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12 de set. de 2012

Lição 12: As dores do abandono Data: 16 de Setembro de 2012


Lições Bíblicas CPAD       Jovens e Adultos


Lição 12: As dores do abandono
Data: 16 de Setembro de 2012



3º Trimestre de 2012

Título: Vencendo as aflições da vida — Muitas são as aflições do justo, mas o Senhor o livra de todas
Comentarista: Eliezer de Lira e Silva





TEXTO ÁUREO

“Deus faz que o solitário viva em família; liberta aqueles que estão presos em grilhões; mas os rebeldes habitam em terra seca” (Sl 68.6).

VERDADE PRÁTICA

Ainda que sejamos abandonados por parentes, amigos ou irmãos, Deus jamais nos desamparará.

HINOS SUGERIDOS

178, 187, 304.

LEITURA DIÁRIA

Segunda - 1 Tm 5.8
Quem não cuida da família é pior que o infiel



Terça - Lv 19.32
Os idosos devem ser honrados



Quarta - Pv 27.10
Os amigos não devem ser abandonados



Quinta - Sl 50.15
Deus atende-nos no dia da angústia



Sexta - Êx 33.10,11
Moisés — o companheiro de Deus



Sábado - Jo 14.26
A promessa da vinda do Consolador

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE

2 Timóteo 4.9-18.

9 - Procura vir ter comigo depressa.
10 - Porque Demas me desamparou, amando o presente século, e foi para Tessalônica; Crescente, para a Galácia, Tito, para a Dalmácia.
11 - Só Lucas está comigo. Toma Marcos e traze-o contigo, porque me é muito útil para o ministério.
12 - Também enviei Tíquico a Éfeso.
13 - Quando vieres, traze a capa que deixei em Trôade, em casa de Carpo, e os livros, principalmente os pergaminhos.
14 - Alexandre, o latoeiro, causou-me muitos males; o Senhor lhe pague segundo as suas obras.
15 - Tu, guarda-te também dele, porque resistiu muito às nossas palavras.
16 - Ninguém me assistiu na minha primeira defesa; antes, todos me desampararam. Que isto lhes não seja imputado.
17 - Mas o Senhor assistiu-me e fortaleceu-me, para que, por mim, fosse cumprida a pregação e todos os gentios a ouvissem; e fiquei livre da boca do leão.
18 - E o Senhor me livrará de toda má obra e guardar-me-á para o seu Reino celestial; a quem seja glória para todo o sempre. Amém!

INTERAÇÃO

Quem nunca se sentiu solitário ou abandonado ao atravessar um momento de dor e dificuldade? Os amigos e familiares podem até nos abandonar, mas temos um Deus que jamais nos desampara. Ele não nos deixa só (Is 49.15). As adversidades da vida muitas vezes embaçam os nossos olhos nos impedindo de ver o livramento do Senhor. Todavia Ele está conosco. Enfatize essa verdade durante o decorrer da lição, e mostre que como servos de Deus não podemos abandonar nossos irmãos, antes devemos consolá-los com o mesmo consolo que recebemos do Senhor.

OBJETIVOS

Após esta aula, o aluno deverá estar apto a:
Reconhecer a dor que um abandono familiar pode causar.
Discutir a respeito do abandono em momentos difíceis.
Conscientizar-se de que Deus jamais nos abandona.

ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA

Inicie a lição fazendo a seguinte indagação: “O que fazer diante do abandono?”. Ouça com atenção os alunos e explique que esta é uma situação muito difícil e que causa muita dor emocional, mágoas e ressentimentos. Porém, podemos tomar duas atitudes: a primeira é ter a consciência e a certeza de que Deus, como um Pai amoroso e bondoso, nunca nos deixa. (Leia Isaías 49.5). A segunda é perdoar os que nos abandonaram e desprezaram. Perdoar não é algo fácil. Todavia, é preciso para que possamos seguir em frente e sermos vitoriosos. Conclua lendo o texto áureo da lição.

COMENTÁRIO

introdução

Palavra Chave
Abandono: Deixar só, desamparar.

Hoje, trataremos dos efeitos que o abandono ocasiona na vida do servo de Deus. Não é novidade para ninguém, que é justamente nos momentos de angústia e aflição, que o ser humano sente-se esquecido por todos, inclusive pelos mais chegados. Todavia, consola-nos saber que o Senhor nunca abandona os seus filhos. Ele não os esquece. Aliás, o Pai Celeste conhece cada um de nós pelo nome. Quando o Senhor subiu ao céu, não nos deixou órfãos: enviou-nos o Espírito Santo, para consolar-nos e guiar-nos em todas as coisas (Jo 14.16).

I. O ABANDONO FAMILIAR

1. Na doença. Ninguém está imune às doenças, mesmo aqueles que professam servir a Deus (Gn 3.16-19). Por isso, quando enfermos, todos nós precisamos de ajuda e auxílio especializados. Infelizmente, há famílias que, nesses momentos, não suportando o estresse, acabam abandonando o doente à própria sorte, principalmente em se tratando de casos crônicos. Os que agem desta maneira demonstram não possuir ainda o genuíno amor cristão.
A pessoa enferma necessita do apoio, do carinho e da dedicação dos seus familiares, para vencer e suportar a enfermidade. Não podemos nos esquecer, ainda, dos casais que se divorciam quando um dos cônjuges adoece. Deus não aprova tal atitude (Mt 19.6).
2. No vício. Geralmente é na fase da adolescência que se conhece e se começa a consumir o fumo e o álcool e até drogas ilícitas. Muitos entram no submundo das drogas por carência afetiva, curiosidade ou para ser aceito por um determinado grupo social. A pessoa viciada perde a noção do certo e do errado e, para satisfazer o vício, é capaz de roubar e até matar. Alguns cometem suicídio porque se sentem sozinhos e abandonados por amigos e familiares. Lidar com viciados não é tarefa fácil. Mas é nessa hora que a família precisa fazer-se presente e estar unida para ajudá-los a livrarem-se das drogas (1 Tm 5.8).
3. Na melhor idade. A terceira idade, também chamada de melhor idade, é composta por aqueles que passaram dos sessenta anos. Em nossa sociedade, os idosos não são prezados, e algumas famílias chegam até a desampará-los. Muitos são colocados em casas de repouso, ou asilos, e lá permanecem sem assistência alguma. As Escrituras relatam que os mais velhos devem ser respeitados e ouvidos pelos mais novos (Js 23.1,2; Lm 5.12,14). O mandamento do Senhor de honrar o pai e a mãe continua válido para os dias atuais (Ef 6.1-3).



SINOPSE DO TÓPICO (I)

Os filhos jamais devem desamparar os pais, pois o mandamento do Senhor de honrar o pai e a mãe continua válido para os dias atuais.



II. O ABANDONO EM SITUAÇÕES DIFÍCEIS

1. No desemprego. No desemprego, a situação financeira complica-se e o padrão de vida sofre drástica queda. Nesse momento é que conhecemos, de fato, nossos verdadeiros amigos (Lc 15.11-32). Até os familiares desaparecem, pois temem emprestar-nos dinheiro e ouvir-nos as lamúrias. O Senhor Deus, porém, não deixa seus filhos ao desamparo. Ele envia-nos o recurso necessário (Sl 37.25).
2. Da amizade. Todos sonhamos ter uma amizade parecida com a de Davi e Jonatas e com a de Rute e Noemi (1 Sm 18.1; Rt 1.8-18). Uma amizade desinteressada e verdadeiramente cristã. No momento da dor, Noemi encontrou em Rute um forte esteio e Davi descobriu em Jonatas um verdadeiro e leal protetor. Infelizmente, muitas pessoas são abandonadas e traídas por aqueles que pareciam grandes amigos. Até mesmo o apóstolo Paulo sentiu a dor do abandono: “Ninguém me assistiu na minha primeira defesa; antes, todos me desampararam. Que isto lhes não seja imputado” (2 Tm 4.16). O Senhor, porém, assistiu e fortaleceu o apóstolo. A Palavra de Deus adverte-nos a não abandonar o amigo (Pv 27.10). Sejamos, pois fiéis, leais e amorosos (Pv 17.17).
3. Da igreja. A igreja é o local onde o abandonado e solitário deveria encontrar amigos e irmãos (Mc 10.29,30). Infelizmente, há igrejas que se esquecem de seus membros e congregados; não os visitam, não oram por eles e nem lhes tratam as feridas. O Senhor Jesus, porém, interessa-se por cada uma de suas ovelhas em particular.
É chegada a hora de olharmos com mais carinho por aqueles que necessitam de nossos cuidados. Olhemos também pelos missionários que, muitas vezes abandonados, experimentam privações de toda sorte. Somos um só corpo e, como tal, devemos cuidar e zelar uns pelos outros, para que a Igreja de Cristo desfrute perfeita saúde (1 Co 12.12).



SINOPSE DO TÓPICO (II)

O Senhor nunca desampara seus filhos.



III. O DEUS QUE NÃO ABANDONA

1. Na angústia. Elias muito se angustiou, por causa das perseguições que lhe movia Jezabel (1 Rs 18.40; 19.1-3). Temendo por sua vida, o profeta fugiu para o deserto e, ali, desejou profundamente a morte (1 Rs 19.4). Após caminhar quarenta dias e quarentas noites até Horebe, escondeu-se numa caverna (1 Rs 19.8). Ele muito se entristeceu porque achava ser o único crente em todo o Israel. O Senhor, porém, animou-o, revelando-lhe que reservara sete mil servos fiéis, em todo aquele reino, semelhantes a ele (1 Rs 19.14,18). Quantas pessoas não se sentem exatamente assim? O Senhor nunca nos desampara. Nas horas de aflição, sempre faz-se presente (Sl 50.15).
2. O amigo. Abraão foi chamado de amigo de Deus (Tg 2.23). Será que podemos ter o mesmo privilégio? Jesus chamou seus discípulos de amigos, quando o esperado era que os tratasse como servos (Jo 15.15). Ele é o amigo fiel; não nos abandona na hora difícil. Na tempestade, livrou os discípulos do naufrágio iminente. Ele multiplicou pães e peixes e ressuscitou seu amigo, Lázaro (Mc 4.35-41; Jo 6.1-15; 11.11). Aleluia!
Ao morrer em nosso lugar, Jesus ofereceu a maior prova de amor e lealdade que um amigo pode dar (Jo 15.13). Cristo, o amigo verdadeiro, morreu na cruz do Calvário para que hoje tivéssemos direito à vida eterna. Para você ter esse amigo fiel ao seu lado, basta aceitá-lo como seu salvador pessoal.
3. A sua Igreja. Dias antes de sua morte, Jesus assegurou aos discípulos que não os deixaria sozinhos, pois haveria de enviar-lhes o Consolador (Jo 14.26). Ele não abandona a sua Igreja. A promessa foi cumprida no dia de Pentecostes, quando os discípulos foram cheios do Espírito Santo e começaram a falar em outras línguas (At 2). É o Espírito Santo que convence o homem do pecado, guiando-nos em todas as coisas. O Senhor cumpriu a sua Palavra. Por isso, quando o sentimento de abandono e solidão nos sobrevier, busquemos a Deus em oração e, assim, sentiremos a doce e confortável presença do Espírito Santo.



