto é, bebês não precisam de um pai e mãe amorosos. Eles podem, de acordo com a funcionária estatal, ser criados por dois homens que vivem uma sexualidade desviada, anormal e imoral, sem condição alguma de garantir o pleno desenvolvimento da sexualidade de uma criança.Não se pode esquecer que a missão principal do Conselho Tutelar é defender o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), que garante impunidade a estupradores e assassinos menores de idade. É patente então que o objetivo desses conselhos não é o bem-estar, mas instituir padrões anormais de vida. A reação da funcionária do Estado é perfeitamente normal. O governo Lula e o PT são autores de muitas leis e projetos que ameaçam a família, com ampliação de "direitos" de abortar, praticar atos homossexuais, separar casais normais, etc. Assim, é natural que quem vive de salário do governo defenda os interesses e absurdos do governo.Contudo, a defesa da anormalidade não é só feita por funcionários estatais. Em artigo intitulado "Família anormal?", em reação à atitude do promotor que havia pedido a retirada do bebê do "casal" homossexual, a Dra. Maria Berenice Dias vocifera: "Casamento, sexo e procriação deixaram de ser os elementos identificadores da família". Enfim, ela defende que dois homens homossexuais recebam a adoção de bebês, enquanto milhares de famílias normais enfrentam montanhas de dificuldades e humilhações para adotar.Essa posição dela, porém, não está restrita apenas às suas opiniões pessoais. Ela está engajada num movimento que visa "revolucionar" o conceito de família nas leis do Brasil. Ela é, na verdade, fundadora do Instituto Brasileiro de Direito das Famílias (IBDFAM).Bem-estar da família como estratégia camuflada para destruir a famíliaApesar do título atraente, que dá a entender que é um instituto que de alguma forma está interessado nos direitos da família, a realidade é que seu objetivo é garantir direitos de novas versões de famílias. A proposta do instituto, por exemplo, é mostrar que dois homens homossexuais que vivem juntos também merecem o título de "família". De acordo com o IBDFM, essa visão deve ser consagrada em lei. Para tal finalidade, o IBDFM elaborou, com a ajuda de "especialistas" liberais, o projeto Estatuto das Famílias, para "consolidar e garantir os direitos das mais variadas configurações familiares do Brasil".O IBDFM conseguiu o apoio do PT para introduzir seu ambicioso projeto no Congresso Nacional. Em 25 de outubro de 2007 começou a tramitar na Câmara dos Deputados o projeto 2.285/07 (com o título de "Estatuto das Famílias"), apresentado pelo Dep. Sérgio Barradas Carneiro, do PT. Do PT também é a vasta maioria dos projetos de aborto e homossexualismo no Congresso. São projetos que, sob a pretensão de defender novos direitos para uns, agridem, mutilam e destroem os direitos fundamentais da maioria, transformando o normal em anormal e vice-versa. Além de petista, o Dep. Carneiro é membro do IBDFAM.O que diz o projeto Estatuto das Famílias? Alguns trechos revelam seu caráter revolucionário:
Artigo 3: É protegida como família toda comunhão de vida instituída com a finalidade de convivência familiar, em qualquer de suas modalidades.Artigo 7: É dever da sociedade e do Estado promover o respeito à diversidade de orientação sexual.Artigo 68: É reconhecida como entidade familiar a união entre duas pessoas de mesmo sexo, que mantenham convivência pública, contínua, duradoura, com objetivo de constituição de família, aplicando-se, no que couber, as regras concernentes à união estável.Justificando a apresentação desse projeto de lei, o Dep. Carneiro disse: "O estágio cultural que a sociedade brasileira vive, na atualidade, encaminha-se para o pleno reconhecimento da união homoafetiva. A norma do art. 226 da Constituição é de inclusão ? diferentemente das normas de exclusão das Constituições pré-1988 ?, abrigando generosamente todas as formas de convivência existentes na sociedade. Em momento algum, a Constituição veda o relacionamento de pessoas do mesmo sexo… A jurisprudência brasileira tem procurado preencher o vazio normativo infraconstitucional, atribuindo efeitos às relações entre essas pessoas. Ignorar essa realidade é negar direitos às minorias, incompatível com o Estado Democrático. Tratar essas relações como meras sociedades de fato, como se as pessoas fossem sócios de uma sociedade de fins lucrativos, é violência que se perpetra contra o princípio da dignidade das pessoas humanas, consagrado no art. 1º, inciso III da Constituição. Se esses cidadãos brasileiros trabalham, pagam impostos, contribuem para o progresso do País, é inconcebível interditar-lhes direitos assegurados a todos, em razão de suas orientações sexuais". Seguindo-se esse raciocínio, as leis deveriam proteger igualmente os pedófilos, pois eles também pagam impostos.Se por um lado é promovida a união legal de "casais" homossexuais, por outro a desunião legal de casais normais é grandemente facilitada. Ainda justificando as aberrações do Estatuto das Famílias, o Dep. Carneiro disse: "Privilegiou-se o divórcio… ficando vedada a investigação das causas da separação, que não devem ser objeto de publicidade". Isto é, as causas da destruição de um casamento não são mais objetos de condenação e desaprovação, mas de sacralidade.Uma agenda de homossexualismo?O Estatuto das Famílias, abolindo o papel importante da família natural, facilitará enormemente as separações, transformando a união conjugal (o que quer que o IBDFAM tenha redefinido como união conjugal) num mero contrato de comércio de corpos, sexo e filhos, onde é tão fácil se separar quanto se unir. O próprio presidente do IBDFAM, Rodrigo da Cunha Pereira, declarou: "Nas separações de casais, não haverá mais brigas sustentadas pelo Estado-juiz. Com o fim da culpa na dissolução do casamento, esvaziam-se os longos e tenebrosos processos judiciais de separação. Casamento acaba porque acaba. O amor acaba".O Instituto Brasileiro de Direito das Famílias, numa torção esquizofrênica do direito exclusivo da família natural, luta para que os "casais" anormais (transexuais, homossexuais, bissexuais e qualquer outra invenção bizarra que entrar na moda) tenham o direito fácil de se unir legalmente e para que os casais normais tenham o direito fácil de se separar.Maria Berenice Dias concorda plenamente com tal visão. Afinal, sendo fundadora e hoje vice-presidente do IBDFAM, ela literalmente vive o que prega: ela já foi casada 4 vezes e faz alarde de que se separa antes que se deteriore mais sua relação, para manter boas amizades com os ex-maridos.Não há nada de obscuro nas intenções dela. Ele é autora do livro "Homoafetividade: o que diz a Justiça". Ela é também autora do artigo "Direito fundamental ao aborto".
Artigo 3: É protegida como família toda comunhão de vida instituída com a finalidade de convivência familiar, em qualquer de suas modalidades.Artigo 7: É dever da sociedade e do Estado promover o respeito à diversidade de orientação sexual.Artigo 68: É reconhecida como entidade familiar a união entre duas pessoas de mesmo sexo, que mantenham convivência pública, contínua, duradoura, com objetivo de constituição de família, aplicando-se, no que couber, as regras concernentes à união estável.Justificando a apresentação desse projeto de lei, o Dep. Carneiro disse: "O estágio cultural que a sociedade brasileira vive, na atualidade, encaminha-se para o pleno reconhecimento da união homoafetiva. A norma do art. 226 da Constituição é de inclusão ? diferentemente das normas de exclusão das Constituições pré-1988 ?, abrigando generosamente todas as formas de convivência existentes na sociedade. Em momento algum, a Constituição veda o relacionamento de pessoas do mesmo sexo… A jurisprudência brasileira tem procurado preencher o vazio normativo infraconstitucional, atribuindo efeitos às relações entre essas pessoas. Ignorar essa realidade é negar direitos às minorias, incompatível com o Estado Democrático. Tratar essas relações como meras sociedades de fato, como se as pessoas fossem sócios de uma sociedade de fins lucrativos, é violência que se perpetra contra o princípio da dignidade das pessoas humanas, consagrado no art. 1º, inciso III da Constituição. Se esses cidadãos brasileiros trabalham, pagam impostos, contribuem para o progresso do País, é inconcebível interditar-lhes direitos assegurados a todos, em razão de suas orientações sexuais". Seguindo-se esse raciocínio, as leis deveriam proteger igualmente os pedófilos, pois eles também pagam impostos.Se por um lado é promovida a união legal de "casais" homossexuais, por outro a desunião legal de casais normais é grandemente facilitada. Ainda justificando as aberrações do Estatuto das Famílias, o Dep. Carneiro disse: "Privilegiou-se o divórcio… ficando vedada a investigação das causas da separação, que não devem ser objeto de publicidade". Isto é, as causas da destruição de um casamento não são mais objetos de condenação e desaprovação, mas de sacralidade.Uma agenda de homossexualismo?O Estatuto das Famílias, abolindo o papel importante da família natural, facilitará enormemente as separações, transformando a união conjugal (o que quer que o IBDFAM tenha redefinido como união conjugal) num mero contrato de comércio de corpos, sexo e filhos, onde é tão fácil se separar quanto se unir. O próprio presidente do IBDFAM, Rodrigo da Cunha Pereira, declarou: "Nas separações de casais, não haverá mais brigas sustentadas pelo Estado-juiz. Com o fim da culpa na dissolução do casamento, esvaziam-se os longos e tenebrosos processos judiciais de separação. Casamento acaba porque acaba. O amor acaba".O Instituto Brasileiro de Direito das Famílias, numa torção esquizofrênica do direito exclusivo da família natural, luta para que os "casais" anormais (transexuais, homossexuais, bissexuais e qualquer outra invenção bizarra que entrar na moda) tenham o direito fácil de se unir legalmente e para que os casais normais tenham o direito fácil de se separar.Maria Berenice Dias concorda plenamente com tal visão. Afinal, sendo fundadora e hoje vice-presidente do IBDFAM, ela literalmente vive o que prega: ela já foi casada 4 vezes e faz alarde de que se separa antes que se deteriore mais sua relação, para manter boas amizades com os ex-maridos.Não há nada de obscuro nas intenções dela. Ele é autora do livro "Homoafetividade: o que diz a Justiça". Ela é também autora do artigo "Direito fundamental ao aborto".
Além de defender o aborto e o homossexualismo, ela é simpatizante da eutanásia. Só não dá para dizer que, no caso da eutanásia, ela vive o que prega, pois executando em si mesma a eutanásia uma única vez, ela conseguiria destruir de uma vez por todas sua vida religiosamente dedicada às causas mais radicais.Abolição e redefinição da família naturalNão há dúvida alguma sobre os objetivos do IBDFAM. O próprio site homossexual GLS Planet reconhece a importância dos dois maiores membros do IBDFAM: "A desembargadora Maria Berenice Dias, do Rio Grande do Sul, e o advogado especialista em Direito de Família, Rodrigo da Cunha Pereira, também defendem a ampla adoção de crianças por casais homossexuais".Para que tal idéia seja aceita, é preciso desconfigurar legalmente a família natural e introduzir novas configurações de família. É exatamente aí que entra o IBDFAM, que tem como papel principal modificar a imagem legal do que significa família. Essa entidade desfiguradora da família natural conta atualmente com 4.000 membros.Tradicionalmente, o papel da família é cuidar e decidir a educação, saúde e criação dos filhos. E a única família que tem tal responsabilidade é a família natural, composta de um homem e uma mulher unidos em compromisso de vida para gerar e criar filhos. Essa é a única definição verdadeira e legítima de família. Com a redefinição do significado de família, muda o papel do Estado, que estenderá aos anormais os direitos e proteções devidos à família natural, sugando os recursos que deveriam estar limitados apenas às necessidades legítimas e exclusivas de uma família verdadeira composta de pai, mãe e filhos.Entretanto, o papel do Estado não é redefinir a família. O papel do Estado é lidar com problemas criminais e ordem na sociedade, sem interferir na vida das famílias. Mas, tradicionalmente, o Estado sempre ambicionou dominar a vida de seus cidadãos. O nazismo e o comunismo são exemplos de formas de governo que usaram atraentes e ilusórias políticas de proteção à família para promover controle e destruição.Hoje vemos com clareza as más intenções das políticas nazistas e comunistas para com a família. Contudo, o inimigo se torna mais astuto quando suas antigas estratégias são descobertas, de modo que em cada geração ele emprega novas armas com novas seduções.Destruindo a família natural em nome dos direitos humanos e dos direitos das minoriasA nova sedução é oferecer direitos e privilégios especiais à população. Em nome dos direitos humanos, são oferecidos direitos e privilégios especiais aos que vivem nas práticas homossexuais, e aos poucos a população começa a enxergar que esse oferecimento significa muito mais do que só ajudar vítimas oprimidas, pois a concessão de direitos a alguns está sendo feita propositadamente para enfraquecer e eliminar a liberdade e os direitos básicos da maioria da população, subjugando-a efetivamente aos interesses e caprichos do Estado controlador.A bandeira atual do Estado controlador é a defesa das minorias e dos direitos humanos. No Congresso tramitam vários projetos de lei que aparentemente têm apenas a intenção de combater a violência aos homossexuais, porém só agora algumas mentes mais alertas percebem que sua intenção é também combater toda atitude, opinião e expressão filosófica, moral e religiosa contrária ao homossexualismo, classificando a própria oposição a esse comportamento como componente da violência aos homossexuais.Todos esses esforços estatais estão sendo feitos, supostamente, para o bem-estar dos homossexuais. Agora, com a falsa preocupação pelo bem-estar da família brasileira, tramita no Congresso o projeto "Estatuto das Famílias" que, se aprovado, basicamente empreenderá o enfraquecimento da família natural e dará vida e respeitabilidade às uniões entre indivíduos do mesmo sexo.Desde o começo da humanidade, o padrão de família mais sólido, que sobreviveu a muitas eras de instabilidade, guerras e extinções, é a família natural, composta de um homem comprometido com uma mulher, unidos no amor e propósito de gerar e criar filhos. Opções diferentes se extinguiram no tempo. Sociedades que aceitaram e adotaram um modelo sexual diferente viraram escombros. Apesar disso, o projeto ousado do IBDFAM propõe a redefinição do casamento e família.Todos têm o direito de formar uma família?O presidente do IBDFAM afirma: "O Estatuto das Famílias pretende regulamentar e legitimar todas as formas de família. Ele por certo trará incômodo e talvez até arrepios. Ele certamente encontrará resistências de alguns parlamentares. Ele faz alterações profundas na estrutura e no sistema jurídico. É um estatuto que inclui e legitima todas as formas de famílias conjugais e parentais. Dentre as famílias conjugais, estão aquelas constituídas pelo casamento, pela união estável entre homens e mulheres e também as homoafetivas".De acordo com o Estatuto das Famílias, todos ? homossexuais, bissexuais, transexuais e qualquer outra invenção que surgir ? têm o direito de estabelecer variadas formas de família:
Artigo 2: "O direito à família é direito fundamental de todos".Há chance de esse projeto petista ser aprovado? O Estatuto das Famílias poderá ainda se tornar realidade? Sem dúvida. As pessoas preocupadas com o bem-estar da família não terão dificuldade nenhuma para apoiar um projeto que na aparência defende a família, mas terão imensa dificuldade de entender as ameaças e elementos nocivos que vêm escondidos em leis que supostamente são a favor da família.Estatuto da Criança e do Adolescente + Estatuto das Famílias = Estatutos de destruiçãoO povo brasileiro já foi enganado antes. Quando se aprovou o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), ninguém disse nada, porque ninguém viu nada. Não porque não houvesse ameaças e perigos. O problema é que nenhum brasileiro os viu. O ECA é fruto direto do compromisso do governo brasileiro de se adaptar às normas da ONU depois de assinar a Convenção dos Direitos das Crianças, documento da ONU que até hoje não foi assinado pelo governo dos EUA, por pressão de grupos evangélicos pró-família.Naquele tempo, não houve nenhuma voz profética para alertar os cristãos do Brasil com relação às ameaças da ONU, da Convenção dos Direitos da Criança e de sua cria maligna para o Brasil, o ECA. Nenhum pastor levantou questionamentos ou oposição ao ECA. Todos achavam, na verdade, que se a intenção era proteger as crianças, então não deveria haver oposição nem dúvidas. O diabo, que se disfarça de anjo de luz, nesse caso simplesmente disfarçou suas intenções como proteção e direitos para as crianças!É desse jeito que, a pretexto de proteger famílias e crianças, o Estado na verdade destrói moral, física e espiritualmente a ambos, fortalecendo suas posições de controle social.Se o Estatuto das Famílias for aprovado, dois homens homossexuais poderão adotar um bebê inocente e será um crime tentar salvá-lo. Promotores e juízes moralmente honestos que tentarem resgatar um bebê das mãos de dois homens homossexuais serão automaticamente enquadrados como criminosos. Os papéis serão invertidos. Os vilões serão heróis. Os heróis serão transformados em criminosos. Mas as vítimas serão vítimas.Famílias cristãs que dão aos seus filhos educação escolar em casa ou que seguem a orientação da Bíblia de disciplinar os filhos com a vara já são considerados "anormais" pelo ECA. Nada mais natural então, com a colaboração de uma legislação que transforma o normal em anormal e vice-versa, do que o Conselho Tutelar arrancar crianças de famílias cristãs e entregá-las para dois homens homossexuais que serão considerados "normais" e "família" pelo Estatuto das Famílias. Por razões óbvias, a fundadora do IBDFAM apóia completamente o ECA. Coincidência ou não, o Dep. Sérgio Carneiro declarou que o Estatuto das Famílias segue os princípios do ECA na facilitação das intervenções estatais em questões da família.A família natural é o único, exclusivo e ideal lugar para o nascimento e criação de bebês. É o único padrão aceitável e desejável de família. Tudo o mais é anormal e trágico. Dois homens no homossexualismo que insistem, com amparo estatal e midiático, em se intitular como família representam na verdade não uma família, mas a aberração das aberrações.A sociedade brasileira precisa ser alertada, a fim de não cair em mais um conto do vigário estatal. A primeira vez que se acreditou que um estatuto traria benefícios, não problemas, foi com o Estatuto da Criança e do Adolescente, que pelo nome parecia uma legislação que ajudaria na criação de crianças e adolescentes. Hoje vemos adolescentes estupradores e assassinos legalmente protegidos, enquanto a população fica desprotegida e a mercê de seus crimes. É o estatuto que enganou o Brasil. Agora, vem outro estatuto para trazer novas enganações, impunidades e a banalização do normal e a consagração do anormal.
