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18 de ago de 2007

Preconceito e Discriminação: será?

O termo preconceito e discriminação estão na moda. Em qualquer veículo de comunicação facilmente vemos e ouvimos estas palavras. Porém percebemos que nem sempre são aplicadas corretamente. Vamos ao dicionário: “Idéia preconcebida sem fundamento; Intolerância a outras raças, religiões, etc”. (Minidicionário da Língua Portuguesa – Ediouro).
"Preconceito é um juízo preconcebido, manifestado geralmente na forma de uma atitude discriminatória que se baseia nos conhecimentos surgidos em determinado momento como se revelassem verdades sobre pessoas ou lugares determinados. Costuma indicar desconhecimento pejorativo de alguém ao que lhe é diferente. As formas mais comuns de preconceito é a social, racial e sexual. ( Wikipédia, a enciclopédia livre).


Então temos aqui duas explicações: a primeira: Idéia preconcebida sem fundamento. Desconhecimento pejorativo. Quer dizer, falar sem ter conhecimento da causa. Quando alguém critica ou reprova, ou não concorda com certos comportamentos de alguns grupos ou indivíduo, ele é chamado de preconceituoso. Mesmo ele sabendo o que significa tal comportamento, mesmo ele não tendo idéia preconcebida, mas, conhecimento de causa, ele é chamado de preconceituoso. Basta a pessoa discordar é tido como preconceituoso. Ele tem fundamento do que está falando, porém, é chamado de preconceituoso. Ele pode ser doutor no assunto, mas se discorda é também preconceituoso. Digamos que alguém deixou de ser homossexual, assumindo assim a sua verdadeira normalidade, a heterossexualidade. Ele agora é chamado também de preconceituoso.
Incrível, mas é verdade. Pode ser psicólogo, psicanalista, jornalista, advogado, teólogo, sociólogo, ou qualquer outra formação, esta pessoa é considerada PRECONCEITUOSA.
Vamos ao segundo significado: Intolerância. Falta de tolerância. Ou seja, não suportar essa ou aquela prática ou comportamento. Ele é obrigado a aceitar aquilo que discorda, sob pena de ser chamado de preconceituoso. Basta ele dizer que não concorda pronto, é colocado como criminoso.
Porém, somente em alguns assuntos que ele será ridicularizado. Ele pode reprovar o uso das drogas, que ele será bem aceito, pois constitui crime o uso de entorpecentes, alucinógenos ou qualquer outro produto que cause dependência química. Ele pode discordar do governo, dos políticos, das igrejas e até de Deus. Não sofrerá nenhuma crítica ou condenação. Porém em outros assuntos ele será considerado criminoso.
Vamos tomar, por exemplo, dois assuntos da atualidade. Homossexualismo e aborto.
Homossexualismo não é uma prática natural. Ninguém nasce homossexual. Não existe prova científica que alguém nasceu homossexual. Em qualquer lugar no mundo as pessoas nascem macho ou fêmea. A prática homossexual é adquirida devido fatores sociais, familiar ou até mesmo espiritual. Sofreu algum abuso sexual na infância, envolveu-se com alguma prática deste tipo por manipulação da mídia, foi ensinado a ser homossexual e assim por diante. Essa pessoa não nasceu homossexual, ela adquiriu esse mau comportamento por fatores externos.
Esse individuo a se mesmo se discriminou. Ele resolveu ir contra a natureza. Ele não se aceita, porém quer que todos o aceitem como ele passou a ser. A agenda pro – homossexualismo está sendo imposta para que todos aceitem essa prática como algo natural. Os cristãos são acusados de preconceituosos pelo simples fato de não ferir os seus princípios religiosos. Daí comete-se preconceito contra os cristãos e ninguém leva isso em consideração. Se eu sei o que é homossexualismo e discordo dessa pratica não sou preconceituoso.
Na realidade há algo por detrás dessa onda de apoio ao movimento gayzista. Assim explica Júlio Severo: “O homossexualismo é um estilo de vida inteiramente compatível com as metas do controle populacional. Os controlistas querem reduzir drasticamente a “produção” de bebês no mundo inteiro. No homossexualismo, não existe a função natural de gerar bebês. Quanto mais homens adotarem o comportamento homossexual, menos bebês haverá no mundo”.
Há grandes organizações internacionais que patrocina a propaganda homossexual. O governo brasileiro também investe milhões apoiando esse comportamento. Segundo um projeto de lei que tramita no Senado, serei preso se opinar contra o homossexualismo. Isso sim é preconceito. Serei obrigado a dizer que Deus errou, que as famílias erraram, e só agora descobrimos que o errado estava certo e o certo estava errado. Se opinar contra o homossexualismo estarei incentivando o ódio e discriminação contra a perversão sexual. As Bíblias serão proibidas, as igrejas serão fechadas, os pastores serão presos, os cristãos serão processados e Jesus será procurado pela polícia.
O movimento homossexual se diz vítima de violência por serem homossexuais. E para isso precisam criar leis especiais para “protegê-los”. A lei deve ser igual para todos porém, os gays querem ser tratados como pessoas especiais e superioras as demais pessoas. Antes eles queriam respeito. Depois legalização. Agora adoção de crianças e prisão para os “homofóbicos”. Mais adiante veremos a pedofilia sendo obrigatória nas famílias. Luiz Mott presidente do Grupo Gay da Bahia já disse: Quero um moleque fogoso, que fique logo com a p... dura e latejando ao menor toque de minha mão. Que se contorça todo de prazer, de olho fechado, quando lambo seu c..., devagarinho, da cabeça até o talo. Que fique com o c... piscando, fisgando, se abrindo e fechando, quando massageio delicadamente seu f... C... bem limpo, piscando na ponta do dedo molhado com um pouquinho de cuspe é das sensações mais sacanas que um homem pode sentir: o moleque querendo meu c..., se abrindo, excitado para engolir a m... toda. Gostosura assim, só dois homens podem sentir! Assim é como imagino meu moleque ideal: pode ser machudinho, parrudo, metido a bofe. Pode ser levemente efeminado, manhoso, delicado. Traço os dois! Tendo p... é o que basta: grossa ou fina, grande ou pequena, torta ou reta, tanto faz. Se tiver catinguinha no sovaco, uma delícia! Se for descarado na cama e no começo da transa quiser c... meu f.., melhor ainda. Sem pudor, sem tabu.
Ah, meu menino lindo! Se você existir, se você algum dia me aparecer, que seja logo, pois quero estar ainda com tudo em cima e dar conta do recado, pois do jeito que quero te amar e que vamos f.., vou precisar de muito mocotó ou viagra para dar conta do rojão....".
Declarações de Luiz Mott registradas em Meu Moleque Ideal:
http://br.geocities.com/luizmottbr/cronica6.html
Ainda segundo Luiz Mott ele já tranzou com cerca de 500 homens.
Se vivêssemos em um país sério este homem já estaria preso. No entanto sabem quem eles querem prender, quem é contra a pedofilia e o homossexualismo. A Polícia Federal deveria prender este homem por incentivo a pedofilia. Se fosse um padre ou pastor, certamente já estaria preso.