SINOPSE DO TÓPICO (III)

Jesus não nos deixou sozinhos, Ele enviou-nos o Consolador.



CONCLUSÃO

Ainda que a família e os amigos venham a abandonar-nos, Deus sempre nos acolherá. Ele está ao nosso lado. O seu Espírito orienta-nos em todas as nossas provações. Portanto, recorramos a Ele em nossas necessidades. Por outro lado, não nos esqueçamos de socorrer os que se acham em lutas e tribulações. É o que nos recomenda a lei do amor que nos entregou o Senhor Jesus. O seu mandamento é claro: amai-vos uns aos outros.

BIBLIOGRAFIA SUGERIDA

Comentário Bíblico Beacon. Vol.9., 1.ed., RJ: CPAD, 2005.

EXERCÍCIOS

1. O que a pessoa enferma necessita?
R. Necessita do apoio, do carinho e da dedicação dos seus familiares, para vencer e suportar a enfermidade.

2. Em nossa sociedade, como é composta a terceira idade?
R. É composta por aqueles que passaram dos sessenta anos.

3. Que tipo de local a igreja deve ser?
R. A igreja deve ser o local onde o abandonado e solitário encontra amigos e irmãos.

4. O que Jesus assegurou aos discípulos dias antes de sua morte?
R. Ele assegurou que não os deixaria sozinhos, pois haveria de enviar-lhes o Consolador.

5. Você tem buscado a direção de Deus nas provações?
R. Resposta pessoal.

AUXÍLIO BIBLIOGRÁFICO

Subsídio Bibliológico

“Na ocasião em que foi abandonado por todos, Paulo recorda como Deus foi fiel: ‘Ninguém me assistiu na minha primeira defesa; antes, todos me desampararam. Que isto não seja imputado’ (2 Tm 4.16). [...] Paulo se recusou a ficar amargurado por esta experiência. Sua oração pelos que o abandonaram é quase idêntica à oração de Estêvão por seus assassinos: ‘Senhor, não lhes imputes este pecado’ (At 7.60).
Mas Deus permaneceu fiel: ‘Mas o Senhor assistiu-me e fortaleceu-me, para que, por mim, fosse cumprida a pregação e todos os gentios a ouvissem; e fiquei livre da boca do leão’ (2 Tm 4.17). O apóstolo está se referindo à preponderância que teve ao enfrentar ousadamente seus inimigos na audiência e ao testemunho fiel do evangelho de Cristo, de que recebeu capacitação para testificar na mesma ocasião. Ficar livre da boca do leão foi um triunfo interior e espiritual em toda essa dificuldade que os lacaios de Satanás puderam lhe causar” (Comentário Bíblico Beacon. Vol.9., 1.ed., RJ: CPAD, 2005, p.535).


Fonte: CPAD / Est. da Bíblia

Divulgação: www.jorgenilson.com

O rolo compressor do Projeto Sarney


O rolo compressor do Projeto Sarney

Reforma do Código Penal pretende esmagar o que resta de valores cristãos

Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz

Em 27 de junho de 2012, uma Comissão de Juristas entregou ao presidente do Senado, José Sarney, o anteprojeto de reforma do Código Penal. Seria de se esperar, que o texto fosse submetido à apreciação da sociedade para receber críticas e sugestões[1]. Isso, porém, não ocorreu. Em 9 de julho de 2012, apenas 11 dias depois, o Senador José Sarney subscreveu o anteprojeto convertendo-o em projeto de lei: o PLS 236/2012. Ao assinar o projeto, Sarney agiu de modo semelhante a Pilatos. Declarou-se, “por uma questão de consciência e religião”, contrário à eutanásia, ao aborto, ao porte de drogas e seu plantio para uso, mas não retirou nada disso do texto que subscreveu. Lavou as mãos, disse que era inocente do sangue de Cristo, mas decretou a sentença injusta. Favoreceu a presidente Dilma que, embora favorável ao aborto, havia prometido na campanha eleitoral não enviar ao Congresso qualquer proposta abortista.

O anteprojeto – agora convertido em projeto – foi muito mais audacioso que o de 1998. Pretendeu reformar não só a parte especial do Código Penal, mas também a parte geral e a imensa legislação penal extravagante. E tudo isso no curto prazo de seis meses![2] O resultado foi um conjunto de 544 artigos cheios de falhas graves.

Animais e pessoas

Segundo a linha ideológica do PLS 236/2012, o ser humano vale menos que os animais. A omissão de socorro a uma pessoa (art. 132) é punida com prisão, de um a seis meses, ou multa. A omissão de socorro a um animal (art. 394) é punida com prisão, de um a quatro anos. Conduzir um veículo sem habilitação, pondo em risco a segurança de pessoas (art. 204) é conduta punida com prisão, de um a dois anos. Transportar um animal em condições inadequadas, pondo em risco sua saúde ou integridade física (art. 392), é conduta punida com prisão, deum a quatro anos. Os ovos, larvas ou espécimes da fauna silvestre não podem ser vendidos, adquiridos, transportados nem guardados, sob pena de prisão, de dois a quatro anos (art. 388, §1º, III). Os embriões humanos, porém, podem ser comercializados, submetidos à engenharia genética ou clonados sem qualquer sanção penal, uma vez que ficam revogados (art. 544) os artigos 24 a 29 de Lei de Biossegurança (Lei 11.101/2005).

Terrorismo e invasão de terras

O terrorismo é criminalizado (art. 239). Mas as condutas descritas (sequestrar, incendiar, saquear, depredar, explodir...) deixam de constituir crime de terrorismo se “movidas por propósitos sociais ou reivindicatórios” (art. 239, §7º). Os invasores de terra são favorecidos, uma vez que “a simples inversão da posse do bem não caracteriza, por si só, a consumação do delito” (art. 24, parágrafo único).

Prostituição infantil

Atualmente comete estupro de vulnerável quem pratica conjunção carnal com menor de 14 anos (art. 217-A, CP). O projeto baixa a idade: só considera vulnerável a pessoa que tenha “até doze anos”. Isso vale para o estupro de vulnerável (art. 186), manipulação ou introdução de objetos em vulnerável (art. 187) e molestamento sexual de vulnerável (art. 188). Deixa de ser crime manter casa de prostituição (art. 229, CP) ou tirar proveito da prostituição alheia (art. 230, CP). Quanto ao favorecimento da prostituição ou da exploração sexual de vulnerável, a redação é ainda mais assustadora: só será crime se a vítima for “menor de doze anos” (art. 189). Deixa de ser crime, portanto, a exploração sexual de crianças a partir de doze anos.

Drogas

Quanto às drogas, somente o tráfico permanece crime (art. 212). Deixa de ser crime o consumo pessoal de drogas (art. 212, § 2º). Presume-se que a quantidade de droga apreendida destina-se a uso pessoal quando ela é suficiente para o consumo por cinco dias (art. 212, § 4º).

Aborto

Quanto ao aborto, o projeto reduz ainda mais as penas já tão reduzidas. O aborto provocado pela gestante ou com seu consentimento, atualmente punido com detenção de um a três anos, passa a ter pena de prisão de seis meses a dois anos (art. 125). O terceiro que provoca aborto com o consentimento da gestante, atualmente punido com reclusão de um a quatro anos, passa a sofrer pena de prisão de seis meses a dois anos (art. 126). Se o aborto for provocado sem o consentimento da gestante, o terceiro é punido com prisão, de quatro a dez anos (art. 127). Curiosamente, ele recebe um aumento de pena de um a dois terços se, “em consequência do aborto ou da tentativa de aborto, resultar má formação do feto sobrevivente” (art. 127,§1º). Esse parágrafo parece ter sido incluído para estimular o aborteiro a fazer abortos “bem feitos”, evitando que, por “descuido”, ele deixe a criança com vida e má formada.

As maiores mudanças, porém, estão no artigo 128. Ele deixa de começar por “não se pune o aborto” e passa a começar por “não há crime de aborto”. O que hoje são hipóteses de não aplicação da pena (escusas absolutórias) passa a ser hipóteses de exclusão do crime. E a lista é tremendamente alargada. Basta que haja risco à “saúde” (e não apenas à “vida”) da gestante (inciso I), que haja “violação da dignidade sexual” (inciso II), que a criança sofra anomalia grave, incluindo a anencefalia (inciso III) ou simplesmente que haja vontade da gestante de abortar (inciso IV). Neste último inciso o aborto é livre até a décima segunda semana (três meses). Basta que um médico oupsicólogo ateste que a gestante não tem condições “psicológicas” (!) de arcar com a maternidade.

Eutanásia e suicídio assistido

“Matar por piedade ou compaixão” (eutanásia) passa a ser um crime punível com prisão, de dois a quatro anos (art. 122), muito abaixo da pena prevista para o homicídio: prisão, de seis a vinte anos (art. 121). Porém, o juiz pode reduzir a pena da eutanásia a zero, avaliando, por exemplo, “os estreitos laços de afeição do agente com a vítima” (art. 122, § 1º). Também o auxílio ao suicídio, em tese punível com prisão,de dois a seis anos (art. 123), pode ter sua pena reduzida a zero, nos mesmos casos descritos para a eutanásia (art. 123, §2º).

Renúncia ao excesso terapêutico

O artigo 122, § 2º parece inspirado na doutrina, aceita pela Igreja, de que o paciente pode renunciar a tratamentos desproporcionaisaos resultados, que lhe dariam apenas um prolongamento penoso e precário da vida[3]. A redação, no entanto, é infeliz: fala em deixar de fazer uso de meios “artificiais” para manter a vida do paciente em caso de “doença grave e irreversível”. Ora, a medicina é uma arte e todos os seus meios são artificiais. Do modo como está escrito, o parágrafo pode encobrir verdadeiros casos de eutanásia por omissão de cuidados normais devidos ao doente.

Infanticídio indígena

Há tribos indígenas que costumam matar recém-nascidos quando estes, por algum motivo, são considerados uma maldição. De acordo com o projeto, tais crianças ficam sem proteção penal, desde que se comprove que o índio agiu “de acordo com os costumes, crenças e tradições de seu povo” (art. 36).

