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16 de nov de 2008

Por que não sou evolucionista?

Por que não sou evolucionista?

Autor: Robson T. Fernandes

Certa vez alguém me perguntou porque não sou evolucionista, ao passo que lhe respondi: porque creio em algo que existe e não no inexistente, porque posso apresentar suporte para aquilo que afirmo e porque não gosto de mentiras.
Essa reposta, dividida em três partes pode nos ser útil para entendermos alguma coisa acerca do evolucionismo.
Primeiro, o evolucionismo é a crença em algo inexistente. Ora, afirmar que tudo o que agora existe, o que vemos e o que não vemos são o fruto de uma reação química aleatória que ocorreu por acaso como resultado final da pura sorte, é no mínimo cômico, para não dizer insano. Ninguém, em estado mental perfeito, poderia crer que uma simples explosão produziria vida. Que a vida surgiria de onde não há vida. Que do nada as leis químicas, físicas, matemáticas, biológicas.... viessem a surgir e ser organizar de maneira adequada e perfeitamente funcionais por um mero golpe de sorte.
Ninguém que utilize um pouco de seu raciocínio imaginaria que o próprio raciocínio se formou aleatoriamente. Na verdade, esse tipo de defesa evolucionista repousa na incontestável necessidade de se ter fé em algo. Na verdade, todo ser humano tem fé, que é capacidade de acreditar naquilo que não vê. Isso inclui o ateu.
Dessa maneira, o crente que deposita a sua fé em uma Deus criador termina sendo mais racional do que o ateu que deposita sua fé no nada. No mínimo, na pior das hipóteses, o crente tem em que repousar sua fé, já o ateu não tem repouso.
É mais racional não ser evolucionista, porque o evolucionista jamais explicará de onde veio a matéria para dar origem ao suposto e imaginário Big Bang. O Big Biang não explica a origem porque antes desse suposto e imaginário acontecimento é necessário que já existissem a meteria para o processo, a energia para a realização do processo e a informação para conduzir o processo de forma proveitosa. Portanto, o suposto e imaginário Big Bang não explica a origem de nada. Na verdade, um grupo de cientistas localizados na Suíça, que criou o CERN com a intenção de reproduzir o Big Bang, encarou seu primeiro fracasso, já que a máquina quebrou e só poderá voltar a funcionar em 2009. Ora, se para se reproduzir em uma escala infinitamente menor esse suposto e imaginário Big Bang se faz necessário a união das grandes mentes da ciência existentes na atualidade, como poderei pensar que o Big Bang tão defendido pelos evolucionistas aconteceu sem a ação de ninguém por trás? Como poderei sequer acreditar com o mínimo de respaldo que esse suposto Big Bang aconteceu?
Segundo, o evolucionismo não apresenta suporte confiável para suas pressuposições. Todas as pressuposições apresentadas pelo evolucionismo não são verificáveis.
A primeira delas repousa na defesa do Big Bang, como já vimos anteriormente. A segunda delas repousa na afirmação de que a vida surgiu de onde não há vida, o que é denominado de abiogênese e já foi refutado por Pasteur há muitos anos. A terceira delas está na afirmação de que o universo teria bilhões de anos, o que não é comprovado já que os métodos de datação vêm sendo modificados com o passar dos anos e sempre têm apresentado resultados assombrosamente diferentes uns dos outros e até entre exames com os mesmo métodos de datação, como já foi apresentado no artigo “O evolucionismo e os métodos de datação”.
A quarta delas é a suposta apresentação de elos de transição, o que ano após anos vem sendo desmascarado como fraudes forjadas intencionalmente para a defesa de tal ponto de vista, a exemplo das mais recentes apresentadas para se defender a evolução dos pássaros a partir dos dinos, como já foi apresentado nos artigos “O Registro Fóssil e a fraude evolucionista” e “Dinossauros-pássaros, as novas fraudes do evolucionismo”.
Terceiro, o evolucionismo está alicerçado em mentiras. Não existe uma única evidencia apresentada pelo evolucionismo que com o tempo não fosse desmascarada como mentira, a exemplo da fraude da tabela geológica (Veja os artigos: “As eras geológicas” e “O dilúvio bíblico universal), o experimento de Oparin (veja o artigo: “A Sopa Primordial – O Caso de Oparin e Companhia”) e das diversas mentiras históricas apresentadas pelo evolucionismo e aceitas pela sociedade por um período de tempo (Veja os artigos: “A face oculta do Evolucionismo e do Big Bang”, “O Grand Canyon e o dilúvio”, “Perguntas acerca de Criacionismo e Evolucionismo”, “O evolucionismo e o dom da adivinhação”).
Por essas e outras razões não sou evolucionista, mas principalmente porque creio em Deus e para qualquer estudante o conceito do Deus bíblico é verdadeiramente coerente e real.
VINACC - Visão Nacional Para a Consciência Cristã

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