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6 de jul de 2011

Os vendilhões do terrorismo comunista

Os vendilhões do terrorismo comunista

Vinte jovens evangélicos e o terror de uma bomba e rajada de metralhadora

Julio Severo
Era agosto de 1969. O jovem Alberto Thieme, que hoje é pastor presbiteriano, estava com outros 20 jovens passando em frente à grande loja de departamentos Mappin quando, do nada, um homem de moto disparou uma rajada de metralhadora contra as pessoas que estavam na frente das vitrines do andar térreo do Mappin. Em seguida, veio a explosão de uma bomba.
Em poucos minutos, o que sobrou foram vidros estilhaçados e pessoas caídas na calçada, entre mortos e feridos. Ao todo, 19 pessoas foram mortas no ataque terrorista de autoria da ALN (Ação Libertadora Nacional, antes denominada Agrupamento Comunista de São Paulo, do terrorista Carlos Marighella).
Era um assustador cenário de guerra para um grupo de jovens que estava acabando de vir de uma reunião de mocidade numa igreja evangélica. Era um cenário em que a população, pacífica e desarmada, estava à mercê de uma minoria de militantes de esquerda que estava disposta a fazer de alvo qualquer pessoa que estivesse em seu caminho.
Para o jovem Alberto Thieme, foi uma experiência marcante, tornando-o um opositor do comunismo, numa postura sólida que nenhuma mentira poderia abalar. Afinal, o episódio que ele testemunhou contrasta com a versão dos simpatizantes esquerdistas que pintam seus assassinatos e tentativas sangrentas de golpe como se fossem uma linda “luta democrática”.
Não havia nada de lindo nessa luta. Na verdade, o objetivo era trazer para o Brasil o que eles viam como “democracia” em Cuba e na União Soviética. Essa “democracia” impunha sobre soviéticos e cubanos uma vida pessoal e social sob total controle estatal, sem liberdade de expressão e religião.
A própria Dilma Rousseff, apoiada por simpatizantes esquerdistas que sustentam essa visão ilusória, se gaba de ter lutado pela “democracia”, quando se sabe que seu grupo de luta armada em nada diferia da ALN em violência, assalto a bancos, terrorismo e assassinatos. Apesar disso, os militares a deixaram escapar de uma justa punição.
Eu não testemunhei o terrorismo que Thieme viu, mas sendo muito novo, lembro-me de que minha mãe assistia ao programa Clube 700, do Pr. Pat Robertson e Rex Humbard, na antiga TV Tupi, na década de 1970. O Evangelho estava ali, exposto para todo o Brasil através da televisão, sem nenhum impedimento, enquanto em Cuba e na União Soviética o Evangelho estava banido de todos os meios de comunicação.
Se a ALN, Dilma e seus companheiros de armas tivessem conseguido impor sua “democracia” no Brasil, em vez de Rex Humbard e Pat Robertson, minha mente hoje só teria o registro de uma doutrinação marxista de ódio ao Cristianismo, à liberdade e a Deus. Na “democracia” deles, só o “evangelho” deles tem vez.
Deus teve misericórdia do Brasil quando nos poupou desse tipo de “democracia”. Mas não sei por quanto tempo essa misericórdia durará, pois os que ontem defendiam o comunismo, hoje se gabam de sua luta criminosa como se tivesse sido a mais digna luta democrática. É a mentira vomitando na própria realidade. Contudo, ninguém pode garantir que o resultado final da atual experiência de bizarrice “democrática” não vai terminar em derramamento de sangue.
De forma semelhante, ninguém pode garantir que as alianças de poderosos líderes evangélicos e católicos com Dilma Rousseff e outros amantes da “democracia” vermelha vão impedir o Brasil de sofrer, cedo ou tarde, um furacão de perseguição. Avisos não faltam, desde o passado de Dilma até as constantes tentativas do PT e seus aliados de encurralarem os cristãos através de leis anti-“homofobia. Graças à esquerda, os cristãos estão cada vez mais cara a cara com a perseguição.
A população brasileira, que é em grande parte cristã, vem sendo enganada por uma minoria política que mente, rouba, destrói e mata. Em contraste, Jesus, que é a única Verdade, disse:
“Vocês os conhecerão pelo que eles fazem. Os espinheiros não dão uvas…” (Mateus 7:16 BLH)
“A árvore que não presta não pode dar frutas boas.” (Mateus 7:18 BLH)
Os antigos vendilhões do terrorismo comunista são hoje substituídos pelos modernos vendilhões do templo, os quais vendem, do púlpito, o socialismo como se fosse uma boa árvore cheia de frutos saborosos, ou como uma bela videira cheia uvas gostosas. Esses vendilhões, inspirados pela serpente que enganou Eva com uma fruta, só podem ser detidos por aqueles que têm a ousadia de João Batista para desmascarar aqueles que amam mais Karl Marx do que Jesus Cristo.
A calçada encharcada de sangue do antigo Mappin fala do passado com seus frutos de vítimas caídas por bomba e balas de metralhadora. O Pr. Alberto Thieme, que testemunhou essa atrocidade comunista, tinha também um ministério nas calçadas de São Paulo, onde ele e outros jovens falavam do Evangelho. Mas ninguém caia por violência, bombas ou rajadas de metralhadoras. Caíam apenas prostrados, pelo poder do Evangelho, aos pés do Senhor Jesus Cristo.
Muitas vezes nos esquecemos de que esse Evangelho tem o poder não só de salvar pessoas nas calçadas da vida, mas também de mudar o rumo de nações, sem derramar sangue inocente, porque o Sangue do Inocente já foi derramado para nos salvar. Quando nos esquecemos do que o Sangue do Inocente faz, abraçamos ideologias que derramam o sangue dos inocentes.
O Sangue do Inocente fala. O sangue dos mártires das ditaturas comunistas também fala.
No Brasil, o Pr. Thieme foi testemunha ocular do terrorismo de esquerda. E ao redor do mundo, o sangue de milhões trucidados pela ideologia socialista clama aos céus por justiça. O brado deles fala através do testemunho de vítimas cristãs como o Rev. Richard Wurmbrand, que sofreu em prisões comunistas. (Veja este vídeo:http://www.youtube.com/watch?v=fWOJk_czoz4)



O brado deles deveria ecoar nos nossos ouvidos e corações quando vemos políticos ou os modernos vendilhos da fé vendendo o socialismo como se fosse um verdadeiro sistema de salvação para a sociedade e para as igrejas.

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