“Preconceito” de gênero

De todos os males contidos no projeto, o mais difícil de corrigir são as cláusulas onde foi inserida a ideologia de gênero, que considera o homossexualismo (e talvez também a pedofilia e a bestialidade) como uma legítima “opção” sexual ou “orientação” (ao invés de desorientação) sexual. O PLC 122/2006 (projeto anti-“homofobia”) da Senadora Marta Suplicy (PT/SP) foi todo inserido no PLS 236/2012. Está no alvo do projeto o bispo diocesano que não admite um homossexual no seminário ou que o afasta do seminário após descobrir sua conduta (art. 472, V), o dono de hotel que se recusa a hospedar um “casal” de homossexuais (art. 472, VI, a) e a mãe de família que demite a babá que cuida dos seus filhos após descobrir que ela é lésbica (art. 472, II). Poderá talvez ser acusado de “tortura” o pregador que, ao comentar um texto bíblico desfavorável ao homossexualismo, “constranger alguém” do auditório, causando-lhe sofrimento “mental” (art. 468, I, c). Segundo o projeto, tais condutas são motivadas por “preconceito” de “gênero”, “identidade ou orientação sexual”. São crimes imprescritíveis, inafiançáveis e insuscetíveis de graça ou anistia (art. 474 e 468, § 7º).
A perseguição religiosa está preparada e tende a ser violenta. No entanto, o motivo mais grave que nos deve levar a rejeitar tais cláusulas não está nas suas consequências práticas, mas nos princípios em que se baseiam. Toda pessoa, ainda que pratique condutas sexuais reprováveis, como a pedofilia, o estupro, o incesto, a bestialidade ou o homossexualismo, continua sendo pessoa. E é somente na qualidade de pessoa que ela tem direitos. A deformidade moral que a atinge não pode acrescentar-lhe direitos. Quem aceitaria que alguém, ao assassinar um pedófilo, recebesse, além da pena devida ao homicídio, uma pena extra por demonstrar “intolerância” ou “preconceito” contra a pedofilia? É justamente isso que pretende o projeto. Agravar a pena de todos os crimes, se eles forem praticados por “preconceito” de “orientação sexual e identidade de gênero” (art. 77, III, n). Essa inadmissível agravante genérica aparece também em crimes específicos, como o homicídio (art. 121, §1º, I), a lesão corporal (art. 129, § 7º, II), a injúria (art. 138, § 1º), o terrorismo (art. 239, III), o genocídio (art. 459), a tortura (art. 468, I, c) e o racismo (art. 472).

Notas:
[1] Assim aconteceu com o anteprojeto de Código Penal de 1998, que depois de publicado pelo Ministério da Justiça, ficou por um bom tempo sujeito às críticas da sociedade, inclusive dos Bispos. Porém, nunca chegou a tornar-se projeto de lei.
[2] Em 16/06/2011 o Senador Pedro Taques (PDT/MT) apresentou o Requerimento 756/2011 solicitando a criação de uma Comissão de Juristas para reformar o Código Penal no prazo de 180 dias. O requerimento foi aprovado pelo plenário em 10/08/2011. A Comissão começou a trabalhar em 18/10/2011.
[3] Cf. JOÃO PAULO II, Evangelium Vitae, n. 65.

O que fazer?

O Disque Câmara e o Alô Senado são muito mais eficazes do que as mensagens por correio eletrônico.
Sempre são entregues aos parlamentares, são contabilizadas para efeito de estatística e, se o cidadão o permitir, podem ser publicadas.
Em anexo estas mensagens estão em formato PDF
Disque Câmara 0800 619 619
Desejo enviar uma mensagem a todos os deputados do meu Estado:
“Solicito a Vossa Excelência que apoie o PDC 565/2012, do deputado Marco Feliciano, que susta a decisão que aprovou o aborto de crianças anencéfalas”.
“Solicito ainda que vote em favor da PEC 164/2012, que estabelece a inviolabilidade do direito à vida desde a concepção”.
“Solicito por fim que use a tribuna para protestar contra a norma técnica do Ministério da Saúde que pretende ensinar as mulheres a praticarem aborto”.

Alô Senado 0800 61 22 11

Desejo enviar uma mensagem a todos os membros da CAS (Comissão de Assuntos Sociais):

“Solicito a Vossa Excelência que vote CONTRA o PLS 50/2011 que pretende curvar-se diante da arbitrária decisão do STF de legalizar o aborto de crianças anencéfalas. O Congresso precisa insurgir-se contra a crescente invasão de competência daquela Corte”.
Desejo ainda enviar uma mensagem a todos os membros da CCJ (Comissão de Constituição e Justiça).
“Solicito a Vossa Excelência que vote CONTRA o PLS 612/2011 que pretende curvar-se diante da arbitrária decisão do STF que reconheceu a união estável de pessoas do mesmo sexo. O Congresso precisa insurgir-se contra a crescente invasão de competência daquela Corte”.
Desejo ainda enviar uma mensagem a todos os membros da Comissão Especial do PLS 236/2012.
“Solicito a Vossa Excelência que na reforma do Código Penal:

a) Não descriminalize o aborto, a eutanásia, o suicídio assistido, o uso de drogas, as casas de prostituição, nem diminua a pena para esses crimes;

b) Não diminua de quatorze para doze anos a idade mínima para crimes sexuais contra vulneráveis;

c) Exclua a criminalização da “homofobia”, que pretende glorificar o homossexualismo e instaurar a perseguição religiosa no país”.

Fonte: www.providaanapolis.org.br

Divulgação: www.jorgenilson.com

8 de set. de 2012

Com o PSDB, ficou fácil denunciar a “homofobia” no Estado de São Paulo


Com o PSDB, ficou fácil denunciar a “homofobia” no Estado de São Paulo

Julio Severo

O PSDB do Estado de São Paulo está dando um show de bola no PT no que se refere aos chamados “crimes” de homofobia. Disponibilizando a opção de fazer boletins de ocorrência (BO) de “ofensas homofóbicas” pela internet, a Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância (Decradi) já recebeu 408 boletins de ocorrência neste ano, contra 176 no ano passado inteiro.
Agindo na surdina, para não despertar resistências da população, especialmente de católicos e evangélicos, há cinco meses a Secretaria de Estado da Segurança Pública (SSP) passou a oferecer a opção de denúncia de crimes de injúria, calúnia, difamação e ameaça pelo boletim eletrônico na internet.
Na motivação, além de homofobia e raça, o governo deixa ao denunciante a liberdade até de escolher ciúme e inveja.

Polícia de São Paulo: atenta às denúncias de “homofobia”

Na questão da raça inclui-se qualquer palavra que adeptos das religiões afro-brasileiras interpretem como “ofensa”, tais como citar passagens bíblicas contrárias à comunicação com mortos e despachos.
Não é raro homossexualismo e ocultismo se juntarem para cometer crimes, conforme a própria Globo já noticiou, sobre dois pais-de-santo homossexuais que estupraram uma criança. O que é surpreendente é o Estado selecionar essas duas categorias para proteção especial.
No caso específico de São Paulo, onde o PSDB está avançando políticas pró-homossexualismo sem causar alarde, o mesmo governo que está elevando opiniões sobre o homossexualismo ao nível de crime de ofensa está, aparentemente, abaixando reais crimes homossexuais ao nível de quase indiferença.
Um menino adotado foi estuprado por uma dupla homossexual, e o Estado de São Paulo fez o possível e impossível para dar proteção aos criminosos. Em outro caso vergonhoso, onde um homem homossexual entrou no banheiro das mulheres e assustou uma menina de 10 anos, o governo de São Paulo novamente colocou o homossexual acima da criança.

No Estado de São Paulo, os ativistas gays estão com tudo:
* Homossexuais dançaram de calcinha na Assembleia Legislativa de São Paulo em 2007, sem nenhum impedimento.
* Um pastor foi preso no centro de São Paulo, após pregar contra as práticas homossexuais.
* O Estado de São Paulo lidera o ranking de incitação de denúncias por “homofobia”.
* Um bêbado foi multado em quase 15 mil reais por chamar um homossexual de “veado”.
* Uma  igreja evangélica teve seus outodoors com versículos bíblicos violentamente removidos pela “justiça” de São Paulo.

No Estado de São Paulo, “nóis tamo com tudo!”

Com a novidade de boletins de ocorrência pela internet no Estado de São Paulo, os ativistas gays estão fazendo farra com os presentes dados pelo PSDB. Desde 31 de março, o Decradi já recebeu 298 BOs eletrônicos pela internet — 157 deles referentes à capital.
De acordo com dados da Decradi, 53% dos casos registrados na delegacia em 2011 foram de “injúria”.
“Muitas pessoas que já foram vítimas de homofobia — até dos próprios policiais — agora podem prestar queixa pela internet”, afirma Fernando Quaeresma,  presidente da Associação da Parada Gay de São Paulo.
Toda vez que virem alguém ou algum blog pregando contra o homossexualismo, os ativistas gays de São Paulo já sabem o que fazer: BO.

Com informações do Estadão e do site gay A Capa.

Fonte: www.juliosevero.com

Divulgação: www.jorgenilson.com

5 de set. de 2012

Eduardo Paes pede respeito aos homossexuais durante evento em igreja

Eduardo Paes pede respeito aos homossexuais durante evento em igreja

Comentário de Jorge Nilson: Quando virar deputado ou senador, será o primeiro a votar a favor da anormalidade homossexual.

Diga não a esse defensor da perversão sexual

O candidato do PMDB recebeu apoio dos evangélicos e também dos ativistas homossexuais da cidade do Rio de Janeiro


No dia 19 de agosto, enquanto discursava para os fiéis da Igreja Assembleia de Deus em Senador Camará, zona Oeste da capital fluminense, Eduardo Paes, candidato à reeleição pela prefeitura do Rio de Janeiro, pediu aos religiosos que respeitem os homossexuais.
“Vocês podem contar comigo, sem pregar o ódio e respeitando a diversidade e as diferenças”, declarou Paes de acordo com o site Mix Brasil, veículo voltado para o público LGBT.
O candidato à reeleição no Rio de Janeiro, Eduardo Paes (PMDB) tem recebido apoio políticos de muitos líderes evangélicos, sendo convidado para participar de cultos e falar aos presentes.
Mas sobre essas aparições em eventos religiosos, Paes diz que não vai até esses encontros para pedir votos, mas para receber oração. “Não vim pedir voto, vim pedir oração para iluminar e ter forças para seguir e construir um Rio muito melhor”.
O candidato peemedebista também é apoiado pelos grupos de ativistas homossexuais, já que durante seu primeiro mandato, Eduardo Paes realizou projetos voltados para a comunidade LGBT.

Fonte: Gospel prime

Divulgação: www.jorgenilson.com

4 de set. de 2012

Chuck Norris convoca evangélicos a votar contra Barack Obama



Chuck Norris convoca evangélicos a votar contra Barack Obama

O ator cita a frase do ex-presidente republicano Ronald Reagan: “Precisamos lutar pela liberdade, protegê-la e entregá-la aos nossos filhos para que façam o mesmo”
Chuck Norris

O ator Chuck Norris divulgou um vídeo em que ele e sua esposa, Gena, chamam os cristãos evangélicos americanos para votar contra o atual presidente e candidato à reeleição pelo partido Democrata, Barack Obama, nas eleições presidenciais dos Estados Unidos, em novembro.

