Seguidores

14 de mar de 2012

A verdade virou o novo discurso de ódio no Brasil

D.L. Foster
A doença e a loucura social que tomaram conta do Brasil logo chegarão aos EUA, com a cortesia do movimento homossexual internacional.
O governo brasileiro realmente trata a oposição pública ao homossexualismo como se fosse crime.
O Dep. Jean Wyllys, o primeiro membro abertamente homossexual do Parlamento do Brasil, apresentou uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) para legalizar o casamento de duplas de mesmo sexo. Essa legislação realmente criminalizaria a “homofobia” — ou, é claro, tudo o que o governo define como homofobia. Eles criam as palavras e as definem legalmente para beneficiar uma minoria de pessoas que então transformam essas palavras em instrumentos de terror e intimidação contra a maioria. Essa é a estratégia legal deles para silenciar e perseguir a oposição. A liberdade religiosa só é liberdade se as igrejas permanecerem em silêncio ou se se comprometerem formalmente a colaborar com as insanidades homossexuais. A lei não significa nada para esses pedófilos que estupram a verdade.
Marque minhas palavras: aqui nos Estados Unidos, todas as tão chamadas “cláusulas de isenção religiosa” ligadas às leis de “casamento” gay evaporarão logo que os homossexuais e seus aliados tiverem conseguido o controle total do direcionamento moral da nação. O assassinato a sangue frio de nossa moralidade virá logo em seguida. Aliás, já começou.
Não se deixe enganar por um segundo. A inspiração e a força por trás do movimento homossexual são satânicas e sua meta é erradicar tudo o que tenha a ver com Deus. Exatamente como os terroristas árabes querem aniquilar Israel, satanás usa a agenda homossexual para impor pressões para realizar seu plano.
Graças a Deus, de acordo com as Escrituras, ele não terá sucesso. Mas não vamos nos deixar enganar com toda essa profanação social em nome de atitudes bacanas, tolerantes e acolhedoras.
Agora, vamos à notícia de LifeSiteNews sobre o Brasil.
Um procurador federal do Brasil está exigindo que um televangelista se retrate de certas declarações que fez em 2011 que o procurador diz incitaram “ódio” aos homossexuais — uma ameaça pouco disfarçada de futuras ações legais.
“Os caras na Parada Gay ridicularizaram símbolos da Igreja Católica e ninguém fala nada”, o televangelista Silas Malafaia disse em reportagem. “É para a Igreja Católica ‘entrar de pau’ em cima desses caras, sabe? 'Baixar o porrete' em cima pra esses caras aprender”.
Em seus comentários, Malafaia estava se referindo à profanação de imagens sagradas que ocorre regularmente nas paradas homossexuais no Brasil.
O procurador federal Jefferson Aparecido Dias diz que os comentários contêm “claro conteúdo homofóbico, por incitar a violência em relação aos homossexuais” e “constituem discurso de ódio, incompatível com as funções constitucionais da comunicação social”. Ele está exigindo que Malafaia faça uma retratação pública, dando para seu pedido de perdão o dobro de tempo que ele teve para fazer as declarações originais.
Malafaia, pastor da Assembleia de Deus Vitória em Cristo, cuja programação é vista por milhões de pessoas no Brasil, nos Estados Unidos e muitos outros países, diz que as acusações contra ele são “absurdas”.
“Em hipótese alguma vou pedir retratação, pois isso é um absurdo. Os gays manipularam a minha fala para me incriminar, e sou eu que tenho de pedir retratação? Isto deve ser uma brincadeira”.
A ameaça contra Malafaia reflete um conflito crescente entre o governo socialista da presidenta Dilma Rousseff e programas de TV religiosos, em grande parte responsáveis pela quase derrota dela nas eleições presidenciais de 2010.
O Brasil também perseguiu o cristão Julio Severo porque seu blog frequentemente denunciava a conduta homossexual e colocava em dúvida o apoio fanático e irracional de autoridades governamentais à agenda gay. Temendo pela sua segurança e a segurança de sua família, Severo deixou o Brasil, para um local escondido. No ano passado, terroristas gays dos Estados Unidos e do Brasil fizeram pressões para que o PayPal cortasse o fluxo de doações que ele estava recebendo de apoiadores para ajudá-lo a cuidar de sua família.
É claro que Hillary Clinton, a principal bruxa estatal do governo de Obama, não disse nada sobre essa perseguição. E a Dra. Suzan Johnson Cook, nomeada pelo presidente Obama para ser a tão chamada Embaixadora Internacional da Liberdade Religiosa, também não disse nada. Desde sua posse, a Dra. Suzan tem sido pouco mais que uma lambe-pés de Obama.
Traduzido por Julio Severo do artigo: Truth is the new hate speech in Brazil

Nenhum comentário: