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31 de jul. de 2008

O islamismo nunca foi pacifista

Autor: Robson T. Fernandes


O islamismo, fundado por Maomé em 622 d.C, é uma religião que tem seu início com a mão na espada.
Maomé começou arrebanhando seguidores ao afirmar que havia recebido revelações de Allah através do anjo Gabril, dando origem ao Corão. Recebido o convite para servir como uma espécie de juiz entre os muçulmanos, judeus e pagãos dirigiu-se para Medina. Local onde se tornou um poderoso homem de guerra e polígamo. Ali é instituída a Jihad (guerra santa). Antes de falecer em 632 d.C., Maomé tomou a força a cidade de Meca, que era um centro de idolatria e adoração pagã, com um exército de aproximadamente 10.000 homens. Ali o povo de Meca é convocado a se converter ao islamismo ou morrer ao fio da espada. Meca converte-se sem resistência.
Assim começa o islamismo. Para se ter uma pequena idéia de que na atualidade o islamismo não é diferente em nada podemos citar algumas regras impostas pelo Talebam, antigo regime islâmico no Afeganistão, que impôs o seguinte:


É absolutamente proibido às mulheres qualquer tipo de trabalho fora de casa;
As escolas para as meninas e mulheres estão fechadas. As meninas só têm direito à educação do Corão até a idade de 9 anos. As pessoas que cometerem adultério serão apedrejadas em público até a morte. Relações sexuais antes do casamento dão direito à vingança da família, que pode matar o "culpado"; A oração é obrigatória e os chefes religiosos e políticos devem entregar à milícia islâmica todos que a recusem; As reuniões de cinco pessoas (não talebans) são proibidas;
Música, televisão, vídeo e festas de casamento estão proibidos;
É proibido às mulheres andar nas ruas sem a companhia de um mahram (pai, irmão ou marido);
É proibido às mulheres falar com vendedores homens;
É proibido às mulheres ser tratada por médicos homens;
É obrigatório o uso do véu completo (Burka) que cobre a mulher dos pés à cabeça;
É permitido chicotear, bater ou agredir verbalmente as mulheres que não estiverem usando a Burka ou que estejam agindo em discordância com o que o Taliban quer, ou ainda que estejam sem seu "mahram";
É permitido chicotear mulheres em público se não estiverem com seus calcanhares cobertos;
É proibido qualquer tipo de maquiagem;
É proibido às mulheres usar sapatos ou roupas coloridas;
É proibido às mulheres falar ou apertar as mãos de estranhos;
É proibido à mulher rir alto, nenhum estranho pode sequer ouvir a voz da mulher;
É proibido usar saltos altos que possam produzir sons enquanto andam, já que é proibido a qualquer homem ouvir os passos de uma mulher;
É proibido às mulheres qualquer tipo de esporte ou mesmo entrar em clubes e locais esportivos;
As mulheres são proibidas de permanecer nas varandas de suas casas;
Todas as janelas devem ser pintadas de modo às mulheres não serem vistas dentro de casa por quem estiver fora;
Os alfaiates são proibidos de costurar roupas para mulheres;
Os locais que antes levavam nomes com a palavra "mulher", devem ter seus nomes alterados. Por exemplo: "Jardim da mulher" passa-se a chamar "Jardim da primavera".


Ainda podemos citar parte da dissertação apresentada à Faculdade Educacional Dom Bosco de Monte Aprazível – SP pelo professor João Flávio Martinez, em que cita Athanasios Abdulrahman, em www.ichtus.com.br, dando exemplo da violência nos regimes muçulmanos. Vejamos:


Os Curdos: Os curdos formam o maior grupo étnico sem estado no mundo – cerca de 26 milhões de pessoas. Esse povo vive em sua maior parte nos territórios da Turquia, do Irã e do Iraque. Nesses países existem movimentos pela autonomia política dos curdos, o que tem provocado sérios conflitos... Esse povo sofre violenta repressão por parte dos governos turco e iraniano, que não aceitam sequer discutir a possibilidade de autonomia de seu território.
O caso citado acima é interessante, pois os muçulmanos fazem um cavalo de batalha em torno do conflito palestino - israelense. Para os muçulmanos, os israelitas têm a obrigação de devolver todo o território palestino à OLP. Por isso não aceitam negociar, praticando o terrorismo contra civis e inocentes! Mas no caso dos Curdos, e isso para várias etnias islâmicas – Irã, Iraque, Turquia - não há nada a ser negociado e nem direitos humanos em prol dos Curdos massacrados que, historicamente, são donos da área que reivindicam, ou seja, partes do Iraque, Irã e Turquia. Se os palestinos têm direitos a um estado, e aqui não estamos discordando disso, por que os Curdos não tem o mesmo direito? Por que o justo e santo império islâmico não age com eqüidade para com os Curdos? Equidade que cobram hipocritamente dos israelenses! A resposta dessas perguntas faz concluir o quão belicoso e injusto é o islamismo!


