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16 de abr de 2012

ORDENAÇÃO DE PASTORA. O QUE A BÍBLIA DIZ? PARTE VI


 ORDENAÇÃO DE PASTORA. O QUE A BÍBLIA DIZ? PARTE VI
 
 
A sociedade está mudando em ritmo acelerado e, consequentemente, os valores também, nos revelando o quão perto estamos da volta do Senhor Jesus. Hoje, o errado passou a ser o certo, o certo passou a ser o errado ( Como exemplo podemos citar a legalização do casamento entre homossexuais, com o direito a adoção de filhos e tudo mais). Se o casal optou pela homossexualidade, até aí, tudo bem: Deus nos legou o direito de escolha, até mesmo desta prática abominável (Lv18:22), mas e o direito da criança? Será que ela gostaria de ter dois “papais” ou duas “mamães”?: “ E pervertem o direito da viúva, e do órfão, e do estrangeiro, e não me temem, diz o SENHOR dos Exércitos.” ( Ml 3:5). 

Mas a Bíblia é clara, quando diz, que ele ( o Senhor), não muda: “ Jesus Cristo é o mesmo ontem, e hoje, e eternamente.” (Hb 13:8). E, embora, para muitos, o pecado, hoje, seja uma coisa normal, mas para Deus o seu salário ainda continua sendo a morte: “ Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna, por Cristo Jesus, nosso Senhor.”(Rm 6:23). Deus ama o pecador, mas abomina o pecado, e nisto não há, também, acepção de pessoas: Tanto fora, como dentro da sua igreja. E desobedecer a sua palavra, mesmo que estejamos, bem-intencionados, à semelhança de Uzá, que não era levita e não tinha a permissão de Deus para levar a arca ou, à semelhança de mulheres que não tem a permissão de Deus para o exercício de autoridade nas igrejas (como “pastoras”), é pecado. A Bíblia faz referência à mulheres profetizas, juízas, rainhas e etc, mas nada sobre sacerdotisas, e sabe por que? Porque Deus não é Deus de confusão: “ Porque Deus não é Deus de confusão, senão de paz, como em todas as igrejas dos santos.” (1Cor 14:33).
 

O apóstolo Paulo, em algumas de suas epístolas, se preocupa com o relacionamento correto entre o homem e a mulher, e procura manter este relacionamento como Deus ordenou. Ele ensina que em Cristo há perfeita igualdade espiritual entre o homem e a mulher, como herdeiros da graça de Deus, mas é uma igualdade que envolve a ordem e subordinação, no tocante à autoridade (Gl 3:28). Sabemos que toda autoridade é constituída por Deus (Rm 13:1), e se rebelar contra a autoridade constituída é se rebelar contra o próprio Deus: “ Por isso, quem resiste à autoridade resiste à ordenação de Deus; e os que resistem trarão sobre si mesmos a condenação.” (Rm 13:2). E quem foi que Deus constituiu como autoridade no lar e na igreja, meu amado irmão?: “ Mas quero que saibas que Cristo é a cabeça de todo varão, e o varão, a cabeça da mulher; e Deus, a cabeça de Cristo.” (1Cor 11:3)
 

Portanto, fica claro neste versículo bíblico que Deus é a cabeça em relação a Cristo, Cristo é a cabeça em relação ao homem e o homem é a cabeça em relação a mulher. Paulo fundamenta a liderança do homem no lar e na igreja, não em princípios culturais, mas na atividade e propósitos criativos de Deus, ao criar a mulher para ajudar o homem. A subordinação da mulher não é o rebaixamento da pessoa, pelo contrário, ela mostra que o homem deve reconhecer o grande valor que Deus atribui a mulher, e que é responsabilidade dele amá-la, protegê-la e orientá-la, de tal maneira, que a vontade de Deus para ela no lar e na igreja seja cumprida: “ Salvar-se-á, porém, dando à luz filhos, se permanecer com modéstia na fé, na caridade e na santificação.” (1Tm 2:15). Além disso, no Reino de Deus, a liderança nunca implica ser o “maior”. A condição de ser servo e obediente na posição que Deus nos colocou são grandezas no Reino de Deus: “ Não será assim entre vós; mas todo aquele que quiser, entre vós, fazer-se grande, que seja vosso serviçal.” (Mt 20:26)
 

Nos ensina a palavra de Deus: “ Vós, mulheres, sujeitai-vos a vosso marido, como ao Senhor.” (Ef 5:22). A esposa tem a tarefa dada por Deus de ajudar o marido e de submeter-se a ele. Seu dever para com o marido inclui o amor, o respeito, a ajuda, a pureza, a submissão, um espírito manso e quieto, e ser uma boa mãe e dona de casa. É importante notar que a submissão da mulher ao marido é vista por Deus, como parte integrante da sua obediência a ele: “Como ao Senhor”.
 