Nas imagens publicadas no sábado, ele diz: “Nós não podemos mais ficar sentados quietos ou parados nos cantos assistindo nosso país ir para o caminho do socialismo ou algo muito pior”.

O ator cita ainda a frase do ex-presidente republicano Ronald Reagan: “Precisamos lugar pela liberdade, protegê-la e entregá-la aos nossos filhos para que façam o mesmo”. Sua esposa diz que o voto dos evangélicos poderia ter impedido a vitória de Obama: “É estimado que nas eleições de 2008, 30 milhões de cristão evangélicos ficaram em casa no dia da votação e Obama ganhou por 10 milhões de votos”.

Fonte: Correios

Divulgação: www.jorgenilson.com

Lição 11: Inveja, um grave pecado Data: 9 de Setembro de 2012


Lições Bíblicas CPAD     Jovens e Adultos


Lição 11: Inveja, um grave pecado
Data: 9 de Setembro de 2012


3º Trimestre de 2012

Título: Vencendo as aflições da vida — Muitas são as aflições do justo, mas o Senhor o livra de todas
Comentarista: Eliezer de Lira e Silva





TEXTO ÁUREO

“O coração com saúde é a vida da carne, mas a inveja é a podridão dos ossos” (Pv 14.30).

VERDADE PRÁTICA

O cristão verdadeiro não se deixa levar pela inveja e não age com maldade.

HINOS SUGERIDOS

422, 432, 491.

LEITURA DIÁRIA

Segunda - Sl 37.1-3
Pratique a bondade



Terça - Pv 23.17
Não seja invejoso



Quarta - Fp 1.15
Pregar por inveja e disputa



Quinta - 1 Sm 2.22-25
As maldades dos filhos de Eli



Sexta - Pv 11.19,20
Deus abomina a maldade



Sábado - Ez 36.33
Deus purificará o seu povo de toda a maldade

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE

1 João 2.9-15.

9 - Aquele que diz que está na luz e aborrece a seu irmão até agora está em trevas.
10 - Aquele que ama a seu irmão está na luz, e nele não há escândalo.
11 - Mas aquele que aborrece a seu irmão está em trevas, e anda em trevas, e não sabe para onde deva ir; porque as trevas lhe cegaram os olhos.
12 - Filhinhos, escrevo-vos porque, pelo seu nome, vos são perdoados os pecados.
13 - Pais, escrevo-vos, porque conhecestes aquele que é desde o princípio. Jovens, escrevo-vos, porque vencestes o maligno. Eu vos escrevi, filhos, porque conhecestes o Pai.
14 - Eu vos escrevi, pais, porque já conhecestes aquele que é desde o princípio. Eu vos escrevi, jovens, porque sois fortes, e a palavra de Deus está em vós, e já vencestes o maligno.
15 - Não ameis o mundo, nem o que no mundo há. Se alguém ama o mundo, o amor do Pai não está nele.

INTERAÇÃO

A Palavra de Deus recomenda-nos que sejamos cheios do Espírito Santo, pois assim não daremos lugar às obras da carne (Gl 5.16). Sabemos que a inveja procede da nossa natureza pecaminosa, da nossa carne. Precisamos nos encher constantemente do Espírito Santo para que possamos ter uma vida santa e justa, livre do pecado. Deus nos chamou para uma vida de santidade e pureza, por isso, na lição de hoje estudaremos dois graves pecados que não deveriam jamais encontrar lugar no coração dos crentes: a inveja e a maldade. A Bíblia declara que os que cometem tais coisas, se não se arrependerem, “não herdarão o Reino de Deus” (Gl 5.21).

OBJETIVOS

Após esta aula, o aluno deverá estar apto a:
Saber que a inveja está presente no coração do homem desde a queda.
Discutir a respeito das consequências da inveja na vida do crente.
Conscientizar-se dos males advindos da maldade.

ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA

Providencie cópias da tabela abaixo para os alunos. Inicie a lição fazendo as seguintes indagações: “O que é inveja?”; “Como o crente pode livrar-se deste sentimento pecaminoso?”. Ouça com atenção os alunos e explique que a carne e o espírito são opostos. Somente teremos vitória sobre as obras da carne, o pecado, se andarmos em Espírito (Gl 5.16). Em seguida, leia e discuta com os alunos os tópicos apresentados na tabela.



COMENTÁRIO

introdução

Palavra Chave
Inveja: Desejo violento de possuir o bem alheio; desgosto ou pesar pelo bem ou felicidade de outrem.

A lição deste domingo trata de dois graves pecados, que jamais deveriam ser encontrados na vida do crente: a inveja e a maldade. A inveja leva à maldade e esta afasta o homem do seu Criador. Todo aquele que pratica a iniquidade será julgado e condenado por Deus. Infelizmente, muitos dos que afirmam servir ao Senhor praticam a maldade e, depois, hipocritamente, escondem-se atrás das máscaras da mansuetude e da humildade. Mas o Todo-Poderoso não se deixa enganar pelas aparências. No devido tempo, conforme a parábola do joio e do trigo, arrancá-los-á e os lançará no lago de fogo.

I. A INVEJA NO PRINCÍPIO DO MUNDO

1. Inveja, um sentimento maléfico. Inveja é o mesmo que cobiça; um sentimento de desgosto ocasionado pela felicidade do outro. Invejar é cobiçar e desejar o que a outra pessoa tem. Tal sentimento nasceu da frustrada tentativa de Satanás em apoderar-se dos atributos divinos (Is 14.12-20). Lúcifer invejou o Senhor; queria ser maior que o Todo-Poderoso.
No Jardim do Éden, a serpente despertou algo parecido em Eva, levando-a ao desejo de ser como Deus (Gn 3.1-5). Esse sentimento ainda motivou o primeiro homicídio da história (Gn 4.5). Por isso, a manifestação da inveja entre os servos de Deus é condenável por sua Palavra (Gl 5.26).
2. Maldade, uma ação maligna. A pessoa que pratica a maldade é naturalmente perversa e está sempre pronta a prejudicar e a ofender ao próximo. O Senhor abomina os iníquos de coração e os que tem prazer em praticar o mal (Pv 11.20). Os filhos do profeta Eli faziam o que era mau diante de Deus, e tiveram por sentença a morte (1 Sm 2.34; 4.11). Todo aquele que busca ferir ao seu semelhante, física ou moralmente, age de forma dissimulada, hipócrita e ímpia (Pv 6.16-19). O tal não ficará impune.
3. A inveja leva à maldade. Quem se deixa contaminar pela inveja, vive angustiado e planejando o mal de seu próximo. Aliás, a maldade é precedida pela inveja. As Sagradas Escrituras dão exemplos reais desse duplo pecado. Em Gênesis, encontramos a história de Caim que, consumido pela inveja, assassinou o seu irmão, Abel. Tempos depois, os irmãos de José, movidos pela inveja, vendem-no como escravo para o Egito. Nos Evangelhos, deparamo-nos com os sacerdotes que, por inveja do Senhor Jesus, tramaram a sua prisão e morte (Mt 27.18).



SINOPSE DO TÓPICO (I)

A inveja teve origem na frustrada tentativa de Satanás em apoderar-se dos atributos de Deus.



II. A INVEJA E SUA CONSEQUÊNCIA

1. Na vida de Caim. O homicídio cometido por Caim nasceu da inveja que ele nutria por seu irmão, Abel. Ele apresentou uma oferta ao Senhor que, por causa da má disposição de seu coração, foi rejeitada por Deus. Ao passo que a de Abel foi aceita, porque este amava a Deus (Gn 4.1-16). O problema não estava na oferta em si, porque Deus era adorado, no Antigo Testamento, tanto por sacrifícios vegetais quanto animais (Lv 2.1-16). O real problema está na qualidade espiritual e moral do ofertante.
Vendo que o semblante de Caim decaíra por causa da inveja e do ódio que ele nutria contra o seu irmão, Deus advertiu-o quanto ao pecado que jazia à porta. Mas Caim permitiu que a inveja se transformasse em ódio que, mais adiante, leva-o a planejar e a executar o assassinato de seu irmão. Em consequência de seu crime, Caim é banido da presença do Senhor (Gn 4.16). O crente deve aprender a controlar as suas emoções, pois os nossos atos geram consequências que, às vezes, acompanham-nos durante toda a vida.
2. Na vida dos irmãos de José. José era o filho amado de Jacó. Por isso, recebeu de seu pai um presente que o distinguia de todos os seus irmãos (Gn 37.3). Além disso, teve certa vez dois sonhos que, interpretados, mostravam toda a sua família curvando-se diante dele. Tais fatos suscitaram a inveja e a maldade de seus irmãos, pois era-lhes inadmissível que o seu irmão caçula viesse, um dia, a dominá-los (Gn 37.4-11).
Tomados pela inveja, venderam-no como escravo para o Egito. Mas, passados treze anos, o Senhor exaltou a José. O escravo hebreu tornou-se governador do Egito. E, nessa condição, pôde salvar a sua família, inclusive os que intentaram-lhe o mal (Gn 41-48). Mais tarde, eles vieram a se arrepender de seus pecados e a reconhecer que Deus, de fato, estava operando uma grande salvação por intermédio de José.
3. Na vida do crente. O crente fiel não pode ser dominado pela inveja, pois tal sentimento é pecado. A Bíblia ensina que devemos nos alegrar com os que se alegram (Rm 12.15). Mas o invejoso não consegue alegrar-se com o sucesso e o êxito dos outros, pois não tem escrúpulos e tudo fará para se apossar daquilo que não lhe pertence.
Infelizmente, há muitos crentes que invejam cargos e posições, esquecendo-se de que é o Senhor Deus quem chama e capacita os seus servos para obras específicas. O invejoso, porém, não entende isso. Por isso, vive amargurado de alma. Quem nutre tal sentimento precisa mais do que depressa correr aos pés de Cristo e buscar o perdão e a misericórdia. Se assim não proceder, não herdará a vida eterna.



SINOPSE DO TÓPICO (II)

A inveja é pecado e o crente não pode ser dominado por tal sentimento.