Artigo 2: "O direito à família é direito fundamental de todos".Há chance de esse projeto petista ser aprovado? O Estatuto das Famílias poderá ainda se tornar realidade? Sem dúvida. As pessoas preocupadas com o bem-estar da família não terão dificuldade nenhuma para apoiar um projeto que na aparência defende a família, mas terão imensa dificuldade de entender as ameaças e elementos nocivos que vêm escondidos em leis que supostamente são a favor da família.Estatuto da Criança e do Adolescente + Estatuto das Famílias = Estatutos de destruiçãoO povo brasileiro já foi enganado antes. Quando se aprovou o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), ninguém disse nada, porque ninguém viu nada. Não porque não houvesse ameaças e perigos. O problema é que nenhum brasileiro os viu. O ECA é fruto direto do compromisso do governo brasileiro de se adaptar às normas da ONU depois de assinar a Convenção dos Direitos das Crianças, documento da ONU que até hoje não foi assinado pelo governo dos EUA, por pressão de grupos evangélicos pró-família.Naquele tempo, não houve nenhuma voz profética para alertar os cristãos do Brasil com relação às ameaças da ONU, da Convenção dos Direitos da Criança e de sua cria maligna para o Brasil, o ECA. Nenhum pastor levantou questionamentos ou oposição ao ECA. Todos achavam, na verdade, que se a intenção era proteger as crianças, então não deveria haver oposição nem dúvidas. O diabo, que se disfarça de anjo de luz, nesse caso simplesmente disfarçou suas intenções como proteção e direitos para as crianças!É desse jeito que, a pretexto de proteger famílias e crianças, o Estado na verdade destrói moral, física e espiritualmente a ambos, fortalecendo suas posições de controle social.Se o Estatuto das Famílias for aprovado, dois homens homossexuais poderão adotar um bebê inocente e será um crime tentar salvá-lo. Promotores e juízes moralmente honestos que tentarem resgatar um bebê das mãos de dois homens homossexuais serão automaticamente enquadrados como criminosos. Os papéis serão invertidos. Os vilões serão heróis. Os heróis serão transformados em criminosos. Mas as vítimas serão vítimas.Famílias cristãs que dão aos seus filhos educação escolar em casa ou que seguem a orientação da Bíblia de disciplinar os filhos com a vara já são considerados "anormais" pelo ECA. Nada mais natural então, com a colaboração de uma legislação que transforma o normal em anormal e vice-versa, do que o Conselho Tutelar arrancar crianças de famílias cristãs e entregá-las para dois homens homossexuais que serão considerados "normais" e "família" pelo Estatuto das Famílias. Por razões óbvias, a fundadora do IBDFAM apóia completamente o ECA. Coincidência ou não, o Dep. Sérgio Carneiro declarou que o Estatuto das Famílias segue os princípios do ECA na facilitação das intervenções estatais em questões da família.A família natural é o único, exclusivo e ideal lugar para o nascimento e criação de bebês. É o único padrão aceitável e desejável de família. Tudo o mais é anormal e trágico. Dois homens no homossexualismo que insistem, com amparo estatal e midiático, em se intitular como família representam na verdade não uma família, mas a aberração das aberrações.A sociedade brasileira precisa ser alertada, a fim de não cair em mais um conto do vigário estatal. A primeira vez que se acreditou que um estatuto traria benefícios, não problemas, foi com o Estatuto da Criança e do Adolescente, que pelo nome parecia uma legislação que ajudaria na criação de crianças e adolescentes. Hoje vemos adolescentes estupradores e assassinos legalmente protegidos, enquanto a população fica desprotegida e a mercê de seus crimes. É o estatuto que enganou o Brasil. Agora, vem outro estatuto para trazer novas enganações, impunidades e a banalização do normal e a consagração do anormal.
Leitura recomendada:A Família Natural: Um ManifestoO abuso estatal contra a ordem familiarO que fazer?Comunique-se com os líderes da sua igreja, inclusive pastores, autoridades, advogados e juízes. Dê-lhes uma cópia deste artigo.Faça contato com a liderança de sua denominação e peça-lhes que assumam uma posição pública contra este projeto prejudicial à família.Temos também mais do que nunca motivos para fazer caravanas a Brasília para exigir, como cidadãos brasileiros, que o Congresso e o próprio governo cessem e abandonem, de uma vez por todas, este projeto nocivo. Aproveitando a ida a Brasília, é preciso também exigir a rejeição total e pública aos projetos anti-homofobia, que têm como propósito transformar em criminoso todo homem, mulher ou criança que expressar uma opinião moral, filosófica ou bíblica contra o homossexualismo.Nossa voz precisa ser ouvida no Congresso Nacional, em programas de rádio e TV, em jornais, etc. Aproveite todas as oportunidades que tiver para denunciar este projeto em reuniões e outros eventos.É hora de o Brasil saber que defendemos a família e somos contra todo projeto de lei malicioso que, a pretexto de ajudar a família, quer na verdade destruí-la.Para se comunicar com os deputados federais e protestar contra o Estatuto das Famílias (PL 2.285/07, da Câmara dos Deputados), é só acessar o site http://www.camara.gov.br/ ou discar gratuitamente para a Câmara dos Deputados: Disque-Câmara - 0800 619 619.
Epidemia entre os homossexuais: a verdade começa a ser encoberta
Autor: J. Matt BarberFonte:
Enviado por: Julio Severo 13/02/2008
Enviado por: Julio Severo 13/02/2008
Dá para sentir um pouco de pena de Amanda Beck. Ela é a jornalista do serviço noticioso Reuters que estava entre os primeiros a cobrir um novo estudo conduzido por pesquisadores da Universidade da Califórnia, San Francisco, que alertava acerca de um surto de uma variante perigosa, resistente a drogas e potencialmente mortal de infecção estafilococa afligindo certos segmentos da comunidade homossexual.Embora surtos de MRSA (Staphylococcus aureus resistente à meticilina) tenham sido confinados principalmente aos hospitais no passado, o estudo apurou que, devido a "condutas de alto rico" de fora dos hospitais - tais como "sexo anal" - homens que têm sexo com homens agora têm uma probabilidade 13 vezes maior de contrair a infecção.Pelo fato de que essa variante específica pode ser transmitida por meio de contato de pele, os pesquisadores temem que o surto "tenha o potencial para disseminação nacional rápida" e se espalhará para "a população geral". Com a disseminação, eles dizem que será "impossível detê-la". As notícias iniciais de alguns nos principais meios de comunicação, inclusive o The New York Times, eram suficientemente precisas e equilibradas. Essas notícias superficialmente tratavam os dados lúcidos e as conclusões válidas do estudo.Mas tudo isso mudo rápido. Entenda: só pelo simples fato de noticiarem esse estudo, Amanda Beck e outros jornalistas da mídia se desviaram do roteiro. Eles quebraram as regras. E ao fazerem isso, eles realmente irritaram o gorila ativista homossexual de 250 quilos no trono da mídiaEis onde Amanda errou. Ela de modo objetivo forneceu informações científicas ao público que retratam negativamente a conduta homossexual de "alto risco". Ela levou as pessoas a um confiável estudo médico que ressalta as conseqüências potenciais de um estilo de vida demonstravelmente perigoso e desesperadamente vazio.Ela ousou noticiar as descobertas genuínas do estudo e, por causa disso, Amanda Beck e outros jornalistas condenados sem dúvida alguma terão de trabalhar em seções de óbitos na Sibéria jornalística até que tenham conseguido completar o treinamento obrigatório de "mudança de mentalidade".O Dr. Binh Diep, o pesquisador que dirigiu o estudo, declarou para Reuters: "Logo que alcançar a população geral, será verdadeiramente impossível detê-lo… Achamos que se propaga por meio da atividade sexual".E aí começaram os problemas.Agora vem o recuo: "Gente, vamos para outro assunto, pois não há nada de importante nessa questão do surto", parecia sugerir o The New York Time, Newsweek e outras publicações. Eles não ignoraram os grupos homossexuais de pressão nos bastidores.Seguindo a liderança de ativistas gays, os meios de comunicação desesperadamente se atropelaram para mudar o assunto, preferindo usar a estratégia de ofender e acusar quem trouxe as notícias desagradáveis. Os pesquisadores que conduziram o estudo foram até atacados, e convites de grupos como Concerned Women for America (CWA) para se eliminar a promoção política das "condutas de elevado risco" associadas ao surto foram deturpadas por meio de um prisma de confusão e desinformação.Título original: MRSA Outbreak Among 'Gays' - Let the Whitewash BeginTraduzido e adaptado por Júlio Severo:
21 de fev. de 2008
O PREÇO DA AMIZADE
Vendo a fé que eles tinham, Jesus disse: "Homem, os seus pecados estão perdoados". Lucas 5:20
Leia: Lucas 5:17-25
Em tempos de crise é tão bom contar com alguém, um amigo que possa nos ajudar, nos aconselhar, nos incentivar. Feliz quem tem um amigo verdadeiro, um irmão com quem possa contar. Mas a amizade verdadeira parece ser um presente raro nos dias de hoje. É comum as pessoas dizerem "precisamos nos encontrar", mas raramente se encontram. O paralítico da história do Evangelho estava preso a um colchão. Ele não conseguia mover-se sozinho, mas tinha alguns amigos que estavam dispostos a ajudá-lo. Eles o levaram a Jesus, crendo que Jesus poderia curar sua paralisia. E quando a multidão impediu sua passagem, tomaram algumas medidas para garantir que seu amigo encontrasse Jesus. Jesus foi tocado pela fé desses amigos. Fé em ação. Amor que supera barreiras. Pessoas cuidadosas e determinadas o suficiente para buscar uma solução. Jesus também sabia que esse homem precisava mais do que a cura do seu corpo; ele tinha um coração que precisava ser reparado por Deus. Nosso trabalho de evangelização começa quando nos importamos o suficiente para superar barreiras e levar nossos amigos a Jesus para que possam ser curados e restaurados. Pense:Quando se diz que tudo está perdido, surge a fé para remover as barreiras e encontrar uma solução. Ore:Senhor, enche nossos corações com compaixão e um amor que esteja disposto a suprir as necessidades de nossos amigos. Que possamos vencer as barreiras do nosso comodismo e levar teu amor aos outros. Amém.
Cada Dia
www.cadadia.com.br
8 de fev. de 2008
Doutrinas usos e costumes
Doutrina, usos e costumes
Gutierres Siqueira
Os usos e costumes é uma velha questão nos círculos pentecostais. Os usos e costumes fazem parte de todas as instituições e sociedades. Todas as igrejas têm as suas tradições, impostas ou espontâneas. Por muito tempo se confundiu costumes com doutrina, mas há diferenças significativas entre esses conceitos.O que é costume? O lexicógrafo Aurélio Buarque de Holanda definiu costume como “uso, hábito ou prática geralmente observada”1, o dicionarista Adriano da Gama Cury definiu, de maneira mais completa a palavra costume, como “uso, prática habitual; modo de proceder; característica, particularidade; prática jurídica ou religiosa não escrita, baseada no uso; moda; traje característico ou adequado...”2 Essas definições mostram que o costume é um hábito repedidamente adotado por um determinado grupo social. Os costumes fazem parte da identidade de uma instituição.O que é doutrina? No Novo Testamento, a palavra mais usada para doutrina é didache e significa ensino, instrução, tratado e doutrina. Segundo o teólogo Claudionor Corrêa de Andrade, doutrina é a “exposição sistemática e lógica das verdades extraídas da Bíblia, visando o aperfeiçoamento espiritual do crente”³. Doutrina, portanto, é o resultado do um ensino teológico, adotado por uma denominação ou religião.O pastor Antonio Gilberto, M.D., apresentou em seu livro Manual da Escola Dominical4, algumas diferenças entre usos e costumes, e nesse artigo será apresentada outras diferenças, além da lista exposta pelo grande teólogo pentecostal.a) A doutrina é de origem divina, o costume é de origem humana.A doutrina é divina pois está baseada na inspirada Palavra de Deus. Para um idéia ser doutrina bíblica, é preciso que ela esteja exposta por todo o texto sagrado. Nunca uma verdadeira doutrina é baseada em textos isolados.O costume é imposto por convenções humanas de maneira espontânea ou obrigatória, sendo assim, o costume é humano. Há muitos que tentam achar textos bíblicos para justificar a perpetuação de sua tradição, mas normalmente praticam a eisegese5, ou seja, dizem o que bem quer e tentam justificar na Bíblia. O teólogo Esdras Costa Bentho, escrevendo sobre a eisegese, disse:O intérprete está cônscio de que a interpretação por ele asseverada não está condizente com o texto, ou então está inconsciente quanto aos objetivos do autor ou do propósito da obra. Entretanto, voluntária ou involuntariamente, manipula o texto a fim de que sua loquacidade possa ser aceita como princípio escriturístico. 6Tentar justificar na Bíblia as tradições, é uma tarefa que tem levado a muitas distorções bíblicas. O melhor é reconhece-la com humana.b) A doutrina é imutável, o costume muda.A doutrina é permanente, ela nunca muda. A doutrina da justificação pela fé, exposta principalmente nos primeiros capítulos de Romanos, nunca mudou e nem deve ser mudada. Doutrina(bíblica) mudada é heresia. Quando Lutero resgatou a doutrina da justificação pela fé, ele orientou a igreja a voltar na perspectiva bíblica sobre o assunto. São passados mas de dois mil anos e essa doutrina nunca mudou no verdadeiro cristianismo.O costume não é imutável. No Brasil era comum os cidadãos andarem pelas ruas de chapéus, tanto homens como mulheres, passados anos, não há mais essa costume no país. Antigamente, os pais escolhiam com quem a sua filha casaria, esse costume também mudou. É necessário que o costume mude, pois o ele está ligado a cultura local, e toda cultura é dinâmica. Mudar alguns costumes não significa passar do são para o diabólico, como muito pregam. A mudança é inevitável e deve ser bem orientada, mas, como enfatizado, é sempre necessária. É bem relevante o que o teólogo britânico John Stott, escreveu no seu livro Cristianismo Equilibrado7:Quando resistimos a mudanças- sejam elas na igreja ou na sociedade devemos perguntar-nos se são na realidade, as Escrituras que estamos defendendo(como é nosso costume insistir ardorosamente) ou, se ao contrário, é alguma tradição apreciada pelos anciãos eclesiásticos ou de nossa heranças cultural. Isto não quer dizer que todas as tradições, simplesmente por serem tradicionais, devam a qualquer custo ser lançadas fora. Iconoclasmo sem crítica é tão estúpido quanto conservantismo sem crítica, e é algumas vezes mais perigoso. O que estou enfatizando é que nenhuma tradição pode ser investida com uma espécie de imunidade diplomática à examinação. Nenhum privilégio especial pode ser-lhe reivindicado.Algumas igrejas estão impondo mudança de costumes, isso é um erro, que sempre levará a exageros. Os costumes mudam naturalmente, mas devem seguir orientação para não levar a práticas anti-bíblicas. As igrejas sem orientação pastoral tem aderido a costumes extravagantes, como bailes fanks em meio ao culto. Tudo deve ser feito com equilíbrio, nada de permissividade e nem de legalismo.c) A doutrina é universal, o costume é local.A doutrina é universal no sentido que é para todos os povos em todas as culturas. Proclamar que Jesus é o salvador , faz sentido no Brasil em 2007, como para os indianos que foram evangelizados pelo apóstolo Tomé, o primeiro missionário daquela nação, ainda no primeiro século da Era Cristã.O costume é local. Os homens na Escócia, usam um tipo masculino de saia; no Siri Lanka, é também costume as saias para homens. Saia na maior parte do Ocidente é roupa exclusivamente feminina. No Brasil é comum comer peixe cozido ou frito, no Japão se come peixe-cru.d) A doutrina santifica, o costume não santifica.A doutrina bíblica santifica o crente, mediante a Palavra de Deus. Jesus disse; “Santifica-os na verdade; a tua palavra é a verdade”(Jo 17.17). O ensino da Palavra de Deus, ou seja, das doutrinas bíblicas, é um dos meios que Deus usa para levar o crente a uma vida reta, assim como escreveu o salmista: “Como purificará o jovem o seu caminho? Observando-o conforme a tua palavra”(Sl 119.9). John Henry Jowett disse: “Você não pode abandonar os grandes temas doutrinários e ainda assim produzir grandes santos”, e o pastor A. W. Tozer escreveu: “O propósito que está por trás de toda doutrina é garantir a ação moral”. Por isso é bom lembrar que a doutrina bíblica produz, naturalmente, bons costumes.O costume não pode santificar. Quem acredita na santificação por meio dos costumes, normalmente, é um escravo do legalismo. O pastor Antonio Gilberto escreveu a respeito do erros em relação a santificação , e citou o engano de associar exterioridade com santidade: “Usos, práticas e costumes. Esses últimos, quando bons, devem ser o efeito da santificação, e não a causa dela”.8 E bem relevante o que escreveu o pastor Ciro Zibordi no prefácio do livro Verdades Pentecostais:Conservar não significa possuir uma falsa santidade, fazendo dos usos e costumes uma causa, e não um efeito. Como pode ser ao longo dessa obra , a observância da sã doutrina leva-nos a ter santidade interna e externa, o que implica vida santa a partir do espírito (1Ts 5.23) e manutenção dos bons costumes. Estes, pois, não devem gerar doutrinas, como vem acontecendo em algumas igrejas não legitimamente avivadas, para prejuízo de seus membros.9O farisaísmo se caracterizava por associar sua obras a salvação de suas almas. Há muitos que fazem dos costumes doutrina e assim, pensam que para ser salvos precisam fazer isso ou aquilo. Como dizia Lutero: “As boas obras não fazem o homem bom; mas o homem bom, pratica as boas obras”. A inversão dessa ordem cria escravos do farisaísmo e não servos do Altíssimo.e) A doutrina é um princípio, o costume é um preceito.Há diferença entre princípio e preceito? Sim. O pastor José Gonçalves escreveu: “Os preceitos apontam para princípios e não o contrário. Um princípio é aquilo que está por trás do preceito ou norma”.10 Por exemplo, usar uma roupa social em um tribunal é uma norma, um preceito. O princípio ou doutrina por trás dessa norma, é que o tribunal é um lugar sério e não ambiente de entretenimento, para ir de jeans ou short.f) A doutrina é verdade absoluta, o costume é uma verdade relativa.A doutrina é sempre verdade absoluta, ou seja, é para todos, em todas as épocas e em todos os lugares.O costume é relativo, como lembra o pr. Geremias do Couto:Ao insistirmos nos absolutos, não queremos afirmar que não haja também conceitos relativos. Essa diversidade se manifesta, por exemplo, nas comidas típicas de cada país, nos estilos da arquitetura, no estilo da vestimenta e até mesmo em relação à hora de dormir, que depende do fuso horário. Mas tais circunstâncias relativas acabam apontando para princípios biológicos absolutos; todos precisam alimentar-se, todos precisam dormir.11O costume, por ser relativo, não deveria ser imposto como obrigação. Era comum missionários europeus tentarem impor os costumes do norte em países da Ásia e da América. Hoje, o conceito de transculturação, está ajudando muito em relação a esse problema.Há muitas outras diferenças entre doutrina e costumes, mas fica apontado que ambas não são a mesma coisa, porém estão ligadas umas as outras. O bons costumes são aqueles que não escravizam o crente, colocando um jugo que Jesus tirou na cruz, mas sim, é resultado da boa doutrina.
