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5 de ago de 2011

Câmara de vereadores de São Paulo aprova o Dia do Orgulho Heterossexual para confrontar Parada do Orgulho Gay

Câmara de vereadores de São Paulo aprova o Dia do Orgulho Heterossexual para confrontar Parada do Orgulho Gay

SÃO PAULO, Brasil, 4 de agosto de 2011 (Notícias Pró-Família) — A maior cidade da América do Sul, a qual é anfitriã, conforme se noticia, da maior parada de “orgulho gay” do mundo, está decidida a ter uma data oficial de “Dia do Orgulho Heterossexual” a cada terceiro domingo de dezembro. A Câmara de Vereadores aprovou a lei e aguarda a assinatura do prefeito.
A lei é de autoria do vereador evangélico Carlos Apolinário, membro do DEM, que disse que sua intenção não é discriminar os homossexuais, mas em vez disso fazer oposição aos “excessos e privilégios” da comunidade homossexual, e “conscientizar e incentivar o público a proteger os valores morais e os bons costumes” do Município de São Paulo.
O Dia do Orgulho Heterossexual “não é antigay, mas um protesto contra os privilégios que a comunidade gay goza”, Apolinário disse aos meios de comunicação.
São Paulo, uma cidade de 20 milhões de habitantes, abriga o que descrevem como a maior parada de “orgulho gay” do mundo, com mais de 3 milhões de homossexuais comparecendo ao evento na Avenida Paulista em 2011, de acordo com as autoridades de turismo do Brasil.
Apolinário apontou para o fato de que a Avenida Paulista, uma das principais avenidas da cidade, é usada pelos homossexuais para sua parada, mas a “Marcha para Jesus”, organizada por um grande ministério evangélico do Brasil e atraindo um número igual de participantes, não tem permissão de realizar seu evento na mesma avenida.
“Respeito os gays e sou contra qualquer tipo de agressão feita contra eles”, disse Apolinário. “Não tenho problema de coexistir com gays enquanto a conduta deles for normal”.
Diferente da Marcha para Jesus, geralmente realizada três dias antes do anual evento homossexual, a Parada Gay é frequentemente estragada por violência entre participantes, de acordo com os meios de comunicação homossexuais do Brasil.
Os participantes homossexuais do evento rotineiramente relatam numerosos assaltos e roubos, na maior parte câmeras, celulares e carteiras. O uso de drogas é “explícito” de acordo com o jornal Folha de S. Paulo, particularmente o uso da droga afrodisíaca “ecstasy”.
O site G Online (a versão online da Revista G, uma publicação homossexual do Brasil), comentou que na parada de um ano anterior “a equipe G Online, que cobriu o evento durante o dia inteiro e por todo o trajeto da parada, investigou várias cenas desagradáveis ao longo da avenida. Empurrões, brigas, bebedeiras e roubos eram comuns durante a parada”.
Em contraste, os meios de comunicação do Brasil não registraram nenhum incidente criminoso durante a Marcha para Jesus.
Gilberto Kassab, prefeito de São Paulo, deve sancionar a lei antes de se tornar oficial. Kassab disse aos meios de comunicação que ele estudará o projeto de lei, mas não quis comentar se apoia a lei.
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