Seguidores

18 de dez. de 2012

As Organizações Religiosas e a União Homoafetiva


As Organizações Religiosas e a União Homoafetiva

E-mailImprimir
                                                                                             Artigo do Dr. Caramuru Afonso Francisco*
                                  O Supremo Tribunal Federal, no dia 5 de maio de 2011, julgou procedentes duas ações, a ação direta de inconstitucionalidade nº 4277, proposta pela Procuradoria Geral da República e a arguição de descumprimento de preceito fundamental nº 132, proposta pelo Governador do Estado do Rio de Janeiro, o sr. Sérgio Cabral, considerando como “entidade familiar” a união estável entre pessoas do mesmo sexo.
                                   Tal decisão, que representa mais um distanciamento do direito de família brasileiro ao modelo judaico-cristão que forjou o surgimento deste direito em nosso ordenamento jurídico, traz, naturalmente, alguns questionamentos a respeito do comportamento que devem ter as organizações religiosas diante de tais uniões, uma vez que é sabido que, na sua esmagadora maioria, as religiões (cristianismo, islamismo, judaísmo, entre outras) não aceitam esta forma de união, já que contrária à própria natureza humana.
                                   É importante frisar, desde já, que o que fez o Supremo Tribunal Federal foi atribuir a estas uniões, chamadas de “homoafetivas”, o mesmo “status” das uniões estáveis previstas no artigo 226, § 3º da Constituição da República. Neste dispositivo constitucional, é claríssimo que as uniões estáveis são reconhecidas como “entidades familiares” “para fins de proteção do Estado”.
                                   Trata-se, portanto, de um reconhecimento que se faz única e exclusivamente para que se tenha “proteção do Estado”, o que já significa que tal reconhecimento, de forma alguma, pode avançar sobre áreas alheias ao Estado, entre as quais se encontra a atividade religiosa.
                                   Como é sabido, o Estado brasileiro é laico, ou seja, não tem uma religião oficial, não podendo professar qualquer credo, como se vê, claramente, do disposto no artigo 19, inciso I da Constituição da República.
                                   Assim sendo, o reconhecimento da união homoafetiva não pode, em absoluto, vincular as organizações religiosas, com as quais o Estado não pode estabelecer relações de dependência ou aliança.
                                   Como se não bastasse isso, o Código Civil é claríssimo ao dizer que são livres a criação, organização, estruturação interna e funcionamento das organizações religiosas (artigo 44, § 1º CC), a indicar que não pode o Estado intervir nos postulados e normas internos das organizações religiosas.
                                   Desta maneira, o fato de o Supremo Tribunal Federal ter reconhecido a qualidade de “entidade familiar” às uniões homoafetivas não atinge os estatutos sociais das organizações religiosas e suas normas internas que condenam tais uniões e impedem que seus membros possam mantê-las.
                                   Continua perfeitamente possível e não representa qualquer ilegalidade a previsão da repulsa ao homossexualismo e às uniões homoafetivas nos estatutos sociais e demais normas internas das organizações religiosas, sendo, também, perfeitamente cabível a exclusão de sua membresia de todos quantos adotarem tais maneiras de viver.
                                   Diríamos, até, que se impõe, ante o reconhecimento do Supremo Tribunal Federal, a inclusão de tais vedações nos estatutos sociais e normas internas que ainda não os contêm, vez que, em caso de silêncio, aí sim se configuraria uma ilegalidade a exclusão de membros que adotassem tais práticas sem que houvesse prévia disposição normativa.
                                   A própria argumentação dos autores das duas ações julgadas procedentes pelo Supremo Tribunal Federal leva a esta conclusão.
                                   Com efeito, em ambas as ações, procurou-se mostrar ao Supremo Tribunal Federal que se impunha o reconhecimento das uniões homoafetivas em nome de alguns princípios constitucionais, entre os quais o da dignidade da pessoa humana, da liberdade, da igualdade e da segurança jurídica.
                                   Ora, segundo os autores das duas ações, a Constituição da República adota como fundamento o princípio da dignidade da pessoa humana, segundo o qual deveria haver respeito e consideração a todos os homens.
                                   Se assim é, não pode o Estado impor a seus cidadãos a obrigatoriedade de aceitar, sem que para tanto haja desrespeito e desconsideração, uniões que sua fé entenda serem abomináveis e desagradáveis a Deus.
                                   Também se disse que o reconhecimento das uniões homoafetivas era uma imposição do princípio da liberdade, pois todos devem ter o direito de escolher e de manifestar com quem querem constituir família, independentemente do sexo da pessoa amada.
                                   Se assim é, não pode o Estado, também, impedir que as pessoas entendam que somente se pode constituir família com pessoa do sexo oposto e mediante o casamento, como creem a esmagadora maioria das religiões, de forma que não podem impedir que, em suas organizações religiosas, os cidadãos brasileiros estabeleçam que tipos de família podem participar de suas comunidades, à luz de suas crenças.
                                   A propósito, esta liberdade das pessoas religiosas foi expressamente reconhecida na sustentação oral do advogado Luís Roberto Barroso, que representou, no julgamento do Supremo Tribunal Federal, o Governador do Estado do Reio de Janeiro, o sr. Sérgio Cabral.
                                   Também se disse que o reconhecimento de uniões homoafetivas era necessário por causa do princípio da igualdade, pois todos devem ser tratados de igual maneira, independentemente de orientação sexual.
                                   Se assim é, o Estado também não pode impedir que as pessoas religiosas tenham o mesmo direito de dizer que tipo de família podem admitir em suas comunidades, em suas organizações, visto que são tão iguais quanto os homossexuais.
                                   Também se disse que o reconhecimento das uniões homoafetivas era um corolário do princípio da segurança jurídica, já que se devia dar aos homossexuais a garantia de que poderiam ter os mesmos direitos dos heterossexuais em termos de direito de família, não vivendo uma insegurança quanto ao seu patrimônio jurídico uma vez inseridos neste tipo de união.
                                   Se assim é, as organizações religiosas também têm o direito de ver resguardadas a sua independência frente ao Estado, não podendo permitir que suas crenças e sua cosmovisão sejam afetadas por um Estado que não pode se imiscuir em assuntos religiosos.
                                   Vemos, pois, que toda a fundamentação do reconhecimento do Supremo Tribunal Federal impõe, de modo indelével, a total inaplicabilidade de tal reconhecimento à estruturação interna e ao funcionamento das organizações religiosas em nosso país.
                                   Cumpre, por fim, observar que o reconhecimento do Supremo Tribunal Federal não equiparou as uniões homoafetivas ao casamento, mas, sim, às uniões estáveis entre homem e mulher que, pela própria disposição do artigo 226, § 3º da Constituição da República, estão em nível inferior ao casamento.
                                    Deste modo, também, não tem qualquer fundamento a ideia de que, com o reconhecimento do Supremo Tribunal Federal, as organizações religiosas tenham qualquer obrigação de realização de cerimônias de “casamento entre pessoas do mesmo sexo”, vez que nem sequer houve reconhecimento de que possa haver casamento entre pessoas do mesmo sexo, o que continua sendo vedado pelo nosso ordenamento jurídico.
                                   É oportuno observar, aliás, que o ministro Ricardo Lewandowski, embora tenha votado a favor da união estável homoafetiva, fez questão de ressaltar que tal reconhecimento não importava em possibilidade de casamento entre pessoas do mesmo sexo, algo que não é previsto no ordenamento jurídico brasileiro.
                                    Se não existe, pelo menos por ora, “casamento homoafetivo”, tem-se como impossível usar-se o argumento de que as organizações religiosas sejam obrigadas a qualquer tipo de celebração de tal espécie de união.
                                   Vemos, pois, em conclusão, que referido julgamento do Supremo Tribunal Federal é totalmente inaplicável à vida interna das organizações religiosas.

* Doutor em Direito Civil e bacharel em Filosofia pela USP.  

Divulgação: www.jorgenilson.com

17 de dez. de 2012

Ativistas lançam Bíblia gay para desmistificar a homossexualidade

Fim do mundo!

Ativistas lançam "Bíblia" gay para desmistificar a homossexualidade


                                                            


                                                 Nova tradução é chamada de "Bíblia Rainha James"

Após centenas de debates entre a comunidade LGBT e os evangélicos sem uma solução definitiva, um grupo de ativistas decidiu publicar a primeira “Bíblia Gay”.

A homossexualidade continua a ser uma questão amplamente debatida e a Bíblia tradicionalmente é vista como um documento que condena a relação sexual de pessoas do mesmo sexo. Por isso, alguns editores anônimos afirmam que chegou a hora de reinterpretar as Escrituras para criar uma tradução favorável a gays e lésbicas.

Ela é chamada de “Bíblia Rainha James”, pois segundo o grupo responsável pela sua edição, o Rei James da Inglaterra, que autorizou a primeira tradução para o inglês mais de 400 anos atrás, seria gay.

