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30 de ago. de 2011

Marisa Lobo questiona C.F.P sobre passeata em apoio ao kit gay

Marisa Lobo questiona C.F.P sobre passeata em apoio ao kit gay
Ao psicólogo é vedado:b. Induzir a convicções políticas, filosóficas, morais, ideológicas, religiosas, de orientação sexual ou a qualquer tipo de preconceito, quando do exercício de suas funções profissionais

A psicologa cristã, Marisa Lobo, enviou ao gabinete do deputado federal Marco Feliciano uma carta onde questiona a passeata realizada pelo Conselho Federal de Psicologia em apoio ao kit gay.
O deputado prometeu ocupar a Tribuna e questionar o conselho sobre a manifestação. Confira a carta enviada na íntegra:
V. Ex.ª. Deputado Federal Marco Feliciano

Venho através de o presente solicitar ao deputado que intervenha de alguma forma neste assunto abaixo explanado
Conselho federal de psicologia faz passeata em Brasília, com as cores do arco Iris, de forma pessoal Induzindo a população e profissionais a se posicionarem a favor de um kit gay, e questionando o governo sobre a suspensão.

Muitos psicólogos de todo Brasil, me procuraram este mês de agosto, para questionar a posição do conselho federal de psicologia que deu destaque de capa ao seu jornal mensal do mês de julho, para uma passeata da qual o participou como militante, questionando a suspensão pelo governo do kit gay, nas escolas e apoiando este kit com a seguinte frase o conselho de psicologia apóia o projeto escola sem homofobia, questionando, o governo deixando claro,, que está de forma pessoal nesta campanha, pois negligência o bem estar psicológico de crianças que ainda estão em formação, não podendo de forma algumas ser estimuladas precocemente, em sua sexualidade seja para que propósito for .

Psicólogos de todos os conselhos regionais estão questionando a posição do conselho federal, por não terem sidos consultados, já que as grandes maiorias dos profissionais não concordam com o conteúdo deste (kit-gay- agora chamado por eles de projeto escola sem homofobia,) por acreditar ser este material, muito sexualizado, inapropriado, expondo assim crianças a uma sexualidade exacerbada, induzindo crianças a uma sexualidade precoce, podendo gerar conflitos futuros emocionais e até mesmo com sua identidade sexual, pervertendo sua libido original, o que é comprovado pela mesma psicologia, que a promove.

O conselho federal de psicologia agiu de má fé, pois trata o assunto de forma parcial, com abuso de poder de forma arbitrária, quando toma uma decisão tão séria , sem consultar a grande maioria dos psicólogos que não concordam com o pré-conceito, com a homofobia, porém não concordam igualmente, com o conteúdo, da campanha além de ir contra as diretrizes e código de ética do próprio conselho que diz

? ?Estimular reflexões que considerem a profissão como um todo e não em suas práticas particulares, uma vez que os principais dilemas éticos não se restringem a práticas específicas e surgem em quaisquer contextos de atuação?.


O conselho federal desrespeitou as diretrizes, e o código quando, se envolveu de formal pessoal nesta causa, sem se preocupar em fazer valer as suas próprias diretrizes. já que não expressa a opinião da maioria dos profissionais.

O que os psicólogos questionam, é que esta suspensão do kit gay, foi providencial, pois a forma como foi feita, e o conteúdo, não previne homofobia e sim incentiva, comportamentos sexuais, desperta para o sexo, tornando a sexualidade do ser humano resumida em uma pratica de sexo para obtenção de prazer apenas sexual. Além de deixar a criança confusa, podendo ainda induzir a violência, já que o conteúdo contem cenas impróprias, constrangedoras para uma criança, e mexe com valores, estabelecidos no seio familiar de alguns, portanto sendo conflitante, e não podemos de forma alguma, para lutar com um determinado tipo de violência gerar outra a emocional, por exemplo, a ansiedade, de não dar conta do que se está aprendendo, sendo induzindo a convicções sexuais, por exemplo, como condena o conselho de ética que regulamenta a classe.

O código de ética do psicólogo diz no seu Art. 2º - Ao psicólogo é vedado:
b. Induzir a convicções políticas, filosóficas, morais, ideológicas, religiosas, de orientação sexual ou a qualquer tipo de preconceito, quando do exercício de suas funções profissionais

O Conselho federal de psicologia cobra, essa posição de todos os seus profissionais e abusou de forma truculenta, sem ética alguma, com este jornal, como essa passeata, está induzindo convicções políticas, morais, e de orientação sexual, ao psicólogo que não concorda, com determinadas posições sofre o risco de ser punido pelo conselho podendo até ser casado, e ao conselho federal que vai investigar essa ação tão antiética, qual a punição e quem dará a esse conselho?


Pois como estão tratando a questão do homossexualismo, daqui a pouco vamos nós que temos nossa sexualidade em equilíbrio biológico de genro achar que somos nós os errados.


Uma coisa é aceitar a pessoa como ele é outra coisa é eu ser obrigado a ser como ele, para não me taxarem de homo fóbico. Se começarmos ficar refém dessas atitudes desrespeitosa com receio de perdermos voto, vamos transformar nosso país em um BRASIL amoral, sem lei, sem regras sem princípios e sem ética. Tudo em nome de um prazer seja ele qual for isso é muito sério.


O conselho de psicologia não pode, nem deve se envolver como uma instituição nesta causa de forma tão pessoal, isso não é democracia, isso é arbitrariedade, é ir contra a te mesmo com a liberdade de expressão tão apregoada por alguns grupos .

Atenciosamente
PSICÓLOGA MARISA LOBO
CRP 08/07512 ?CURITIBA- PARANÁ

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Morre conceituado tradutor da Bíblia

Morre conceituado tradutor da Bíblia


A Sociedade Bíblica do Brasil (SBB) manifesta seu imenso pesar pela morte do Eugene A. Nida, ocorrido na quinta-feira, 25 de agosto, em Bruxelas, na Bélgica, aos 96 anos. Grande expoente da tradução da Bíblia no século 20, Nida, por mais de 50 anos – a partir de 1943 –, coordenou o programa de traduções da Sociedade Bíblica Americana. Posteriormente, foi o mentor do programa global de traduções das Sociedades Bíblicas Unidas, além de consultor a serviço dessa organização.

“Vai-se talvez o mais influente tradutor da Bíblia de todos os tempos! Milhões de pessoas tiveram acesso à Palavra de Deus, graças a ele”, ressaltou o diretor executivo da SBB, Rudi Zimmer.

Eugene Nida será lembrado principalmente pela revolução que promoveu no âmbito da tradução bíblica, em meados do século 20. O impacto que isso teve sobre o crescimento e o desenvolvimento da Igreja cristã continua a ser sentido ainda hoje, na medida em que milhões de pessoas em centenas de línguas, em todo o mundo, tiveram acesso à Bíblia graças ao método que ele desenvolveu e disseminou.

Valendo-se de conceitos tirados da Linguística, das Ciências da Comunicação e da Psicologia, além de estudos culturais, Nida desenvolveu um enfoque ou método prático de tradução, que ele chamou de equivalência funcional ou dinâmica. Seu objetivo era tornar a tradução clara e compreensível, sem que perdesse a exatidão. Mas a contribuição dele não se limitou à tradução da Bíblia. Nida influenciou também o campo da Ciência da Tradução, que teve origem em sua época. Ele é visto como o homem que deu o pontapé inicial, que levaria ao desenvolvimento dessa disciplina.

Por meio de numerosos livros, artigos e inúmeras palestras, Nida pôde ajudar estudiosos, tradutores e especialistas a encontrar novas formas de comunicar-se de forma eficaz. Seus livros Toward a Science of Translating (Com Vistas a uma Ciência da Tradução), de 1964, e Theory and Practice of Translation (Teoria e Prática da Tradução), de 1969, foram traduzidos para várias línguas e, ainda hoje, são ferramentas essenciais para tradutores da Bíblia. Devido ao seu trabalho acadêmico, sua influência ultrapassou o campo da tradução bíblica influenciando a área da tradução como um todo.