Gutierres Siqueira
Os usos e costumes é uma velha questão nos círculos pentecostais. Os usos e costumes fazem parte de todas as instituições e sociedades. Todas as igrejas têm as suas tradições, impostas ou espontâneas. Por muito tempo se confundiu costumes com doutrina, mas há diferenças significativas entre esses conceitos.O que é costume? O lexicógrafo Aurélio Buarque de Holanda definiu costume como “uso, hábito ou prática geralmente observada”1, o dicionarista Adriano da Gama Cury definiu, de maneira mais completa a palavra costume, como “uso, prática habitual; modo de proceder; característica, particularidade; prática jurídica ou religiosa não escrita, baseada no uso; moda; traje característico ou adequado...”2 Essas definições mostram que o costume é um hábito repedidamente adotado por um determinado grupo social. Os costumes fazem parte da identidade de uma instituição.O que é doutrina? No Novo Testamento, a palavra mais usada para doutrina é didache e significa ensino, instrução, tratado e doutrina. Segundo o teólogo Claudionor Corrêa de Andrade, doutrina é a “exposição sistemática e lógica das verdades extraídas da Bíblia, visando o aperfeiçoamento espiritual do crente”³. Doutrina, portanto, é o resultado do um ensino teológico, adotado por uma denominação ou religião.O pastor Antonio Gilberto, M.D., apresentou em seu livro Manual da Escola Dominical4, algumas diferenças entre usos e costumes, e nesse artigo será apresentada outras diferenças, além da lista exposta pelo grande teólogo pentecostal.a) A doutrina é de origem divina, o costume é de origem humana.A doutrina é divina pois está baseada na inspirada Palavra de Deus. Para um idéia ser doutrina bíblica, é preciso que ela esteja exposta por todo o texto sagrado. Nunca uma verdadeira doutrina é baseada em textos isolados.O costume é imposto por convenções humanas de maneira espontânea ou obrigatória, sendo assim, o costume é humano. Há muitos que tentam achar textos bíblicos para justificar a perpetuação de sua tradição, mas normalmente praticam a eisegese5, ou seja, dizem o que bem quer e tentam justificar na Bíblia. O teólogo Esdras Costa Bentho, escrevendo sobre a eisegese, disse:O intérprete está cônscio de que a interpretação por ele asseverada não está condizente com o texto, ou então está inconsciente quanto aos objetivos do autor ou do propósito da obra. Entretanto, voluntária ou involuntariamente, manipula o texto a fim de que sua loquacidade possa ser aceita como princípio escriturístico. 6Tentar justificar na Bíblia as tradições, é uma tarefa que tem levado a muitas distorções bíblicas. O melhor é reconhece-la com humana.b) A doutrina é imutável, o costume muda.A doutrina é permanente, ela nunca muda. A doutrina da justificação pela fé, exposta principalmente nos primeiros capítulos de Romanos, nunca mudou e nem deve ser mudada. Doutrina(bíblica) mudada é heresia. Quando Lutero resgatou a doutrina da justificação pela fé, ele orientou a igreja a voltar na perspectiva bíblica sobre o assunto. São passados mas de dois mil anos e essa doutrina nunca mudou no verdadeiro cristianismo.O costume não é imutável. No Brasil era comum os cidadãos andarem pelas ruas de chapéus, tanto homens como mulheres, passados anos, não há mais essa costume no país. Antigamente, os pais escolhiam com quem a sua filha casaria, esse costume também mudou. É necessário que o costume mude, pois o ele está ligado a cultura local, e toda cultura é dinâmica. Mudar alguns costumes não significa passar do são para o diabólico, como muito pregam. A mudança é inevitável e deve ser bem orientada, mas, como enfatizado, é sempre necessária. É bem relevante o que o teólogo britânico John Stott, escreveu no seu livro Cristianismo Equilibrado7:Quando resistimos a mudanças- sejam elas na igreja ou na sociedade devemos perguntar-nos se são na realidade, as Escrituras que estamos defendendo(como é nosso costume insistir ardorosamente) ou, se ao contrário, é alguma tradição apreciada pelos anciãos eclesiásticos ou de nossa heranças cultural. Isto não quer dizer que todas as tradições, simplesmente por serem tradicionais, devam a qualquer custo ser lançadas fora. Iconoclasmo sem crítica é tão estúpido quanto conservantismo sem crítica, e é algumas vezes mais perigoso. O que estou enfatizando é que nenhuma tradição pode ser investida com uma espécie de imunidade diplomática à examinação. Nenhum privilégio especial pode ser-lhe reivindicado.Algumas igrejas estão impondo mudança de costumes, isso é um erro, que sempre levará a exageros. Os costumes mudam naturalmente, mas devem seguir orientação para não levar a práticas anti-bíblicas. As igrejas sem orientação pastoral tem aderido a costumes extravagantes, como bailes fanks em meio ao culto. Tudo deve ser feito com equilíbrio, nada de permissividade e nem de legalismo.c) A doutrina é universal, o costume é local.A doutrina é universal no sentido que é para todos os povos em todas as culturas. Proclamar que Jesus é o salvador , faz sentido no Brasil em 2007, como para os indianos que foram evangelizados pelo apóstolo Tomé, o primeiro missionário daquela nação, ainda no primeiro século da Era Cristã.O costume é local. Os homens na Escócia, usam um tipo masculino de saia; no Siri Lanka, é também costume as saias para homens. Saia na maior parte do Ocidente é roupa exclusivamente feminina. No Brasil é comum comer peixe cozido ou frito, no Japão se come peixe-cru.d) A doutrina santifica, o costume não santifica.A doutrina bíblica santifica o crente, mediante a Palavra de Deus. Jesus disse; “Santifica-os na verdade; a tua palavra é a verdade”(Jo 17.17). O ensino da Palavra de Deus, ou seja, das doutrinas bíblicas, é um dos meios que Deus usa para levar o crente a uma vida reta, assim como escreveu o salmista: “Como purificará o jovem o seu caminho? Observando-o conforme a tua palavra”(Sl 119.9). John Henry Jowett disse: “Você não pode abandonar os grandes temas doutrinários e ainda assim produzir grandes santos”, e o pastor A. W. Tozer escreveu: “O propósito que está por trás de toda doutrina é garantir a ação moral”. Por isso é bom lembrar que a doutrina bíblica produz, naturalmente, bons costumes.O costume não pode santificar. Quem acredita na santificação por meio dos costumes, normalmente, é um escravo do legalismo. O pastor Antonio Gilberto escreveu a respeito do erros em relação a santificação , e citou o engano de associar exterioridade com santidade: “Usos, práticas e costumes. Esses últimos, quando bons, devem ser o efeito da santificação, e não a causa dela”.8 E bem relevante o que escreveu o pastor Ciro Zibordi no prefácio do livro Verdades Pentecostais:Conservar não significa possuir uma falsa santidade, fazendo dos usos e costumes uma causa, e não um efeito. Como pode ser ao longo dessa obra , a observância da sã doutrina leva-nos a ter santidade interna e externa, o que implica vida santa a partir do espírito (1Ts 5.23) e manutenção dos bons costumes. Estes, pois, não devem gerar doutrinas, como vem acontecendo em algumas igrejas não legitimamente avivadas, para prejuízo de seus membros.9O farisaísmo se caracterizava por associar sua obras a salvação de suas almas. Há muitos que fazem dos costumes doutrina e assim, pensam que para ser salvos precisam fazer isso ou aquilo. Como dizia Lutero: “As boas obras não fazem o homem bom; mas o homem bom, pratica as boas obras”. A inversão dessa ordem cria escravos do farisaísmo e não servos do Altíssimo.e) A doutrina é um princípio, o costume é um preceito.Há diferença entre princípio e preceito? Sim. O pastor José Gonçalves escreveu: “Os preceitos apontam para princípios e não o contrário. Um princípio é aquilo que está por trás do preceito ou norma”.10 Por exemplo, usar uma roupa social em um tribunal é uma norma, um preceito. O princípio ou doutrina por trás dessa norma, é que o tribunal é um lugar sério e não ambiente de entretenimento, para ir de jeans ou short.f) A doutrina é verdade absoluta, o costume é uma verdade relativa.A doutrina é sempre verdade absoluta, ou seja, é para todos, em todas as épocas e em todos os lugares.O costume é relativo, como lembra o pr. Geremias do Couto:Ao insistirmos nos absolutos, não queremos afirmar que não haja também conceitos relativos. Essa diversidade se manifesta, por exemplo, nas comidas típicas de cada país, nos estilos da arquitetura, no estilo da vestimenta e até mesmo em relação à hora de dormir, que depende do fuso horário. Mas tais circunstâncias relativas acabam apontando para princípios biológicos absolutos; todos precisam alimentar-se, todos precisam dormir.11O costume, por ser relativo, não deveria ser imposto como obrigação. Era comum missionários europeus tentarem impor os costumes do norte em países da Ásia e da América. Hoje, o conceito de transculturação, está ajudando muito em relação a esse problema.Há muitas outras diferenças entre doutrina e costumes, mas fica apontado que ambas não são a mesma coisa, porém estão ligadas umas as outras. O bons costumes são aqueles que não escravizam o crente, colocando um jugo que Jesus tirou na cruz, mas sim, é resultado da boa doutrina.
26 de jan. de 2008
DEZ DICAS PARA NÃO SE CASAR COM A PESSOA ERRADA
Por Rabino Dov Heller - aish.com
Com a taxa de divórcio acima de 50%, aparentemente pessoas demais estão cometendo um grave erro ao decidir com quem pretendem passar o resto de sua vida. Para evitar tornar-se uma "estatística", tente interiorizar estes dez pontos a fim de não entrar em uma "fria".
1. Você escolhe a pessoa errada porque espera que ele/ela mude depois do casamento.
O erro clássico. Nunca despose um potencial. A regra de ouro é: Se você não pode ser feliz com a pessoa como ela é agora, não se case. Como disse, muito sabiamente, um colega meu: "Na verdade, pode-se esperar que alguém mude depois de casado... para pior!"
Portanto, quando se trata da espiritualidade, caráter, higiene pessoal, habilidade de se comunicar e hábitos pessoais de outra pessoa, assegure-se de que pode viver com estes como são agora.
2. Você escolhe a pessoa errada porque se preocupa mais com a química que com o caráter.
A química acende o fogo, mas o bom caráter o mantém aceso. Esteja consciente da síndrome "Estar apaixonado". "Estou apaixonado" freqüentemente significa "Sinto atração física." A atração está lá, mas você averiguou cuidadosamente o caráter dessa pessoa?
Aqui estão quatro traços de personalidade para serem definitivamente testados:
Humildade: Esta pessoa acredita que "fazer a coisa certa" é mais importante que o conforto pessoal?
Bondade: Esta pessoa gosta de dar prazer aos outros? Como ela trata as pessoas com as quais não tem de ser agradável? Ela faz algum trabalho voluntário? Faz caridade?
Responsabilidade: Posso confiar que esta pessoa fará aquilo que diz que fará?
Felicidade: Esta pessoa gosta de si mesma? Ela aprecia a vida? É emocionalmente estável?
Pergunte-se: Eu desejo ser como esta pessoa? Quero ter um filho com esta pessoa? Gostaria que meu filho se parecesse com ela?
3. Você fica com a pessoa errada porque o homem não entende aquilo que a mulher mais precisa.
Homens e mulheres têm necessidades emocionais específicas, e quase sempre, é o homem que simplesmente "não consegue." A tradição judaica coloca sobre o homem o ônus de entender as necessidades emocionais de uma mulher, e de satisfazê-las.
Para a mulher, o mais importante é ser amada - sentir que é a pessoa mais importante na vida do marido. O marido precisa dar-lhe atenção consistente e verdadeira.
Isso fica mais evidente na atitude do judaísmo para com a intimidade sexual. A Torá obriga o marido a satisfazer as necessidades sexuais da mulher. A intimidade sexual é sempre colocada em termos femininos. Os homens são orientados para um objetivo, principalmente quando se trata desta área. Como disse certa vez uma mulher inteligente: "O homem tem duas velocidades: ligado e desligado." As mulheres são orientadas pela experiência. Quando um homem é capaz de trocar as marchas e torna-se mais orientado pela experiência, descobrirá o que faz sua esposa muito feliz. Quando o homem se esquece de suas próprias necessidades e se concentra em dar prazer à mulher, coisas fantásticas acontecem.
4. Você escolhe a pessoa errada porque vocês não partilham metas de vida em comum e prioridades.
Existem três maneiras básicas de nos conectarmos com outra pessoa:
1. Química e compatibilidade
2. Partilhar interesses em comum
3. Compartilhar o mesmo objetivo de vida
Assegure-se de que você compartilha o profundo nível de conexão que objetivos de vida em comum proporcionam. Após o casamento, os dois crescerão juntos ou crescerão separados. Para evitar crescer separado, você deve entender para que "está vivendo" enquanto é solteiro - e então encontrar alguém que tenha chegado à mesma conclusão que você.
Esta é a verdadeira definição de "alma gêmea." Uma alma gêmea tem o mesmo objetivo - duas pessoas que em última instância compartilham o mesmo entendimento ou propósito de vida, e portanto possuem as mesmas prioridades, valores e objetivos.
5. Você escolhe a pessoa errada porque logo se envolve sexualmente.
O envolvimento sexual antes do compromisso de casamento pode ser um grande problema, porque muitas vezes impede uma completa exploração honesta de aspectos importantes. O envolvimento sexual tende a nublar a mente da pessoa. E uma mente nublada não está inclinada a tomar decisões corretas.
Não é necessário fazer um "test drive" para descobrir se um casal é sexualmente compatível. Se você faz a sua parte e tem certeza que é intelectual e emocionalmente compatível, não precisa se preocupar sobre compatibilidade sexual. De todos os estudos feitos sobre o divórcio, a incompatibilidade sexual jamais foi citada como o principal motivo para as pessoas se divorciarem.
6. Você fica com a pessoa errada porque não tem uma profunda conexão emocional com esta pessoa.
Para avaliar se você tem ou não uma profunda conexão emocional, pergunte: "Respeito e admiro esta pessoa?"
Isso não significa: "Estou impressionado por esta pessoa?" Nós ficamos impressionados por um Mercedes. Não respeitamos alguém porque tem um Mercedes. Você deveria ficar impressionado pelas qualidades de criatividade, lealdade, determinação, etc.
Pergunte também: "Confio nesta pessoa?" Isso também significa: "Ele ou ela é emocionalmente estável? Sinto que posso confiar nele/nela?"
7. Você se envolve com a pessoa errada porque escolhe alguém com quem não se sente emocionalmente seguro.
Faça a si mesmo as seguintes perguntas: Sinto-me calmo, relaxado e em paz com esta pessoa? Posso ser inteiramente eu mesmo com ela? Esta pessoa faz-me sentir bem comigo mesmo? Você tem um amigo realmente íntimo que o faz sentir assim? Assegure-se que a pessoa com quem vai se casar faz você sentir-se da mesma forma!
De alguma maneira, você tem medo desta pessoa? Você não deveria sentir que é preciso monitorar aquilo que diz porque tem medo da reação da outra pessoa. Se você tem receio de expressar abertamente seus sentimentos e opiniões, então há um problema com o relacionamento.
Um outro aspecto de sentir-se seguro é que você não sente que a outra pessoa está tentando controlá-lo. Controlar comportamentos é sinal de uma pessoa abusiva. Esteja atento para alguém que está sempre tentando modificá-lo. Há uma grande diferença entre "controlar" e "fazer sugestões." Uma sugestão é feita para seu benefício; uma declaração de controle é feita para o benefício de outra pessoa.
8. Você fica com a pessoa errada porque você não põe todas as cartas na mesa.
Tudo aquilo que o aborrece no relacionamento deve ser trazido à baila para discussão. Falar sobre aquilo que incomoda é a única forma de avaliar o quão positivamente vocês se comunicam, negociam e trabalham juntos. No decorrer de toda a vida, as dificuldades inevitavelmente surgirão. Você precisa saber agora, antes de assumir um compromisso: Vocês conseguem resolver suas diferenças e fazer concessões que sejam boas para ambas as partes?
Nunca tenha receio de deixar a pessoa saber aquilo que o incomoda. Esta é também uma maneira para você testar o quanto pode ficar vulnerável perante esta pessoa. Se você não pode ser vulnerável, então não pode ser íntimo. Os dois caminham juntos.
9. Você escolhe a pessoa errada porque usa o relacionamento para escapar de problemas pessoais e da infelicidade.
Se você é infeliz e solteiro, provavelmente será infeliz e casado, também. O casamento não conserta problemas pessoais, psicológicos e emocionais. Na melhor das hipóteses, o casamento apenas os exacerbará.
Se você não está feliz consigo mesmo e com sua vida, aceite a responsabilidade de consertá-la agora, enquanto está solteiro. Você se sentirá melhor, e seu futuro cônjuge lhe agradecerá.
10. Você escolhe a pessoa errada porque ele/ela está envolvido em um triângulo.
Estar "triangulado" significa que a pessoa é emocionalmente dependente de alguém ou de algo, ao mesmo tempo em que tenta desenvolver um outro relacionamento. Uma pessoa que não se separou de seus pais é o exemplo clássico de triangulação. As pessoas também podem estar trianguladas com objetos, tais como o trabalho, drogas, a Internet, passatempos, esportes ou dinheiro.