“A Bíblia Rainha James resolve quaisquer interpretações homofóbicas da Bíblia, mesmo assim sabemos que a Bíblia ainda está cheia de contradições”, diz o website que promove a publicação. “Não há Bíblia perfeita. Esta também não é. Nós queríamos fazer um livro cheio da palavra de Deus, que ninguém poderia usar para condenar incorretamente os filhos de Deus que nasceram LGBT, e conseguimos. ”

Os editores fazem várias ponderações sobre as dificuldades de tradução de termos como “sodomita” e “abominação”. Afirmam ainda que a palavra “homossexual” não foi colocada no livro sagrado até 1946 e que esse termo não existe em nenhum verso dos manuscritos originais. Essa nova versão é supostamente “mais pura”.

Levando em conta os versículos mais citados em argumentações teológicas contra a homossexualidade e a atração pelo mesmo sexo, os editores dizem terem refeito o texto “de uma maneira que faz com que seja impossível haver interpretações homofóbicas.”

Para eles, essa Bíblia visa corrigir “algumas passagens que geram discriminação contra os membros da comunidade LGBT” e “ser uma referência para as pessoas da comunidade gay que são crentes, e agora têm uma Bíblia que se adapta à sua forma pensar e não discrimina segundo a orientação sexual”.

Os exemplares da primeira edição estão à venda no site Amazon.com e custam cerca de 70 reais. Mais informações no site queenjamesbible.com.

GP

Divulgação: www.jorgenilson.com

Este é o nosso Brasil



Fonte: Google

16 de dez. de 2012

ISSO SIM, É FIM DO MUNDO


Fim do mundo! Isso sim, é fim do mundo.

Adaptado

União Europeia irá PROIBIR A apresentação da família tradicional e natural, feito de pai, mãe e filhos – de comunicações públicas,  para não constranger os gays. O espírito do anticristo já atua no mundo e irá avante pois é o seu tempo de preparar o mundo para receber o Homem do pecado.

 Esta imagem será PROIBIDA.

 ISSO É DOENTIO, ISTO É HETEROFOBIA= Heterofobia é a discriminação com base na família tradicional. É a opção sexual natural combatida pelos gays. Isto implica preconceito ou aversão para com as pessoas e instituições heterossexuais. LOGO LOGO CHEGARÁ ESSA LEI doentia no Brasil.

http://jornaloexpresso.wordpress.com/2011/06/27/velhas-piadas-nova-realidade/ http://www.abril.com.br/entretenimento/fotos/14a-parada-gay-agita-sao-paulo-veja-fotos-566899.shtml http://rogeriovilela.com/blog/?p=84 http://www.paraiba.com.br/2012/06/07/28396-veja-imagens-de-beijos-gays-por-todo-o-mundo
São imagens que os líderes gayzistas querem implantar nas nossas mentes, nas nossas crianças como se fossem normais. ISTO É PURA REBELIÃO, ANORMALIDADE E AFRONTA A FAMÍLIA INSTITUÍDA POR DEUS E ACEITA DESDE QUE O MUNDO É MUNDO.

Olavo de Carvalho, mesmo sem ser evangélico, bate firme contra essa ideia chamado-a de doentia. 






Olavo de Carvalho comenta a decisão da União Européia de banir imagens de famílias tradicionais – feito de pai, mãe e filhos – de comunicações públicas.
Numa altura em que a economia  dos países da União Européia está em desagregação, com o desemprego a subir geometricamente, a União Européia prepara-se para proibir por lei (diretriz da União Européia), aplicável a todos os países, que imagens como esta aqui em cima sejam tornadas públicas em anúncios publicitários na comunicação social — jornais, televisão, etc. —, alegadamente porque transmitem “uma ideia estereotipada da família”.
A mesma diretriz irá proibir também que livros, como por exemplo “Os Cinco” de Enid Blyton, ou o Peter Pan, sejam vendidos ao público, porque alegadamente esses livros para crianças denotam a existência de “papéis de gênero”.

http://www.dailymail.co.uk/news/article-2229022/Now-Brussels-takes-aim-Famous-Five-Books-portraying-traditional-families-barred.html

Divulgação: www.jorgenilson.com

15 de dez. de 2012

NATAL, dois textos que se contradizem. Tire suas conclusões.

1º Texto sobre o Natal

Natal! Uma Festa Pagã


Ao contrário do que muitos pensam o natal não é uma festa cristã. A prática de festejar o natal foi introduzida na igreja em fins do século IV. A palavra natal em inglês é christmas, a união de duas palavras, christ e mass que significa missa de Cristo ou missa de natal.

O dia 25 de dezembro foi escolhido porque coincidia com os festivais pagãos que celebravam a saturnália e o solstício de inverno, em adoração ao deus-sol, o sol invictus. O deus-sol é muito provavelmente, uma indicação de Ninrode mencionado em Gênesis 10:8-10. Este festival de inverno era chamado a natividade do sol. A festa solar do natalis invicti (natividade do sol inconquistado) era celebrada em 25 de dezembro.

Saturnália é referente a saturnal, do latim saturnale, indica o deus saturno ou as festas em sua honra.

Solstício vem do latim solstitiu. Época em que o sol passa pela sua maior declinação boreal ou austral, e durante a qual cessa de afastar-se do equador. Os solstícios situam-se, respectivamente, nos dias 22 ou 23 de junho para a maior declinação boreal, e nos dias 22 ou 23 de dezembro para a maior declinação austral do sol. No hemisfério sul, a primeira data se denomina solstício de inverno e a segunda solstício de verão; e, como as estações são opostas nos dois hemisférios, essas denominações invertem-se no hemisfério norte.

A prática de trocar presentes era, segundo nos informa Tertuliano, parte da saturnália. Não há nada de errado em dar presentes. Os israelitas davam presentes uns aos outros em tempos de celebração (Et.9:22). Mas alguns têm procurado ligar os presentes de natal com aqueles que Jesus recebeu dos magos.

A árvore de natal também tem suas origens no paganismo. Segundo uma fábula babilônica, um pinheiro renasceu de um antigo tronco morto. O novo pinheiro simbolizava que Ninrode tinha vindo a viver novamente em Tamuz. Entre os druidas o carvalho era sagrado. Entre os egípcios era a palmera, e em Roma era o abeto, que era decorado com cerejas negras durante a saturnália. O deus escandinavo Odim era crido como um que dava presentes especiais na época de natal àqueles que se aproximassem de seu abeto sagrado. Em inúmeras passagens bíblicas a árvore é associada a idolatria e a adoração falsa: Porque também os de Judá edificaram altos, estátuas, colunas e postes-ídolos no alto de todos os elevados outeiros, e debaixo de todas as árvores verdes (I Rs.14:23). Não estabelecerás poste-ídolo, plantando qualquer árvore junto ao altar do Senhor teu Deus que fizeres para ti (Dt.16:21). Portanto a árvore de natal recapitula a idéia da adoração de árvore, sendo que castanhas e bolas simbolizam o sol. (WOODROW, Ralph. Babilônia A Religião dos Mistérios).

A fim de justificar a celebração do natal muitos tentaram identificar os elementos pagãos com símbolos bíblicos. Jesus, por exemplo, foi identificado com o deus-sol. Tertuliano teve que assegurar que o sol não era o Deus dos cristãos, e Agostinho denunciou a identificação herética de Cristo com o sol. O salmo 84:11 diz que Jesus é sol. Mas este versículo não está dizendo que Jesus é o deus sol ou que o sol é um deus, mas que assim como o sol ilumina toda a humanidade, Jesus é a Luz que alumia todos os homens (Veja Lc.1:78,79 e Jo.1:9).

Na basílica dos apóstolos muitos cristãos, identificando Cristo com o deus-sol, viravam seus rostos para o oriente a fim de adorá-lo. O próprio papa Leão I reprovou o ressurgimento desta prática, como já havia acontecido com o povo de Israel:
 
“...e com os rostos para o oriente, adoravam o sol virados para o oriente” (Ez.8:16).

É bom lembrarmos das advertências do profeta: Porque os costumes dos povos são vaidade; pois cortam do bosque um madeiro, obra das mãos do artífice com machado; com prata e ouro o enfeitam, com pregos e martelos o fixam, para que não oscile (Jr.10:3,4).

Com o passar do tempo muitos outros costumes foram sendo introduzidos nas festividades do natal. O papai Noel, por exemplo, é uma representação de São Nicolau, um santo da Igreja Católica Romana. O presépio foi inserido por São Francisco.

Não devemos jamais nos esquecer que como cristãos verdadeiros somos ordenados a comemorar a morte de Cristo, sua ressurreição e sua vinda (1ª Co.11:25,26). Em nenhum lugar das Escrituras é ordenado aos cristãos que comemorem o nascimento de Cristo. Talvez porque o nascimento de Cristo, por ser um fato histórico inegável, é aceito por todos os homens, mesmo pelos não cristãos. Não é assim porém com relação a sua ressurreição. Todos comemoram o nascimento de Cristo, mas somente os cristãos comemoram a sua ressurreição. Devemos ainda lembrar que acerca de Jesus, identificado na pessoa de Melquisedeque, se diz que era
 
“...sem pai, sem mãe, sem genealogia; que não teve princípio de dias, nem fim de existência...” (Hb.7:3). 