Nida cursou a Universidade da Califórnia, Los Angeles (UCLA), formando-se em 1936, tendo o Grego como área de concentração e o Latim como área complementar. Obteve uma das mais altas avaliações na história dessa universidade. No verão que se seguiu à sua formatura, Nida se preparou para começar um trabalho missionário de cunho linguístico com a organização que se tornaria o “Summer Institute of Linguistics” (Sociedade Internacional de Linguística – SIL). Um pouco mais tarde, começou a trabalhar com a língua Taramuhara, no México. No entanto, por problemas de saúde teve de retornar à Califórnia. No período do verão, continuava a treinar tradutores para SIL. Ao mesmo tempo, deu início a seus estudos de pós-graduação, concluindo o mestrado em Grego do Novo Testamento, em 1939, na Universidade do Sul da Califórnia, e o doutorado em Linguística, na Universidade de Michigan, em 1943.

Parceria duradoura
Em 1943, passou a trabalhar para a Sociedade Bíblica Americana. Não demorou muito para começar um intenso programa de viagens para ajudar tradutores da Bíblia em todas as partes do mundo. No Brasil, acompanhou o trabalho de revisão da tradução de Almeida, que culminou na publicação da Almeida Revista e Atualizada. Aos poucos, foi desenvolvendo o método da equivalência funcional. Nida se comunicava com extraordinária facilidade e conseguiu mostrar a tradutores, com os mais variados níveis de formação, como poderiam usar o método de tradução que ele desenvolveu. As traduções que resultaram disso eram ao mesmo tempo exatas, do ponto de vista exegético, e compreensíveis para o leitor.

Seu método fez com que a Bíblia se tornasse disponível e acessível numa escala nunca antes vista. Isto vale tanto para línguas da Ásia, África e América Latina, para as quais a Bíblia nunca antes havia sido traduzida, bem como para o inglês e outras línguas mais conhecidas, que já têm uma longa história de tradução bíblica. Exemplos disso são a “Good News Translation”, a “Contemporary English Version”, bem como a Nova Tradução na Linguagem de Hoje. Mas outras traduções, como a Nova Versão Internacional e a Nova Bíblia de Jerusalém, também revelam influência do tradutor.

Quando, em 1946, várias Sociedades Bíblicas locais decidiram trabalhar em conjunto e formar as Sociedades Bíblicas Unidas (UBS), Nida se fez presente na reunião em que essa organização foi fundada e, posteriormente, se encarregou de formatar os projetos de tradução dessa nova organização.

Nida sabia que os tradutores da Bíblia precisavam ter acesso às melhores edições dos textos originais e foi assim que tomou a dianteira em projetos tanto para o Novo Testamento Grego quanto para a Bíblia Hebraica. Disso resultou a publicação de O Novo Testamento Grego das Sociedades Bíblicas Unidas – hoje na quarta edição revisada, com uma edição em português publicada no Brasil –, que é a edição mais usada por estudiosos e tradutores em nossos dias, bem como o desenvolvimento do Hebrew Old Testament Textual Project [Projeto do Texto do Antigo Testamento em Hebraico], que ajuda os tradutores a entender mais de 6 mil problemas textuais relacionados com o texto hebraico.

Ele inovou também no campo da lexicografia, na medida em que desenvolveu uma nova maneira de fazer um dicionário do grego do Novo Testamento. Trata-se do Dicionário Semântico, baseado em domínios ou campos semânticos, que são áreas de significados relacionados entre si. Nesse dicionário aparecem, não as palavras ou os equivalentes de tradução em ordem alfabética, mas os significados, que são agrupados por campos semânticos. Esse dicionário é de imenso valor para os tradutores, na medida em que ajuda a distinguir entre os diferentes significados de uma mesma palavra.

Nida teve seu trabalho reconhecido em várias ocasiões tanto pela Sociedade Linguística Americana (da qual foi presidente em 1968) como pela SBL (Society of Biblical Literature). Recebeu vários títulos de doutor honoris causa bem como outras homenagens de instituições de ensino de todo o mundo.

Seu legado continua através do “Eugene Nida Institute for Biblical Scholarship” da American Bible Society.

Nida foi casado por cinquenta anos com Althea Lucille Sprague Nida, que faleceu em 1993. Algum tempo depois, Nida conheceu a Dra. Elena Fernandez-Miranda, renomada tradutora e intérprete, com quem casou em 1997.

Fonte: Philip C. Stine, com tradução de Vilson Scholz. Philip Stine atuou no Departamento de Traduções da UBS de 1984 a 1998. Antes disso, de 1968 a 1984, havia sido consultor de traduções e coordenador regional da UBS na África.

TRABALHO ESCRAVO, A ERRADICAÇÃO É UMA UTOPIA.

TRABALHO ESCRAVO, A ERRADICAÇÃO É UMA UTOPIA.


Jorge Nilson


O trabalho escravo no Brasil nunca será erradicado. Por dois motivos: 1.Nos iludimos com leis feitas para ficar no papel. 2. O Estado nos escraviza com altos impostos sem vermos o retorno. Se o trabalho escravo é trabalho sem remuneração e sem os meios necessários para essa realização, então somos escravos do governo, pois trabalhamos 4 meses consecutivos para bancar um governo vampiro. Trabalhamos sem segurança, (temos uma polícia agressiva e corrupta. Temos funcionário públicos mau educados e arrogantes) sem saúde, sem moradia, sem transportes, sem saneamento, sem alimentação (25 milhões de brasileiros passam fome) sem educação. Justiça só para favorecer os ricos. Quer trabalho escravo pior que este?


Veja um trecho de um artigo sobre trabalho escravo no Brasil: Muitas vezes, quando peões reclamam das condições ou querem deixar a fazenda, capatazes armados os fazem mudar de idéia. "A água parecia suco de abacaxi, de tão suja, grossa e cheia de bichos." Mateus, natural do Piauí, e seus companheiros usavam essa água para beber, lavar roupa e tomar banho. Foi contratado por um gato para fazer "roça de mata virgem" - limpar o caminho para que as motosserras pudessem derrubar a floresta e assim dar lugar ao gado - em uma fazenda na região de Marabá, Sudeste do Pará. Contou ao Grupo Móvel de Fiscalização que, no dia do acerto, não houve pagamento. Ele reclamou da água na frente dos demais e por causa disso foi agredido com uma faca. "Se não tivesse me defendido com a mão, o golpe tinha pegado no pescoço", conta, mostrando um corte no dedo que lhe tirou a sensibilidade e o movimento. "Todo mundo viu, mas não pôde fazer nada. Macaco sem rabo não pula de um galho para outro." Mateus foi instruído pelo gerente da fazenda a não dar queixa na Justiça.

"Sempre que vejo um trabalhador cego ou mutilado pergunto quanto o patrão lhe pagou pelo dano e eles têm me respondido assim: ‘um olho perdido - R$ 60,00. Uma mão perdida - R$ 100,00'. E assim por diante. Estranho é que o corpo com partes perdidas tem preço, mas se a perda for total não vale nada", afirma um integrante da equipe de fiscalização do Ministério do Trabalho e Emprego. (Fonte: www.reporterbrasil.org.br.)


29 de ago. de 2011

Edir Macedo e a sua adoração pelo aborto

Edir Macedo e a sua adoração pelo aborto
Autor : Matéria extraída de uma ou mais obras literárias. :

Veja aqui o vídeo de Macedo apoiando o aborto:

Disse Edir Macedo — “Eu ADORO (sic) falar sobre aborto, planejamento familiar”.

Bem, como definir alguém que diz “adorar” falar sobre aborto? O aborto não é considerado uma forma de planejamento familiar em nenhum lugar do mundo. Ao contrário: ele decorre justamente da falta de planejamento.