III. A DESTRUIÇÃO ADVINDA DA MALDADE

1. No âmbito familiar. O homem e a mulher que sinceramente servem a Deus não agem com malícia ou com astúcia. Cristo convida-nos a aprender com Ele a sermos mansos e humildes (Mt 11.29). A família cristã deve ser diferente e firmar-se como exemplo a ser seguido. Em nosso lar, por conseguinte, não pode faltar o amor, a paz e a mansidão. Se, por acaso, você estiver sofrendo com algum familiar, suporte a provação e vença o mal com o bem (1 Pe 3.8-12).
2. No trabalho. A empresa é o lugar onde passamos a maior parte do nosso tempo e onde também encontramos pessoas invejosas, incompetentes e malignas. Nesse ambiente, o servo de Deus deve aprender a compartilhar a sua fé (sem prejudicar o seu trabalho) e demonstrar, através de atitudes, que é diferente.
Não faltam relatos de pessoas que sofrem abuso moral e que têm a sua fé confrontada a todo instante. O desejo de galgar cargos e posições não é condenável desde que isso ocorra de forma ética e como fruto do esforço e dos méritos pessoais. É inadmissível, porém, a um servo de Deus agir de forma desleal e antiética. Devemos ser sal e luz, para influenciar positivamente o nosso ambiente de trabalho, a fim de que o nome de Cristo seja glorificado (Mt 5.13-16,20). Ainda que você seja prejudicado, aja de maneira cristã. O Senhor, no devido tempo, o honrará (Gl 6.9).
3. Na Igreja. Falar sobre maldades dentro da igreja pode parecer desnecessário, mas infelizmente não o é. Em nossos rebanhos, não faltam lobos em pele de ovelha e joio em meio ao trigo. Há muitos que, em nome de Deus, planejam o mal, ensinam heresias e profetizam mentiras, trazendo dissensões, rebeliões e escândalos entre os santos (Mt 7.21-23; 2 Pe 2.1).
A maldade tem minado a fé de muitos. Quantas pessoas, alvos de calúnias e deslealdades, não se acham desviadas do caminho do Senhor? A Palavra de Deus diz que de seis coisas odiadas pelo Senhor, a sétima Ele abomina: semear contendas entre os irmãos (Pv 6.16-19). Mesmo que você esteja padecendo perseguições por parte dos falsos irmãos, prossiga fielmente, pois o Senhor reservou-lhe uma grande recompensa (2 Tm 3.12; Gl 2.4; 6.9; 1 Pe 5.4; Ap 2.10). Converse com o seu pastor; ele saberá como ajudá-lo.



SINOPSE DO TÓPICO (III)

A maldade traz consequências maléficas e acaba minando a fé do crente.



CONCLUSÃO

Quem serve a Deus verdadeiramente não deve sentir inveja do seu próximo nem praticar o mal. O Senhor chamou-nos para ser luz em meio às trevas. Assim, se você está sendo alvo de inveja e ou de maldades, procure olhar para o alto, para aquele que lhe dá a salvação e o livramento. Não se deixe vencer pelo mal, mas vença o mal com o bem (Rm 12.9,21). Jamais esqueça que os olhos do Senhor estão atentos. Ele é justo e o seu rosto está voltado para os retos (Sl 11.4-7).

VOCABULÁRIO

Mansuetude: Mansidão.

BIBLIOGRAFIA SUGERIDA

GEISLER, N. Teologia Sistemática. Volumes 1 e 2, 1.ed., RJ: CPAD, 2010.

EXERCÍCIOS

1. O que é inveja?
R. É um sentimento de desgosto ocasionado pela felicidade do outro; cobiça.

2. O que ocorre com a pessoa que se deixa contaminar peia inveja?
R. Ela vive angustiada e planejando o mal de seu próximo.

3. Como nasceu o homicídio cometido por Caim?
R. Nasceu da inveja que ele nutria por seu irmão, Abel.

4. Podemos galgar cargos e posições profissionais? Explique.
R. Sim, todavia não podemos nos esquecer de que é o Senhor Deus quem chama e capacita os seus servos para obras específicas.

5. Você se considera uma pessoa invejosa e, consequentemente, maldosa? Se sim, está disposta a mudar?
R. Resposta pessoal.

AUXÍLIO BIBLIOGRÁFICO

Subsídio Teológico

“A história dos primeiros dois rapazes nascidos a Adão e Eva realça as repercussões do pecado dentro da unidade familiar. Os rapazes Caim e Abel, tinham temperamentos notadamente opostos. Caim gostava de trabalhar com plantas cultiváveis. Abel gostava de estar com animais vivos. Ambos tinham uma disposição de espírito religioso. Os filhos de Adão levaram sacrifícios ao Senhor, o primeiro incidente sacrificial registrado na Bíblia. Que Abel também trouxe dos primogênitos das suas ovelhas e da sua gordura não quer dizer necessariamente que animais são superiores a planta para propósitos sacrificais. Por que atentou o Senhor para Abel e para a sua oferta fica evidente à medida que a história se desenrola. A primeira pista aparece quase imediatamente. Caim não suportava que algum outro ficasse em primeiro lugar. A preferência do Senhor por Abel encheu Caim de raiva. Só Caim podia ser o ‘número um’. O Senhor não estava ausente na hora da adoração. Ele abordou Caim e lhe deu um aviso. Deus não o condenou diretamente, mas por meio de um jogo de palavras informou a Caim que ele estava em real perigo. Se Caim tivesse feito bem, com certeza Deus o teria graciosamente recebido” (Comentário Bíblico Beacon. Vol.1, 1.ed., RJ: CPAD, 2005. p.43).

Fonte: CPAD/Est. da Bíblia

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1 de set. de 2012

AIDS: Para promover a devassidão é preciso garantir um Estado anticristão


AIDS: Para promover a devassidão é preciso garantir um Estado anticristão

Pentecostais e católicos na mira da ONU

Julio Severo
Site do Ministério da Saúde afirma  que “Para combater a AIDS é preciso garantir o Estado laico”. Sabendo que o jeito do governo brasileiro combater a AIDS é inchar especialmente grupos gays com gordas verbas de nossos impostos, o resultado final não poderia ser outro: ativistas gays com dinheiro e orgias de sobra, e a AIDS com epidemias de sobra, principalmente entre homossexuais.
Isso não é combater a AIDS. Isso é promover.
Combater, no dicionário, significa “lutar contra” e “fazer guerra”. A promiscuidade e a devassidão sexual, que são as principais causas da epidemia evitável, não estão sendo combatidas. Aliás, o governo brasileiro não tem plano nenhum de fazer guerra aos comportamentos promíscuos e devassos.
Contra quem ou o que o governo brasileiro deveria lutar? Pedro Chequer, representante do Programa das Nações Unidas para o HIV/AIDS (Unaids) no Brasil, deu sua opinião: “Urge lutar para a retomada do Estado verdadeiramente laico porque em muitos países estamos vendo como o fundamentalismo religioso — dos pentecostais no Brasil ou dos católicos em muitos países hispano-americanos católico — prejudica seriamente o combate à AIDS”.
Não que o governo brasileiro não tenha essa mesma opinião. Não que os ativistas gays não tenham a mesma postura. Estado laico é o eufemismo usado por eles para designar um Estado que combate ativamente os valores cristãos. E o representante da ONU já deu a dica: o alvo são os pentecostais e os católicos.
Pentecostais e católicos acreditam e ensinam que o sexo é apenas para um homem e mulher ligados pelo compromisso sagrado do casamento.
Em contraste, o governo brasileiro e a ONU acreditam e ensinam que o sexo é apenas um instrumento de “diversão”, cujas consequências físicas e financeiras devem ser jogadas sobre toda a sociedade, até mesmo sobre famílias que nunca apoiaram nem viveram as orgias promovidas por ambos.
Se a sociedade seguir os valores cristãos promovidos por pentecostais e católicos, o governo vai ter de parar de combater o sexo somente para o casamento e passar a combater as condutas depravadas. Se isso acontecer, a epidemia da AIDS vai se extinguir — e junto vai se extinguir a principal fonte de financiamento do ativismo gay.
 
Em 2009, recursos do Programa Nacional DST/Aids do Ministério da Saúde foram investidos numa pesquisa de censura gay a livros didáticos , de modo que as crianças tivessem sobre a sexualidade acesso apenas à opinião dos devassos.
O dinheiro não foi para a AIDS. Foi para o ativismo gay nas escolas.
Alguns militantes homossexuais que trabalham com questões de AIDS estão revoltados com os desvios desse dinheiro. Conforme saiu na imprensa gay :
“Stalinista. Foi dessa forma que o ativista José Araújo, diretor da AFXB (Centro de convivência para crianças que vivem com HIV/Aids em São Paulo), classificou alguns setores do movimento gay... ‘A fome de poder deles está sendo saciada pelo Programa Nacional [de DST/Aids]’, avalia Araújo. Para José Roberto Pereira, mais conhecido como Betinho, está acontecendo ‘um aumento cada vez maior da intervenção do movimento gay no movimento de Aids’. ‘Eu sou gay, não tenho o menor problema com gay, mas... existe uma espécie de estrangulamento do movimento de Aids com o crescimento do movimento gay’, acredita Betinho. Fundos importantes da Aids estão indo para o movimento gay e não estou vendo uma queda dos índices [da epidemia do HIV entre os homossexuais]’, avalia Betinho, um dos colaboradores do Projeto Bem-Me-Quer. (...) ‘O movimento de Aids está perdendo sua característica. Está virando um grande movimento gay’, lamentou, em outro momento, José Araújo, da AFBX.”
Na opinião dos que promovem a devassidão, é melhor seguir o conselho do representante da ONU. Mas três décadas têm comprovado fartamente que seguir tal conselho não é saudável para ninguém.
Contudo, o que importa, para eles, é que a epidemia da AIDS tem sido fartamente saudável para o bolso deles. E para proteger o bolso deles, eles farão todo e qualquer combate ao que o representante da ONU chamou de “fundamentalismo religioso” dos pentecostais e católicos.
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Líderes e pastores alertam relator do novo Código Penal sobre atrocidades contidas nele contra a família cristã


Líderes e pastores alertam relator do novo Código Penal sobre atrocidades contidas nele contra a família cristã

Encontro foi articulado pela Frente Parlamentar Evangélica e ocorreu nesta quinta no Senado; no meio de tanta preocupação, uma boa notícia: prazo para a apresentação de emendas ao projeto do novo Código será prorrogado

Da reportagem do Portal Fé em Jesus
O senador Pedro Taques (PDT-MS) informou nesta quinta que o prazo para a apresentação de emendas ao projeto do novo Código Penal que acabaria no próximo dia 5 foi prorrogado para 5 de outubro.  A dilatação desse cronograma foi comemorada pelos deputados e senadores da Frente Parlamentar Evangélica embora a maioria acredite que novas prorrogações, dentro do Regimento do Senado, ainda deverão ocorrer.
A Frente se reuniu em caráter extraordinário com o senador Taques e levou a ele uma série de preocupações com as mudanças propostas no novo Código , além do tempo curto para debatê-las. O senador Magno Malta (PR-ES) listou a descriminalização do aborto e a liberação do consumo da maconha, além da diminuição para o consentimento para relações sexuais de 14 para 12 anos (na prática o que libera a pedofilia) e a criminalização da chamada homofobia como os principais itens do projeto que incomodam o povo cristão brasileiro.
 