E: “ Vós, maridos, amai vossa mulher, como também Cristo amou a igreja e a si mesmo se entregou por ela, para a santificar, purificando-a com a lavagem da água, pela palavra, para a apresentar a si mesmo igreja gloriosa, sem mácula, nem ruga, nem coisa semelhante, mas santa e irrepreensível.” (Ef 5: 25 a 27). Deus estabeleceu a família como a unidade básica da sociedade. Toda família necessita de um dirigente. Por isso, Deus atribui ao marido a responsabilidade de ser a cabeça da esposa e família. Sua liderança deve ser exercida com amor, mansidão, lealdade, fidelidade, proteção, compreensão, não buscando seus próprios interesses, e sofrendo os “danos” das tribulações do dia a dia, exatamente como Cristo amou a igreja: Se sacrificando por ela. Assim devemos amar nossas mulheres e que o Senhor nosso Deus tenha misericórdia de nós e nos ajude, para que naquele Dia não sejamos envergonhados, pois aos olhos do Senhor, de nada adianta, se, nos púlpitos, somos conhecidos como “homens de Deus”, mas , dentro do nosso lar, nossas esposas e filhos não podem dizer o mesmo: “ Mas , se alguém não tem cuidado dos seus e principalmente dos da sua família, negou a fé e é pior do que o infiel.” (1Tm 2:8).
 

Como acabamos de ver: Basta apenas, um exame superficial das Escrituras Sagradas, para compreendermos que, hoje, mulheres assumindo posição de liderança nas igrejas, seminários teológicos e etc, é mais um esforço de Satanás para semear engano no meio do povo Deus. Se uma das qualificações dada por Deus, para o homem ser consagrado pastor é saber governar bem a sua própria casa: “( Porque, se alguém não sabe governar a sua própria casa, terá cuidado da igreja de Deus?)” (1Tm 3:5). E todos sabemos que foi o homem que ele elegeu para liderar a mulher e a família. Então o fato, de mulheres sendo consagradas “pastoras” é um ato de rebelião ao Senhor, que não permite tal prática nas suas igrejas, e por isso muitas estão “enfeitiçadas” pela oferta de Satanás: “ Porque a rebelião é como o pecado de feitiçaria.” (1Sm 15:23a). E que o Senhor tenha misericórdia de nós.
 

Afinal, qual foi mesmo a razão da queda do homem?: “ E Adão não foi enganado, mas a mulher, sendo enganada, caiu em transgressão.” (1Tm 2:14). Tanto o homem, como a mulher, abandonaram as atribuições que o Senhor lhes dera no Jardim do Éden. Eva, ao agir como líder, independente do seu marido, comeu do fruto proibido. Adão, ao negligenciar sua responsabilidade de liderança, sob a orientação de Deus, consentiu com a transgressão de Eva, e como resultado, ele também caiu, e trouxe o pecado e a morte à raça humana. E repare bem no que foi dito por Deus, depois da queda, a Adão e Eva, respectivamente: “ E a Adão disse: Porquanto deste ouvidos à voz de tua mulher e comeste da árvore de que te ordenei, dizendo: Não comerás dela, maldita é a terra por causa de ti; com dor comerás dela todos os dias da tua vida.”(Gn 3:17); “ E à mulher disse: Multiplicarei grandemente a tua dor e a tua conceição; com dor terás filhos; e o teu desejo será para o teu marido, e ele te dominará.” (Gn 3:16).
 

O castigo imposto sobre o homem e a mulher, bem como o efeito do pecado sobre a natureza, tinham o propósito de relembrar à humanidade as conseqüências terríveis do pecado e de levar cada um de nós a depender de Deus, com fé e obediência, pois podemos ter certeza, que na obediência temos a vida, mas na desobediência herdamos a morte e esta palavra ainda vale para os nossos dias, ou não?: “ Certamente morrerás” (Gn 2:17). E, à semelhança, do que fez com Eva, Satanás continua querendo enganar as verdadeiras servas de Deus destes dias, agora dizendo que elas serão como o homem e para isso já tem o consentimento de muitos “pastores” que chamam de tradicionais, antiquados e “machistas” todos os que perseveram na obediência à palavra revelada. Movimento este que chamamos “carismático feminista” , ou como já é mais conhecido mundialmente: “ Movimento Carismático Internacional”, ou Grupo dos Doze (G-12), ou “igrejas em células”.
 

Hoje, claramente, observamos, que o movimento feminista, já se encontra bem enraizado dentro de muitas igrejas que professam a fé cristã. Satanás tem seduzido multidões com seus ensinos anti-bíblicos, que mesmo desprezando a palavra de Deus se é possível herdar a salvação, pois tem dito: “ Certamente não morrereis.” (Gn 3:4). Mas é MENTIRA, minha amada irmã, a salvação da mulher está também condicionada a ela aceitar de bom grado a posição que lhe foi imposta no lar e na igreja pelo Criador e que por toda as Escrituras Sagradas lhe proíbe o exercício de autoridade: “ Salvar-se-á, porém, dando à luz filhos, se permanecer com modéstia na fé, na caridade e na santificação.” (1Tm 2:15). O que significa ser modesta na fé? Será que é assumir posição de liderança no lar e na igreja, mesmo sem a permissão de Deus? Acredito que não. A mulher é salva pela fé em Deus, aceitando com modéstia, o que lhe foi atribuído pelo Criador.
 