Macedo desenvolverá a tese, que certa vigarice economicista andou abraçando, segundo a qual a legalização do aborto eleva a qualidade de vida das sociedades, diminui a violência etc. Ainda que fosse verdade, é o caso de considerar que há um monte de idéias imorais que “funcionam”. Que tal eliminar, por exemplo, todos os portadores de uma doença infecto-contagiosa? Não duvidem de que o “problema” estará resolvido. Que tal suspender o tratamento de doenças crônicas de pessoas que já não são mais economicamente ativas? Vamos economizar bastante — e alguém ainda poderá dizer que investir nos jovens é muito mais “produtivo”. Esse raciocínio — de Macedo, de certos indecorosos que falam “enquanto economistas” e, no caso, dos abortistas de maneira geral — nada mais é do que a justificação do mal. Na defesa de sua tese, afirma este "homem de Deus" entre 10s e 20s que o aborto nos conduz a uma sociedade com:

“(…) menos violência (!!!), menos morte (!!!), menos mortalidade infantil (!!!), menos doenças (!!!), menos, enfim, todo o mal (!!!) que nós temos visto em nossa sociedade”

Impecável! Se a gente mata os fetos, é certo que haverá menos mortalidade infantil, não é mesmo? Macedo defende o aborto porque ele quer “menos violência” — logo, aborto não é violência. Ele quer “menos morte” — logo, o aborto não é “morte”… Como aborto também não é vida, então ele não é nada! Para este "pastor de almas", não deve haver diferença entre um feto e gases intestinais.

"Quando você casa, você tem um empreendimento. Quando você tem um filho, você entra em outro empreendimento (!)"

Não faltará pensador vagabundo no Brasil que verá nessa fala de Macedo, que chama filho de “empreedimento”, ecos de Max Weber e do “espírito protestante e a ética do capitalismo”. Não! Isso não é Weber, não! Trata-se de algo bem mais antigo…

"Eu pergunto: O que é melhor? Um aborto ou uma criança mendigando, vivendo num lixão? O que é melhor? A Bíblia fala que é melhor a pessoa não ter nascido do que ter nascido e viver o inferno. Eu sou a favor do aborto, sim. E digo isso alto e bom som, com toda a fé do meu coração. E não tenho medo nenhum de pecar. E, se estou pecando, eu comento este pecado consciente. Se, eu não acredito nisso. É uma questão de inteligência, nem de fé. Lá em Nova York, depois que foi promovida a lei sobre o aborto, a criminalidade diminuiu assustadoramente. Por quê? Porque deixou de nascer criança revoltada e a criminalidade diminuiu (…)"

Vamos lá:

— Vamos à primeira indagação: qualquer ser humano decente tem apenas uma resposta: melhor é a vida! Como ela é remediável, será sempre superior às coisas sem remédio, como a morte — em especial a morte de quem não pode se defender. A defesa do aborto é um absurdo lógico, derivado de uma imoralidade essencial: só um vivo pode fazê-la, se que é me entendem.

— É mentira! A Bíblia não endossa o aborto coisa nenhuma. Macedo tem em mente este trecho: “Se o homem gerar cem filhos, e viver muitos anos, e os dias dos seus anos forem muitos, e se a sua alma não se fartar do bem, e além disso não tiver sepultura, digo que um aborto é melhor do que ele”.

O “bispo” faz uma alusão estúpida, bucéfala, ignorante e rasteira ao Eclesiastes (6,3). É no que dá uma teologia mais jovem do que o uísque que eu bebo. Afirmar que há, no trecho, endosso ao aborto é pura delinqüência teológica e bíblica. O aborto é empregado apenas como um extremo da fealdade. Não há endosso. É o exato oposto, Macedo!!!. Aprenda a ler, sujeito!!! Apela-se ao extremo, ao nefando, só para encarecer as dificulddes de uma vida sem Deus.

Essa história da queda do crime em Nova York por causa da legalização do aborto é uma das bobagens do livro “Freakonomics”, de Steven Levitt e Stephen J. Dubner. Já se provou que o erro da tese se sustenta também num erro de conta. Pesquisem a respeito. Boa parte das afirmações desses dois, diga-se, se sustenta numa falha lógica já apontada pelos escolásticos, cuja síntese é esta, em latim: “Post hoc, ergo propter hoc” - ou seja: “Depois disso; logo, por causa disso”. Como a queda na criminalidade se seguiu à legalização do aborto, então ela aconteceu POR CAUSA da legalização. A verdadeira revolução da política de segurança da cidade não deve ter tido nenhuma influência, não é mesmo? Ora, seria o caso de tentar explicar por que, por exemplo, imigrantes que chegam de países que vivem numa verdadeira anomia social se tornam respeitadores da lei em Nova York… Não deve ser por causa do aborto. Deve ser porque as leis funcionam.

Macedo, de todo modo, é mesmo um revolucionário da religião. Num livro aí que escreveu, chamou os antigos hebreus de “cristãos”. No dia 13 de outubro de 2007, ele concedeu uma entrevista à Folha. Leiam uma pergunta e uma resposta:

FOLHA — Alguns políticos então da base da Igreja Universal, como o bispo Rodrigues, foram atingidos em cheio pelos escândalos do primeiro mandato de Lula. A corrupção não é um pecado imperdoável?

MACEDO — Jesus ensina que o único pecado imperdoável é a blasfêmia contra o Espírito Santo. Para os demais, há perdão se houver arrependimento.

Entendi!

— O Deus de Macedo pode perdoar os culpados, mas não perdoa os fetos inocentes.

— O Deus de Macedo pode perdoar alguém que já pecou, mas é favorável à eliminação prévia de alguém que, segundo ele, corre o risco de pecar.

— Assim, para que possa continuar a perdoar os pecadores, o Deus de Macedo prega a eliminação dos puros.

Macedo se tornou a grande referência dos petistas em duas áreas: a verdadeira Lula News é a TV Record. A de Franklin dá traço; a de Macedo tem alguns telespectadores. E ele é também um guia espiritual do partido, especialmente do seu “coletivo de mulheres”, ou algo assim, que se mobilizou há dias para defender, junto à candidatura Dilma, uma vez mais, a legalização do aborto. Legalização a que ela já se disse favorável.

Uma outra revolução já está sendo gestada, esta na cultura: Tiririca tem tudo para ser o norte estético do poder caso Dilma se eleja. Afinal, na arte da representação, ele é tão requintado quanto é Macedo nos mistérios da teologia.

Vídeo do CACP sobre a questão do aborto



Fonte:Reinaldo Azevedo

Divulgação:www.jorgenilson.com


As mentiras das Testemunhas de Jeová

As Mentiras das Testemunhas de Jeová
Autor : Prof. João Flávio Martinez Publicado em : Quarta, 06/06/2007

O dicionário Aurélio define mentira como:

1.Afirmar coisa que sabe ser contrária à verdade, dizer mentira(s);

2.Errar no que diz ou conceitua;

3.Dar uma indicação contrária à realidade; induzir em erro; ser causa de, ou dar margem a engano, iludir;

4.Não revelar; ocultar, esconder.

O corpo governante [os líderes das TJs] explica a posição de Jeová sobre a mentira:

“Nosso criador, cujo nome é Jeová, odeia o mentir, conforme expressa claramente Provérbios 6:16-19 (...) Este Deus veraz exige de nós que vivamos segundo as suas normas para receber sua aprovação. (...) Os que se apegam a negar o hábito de mentir não lhe são aceitáveis; não receberão dele a dádiva da vida eterna. Deveras, o Salmo 5:6 diz francamente que Deus ‘destruirá os que falam mentira’.(...) De modo que aceitarmos o conceito de Deus sobre a mentira dá-nos um motivo forte para falar a verdade.” (a Sentinela, 15/12/1992,pág. 23)

Será que as TJs praticam realmente o que pregam em suas revistas? Ou estarão seus líderes a enganar de modo proposital as pessoas?