Em todos os períodos da história da cristandade uma minoria de líderes eclesiásticos tem se colocado contra a observância do natal (Eu prefiro ficar com a minoria - Ex.23:2; Mt.7:13). Vários fatores estão relacionados a essa oposição: (1) uma rejeição da autoridade eclesiástica na sua tentativa de estabelecer dias oficiais de festas dos quais o natal é um; (2) uma objeção às bebidas, festas e imoralidade associadas às festividades do natal em todos os períodos da história; (3) as associações antigas e contínuas entre o natal e as idéias e práticas religiosas pagãs.

Alguns protestantes, especialmente os de tradição calvinista (inclusive Calvino, Knox, os puritanos ingleses e norte-americanos e muitos presbiterianos) recusavam-se a celebrar o natal (OLIVER JR. O. G. Enciclopédia Histórico Teológica da Igreja Cristã. Edições Vida Nova, 1990, v. III, p.9).

Fonte:
 http://www.estudosgospel.com.br/datas-comemorativas/natal/natal-uma-festa-paga.html



2º Texto sobre o Natal

O Natal é a maior alegria que um ser humano pode encontrar

A festa de Natal é uma das mais populares do mundo. Muitos aproveitam a oportunidade para dar e receber presentes, mas quem mais usufrui dessa data é o comércio, que a cada ano começa mais cedo com a decoração natalina e sugere presentes para todos os bolsos e gostos. Mas será que ainda se sabe a verdadeira razão do Natal? Quem conhece sua origem? Será que é apenas uma festa de família, um momento de celebrar laços de amor e amizade? Para muitos, o Natal significa estresse, para outros representa solidão e um tempo onde o vazio interior é percebido com mais intensidade. Será que essa festa perdeu todo o seu sentido?
Vejamos porque devemos celebrar o Natal:

O Natal é a maior alegria que um ser humano pode encontrar

Encontramos este testemunho em Mateus 2.10-11: “E, vendo eles [os magos] a estrela, alegraram-se com grande e intenso júbilo. Entrando na casa, viram o menino com Maria, sua mãe...” Ainda antes do nascimento de Jesus, Maria já exclamou: “o meu espírito se alegrou em Deus, meu Salvador” (Lc 1.47). E o anjo falou aos pastores de Belém: “Não temais; eis aqui vos trago boa-nova de grande alegria, que o será para todo o povo” (Lc 2.10).
Jesus é a luz no fim do túnel, a libertação da escravidão do pecado e a única garantia de futuro. Quem encontra Jesus é alguém que andou errante e finalmente achou o caminho de volta ao lar. E isso é motivo de intensa alegria, da maior alegria!
A desgraça do pecado é imensa, mas a alegria pela salvação em Jesus é incomparavelmente maior. Quantas vezes já sentimos grande júbilo e profundo alívio quando superamos um fracasso! Mas quando nos achegamos a Jesus, nos livramos de toda a culpa e das nuvens escuras da desesperança que pairam sobre nossa vida. Quando recebemos a Jesus, os raios do amor divino nos alcançam trazendo júbilo e alegria maiores que qualquer sofrimento, culpa ou frustração. Jesus é a luz no fim do túnel, a libertação da escravidão do pecado e a única garantia de futuro. Quem encontra Jesus é alguém que andou errante e finalmente achou o caminho de volta ao lar. E isso é motivo de intensa alegria, da maior alegria!

O Natal é a maior ação de busca e salvamento da história da humanidade!

Lemos no Evangelho de Mateus: “Ela [Maria] dará à luz um filho e lhe porás o nome de Jesus, porque ele [Jesus] salvará o seu povo dos pecados deles” (Mt 1.21). E no Evangelho de Lucas está escrito que “hoje vos nasceu, na cidade de Davi, o Salvador, que é Cristo, o Senhor” (Lc 2.11).
Levantar a bandeira da paz, fazer marchas, passeatas e demonstrações em prol da paz igualmente será em vão. Agostinho, um dos pais da Igreja, formulou de maneira muito adequada o que traz paz ao coração: “Nosso coração fica inquieto até encontrar a paz em Ti, Senhor!”

A maior catástrofe da humanidade foi sua queda em pecado. Ela foi tão terrível que não havia outra possibilidade de salvação a não ser Jesus Cristo tornar-se homem. Deus, o Criador, tornou-se homem em Jesus e morreu por nós. Ele deu Seu sangue e Sua vida para termos o perdão. A grandeza dessa operação de salvamento manifesta a enormidade de nossa culpa e a grandiosidade do amor de Deus. Quem não consegue ou não quer crer nessa verdade é como alguém que se acidentou por sua própria culpa mas não quer aceitar ajuda de ninguém e permanece preso às ferragens do carro.

O Natal é a maior paz que podemos usufruir

A base do Natal está alicerçada na misericórdia de Deus: “graças à entranhável misericórdia de nosso Deus, pela qual nos visitará o sol nascente das alturas, para alumiar os que jazem nas trevas e na sombra da morte, e dirigir os nossos pés pelo caminho da paz” (Lc 1.78-79).
Como clama por paz o nosso mundo! Os grandes e poderosos estão empenhados por ela, mas enquanto cada um, pessoalmente, não tiver paz dentro de si, o mundo continuará agitado. Trevas e sombras de morte caracterizam a imagem dos nossos dias. Todas as guerras e revoltas, todos o conflitos familiares e interpessoais são expressões da inquietação que habita em nossos corações. O grande pintor Michelângelo já dizia: “Não é a pintura nem a escultura que saciam a alma sedenta”. Todo o empenho em edificar e construir a paz não trará ao mundo essa tão esperada dádiva. Levantar a bandeira da paz, fazer marchas, passeatas e demonstrações em prol da paz igualmente será em vão. Agostinho, um dos pais da Igreja, formulou de maneira muito adequada o que traz paz ao coração: “Nosso coração fica inquieto até encontrar a paz em Ti, Senhor!” Somente Jesus poderá dirigir nossos passos pelo caminho da paz. Quem encontrou a paz com Deus através de Jesus Cristo tem uma paz inigualável no coração, e os efeitos não se farão esperar, “porque ele é a nossa paz...” (Ef 2.14) Nos campos de Belém os anjos declararam: “Glória a Deus nas maiores alturas, e paz na terra entre os homens, a quem ele quer bem” (Lc 2.14).

O Natal é a maior esperança que alguém pode ter

Jesus é o Salvador de todos que O aceitam, e trouxe a luz da eterna esperança aos salvos. Através dEle a escuridão da alma se transforma em luz.

Segurando o menino Jesus em seus braços, o idoso Simeão louvou a Deus, dizendo: “porque os meus olhos já viram a tua salvação, a qual preparaste diante de todos os povos: luz para revelação aos gentios, e para glória do teu povo de Israel” (Lc 2.30-32). Ele tinha a esperança de ver o Salvador prometido, e teve o privilégio de segurá-lO em seus braços. Jesus é a esperança do mundo.
Jesus é o Salvador de todos que O aceitam, e trouxe a luz da eterna esperança aos salvos. Através dEle a escuridão da alma se transforma em luz. Quando conhecemos Jesus, nossos olhos se abrem. Sua Palavra nos proporciona tesouros espirituais inimagináveis, que Ele adquiriu para nós ao ressuscitar: vida eterna nas mansões celestiais junto de Deus, o Pai; felicidade eterna sem jamais ficarmos tristes; harmonia eterna sem a existência de pecado ou conflito; o fim do medo, da angústia, do estresse, das dúvidas e inquietações. Quem deixa Jesus guiar sua vida também poderá ver as coisas desta vida terrena a partir de outra perspectiva, de um ângulo diferente, iluminado por Deus.

Jesus é o maior presente que alguém pode receber

Por isso está escrito na Palavra de Deus: “Graças a Deus pelo seu dom [presente] inefável!” (2 Co 9.15). “O salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor” (Rm 6.23).
O Natal é a festa dos presentes. Gostamos de dar e de recebê-los. Mas todo presente precisa ser aceito. Ficamos decepcionados quando alguém rejeita o que preparamos e entregamos com muito amor e carinho.
Não há presente maior que o amor de Deus, que vem ao nosso encontro na pessoa de Jesus.

Não há presente maior que o amor de Deus, que vem ao nosso encontro na pessoa de Jesus. Não há esplendor maior, não há bem material, luxo terreno ou qualquer coisa que possa, de alguma forma, ser minimamente comparado ao que Jesus nos dá. Ele veio do céu à terra para nos presentear com a vida eterna. Você aceita esse presente? Ou prefere ficar enlaçado com coisas terrenas que com o tempo se vão?
Você quer receber esse presente de Deus? O presente do perdão de todos os seus pecados, o presente da vida eterna? Se você o aceitar, Jesus Cristo transformará toda a sua vida – pois para Ele tudo é possível!
O Natal pode começar a fazer sentido para você. Jesus quer se tornar a maior festa de sua vida. Ele lhe diz agora mesmo: “Se conheceras o dom de Deus e quem é o que te pede: dá-me de beber, tu lhe pedirias, e ele te daria água viva. Quem beber desta água tornará a ter sede; aquele, porém, que beber da água que eu lhe der, nunca mais terá sede; pelo contrário, a água que eu lhe der será nele uma fonte a jorrar para a vida eterna” (Jo 4.10,13-14). (Norbert Lieth - http://www.chamada.com.br)


Norbert Lieth É Diretor da Chamada da Meia-Noite Internacional. Suas mensagens têm como tema central a Palavra Profética. Logo após sua conversão, estudou em nossa Escola Bíblica e ficou no Uruguai até concluí-la. Por alguns anos trabalhou como missionário em nossa Obra na Bolívia e depois iniciou a divulgação da nossa literatura na Venezuela, onde permaneceu até 1985. Nesse ano, voltou à Suíça e é o principal preletor em nossas conferências na Europa. É autor de vários livros publicados em alemão, português e espanhol.