Assegure-se de que você e seu parceiro estejam livres de triângulos. A pessoa apanhada em um triângulo não pode estar emocionalmente disponível por completo para você. Você não será a prioridade número um. E isso não é base para um casamento.
Webmaster: montesiao@montesiao.pro.br
Com a taxa de divórcio acima de 50%, aparentemente pessoas demais estão cometendo um grave erro ao decidir com quem pretendem passar o resto de sua vida. Para evitar tornar-se uma "estatística", tente interiorizar estes dez pontos a fim de não entrar em uma "fria".
1. Você escolhe a pessoa errada porque espera que ele/ela mude depois do casamento.
O erro clássico. Nunca despose um potencial. A regra de ouro é: Se você não pode ser feliz com a pessoa como ela é agora, não se case. Como disse, muito sabiamente, um colega meu: "Na verdade, pode-se esperar que alguém mude depois de casado... para pior!"
Portanto, quando se trata da espiritualidade, caráter, higiene pessoal, habilidade de se comunicar e hábitos pessoais de outra pessoa, assegure-se de que pode viver com estes como são agora.
2. Você escolhe a pessoa errada porque se preocupa mais com a química que com o caráter.
A química acende o fogo, mas o bom caráter o mantém aceso. Esteja consciente da síndrome "Estar apaixonado". "Estou apaixonado" freqüentemente significa "Sinto atração física." A atração está lá, mas você averiguou cuidadosamente o caráter dessa pessoa?
Aqui estão quatro traços de personalidade para serem definitivamente testados:
Humildade: Esta pessoa acredita que "fazer a coisa certa" é mais importante que o conforto pessoal?
Bondade: Esta pessoa gosta de dar prazer aos outros? Como ela trata as pessoas com as quais não tem de ser agradável? Ela faz algum trabalho voluntário? Faz caridade?
Responsabilidade: Posso confiar que esta pessoa fará aquilo que diz que fará?
Felicidade: Esta pessoa gosta de si mesma? Ela aprecia a vida? É emocionalmente estável?
Pergunte-se: Eu desejo ser como esta pessoa? Quero ter um filho com esta pessoa? Gostaria que meu filho se parecesse com ela?
3. Você fica com a pessoa errada porque o homem não entende aquilo que a mulher mais precisa.
Homens e mulheres têm necessidades emocionais específicas, e quase sempre, é o homem que simplesmente "não consegue." A tradição judaica coloca sobre o homem o ônus de entender as necessidades emocionais de uma mulher, e de satisfazê-las.
Para a mulher, o mais importante é ser amada - sentir que é a pessoa mais importante na vida do marido. O marido precisa dar-lhe atenção consistente e verdadeira.
Isso fica mais evidente na atitude do judaísmo para com a intimidade sexual. A Torá obriga o marido a satisfazer as necessidades sexuais da mulher. A intimidade sexual é sempre colocada em termos femininos. Os homens são orientados para um objetivo, principalmente quando se trata desta área. Como disse certa vez uma mulher inteligente: "O homem tem duas velocidades: ligado e desligado." As mulheres são orientadas pela experiência. Quando um homem é capaz de trocar as marchas e torna-se mais orientado pela experiência, descobrirá o que faz sua esposa muito feliz. Quando o homem se esquece de suas próprias necessidades e se concentra em dar prazer à mulher, coisas fantásticas acontecem.
4. Você escolhe a pessoa errada porque vocês não partilham metas de vida em comum e prioridades.
Existem três maneiras básicas de nos conectarmos com outra pessoa:
1. Química e compatibilidade
2. Partilhar interesses em comum
3. Compartilhar o mesmo objetivo de vida
Assegure-se de que você compartilha o profundo nível de conexão que objetivos de vida em comum proporcionam. Após o casamento, os dois crescerão juntos ou crescerão separados. Para evitar crescer separado, você deve entender para que "está vivendo" enquanto é solteiro - e então encontrar alguém que tenha chegado à mesma conclusão que você.
Esta é a verdadeira definição de "alma gêmea." Uma alma gêmea tem o mesmo objetivo - duas pessoas que em última instância compartilham o mesmo entendimento ou propósito de vida, e portanto possuem as mesmas prioridades, valores e objetivos.
5. Você escolhe a pessoa errada porque logo se envolve sexualmente.
O envolvimento sexual antes do compromisso de casamento pode ser um grande problema, porque muitas vezes impede uma completa exploração honesta de aspectos importantes. O envolvimento sexual tende a nublar a mente da pessoa. E uma mente nublada não está inclinada a tomar decisões corretas.
Não é necessário fazer um "test drive" para descobrir se um casal é sexualmente compatível. Se você faz a sua parte e tem certeza que é intelectual e emocionalmente compatível, não precisa se preocupar sobre compatibilidade sexual. De todos os estudos feitos sobre o divórcio, a incompatibilidade sexual jamais foi citada como o principal motivo para as pessoas se divorciarem.
6. Você fica com a pessoa errada porque não tem uma profunda conexão emocional com esta pessoa.
Para avaliar se você tem ou não uma profunda conexão emocional, pergunte: "Respeito e admiro esta pessoa?"
Isso não significa: "Estou impressionado por esta pessoa?" Nós ficamos impressionados por um Mercedes. Não respeitamos alguém porque tem um Mercedes. Você deveria ficar impressionado pelas qualidades de criatividade, lealdade, determinação, etc.
Pergunte também: "Confio nesta pessoa?" Isso também significa: "Ele ou ela é emocionalmente estável? Sinto que posso confiar nele/nela?"
7. Você se envolve com a pessoa errada porque escolhe alguém com quem não se sente emocionalmente seguro.
Faça a si mesmo as seguintes perguntas: Sinto-me calmo, relaxado e em paz com esta pessoa? Posso ser inteiramente eu mesmo com ela? Esta pessoa faz-me sentir bem comigo mesmo? Você tem um amigo realmente íntimo que o faz sentir assim? Assegure-se que a pessoa com quem vai se casar faz você sentir-se da mesma forma!
De alguma maneira, você tem medo desta pessoa? Você não deveria sentir que é preciso monitorar aquilo que diz porque tem medo da reação da outra pessoa. Se você tem receio de expressar abertamente seus sentimentos e opiniões, então há um problema com o relacionamento.
Um outro aspecto de sentir-se seguro é que você não sente que a outra pessoa está tentando controlá-lo. Controlar comportamentos é sinal de uma pessoa abusiva. Esteja atento para alguém que está sempre tentando modificá-lo. Há uma grande diferença entre "controlar" e "fazer sugestões." Uma sugestão é feita para seu benefício; uma declaração de controle é feita para o benefício de outra pessoa.
8. Você fica com a pessoa errada porque você não põe todas as cartas na mesa.
Tudo aquilo que o aborrece no relacionamento deve ser trazido à baila para discussão. Falar sobre aquilo que incomoda é a única forma de avaliar o quão positivamente vocês se comunicam, negociam e trabalham juntos. No decorrer de toda a vida, as dificuldades inevitavelmente surgirão. Você precisa saber agora, antes de assumir um compromisso: Vocês conseguem resolver suas diferenças e fazer concessões que sejam boas para ambas as partes?
Nunca tenha receio de deixar a pessoa saber aquilo que o incomoda. Esta é também uma maneira para você testar o quanto pode ficar vulnerável perante esta pessoa. Se você não pode ser vulnerável, então não pode ser íntimo. Os dois caminham juntos.
9. Você escolhe a pessoa errada porque usa o relacionamento para escapar de problemas pessoais e da infelicidade.
Se você é infeliz e solteiro, provavelmente será infeliz e casado, também. O casamento não conserta problemas pessoais, psicológicos e emocionais. Na melhor das hipóteses, o casamento apenas os exacerbará.
Se você não está feliz consigo mesmo e com sua vida, aceite a responsabilidade de consertá-la agora, enquanto está solteiro. Você se sentirá melhor, e seu futuro cônjuge lhe agradecerá.
10. Você escolhe a pessoa errada porque ele/ela está envolvido em um triângulo.
Estar "triangulado" significa que a pessoa é emocionalmente dependente de alguém ou de algo, ao mesmo tempo em que tenta desenvolver um outro relacionamento. Uma pessoa que não se separou de seus pais é o exemplo clássico de triangulação. As pessoas também podem estar trianguladas com objetos, tais como o trabalho, drogas, a Internet, passatempos, esportes ou dinheiro.
Assegure-se de que você e seu parceiro estejam livres de triângulos. A pessoa apanhada em um triângulo não pode estar emocionalmente disponível por completo para você. Você não será a prioridade número um. E isso não é base para um casamento.
Webmaster: montesiao@montesiao.pro.br
18 de jan. de 2008
Igreja Universal do Reino de Deus, Aborto e Homossexualismo
Jorge Nilson
Ser a favor do aborto só para contrariar a Igreja Católica, é a nova doutrinação do Bispo Edir Macedo, líder da IURD. É um grande contra censo falar de alguém (JESUS) QUE É A FAVOR DA VIDA, e pregar o assassinato de crianças através do aborto. A Rede Record veicula propagandas a favor do aborto, contrariando o que é pregado na Bíblia. O mundo pode ser a favor de tudo o que é contra a vida, contra a família, contra a moral, contra os princípios cristãos e éticos. Mundo é mundo. O mundo jaz no maligno. O diabo é quem influencia as mentes contra Deus e a sua Palavra. Não me admira se os governos, ONGs, políticos, artistas, e toda a sociedade que se diz progressista defenderem essas práticas. Porém, uma igreja que se diz povo de Deus apoiar o aborto, a sensualidade mundana e diabólica, apoiar o homossexualismo través de suas novelas e programas televisivos, é ser um verdadeiro instrumento, não da luz , mas das TREVAS. INDICO ESTE SITE, Só para maiores de 18 anos, (http://www.aborto.com.br/tipos/index2.htm) PARA QUE TODOS VEJAM O QUE A IGREJA UNIVERSAL DO REINO DE DEUS APOIA. Vejam as fotos de crianças abortadas das mais diversas formas de crueldade. Como pode alguém defender esta prática maligna.O homossexualismo já tem defensores demais. Tem o próprio governo Federal, a Mídia, e muitas ONGs. Porém, receber apoio de uma igreja que se diz povo de Deus é o cúmulo do absurdo. O diabo está dizendo que é santo e o povo por falta de conhecimento está dizendo amém. O senador Marcelo Crivela, em um de seus hinos, diz que não podia ser covarde de ver o povo sendo enganado por falsa doutrina e ficar calado. Pois é, ele demonstrou o que ele é realmente ao se calar perante a liderança da sua igreja. Ele prefere se calar para não ser expulso e perder os votos dos fiéis. Não teve o mesmo procedimento João Batista, pois o mesmo denunciou os pecados dos líderes do povo. Assim fizeram os profetas e apóstolos. O próprio Cristo foi o principal a denunciar a hipocrisia dos líderes do seu povo. As igrejas evangélicas que apoiarem a IGREJA UNIVERSAL DO REINO DE DEUS em nome do “amor cristão e da não separação do povo de Deus” também incorrerão nos mesmos erros.Muitos dirão naquele dia ao Senhor: Senhor, em teu Nome profetizei e fiz muitas maravilhas. E o Senhor lhes dirá abertamente: NUNCA VOS CONHECI, APARTAI-VOS DE MIM MALDITOS PARA O FOGO ETERNO, PREPARADO PARA O DIABO E SEUS ANJOS.
Ser a favor do aborto só para contrariar a Igreja Católica, é a nova doutrinação do Bispo Edir Macedo, líder da IURD. É um grande contra censo falar de alguém (JESUS) QUE É A FAVOR DA VIDA, e pregar o assassinato de crianças através do aborto. A Rede Record veicula propagandas a favor do aborto, contrariando o que é pregado na Bíblia. O mundo pode ser a favor de tudo o que é contra a vida, contra a família, contra a moral, contra os princípios cristãos e éticos. Mundo é mundo. O mundo jaz no maligno. O diabo é quem influencia as mentes contra Deus e a sua Palavra. Não me admira se os governos, ONGs, políticos, artistas, e toda a sociedade que se diz progressista defenderem essas práticas. Porém, uma igreja que se diz povo de Deus apoiar o aborto, a sensualidade mundana e diabólica, apoiar o homossexualismo través de suas novelas e programas televisivos, é ser um verdadeiro instrumento, não da luz , mas das TREVAS. INDICO ESTE SITE, Só para maiores de 18 anos, (http://www.aborto.com.br/tipos/index2.htm) PARA QUE TODOS VEJAM O QUE A IGREJA UNIVERSAL DO REINO DE DEUS APOIA. Vejam as fotos de crianças abortadas das mais diversas formas de crueldade. Como pode alguém defender esta prática maligna.O homossexualismo já tem defensores demais. Tem o próprio governo Federal, a Mídia, e muitas ONGs. Porém, receber apoio de uma igreja que se diz povo de Deus é o cúmulo do absurdo. O diabo está dizendo que é santo e o povo por falta de conhecimento está dizendo amém. O senador Marcelo Crivela, em um de seus hinos, diz que não podia ser covarde de ver o povo sendo enganado por falsa doutrina e ficar calado. Pois é, ele demonstrou o que ele é realmente ao se calar perante a liderança da sua igreja. Ele prefere se calar para não ser expulso e perder os votos dos fiéis. Não teve o mesmo procedimento João Batista, pois o mesmo denunciou os pecados dos líderes do povo. Assim fizeram os profetas e apóstolos. O próprio Cristo foi o principal a denunciar a hipocrisia dos líderes do seu povo. As igrejas evangélicas que apoiarem a IGREJA UNIVERSAL DO REINO DE DEUS em nome do “amor cristão e da não separação do povo de Deus” também incorrerão nos mesmos erros.Muitos dirão naquele dia ao Senhor: Senhor, em teu Nome profetizei e fiz muitas maravilhas. E o Senhor lhes dirá abertamente: NUNCA VOS CONHECI, APARTAI-VOS DE MIM MALDITOS PARA O FOGO ETERNO, PREPARADO PARA O DIABO E SEUS ANJOS.
16 de jan. de 2008
Suécia: o exemplo perfeito
Julio Severo
Um polêmico projeto de lei, que proíbe os pais de disciplinar os filhos, foi aprovado por uma comissão da Câmara dos Deputados em Brasília. Segundo a autora socialista do projeto, uma surra ou palmada corretiva numa criança teimosa, desobediente e rebelde equivale à violência, e ela quer que o governo aja com força contra os pais disciplinadores. Para ela, a disciplina física é uma das causas da violência na sociedade, levando as crianças a um comportamento agressivo.
Se a disciplina conduz à violência, então a proibição à disciplina produzirá uma sociedade totalmente pacífica e feliz, onde tudo é resolvido na base do diálogo. Para provar essa teoria, a deputada socialista precisaria de um bom exemplo. E ela conseguiu!
Para defender o projeto antidisciplina durante os debates na Câmara dos Deputados, veio ao Brasil o sr. Peter Tamm. Ele viajou da Suécia para o Brasil especialmente para garantir a vitória do projeto socialista.[1]
Por influência da ONU, a Suécia foi o primeiro país do mundo a proibir os pais de aplicar castigos físicos nos filhos, em 1979. Os defensores suecos dos “direitos” das crianças alegavam que com tal lei a sociedade seria livre de violência, principalmente nos lares. A lei então se fortaleceu tanto que hoje a simples atitude de um pai ou mãe mandar o filho para o quarto ou levantar a voz para os filhos pode ser motivo de denúncia criminal. Qualquer filho pode denunciar os pais, na escola ou outro lugar. Uma simples discussão com um filho pode fazer com que os pais acabem tendo de enfrentar as autoridades! Na Suécia, não são os filhos que são disciplinados. São os pais.
O sr. Peter Tamm relatou à comissão da Câmara dos Deputados a experiência da Suécia em leis contra a disciplina e aconselhou os deputados a aprovar semelhantes leis no Brasil. O Brasil, segundo ele, precisava imitar as maravilhas do paraíso sueco. Os deputados precisavam aprovar o projeto da deputada do PT.
À primeira vista, pareceria estranho que uma deputada socialista precisasse da ajuda do modelo de uma nação européia na aprovação de uma lei no Brasil. Ela poderia ter utilizado o exemplo de uma nação declaradamente socialista. Mas ela preferiu a Suécia, um país com aparência capitalista, mas que na verdade é o país que possui a forma mais moderna e perigosa de socialismo “democrático”.
As aparências enganam. Enganam mesmo. Quem olha para o Brasil do exterior, só vê praias, Carnaval, samba e futebol. Parece um paraíso. Quem ouviu o sueco na comissão da Câmara dos Deputados, também achou que a Suécia é um paraíso! Com tal exemplo sueco, os deputados não hesitaram em aprovar o projeto socialista.
Se a própria aparência do Brasil no exterior não é o que se vê, então qual é a realidade da Suécia? Como é o paraíso sueco?
A Suécia tem um dos mais elevados índices de aborto da Europa.[2]
A Suécia tem um dos mais elevados índices de gravidez entre adolescentes.[3]
O índice de casamentos suecos é um dos mais baixos do mundo, e o número de divórcios vem aumentando.[4]
Na Suécia, pouquíssimas famílias querem filhos. O índice de natalidade sueco é um dos mais baixos do mundo.[5]
A Suécia está entre os países em que há mais crimes violentos no mundo.[6]
O uso de drogas é abundante e o número de overdoses fatais dobrou nos dez anos passados.[7]
Os roubos são tantos que os cidadãos pararam de fazer boletim de ocorrência, pois a polícia sueca está sobrecarregada e não consegue investigar tudo.[8] Só entre 1950 e 2000, o índice de roubos aumentou 3.604 por cento.[9]
Os ataques aos transportes monetários são tão freqüentes que as empresas transportadoras estão ameaçando parar.[10]
A Suécia tem hoje um dos mais elevados índices de estupro do mundo.[11] Entre 1950 e 2000, o índice de estupros na Suécia cresceu 356 por cento. No mesmo período, todos os crimes aumentaram 424 por cento.[12] Está também aumentando o número de estupros cometidos por muçulmanos.[13]
Esse é o paraíso sueco.
Por que as autoridades suecas não tomam medidas duras contra os estupradores muçulmanos em seu país? Porque tais medidas poderiam atrair a retaliação dos países muçulmanos onde empresas suecas têm grandes negócios. Assim, proteger os interesses financeiros das grandes empresas suecas é mais importante do que aplicar a justiça contra a onda covarde de estupros muçulmanos contra moças suecas.