Normalmente em sua busca por prosélitos de porta em porta, as Testemunhas de Jeová tentam projetar nas pessoas a visão de uma religião superior, tentam passar uma imagem de pureza e lealdade à Bíblia sagrada. Chegam a dizer que é a única religião verdadeira na face da terra e que fora da organização não pode haver salvação. Diz ainda que sua religião é o único canal de comunicação entre Deus e o homem. Mas antes disso, porém, eles usam as táticas que muitos políticos usam em dias de eleições, qual seja, tentam primeiro denegrir a imagem de outras igrejas, de seus membros e doutrinas para então mostrar que são os únicos cristãos verdadeiros sobre a face da terra, tendo as demais igrejas da “cristandade” caído na total apostasia.

Mas vale a pena perguntar: estarão sendo sinceras as Testemunhas de Jeová com as pessoas? Os fatos indicam que não!



MENTIRAS E MAIS MENTIRAS...



SOBRE OS DÍZIMOS -
A Mentira: Em todos os seus folhetos de apresentação as TJs dizem que não cobram dízimos ou fazem coletas. Fazem isto à primeira vista para impressionar as pessoas. Depois acusam os pastores evangélicos de ladrões; de extorquir dinheiro do povo.

A Verdade Dos Fatos: As Testemunhas de Jeová de fato não têm o temor de Jeová, pois se tivessem, não ocultaria a verdade de modo inescrupuloso ás demais pessoas. A verdade dos fatos é que elas cobram ofertas e arrecadam muito mais do que nas igrejas evangélicas, vejamos como se sustentam as TJs:



“Como se dava no primeiro século, hoje todos têm parte em arcar com esta responsabilidade, inclusive os menos abastados, que, com suas contribuições pequenas, têm sido o sustentáculo do apoio financeiro à Sociedade.(...) e reserva regularmente parte de seus fundos pessoais para contribuir no Salão do Reino local.” (A Sentinela, 01/12/1989, pág. 27)

Observe a expressão “arcar” e “regularmente”. Ora, se um TJ tem responsabilidade em “arcar” com as despesas de sua religião e fazem isto de modo “regular”. Pergunto: Qual a diferença real entre elas e os que são dizimistas? No fundo a real diferença é apenas de nome e não de fato.

“E visto, que é no salão do Reino que a maioria das nossas reuniões se realizam, contribui você regularmente com recursos financeiros e esforça-se arduamente para mantê-lo em bom estado?” (a Sentinela, 15/06//1988, pág. 13)

Realmente elas mentem quando dizem que não cobram dízimos e ofertas. Ainda são incentivadas a fazerem isto arduamente!

Mas não para por aí, em A Sentinela de 1º de Dezembro de 1991 na pág. 29, sob o título “Como Alguns Contribuem para a Obra do Reino”, Pendem o que devem e o que não devem, vale tudo, desde pequenas doações até mesmo testamentos, propriedades, seguro de vida e muito, muito mais...





SOBRE O AMOR AO PRÓXIMO -
A Mentira: Dizem que são os únicos que demonstram amor uns pelos outros, cumprindo assim o mandamento de Jesus de serem conhecidos como seus discípulos. Ao contrário disso a cristandade não faz outra coisa a não ser odiar seu semelhante, praticando até guerra uns contra os outros, demonstrando assim que não fazem parte dos discípulos de Cristo porque não demonstram amor uns pelos outros. Quem lê este tipo de propaganda enganosa poderia pensar que ao adentrar no grupo das TJs estaria no meio do paraíso. Contudo ledo engano!

A Verdade Dos Fatos: A verdade é que a crueldade das tjs para com as pessoas é deverás repugnante. Se porventura você abandonasse a religião das TJs por descobrir suas falsidades, faz idéia de como seria tratado? Vejamos como elas são incentivadas a tratar tais pessoas:



As TJ’s odeiam aqueles que têm pontos de vista diferente e se apartaram da Organização? Como elas os tratam?

“nunca os receba em seu lar nem os cumprimente...Estas são palavras enfáticas, orientações claras.” (A Sentinela 15 de Março de 1986 pág.13)

Então ela é ensinada a odiá-los?

“Queremos ter a lealdade que o rei Davi evidenciou ao dizer: “Acaso não odeio os que te odeiam intensamente, ó Jeová...?Odei-os com ódio consumado...” (A Sentinela 15 de Março de 1996 pág.16)

Agora preste atenção na hipocrisia:

“É verdade que as pessoas talvez discordem veementemente entre si nas suas crenças religiosas, mas não existe base para odiar uma pessoa só porque ela tem um ponto de vista diferente...” (o Homem em busca de Deus, pág. 10)

Então porque elas ensinam a odiá-los?

“Não tem sido culpadas de representar uma farsa por dizerem ‘amamos a Deus’ ao passo que odeiam seus irmãos de outra nacionalidade, tribo ou raça.” (Poderá Viver para sempre no Paraíso na Terra, pág. 189/90)”

O que temos lido acima pode ser chamado de amor ao próximo?SOBRE IMORALIDADE -
A Mentira: Dizem que sua religião não se mistura em imoralidades como acontece com os clérigos da cristandade.

A Verdade dos Fatos: O caso é que todos os anos milhares são desassociados de sua organização por se relacionarem com casos de imoralidade. A propósito, as TJs não hesitaram em explorar a questão da pedofilia no meio do catolicismo romano. Mas neste ano [2002] estourou o que estava encoberto no meio das TJs, qual seja, casos de pedofilias envolvendo anciãos das TJs. Veja ainda estes depoimentos:

“...todo ano milhares são desassociados da congregação por causa de imoralidade sexual” (a Sentinela, 15/12/1989, pág. 18)

“Lamentavelmente, todos os anos, milhares sucumbem à imoralidade. Alguns aumentam esta deslealdade por levarem uma vida dupla, persistindo num proceder de transgressão ao passo que fingem ser cristãos fiéis.” (A Sentinela, 01/08/1997, pág. 11)

Mostramos aqui apenas algumas das muitas mentiras propaladas pelas TJs, em especial seus líderes, que são os verdadeiros mentores desta parafernália. Não cuidamos em mostrar uma lista exaustiva de tais mentiras para provar que as TJs faltam com a verdade de maneira vergonhosa para com as pessoas. Não precisamos mostra 50 exemplos destes para provar que elas são mentirosas, assim como um ladrão não precisa roubar 10 vezes para provar que é realmente um ladrão, uma vez só basta.
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Fonte: http://www.cacp.org.br


Divulgação:www.jorgenilson.com

Dois homens “namorados” e um assassinato: só a vítima era homossexual?

Dois homens “namorados” e um assassinato: só a vítima era homossexual?

Julio Severo: A imprensa parcial se atropela em suas próprias tontices. O jornal Dourados Agora relata um assassinato, deixa claro que vítima e autor (ambos homens) do crime eram companheiros, mas atribui o termo “homossexual” somente à vítima. Deve ser algum novo padrão da mídia, que deve ter transformado a palavra “homossexual” em algum título de honra ou condecoração. Se o homem viciado em sexo anal é o criminoso, não merece esse título e condecoração. Se o homem viciado em sexo anal é a vítima, aí a mídia o condecora com o “honroso” título em suas “reportagens”. O cabeleireiro, que era barulhento e tinha hábitos noturnos, conforme a reportagem do Dourados Agora, foi assassinado quando ele e seu “companheiro” estavam usando drogas em plena madrugada. Tente imaginar o que um mundo só de praticantes de sodomia faria entre si se não mais houvesse homens que não praticam atos homossexuais… Confira agora a “reportagem”:
CABELEIREIRO TEM TESTÍCULOS E NARIZ ARRANCADOS POR NAMORADO
Um relacionamento homossexual terminou de forma trágica na madrugada de quinta-feira (25), em Alfenas, na Região Sul de Minas, quando o cabeleireiro G F P, 25 anos, foi brutalmente assassinado dentro de sua casa, no Centro da cidade.
O corpo da vítima foi encontrado caído atrás de um sofá, seminu, sem os testículos e parte do nariz, além de marcas de várias facadas.
O namorado da vítima, F H A, 20 anos, preso no início da tarde, confessou o crime.
A violência do crime chocou até mesmo os policiais que recolheram o corpo, após o trabalho da perícia.
Uma vizinha da casa que saía cedo para trabalhar reparou que havia sangue escorrendo na rua e que o rastro vinha de dentro da casa do cabeleireiro, passando pela garagem e seguia pela calçada.
A moradora, que não quis se identificar, contou também aos policiais que ouviu gritos na madrugada mas como Gilvan era uma pessoa de hábitos noturnos e que sempre fazia muito barulho, não estranhou, nem se levantou para ver o que estaria acontecendo.
O cabeleireiro era homossexual e morava no local que fica na parte de baixo de um sobrado há menos de um ano.
A casa tinha poucos móveis, muita coisa espalhada pelo chão, além de solvente de tinta e pó de extintor de incêndio.
Policiais disseram ainda que o crime ocorreu por volta de 4 horas da madrugada. Ao sair do local, o assassino teve o cuidado de fechar a porta.
No início da tarde, F, namorado de G, foi localizado em uma kitnet próxima ao Hospital Universitário Alzira Velano e portava duas facas.
Na delegacia, F teria confessado sobre a briga e o assassinato do companheiro, mas segundo policiais, não esclareceu a razão para o desentendimento.
Ele confessou ainda que usou gilete para mutilar o cabeleireiro. A suspeita é de que os dois tivessem usado drogas antes da tragédia. (Do Hoje em Dia)
Fonte: Dourados Agora