 Divulgação: www.jorgenilson.com

12 de dez. de 2012

Lições Bíblicas - dia 16/12/2012


Vários textos para sua edificação


Ageu - O Compromisso do Povo da Aliança 


A ênfase nos interesses pessoais contribuiu significativamente para que as pessoas se esqueçam de Deus. O povo da aliança, depois de retornar do cativeiro, também se esqueceu do seu compromisso com o Senhor. Na aula de hoje, a partir do profeta Ageu, estudaremos a respeito dessa falta descompromisso. Destacaremos, a princípio, os aspectos contextuais do livro, em seguida, sua mensagem, e por fim, sua aplicação para os dias atuais.
1. ASPECTOS CONTEXTUAIS

Ageu, cujo nome significa “festivo”, profetizou por um período de quatro meses, no ano 520 a. C., após o retorno de Judá do cativeiro babilônico. O templo de Jerusalém havia sido destruído em 586 a. C., mas Ciro permitiu que os judeus o reedificassem  em 538 a. C. O problema principal foi a falta de continuidade do trabalho, que havia sido iniciado há 18 anos. Os profetas Ageu e Zacarias tiveram papel preponderante a fim de despertar o povo da aliança para o engajamento naquela obra. O versículo-chave se encontra em Ag. 1.4: “É para vós tempo de habitardes nas vossas casas estucadas, e esta casa há de ficar deserta”. Isso porque o povo, ao invés de se voltar para a obra de Deus, se preocupava apenas com o bem-estar pessoal. Ageu foi o primeiro dos profetas pós-exílicos, os demais foram Zacarias e Malaquias. Naquela época, Zorobabel, o governador de Judá, e Josué, o sumo sacerdote, estavam na liderança, tentando reconstruir o Templo. O altar já havia sido restaurado, mas o trabalho do Templo não prosseguia. As razões para a falta de continuidade do trabalho eram diversas, dentre elas a oposição dos inimigos, mas a principal delas era a hostilidade. A mensagem de Ageu encontrou guarida nos corações do povo da Aliança, que se arrependeu e voltou-se para a reconstrução do Templo. Menor que o anterior, mas esse Templo acabou sendo fundamental para a restauração do culto ao Senhor. O livro de Ageu apresenta a seguinte divisão: 1) a ordem para a reconstrução do Templo (Ag. 1); 2) a glória do Templo reconstruído; (Ag. 2.1-9); 3) as bênçãos da obediência (Ag. 2.10-19); e 4) a promessa de benção de Deus (Ag. 2.10-2.23).

2. A MENSAGEM DE AGEU

A mensagem de Ageu é uma denúncia contra o egoísmo humano. O povo da Aliança retornou do cativeiro, preocupando-se apenas com a edificação das suas casas (Ag. 1.2-4). Por causa disso, o povo passou a enfrentar dificuldades financeiras, adquiria muitas coisas, mas não encontrava satisfação (Ag. 1.5,6). Isso porque de nada adianta juntar dinheiro e não colocá-lo debaixo do governo de Deus. É a mesma coisa que juntá-lo em um “saquitel furado”, muito trabalho, mas pouco proveito, e, às vezes, dívidas. Mas o povo de Judá se arrependeu e deu ouvidos à mensagem do profeta Ageu e durante três semanas, a comunidade inteira trabalhou de forma incansável a fim de completar a reconstrução do Templo (Ag. 1.12-15). A dedicação à obra de Deus não é apenas uma ordenança, mas uma necessidade, o ser humano foi criado para servi-LO. Ageu entregou três mensagens de encorajamento para o povo da Aliança. A primeira dizia respeito a uma promessa de que  templo recém-construído, ainda que fosse menor, em comparação com o de Salomão, sua glória seria maior (Ag. 2.1-9). Não é o tamanho do espaço, muito menos a estética, que determina a presença de Deus, mas a disposição espiritual. Esse “segundo Templo”, ainda que tivesse sido reformado por Herodes, teve maior glória, pois Cristo, o Senhor, nele ministrou. A segunda mensagem de Ageu é uma parábola viva. O profeta faz algumas indagações a respeito da lei. Ele pretendia mostrar que a presença de um lugar sagrado não garante a santidade do povo (Ag. 2.10-19). A última mensagem é destinada a Zorobabel, representante da linhagem de Davi, que exercerá autoridade sobre a terra, quando Cristo voltar para reinar.

3. PARA HOJE

Nesses dias tão difíceis para a igreja evangélica precisamos ouvir mais mensagem de restauração. A teologia da ganância está formando uma geração de “crentes” que somente pensa neles mesmo. Estão pouco interessados na obra de Deus, a prioridade é a compra da mansão ou do carro importado. Nada há de errado em buscar satisfazer as necessidades familiares com equilíbrio e modéstia. Não é pecado adquirir uma casa ou um veículo, de acordo com os rendimentos da família. Mas é preciso ter cuidado para não ostentar, os bens materiais não podem ter como objetivo a glorificação pessoal. Por causa do consumismo que adentrou as igrejas, muitos evangélicos estão deixando de viver em paz por causa das dívidas, contraídas a fim de satisfazer o status exigido pela sociedade. A obra de Deus também sofre, pois os projetos eclesiásticos são relegados a segundo plano. É verdade que não dependemos de um templo para adorar a Deus (Jo. 4.21-24), mas isso não exime sua relevância enquanto espaço de encontro para ministração da palavra, oração e adoração (At. 2.44-47). Muitas igrejas locais estão tomadas pelo marasmo, o egoísmo está solapando a comunhão e a unidade. Alguns crentes estão francos, outros se tornaram “desigrejados”. A fraqueza desses não deve ser motivo para perder o ânimo, antes devemos ser fortes no Senhor (Ef. 6.10).

CONCLUSÃO

O compromisso da igreja é com o Reino de Deus, que já está no meio de nós, na expectativa por Sua completude (Lc. 17.20,21; 19.11-27). Muitos evangélicos estão interessados apenas no reino deste mundo, não têm interesse de investir no Reino dos Ceús (Mt. 13.44). Essa é uma questão de prioridade, pois Jesus nos ensinou a buscar primeiro de Deus e a Sua justiça, e que as outras coisas (alimento e vestimenta), não “as demais”, seriam acrescentadas (Mt. 6.33).
BIBLIOGRAFIA

BALDWIN, J. G. Ageu, Zacarias e Malaquias: introdução e comentário. São Paulo: Vida Nova, 1982.

BOICE, J. M. The minor prophets. Grand Rapids: Bakerbooks, 2006.

Publicado no blog Subsidio EBD

======================================================================


ESCOLA BÍBLICA DOMINICAL


NITERÓI - RJ
LIÇÃO Nº 11 - DATA: 16/12/2012
TÍTULO: “AGEU – O COMPROMISSO DO POVO DA ALIANÇA”
TEXTO ÁUREO – Mt 6.33
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE: Ag 1.1-9
PASTOR GERALDO CARNEIRO FILHO
e-mail: geluew@yahoo.com.br
blog: http://pastorgeraldocarneirofilho.blogspot.com/

I – INTRODUÇÃO:

Sob o decreto favorável de Ciro, o restante dos judeus voltou a sua terra sob a direção de Zorobabel, o governador, e Josué, o sumo-sacerdote.

Depois de estabelecer-se na terra, o povo erigiu um altar de holocaustos no local do templo.

Dois anos mais tarde, em meio a grandes regozijos, foram lançados os alicerces do templo.

Seu regozijo logo se tornou em tristeza, porque, por meio dos esforços dos hostis samaritanos, foi ordenado, por um decreto imperial, que fosse interrompida a obra. Mas, nesse tempo o povo se tinha tornado indiferente e egoísta, e, em vez de construir o templo, estava ocupado adornando as suas próprias casas.

Como resultado desta negligência, foram castigados com seca e esterilidade.

A sua pergunta concernente ao motivo destas calamidades deu a Ageu ocasião para a sua mensagem, na qual declarou que a indiferença egoísta do povo no tocante às necessidades do templo era a causa dos seus infortúnios.

Podemos resumir o tema da seguinte maneira: o resultado do relaxamento no término do templo – desagrado divino e castigo; o resultado do término do templo – bênção divina e promessa de glória futura.



II – PEQUENO ESBOÇO DO LIVRO DE AGEU:

Capítulo 1:
Ageu repreende os judeus por não cuidarem do templo – Ag 1.1-11.

Ageu promete a assistência de Deus para o templo – Ag 1.12-15.

Capítulo 2:
É prometida ao segundo templo uma glória maior que a do primeiro – Ag 2.1-9.

Os pecados do povo colocam obstáculos à obra – Ag 2.10-19.

O reino de Cristo é predito – Ag 2.20-23.

III - POR QUE LER ESSE LIVRO?:

Leiamos Ageu para sairmos do desânimo espiritual; ou melhor ainda, para evitá-lo.