Embora os imigrantes muçulmanos na Suécia estejam recebendo farta tolerância, os evangélicos suecos estão sofrendo repressão. Em 2004, o pastor pentecostal Ake Green foi sentenciado à prisão pelo “crime” de pregar trechos da Bíblia contra o homossexualismo.[14] Um dia depois da condenação do Pr. Green, a polícia apareceu de surpresa na casa do evangélico Leif Liljeström, sem nenhum mandado, e prendeu-o, levando-o à delegacia e confiscando seu computador — só porque ele declarou pela Internet que a sodomia é pecado.[15] Em 2004, outro pastor evangélico da Suécia, Ulf Ekman, foi perseguido pelas autoridades por pregar contra o homossexualismo.[16] Desde então, os pastores suecos têm procurado evitar mencionar os trechos da Bíblia sobre o homossexualismo.
Em contraste, um juiz do Supremo Tribunal da Suécia esteve envolvido num episódio escandaloso: Ele foi pego tentando pagar para ter sexo com um rapaz.[17] Sua exploração homossexual não sofreu importunação das autoridades suecas. A lei sueca é dura e inflexível contra os pais que tentam disciplinar os filhos, mas é tolerante com adultos que buscam sexo homossexual com rapazes.
As autoridades suecas assim ignoram os crimes de violação dos direitos humanos das jovens suecas cometidos por muçulmanos e toleram tentativas de abuso homossexual contra menores, mas não ignoram, de modo algum, uma pregação evangélica contra o pecado homossexual, nem toleram que um pai ou uma mãe discipline seus filhos.
Preciso fazer uma pergunta aos deputados federais. A maioria deles, na comissão da Câmara dos Deputados que debateu a proibição da disciplina, aceitou a apresentação bela e maravilhosa que o cidadão sueco fez de seu país nessa questão.
Pergunto:
Vocês querem que o Brasil vire uma Suécia, onde as autoridades ignoram os crimes reais, mas tratam como crime a disciplina física e a pregação de um pastor contra o pecado homossexual?
É esse tipo de “paraíso” que vocês querem para o Brasil?
Outros artigos de Julio Severo sobre a questão da disciplina:
Um polêmico projeto de lei, que proíbe os pais de disciplinar os filhos, foi aprovado por uma comissão da Câmara dos Deputados em Brasília. Segundo a autora socialista do projeto, uma surra ou palmada corretiva numa criança teimosa, desobediente e rebelde equivale à violência, e ela quer que o governo aja com força contra os pais disciplinadores. Para ela, a disciplina física é uma das causas da violência na sociedade, levando as crianças a um comportamento agressivo.
Se a disciplina conduz à violência, então a proibição à disciplina produzirá uma sociedade totalmente pacífica e feliz, onde tudo é resolvido na base do diálogo. Para provar essa teoria, a deputada socialista precisaria de um bom exemplo. E ela conseguiu!
Para defender o projeto antidisciplina durante os debates na Câmara dos Deputados, veio ao Brasil o sr. Peter Tamm. Ele viajou da Suécia para o Brasil especialmente para garantir a vitória do projeto socialista.[1]
Por influência da ONU, a Suécia foi o primeiro país do mundo a proibir os pais de aplicar castigos físicos nos filhos, em 1979. Os defensores suecos dos “direitos” das crianças alegavam que com tal lei a sociedade seria livre de violência, principalmente nos lares. A lei então se fortaleceu tanto que hoje a simples atitude de um pai ou mãe mandar o filho para o quarto ou levantar a voz para os filhos pode ser motivo de denúncia criminal. Qualquer filho pode denunciar os pais, na escola ou outro lugar. Uma simples discussão com um filho pode fazer com que os pais acabem tendo de enfrentar as autoridades! Na Suécia, não são os filhos que são disciplinados. São os pais.
O sr. Peter Tamm relatou à comissão da Câmara dos Deputados a experiência da Suécia em leis contra a disciplina e aconselhou os deputados a aprovar semelhantes leis no Brasil. O Brasil, segundo ele, precisava imitar as maravilhas do paraíso sueco. Os deputados precisavam aprovar o projeto da deputada do PT.
À primeira vista, pareceria estranho que uma deputada socialista precisasse da ajuda do modelo de uma nação européia na aprovação de uma lei no Brasil. Ela poderia ter utilizado o exemplo de uma nação declaradamente socialista. Mas ela preferiu a Suécia, um país com aparência capitalista, mas que na verdade é o país que possui a forma mais moderna e perigosa de socialismo “democrático”.
As aparências enganam. Enganam mesmo. Quem olha para o Brasil do exterior, só vê praias, Carnaval, samba e futebol. Parece um paraíso. Quem ouviu o sueco na comissão da Câmara dos Deputados, também achou que a Suécia é um paraíso! Com tal exemplo sueco, os deputados não hesitaram em aprovar o projeto socialista.
Se a própria aparência do Brasil no exterior não é o que se vê, então qual é a realidade da Suécia? Como é o paraíso sueco?
A Suécia tem um dos mais elevados índices de aborto da Europa.[2]
A Suécia tem um dos mais elevados índices de gravidez entre adolescentes.[3]
O índice de casamentos suecos é um dos mais baixos do mundo, e o número de divórcios vem aumentando.[4]
Na Suécia, pouquíssimas famílias querem filhos. O índice de natalidade sueco é um dos mais baixos do mundo.[5]
A Suécia está entre os países em que há mais crimes violentos no mundo.[6]
O uso de drogas é abundante e o número de overdoses fatais dobrou nos dez anos passados.[7]
Os roubos são tantos que os cidadãos pararam de fazer boletim de ocorrência, pois a polícia sueca está sobrecarregada e não consegue investigar tudo.[8] Só entre 1950 e 2000, o índice de roubos aumentou 3.604 por cento.[9]
Os ataques aos transportes monetários são tão freqüentes que as empresas transportadoras estão ameaçando parar.[10]
A Suécia tem hoje um dos mais elevados índices de estupro do mundo.[11] Entre 1950 e 2000, o índice de estupros na Suécia cresceu 356 por cento. No mesmo período, todos os crimes aumentaram 424 por cento.[12] Está também aumentando o número de estupros cometidos por muçulmanos.[13]
Esse é o paraíso sueco.
Por que as autoridades suecas não tomam medidas duras contra os estupradores muçulmanos em seu país? Porque tais medidas poderiam atrair a retaliação dos países muçulmanos onde empresas suecas têm grandes negócios. Assim, proteger os interesses financeiros das grandes empresas suecas é mais importante do que aplicar a justiça contra a onda covarde de estupros muçulmanos contra moças suecas.
Embora os imigrantes muçulmanos na Suécia estejam recebendo farta tolerância, os evangélicos suecos estão sofrendo repressão. Em 2004, o pastor pentecostal Ake Green foi sentenciado à prisão pelo “crime” de pregar trechos da Bíblia contra o homossexualismo.[14] Um dia depois da condenação do Pr. Green, a polícia apareceu de surpresa na casa do evangélico Leif Liljeström, sem nenhum mandado, e prendeu-o, levando-o à delegacia e confiscando seu computador — só porque ele declarou pela Internet que a sodomia é pecado.[15] Em 2004, outro pastor evangélico da Suécia, Ulf Ekman, foi perseguido pelas autoridades por pregar contra o homossexualismo.[16] Desde então, os pastores suecos têm procurado evitar mencionar os trechos da Bíblia sobre o homossexualismo.
Em contraste, um juiz do Supremo Tribunal da Suécia esteve envolvido num episódio escandaloso: Ele foi pego tentando pagar para ter sexo com um rapaz.[17] Sua exploração homossexual não sofreu importunação das autoridades suecas. A lei sueca é dura e inflexível contra os pais que tentam disciplinar os filhos, mas é tolerante com adultos que buscam sexo homossexual com rapazes.
As autoridades suecas assim ignoram os crimes de violação dos direitos humanos das jovens suecas cometidos por muçulmanos e toleram tentativas de abuso homossexual contra menores, mas não ignoram, de modo algum, uma pregação evangélica contra o pecado homossexual, nem toleram que um pai ou uma mãe discipline seus filhos.
Preciso fazer uma pergunta aos deputados federais. A maioria deles, na comissão da Câmara dos Deputados que debateu a proibição da disciplina, aceitou a apresentação bela e maravilhosa que o cidadão sueco fez de seu país nessa questão.
Pergunto:
Vocês querem que o Brasil vire uma Suécia, onde as autoridades ignoram os crimes reais, mas tratam como crime a disciplina física e a pregação de um pastor contra o pecado homossexual?
É esse tipo de “paraíso” que vocês querem para o Brasil?
Outros artigos de Julio Severo sobre a questão da disciplina:
Nova epidemia transmitida pelos homossexuais
Julio Severo
Teme-se a chegada de uma nova epidemia: homossexuais podem propagar infecção estafilococa mortal para a população geral
Washington, D.C. — O serviço noticioso Reuters informa: “Uma variante de bactéria potencialmente mortal, resistente a drogas, não está mais presente apenas nos hospitais, mas está sendo transmitida entre gays durante o sexo, disseram pesquisadores na segunda-feira.
“Eles afirmaram que o MRSA (estafilococo que resiste à penicilina) está começando a aparecer fora dos hospitais de San Francisco, Boston, New York e Los Angeles.”
“‘Logo que alcançar a população geral, será verdadeiramente impossível detê-lo’, disse Binh Diep, pesquisador na Universidade da Califórnia, San Francisco, que conduziu o estudo”.
De acordo com o estudo, nesse ponto os homens homossexuais têm uma probabilidade 13 vezes maior de contrair a variante resistente a drogas e potencialmente mortal da infecção do estafilococo, mas o medo é que, pelo fato de que a infecção se propaga via contato de pele, os homens homossexuais logo a propagarão para a população geral.
Matt Barber, diretor de questões culturais da entidade Concerned Women for America (CWA), disse: “A classe médica há anos sabe que a conduta homossexual, principalmente entre homens, cria o ambiente ideal para a propagação de doenças muitas vezes mortais. Em anos recentes, vimos um sério ressurgimento de casos de HIV/AIDS, sífilis, gonorréia retal e muitas outras DSTs entre aqueles que se chamam ‘gays’”.
“O corpo humano é bastante cruel no modo como lida com maus tratos e com a perversão de suas funções naturais. Quando dois homens imitam o ato da relação sexual heterossexual com outro, eles criam um ambiente, uma falsificação biológica, onde as doenças proliferam. Condutas antinaturais geram conseqüências naturais.
“Em anos recentes nossa sociedade adotou uma atitude individualista para com os desvios sexuais. Programas de TV como Will & Grace glorificam o estilo de vida homossexual enquanto nossos filhos aprendem nas escolas que a homossexualidade é uma ‘orientação’ sexual alternativa perfeitamente saudável. Os militantes gays muitas vezes dão ordens: ‘Fiquem de fora de nossos quartos de dormir’.”
“Só que agora a conseqüência perigosa e possivelmente mortal do que ocorre nesses quartos de dormir está transbordando sobre a população geral. Não é só de dar medo, mas também de dar revolta”.
“Os cidadãos, principalmente os pais, precisam se levantar e dizer: ‘Basta! Não mais ficaremos sentados parados enquanto elites culturais politicamente corretas colocam em risco nossos filhos e a sociedade em geral por meio de propagandas que promovem esse estilo de vida demonstravelmente mortal’”.
“Por que é necessária uma epidemia estafilococa potencialmente mortal para que as pessoas reconheçam a realidade? Será que isso as fará enxergar? Já é o suficiente!”, concluiu Barber.
Concerned Women for America é a maior organização de mulheres que atua na esfera de políticas públicas nos EUA.
Traduzido e adaptado por Julio Severo: www.juliosevero.com.br; www.juliosevero.com
# posted by Julio Severo : 9:25 PM
Teme-se a chegada de uma nova epidemia: homossexuais podem propagar infecção estafilococa mortal para a população geral
Washington, D.C. — O serviço noticioso Reuters informa: “Uma variante de bactéria potencialmente mortal, resistente a drogas, não está mais presente apenas nos hospitais, mas está sendo transmitida entre gays durante o sexo, disseram pesquisadores na segunda-feira.
“Eles afirmaram que o MRSA (estafilococo que resiste à penicilina) está começando a aparecer fora dos hospitais de San Francisco, Boston, New York e Los Angeles.”
“‘Logo que alcançar a população geral, será verdadeiramente impossível detê-lo’, disse Binh Diep, pesquisador na Universidade da Califórnia, San Francisco, que conduziu o estudo”.
De acordo com o estudo, nesse ponto os homens homossexuais têm uma probabilidade 13 vezes maior de contrair a variante resistente a drogas e potencialmente mortal da infecção do estafilococo, mas o medo é que, pelo fato de que a infecção se propaga via contato de pele, os homens homossexuais logo a propagarão para a população geral.
Matt Barber, diretor de questões culturais da entidade Concerned Women for America (CWA), disse: “A classe médica há anos sabe que a conduta homossexual, principalmente entre homens, cria o ambiente ideal para a propagação de doenças muitas vezes mortais. Em anos recentes, vimos um sério ressurgimento de casos de HIV/AIDS, sífilis, gonorréia retal e muitas outras DSTs entre aqueles que se chamam ‘gays’”.
“O corpo humano é bastante cruel no modo como lida com maus tratos e com a perversão de suas funções naturais. Quando dois homens imitam o ato da relação sexual heterossexual com outro, eles criam um ambiente, uma falsificação biológica, onde as doenças proliferam. Condutas antinaturais geram conseqüências naturais.
“Em anos recentes nossa sociedade adotou uma atitude individualista para com os desvios sexuais. Programas de TV como Will & Grace glorificam o estilo de vida homossexual enquanto nossos filhos aprendem nas escolas que a homossexualidade é uma ‘orientação’ sexual alternativa perfeitamente saudável. Os militantes gays muitas vezes dão ordens: ‘Fiquem de fora de nossos quartos de dormir’.”
“Só que agora a conseqüência perigosa e possivelmente mortal do que ocorre nesses quartos de dormir está transbordando sobre a população geral. Não é só de dar medo, mas também de dar revolta”.
“Os cidadãos, principalmente os pais, precisam se levantar e dizer: ‘Basta! Não mais ficaremos sentados parados enquanto elites culturais politicamente corretas colocam em risco nossos filhos e a sociedade em geral por meio de propagandas que promovem esse estilo de vida demonstravelmente mortal’”.
“Por que é necessária uma epidemia estafilococa potencialmente mortal para que as pessoas reconheçam a realidade? Será que isso as fará enxergar? Já é o suficiente!”, concluiu Barber.
Concerned Women for America é a maior organização de mulheres que atua na esfera de políticas públicas nos EUA.
Traduzido e adaptado por Julio Severo: www.juliosevero.com.br; www.juliosevero.com
# posted by Julio Severo : 9:25 PM
29 de dez. de 2007
IGREJA UNIVERSAL DO REINO DE DEUS, ABORTO E HOMOSSEXUALISMO
Jorge Nilson
Igreja Universal do Reino de Deus, Aborto e Homossexualismo
Ser a favor do aborto só para contrariar a Igreja Católica, é a nova doutrinação do Bispo Edir Macedo, líder da IURD. É um grande contra censo falar de alguém (JESUS) QUE É A FAVOR DA VIDA, e pregar o assassinato de crianças através do aborto. A Rede Record veicula propagandas a favor do aborto, contrariando o que é pregado na Bíblia. O mundo pode ser a favor de tudo o que é contra a vida, contra a família, contra a moral, contra os princípios cristãos e éticos. Mundo é mundo. O mundo jaz no maligno. O diabo é quem influencia as mentes contra Deus e a sua Palavra. Não me admira se os governos, ONGs, políticos, artistas, e toda a sociedade que se diz progressista defenderem essas práticas. Porém, uma igreja que se diz povo de Deus apoiar o aborto, a sensualidade mundana e diabólica, apoiar o homossexualismo través de suas novelas e programas televisivos, é ser um verdadeiro instrumento, não da luz , mas das TREVAS. INDICO ESTE SITE, Só para maiores de 18 anos, (http://www.aborto.com.br/tipos/index2.htm) PARA QUE TODOS VEJAM O QUE A IGREJA UNIVERSAL DO REINO DE DEUS APOIA. Vejam as fotos de crianças abortadas das mais diversas formas de crueldade. Como pode alguém defender esta prática maligna.
O homossexualismo já tem defensores demais. Tem o próprio governo Federal, a Mídia, e muitas ONGs. Porém, receber apoio de uma igreja que se diz povo de Deus é o cúmulo do absurdo. O diabo está dizendo que é santo e o povo por falta de conhecimento está dizendo amém. O senador Marcelo Crivela, em um de seus hinos, diz que não podia ser covarde de ver o povo sendo enganado por falsa doutrina e ficar calado. Pois é, ele demonstrou o que ele é realmente ao se calar perante a liderança da sua igreja. Ele prefere se calar para não ser expulso e perder os votos dos fiéis. Não teve o mesmo procedimento João Batista, pois o mesmo denunciou os pecados dos líderes do povo. Assim fizeram os profetas e apóstolos. O próprio Cristo foi o principal a denunciar a hipocrisia dos líderes do seu povo. As igrejas evangélicas que apoiarem a IGREJA UNIVERSAL DO REINO DE DEUS em nome do “amor cristão e da não separação do povo de Deus” também incorrerão nos mesmos erros.
Muitos dirão naquele dia ao Senhor: Senhor, em teu Nome profetizei e fiz muitas maravilhas. E o Senhor lhes dirá abertamente: NUNCA VOS CONHECI, APARTAI-VOS DE MIM MALDITOS PARA O FOGO ETERNO, PREPARADO PARA O DIABO E SEUS ANJOS.