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Igreja no Sudão é destruída e membros são hostilizados

Igreja no Sudão é destruída e membros são hostilizados

Templo da Igreja Presbiteriana foi queimado por extremistas muçulmanos

Igreja no Sudão é destruída e membros são hostilizados Mais de sete meses depois de extremistas muçulmanos queimarem seu templo, a Igreja Presbiteriana do Sudão (PCOS) ainda está com medo de se reunir para adorar a Deus, segundo fontes cristãs.

O reverendo Maubak Hamad disse que sua igreja em Wad Madano, a 138 quilômetros de Cartum, não conseguiu começar sua reconstrução desde 15 de janeiro, devido à devastação dos recursos da congregação. “Nada foi feito depois que a igreja foi queimada. Até agora ela não foi reconstruída”, disse ele à Compass.

Fontes cristãs disseram que estão cada vez mais temerosas com relação aos extremistas muçulmanos, que representam uma ameaça contra os cristãos, numa tentativa de transformar o Sudão no que eles chamam de “Terra do Islã”, eliminando o cristianismo do país.

“Os desafios enfrentados agora por muitos dos cristãos que vivem no Sudão são algo pelo qual precisamos orar muito, pedindo ao Senhor que intervenha”, disse outro líder de uma igreja do Sudão que pediu anonimato.

O edifício da PCOS em Wad Madano foi incendiado, depois de uma série de ameaças contra a igreja, vindas de extremistas muçulmanos. “Essas atividades anticristãs continuam a crescer ainda mais hoje em dia, tendo como objetivo intimidar os cristãos do norte do Sudão”, disse o líder da igreja.

Os danos materiais contra o templo foram estimados em quase 2 mil libras sudanesas (US$ 740). Entre os itens destruídos há livros cristãos, bíblias traduzidas para as línguas da região, cadeiras, mesas e o púlpito.

“Os muçulmanos fizeram da nossa igreja um alvo, porque eles não querem na região nada relacionado ao cristianismo”, disse um membro da igreja.

Cristãos do norte do Sudão estão vivendo com medo desde que o sul do país se separou politicamente, em 9 de julho. Um mês depois de o Sul se separar do norte, que é predominantemente islâmico, as pressões sobre a igreja aumentaram muito, com grupos muçulmanos ameaçando destruir as igrejas e matar os cristãos, para ‘purificar’ o país, eliminando o cristianismo.

Um jornal anticristão do Sudão, que tem fortes ligações com o partido que governa a Coreia do Norte, defende que o norte do Sudão deve se tornar um estado puramente islâmico e árabe. O Al Intibaha é um jornal diário, bem conhecido por incitar os muçulmanos contra os cristãos no Sudão.

As hostilidades contra os cristãos vindas do governo começaram a aumentar no ano passado, após uma declaração do presidente Omar al-Bashir, em que ele afirmou que o governo iria ser baseado na Sharia (Lei Islâmica) e na cultura islâmica, tendo o árabe como língua oficial.


Fonte: Portas Abertas

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MADRI-2011: EXPOSIÇÃO SOBRE A PERSEGUIÇÃO DOS CRISTÃOS NO MUNDO

MADRI-2011: EXPOSIÇÃO SOBRE A PERSEGUIÇÃO DOS CRISTÃOS NO MUNDO






Madri, 09 ago (RV) - Atualmente 350 milhões de cristãos no mundo sofrem por causa da sua fé. Perseguidos, hostilizados ou obrigados a viver em condições difíceis. Existem mártires nestes tempos em que se fala de liberdade e direitos. Existem o silêncio e o abandono dessas realidades, inclusive o desconhecimento por parte daqueles que partilham a mesma fé.
Como é possível que apesar de toda a dor e sofrimento estes cristãos continuem a acreditar? Por que continuam a lutar para praticar a sua fé com liberdade? Por que querem permanecer no seu país?

Ajuda à Igreja que Sofre (AIS) está preparando para a Jornada Mundial da Juventude, junto à Paróquia dos Jerônimos, uma exposição surpreendente e cheia de emoção: ‘Cristãos perseguidos hoje’.

“Nesta atividade para a JMJ pretendemos mostrar aos jovens não a cara negativa e triste da Igreja perseguida, mas pelo contrário, que é na cruz que melhor se vive a fé e mais próximo está Cristo… Não é uma Igreja triste, pelo contrário, é uma Igreja alegre e com esperança!”, conta Amparo Llobet, comissária da exposição.

“Para muitas pessoas continua a ser uma grande surpresa o fato de que, em muitos lugares, viver a fé um delito,. Ver o testemunho radical de pessoas que apesar de toda a hostilidade que sofrem, da violência, da discriminação, da aberração, das acusações, apesar de tudo querem continuar a viver no seu país, em sua casa, e querem continuar a ser cristãos, isso nos interpela muito. Pergunta-se: O que eu faria se vivesse como eles?”, explica Javier Fariñas, responsável de comunicação da AIS.

A exposição de Ajuda à Igreja que Sofre terá como tema central a reconciliação consigo mesmo e com a realidade que desconhecemos, e a cruz, que eles vivem com normalidade e nós vemos como heroicidade.

A iniciativa terá vários espaços: Haverá uma seção de fotografias sobre cristãos perseguidos junto com una série de painéis que narram a história de quinze mártires dos últimos cinquenta anos, e três situações concretas de perseguição: em Gojra (Paquistão), em Orissa (Índia) e em Tibhirine (Argélia), momentos de ataque à liberdade religiosa que transcenderam o silêncio e tiveram certa presença nos meios de comunicação.

Esta seção estará acompanhada de pequenos documentários sobre a Nigéria, China, Sudão, Cuba e Iraque, e de testemunhos de cristãos de Cuba, Iraque, Sudão e alguns convertidos que contarão quem são e o que fazem na sua vida quotidiana. Estas histórias não são de lamentação, mas de esperança.

Entre os testemunhos estará o do Padre Jorge Naranjo, sacerdote comboniano madrilenho de 37 anos que se sentiu chamado a anunciar o evangelho em zonas de maioria islâmica. Trabalhou em Port Sudan, Cartum e ultimamente em Omdurmán, três cidades do norte do Sudão.