Se já nos sentimos desanimados ou acomodados em relação a nossa vida espiritual, Ageu tem palavras do ânimo para todos nós.

Embora visassem a corrigir uma situação existente já de muito tempo, as lições desse livro profético continuam valendo para os nossos dias.

Quando a vitalidade espiritual parece esgotar-se, Ageu lida diretamente com o problema.

IV - QUEM ESCREVEU O LIVRO?:
O profeta Ageu. Seu nome significa “minha festa” ou “festivo”, o que leva a crer que talvez tenha nascido durante uma festa do templo.

V - QUANDO FOI ESCRITO?:
Ageu entregou suas mensagens em 520 a.C.

VI - O QUE ACONTECIA NA ÉPOCA?:
O fundo histórico dos acontecimentos no Livro do profeta Ageu, encontra-se em Esdras do capítulo 1 ao capítulo 7.

Dezoito anos antes da profecia de Ageu, o rei Ciro, da Pérsia, autorizara a volta de milhares de judeus da Babilônia para Judá (538 a.C.).

Embora os judeus tivessem começado a reedificar o templo 16 anos antes dessa profecia, a oposição dos povos vizinhos conseguira intimidá-los e levá-los a abandonar a obra de reconstrução.

VII - PARA QUEM FOI ESCRITO E POR QUÊ?:
Ageu dirigiu suas mensagens especificamente a Zorobabel, governador de Judá, e a Josué, o sumo-sacerdote. Como constituíam a liderança civil e religiosa, representavam todos os judeus que tinham voltado do exílio e precisavam da mensagem de Ageu. Seu propósito era simples e direto: queria levá-los a perceber que se haviam privado das bênçãos de Deus por deixarem na inércia o plano de reconstrução do templo.

VIII - O QUE SE DEVE BUSCAR EM AGEU:
Procuremos ver como Deus repreende, desafia e anima o Seu povo. Observemos também a estreita relação entre a obediência e a bênção. Também descobriremos profecias a respeito do futuro reino messiânico de Deus.

IX – ALGUMAS MENSAGENS NO LIVRO DE AGEU:
Quando Ageu anunciou sua mensagem profética, o povo estava procurando os seus próprios interesses materiais, esquecendo-se dos compromissos com Deus e Sua obra. A preocupação com o serviço religioso havia desaparecido. Ageu reanimou o povo para a realização do serviço divino que possuíam os seguintes aspectos:

(1) - A VALORIZAÇÃO DO SERVIÇO: - Ag 1:4 cf Ed 4.21 - É preciso que o serviço religioso seja valorizado por todos nós.

Ageu denunciou a paralisação durante cerca de 16 anos da reconstrução do templo. As intrigas políticas e religiosas haviam contribuído para esta paralisação. O fato é que havia maior interesse com aquilo que trazia vantagens materiais. O plano de Deus e a casa de Deus estavam sendo colocados em segundo lugar.

Naquele tempo, foi a negligência quanto à restauração do templo. Atualmente, é a falta de crescimento espiritual, pouca oração e estudo bíblico, ausências aos cultos, relaxamento no testemunho cristão, falta de amor fraternal.

Não podemos esquecer que o reino de Deus e a sua justiça devem ser buscados em primeiro lugar!

(2) - O ESTÍMULO PARA O SERVIÇO: - Ag 2:4-5, 9 - Havia no tempo de Ageu uma indiferença, ociosidade e desestímulo para a obra do Senhor. O povo estava desanimado para construir o novo templo porque não poderia igualá-lo ao primeiro templo construído por Salomão. Mas a mensagem de Ageu incentivou o povo a trabalhar e anunciou a glória do segundo templo.

Dentro de várias Igrejas encontram-se pessoas desanimadas. É bom lembrar que QUEM NÃO TRABALHA, DÁ TRABALHO! A Igreja de Cristo não é só lugar de se receber benefícios espirituais, mas também de serviço a Deus. Aqueles que ficam sem ter o que fazer, trarão sérios problemas para a própria comunidade.

(3) - O AUXÍLIO NO SERVIÇO: - Ag 1:13; 2:4 - A promessa da presença de Deus foi a mola propulsora da reação positiva do povo. O Senhor nunca nos pede que façamos o Seu trabalho sozinhos ou só pelas nossas forças. Esse fato tem animado muitos homens a praticarem grandes feitos (Ex 3:12; 13:14; Jz 6:16; Js 1:5; Jr 1:8).

Atualmente são vários os recursos ou instrumentos à disposição para a realização da obra do Mestre, pois é notório o avanço da tecnologia. Mas é indispensável saber que o segredo do sucesso reside na certeza da presença de Deus. Só Ele confere segurança e a certeza da vitória tão esperada (Mt 28:20; Fp 2:13).

(4) - AS BÊNÇÃOS DO SERVIÇO: - Ag 1.6; 2.19 - Está nítido na profecia que, por causa do descuido dos judeus em não reconstruir o Templo do Senhor, Deus reteve as Suas bênçãos. O resultado do relaxamento no cumprimento da vontade de Deus trouxe tristes consequencias. Mas a conclusão da obra era a certeza das bênçãos celestiais e a promessa da glória futura. A obediência traz resultados positivos e agrada ao Senhor.

Hoje temos desafiante compromisso de colaborar na edificação da Igreja de Cristo, e isto devemos fazer com entusiasmo e perseverança. É importante saber que existe uma recompensa para aqueles que cumprem com fidelidade os seus encargos (I Cor 15:58).

X - CONSIDERAÇÕES FINAIS:

No dia do Senhor, quando a trombeta do arcanjo soar, Zorobabel, homem de fé e de ação na obra do Senhor, será levantado de entre os mortos. Ele será como “um anel de selar”, objeto de inestimável valor.

Os reis da antigüidade usavam o anel de selar para autorizar todos os editos e leis promulgados. O anel confirmava a vontade do soberano. Paulo, o apóstolo, afirma que nós somos selados com o Espírito Santo.

Como Zorobabel temos a responsabilidade e o privilégio de expressar pelas nossas vidas a vontade do Pai, quanto à extensão do seu Reino aqui na terra. Uma parte daquela vontade concerne o nosso uso dos bens materiais que ele nos confia. Fomos predestinados às boas obras para que as praticássemos.

Como na época de Ageu, Deus busca a cooperação material de cada um. Por quê? “Porque te escolhi, diz o Senhor dos Exércitos” (Ag 2.23).

FONTES DE CONSULTA:

Revista Educação Cristã – Volume III – SOCEP – Sociedade Cristã Evangélica de Publicações Ltda

Bíblia de Estudo Vida

A Mensagem dos Profetas Menores – ABU – Dionísio Pape

Através da Bíblia Livro por Livro – Editora Vida – Myer Pearlman

Publicado no Blog Escola Biblica Dominical para Todos

===================================================================


Ageu - O Compromisso do Povo da Aliança - Sulamita Macêdo

Publicado em 12 de Dezembro de 2012

Professoras e professores, para esta lição, apresento as seguintes sugestões:
- Iniciem a aula, cumprimentando os alunos, perguntem como passaram a semana. Escutem atentamente as falas dos alunos e observem se há alguém necessitando de uma conversa e/ou oração. Verifiquem se há alunos novatos e/ou visitantes e apresentem cada um. Após a chamada, solicitem ao secretário da classe a relação dos alunos ausentes e procurem manter contato com eles durante a semana, através de telefone ou email. Compreendem a importância desse ato? Os alunos se sentirão queridos, cuidados, perceberão que vocês sentem falta deles. Dessa forma, vocês estarão estabelecendo vínculos afetivos com seus alunos.
Costumeiramente, tenho colocado em todas as lições, esta parte inicial da aula. Parece ser desnecessário, mas não é! Mesmo sendo repetitivo, ainda há professores que desprezam este contato inicial com os alunos.  Já constatei que em alguns blogs há uma cópia do que oriento para as aulas, entretanto é feita a retirada desta parte inicial. Entendo que dessa forma a aula está incompleta. A repetição desta parte inicial pode servir para lembrar ao professor mais uma vez o quanto é importante estabelecer e manter vínculos com os alunos, e, esta é uma das formas de fazer isto. Como também pode servir para o professor que ainda não faz, porque não sabia o quanto é necessário e importante este momento no início da aula. “Não me aborreço de escrever-vos as mesmas coisas, e é segurança para vós.” Fp 3:1

- Iniciem o estudo da lição, falando: A aula de hoje será sobre o livro de profeta Ageu, o décimo de uma série de 12 livros que compõem os Profetas Menores.  A lição tem como título  ”Ageu - O Compromisso do Povo da Aliança”.
- Como trabalhar o tema: 1 - Contexto histórico da época do profeta Ageu 2 - Quem era Ageu 3 - Partes do livro e suas características 4 - Mensagem principal do livro
O conteúdo da lição deve ser trabalhado, buscando o envolvimento do aluno com a aula e contextualizando o tema com a vida do seu aluno. Dessa, forma aprendizagem será mais significativa.
- Quando vocês trabalhem sobre a prioridade que Deus exigia do povo quanto à reconstrução do templo ao invés do tempo, esforço e investimento em suas próprias casas, utilizem a dinâmica “Prioridades”.