Igreja Universal do Reino de Deus, Aborto e Homossexualismo
Ser a favor do aborto só para contrariar a Igreja Católica, é a nova doutrinação do Bispo Edir Macedo, líder da IURD. É um grande contra censo falar de alguém (JESUS) QUE É A FAVOR DA VIDA, e pregar o assassinato de crianças através do aborto. A Rede Record veicula propagandas a favor do aborto, contrariando o que é pregado na Bíblia. O mundo pode ser a favor de tudo o que é contra a vida, contra a família, contra a moral, contra os princípios cristãos e éticos. Mundo é mundo. O mundo jaz no maligno. O diabo é quem influencia as mentes contra Deus e a sua Palavra. Não me admira se os governos, ONGs, políticos, artistas, e toda a sociedade que se diz progressista defenderem essas práticas. Porém, uma igreja que se diz povo de Deus apoiar o aborto, a sensualidade mundana e diabólica, apoiar o homossexualismo través de suas novelas e programas televisivos, é ser um verdadeiro instrumento, não da luz , mas das TREVAS. INDICO ESTE SITE, Só para maiores de 18 anos, (http://www.aborto.com.br/tipos/index2.htm) PARA QUE TODOS VEJAM O QUE A IGREJA UNIVERSAL DO REINO DE DEUS APOIA. Vejam as fotos de crianças abortadas das mais diversas formas de crueldade. Como pode alguém defender esta prática maligna.
O homossexualismo já tem defensores demais. Tem o próprio governo Federal, a Mídia, e muitas ONGs. Porém, receber apoio de uma igreja que se diz povo de Deus é o cúmulo do absurdo. O diabo está dizendo que é santo e o povo por falta de conhecimento está dizendo amém. O senador Marcelo Crivela, em um de seus hinos, diz que não podia ser covarde de ver o povo sendo enganado por falsa doutrina e ficar calado. Pois é, ele demonstrou o que ele é realmente ao se calar perante a liderança da sua igreja. Ele prefere se calar para não ser expulso e perder os votos dos fiéis. Não teve o mesmo procedimento João Batista, pois o mesmo denunciou os pecados dos líderes do povo. Assim fizeram os profetas e apóstolos. O próprio Cristo foi o principal a denunciar a hipocrisia dos líderes do seu povo. As igrejas evangélicas que apoiarem a IGREJA UNIVERSAL DO REINO DE DEUS em nome do “amor cristão e da não separação do povo de Deus” também incorrerão nos mesmos erros.
Muitos dirão naquele dia ao Senhor: Senhor, em teu Nome profetizei e fiz muitas maravilhas. E o Senhor lhes dirá abertamente: NUNCA VOS CONHECI, APARTAI-VOS DE MIM MALDITOS PARA O FOGO ETERNO, PREPARADO PARA O DIABO E SEUS ANJOS.
17 de dez. de 2007
Ministra Ellen Grecie cancela a obrigação do SUS em custear a mudança de sexo.
Jorge Nilson
Felizmente, alguém cancelou a ação absurda do Ministério Público em obrigar o SUS a custear a transgenitalização (Mudança de sexo). A 3ª Turma do TRF-4 (Tribunal Regional Federal) da 4ª Região acatou os argumentos do Ministério Público e obrigou o SUS a cumprir a determinação. A Ministra Ellen Grecie do Supremo Tribunal Federal deixou claro que essa prática causaria impacto no orçamento do SUS. Veja na íntegra o artigo da Folha Online :
O STF (Supremo Tribunal Federal) cancelou nesta quarta-feira uma medida do TRF-4 (Tribunal Regional Federal da 4ª Região) que obrigava o SUS (Sistema Único de Saúde) a realizar cirurgias de mudança de sexo.
A decisão do TRF-4 derrubada hoje determinava que o governo federal tomasse em 30 dias todas as medidas que possibilitem aos transexuais a realização da cirurgia de mudança de sexo pelo SUS.
"Não desconheço o sofrimento e a dura realidade dos pacientes portadores de transexualismo, patologia devidamente reconhecida pela Organização Mundial de Saúde. São pessoas que merecem todo o respeito por parte da sociedade brasileira e do Poder Judiciário", declarou a presidente do STF, Ellen Gracie. A ministra, no entanto, decidiu derrubar a medida do TRF alegando o impacto que causaria no orçamento do SUS.
"Verifico, ainda, que, para a imediata execução da decisão [do TRF], será necessário o remanejamento de verbas originalmente destinadas a outras políticas públicas de saúde, o que certamente causará problemas de alocação dos recursos públicos indispensáveis ao financiamento", completa a ministra.
"Encontra-se configurada a grave lesão à ordem pública, em sua acepção administrativa, dado que a gestão da política nacional de saúde, feita de forma regionalizada, busca uma maior racionalização entre o custo e o benefício dos tratamentos médico-cirúrgicos que devem ser fornecidos gratuitamente à população brasileira, a fim de atingir o maior número possível de beneficiários", diz.
Pena que a alegação da ministra fala só de números e orçamento. Nenhum argumento a favor da família. É triste vermos como a família é esquecida justamente pelos que deveriam cuidar dela. É o martelo se rendendo ao prego.
Felizmente, alguém cancelou a ação absurda do Ministério Público em obrigar o SUS a custear a transgenitalização (Mudança de sexo). A 3ª Turma do TRF-4 (Tribunal Regional Federal) da 4ª Região acatou os argumentos do Ministério Público e obrigou o SUS a cumprir a determinação. A Ministra Ellen Grecie do Supremo Tribunal Federal deixou claro que essa prática causaria impacto no orçamento do SUS. Veja na íntegra o artigo da Folha Online :
O STF (Supremo Tribunal Federal) cancelou nesta quarta-feira uma medida do TRF-4 (Tribunal Regional Federal da 4ª Região) que obrigava o SUS (Sistema Único de Saúde) a realizar cirurgias de mudança de sexo.
A decisão do TRF-4 derrubada hoje determinava que o governo federal tomasse em 30 dias todas as medidas que possibilitem aos transexuais a realização da cirurgia de mudança de sexo pelo SUS.
"Não desconheço o sofrimento e a dura realidade dos pacientes portadores de transexualismo, patologia devidamente reconhecida pela Organização Mundial de Saúde. São pessoas que merecem todo o respeito por parte da sociedade brasileira e do Poder Judiciário", declarou a presidente do STF, Ellen Gracie. A ministra, no entanto, decidiu derrubar a medida do TRF alegando o impacto que causaria no orçamento do SUS.
"Verifico, ainda, que, para a imediata execução da decisão [do TRF], será necessário o remanejamento de verbas originalmente destinadas a outras políticas públicas de saúde, o que certamente causará problemas de alocação dos recursos públicos indispensáveis ao financiamento", completa a ministra.
"Encontra-se configurada a grave lesão à ordem pública, em sua acepção administrativa, dado que a gestão da política nacional de saúde, feita de forma regionalizada, busca uma maior racionalização entre o custo e o benefício dos tratamentos médico-cirúrgicos que devem ser fornecidos gratuitamente à população brasileira, a fim de atingir o maior número possível de beneficiários", diz.
Pena que a alegação da ministra fala só de números e orçamento. Nenhum argumento a favor da família. É triste vermos como a família é esquecida justamente pelos que deveriam cuidar dela. É o martelo se rendendo ao prego.
11 de dez. de 2007
Gays petistas pedem punição para deputado evangélico
09 Dezembro 2007
Julio Severo
Um grupo homossexual radical dentro do Partido dos Trabalhadores (PT) pede para que sejam tomadas providências contra o deputado federal Henrique Afonso (PT-AC). Segundo o Setorial Nacional GLBT (gays, lésbicas, bissexuais, travestis e transexuais) do PT, o Dep. Afonso, que é evangélico, teria se referido de maneira “ofensiva à comunidade GLBT ao relacionar a homossexualidade à degradação do ambiente familiar”.
É bem fácil “ofender” os militantes gays. Basta, por exemplo, citar certas passagens da Bíblia onde Deus diz:
“Não se deite com um homem como quem se deita com uma mulher; é abominação”. (Levítico 18:22 RC)
“Vocês não sabem que os perversos não herdarão o Reino de Deus? Não se deixem enganar: nem imorais, nem idólatras, nem adúlteros, nem homossexuais passivos ou ativos, nem ladrões, nem avarentos, nem alcoólatras, nem caluniadores, nem trapaceiros herdarão o Reino de Deus”. (1 Coríntios 6:9-10 NVI)
Citar ou promover essas passagens já é, em si, manifestação de preconceito, de acordo com a visão homonazista.
Assim, os gays petistas estão pedindo para que a Secretaria Nacional de Movimentos Populares do PT tome as providências por acreditar que Henrique Afonso está violando o estatuto do partido por ser contrário ao aborto e por se manifestar contra o comportamento homossexual.
Os militantes gayzistas e feministas do PT estão muito ofendidos porque Henrique Afonso tem demonstrado firme convicção bíblica na questão do aborto e homossexualismo. Eles se queixam de que o deputado evangélico assinou um ofício datado de 02/03/2007 em que está escrito: os fatores determinantes que cooperam para a degradação do ambiente familiar, bem como de desafios que precisam ser enfrentados como, por exemplo, o aborto, o homossexualismo, a prostituição infantil , a droga, os altos índices de divórcio, a exclusão social, a influência dos meios de comunicação, com vistas à recuperação do verdadeiro sentido que tem a família na construção de uma sociedade justa, humana e fraterna.
O Dep. Afonso é o idealizador da Jornada Nacional Evangélica em Defesa da Vida e da Família[1], lançada no Congresso em 18 de setembro deste ano, a qual teve a participação de várias lideranças evangélicas. A finalidade do evento é discutir infanticídio, aborto, homossexualismo, pedofilia, além de mencionar a situação de pessoas que estão sendo perseguidas por atacarem esses problemas. Os nomes das pessoas são: Márcia Suzuki, Olavo de Carvalho, Pr. Ademir Kreutzfeld, Cardeal Dom Eugênio Sales, Dep. Henrique Afonso, Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz, Dr. Humberto L. Vieira, Dra. Rozangela Justino, Silas Malafaia e Julio Severo.
Por pressões dos militantes gayzistas e feministas, o Dep. Afonso corre o risco de ser expulso do PT.
[1] http://www.henriqueafonso.com.br/julio_severo.htm
Com informações da WikiNews.
Julio Severo
Um grupo homossexual radical dentro do Partido dos Trabalhadores (PT) pede para que sejam tomadas providências contra o deputado federal Henrique Afonso (PT-AC). Segundo o Setorial Nacional GLBT (gays, lésbicas, bissexuais, travestis e transexuais) do PT, o Dep. Afonso, que é evangélico, teria se referido de maneira “ofensiva à comunidade GLBT ao relacionar a homossexualidade à degradação do ambiente familiar”.
É bem fácil “ofender” os militantes gays. Basta, por exemplo, citar certas passagens da Bíblia onde Deus diz:
“Não se deite com um homem como quem se deita com uma mulher; é abominação”. (Levítico 18:22 RC)
“Vocês não sabem que os perversos não herdarão o Reino de Deus? Não se deixem enganar: nem imorais, nem idólatras, nem adúlteros, nem homossexuais passivos ou ativos, nem ladrões, nem avarentos, nem alcoólatras, nem caluniadores, nem trapaceiros herdarão o Reino de Deus”. (1 Coríntios 6:9-10 NVI)
Citar ou promover essas passagens já é, em si, manifestação de preconceito, de acordo com a visão homonazista.
Assim, os gays petistas estão pedindo para que a Secretaria Nacional de Movimentos Populares do PT tome as providências por acreditar que Henrique Afonso está violando o estatuto do partido por ser contrário ao aborto e por se manifestar contra o comportamento homossexual.
Os militantes gayzistas e feministas do PT estão muito ofendidos porque Henrique Afonso tem demonstrado firme convicção bíblica na questão do aborto e homossexualismo. Eles se queixam de que o deputado evangélico assinou um ofício datado de 02/03/2007 em que está escrito: os fatores determinantes que cooperam para a degradação do ambiente familiar, bem como de desafios que precisam ser enfrentados como, por exemplo, o aborto, o homossexualismo, a prostituição infantil , a droga, os altos índices de divórcio, a exclusão social, a influência dos meios de comunicação, com vistas à recuperação do verdadeiro sentido que tem a família na construção de uma sociedade justa, humana e fraterna.
O Dep. Afonso é o idealizador da Jornada Nacional Evangélica em Defesa da Vida e da Família[1], lançada no Congresso em 18 de setembro deste ano, a qual teve a participação de várias lideranças evangélicas. A finalidade do evento é discutir infanticídio, aborto, homossexualismo, pedofilia, além de mencionar a situação de pessoas que estão sendo perseguidas por atacarem esses problemas. Os nomes das pessoas são: Márcia Suzuki, Olavo de Carvalho, Pr. Ademir Kreutzfeld, Cardeal Dom Eugênio Sales, Dep. Henrique Afonso, Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz, Dr. Humberto L. Vieira, Dra. Rozangela Justino, Silas Malafaia e Julio Severo.
Por pressões dos militantes gayzistas e feministas, o Dep. Afonso corre o risco de ser expulso do PT.
[1] http://www.henriqueafonso.com.br/julio_severo.htm
Com informações da WikiNews.
2 de dez. de 2007
Absurdo: Presidente Lula convoca por decreto Conferência Nacional para a promoção do HOMOSSEXUALISMO
Jorge Nilson
Sinceramente não sei o que se passa na cabeça do presidente Lula. Ele por meio de um decreto, convoca uma Conferência Nacional de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais. . O que Lula pretende nessa Conferência: 1. Propor as diretrizes para a implementação de políticas públicas e o plano nacional de promoção da sodomia (ou, em termos mais amenos, da cidadania e direitos humanos de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais — GLBT)
2. Avaliar e propor estratégias para fortalecer o Programa Brasil Sem Homofobia.
Depois de repassar milhões de reais dos nossos impostos para promover a agenda homossexual, agora por decreto, convoca uma conferência nacional. Será que só se passa isso na cabeça de Lula? Não poderia investir na promoção da família e não na destruição?
Como sempre o portal MixBrasil, manipula os números dizendo que há cerca de 10% da população brasileira composta de homossexuais relegado ao preconceito e discriminação.
Como disse certa vez, repito: os crimes aumentarão assustadoramente em nosso país. Crueldades inimagináveis surgirão deixando todos perplexos. Acidentes de grandes proporções que sacudirão o mundo. Graves enfermidades que surgirão sem o conhecimento da Ciência. Secas, enchentes, terremotos, corrupção, o aumento da desobediência dos filhos, excessivo consumo de drogas e muitos acontecimentos nunca vistos.
A igreja evangélica tem crescido assustadoramente, porém, não tem conseguido frear o avanço do pecado.
Infelizmente a Câmara de Deputados Federais aprovou como crime de homofobia e ódio, a simples opinião dos que são contra essa aberração.
E agora, há no Sanado Federal esse mesmo projeto para ser votado. Estamos apodrecendo. Estamos nos auto-destruindo. A nação brasileira está dizendo sim para o diabo e não para Deus.
Segundo este mesmo portal a “ Conferência Nacional, que acontece em Brasília, será precedida por Conferências Estaduais. Participam delegados do poder público (executivo, legislativo, judiciário), na proporção de 40% e da sociedade civil, na proporção de 60%. Nos próximos dias, portaria da Secretaria Especial de Direitos Humanos formalizará uma Comissão Organizadora Nacional, composta por representantes dos ministérios e do movimento GLBT organizado. Haverá um texto-base, apresentado por esta Comissão, para orientar os debates. As Conferências Estaduais acontecerão entre fevereiro e abril”.
Seria muito produtivo que as Convenções das Igrejas realizassem, também Conferências sobre a Família e pela vida, e buscassem o mesmo patrocínio do Governo Federal. Porem não há quem esteja disposto a fazer o mesmo. Estão calados. Poucas vozes se erguem a favor da Vida e da Família.
Estarei fazendo campanha contra o Partido dos Trabalhadores, conscientizando os evangélicos a respeito deste partido que é a favor da prostituição, aborto e homossexualismo. Enquanto isso, o bispo da Igreja Universal (Edir Macedo), apóia este Governo maligno.
È absolutamente oportuno o momento de incendiarmos esse país com a mensagem do Evangelho. Já passou da hora de sairmos das quatro paredes e irmos cumprir a nossa missão. Se não chegarmos primeiro aos lares e corações dos brasileiro, o diabo chegará, com decretos, leis, patrocínios e propaganda pró-homossexualismo.
Pastores, pregadores, cristãos em geral, onde está o nosso sacrifício pelo Evangelho? Cristo voltará, e o que nós vamos dizer a Ele? Despertemos enquanto é tempo.
Na próxima eleição municipal, façamos valer o nosso voto e campanha contra o PT e todos os políticos que são a favor do aborto, prostituição e homossexualismo.
Sinceramente não sei o que se passa na cabeça do presidente Lula. Ele por meio de um decreto, convoca uma Conferência Nacional de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais. . O que Lula pretende nessa Conferência: 1. Propor as diretrizes para a implementação de políticas públicas e o plano nacional de promoção da sodomia (ou, em termos mais amenos, da cidadania e direitos humanos de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais — GLBT)
2. Avaliar e propor estratégias para fortalecer o Programa Brasil Sem Homofobia.
Depois de repassar milhões de reais dos nossos impostos para promover a agenda homossexual, agora por decreto, convoca uma conferência nacional. Será que só se passa isso na cabeça de Lula? Não poderia investir na promoção da família e não na destruição?
Como sempre o portal MixBrasil, manipula os números dizendo que há cerca de 10% da população brasileira composta de homossexuais relegado ao preconceito e discriminação.
Como disse certa vez, repito: os crimes aumentarão assustadoramente em nosso país. Crueldades inimagináveis surgirão deixando todos perplexos. Acidentes de grandes proporções que sacudirão o mundo. Graves enfermidades que surgirão sem o conhecimento da Ciência. Secas, enchentes, terremotos, corrupção, o aumento da desobediência dos filhos, excessivo consumo de drogas e muitos acontecimentos nunca vistos.
A igreja evangélica tem crescido assustadoramente, porém, não tem conseguido frear o avanço do pecado.
Infelizmente a Câmara de Deputados Federais aprovou como crime de homofobia e ódio, a simples opinião dos que são contra essa aberração.
E agora, há no Sanado Federal esse mesmo projeto para ser votado. Estamos apodrecendo. Estamos nos auto-destruindo. A nação brasileira está dizendo sim para o diabo e não para Deus.
Segundo este mesmo portal a “ Conferência Nacional, que acontece em Brasília, será precedida por Conferências Estaduais. Participam delegados do poder público (executivo, legislativo, judiciário), na proporção de 40% e da sociedade civil, na proporção de 60%. Nos próximos dias, portaria da Secretaria Especial de Direitos Humanos formalizará uma Comissão Organizadora Nacional, composta por representantes dos ministérios e do movimento GLBT organizado. Haverá um texto-base, apresentado por esta Comissão, para orientar os debates. As Conferências Estaduais acontecerão entre fevereiro e abril”.