Reunião da bancada evangélica sobre o novo Código Penal
O encontro da Frente Parlamentar Evangélica reuniu mais de 30 líderes e pastores de diversas denominações do país, além de procuradores da República e juristas cristãos. O senador Pedro Taques afirmou que é de seu papel de relator "ouvir mais do que falar" e pediu que os líderes cristãos presentes dissessem a ele o que mais os preocupa. Coube ao senador Magno Malta elencar então os pontos mais danosos do projeto.
Veja o que disse o senador Magno:

Aborto

"Não vamos negociar esse tema. Para mim e alguns senadores, não negociaremos a vida. Não atentaremos contra a natureza de Deus. Não seremos acintosos contra Deus. Se há um ser respirando dentro de um útero, se há sangue no cordão, se esse feto respira, se esse feto tem deficiências, Deus sabe o porque desse feto ter problemas. Falo em nome dessa rede cristã , daqueles que acreditam na vida. A proposta contida no projeto do novo código é horrorosa. Precisa ter sangue no olho para prescrever a morte de um feto. Quando os juristas falaram que isso foi amplamente debatido, foi debatido com quem? Os que debateram pensam o mesmo que eles. Precisamos de um texto que proteja a vida e não que estabeleça uma cultura de morte no Brasil."

Drogas

"A quem interessa a legalização da maconha no Brasil? Sabemos que estamos enfrentando o tabaco. Uma vez legalizada a maconha, os que vendem legalmente o tabaco vão querer vendar a maconha industrializada. A maconha causa dependência do sistema nervoso central, produz câncer de faringe, impotência sexual, desequilibra o individuo. É possível um professor em sala de aula fumar maconha? É possível um piloto de avião usar maconha? É possível contratar uma babá maconheira?Se a lei como querem passar será possível. A legalização só beneficia o traficante, que vai virar um atravessador de pequenas quantidades da droga. Não se acaba com esse drama do consumo protegendo o consumidor. Se acaba acabando com o consumo"

Homofobia

"Querem criminalizar a sociedade por uma divida que ela não tem. Programas de TV como O Pânico, Zorra Total, eles podem fazer o que quiserem com os gays. Mas vai dizer que é pecado para ver... Se você não aluga uma casa para um homossexual, você irá preso por 5 anos? Se você pede para um casal homossexual parar de se beijar em frente a tua casa, você terá de ir preso?"

Consentimento sexual aos 12 anos.

"O sujeito abusa de uma menina de 11 anos e 11 meses e 20 dias. Até aí é criminoso. Mas depois de 12 anos, tudo bem? Pode fazer o que quiser que não é crime? Com essa proposta vão legalizar a pedofilia no país. Os pedófilos estarão livres para agir com crianças de 12, 13 anos".
Divulgação: www.jorgenilson.com

28 de ago. de 2012

Lição 10: A perda dos bens terrenos Data: 2 de Setembro de 2012


Lições Bíblicas CPAD      Jovens e Adultos


Lição 10: A perda dos bens terrenos
Data: 2 de Setembro de 2012


3º Trimestre de 2012

Título: Vencendo as aflições da vida — Muitas são as aflições do justo, mas o Senhor o livra de todas
Comentarista: Eliezer de Lira e Silva





TEXTO ÁUREO

“Nu saí do ventre de minha mãe e nu tornarei para lá; o SENHOR o deu e o SENHOR o tomou; bendito seja o nome do SENHOR” (Jó 1.21).

VERDADE PRÁTICA

Ainda que percamos todos os nossos bens, continuaremos a desfrutar de nosso bem maior: Cristo Jesus nosso Senhor.

HINOS SUGERIDOS

456, 459, 477.

LEITURA DIÁRIA

Segunda - Jó 1.1-22
As perdas na vida de Jó



Terça - Jó 1.13-15
Jó perde seu gado



Quarta - Jó 1.16
Jó perde seu rebanho



Quinta - Jó 1.17
Jó perde os camelos e funcionários



Sexta - Jó 1.18,19
Jó perde seus filhos



Sábado - Jó 42.10,12
Deus restaura a sorte de Jó

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE

Jó 1.13-21.

13 - E sucedeu um dia, em que seus filhos e suas filhas comiam e bebiam vinho na casa de seu irmão primogênito,
14 - que veio um mensageiro a Jó e lhe disse: Os bois lavravam, e as jumentas pasciam junto a eles;
15 - e eis que deram sobre eles os sabeus, e os tomaram, e aos moços feriram ao fio da espada; e eu somente escapei, para te trazer a nova.
16 - Estando este ainda falando, veio outro e disse: Fogo de Deus caiu do céu, e queimou as ovelhas e os moços, e os consumiu; e só eu escapei, para te trazer a nova.
17 - Estando ainda este falando, veio outro e disse: Ordenando os caldeus três bandos, deram sobre os camelos, e os tomaram, e aos moços feriram ao fio da espada; e só eu escapei, para te trazer a nova.
18 - Estando ainda este falando veio outro e disse: Estando teus filhos e tuas filhas comendo e bebendo vinho, em casa de seu irmão primogênito,
19 - eis que um grande vento sobreveio dalém do deserto, e deu nos quatro cantos da casa, a qual caiu sobre os jovens, e morreram; e só eu escapei, para te trazer a nova.
20 - Então, Jó se levantou, e rasgou o seu manto, e rapou a sua cabeça, e se lançou em terra, e adorou,
21 - e disse: Nu saí do ventre de minha mãe e nu tornarei para lá; o SENHOR o deu e o SENHOR o tomou; bendito seja o nome do SENHOR.

INTERAÇÃO

O materialismo é uma realidade na vida de muitos crentes que se deixaram levar pelas falácias da Teologia da Prosperidade e da Confissão Positiva. A mente e o coração, essencialmente, mergulhados numa perspectiva materialista de vida, não podem dar lugar a essência e a verdade do Evangelho de Cristo, que diz: “Se alguém quiser vir após mim, renuncie-se a si mesmo, tome sobre si a sua cruz e siga-me” (Mt 16.24). Tomar a cruz, através do sofrimento de Cristo, é o convite feito por Jesus a todos os discípulos que são dignos dEle (Mt 10.38).

OBJETIVOS

Após esta aula, o aluno deverá estar apto a:
Descrever as perdas humanas de Jó.
Elencar as perdas de ordem material, afetiva e espiritual de Jó.
Conscientizar-se que mesmo nas perdas, podemos desfrutar do amor divino.

ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA

“Nu saí do ventre de minha mãe e nu tornarei para lá; o Senhor o deu e o Senhor o tomou; bendito seja o nome do Senhor” (Jó 1.21). O texto áureo da presente lição apresenta uma afirmação existencial peremptória: o homem nasce sem bem material algum e morre sem levar quaisquer bens terrenos. Para concluir o tópico II pergunte aos alunos o que eles pensam acerca dessa assertiva de Jó. Ouça as respostas com atenção e coordene o tempo de fala para não gerar uma celeuma. Em seguida conclua o tópico afirmando que o importante na vida não é o que temos, mas o que somos para Deus (Mt 16.26; Mc 8.36,37).

COMENTÁRIO

introdução

Palavra Chave
Perda: Ato ou efeito de deixar de possuir ou de ter algo.

Num mundo materialista quase não há espaço para encarar a realidade das perdas humanas. Até mesmo alguns crentes parecem viver o mundo encantado das “vitórias e conquistas” a qualquer preço. Contudo, perder filhos, imóveis e dinheiro, por exemplo, são consequências naturais da vida, inclusive dos que seguem a Cristo. A grande questão é: Como devemos nos comportar diante de tais acontecimentos? Já dizia certo pastor: “A verdadeira fé não se mostra nas bênçãos que recebemos, mas na resignação ante a soberania divina, mesmo quando perdemos o que Ele nos deu”. Nessa lição, à luz da vida de Jó, estudaremos os princípios bíblicos para o crente lidar com as perdas no caminho da vida.

I. JÓ E A EXPERIÊNCIA DAS PERDAS HUMANAS

1. Seu gado e rebanho. A Bíblia descreve Jó como um homem íntegro e que cultivava uma vida de profundo temor a Deus (1.1). Era bom patrão, bom esposo e um pai sempre presente e preocupado com a vida espiritual e social dos filhos (1.5). Mas, de repente, num só dia, ele viu todo seu gado e rebanho esvair-se. Os mensageiros, um a um, vieram trazer-lhe as inesperadas e funestas notícias (1.14-16).
2. Seus servos. Além de bois, camelos e ovelhas, os servos de Jó também tiveram suas vidas ceifadas, como depreendemos dos versículos 15 a 17: “Aos moços feriram ao fio da espada”; “fogo de Deus caiu do céu, e queimou as ovelhas e os moços, e os consumiu”; “e aos moços feriram ao fio da espada”. Antes de findar o dia, a maioria dos funcionários de Jó havia sido dizimada.
3. Seus filhos. O mensageiro não havia ainda terminado de narrar os recentes sinistros a Jó, quando um outro apareceu com uma notícia ainda mais trágica: “Eis que um grande vento sobreveio dalém do deserto, e deu nos quatro cantos da casa, a qual caiu sobre os jovens, e morreram” (v.19). Você pode imaginar, a essa altura dos acontecimentos, o que se passou pela mente e coração de Jó?
Num só dia fora privado dos bens, dos funcionários e dos filhos! Qual seria a sua reação? A de Jó foi rasgar o manto, rapar a cabeça e sofrer a angústia natural de um pai que acabara de perder todos os filhos; do patrão que ficara sem os funcionários e do homem rico reduzido à extrema pobreza. Mas, contrariando a reação da lógica humana, Jó, prostrado, adorou a Deus (1.20). Podemos sofrer e, até mesmo, viver as perdas da vida. Nisso, somos humanos. Mas devemos, a exemplo de Jó, reconhecer a grandeza e a soberania de Deus no processo da perda, ainda que soframos duramente com ela (1.21).



SINOPSE DO TÓPICO (I)

Jó passou pela experiência das perdas de todos os seus bens — gado, rebanho, funcionários e filhos — mas em tudo reconheceu a soberania e a grandeza de Deus.