Ainda quanto a este tema, sugiro a utilização de um hino  ”Glória da Segunda Casa” de Fernanda Brum. Aproveitem a oportunidade e falem sobre o que diferenciava a segunda casa da primeira. Leiam Ag. 2. 3 a 9.
Vocês podem apenas ler o hino ou se possível cantar com a turma, acompanhado ou não do CD ou de alguém que toque um instrumento. Vejam a letra abaixo.
Glória da segunda casa - Fernanda Brum
Estou reconstruindo meu templo
Põe a tua glória aqui
Glória que não cabe em palácios
Porque foi feita pra mim
Não terei beleza apenas por fora
Quero o teu ouro em meu interior
Só assim verei tua glória meu Senhor Eu quero a glória da segunda casa
A unção da segunda casa
O poder da segunda casa
Eu quero sobre mim
Quero sobre mim
O ouro da segunda casa
O mover da segunda casa
Porque a glória dessa casa
Não será passageira
Será maior que a da primeira
Observação: Leiam o texto “No Tom da Aprendizagem”(postado abaixo), que vai apontar vantagens da utilização da música como recurso de ensino.
- Depois, reflitam com os alunos sobre o tipo de material que estamos utilizando e tempo destinado para construir a nossa vida espiritual, tendo em vista que somos templo e morada do Espírito Santo.
- Sugiro a seguinte atividade para trabalhar Ageu 1.6: “Semeais muito, e recolheis pouco; comeis, porém não vos fartais; bebeis, porém não vos saciais; vesti-vos, porém ninguém se aquece; e o que recebe salário, recebe-o num saco furado”.
Apresentem um saco sem fundo, cortado de forma que os alunos não percebam essa retirada(aconselho aquele tipo de saco metalizado para presente, cortem a borda que fecha o saco - façam isto em casa, antes da aula). Peguem uma cédula de 20, 00 reais ou de outro valor, mostrem para a turma e solicitem que um aluno se ponha de pé diante da classe e coloquem a nota de 20,00 reais dentro do saco. Segurem o saco de forma que não apareça a parte de baixo aberta.  O que vai acontecer? A cédula vai cair no chão, passando pelo espaço aberto do saco(aquela parte retirada do fundo).  Isto vai causar surpresa e alguns alunos vão achar que o dinheiro não foi colocado dentro do saco. Repitam a operação e depois leiam Ageu 1.6 “Semeais muito, e recolheis pouco; comeis, porém não vos fartais; bebeis, porém não vos saciais; vesti-vos, porém ninguém se aquece; e o que recebe salário, recebe-o num saco furado”.
- Para concluir, leiam o texto “Laboratório da Vida”, que proporcionará a reflexão sobre Deus como prioridade em nossas vidas.
Tenham uma excelente e produtiva aula!

Os professores de Adolescentes, Juvenis e Discipulado podem encontrar subsídios pedagógicos para as lições no Blog Atitude de Aprendiz.
Texto Pedagógico: No Tom da Aprendizagem

A Utilização da Música como Recurso de Ensino
 Auxilia de forma significativa no ato de ensinar e aprender, pois é um elemento facilitador da aprendizagem. Vejamos as vantagens de sua utilização:

- Facilita a aquisição de conteúdos.

- Desenvolve o raciocínio, a memorização e sequencia de fatos.

- Amplia o vocabulário.

- Desenvolve a coordenação motora, noção espacial e equilíbrio, quando acompanhada de movimentos.

- Promove a interação, socialização e descontração.

- Proporciona momento de louvor e adoração a Deus.



Divulgação: www.jorgenilson.com

11 de dez. de 2012

Maria do Rosário: “Vou me empenhar para criminalizar a homofobia”


Maria do Rosário: “Vou me empenhar para criminalizar a homofobia”

Ministra autora da infame lei anti-palmada pressiona autoridades policiais que não colaram a etiqueta de “motivação homofóbica” em assassinato de ativista gay

Julio Severo

Maria do Rosário, ministra da Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República, quer, conforme declaração na semana passada, a classificação de “motivação homofóbica” na morte do ativista gay Lucas Cardoso Fortuna, de 28 anos, cujo corpo foi encontrado na Praia de Gaibu, em Recife.

Maria do Rosário: birrenta e mandona

O Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa concluiu o caso como latrocínio e roubo seguido de morte. Mas a ministra ficou insatisfeita com o resultado da investigação. Ela acredita que a morte do ativista tenha sido causada por motivação “homofóbica.”

Em entrevista ao jornal O Globo, Maria do Rosário afirmou que o crime só pode indicar a existência de “motivação passional e de ódio homofóbico,” por ter sido cometido com requintes de crueldade.

A ministra, cujo empenho na sua Lei Anti-Palmada é notório, pode estar reivindicando umas palmadas na polícia se os agentes policiais não seguirem a obsessão governamental de tachar todo assassinato de homossexual como “crime homofóbico” até que se prove o contrário.

Paixão gay e canibalismo

Mas se o crime foi de motivação passional, como pode ter sido praticado por alguém que odiava gays? Rosário está sem querer sugerindo que ódio “homofóbico” é um gay ser tão possuído por paixão que mata o parceiro?

Meses atrás, o mundo conheceu o caso nefasto de um jovem ator pornô gay do Canadá cuja paixão envolveu canibalizar seu parceiro. Por paixão e ódio “homofóbico” (que parece apropriadamente significar ódio pela mesma espécie sexual), o ator matou e comeu o parceiro. Gay matando gay. Paixão gay levando a ódio contra gays.

Semana passada, na Alemanha um homossexual de 44 anos foi condenado por ter, num surto sadomasoquista gay, cozinhado a cabeça de seu amante. Ele foi condenado, em Berlim, a apenas 3 anos de prisão pelo assassinato.

Se o crime tivesse acontecido no Brasil, a ministra birrenta exigiria a etiqueta de “motivação homofóbico” no crime e o usaria como desculpa para exigir leis mais draconianas contra a violência da população “homofóbica” contra inocentes criaturas que praticam sadomasoquismo homossexual.

O fascinante é que qualquer ser humano não homossexual que cozinhasse a cabeça de um gay seria sumariamente condenado à pena máxima de prisão por “homofobia” e assassinato com requintes de crueldade.

Como esperar, porém, justiça à vítima homossexual quando o próprio assassino canibal é homossexual? Berlim é a cidade onde reina um prefeito gay. Se o canibal alemão não fosse gay, o próprio prefeito certamente exigiria pena máxima ao monstro. Mas, como sempre, concessões especiais devem ser concedidas aos companheiros de sexo.

O nome do canibal e de sua vítima não apareceram nas manchetes internacionais, por gentileza da mídia ao movimento gay, que não quer manchar a reputação da homossexualidade com a sujeira e crimes de seus praticantes.

Impunidade para o pedófilo gay

Os privilégios não param aí, e ninguém consegue detê-los. José Tavares Neto, professor da Universidade Federal da Bahia, se recusou a dar aulas para Diogo Nogueira Moreira Lima, que exige estudar medicina. Diogo, que é homossexual, foi preso em flagrante em 2009 abusando de três meninos com as idades entre 8 e 11 anos. De acordo com a polícia, 12 meninos já foram vítimas de suas taras homossexuais.

Mas depois de três anos, os advogados dele conseguiram não somente sua libertação, mas também sua reintegração à universidade. A desculpa legal é que “a educação é um direito de todos.” O sonho do tarado gay é ser pediatra.

Para o professor Tavares Neto, por falta mobilização do governo e da sociedade em favor das vítimas, o pedófilo homossexual se saiu bem nos tribunais. O professor desabafou: “Ele abusou de meninos pobres de Camaçari, mas se fossem 12 bem nascidos de Salvador, a situação seria bem diferente.”

Ele também disse: “Como uma pessoa dessa pode ter acesso ao cuidado com outras, levando-se em conta que a reincidência em pedofilia é alta? Daqui a alguns anos, ele poderá clinicar num lugar onde ninguém sabe ou se lembra do caso.”

A ministra birrenta, que está obcecada pela ideia de castigar os pais e mães do Brasil que disciplinam os filhos, não levantou um dedo para pressionar as autoridades para colocarem o monstro pedófilo gay atrás das grades por pelo menos duzentos anos. E se tocasse no assunto, poderia talvez exigir que os investigadores colocassem a etiqueta de “motivação homofóbica” nos abusos homossexuais que os meninos da Bahia sofreram, transformando tudo em pedofilia “homofóbica.”

Nesse caso infeliz, envolvendo meninos pobres estuprados, a ministra jamais disse: “Vou me empenhar para criminalizar a homossexualidade pedofílica predatória.”

Pelo contrário, usando o caso do ativista gay assassinado em Pernambuco, ela disse: “Vou me empenhar para criminalizar a homofobia.” Mas como é que a birrenta quer a etiqueta de “motivação homofóbica” em crimes contra homossexuais quando ela reconhece a possibilidade de paixão?
Ela disse: “As autoridades competentes pela investigação se pronunciaram no sentido de desconstituir a existência de ato homofóbico. Não descartamos que possa ter havido o latrocínio, mas a brutalidade do assassinato indica o componente de passionalidade e de ódio homofóbico. Se não assumirmos isso no Brasil, que temos uma grave situação de crimes contra homossexuais, não há como punir atitudes desta natureza.”