Timor Leste: Por quatrocentos anos Timor Leste foi colônia portuguesa, e por isso os timorenses falam português — além da língua nativa, o tetum — e 88% deles são cristãos. Em 1975 o território foi invadido pela Indonésia, que o anexou no ano seguinte. As diferenças culturais (a maioria dos indonésios é muçulmana) e históricas fizeram com que a população timorense nunca se submetesse ao domínio indonésio, sendo constantemente reprimida com violência pelo governo ditatorial daquele país. No final de agosto de 1999, a ONU realizou um plebiscito no território, e 78,5% dos votantes optaram pela independência. O resultado causou reação violenta de grupos paramilitares armados e apoiados pelo Exército indonésio. As cidades foram destruídas, a população massacrada, cerca de 300 mil pessoas foram obrigadas a fugir de suas casas. Até o prédio da ONU foi reduzido a ruínas. Somente recentemente, uma força militar da ONU conseguiu dominar a violência. A própria organização vai administrar o território no período de transição para a independência, durante o qual o país deverá ser reconstruído e reorganizado.


Os Atentados de 11 de Setembro de 2001 e o Fato na Ótica de Um Árabe Cristão
O Mundo nunca mais será o mesmo depois dos atentados terroristas em Nova York, onde as Torres Gêmeas do Worl Trade Center vieram ao chão marcando o mundo em duas fases – antes e depois de 11 de setembro de 2001. Bem, para não sermos injustos, e por acreditarmos que essa monografia tem a ver com o perigo do fanatismo muçulmano, acreditamos ser conveniente esclarecer o assunto com o depoimento de um árabe cristão asilado nos EUA. Também é importante salientarmos que a religião islâmica é que está sendo criticada e não as pessoas, por isso a importância do relato abaixo:
“Algumas pessoas se espantam porque eu oro ou digo isso, só porque eu sou um árabe. Eu sou um cristão; atualmente eu sou um convertido do Islam.

Ser um imigrante nos EUA me faz ter sentimentos contraditórios. Eu vejo meus amigos árabes na TV celebrando os ataques terroristas aos EUA e depois eu vejo como as ruas americanas se enchem de homens e mulheres transtornados pelas pessoas que morreram nos ataques. Mesmo que eu tente escapar aos impactos deste ataque, eu ainda converso sobre eles com minha esposa que é meio-americana. Um jovem americano na TV estava dizendo para todos os americanos procurarem um árabe e matá-lo. Mesmo que não saibamos ainda quem executou estes ataques, os dedos automaticamente apontam para os árabes ou muçulmanos. Eu me sinto dividido querendo defendê-los e sentindo simpatia pelo povo que morreu no ataque. [Nota do tradutor: este artigo foi escrito antes das investigações concluírem que havia sido um grupo terrorista muçulmano]. Se os muçulmanos realizaram este ataque, o motivo é que os EUA dão suporte à Israel e o sentimento de ser negligenciado pelo governo americano. Você ouvirá muitos árabes dizerem a você que é hora dos EUA sentirem um pouco de dor e sofrimento, porque nós temos sofrido por anos devido ao governo de Israel, que recebe apoio dos EUA. Você ouvirá justificativas para isso, mas acredite ou não, a maioria dos árabes não aprova o que está acontecendo. E eles acreditam que a imagem dos árabes está sendo prejudicada.

A maioria dos árabes se preocupam mais em ter uma vida pacífica, criar seus filhos e ter uma vida respeitável para prover as necessidades de suas famílias. Milhares deles querem vir para os EUA. Cerca de 70% dos jovens árabes, homens e mulheres, sonham em viver neste país para terem a liberdade que eles não têm em seus próprios países. Os árabes sabem que estes ataques podem causar uma guerra. Alguns estão irados e querem lutar pela libertação de seus países. Alguns querem lutar, mas por outro lado, a grande maioria quer paz e o pão diário. Não deixe que as imagens tolas da TV iludam você de que todos os árabes pensam de maneira semelhante. No Oriente Médio nós temos muitos muçulmanos fundamentalistas. Estas pessoas acreditam que a Jihad é uma guerra santa a ser declarada contra as fontes do mal que se opõem a Alá, que seriam EUA, Israel e os outros países ocidentais. Os muçulmanos fundamentalistas aprovarão este ataque e se congratularão uns aos outros, e farão daqueles que mataram inocentes heróis e soldados de Alá. É por isso que eu esperava que não fosse um grupo islâmico que tivesse realizado este ataque, porque isto significa guerra. Todos os esforços de paz foram postos de lado. Se esta guerra acontecer não será uma guerra entre árabes e o ocidente. Será entre os muçulmanos fundamentalistas de todo o mundo e o ocidente. Isso fará com que alguns muçulmanos comuns tornem-se extremistas e se juntem a esta guerra contra o ocidente.