Ajuda à Igreja que Sofre, dependente da Santa Sé, conta com 17 secretarias por todo o mundo, que recolhem fundos para ajudar mais de 5.000 projetos pastorais em 153 países cada ano: construir e reabilitar capelas e igrejas, oferecer subsistência para sacerdotes por meio de estipêndios de missas, formar seminaristas, religiosos e sacerdotes, ou procurar meios de locomoção para as dioceses necessitadas. (SP)


Fonte: Rádio Vaticano
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Isso não é intromissão — é assassinato

Isso não é intromissão — é assassinato

22 de agosto de 2011 (AlbertMohler.com/Notícias Pró-Família) — Eufemismos são o refúgio da covardia moral, e nenhum eufemismo é tão covarde ou tão mortal quanto a “redução” — uma palavra que soa como matemática, mas realmente significa assassinato. A edição de 14 de agosto de 2011 da revista The New York Times Magazine deixa esse fato claro em sua matéria de capa, “The Two-Minus-One Pregnancy” (A gravidez de dois menos um).
A jornalista Ruth Padawer primeiramente leva seus leitores à sala de exames de um obstetra que está para abortar um dos dois fetos dentro do útero de uma mulher identificada como “Jenny.” Padawer escreve:
Enquanto estava deitada na mesa de exames do obstetra, Jenny estava grata que o técnico de ultrassom havia desligado a tela no alto. Ela não queria ver as duas sombras flutuando dentro dela. Desde que havia feito sua decisão, ela havia tentado com todas as forças não pensar sobre elas, embora muitas vezes não conseguisse pensar em quase mais nada. Ela estava com 45 anos e grávida após seis anos de contas de fertilidade, injeções de ovulações, óvulos de doadoras e desapontamentos — mas aí estava ela, já na 14ª semana de gravidez, escolhendo extinguir um dos dois fetos saudáveis, quase como se fosse ter metade de um aborto. Quando o médico introduziu a agulha no abdome de Jenny, mirando um dos fetos, Jenny tentou não demonstrar medo, apanhada entre intenso alívio e intensa culpa.
É claro que Jenny “não estava tendo metade de um aborto”, pois ela estava abortando um bebê que estava tão vivo quanto seu irmão gêmeo. A “redução” de múltiplas gravidezes é agora parte da atividade profissional de obstetras, embora em grande parte seja uma prática mantida oculta dos olhos do público. Ruth Padawer explica que a necessidade de reduções é induzida por avanços nas tecnologias reprodutivas e pela hesitação de muitas mulheres de aceitar uma gravidez múltipla. Algumas das drogas de fertilidade mais amplamente usadas aumentam a probabilidade de uma gravidez múltipla, como é comum nos procedimentos normais de fertilização in vitro.
Esse procedimento foi proposto pela primeira vez como um meio de reduzir o risco de ter três ou mais bebês numa única gravidez. Em anos mais recentes, vem aumentando de modo gradual a exigência de reduzir gêmeos para que a gravidez seja apenas de um único bebê. Num centro médico da cidade de Nova Iorque, mais da metade de todos os procedimentos de redução eram para reduzir gêmeos para fazer com que a gravidez fosse de apenas um bebê. A reportagem de Padawer é em grande parte sobre esse fenômeno, pois a redução de uma gravidez de gêmeos para que no resultado final haja só um bebê não tem nada a ver com uma medida de aumentar as chances de um parto saudável, mas com uma medida para aumentar sinistramente o que equivale à preferência pessoal.
Jenny deixa isso claro. Ela explica que havia concebido por meio da fertilização in vitro e uma doadora de óvulos. Se a gravidez tivesse ocorrido naturalmente, ela disse: “Eu não teria reduzido essa gravidez, pois a gente sente que há uma ordem natural, então não queremos perturbá-la”. Apesar disso, “A gravidez foi toda tão voltada ao comércio, para começo de conversa, que esse problema se tornou apenas mais outra coisa que poderíamos controlar”.
Essas palavras fazem uma revelação estupenda. Aqueles que têm tentado justificar todo e qualquer meio de controlar a reprodução precisam enfrentar com honestidade o fato de que criaram o que equivale a um mercado de consumo onde os bebês são o produto — e as consumidoras acabam achando alguém para fornecer o que elas exigem. No que se refere à vida humana, o palco está pronto para a exibição de tragédias.
Em sua reportagem, Ruth Padawer diz que no início, por motivos morais, os obstetras demonstravam hesitação para reduzir gêmeos de modo que a gravidez ficasse com apenas um bebê, e muitos médicos que realizam reduções se recusam a reduzir para menos de gêmeos. Mas a prática está aumentando, refletindo uma mudança nos costumes médicos. Ela traça o perfil do Dr. Mark Evans, que na primeira vez recusou reduzir gêmeos por razões morais. Em 1988 ele foi um dos autores de normas éticas para reduzir gravidezes que declarou que as reduções para menos de gêmeos era antiética. Evans escreveu que os médicos não deveriam se permitir se tornarem “técnicos para atender os desejos de nossas pacientes”.
Contudo, em 2004 o Dr. Evans reverteu sua posição na questão. Padawer explica a justificativa dele:
Em primeiro lugar, à medida que mais mulheres na faixa etária dos 40 e 50 anos engravidavam (muitas vezes graças aos óvulos de doadoras), elas fizeram pressões para que houvesse reduções de dois para um bebê por razões sociais. Evans compreendia o motivo por que essas mulheres não queriam chegar aos 65 anos de idade se preocupando com dois adolescentes tempestuosos ou duas contas de despesas universitárias. Ele observou que muitas das mulheres estavam em seu segundo casamento, e embora elas quisessem criar um bebê com seu novo marido, elas não queriam dois, principalmente se já tinham filhos de um casamento anterior. Outras haviam adiado engravidar para se dedicarem a uma carreira profissional ou para estudos, ou eram mulheres solteiras cansadas de esperar o parceiro certo. Quaisquer que fossem os motivos particulares delas, essas pacientes concluíram que não tinham os recursos para lidar com o caos, gritos estereofônicos e exaustão de criar gêmeos.
Observe com cuidado que a justificativa oferecida para matar um bebê em gestação é claramente identificada como “razões sociais”. Não dá para se levar a sério a justificativa médica que ele citou, mesmo quando ele cita “estudos recentes” que “revelaram que os riscos de gravidezes de gêmeos eram maiores do que se pensava antes”. Conforme esse artigo deixa abundantemente claro, o principal risco de uma gravidez de gêmeos hoje é o risco de que um dos gêmeos será intencionalmente abortado.
“A ética”, o Dr. Evans disse para Padawer, “se desenvolve com a tecnologia”. Essa é a base para a ética médica assassina. A Cultura da Morte trabalhou até se introduzir na lógica da moderna ética médica ao ponto em que esses obstetras justificam o assassinato de bebês saudáveis apenas porque os pais não querem o peso de gêmeos.
Padawer permite que muitas das mães que buscam reduções falem de suas intenções sem nenhum esforço de filtrar a linguagem delas. Certa mãe disse que sentia como se sua gravidez de trigêmeos “fosse um monstro”. Ela acabou achando o Dr. Evans, que reduziu sua gravidez, deixando no final apenas um bebê. De forma nua e crua, Padawer informa que algumas mulheres usam as reduções para escolher o sexo de seu bebê. “Até a década passada, a maioria dos médicos se recusava até mesmo a tocar nessa questão”, relata ela, “mas essa demarcação ética sofreu erosão, à medida que cada vez mais pacientes fazem pressões para ter essa opção e cada vez mais os médicos estão descobrindo que um número muito grande de clientes opta por bebês do sexo feminino”.
Em outras palavras, os abortos de seleção de sexo seriam antiéticos apenas se a demanda por um dos sexos estivesse em desigualdade?
Para seu crédito, Ruth Padawer aponta para o crescente mercado de consumo para bebês como produtos como a raiz de todo esse problema. Ela escreve:
Vimos a crer que as melhorias não são só nossa obrigação, mas também nossa responsabilidade. Só olhe para a revolução nas atitudes para a seleção de doadores de óvulos e esperma. Na década de 1970, quando a doação de esperma estava decolando, a maioria das clientes eram mulheres casadas que tinham maridos inférteis; muitos casais não queriam saber sobre a fonte da doação. Hoje as pacientes nos Estados Unidos podem escolher doadores com base não só em sua altura, cor do cabelo e origem étnica, mas também em suas realizações acadêmicas e atléticas, temperamento, qualidade dos cabelos e até mesmo o comprimento dos cílios do doador.
“The Two-Minus-One Pregnancy” (A gravidez de dois menos um) é um dos artigos mais importantes de anos recentes. Com franqueza assustadora e firme, Ruth Padawer virtualmente força seus leitores a ver o raciocínio torcido que justifica o assassinato de bebês em gestação, e então tenta esquivar-se da responsabilidade moral chamando o procedimento de “redução”.
Evidentemente, há uma história por trás dessa história. O cruzamento onde as modernas tecnologias reprodutivas e o aborto legal se encontram é agora um lugar mortal para muitos bebês em gestação. No nome da preferência pessoal e por “razões sociais”, algumas mulheres agora exigem que seus múltiplos bebês sejam abortados para que elas tenham apenas o único bebê que querem.
Padawer diz que muitos americanos não se sentem a vontade conhecendo esses fatos, talvez “porque o desejo de mais escolhas entre em conflito com nosso sentimento de desconforto de se intrometer mais e mais em aspectos da reprodução”.
Mas o procedimento tão desonestamente chamado de “redução” não tem realmente a ver com mera “intromissão”. É assassinato.
Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesitenews.com/news/this-isnt-meddling-its-murder
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28 de ago. de 2011