II. A PERDA DOS BENS

1. De ordem material. Por intermédio de uma vida imediatista, alguns cristãos, em momentos de perdas significativas, têm dificuldades de confiar em Deus. Quando se perde bens materiais, seja por causa de uma administração deficiente, por roubo ou devido à traição de pessoas que pareciam amigas, parece que o chão se abre e tudo vem abaixo. Para lidar com tais questões não há receitas nem manuais. O que temos é a promessa viva e real de Jesus (Mt 6.33). Acalme seu coração! E, em Cristo, recomece com fé e coragem!
2. De ordem afetiva. Ser preterido no namoro, ou no noivado, é um processo angustiante. Perder os pais, por mais que seja algo esperado, não deixa de ser doloroso para o ser humano. Sepultar o cônjuge é dilacerante para a alma. Enfrentar a separação no casamento, principalmente por adultério, é como sofrer a amputação de um membro do corpo. A dor finca suas estacas no âmago do nosso ser, traumatizando-nos violentamente (Sl 42.11; 142.7). Devido ao apego emocional e sentimental que temos por nossos familiares e por aqueles que nos cercam, as perdas de ordem afetiva trazem pavor e sofrimento ao nosso coração. Por isso, ficamos sem direção e mostramo-nos inconformados. É nessa hora que a nossa saúde psíquica é comprometida, podendo, inclusive, comprometer-nos a vida espiritual e social (1 Rs 19.9,10). Por isso, não podemos nos esquecer do socorro divino. Sem Ele, desmoronamo-nos.
3. De ordem espiritual. Uma vez que a saúde emocional está comprometida, a crise espiritual rapidamente se instaura. O crente desenvolve um sentimento de inércia para buscar a Deus. Ele não vê fundamento algum para viver, e acaba desejando a própria morte (1 Rs 19.4). Não podemos ignorar a seriedade do assunto. Se as perdas existenciais na vida do cristão não forem tratadas bíblica e equilibradamente, certamente haverá consequências graves. Assim, um bom começo para superarmos as perdas e angústias é lançar sobre o Senhor todas as nossas ansiedades, por que Ele tem cuidado de nós (1 Pe 5.7,9).



SINOPSE DO TÓPICO (II)

O bom caminho para superarmos as perdas de ordem material, afetiva e espiritual é lançar sobre o Senhor todas as ansiedades, pois Ele cuida de nós.



III. MESMO NA PERDA PODEMOS DESFRUTAR O AMOR DE DEUS

1. Sua graça. O coro do hino 205 da Harpa Cristã é bem significativo: “Graça, graça/ A mim basta a graça de Deus: Jesus/ Graça, graça/ A graça eu achei em Jesus”. Num momento de grande angústia, Paulo clamou ao Senhor, rogando-lhe que lhe removesse um espinho que o incomodava intensamente. Jesus, porém, limitou-se a responder-lhe: “A minha graça te basta, porque o meu poder se aperfeiçoa na fraqueza” (2 Co 12.9).
O apóstolo, então, passa a entender que a sua força está na fraqueza, pois o poder de Cristo aperfeiçoa-se justamente em nossas debilidades. A graça de Deus é insondável, infinita e incomensurável! Essa graça resgatou-nos. E de tão completa, ela nos basta por si mesma.
2. Seu amor. A graça de Deus é fruto do seu amor por nós. Sua graça é real na vida de todos os que recebem a Cristo como o seu Salvador. O Pai conhece a dimensão do nosso sofrimento e importa-se com cada um de nós. A maior prova disso está no fato de que Ele ofereceu o seu Único Filho para morrer em nosso lugar (Jo 3.16). Sim, Ele entregou seu precioso Filho por amor a nós. Seja qual for a sua perda, sinta-se amado por Deus. Esse amor é poderoso para preencher todo o vazio e solidão que nos ameaça destruir. Como o apóstolo do amor, podemos dizer: “Nós o amamos porque ele nos amou primeiro” (1 Jo 4.19).
3. Deus intervém na história. Servimos a um Deus que, em graça e amor inefáveis, intervém na história humana. Ele interveio na tragédia existencial de Jó. Depois de um longo período de perdas, angústias, dores e sofrimentos indescritíveis, o patriarca foi miraculosamente restaurado, enquanto orava por seus amigos (Jó 42.10a). Não desista da sua existência! Busque a Deus em oração. Ele não tarda em socorrer-nos. Como Deus interveio na vida de Jó, fazendo com que o seu último estado fosse melhor que o primeiro, Ele também entrará com providência em sua história. Ele não se esqueceu de você.



SINOPSE DO TÓPICO (III)

Ainda que percamos os mais preciosos bens, podemos desfrutar da graça e do amor de Deus. Ele intervém em nossa história!



CONCLUSÃO

Podemos perder tudo nessa vida — casa, dinheiro, emprego, excelentes oportunidades, relacionamentos, pai, mãe, filho, filha, esposo, esposa e, até mesmo, a própria saúde. Mas, apesar de todos os infortúnios, continuamos a crer no Evangelho de Cristo, pois Ele é o nosso baluarte e fortaleza. Nele, as perdas redundam em ganhos eternos, conforme afirma o profeta Habacuque: “Porquanto, ainda que a figueira não floresça, nem haja fruto na vide; o produto da oliveira minta, e os campos não produzam mantimento; as ovelhas da malhada sejam arrebatadas, e nos currais não haja vacas, todavia, eu me alegrarei no Senhor, exultarei no Deus da minha salvação. Jeová, o Senhor, é minha força” (Hc 3.17-19a). Alegre-se, pois, em Deus e caminhe sem temor!

VOCABULÁRIO

Celeuma: Agitação barulhenta; alvoroço, tumulto.
Funestas: Fatais, mortais, desventuras, desgraças.
Peremptória: Definitiva, terminante.
Preterido: Desprezado, rejeitado.
Sinistros: Acidentes, desastres.

BIBLIOGRAFIA SUGERIDA

PEARCEY, N. Verdade Absoluta: Libertando o Cristianismo de seu cativeiro cultural. 1.ed., RJ: CPAD, 2006.
RHODES, R. Por que coisas ruins acontecem se Deus é bom? 1.ed., RJ: CPAD, 2010.

EXERCÍCIOS

1. Como a Bíblia descreve Jó?
R. A Bíblia descreve Jó como um homem íntegro e que cultivava uma vida de profundo temor a Deus.

2. Qual foi a reação de Jó ao saber da perda dos bens, dos funcionários e dos seus filhos?
R. Foi a de rasgar o manto, rapar a cabeça e sofrer a angústia natural de um pai que acabara de perder todos os filhos; do patrão que ficara sem os funcionários e do homem reduzido à extrema pobreza.

3. Contrariando toda a lógica humana, qual foi o ato de Jó, em relação a Deus, diante das calamidades?
R. Prostrar-se e adorar a Deus.

4. Por que alguns cristãos têm dificuldades de confiar em Deus nos momentos de perdas significativas?
R. Por intermédio de uma vida imediatista — querer tudo para o aqui e o agora, não admitindo derrotas ou subtrações, pois “somos feitos para vencer”.

5. Graça, amor e intervenção divina na história. O que isso significa para você?
R. Resposta pessoal.

AUXÍLIO BIBLIOGRÁFICO

Subsídio Teológico

“O sofrimento humano
O sofrimento do ser humano não é novidade. Ele parece ser uma realidade sempre presente na raça humana. Em Jó 5.7 registra-se o seguinte: ‘Mas o homem nasce para o trabalho, como as faíscas das brasas se levantam para voar’. Em Jó 14.1 afirma-se: ‘O homem, nascido da mulher, é de bem poucos dias e cheio de inquietação’.
Há muito tempo, coisas têm acontecido a pessoas boas, até mesmo com as pessoas de Deus dos tempos bíblicos. Quem pode esquecer o horrível sofrimento de Jó (ele perdeu a família e suas posses)? Davi, que estava para se tornar rei de Israel , por anos a fio, foi caçado e perseguido pelo ciumento e furioso Saul (1 Sm 20.33; 21.10; 23.8). A esposa de Oséias foi infiel (Os 1.2; 2.2,4). José foi tratado de maneira cruel por seus irmãos e vendido como escravo (Gn 37.27,28). João Batista, a mando da enteada de Herodes, foi decapitado (Mt 14.6-10). Paulo, inúmeras vezes, foi jogado na prisão, sofreu naufrágio, foi açoitado e deixado quase morto e muito mais (2 Co 11.25).
Às vezes, os cristãos chegam a pensar que quem obedece a Deus e procura ser um bom cristão não passará por sofrimentos horríveis. Entretanto, se coisas ruins aconteceram com Jó, João Batista e o apóstolo Paulo, com certeza elas podem acontecer com os bons cristãos” (RHODES, R. Por que coisas ruins acontecem se Deus é bom? 1.ed., RJ: CPAD, 2010, pp.15,16).

Fonte: CPAD/Est. da Bíblia

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AS SETE MARAVILHAS DO MUNDO


As sete maravilhas do mundo

Um grupo de estudantes de geografia estudou as sete maravilhas do mundo. No final da aula, foi pedido aos estudantes para fazerem uma lista, do que eles pensavam que fossem consideradas as sete maravilhas atuais do mundo.
Embora houvesse algum desacordo, começaram os votos:
1. Pirâmides do Egito.
2. Taj Mahal
3. Grand Canyon
4. Canal de Panamá
5. Empire State Building
6. Basílica de St. Peter
7. A Grande Muralha da China
Ao recolher os votos, o professor notou uma estudante muito quieta.
A menina, não tinha virado sua folha ainda.
O professor então perguntou à ela se tinha problemas com sua lista.
A menina quieta respondeu:
- Sim, um pouco. Eu não consigo fazer a lista, porque são muitos.
O professor disse:
- Bem, diga-nos o que você já tem e talvez nós possamos ajudá-la.
A menina hesitou, então leu:
- Eu penso que as sete maravilhas do mundo sejam:
1. tocar
2. sentir sabor.
3. ver
4. ouvir
5. sentir
6. rir
7. e amar
A sala então ficou completamente em silêncio.
É fácil para nós olharmos as façanhas do homem, já que negligenciamos tudo o que Deus fez para nós.
Que você possa se lembrar hoje daquelas coisas,que são verdadeiramente maravilhosas.
"Faça tudo de bom que você puder para todas as pessoas que você puder, quando você puder."

Fonte: Balsamo de Gileade

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27 de ago. de 2012

Psicóloga Marisa Lobo escreve carta aberta para pastora lésbica Lanna Holder

Psicóloga Marisa Lobo escreve carta aberta para pastora lésbica Lanna Holder

Recentemente a psicóloga Marisa Lobo participou do programa Superpop, junto com a pastora lésbica Lanna Holder. O tema principal do programa foi a “cura gay”, e foi abordado também, de forma totalmente parcial em favor da causa gay, os temas homofobia e intolerância.

Além da psicóloga, participaram do programa também diversos ativistas gays e a pastora Lanna Holder que fez vários questionamentos a Marisa Lobo sobre a tensão entre seguir a interpretação bíblica adotada pelos evangélicos e conciliar os desejos e vontades em relação a pessoas do mesmo sexo.

Lanna Holder questionou Marisa Lobo também sobre o porque continuaria sentindo atração por pessoas do mesmo sexo mesmo quando no “altar do Senhor”, se isso não fosse a vontade de Deus para sua vida, e confrontou a psicóloga usando os eunucos, citados na Bíblia, como exemplos de homossexuais aceitos por Deus.