Por outro lado, cristãos de origem árabe que têm sido perseguidos há centenas de anos porque sua fé é diferente da fé dos muçulmanos e têm aprendido a viver pacificamente no meio deles, terão de aprender a fazer certas orações pela paz. Estes nunca aprovaram ou aceitaram o que está acontecendo. Uma oração cristã árabe tradicional é esta: Ó Rei da paz, dá-nos tua paz. Eu não encontro melhor oração senão dizer: Amém”.


A violência muçulmana não é uma atitude fabricada por seus integrantes, mas uma norma doutrinária própria da religião que encontra sua raiz no próprio Corão.
Abdelwahab Meddeb, em http://espectivas.wordpress.com/2007/09/05/abdelwahab-meddeb-o-integrismo-e-a-turquia-1/, diz que:


“Na Tradição – o Alcorão e a tradição profética –, o acesso à palavra estava salvaguardado: era necessário obedecer a condições específicas para a interpretar e a fazer falar. Mas o acesso selvagem a esta palavra não pôde ser impedido, e por várias vezes a História viu-se obrigada a registar as catástrofes que o mesmo provocou. Em conseqüência dos efeitos da demografia e da democracia, os semi-letrados proliferaram, e os candidatos que se permitem tocar na palavra tornaram-se infinitamente mais numerosos: e o número reforça o seu fanatismo”.


A violência islâmica é a alma do verdadeiro islã, e a sua falsa propaganda de paz nada mais é que uma arma para enganar aqueles que são desconhecedores dos fatos, ou que se fazem de desconhecedores.
Não podemos falar do islamismo sem permitir que o Corão fale or si só, dando a confirmação real do que já foi falado. Vejamos:


Sura 2:191 - Matai-os onde quer que os encontreis e expulsai-os de onde vos expulsaram, porque a perseguição é mais grave do que o homicídio. Não os combatais nas cercanias da Mesquita Sagrada, a menos que vos ataquem. Mas, se ali vos combaterem, matai-os. Tal será o castigo dos incrédulos.

Sura 4:91...capturai-os e matai-os, onde quer que os acheis, porque sobre isto vos concedemos autoridade absoluta.


Sura 9 - 111.Deus cobrará dos fiéis o sacrifício de seus bens e pessoas, em troca do Paraíso. Combaterão pela causa de Deus, matarão e serão mortos. É uma promessa infalível, que está registrada na Tora, no Evangelho e no Alcorão. E quem é mais fiel à sua promessa do que Deus? Regozijai-vos, pois, a troca que haveis feito com Ele. Tal é o magnífico benefício.


Sura 9:5;29 - Mas quando os meses sagrados houverem transcorrido, matai os idólatras, onde quer que os acheis; capturai-os, acossai-os e espreitai-os... Combatei aqueles que não crêem em Deus e no Dia do Juízo Final, nem abstêm do que Deus e Seu Mensageiro proibiram, e nem professam a verdadeira religião...


O islamismo tem pousado de coitadinho e perseguido, todavia é justamente o oposto que acontece. O islamismo tem gerado guerras, fomentado violência e produzido terror em toda a sua história. Os muçulmanos não são os novos judeus perseguidos da Europa e de lugar nenhum, eles são as vítimas do próprio islamismo que tem matado até mesmo aqueles muçulmanos que desejam paz, mas são escravizados a uma religião de guerras, conflitos e terror.
Não podemos ignorar a atual expansão islâmica, financiada pelo petróleo do Oriente Médio, a mídia dos interesses ocidentais e mais recentemente pela produção de armas nucleares. A atual Jihad está sendo travada no mundo inteiro através de aproximadamente 2 bilhões de seguidores espalhados pelo Globo, fazendo com que cerca de 1000 igrejas fossem transformadas em mesquitas.
É preciso entender que o maior legado do islã é o ódio.

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