Sendo assim, a primeira hipótese em investigação de assassinatos de homossexuais deveria ser os parceiros. Mas a ministra anti-palmada não aceita culpa em gays.
Contudo, querendo ou não, as palavras dela levam à seguinte lógica: gays sentem paixão por gays e os matam.

Se todos os crimes passionais gays forem investigados e tratados sem irracionalidade e sem impunidade — o que é impossível no Brasil —, as cadeias vão ficar lotadas de gays.

Mas, para Rosário, toda investigação policial deve focar em qualquer ser humano não gay que teve algum contato com a vítima, nunca nos apaixonados envolvidos.

Uma criança birrenta, que não recebe limites por meio de castigo físico, acaba sendo irracional em seus pedidos e exigências. Vira um adulto birrento, exigente, desenfreado e sem juízo. Qualquer semelhança entre a criança birrenta e a ministra anti-palmada dificilmente é coincidência.

PLC 122: acordo da ministra birrenta com evangélicos

A atitude mais birrenta da ministra foi sua declaração na semana passada de lutar mais ainda pela aprovação do PLC 122 — projeto de lei que torna crime em todo o Brasil qualquer ato e opinião contra as práticas homossexuais e até mesmo contra o supremacismo gay.

Graças à oposição da população cristã, o PLC 122 tem sido um peixe morto cheirando mal no Congresso Nacional. Mas a ministra birrenta promete mudar o quadro. Ela disse: “Vou fazer um acordo com os evangélicos.”

Evidentemente, ela não se refere a mim nem a outros evangélicos. Provavelmente, ela se refere a homens e mulheres dentro da bancada evangélica que já tiveram a atitude vergonhosa de entrar em acordo com ela sobre a Lei Anti-Palmada em dezembro de 2011.

Agora, em sua birra, ela vai colocar seu brinquedo, a Secretaria de Direitos Humanos, para pressionar as autoridades a cobrar explicações dos investigadores em Pernambuco. Eles serão pressionados até dizerem exatamente o que a birrenta quer ouvir.

Moral federal pró-supremacismo gay: se as autoridades policiais não colarem rapidamente a etiqueta de “motivação homofóbica” nos assassinatos de homossexuais, vão levar puxão de orelha, beliscões, palmadas, vassouradas e o que mais vier à mão da ministra birrenta e de sua poderosa Secretaria de Direitos Humanos que está diretamente ligada à presidenta Dilma Rousseff.

No país da impunidade, gays merecem isenção

Num país como o Brasil em que 90% por cento dos 50 mil assassinatos por ano ficam impunes, e onde até o abuso homossexual de meninos de 8 anos fica impune, será crime pior deixar o número insignificante de homossexuais mortos por motivação passional sem o rótulo de “ódio homofóbico.” Será crime deixá-los sofrer o mesmo descaso que todo cidadão brasileiro sofre de um governo que pouco faz pela segurança de sua população, mas muito faz pela depravação homossexual.

Com informações do site homossexual A Capa, Notícias Terra e Yahoo Notícias.

Fonte: www.juliosevero.com

Divulgação:www.jorgenilson.com

10 de dez. de 2012

Assembleia de Deus em Filadélfia, batismo com Espírito Santo e 22 batizados nas águas

22 candidatos ao batismo nas águas

Estes três jovens foram batizados com o Espírito Santo

Pr. Paulo Lobo, ministrando a Palavra de Deus

Elizeu Barbosa e Adriana Santos ministrando o louvor

Pr. Jorge Nilson, ministrando o batismo de 22 novos soldados de Cristo

Almoço de confraternização


E, perseverando unânimes todos os dias no templo, e partindo o pão em casa, comiam juntos com alegria e singeleza de coração,
Louvando a Deus, e caindo na graça de todo o povo. E todos os dias acrescentava o Senhor à igreja aqueles que se haviam de salvar. 
Atos 2:46-47


Orem, pois esta obra não pode e não vai parar. Preciso muito das vossas orações.




















7 de dez. de 2012

Lição 10 - Sofonia - O Juízo Vindouro


Lição 10 - Sofonia - O Juízo Vindouro


Comentário: Pastor Josafá Batista Soares*

 * Não é o mesmo comentário da lição da CPAD.

LIÇÕES BÍBLICAS 4º TRIMESTRE 2012

Tema: "OS DOZE PROFETAS MENORES"
" Advertências e Consolações para a Santificação da Igreja de Cristo "



Lição 10 - SOFONIA - O JUÍZO VINDOURO

INTRODUÇÃO

- O livro de Sofonias inicia-se com a seguinte expressão: “A palavra do Senhor” e finaliza com “Diz o Senhor. Tambem é interessante notar que nem mesmo os deuses que o povo da sua época adoravam e nem o poder do exército Assírio poderiam salvá-los. Apesar de Deus ser misericordioso e compassivo não quer dizer que tolerará para sempre os pecados de um povo obstinado e inclinado ao erro. Um dia o Senhor derramará o seu julgamento como águas sobre os ímpios, dia esse que foi conclamado como “O dia do Senhor” como chamaram os Santos Profetas. Essa referida expressão “O dia do Senhor” começa com a queda de Jerusalém e quer dizer “O dia em que Deus julga”. Esse determinado dia pode ser de 24 horas, meses e anos.

I – ESBOÇO DO LIVRO DE SOFONIAS

1 - A identificação do autor 1:1

2 – O tempo do escrito 1:1

3 – O Julgamento

- O dia do julgamento contra Judá 1.2-13

- O julgamento sobre toda a criação 1.2-3
- Contra os líderes religiosos 1.4-7
- Contra os líderes políticos 1.8-9
- Contra os líderes do comércio 1.10-11
- Contra os descrentes 1.12-13

4        – O dia do Senhor  - 1:14-18

- Próximo e se aproxima rapidamente 1.14
Um dia de indignação 1.15-16
A terra inteira para ser destruída 1.18

5 -  Um chamado ao arrependimento 2.1-3

- Um chamado para congregar 2.1-2
- Um chamado pra buscar o Senhor 2.3

6 -  O dia do julgamento contras as nações circunvizinhas 2.4-15

- Aos da borda do Mar—filisteus 2.4-7
- Aos do oriente—Moabe e Amom 2.8-11
- Aos do sul—Etiópia 2.12
- Aos do Norte—Assíria 2.13-15

7-  O dia do Julgamento contra Jerusalém 3.1-7

- Contra os líderes 3.1-4
- O Senhor é justo, no meio dela 3.5
- Jerusalém não mudou 3.6-7

8        -  Um remanescente fiel 3.8-2 Falar com pureza e honestidade 3.8-13

- Os juízos são afastados, e os inimigos são exterminados 3.4-15

- O Senhor se regozijando 3.16-17
- O povo restaurado 3.18-

II –  O LIVRO DO PROFETA SOFONIA

1 – AUTORIA

- A autoria do livro é atribuída ao próprio profeta. O nome “Sofonias” significa “O Senhor escondeu” , foi um profeta de Judá. Ele se indentificou melhor do que qualquer outro dos profetas menores, remontando sua linhagem quatro gerações até Ezequias, um bom rei que levou o povo de volta a Deus durante o tempo do profeta Isaías. Sofonias foi contemporâneo ao rei Josias e seu parente distante, há uma possibilidade que eram amigos.

- A intimidade de emoção bom como a familiaridade de lugar, quando Sofonias escreve a respeito de Jerusalém (1.10-11), indicam que ele havia crescido lá. De acordo com o arranjo das Escrituras hebraicas, Sofonias foi o último profeta a escrever antes do cativeiro.

2 - Data

- O livro está datado cerca de 630 A.C. Sofonias dá o período de tempo geral do seu escrito como sendo “nos dias de Josias, filho de Amom, rei de Judá” (1.1), cerca de 640 a 609 aC. O auge da reforma de Josias foi nos anos 620. Visto que a queda de Nínive em 612 aC ainda não havia acontecido (2.13,15), a maioria dos estudiosos estabelece a data dos ecritos entre 630 3 627 aC. Seus contemporâneos incluem Jeremias e Naum.

3 - Contexto Histórico

- Aproximadamente 100 ano antes dessa profecia, o Reino do Norte ( Israel) havia sido derrotado pela Assíria. O povo havia sido levado cativo, e a terra havia sido recolonizada por estrangeiros. Sob o reinado de Manassés e do rei Amom, pai do rei Josias, tributos haviam sido pagos para se evitar que a Assíria invadisse o Reino do Sul.
A aliança com a Assíria não somente afetou a Judá politicamente , mas também as práticas religiosas, sociais e de comportamento da Assíria impuseram sua tendências em Judá. Proteção oficial foi dada em Judá para as artes mágicas e adivinhados e encantadores. A religião astral se torno tão popular, que o rei Manassés , construiu altares para adoração do sol, lua , estrelas, signos do zodíaco e todos os astros dos céu, à entrada da Casa do Senhor (2Rs 23.11). A adoração da deusa– mãe da Assíria se tornou uma prática que envolvia todos os membros das famílias de Judá (Jr 7.18). Todavia à medida que o jovem Josias foi tomando conta das rédeas do governo, a ameaça assíria foi diminuindo. O golpe final ao seu poder veio com uma revolta de uma Babilônia em ascensão, que resultou, finalmente, na destruição de Nínive.