Lei Alexandre Ivo: Novo PLC 122 começa a ser debatido na Câmara

Lei Lei Alexandre Ivo: Novo PLC 122 começa a ser debatido na Câmara

O PLC 122, o projeto de lei aprovado na Câmara que criminaliza a homofobia (e que agora tramita no Senado) voltou a ser debatida. A lei deve ser renomeada para “Alexandre Ivo”, inspirada no assassinato de um garoto de 14 anos.




O novo texto é o que mais se aproxima da realidade. A nova proposta, segundo os idealizadores, visa agradar a tanto evangélicos e gays, afim de facilitar a aprovação. Do texto base da antiga PLC 122 foi retirado a pena por discurso contra o homossexualismo, principal temor da igreja. O grande foco do novo projeto é contra a violência física, com agravantes para gangues e pessoas da mesma família que ataquem homossexuais.

"Chegamos à conclusão que, devido à demonização do PLC 122 pela bancada evangélica, deveríamos apresentar um novo projeto de lei, mantendo as principais diretrizes no combate à homofobia," explicou a senadora Marta Suplicy (PT-SP), relatora do projeto.

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Em reunião, Marta e Magno decidiram futuro do polêmico Projeto de Lei
"Seria como a Lei Maria da Penha," explica Deco Ribeiro, diretor da Escola JovemLGBT, de Campinas (SP), um dos primeiros a propôr a mudança. "Ninguém sabe o número, mas todo mundo a conhece e sabe pra que serve. É impossível deixar de pensar na mulher e na violência que ela sofreu só de ouvir o nome da lei. Esse efeito pode nos ajudar a derrubar as objeções ao projeto."

A ideia rapidamente conquistou apoio de todos os setores do Movimento LGBT, em espaços de discussão e nas redes sociais. "Acho super conveniente e tem todo o meu apoio," afirmou Toni Reis, ABGLT.

Bancada evangélica

Além de Marta o texto tem apoio de parte da bancada evangélica. O texto foi criado pelos senadores; Demóstenes Torres (DEM/GO) e Marcelo Crivella (PRB/RJ). O senador evangélico Magno Malta também participou de reuniões sobre o projeto de lei, mas não assina como um dos autores.

De acordo com Marcelo Crivella o antigo texto propunha uma mordaça aos religiosos. “O PLC 122/06 já naufragou porque quer dar direitos a uns destruindo o direito dos outros. Os cristãos repudiam a violência sob qualquer forma, inclusive contra os homossexuais, mas também defendem o direito de se expressar de maneira pacífica”, declarou o senador”


Mas o novo texto também tem problemas, no artigo 3, referente a empregos e contratações, se uma pessoa escolhe não contratar um gay devido a sua opção sexual pode ser condenado de um a três anos de prisão. O mesmo vale para donos de estabelecimentos que decidam não autorizar um gay a comprar ou entrar em sua loja, seja qual ramo for.


Veja a íntegra do novo texto da lei:

Criminaliza condutas discriminatórias motivadas por preconceito de sexo, orientação sexual ou identidade de gênero e altera o Decreto-Lei nº 2.848, de 7 de dezembro de 1940 – Código Penal para punir, com maior rigor, atos de violência praticados com a mesma motivação.

O CONGRESSO NACIONAL decreta:

Art. 1º Esta Lei define crimes que correspondem a condutas discriminatórias motivadas por preconceito de sexo, orientação sexual ou identidade de gênero bem como pune, com maior rigor, atos de violência praticados com a mesma motivação.

Art. 2º Para efeito desta Lei, o termo sexo é utilizado para distinguir homens e mulheres, o termo orientação sexual refere-se à heterossexualidade, à homossexualidade e à bissexualidade, e o termo identidade de gênero a transexualidade e travestilidade.

Discriminação no mercado de trabalho
Art. 3º Deixar de contratar alguém ou dificultar a sua contratação, quando atendidas as qualificações exigidas para o posto de trabalho, motivado por preconceito de sexo, orientação sexual ou identidade de gênero:

Pena – reclusão, de um a três anos.

§ 1º A pena é aumentada de um terço se a discriminação se dá no acesso aos cargos, funções e contratos da Administração Pública.

§ 2º Nas mesmas penas incorre quem, durante o contrato de trabalho ou relação funcional, discrimina alguém motivado por preconceito de sexo, orientação sexual ou identidade de gênero.

Discriminação nas relações de consumo
Art. 4º Recusar ou impedir o acesso de alguém a estabelecimento comercial de qualquer natureza ou negar-lhe atendimento, motivado por preconceito de sexo, orientação sexual ou identidade de gênero:

Pena – reclusão, de um a três anos.

Indução à violência
Art. 5º Induzir alguém à prática de violência de qualquer natureza motivado por preconceito de sexo, orientação sexual ou identidade de gênero:

Pena – reclusão, de um a três anos, além da pena aplicada à violência.

Art. 6º O Decreto-Lei nº 2.848, de 7 de dezembro de 1940 – Código Penal, passa a vigorar com as seguintes alterações:

“Art. 61.......

II...............

m) motivado por discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião, origem, condição de pessoa idosa ou com deficiência, gênero, sexo, orientação sexual ou identidade de gênero.”

Art. 121..

§ 2º...........

VI - em decorrência de discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião, origem, condição de pessoa idosa ou com deficiência, gênero, sexo, orientação sexual ou identidade de gênero.” (NR)

Art. 129...

§ 9o Se a lesão for praticada contra ascendente, descendente, irmão, cônjuge ou companheiro, ou com quem conviva ou tenha convivido, ou, ainda, prevalecendo-se o agente das relações domésticas, de coabitação ou de hospitalidade ou em motivada por discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião, origem, condição de pessoa idosa ou com deficiência, gênero, sexo, orientação sexual ou identidade de gênero.” (NR)

Art. 140.

“§ 3º Se a injúria consiste na utilização de elementos referentes a raça, cor, etnia, religião, origem, condição de pessoa idosa ou com deficiência, gênero, sexo, orientação sexual ou identidade de gênero:

....” (NR)

“Art. 288....

Parágrafo único – A pena aplica-se em dobro, se a quadrilha ou bando é armado ou se a associação destina-se a cometer crimes por motivo de discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião, origem, condição de pessoa idosa ou com deficiência, gênero, sexo, orientação sexual ou identidade de gênero.

Art. 7º Suprima-se o nomem iuris violência doméstica que antecede o § 9º, do art. 129, do Decreto-Lei nº 2.848, de 7 de dezembro de 1940 – Código Penal.

Art. 8º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.