Seria muito produtivo que as Convenções das Igrejas realizassem, também Conferências sobre a Família e pela vida, e buscassem o mesmo patrocínio do Governo Federal. Porem não há quem esteja disposto a fazer o mesmo. Estão calados. Poucas vozes se erguem a favor da Vida e da Família.
Estarei fazendo campanha contra o Partido dos Trabalhadores, conscientizando os evangélicos a respeito deste partido que é a favor da prostituição, aborto e homossexualismo. Enquanto isso, o bispo da Igreja Universal (Edir Macedo), apóia este Governo maligno.
È absolutamente oportuno o momento de incendiarmos esse país com a mensagem do Evangelho. Já passou da hora de sairmos das quatro paredes e irmos cumprir a nossa missão. Se não chegarmos primeiro aos lares e corações dos brasileiro, o diabo chegará, com decretos, leis, patrocínios e propaganda pró-homossexualismo.
Pastores, pregadores, cristãos em geral, onde está o nosso sacrifício pelo Evangelho? Cristo voltará, e o que nós vamos dizer a Ele? Despertemos enquanto é tempo.
Na próxima eleição municipal, façamos valer o nosso voto e campanha contra o PT e todos os políticos que são a favor do aborto, prostituição e homossexualismo.
14 de nov. de 2007
Estado, fé cristã, e a tal "homofobia"
11 Novembro 2007
Estado, fé cristã, e a tal “homofobia”
Edson Camargo
Com tanta libertinagem e relativismos de toda ordem legitimados culturalmente, não vejo porque tanto medo da tal “homofobia”, palavra que, em seu sentido estrito, significa “medo do igual”, “medo do semelhante”, ou “medo do mesmo”. Sabe-se que tal rótulo foi inventado só para ser aplicado a qualquer pessoa que faça a mínima objeção às pretensões dos gayzistas, mas como a grande mídia prontamente aderiu à “causa”, tem até evangélico dito “esclarecido” (esses que lêem a Ultimato, sabe?) taxando uns e outros de “homofóbico” por aí.
Acesso o portal Terra, o UOL, o Globo.com ou de qualquer outra grande rede de comunicação ou jornal e lá estão as páginas destinadas ao público GLBT, sempre com o beatiful people por perto, repetindo os slogans do “movimento”. Afinal, pega bem, soa moderninho, tolerante e “conscientiza” as pessoas. Aí fico sabendo das gordas verbas que a ONGs que “defendem os direitos” desse pessoal recebe. Vejo a sanha com que querem aprovar o inconstitucionalíssimo projeto de lei conhecido como PLC 122/2006, que simplesmente criminalizará a fé cristã e colocará a Bíblia de uma vez por todas no Index Librorum Prohibitorum da esquerda e da “razão de estado”. Fica fácil de ver quem são os verdadeiros preconceituosos nesse rolo todo.
Sem o cristianismo, que sempre afirmou a responsabilidade do indivíduo em relação a seus atos — que a salvação é pessoal, que cada homem dará conta de si, e apenas de si diante de Deus, sendo um dia julgado por suas obras, e não pelas de outrem —, todo esse anseio por liberdade e todo o estamento jurídico atual que visa defender a dignidade e os direitos de cada pessoa, sobretudo ao direito de viver de acordo com suas próprias convicções, não teria legitimidade nenhuma. Sem a fé cristã, a liberdade azul dos iluministas simplesmente não existiria. Não há lei positiva sem um alicerce num código moral absoluto, que só poderia derivar de um Legislador Absoluto. Infelizmente, tal questão é por demais metafísica para os que reduzem suas convicções aos arranjinhos retóricos mais badalados da semana.
O problema começa quando se encara o estado como legislador absoluto. Aí começa o “divida e reine” dos políticos e burocratas. O poder temporal quer sempre ser maior, pois a natureza humana é viciada em poder e quanto mais determinados setores da sociedade lutarem entre si, maiores prerrogativas o poder estatal atribuirá a si mesmo. Afinal, dirão os burocratas, ali estão eles para manter a lei e a ordem. O que até é verdade. Mas difícil será vê-los admitir que seus deveres não vão muito além disso. A notória polarização e recrudescimento do debate sobre o projeto de lei 122/2006, com “religiosos” de um lado e a facção GLBT de outro, já é a primeira vitória do estado: não apenas sobre ambos os grupos, mas sobre toda uma sociedade ávida por liberdade e que é atualmente sufocada por intervenções estatais das mais violentas. “Ah, mas não é isso que eu percebo, Edson”. Pois é, e é justamente isso que faz o totalitarismo tão forte atualmente. Não percebemos, nos acostumamos e o consideramos a coisa mais normal e “democrática” do mundo.
Nem preciso dizer que aprovada a lei, o problema só irá se agravar. Piadas sobre boiolas, sapatas e afins surgem em qualquer conversa de forma tão espontânea que ninguém se dá conta que trata-se de um tipo específico de gracejo que logo poderá estar sobre a mira da lei. Já os “crimes de ódio” contra gays, hoje, no Brasil, são raríssimos. Se não fossem, veríamos notícias todos os dias na tevê, porque o caso de amor entre a mídia de massa e a nomenklatura gayzista está aí, a olhos vistos. E, convenhamos, ninguém sai do restaurante, do café ou da loja só porque entrou meia-dúzia de rapazes com o timbrezinho da voz um pouco “mole” de mais. Aprovado o projeto 122/2006, o povão, que nada entende de lei, na dúvida, vai preferir ir para outro estabelecimento. “Vai que a gente fala alguma coisa que as bibas não gostem”. Talvez assim a militância gayzista veja que o tiro sai pela culatra. E é muita ingenuidade, para um miúda parcela da população, querer ver sua “causa” sendo “respeitada” por meio de uma lei que criminaliza católicos, evangélicos, judeus e muçulmanos de uma só vez, num país em que é praticamente impossível não ter um parente ou amigo que professe uma dessas crenças. Gente, vamos parar de frescura!
O que falo para o militante gay é o seguinte: “se você quer ser gay, o problema é seu. Mas não me obrigue a pensar que sua condição é tão natural quanto a heterossexual. Sem heteros, não haveria gays. Não haveria mais humanidade. Sem gays... bem, sem gays, deixo por conta da sua imaginação”. Logo, a heterossexualidade e a homossexualidade não podem estar em pé de igualdade juridicamente. Contudo, acredito que a condição pecadora da humanidade vai além da questão sexual. E falo para o cristão: “se você está mais preocupado em recriminar o gay do que em afirmar que há um caminho melhor para ele, você, como ele, terá um dia de prestar contas a Deus”. Mas é justamente isso que o gay militante quer impedir o cristão de fazer, por meio desse projeto de lei absurdo. E o que restará, então: as mútuas tentativas de criminalização. “Guerra de todos contra todos”, ao melhor estilo hobbesiano. Não vejo, portanto, melhor alternativa para a turma GLBT “engajada” do que sossegar o facho. Até porque tudo indica, e aí está o exemplo dos líderes gayzistas Luiz Mott e Denílson Lopes com seus artigos e palestras, que, legalizado o estatuto superior da opção homossexual perante a fisiologia heterossexual do ser humano, o próximo passo será legalizar a pedofilia. Com “respeitados” professores defendendo sexo entre homens e meninos, alguém vai ter coragem de enviar seus filhos à escola?
Enfim, vivemos tempos duros. Mas um dia, constituição nenhuma terá algum valor. Só a imutável, eterna e absoluta lei do Criador de todas as coisas. De nada adiantarão passeatas e chiliquinhos.
Fonte: Profeta Urbano
Divulgação: www.juliosevero.com
Estado, fé cristã, e a tal “homofobia”
Edson Camargo
Com tanta libertinagem e relativismos de toda ordem legitimados culturalmente, não vejo porque tanto medo da tal “homofobia”, palavra que, em seu sentido estrito, significa “medo do igual”, “medo do semelhante”, ou “medo do mesmo”. Sabe-se que tal rótulo foi inventado só para ser aplicado a qualquer pessoa que faça a mínima objeção às pretensões dos gayzistas, mas como a grande mídia prontamente aderiu à “causa”, tem até evangélico dito “esclarecido” (esses que lêem a Ultimato, sabe?) taxando uns e outros de “homofóbico” por aí.
Acesso o portal Terra, o UOL, o Globo.com ou de qualquer outra grande rede de comunicação ou jornal e lá estão as páginas destinadas ao público GLBT, sempre com o beatiful people por perto, repetindo os slogans do “movimento”. Afinal, pega bem, soa moderninho, tolerante e “conscientiza” as pessoas. Aí fico sabendo das gordas verbas que a ONGs que “defendem os direitos” desse pessoal recebe. Vejo a sanha com que querem aprovar o inconstitucionalíssimo projeto de lei conhecido como PLC 122/2006, que simplesmente criminalizará a fé cristã e colocará a Bíblia de uma vez por todas no Index Librorum Prohibitorum da esquerda e da “razão de estado”. Fica fácil de ver quem são os verdadeiros preconceituosos nesse rolo todo.
Sem o cristianismo, que sempre afirmou a responsabilidade do indivíduo em relação a seus atos — que a salvação é pessoal, que cada homem dará conta de si, e apenas de si diante de Deus, sendo um dia julgado por suas obras, e não pelas de outrem —, todo esse anseio por liberdade e todo o estamento jurídico atual que visa defender a dignidade e os direitos de cada pessoa, sobretudo ao direito de viver de acordo com suas próprias convicções, não teria legitimidade nenhuma. Sem a fé cristã, a liberdade azul dos iluministas simplesmente não existiria. Não há lei positiva sem um alicerce num código moral absoluto, que só poderia derivar de um Legislador Absoluto. Infelizmente, tal questão é por demais metafísica para os que reduzem suas convicções aos arranjinhos retóricos mais badalados da semana.
O problema começa quando se encara o estado como legislador absoluto. Aí começa o “divida e reine” dos políticos e burocratas. O poder temporal quer sempre ser maior, pois a natureza humana é viciada em poder e quanto mais determinados setores da sociedade lutarem entre si, maiores prerrogativas o poder estatal atribuirá a si mesmo. Afinal, dirão os burocratas, ali estão eles para manter a lei e a ordem. O que até é verdade. Mas difícil será vê-los admitir que seus deveres não vão muito além disso. A notória polarização e recrudescimento do debate sobre o projeto de lei 122/2006, com “religiosos” de um lado e a facção GLBT de outro, já é a primeira vitória do estado: não apenas sobre ambos os grupos, mas sobre toda uma sociedade ávida por liberdade e que é atualmente sufocada por intervenções estatais das mais violentas. “Ah, mas não é isso que eu percebo, Edson”. Pois é, e é justamente isso que faz o totalitarismo tão forte atualmente. Não percebemos, nos acostumamos e o consideramos a coisa mais normal e “democrática” do mundo.
Nem preciso dizer que aprovada a lei, o problema só irá se agravar. Piadas sobre boiolas, sapatas e afins surgem em qualquer conversa de forma tão espontânea que ninguém se dá conta que trata-se de um tipo específico de gracejo que logo poderá estar sobre a mira da lei. Já os “crimes de ódio” contra gays, hoje, no Brasil, são raríssimos. Se não fossem, veríamos notícias todos os dias na tevê, porque o caso de amor entre a mídia de massa e a nomenklatura gayzista está aí, a olhos vistos. E, convenhamos, ninguém sai do restaurante, do café ou da loja só porque entrou meia-dúzia de rapazes com o timbrezinho da voz um pouco “mole” de mais. Aprovado o projeto 122/2006, o povão, que nada entende de lei, na dúvida, vai preferir ir para outro estabelecimento. “Vai que a gente fala alguma coisa que as bibas não gostem”. Talvez assim a militância gayzista veja que o tiro sai pela culatra. E é muita ingenuidade, para um miúda parcela da população, querer ver sua “causa” sendo “respeitada” por meio de uma lei que criminaliza católicos, evangélicos, judeus e muçulmanos de uma só vez, num país em que é praticamente impossível não ter um parente ou amigo que professe uma dessas crenças. Gente, vamos parar de frescura!
O que falo para o militante gay é o seguinte: “se você quer ser gay, o problema é seu. Mas não me obrigue a pensar que sua condição é tão natural quanto a heterossexual. Sem heteros, não haveria gays. Não haveria mais humanidade. Sem gays... bem, sem gays, deixo por conta da sua imaginação”. Logo, a heterossexualidade e a homossexualidade não podem estar em pé de igualdade juridicamente. Contudo, acredito que a condição pecadora da humanidade vai além da questão sexual. E falo para o cristão: “se você está mais preocupado em recriminar o gay do que em afirmar que há um caminho melhor para ele, você, como ele, terá um dia de prestar contas a Deus”. Mas é justamente isso que o gay militante quer impedir o cristão de fazer, por meio desse projeto de lei absurdo. E o que restará, então: as mútuas tentativas de criminalização. “Guerra de todos contra todos”, ao melhor estilo hobbesiano. Não vejo, portanto, melhor alternativa para a turma GLBT “engajada” do que sossegar o facho. Até porque tudo indica, e aí está o exemplo dos líderes gayzistas Luiz Mott e Denílson Lopes com seus artigos e palestras, que, legalizado o estatuto superior da opção homossexual perante a fisiologia heterossexual do ser humano, o próximo passo será legalizar a pedofilia. Com “respeitados” professores defendendo sexo entre homens e meninos, alguém vai ter coragem de enviar seus filhos à escola?
Enfim, vivemos tempos duros. Mas um dia, constituição nenhuma terá algum valor. Só a imutável, eterna e absoluta lei do Criador de todas as coisas. De nada adiantarão passeatas e chiliquinhos.
Fonte: Profeta Urbano
Divulgação: www.juliosevero.com
8 de out. de 2007
Como não dialogar com os abortista
08 Outubro 200
Como não dialogar com os abortistas
(deve-se levar em conta a má-fé do interlocutor)
Várias vezes Jesus foi interpelado pelos escribas e fariseus, que queriam deixá-lo em situação embaraçosa. Como não agiam de boa-fé, mas com má intenção, Jesus costumava devolver-lhes a pergunta. Assim, eles passavam de interpeladores a interpelados. Vejamos alguns exemplos.
Após a expulsão dos vendedores no Templo, os chefes dos sacerdotes e os anciãos do povo vieram perguntar a Jesus: “Com que autoridade fazes estas coisas? E quem te concedeu essa autoridade?” (Mt 21,23). Em vez de responder imediatamente, Jesus formulou uma pergunta: “Também eu vou propor-vos uma só questão. Se me responderes, também eu vos direi com que autoridade faço estas coisas” (Mt 21,24). A pergunta foi: “O batismo de João, de onde era? Do Céu ou dos homens?” (Mt 21,25). O Evangelho prossegue:
Eles arrazoavam entre si, dizendo: “Se respondermos ‘Do Céu’, ele nos dirá: ‘Por que então não crestes nele?’. Se respondermos ‘Dos homens’, temos medo da multidão, pois todos consideram João como profeta”. Diante disso, responderam a Jesus; “Não sabemos”. Ao que ele também respondeu: “Nem eu vos digo com que autoridade faço estas coisas” (Mt 21,25-27).
* * *
Quando lhe perguntaram se era lícito ou não pagar o tributo a César, Jesus, “percebendo a sua malícia” (Mt 22,15), não respondeu imediatamente. Mandou que lhe mostrassem a moeda do imposto e perguntou: “De quem é esta imagem e esta inscrição?”. Os interrogadores, agora na condição de interrogados, responderam: “De César”. De posse dessa resposta, aí sim Jesus respondeu: “Devolvei, pois, o que é de César a César, e o que é de Deus, a Deus” (Mt 22,21).
* * *
Quando lhe apresentaram o caso de uma mulher surpreendida em flagrante delito de adultério e perguntaram-lhe “para pô-lo à prova, a fim de terem matéria para acusá-lo” (Jo 8,6), se deveriam ou não apedrejá-la, conforme estava escrito na Lei de Moisés, Jesus simplesmente inclinou-se e escreveu com o dedo na terra. Como insistissem em interrogá-lo, Jesus se levantou e disse: “Quem dentre vós estiver sem pecado, seja o primeiro a atirar-lhe uma pedra!” (Jo 8,7). Essa resposta de Jesus fez com que os acusadores passassem à condição de acusados. O incômodo deles foi tamanho que “saíram um após o outro, a começar pelos mais velhos” (Jo 8,9).
* * *
Só vale a pena responder diretamente a uma pergunta sobre o aborto, se o interlocutor estiver de boa-fé. Infelizmente não é esse o caso dos abortistas militantes, que fazem conferências, escrevem em jornais e dão entrevistas na televisão. Dialogar com eles a fim de fazê-los mudar de idéia é como malhar em ferro frio. Se, porém, o debate é público, convém que se responda. Não por causa deles, mas por causa dos outros, que estão assistindo ao debate.
Em uma situação dessas, o defensor da vida deve agir como Jesus diante dos escribas e fariseus. Nos exemplos abaixo, há algumas perguntas abortistas e há dois tipos de resposta pró-vida: a “errada” e a “certa”. “Errada”, neste caso não significa necessariamente falsa. É uma resposta que, mesmo verdadeira, não atinge o cerne da questão e deixa o opositor em posição cômoda para novos ataques. Por isso ela é estrategicamente errada. A resposta “certa” é aquela que, além de verdadeira, deixa patente a insensatez da posição abortista e transforma o acusador em acusado. É uma resposta estrategicamente certa.
PERGUNTA ABORTISTA
RESPOSTA PRÓ-VIDA
Uma menina foi violentada e está grávida. Você acha que uma criança pode ser mãe de outra criança?
ERRADA: Sim, a menina pode cuidar de seu bebê desde que receba ajuda da comunidade.
CERTA: Mãe ela já é! Ao que parece, você não está perguntando se ela pode ser mãe de outra criança. Você pergunta se podemos matar a criança pequena em benefício da criança grande. Respondo que não. Ambas as vidas são igualmente invioláveis.
É justo compelir uma mulher a levar adiante a gestação de um feto que não tem cérebro?
ERRADA: Sim, é justo.
CERTA: Pelo que entendi, você pergunta se é justo dar à mãe de uma criança gravemente deficiente o direito de matá-la a fim de se ver livre dela. É claro que a mãe não tem esse direito.
Você acredita que a vida de um indivíduo humano começa com a concepção?
ERRADA: Sim, eu acredito.