4 - Conteúdo

- Sofonias considerava o desenvolvimento político de Israel, de Judá e todas as nações circunvizinhas da perspectiva de que o povo devia aprender que Deus estava envolvido em todos os assuntos da história. Falando como um oráculo de Deus, ele entende que Deus usa governos estrangeiros pra levar julgamento sobre se rebelde povo escolhido. Sf está apavorado com o fato de que, após a catástrofe das tribos do Norte, o povo de Judá ainda mantinha a absurda noção de que Deus fosse incapaz de fazer bem ou mal ( 1.12).

- Os escritos de Sofonias tem três componentes: 1) o pronunciamento de um julgamento específico e, freqüentemente, o julgamento universal do pecado; 2) um apelo ao arrependimento, porque Deus é justo e deseja perdoar; 3) uma promessa segundo a qual o restante que fez de Deus seu refúgio será salvo.

5 - Cristo Revelado

- O significado do nome de Sofonias “ O Senhor Encobriu” conduz ao ministério de Jesus. A verdade da Páscoa no Egito, onde aqueles que foram encobertos pela marca de sangue nas portas foram protegidos do anjo da morte, é repetida na promessa de 2.3, onde aqueles mansos da Terra que preservaram a justiça de Deus serão encoberto no Dia da ira do Senhor. Cl 3.2-3 explica esse aspecto do ministério de Cristo: “Pensai nas coisas que são de cima e não na que são terra; porque já estais mortos, e a vossa vida está escondida com Cristo em Deus.


O regozijo sobre um restante salvo (3.16-17) está relacionado com a Obra de Jesus. Ele disse:” Digo-vos que assim haverá alegria no céu por um pecador que se arrepende, mais do que por noventa e nove justos que não necessitam de arrependimento”. (Lc 15.7) A figura de um alegre Redentor que aguarda receber os seus é, novamente, descrita em Hb 12.2.

6 - O Espírito Santo em Ação

- Jesus disse que uma das obras do ES seria convencer o mundo do julgamento, porque já o príncipe deste mundo está julgado (Jo 16.8-11). Desde a sua vinda, o ES tem estado proclamando ao mundo, como Sofonias fez: “Congrega-te... Antes que saia o decreto, e o dia passe como a palha; antes que venha sobre vós a ira do Senhor”. (2.1-2).
- Uma obra mais prazerosa do Es é encontrada na promessa de que Deus irá restaurar nos lábio puros, para que todos invoquem o nome do Senhor, para que o sirvam com um mesmo espírito (3.9).

CONCLUSÃO

-  Nos dias atuais se faz necessário  urgimos a mesma mensagem profética de Sofonias, pois o mundo de hoje se encontra nos mesmos pecados da época do profeta. Precisamos dessa mensagem que fala do julgamento dos ímpios e de esperança para os fiéis. Sofonias nos recorda que Deus fica ofendido com os pecados morais e religiosos de Seu povo. O povo de Deus não escapará de punição quando peca deliberadamente. A punição pode ser dolorosa, mas o seu propósito é redentor e não punitivo. A inevitabilidade da punição sobre a impiedade dá conforto em um momento em que parece que o mal está desenfreado e vitorioso. Temos a liberdade de desobedecer a Deus, mas não a liberdade para escapar das consequências dessa desobediência. Aqueles que são fiéis a Deus podem ser relativamente poucos, mas Deus não os esquece.



Bbliografia

Bíblia de Estudo Plenitude (ARC)

- Apontamentos Teológicos do Autor

- Dicionário Oline

Pr. Josafá Batista Soares - Presidente do Campo da Assembléia de Deus na cidade de Ibotirama-Ba. Pós-Graduado em Docência do Ensino Superior, Bacharel em Teologia Convalidado pelo MEC, Membro do CEECRE (Conselho Estadual de Educação e Cultura Religiosa), Diretor da ESTEADI (Escola Teológica da Assembléia de Deus em Ibotirama, Conferencista, Seminaristas, Escritor e fundador dos Congressos EBD no Campo de Camaçari-Ba.

Divulgação:www.jorgenilson.com

2 de dez. de 2012

Queridos e amados irmão em Cristo Jesus

Queridos e amados irmão em Cristo Jesus


Jorge Nilson

Em nome da paz, em nome da unidade, em nome da permanência, em nome da retratação, em nome da reconciliação, em nome do amor de Cristo, em nome da nossa comunhão, pela vinda de Jesus, pelo amor a Palavra de Deus, pelo amor a Ceadeb, pelo perdão e comunhão dos santos e por muitos outros motivos, venho informar a todos que estou retirando todos os artigos relacionados a CEADEB. Também todos os comentários feitos pelos nossos leitores serão retirados
Durante a nossa 98ª AGO, Deus nos falou fortemente e, havendo assim reconciliação, pedido de perdão e aconselhamento, pela paz e comunhão, acolhendo os conselhos e orientações dos queridos companheiros, peço a todos a vossa compreensão, perdão, aceitação da retratação pelos equívocos (os já corrigidos anteriormente), oração por mim, por minha família, pela Mesa Diretora da Ceadeb e por todos os ministros a ela filiados. Outrossim, estaremos colaborando para um melhor desenvolvimento da obra de Deus. Independentemente do que fora escrito por mim, comentados pelos leitores, deve-se direcionar tudo ao ato divino da reconciliação. 


Suportando-vos uns aos outros, e perdoando-vos uns aos outros, se alguém tiver queixa contra outro; assim como Cristo vos perdoou, assim fazei vós também. Colossenses 3:13




1 de dez. de 2012

Vírus da Aids surgiu em chimpanzés de Camarões


Vírus da Aids surgiu em chimpanzés de Camarões

RAFAEL GARCIA
da Folha de S.Paulo

Uma população de chimpanzés isolada em Camarões foi o ponto de partida do subtipo 1 do HIV, o que mais se espalha hoje pelo mundo. A descoberta foi feita por um grupo de cientistas que criou um método para detectar a presença de vírus nas fezes dos macacos.

Clique aqui para acessar um vídeo de chimpanzés selvagens. 

Já se sabia que o HIV estava intimamente relacionado ao SIV (a versão símia do vírus) mas ainda não havia meios técnicos de detectar qual população selvagem abrigava o vírus.

"Os chimpanzés são reclusos, evitam contato com humanos e são uma espécie ameaçada sob proteção", disse à Folha Brandon Keele, da Universidade do Alabama, autor principal do estudo que descreve a descoberta. "Por causa disso, tivemos de desenvolver uma técnica totalmente não-invasiva, o que durou sete anos."

O trabalho de Keele e colegas, publicado on-line na revista "Science" 
(www.sciencexpress.org), não deve trazer conseqüências imediatas para o desenvolvimento de vacinas e antivirais, mas é de importância vital para compreender a biologia do HIV. 

"É uma peça que faltava no quebra-cabeça", diz Paolo Zanotto, especialista em evolução viral do Instituto de Ciências Biomédicas da USP. "Agora podemos entender quanto da diversidade do vírus se deve ao contato dele com humanos e quanto dela já existia nos chimpanzés", afirmou.

Com análises genéticas mais refinadas, os pesquisadores conseguiram ainda distinguir as origens de duas variantes do vírus, uma pandêmica e outra que só existe em partes da África. Cada uma delas infectava populações diferentes de chimpanzés dentro de Camarões.

À medida que mais populações de chimpanzés forem sondadas, os cientistas podem ter pistas sobre como o HIV ganhou a capacidade de infectar humanos. "Estamos trabalhando agora para determinar quais mutações se acumularam quando ele ainda estava no hospedeiro original, e o que essas mudanças significam em termos patológicos", diz Keele.

Ele não revela planos de investigar macacos em outros países, mas agora que a técnica está disponível outros grupos poderão reproduzi-la.
A descoberta de Keele e colegas é também um reforço ao alerta de que o contato entre humanos e chimpanzés é receita para o desastre.

Em muitos países da África é comum o consumo de carne de chimpanzés, gorilas e outros grandes macacos. A maioria dos cientistas acredita que essa é a forma mais comum e arriscada de contato com os vírus que podem eventualmente trafegar entre as duas espécies.

Como o reservatório de SIV ainda existe tanto em Camarões como em populações de chimpanzés de outros países africanos, o consumo de carne símia aumenta bastante o risco do surgimento de novas variantes do vírus da Aids capazes de infectar humanos.

Com parcos recursos, os caçadores ilegais não têm como separar os chimpanzés infectados por SIV daqueles não infectados, já que o vírus não deixa os macacos doentes.

"Se o 'bushmeat' [hábito de comer animais selvagens] continuar, não há nada que garanta que isso não vai acontecer", diz Keele. "O HIV-1 já trafegou três vezes de chimpanzés para humanos, e o HIV-2 veio de macacos mangabei (Cercocebus atys) mais de uma vez."

O surgimento de uma nova variante do vírus seria um sério problema para o desenvolvimento de vacinas, já que é possível que a imunização eficaz não cubra todos os subtipos de HIV existentes.


Divulgação: www.jorgenilson.com