Plug Mania, Arquivo Pátio Gospel|Pátio Gospel Noticias
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Até onde vai a parcialidade do aparelho judicial em prol dos gays?

Até onde vai a parcialidade do aparelho judicial em prol dos gays?

Jossy Soares

A decisão do Juiz da Sexta Vara Cível de Ribeirão Preto-SP de mandar retirar, sob pena de multa de R$ 10.000,00, os textos bíblicos contra a prática homossexual de out-doors instalados pela cidade, traduz, mais uma vez, para nós cristãos o espírito que está orientando o
pensamento de muitas autoridades do presente século.

Uma forma de pensar e de agir que subverte a lógica e a justiça de acordo com a direção que sopram os ventos dos movimentos de liberalismos social. As ações são tão subservientes a tais movimentos que até mesmo o mais comezinho dos princípios de direito se torna
“absolutamente relativo” frente as novas cognições, que nada mais são que instrumentos de afirmação do jeito de ser dessas minorias que querem ditar o comportamento da sociedade.

Dias desses, liberaram a apologia (marcha) da maconha em nome da liberdade de expressão. Agora a mesma justiça (pois o judiciário é uno) vem a público dizer que não se pode divulgar o que a Bíblia diz sobre homossexual ismo. Nada mais paradoxal.

Estamos diante de uma justiça que força os conceitos. Operadores do direito com comportamentos parciais. Que para defender a apologia a um tipo de droga ilícita usam a liberdade de expressão e forçam, e como forçam, o uso dessa liberdade. Ao mesmo tempo, para não se indispor com a ditadura gay, subtraem a liberdade de expressão a que tem direito os cidadãos cristãos de divulgar o texto bíblico que exprime a opinião do Livro Sagrado sobre a prática do homossexualismo.

É importante manter claro em mente que não temos a pessoa do homossexual como ameaça ou inimigo. Na verdade, devemos dar a eles amor e compaixão, mas não podemos esconder que Deus não aceita a prática do homossexualismo. A Bíblia assim o diz.

Isto nos faz pensar que realmente estamos diante de um novo momento histórico. Um momento de mudança de paradgimas, de implantação de uma nova maneira de pensar, onde tudo é permitido, exceto pregar toda a Palavra de Deus em público. Um ambiente onde nada é proibido desde que você não seja um cristão autêntico. Onde se reconhece dois tipos de cidadãos: aqueles que estão alinhados com a nova consciência social ou cósmica mesmo), e aqueles que mantêm sua consciência cativa à obediência de Cristo. O Estado acaba por criar dois tipos de cidadãos, quebrando e princípio de igualdade de todos perante a Lei (CF
art.5.º).

O que fazer! Nós cristão sabemos muito bem o que nos espera enquanto estamos neste mundo. A Bíblia prevê um cenário cada vez mais difícil para a permanência da Igreja e seus valores neste mundo.

O espírito do anticristo já opera no mundo. São João disse que muitos se têm feito anticristos (I João 2.18). A cada dia vemos esta palavra cumprida de forma mais efetiva, de forma que ser anticristão é cada vez mais normal. Alguns nem percebem que são anticristos, pois estão embarcados por osmose na onda promovida pela mídia e por alguns intelectuais
cooptados pela ditadura das minorias. Todavia, a cada dia, nossa condição de peregrinos neste mundo tem que ser mais evidente. Nós não somos daqui, Nossa pátria é no céu (Hebreus 13.14 e Filipenses 3.20). Isto é fato. Isto é real. Sabemos que toda a verdade será torcida propositalmente para tornar o mundo mais propício ao governo mundial anticristão. Isto começa por cada nação deste mundo, independente de suas cores ideológicas. No final, teremos apenas duas ideologias, uma cristã e outra anticristã. Como nosso Reino não é deste mundo, a ideologia anticristã conseguirá implantar nas mentes “racionais” dos homens as mais irracionais das afirmações, os mais ilógicos dos pensamentos e as mais injustas das
sentenças. Tudo para promover os tempos difíceis relatados na Bíblia,
onde os homens serão amantes de si mesmos (II Timóteo 3.1,2).

Cristãos, levantemos nossas cabeças! Nossa redenção está próxima.

JOSSY SOARES é discípulo de Jesus Cristo. Advogado, membro da Assembléia de Deus em Cuiabá-MT e membro da Diretoria da Agência Pés Formosos – Movimento Evangélico Universitário - http://www.pesformosos.org.br/


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Pedófilos em igrejas

Pedófilos em igrejas



José Carlos de Carvalho Carneiro


Sob um exame jurídico e ético criterioso, o delito de pedofilia é um dos mais graves catalogados em nossa lei penal, merecendo, então, seus autores e agentes punição exemplar e corretiva. São crianças que os pedófilos agridem e corrompem, enganando-as, mentindo para elas e conduzindo-as a atos libidinosos condenáveis e inaceitáveis sob qualquer justificativa. Agridem, ainda, os pais das crianças ofendidas, sendo que muitos deles, perdendo o controle, cometem homicídios ou lesões corporais graves, em defesa de seus filhinhos.


Entretanto, a pior espécie de tais animais são aqueles que se escondem nas igrejas e agem com a cobertura e proteção do manto sagrado de Cristo, pecando e pecando da forma mais vil e indecorosa, no uso da inocência infantil. Eles existem na igreja católica e nas evangélicas, atuando à socapa e levando sempre os pais de suas inocentes vítimas a acreditarem que são pessoas dignas e corretas, porque padres, pastores ou diáconos e, assim, incapazes de realizarem tamanhos males aos seres humanos. Engano grave e que já levou milhares de crianças ao desespero e até a incuráveis sequelas psicológicas.


Em Rio Claro, tivemos caso grave de pedofilia e que mereceu a apreciação satisfatória do Poder Judiciário. Agora, mais recentemente, tivemos vários casos de pedofilia atribuídos a um pastor, de uma igreja evangélica de nossa vizinha cidade de Corumbataí, sendo do conhecimento público que um pai desesperado, por atos de pedofilia contra sua filha de nove anos, adentrou a igreja e retirou, mediante agressões físicas, o descarado pastor pedófilo, em plenas pregações morais e atos de conselhos aos fiéis. E o pai não está certo?


Não importa a que religião esteja ligado o pedófilo e muito menos o cargo ou posição que ocupe, porque a gravidade do delito leva todos a um sentimento inusitado de repugnância, exigindo punição exemplar, pelo menos, como satisfação às vítimas dos atos injustificáveis. E assim devem ser considerados, porque na defesa de tais delinquentes os advogados não podem alegar nem legítima defesa, nem inexigibilidade de outra conduta e muito menos exercício regular de um direito. Trata-se de crime grave e que deve ser punido sempre de forma exemplar e satisfatória.


Aos pais das vítimas do delito de pedofilia resta não descuidar das apurações e andamentos dos respectivos processos criminais, ingressando, ademais, com ações civis por danos morais e materiais contra os agentes e autores, atuando, assim, no único órgão de sensibilidade que tais monstros conhecem e que é o bolso. Ajam, contratando advogados de sua confiança, porque seus filhos merecem esse apoio, que, somente, os pais podem dar de forma humana e esperada. E esperamos, ainda, que as igrejas respectivas, que acolhem esses monstros, realizem punição exemplar, inclusive expulsão e ostracismo.


A CRÍTICA DO PONTO: São sempre agradáveis as notícias que a imprensa local nos proporciona sobre a vinda de inúmeras empresas para nossa terra. E são bastante agradáveis porque essas empresas aqui aportam pelas condições próprias da cidade e da região, independentemente dos Poderes Públicos, apesar de querem eles que os feitos sejam de suas autorias, o que não é verdade e, como políticos, sempre se sentem à vontade com suas mentirinhas e alegações menores. Ainda bem que Rio Claro é muito maior que eles e está bastante acima deles!



(O autor é advogado, jornalista e empresário. E-mail: carneirojc@ig.com.br - carneirojcc@uol.com.br - twitter.com/@carneirojc)


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