CERTA: Não, eu não acredito nisso porque isso não é objeto de crença. É uma verdade que eu colho das Ciências Naturais. Da mesma forma, eu não acredito que a Terra é redonda, nem que o morcego é um mamífero. Não é necessária uma revelação sobrenatural para saber que um indivíduo humano começa quando é concebido. Os que defendem o aborto, é que negam esse dado biológico.
Nos países que legalizaram o aborto, houve uma queda do número de abortos. Não seria conveniente que os defensores da vida lutassem para legalizar o aborto?
ERRADA: Não é verdade. Em todos os países em que o aborto foi legalizado, o número de abortos aumentou.
CERTA: O que importa para nós, pró-vida, não é o “total geral” de abortos, mas a vida de cada criança em particular. Ainda que, por absurdo, a legalização desse crime levasse à diminuição de sua prática, não poderíamos legalizá-lo. O que importa é a proteção legal desta criança que está no ventre desta mãe. Cada bebê é precioso. Não é um simples número em uma estatística.
Você não acha que cada mulher deve ter direito ao próprio corpo?
ERRADA: Sim, mas o direito ao próprio corpo não é ilimitado.
CERTA: Pelo que entendi, para você o corpo humano se compõe de quatro partes: cabeça, tronco, membros e criança. Como a mulher corta as unhas e os cabelos, ela deveria, segundo seu pensamento, poder cortar a criança que carrega em seu útero.
Atualmente só as mulheres ricas têm acesso a um aborto seguro. As mulheres pobres acabam morrendo em mãos de curiosas. Não seria melhor legalizar o aborto para por fim a essa hipocrisia?
ERRADA: As mulheres ricas também morrem por causa da prática de aborto.
CERTA: Para o bebê o aborto nunca é seguro, mas é 100% letal. Ninguém, seja rico seja pobre, tem o direito de exigir segurança para si ao matar um inocente. Os ladrões não têm direito a um “roubo seguro”; os seqüestradores não têm direito a um “seqüestro seguro”; os homicidas não têm direito a um “homicídio seguro”.
Centenas de milhares de mulheres morrem, a cada ano, por causa de abortos mal feitos. Legalizar o aborto não seria uma exigência da saúde pública?
ERRADA: O número anual de mortes maternas por aborto no Brasil não chega a duas centenas.
CERTA: Ainda que fosse verdade que houvesse uma multidão de mulheres mortas a cada ano por causa de “abortos mal feitos”, a solução óbvia para evitar essa mortandade seria não abortar. Ao invés de legalizar a morte dos inocentes, é preciso valorizar a maternidade e a vida intra-uterina, e dar assistência às gestantes. Isso sim é uma exigência da saúde pública!
Roma, 7 de outubro de 2007.
Pe. Luiz Carlos Lodi da CruzPresidente do Pró-Vida de Anápolis
Como não dialogar com os abortistas
(deve-se levar em conta a má-fé do interlocutor)
Várias vezes Jesus foi interpelado pelos escribas e fariseus, que queriam deixá-lo em situação embaraçosa. Como não agiam de boa-fé, mas com má intenção, Jesus costumava devolver-lhes a pergunta. Assim, eles passavam de interpeladores a interpelados. Vejamos alguns exemplos.
Após a expulsão dos vendedores no Templo, os chefes dos sacerdotes e os anciãos do povo vieram perguntar a Jesus: “Com que autoridade fazes estas coisas? E quem te concedeu essa autoridade?” (Mt 21,23). Em vez de responder imediatamente, Jesus formulou uma pergunta: “Também eu vou propor-vos uma só questão. Se me responderes, também eu vos direi com que autoridade faço estas coisas” (Mt 21,24). A pergunta foi: “O batismo de João, de onde era? Do Céu ou dos homens?” (Mt 21,25). O Evangelho prossegue:
Eles arrazoavam entre si, dizendo: “Se respondermos ‘Do Céu’, ele nos dirá: ‘Por que então não crestes nele?’. Se respondermos ‘Dos homens’, temos medo da multidão, pois todos consideram João como profeta”. Diante disso, responderam a Jesus; “Não sabemos”. Ao que ele também respondeu: “Nem eu vos digo com que autoridade faço estas coisas” (Mt 21,25-27).
* * *
Quando lhe perguntaram se era lícito ou não pagar o tributo a César, Jesus, “percebendo a sua malícia” (Mt 22,15), não respondeu imediatamente. Mandou que lhe mostrassem a moeda do imposto e perguntou: “De quem é esta imagem e esta inscrição?”. Os interrogadores, agora na condição de interrogados, responderam: “De César”. De posse dessa resposta, aí sim Jesus respondeu: “Devolvei, pois, o que é de César a César, e o que é de Deus, a Deus” (Mt 22,21).
* * *
Quando lhe apresentaram o caso de uma mulher surpreendida em flagrante delito de adultério e perguntaram-lhe “para pô-lo à prova, a fim de terem matéria para acusá-lo” (Jo 8,6), se deveriam ou não apedrejá-la, conforme estava escrito na Lei de Moisés, Jesus simplesmente inclinou-se e escreveu com o dedo na terra. Como insistissem em interrogá-lo, Jesus se levantou e disse: “Quem dentre vós estiver sem pecado, seja o primeiro a atirar-lhe uma pedra!” (Jo 8,7). Essa resposta de Jesus fez com que os acusadores passassem à condição de acusados. O incômodo deles foi tamanho que “saíram um após o outro, a começar pelos mais velhos” (Jo 8,9).
* * *
Só vale a pena responder diretamente a uma pergunta sobre o aborto, se o interlocutor estiver de boa-fé. Infelizmente não é esse o caso dos abortistas militantes, que fazem conferências, escrevem em jornais e dão entrevistas na televisão. Dialogar com eles a fim de fazê-los mudar de idéia é como malhar em ferro frio. Se, porém, o debate é público, convém que se responda. Não por causa deles, mas por causa dos outros, que estão assistindo ao debate.
Em uma situação dessas, o defensor da vida deve agir como Jesus diante dos escribas e fariseus. Nos exemplos abaixo, há algumas perguntas abortistas e há dois tipos de resposta pró-vida: a “errada” e a “certa”. “Errada”, neste caso não significa necessariamente falsa. É uma resposta que, mesmo verdadeira, não atinge o cerne da questão e deixa o opositor em posição cômoda para novos ataques. Por isso ela é estrategicamente errada. A resposta “certa” é aquela que, além de verdadeira, deixa patente a insensatez da posição abortista e transforma o acusador em acusado. É uma resposta estrategicamente certa.
PERGUNTA ABORTISTA
RESPOSTA PRÓ-VIDA
Uma menina foi violentada e está grávida. Você acha que uma criança pode ser mãe de outra criança?
ERRADA: Sim, a menina pode cuidar de seu bebê desde que receba ajuda da comunidade.
CERTA: Mãe ela já é! Ao que parece, você não está perguntando se ela pode ser mãe de outra criança. Você pergunta se podemos matar a criança pequena em benefício da criança grande. Respondo que não. Ambas as vidas são igualmente invioláveis.
É justo compelir uma mulher a levar adiante a gestação de um feto que não tem cérebro?
ERRADA: Sim, é justo.
CERTA: Pelo que entendi, você pergunta se é justo dar à mãe de uma criança gravemente deficiente o direito de matá-la a fim de se ver livre dela. É claro que a mãe não tem esse direito.
Você acredita que a vida de um indivíduo humano começa com a concepção?
ERRADA: Sim, eu acredito.
CERTA: Não, eu não acredito nisso porque isso não é objeto de crença. É uma verdade que eu colho das Ciências Naturais. Da mesma forma, eu não acredito que a Terra é redonda, nem que o morcego é um mamífero. Não é necessária uma revelação sobrenatural para saber que um indivíduo humano começa quando é concebido. Os que defendem o aborto, é que negam esse dado biológico.
Nos países que legalizaram o aborto, houve uma queda do número de abortos. Não seria conveniente que os defensores da vida lutassem para legalizar o aborto?
ERRADA: Não é verdade. Em todos os países em que o aborto foi legalizado, o número de abortos aumentou.
CERTA: O que importa para nós, pró-vida, não é o “total geral” de abortos, mas a vida de cada criança em particular. Ainda que, por absurdo, a legalização desse crime levasse à diminuição de sua prática, não poderíamos legalizá-lo. O que importa é a proteção legal desta criança que está no ventre desta mãe. Cada bebê é precioso. Não é um simples número em uma estatística.
Você não acha que cada mulher deve ter direito ao próprio corpo?
ERRADA: Sim, mas o direito ao próprio corpo não é ilimitado.
CERTA: Pelo que entendi, para você o corpo humano se compõe de quatro partes: cabeça, tronco, membros e criança. Como a mulher corta as unhas e os cabelos, ela deveria, segundo seu pensamento, poder cortar a criança que carrega em seu útero.
Atualmente só as mulheres ricas têm acesso a um aborto seguro. As mulheres pobres acabam morrendo em mãos de curiosas. Não seria melhor legalizar o aborto para por fim a essa hipocrisia?
ERRADA: As mulheres ricas também morrem por causa da prática de aborto.
CERTA: Para o bebê o aborto nunca é seguro, mas é 100% letal. Ninguém, seja rico seja pobre, tem o direito de exigir segurança para si ao matar um inocente. Os ladrões não têm direito a um “roubo seguro”; os seqüestradores não têm direito a um “seqüestro seguro”; os homicidas não têm direito a um “homicídio seguro”.
Centenas de milhares de mulheres morrem, a cada ano, por causa de abortos mal feitos. Legalizar o aborto não seria uma exigência da saúde pública?
ERRADA: O número anual de mortes maternas por aborto no Brasil não chega a duas centenas.
CERTA: Ainda que fosse verdade que houvesse uma multidão de mulheres mortas a cada ano por causa de “abortos mal feitos”, a solução óbvia para evitar essa mortandade seria não abortar. Ao invés de legalizar a morte dos inocentes, é preciso valorizar a maternidade e a vida intra-uterina, e dar assistência às gestantes. Isso sim é uma exigência da saúde pública!
Roma, 7 de outubro de 2007.
Pe. Luiz Carlos Lodi da CruzPresidente do Pró-Vida de Anápolis
4 de out. de 2007
Site Teologia Pentencostal de Gutierres Siqueira
É comum no meio de pentecostais ou neopentecostais contemporâneos, o relato de arrebatamentos e subidas ao céu, como descidas ao inferno. Essa prática carece de respaldo bíblico, pois todo protestante deveria lembrar que a Bíblia é a única regra de fé e prática do cristão.Os defensores desse modismo baseiam em dois personagens bíblicos, Paulo e João, que foram arrebatados até ao céu. Em 2 Co 12.1-6, Paulo relata a sua experiência em um arrebatamento, onde ele ouviu “palavras inefáveis”, ou seja, revelações que deram origem a boa parte das epístolas canônicas. O propósito do arrebatamento de Paulo foi receber as revelações das verdades neotestamentárias. Da mesma forma, o apóstolo João foi arrebatado(Ap 1.10), para receber as revelações que hoje é conhecida como o livro do Apocalipse (Gr. Apokalupsis, revelação). Esses dois exemplos são especiais, pois esses apóstolos foram arrebatados para receber verdades canônicas, sendo assim, não são justificativa para os arrebatados modernos, pois ninguém pode nessa era produzir novas verdades bíblicas, pois o cânon bíblico está fechado.Há vários exemplos de pessoas que foram “arrebatadas”, que trouxeram prejuízo, com os seus falsos ensinamentos. Quem não se lembra do pastor que foi no inferno, e o diabo disse que a calça jeans era do inferno, assim como a maquiagem e outros adornos. Quantos pessoas não aceitaram isso como verdade bíblica! Há outro pastor que foi no céu e com uma reunião com a Trindade, Deus Pai falou a esse “apóstolo”, que ele seria o último canal de avivamento na terra. Esse “apóstolo” chegou a conversar com Paulo e João, quanta aberração! Não seria isso um “espiritismo gospel”, pois Paulo e João estão mortos. Cabe a observação do pr. Ciro Zibordi, que escreve: “Ao contrário de alguns pregadores que também dizem ter visitado o céu, Paulo não se gloriou por causa dessa experiência sobrenatural”.¹ A maioria desses “arrebatados” se colocam como os únicos ungidos, cheirando soberba e arrogância.O livro de Atos não relata arrebatamentos de crentes, como uma manifestação do Espírito Santo. Esse modismo leva muitos a buscarem novidades de revelações celestiais e desprezam a divina e sublime revelação, que é a Sagrada Escritura. Deus ainda fala por meio de revelações(dom da palavra do conhecimento), visões, profecias e proclamações da Palavra. Mas cabe uma observação, pois assim como a pregação da Palavra deve passar pelo exame cuidadoso, baseado na verdade escriturística; a profecia, visões e revelações devem passar pelo exame bíblico. Essa manifestações não devem criar novas doutrinas, mas somente reafirmar as verdades bíblicas.Muitos, baseiam sua convicção doutrinária encima de experiências pessoais, são vítimas de um cruel empirismo, em que o alicerce doutrinário de suas congregações são rasos e fracos. Como lembra o teólogo pentecostal Esequias Soares:A emoção caiu, também, com a natureza humana no Éden e, por isso, a fé não pode ser fundamentada na experiência humana...As experiências pessoais são marcas importantes na vida dos pentecostais, cremos em um Deus que se comunica com seus filhos por sonhos, visões, profecias, mas essas experiências são para edificação pessoal e não para estabelecer doutrinas. O cristianismo autêntico não deve ir além das Escrituras Sagradas. A Bíblia é a única autoridade para a vida do cristão.²Tudo aquilo que Deus faz tem um propósito, que aos homens estão revelados ou não, mas qual seria o propósito dos arrebatamentos modernos, quando a igreja tem a Palavra de Deus na pregação e a manifestação dos dons espirituais? O que aconteceu com Paulo e João, foram fatos exclusivos de sua época e do colegiado apostólico, para que hoje pudesse haver a Palavra escrita. Fica a recomendação de Paulo, o apóstolo: “aprendais a não ir além do que está escrito”(1 Co 4.6b).
Referências bibliográficas:1- ZIBORDI, Ciro. Evangelhos que Paulo Jamais Pregaria. 2 ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2006. p 27.2- SOARES, Esequias. Heresias e Modismos. 1 ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2006. p 310.
É comum no meio de pentecostais ou neopentecostais contemporâneos, o relato de arrebatamentos e subidas ao céu, como descidas ao inferno. Essa prática carece de respaldo bíblico, pois todo protestante deveria lembrar que a Bíblia é a única regra de fé e prática do cristão.Os defensores desse modismo baseiam em dois personagens bíblicos, Paulo e João, que foram arrebatados até ao céu. Em 2 Co 12.1-6, Paulo relata a sua experiência em um arrebatamento, onde ele ouviu “palavras inefáveis”, ou seja, revelações que deram origem a boa parte das epístolas canônicas. O propósito do arrebatamento de Paulo foi receber as revelações das verdades neotestamentárias. Da mesma forma, o apóstolo João foi arrebatado(Ap 1.10), para receber as revelações que hoje é conhecida como o livro do Apocalipse (Gr. Apokalupsis, revelação). Esses dois exemplos são especiais, pois esses apóstolos foram arrebatados para receber verdades canônicas, sendo assim, não são justificativa para os arrebatados modernos, pois ninguém pode nessa era produzir novas verdades bíblicas, pois o cânon bíblico está fechado.Há vários exemplos de pessoas que foram “arrebatadas”, que trouxeram prejuízo, com os seus falsos ensinamentos. Quem não se lembra do pastor que foi no inferno, e o diabo disse que a calça jeans era do inferno, assim como a maquiagem e outros adornos. Quantos pessoas não aceitaram isso como verdade bíblica! Há outro pastor que foi no céu e com uma reunião com a Trindade, Deus Pai falou a esse “apóstolo”, que ele seria o último canal de avivamento na terra. Esse “apóstolo” chegou a conversar com Paulo e João, quanta aberração! Não seria isso um “espiritismo gospel”, pois Paulo e João estão mortos. Cabe a observação do pr. Ciro Zibordi, que escreve: “Ao contrário de alguns pregadores que também dizem ter visitado o céu, Paulo não se gloriou por causa dessa experiência sobrenatural”.¹ A maioria desses “arrebatados” se colocam como os únicos ungidos, cheirando soberba e arrogância.O livro de Atos não relata arrebatamentos de crentes, como uma manifestação do Espírito Santo. Esse modismo leva muitos a buscarem novidades de revelações celestiais e desprezam a divina e sublime revelação, que é a Sagrada Escritura. Deus ainda fala por meio de revelações(dom da palavra do conhecimento), visões, profecias e proclamações da Palavra. Mas cabe uma observação, pois assim como a pregação da Palavra deve passar pelo exame cuidadoso, baseado na verdade escriturística; a profecia, visões e revelações devem passar pelo exame bíblico. Essa manifestações não devem criar novas doutrinas, mas somente reafirmar as verdades bíblicas.Muitos, baseiam sua convicção doutrinária encima de experiências pessoais, são vítimas de um cruel empirismo, em que o alicerce doutrinário de suas congregações são rasos e fracos. Como lembra o teólogo pentecostal Esequias Soares:A emoção caiu, também, com a natureza humana no Éden e, por isso, a fé não pode ser fundamentada na experiência humana...As experiências pessoais são marcas importantes na vida dos pentecostais, cremos em um Deus que se comunica com seus filhos por sonhos, visões, profecias, mas essas experiências são para edificação pessoal e não para estabelecer doutrinas. O cristianismo autêntico não deve ir além das Escrituras Sagradas. A Bíblia é a única autoridade para a vida do cristão.²Tudo aquilo que Deus faz tem um propósito, que aos homens estão revelados ou não, mas qual seria o propósito dos arrebatamentos modernos, quando a igreja tem a Palavra de Deus na pregação e a manifestação dos dons espirituais? O que aconteceu com Paulo e João, foram fatos exclusivos de sua época e do colegiado apostólico, para que hoje pudesse haver a Palavra escrita. Fica a recomendação de Paulo, o apóstolo: “aprendais a não ir além do que está escrito”(1 Co 4.6b).
Referências bibliográficas:1- ZIBORDI, Ciro. Evangelhos que Paulo Jamais Pregaria. 2 ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2006. p 27.2- SOARES, Esequias. Heresias e Modismos. 1 ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2006. p 310.
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