“Salvar-se-á, porém, dando à luz à filhos”. A mais alta posição da mulher, e a sua verdadeira dignidade, está no lar como esposa e mãe piedosa. Ela não terá maior realização interior, alegria, benção ou honra, do que tornar-se esposa e mãe cristã, dar à luz filhos, amá-los e criá-los para glória de Deus. Ou será que o nosso Criador não nos conhece melhor do que nós mesmos? Talvez para os feministas e simpatizantes de nossos dias este versículo bíblico não tenha mais o mesmo valor que quando foi escrito. Se Uzá não conhecia a palavra de Deus, que não permitia que ele transportasse a arca, a Bíblia não relata, mas você, minha amada irmã, está sendo orientada segundo todo o conselho de Deus: “ Não permito, porém, que a mulher ensine, nem use de autoridade sobre o marido, mas que esteja em silêncio. Porque primeiro foi formado Adão, depois Eva.” (1Tm 2:12,13). E sabe por que Deus não permite que a mulher exerça autoridade sobre o homem, minha amada irmã? Porque só o Senhor é Deus, o Todo-Poderoso e apenas ele e mais ninguém tem poder sobre o “barro”, e na sua soberania criou primeiro o homem, e depois a mulher para ser sua adjutora e ponto final. Poderia ter sido diferente? Poderia, mas não foi, e será isso motivo para nos rebelarmos contra o nosso Criador e Senhor?: “ Mas, ó homem, quem és tu, que a Deus replicas? Porventura, a coisa formada dirá ao que a formou: Por que me fizeste assim?” (Rm 9:20). Que o Senhor tenha misericórdia de nós, e de nossas mulheres e de nossos filhos.
 

E, hoje, muitas “pastoras” querendo justificar, com base bíblica, a sua posição de liderança nas igrejas, citam o fato de Débora ter assumido posição de liderança em Israel: “ E Débora, mulher profetiza, mulher de Lapidote, julgava a Israel naquele tempo.” (Jz 4:4). Mas o trecho bíblico fala por si só: Débora foi profetiza e juíza, ela não foi sacerdotisa e o fato de Deus ter usado uma mulher para livrar o seu povo da opressão dos seus inimigos: “ E disse ela: Certamente irei contigo, porém não será tua a honra pelo caminho que levas; pois à mão de uma mulher o SENHOR venderá a Sísera. E Débora se levantou e partiu com Baraque para Quedes.” (Jz 4:9), era sinal evidente de juízo de Deus contra a liderança do seu povo, que fazia o que era mal aos seu olhos (Jz 4:1), e que também não encontrou um homem que estivesse na brecha por aquela geração (Ez 22:30), a não ser o “inseguro” Baraque, pois a vontade perfeita de Deus é que homens estejam à testa do seu povo, e não mulheres: “ Os opresssores do meu povo são crianças, e mulheres estão à testa do seu governo. Ah! Povo meu! Os que te guiam te enganam e destroem o caminho das tuas veredas. O SENHOR se levanta para pleitear e sai a julgar os povos. O SENHOR vem em juízo contra os anciãos do seu povo e contra os seus príncipes.” ( Is 3: 12,13 e 14).
 
Esta era a realidade em Israel nos dias de Débora e, também, a realidade que estamos vivendo hoje ( Ez 22: 23 a 31), quando muitos que se dizem pastores, movidos pelos mais diferentes interesses, que na maioria da vezes é político ou financeiro, colocam o seu conceito de certo ou errado acima da revelação bíblica. Pregam mensagens atraentes e sedutoras, bíblicas mas não evangélicas, e enganam multidões com este outro evangelho GEDOZIANO, que permite até a consagração de “pastoras”, mesmo sem a permissão de Deus. E o que é pior: Mulheres, que a exemplo de Débora, deveriam se levantar em profecia e julgando o fruto para saber se a “árvore” é boa, cooperando na obra do Senhor, preferem se deixar seduzir e seguir os passos de Eva, caminhando, repito, para a morte, por darem ouvidos à estes “ministros de justiça”: “ Mas temo que, assim como a serpente enganou Eva com a sua astúcia, assim também sejam de alguma sorte corrompidos os vossos sentidos e se apartem da simplicidade que há em Cristo.” ( 1Cor: 11:3). Não se deixe enganar, minha amada irmã, seja uma “Débora”, e não uma “Eva”.
 

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