O segundo assunto é sobre o aborto (assassinato de crianças). Eles fazem a farra com os números dizendo que milhões de jovens morrem no Brasil por realizarem o aborto clandestino. Ainda dizem que a mulher tem o direito de escolher o que fazer com o seu corpo.
Quando há um assassinato de uma mulher grávida, a imprensa usa o sensacionalismo para comoverem as pessoas por haver morrido duas vidas, a mãe e o bebê. Porém quando o assunto é aborto, o bebê vira feto e problema para as mulheres que decidem o que fazer com os seus corpos. Só que eles se esquecem que o corpo que está dentro dela não é dela, é dele, do bebê.
Dizem ainda: Se ela foi vítima de abuso sexual, tem que abortar. Este e outros argumentos são utilizados para manipular a sociedade a favor do aborto. Se alguém diz que é contra o aborto, é logo tachado de hipócrita e machista, se for homem. Os cristãos são chamados de fundamentalistas. Ainda se defendem dizendo que estamos num país laico. (Leia o meu artigo sobre O Estado laico neste mesmo blog).
Veja o que revela em um site conhecido sobre a legalização do aborto nos EUA:
Depois da legalização, o Dr. Bernard Nathanson se tornou o diretor da maior clínica de abortos do mundo ocidental e presidiu 60 mil operações de aborto. Como McCorvey, ele também teve uma experiência de conversão. Hoje ele conta o que alguns especialistas médicos, inclusive ele mesmo, afirmavam antes da legalização do aborto nos EUA: Diante do público… quando falávamos em estatísticas [de mulheres que morriam em conseqüência de abortos clandestinos], sempre mencionávamos “de 5 a 10 mil mortes por ano”. Confesso que eu sabia que esses números eram totalmente falsos… Mas de acordo com a “ética” da nossa revolução, era uma estatística útil e amplamente aceita. Então por que devíamos tentar corrigi-la com estatísticas honestas? [2]Para iludir o público, as feministas garantiram que só queriam o aborto legalizado nos casos de estupro e incesto. Mas aí, quando a questão já estava avançando nos tribunais, elas passaram a dizer que é injusto permitir o aborto só nessas situações. Foi assim que os casos de estupro e incesto acabaram se tornando a porta escancarada que deu às mulheres americanas o direito livre e legal de fazer aborto por qualquer razão e em qualquer estágio da gravidez, desde o momento da concepção até o momento do parto. Hoje são realizados por ano mais de 1 milhão de abortos nos hospitais e clínicas dos EUA. (Blog de Julio Severo)
Assim há uma campanha fortíssima para a legalização do aborto. E quem for contra será também tido como preconceituoso.
Como vimos, não adianta opinar livremente o os seus pensamentos e opiniões que logo receberá um título, que não é verdadeiro: PRECONCEITUOSO E HOMOFÓBICO. A lei não nos protege nestes assuntos. Vão usar a máquina estatal para perseguir os que livremente expressarem seus pensamentos e opiniões.
Quero deixar claro que somos contra a violência e perseguição contra os homossexuais, e isso todo mundo sabe. porém não somos obrigados a ceitar uma decisão de mudança de orientação sexual. E para piorar o governo ainda vai patrocinar a transgenitalixzação (mudança de sexo).

Os manipuladores estão ai a todo momento laçando a sociedade contra os que dejama proteger a família destas práticas avalassadoras. Não mudarei meus principios para apoiar a perversão sexual e assassinatos de crianças.

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