Na carta, enviada por Marisa Lobo à redação do Gospel+, ela responde a essas perguntas feitas pela pastora e, dentre outras explicações e ilustrações acerca da visão bíblica para o homossexualismo, fala sobre a necessidade de todas as pessoas, independente de sua orientação sexual, abrir mão das próprias vontades para aceitar a vontade de Deus.

Marisa explica também que os eunucos, conforme relatos bíblicos, não são homossexuais mas sim pessoas desprovidas de sexualidade. Ela afirma no texto também que o fato de Lanna Holder estar sendo colocada como bandeira dos movimentos gays mostra que sua vida é incoerente com o evangelho pois, conforme afirma, um cristão verdadeiro jamais será aceito pelo “mundo”, por ser contra os padrões não-bíblicos defendidos pela sociedade.

Leia na íntegra o a carta:


Resposta de Marisa Lobo a Lanna Holder

Quero deixar claro que falo aqui como missionária e pregadora da palavra de DEUS, e não como psicóloga, para que não usem esta resposta como ferramenta para cassar meu registro.

Querida Lanna Holder desde quando estivemos juntas no programa Super Pop meu coração está apreensivo e tenho orado a Deus para me dar entendimento para tentar explicar e responder sua indagação: “Porque mesmo estando no altar do Senhor não consegui resistir aos desejos sexuais por pessoas do mesmo sexo?”. 
 
Me comovi e senti sua sinceridade em sua afirmação em ter estado nos púlpitos e realmente ter desejado servir a Deus sem sentir os desejos que ele desaprova. Conforme está escrito em sua palavra: “Por causa disso, os entregou Deus a paixões infames; porque até as mulheres mudaram o modo natural de suas relações íntimas por outro, contrário à natureza; semelhantemente, os homens também, deixando o contato natural da mulher, se inflamaram mutuamente em sua sensualidade, cometendo torpeza, homens com homens, e recebendo, em si mesmos, a merecida punição do seu erro” (Romanos 1:26-27).

Gostaria me solidarizar neste momento com você e com todos que sofrem com desejos que não podem realizar porem nem tudo que é “gostoso” e “desejável” faz bem para nossa alma e espírito. Nesse sentido digo que todos somos tentados por desejos de coisas que Deus proibiu (Tiago 1:14-15). Eva desejou o fruto proibido no Éden (Gênesis 3:6), algumas pessoas desejam ganho desonesto (Tito 1:7), alguns homens desejam as esposas de outros (Mateus 5:28), algumas pessoas desejam outras do mesmo sexo (Gênesis 19:4-5). Mas Deus declarou EU VENCI O MUNDO.

Me pergunto se somos realmente felizes quando colocamos nosso desejos a cima da vontade do Mestre para com nossa vida, porque eu não me sinto feliz quando faço isso, o Espirito Santo de Deus me cobra espiritualmente. Percebo, analisando a mim e não a você, que quando me acostumo como prazeres do mundo, percebo a tendência de nos adaptarmos e pervertermos a nossa realidade existencial, queremos por força da manipulação de nossos sentimentos acreditar que o que fazemos é correto. E isso é pura manipulação de sentimento, sensações prazeres que são gostosas nos realizam no momento, mas se Deus não aprova como princípio, gostoso ou não, devem ser mudados, transformados ou mesmo sublimado, deslocado para outros tantos prazeres e mesmo assim se, não resistirmos, então devam esses tais desejos serem renunciados em favor do evangelho, nos monitorarmos a partir dessa decisão e lutar pela dessensibilização de nossos desejos, estando mais e mais na presença do Pai.

Não podemos relativizar a vida cristã e achar com isso que Deus vai nos aprovar. E ao não conseguir lutar contra um desejo, simplesmente esquecer dos princípios que movem e norteiam nossa fé, e adaptar a Bíblia Sagrada aos nossos desejos. Somos nós que temos que entrar e viver conforme ela, essa é nossa confissão de Fé.

Somos todos pecadores, erramos muito e uma das coisas que eu, pessoalmente, aprendi e ensino em minha vida é reconhecer a minha impotência perante a minha dependência dos meus vícios e desejos, e declarar a minha dependência de Deus e, reconhecer sua magnitude e poder sobre todas as coisas e sobre minha vida meus desejos conscientes e até mesmo os inconscientes.
Dizer ser feliz não significa que Deus está feliz conosco, que Deus aprova, que realmente temos a felicidade eterna, mas apenas que nosso sistema cerebral de recompensa funciona bem. Esse sistema é dado por Deus, faz parte do cérebro e nos recompensa com alegria. Todas as vezes que fazemos algo esse sistema é ativado e os neurotransmissores como dopamina e serotonina, por exemplo, responsáveis pelo bem estar, ativam sensações corpóreas, que nos dão prazer. Foi projetado por Deus, para que isso ocorra, mas nem sempre o que gostamos é bom para saúde, e nem tudo que traz prazer ao corpo é bom para nossa alma. E nem mesmo o que pode ser bom para nossa alma será bom para o Espirito. Por isso temos o poder de escolha, e reconheço sim como é difícil desejar uma coisa e fazer outra, como vivemos a luta interior de Paulo a cada dia, conforme nos mostra claramente a carta de Paulo aos Romanos no capítulo 7, versículos 14 a 25, mas ele venceu por amor a Cristo.

A renúncia é o que nos aproxima do Mestre, a vitória sobre nossos desejos é o que nos torna heróis… Hoje pensei na resposta da pergunta que me fez no programa: “porque comigo não aconteceu”. Na hora fiquei em silêncio, porque não quis te constranger, mas a resposta, amada, é essa “Porque talvez seu ministério fosse a renuncia” .

Os eunucos que Jesus se referia não eram homossexuais

Quanto aos Eunucos que você usou para se explicar, Deus me deu esta resposta. Dentro do seu contexto particular perante sua afirmação dizendo que eunucos seriam gays, mesmo eu, sabendo que não eram, Deus me deu esta palavra se assim o fossem:
“Alguns são eunucos porque nasceram assim, outros foram feitos assim pelos homens, outros ainda se fizeram eunucos por causa do Reino dos céus. Quem puder aceitar isso, aceite”. (Mateus 19:12)

O que são eunucos? Como diz o versículo acima, existem aqueles que nasceram sem essa avidez sexual, em virtude de problemas congênitos, como o mau desenvolvimento dos testículos durante a gestação, por exemplo. Existem outros que foram feitos eunucos. Na antiguidade, era por via da castração, tirando os testículos. Por conta disso, muitas alterações hormonais ocorriam. Talvez essas pessoas até tivessem alguns desejos fantasiosos, mas o seu corpo não respondia a eles. Hoje em dia, uma pessoa é feita eunuco pela via do trauma, através da violentação.

“Porque assim diz o SENHOR a respeito dos eunucos, que guardam os meus sábados, e escolhem aquilo em que eu me agrado, e abraçam a minha aliança: Também lhes darei na minha casa e dentro dos meus muros um lugar e um nome, melhor do que o de filhos e filhas; um nome eterno darei a cada um deles, que nunca se apagará.” (Isaías 56:4-5)

Digamos que o que Deus quer te dizer é que, se os eunucos fossem gays como quis afirmar, ainda assim Deus falaria em renúncia.
Porém, amada, pela história e pela ciência uma pessoa literalmente castrada como eram os eunucos, por exemplo, da antiguidade, sentiam pouco ou nenhum prazer, portanto não eram objetos sexuais. Quando Jesus fala dos nascidos, está se referindo aos com problemas genéticos, portanto faltava-lhes desejo sexuais. Não eram de forma alguma sexuados, não poderiam ser homossexuais e/ou bissexuais em seu desejo, porque simplesmente não tinham desejo sexual, e seu prazer era servir nos palácios pois esse trabalho era honra para essas pessoas.

Fazendo uma analogia à palavra “eunuco” podemos dizem que existem entre nós “eunucos”, pessoas de total renuncia que abrem mão de sua sexualidade e prazer sexual mesmo não sendo mutilados fisicamente, para servir a Deus, por exemplo os padres.
Podemos dizer ainda dentro desse contexto que: Há os eunucos a serviço do Reino de Deus, como era Paulo de Tarso e tantos outros ao longo da história. Como era Madre Tereza de Calcutá, que ficou para sempre gravada na história da humanidade não por atributos físicos e/ou sensuais, mas por um amor pelos que sofrem que transcende todo e qualquer entendimento que não seja pelo espírito, era na acepção da palavra uma perfeita “eunuca” (se é que existe tal termo).

Não devemos manipular fatos históricos ou versículos Bíblicos com requintes falaciosos e perversos apenas para satisfazer nossos desejos. Me perdoe se de alguma forma te ofendo, não é essa minha intenção, apenas gostaria de deixar o meu apreço, meu carinho, e dizer que Jesus te ama e a vejo um dia voltando como um filho prodigo para os braços do pai, e juntamente como você, todos os que acreditam na sua versão do evangelho que, na opinião do cristianismo, é seita pois retira e manipula princípios que jamais, segundo Jesus Cristo que os criou a 2 mil anos e está no céu declarou, poderiam ser mudados.

Quando negamos a verdade de tal modo, nos entregamos conscientemente à mentira a ponto de acabar acreditando na mentira como verdade e recusamos até a evidência da verdade. Estamos repetindo o pecado dos fariseus que viam Cristo fazer milagres e os negavam, apesar de vê-los. Não havia então modo de convertê-los. Quando você diz em público que tentou de tudo, libertação, confissão, etc., e não funcionou, está negando a Cristo, tentando se justificar. Se está certa do que faz, não mais se justifique usando a palavra, pois está envergonhando o evangelho de Jesus perante o mundo. Você pode ser aceita, e está sendo, pelo mundo; essa é a maior prova do engano, pois o mundo jamais aceitará um cristão legítimo, porque ele não se adaptará ao mundo ferindo princípios. Pode este conviver e amar as pessoas do mundo, mas não se aliar a ele nos comportamentos que os sustenta, quando são contrários aos mandamentos.

Não nos cabe procurar desculpas para justificar o pecado. É nossa responsabilidade buscar o meio de vencer a tentação (1 Coríntios 10:13; Tiago 4:7-10).

“”Não vos enganeis: nem impuros, nem idólatras, nem adúlteros, nem efeminados, nem sodomitas. herdarão o reino de Deus”” (1 Coríntios 6:9-10).

Com a paz de Jesus Cristo me despeço em amor crendo no seu milagre, como clamo a cada dia pelo meu.

Marisa Lobo

Deixo para ti uma linda canção de Davi Sacer Toque no Altar ABRO MÃO, ainda não consigo cantar toda, pois temo ao senhor, mas a ouço todos os dias.

Fonte: Gospel+

Divulgação: www.jorgenilson.com